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Língua 
ingLesa
ManuaL do Professor
KaPa
4
enem
e
Vestibulares
850458418_KAPA4_MP_0CAPAe4CAPA_INGLES.indd 2 09/01/2018 12:29
MANUAL DO PROFESSOR
KAPA 4
Língua Inglesa
Maurício PIERUCCI
850458416_KAPA4_MP_001a002_INGLES.indd 1 1/12/18 12:39
Direção editorial: Lidiane Vivaldini Olo
Coordenação pedagógica: Fábio Aviles Gouveia
Supervisão da disciplina: Patrícia Helena Costa Senne dos Santos
Gerência editorial: Bárbara M. de Souza Alves
Coordenação editorial: Adriana Gabriel Cerello
Edição: Cristiane Schlecht (coord.), Camila De Pieri Fernandes
Coordenação de produção: Fabiana Manna da Silva (coord.), 
Daniela Carvalho, Karina Andrade
Gerência de produção editorial: Ricardo de Gan Braga
Revisão: Hélia de Jesus Gonsaga (ger.), Danielle Modesto 
Edilson Moura, Letícia Pieroni, Marília Lima, Marina Saraiva, 
Tayra Alfonso, Vanessa Lucena
Edição de arte: Daniel Hisashi Aoki, Flávio Gomes Duarte
Diagramação: Antonio Cesar Decarli, Claudio Alves dos Santos, 
Fernando Afonso do Carmo, Guilherme P. S. Filho, 
Kleber de Messas, Lívia Vitta Ribeiro, Lourenzo Acunzo, 
Luiza Massucato, Marisa Inoue Fugyama
Iconografia: Sílvio Kligin (superv.), Denise Durand Kremer (coord.), 
Claudia Bertolazzi, Claudia Cristina Balista, Ellen Colombo Finta, 
Fernanda Regina Sales Gomes, Jad Silva, Marcella Doratioto, Roberta 
Freire Lacerda Santos, Sara Plaça, Tamires Reis Castillo (pesquisa)
Tratamento de imagem: Cesar Wolf e Fernanda Crevin
Licenças e autorizações: Patrícia Eiras
Ilustrações: Julio Dian, MRS Consultoria Editorial
Cartografia: Eric Fuzii, Marcelo Seiji Hirata, Márcio Souza
Capa: Daniel Hisashi Aoki
Foto de capa: Vishnevskiy Vasily/Shutterstock
Projeto gráfico de miolo: Daniel Hisashi Aoki
Editoração eletrônica: MRS Consultoria Editorial 
Todos os direitos reservados por SOMOS Sistemas de Ensino S.A.
Rua Gibraltar, 368 – Santo Amaro
CEP: 04755-070 – São Paulo – SP
(0xx11) 3273-6000
© SOMOS Sistemas de Ensino S.A.
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) 
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Pierucci, Mauricio
Pré-vestibular : caderno 4 a 8 : Kapa : língua inglesa (manual do 
professor) / Mauricio Pierucci. -- 1. ed. -- São Paulo : SOMOS Sistemas 
de Ensino, 2016.
1. Inglês (Vestibular) I. Título.
16-01488 CDD-378.1662
Índices para catálogo sistemático:
 1. Inglês para vestibulares 378.1662
 2. Vestibulares : Inglês 378.1662
2018
ISBN 978 85 468 0099-5 (PR)
Código da obra 850458418
1a edição
1a impressão
Impressão e acabamento
Uma publicação
850458416_KAPA4_MP_001a002_INGLES.indd 2 1/12/18 12:39
MANUAL DO PROFESSOR
KAPA 4
Língua Inglesa
Maurício PIERUCCI
850458416_KAPA4_MP_001a002_INGLES.indd 1 1/12/18 12:39
Direção editorial: Lidiane Vivaldini Olo
Coordenação pedagógica: Fábio Aviles Gouveia
Supervisão da disciplina: Patrícia Helena Costa Senne dos Santos
Gerência editorial: Bárbara M. de Souza Alves
Coordenação editorial: Adriana Gabriel Cerello
Edição: Cristiane Schlecht (coord.), Camila De Pieri Fernandes
Coordenação de produção: Fabiana Manna da Silva (coord.), 
Daniela Carvalho, Karina Andrade
Gerência de produção editorial: Ricardo de Gan Braga
Revisão: Hélia de Jesus Gonsaga (ger.), Danielle Modesto 
Edilson Moura, Letícia Pieroni, Marília Lima, Marina Saraiva, 
Tayra Alfonso, Vanessa Lucena
Edição de arte: Daniel Hisashi Aoki, Flávio Gomes Duarte
Diagramação: Antonio Cesar Decarli, Claudio Alves dos Santos, 
Fernando Afonso do Carmo, Guilherme P. S. Filho, 
Kleber de Messas, Lívia Vitta Ribeiro, Lourenzo Acunzo, 
Luiza Massucato, Marisa Inoue Fugyama
Iconografia: Sílvio Kligin (superv.), Denise Durand Kremer (coord.), 
Claudia Bertolazzi, Claudia Cristina Balista, Ellen Colombo Finta, 
Fernanda Regina Sales Gomes, Jad Silva, Marcella Doratioto, Roberta 
Freire Lacerda Santos, Sara Plaça, Tamires Reis Castillo (pesquisa)
Tratamento de imagem: Cesar Wolf e Fernanda Crevin
Licenças e autorizações: Patrícia Eiras
Ilustrações: Julio Dian, MRS Consultoria Editorial
Cartografia: Eric Fuzii, Marcelo Seiji Hirata, Márcio Souza
Capa: Daniel Hisashi Aoki
Foto de capa: Vishnevskiy Vasily/Shutterstock
Projeto gráfico de miolo: Daniel Hisashi Aoki
Editoração eletrônica: MRS Consultoria Editorial 
Todos os direitos reservados por SOMOS Sistemas de Ensino S.A.
Rua Gibraltar, 368 – Santo Amaro
CEP: 04755-070 – São Paulo – SP
(0xx11) 3273-6000
© SOMOS Sistemas de Ensino S.A.
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) 
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Pierucci, Mauricio
Pré-vestibular : caderno 4 a 8 : Kapa : língua inglesa (manual do 
professor) / Mauricio Pierucci. -- 1. ed. -- São Paulo : SOMOS Sistemas 
de Ensino, 2016.
1. Inglês (Vestibular) I. Título.
16-01488 CDD-378.1662
Índices para catálogo sistemático:
 1. Inglês para vestibulares 378.1662
 2. Vestibulares : Inglês 378.1662
2018
ISBN 978 85 468 0099-5 (PR)
Código da obra 850458418
1a edição
1a impressão
Impressão e acabamento
Uma publicação
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PLANOS DE AULA
LÍNGUA INGLESA (SETOR 1802)
Aulas 13 e 14
Text Comprehension; Modals . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
Aula 15
Text Comprehension; Some, Any, No, None & Compounds. . . . . 4
Aulas 16 e 17
Text Comprehension . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
4 Língua Inglesa – Manual do Professor KAPA 4
LÍNGUA INGLESA Setor 1802
AULAS 13 e 14 TEXT COMPREHENSION; MODALS
AULA 15
TEXT COMPREHENSION; SOME, ANY, NO, 
NONE & COMPOUNDS
AULAS 16 e 17 TEXT COMPREHENSION
OBJETIVOS
 Praticar leitura e compreensão de texto.
 Reconhecer e utilizar os modals de acordo com seus 
significados. 
ENCAMINHAMENTO
Em um primeiro momento dessas duas aulas, trabalhe 
a compreensão de texto. A questão 2 sobre o texto é uma 
boa oportunidade para introduzir os modals, a partir do uso 
de must com o sentido de obrigação. 
Propomos que os modais can e may sejam trabalhados 
na primeira aula. Para tanto, as questões 1, 3 e 7 são 
sugeridas.
Na segunda aula, após revisão de can e may, inicie 
a explanação de must, have to, needn’t, mustn’t, should 
e ought to. Logo, as demais questões de aula poderão 
ser realizadas.
OBJETIVO
 Entender os usos e os significados dos indefinite 
pronouns em situações de comunicação. 
ENCAMINHAMENTO
O texto utilizado nesta aula, uma letra de música, tem 
duas finalidades: a de familiarizar o aluno com o gênero 
e a de fornecer uma introdução, na terceira questão, do 
tópico gramatical a ser abordado.
Além da discussão dos indefinite pronouns como 
um todo, sugerimos que não se deixe de enfatizar a 
diferença de uso entre no e none, para que os alunos 
possam fazer, posteriormente, as Tarefas Mínima e 
Complementar.
A questão 2, após o tópico gramatical, é apropriada 
para que os alunos apreendam todo o conteúdo discutido. 
A questão 3, sobre a música, demonstra uma ten-
dência em exames vestibulares.
OBJETIVO
 Praticar leitura e compreensão de texto.
ENCAMINHAMENTO
Essas aulas são, basicamente, de compreensão de 
textos. É interessante um debate sobre bullying antes 
de iniciar a leitura do texto. As questões 6, 7 e 10 
servem como recuperação de assuntos gramaticais já 
vistos. Aproveite a questão 9, referencial, para treinar 
seus alunos mais uma vez.
