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Normas_PORT_Vol2_jun_2017/N-2914.pdf
-PÚBLICO-
N-2914 REV. A 08 / 2013 
 
PROPRIEDADE DA PETROBRAS 9 páginas, Índice de Revisões e GT 
Critérios de Segurança para Projeto de 
Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio 
e Gás em Instalações Terrestres 
 Procedimento 
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. 
 
Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do 
texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a 
responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e 
enumerações. 
CONTEC 
Comissão de Normalização 
Técnica 
 
Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que 
deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma 
eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve 
ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela 
Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de 
caráter impositivo. 
Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições 
previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de 
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A 
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da 
PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter 
não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. 
SC - 16 
Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam 
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a 
CONTEC - Subcomissão Autora. 
As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - 
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a 
seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a 
justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os 
trabalhos para alteração desta Norma. 
 
Segurança Industrial 
“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO 
S. A. - PETROBRAS, de aplicação interna na PETROBRAS e Subsidiárias, 
devendo ser usada pelos seus fornecedores de bens e serviços, 
conveniados ou similares conforme as condições estabelecidas em 
Licitação, Contrato, Convênio ou similar. 
A utilização desta Norma por outras empresas/entidades/órgãos 
governamentais e pessoas físicas é de responsabilidade exclusiva dos 
próprios usuários.” 
 
 
Apresentação 
 
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho 
- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são 
comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas 
Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as 
Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos 
representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS 
está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a 
cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são 
elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas 
sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS. 
../link.asp?cod=N-0001
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1 Escopo 
 
 
1.1 Esta Norma fixa os critérios de segurança para o projeto de sistemas de detecção e alarme de 
incêndio, gases e vapores inflamáveis e tóxicos em instalações terrestres operacionais. 
 
 
1.2 Esta Norma se aplica a projetos iniciados a partir da data de sua edição. 
 
 
1.3 A aplicação desta Norma para as empresas do Sistema PETROBRAS sediadas no exterior deve 
ter como princípio o respeito à legislação local, assim como aos demais requisitos aplicáveis. Fica 
estabelecido que todas as demais legislações ou referências brasileiras existentes e destacadas na 
Norma podem servir como insumo ao seu processo de adaptação. 
 
 
1.4 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas. 
 
 
2 Referências Normativas 
 
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para 
referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, 
aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos. 
 
PETROBRAS N-1645 - Critérios de Segurança para Projeto de Instalações Fixas de 
Armazenamento de Gás Liquefeito de Petróleo; 
 
PETROBRAS N-1997 - Redes Elétricas em Sistemas de Bandejamento para Cabos - 
Projeto, Instalação e Inspeção; 
 
PETROBRAS N-2549 - Critérios de Segurança para Laboratórios; 
 
PETROBRAS N-2595 - Critérios de Projeto, Operação e Manutenção para Sistemas 
Instrumentados de Segurança em Unidades Industriais; 
 
ABNT NBR 11836 - Detectores Automáticos de Fumaça para Proteção Contra Incêndio; 
 
ABNt NBR 13231 - Proteção Contra Incêndio em Subestações Elétricas de Geração, 
Transmissão e Distribuição; 
 
ABNT NBR 13295 - Cloro Líquido - Distribuição, Manuseio e Transporte a Granel e em 
Cilindros; 
 
ABNT NBR 17240 - Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio - Projeto, Instalação, 
Comissionamento e Manutenção de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio - 
Requisitos; 
 
NFPA 45 - Standard on Fire Protection for Laboratories Using Chemicals; 
 
NFPA 72H - National Fire Alarm and Signaling Code Handbook; 
 
API RP 55 - Recommended Practice for Oil and Gas Producing and Gas Processing Plant 
Operations Involving Hydrogen Sulfide; 
 
API RP 751 - Safe Operation of Hydrofluoric Acid Alkylation Units; 
 
API PUBL 2510A - Fire-Protection Considerations for the Design and Operation of Liquefied 
Petroleum Gas (LPG) Storage Facilities. 
 
 
../link.asp?cod=N-1645
../link.asp?cod=N-1997
../link.asp?cod=N-2595
../link.asp?cod=N-2549
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3 Termos e Definições 
 
Para os efeitos deste documento aplicam-se os seguintes termos e definições. 
 
 
3.1 
circuito de detecção classe A 
conforme ABNT NBR 17240, todo circuito no qual existe a fiação de retorno à central, de forma que 
uma eventual interrupção em qualquer ponto deste circuito não implique paralisação parcial ou total 
de seu funcionamento 
 
NOTA É recomendado que o circuito de retorno à central tenha trajeto distinto daquele da central 
proveniente. [Prática Recomendada] 
 
 
3.2 
detector endereçável 
detector que permite a identificação remota do ponto ou ambiente onde ocorre a detecção 
 
 
3.3 
Sistema Instrumentado de Segurança (SIS) 
conforme PETROBRAS N-2595, camada de proteção instrumentada, composta de uma ou mais 
malhas de segurança, cuja finalidade é colocar o processo em estado seguro, quando determinadas 
condições pré-estabelecidas são atingidas 
 
 
4 Condições Gerais 
 
 
4.1 Esta Norma adota como premissa que os sistemas de detecção e alarme não devem gerar ações 
automáticas e bloqueio de processos operacionais, salvo para os itens indicados nesta Norma ou 
com base em condições de riscos específicos da unidade de acordo as análises realizadas no 
projeto. 
 
 
4.2 Devem ser instalados sistemas que permitam detectar e alarmar, em tempo hábil, a ocorrência 
de incêndios e o acúmulo de gases e vapores inflamáveis e tóxicos em concentrações perigosas, de 
forma a permitir ações no sentido de proteger a integridade das pessoas, o meio ambiente e o 
patrimônio. Nos casos onde não houver necessidade de instalação do sistema de detecção, estes 
devem ser tecnicamente justificados através de analise de risco utilizando os critérios adotados pela 
PETROBRAS. 
 
