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Professor 8
1 5 a 1 7 anos
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Professor 8
15 a 17 anos
A Segunda Vinda de 
Cristo - o Arrebatamento 
da IgrejaA Morte e o Estado 
Intermediário da Alma
As Bodas do Cordeiro
• A Importância da 
■ Nação de Israel
Escatologia?!
0 que isso significa? • •
A Grande Tribulacao
A Segunda Vinda 
de Cristo - a 
Manifestação 
Gloriosa
4 8
a
O Destino dos Justos
• _ 62
• • •f*A-
Üi' •
O Milênio u u
I p f y y /
' ■’ v'i 0 Destino dos Impios
Uma Mensagem de 
Esperança
8 9 .
Novos Céus e ; .
Nova Terra • *
82• % v ■
• • O v * . */ * '• • • •
A Ressurreição 
dos Mortos
DA REDAÇÃO
CP/D
CASA PUBLICADORA DAS 
A SSEM B LE S DE DEUS
Presidente da Convenção Geral das 
Assembleias de Deus no Brasil
José Wellington Bezerra da Costa 
Presidente do Conselho Administrativo
José Wellington Costa Júnior
Diretor- Executivo
Ronaldo Rodrigues de Souza
Gerente de Publicações
Alexandre Claudino Coelho
Consultoria Doutrinária e Teológica
Antonio Gilberto e
Claudionor de Andrade
Gerente Financeiro
Josafá Franklin Santos Bomfim
Gerente de Produção
Jarbas Ramires Silva
Gerente Comercial
Cícero da Silva
Gerente da Rede de Lojas
João Batista Guilherme da Silva
Chefe de Arte 6 Design
Wagner de Almeida
Chefe do Setor de Educação Cristã
César Moisés Carvalho
Comentarista
Carlos Eduardo Lourenço
Editor
Marcelo Oliveira de Oliveira 
Designer. Diagramação e Capa 
Suzane Barboza 
Fotos
Shutterstock
RIO DE JANEIRO 
CPAD M a t r i z
Av. Brasil. 3í;.‘,01 - Bangu - CEP 21852-002 - RJ 
Tel: (21) 2i*06-7373 - Fax (21) 2406-7326 
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T e l e m a r k e t in g 
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Segunda a sexta: 8h às i 8h
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O Q UE V E M POR AÍ
Haverá um dia em que o Senhor 
Jesus virá com poder e grande glória. 
Ele intervirá diretamente na história 
humana e estabelecerá o seu Reino 
de maneira plena e literal. O dia em 
que Deus julgará todas as pessoas: 
ricos, pobres, homens e mulheres. A 
área da teologia que cuida desses 
assuntos é denominada de Escato­
logia. Ê o estudo das Últimas Coisas.
O objetivo da Escatologia é expor 
a doutrina bíblica sobre os acon­
tecimentos futuros a fim de trazer 
esperança aos salvos em Cristo. E 
nos estimula também a guardar essa 
esperança em nosso coração a fim de 
vivermos na expectativa de o nosso 
Senhor voltar a qualquer momento. 
Portanto, ter esperança, decidir viver 
uma vida santa, aguardar a vinda do 
Senhor no coração e anelar pela con­
sumação do seu Reino é o propósito 
deste trimestre.
Deus o abençoe!
O Editor.
Comunique-se com o editor da 
revista de Juvenis 
Por carta: Av. Brasil. 3£*./*01 - Bangu 
CEP: 21852-002 - Rio de Janeiro/RJ
http://www.cpad.com.br
Ap 1.17
Jesus, o Primeiro e o Último
1 Co 2.10-li*
O discernimento do Espírito Santo
Sl 119.167
O amor pela Palavra de Deus
Sl 119169.170 
A Palavra de Deus traz 
entendimento
OBJETIVOS
A p r e s e n t a r 0 significado da 
palavra Escatologia,
Abordar a importância do 
estudo da Escatologia,
Mostrar uma visão panorâmica
da Escatologia na Bíblia.
Escatologia?! 
0 que isso significa?
"E disse: Eis que te farei saber o que há de acontecer no último tempo da 
ira; porque ela se exercerá no determinado tempo do fim." (Dn 819)
LEITURA I3ÍBUCA EM CLASSE
3
C '1
# 1
SINTETIZANDO
0 futuro é assunto 
intrigante e de grandes (
questionamentos das (
pessoas. Por isso, nesta 
lição, estudaremos sobre
o que a Bíblia Sagrada diz 
a respeito dos tempos 
vindouros. Escatologia 
é a área da teologia que 
estuda esse assunto. Não 
se trata de mero estudo 
intuitivo, destituído de 
seriedade para com as 
Escrituras, mas do estudo 
metódico das profecias 
contidas na Palavra de 
Deus.
l Pedro 1.3-12
Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor 
Jesus Cristo, que, segundo a sua grande 
misericórdia, nos gerou de novo para uma 
viva esperança, pela ressurreição de Jesus 
Cristo dentre os mortos, 
para uma herança incorruptível, incontami- 
návele que se não pode murchar, guardada 
nos céus para vós
que. mediante a fé. estais guardados na 
virtude de Deus, para a salvação já prestes 
para se revelar no último tempo, 
em que vós grandemente vos alegrais, ainda 
que agora importa, sendo necessário, que 
estejais por um pouco contristados com 
várias tentações,
para que a prova da vossa fé. muito mais 
preciosa do que o ouro que perece e é 
provado pelo fogo, se ache em louvor, e 
honra, e glória na revelação de Jesus Cristo; 
ao qual, não o havendo visto, amais; no 
qual. não o vendo agora, mas crendo, vos 
alegrais com gozo inefável e glorioso, 
alcançando o fim da vossa fé, a salvação 
da alma.
Da qual salvação inquiriram e trataram di­
ligentemente os profetas que profetizaram 
da graça que vos foi dada. 
indagando que tempo ou que ocasião 
de tempo o Espirito de Cristo, que estava 
neles, indicava, anteriormente testificando 
os sofrimentos que a Cristo haviam de vir e 
a glória que se lhes havia de seguir.
Aos quais foi revelado que, não para si mes­
mos. mas para nós. eles ministravam estas 
coisas que. agora, vos foram anunciadas por 
aqueles que. pelo Espirito Santo enviado 
do céu, vos pregaram o evangelho, para as 
quais coisas os anjos desejam bem atentar.
O
* <
L >
Z)
Q
O
C d
I -
Segundo os principais dicio­
nários de Teologia. Escato­
logia é o estudo da doutrina 
das Últimas Coisas (Segunda 
Vinda de Cristo, Grande Tri­
bulação, Milênio, Ressur­
reição, Juízo Final, Céu e 
Inferno). Saber a respeito dos 
acontecimentos futuros é a 
curiosidade da maioria das 
pessoas. Entretanto, mais do 
que satisfazer uma curiosi­
dade, estudar a doutrina 
biblica das Últimas Coisas 
trará edificação espiritual 
para a nossa vida e o desejo 
de servir melhor a Deus. 
Vamos começar?
|
A AULA VAI COMEÇAR!
Caro professor, neste trimestre estudaremos um assunto muito especial. 0 
momento histórico em que os nossos juvenis se encontram são dias de grandes 
turbulências em todas as esferas da vida. Guerras, rumores de guerras, fome, peste, 
enfermidades, inimizades, toda espécie de maledicência, ceticismo exagerado, 
enfim; tudo isso nos mostra que os dias maus previstos pela Palavra de Deus 
chegaram. Por isso, pergunte aos alunos se eles sabem quais são os sinais bíblicos 
que antecedem a Vinda de Cristo. É importante verificar junto aos alunos se eles 
reconhecem os dias em que vivemos como equivalentes aos ■últimos dias" da 
Bíblia Sagrada. Será um momento prazeroso de participação, estudos e reflexão. 
Deus o abençoe neste trimestre!
Ao longo dos séculos 
fé cristã afirmou que a 
História caminha de 
maneira a culminar * 
com uma nova re- £ 
alidade. Ao contrá­
rio do pensamento 
grego, a História não 
se resume numa sé­
rie infinita de ciclos, 
mas caminha para o fim 
de um tempo e o começo 
do novo. Trata-se do movimento 
linear da História. Por isso, para o cristão, 
a Escatologia é objeto de esperança! A 
Igreja encontrar-se-á triunfante com o 
Noivo; e o Universo será transformado 
por intermédio da glória do Rei Excelso, 
Jesus Cristo! Essa é a esperança de 
todos os santos da Igreja de Cristo.
Na área da Teologia 
Sistemática,geralmente, 
o estudo que trata das Últimas 
Coisaséchamado 
de Escatologia.
termo Escatologia remonta 
aos acontecimentos fu­
turos que constituem 
o plano eterno de 
4 Deus para a huma- 
nidade. O estudo 
» metódico desses 
a co n te c im e n to s 
descritos nas Escri­
turas Sagradas, por in­
termédio das profecias 
biblicas, é denominado de 
o estudo das Últimas Coisas. 
Na área da Teologia Sistemática, 
geralmente, o estudo que trata das 
Últimas Coisas é chamado de Esca­
tologia (do grego eschatos - último; 
logos - estudo). A maioria dos Manuais 
de Teologia dedica o último capitulo 
para o estudo dessa doutrina.
r .
1. O Q U E E E S C A TO LO G IA ?
A Bíblia faz o uso das expressões 
“os últimos dias" (Is 2.2); “últimos 
tempos” (i Pe 1.20); e “a última 
hora" (i Jo 2.18). Com base nelas, o
2. ESCA TO LO G IA S IN DIVIDU AL 
E CO LETIV A
Denominamos Escatologia Individual 
a área de estudo sobre as doutrinas 
das Últimas Coisas que se preocupa
com o Estado Inter­
mediário, período 
que vai da morte à 
ressurreição final 
do ser humano. Já 
a Escatologia Cole­
tiva está preocupa­
da com os fatos que 
ocorrerão no final da 
história da humanidade: 
o Arrebatamento da Igreja, a 
Grande Tribulação, o Reino Milenial e 
o Perfeito Estado Eterno. Aqui. há um 
importante alerta para o sucesso do 
nosso estudo: precisamos ser bastante 
cautelosos na interpretação das diver­
sas referências bíblicas que tratam das 
questões futuras.
A história da humanidade mostra 
que as pessoas sempre buscaram a 
paz e a justiça no planeta. Muitas até 
morreram a fim de atingir esse objetivo. 
Entretanto, como parte da Igreja de
Cristo, nós sabemos 
que a verdadeira 
paz e a justiça se­
rão impedidas por 
causa do pecado 
que grassa a huma­
nidade inteira. Logo. 
precisamos compre­
ender que a humanidade 
só conhecerá a verdadeira 
paz e a justiça quando ocorrer 
o estabelecimento pleno e visível do 
Reino de Deus no mundo.
3. O S P R IN C IP A IS E V E N T O S
ESC A T O LÓ G IC O S
É importante nos perguntarmos 
sobre a ordem em que se dará os 
acontecimentos escatológicos. O pastor 
Ciro Sanches Zibordi propõe uma se­
quência acompanhada de passagens 
bíblicas, que ao longo desse trimestre 
estudaremos detalhadamente:
A história da humanidade 
mostra que as pessoas 
sempre buscaram a paz e a 
p justiça no planeta. Muitas ^ 
até morreram a fim de atingir 
esse objetivo.
veitosa para ensinar, para redarguir, para 
corrigir, para instruir em justiça, para que 
o homem de Deus seja perfeito e perfei­
tamente instruído para toda boa obra." 
Estes são os princípios fundamentais, 
a lente pela qual devemos ler a Bíblia, 
pois na Palavra de Deus não há nenhuma 
passagem que não tenha o objetivo de 
nos falar do seu amor e da sua maravi­
lhosa vontade para a nossa vida.
Quando estudamos a Escatologia. 
temos de manter os princípios men­
cionados nas Sagradas Escrituras. Não 
devemos focar somente nas previsões 
biblicas a respeito da fome. das guerras, 
das perseguições, das aberturas dos 
selos, dos cavalos, das trombetas etc. 
Assim, correríamos o risco de esquecer 
que a profecia bíblica tem como objetivo 
nos alertar a respeito da ira vindoura e 
do livramento que Deus nos promete. 
Por isso. a Escatologia Bíblica é uma 
mensagem de esperança!
Uma preciosa lição, fruto do estudo 
escatológico. é que ao passarem por 
dificuldades e perseguições, os salvos 
em Cristo terão a ajuda do Espirito Santo, 
quer os confortando, quer os consolando 
ou dando-lhes sabedoria. E no tocante às
f
1. 0 Arrebatamento da Igreja <1 Ts
1.10; 416.17).
2. O Tribunal de Cristo (1 Pe 5.4: Ap
22.12).
3- A Grande tribulação (Dn 9.25-27).
4- As Bodas do Cordeiro (Ap 19.1-9).
5- A Vinda de Jesus à Terra (Zc 14.1-4:
Ap 16.13-16; 17.14).
6. O Fim do Império do Anticristo
(Ap 19.19-21).
7- O Julgamento das Nações (Jl
3.12-14: Mt 2531-46).
8. 0 Milênio (Ap 20.1-6).
9- A Revolta do Diabo e seu
Julgamento (Ap 20.7-10; Jo 16.8-11).
10 O Juizo Final (Ap 20.11-15).
11. Novos Céus e Nova Terra (2 Pe
37: Ap 21-22).
4. A IM PORTÂNCIA DO ESTUDO 
ESC A TO LÓ G IC O
Em 2 Timóteo 3.16.17. lemos: "Toda 
Escritura divinamente inspirada é pro­
g
Uma preciosa lição, fruto 
do estudo escatológico, é 
que ao passarem por 
dificuldades e perseguições, 
os salvos em Cristo terão a 
ajuda do Espírito Santo.
R
•'-3 7 T T O '
lutas futuras ainda maiores dos tempos 
do fim, os salvos em Cristo estarão livres, 
salvaguardados, pois Cristo os livrará 
do Dia da Ira do Senhor (1 Ts 1.9.10; 5.9).
Sobretudo, é importante estarmos 
prontos para o Arrebatamento da Igreja, 
com o nosso coração ligado ao tro­
no da graça de Deus, tendo uma vida 
digna, rejeitando as ofertas do mundo, 
entendendo que fomos chamados por 
Cristo para fazer a diferença como sal 
da terra e luz do mundo. Se agirmos 
assim, viveremos para glória de Deus. 
nada temeremos, nem na presente vida 
nem na vindoura, pois sabemos que a 
nossa salvação está garantida pelo san­
gue de Cristo derramado na cruz e que 
os piores dias não nos alcançarão, pois 
estaremos sob os cuidados do Salvador 
Jesus para sempre.
Ao longo desta revista, quando es­
tudaremos os principais tópicos da 
Escatologia, sob o escrutínio da Biblia 
Sagrada, não nos esqueceremos do 
amor de Deus, que por intermédio do 
seu Filho, Jesus Cristo, proveu salvação a 
todo aquele que nEle crê para segui-Lo 
e viver conforme a Sua vontade, a fim de 
que sejamos salvos dos juizos que so­
brevirão ao mundo nos tempos do fim. •
SU BSIDIO 1
"Como diria o apóstolo Pedro, 
Escatologia é um estudo que envolve 
doutrinas 'difíceis de entender' (2 Pe 
3,16). Sua correta compreensão — 
bem como a de todas as matérias 
teologais — só ocorre mediante a 
priorização do que está revelado 
nas Escrituras, que apresentam a 
totalidade das informações futuríveis 
essenciais (Ap 22.18.19)" (GILBER­
TO, Antônio. Teologia Sistemática 
Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 
2009, p.486).
SU BSID IO 2
"Embora os estudiosos normal­
mente concordem que Jesus voltará, 
existem diferentes opiniões sobre 
os detalhes das circunstâncias que 
levarão ou se seguirão ao retorno 
de Cristo. Estas diferentes opiniões 
estão relacionadas à sequência dos 
eventos do fim, à Grande Tribulação, 
ao Milênio e ao futuro de Israel" 
(LAHAYE, Tim, Enciclopédia Popular 
de Profecia Bíblica. Rio de Janeiro: 
CPAD, 2010, p.168).
PARA CONCLUIR
A fé cristã diferencia-se de todos 
os outros credos, dentre outras 
coisas, pelo fato de proclamar 
uma mensagem muito importante: 
Cristo vem. De que forma Deus 
vem ao seu povo é o grande tema 
do Antigo Testamento. Em o Novo 
Testamento, o primeiro anúncio 
é: “Arrependei-vos, porque está 
próximo o Reino dos Céus". Portan­
to, a pregação do Reino de Deus 
vindouro é o Evangelho para a nossa 
época, a certeza da futura reden­
ção e da eterna consumação como 
genuína fé cristã.
CARO PROFESSOR, você
foi escolhido e capacitado por Deus 
para formar o caráter cristão de seus 
alunos. Deus incumbiu você de cuidar 
de suas almas. Estimulá-los à oração 
intercessória é uma excelente forma 
de desenvolver neles a generosidade 
e também o amor cristão. Proponha 
que seus alunos liguem uns para 
os outros nesta semana, que eles 
indaguem uns aos outros sobre as 
suas maiores necessidades desta 
semana, a fim de orarem uns pelos 
outros. Será um gracioso momento 
de integração.
í i
«
!* 
6 + 
£
2.
3-
U-
Como é denominado o estudo que 
se preocupa com tudo o que se 
relaciona com o fim ?
Escatologia.
Quais as palavras gregas que for­
mam o termo Escatologia?
Eschatos - último; logos - estudo 
Na lição, aprendemos que a Esca­
tologia pode ser:
Individual e Coletiva.
Para o cristão, a Escatologia é a 
esfera da:
Esperança.
0 que devemos ser “da Terra” e “do 
Mundo"?
Sal e Luz.
QUA
Ef 4.8-10
Jesus desceu às partes mais baixas 
da terra
1 Pe 318-20
A vitória de Jesus anunciada no
Hades
Lc 2343
A realidade do Paraiso
2 Co 12.1-4
Paulo, a testemunha do Paraiso2 Co 5.8
O anseio de estar com o Senhor 
Fpi.23
O conflito: Estar com Cristo 
ou estar no mundo?
OBJETIVOS
Conceituar a palavra morte;
Explicar o estado intermediário 
da alma;
> Mostrar o posicionamento
,• bíblico a respeito da vida apos a
morte.
A Morte e 0 Estado 
Intermediário da Alma
“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espirito, 
e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para 
a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. Fiel é o que vos chama, o qual 
também o fará." (1 Ts 5.23,24)
SINTETIZANDO
| Para o teólogo pentecostal 
Stanley Norton, a Bíblia
* tem muito a falar sobre a 
| morte, mas pouco so- 
 ̂ 'ore a vida após a morte.
Principalmente no que diz
* respeito ao período entre 
( a morte da pessoa e a
Segunda Vinda de Jesus 
em glória. Esse período é 
denominado pelos estudio­
sos de Estado intermediá­
rio. Tema que estudaremos 
nesta lição, a fim de que 
estejamos prontos para 
quando esse momento 
chegar.
%
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
A vida humana é frágil, pois 
do pó viemos e para o pó 
voltaremos se Cristo não 
regressar antes da nossa 
morte. Diante disso, há algu­
mas perguntas que pairam 
no ar: Como é o lado de lá 
da morte? O que ocorre com 
as almas que foram salvas? 
O que está reservado para 
os não salvos? Veremos 
que o ensino da Palavra de 
Deus nos mostra um pouco 
da realidade que só será 
desvendada plenamente 
quando estivermos diante 
do Senhor Jesus (1 Co 13.12).
Lucas 16.19-31
19 Ora, havia um homem rico, e vestia-se de 
púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos 
os dias regalada e esplendidamente.
20 Havia também um certo mendigo, chamado 
Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta 
daquele.
21 E desejava alimentar-se com as migalhas 
que caiam da mesa do rico; e os próprios 
cães vinham lamber-lhe as chagas.
22 E aconteceu que o mendigo morreu e foi 
levado pelos anjos para o seio de Abraão; e 
morreu também o rico e foi sepultado.
23 E, no Hades, ergueu os olhos, estando em 
tormentos, e viu ao longe Abraão e Lázaro, 
no seu seio.
24 E, clamando, disse: Abraão, meu pai, tem 
misericórdia de mim e manda a Lázaro que 
molhe na água a ponta do seu dedo e me 
refresque a língua, porque estou atormentado 
nesta chama.
25 Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que 
recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro, 
somente males; e, agora, este é consolado, 
e tu, atormentado.
26 E, além disso, está posto um grande abismo 
entre nós e vós, de sorte que os que quises­
sem passar daqui para vós não poderiam, 
nem tampouco os de lá, passar para cá.
27 E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes 
à casa de meu pai,
28 pois tenho cinco irmãos, para que lhes dê 
testemunho, a fim de que não venham 
também para este lugar de tormento.
29 D isse-lhe Abraão: Eles têm Moisés e os 
Profetas; ouçam-nos.
30 E disse ele: Não, Abraão, meu pai; mas, se 
algum dos mortos fosse ter com eles, arre­
pender-se-iam.
31 Porém Abraão lhe disse; Se não ouvem a 
Moisés e aos Profetas, tampouco acreditarão, 
ainda que algum dos mortos ressuscite.
A AULA VAI COMEÇAR!
Caro professor, a capacidade de imaginação dos jovens pode ser surpreendente. 
Por isso, muitas vezes, a mente juvenil pode ser propícia à proliferação de lendas 
urbanas, de influências midiáticas e cinematográficas. Por isso, antes de iniciar a aula, 
procure conhecer melhor o pensamento de seus alunos acerca da vida após a morte. 
Questione sobre o que eles pensam acerca do Espiritismo, comunicação entre vivos 
e mortos - use a tabela sobre as teorias acerca do estado intermediário da alma que 
se encontra no texto da lição. Estimule que eles participem, discursem e expressem 
as informações que têm a respeito do assunto. Esta é uma grande oportunidade de 
prender-lhes a atenção para você ensiná-los a verdade bíblica acerca do que acontece 
com a alma após a morte. Boa aula!
{1 A MORTE PARA OS QUE CREEM 
Como podemos definir a morte? 
As Escrituras Sagradas falam a 
respeito da morte física, ou seja, 
do cessamento da vida terrena 
(Gn 35.18; Tg 4,14); bem como da morte 
espiritual, que a Bíblia denomina como
o estado de separação do ser 
humano de Deus por toda 
a eternidade (Mt 10.28).
Para quem é salvo em 
Jesus Cristo e crê na 
Palavra de Deus, a 
morte é compreen­
dida como o aces­
so que nos levará à 
presença do Senhor 
(Fp 3.20,21).
A morte é o
A,
*1
resultado do pecado 
cometido pelo ser humano, 
pois foi consequência da 
desobediência deliberada e 
consciente de nossos primeiros 
pais, representantes da 
raça humana.
2 . M O RTE F IS IC A E 
ESPIRITUAL
A Bíblia trata a morte física diferen­
temente da morte espiritual (Lc 12.4). A 
Palavra de Deus diz que a morte física
é o término da vida no corpo humano, é 
a paralisia geral de um organismo vivo 
e biológico que culmina com a saída do 
“espirito” do corpo. Então, o corpo volta 
à terra e o espírito volta a Deus: “e o pó 
volte à terra, como o era, e o espírito 
volte a Deus. que o deu” (Ec 12.7).
Antes de mencionarmos a 
morte espiritual, não po­
demos esquecer que 
a morte é o resultado 
do pecado cometi- 
do pelo ser huma-
* no (Rm 6.23; 1 Co 
*) 15.26.56), pois foi 
consequência da 
desobediência deli­
berada e consciente 
de nossos prim eiros 
pais, representantes da 
raça humana (Rm 5.12). Des­
se modo. a morte espiritual também 
é consequência da desobediência 
deliberada, mas de consequências
W tde
AÇÃO TÓPICO 1
"Quando o Jordão passarmos unidos/ E entrarmos no céu veremos lá/ Como 
areia da praia os remidos/ Oh! Que gloriosa vista será/ Tantos como areia da 
praia/ Tantos como a areia do marI Que gozo sentirá todo salvo, pois verá/ 
Sim tantos como areia da praia." Este é o hino 509 da Harpa Cristã, ele fala a 
respeito de uma vida vindoura, da esperança e da certeza de nos encontrarmos 
com Cristo. Eis um trecho devocional para edificar a vida dos seus alunos!
a
espirituais eternas. Essa mor­
te consiste na separação 
eterna do ser humano 
de Deus. Ainda, há 
uma verdade evan- # 
gélica gravíssima: £
o ser humano que 
não foi reconciliado 
com Deus, por in­
termédio de Cristo, 
encontra-se na condi­
ção de morto espiritual 
(Is 59 2: Ef 2.1-3).
ressurreição dos mortos. Há 
£ p, várias teorias a respeito do 
Estado Intermediário; 
umas verdadeiras, 
outras inventadas
4 pelo ser humano. 
Entretanto, o que 
podemos afirmar,
V
"E muit05 dos que dormem 
no pó da terra ressuscitarão, 
uns para a vida eterna e outros 
para vergonha e desprezo 
eterno” (Dn 1 2 .2 ).
3. o ESTADO INTERM EDIÁRIO
A doutrina do Estado Interme­
diário preocupa-se com o periodo 
compreendido entre a morte fisica e a
por intermédio das 
Escrituras, è que o 
espirito e a alma de 
todos os mortos estão 
num lugar intermediário, 
onde aguardam a ressurreição 
final: “E muitos dos que dormem no 
pó da terra ressuscitarão, uns para a 
vida eterna e outros para vergonha e 
desprezo eterno" (Dn 12.2).