A questão 8 trata do assunto Genitive Case (’s). Esta é 
uma boa oportunidade de lembrar seus alunos do tema. 
Setor 1802
Língua 
IngLeSa
Prof.: 
aula 13 ............... AD ...............TM ............... TC  ................444
aula 14 ............... AD ...............TM ............... TC  ................444
aula 15 ............... AD ...............TM ............... TC  ................448
aula 16 ............... AD ...............TM ............... TC  ................ 450
aula 17 ............... AD ...............TM ............... TC  ................ 450
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444 Língua Inglesa – Setor 1802 KAPA 4
auLaS 13 e 14 TeXT COMPReHenSIOn; MODaLS
eXeRCISe 1
1 (UPF-RS) 
Disponível em: <http://b-townblog.com/2011/10/10/king-county-kicks-off-plastic-bag-recycling-campaign-with-bus-full-of-bags>. Acesso em: 1o out. 2014.
O anúncio publicitário é um gênero textual que tem função sociocomunicativa entre as pessoas. Sua prin-
cipal finalidade é persuadir o receptor à aceitação daquilo que é anunciado. É possível afirmar que a peça 
publicitária acima:
a) divulga uma campanha para comprar sacos e reciclá-los.
b) propaga uma campanha para recolher sacos em uma loja, além de informar como reutilizá-los.
c) anuncia uma campanha para recolher sacos plásticos para reciclá-los. 
d) inicia uma campanha para comprar sacos plásticos a fim de transformá-los em outro tipo de saco.
e) apregoa uma campanha para recolher sacos a fim de transformá-los em garrafas de plástico.
2 (UPF-RS) In the sentence “All bags must be dry and clean with no food residue”, the expression must indicates 
that the individual who participates in the campaign:
a) has the possibility to deliver wet and dirty bags.
b) does not have the obligation to wet and clean bags to be delivered.
c) has the permission to deliver dirty bags.
d) does not have the permission to deliver dry and clean bags.
e) has the obligation to deliver dry and clean bags.
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KAPA 4 Língua Inglesa – Setor 1802 445
gRaMMaR
 Modals
Os modals, também conhecidos como anomalous verbs, são verbos que possuem características próprias:
 só ocorrem na presença de outro verbo, alterando-lhe o sentido;
 não são seguidos da partícula to no infinitivo, com exceção de ought;
 não sofrem acréscimo de s nas terceiras pessoas do singular no Simple Present;
 não utilizam verbo auxiliar para formar frases interrogativas; em vez disso, ocorre a inversão do próprio 
modal com o sujeito;
 não utilizam verbo auxiliar para formar frases negativas; apenas acrescenta-se not.
Os modals, seus significados, respectivos usos (sentidos) e os verbos ou expressões a eles correspondentes 
no passado e no futuro são:
Verbo Significado Sentido Passado Futuro
Can 
(be able to)
poder
1. capacidade, habilidade
2. permissão (informal)
could
(was/were able to)
will be able to
May poder
1. permissão
2. probabilidade
might
may have + past participle
may
Must dever
1. obrigação, necessidade
2. dedução
had to
must have + past participle
will have to 
must
Should dever conselho, lembrança de um dever should have + past participle
Ought to dever conselho, lembrança de um dever ought to have + past participle
Notas
1. Might pode ser utilizado em duas situações:
• como passado de may (permissão);
• com o sentido de uma probabilidade menor:
 Susan believes Mike might come tonight, even though the airport is still closed.
2. Mustn’t (must not) tem o sentido de proibição.
Needn’t (need not) tem o sentido de não necessidade.
 DON’T (DOESN’T) HAVE TO 
 The policeman says you mustn’t enter that road.
 She needn’t (doesn’t have to) worry about the situation. We take care of everything for her.
eXeRCISe 2
1 Marque as proposições que podem completar a 
oração abaixo e some o valor total.
Jeff climb mountains when he was 
younger. 
 (01) was able to
 (02) can
 (04) were able to
 (08) might had
 (16) used to
 (32) could
 (64) have to
2 Assinale a alternativa correta para completar a fra-
se a seguir.
We couldn’t find Peter at his home. He 
to the theater. 
a) may have gone
b) may go
c) might went
d) can go
e) must has gone 
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446 Língua Inglesa – Setor 1802 KAPA 4
3 (PUCC-SP) Assinale a letra correspondente à alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase 
apresentada.
Janet: Look, our boat is sinking!
Peter: Oh, dear! you swim?
Janet: Yes, but we won’t , there’s a life boat on board. 
a) May – need
b) Can – have to
c) Can – has to
d) Might – can
e) Can – may 
4 (ESPM-SP) The question refers to the following comic strip:
In the last strip, the modal verb couldn’t could be replaced, without changing its meaning, by: 
a) mustn’t 
b) wasn’t supposed to 
c) shouldn’t 
d) might not 
e) am not able to
5 (Mack-SP) 
Grammar Express, 2002.
Don’t have to and must not indicate: 
a) absence and lack of obligation. 
b) required permission and necessity. 
c) lack of necessity and prohibition. 
d) no choice and permission. 
e) requirements and power. 
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KAPA 4 Língua Inglesa – Setor 1802 447
6 (PUC-RJ)
Published on May 20th, 2003.
In “You should start each day with a song [...] in your soul”, should expresses an idea of: 
a) certainty. 
b) obligation. 
c) impossibility. 
d) probability. 
e) advice.
7 In the sentence “You think you can wake up [...] with a smile on your face…”, the verb can expresses:
a) ability.
b) permission.
c) possibility. 
d) permission. 
e) advice. 
8 I made a lot of noise when I came home. You must have heard me.
Na frase acima, must have heard indica:
a) obrigação no passado.
b) capacidade no passado.
c) dedução no passado.
d) proibição no passado.
e) possibilidade no passado.
9 (Mack-SP) Indicate the alternative that best completes the following sentence.
Look how wet the ground is. It last night. 
a) might be sunny 
b) must have rained 
c) should have been warm 
d) may be snowing 
e) ought to dry
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Tarefa Desafio
Tarefa Complementar
Tarefa Mínima
ORIenTaçãO De eSTuDO
auLa 13
 Faça as questões 1 a 5 do capítulo 5 do Caderno de Exercícios.
auLa 14
 leia a seção Grammar da aula
Faça as questões 13 a 15 do capítulo 5 do Caderno de Exercícios.
 Faça as questões 20 e 21 do capítulo 5 do Caderno de Exercícios.
auLa 13
 Faça as questões 6 a 12 do capítulo 5 do Caderno de Exercícios.
auLa 14
 Faça as questões 16 a 19 do capítulo 5 do Caderno de Exercícios.
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448 Língua Inglesa – Setor 1802 KAPA 4
auLa 15
TeXT COMPReHenSIOn; SOMe, anY, nO, 
nOne & COMPOunDS
3 (UFPB) The word none (verse 4) refers back to:
a) twenty years.
b) son.
c) money.
d) freedom. 
e) everything.
gRaMMaR
Some, any, no, none & compounds
Some – algum(a), 
alguns, algumas
Somebody = someone
Something
Somewhere
Empregados nas orações 
afirmativas. 
São utilizados também 
em orações 
interrogativas para 
oferecimento ou convite.
Any – algum(a), alguns, 
algumas; nenhum(a)
Anybody = anyone
Anything
Anywhere
Empregados em orações 
interrogativas e 
negativas.
Em orações afirmativas, 
são traduzidos como 
“qualquer”.
No – nenhum(a)
Nobody = no one
Nothing
Nowhere
None
Empregados em orações 
com ideia negativa.
No deve ser usado 
seguido de substantivo.
None nunca é seguido 
de substantivo.
Atenção!
None of – nenhum dos, nenhuma das, nenhum de.
None of the girls wanted to date Paul.
H-5
eXeRCISe 1
TexTo para as quesTões 1 a 3
Looking for Freedom
By David Hasselhoff
One morning in June some twenty years ago
I was born a rich man’s son
I had everything that money could buy
But freedom – I had none
I’ve been lookin’ for freedom
I’ve been lookin’ so long
I’ve been lookin’ for freedom
Still the search goes on
I’ve been lookin’ for freedom
Since I left my home town
I’ve been lookin’ for freedom
Still it can’t be found
I headed downthe track, my baggage on my back
I left the city far behind
Walkin’ down the road, with my heavy load
Tryin’ to find some peace of mind
Father said you’ll be sorry, son,
If you leave your home this way
And when you realize the freedom money buys
You’ll come running home some day
I paid a lotta dues, had plenty to lose
Travelling across the land
Worked on a farm, got some muscle in my arm
But still I’m not a self-made man
I’ll be on the run for many years to come
I’ll be searching door to door
But, given some time, some day I’m gonna find
The freedom I’ve been searchin’ for
Available at: <www.lyrics007.com/David%20Hasselhoff%20Lyrics/
Looking%20For%20Freedom%20Lyrics.html>. Accessed on: Jul. 13th 2011.