 
4.3 A identificação da ocorrência de um incêndio ou acúmulo de gases ou vapores deve ser feita 
através de sinais sonoros e visuais no Centro Integrado de Controle (CIC). A identificação de uma 
condição anormal no sistema de detecção e alarme também deve ser sinalizada no CIC. 
 
 
4.4 Os circuitos elétricos dos dispositivos de
acionamento, alarme e sinalização dos sistemas de 
segurança descritos abaixo devem possuir monitoração contínua, que indique no console do 
operador da área envolvida, falhas como abertura do circuito, curto-circuito, defeito dos detectores, 
falta de energia: 
 
a) botoeiras manuais de acionamento de alarme de emergência; 
b) botoeiras manuais de acionamento de disparo e bloqueio de sistema de descarga de 
CO2; 
c) detectores de incêndio, gases e vapores inflamáveis e tóxicos; 
d) alarmes sonoros; 
e) alarmes visuais. 
 
../link.asp?cod=N-2595
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4.5 A seleção dos sistemas de detecção deve levar em conta os seguintes critérios: 
 
a) compatibilidade com o Sistema Digital de Controle Distribuído (SDCD) ou sistemas 
similares existentes; 
b) seletividade em relação ao tipo de gás ou vapor, tipo de estratégia de detecção de 
incêndio (fumaça, calor e chama); 
c) tempo de resposta; 
d) faixa de atuação; 
e) disponibilidade/confiabilidade; 
f) vida útil do elemento sensor; 
g) custo operacional, ao longo do ciclo de vida da instalação; 
h) certificação por entidade reconhecida pelo INMETRO; 
i) condições de suprimento de energia local, tais como: variação de amperagem, tensão e 
frequência; 
j) condições ambientais, tais como: vento, temperatura, umidade, salinidade, corrosividade, 
poeira, vibração, ruído, interferência eletromagnética e radiofrequência. 
 
 
4.6 O tipo de detector de gases para cada área deve ser escolhido em função da composição das 
correntes presentes, além do previsto no Anexo A desta Norma. 
 
 
4.7 O tipo de detector de incêndio para cada área deve ser escolhido em função do tipo de 
combustível presente, além do previsto no Anexo A desta Norma. 
 
 
4.8 Os sistemas de detecção e alarme devem estar interligados ao sistema de alimentação de 
energia elétrica de emergência, de forma a manter o sistema operacional com uma autonomia de, no 
mínimo, 2 horas. 
 
NOTA As edificações das instalações terrestres operacionais devem atender a ABNT NBR 17240 
exceto na autonomia do sistema de energia elétrica de emergência que neste caso deve ser 
de 2 horas sob a condição de existir redundância no suprimento de energia elétrica de 
emergência. 
 
 
4.9 Devem ser previstas facilidades para teste, calibração e manutenção periódica dos detectores e 
alarmes, tais como: conexões para teste, iluminação e acessos de manutenção para aqueles de difícil 
acesso. 
 
NOTA 1 É recomendada a utilização de equipamentos cuja calibração seja do tipo autocalibrável. 
[Prática Recomendada] 
NOTA 2 Quando necessária a intervenção para calibração, a mesma pode ser feita de forma não 
intrusiva, ou seja, através de dispositivos (infravermelho (IR), chave magnética, botão 
selado etc.) que não requeiram a abertura do invólucro. [Prática Recomendada] 
 
 
4.10 As redes elétricas e eletrônicas dos sistemas de detecção e alarme, que sejam dispostas em 
sistemas de bandejamento para cabos, devem atender os requisitos da PETROBRAS N-1997. 
 
 
5 Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio 
 
 
5.1 Os detectores de incêndio devem atender às seguintes condições: 
 
a) após serem acionados, devem permitir o restabelecimento das suas condições normais 
de operação, sem necessidade de reposição de qualquer componente; 
b) devem ser do tipo endereçáveis, ter indicação visual e sonora local e no console da área 
envolvida, para mostrar que foram operados e de tal forma a permitir a identificação do 
local ou zona afetada; a indicação visual deve permanecer até que o sistema tenha sido 
restabelecido manualmente. 
../link.asp?cod=N-1997
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5.2 As unidades de processo que possuam equipamentos que operem com produto em temperatura 
acima ou próxima a de autoignição (até 27 ºC abaixo da temperatura de autoignição), devem ser 
instalados detectores de incêndio do tipo de chama. A necessidade de instalação de detectores de 
incêndio nos demais equipamentos da unidade de processo deve ser definida em estudo de análise 
de risco. 
 
NOTA Quando instalados detectores de incêndio do tipo chama estes devem ser do tipo de 
tecnologia UV+IR ou IR3. 
 
 
5.3 Caso requerido por exigência de legislação local ou indicação de análise de risco, devem ser 
projetados sistemas de detecção e alarme de incêndio em outros ambientes além daqueles citados 
nesta Norma. 
 
 
5.4 Os detectores e alarmes de incêndio devem ser localizados e instalados conforme 
recomendações dos fabricantes e conforme as ABNT NBR 17240, ABNT NBR 11836 e NFPA 72H. 
No posicionamento dos detectores devem ser considerados, em especial, os seguintes fatores que 
possam afetar sua sensibilidade e funcionamento: 
 
a) geometria da área de instalação; 
b) presença de obstáculos à propagação de calor ou fumaça; 
c) ventilação do local; 
d) fontes de interferência à detecção. 
 