A vida após a morte dá margem para muitas especulações. Na religião, essas especulações 
chegaram a graus absurdos. Para se ter ideia das especulações que proliferaram ao longo 
da história da humanidade, dê uma olhada na tabela abaixo, e veja quantas invenções 
criou-se a respeito do Estado Intermediário:
Purgatório Doutrina católica que afirma que mesmo os mais fiéis pas­
sarão por um processo de purificação antes de tornarem-se 
aptos para entrar na presença de Deus
Reencarnação / 
Espiritismo
Ensina que é possível comunicar-se com 0 espirito de 
pessoas falecidas por intermédio de um médium.
Sono da alma É a crença de que a alma permanece em um estado in­
consciente até a ressurreição.
AÇÃO TÓPICO 2
Aqui é importante ressaltar que, para os salvos, a morte física representa 
tão somente uma passagem para uma esfera mais gloriosa da vida. Porém, 
tristeza será para quem morrer espiritualmente. Por isso. mostre aos alunos 
a urgência e a necessidade da evangelização àqueles que ainda não tiveram 
um encontro com Jesus.
Todos os que morreram, salvos e per­
didos,estão sob o controle soberano de 
Deus (Ec 12.7; Mt 10.28). Os perdidos foram 
para o Hades (ou Sheol), a morada dos 
mortos, um lugar de tormentos 
(Ef 4 8-10; Sl 139.8); os salvos 
foram levados ao Paraíso 
no céu (Lc 23.43: Fp 123:
1 Pe 3.22). De acordo 
com o pastor Anto­
nio Gilberto, apesar 
de estarem na pre­
sença do Senhor, os 
salvos ainda não foram 
transformados, pois 
isso ocorrerá somente no 
advento da ressurreição final 
“Eis aqui vos digo um mistério:
4. M ORTE ETER N A
A Palavra de Deus diz que o destino 
final dos impios é a morte eterna. Algo 
terrível que vai muito além do que o ser 
humano pode imaginar. Algumas 
expressões da Bíblia des­
crevem essa realidade 
de tormento: “trevas 
exteriores”, “choro e 
^ ranger de dentes"
* (Mt 8.12:22.13; 25.30) 
e “fornalha de fogo" 
(Mt 13.42.50). Com 
isso, está claro que 
a Palavra de Deus en­
sina sobre a separação 
v f 7 7 7 - ^ eterna do ser humano, 
de Deus. e de que não existe
Na verdade, nem todos dormiremos, mas 
todos seremos transformados" (1 Co 15.51).
sentença pior que a de passar toda a 
eternidade longe do Pai. •
SU BSÍD IO 1 SU BSÍD IO 2
"A palavra 'Paraiso' é de origem 
persa e significa uma espécie de 
jardim, usada simbolicamente quanto 
ao lugar dos justos mortos. No Paraiso. 
Lázaro podia conversar com o rico 
que ali sofria o tormento dos ímpios, 
havendo entre eles um 'abismo' in­
transponível (Lc 16.18-31). Depois de 
sua morte. Jesus esteve 'très dias 
e três noites no coração da terra' 
(Mt 12.40: At 2.27: Ez 31.15-17). Paulo 
descreve esse lugar como as regiões 
inferiores da terra' (Ef 4 9) Portanto, 
concluímos que o Paraiso em que 
Jesus e o malfeitor entraram estava 
no coração da terra. Nesta descida ao 
Hades. Cristo efetuou uma grande e 
permanente mudança na região dos 
salvos, isto é. nas condições dos justos 
mortos. Ele 'anunciou' a sua vitória aos 
espíritos ali retidos. É o que significa 
a expressão de Pedro, que 'Cristo... 
pregou aos espíritos em prisão...' (1 Pe
3.18-20). A palavra usada no original 
implica em anunciar, comunicar: não 
pregar, como se entende em homilé- 
tica” (OLSON. N. Lawrence. O Plano 
Divino através dos Séculos. Rio de 
Janeiro: CPAD, 2015. pp. 222-23).
“Seio de Abraão - Designação 
que os antigos hebreus davam ao 
lugar para onde iam os justos logo 
após a sua morte. Acreditava-se que, 
neste paraiso. localizado na mesma 
dimensão do Hades, os bons estariam 
a desfrutar da companhia de Deus e 
dos patriarcas até a ressurreição de 
seus corpos (Lc 16.22,23)" - (ANDRADE. 
Claudionor Correa. Dicionário Teológi­
co. Rio de Janeiro: CPAD. 1998. p.262).
PARA CONCLUIR
A carta aos Hebreus diz que “aos 
homens está ordenado morrerem 
uma vez, vindo, depois disso, o 
juízo" (9 .27 ). A morte é inevitável 
para o ser humano! Sua realidade 
é dura e cruel para quem não tem o 
consolo do Salvador em sua vida. 
Por isso, evangelizar os não-salvos 
é uma tarefa urgente no Reino de 
Deus, pois o ímpio perece como 
quem não tem esperança. Contu­
do, para nós, a morte é um inimigo 
vencido, um adversário derrotado 
pelo nosso Senhor e Salvador 
Jesus Cristo.
CARO PROFESSOR, o m i­
nistério de Cristo deve ser exer­
cido por toda sua Igreja. Devemos 
zelar, cuidar, interceder uns pelos 
outros. Você, como oficial de Deus 
junto à sua classe, tem o dever e o 
privilégio de exercer o m inistério 
de Cristo junto aos seus alunos, 
bem como estim ulá-los a serem 
zelosos também pelas coisas de 
Deus. Faça um propósito de, nesta 
semana, contatar cada um de seus 
aluno s e p ro cu rar saber como 
eles estão, m ostrar cuidado com 
eles. Isso fará bem a você, mas 
principalmente, a eles.
1. Quais os dois tipos de morte men­
cionados na Bíblia?
A morte física e a morte espiritual.
2. 0 que é a morte física?
A morte física é o cessamento da 
vida terrena.
O que é a morte espiritual?
A morte esp iritual é o estado de 
separação do ser humano de Deus 
por toda a eternidade.
Como é chamado o estado entre a 
morte do ser humano e a ressurrei­
ção final?
Estado Intermediário.
Qual o período que a doutrina do 
Estado Intermediário enfoca?
Entre a morte física e a ressurreição 
dos mortos.
Mc 13-32,33 
Fiquemos vigilantes!
Mt 2445-51
Parábola dos dois servos: fidelidade 
Mt 25.1-13
Parábola das dez virgens: vigilância
1 Jo 3 1-3
A esperança na vinda do Senhor
1 Ts 413-18
No tocante à vinda do Senhor, não 
sejamos ignorantes!
2 Ts 2.7-10
O mistério da injustiça já opera
OBJETIVOS
Conceituar Arrebatamento. 
Abordar sobre quando seráo 
Arrebatamento;
Explicar biblicamente como 
será o Arrebatamento.
{
A Segunda Vinda de 
Cristo — 0 Arrebatamento 
da Igreja
“Depois, nós. os que ficarmos vivos, seremos arrebatados 
juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, 
e assim estaremos sempre com o Senhor." (1 Ts 4.17)
• * • • • • • 
v X v a v C
• • • • • •
»*#V X X fiQ m ?
»V V W W Iilà - ’ji r a & v
SINTETIZANDO
Jesus virá! Tão certo 
como o ar que respiramos.
Ele virá! Nosso Senhor 
prometeu e não falhará!
Essa certeza deve estar 
no coração de cada cristão 
sincero.
A Segunda Vinda do 
Senhor ocorrerá em duas 
etapas. A primeira, num 
momento em que o mundo 
não acompanhará, pois 
somente os santos arre- 
a } batados contemplarão o 
Senhor. A segunda etapa, 
na Sua vinda gloriosa em 
que todo “olho verá”, isto 
é, o mundo assistirá a 
vinda do Senhor glorioso. 
Entretanto, estudaremos 
a primeira fase nesta lição.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
i Tessalonicenses 4.13-18
13 Não quero, porém, irmãos, que sejais ig­
norantes acerca dos que já dormem, para 
que não vos entristeçais, como os demais, 
que não tèm esperança.
14 Porque, se cremos que Jesus morreu e 
ressuscitou, assim também aos que em 
Jesus dormem Deus os tornará a trazer 
com ele.
15 Dizemo-vos, pois. isto pela palavra do Se­
nhor: que nós. os que ficarmos vivos para 
a vinda do Senhor, não precederemos os 
que dormem.
16 Porque o mesmo Senhor descerá do céu 
com alarido, e com voz de arcanjo, e com 
a trombeta de Deus: e os que morreram 
em Cristo ressuscitarão primeiro:
17 depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos 
arrebatados juntam ente com eles nas 
nuvens, a encontrar o Senhor nos ares. e 
assim estaremos sempre com o Senhor.
18 Portanto, consolai-vos uns aos outros com 
estas palavras.
O Na presente lição, estu­
a i ' daremos um dos eventos
mais gloriosos e esperados 
— . por todo cristão sincero: o 
Arrebatamento da Igreja.
' Qual cristão fiel não aguarda 
O com ansiedade a vinda do 
C U Senhor? Todos aqueles que 
|— amam a Palavra de Deus 
7 têm a convicção de que 
------ Cristo voltará (At 1.10.11).
A AULA VAI COMEÇAR!
Professor, pergunte aos alunos se algum deles já viu alguma representação, sobre 
o Arrebatamento. Em seguida, questione a eles sobre prováveis sensações que 
tiveram quando viveram essa experiência - medo, temor, reflexão. Tais reações nos 
ajudam a compreender a seriedade do Arrebatamento da Igreja. Logo, devemos levar 
a sério a nossa vida cristã a fim de nos prepararmos para o maravilhoso encontro 
da Igreja com o Senhor Jesus. Para a Igreja de Cristo, não será um dia de medo ou 
de pavor, mas de alegria inefável, de favor imerecido. Um momento de celebração, 
de vitória, de recompensa por toda a dedicação dos que lutaram em prol do Reino 
de Deus. Por isso devemos almejar esse momento e clamar dizendo: “Maranata, 
ora vem Senhor Jesus!"
1. AS ESCR ITU R A S DÃO T E S - é longânimo para convosco, não que-
TEM U N H O S O B R E A rencio que alguns se percam
S E G U N D A V IN D A 
DO SEN H O R
No tempo dos 
apóstolos, a verdade 
doutrinária sobre a 
Segunda Vinda de 
Jesus Cristo era ne­
gada por uma parte 
da igreja. O apósto­
lo Pedro registra que 
muitos tinham a pro­
messa da vinda do Senhor 
como algo inverossímil, “dizendo:
Onde está a promessa da sua vinda? 
Porque desde que os pais dormiram 
todas as coisas permanecem como 
desde o princípio da criação" (2 Pe 3.4). 
Hodiernamente, ainda há pessoas que 
refutam essa doutrina.Entretanto, muitos 
ignoram “que um dia para o Senhor é 
como mil anos. e mil anos, como um dia.
O Senhor não retarda a sua promessa, 
ainda que alguns a têm por tardia: mas
senão que todos venham 
a arrepender-se" (2 Pe 
3-8.g).
As Sagradas Es­
crituras demonstram 
a realidade da pro­
messa da Vinda do 
Senhor, pois o fato é 
confirmado por vários 
testemunhos expres­
sos nas Escrituras:
1.1. Pelo testemunho dos 
Profetas (Zc 14 3-5: Ez 21.27):
1.2. Pelo testemunho de Cristo (Mt 24.29-
35: Jo 141-3):
1.3. Pelo testemunho dos Apóstolos (1 
Ts 413-18; 1 Pe 1.7-9.13; 1 Jo 3-1-3):
1.4. Pelo testemunho dos Anjos (At 1.6-11).
2. OS SIN AIS DA SUA VINDA
A vinda de Cristo será antecedida 
por alguns sinais. A Palavra de Deus 
descreve esses sinais:
g
2.1. Corrupção extrema 
(2 Tm 3-1- 5):
2.2. Homens escar- 
necedores (2 Pe 
3-3.4);
2.3. Guerras, fomes. 
terremotos, pes­
tes (Mt 24.3-8; Lc
21.9-11);
2.4. Retorno e reorga 
nização do Estado de 
Israel (Is 66.8.9: Ez 36.20-24)
Ao lermos esse elenco de sinais,
temos a impressão de estarmos olhando 
para as manchetes dos jornais de hoje. 
Além disso, a apostasia da doutrina por 
parte de alguns ensinadores cumpriu-se 
desde há muitos séculos e se encontra 
hoje nas sombras dos sinais dos últimos 
tempos expressos por Jesus Cristo. Tudo 
isso nos deixa claro que Jesus está vol­
tando, sua vinda é real e iminente. Por 
isso, cremos no Arrebatamento iminente 
da Igreja de Cristo, pois esse evento 
está às portas!
Sen do Cristo as primícias 
dos que dormem, a Bíblia nos 
ensina que os mortos hão 
de ressuscitar.
3. O Q U E É O A R R E ­
B A T A M E N T O DA 
•y IGREJA?
* 4 O Arrebatamento 
J da Igreja ocorrerá
1 por ocasião da pri-
* meira fase da vinda
■ t de Jesus. O ensino
S sobre e sse evento 
glorioso vem do grego 
harpazõ e transmite a ideia 
de "rapto” ou “remoção de modo 
súbito". Também pode ser entendida 
como "ser levado embora", “agarrado". 
No Arrebatamento. Jesus reunirá todos 
os que morreram nEle e permanece­
ram fiéis até a morte. Os mortos serão 
ressuscitados e os que estiverem ainda 
vivos serão transformados.
A palavra parousia é muito usada 
hoje como termo técnico para o Retorno 
de Cristo. Os principais dicionários de 
Escatologia Biblica definem parousia 
assim: 1) presença: 2) vinda, chegada, 
advento. O termo traz a ideia de volta
futura e visível de Jesus, a ressurreição 
dos mortos, o julgam ento final, e o 
estabelecimento formal e glorioso do 
Reino de Deus. É mais fácil falar sobre 
“a Parousia de Cristo" do que traduzir 
todas as im plicações dessa palavra. 
No entanto, podemos entender que a 
palavra trata da presença de Cristo na 
terra com sua Igreja.
Em o Novo Testamento, temos o 
testemunho de sua volta pelo próprio 
Jesus, pelos "varões vestidos de bran­
co" e pelos apóstolos de Cristo. Onde 
é mencionado que o nosso 
Senhor voltará pessoalmen- 
te (Jo 14 3: 21.20-23): 
inesperadamente (Mt
24.32-51:25.1-13: Mc
13-33- 36); repenti- 
namente (Mt 24.25-
28): na glória de seu ’ 
Pai e seus anjos (Mt 
16.27; 19-28; 25.31-46); 
e triunfantemente (Lc
19.11-27). Os "varões de branco", quando 
da ascensão de Cristo aos céus, testi­
ficaram que sua vinda seria pessoal, 
corporal e visível, e tudo de forma 
repentina (At 1.10.11).
Se Jesus Cristo veio uma vez em 
forma de servo, da próxima Ele virá 
como Juiz de toda a humanidade (1 Ts 
5.1-3; Jo 5-24-27).
4. MORTOS E VIVO S SURGINDO 
PARA UMA NOVA VIDA
Quando Jesus retornar para buscar 
w a Igreja, os mortos em Cris- 
to ressuscitarão primeiro, 
incorruptíveis. Como 
já sabem os, a res- 
JY surreição dentre os
* mortos é a doutrina 
? da esperança cristã.
* Para combater as 
r dúvidas quanto à
ressurreição. Paulo 
dedicou um espaço
Quando Jesus retornar para 
buscar a Igreja, os mortos em 
Cristo ressuscitarão primeiro, 
incorruptíveis.
AÇÃO TÓPICO 3
A respeito da ressurreição, no tempo de Jesus havia duas escolas predomi­
nantes que pensavam a respeito da ressurreição dos mortos. A dos fariseus 
que acreditava que haveria a ressurreição dos mortos; e dos saduceus que 
não acreditava na ressurreição dos mortos. Pesquise mais sobre o tema, 
e aproveite o momento para explicar aos seus alunos mais sobre as duas 
escolas.
AÇÃO TÓPICO 3
No Arrebatamento da Igreja, tanto vivos quanto mortos terão seus corpos 
transformados. A Bíblia fala em “corpo incorruptível" ou “corpo glorio­
so". À luz de 1 Coríntios 15 explique à classe sobre corpo incorruptível 
e corpo corruptível.
de sua primeira epistola aos corintios a 
fim de lembrar que a falta de fé nessa 
doutrina é tão grave que pode resultar 
em descrédito na própria mensagem do 
Evangelho, pois se Cristo não ressuscitou 
ainda estamos imersos em pecado (1 
Co 15.14-19). Entretanto, sendo Cristo as 
primícias dos que dormem, a Bíblia nos 
ensina que os mortos hão de ressuscitar 
(1 Ts 414:1 Co 15.21). Quer os ímpios e os 
materialistas creiam ou não, o corpo dos 
salvos que estiverem mortos por ocasião 
da vinda de Cristo serão ressuscitados. 
Mas os que estiverem vivos terão seus 
corpos transformados.
Os cristãos de Corinto 
influenciados pela cultura 
grega, acreditavam 
que o corpo fosse o 
“cárcere da alm a' t
g
e q ue não faria 
sentido libertar-se 
d esse cárcere e 
retornar para ou- y 
tro corpo (mesmo 
que este corpo fosse 
transformado conforme 
a ressurreição) e continuar
com a alma aprisionada. A eles, Paulo 
ensina que os salvos que permanecerem 
vivos quando da vinda de Cristo, terão 
seus corpos transformados; afirma a 
Palavra de Deus: "num momento, num 
abrir e fechar de olhos, ante a última 
trombeta; porque a trombeta soará, 
e os mortos ressuscitarão incorruptí­
veis. e nós seremos transformados" (1 
Co 15.52). Segundo o pastor Elinaldo 
Renovato. por meio de um processo 
sobrenatural e instantâneo, os corpos 
transformados dos vivos encontrarão 
Jesus nos ares, juntam ente com os 
mortos que ressuscitarem.
A vida do crente não teria 
nenhum significado, sob o 
ponto de vista da espe­
rança, se não fosse a 
promessa e a espera 
* confiante na vinda de 
Cristo. Ser transfor­
mado e encontrar
A vida do crente não teria
nenl
Ik
nenhum significado, sob o ponto 
de vista da esperança, se não 
fosse a promessa e a espera 
confiante na vinda de Cristo.
§
com Jesus nos ares é 
a esperança que cada 
cristão deve manter 
viva em sua mente e co­
ração. ao longo da sua vida. •
CARO PROFESSOR, você sabia que a oração e o jejum podem mover o 
coração de nosso Deus? Ao longo de toda Bíblia, é evidente que o Altíssimo se agra­
da de pessoas que se prostram com humildade diante d'Ele em oração e jejum. Para 
além de todo esforço intelectual e de toda batalha teológica necessárias para a sua 
preparação semanal, saiba que sua aula terá um padrão espiritual especial se você se 
colocar no compromisso de fazer alguns períodos de oração e jejum ao longo desta 
semana. Experimente!
"Nunca antes presenciamos a 
angústia das nações, em perplexi­
dade. como agora (Lc 21.25,26). O 
interesse do mundo está voltado para 
as coisas inteiramente materiais (Mt 
24 38: Lc 1728-30), dentro de todos 
os prismas sociais e políticos, e não 
há quem busque a Deus (Rm 3.11,12: 
leia Salmo 141-3). e se interesse pela 
pregação da Palavra (Is 53.1: leia João 
12.38.39: Romanos 10.16). Na própria 
Igreja, o amor já é escasso (Mt 2412) 
e os grandes males se sucedem (1 
Tm 4.1,2:2 Tm3.i-g). Isso não obstante 
a boa e agradável advertência do 
Senhor (Mt 24.13. Lc 21.34-36). Nós 
afirmamos que o tempo está próximo
I...I' (COHEN. Armando C. Estudos 
sobre o Apocalipse: Um comentário 
versículo por versículo. Rio de Janeiro: 
CPAD, 2001, p.15).
"O arrebatamento da Igreja é um 
dos eventos proféticos mais como­
ventes e empolgantes da Bíblia. Ele é 
claramente ensinado em 1 Tessaloni- 
censes 415-18. onde o apóstolo Paulo 
nos fornece os seguintes detalhes:
Dizemo-vos, pois, isto pela palavra 
do Senhor: que nós, os que ficarmos 
vivos para a vinda do Senhor, não pre­
cederemosos que dormem. Porque o 
mesmo Senhor descerá do céu com 
alarido, e com voz de arcanjo, e com 
a trombeta de Deus: e os que morre­
ram em Cristo ressuscitarão primeiro: 
depois, nós, os que ficarmos vivos, 
seremos arrebatados juntamente com 
eles nas nuvens, a encontrar o Senhor 
nos ares, e assim estaremos sempre 
com o Senhor. Portanto, consolai-vos 
uns aos outros com estas palavras.
Esta passagem das Escrituras 
delineia cinco.estágios do arrebata­
mento: (1) o próprio Senhor descerá 
do céu com alarido e com som de 
trombeta: (2) os mortos em Cristo 
ressuscitarão primeiro: (3) nós que 
estivermos vivos e permanecermos 
na terra seremos 'arrebatados' (gr.: 
harpazo) juntamente com eles nas 
nuvens; (4) encontraremos o Senhor: 
e (5) estaremos para sempre com ele. 
Em 1 Corintios 15.51-53, ele explicou 
que alguns crentes não dormiriam 
(morreriam), mas os seus corpos se­
riam instantaneamente transformados" 
(LAHAYE, Tim. Enciclopédia Popular 
de Profecia Biblica. Rio de Janeiro: 
CPAD, 2008, p.8l).
PARA CONCLUIR
A Bíblia ensina de maneira clara a 
respeito da vinda de Cristo e do 
Arrebatamento da Igreja. Essa é 
a grande esperança cristã! Não 
sabemos quando isso se dará. 
Contudo, a julgar pelos sinais que 
temos visto, podemos dizer que 
esse glorioso momento se aproxi­
ma a cada dia. Podemos dizer como 
os escritores bíblicos: Maranata! 
Ora vem Senhor Jesus!
Em quantas fases ocorrerá a Se­
gunda Vinda de Jesus?
Em duas fases.
Como se chama a primeira fase da 
Segunda Vinda de Cristo?
Arrebatamento.
As Escrituras Sagradas testemu­
nham a Segunda Vinda de Cristo.
Por isso, cite ao menos duas catego­
rias de pessoas que testemunham 
a Vinda de Cristo na Bíblia.
“Varões vestidos de branco", os 
anjos; os apóstolos.
A Vinda de Cristo é antecedida por 
sinais. Cite ao menos dois desses 
sinais com as bases bíblicas res­
pectivas.
Corrupção extrema (2 Tm 3.1-5); 
homens escamecedores (2 Pe 3.3.4).
Qual ideia a palavra harpazõ trans- - 
m ite?
Transmite a ideia de “rapto" ou 
remoção de modo súbito".
: í
t «
U
1.
2.
u-
5.
A Importância da 
Nação de Israel
“Porei os olhos sobre eles, para seu bem, e os farei voltar a esta 
terra; e edificá-los-ei. e não os destruirei, e plantá-los-ei. e não 
os arrancarei." (Jr 24 6)
[275
SEG Lv 26,23.24.33-35 
A queda de Israel
Mt 21.33-39
Israel na parábola dos lavradores 
maus
Am 9.9.10
- Mpp
A dispersão de Israel 
Ez 3412.13; Am 914.15 
Promessas de Deus a Israel
Ez 37
O retorno de Israel
Rm 11.25-32 
A redenção de Israel
O B JETIVO b
A p r e s e n t a r um pouco da histona 
de Israel;
L o c a l i z a r a nação de Israel na 
Escatologia Bíblica;
Apontar Israel como relógio de 
Deus nas profecias bíblicas.
l e it u r a b íb l ic a e m c l a s s e
1
2
3
4
5
6
7
I
8
9
10 
11
í
Ezequiel 37.1-12
Veio sobre mim a mão do SENHOR; e o 
SENHOR me levou em espirito, e me pôs no 
meio de um vale que estava cheio de ossos, 
e me fez andar ao redor deles; e eis que 
eram mui numerosos sobre a face do vale 
e estavam sequíssimos.
E me disse: Filho do homem, poderão viver 
estes ossos? E eu disse: Senhor Jeová, tu o 
sabes.
Então, me disse: Profetiza sobre estes ossos 
e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do 
SENHOR.
Assim diz o Senhor Jeová a estes ossos: Eis 
que farei entrar em vós o espirito, e vivereis. 
E porei nervos sobre vós, e farei crescer 
carne sobre vós, e sobre vós estenderei 
pele, e porei em vós o espirito, e vivereis, e 
sabereis que eu sou o SENHOR.
Então, profetizei como se me deu ordem; e 
houve um ruido, enquanto eu profetizava; 
e eis que se fez um rebuliço, e os ossos se 
juntaram, cada osso ao seu osso.
E olhei, e eis que vieram nervos sobre eles. e 
cresceu a carne, e estendeu-se a pele sobre 
eles por cima; mas não havia neles espirito. 
E ele me disse: Profetiza ao espirito, profetiza, 
ó filho do homem, e dize ao espirito: Assim 
diz o Senhor Jeová: Vem dos quatro ventos, ó 
espirito, e assopra sobre estes mortos, para 
que vivam.