1 (UFPB) Considering the lyrics of the song, it is 
correct to say that it is a text about:
a) a careless father.
b) an aggressive boy.
c) a free young runner.
d) the glamour of money.
e) the search for freedom.
2 (UFPB) According to the text, it is correct to affirm 
that the young man:
a) has already gotten freedom.
b) has not found freedom yet.
c) has never desired freedom.
d) has not left home for freedom.
e) has given up searching for freedom.
H-8
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KAPA 4 Língua Inglesa – Setor 1802 449
eXeRCISe 2
1 (FEI-SP) Complete o diálogo:
— Would you like apples?
— No, thank you. I don’t want apple.
— And you?
— Yes, I’d like . 
a) some – any – any 
b) an – any – no 
c) any – no – some 
d) some – any – some 
e) an – some – any
2 (Ufes) Complete the following sentences with one 
of the words in the box. Do not repeat any word.
any – anyone – anything – no – no one 
– none – some – someone
1. He pointed out some similar examples in 
linguistic practice in ancient Egypt.
2. Researchers tried to carry out an investigation 
of the effects of texting on younger children, 
but found no one willing to cooperate.
3. Shakespeare could have used any . 
deviation from the norm in his text and he would 
still be acclaimed as a genius. 
4. no modern scientist would dare to 
deny that the changes described in Darwin’s 
evolutionary theory happened gradually. 
5. The carelessness of academic jargon is 
clear evidence that in the realm of language 
 anything  might be acceptable.
3 (PUC-RJ) Mark the sentence which must be 
completed with anywhere. 
a) The manager had to go off else for 
an appointment. 
b) The dangerous dog was approaching but there 
was to hide. 
c) Britney says she didn’t go yesterday. 
d) This is part of the original castle built 
around 1700. 
e) Have you seen my glasses? I’ve looked 
 for them. 
4 Everybody complains about my neighbor’s dogs, 
but, actually, they have never hurt .
Choose the alternative that best completes the 
blank in the sentence above.
a) somebody
b) nobody
c) some
d) anybody
e) nothing
H-5
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5 (PUC-PR) Fill in the missing words:
 I. I did the homework without help.
 II. Please, go to the greengrocer’s and get 
 potatoes.
 III. Tomorrow there will be rain.
 IV. Would you like more sauce?
 V. I want a glass of lemonade with sugar.
a) I – any; II – some; III – some; IV – some; V – some
b) I – some; II – any; III – any; IV – some; V – any
c) I – any; II – some; III – some; IV – any; V – some
d) I – some; II – any; III – any; IV – any; V – any
e) I – any; II – some; III – some; IV – some; V – any
6 (UFSC) Choose the negative form of the sentence: 
There is something in the wallet. 
 (01) There isn’t something in the wallet. 
 (02) There isn’t anything in the wallet. 
 (04) There is anything in the wallet. 
 (08) There is nothing in the wallet. 
 (16) There isn’t nothing in the wallet.
7 (ITA-SP – Adapted)
HARDLY TOOK LOUIS FRANK SERIOUSLY 
when he first proposed, more than 10 years ago, 
that Earth was being bombarded by cosmic snow-
balls at the rate of as many as 30 a minute […]. 
A lacuna encontrada na primeira linha do texto 
deve ser preenchida por: 
a) somebody 
b) anybody 
c) someone 
d) everybody 
e) nobody 
YOuR nOTeS
Tarefa Desafio
Tarefa Complementar
Tarefa Mínima
ORIenTaçãO De eSTuDO
 leia a seção Grammar da aula
 Faça as questões 1 a 4 do capítulo 6 do 
Caderno de Exercícios.
 Faça as questões 10 e 11 do capítulo 6 do 
Caderno de Exercícios.
 Faça as questões 5 a 9 do capítulo 6 do 
Caderno de Exercícios.
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auLaS 16 e 17 TeXT COMPReHenSIOn
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eXeRCISeS
(epcar-MG) TexTo para as quesTões 1 a 13.
Cyberbullying on the Rise
Bullying among children and teenagers is not 
something new but it is getting more and more common 
by modern methods of communication.
Cyberbullying happens when a child or an adolescent 
is put in danger by another child or teenager through photos 
or text messages sent to cell phones or posted on social 
networks. Sometimes cyberbullies1 send emails with sexual 
comments or take passwords of other teenagers and log on 
to websites with false identities. Children also play internet 
games and make fun of each other in many ways.
A study by a Canadian University shows that half of 
the young people interviewed said that they suffer bullying. 
One of the reasons is the large use of cell phones over the 
past ten years. Today’s children are connected to each other 
electronically. They call friends every time they want or 
communicate with them on Facebook. 
Cyberbullying is getting extremely popular because 
teens can stay anonymous. Many adolescents act this way 
because they feel frustrated or angry and want to punish 
somebody for something that happened to them. At other 
times they do it just for fun or because they have nothing 
else to do. Parents usually don’t know their child is a 
cyberbully. They perceive2 it just when the victim or the 
victim’s parents contact them. This kind of bullying is not 
as inoffensive as many people think. In some cases it can 
lead3 to suicide. Many countries have organized campaigns 
to inform adults and children of its dangers.
There are a few ways to prevent4 cyberbullying. First, 
it is important to show children that they have to respect 
others and are responsible for what they do. For victims it 
is important not to play the bully’s game or answer their 
emails and text messages. It is also important to get help 
from parents and teachers.
Often schools are involved. They bring together the 
parents of victims and cyberbullies and talk with them. 
Cyberbullying does not always end at school. Often, 
parents go to the police and accuse the bullies.
Available at: <www.english-online.at/society/cyberbullying 
/cyberbullying-on-the-rise.htm>. Adapted.
glossary
1. cyberbullies: pessoas que praticam bullying pela internet
2. perceive: perceber
3. lead: levar, conduzir
4. prevent: evitar
1 Cyberbullying is a/an:
a) way to use technology for fun.
b) inoffensive kind of bullying at schools.
c) popular way to communicate with teenagers.
d) offensive use of technology to make someone 
angry or unhappy.
2 Victims of cyberbullying:
a) don’t respect other teenagers.
b) suffer bullying for different reasons.
c) are very popular adolescents at school.
d) are irresponsible and frustrated children.
3 In “... half of the young people interviewed said that 
they suffer bullying.” (lines 11-12), the underlined 
expression represents:
a) twenty-five percent of.
b) a hundred percent of.
c) ten percent of.
d) fifty percent of. 
4 Bullies are:
a) victims of physical attacks at school.
b) teenagers and children who are afraid of 
cyberbullying.
c) adolescents who treat others very badly on 
social networks.
d) teenagers with an aggressive attitude towards 
their parents and teachers. 
5 Bullying on social networks is popular because:
a) the bullies don’t show themselves.
b) the victims’ parents use cell phones.
c) some teens want to punish themselves.d) teenagers like to make fun of themselves.
6 “Cyberbullying is getting extremely popular 
because teens can stay anonymous.” (lines 17-18). 
The underlined verb expresses:
a) capacity.
b) obligation. 
c) prohibition. 
d) permission.
7 “At other times they do it just for fun or because 
they have nothing else to do.” (lines 20-22). 
Mark the option that substitutes the underlined 
sentence correctly.
a) they have anything else to do.
b) they have something else to do.
c) they don’t have anything else to do.
d) they don’t have something else to do.
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8 Choose the option that has the same meaning 
of “Parents usually don’t know their child is a 
cyberbully.” (lines 22-23).
a) Parents’ child usually don’t know he/she is a 
cyberbully.
b) Parents child’s usually don’t know he/she is a 
cyberbully.
c) Child parents’ usually don’t know he/she is a 
cyberbully.
d) Child’s parents usually don’t know he/she is a 
cyberbully.
9 “They perceive it …” (line 23). The underlined 
pronoun refers to:
a) victims. 
b) children. 
c) parents. 
d) cyberbullies.
10 In the sentence “Many countries have organized 
campaigns to inform adults and children of its 
dangers.” (lines 26-27), the underlined expressions 
can be substituted by:
a) it – they. 
b) they – it. 
c) they – them. 
d) them – they.
11 “There are a few ways to prevent cyberbullying.” 
(line 28) is the same as:
a) There are some ways to prevent cyberbullying.
b) There are many ways to prevent cyberbullying.
c) There are lots of ways to prevent cyberbullying.
d) There are no ways to prevent cyberbullying.
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12 The text shows that schools:
a) never get involved with bullying.
b) can help the victims and the cyberbullies.
c) often go to the police and accuse the bullies.
d) make the parents and the bullies become friends.
13 The fifth paragraph:
a) explains why cyberbullying is so common.
b) gives some ideas to reduce cyberbullying.
c) shows the importance of answering the bully’s 
emails.
d) says that parents and teachers are responsible 
for the bully’s games.
Tarefa Desafio
Tarefa Complementar
Tarefa Mínima
ORIenTaçãO De eSTuDO
 Faça as questões 1 a 6 do capítulo 7 do 
Caderno de Exercícios.
 Faça as questões 10 e 11 do capítulo 7 do 
Caderno de Exercícios.
 Faça as questões 7 a 9 do capítulo 7 do 
Caderno de Exercícios.