 
6 Sistema de Detecção e Alarme de Gases e Vapores 
 
 
6.1 Nas instalações onde o estudo de análise de risco, aplicado no projeto, identifique que o sistema 
de detecção e alarme é necessário para a segurança da instalação ou que seja especificado pelo 
órgão através do projeto conceitual, devem ser previstos sistemas que permitam monitorar 
continuamente as áreas indicadas para detecção de gases e vapores inflamáveis e tóxicos. 
 
 
6.2 Os detectores de gases e vapores inflamáveis e tóxicos devem ser adequados para operar em 
área classificada. 
 
NOTA Para o caso de utilização de equipamentos de calibração no campo, também devem ser 
atendidas as exigências para uso em áreas classificadas. 
 
 
6.3 Os detectores de gases e vapores inflamáveis e tóxicos devem fornecer sinais correspondentes 
aos níveis de concentração de gás detectados na área monitorada. 
 
 
6.4 Os detectores pontuais ou de visada, do tipo IR, devem ser utilizados para monitoração de 
vazamentos de gás inflamável. 
 
NOTA Para a instalação de detectores de visada devem ser, no mínimo, considerados o 
congestionamento da área e os níveis de vibração existentes que possam comprometer o 
funcionamento do detector. 
 
 
6.5 A quantidade e a localização dos detectores de gases e vapores inflamáveis e tóxicos devem ser 
definidas considerando o resultado do estudo de dispersão de gases e vapores. 
 
NOTA A instalação de detectores nas tomadas de ar exterior dos sistemas de ventilação forçada e 
ar condicionado, próximas as áreas de processo envolvendo produtos inflamáveis ou 
tóxicos, também deve ser avaliada. 
 
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6.6 Na localização dos detectores de gases e vapores inflamáveis e tóxicos, em áreas abertas e 
fechadas, devem ser levados em conta os seguintes fatores: 
 
a) densidade relativa ao ar, dos gases e vapores inflamáveis potencialmente presentes; 
b) localização das fontes prováveis de vazamento; 
c) linhas de fluxo de ventilação natural ou mecânica; 
d) zonas onde possam ocorrer o acúmulo de gases ou vapores; 
e) proteção contra danos mecânicos; 
f) proteção contra agentes inibidores da detecção; 
g) frequência de ocorrência de vazamentos; 
h) quantidade e condições de processo do gás ou vapor liberado. 
 
 
6.7 O detector do tipo eletroquímico deve ser utilizado para monitoração de vazamento de gás tóxico. 
 
 
6.8 No caso de detectores de sulfeto de hidrogênio, devem ocorrer alarmes no console do operador 
da área envolvida para inicio das ações de segurança, sempre que forem detectados níveis de 
concentração de gás de 8 ppm (alerta) e 20 ppm (alto). 
 
 
6.9 Em salas de baterias, devem ser instalados detectores de gás hidrogênio, considerando na sua 
localização a influência do sistema de exaustão. 
 
NOTA O sistema deve ser ajustado para alarmar, no painel da sala de controle, com nível de 
concentração a 10 % do LII. 
 
 
6.10 No caso de detectores de gases e vapores inflamáveis, devem ocorrer alarmes no console do 
operador da área envolvida, sempre que forem detectados níveis de concentração
de gás de 20 % 
(alerta) e 60 % (alto) do Limite Inferior de Inflamabilidade (LII) para detectores pontuais e, um e dois 
LII metro linear para detectores de visada. 
 
NOTA Exemplos de leituras de concentração de gás para detectores de visada estão descritos na 
Tabela 1. 
 
 
Tabela 1 - Leituras de Concentração de Gás para Detectores de Visada 
 
Concentração da 
nuvem de gás 
Trecho da linha de visada sensibilizada 
pela nuvem de gás 
Cálculo da leitura de 
concentração de gás 
100 % LII 2 m 100 % LII * 2 m = 2 LII.m 
50 % LII 2 m 50 % LII * 2 m = 1 LII.m 
50 % LII 4 m 50 % LII * 4 m = 2 LII.m 
60 % LII 10 m 60 % LII * 10 m = 6 LII.m 
20 % LII 10 m 20 % LII * 10 m = 2 LII.m 
 
 
6.11 No caso de dutos de HVAC (“Heating, Ventilation and Air Conditioning”) de salas de controle, de 
subestações e de prédios próximos a áreas de processo, os detectores de gases e vapores 
inflamáveis do tipo pontual devem atuar a 60 % LII e causar as ações automáticas de segurança 
associadas, que podem incluir, conforme o caso: 
 
a) alarme de emergência local; 
b) desligamento de sistema de ventilação forçada e ar condicionado e fechamento de 
“dampers” nos dutos de ventilação da área; 
c) interrupção do sistema de pressurização dos painéis elétricos; 
d) desenergização dos equipamentos elétricos sem proteção apropriada para operar em 
áreas com presença de gás ou vapor. 
 
 
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6.12 Os detectores de gases e vapores tóxicos devem fornecer sinais correspondentes aos níveis de 
concentração de gases e vapores detectados na área monitorada. Devem ocorrer alarmes no console 
da área envolvida, sempre que forem detectados os níveis descritos na Tabela 2. 
 
 
Tabela 2 - Níveis de Concentração de Gás Detectados na Área Monitorada 
 
Gás Nível de alerta Nível alto 
Cloro 1 ppm 3 ppm 
Sulfeto de hidrogênio 8 ppm 20 ppm 
Amônia 20 ppm 40 ppm 
CO 20 ppm 50 ppm 
 
NOTA 1 Para cloro deve ser consultada a ABNT NBR 13295. 
NOTA 2 Para sulfeto de hidrogênio deve ser consultada a API RP 55. 
 
