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HEMODIÁLISE VS. DIÁLISE PERITONEAL: UMA ANÁLISE
COMPARATIVA
Nome Completo: Eliana Zuleima Cortez Sánchez
Matrícula:01614595
Curso: BIOMEDICINA
A hemodiálise e a diálise peritoneal são modalidades terapêuticas cruciais para
pacientes com insuficiência renal, desempenhando um papel vital na manutenção
da saúde renal. Na hemodiálise, o sangue é filtrado externamente, enquanto na
diálise peritoneal, a membrana peritoneal serve como meio para a filtração. Essas
modalidades divergem em suas etapas de realização.
Na hemodiálise, o sangue é retirado do paciente por um acesso vascular, passa por
um filtro conhecido como dialisador, onde ocorre a remoção de substâncias
indesejadas, e, em seguida, retorna ao corpo do paciente. Já na diálise peritoneal,
um cateter é inserido na cavidade abdominal, onde um líquido de diálise é
introduzido e, após um período, é drenado, eliminando produtos residuais.
Os processos biofísicos nas duas modalidades visam remover toxinas e excesso de
fluidos. Na hemodiálise, a difusão e a ultrafiltração são os principais mecanismos. A
difusão permite a passagem de substâncias de maior concentração no sangue para
o dialisador, enquanto a ultrafiltração remove o excesso de água. Na diálise
peritoneal, a osmose é a força motriz, utilizando a membrana peritoneal para
transferir substâncias através do gradiente de concentração.
A qualidade da água é crucial para ambas as modalidades, sendo na hemodiálise
um ponto crítico devido à exposição direta do sangue ao líquido de diálise.
Contaminantes podem comprometer a segurança do paciente. Na diálise peritoneal,
embora a água não entre em contato direto com o sangue, sua pureza ainda é
essencial para evitar complicações.
Em conclusão, ambas as modalidades têm suas vantagens e considerações
específicas. Compreender as etapas, os processos biofísicos e a importância da
qualidade da água destaca-se como fundamental para otimizar essas terapias,
garantindo segurança e eficácia no tratamento de pacientes com insuficiência renal.
Referencias
NBR 6023. CALADO, M. M. Vivências da Pessoa após Rejeição de Transplante
Renal. 2016. Tese de Doutorado. Dissertação de Mestrado. Escola Superior de
Enfermagem.
G1. (2016, fevereiro 18). Tragédia da hemodiálise que deixou quase 60 mortos
completa 20 anos. G1 Globo.
https://g1.globo.com/pe/caruaru-regiao/noticia/2016/02/tragedia-da-hemodialise-que-d
eixou-quase-60-mortos-completa-20-anos.html
APA. Silva, F. S. (2009). A importância hematofágica e parasitológica da saliva dos
insetos hematófagos. Revista Trópica–Ciências Agrárias e Biológicas, 3(3), 4.

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