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anOTaçÕeS
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RUMO AO 
ENEM
Ciências Humanas e suas Tecnologias ............. 454
Ciências da Natureza e suas Tecnologias ......... 460
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias ......... 477
Matemática e suas Tecnologias ........................ 487
Respostas ......................................................... 495
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LINGUAGENS, CÓDIGOS 
E SUAS TECNOLOGIAS
Gramática
1 (Unicamp-SP – Adaptada) 
O circo não é mais o mesmo, respeitável público. 
A tradição do picadeiro itinerante, da arte hereditária, 
vem se transformando. [...] Rodrigo Mallet Duprat, au-
tor da tese Realidades e particularidades da formação 
do profissional circense no Brasil: rumo a uma formação 
técnica e superior, investigou a formação do profissio-
nal de circo no Brasil, na Bélgica, na França e na Espa-
nha. O objetivo do trabalho foi entender a pluralidade 
da formação do profissional de circo de hoje bem como 
sua atuação em outros âmbitos, para além do artístico/
profissional. A pesquisa foi desenvolvida no progra-
ma de pós-graduação em Educação Física, na área de 
concentração Educação Física e Sociedade. Rodrigo 
entende que atualmente a atividade é exercida por di-
ferentes profissionais como professores de teatro, artes 
ou educação física. A tese propõe formação continua-
da a fim de habilitar o profissional de circo para atuar 
em todos os âmbitos, inclusive naqueles que ganharam 
maior espaço no Brasil nas últimas décadas, como os 
projetos de circo social. 
LAURETTI, Patrícia. Tem diploma no circo. 
In: Jornal da Unicamp, n. 607, 
22 set. 2014. p. 12. Adaptado.
Em um texto jornalístico, usam-se fontes fidedig-
nas para aumentar a credibilidade. No fragmento, 
o enunciador demonstra essa preocupação ao in-
dicar a procedência da seguinte informação:
a) “O circo não é mais o mesmo, respeitável público”.
b) “O objetivo do trabalho foi entender a plurali-
dade da formação do profissional”.
c) “sua atuação em outros âmbitos, para além do 
artístico/profissional”.
d) “tese Realidades e particularidades da forma-
ção do profissional circense no Brasil: rumo a 
uma formação técnica e superior”.
e) “como os projetos de circo social”.
2 (Enem) 
Cidade grande
Que beleza, Montes Claros.
Como cresceu Montes Claros.
Quanta indústria em Montes Claros.
Montes Claros cresceu tanto,
ficou urbe tão notória,
prima-rica do Rio de Janeiro,
que já tem cinco favelas
por enquanto, e mais promete.
Carlos Drummond de Andrade
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No trecho “Montes Claros cresceu tanto, / [...]/ 
QUE já tem cinco favelas”, a palavra QUE contri-
bui para estabelecer uma relação de consequência. 
Dos seguintes versos, todos de Carlos Drummond 
de Andrade, apresentam esse mesmo tipo de 
relação: 
a) “Meu Deus, por que me abandonaste / se sa-
bias QUE eu não era Deus / se sabias que eu era 
fraco.” 
b) “No meio-dia branco de luz uma voz QUE apren-
deu / a ninar nos longes da senzala - e nunca se 
esqueceu / chamava para o café.” 
c) “Teus ombros suportam o mundo / e ele não 
pesa mais QUE a mão de uma criança.” 
d) “A ausência é um estar em mim. / E sinto-a, bran-
ca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, / 
QUE rio e danço e invento exclamações alegres.” 
e) “Penetra surdamente no reino das palavras. / Lá 
estão os poemas QUE esperam ser escritos.” 
3 (Enem) 
Era uma vez
Um rei leão que não era rei. 
Um pato que não fazia quá-quá. 
Um cão que não latia.
Um peixe que não nadava. 
Um pássaro que não voava. 
Um tigre que não comia. 
Um gato que não miava. 
Um homem que não pensava... 
E, enfim, era uma natureza sem nada. 
Acabada. Depredada. 
Pelo homem que não pensava. 
Laura Araújo Cunha
CUNHA, L. A. In: KOCH, I. V.; ELIAS, V. M. Ler e escrever: 
estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2011.
São as relações entre os elementos e as partes 
do texto que promovem o desenvolvimento das 
ideias. No poema, a estratégia linguística que con-
tribui para esse desenvolvimento, estabelecendo a 
continuidade do texto, é a 
a) escolha de palavras de diferentes campos 
semânticos. 
b) negação contundente das ações praticadas 
pelo homem. 
c) intertextualidade com o gênero textual fábula 
infantil. 
d) repetição de estrutura sintática com novas 
informações. 
e) utilização de ponto final entre termos de uma 
mesma oração. 
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4 (Enem) 
BROWNE, D. Folha de S.Paulo, 13 ago. 2011.
As palavras e as expressões são mediadoras dos sentidos produzidos nos textos. Na fala de Hagar, a expressão 
“é como se” ajuda a conduzir o conteúdo enunciado para o campo da 
a) conformidade, pois as condições meteorológicas evidenciam um acontecimento ruim. 
b) reflexibilidade, pois o personagem se refere aos tubarões usando um pronome reflexivo. 
c) condicionalidade, pois a atenção dos personagens é a condição necessária para a sua sobrevivência. 
d) possibilidade, pois a proximidade dos tubarões leva à suposição do perigo iminente para os homens. 
e) impessoalidade, pois o personagem usa a terceira pessoa para expressar o distanciamentodos fatos.
5 (Enem) 
Brasil é o maior desmatador, 
mostra estudo da ONU
O Brasil reduziu sua taxa de desmatamento em vinte anos, mas continua líder entre os países que mais desmatam, se-
gundo a FAO (órgão da ONU para a agricultura).
A entidade apresentou ontem estudo sobre a cobertura florestal no mundo e o resultado é preocupante: em apenas 
dez anos, uma área de floresta do tamanho de dois estados de São Paulo desapareceu do país. De forma geral, a queda 
no ritmo da perda de cobertura florestal foi de 37% em dez anos. Entre 1990 e 1999, 16 milhões de hectares por ano 
sumiram. Entre 2000 e 2009, esse número caiu para 13 milhões de hectares. 
Mas o número é considerado alto. A América do Sul é apontada como a maior responsável pela perda de florestas do mun-
do, com cortes anuais de 4 milhões de hectares. A África vem em seguida, com 3,4 milhões de hectares/ano.
O Estado de S.Paulo, 26 mar. 2010. 
Na notícia lida, o conectivo “mas” (terceiro parágrafo) estabelece uma relação de oposição entre as sentenças: 
“Entre 2000 e 2009, esse número caiu para 13 milhões de hectares” e “o número é considerado alto”. Uma das 
formas de se reescreverem esses enunciados, sem que lhes altere o sentido inicial, é: 
a) Porque, entre 2000 e 2009, esse número caiu para 13 milhões de hectares, o número é considerado alto. 
b) Entre 2000 e 2009, esse número caiu para 13 milhões de hectares, por isso o número é considerado alto. 
c) Entre 2000 e 2009, esse número caiu para 13 milhões de hectares, uma vez que o número é considerado 
alto. 
d) Embora, entre 2000 e 2009, esse número tenha caído para 13 milhões de hectares, o número é considerado 
alto. 
e) Visto que, entre 2000 e 2009, esse número caiu para 13 milhões de hectares, o número é considerado alto.
6 (Enem) 
Cultivar um estilo de vida saudável é extremamente importante para diminuir o risco de infarto, mas também de 
problemas como morte súbita e derrame. Significa que manter uma alimentação saudável e praticar atividade física 
regularmente já reduz, por si só, as chances de desenvolver vários problemas. Além disso, é importante para o controle 
da pressão arterial, dos níveis de colesterol e de glicose no sangue. Também ajuda a diminuir o estresse e aumentar a 
capacidade física, fatores que, somados, reduzem as chances de infarto. Exercitar-se, nesses casos, com acompanha-
mento médico e moderação, é altamente recomendável.
ATALIA, M. Nossa vida. Época. 23 mar. 2009.
As ideias veiculadas no texto se organizam estabelecendo relações que atuam na construção do sentido. A esse 
respeito, identifica-se, no fragmento, que 
a) a expressão “Além disso” marca uma sequenciação de ideias. 
b) o conectivo “mas também” inicia oração que exprime ideia de contraste. 
c) o termo “como”, em “como morte súbita e derrame”, introduz uma generalização. 
d) o termo “Também” exprime uma justificativa. 
e) o termo “fatores” retoma coesivamente “níveis de colesterol e de glicose no sangue”. 
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KAPA 4 Rumo ao Enem 479
Entendimento de Texto
1 (Enem)
Dúvida
Dois compadres viajavam de carro por uma estrada 
de fazenda quando um bicho cruzou a frente do carro.
Um dos compadres falou:
— Passou um largato ali!
O outro perguntou:
— Lagarto ou largato?
O primeiro respondeu:
— Num sei não, o bicho passou muito rápido.
Piadas coloridas. Rio de Janeiro: Gênero, 2006.