 
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Anexo A - Tabela 
 
 
Tabela A.1 - Tipos de Detectores em Função do Local 
 
Local Unidade Tipo de Detector 
Armazenamento e 
Tancagem de 
Produtos e 
Matérias-Primas 
Estação de tratamento de 
efluentes 
— detector de gás inflamável; 
— detector de sulfeto de hidrogênio; 
— detector de benzeno (para produtos 
com percentual elevado de benzeno). 
Parque de GLP, butano e 
propano 
— detector de gás inflamável calibrado 
para butano ou propano no parque de 
GLP, em locais tais como: sob às 
esferas e cilindros, junto às bombas 
de GLP, sistema de drenagem de 
água aberto e bacias de contenção 
(ver Nota 1). 
Parque de Bombas — detector de gás inflamável. 
Utilidades 
Estação de tratamento de 
água por cloro 
— detector de cloro (conforme 
ABNT NBR 13295). 
Caldeira de CO — detector de monóxido de carbono. 
Painéis e cabos — detector de fumaça. 
Subestações — detector de fumaça (ver Nota 4). 
Sala de baterias 
— detector de fumaça; 
— detector de hidrogênio. 
Compressores de ar de 
instrumento 
— detector de gás inflamável; 
— detector de sulfeto de hidrogênio (se 
houver risco de captação da 
substância no caso de vazamento em 
instalações próximas). 
Turbogeradores — detector de gás inflamável. 
Sala de equipamentos 
elétricos 
Na admissão do ar de 
pressurização 
— detector de gases e vapores 
relevantes identificados em estudo de 
análise de riscos. 
Ambiente interno 
Teto e piso falso (ver Nota 3) 
— detector de fumaça 
Salas de 
telecomunicações 
Na admissão do ar de 
pressurização 
— detector de gases e vapores 
relevantes identificados em estudo de 
análise de riscos. 
Ambiente interno 
Teto e piso falso (ver Nota 3) 
— detector de fumaça 
Centrais de 
processamento de 
dados 
Na admissão do ar de 
pressurização 
— detector de gases e vapores 
relevantes identificados em estudo de 
análise de riscos. 
Ambiente interno 
Teto e piso falso (ver Nota 3) 
— detector de fumaça 
CIC e Salas de 
Controle Local 
Na admissão do ar de 
pressurização 
— detector de gás inflamável; 
— detector de sulfeto de hidrogênio; 
— detector de outros gases e vapores 
relevantes identificados em estudo de 
análise de riscos. 
Ambiente interno 
Teto e piso falso (ver Nota 3) 
— detector de fumaça. 
Áreas Administrativas 
Local com concentração de 
pessoas (ver Nota 2) 
— detector de fumaça. 
Salas de guarda de 
documentação técnica e legal 
— detector de fumaça. 
Almoxarifado 
Locais de armazenamento de 
produtos combustíveis e 
inflamáveis 
— detector de fumaça (ex.: materiais 
classe A). 
— detector de chama (ex.: cilindros). 
 
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Tabela A.1 - Recomendações para Tipos de Detectores em Função do Local (Continuação) 
 
Local Unidade Recomendação 
Laboratórios 
Salas de ensaios com 
produtos inflamáveis, área de 
armazenamento de produtos 
combustíveis e inflamáveis 
(ex.: sala de amostras, sala 
de reagente etc.) 
— conforme PETROBRAS N-2549 e 
NFPA 45. 
Processo 
Unidade de gasolina de 
aviação 
— detector de gás inflamável calibrado 
para butano ou propano; 
— detector de ácido fluorídrico (conforme 
API RP 751). 
Unidade de reforma catalítica — detector de sulfeto de hidrogênio. 
Unidade de recuperação de 
enxofre 
— detector de sulfeto de hidrogênio. 
Unidade de tratamento de 
águas ácidas 
— detector de sulfeto de hidrogênio. 
Unidade de produção de 
solventes 
— detector de gases inflamáveis 
calibrado para tolueno e xileno. 
Unidade de hidrotratamento 
— detector de sulfeto de hidrogênio; 
— detector de hidrogênio; 
— detector de gases inflamáveis. 
Unidade de Destilação 
— detector de gases inflamáveis 
— detector de sulfeto de hidrogênio 
Unidade de Craqueamento 
— detector de gases inflamáveis 
— detector de sulfeto de hidrogênio 
Unidade de Coque 
— detector de gases inflamáveis 
— detector de sulfeto de hidrogênio 
Torre de resfriamento 
— detector de sulfeto de hidrogênio na 
tubulação de respiro; 
— detector de gases inflamáveis na 
bacia de resfriamento ou acúmulo; 
— detector de cloro no abrigo de 
cilindros, quando possuir injeção de 
cloro na água (conforme 
ABNT NBR 13295). 
Casa de cromatógrafos 
— conforme o tipo de gás, vapor e 
concentração de oxigênio; 
— detector de fumaça. 
Outras unidades — conforme estudo de análise de riscos. 
 
NOTA 1 Devem ser atendidos os requisitos estabelecidos nas PETROBRAS N-1645 e 
API PUBL 2510A. 
NOTA 2 Devem ser atendidos os critérios locais da unidade e requisitos legais vigentes. 
NOTA 3 Detectores do tipo cabos termossensíveis, sistemas de análise de partículas por câmara 
a laser ou outras tecnologias podem ser aplicados. [Prática Recomendada] 
NOTA 4 No caso de subestações elétricas deve ser atendida a ABNT NBR 13231. 
 