E profetizei como ele me deu ordem; então, o 
espirito entrou neles, e viveram e se puseram 
em pé. um exército grande em extremo. 
Então, me disse: Filho do homem, estes ossos 
são toda a casa de Israel: eis que dizem: Os 
nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa 
esperança; nós estamos cortados. 
Portanto, profetiza e dize-lhes: Assim diz o 
Senhor Jeová: Eis que eu abrirei as vossas se­
pulturas, e vos farei sair das vossas sepulturas, 
ó povo meu. e vos trarei à terra de Israel
SINTETIZANDO
0 estudo da Escatologia 
Bíblica tem como guia 
central a história do "povo 
de Deus”, chamado Israel. 
Há diversos autores que 
afirmam ser Israel o relógio 
de Deus para a humanida­
de. E que por intermédio 
dessa nação podemos 
acompanhar todos os 
eventos proféticos no 
mundo. Conhecer a história 
e a importância do povo 
judeu na profecia bíblica 
é a proposta básica para 
avançarmos no estudo da 
Escatologia.
Qual é a relação do povo 
de Israel com os eventos 
escatológicos? Ou melhor, 
a nação de Israel tem al­
guma participação nesses 
eventos?
Nesta lição, veremos que 
um dos propósitos de Deus 
para o povo judeu é o de 
prepará-lo para o estabele­
cimento do seu Reino, onde, 
após o advento da Grande 
Tribulação. Ele cumprirá 
suas promessas em Israel 
conforme as profecias do 
Antigo Testamento.
• • • •
A AULA VAI COMEÇAR!
A nação de Israel é o berço de diversas disputas políticas; Jerusalém é o ponto 
central de todas elas. Por Jerusalém disputam diversos povos, etnias, culturas 
e religiões. Será que seus alunos sabem quais são as religiões que disputam 
Jerusalém? Você já os estimulou a conhecerem os povos e etnias que disputam 
aquele território?
Esse é um excelente momento para enriquecer a aula expondo informações 
contemporâneas sobre os povos daquela terra. Leve um mapa da atual Palestina, 
selecione um material que conte a história do conflito árabe-israelense e sua 
relação com a profecia bíblica - ele pode ser baixado. Há um vídeo excelente 
do saudoso apologista. Dave Hunt, que você pode procurar nos sites de busca: 
Dave Hunt - conflito árabe-israelense. Abrir a aula da presente lição com tais 
informações será muito produtivo para a classe.
l . O SERM ÃO PRO FÉTICO
Sobre a nação de Israel duran­
te os eventos e scato ló g ico s. 
podem os co m preen d è-la por 
intermédio do Sermão Pro­
fético registrado em Ma­
teus 24-25. Observando 
esse texto, podemos 
perceber uma cro- ^ 
nologia detalhada 
sobre os aconte­
cim entos previs­
tos em relação ao 
povo judeu. Num 
primeiro momento, 
os "Ais" de Jesus em 
relação aos fariseus, 
mencionados em Mateus 
23.13-16. seguidos do aviso da 
cegueira espiritual da nação (vv.37- 
39). segundo o teólogo Lewis Sperry
Chafer, revelam que o Sermão Profético 
foi "para os filhos de Jerusalém, que. 
nesse caso, são uma representação 
da nação de Israel’. Outro importante 
teólogo escatológico, J. Dwight 
Pentecost, diz que essa pas- 
sagem de Mateus apresen­
ta os acontecimentos 
da consumação dos
g
A Grande Tribulação é um tema 
importante no Sermão Profético 
proferido pelo Senhor Jesus.
A
1
séculos antes do es­
tabelecim ento do 
Reino M ilenial re­
lacionado ao plano 
de Deus para Israel. 
A Grande Tribula­
ção é um tema impor­
tante no Sermão Profé­
tico proferido pelo Senhor 
Jesus. E segundo as profecias 
bíblicas, além de suas característi­
cas universais, esse acontecimento
AÇÃO TOPICO 1
O sermão de Jesus no Monte das Otiveiras está entre as maiores mensa­
gens escatoLógicas da Bíblia Sagrada. Nosso Senhor descreve o fim dos 
tempos de uma forma tão vívida e real que não deixa qualquer dúvida de 
sua autenticidade. Leia com seus alunos alguns versículos de Mateus 24 e 
os relacione com os dias atuais.
AÇAO TOPICO 2
Há uma seita que tem uma doutrina sobre os 144.000 abordados neste tópico. 
O prezado professor já deve saber de que grupo estamos falando. Aproveite 
a oportunidade para orientar aos alunos a identificarem tal grupo e a se 
protegerem desses ensinosnefastos à mente dos jovens.
tem im plicações diretas 
ao povo judeu. Logo 
a c ro n o lo g ia d as 
- • * ocorrências desse * 
periodo (primeira £ 
metade da Grande
Não tendo por preciosas as 
suas vidas, os 144 mil terão
2. OS REM ANESCENTES 
DO PERÍODO TRIBU- 
LA CIO N A L
suas te sta s assinaladas a fim de
Tribulação - Daniel 
9 e Apocalipse 12) 
pode ser formatada 
didaticamente para o 
nosso conhecimento: (1)
Israel sofrerá os castigos 
mencionados em Apocalipse 
6.4-8, (2) apesar de viver uma relativa 
segurança sob a falsa aliança com o 
Anticristo (Dn 9.27). (3) Mas uma perse­
guição será desencadeada por causa 
do Homem do Pecado (Mt 24.9,15: Ap
12.12-13.1-10; 2 Ts 2). (4) A nação será 
enganada pelo falso profeta (Mt 24.11; 
Ap 13.11-18) (5) e o advento da aposta­
sia atingirá a nação (Mt 24.12; 2 Ts 2.11). 
(6) Contudo, haverá os fiéis de Israel, 
um povo de Testemunho que não se 
dobrará ao engano (Ap 7 e 14).
indicar a consagração ao Senhor 
(Ap 14.1).
R
Segundo o pas­
tor e teólogo Anto­
nio Gilberto, os 144 
mil de Apocalipse 
7 e 14 constituem 
parte especial do re­
manescente de Israel. 
Eles são servos de Deus. 
provenientes das tribos de 
Israel (Ap 7-1-8), comissionados 
e capacitados pelo Espírito Santo para 
pregar o Evangelho durante o periodo 
da Grande Tribulação. Não tendo por 
preciosas as suas vidas, os 144 mil 
terão suas testas assinaladas a fim de 
indicar a consagração ao Senhor (Ap 
14.1). Contudo, isso não os protegerão 
da perseguição e do martírio.
3. AS DUAS T ESTEM U N H A S
Em Apocalipse 11.3-12 temos mais 
um exemplo da importância da nação
• • • •
• • 4n r T I I
AÇÃO TOPICO 3
Há muitas especulações sobre quem são estas duas testemunhas. Esta é uma 
excelente oportunidade de falar à classe sobre os riscos de acreditarmos 
em afirmações que a Bíblia não traz. Mostre-os, que sobre a identidade das 
duas testemunhas, a Bíblia se cala e que. por isso. não podemos ir além do 
que as Escrituras nos dizem.
de Israel para o estudo da Escatologia. 
No texto mencionado, lemos a respeito 
do ministério das Duas Testemunhas. 
Apesar das especulações a respeito 
da identidade dessas testemunhas, 
parece mais prudente concluir que ela 
é incerta. Não sabemos se elas viverão 
anteriormente e serão ressuscitadas ou se 
dois homens serão levantados por Deus 
para um testemunho especial. O 
fato é que lhes será conce­
dido poder para realizar 
milagres. Segundo o 
teólogo Pentecost, as ^ 
duas testemunhas £
terão um ministé­
rio de julgamento 
e de profunda de­
monstração de pesar. • 
representadas pelas
a
vestes de pano de saco.
Um dos objetivos dos 
ju ízos apresentados em 
Apocalipse 6 .1- 17, a respeito 
dos selos, das trombetas e das 
ta ça s é o d e levar a nação de 
Israel ao arrependimento.
4 . ISR A EL SER A JU LG A D O
Desde os tempos do Antigo Tes­
tamento está previsto um julgamento 
para os israelitas durante o periodo 
da Grande Tribulação (Ez 20.33-38; Zc 
13.8.9; Am 9.8.10). Um dos objetivos dos 
juízos apresentados em Apocalipse 6.1- 
17. a respeito dos selos, das trombetas 
e das taças é o de levar a nação de 
Israel ao arrependimento. De 
acordo com o pastor Anto­
nio Gilberto, o resultado 
disso será o arrepen- 
y dim ento e a volta
* do remanescente 
^ d esse povo para 
T Deus. aceitand o
* Jesus como o seu 
» M essias (Rm 9.27;
11.25.26; Mt 23.39; Zc
12.10-14; 131). •
AÇÃO TÓPICO u
Com relação ao julgamento de Israel, há abundantes textos bíblicos que 
fundamentam esse acontecimento conforme se encontra na presente lição. 
Peça aos alunos para lerem aLguns desses versículos em voz alta. Em seguida, 
afirme que a Segunda Vinda de Jesus em glória tem uma relação íntima com 
o julgamento de Israel.
SU BSÍDIO l SU BSÍDIO 2
"No dia 23 de maio de 1957. um 
tratado foi assinado em Roma, que 
sem dúvida foi o primeiro passo do 
cumprimento da antiga profecia de 
Daniel sobre a existência da futura 
confederação de nações, como última 
forma de expressão do poder gentilico 
mundial. A profecia está no capítulo
2, e repetida no capítulo 7 de Daniel 
No Apocalipse ela é também vista 
a partir do capítulo 13. Esse tratado 
teve vigência a partir de i ° de abril de
1958.0 seu objetivo fundamental é a 
unificação da Europa mediante a for­
mação dos Estados Unidos da Europa. 
Os seis membros fundadores foram 
Itália. França, Alemanha Ocidental, 
Holanda, Bélgica e Luxemburgo. Novos 
membros foram mais tarde admitidos. 
Outros estão aguardando admissão.
Essa coalização de nações a ser 
formada, segundo a profecia, na área 
geográfica do antigo Império Romano, 
está predita em Daniel 2.33,41-44; 
7.7.8.24.25; Apocalipse 133.7; 1712.13. 
Não se trata de uma restauração literal 
e total do antigo Império Romano, tal 
como ele existiu, mas de uma forma 
de expressão final dele. pois. conforme 
a palavra profética em Daniel 2.34, a 
pedra feriu a estátua nos pés, não nas 
pernas. As duas pernas representam 0 
Império Romano dividido em dois. fato 
que teve lugar em 395 d.C. O Império 
Ocidental, com sede em Roma e o 
Oriental, com sede em Constantinopla. 
Foi nessa condição que ele deixou de 
existir — como duas pernas. O Império 
Ocidental caiu em 476, e Oriental, em 
1453 d.C." (GILBERTO. Antonio. O Ca­
lendário da Profecia. Rio de Janeiro: 
CPAD, 1985. p.45>.
"Israel iniciará 0 periodo da Grande 
Tribulação, também conhecido como 
'tempo de angústia para Jacó' Ur 30.7). 
ainda sem ter sido salvo. Nesse tem­
po de dificuldades, perecerão dois 
terços do povo de Israel (Zc 13.8.9). 
Seis milhões de judeus morreram 
durante o Holocausto nazista, mas 
os que perderão a vida nas mãos 
do Anticristo serão muito mais nu­
merosos. Cristo disse que esse será 
o periodo de maior perseguição na 
história do mundo (Mt 24 21).
Ainda assim. Deus protegerá e 
salvará um terço (Jr 30.7; Zc 13.9). O 
povo de Israel clamará pelo nome do 
Senhor e será salvo (Jl 2.32; Zc 13.9). 
Eles serão libertos quando virem 
Cristo voltando à terra (Rm 11.26). e 
dirão: 'Bendito o que vem em nome 
do Senhor' (Mt 23.39)
Cristo explicou a Nicodemus que 
uma pessoa precisava nascer do Es­
pírito para poder entrar no Reino de 
Deus (Jo 3.3-8). Os israelitas, portanto, 
nascerão do Espirito durante a Grande 
Tribulação e com o retorno do Mes­
sias, a fim de adentrar o reino político 
e espiritual de Cristo" (LAHAYE, Tim; 
HINDSON, Ed (Eds.). Enciclopédia 
Popular de Profecia Bíblica. Rio de 
Janeiro: CPAD. 2008. p.222).
• •
PARA CONCLUIR
Durante a história da humanidade,
as Escrituras mostram que o povo
de Israel tem uma importância
sem igual nos projetos de Deus.
Israel tem suas particularidades
nos caminhos da História. Nos
eventos escatológicos. essas
particularidades se manifestam
com mais intensidade. Por isso, há
esperança para o povo escolhido
por Deus. 0 Pai tem um interesse
especial para resgatar o seu povo.
0 remanescente fiel se voltará
para o Senhor; Jesus será o seu
Messias e Israel será salvo!
L. u
CARO PROFESSOR, a nação
de Israel é sem sombra de dúvidas uma 
nação escolhida e abençoada por Deus. 
Isso é claro na Bíblia e também muito 
claro na história. Qualquer observador 
razoavelmente atento verificará o 
carinho especial de Deus por essa 
nação. E o carinho é tão sobejo que 
há bênçãos mesmo para quem, não 
sendo israelita, os abençoar. O Brasil, 
por intermédio de um brasileiro muito 
especial, já foi um instrumento impor­
tante usado por Deus para abençoar 
Israel. Isso foi muito recentemente, 
você sabia?
3 
«
5 * . 
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c * 
à l
\
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2.
3 -
h-
Segundo a síntese da Lição, há teó­
logos que comparam Israel a quê?
Ao relógio de Deus.
Com qual sermão da Bíblia podemos 
compreender a nação de Israel?
Sermão profético.
Os acontecimentos de qual período 
têm im plicações diretas à nação 
de Israel?
A Grande Tribulação.
Quem são os 144 m il?
São servos de Deus 
das tribos de Israel.
Qual a identidade das Duas Tes 
temunhas?
É incerta.
Mt 2i».21
Tribulação como nunca se viu
Ap 7.14
Estes vêm da GrandeTribulação
Ap 6.16,17
0 Grande Dia da Ira de Deus
«2 Ts.2.3 V
Instalação do Reino do Anticristo
Dn 9.24 • • ^
Última semana de Daniel
1 Ts 1.9.10
Deus livrará a Igreja da ira futura
« • 
0 0 o
• » © 1
r . • • • f»
OBJETIVOS
Conceituar Grande Tribulaçao.
» Expücar como será a Grande
» Tribulação;
* Mostrar para quem será a 
Grande Tribulaçao.
30 de Outubro 2016 LIÇÃO
5
A Grande Tribulação
“Porque haverá, então, grande aflição, como nunca houve desde o 
principio do mundo até agora, nem tampouco haverá jamais.” Mt 21)
SINTETIZANDO
 ̂ Vivemos dias maus e, por 
 ̂ isso, podem ser chama­
dos de dias de tribulação.
► Entretanto, a Bíblia afirma 
! q.ue advirão dias muito pio­
res. Estes sucederão ao 
Arrebatamento da Igreja 
e, de acordo com a Palavra 
de Deus, são chamados de 
Grande Tribulação. Serão 
momentos difíceis, de 
angústias e de sofrimento 
sem igual sobre a face da 
Terra. Nesse período, cada 
pessoa deixada na Grande 
Tribulação desejará a mor­
te no lugar da vida. Deus 
nos livre desse tempo! 3
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 24.20-29
As Escrituras ensinam que 
haverá um periodo de sofri­
mento que o mundo nunca 
experimentou. Podemos 
dizer seguramente que será 
o periodo mais terrivel da 
história da humanidade. 
Após o Arrebatamento da 
Igreja, a Grande Tribula­
ção manifestará a justiça 
de Deus e será a transição 
para um novo tempo no 
mundo, a partir do Reino 
Milenial.
20 E orai para que a vossa fuga não aconteça 
no inverno nem no sábado.
21 porque haverá, então, grande aflição, como 
nunca houve desde o princípio do mundo 
até agora, nem tampouco haverá jamais.
22 E. se aqueles dias não fossem abreviados, 
nenhuma carne se salvaria; mas, por causa 
dos escolhidos, serão abreviados aqueles 
dias.
23 Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo 
está aqui ou ali, não lhe deis crédito.
24 porque surgirão falsos cristos e falsos pro­
fetas e farão tão grandes sinais e prodígios, 
que, se possível fora, enganariam até os 
escolhidos.
25 Eis que eu vo-lo tenho predito.
26 Portanto, se vos disserem: Eis que ele está 
no deserto, não saiais: ou: Eis que ele está 
no interior da casa. não acrediteis.
27 Porque, assim como o relâmpago sai do 
oriente e se mostra até ao ocidente, assim 
será também a vinda do Filho do Homem.
28 Pois onde estiver o cadáver, ai se ajuntarão 
as águias.
29 E, logo depois da aflição daqueles dias. o 
sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, 
e as estrelas cairão do céu, e as potências 
dos céus serão abaladas.
A AULA VAI COMEÇAR!
Caro professor, seus alunos já devem ter passado por momentos difíceis na vida. 
Independente da idade, as dificuldades fazem parte da existência e elas não poupam 
ninguém. Por isso, separe um momento para que os alunos possam compartilhar algumas 
experiências difíceis vividas por eles. Além de criar um ambiente de cumplicidade 
entre você e seus alunos, essa atividade servirá para introduzir o assunto sério e grave 
que é a Grande Tribulação. Para quem ficar após o Arrebatamento da Igreja, os dias 
subsequentes serão de angústia e desespero nunca vistos na história da humanidade. 
Não dá para comparar com nenhum momento difícil relatado por seus alunos no 
início da aula. A ideia é que. ao final dessa lição, eles tenham a consciência de viver 
em santidade e de se prepararem para o Arrebatamento da Igreja.
Em sua Enciclopédia Popular de Profecia 
Biblica, editada pela CPAD, o teólogo Tim 
Larraye afirma que “a Grande Tribulação 
será o mais terrível periodo de sofrimento 
e terror já experimentado pela humanida­
de". Em outra obra, O Plano Divino através 
do séculos, também editada pela CPAD, o 
missionário norte-americano, Lawrence 
Olson, destaca que na “Grande Tribulação, 
Deus derramará seus juizos, cada vez 
mais severos (Ap 16), e a Terra sofrerá 
grandes pragas, como o Egito sofreu as 
pragas nos dias de Moisés. Esses juizos 
virão porque os homens serão mais de­
pravados ainda do que os homens nos 
dias de Noé e Ló (Gn 6; Mt 24.37-39; Lc 
17.22-37:2 Tm 3.1-12). Os homens rejeitarão 
a verdade a ponto de acreditar no 'engano 
de injustiça', propagado pelo Anticristo 
que resultará em sua condenação (2 Ts 
2.8-12; 2 Pe 3.1-9)". Mas o que é a Grande 
Tribulação? Quando e onde ocorrerá?
1. O C O N C E IT O D E G R A N D E 
TRIBU LAÇÃO
De acordo com as Escrituras, o 
período denominado de Grande 
Tribulação corresponde à Septu­
agésima Semana de Daniel (Dn 7.25; 
9.27; 12.7.11.12; Ap 11.2,3; 12.6,14:13.5) 
e está dividido em duas fases de 3 
anos e meio cada. A primeira marca o 
estabelecimento do Reino do Anticristo 
por intermédio de uma manifestação 
carismática do Falso Profeta; assina­
lando assim um periodo aparente de 
paz. Na segunda fase, o Anticristo 
revelar-se-á como a personificação 
do mal e dos poderes demoníacos da 
Terra, canalizando boa parte de sua 
fúria contra Israel que, nesse periodo. 
será perseguido e quase destruido 
pelo homem do pecado.
Mas a fúria do Anticristo não se dirigirá 
tão somente contra Israel, mas também 
contra todo que ousar rejeitá-lo, ou falar 
em nome de Deus. Essa segunda metade 
será encerrada quando Israel estiver no 
vale do Armagedom, ou Vale Megido. 
Então. Cristo descerá com sua Igreja e 
pousará seus pés sobre o Monte das 
Oliveiras. Acerca desse evento, as Escri­
turas afirmam que o monte se fenderá, 
os remanescentes de Israel escaparão 
e Cristo pessoalmente assumirá o co­
mando do mundo.
r i
AÇÃO TÓPICO 1
A Grande Tribulação será um período de sofrimento sem igual para os que fica­
rem após o Arrebatamento da Igreja. Aproveite esse tópico para refletir com os 
alunos sobre a necessidade de nos prepararmos para a Vinda do Senhor. O que 
podemos fazer? Como devemos agir? É necessário realmente nos prepararmos 
k para a Vinda de Cristo? . J j
r i
AÇÃO TÓPICO 2
O termo "anticristo" aponta obviamente para alguém que se opõe a Cristo, seus 
valores e soberania no mundo. A partir disso, monte um quadro geral com a 
classe em que aponte os valores que o Anticristo defenderá e contrariará em
, relação aos de Cristo.
L I K 3
É importante ressaltarmos que en­
quanto as Bodas do Cordeiro ocorrerem 
no céu. aqui na Terra haverá a Grande 
Tribulação. Desde que Cristo subiu aos 
céus. houve muito sofrimento sobre a face 
da Terra. Até mesmo os cristãos sofrem 
grande aflição. Contudo, a Grande Tribu­
lação será marcada pela manifestação da 
ira de Deus mais do que qualquer coisa 
que o mundo já viu e viveu (Ap 16-18).
2. A M A N IFESTAÇÃO DO A N T I-
CRISTO
Satanás terá permissão para dominar 
a Terra na Grande Tribulação. Ele formará 
uma tríade satânica. Em Apocalipse 13 
lemos a respeito de duas bestas, uma 
que sobe do mar (Ap 13.1-10) e outra que 
emerge da terra (Ap 13.11-18). Elas serão 
aliadas do Adversário. Satanás, o Anticristo 
e o Falso Profeta tomarão posse da Terra 
por um período de tempo determinado.
Mas quem será o Anticristo?
Com base nas Escrituras Sagradas, 
podemos dizer algumas coisas a respeito 
dele. Vejamos:
1. Será um homem de carne e osso. 
um líder político mundial poderoso, per­
sonificando o próprio Satanás (dragão),
porém, apresentando-se como se fosse 
Deus (Dn 11.36; 2 Ts 2.3.4).
2.0 Anticristo exercerá domínio sobre 
todos os povos, com a proposta de resta­
belecer a ordem. O Dragão (Satanás) lhe 
dará o seu poder e o seu trono. O Anticristo 
será um grande orador com habilidades 
de um grande líder político. Aos olhos 
do mundo, ele será a solução para os 
problemas e fará paz com todos por três 
anos e meio que corresponde à primeira 
metade do período da Grande Tribulação.
3. O nome Anticristo mostra que essa 
figura se voltará contra tudo o que for de 
Cristo, e a sua maldade extrapolará a de 
todos os ditadores da Terra. O Anticristo 
usará de todas as artimanhas para en­
ganar a todos. Nessa primeira fase, ele 
se fará de agregador, unirá o mundo em 
torno de si mesmo, os judeus, os árabes 
e os gentios. Mas na segunda metade, 
revelará toda sua inspiração demoníaca 
e todoseu poder malévolo.
4. O Anticristo será ajudado pelo 
Falso Profeta (a Besta), um grande líder 
religioso, que juntamente com o Inimigo 
de nossas almas, o Diabo. dominará a 
Terra, subjugará a todos e desejará o 
lugar de Deus entre todos os povos.
r ^
AÇÃO TÓPICO 3
No que tange à abertura dos selos do Apocalipse, o assunto é vasto e abrange 
diversos fatos e momentos da história. Aqui você poderá abordar que a aber­
tura dos selos ocorre como um espiral assim delineado: abertura dos sete 
selos —► no sétimo selo, o toque das sete trombetas —► após as trombetas, o 
derramamento das sete taças, ou pragas.
3- A ABERTURA DOS SETE SELOS 
No livro do Apocalipse, lemos que o 
apóstolo João viu um livro selado com 
sete selos. De repente Jesus, o único 
digno de abrir o livro, se apresentou, 
tomou o livro da destra de quem estava 
assentado no trono (Ap 5.5,7) e. assim, 
desencadeou-se a abertura dos sete 
selos com as respectivas consequências:
1. Primeiro selo (Ap 6.1,2) —► uma falsa 
paz tipificada pelo cavalo branco.
2. Segundo selo (Ap 6.3.4) —► uma 
terrivel guerra mundial.
3. Terceiro selo (Ap 6.5) —► fome global, 
figurada pelo cavalo preto.
4. Quarto selo (Ap 6.7.8) —► morte 
em grande escala, decorrente dos 
flagelos anteriores. Aqui vemos um 
cavalo amarelo.
5. Quinto selo (Ap 6.9-11) —► mártires 
são mortos na Grande Tribulação.
6. Sexto selo (Ap 6.12-17) —► tremor 
da Terra em proporções globais: 
eclipse total do sol: a lua fica verme­
lha: estrelas caem: o espaço sideral 
muda; os montes são arrasados: os
governantes da Terra, os poderosos 
e os povos se escondem.
7. Sétimo selo (Ap 8-11) —► tipificado 
nas sete trombetas, sete aconte­
cimentos terríveis e mais eventos 
catastróficos.