Na piada, a quebra de expectativa contribui para 
produzir o efeito de humor. Esse efeito ocorre por-
que um dos personagens:
a) reconhece a espécie do animal avistado.
b) tem dúvida sobre a pronúncia do nome do réptil.
c) desconsidera o conteúdo linguístico da pergunta.
d) constata o fato de um bicho cruzar a frente do 
carro.
e) apresenta duas possibilidades de sentido para 
a mesma palavra.
2 (Enem) 
O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: 
esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois 
desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.
ROSA, J. G. Grande sertão: veredas. 
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.
No romance Grande sertão: veredas, o protagonis-
ta Riobaldo narra sua trajetória de jagunço. A lei-
tura do trecho permite identificar que o desabafo 
de Riobaldo se aproxima de um(a):
a) diário, por trazer lembranças pessoais.
b) fábula, por apresentar uma lição de moral.
c) notícia, por informar sobre um acontecimento.
d) aforismo, por expor uma máxima em poucas 
palavras.
e) crônica, por tratar de fatos do cotidiano.
3 (Enem)
São Paulo vai se recensear. O governo quer saber 
quantas pessoas governa. A indagação atingirá a fauna 
e a flora domesticadas. Bois, mulheres e algodoeiros 
serão reduzidos a números e invertidos em estatísticas. 
O homem do censo entrará pelos bangalôs, pelas pen-
sões, pelas casas de barro e de cimento armado, pelo 
sobradinho e pelo apartamento, pelo cortiço e pelo ho-
tel, perguntando:
— Quantos são aqui?
Pergunta triste, de resto. Um homem dirá:
— Aqui havia mulheres e criancinhas. Agora, feliz-
mente, só há pulgas e ratos.
E outro:
— Amigo, tenho aqui esta mulher, este papagaio, 
esta sogra e algumas baratas. Tome nota dos seus no-
mes, se quiser. Querendo levar todos, é favor… […]
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E outro:
— Dois, cidadão, somos dois. Naturalmente o sr. 
não a vê. Mas ela está aqui, está, está! A sua saudade 
jamais sairá de meu quarto e de meu peito!
BRAGA, Rubem. Para gostar de ler. v. 3. 
São Paulo: Ática, 1998.
O fragmento apresentado, em que há referência a 
um fato sócio-histórico – o recenseamento –, apre-
senta característica marcante do gênero crônica ao:
a) expressar o tema de forma abstrata, evocando 
imagens e buscando apresentar a ideia de uma 
coisa por meio de outra.
b) manter-se fiel aos acontecimentos, retratando os 
personagens em um só tempo e um só espaço.
c) contar história centrada na solução de um enig-
ma, construindo os personagens psicologica-
mente e revelando-os pouco a pouco.
d) evocar, de maneira satírica, a vida na cidade, 
visando transmitir ensinamentos práticos do co-
tidiano, para manter as pessoas informadas.
e) valer-se de tema do cotidiano como ponto de 
partida para a construção de texto que recebe 
tratamento estético.
4 (Enem) 
O negócio
Grande sorriso do canino de ouro, o velho Abílio 
propõe às donas que se abastecem de pão e banana:
— Como é o negócio?
De cada três dá certo com uma. Ela sorri, não res-
ponde ou é uma promessa a recusa:
— Deus me livre, não! Hoje não…
Abílio interpelou a velha:
— Como é o negócio?
Ela concordou e, o que foi melhor, a filha também 
aceitou o trato. Com a dona Julietinha foi assim. Ele 
se chegou:
— Como é o negócio?
Ela sorriu, olhinho baixo. Abílio espreitou o cometa 
partir. Manhã cedinho saltou a cerca. Sinal combina-
do, duas batidas na porta da cozinha. A dona saiu para 
o quintal, cuidadosa de não acordar os filhos. Ele trazia 
a capa de viagem, estendida na grama orvalhada.
O vizinho espionou os dois, aprendeu o sinal. De-
cidiu imitar a proeza. No crepúsculo, pum-pum, duas 
pancadas fortes na porta. O marido em viagem, mas 
não era dia do Abílio. Desconfiada, a moça surgiu à 
janela e o vizinho repetiu:
— Como é o negócio?
Diante da recusa, ele ameaçou:
— Então você quer o velho e não quer o moço? 
Olhe que eu conto!
TREVISAN, D. Mistérios de Curitiba. Rio de Janeiro: 
Record, 1979. Fragmento.
Quanto à abordagem do tema e aos recursos ex-
pressivos, essa crônica tem um caráter:
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a) filosófico, pois reflete sobre as mazelas sofridas pelos vizinhos.
b) lírico, pois relata com nostalgia o relacionamento da vizinhança.
c) irônico, pois apresenta com malícia a convivência entre vizinhos.
d) crítico, pois deprecia o que acontece nas relações de vizinhança.
e) didático, pois expõe uma conduta a ser evitada na relação entre vizinhos.
5 (Enem) 
TexTo 1
Seis estados zeramfila de espera para transplante da córnea
Seis estados brasileiros aproveitaram o aumento no número de doadores e de transplantes feitos no primeiro se-
mestre de 2012 no país e entraram para uma lista privilegiada: a de não ter mais pacientes esperando por uma córnea. 
Até julho desse ano, Acre, Distrito Federal, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo eliminaram a 
lista de espera no transplante de córneas, de acordo com balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, no Dia Nacional de 
Doação de Órgãos e Tecidos. Em 2011, só São Paulo e Rio Grande do Norte conseguiram zerar essa fila.
Disponível em: <http://noticias.uol.com.br>. 
Acesso em: 11 ago. 2013. Adaptado.
TexTo 2
A notícia e o cartaz abordam a questão da doação de órgãos. Ao relacionar os dois textos, observa-se que 
o cartaz é:
a) contraditório, pois a notícia informa que o país superou a necessidade de doação de órgãos. 
b) complementar, pois a notícia diz que a doação de órgãos cresceu e o cartaz solicita doações. 
c) redundante, pois a notícia e o cartaz têm a intenção de influenciar as pessoas a doarem seus órgãos. 
d) indispensável, pois a notícia fica incompleta sem o cartaz, que apela para a sensibilidade das pessoas. 
e) discordante, pois ambos os textos apresentam posições distintas sobre a necessidade de doação 
de órgãos. 
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6 (Enem)
Embalagens usadas e resíduos devem ser 
descartados adequadamente
Todos os meses são recolhidas das rodovias bra-
sileiras centenas de milhares de toneladas de lixo. Só 
nos 22,9 mil quilômetros das rodovias paulistas são 
41,5 mil toneladas. O hábito de descartar embala-
gens, garrafas, papéis e bitucas de cigarro pelas ro-
dovias persiste e tem aumentado nos últimos anos. O 
problema é que o lixo acumulado na rodovia, além de 
prejudicar o meio ambiente, pode impedir o escoa-
mento da água, contribuir para as enchentes, provo-
car incêndios, atrapalhar o trânsito e até causar aci-
dentes. Além dos perigos que o lixo representa para 
os motoristas, o material descartado poderia ser de-
volvido para a cadeia produtiva. Ou seja, o papel que 
está sobrando nas rodovias poderia ter melhor des-
tino. Isso também vale para os plásticos inservíveis, 
que poderiam se transformar em sacos de lixo, baldes, 
cabides e até acessórios para os carros.
Disponível em: <www.girodasestradas.com.br>. 
Acesso em: 31 jul. 2012.
Os gêneros textuais correspondem a certos pa-
drões de composição de texto, determinados pelo 
contexto em que são produzidos, pelo público a 
que eles se destinam, por sua finalidade. Pela lei-
tura do texto apresentado, reconhece-se que sua 
função é:
a) apresentar dados estatísticos sobre a recicla-
gem no país.
b) alertar sobre os riscos da falta de sustentabilida-
de do mercado de recicláveis.
c) divulgar a quantidade de produtos reciclados 
retirados das rodovias brasileiras.
d) revelar os altos índices de acidentes nas rodo-
vias brasileiras poluídas nos últimos anos.
e) conscientizar sobre a necessidade de preserva-
ção ambiental e de segurança nas rodovias.
7 (Enem)
Machado de Assis
Joaquim Maria Machado de Assis, cronista, con-
tista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, roman-
cista, crítico e ensaísta, nasceu na cidade do Rio de 
Janeiro em 21 de junho de 1839. Filho de um operá-
rio mestiço de negro e português, Francisco José de 
Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis, 
aquele que viria a tornar-se o maior escritor do país 
e um mestre da língua, perde a mãe muito cedo e é 
criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, 
que se dedica ao menino e o matricula na escola pú-
blica, única que frequentou o autodidata Machado 
de Assis.
Disponível em: <www.passeiweb.com>. 
Acesso em: 1o maio 2009.