 
../link.asp?cod=N-2549
../link.asp?cod=N-1645
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N-2914 REV. A 08 / 2013 
 
IR 1/1 
 
ÍNDICE DE REVISÕES 
 
 
REV. A 
Partes Atingidas Descrição da Alteração 
Todas Revisão 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
		ADP61CE.tmp
		ÍNDICE DE REVISÕES
Normas_PORT_Vol2_jun_2017/N-2649.pdf
-PÚBLICO-
N-2649 REV. B 06 / 2013 
 
PROPRIEDADE DA PETROBRAS 47 páginas, 3 formulário, Índice de Revisões e GT 
 
Compressores de Ar Centrífugos do tipo 
“Integrally Geared” 
 Especificação 
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. 
Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do 
texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a 
responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e 
enumerações. 
CONTEC 
Comissão de Normalização 
Técnica 
 
Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e
que 
deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma 
eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve 
ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela 
Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de 
caráter impositivo. 
SC - 11 
Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições 
previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de 
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A 
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da 
PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter 
não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. 
Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam 
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a 
CONTEC - Subcomissão Autora. 
 
Máquinas As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - 
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a 
seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a 
justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os 
trabalhos para alteração desta Norma. 
“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO 
S.A. - PETROBRAS, de uso interno na PETROBRAS, e qualquer 
reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa 
autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação 
pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades 
cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de 
Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade 
industrial.” 
 
 
Apresentação 
 
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho 
- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são 
comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas 
Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as 
Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos 
representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS 
está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a 
cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são 
elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas 
sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS. 
../link.asp?cod=N-0001
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N-2649 REV. B 06 / 2013 
 
2 
 
Prefácio 
 
Esta Norma é baseada na API STD 672, 4ª edição, março de 2004. 
 
 
1 Escopo 
 
 
1.1 Esta Norma estabelece as condições mínimas exigidas para Compressores de Ar Centrífugos do 
tipo “Integrally Geared”, seus equipamentos e sistemas auxiliares, a serem fornecidos de acordo com 
o API STD 672:2004. 
 
 
1.2 Exceto para novas cláusulas, os números dos itens mencionados entre parênteses nesta Norma 
são os mesmos números dos parágrafos do API STD 672:2004. 
 
 
1.3 Os Compressores de Ar Centrífugos do tipo “Integrally Geared”, seus equipamentos e sistemas 
auxiliares devem estar de acordo com o API STD 672:2004, e com as seguintes alterações, conforme 
observado entre parênteses para cada cláusula, de acordo com as definições indicadas abaixo. As 
informações de cada cláusula devem ser lidas da seguinte forma, sempre começando com: 
 
— Adição: continuação do parágrafo específico do API STD 672:2004; 
— Modificação: substituição de parte do parágrafo afetado do API STD 672:2004; 
— Substituição: substituição do parágrafo do API STD 672:2004 em sua totalidade; 
— Novo: inserção de um parágrafo não encontrado no API STD 672:2004; 
— Exclusão: remoção do parágrafo específico do API STD 672:2004; 
— Comentário: esclarecimento ou interpretação do parágrafo do STD 672:2004; 
 
 
1.4 Esta Norma se aplica a fornecimentos iniciados a partir da data de sua edição. 
 
 
1.5 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos. 
 
 
2 Referências Normativas 
 
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para 
referências datadas, aplicam-se somente as edições datadas. Para referências não datadas, aplicam-
se as edições mais recentes dos referidos documentos. 
 
ISO 10438-3:2007 - Petroleum, Petrochemical and Natural Gas Industries - Lubrication, 
Shaft-sealing and Control-oil Systems and Auxiliaries - Part 3: General-purpose e Oil 
Systems; 
 
IEC 60079 - Explosive Atmospheres; 
 
API RP 686 - Recommended Practice for Machinery Installation and Installation Design; 
 
API STD 614:2008 - Lubrication, Shaft-sealing and Oil-control Systems and Auxiliaries; 
 
API STD 670 - Machinery Protection Systems; 
 
API STD 672:2004 - Packaged, Integrally Geared Centrifugal Air Compressors for 
Petroleum, Chemical, and Gas Industry Services; 
 
ASTM A193/A193M - Standard Specification for Alloy-steel and Stainless Steel Bolting for 
High Temperature or High Pressure Service and Other Special Purpose Applications; 
 
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3 
ASTM A194/A194M - Standard Specification for Carbon and Alloy Steel Nuts for Bolts for 
High Pressure or High Temperature Service, or Both; 
 
MSS SP-55 - Quality Standard for Steel Castings for Valves, Flanges and Fittings and Other 
Piping Components Visual Method for Evaluation of Surface Irregularities; 
 
 
3 Escopo (Seção 1 do API STD 672:2004) 
 
 
3.1 Adição (1.2 do API STD 672:2004) 
 
Todos os equipamentos fornecidos à PETROBRAS devem ser do tipo “Special Duty”. 
 
 
3.2 Substituição (1.4 do API STD 672:2004) 
 
 
Em caso de conflitos entre documentos do instrumento convocatório, a seguinte prioridade deve ser 
considerada: 
 
a) folhas de dados; 
b) especificações técnicas complementares (se houver); 
c) esta Norma e todas as outras normas PETROBRAS especificamente mencionadas na 
documentação de compra; 
d) API STD 672:2004. 
 
 
Em caso de conflitos após a colocação da ordem de compra, a seguinte prioridade deve ser 
considerada: 
 
a) correspondência formal sobre quaisquer mudanças no escopo de fornecimento ou nas 
especificações técnicas, mutuamente acordadas entre a PETROBRAS e o fornecedor; 
b) documentação aprovada; 
c) folhas de dados revisadas e outros documentos de requisição de materiais (aplicável à 
compra); 
d) esta Norma PETROBRAS e todas as outras normas PETROBRAS especificamente 
mencionadas no instrumento convocatório ou na ordem de compra; 
e) API STD 672:2004; 
f) proposta do fornecedor. 
 