4. A M ARCA DA BESTA
Segundo a interpretação bíblica, no 
período da Grande Tribulação, aqueles 
que desejarem comprar alguma coisa 
só poderão fazê-lo mediante um sinal. A 
Besta tem um "sinal", "nome" e “número”: 
666 (Ap 13.17). Contudo, a Biblia só revela 
o seu número simbólico. Trata-se de 
uma identificação para os moradores da 
Terra, no período da Grande Tribulação.
Muitas pessoas têm disseminado 
informações nas redes sociais a respeito 
da marca da Besta. É preciso lembrar que 
quando ocorrer a Grande Tribulação, a 
Igreja não estará mais no mundo. Por­
tanto. não precisamos ficar especulando 
sobre a identidade dessa marca, Nós 
estaremos festejando as Bodas com o 
Cordeiro de Deus. •
AÇÃO TÓPICO u
Quando se trata do tema “A marca da Besta”, as opiniões são das mais diversas. 
Muitos pensamentos existem sobre o que seria esta marca, sobre 0 número 
666, e sobre o significado disso tudo. Em sua exposição, pondere e dê ênfase 
que não podemos especular 0 que a Bíblia não expõe claramente.
SU BSÍD IO 1 SU BSÍD IO 2
"A palavra tribulação significa 
literalmente 'comprimir com força' 
como se faz com as uvas no lagar, ou 
com a cana-de- açúcar no moinho. 
A tribulação aqui tratada abrange o 
periodo da ascendência e governo do 
Anticristo. Dos sete anos de tribulação, 
os piores serão os últimos três anos 
e meio. (Ler Daniel 725 e Apocalipse 
13.5-8.) O sofrimento nesse tempo 
será de tal monta que se durasse mais 
ninguém escaparia com vida: Porque 
nesse tempo haverá grande tribulação, 
como desde o principio do mundo até 
agora não tem havido, e nem haverá 
jamais. Não tivesse aqueles dias sido 
abreviados, e ninguém seria salvo; 
mas por causa dos escolhidos tais 
dias serão abreviados' (Mt 24.21,22)’ 
(GILBERTO. Antonio O Calendário 
da Profecia. Rio de Janeiro: CPAD. 
1985. P 56).
"O livro do Apocalipse mostra que 
esta era findará com uma eclosão do 
mal e uma série de julgamentos que 
culminarão no fim do presente sistema 
mundial. Em outras palavras, está sob 
consideração um determinado periodo 
de tempo, que. de acordo co Daniel
9.24-27. julga-se que seja de sete anos. 
Daniel estava preocupado com o que o 
Senhor dissera aos exilados judeus na 
Babilônia: 'Passados setenta anos. vos 
visitarei e cumprirei sobre vós a minha 
boa palavra, tornando-vos a trazer a 
este lugar IJerusaléml' (Jr 29.10) Os 
setenta anos estavam prestes a se 
cumprir, e ainda não havia evidências 
de que um retorno do exílio estivesse 
a ponto de acontecer. Então, Daniel 
identificou-se com Israel, confessou 
os pecados do povo. reconheceu que 
não era por justiça da parte deles ou 
por sua própria que mereciam retornar 
e orou em busca de perdão e pela 
volta do exilio por amor do Senhor" 
(HORTON. Stanley. O Ensino Bíblico 
das últimas Coisas. Rio de Janeiro: 
CPAD, 1998. p.91).
PARA CONCLUIR
Por intermédio da Grande Tribula­
ção o juízo de Deus se manifestará 
no mundo e precederá a vinda glo­
riosa do nosso Salvador. O cenário 
está preparado para a vinda de 
Cristo em glória! O fim se aproxima 
e, juntamente com Ele, a esperança 
dos cristãos vai se concretizando. 
Em breve estaremos para sempre 
com o nosso Senhor.
HORA DA REVISÃO
CARO PROFESSOR , no livro do
Apocalipe, capítulo 7. versículo 14, assim 
está escrito: “Respondi-lhe: meu Senhor, 
tu o sabes. Ele, então, me disse: São estes 
os que vêm da grande tribulação, lavaram 
suas vestiduras e as alvejaram no sangue 
do Cordeiro”. A pergunta que algum aluno 
pode lhe fazer é: - Quem são estes? - E 
pergunto, você sabe?
Que tal você dedicar uma parte de seu 
tempo de estudo esta semana para 
responder a essa pergunta e chegar 
ao domingo sabendo quem são estes 
que vieram da Grande Tribulação?
Segundo 0 teólogo Tim Larraye, 
qual a característica da Grande 
Tribulação?
O mais terrível período de so fr i­
mento e terror ja experimentado 
pela humanidade.
De acordo com o m is s io n á rio 
Lawrence Olson, o que será der­
ramado na Grande Tribulação?
Os juízos de Deus.
Em quantas fases está dividida a 
Grande Tribulação?
Em duas fases.
A respeito de quem Apocalipse 13 
d iz?
Diz respeito a duas bestas, uma que 
sobe do mar e outra que emerge 
da terra.
Durante a Grande Tribulação as pes­
soas só poderão comprar e vender 
se tiver esse sinal. Qual é 0 sinal?
A marca da besta, 666.
l.
k-
•nr
• • SEG
•
• 1
•
• « TER
•
a
I QUA
QUI
SEX
SÁB
Ap 19.7
O convite às Bodas do Cordeiro
Ap 19.8
O preparo da noiva para as 
Bodas do Cordeiro
Ef 527
Após o julgamento dos crentes
Lc 22.27
Cristo servirá as mesas 
Lc 22.29.30
Participando da mesa de Cristo 
Ap 19.9
A bem-aventurança das Bodas
O B JE TIV O S
C o n c e i t u a r a expressão ’ Bodas
do Cordeiro';
® Expor sobre o que acontecera
na Festa de Bodas;
Mostrar quem são os noivos 
deste casamento.
As Bodas do Cordeiro
"E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados 
à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras 
palavras de Deus." (Ap 19.9)
SINTETIZANDO
Enquanto aqui na Terra \
se desenvolve a Grande ^
Tribulação; no céu, a Igreja 
participará de uma belís­
sima festa biblicamente 
denominada de Bodasdo 
Cordeiro. Será o momento 
grandioso do “casamento 
de Jesus Cristo com a 
Igreja, da qual todos nós 
somos participantes. Será 
um momento especial de 
comunhão e de alegria sem 
igual com Cristo. Partici­
par desse momento deve 
ser o desejo de todos os 
servos de Deus.
•J
LEITURA eÍBLICA EM CLASSE
Apocalipse 19.1-10
1 E. depois destas coisas, ouvi no céu como 
que uma grande voz de uma grande multi­
dão, que dizia: Aleluia! Salvação, e glória, e 
honra, e poder pertencem ao Senhor, nosso 
Deus,
2 porque verdadeiros e justos são os seus 
juizos. pois julgou a grande prostituta, que 
havia corrompido a terra com a sua pros­
tituição, e das mãos dela vingou o sangue 
dos seus servos.
3 E outra vez disseram: Aleluia! E a fumaça 
dela sobe para todo o sempre.
4 E os vinte e quatro anciãos e os quatro 
animais prostraram-se e adoraram a Deus. 
assentado no trono, dizendo: Amém! Aleluia!
5 E saiu uma voz do trono, que dizia: Louvai 
o nosso Deus, vós, todos os seus servos, e 
vós que o temeis, tanto pequenos como 
grandes.
6 E ouvi como que a voz de uma grande mul­
tidão, e como que a voz demuitas águas, 
e como que a voz de grandes trovões, que 
dizia: Aleluia! Pois já o Senhor, Deus Todo- 
-Poderoso, reina.
7 Regozijemo-nos. e alegremo-nos, e demos- 
-Ihe glória, porque vindas são as bodas do 
Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou.
8 E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, 
puro e resplandecente: porque o linho fino 
são as justiças dos santos.
9 E disse-m e: Escreve: Bem-aventurados 
aqueles que são cham ados à ceia das 
bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são 
as verdadeiras palavras de Deus.
10 E eu lancei-m e a seus pés para o adorar, 
mas ele disse-me: Olha, não faças tal; sou 
teu conservo e de teus irmãos que têm o 
testemunho de Jesus; adora a Deus; por­
que o testemunho de Jesus é o espírito de 
profecia.
Durante o Tribunal de Cristo, 
a Igreja será levada para as 
mansões celestiais a fim de 
participar de um evento glo­
rioso (2 Ts 2.1), onde as Bodas 
do Cordeiro representarão o 
“casamento" definitivo entre 
o Cristo e a Igreja (Ef 5.25-27:
2 Co 11.2). Nesse glorioso 
dia veremos os salvos reu­
nidos de todos os lugares 
e épocas. Como Noiva de 
Cristo, participaremos de um 
evento universale glorioso.
A AULA VAI COMEÇAR!
0 encontro sublime entre a Igreja com Jesus Cristo é denominado na Bíblia de 
Bodas do Cordeiro. Uma festa de casamento, um momento especial e único. Por 
isso, leve os jovens a imaginar sobre como seria a mais bela festa de casamento que 
eles poderiam imaginar. Como seria o vestido da noiva? A roupa do noivo? Como 
estariam vestidos os convidados? Quais seriam as músicas? Como seria a orquestra? 
Quais alimentos seriam servidos à mesa? Qual a decoração da festa? Agora, leve-os 
a imaginar que o encontro de Cristo com a sua Igreja será mais belo e ainda mais 
deslumbrante. Procure motivá-los e estimulá-los a desejarem sinceramente estar 
neste momento especial da Igreja, procure lembrá-los dos requisitos necessários 
para se participar desta festa e, sobretudo, que vale a pena ser fiel ao nosso Senhor.
{l . A S BO D AS DO CO RDEIRO
As Bodas do Cordeiro remonta 
a um festejo de casamento. O 
Novo Testamento está repleto de 
passagens que usam as imagens 
do ‘noivo’ e da “noiva", ou do "esposo" 
e da "esposa", para demonstrar 
a relação de Cristo com a 
Igreja. Vejamos algumas:
1. A esposa pertence
Segundo o teólogo J. Dwight Pen­
tecost, durante o Arrebatamento da 
Igreja, o Senhor Je su s ap arecerá 
com o o Noivo que vem para levar 
a Sua noiva. O objetivo do Senhor é 
consumar o relacionamento que foi 
prom etido de forma que os 
_ dois se tornem um. numa 
aliança inquebrável!
g
ao esposo, logo. 
a Igreja pertence 
a Cristo (Jo 3.29);
2. A im agem da 
pertença per­
pétua da esposa 
com o esposo, as­
sim é a Igreja para 
com Cristo (Rm 7.1-6):
3. A preparação da virgem 
pura para o noivo, assim é a prepa­
ração da Igreja para ser apresentada 
a Cristo (2 Co 11.2);
4- O grande encontro da noiva com o 
noivo: o grande encontro da Igreja 
com Cristo (Ap 19.7.8).
Por isso, de maneira mais
específica, a ocasião das Bodas 
do Cordeiro deve se dar entre o 
Tribunal de Cristo e a Segunda 
Vinda gloriosa.
alia
m'W :'-
2 . O M O M E N T O
DAS BODAS
Qual é o tempo 
^ das Bodas do Cor­
deiro? As Escrituras 
Sagradas revelam 
que esse período es- 
catológico deve ocorrer 
entre o Arrebatamento 
da Igreja e a Segunda Vinda 
de Cristo. Antes do período do Arre­
batamento, a Igreja de Cristo aguarda 
essa união.
No texto de Apocalipse 19.7. a Palavra 
de Deus nos mostra que as Bodas do 
Cordeiro já terão sido consumadas antes
da Segunda Vinda gloriosa, mas após o 
Arrebatamento: “são chegadas as bodas 
do Cordeiro". A expressão “chegadas" 
significa ato concluído, ou seja, as Bodas 
já foram de fato consumadas.
O teólogo Pentecost nos lembra 
que as Bodas do Cordeiro parecem 
seguir os acontecimentos do Tribunal 
de Cristo, pois quando a Igreja aparece 
em Apocalipse 19. ela já está 
adornada com “os atos 
justiça dos santos" (v.8).
Por isso. de maneira 
mais especifica, a 
ocasião das Bodas 
do Cordeiro deve se 
dar entre o Tribunal 
de Cristo e a Segun­
da Vinda gloriosa.
. de
3. O S P A R T IC I ­
PANTES DAS BODAS
Milhões de salvos entrarão 
nas Bodas do Cordeiro. João escreve 
que viu a grande multidão de remidos 
por Cristo, que estarão com Ele nos céus, 
e que “L I cantavam um novo cântico, 
dizendo: Digno és de tomar o livro e de
abrir os seus selos, porque foste morto 
e com o teu sangue compraste para 
Deus homens de toda tribo, e língua, e 
povo. e nação” (Ap 5.9).
Assim, os participantes das Bodas 
serão os cristãos verdadeiros, os cren­
tes fiéis de todas as épocas (Ap 22.14), 
bem como todos aqueles que forem 
arrebatados na primeira fase da Vinda 
de Cristo (1 Ts 4.16,17).
Segundo o teólogo J. 
Dw ight Pentecost. a 
Igreja, neste período, 
estará arrebatada, 
ressuscitada, apre­
sentada ao Filho 
de Deus pelo Pai e 
transformada para 
a manifestação da 
glória eterna de Deus 
para sempre. Portanto, 
devemos esperar fervoro­
samente por esse dia!
Assim, os 
participantes das 
Bodas serão os cristãos 
verdadeiros, os crentes fiéis de
todasasépocas(Ap 22 .14), bem 
como todos aqueles que forem 
arrebatados na primeira fase 
da Vinda de Cristo (1 Ts 
4 .16,17).
MmWÊMWLVÊF
l a r
4. A NOIVA DO CO RDEIRO 
A Noiva do Cordeiro, a Igreja, tem 
algumas características que fazem jus 
ao seu encontro com o Cordeiro: Fideli-
dade. a Noiva do Cordeiro é 
fieKMt 25.21; 2 Co 11.2,3); 
Santidade, a Noiva do 
Cordeiro é santa (Ef
5.25-27); Proprie­
dade de Cristo, a 
Noiva só pertence 
a Cristo (Mt 6.24; 1 
Jo 2.15); Perfeição, 
a Noiva do Cordeiro 
é perfeita (Ef 5.27; 1 Ts 
5.23): Adoradora, a Noiva
A Noiva do Cordeiro sera 
apresentada por Cristo a 
Deus e todos os saivos serão 
apresentados ao Pai numa sole 
nidade divina jamais imaginada 
por qualquer pensamento ou 
imaginação humana.
do Cordeiro adora a Deus 
para sempre (Jo 4.23). 
A Noiva do Cordei­
ro será apresentada 
por Cristo a Deus 
e todos os salvos 
serão apresentados 
ao Pai numa soleni­
dade divina jam ais 
imaginada por qual­
quer pensamento ou 
imaginação humana. •
------------------------------------------ w m m
CARO PROFESSOR, a lição desta semana abordará 0 casamento entre Cris­
to e a Igreja, as Bodas do Cordeiro. É evidente que Cristo tem uma atenção especial 
com casamentos, pois não foi aleatória a escolha de um casamento para realizar seu 
primeiro milagre. Também não foi aleatória a escolha do casamento como elemento 
simbólico para retratar a grande celebração celestial entre Cristo e a Igreja.
Hoje, muitos casamentos estão ruindo e é possível que os pais de seus alunos te­
nham problemas nesta área. Nesta semana, ore especialmente pelas “famílias” deles. 
Apresente ao Senhor a família de seus alunos.
SU BSÍDIO 1 SU BSÍDIO 2
“Diante de tamanha revelação 
acerca do futuro glorioso da Igreja, 
podemos afirmar que vale a pena ser 
fiel a Deus; vale a pena renunciar ao 
mundo e seguir a Cristo; vale a pena 
buscar a santificação para poder 
participar dessa maravilhosa festa 
celestial. Nas Bodas do Cordeiro, só 
haverá alegria, festa celestial, com 
a presença de bilhões de crentes 
salvos, de todo o mundo, de todos 
os tempos, rodeados de anjos, do 
arcanjo, de querubins, serafins, dos 
quatro seres viventes e dos vinte e 
quatro anciãos" (RENOVATO. Elinaldo. 
O Final de todas as coisas: Esperança 
e Glória para os salvos. Rio de Janeiro: 
CPAD, 2015, pp.81-82).
"A Bíblia descreve muitos casa­
mentos. O próprio Deus celebrou o 
primeiro de todos os casamentos (Gn
2.18-25). Dentre alguns casamentos 
célebres, podemos destacar o de 
Jacó e Lia (Gn. 29:21-25), o de Rute 
e Boaz (Rt. 4). o de Acabe e Jezabel 
(1 Rs. 16.29-31), e o casamento em 
Caná onde Jesus Cristo realizou seu 
primeiro milagre (Jo 2.1-11).
No entanto, o mais maravilhoso 
dos casamentos ainda está por vir. 
Jesus profetizou acerca dele por 
meio de parábolas (Mt 22.2; 25.1; Lc 
12:35-36) e João descreveu o que 
Deus lhe mostrouem uma visão: 
'Regozijemo-nos, e alegremo-nos, 
e dem os-lhe glória, porque vinda 
são as bodas do Cordeiro, e já a 
sua esposa se aprontou' (Ap.19.7)" 
(LAHAYE. Tim. Enciclopédia Popular 
de Profecia Bíblica. Rio de Janeiro: 
CPAD, 2008. p.105).
PARA CONCLUIR
Já podemos imaginar como será o 
encontro de todos os santos de 
todas as épocas. Santos do Anti­
go Testamento e do Novo Testa­
mento; santos do tempo apostóli­
co e os pais da Igreja; os mártires 
de todos os tempos juntamente 
com todos os fiéis irmãos. Este­
jamos preparados para participar 
da maior festa já realizada em 
todo o cosmo. Que tempo de ale­
gria e deleite teremos na presença 
do Cordeiro de Deus!
HORA DA REVISÃO
1. O que são as Bodas do Cordeiro?
O casam ento da Igreja com seu 
noivo. Jesus Cristo.
2. Quem estará nas Bodas do Cordeiro?
Os salvos que foram arrebatados.
3. Quando ocorrerão as Bodas do 
Cordeiro?
Logo após o Arrebatamento. 
k- Cite três características da Noiva 
do Cordeiro.
Santidade, propriedade de Cristo 
e adoradora.
5. Você espera participar das Bodas 
do Cordeiro?
Reposta pessoal.
Ap 1.7
Segunda Vinda: Todo olho verá 
Mt 24.30
Ele virá com poder e grande glória 
Jd v.14
Ele virá com a Igreja 
Mt 25.31
Ele virá acompanhado pelos anjos 
Zc 14.2
As nações serão reunidas 
Zc 14.4
Ele descerá sobre o Monte das 
Oliveiras
OBJETIVOS
Apontar o caráter visível da
Segunda Vinda Gloriosa de Jesus. 
Mostrar o aspecto glorioso e
■ « poderoso dessa vinda,
* Explicar os propósitos de sua
vinda.
A Segunda Vinda de 
Cristo - a Manifestação 
Gloriosa
"Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até os mesmos que
o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. 
Sim! Amém!” (Ap 1.7)
SINTETIZANDO
^ De acordo com o conteúdo
) estudado anteriormen-
te. a Segunda Vinda de
Cristo terá duas fases. Na
> primeira, já estudada na 
. . _ _
I liçao 3. acontecerá o Ar­
rebatamento da Igreja; na
1 segunda, que estudaremos 
nesta lição, vamos falar 
sobre a Vinda de Jesus em 
glória, onde nosso Senhor 
colocará literalmente os 
seus pés sobre a Terra, 
estabelecerá seu Reino 
e inaugurará um período 
denominado Milênio.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Toda a Escritura declara a 
Segunda Vinda de Cristo; e 
toda a história aponta para o 
cumprimento desse evento 
glorioso. O Senhor Jesus 
ensinou em diversas ocasi­
ões a respeito da sua volta. 
Em Mateus 24.30, lemos: 
“Então aparecerá no céu o 
sinal do Filho do Homem: e 
todas as tribos da terra se 
lamentarão e verão o Filho 
do Homem vindo sobre as 
nuvens do céu. com poder 
e grande glória". No versí­
culo 35 do mesmo capitulo 
está escrito a respeito do 
seu cumprimento: "O céu 
e a terra passarão, mas as 
minhas palavras não hão 
de passar".
O
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o
Z )
Q
O
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I -
Apocalipse 19.11-16
E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O 
que estava assentado sobre ele chama-se 
Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça. 
E os seus olhos eram como chama de fogo; e 
sobre a sua cabeca havia muitos diademas; 
e tinha um nome escrito que ninguém sabia, 
senão ele mesmo.
E estava vestido de uma veste salpicada 
de sangue, e o nome pelo qual se chama 
é a Palavra de Deus.
E seguiam-no os exércitos que há no céu 
em cavalos brancos e vestidos de linho fino. 
branco e puro.
E da sua boca saia uma aguda espada, para 
ferir com ela as nações; e ele as regerá com 
vara de ferro e ele mesmo e o que pisa o 
lagar do vinho do furor e da ira do Deus 
Todo-Poderoso.
E na veste e na sua coxa tem escrito este 
nome: REI DOS REIS E SENHOR DOS SE­
NHORES.
A AULA VAI COMEÇAR!
É possível que boa parte dos alunos não conheça as dispensações bíblicas. Nesta 
lição, estudaremos a sétima dispensação, mais conhecida como a dispensação 
milênica. A Segunda Vinda do Senhor inaugura o início da sétima dispensação 
(milênica). Seria muito produtivo que antes de iniciar a aula desta semana, você 
fizesse um resumo das sete dispensações. Dar a oportunidade de seus alunos 
conhecerem a ordem bíblica das dispensações será de grande valia. Segundo a 
classificação mais tradicional, são sete as dispensações bíblicas: (1) Dispensação 
da Inocência (aliança edênica); (2) Dispensação da Consciência (aliança adâmica), (3) 
Dispensação do Governo Humano (aliança noética); (4) Dispensação da Promessa 
(aliança abraâmica); (5) Dispensação da Lei (aliança mosaica), (6) Dispensação da 
Graça (a nova aliança); (7) Dispensação Milenar (aliança milênica). Pesquise mais 
sobre o assunto. Há um livro que pode lhe auxiliar bastante: Plano Divino através 
dos Séculos, editado pela CPAD. Boa aula!
A doutrina do Segundo Advento do Se­
nhor Jesus é crida por cristãos de todas 
as épocas e lugares. É quando serão 
cumpridos definitivamente os propósitos 
de Deus para o mundo, desde a ocasião 
do envio de seu Filho para a salvação 
da humanidade. Será o momento de 
sua manifestação gloriosa, majestosa e 
poderosa às nações da Terra (Ap 19.11-16). 
Esse evento ocorrerá após as Bodas do 
Cordeiro. De acordo com a Palavra de 
Deus, podemos fazer algumas consi­
derações a respeito desse momento:
- Todo olho o verá (Ap 1.7);
- Sua vinda se dará com grande poder 
e glória (Mt 24.30);
- Ele virá acompanhado da esposa, a 
Igreja Ud v.14);
- Ele virá acompanhado pelos anjos 
(Mt 25.31):
- Haverá convulsões na terra (Mt 24.29):
- Descerá sobre o Monte das Oliveiras 
(Zc 14.4);
- O povo Judeu será liberto (Zc.14.4.5);
- Será o fim da Grande Tribulação (Ap
20.2);
- Acontecerá a ressurreição dos már­
tires da Grande Tribulação (Ap 20.4):
- Ele implantará o Reino Milenial (Ap 
1915).
{1. NA O CASIÃO DA SUA VINDA. 
JESUS SERÁ VISTO POR TODOS
I mediatamente após Jesus ascen­
der aos céus, dois anjos exortaram 
aos discipulos: “1...I Varões galileus, 
por que estais olhando para o céu? Esse 
Jesus, que dentre vós foi recebido em 
cima no céu. há de vir assim como para 
o céu o vistes ir" (At 1.11). Diversas passa­
gens biblicas reforçam a ideia de que a 
Segunda Vinda de Jesus Cristo será uma 
manifestação pública aos habitantes da 
Terra (Mt 24.30; Ap 1.7). Assim como o 
Filho do Homem foi repudiado e rejeita­
do publicamente, Ele será apresentado 
publicamente por Deus à humanidade 
(Mt 24.27.30).
Diferentemente do Arrebatamento 
da Igreja, onde o mundo só perceberá 
momentos depois o que aconteceu, ou 
seja. o desaparecimento de milhões de 
pessoas (Mt 24 38-44:1 Ts 4.16,17); em 
sua Vinda em Glória, Jesus será visto por 
todos os homens da Terra: “Eis que vem 
com as nuvens, e todo olho o verá, até os 
mesmos que o traspassaram I...]" (Ap 1.7).
De acordo com o pastor Antonio 
Gilberto, infelizmente, todos aqueles 
que não se renderem aos pés de Cristo, 
quando o encontrarem, lamentarão e 
chorarão diante da Segunda Vinda do 
Rei dos reis. Senhor dos senhores e Juiz 
de toda a Terra.
2. JESUS VOLTARÁ COM GRANDE
GLÓRIA E PODER
Apocalipse 19.11-16 narra a manifes­
tação gloriosa de Cristo á Terra. O texto 
mostra o “céu aberto' e um cavalo branco. 
A pessoa que estava assentada sobre 
o cavalo chamava-se Fiel e Verdadeiro, 
“quejulga e peleja com justiça". Exércitos 
vestidos de linho fino. branco e puro, em 
cavalos brancos, seguiam o cavaleiro. 