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H-18
H-18
H-1
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Considerando os seus conhecimentos sobre os gê-
neros textuais, o texto citado constitui-se de:
a) fatos ficcionais, relacionados a outros de cará-
ter realista, relativos à vida de um renomado 
escritor.
b) representações generalizadas acerca da vida 
de membros da sociedade por seus trabalhos 
e vida cotidiana.
c) explicações da vida de um renomado escritor, 
com estrutura argumentativa, destacando como 
tema seus principais feitos.
d) questões controversas e fatos diversos da vida 
de personalidade histórica, ressaltando sua in-
timidade familiar em detrimento de seus feitos 
públicos.
e) apresentação da vida de uma personalidade, 
organizada sobretudo pela ordem tipológica 
da narração, com um estilo marcado por lingua-
gem objetiva.
8 (Enem)
O que a internet esconde de você
Para cada site que você pode visitar, existem pelo 
menos 400 outros que não consegue acessar. Eles 
existem, estão lá, mas são invisíveis. Estão presos num 
buraco negro digital maior do que a própria internet. 
A cada vez que você interage com um amigo nas re-
des sociais, vários outros são ignorados e têm as men-
sagens enterradas num enorme cemitério on-line. E, 
quando você faz uma pesquisa no Google, não recebe 
os resultados de fato – e sim uma versão maquiada, 
previamente modificada de acordo com critérios se-
cretos. Sim, tudo isso é verdade – e não é nenhuma 
grande conspiração. Acontece todos os dias sem que 
você perceba. Pegue seu chapéu de Indiana Jones e 
vamos explorar a web perdida. 
GRAVATA, A. Superinteressante, nov. 2011. Fragmento.
Os gêneros do discurso jornalístico, geralmente a 
manchete, a notícia e a reportagem, exigem um 
repórter que não diz “eu”, nem mesmo que se 
refira ao leitor do texto explicitamente. No tre-
cho lido, ao contrário, é recorrente o emprego 
de “você”, o qual:
a) remete a um sujeito “eu” que se prende ao pró-
prio dizer, fortalecendo a subjetividade. 
b) explicita uma construção metalinguística que se 
volta para o próprio dizer. 
c) deixa claro o leitor esperado para o texto, 
aquele que visita redes sociais e sites de busca 
no dia a dia. 
d) estabelece conexão entre o fatual e o opinativo, 
o que descaracteriza o texto como reportagem. 
e) revela a intenção de tornar a leitura mais fácil, a 
partir de um texto em que se emprega vocabu-
lário simples. 
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482 Rumo ao Enem KAPA 4
Literatura
1 (Enem) 
O mundo é grande
O mundo é grande e cabe
Nesta janela sobre o mar.
O mar é grande e cabe
Na cama e no colchão de amar.
O amor é grande e cabe
No breve espaço de beijar.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia e prosa. 
Rio de Janeiro. Nova Aguilar, 1983.
Neste poema, o poeta realizou uma opção esti-
lística: a reiteração de determinadas construções 
e expressões linguísticas, como o uso da mesma 
conjunção para estabelecer a relação entre as fra-
ses. Essa conjunção estabelece, entre as ideias re-
lacionadas, um sentido de:
a) oposição. 
b) comparação. 
c) conclusão. 
d) alternância. 
e) finalidade.
2 (Enem) 
Cegueira 
Afastou-me da escola, atrasou-me, enquanto os fi-
lhos de seu José Galvão se internavam em grandes volu-
mes coloridos, a doença de olhos que me perseguia na 
meninice. Torturava-me semanas e semanas, eu vivia na 
treva, o rosto oculto num pano escuro, tropeçando nos 
móveis, guiando-me às apalpadelas, ao longo das pare-
des. As pálpebras inflamadas colavam-se. Para descerrá-
-las, eu ficava tempo sem fim mergulhando a cara na 
bacia de água, lavando-me vagarosamente, pois o con-
tato dos dedos era doloroso em excesso. Finda a ope-
ração extensa, o espelho da sala de visitas mostrava-me 
dois bugalhos sangrentos, que se molhavam depressa e 
queriam esconder-se. Os objetos surgiam empastados e 
brumosos. Voltava a abrigar-me sob o pano escuro, mas 
isto não atenuava o padecimento. Qualquer luz me des-
lumbrava, feria-me como pontas de agulha [...]. 
Sem dúvida o meu espectro era desagradável, inspira-
va repugnância. E a gente da casa seimpacientava. Minha 
mãe tinha a franqueza de manifestar-me viva antipatia. 
Dava-me dois apelidos: bezerro-encourado e cabra-cega. 
RAMOS, G. Infância. 
Rio de Janeiro: Record, 1984. Fragmento.
O impacto da doença, na infância, revela-se no tex-
to memorialista de Graciliano Ramos através de 
uma atitude marcada por 
a) uma tentativa de esquecer os efeitos da doença. 
b) preservar a sua condição de vítima da negligên-
cia materna. 
c) apontar a precariedade do tratamento médico 
no sertão. 
d) registrar a falta de solidariedade dos amigos e 
familiares. 
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e) recompor em minúcias e sem autopiedade, a 
sensação da dor. 
3 (Enem)
Açúcar
O branco açúcar que adoçará meu café
Nesta manhã de Ipanema
Não foi produzido por mim
Nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.
[...]
Em lugares distantes,
Onde não há hospital,
Nem escola, homens que não sabem ler e morrem
[de fome.
Aos 27 anos
Plantaram e colheram a cana
Que viraria açúcar.
Em usinas escuras, homens de vida amarga
E dura
Produziram este açúcar
Branco e puro
Com que adoço meu café esta manhã
Em Ipanema.
GULLAR, F. Toda poesia. Rio de Janeiro: 
Civilização Brasileira,1980. Fragmento.
A Literatura Brasileira desempenha papel impor-
tante ao suscitar reflexão sobre desigualdades so-
ciais. No fragmento, essa reflexão ocorre porque 
o eu lírico:
a) descreve as propriedades do açúcar. 
b) se revela mero consumidor de açúcar. 
c) destaca o modo de produção do açúcar. 
d) exalta o trabalho dos cortadores de cana. 
e) explicita a exploração dos trabalhadores. 
4 (Enem) 
Das irmãs
os meus irmãos sujando-se
na lama
e eis-me aqui cercada
de alvura e enxovais
eles se provocando e provando
do fogo
e eu aqui fechada
provendo a comida
eles se lambuzando e arrotando
na mesa
e eu a temperada
servindo, contida
os meus irmãos jogando-se
na cama
e eis-me afiançada
por dote e marido
QUEIROZ, S. O sacro ofício. Belo Horizonte: 
Comunicação, 1980.
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KAPA 4 Rumo ao Enem 483
O poema de Sonia Queiroz apresenta uma voz lí-
rica feminina que contrapõe o estilo de vida do 
homem ao modelo reservado à mulher. Nessa con-
traposição, ela conclui que: 
a) a mulher deve conservar uma assepsia que a dis-
tingue de homens, que podem se jogar na lama. 
b) a palavra “fogo” é uma metáfora que remete ao 
ato de cozinhar, tarefa destinada às mulheres. 
c) a luta pela igualdade entre os gêneros depende 
da ascensão financeira e social das mulheres. 
d) a cama, como sua “alvura e enxovais”, é um símbo-
lo da fragilidade feminina no espaço doméstico. 
e) os papéis sociais destinados aos gêneros produ-
zem efeitos e graus de autorrealização desiguais. 
5 (Enem) 
Cabeludinho
Quando a Vó me recebeu nas férias, ela me apre-
sentou aos amigos: Este é meu neto. Ele foi estudar 
no Rio e voltou de ateu. Ela disse que eu voltei de 
ateu. Aquela preposição deslocada me fantasiava 
de ateu. Como quem dissesse no Carnaval: aquele 
menino está fantasiado de palhaço. Minha avó en-
tendia de regências verbais. Ela falava sério. Mas 
todo-mundo riu. Porque aquela preposição desloca-
da podia fazer de uma informação um chiste. E fez. 
E mais: eu acho que buscar a beleza nas palavras é 
uma solenidade de amor. E pode ser instrumento de 
rir. De outra feita, no meio da pelada um menino gri-
tou: Dislimina esse, Cabeludinho. Eu não disliminei 
ninguém. Mas aquele verbo novo trouxe um perfu-
me de poesia à nossa quadra. Aprendi nessas férias a 
brincar de palavras mais do que trabalhar com elas. 
Comecei a não gostar de palavra engavetada. Aquela 
que não pode mudar de lugar. Aprendi a gostar mais 
das palavras pelo que elas entoam do que pelo que 
elas informam. Por depois ouvi um vaqueiro a cantar 
com saudade: Ai morena, não me escreve / que eu 
não sei a ler. Aquele a preposto ao verbo ler, ao meu 
ouvir, ampliava a solidão do vaqueiro.
BARROS, M. Memórias inventadas: a infância. 
São Paulo: Planeta, 2003.
No texto, o autor desenvolve uma reflexão sobre 
diferentes possibilidades de uso da língua e so-
bre os sentidos que esses usos podem produzir, a 
exemplo das expressões “voltou de ateu”, “disli-
mina esse” e “eu não sei a ler”. Com essa reflexão, 
o autor destaca:
a) os desvios linguísticos cometidos pelos perso-
nagens do texto.
b) a importância de certos fenômenos gramaticais 
para o conhecimento da língua portuguesa.
c) a distinção clara entre a norma culta e as outras 
variedades linguísticas.
d) o relato fiel de episódios vividos por Cabeludi-
nho durante as férias.
e) a valorização da dimensão lúdica e poética pre-
sente nos usos coloquiais da linguagem.