 
4 Requisitos (Seção 5 do API STD 672:2004) 
 
 
4.1 Exclusão (5.4 do API STD 672:2004) 
 
Removidos do API STD 672:2004. 
 
 
4.2 Novo (5.5) 
 
 
Novos modelos ou protótipos não são aceitáveis. Um mínimo de 25 000 horas de operação contínua 
em condições operacionais similares deve ser demonstrado para 20 máquinas do mesmo modelo e 
10 máquinas do mesmo tamanho da máquina ofertada. 
 
 
Os seguintes parâmetros devem ser considerados para indicar as condições operacionais similares e 
devem ser representados em um gráfico de experiência. 
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Tabela 1 - Parâmetros de Comparação 
 
Tipo de 
equipamento/componente 
Conjunto mais comum de parâmetros 
Vedações do eixo Velocidade periférica 
Mancais Carga específica e velocidade periférica 
Impelidores Velocidade periférica 
Acoplamento RPM e potência 
Engrenagens RPM e potência 
Compressores Potência, RPM, “head” e pressões, capacidade e relação entre 
velocidades críticas 
 
 
4.3 Novo (5.6) 
 
Todos os equipamentos fornecidos devem ser novos. Equipamentos ou peças recondicionados não 
são aceitáveis. 
 
 
5 Requisitos Gerais de Projeto (Seção 6 do API STD 672:2004) 
 
 
5.1 Substituição
(6.1.2 do API STD 672:2004) 
 
O fornecedor do compressor deve assumir a responsabilidade da unidade e deve assegurar que 
todos os sub-fornecedores cumpram com a especificação. 
 
 
5.2 Substituição (6.1.3 do API STD 672:2004) 
 
Salvo especificação em contrário, todo o conjunto fornecido pelo fornecedor (compressor, acionador, 
caixa de engrenagens e equipamentos auxiliares) deve estar em conformidade com o nível máximo 
admissível de pressão sonora de 85 dBA, de resposta lenta, medido a 1 m (3,28 pés) das superfícies 
dos equipamentos. Salvo disposição em contrário nas folhas de dados, testes de nível de ruído não 
precisam ser realizados. Por outro lado, o proponente / fornecedor deve garantir que o nível máximo 
efetivo de pressão sonora dos equipamentos deve permanecer dentro dos limites permitidos, 
informando em sua proposta o nível máximo de pressão sonora esperado ou garantido do 
equipamento ofertado, e incluindo cópias de certificados de testes de nível de ruído realizados em 
equipamentos similares. 
 
 
5.3 Adição (6.1.7.2 do API STD 672:2004) 
 
Os componentes do compressor que são muito similares entre si (como impelidores, eixos, vedações 
e gaxetas de vedação, luvas, difusores e carcaças) devem estar indelevelmente identificados com a 
ordem de montagem e o subconjunto a que pertencem (por exemplo, número do estágio, lado de 
sucção, extremidade de acoplamento, etc.). Olhais de içamento (“lifting lugs”) ou olhais aparafusados 
(”eyebolts”) devem ser fornecidos para qualquer equipamento ou componente que pese mais de 
30 kg (66 lb). Componentes que demandam precisão de montagem (como caixas de mancais, 
mancais, vedações, difusores, diafragmas, acoplamentos, etc.), independente do peso, deverão ser 
sempre equipados com dispositivos adequados para facilitar as atividades de montagem / 
desmontagem ou qualquer outra tarefa de manutenção. 
 
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5 
 
5.4 Substituição (6.1.8 do API STD 672:2004) 
 
Motores, componentes elétricos e instalações elétricas devem ser adequados para a classificação da 
área (zona, grupo e classe de temperatura) especificada pela PETROBRAS nas folhas de dados e 
devem atender aos requisitos das partes aplicáveis da IEC 60079 (International Electrotechnical 
Commission), bem como os códigos locais especificados pela PETROBRAS. 
 
 
5.5 Adição (6.1.10 do API STD 672:2004) 
 
Sempre que flanges fora do padrão forem aprovados pela PETROBRAS, seus respectivos flanges 
companheiros, estojos e porcas também devem ser fornecidos. 
 
 
5.6 Modificação (6.1.13 do API STD 672:2004) 
 
Substituir a primeira frase por: Superfícies de montagem (“mounting surfaces”) são necessárias e 
devem cumprir os seguintes critérios. 
 
 
5.7 Novo (6.1.14) 
 
O equipamento deve ser projetado para suportar o seu funcionamento na condição de velocidade de 
desarme (“trip”) e pressão máxima de trabalho admissível, sem causar danos. 
 
 
5.8 Novo (6.1.15) 
 
Muitos fatores (tais como: esforços da tubulação, alinhamento a quente, estruturas de suporte, 
manuseio durante o transporte e montagem no campo) podem afetar negativamente o desempenho 
no campo. Para minimizar a influência desses fatores, o fornecedor deve analisar e comentar o 
projeto de tubulação e de fundação do comprador. O representante do fornecedor deve fazer o 
seguinte: 
 
a) verificar esforços provenientes da tubulação através da observação da acoplagem e 
separação de flanges; 
b) estar presente durante a verificação de alinhamento a frio; 
c) verificar o alinhamento a quente. 
 
 
5.9 Adição (6.5.1.2 do API STD 672:2004) 
 
O “runout” total elétrico e mecânico combinado não deve exceder 25 % da amplitude de vibração 
pico-a-pico máxima permitida ou 6 m (0,25 mil), o que for maior. 
 
 
5.10 Novo (6.5.1.5) 
 
O “runout” elétrico e mecânico combinado deve ser determinado e registrado por meio de giro do 
rotor em blocos “V” montados na linha de centro de cada mancal, com um sensor de vibração não-
contato e um relógio comparador na linha de centro do local do sensor e um diâmetro da ponta do 
sensor para cada lado. 
 