Este é Jesus Cristo e na sua veste e na
sua coxa estava escrito: “Rei dos Reis e 
Senhor dos Senhores".
Esse é o quadro que o apóstolo João 
descreve em relação à Segunda Vinda de 
Jesus. O nosso Senhor virá visivelmente, 
poderoso e glorioso (Ap 1.7).
3. JE S U S PREN DERÁ SATANÁS
Imediatamente após a Segunda 
Vinda, um anjo prenderá Satanás por mil 
anos. conforme relata Apocalipse 20.1-3: 
“E vi descer do céu um anjo que tinha a 
chave do abismo e uma grande cadeia 
na sua mão. Ele prendeu o dragão, a 
antiga serpente, que é o diabo e Satanás, 
e amarrou-o por mil anos. E lançou-o 
no abismo, e ali o encerrou, e pós selo 
sobre ele. para que mais não engane as 
nações, até que os mil anos se acabem. 
E depois importa que seja solto por um 
pouco de tempo".
Hoje. Satanás, o deus deste século, 
tem cegado o entendimentodos incrédu­
los (2 Co 44). Entretanto, no Reino Milenar. 
Ele será tirado de cena e a manifestação 
completa da justiça do Reino de Deus 
livrará o ser humano da tentação. No 
final do Milénio, Satanás tentará dar a
sua última cartada, pois sairá a enganar 
os moradores da Terra (Ap 20.7-10).
4. PRO PO SITO S DE SUA VINDA 
Muitos dos acontecimentos que 
serão desencadeados na manifestação 
gloriosa de Cristo estão elencados nas 
Escrituras Sagradas:
- Julgamento do Anticristo, 
do Falso Profeta e 
seus exércitos (2 Ts
I.7-10:2.8; Ap 19.11- 
21):
- Prisão de Sata­
nás e de seus 
dem ônios por 
1000 anos (Rm 
16.20; Ap 20:1-3);
- S a lva çã o de Is ­
rael (Zc 14 3.4: Rm
II.1.5.25.26):
- Julgamento das nações (Jl 
311-17: Mt 25 31-46):
- Revelação do Messias (Zc 14 5; Mt 
2430; Ap 1.7; Cl 3.4);
- Remissão da natureza (Is 11.6-9;
351.2.5-9: Rm 8.19-22);
- Estabelecimento do seu reino (2 Sm 
716; Sl 89.3.4: Jr 3315: Lc 1.31-33)-
O Anticristo e o Falso Profeta serão 
presos. Eles serão lançados vivos no 
Lago de Fogo e enxofre (Ap 19.20). E os 
demais aliados que formavam exérci­
tos com eles foram todos mortos pela 
espada que saia da boca do Messias 
(Ap 19.21).
Nosso Senhor virá com os milhares 
dos seus santos (Jd w.14,15) e 
todo olho verá o Cristo glo­
rioso (Ap 1.7). Ele sentará 
no Vale de Josafá para 
julgar as nações. Após 
o seu juizo. não have­
rá mais guerra, pois 
o Senhor destruirá e 
aniquilará os inimigos
:risto. dos sei
de todc
r
Assim como o Filho do 
Homem foi repudiado e 
rejeitado publicamente, Ele será 
apresentado publicamente por 
Deusà humanidade 
(Mt 24 .27 ,30 ). da Igreja (2 Ts 2.8). A 
Paz dominará o mundo! 
Assim, encerram-se 
as setenta semanas de Da­
niel e nosso Senhor julgará os 
vivos. Segundo a visão do profeta Daniel 
em relação à estátua de Nabucodono- 
sor, a pedra atingirá a base da estátua 
e, num só golpe, porá fim ao dominio 
dos gentios. Glória a Deus que em seu 
Filho Jesus Cristo fundará e firmará seu 
Reino sobre a Terra! •
SUBSÍDIO 1 SUBSÍDIO 2
- “Nesse momento da Sua vinda, 
Jesus virá corporalmente assim como 
para o céu subiu e lá se encontra como 
homem perfeito I...I. Todo olho o verá 
(Mt 24.30; At 1.7). Alguém pergunta; 
'Como?' Respondemos: Há impossí­
veis para Deus. para Ele operar? Não! 
Atualmente, através dos modernos 
meios de comunicação por satélite, 
ai estão os programas internacionais 
de TV. de cobertura mundial, e isso 
será cada vez mais aperfeiçoado, e 
Deus dispõe de meios sumamente 
superiores a tudo o que o homem 
idealizar e inventar. I...1 Ao chegar o 
momento da volta de Jesus haverá 
convulsões em toda a natureza (Lc
21.25.26). É chegada a hora do colapso 
das nações amotinadas contra Deus e 
o seu povo. Nesse momento a Pedra 
cortada sem auxílio de mãos destruirá 
os reinos do mundo, o poder gentílico 
mundial sob o Anticristo. Atualmente, 
estamos vendo nações embriagadas 
com a sua influência política e seu 
poder militar. Estamos vendo suas 
proezas e demonstrações de força, 
tendo a Deus fora de seus programas 
de governo. Não o reconhecem como 
o supremo Senhor. Isso vai aumentar 
cada vez mais. Caso esses povos 
não se arrependam e se humilhem 
perante o Deus do céu. muito breve 
eles encontrarão um Guerreiro mais 
forte que eles" LI" (GILBERTO. Antô­
nio. O Calendário da Profecia. Rio de 
Janeiro: CPAD, 1985. pp.69-70).
“De acordo com a Bíblia, grandes 
exércitos do oriente e do ocidente se 
reunirão nesta planície. O Anticristo 
derrotará os exércitos do sul pelo fato 
de estes ameaçarem o seu poder, e 
destruirá uma Babilônia reconstruída 
a leste - antes de finalmente voltar as 
suas forças para Jerusalém a fim de 
dominá-la e destrui-la. Quando ele 
e seus exércitos marcharem contra 
Jerusalém. Deus entrará em ação e 
Jesus Cristo voltará para resgatar o 
seu povo, IsraeL O Senhor, com seu 
exército angelical, destruirá os exér­
citos. capturará o Anticristo e o Falso 
Profeta e lançá-los-á no lago de fogo 
(Ap 19.11-21).
Quando o Senhor voltar, o poder e 
domínio do Anticristo terão fim. Charles 
Dyer afirma: ‘Daniel. Joel e Zacarias 
identificam Jerusalém como o local 
onde ocorrerá a batalha final entre 
Cristo e o Anticristo. Os três predizem 
que Deus interferirá na história do seu 
povo e destruirá o exército do Anticristo 
em Jerusalém. Zacarias profetiza que a 
batalha terá um fim quando o Messias 
voltar à terra e seus pés tocarem 0 Monte 
das Oliveiras. Esta batalha será concluida 
com a segunda vinda de Jesus'.
A campanha do Armagedom na 
verdade, em Jerusalém será um dos 
acontecimentos mais desapontadores 
da história. Com exércitos tão gigan­
tescos reunidos em ambos os lados, 
seria de se esperar um confronto épico 
entre o bem e o mal. Não importa, 
todavia, quão poderoso alguém é na 
terra. Ninguém é páreo para o poder 
de Deus" (LAHAYE, Tim. Enciclopédia 
Popular de Profecia Bíblica. Rio de 
Janeiro: CPAD. 2008. pp.74.75).
PARA CONCLUIR
As Sagradas Escrituras nos ensi 
nam que haverá uma volta pessoal 
visível, corpórea e gloriosa de 
Cristo. Com a sua Segunda Vinda, 
Jesus preparará o mundo para o 
Milênio. Antes deste, contudo, 
diversos eventos serão teste­
munhados na Terra, tendo como 
protagonista, nosso Senhor e 
Salvador Jesus Cristo.
HORA DA REVISÃO
1. Qual o nome da segunda fase da 
vinda de Cristo?
Manifestação gloriosa.
2. Quem estará com Cristo em sua 
vinda nesta fase?
A Igreja.
3. Onde C risto descerá com sua 
Igreja?
No Monte das Oliveiras.
0 que Cristo estabelecerá com sua 
vinda?
Seu Reino Milenar 
| 5. Para que Cristo virá?
Para reinar com sua Igreja.
CARO PROFESSOR, Jesus está voltando! Ele está às portas! "Tudo nos mostra 
que Cristo já volta", são as palavras de um hino bem conhecido. É fundamental que 
busquemos nos aprontar e que tenhamos a certeza de que Cristo vem sem demora. 
Esta era a esperança da Igreja Primitiva e deve ser também a nossa esperança hoje. 0 
apóstolo Paulo escreveu que "se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais 
miseráveis de todos os homens" (1 Co 1519)- Por isso, esse assunto deve ser falado 
em nosso lar, com os nossos irmãos em Cristo e amigos que vivem como se Cristo 
não voltasse mais. Preparemo-nos para o grande dia do Senhor!
LIÇÃO 20 de Novembro de 2016
• • • » " O
• • • • • f 
• • • • •
I L
SEG
TER
QUA
QUI
SEX
SAB
Is 2.4; Mq 4.3.4
Paz Universal
Is 9.3.4:12.3-6; Jr 30.18.19
Júbilo, gozo e alegria
Is 43.4: 29.18-23; Ez 36.24-31
Santidade e Milênio
Is 61.3-7; Jr 3123-25; Ap 21.4
Um Milênio de conforto
Is 12.3-6; 29.17-24
Instruído diretamente pelo Rei
Ap 20.1-6
No Milênio não haverá a ação do 
Maligno
• •
OBJETIVOS
Definir Milênio;
Destacar que 0 Milênio será o Ret- 
* no de Deus governando a Terra;
'» Enfocar que a Terra será restau­
rada e a Igreja reinará com Cnsto.
0 Milênio
“Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; 
sobre estes não tem poder a segunda morte, mas serão sacerdotes de 
Deus e de Cristo e reinarão com ele mil anos." (Ap 20.6)
SINTETIZANDO
§ 
C - i 
0 1
0 teólogo e pastor, Antô­
nio Gilberto, em sua obra 0 
Calendário da Profecia, edi­
tada pela CPAD, afirma que 
o Milênio será o momento 
do '‘maravilhoso reinado 
de Cristo na Terra por mil 
anos”. Esse momento se 
iniciará após as Bodas do 
Cordeiro e a Grande Tri­
bulação. Seu reinado será 
integral! Nesse tempo, 
Cristo convergirá para si 
todas as coisas, estabe­
lecerá um reino de justiça 
e paz e fará cumprir todas 
as promessas bíblicas 
para seu reinado.
l e it u r a b íb l ic a e m c l a s s e
Apocalipse 20.1-6
1 E vi descer do céu um anjo que tinha a chave 
do abismo e uma grande cadeia na sua mão.
2 Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que 
é o diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos.
3 E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs 
selo sobre ele. para que mais não engane 
as nações, até que os mil anos se acabem. E 
depois importa que seja solto por um pouco 
de tempo.
4 E vi tronos; e assentaram -se sobre eles 
aqueles a quem foidado o poder de julgar. 
E vi as almas daqueles que foram degolados 
pelo testemunho de Jesus e pela palavra de 
Deus, e que não adoraram a besta nem a sua 
imagem, e não receberam o sinal na testa 
nem na mão; e viveram e reinaram com Cristo 
durante mil anos.
5 Mas os outros mortos não reviveram, até que 
os mil anos se acabaram. Esta é a primeira 
ressurreição.
6 Bem-aventurado e santo aquele que tem 
parte na primeira ressurreição; sobre estes 
não tem poder a segunda morte, mas serão 
sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão 
com ele mil anos.
O texto de Apocalipse 20.1-
3,7-10 afirma que Satanás 
será encarcerado no abis­
mo por mil anos. Depois, 
o abismo será fechado à 
chave e sobre ele será posto 
um selo. Após o Milênio, o 
Diabo voltará a ser solto 
por um curto período de 
tempo antes do seu eterno 
julgamento. O que significa 
então o Milênio?
A AULA VAI COMEÇAR!
Professor, deixe livre a lousa para seus alunos se dirigirem ao quadro e escreverem 
tudo o que imaginam sobre um reino ideal. Peça que escrevam todas as virtudes e 
qualidades possíveis a um reino perfeito. Estimule-os a falarem não somente de 
qualidades materiais, econômicas, mas também de qualidades morais e espirituais. 
Após esgotarem os adjetivos, selecione dois ou três alunos e peça que expliquem 
cada um dos adjetivos expressos no quadro. Por fim, diga a eles que o reino onde 
o próprio Filho de Deus é o Rei será superior a todas as virtudes e qualidades que 
os governos terrenos contemporâneos podem enumerar. Não há nada no mundo 
que possa descrever a perfeição do Reino onde o próprio Senhor é o governante. 
A Ele glória e honra para sempre nos céus e na terra!
«tT X I T t
{l .O Q U E É O i 
M ILÉNIO? f
O Milênio é um £ 
período de mil t 
anos em que V 
Cristo reinará lite­
ralmente com a Igreja 
sobre a terra. Muitos tex- ■ v i i
tos bíblicos dão conta desse *
período maravilhoso. O apóstolo 
João. numa visão por ele relatada em 
Apocalipse 20.4. viu imagens de tronos 
onde pessoas que receberam autoridade 
para julgar estavam assentadas nele. 
O apóstolo viu também as almas dos 
decapitados por causa do testemunho 
de Cristo, da Palavra de Deus, por não 
terem adorado a besta nem receberem 
a sua marca na fronte ou na mão. Essas 
pessoas vieram da Grande Tribulação 
e, por isso, reinarão com Cristo durante 
mil anos.
Será no Milênio que o 
mundo experimentará 
a verdadeira paz mundial, 
pois 0 Príncipe da Paz é quem 
estabelecerá e reinará 
literalmente no período 
milenial.
V O texto mencio- 
^ nado trata de uma 
é p o ca e sp e ra d a 
v com muita an sie ­
dade tanto pelos 
ju d e u s , que ainda 
aguardam o seu Mes­
sias, quanto para a Igreja 
que reinará juntamente com 
Cristo neste mundo restaurado e 
renovado por Ele. Será no Milênio que o 
mundo experimentará a verdadeira paz 
mundial, pois o Príncipe da Paz é quem 
estabelecerá e reinará literalmente no 
período milenial.
2. O REINO DE DEUS NA TERRA 
Hoje vivemos uma tensão aqui na 
terra. Como salvos, sabemos que o Reino 
de Deus está dentro de nós (Lc 17.21); mas 
igualmente temos a consciência de que 
ele não está plenamente estabelecido.
• 
• 
• 
•
•
AÇÃO TÓPICO 1
O pastor Lawrence Olson afirma que no MiLênio “a terra será regida, não 
por monarquia, nem por democracia, nem por autocracia, mas sim por uma 
TEOCRACIA, isto é, o próprio Deus regerá o mundo na pessoa de seu Filho 
Jesus Cristo’. Verifique com seus alunos se eles sabem o que significa "de­
mocracia". "monarquia", “autocracia". Por fim. discuta com eles a respeito do 
que eles entendem sobre o que vem a ser “Teocracia” e “Milênio".
1
AÇÃO TOPICO 2
Aqui vimos sobre o Reino de Deus na Terra. Na atividade do tópico ante­
rior, falamos de “democracia", "monarquia" e "autocracia". Concluímos que 
o Reino de Deus na Terra será TEOCRÁTICO. Juntamente com a classe, 
pense acerca das atividades possíveis que haverá nesta teocracia. Excelente 
oportunidade para manter viva a bendita esperança.
Alguns textos bíblicos 
mostram com clareza 
que o Reino de Deus i 
será estabelecido, j 
na Terra de maneira I 
plena e literal (Is n: 1 
65.17-25: Ap 20).
O profeta Daniel 
viu esse Reino por in 
termédio de uma pedra 
que substituiu os reinos da 
era presente do mundo (Dn 2.34.35)- A 
pedra representa um Reino quejamais 
será destruído. Também o profeta Daniel 
viu 0 Reino sendo entregue ao Filho do 
Homem (Dn 7.9-26). o que significa que 
o nosso Senhor estabelecerá o Reino 
Milenial após a Grande Tribulação.
O estabelecimento do Reino será 
seguido de bênçãos, pois, como nos 
lembra o teólogo Stanley Horton: os
Alguns textos bíblicos 
mostram com clareza que o 
Reino de Deus será estabelecido 
na Terra de maneira plena e literal 
(Is 11; 65 .17-25 ; Ap 20).
“santos do Altíssimo 
receberão o reino” 
j (Dn 7.18.22.27). pois
* eles são proprie- 
) dade exclusiva de
1 Deus.
3.0 PLANETA SERA 
RESTAURADO
O apóstolo Paulo en­
sina em Romanos sobre a 
sujeição da criação à vaidade hu­
mana: “Porque a criação ficou sujeita à 
vaidade, não por sua vontade, mas por 
causa do que a sujeitou, na esperança 
de que também a mesma criatura será 
libertada da servidão da corrupção, 
para a liberdade da glória dos filhos 
de Deus. Porque sabemos que toda a 
criação geme e está juntamente com 
dores de parto até agora’ (8.20-22). O
# # # # • • • •
A
*
g
estabelecimento do Reino de 
Deus restaurará toda a cria­
ção durante o Milénio
Sabem os que o 
plano o rig in a l de 
Deus era que o ho­
mem cuidasse do 
planeta, mas por 
causa da entrada 
do pecado no mun­
do toda a natureza foi 
perturbada e atingida 
pelo rompimento da comu­
nhão da criatura com o Criador. 
Entretanto, a Biblia diz que o Milênio será 
um periodo de paz. de bênçãos, e de 
reparação de todo o mal cometido pelo 
ser humano com a justiça prevalecendo 
em todos os lugares (Is 2.2-4; Mq 4.3-5: 
Zc 9.10). De acordo com Stanley Horton. 
o Espirito Santo irá realizar um trabalho 
de renovação do mundo.
4. A IGREJA REINARÁ COM CRISTO
Segundo o apóstolo Paulo, “quando
« T T I T t w
0 Milênio será um período 
de paz, de bênçãos, e de 
reparação de todo o mal 
cometido pelo ser humano com a 
justiça prevalecendo em todos 
os lugares.
Cristo, que é nossa vida. se 
manifestar, então, também 
vós vos manifestareis 
com ele em glória" 
(Cl 3.4). O apóstolo 
4 enfatiza que logo 
que o nosso Senhor 
se manifestar esta- 
v remos com Cristo.
♦ Haverá, portanto, a 
verdadeira teocracia 
no mundo - significa 
governo de Deus". Os sal­
vos. já transformados e com 
os corpos glorificados (Fp 3.20.21). 
terão incum bências nesse governo, 
do qual participaremos. Os salvos em 
Cristo participarão desse reinado. Em 
Apocalipse, a Palavra nos ensina isso 
claramente: “Bem-aventurado e santo 
aquele que tem parte na primeira res­
surreição; sobre estes não tem poder a 
segunda morte, mas serão sacerdotes 
de Deus e de Cristo e reinarão com ele 
mil anos" (Ap 20.6). •
[59 ]
SUBSÍDIO 1 SUBSÍDIO 2___________
Que é o Milénio? — O Milênio 
é um período de mil anos, predito 
pelos profetas como sendo o reinado 
Messiânico, ou seja. o reinado do céu 
estabelecido na terra, inaugurando 
uma nova era espiritual, a sétima 
dispensação, um tempo probatório, 
especialmente para os que nascerem 
na época dourada em que Satanás 
estiver preso. O Milénio não é o fim 
nem a consumação de todas as coi­
sas, como alguns supõem, mas um 
tempo de provação e de preparação 
para o desfecho completo da obra de 
Deus. quando então o Senhor Jesus, 
depois de dominar todas as coisas, 
entregará o reino ao Pai. 1 Co 15.24-28. 
Há nas Escrituras uma infinidade de 
textos referentes ao Milénio. Um dos 
primeiros, embora seja muito usado, 
não encontramos nele a palavra Mi­
lênio, mas seu sentido profético fala 
de um tempo em que Cristo reinará 
na casa de Judá. Gn 49.10: 'Não se 
apartará de Judá o cetro, nem a vara 
de comando de entre seus pés, até 
que venha Aquele (Cristo) de quem ele 
é, e a esse obedecerão os povos',(VB). 
Aqui vemos a predição da vinda e do 
estabelecimento do reino Messiânico. 
Ao Senhor Jesus, como rei de Judá. 
com a vara de comando, que fala de 
seu governo de poder e de autorida­
de. todos os povos hão de obedecer" 
(OLIVEIRA. João de. O Milênio. Rio de 
Janeiro: CPAD. 1986. p.12).
‘"Bem-aventurado e santo aquele 
que tem parte na primeira ressurrei­
ção: sobre estes não tem poder a 
segunda morte; mas serão sacerdotes 
de Deus e de Cristo, e reinarão com 
ele mil anos'. [...] A 'Bem-aventurança' 
do presente versículo é aplicada à 
'ressurreição dos santos'. O bem-estar 
espiritual, ou a felicidade dos mártires 
advém da primeira ressurreição. Assim, 
receberam a 'vida última'. O Novo 
Testamento, em seu conceito geral, 
jamais encerra a 'vida eterna' como 
tendo lugar apenas nesta vida. mas 
ele declara que após a morte fisica,
o ser humano continuará vivendo na 
eternidade. Sobre os participantes da 
primeira ressurreição, podemos inferir 
que finalmente eles têm sido perdo­
ados e não aparecem no último juízo 
(cf. Jo 5.24). Admite-se contudo, que 
a inferência mencionada por último 
não seja tão estranha como parece 
ser para alguns estudiosos da Bíblia, 
isto é. dos cristãos serem sacerdotes', 
e 'reis' no Milénio. Para nós. isso não 
é estranho, pois isso sugere que há 
um ministério para eles cumprirem 
na última dispensação: a milenial (cf. 
Ez capítulos 40-48)” (SILVA. Severino 
Pedro da. Apocalipse Versículo por 
Versículo. 18 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 
2003. p.256).
PARA CONCLUIR
Para os cristãos de todos os 
tempos, o Milênio é uma esperan­
ça maravilhosa. Seus benefícios, 
mesmo aqueles que se referem a 
Israel, serão estendidos a todo o 
planeta. A criação será restaurada 
à vontade original de Deus. Os san­
tos reinarão com Cristo durante 
mil anos; e a paz será finalmente 
conquistada. No Milênio, todos 
nos participaremos do reinado do 
Príncipe da Paz.
CARO PROFESSOR, os dias
que vivemos são tumultuados e tur­
bulentos. A maior parte das pessoas 
deste mundo vive em um turbilhão de 
acontecimentos (compromissos, prazos, 
e toda a espécie de loucuras ativistas 
que lhes rouba o tempo, a energia e, 
muitas vezes, até o ânimo de viver). Sabia 
que a doença do século é a depressão? 
Observe seus alunos, pois eles podem 
estar sofrendo com isso. Jovens também 
têm depressão e quando descoberto, 
às vezes, pode ser tarde demais. Ore 
especialmente por esta causa!
2.
z
l r
De acordo com a lição, o que será o 
Milênio?
O m aravilhoso reinado de Cristo 
na Terra por m il anos.
Segundo a lição, vivemos uma tensão 
hoje. Explique:
Essa tensão se dá porque como salvos, 
sabemos que o Reino de Deus está 
dentro de nós; mas igualmente temos 
a consciência de que ele não está 
plenamente estabelecido no mundo. 
O plano de Deus era que o homem 
cuidasse do planeta. Mas o que mu­
dou esse plano?
A entrada do pecado no mundo.
Quem reinará com Cristo no Milênio?
A Igreja.
O que é o Milênio para os cristãos 
de todos os tempos?
Uma esperança maravilhosa.
• QUA
I
QUI
SEX
SÁB
1 Co 6.2
Os justos julgarão o mundo
Ap 2.11
Os justos não sofrerão o dano da 
segunda morte
Ap 2.17
Os justos terão um novo nome
Ap 2.26
Os justos terão autoridade sobre as 
nações
# m m w w l
Os justos terão vestes brancas
Ap 3.12
Os justos serão colunas no templo 
de Deus
J OBJETIVOS
< Explicar o estado final dos ]ust0s.
• Expor sobre a vida eterna eoceu.
.'co n scien tiza r acerca do destino
dos justos, a cidade celestial.
0 Destino dos Justos
“Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de 
meu Pai. possuí por herança o Reino que vos está preparado desde a 
fundação do mundo." (Mt 25.34)
í:
SINTETIZANDO
í Revelam as Sagradas 
) Escrituras que o destino
final dosjustos é a Cidade 
Santa, a Jerusalém Celes-
I tial, a morada eterna. Lá é 
a sede final, o lar esperado 
por todos que tiveram 
seus nomes escritos no 
Livro da Vida do Cordeiro.
Cada santo terá seu corpo 
glorificado. Não haverá 
mais sofrimento, ou dor, 
ou pranto, pois o próprio 
Senhor Jesus Cristo 
enxugará dos nossos olhos 
toda a lágrima.
S k d
.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Qual será o destino ou o 
estado final dosjustos? Essa 
é uma pergunta que deve 
inquietar o coração de todo 
crente. Entretanto, a Bíblia 
nos ensina motivos nobres 
para que a resposta a essa 
pergunta sirva-nos como 
bálsamo para a alma. Hoje. 
estudaremos essa questão 
tão importante da Escato- 
logia: O destino eterno dos 
justos.