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TexTos para as quesTões 6 e 7
TexTo 1
[...] já foi o tempo em que via a convivência como 
viável, só exigindo deste bem comum, piedosamente, 
o meu quinhão, já foi o tempo em que consentia num 
contrato, deixando muitas coisas de fora sem ceder 
contudo no que me era vital, já foi o tempo em que 
reconhecia a existência escandalosa de imaginados 
valores, coluna vertebral de toda “ordem”; mas não 
tive sequer o sopro necessário, e, negado o respiro, 
me foi imposto o sufoco; é esta consciência que me 
libera, é ela hoje que me empurra, são outras agora 
minhas preocupações, é hoje outro o meu universo 
de problemas; num mundo estapafúrdio – defini-
tivamente fora de foco – cedo ou tarde tudo acaba 
se reduzindo a um ponto de vista, e você que vive 
paparicando as ciências humanas, nem suspeita que 
paparica uma piada: impossível ordenar o mundo dos 
valores, ninguém arruma a casa do capeta; me recuso 
pois a pensar naquilo em que não mais acredito, seja 
o amor, a amizade, a família, a igreja, a humanidade; 
me lixo com tudo isso! me apavora ainda a existência, 
mas não tenho medo de ficar sozinho, foi consciente-
mente que escolhi o exílio, me bastando hoje o cinis-
mo dos grandes indiferentes [...].
NASSAR, R. Um copo de cólera. São Paulo: 
Companhia das Letras, 1992.
TexTo 2
Raduan Nassar lançou a novela Um copo de cólera 
em 1978, fervilhante narrativa de um confronto verbal 
entre amantes, em que a fúria das palavras cortantes se 
estilhaçava no ar. O embate conjugal ecoava o autoritá-
rio discurso do poder e da submissão de um Brasil que 
vivia sob o jugo da ditadura militar.
COMODO, R. Um silêncio inquietante. IstoÉ. 
Disponível em: <www.terra.com.br>. Acesso em: 15 jul. 2009.
6 (Enem) Na novela Um copo de cólera, o autor lança 
mão de recursos estilísticos e expressivos típicos 
da literatura produzida na década de 1970 do sé-
culo passado no Brasil, que, nas palavras do críti-
co Antonio Candido, aliam “vanguarda estética e 
amargura política”. Com relação à temática abor-
dada e à concepção narrativa da novela, o Texto 1:
a) é escrito em terceira pessoa, com narrador 
onisciente, apresentando a disputa entre um 
homem e uma mulher em linguagem sóbria, 
condizente com a seriedade da temática polí-
tico-social do período da ditadura militar.
b) articula o discurso dos interlocutores em torno 
de uma luta verbal, veiculada por meio de lin-
guagem simples e objetiva, que busca traduzir 
a situação de exclusão social do narrador.
c) representa a literatura dos anos 70 do século 
XX e aborda, por meio de expressão clara e 
objetiva e de ponto de vista distanciado, os 
problemas da urbanização das grandes metró-
poles brasileiras.
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d) evidencia uma crítica à sociedade em que vivem 
os personagens, por meio de fluxo verbal contí-
nuo de tom agressivo.
e) traduz, em linguagem subjetiva e intimista, a 
partir do ponto de vista interno, os dramas psi-
cológicos da mulher moderna, às voltas com a 
questão da priorização do trabalho em detri-
mento da vida familiar e amorosa.
7 (Enem) Considerando-se os textos apresentados e 
o contexto político e social no qual foi produzida 
a obra Um copo de cólera, verifica-se que o nar-
rador, ao dirigir-se à sua parceira,nessa novela, 
tece um discurso:
a) conformista, que procura defender as institui-
ções nas quais repousava a autoridade do regi-
me militar no Brasil, a saber: a Igreja, a família 
e o Estado.
b) pacifista, que procura defender os ideais liber-
tários representativos da intelectualidade brasi-
leira opositora à ditadura militar na década de 
70 do século passado.
c) desmistificador, escrito em um discurso ágil e 
contundente, que critica os grandes princípios 
humanitários supostamente defendidos por 
sua interlocutora.
d) politizado, pois apela para o engajamento nas 
causas sociais e para a defesa dos direitos hu-
manos como uma única forma de salvamento 
para a humanidade.
e) contraditório, ao acusar a sua interlocutora de 
compactuar com o regime repressor da dita-
dura militar, por meio da defesa de instituições 
como a família e a Igreja.
8 (Enem) 
TexTo 1
Logo depois transferiram para o trapiche o depósito 
dos objetos que o trabalho do dia lhes proporcionava. 
Estranhas coisas entraram então para o trapiche. Não 
mais estranhas, porém, que aqueles meninos, mole-
ques de todas as cores e de idades as mais variadas, 
desde os nove aos dezesseis anos, que à noite se esten-
diam pelo assoalho e por debaixo da ponte e dormiam, 
indiferentes ao vento que circundava o casarão uivan-
do, indiferentes à chuva que muitas vezes os lavava, 
mas com os olhos puxados para as luzes dos navios, 
com os ouvidos presos às canções que vinham das em-
barcações...
AMADO, J. Capitães da areia. São Paulo: 
Companhia das Letras, 2008.
TexTo 2
À margem esquerda do rio Belém, nos fundos do 
mercado de peixe, ergue-se o velho ingazeiro – ali os 
bêbados são felizes. Curitiba os considera animais 
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sagrados, provê as suas necessidades de cachaça 
e pirão. No trivial contentavam-se com as sobras 
do mercado.
TREVISAN, D. 35 noites de paixão: contos escolhidos. 
Rio de Janeiro: BestBolso, 2009.
Sob diferentes perspectivas, os fragmentos cita-
dos são exemplos de uma abordagem literária re-
corrente na literatura brasileira do século XX. Em 
ambos os textos:
a) a linguagem afetiva aproxima os narradores dos 
personagens marginalizados.
b) a ironia marca o distanciamento dos narradores 
em relação aos personagens.
c) o detalhamento do cotidiano dos personagens 
revela a sua origem social.
d) o espaço onde vivem os personagens é uma 
das marcas de sua exclusão.
e) a crítica à indiferença da sociedade pelos mar-
ginalizados é direta.
9 (Enem) 
Primeiro surgiu o homem nu de cabeça baixa. 
Deus veio num raio. Então apareceram os bichos que 
comiam os homens. E se fez o fogo, as especiarias, a 
roupa, a espada e o dever. Em seguida se criou a filo-
sofia, que explicava como não fazer o que não devia ser 
feito. Então surgiram os números racionais e a Histó-
ria, organizando os eventos sem sentido. A fome desde 
sempre, das coisas e das pessoas. Foram inventados o 
calmante e o estimulante. E alguém apagou a luz. E 
cada um se vira como pode, arrancando as cascas das 
feridas que alcança.
BONASSI, F. 15 cenas do descobrimento de Brasis. 
In: MORICONI, Í. (Org.). Os cem melhores contos do século. 
Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
A narrativa enxuta e dinâmica de Fernando Bo-
nassi configura um painel evolutivo da história da 
humanidade. Nele, a projeção do olhar contem-
porâneo manifesta uma percepção que:
a) recorre à tradição bíblica como fonte de inspi-
ração para a humanidade.
b) desconstrói o discurso da filosofia a fim de 
questionar o conceito de dever.
c) resgata a metodologia da história para denun-
ciar as atitudes irracionais.
d) transita entre o humor e a ironia para celebrar 
o caos da vida cotidiana.
e) satiriza a matemática e a medicina para des-
mistificar o saber científico.
10 (Enem) 
Teatro do Oprimido é um método teatral que sis-
tematiza exercícios, jogos e técnicas teatrais elabora-
das pelo teatrólogo brasileiro Augusto Boal, recente-
mente falecido, que visa à desmecanização física e 
intelectual de seus praticantes. Partindo do princípio 
de que a linguagem teatral não deve ser diferenciada 
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KAPA 4 Rumo ao Enem 485
da que é usada cotidianamente pelo cidadão comum 
(oprimido), ele propõe condições práticas para que 
o oprimido se aproprie dos meios do fazer teatral e, 
assim, amplie suas possibilidades de expressão. Nes-
se sentido, todos podem desenvolver essa linguagem 
e, consequentemente, fazer teatro. Trata-se de um 
teatro em que o espectador é convidado a substituir o 
protagonista e mudar a condução ou mesmo o fim da 
história, conforme o olhar interpretativo e contextua-
lizado do receptor.
Companhia Teatro do Oprimido. 
Disponível em: <www.ctorio.org.br>. 
Acesso em: 1o jul. 2009. Adaptado.