 
5.11 Adição (6.7.1.3 do API STD 672:2004) 
 
Estas velocidades de operação indesejáveis devem cumprir a margem de separação indicada no 
Anexo C, C.2.10 do API STD 672:2004. 
 
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5.12 Exclusão (6.7.1.4 do API STD 672:2004) 
 
Removido do API STD 672:2004. 
 
 
5.13 Substituição (6.7.3.1 do API STD 672:2004) 
 
Os valores da velocidade crítica torcional do fornecedor que foram derivados analiticamente e 
comprovados pela operação satisfatória de conjuntos idênticos fabricados anteriormente são 
aceitáveis. A emissão de um relatório não é necessária. 
 
 
5.14 Novo (6.8.3.7) 
 
Devem ser previstos meios para ajustar as folgas axiais entre impelidores e carcaças. 
 
 
5.15 Substituição (6.9.2 do API STD 672:2004) 
 
Um sistema de óleo pressurizado deve ser fornecido de acordo com a ISO 10438-3:2007 ou API 
STD 614:2008, Capítulo 3, exceto como observado em 6.9.3 - 6.9.5. O sistema de óleo deve estar em 
conformidade com a figura E-1 do API STD 672:2004 com as seguintes adições/modificações: 
 
a) reservatório: incluir transmissor de nível, um aquecedor elétrico de imersão (no mínimo), 
visor de nível revestido, um dreno flangeado e valvulado de 2”, transmissor de 
temperatura; 
b) bombas: incluir uma bomba auxiliar com 100 % de capacidade (acionada pelo mesmo 
tipo do acionador do equipamento principal), válvulas de bloqueio, dois transmissores de 
pressão separados (para a partida da bomba auxiliar e para o desligamento do 
compressor), escorvamento automático da bomba principal após a partida da bomba 
auxiliar; 
c) filtros e resfriadores: um resfriador de óleo (incluindo válvulas de alívio térmico e orifício 
de restrição de 3 mm em linhas de respiro), 2 filtros com 100% de capacidade em aço 
inoxidável (incluindo linha de equalização/enchimento), um transmissor de temperatura 
na saída do resfriador, uma válvula de controle de temperatura de 3 vias sem ”by-pass”, 
transmissor de pressão diferencial para os filtros; 
d) controle de pressão: incluir válvulas de alívio de segurança na descarga da bomba com 
visores nas linhas de retorno, válvula de controle de contrapressão de ação direta. 
 
 
5.16 Novo (6.9.5) 
 
Salvo especificação em contrário, o sistema de óleo lubrificante deve ser totalmente em aço 
inoxidável. 
 
NOTA As carcaças de bombas de óleo e os corpos de válvulas não precisam ser em aço 
inoxidável. 
 
 
5.17 Novo (6.10.1.7) 
 
A qualidade mínima do material de estojos de fixação de flanges deve ser conforme a norma 
ASTM A193 Grau B7. A qualidade mínima do material das porcas deverá ser conforme a ASTM 
A194 Grau 2H. 
 
 
5.18 Substituição (6.10.4.3 do API STD 672:2004) 
 
A documentação dos defeitos principais (“major defects”) deve ser apresentada ao comprador antes 
que quaisquer reparos sejam realizados na fábrica do fornecedor e deverá incluir o seguinte: 
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7 
 
a) extensão do reparo; 
b) localização; 
c) tamanho; 
d) especificação do procedimento de soldagem; 
e) fotografias detalhadas do defeito antes de qualquer trabalho de preparação e após a 
preparação, mas antes do efetivo reparo. Se o local do defeito não puder ser claramente 
definido por meio de fotografias, a localização deverá ser indicada em um esboço ou 
desenho do componente afetado. 
 
 
5.19 Substituição (6.12.4 do API STD 672:2004) 
 
Quando o fornecedor não for capaz de demonstrar que equipamentos idênticos operaram de forma 
satisfatória nas condições estabelecidas em 6.7.2 do API STD 672:2004, uma análise da resposta ao 
desbalanceamento amortecida deve ser realizada conforme o Anexo C, C.2.10 do API STD 672:2004 
e confirmada por dados de bancada de teste de acordo com o Anexo C. 
 
 
5.20 Modificação (6.12.5 do API STD 672:2004) 
 
Substituir o primeiro parágrafo por: Quando o fornecedor não for capaz de demonstrar
que 
equipamentos idênticos operaram de forma satisfatória nas condições estabelecidas em 6.7.3.1 do 
API STD 672:2004, uma análise de vibração torcional do conjunto completo acoplado deve ser 
realizada, em conformidade com os requisitos do Anexo C, C.7 do API STD 672:2004. Nesse caso, o 
fornecedor também deve ser responsável por implementar as modificações necessárias para atender 
os requisitos de 6.7.3.2 - 6.7.3.5. 
 
 
5.21 Adição (6.12.7 do API STD 672:2004) 
 
Após a conclusão do balanceamento final, todos os elementos principais do rotor montado devem ser 
marcados individualmente. 
 
 
5.22 Substituição (6.12.10 do API STD 672:2004) 
 
Mancais axiais e mancais radiais devem ser equipados com sensores de temperatura de metal 
patente. 
 
 
6 Acessórios (seção 7 de API STD 672:2004) 
 
 
6.1 Modificação (7.1.3.2 do API STD 672:2004) 
 
Substituir a última sentença por: O governador deve ser eletrônico. 
 
 
6.2 Modificação (7.2.1.1 do API STD 672:2004) 
 
Substituir a segunda frase por: Os elementos flexíveis devem ser em aço inoxidável. 
 