Mateus 25.31-40
31 E. quando o Filho do Homem vier em sua 
glória, e todos os santos anjos, com ele. 
então, se assentará no trono da sua glória:
32 e todas as nações serão reunidas diante 
dele, e apartará uns dos outros, como o 
pastor aparta dos bodes as ovelhas.
33 E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes 
à esquerda.
34 Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua 
direita: Vinde, benditos de meu Pai. possui 
por herança o Reino que vos está preparado 
desde a fundação do mundo:
35 porque tive fome. e destes-me de comer: 
tive sede, e destes-m e de beber; era es­
trangeiro, e hospedastes-me:
36 estava nu. e vestistes-me: adoeci, e visitas- 
tes-me: estive na prisão, e fostes ver-me.
37 Então, os justos lhe responderão, dizendo: 
Senhor, quando te vimos com fome e te 
demos de comer? Ou com sede e te demos 
de beber?
38 E. quando te vimos estrangeiro e te hospe­
damos? Ou nu e te vestimos?
39 E. quando te vimos enfermo ou na prisão e 
fomos ver-te?
40 E. respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade 
vos digo que. quando o fizestes a um destes 
meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.
• 
• 
• 
• 
•
A AULA VAI COMEÇAR!
Peça seus alunos que abram a Bíblia em Apocalipse 21.1-7. Leia com eles cada versículo 
e peça que dois ou três comentem os versículos lidos. Estimule-os a comentarem 
o texto bíblico da melhor forma que puderem. Desafie-os a explicarem com suas 
próprias palavras tudo 0 que entenderam.
Ensiná-los a ler a Palavra de Deus, estudá-la e interpretá-la é uma das maiores missões do 
professor da Escola Bíblica Dominical Você tem uma excelente oportunidade de estimular 
seus alunos para isso. Se for possível prepare um pequeno resumo sobre os elementos 
mais basilares da hermenêutica durante a semana e procure demonstrá-lo rapidamente 
de modo a tomar mais rico esse momento de atividade de interpretação bíblica.
{ l . O ESTADO FINAL
O estado final dos justos é des­
crito de diversas formas na Bíblia 
Sagrada. Segundo o teólogo nor­
te-americano. James Strong, essas são 
algumas:
- Vida eterna (Mt 25.46): os justos terão 
a vida eterna.
- Estado de glória (2 Co 417): o eterno 
peso de glória na vida dos justos.
- Estado de repouso (Hb 4.9): 0 repouso 
dos justos em Deus.
- Conhecimento (1 Co 13.8-10): o ver­
dadeiro conhecimento dos justos 
acerca da natureza espiritual.
- Santidade (Ap 21.27): os nomes dos 
justos constarão no Livro da Vida do 
Cordeiro.
- Serviço (Hb 12.23): os justos serão 
aperfeiçoados.
- íntima comunhão com Deus (Ap 21.23): 
os justos desfrutarão da presença de 
Deus como a suficiência da vida. 
Assim, observamos que o ensino do
estado final dosjustos é abundante nas 
Escrituras: inclusive na descrição precisa 
de diversos aspectos a ele relaciona­
dos. Por isso, podemos afirmar que na
• • • • • • • •
• • • • • • • •
eternidade não haverá ociosidade, mas 
adoração e serviço eterno ao Rei dos Reis.
2. A VIDA ETERNA
O texto de Mateus 25.46 nos fala da 
vida eterna: o de 2 Corintios 4.17, de um 
peso eterno de glória. Podemos dizer que 
a vida eterna é a plenitude e a perfeição 
da santa comunhão com Deus. Embora o 
texto bíblico nos mostre que cada crente 
receberá o seu galardão proporcional à 
sua fidelidade a Deus (Lc 19.17.19: i'Co 
3.14.15). todos os salvos receberão o seu 
galardão (1 Co 2.9) e experimentarão para 
sempre uma nova identidade concedida 
pelo próprio Deus (Ap 3.12).
3. O CÉU
O Céu é um lugar onde os salvos 
são recebidos. Nenhum pecado entrará 
lá. O lugar divino compreende a liber­
tação das esferas físicasdefeituosas 
e circunstantes, e dos maus desígnios 
estabelecidos em nossos corações.
No Céu. o descanso é consistente 
com o serviço, uma atividade incansá­
vel que será de perpétua liberdade. Ao 
adentrarmos nele seremos perfeitos,
pois estaremos livres para sempre do 
pecado: lá. atingiremos a plena perfeição 
para glória de Deus (Ef 4.13).
Podemos dizer que o Céu é um lugar 
glorioso e gracioso, onde não haverá 
maldade, perversidade e mentira. Lá 
desfrutaremos da mais perfeita paz e 
alegria. No lugar do choro, haverá riso; 
no lugar da tristeza, alegria: no lugar do 
ódio. amor. Tudo quanto o ser humano 
buscou ao longo de sua história no 
mundo, como justiça, paz e felicidade, 
viveremos no Céu. Este é o lugar onde 
todos viverão a alegria e a paz eterna e 
abundante prometida por nosso Senhor. 
Um lugar de glória e louvor para sempre!
4. A CID A D E C E L E S T IA L
O autor aos Hebreus nos diz que 
Abraão estava disposto a habitar na Terra 
Prometida como forasteiro, porque “es­
perava a cidade que tem fundamentos, 
da qual o artífice e construtor é Deus" 
(Hb 11.10). Essa cidade é exatamente o 
lar eterno dos justos; é a habitação de 
Deus; a Nova Jerusalém.
A nossa redenção restabelece o 
relacionamento que Adão e Eva tinham 
com Deus no Paraiso. A descrição da 
Nova Jerusalém diz que Deus tem um 
lugar melhor para nós. As portas da 
cidade estarão sempre abertas (Ap 
21.25). •
AÇÃO TÓPICO 3
Peça que seus alunos reproduzam em palavras sobre como será 0 céu. Mostre 
que a Palavra de Deus. em Apocalipse, descreve como será o lugar celeste. Um 
lugar que olho nenhum viu. ouvido jamais ouviu falar e que coração algum foi 
capaz de sentir a grandeza e atmosfera de um lugar como 0 céu.
AÇÃO TÓPICO 4
Juntamente com seus alunos, procure na Bíblia o máximo de informações sobre 
a Jerusalém Celestial. Anote-as no quadro, ou em lugar equivalente, para que 
seja visível a todos, Essa atividade é importante para que 0 aluno estabeleça 
uma imagem mental a respeito da morada celestial.
SUBSÍDIO 1 SUBSÍDIO 2
“As Escrituras ensinam que todos 
os membros da raça humana são 
responsáveis perante Deus (Jr 17.10;
32.19). Deus julgará tanto crentes 
quanto impios. O julgam ento dos 
impios será diante do Grande Trono. 
Branco um evento descrito em Apo­
calipse 20.15. o qual ocorre após o 
reino milenial de Cristo. Este é o último 
julgamento antes da eternidade futura. 
Em 2 Corintios 5.10. Paulo fala sobre 
o julgamento de todos os crentes: 
'Porque todos devemos comparecer 
ante o tribunal de Cristo, para que 
cada um receba segundo tiver feito 
por meio do corpo, ou bem ou mal'.
O fato de todos serem julgados 
demonstrará a justiça de Deus perante 
todas as criaturas. A salvação de al­
guns será a maior demonstração da 
graça de Deus que o mundo já viu. O 
julgamento dos impios ratificará seu 
desprezo pela salvação oferecida por 
Deus em seu Filho, resultando em 
condenação eterna' (LAHAYE, Tim. 
Enciclopédia Popular de Profecia 
Biblica. Rio de Janeiro: CPAD. 2008. 
p.462).
“O propósito do julgamento dos 
crentes diante do Tribunal de Cristo 
é determinar se as obras de cada um 
foram dignas ou não. O julgamento 
é apenas para os crentes, de modo 
que, ainda que sofram danos, estes 
serão salvos. Além disso, aqueles 
que ali forem julgados terão firmado 
suas vidas na Rocha, que é o próprio 
Jesus Cristo (1 Co 3.11,12). O Senhor 
avaliará as obras dos crentes ao longo 
de toda a vida. Uma vez que fomos 
separados para as boas obras que 
Deus preparou para os crentes (Ef 
2.10). deveríamos esperar que Ele 
examinasse a fidelidade de nossas 
ações" (LAHAYE, Tim. Enciclopédia 
Popular de Profecia Bíblica, led . Rio 
de Janeiro: CPAD. 2008. pp. 463-64).
PARA CONCLUIR
A doutrina do destino dos ju s­
tos é consoladora e nos motiva a 
evangelizar. Nosso esforço será 
recompensado e o número de ha­
bitantes da Cidade Celestial será 
grande. Não devemos nos cansar, 
não devemos cessar a nossa voz, 
pois o Evangelho de Cristo deve ser 
proclamado por todos os cantos, 
a todas as pessoas, de todas as 
classes, em todos os lugares e 
para todas as etnias. Sabemos 
que nossa redenção está próxima e 
que, portanto, devemos alcançar o 
maior número possível de pessoas 
para que conheçam o amor de Deus.
HORA DA REVISÃO
+ 
í *
u 
r i :
1. Cite pelo menos três formas de 
como a Bíblia descreve 0 destino 
final dos justos.
Vida eterna, Estado de glória, Es­
tado de repouso.
De acordo com a lição, 0 que po­
demos d izer a respeito da vida 
eterna?
Que é a plenitude e a perfeição da 
santa comunhão com Deus. 
Quem habitará 0 Céu?
Os salvos.
De acordo com a lição, quais as 
características do Céu?
Um lugar de consistente serviço, 
lugar de descanso, lugar onde não 
haverá maldade nem perversidade 
ou mentira.
5. Você deseja ir para 0 Céu?
Resposta pessoal.
CARO PROFESSOR, na lição
desta semana, trataremos sobre “0 
destino dos justos". Mas o que é ser 
justo? Qual o conceito de justiça? 
Se indagado por seus alunos sobre o 
conceito de justiça, o que responder? 
E justiça diante de Deus? Você estará 
muito mais preparado se nesta se­
mana houver uma reserva de tempo 
para a pesquisa a fim de formar para 
você um conceito biblicamente sólido 
de justiça.
- ----------
4 de Dezembro de 2016
Ap120.11
Grandes e pequenos diante do trono 
Lc 16.26
A realidade do grande abismo 
Ap 14.10,11 
Tormento terrivel 
Ap 20.12,13 
Julgamento justo 
Mt 18.8
Sofrimento eterno 
Mt 25.41,46
O afastamento eterno
OBJETIVOS
Ensinar sobre o Estado Final e
a Morte Eterna;
Explicara Geena como lugar de
juízo; . , ,
Mostrar a bondade, a santidade
e justiça de Deus.
✓
O Destino dos Impios
“Então, dirá também aos que estiverem à sua esquerda: 
Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado 
para o diabo e seus anjos." (Mt 25.41)
I S IN T E T IZ A N D O
Justo ou ímpio? Essa é a 
escolha que cada pessoa 
1̂ deve fazer ao longo da 
1̂ ^ vida. Viver de acordo com 
essa opção definirá o 
£ destino de cada um. Como 
vimos na lição anterior,
o destino dosjustos é 
a Jerusalém Celestial. 
Entretanto, no tema 
presente, estudaremos 
w o destino dos ímpios. Ve
# remos que Deus também 
£ preparou um destino para 
quem escolher o caminho 
^ da impiedade. Sua justiça 
A será consumada.
g j ©
t e
s p ®
L E IT U R A B ÍB L IC A E M C L A S S E
Qual será o fim das pessoas 
que por toda vida negaram a 
Cristo? Haverá outra chance? 
Para onde elas irão? Essas 
perguntas devem ser res­
pondidas de acordo com a 
doutrina da Palavra de Deus 
acerca do destino eterno 
dos impios. Esse tema nos 
ocupará nesta lição.
Mateus 25.41-46
Então, dirá também aos que estiverem à 
sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, 
para o fogo eterno, preparado para o diabo 
e seus anjos;
porque tive fome. e não me destes de comer; 
tive sede. e não me destes de beber; 
sendo estrangeiro, não me recolhestes; 
estando nu. não me vestistes; e estando 
enfermo e na prisão, não me visitastes. 
Então, e les também lhe responderão, 
dizendo: Senhor, quando te vimos com 
fome. ou com sede, ou estrangeiro, ou nu. 
ou enfermo, ou na prisão e não te servimos? 
Então, lhes responderá, dizendo: Em ver­
dade vos digo que, quando a um destes 
pequeninos o não fizestes, não o fizestes 
a mim.
E irão estes para o tormento eterno, mas 
os justos, para a vida eterna.
A AULA VAI COMEÇAR!
Professor, na Lição passada sugerimos que você lesse e comentasse com seus alunos o 
texto de Apocalipse 21.1-7. Na presente lição, sugerimos que você faça o mesmo com o 
versículo 8 desse mesmo capítulo. Em seguida, peça para os alunos destacarem cada 
adjetivo negativo apresentado no texto. A ideia é que eles busquem a definição de cada 
palavra que aparece no versículo. Sugerimos que você leve para a sala de aula alguns 
dicionários a fim de que eles façam a pesquisa, bem como usar o acesso virtual em sites 
de pesquisa. Portanto, aproveite esse momento para introduzir a lição desta semana, 
a fim de mostrar que o destino dos ímpiosé estar longe de Deus para todo sempre.
Em sua obra, O Ensino Biblico das 
Últimas Coisas, o teólogo das Assem­
bleias de Deus norte-americanas, Stanley 
Horton. afirma: “Deus nunca relutou em 
salvar quem quer que fosse. Seu desejo 
é 'que todos os homens se salvem, e 
venham ao conhecimento da verdade' 
(1 Tm 2.4). Ele não quer que 'alguns se 
percam', mas sim 'que todos venham a 
arrepender-se' (2 Pe 3.9). Deus exercerá 
juizo sobre os infiéis, os enviando 'para 
o fogo eterno, preparado para o diabo 
e seus anjos'. Ou seja, os pecadores que 
não aceitarem a oferta divina de salvação 
e de vida por intermédio de Jesus Cristo 
serão condenados (Jo 3.18)”.
Diferente da doutrina do destino eter­
no dos justos, que nos serve de bálsamo 
e consolo, a doutrina do destino eterno 
dos ímpios nos alerta para o perigo de 
sermos rebeldes e duros de coração ao 
chamado de Deus.
1. E S T A D O F IN A L E M O R TE 
ETERN A
Ao contrário das belas imagens do 
destino final dos justos, o estado 
final dos ímpios é descrito com 
figuras como: o fogo eterno (Mt 25.41); 
as trevas exteriores (Mt 8.12); um lugar de
tormento (Ap 1410,11): tormento eterno 
(Mt 25.46); a execução da ira de Deus 
(Rm 2.5); segunda morte (Ap 21.8); eterna 
perdição diante da face do Senhor (2 Ts
1.9): eterno juizo (Mc 3.29).
Enquanto a imagem da morada dos 
justos passa pela realidade do Paraíso 
e do Céu; a do destino dos impios é o 
Lago de Fogo. um lugar onde os ímpios 
passarão a eternidade. A condenação 
eterna é uma realidade grave, séria e 
aterrorizante. Por isso, não podemos viver 
como se essa doutrina não fosse verdade. 
Ora. na mesma proporção que a salvação 
é real e verdadeira, a perdição também 
o é. Ignorar a realidade da condenação 
eterna é desconsiderar 0 esforço do nosso 
Deus em salvar a humanidade inteira (Jo 
3.16; 1 Tm 2.4). Logo. é afrontar e rejeitar o 
seu tão grande e inefável amor. Entretanto, 
mediante sua santidade e justiça, Deus 
condenará os impios à morte eterna.
Essa realidade não consiste em ani­
quilação, pois, por natureza, até mesmo 
a alma do pecador é imortal. Ora, após 
a morte, o ser humano não deixa de ser 
nem de existir. Em relação aos impios, sua 
realidade no porvir é a de um estado de 
sofrimento consciente, sem alternativa 
para um escape. Não há a quem clamar
ou pedir socorro. Deus estará definitiva­
mente ausente de tal realidade.
O ímpio não será aniquilado, mas 
condenado a passar a eternidade cons­
cientemente longe de Deus e sem sua 
presença sublime e graciosa. Como 
ocorre no assunto a respeito dos galar­
dões. a Bíblia Sagrada mostra diferentes 
graus de sofrimento na administração do 
castigo eterno para o ímpio (Lc 12.47.48; 
Rm 2.5.6).
será o lugar de quem nunca teve interesse 
de se relacionar com o Deus Altíssimo.
De acordo com as Escrituras Sa­
gradas. a estadia do ímpio na Geena 
será eterna. Mateus 25.46 usa o mesmo 
sentido de eternidade para descrever
o sofrimento dos ímpios e a miséria do 
pecador. Enquanto os salvos em Cristo 
serão bem-aventurados, felizes para 
sempre, os ímpios serão atormentados 
e infelizes de eternidade em eternidade.
2. G EEN A: UM LUGAR DE JUIZO 
Geena é uma palavra grega que re­
monta a ideia de um lugar para onde todo 
o lixo era varrido na cidade de Jerusalém. 
O termo aparece em Apocalipse 20, 
traduzido como Lago de Fogo. Na Bíblia 
de lingua portuguesa, há diversos textos 
bíblicos que se referem à palavra inferno 
com o mesmo sentido da palavra Geena. 
Vejamos alguns exemplos: “I...I fogo do 
inferno”, "no inferno” (Mt 5.22,29.30); “pe­
recer no inferno” (Mt 10.28); “Condenação 
do inferno" (Mt 23.33).
Nesse aspecto, os textos ora mencio­
nados ensinam a respeito de um lugar para 
aonde irão pecadores impenitentes. Ali.
3. A BONDADE. A SA N TID AD E E 
A JU S T IÇ A DE DEU S
A doutrina do castigo eterno dos ím­
pios não é inconsistente com a bondade 
divina. Entretanto, muitos sustentam que 
por Deus ser benevolente. Ele não pode­
ria aplicar castigo sobre suas criaturas. 
Isso seria violar a natureza desse Deus 
que é bom. Mas além de benevolente, 
misericordioso, amoroso, as Escrituras 
mostram que o Deus Soberano é santo 
e justo. E a vindicação da santidade de 
Deus é o primeiro e suficiente objetivo 
do castigo eterno. Tudo no mundo deve 
andar de acordo com a natureza bondosa, 
santa e justa de Deus.
Infelizmente, vivemos num tempo e 
numa sociedade onde a ação de o ser 
humano ser cobrado e punido pela res­
ponsabilidade dos seus atos è sistemati­
camente rechaçada. A individualização da 
culpa é por vezes desconstruída. como 
se a pessoa não tivesse responsabilidade 
pelos seus próprios atos. Entretanto, 
as Sagradas Escrituras afirmam que o 
Deus Altissimo responsabilizará cada 
ser humano conforme as suas ações 
(Rm 2.12-16). E segundo o padrão de 
justiça e santidade de Deus é que o ser 
humano será julgado (Mt 25.46).
4. QUAL A SU A D ECISÃ O ?
É impossível ficarmos indiferentes 
diante da Palavra de Deus. De 
acordo com Romanos 11.22, 
devemos considerar tanto 
a bondade quanto a 
severidade de Deus. A 
Para os impios, os 
que vivem nas trevas 
e amam a vida de 
impiedade: seve­
ridade; para quem 
anda no caminho do 
Senhor, buscando uma 
vida santa, justa e fiel a 
Deus: benignidade.
0 ímpio não será aniquilado, 
mas condenado a passar a 
eternidade conscientemente 
longe de Deus e sem sua 
presença sublime e graciosa.
Quem nasce de novo odeia o pe­
cado, deseja ficar longe de tudo o que 
afronta a glória e a santidade do Senhor. 
Quem foi regenerado por Cristo Jesus, 
mediante a cruz do Calvário, não tem 
problema algum em ouvir a dura verda­
de do destino do impio. Pois o nascido 
de novo já provou da dor do pecado 
quando em sua conversão achou-se 
indigno, miserável pecador e se não 
fosse a graça e a misericórdia do Deus 
Altíssimo mereceria ser condenado 
pelos seus pecados. Mas quem ainda 
não nasceu de novo. não suporta ouvir 
tal realidade bíblica. Há incômodo e 
incredulidade!
Portanto, faça um exame honesto 
e verdadeiro diante de Deus e 
de sua consciência. Deseje 
sinceramente amar a Deus 
sobre todas as coisas, 
de todo o seu coração, 
de toda a sua força e 
de todo o seu pen- 
"J sarnento, pois assim, 
* você poderá amar os 
outros na mesma in­
tensidade. Então, você 
compreenderá um pou­
co a dimensão do amor 
de Deus pelos pecadores. •
R
AÇÃO TOPICO 3
Geena é um Lugar terrível, mas que não foi preparado para os homens. Por isso. 
aproveite esse momento para debater com a classe sobre esse terrível lugar e 
quem são seus verdadeiros destinatários.
AÇÃO TÓPICO u
Nesta altura da aula, mostre que Deus é amor e todas as suas ações amorosas visam 
salvar 0 ser humano do dia em que Ele derramar seu juízo sobre a terra. Retome a 
tese de que os juízos de Deus não anulam seu amor. nem seu amor anula seus juízos.
SUBSÍDIO 1 SUBSÍDIO 2
"A Biblia descreve o destino final 
dos impios como algo terrivel e que 
vai além de toda a imaginação. São 
as ‘trevas exteriores’, onde haverá 
choro e ranger de dentes por causa da 
frustração e do remorso ocasionados 
pela ira de Deus (Mt 22.13; 25.30). É 
uma 'fornalha de fogo' (Mt 13.42,50). 
onde o fogo pela sua natureza é 
inextinguível. Causa perda eterna, 
ou destruição perpétua (2 Tm 1.9). e 
‘a fumaça do seu tormento sobe para 
todo o sempre' (Ap 14.11; cf. 20.10). 
Jesus usou a palavra Geena como 
termo aplicável a isso. Depois do 
juízo final, a morte e o Hades serão 
lançados no lago de fogo (Ap 20.14). 
pois este. que fica fora dos novos céus 
e da nova terra (cf. Ap 22.15). será o 
único lugar onde a morte existirá. E 
então que a vitória de Cristo sobre a 
morte, como o salário do pecado, será 
final e plenamente consumada (1 Co
15.26). Mas nos novos céus e terra não 
haverá mais morte (Ap 21.4)' (HORTON, 
Stanley. Teologia Sistemática: Uma 
Perspectiva Pentecostat Rio de Janeiro: 
CPAD. 1996. pp.642.43)-
"Os profetas do Antigo Testamento 
esperavam que o Dia do Senhor não 
representasse somente a libertação 
paraos justos, mas também ojulga- 
mento final dos impios (Ml 4.1.2). No 
emprego de seu amor pela triade (1 Ts
2.10). Paulo descreve detalhadamente 
as circunstâncias dessa revelação 
com im agens que retratam uma 
autoridade absoluta:
1) No topo de sua lista declara que 
Jesus aparecerá 'desde o céu'. Virá do 
trono da autoridade definitiva e majes­
tosa. da própria esfera da habitação 
de Deus (At 7.56; Hb 1.3,4; 8.1; 12.2; Ap 
3.21). Jesus retornará para finalmente 
estabelecer a sujeição de 'todas as 
coisas' que Deus lhe concedeu (Hb 
2.7.8). Em sua encarnação. Cristo se 
apresentou como um cordeiro a ser 
sacrificado, sem oferecer qualquer 
resistência; um. dia, Ele retornará como
o Leão da tribo de Judá. e ninguém 
poderá resistir à sua autoridade.
2) O próximo aspecto da reve­
lação é que será 'com labareda de 
fogo'. O fogo pode ser símbolo do 
Espirito Santo (1 Ts 5.19). de Deus (Dt 
4 24). e mais especificamente do juizo 
do Senhor (Is 66.15,16; Jr 21.12; 2 Pe 
3.10,12), e da punição dos ímpios (Mt 
719:25.41: Ap 20.15). I...I
3) A imagem do esplendor e da 
onipotência do advento de Cristo, 
retratada por Paulo, traz consigo um 
terceiro detalhe: Jesus virá acompanha­
do 'com anjos do seu poder’ (íTs 3.13). 
I...r (ARRINGTON. F.L.;STRONSTAD, R. 
(eds). Comentário Bíblico Pentecostal 
Novo Testamento. Rio Janeiro: CPAD.
2003. p.1415 )
CARO PROFESSOR, nesta
semana abordaremos sobre o destino 
dos ímpios. Este é um tema chocante 
para os alunos, principalmente quando 
eles começam a questionar sobre o 
destino de seus familiares que ainda não 
aceitaram a Cristo como seu Salvador. 
É necessário, professor, que haja certa 
sensibilidade e preparo espiritual para 
responder com delicadeza, sabedoria 
e verdade essa questão. Sabemos que 
não é uma tarefa fácil. Mas Deus capa­
citou você para estar à frente de uma 
classe de jovens em formação a fim de 
capacitá-los para a vida. Busque a Deus 
e o Espírito Santo lhe ajudará!
PARA CONCLUIR
Como vimos, a Bíblia descreve o des­
tino final dos ímpios de forma con­
tundente; algo que vai muito além 
de nossa imaginação. As “trevas 
exteriores” e o “ranger de dentes” 
figuram algo estarrecedor. Após o 
juízo final, a morte e o Hades serão 
lançados no Lago de Fogo, isto é, a 
Geena{Ap 19.20 ; 20 .10,14,15). Ali, 
habitará o tormento para sempre. 