Considerando-se as características do Teatro do 
Oprimido apresentadas, conclui-se que:
a) esse modelo teatral é um método tradicional 
de fazer teatro que usa, nas suas ações cênicas, 
a linguagem rebuscada e hermética falada nor-
malmente pelo cidadão comum.
b) a forma de recepção desse modelo teatral se 
destaca pela separação entre atores e públi-
co, na qual os atores representam seus per-
sonagens e a plateia assiste passivamente ao 
espetáculo.
c) sua linguagem teatral pode ser democratizada 
e apropriada pelo cidadão comum, no sentido 
de proporcionar-lhe autonomia crítica para com-
preensão e interpretação do mundo em que vive.
d) o convite ao espectador para substituir o prota-
gonista e mudar o fim da história evidencia que 
a proposta de Boal se aproxima das regras de 
teatro tradicional para a preparação de atores.
e) a metodologia teatral do Teatro do Oprimido 
segue a concepção do teatro clássico aristotéli-
co, que visa à desautomação física e intelectual 
de seus praticantes.
TexTo para a quesTão 11 
A diva 
Vamos ao teatro, Maria José? 
Quem me dera, 
desmanchei em rosca quinze kilos de farinha, 
tou podre. Outro dia a gente vamos. 
Falou meio triste, culpada, 
e um pouco alegre por recusar com orgulho. 
TEATRO! Disse no espelho. 
TEATRO! Mais alto, desgrenhada. 
TEATRO! E os cacos voaram 
sem nenhum aplauso. 
Perfeita. 
PRADO, A. Oráculos de maio. 
São Paulo: Siciliano, 1999. 
11 (Enem) Os diferentes gêneros textuais desem-
penham funções sociais diversas, reconhecidas 
pelo leitor com base em suas características 
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específicas, bem como na situação comunica-
tiva em que ele é produzido. Assim, o texto 
“A diva”:
a) narra um fato real vivido por Maria José. 
b) surpreende o leitor pelo seu efeito poético. 
c) relata uma experiência teatral profissional. 
d) descreve uma ação típica de uma mulher 
sonhadora. 
e) defende um ponto de vista relativo ao exercício 
teatral.
Língua Inglesa
1 (Unifor-CE) “Bohemian Rhapsody” é uma can-
ção cuja letra foi escrita por Freddie Mercury, 
gravada originalmente pela banda Queen em 
1975 no álbum A Night at the Opera. Esta can-
ção possui uma estrutura musical incomum para 
a música popular, o que a faz ser considerada 
por muitos uma obra de rock progressivo. Suas 
seis sessões não possuem um refrão. Foi lança-
da como compacto e tornou-se um estrondoso 
sucesso comercial.
Is this the real life? 
Is this just fantasy? 
Caught in a landslide 
No escape from reality 
Open your eyes 
Look up to the skies and see 
I’m just a poor boy 
I need no sympathy…
Nothing really matters1
Anyone can see2
Nothing really matters3
Nothing really matters to me4
Anyway the wind blows5
Disponível em: <www.vagalume.com.br/queen/ 
bohemian-rhapsody.html#ixzz2iwyl3son>.
Nos últimos versos, os pronomes nothing, anyone 
e anyway passam a ideia de: 
a) 1 – Não me importo; 2 – Ninguém pode ver; 
3  –  Nada me importa; 4 – Nada importa pra 
mim; 5 – De qualquer maneira o vento sopra. 
b) 1 – Não me importa; 2 – Qualquer um pode ver; 
3 – Não me importa; 4 – Nada importa pra mim; 
5 – De qualquer maneira o tempo leva. 
c) 1 – Nada de fato me importa; 2 – Qualquer um 
podever; 3 – Nada de fato me importa; 4 – Nada 
de fato me importa; 5 – De qualquer maneira o 
vento sopra. 
d) 1 – Ninguém pode ver; 2 – Nada importa; 
3 – Não me importo; 4 – Nada importa pra mim; 
5 – De qualquer maneira o vento sopra. 
e) 1 – Nada me importa; 2 – Alguém pode ver; 
3 – Nada importa pra mim; 4 – Não há problema 
algum; 5 – De qualquer maneira o vento leva.
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486 Rumo ao Enem KAPA 4
2 (Enem)
Disponível em: <http://1.bp.blogspot.com>. 
Acesso em: 30 jul. 2012.
Implementar políticas adequadas de alimentação 
e nutrição é uma meta prioritária em vários paí-
ses do mundo. A partir da campanha “If you can´t 
read it, why eat it?”, os leitores são alertados para 
o perigo de:
a) acessarem informações equivocadas sobre a 
formulação química de alimentos empacotados.
b) consumirem alimentos industrializados sem o 
interesse em conhecer a sua composição. 
c) desenvolverem problemas de saúde pela fal-
ta de conhecimento a respeito do teor dos 
alimentos. 
d) incentivarem crianças a ingerir grande quan-
tidade de alimentos processados e com 
conservantes. 
e) ignorarem o aumento constante da obesidade 
causada pela má alimentação na fase de desen-
volvimento da criança.
3 (Enem)
Languages and cultures use non-verbal communi-
cation which conveys meaning. Although many 
gestures are similar in Thai and English such as 
nodding for affirmation many others are not shared. 
A good example of this is the ubiquitous “Thai 
smile”. The “smile” carries a far wider range of 
meanings in Thai than it does in English culture. 
This can sometimes lead to serious communication 
breakdowns between Thais and English speakers.
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An example from my own early experience in 
Thailand illustrates the point. When confronting the 
Thai owner of a language school with administrative 
problems, complaints regarding student numbers in 
the class were met by a beaming smile and little else. 
I took this to mean lack of concern or an attempt to 
trivialise or ignore the problem. I left the discussion 
upset and angry by what appeared to be the owner’s 
offhand attitude to my problems.
It was only later when another native speaking 
English teacher, with considerably more experience 
of Thailand, explained that a smile meant an apology 
and the fact that the following day all my complaints 
had been addressed, that I fully understood the 
situation. 
Disponível em: <www.spring.org.uk>. 
Acesso em: 11 jul. 2011. Fragmento.
Viver em um país estrangeiro pode ser uma expe-
riência enriquecedora, embora possa também ser 
um desafio, pelo choque cultural. A experiência 
relatada pelo autor do texto revela diferentes atri-
buições de sentido a um determinado comporta-
mento, mostrando que naquela situação o sorriso 
indicava um(a):
a) forma educada de fazer uma reclamação.
b) modo irônico de reagir a uma solicitação.
c) jeito de reconhecer um erro e se desculpar.
d) tentativa de minimizar um problema.
e) estratégia para esconder a verdade.
4 (Enem)
Tennessee Mountain 
Properties Description
Own a renovated house for less 
than $290 per month!!!!!!!!! New 
windows, siding, flooring (laminate 
throughout and tile in entry way 
and bathroom), kitchen cabinets, 
counter top, back door, fresh paint 
and laundry on main floor. Heat 
bills are very low due to a good 
solid house and an energy efficient 
furnace.
Disponível em: <www.freerealstaeads.net> 
Acesso em: 30 de nov. 2011. Adaptado.
Em jornais, há diversos anúncios que servem 
aos leitores. O conteúdo do anúncio veiculado 
por este texto interessará a alguém que esteja 
procurando:
a) emprego no setor imobiliário.
b) imóvel residencial para compra.
c) serviço de reparos em domicílio.
d) pessoa para trabalho doméstico.
e) curso de decorador de interiores.
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KAPA 4 Rumo ao Enem 495
CiênCias Humanas e suas TeCnologias
História
1. E
2. D
3. C
4. C
5. C
6. B
7. B
8. B
9. B
10. B
geografia
1. A
2. E
3. E
4. B
5. C
6. A
7. B
8. B
9. E
10. B
CiênCias da naTureza e suas TeCnologias
Física
1. A
2. A
3. A
4. B
5. D
6. C
7. E
8. D
9. B
10. C
11. A
12. E
13. A
14. C
15. A
16. D
17. A
18. B
19. D
20. C
21. D
22. C
23. E
24. B
25. B
26. C
27. D
28. A
29. C
30. D
Química
1. D
2. B
3. C
4. C
5. D
6. B
7. C
8. B
9. D
10. E
11. D
12. B
13. B
14. C
15. A
16. A
17. E
18. D
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496 Rumo ao Enem KAPA 4
linguagens, Códigos e suas TeCnologias
gramática
1. D
2. D
3. D
4. D
5. D
6. A
entendimento de Texto
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7. E
8. C
literatura
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8. D
9. D
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11. B
língua inglesa
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3. C
4. B
Biologia
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16. E
17. C
maTemáTiCa e suas TeCnologias
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31. D
32. E
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AnotAçÕES
KAPA 4 Rumo ao Enem 
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L
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O material que você tem 
em mãos foi criteriosamente 
planejado para auxiliá-lo a ter êxito 
nos mais concorridos vestibulares, 
além de prepará-lo para o Exame Nacional 
do Ensino Médio (Enem). Toda a coleção 
oferece resumos e atividades essenciais para 
aqueles que pretendem ingressar nas melhores 
universidades do país. A metodologia 
utilizada tem a força do curso Anglo e de seus 
professores. Concentração, participação e 
dedicação são habilidades necessárias nessa 
fase e desenvolvidas ao longo de todo o 
curso. Espera-se que, ao final dele, 
o aluno esteja apto para a 
vida universitária.
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