Tal realidade deve estimulara 
Igreja de Cristo para a prática da 
evangelização, pois enquanto a 
Igreja arrebatar do fogo eterno 
milhares de almas, o número de 
quem sofrerá aquele grande e 
terrível dia será menor. Portanto, 
preguemos o Evangelho!
1.
2 .
3-
k-
5-
Onde serão lançados os ímpios, 
segundo Mateus 25.41?
No fogo eterno
Ser justo ou ímpio é uma escolha 
ou um destino?
Uma escolha.
Ao preparar um destino duro aos 
ímpios, Deus revela que aspecto 
de seu caráter?
A justiça.
0 que é Geena simbolicamente?
0 inferno.
Por que a d o utrina do castigo 
eterno não é incom patível com 
a bondade de Deus?
Porque, embora Deus seja benevo­
lente, m isericordioso e amoroso, 
as Escrituras mostram que Ele é 
santo e justo.
* • • 
• •
SEG
TER
QUA
QUI
SEX
SAB
' * -
p - â ^ T 
■■■ - ]
Mt 10.28
0 julgamento dos pecadores
Jo 318
Quem crê em Jesus não é 
condenado
Ap 20.5
Esta é a primeira ressurreição
Ap 20.6
Sobre estes a morte não tem poder
1 Co 15.21
A ressurreição dos mortos veio por 
um homem
1 Co 15.22
Em Cristo todos serão vivificados
'T> - '
o
H OBJETIVOS
Explicar 0 ensino bíblico sobre 
a ressurreição do corpo;
Mostrar a natureza e a ocas^ao
i '< da ressurreição;
• Apontar a relação entre a
ressurreição e o julgamento
final.
A Ressurreição 
dos Mortos
"E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram 
os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as 
suas obras." (Ap 20.13)
SINTETIZANDO
O pastor Lawrence Olson
em seu livro 0 Plano
Divino através dos Secu
los, editado pela CPAD
mostra que a morte não
capaz de colocar um fim
à existência humana. A
doutrina da ressurreição
é uma verdade bíblica. A 
seu tempo, tanto salvos 
quanto ímpios 
citarão e prestarão 
contas de suas vidas a 
Deus. Felizes daqueles 
que ressuscitarem para a 
vida e salvação, visto que 
os ímpios ressuscitarão 
para a perdição eterna.
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ÚsL
A ressurreição é uma dou­
trina fundamental da Es- 
catologia Bíblica, pois é a 
esperança do crente fiel. As 
Sagradas Escrituras estão 
permeadas de ensino a esse 
respeito, desde o Antigo 
Testamento, passando pela 
vida de Cristo e também nos 
textos do Novo Testamento. 
Na presente lição, nos de­
dicaremos a compreender 
sua importância, natureza e 
realidade bíblica.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Apocalipse 20.11-15
11 E vi um grande trono branco e o que estava 
assentado sobre ele. de cuja presença fugiu a 
terra e o céu. e não se achou lugar para eles.
12 E vi os mortos, grandes e pequenos, que 
estavam diante do trono, e abriram-se os 
livros. E abriu-se outro livro, que é o da vida. 
E os mortos foram julgados pelas coisas 
que estavam escritas nos livros, segundo 
as suas obras.
13 E deu o mar os mortos que nele havia; e a 
morte e o inferno deram os mortos que neles 
havia; e foram julgados cada um segundo 
as suas obras.
14 E a morte e o inferno foram lançados no 
lago de fogo. Esta é a segunda morte.
15 E aquele que não foi achado escrito no livro 
da vida foi lançado no lago de fogo.
A AULA VAI COMEÇAR!
A Ressurreição é um tema amplo e está presente nas Escrituras. Explorar o assunto 
ao ponto de abordar todos os momentos e contexto em que a ressurreição aparece 
nas Escrituras é uma tarefa impossível neste espaço. Entretanto, podemos pesquisar, 
ao menos, alguns exemplos para enriquecer o nosso encontro dominical. Por isso, 
professor, sugerimos que você divida a classe em grupos de duas ou três pessoas. 
Oriente que pesquisem sobre o termo ressurreição, tanto no Antigo quanto em o 
Novo Testamento. 0 prezado professor pode auxiliar a classe escolhendo e sugerindo 
antecipadamente alguns textos bíblicos. A ideia dessa atividade é introduzir os jovens 
à doutrina bíblica da ressurreição do corpo.
O teólogo Lawrence Olson. em sua 
obra clássica O Plano Divino através 
dos Séculos, nos explica claramente a 
respeito da Ressurreição nas Escrituras: 
'As Escrituras ensinam três tipos de res­
surreição: i) Nacional, como é o caso de 
Israel, que em nossos dias está ressus­
citando. em cumprimento à profecia de 
Ezequiel 37 e Oseias 6.1-4: 2) Espiritual, 
que é o caso da pessoa que experimenta 
o novo nascimento, passando da morte 
espiritual para a vida eterna em Cristo (Ef 
2.1-6; 5.14; Rm 6.11; e Jo 5.24); e 3) Fisica 
ou Material. Esta refere-se ao corpo 
que foi sepultado. O espirito do ho­
mem não morre, mas volta para 
Deus que o deu. Quando a ^ 
pessoa morre, ocorre 
a separação entre o
corpo e o espirito. ( 
Jesus e os apóstolos £ 
Paulo, João e Pedro *
Essa explicação revela-nos que o 
tema da ressurreição é bem abrangente. 
Entretanto, o que nos interessa a respeito 
da doutrina da ressurreição é em relação 
ao corpo, isto é. ressurreição física ou 
material.
1.0 ENSINO BÍBLICO SOBRE A 
RESSURREIÇÃO
No Antigo Testamento a doutrina 
da ressurreição individual aparece 
pela primeira vez após o cativeiro 
de Israel. É verdade que na Bíblia não 
encontramos declarações claras a res­
peito da ressurreição dos mortos antes 
do tempo dos profetas, embora
> Jesus afirmasse que já es­
tava implícita em textos 
como Mateus 22.29-32 
(cf. Êx 3.6). Também o
Em o Novo Testamento, 
o ensino da doutrina da
ensinaram que na 
ressurreição unir- ^ 
-se-iam novamente 
o corpo e o espirito 
(Jo 5 28; Lc 20.35-37: At 
24.15; I Co 15:22)'.
ressurreição dos mortos é mais 
claro. 0 clímax é a ressurreição 
de Jesus Cristo após ser 
crucificado.
*
*
escritor aos Hebreus 
dá a entender que 
até mesmo os pa­
triarcas anelavam 
pela ressurreição dos 
mortos (Hb 11.10.13-16). 
Na verdade a doutri­
na da ressurreição já estava
AÇÃO TO PI CO 1
Há um hino antigo que diz: "Eis morto oSalvador/ Na sepultura, Mas com 
poder real Ressuscitou/ Da sepultura saiu!/ Com triunfo e glória ressurgiu!/ 
Ressurgiu, vencendo a morte/ E seu poder!/ Pode agora a todos vida conceder!/ 
Ressurgiu! Ressurgiu! Aleluia! Ressurgiu!" Leve seus alunos a meditarem nessa 
certeza da ressurreição.
AÇÃO TÓPICO 2
Neste tópico, afirmamos que a ressurreição dos mortos é literal e corpórea. 
Interrogue os alunos acerca dessa afirmação. Entretanto, à luz de 1 Coríntios 
15, esclareça 0 assunto, tire dúvidas e fundamente esse tópico.
w
implicita entre os israelitas 
antes mesmo do cati­
veiro. Ela aparece em 
passagens que falam 
sobre a libertação 
do Sheol. isto é. um 
lugar denominado 
Morada dos Mortos
(Sl 49.15; 73 24.25; Pv 
23.14). Vemos esta dou­
trina claramente em Jó 
19.25-27. corroborada por 
Isaías 26.19 e por Daniel 12.2.
Em o Novo Testamento, o ensino da 
doutrina da ressurreição dos mortos é 
mais claro. O climax é a ressurreição de 
Jesus Cristo após ser crucificado. Em seu 
ministério, nosso Senhor ensinou sobre a 
ressurreição dos mortos em relação aos 
saduceus, que não criam na ressurreição 
(Mt 22.23-33; cf. Éx 3.6); sendo tal ensino 
abundante no Evangelho de João (5.25- 
29; 6.39.44.54:11.24.25:143).
Após o ensino de Jesus sobre a ressur­
reição dos mortos, temos uma passagem 
bíblica clássica sobre a doutrina que 
encontramos em 1 Coríntios 15. Contudo,
A doutrina do
há outras passagens impor­
tantes sobre o tema (1 
Ts 4.13-16:2 Co 5.1-10).
julgamento final traz 
dignidade às nossas ações. 
Esse julgamento significa, 
que no fim, a justiça divina irá 
prevalecer para a glória de 
Deus Pai.
Na obra E n c i­
c lo p é d ia Po p ular 
de Profecia Biblica. 
editada pela CPAD. o 
teólogo Tim Lahaye, 
traz uma bela des­
crição desse ensino 
glorioso: “Que bendita 
proclamação! Pelo fato de 
Jesus ter ressuscitado, os cren­
tes também ressuscitarão, e o céu será 
o resultado final! Mais de dez vezes, os 
escritores do Novo Testamento rela­
cionam a ressurreição de Jesus com a 
ressurreição dos crentes. Por exemplo, 
o mesmo Deus que ressuscitou a Jesus 
também ressuscitará os crentes dentre 
os mortos (1 Co 6,14; 2 Co 414:1 Ts 414) 
O corpo ressurreto de Jesus é o padrão 
para a futura ressurreição dos mortos (1 
Co 15.44-57). Nós receberemos corpos 
gloriosos como o de Jesus (Fp 3.21; 1 Jo
3.2). Como Ele, nunca morreremos (1 Co
15.42-44.53-57)”
§ # • • • # • • • r » • • • • • • •
2. A N A TU R EZA E O CASIÃO DA
RESSURREIÇÃO
A Palavra de Deus nos diz que a res­
surreição dos mortos é literal e corpórea. 
A pergunta do apóstolo Paulo “Como 
ressuscitam os mortos?" (1 Co 15.35). re­
fere-se à natureza da ressurreição. Assim 
o apóstolo responde: “[...) Semeia-se o 
corpo em corrupção, ressuscitará em 
incorrupção' (v.42). Ou seja. o corpo fisico 
será ressuscitado e transformado. Ora. foi 
assim que Jesus Cristo ressuscitou literal 
e corporeamente. Do mesmo modo será 
a nossa ressurreição, pois Cristo é “as 
primicias dos que dormem" (1 Co 15.20).
Mas quando se dará a ressurreição? 
Uma pergunta inevitável. A ressurreição 
dos crentes se dará na ocasião do Arre­
batamento da Igreja. A ressurreição dos 
ímpios ocorrerá depois do Milênio. O que 
significa que haverá duas ressurreições, 
sendo que a última ocorrerá no último dia 
(Jo 6.40:1 Ts 416.17; 1 Co 15.52). Portanto, 
a ressurreição do Senhor Jesus é o início 
de todas as outras ressurreições e marca 
o início do mundo vindouro (Lc 20.35).
3. O JU LGAM ENTO FINAL
Deus realizará os seus julgamentos 
e não haverá escapatória. Aludindo a 
seriedade desses julgamentos, o teólogo 
Stanley Horton diz que “os cristãos de­
vem levar estes julgamentos a sério: 'Se
o justo apenas se salva, onde aparecerá 
o ímpio e o pecador?' (1 Pe 418)".
O texto de Hebreus 10.26-31 remon­
ta a deliberalidade do pecado como 
fator decisivo para a condenação final. 
Principalmente para aqueles que um 
dia chegaram a conhecer a verdade e 
deliberadamente pecaram contra o Se­
nhor. não restando mais sacrifício pelos 
pecados dele. Neste sentido, ojulgamento 
e a condenação de Deus virão em forma 
de juizos. pois. diz a Palavra que "a mim 
pertence a vingança; eu retribuirei. E outra 
vez: O Senhorjulgará o seu povo. Horrível 
coisa é cair nas mãos do Deus vivo" (v.30).
A doutrina do julgamento final traz dig­
nidade às nossas ações. Esse julgamento 
significa, que no fim. a justiça divina irá pre­
valecer para a glória de Deus Pai. Por isso. 
vale a pena estarmos firmes com Deus. A 
cada dia, mantenhamos comunhão com 
Ele e com sua Igreja. Embora haja lutas e 
tribulações, vale a pena todo esforço para 
estarmos no centro da vontade de Deus 
por intermédio do Espirito Santo.
Um dia Ele se revelará definitiva e 
plenamente; e mostrará a diferença que 
existe entre o justo e o ímpio, entre quem 
serve a Deus e quem não serve. Portanto, 
não se deixe abater, não deixe enfraque­
cer sua mão. não deixe enfraquecer seus 
pés. não deixe cansar seus joelhos e não 
emudeça sua voz. Clame a Deus! •
r I ,71
AÇÃO TÓPICO 3
Caro professor, de acordo com a Bíblia há mais de um evento de ressurreição. 
Você estudou sobre isso? Sabe os momentos escatológicos em que haverá 
as ressurreições? Sabe quando 0 justo ressuscitará e 0 ímpio também? Por 
isso, a importância de se preparar a aula desta semana. Ao longo desta lição, 
você pode traçar uma tinha cronológica das ressurreições num quadro para 
apresentar à classe.
SUBSÍDIO 1 SUBSÍDIO 2
Deu o mar os mortos que 
nele havia’. Estes mortos saídos do 
mar, são aqueles que foram tragados 
na hecatombe provocada quando ‘(...I 
desceu fogo do céu’, (v. 10); Eles não 
passaram pela ação ’intermediária’ 
do Hades, visto que concomitante- 
mente foi estabelecido o juízo final. 
João observa que não foi necessário 
no julgamento um anjo assistente 
'abrir' os livros. Eles se abriram mo­
vidos por uma força sobrenatural 
emanada do supremo Juiz: obser­
ve-se a frase: '[...] e abriram -se os 
livros LI" (v.12). Podemos observar a 
exposição excepcional do versículo 
15 desta secção, ela demonstra um 
julgamento individual, confirmando 
o versículo 13:'!...] e foram julgados 
Ceada um') segundo as suas obras'. 
'Deus julgará cada um segundo as 
suas obras'. Deus julgará cada um 
segundo as suas obras, porque no 
inferno há também grau elevado de 
sofrimento (Ez 32.21-23: Hb 10.29); 
após uma acurada investigação do 
Justo Juiz, nas obras, feitos, motivos, 
memória e consciência, confrontan­
do tudo com o que está escrito em 
cada livro (Jo 12.48). Ali agora só há 
uma sentença: ‘Apartai-vos de mim!'. 
Alguém se estrem ecerá, mas ali 
não haverá margem para erro, para 
indecisão, equivoco ou modificação" 
(SILVA, Severino Pedro da. Apocalip­
se Versículo por Versículo. Rio de 
Janeiro: CPAD, 1992, p.238).
"Cada um de per si, dará conta 
de seus mortos. A Morte retinha o 
corpo e o Inferno ou Hades (o inferno 
transitório) retinha as almas; porém 
Jesus já os venceu e tem em seu 
poder as chaves (Ap 1.18). A Morte e 
o Inferno foram lançados no lago de 
fogo (1 Co 15.26). 'Onde está ó morte, 
o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, 
a tua vitória? Ora, o aguilhão da morte 
é o pecado, e a força do pecado é a 
lei' (1 Co 15.55,56). Ambos só tiveram 
existência devido ao pecado (Rm 
512; 6.23). 'Os ímpios serão lançados 
no inferno, e todas as gentes que 
esquecem de Deus' (Sl 9.17) É tão 
eterno o sofrimento dos perdidos 
como é eterna a existência de Deus" 
(COHEN, Armando Chaves. Estudos 
sobre o Apocalipse: Um comentário 
versículo por versículo. Rio de Janeiro. 
CPAD. 2001. pp.294.95).
CARO PROFESSOR, a Harpa 
Cristã possui diversos hinos lindos 
que falam de ressurreição e este é 
o nosso tema desta semana. Você 
conhece esses hinos? Seus alunos os 
conhecem? Que tal se você, professor, 
fizer uma pesquisa nos hinos da Harpa 
Cristã a respeito da ressurreição e, 
juntamente com seus alunos, esco­
lher um para cantar ao final da aula. 
Cante com eles, estimule-os a louvar 
ao Senhor.
PARA CONCLUIRA ressurreição de Jesus Cristo é o 
fundamento da esperança cristã e 
a garantia da ressurreição daqueles 
que nEle confiam. 0 apóstolo Paulo 
disse que se esperarmos em Cristo 
só para essa vida. somos os mais 
miseráveis dos seres humanos (1 
Co 15 .19). Por isso, um dia, esta­
remos para sempre com o Senhor. 0 
novo corpo será celestial. Seremos 
semelhantes aos anjos. Estaremos 
livres de toda a corrupção e de todo 
o mal para todo o sempre. Será glo­
rioso! 0 dia em que a morte não terá 
vez. a tristeza não encontrará lugar 
e a paz permanecerá para sempre.
HORA DA REVISÃO
Segundo o teólogo Lawrence Olson, 
quais os três tipos de ressurreição 
que as Escrituras ensinam ?
Nacional, E sp ir itu a l e F ís ica ou 
Material.
Cite alguns ve rs ícu lo s bíb licos 
que mostrem de modo implícito a 
doutrina da ressurreição no Antigo 
Testamento.
Jó 19.25-27; Isaías 26.19; Daniel 12.2 
Cite alguns versículos bíblicos que 
mostrem a doutrina da ressurrei­
ção no Novo Testamento.
Mateus 22.23- 33: João 5 25-29.
Em que momento os justos serão 
ressuscitados?
A ressurreição dos justos se dará por 
ocasião do Arrebatamento da Igreja. | | 
O que a doutrina da ressurreição 
representa para você?
Resposta pessoal.
Jo 14.3; 1 Co 13.12; 1 Jo 32; Ap 22.it 
Jerusalém Celestial: lugar de 
comunhão com Deus
Ap 14 13
Jerusalém Celestial: lugar de 
descanso
1 Co 13.12
Jerusalém Celestial: lugar de pleno 
conhecimento
Ap 21.4
Jerusalém Celestial: lugar de gozo
Ap 512:
Jerusalém Celestial: lugar de 
adoração perene
• • • • •
Ap 19.1-8 • • • • «
Jerusalém Celestial: lugar de 
reconhecer a glória de Deus
OBJETIVOS
Ensinar sobre a esperança dos
Novos Céus e Nova Terra;
Apontar o caráter renovador
dos céus;
Conscientizar sobre como sera
' a vida na Cidade Eterna.
{
Novos Céus e 
Nova Terra
18 de Dezembro de 2016 LIÇÃO
n
“E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e 
a primeira terra passaram, e o mar já não existe." (Ap 21.1)
SINTETIZANDO
Após o Juízo Final, haverá 
um novo céu e uma nova 
terra. Uma nova ordem 
de coisas se formará e 
não haverá mais dor nem 
lágrimas, pois o próprio 
Deus dará um basta para 
sempre em todo o nosso 
sofrimento. A morte, o 
Diabo e, por consequência, 
todo o sofrimento serão 
lançados no Lago de Fogo.
Então, a paz e a alegria 
perene durarão por toda a 
eternidade. Como capital 
do Reino de Deus, a Nova 
Jerusalém descerá do 
céu e será estabelecida 
num reino perfeito, onde o 
pecado não existirá mais.
Esse é o futuro dos salvos! L a
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Nosso estudo refere-se à 
uma época posterior ao Mi­
lênio e ao Juízo Final. Depois 
que a terra for dissolvida no 
final do Milênio, o Senhor 
criará novo céu e nova terra (Is 
65.17; 66.22:2 Pe 313; Ap 21.1). 
Através de um ato definido de 
criação, nosso Deus estabe­
lecerá um mundo perfeito. 
Assim como Deus criou os 
céus e a terra atuais para ser 
o cenário de demonstração 
do seu governo divino, Ele 
criará o novo céu e a nova 
terra para ser o cenário do 
reino sempiterno em seu 
Filho Jesus.
Apocalipse 21.1-8
E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já 
o primeiro céu e a primeira terra passaram, 
e o mar já não existe,
E eu, João. vi a Santa Cidade, a nova Jerusa­
lém. que de Deus descia do céu, adereçada 
como uma esposa ataviada para o seu 
marido.
E ouvi uma grande voz do céu. que dizia: Eis 
aqui o tabernáculo de Deus com os homens, 
pois com eles habitará, e eles serão o seu 
povo. e o mesmo Deus estará com eles e 
será o seu Deus.
E Deus limpará de seus olhos toda lágrima, 
e não haverá mais morte, nem pranto, nem 
clamor, nem dor, porque já as primeiras 
coisas são passadas.
E o que estava assentado sobre o trono 
disse: Eis que faço novas todas as coisas. 
E disse-me: Escreve, porque estas palavras 
são verdadeiras e fiéis.
E disse-me mais: Está cumprido; Eu sou o 
Alfa e o Ômega. o Principio e o Fim. A quem 
quer que tiver sede. de graça lhe darei da 
fonte da água da vida.
Quem vencer herdará todas as coisas, e eu 
serei seu Deus, e ele será meu filho.
Mas. quanto aos timidos, e aos incrédulos, 
e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos 
fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras 
e a todos os mentirosos, a sua parte será no 
lago que arde com fogo e enxofre, o que é 
a segunda morte.
A AULA VAI COMEÇAR!
Os hinos da Harpa Cristã são verdadeiras expressões de inspiraçao do Espirito Santo 
sobre seus compositores. Nestes hinos, podemos encontrar riquezas espirituais 
indescritíveis e retratos bíblicos sublimes.
Caro Professor, cante e leia para seus alunos as estrofes do hino de número 26 da 
Harpa Cristã. Procure refletir com eles sobre cada estrofe que descreve a esperança 
da eterna cidade. Convide-os a imaginar a beleza da Jerusalém Celestial, a capital 
dos Novos Céus e Nova Terra. Depois dessa atividade, ministre a presente liçao 
para a classe, de modo que a conduza por desejar participar do momento sublime 
da eternidade. Conscientize seus alunos acerca da divina esperança!
{1. A PRO FECIA
Isaias foi o primeiro profeta a pro­
fetizar sobre a criação de novos 
céus e nova terra. Ele diz “porque 
eis que eu crio céus novos e nova 
terra; e não haverá lembrança das coisas 
passadas, nem mais se recordarão" (Is 
65.17). Um tempo novo, sem tormento 
nem sofrimento.
O apóstolo João também viu esse 
novo tempo, mais propriamente a Nova 
Jerusalém que descerá dos novos céus 
(Ap 21.10). De modo que a Nova 
Jerusalém descerá à terra 
mas não sobre o mun­
do que conhecemos
hoje, pois "o primei- , 
ro céu e a primeira k 
terra passaram, e o £ 
mar já não existe" 
(v.i). Ou seja, a c i- K 
dade santa de Deus 
será esta b e le cid a 
num mundo comple­
tamente novo.
2. RENOVAÇÃO DIVINA DOS CÉUS 
Quando parecer que o mundo chegou 
ao fim, Deus fará tudo de novo. Haverá 
uma maravilhosa transformação e um 
processo purificador sem igual em todo 
o cosmo, como afirma o apóstolo Pedro; 
“Mas os céus e a terra que agora existem 
pela mesma palavra se reservam como 
tesouro e se guardam para o fogo. até o 
Dia do Juizo e da perdição dos homens 
impios. 1...1 Mas o Dia do Senhor virá 
como o ladrão de noite, no qual os céus 
passarão com grande estrondo, 
e os elementos, ardendo, 
se desfarão, e a terra e 
as obras que nela há 
se queimarão" (2 Pe
3.7,10). Assim, sem a 
^ presença de Satanás 
e seus demônios, li- 
■* vre de todo 0 pecado
1 e de toda a maldade.
os céus e a terra serão 
plenamente restaurados 
> ' ao seu estado original.
rra. e osáÊÊKmk. -
virá como o ladrão 
de noite, no qual os céus 
passarão com grande estrondo, 
e os elementos, ardendo, se 
desfarão, e a terra e as obras 
que nela há se queimarão 
(2 Pe 3 .10 )
3. O TAM ANHO DA CIDADE
O tamanho da cidade está descrito 
em Apocalipse 21.16: “E a cidade estava 
situada em quadrado; e o seu compri­
mento era tanto como a sua largura. E 
mediu a cidade com a cana até doze mil 
estádios; e o seu comprimento, largura 
e altura eram iguais". Isso significa 2.220 
quilômetros em cada um de seus três 
lados (o estádio grego mede 
cerca de 185 metros).
A medida correspon­
de à quase metade do 
continente norte-a­
mericano. Alguns 
p ensam em um 
cubo perfeito, ou­
tros especulam que 
seja em forma de uma 
pirâmide com degraus, 
outros ainda supõem que
a cidade será um cubo dentro de uma 
esfera de cristal Tudo isso nos indica que 
a Nova Jerusalém é algo novíssimo para 
aqueles que têm um "novo nome" e cantam 
um “novo cântico" num "novo céu" e numa 
"nova terra". O termo “novo" que aparece 
em Apocalipse, do grego hainós. traz a 
ideia de uma condição totalmente nova.
4. A VIDA NA CIDADE ETERNA 
As Escrituras Sagradas 
não apresentam deta­
lhes da vida no Reino 
eterno de Deus. Atu­
almente. é como se 
vivêssem os com 
um véu por sobre o 
nosso rosto, pois só 
compreendemos em 
parte, e não em sua 
plenitude (1 Co 13.12).
Assim, sem a presença 
de Satanás e seus 
demônios, livre de todo o 
pecado e de toda a maldade, os 
céus e a terra serão plenamente 
restauradosao seu estado
AÇÃO TÓPICO 3
Aqui. dê ênfase ao caráter renovador que a Nova Jerusalém trará ao mundo. Novo 
cântico, novo nome. novos céus. nova terra; isto é, uma condição totalmente nova 
para o mundo.
AÇÃO TÓPICO U
Reforce com os alunos que enquanto estivermos em carne, não compreende­
remos a totalidade do que nos aguarda no céu. O apóstolo Paulo ofereceu um 
vislumbre do futuro para nos dar esperança de que um dia seremos completos 
quando virmos a Deus face a face. Essa verdade deve fortalecer a nossa fé. 
Não temos todas as respostas agora, mas um dia as teremos. Um dia veremos 
Cristo pessoalmente e seremos capazes de enxergá-lo tal como Ele é. 
Encerre a aula de hoje entoando um maravilho cântico com a classe denomi­
nado "A Cidade Santa".
Entretanto, e de acordo com 
o teólogo J. Dwignt Pen- 
tecost, podemos inferir 
algumas característi­
cas do Reino eterno 
de Deus:
- uma vida de co­
munhão com Ele 
(i Co 13.12);
- uma vida de des­
canso (Ap 1413):
- uma vida de total en­
tendimento (1 Co 13.12);
- uma vida de santidade (Ap 21.27);
- alegria (Ap 214): e de serviço (Ap 22.3);
- abundância (Ap 21.6);
- uma vida de glória (2 Co 417: Cl 3.4);
- uma vida de adoração (Ap 19.1; 79-12).
Sobretudo teremos uma 
vida de glória, de ado­
ração plena e de co­
munhão intima com 
D e us. Um a v id a 
proporcionada por 
um Rei Justo, o Rei 
dos reis e Senhor 
dos senhores, nosso 
Senhor Jesus Cristo. 
Que governará a todos 
com equidade e com amor 
eterno.
Nenhum reino ou lugar humano 
se pode comparar àquilo que lá encon­
traremos. Mas este lugar está preparado 
para, e apenas para, os que perseverarem 
até o fim sempre. •
Nenhum reino ou lugar 
humano se pode comparar 
àquilo que lá encontraremos. 
Mas este lugar está preparado 
para, e apenas para, os que 
perseverarem até o fim
CARO PROFESSOR, estamos chegando ao final deste trimestre. É 
possível que em sua classe haja alunos que ainda não se renderam a Cristo. Por 
isso, sugerimos que tire um período específico de oração nesta semana com 0 
propósito de Deus salvar aqueles que ainda não receberam Jesus como suficiente 
Salvador. Ganhar os alunos para Cristo, principalmente nesta faixa etária, deve 
ser o seu maior desafio.
‘I. Um novo céu, e uma nova 
terra’. No principio, portanto. Deus 
criou os céus e a terra, no texto ori­
ginal hebraico a palavra para céus é 
Cshamayiml A terminação 'im' indica 
o plural. Isso pretende mostrar que há 
mais do que somente um céu.
1. Na Biblia distingue-se pelo me­
nos três céus; o céu inferior (auronos), 
o céu intermediário (mesoranios) e o 
superior (eporanios).
(a) Céu inferior. Por céu inferior 
entendemos o céu atmosférico. Isto 
é o Calto’): onde sobrevoam as aves e 
os aviões, passam as nuvens, desce 
a chuva, se processam os trovões e 
relâmpagos. Deus o chamou d e '[...] a 
face da expansão dos céus' (Gn 1.20) 
e Jesus, de '(...] extremidade inferior 
do céu' (Lc 17-24).
(b) Céu intermediário. Por céu in­
termediário entendemos céu estelar 
ou planetário, chamado também o 
céu astronómico. A Biblia o chama 
de a ('altura'):
(c) Céu superior. Esse é chamado 
de as ('alturas') (Sl 93.4; At 1.9; Hb 
1.3). É declarado em 2 Co 12.2, como 
sendo J...1 o terceiro céu', o 'Paraiso': 
podemos chamá-lo de o espiritual', 
e de ‘céu dos céus' por estar acima 
de todos (Ne 9.6; Jo 3.13). É o lugar 
onde habita Deus (Sl 123.1). Cristo (Mc
16.19), o Espirito Santo em seu retorno 
(Ap 14.13). os anjos (Mt 22.30: Jd v.6): 
será também a morada dos salvos 
em Cristo (Jo 14 3)” (SILVA. Severino 
Pedro da. Apocalipse Versículo por 
Versículo. Rio de Janeiro: CPAD, 1992. 
P-241).
"Depois do juízo do Grande Trono 
Branco e da destruição ou renovação 
do antigo céu e a terra, o Senhor outra 
vez irá 'plantar os céus, e para fundar 
a terra, e te cubro com a sombra da 
minha mão' (Is 51.16; 65.17: Ap 21.1-8) 
Nessa ocasião descerá dos céus, a 
'Noiva', a esposa de Cristo, como a 
NOVA JERUSALÉM, sendo o próprio 
Jesus Cristo o eterno templo de Deus 
(Ef 2.19-22). Quem preparou esta 
cidade foi Jesus (Jo 14.2; Ap 21.16). A 
cidade será quadrangular, sendo suas 
dimensões cerca de 2500 quilóme­
tros de comprimento, e dimensões 
idênticas de largura e de altura I...I 
Nessa cidade 'não' haverá mais noite, 
e não necessitarão de lâmpada nem 
de luz do sol. porque o Senhor Deus 
a alumiará, e reinarão para todo o 
sempre'(Ap 22.5). Que lar glorioso 
para residência dos fiéis do Senhor! 
(Olson. N. Lawrence. O Plano Divino 
através dos Séculos. Rio de Janeiro: 
CPAD. 2015. p.179).
• 
•
PARA CONCLUIR
A Babilônia era a capital da besta. 
A Nova Jerusalém é a residência do 
Deus eterno. A principal carac­
terística da Nova Jerusalém é o 
resplendor da presença de Deus. 
Quanto a nós, na realidade sempre 
seremos discípulos e estaremos 
aprendendo mais a respeito do 
Deus infinito. Aquilo que hoje não 
compreendemos será devidamente 
esclarecido. Nós veremos como o 
Senhor tem trabalhado em todas 
as coisas “para o bem daqueles 
que amam a Deus, daqueles que 
são chamados por seu decreto” 
(Rm Ô.2Ô). Com alegria eterna 
serviremos e adoraremos a Deus 
e ao Cordeiro (Ap 22 .3 ,4 ). Aleluia! 
Maranata!
HORA DA REVISÃO
Quais foram os dois autores bíblicos 
que falaram m u ito sobre a criação 
de novos céus e nova terra?
Profeta Isaías e apóstolo João.
Qual será a Capital dos Novos Céus 
e Nova Terra?
A nova Jerusalém.
Como serão os Céus e a Terra?
Serão plenam ente restaurados 
transformados ao seu estado ori­
ginal.
Qual o formato da cidade celestial?
Segundo alguns teólogos terá o 
formato de um cubo.
Como será a vida na cidade eterna?
Uma vida de paz e de felicidade.
25 de Dezembro de 2016
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« QUA
QUI
SEX
SÁB
Ap 22.3
Não haverá mais maldição 
Ap 22.5
Reinaremos com o Senhor 
Ap 22.6,7
Guardemos esta Palavra 
Ap 22.8
O profeta viu e ouviu 
Ap 22.11
É hora de nos decidirmos 
Ef 3.8
As riquezas de Cristo são 
insondáveis
OBJETIVOS
Explicar a relação entre Igreja«
História;
_ Mostrar a esperança da Igreja,
► Conscientizar sobre a grande 
expectativa cristã.
{
Uma Mensagem de 
Esperança
"Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no 
sangue do Cordeiro, para que tenham direito á árvore da vida 
e possam entrar na cidade petas portas." (Ap 22.14)
SINTETIZANDO
O desejo de Deus é que "
todos os seres humanos {
sejam salvos. 0 Pai ofe- 
receu o seu filho para nos 
salvar, a fim de vivermos ( 
para sempre com Ele. Sob 
as bases do seu amor, pois 
Deus nos ama maravilho­
samente, nós somos con­
vidados a fortalecermo- 
-nos no Senhor e na força 
C r do seu poder. Por isso não 
podemos desanimar nem 
retroceder na caminhada 
para o Céu. Vale a pena en­
frentar todos os desafios 
e perigos para entrarmos 
na Jerusalém Celestial, 
para estarmos entre aque­
les que serão chamados 
a possuir a herança da 
eterna salvação.
•J
l e it u r a b íb l ic a e m c l a s s e
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Apocalipse 22.6-14
E d isse-m e: Estas palavras são fiéis e 
verdadeiras. O Senhor, o Deus dos santos 
profetas, enviou o seu anjo. para mostrar 
aos seus servos as coisas que em breve 
hão de acontecer.
Eis que presto venho. Bem-aventurado 
aquele que guarda as palavras da profecia 
deste livro.
E eu. João, sou aquele que vi e ouvi estas 
coisas. E. havendo-as ouvido e visto, pros­
trei-me aos pés do anjo que mas mostrava 
para o adorar.
E disse-m e: Olha, não faças tal. porque 
eu sou conservo teu e de teus irmãos, os 
profetas, e dos que guardam as palavras 
deste livro. Adora a Deus.
E disse-me: Não seles as palavras da profecia 
deste livro, porque próximo está o tempo. 
Quem é injusto faça injustiça ainda: e quem 
está sujo suje-se ainda: e quem é justo faça 
justiça ainda; e quem é santo seja santificado 
ainda.
E eis que cedo venho, e o meu galardão 
está comigo para dar a cada um segundo 
a sua obra.
Eu sou o Alfa e o Òmega, o Principio e o 
Fim, o Primeiro e o Derradeiro. 
Bem-aventurados aqueles que lavam as 
suas vestidurasno sangue do Cordeiro, 
para que tenham direito à árvore da vida e 
possam entrar na cidade pelas portas.
Com tudo o que vimos ao 
longo desse trimestre, deve­
mos tomar cuidado para não 
fazer do estudo da Escatolo- 
gia um filme de terror. Para o 
crente, a Escatologia trata de 
uma grande mensagem de 
esperança. Os eventos das 
últimas coisas demonstram 
que os planos de Deus se­
rão cumpridos cabalmente. 
A vontade de Deus é boa. 
perfeita e agradável. Por in­
termédio da Palavra de Deus 
e do Espirito Santo, seremos 
sempre renovados e teremos 
esperança.
A AULA VAI COMEÇAR!
Caro professor, neste trimestre estudamos um assunto dos mais importantes da 
Bíblia Sagrada: Escatologia. Enfim, chegamos ao final de mais um trimestre e desejo, 
que juntamente com você, a classe tenha sido edificada com a Palavra de Deus. Neste 
trimestre, aprendemos muita coisa, reavivamos nossas esperanças e fortalecemos a 
nossa fé. Na última lição deste trimestre, sugerimos que você convide alguns alunos a 
falarem sobre o que mais os marcou ao longo das aulas. E se eles se sentiram abençoados 
durante as aulas na classe. Ouça-os atentamente e, depois, ore com eles pedindo ao 
Senhor sabedoria e firmeza para eles honrar a Deus em quaisquer circunstâncias da 
vida, esperando Jesus Cristo voltar a qualquer momento.
Professor, tenha certeza de que a sua vida e suas ministrações, de algum modo, marcaram 
a vida de seus alunos. Eles levarão estas lições para a vida inteira. Deus abençoe!
l . A IGREJA E A HISTÓRIA
Diante de tantas portas que se 
fecham, quando uma porta se 
abre podemos perceber a ma­
n ifestação da graça divina. A 
Escatologia Bíblica é uma porta aberta 
por Deus. Ela representa uma saída 
deste mundo tão repleto de maldade 
e de injustiça, por causa do pecado, 
e uma entrada para o reino eterno de 
nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. O 
próprio livro do Apocalipse nos estimula 
a fazer do dia do Senhor o dia da sua 
vitória. Enquanto João celebrava o dia 
do Senhor na Ilha de Patmos, aparece 
a figura central do Cordeiro imolado, 
diante de quem todo o universo se 
prostra para render-lhe adoração e 
tributo. Depois Ele revela a João “o 
que deve acontecer depois dessas 
coisas". À Igreja coube a importante 
responsabilidade de anunciar os pro­
pósitos do Senhor ao longo da história 
da humanidade depois de Cristo. Por 
isso, não podemos nos furtar ao dever 
de anunciar o Evangelho de salvação
e proclamar a verdadeira esperança 
que o Evangelho nos dá para vivermos 
eternamente com o nosso Salvador.
A história da humanidade está sob 
o conselho de Deus. Ele interage com 
a história e com os seres humanos que 
constituem essa história, e deseja que 
eles reconheçam livremente que Ele 
é o Senhor da história e o condutor da 
vida. O livro do Apocalipse reafirma 
essa mensagem evangélica antiga, 
mas poderosa e gloriosa: Deus. por 
intermédio de seu Filho Jesus Cristo, 
dirige a história humana.
2 . A GRANDE CIDADE CAIU
Na atual dispensação. em grau maior 
ou menor, todas as nações já beberam 
do "vinho da prostituição de Babilónia" 
(Ap 18.3). Essa civilização contrária aos 
propósitos de Deus corrompe toda a terra 
e seduz homens e mulheres para segui­
rem a Besta e abandonarem o Cordeiro 
de Deus. Mas a sentença de Deus sobre 
a cidade é definitiva e retribui à Babilônia 
o dobro do mal que ela cometeu (Ap
18.6). Terminará o esbanjamento! Aqueles 
que dominam a economia, os bens e as 
almas das pessoas lamentarão a queda 
e destruição dessa cidade. Deus fará 
justiça e condenará para sempre esse 
sistema perverso representado pela 
grande prostituta. Esse “espírito" está 
presente no mundo hoje e em todas as 
formas de governo do ponto de vista 
político e até mesmo religioso. Deus 
quebrará esse sistema no meio!
Que belíssima esperança!
3. PRO CLAM AR ESP ER A N Ç A
Ao lermos a respeito dos eventos 
escatológicos e. principalmente, do 
Apocalipse, somos convidados a não 
somente assistir aos desdobramentos 
históricos da sua narrativa, mas antes, 
adorar e amar ainda mais o Senhor. 
O Senhor colocou nas mãos da Igre­
ja uma proposta para a humanidade, 
que consiste em proclamar a vitória do 
Cordeiro, que é celebrada e anunciada 
no dia do Senhor. A experiência desse 
glorioso dia leva a Igreja a testificar ao 
mundo que o Senhor entrou na história
e modificou o calendário humano, pois 
o ser humano não rege a história, mas 
Deus é quem detém toda a prerrogativa 
sobre ela. Desde a chegada de Jesus, 
o Verbo Encarnado, os dias já não são 
mais iguais, e na ocasião da sua Segunda 
Vinda, o tempo histórico será plenamente 
redimido. O tempo não será o nosso, 
mas o de Deus.
4. A GRANDE EXPECTATIVA CRISTÃ
Novos céus e nova terra! Essa é a 
nossa grande expectativa, o anelo mais 
profundo do povo de Deus. o clamor dos 
fragilizados e de quem sofre injustiça. É 
a esperança que nos sustenta, apesar 
de todas as circunstâncias contrárias. No 
mundo teremos aflições e sofrimentos, 
mas a expectativa de novos céus e de 
nova terra enche a nossa vida de uma 
gloriosa esperança. Estamos convictos 
de que algo totalmente novo irromperá 
no final da história e que levará ao sur­
gimento de uma nova realidade pela 
intervenção divina.
O Senhor trará, não mais um projeto 
da humanidade, marcado pelo orgulho
AÇÃO T0 PIC0 3
Aqui, enfatize 0 tema da esperança. Num mundo onde 0 mal predomina, é fácil 
ficar pessimista e não acreditar mais naquele que não vemos. Mas remonte 
aos seus alunos 0 tema da Ressurreição de Cristo e a promessa de sua vinda 
como sustentáculos da esperança que nunca acaba.
de construir um mundo sem Ele, mas a 
“Nova Jerusalém", ou seja, um projeto 
elaborado e levado a cabo pelas mãos 
do próprio Deus.
Diante de tudo que aprendemos 
ao longo desse trimestre, precisamos 
lembrar que somos peregrinos neste 
mundo. Por vezes, a viagem parece can­
sativa, sentimos o abatimento no 
calor do dia. desanimamos 
na caminhada. Mas não 
perca de vista que che­
gará o momento de 
voltar os olhos para 
onde estamos ca­
minhando: a Nova 
Jerusalém, a cidade 
da glória de Deus, 
da paz completa, da « 
plena alegria, da justiça 
absoluta, o lugar em que 
não ficaremos temerosos 
de nada. onde não haverá mais 
choro nem lágrima. É para esse lugar 
que estamos indo!
Certamente há algum as dúvidas 
sobre o assunto da Escatologia. Entre­
0 Senhor trará, 
não mais um projeto da 
humanidade, marcado pelo 
orgulho de construir um mundo 
sem Ele, mas a ‘Nova Jerusalém' 
ou seja. um projeto elaborado e 
levado a cabo pelas mãos do 
próprio Deus.
tanto, há uma reflexão de um saudoso 
apologeta cristão, Dave Hunt, que nos 
ajudará a perceber os limites do nosso 
conhecimento: “Teriamos de ser como 
Deus para que tudo fosse provado e 
racionalizado para nós. Obviamente, 
não somos como Ele: somos finitos, e 
Deus é infinito. Simplesmente não temos 
a capacidade de compreender 
tudo sobre Deus e seu uni­
verso. Portanto, precisamos 
confiar nEle quando 
nos fala sobre coisas 
que não podemos 
com preender de 
forma plena".
O apóstolo Paulo 
nos lembra que ago­
ra conhecemos em 
parte, mas haverá um 
dia que conheceremos 
plenamente o nosso Senhor 
e seu plano (1 Co 13.12). Por isso, o 
futuro está nas mãos do Senhor Jesus, o 
Alfa e o Õmega. Portanto, aprendamos 
a orar: “Maranata, vem, Senhor Jesus”. 
Tenhamos esperança! •
AÇÃO TÓPICO 4
Pelo mundo brilha a luz/. Desde que morreu Jesus/ Pendurado lá na cruz do 
CaLvário!/ Os pecados carregou/ E de culpa nos livrou/ Com 0 sangue que 
manou/ no Calvário!/ Pelo sangue, pelo sangue/ Somos redimidos, sim/ Pelo 
sangue carmesim/ Pelo sangue, pelo sangue/ Pelo sangue de Jesus/ no Calvá­
rio! Este é o hino 192 da Harpa Cristã. Para encerrar a aula, entoe esse louvor 
com toda a classe.
SUBSÍDIO 1 SUBSÍDIO 2
"Após a destruição total do mal, 
Cristo dominará com poder e en­
tregará o reino ao Pai, (1 Co 15.23). A 
morte será para sempre destruída e 
lançada no lago de fogo, para onde 
também irão todos os poderes infer­
nais. (Ap20.14). juntamente com todos 
os incrédulos, os que não quiseram 
Deus desde a fundação do mundo 
até aqueles dias. (Ap 20.11-13). Não 
devemos confundir o julgam ento 
das nações com o julgamento final. 
Ojulgamento das nações julga pes­
soas vivas, na Jerusalém terrestre, 
que receberão suas recompensas 
segundo as determinações do Juiz, 
mas que continuarão vivendo, uns 
debaixo da bênção, (Mt 25.34). vida 
eterna e salvação em s.uas asas. (Ml
4.2), enquanto que os ímpios, ainda os 
de muitos anos. serão amaldiçoados, 
devido à sua incredulidade, (Is 65.20; 
Mt 25.41). Estes certamente são os 
que. mesmo desfrutando de todas as 
bênçãos mileniais e da presença da 
glória de Deus, não creram por causa 
do endurecimento de seus corações. 
No final do Milênio, eles se rebelarão 
contra o Senhor Jesus e contra o Deus 
Todo poderoso, instigados por Satanás.
Que Deus nos dê sua graça, para 
permanecermos firmes e desfrutar­
mos com Cristo de todas as bênçãos 
celestiais! (Ef 1.3). Amém" (OLIVEIRA, 
João de. O Milênio. Rio de Janeiro: 
CPAD, p.31).
“[...] A graça de nosso Senhor.
O Antigo Testamento termina sua 
História com a palavra 'maldição' (Ml
4.6); o Novo porém, com a “Graça do 
Senhor Jesus Cristo". O Apocalipse 
termina já dentro dos limites da Eter­
nidade. O tempo corresponde ao que 
muda. ao que comporta a sucessão 
e o vir-a-ser. - A eternidade é uma 
duração, quer dizer, uma permanência 
de ser. sem nenhuma sucessão e. 
dai. sem começo nem fim. Pode-se 
dizer, em outras palavras, que é um 
eterno presente, uma perfeita e total 
do ser. A Biblia começa sua história 
falando em Deus (Gn 1.1) e termina 
falando no homem: mas do homem 
santo (v.21). Ao terminar sua missão 
histórica, a Escritura encerra com “...a 
Graça". Não poderia ser usada aqui 
melhor forma do que esta: 'a Graça'. 
Eis uma gloriosa expressão: A graça 
do Senhor Jesus Cristo, e o amor de 
Deus, e a comunhão do Espirito Santo 
seja com vós todos. Amém. Aqui ter­
mino! Toda a minha gratidão a Deus! 
Amém’ (SILVA. Severino Pedro da. 
Apocalipse Versículo por Versículo. 
Rio de Janeiro: CPAD. 1992, p.246).
CARO PROFESSOR, ‘Nossa
esperança é sua vinda/ o Rei dos Reis 
vem nos buscar/ Nós aguardamos/ Jesus 
ainda/ té a luz da manhã raiar". Estudar 
Escatologia é estudar sobre a esperança. 
Escatologia é, sobretudo, a disciplina 
da esperança do salvo. Como crentes 
em Cristo, vivemos de esperança em 
esperança aguardando a redenção que 
virá com o Senhor Jesus. Professor, seus 
alunos olham sempre para você como 
uma referência, por isso. estimule-os a 
viverem com esperança a cada dia da vida.
PARA CONCLUIR
Longe estivemos de esgotar 
o assunto e mais longe ainda 
de acreditar que o que aqui 
se expôs consegue retratar a 
beleza de tudo que a Palavra 
de Deus aborda sobre o futuro.
Ao menos, esperamos que este 
trabalho desperte alguns para 
o aprofundamento do assunto, 
enriqueça a biblioteca daqueles 
que já estudam, e acima de tudo, 
nos desperte para a realidade da 
plenitude do Reino de Deus. Daí a 
necessidade de estarmos devida­
mente preparados. Maranata, ora 
vem Senhor Jesus!
1. Na relação da Igreja e a história, 
como a Escatologia é apresentada 
nesta lição?
Como uma porta aberta por Deus.
2. A história da humanidade está sob 
o conselho de quem?
Deus.
3- Segundo a lição, 0 que representa 
0 poder dos representantes da 
Babilônia?
Domínio econômico e das almas 
das pessoas.
4. A que somos convidados a fazer 
ao estudarmos 0 Apocalipse?
A adorar e am ar ainda m ais ao 
Senhor.
5. Qual é a sua m aior esperança
Resposta pessoal.
Anotações
O QUE É CRÍTICA
TEXTUAL?
Já passaram quase dois mil anos desde que o último livro da Bíblia 
foi escrito, e ela continua sendo uma fonte inesgotável de estudos; 
tanto acerca de seus ensinamentos como de sua própria história.
Os antigos m anuscritos do Antigo Testamento, por exemplo, 
constituem o m ateria l de traba lho básico usado para chegar ao 
texto orig inal da Bíblia com o m aior grau de exatidão possível. Esse 
processo é cham ado crítica textual, às vezes designado "baixa 
crítica" para d iferenciar de "alta crítica", que é a análise da datação, 
unidade, autoria e contexto histórico dos escritos bíblicos.
Porém, o ceticismo de alguns estudiosos levaram a conclusões 
controversas acerca da autoria e época em que foram escritos 
certos livros da Bíblia. Vários eruditos rejeitavam a historicidade das 
narrativas patriarcais, negavam que os escritos existissem nos dias de 
Moisés e atribuíam os Evangelhos e as epístolas a escritores do séc. II.
Essas posições da a lta critica tem caído em descrédito, 
principalm ente como resultado de achados arqueológicos. A 
descoberta de cópias bíblicas entre os m anuscritos do Mar M orto 
tem causado o m aior im pacto no estudo do texto do Antigo 
Testamento no século XX, pois deram acesso aos estudiosos a 
grande quantidade de m anuscritos que são mil anos mais antigos 
que qua lquer outro disponível antes.
Graças a essas e outras descobertas, no período compreendido 
entre 1970 e 1996, tem havido intensa atividade acadêmica em 
estudos bíblicos, incluindo a publicação de novos textos hebraicos, a 
conclusão gradual de novas edições criticas das antigas versões e o 
desenvolvimento de im portantes e renovadas teorias sobre a história 
do texto do Antigo Testamento e dos objetivos de sua crítica textual.
E a fonte continua a jorrar.
CPAD

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