 
6.3 Substituição (7.2.2.3 do API STD 672:2004) 
 
As guardas de proteção devem ser preferencialmente fabricadas em chapa ou placa sólida sem 
aberturas. Guardas de proteção fabricadas em metal expandido ou chapas perfuradas são aceitáveis, 
desde que o tamanho das aberturas não exceda 10 mm de diâmetro (0,375 pol.). As guardas de 
proteção devem ser construídas em material metálico e anti-centelhante. 
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6.4 Substituição (7.3.1 do API STD 672:2004) 
 
O compressor e todos os outros componentes da máquina devem ser apoiados em uma estrutura de 
aço rígido (“baseplate”). A estrutura deve ter membros estruturais completos em contato com a 
fundação. 
 
 
6.5 Adição (7.4.1.3 do API STD 672:2004) 
 
NOTA O comprador deve especificar os fabricantes de controlador microprocessado aceitáveis	
para cada projeto. 
 
 
6.6 Novo (7.4.1.7) 
 
Quando especificado, os instrumentos analógicos devem ser fornecidos com o protocolo HART. 
Neste caso, o controlador microprocessado deve ser fornecido com placas HART I/O e placa de porta 
Ethernet para fins de gestão de ativos. 
 
 
6.7 Modificação (7.4.3.2 do API STD 672:2004) 
 
Substituir a terceira frase por: Se for necessário atender a classificação da área, a purga deve ser 
fornecida de acordo com a parte aplicável da IEC 60079. 
 
 
6.8 Adição (7.4.4.2.1 do API STD 672:2004) 
 
Poços de temperatura do tipo flangeado devem ser utilizados. 
 
 
6.9 Adição (7.4.4.4 do API STD 672:2004) 
 
Quando manômetros são especificados, devem ser do tipo “liqued-filled”, em conformidade com 
6.3.8.3 do API STD 614:2008, Capítulo 1. 
 
 
6.10 Modificação (7.4.4.5.1 do API STD 672:2004) 
 
Substituir a frase "a" por: a. dois sensores de vibração de eixo do tipo não-contato, orientados 
radialmente (X-Y). 
 
 
6.11 Substituição (7.4.5.1 do API STD 672:2004) 
 
Chaves, sensores, dispositivos de controle e anunciadores devem ser fornecidos e montados pelo 
fornecedor de acordo com a Tabela 2. A configuração de alarme deve preceder o ajuste de 
desligamento (“shutdown”). A lógica programável deve distinguir entre um dispositivo de desligamento 
e um dispositivo de alarme de forma que a falha de um dispositivo de desligamento não permita 
operação do compressor até que o problema seja corrigido; enquanto que a falha de um dispositivo 
de alarme cause uma condição de alarme, mas permita operação continuada do compressor. 
 
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Tabela 2 - Monitoramento de Equipamentos 
 
Condição Alarme Desligamento 
Alta vibração do compressor X X 
Alta temperatura de ar no último estágio (entrada) X X 
Baixa pressão de óleo lubrificante X X 
Alta temperatura de fornecimento de óleo X 
Alta pressão diferencial do filtro de óleo X 
Baixa pressão do sistema de selagem (ver Nota 1) X 
Operação da bomba de óleo reserva X 
Baixo nível de óleo no reservatório (ver Nota 2) X 
Alta pressão diferencial do filtro de admissão de ar X 
Alta vibração do acionador X 
Purga do painel (ver Nota 3) X 
Reconhecimento de ”surge” X 
Permissivo de partida (ver Nota 4) X 
Alta temperatura do mancal X 
Deslocamento axial X X 
 
NOTA 1 Se aplicável. 
NOTA 2 Com desligamento do aquecedor de óleo. 
NOTA 3 Se exigido. 
NOTA 4 Indicação separada por luz-piloto. 
 
 
6.12 Exclusão (7.4.5.3.4 do API STD 672:2004) 
 
Removido do API STD 672:2004. 
 
 
6.13 Substituição (7.4.5.3.5 do API STD 672:2004) 
 
Salvo especificação em contrário, os instrumentos de alarme e de desligamento devem ser dispostos 
de modo a permitirem o teste do circuito de controle incluindo, quando possível, o elemento de 
atuação, sem interferir com a operação normal do equipamento. O fornecedor deve providenciar uma 
luz visível no painel para indicar quando os circuitos de desligamento estão em um modo de ”bypass” 
para teste. 
 
 
6.14 Substituição (7.5.1.2 do API STD 672:2004) 
 
O sistema de distribuição de água de resfriamento deve terminar em uma única conexão flangeada 
para o fornecimento (e outra para o retorno) nos limites do conjunto. 
 
 
6.15 Adição (7.5.1.7 do API STD 672:2004) 
 
Válvulas borboleta tipo “wafer” não devem ser utilizadas. 
 
6.16 Exclusão (7.5.2.1 do API STD 672:2004) 
 
Removido do API STD 672:2004. 
 
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6.17 Comentário (7.7 do API STD 672:2004) 
 
Normalmente, o filtro padrão do fornecedor deve ser suficiente. Quando a localização da planta 
estiver sujeita a condições não usuais (tal como um alto teor de poluentes ou componentes corrosivos 
na atmosfera), a PETROBRAS deve emitir folhas de dados específicas do conjunto de filtros de 
admissão de ar com requisitos adicionais. 
 
 
6.18 Modificação (7.7 do API STD 672:2004) 
 
Substituir a Nota 2 por: O silenciador do filtro pode ser elevado a certa distância acima do compressor 
para determinadas localizações da planta sujeitas a condições não usuais. A tubulação de entrada 
entre o filtro-silenciador e o compressor é tipicamente fornecida pelo comprador. A tubulação deve 
ser constituída de um material resistente à corrosão para evitar a entrada de ferrugem no 
compressor. 
 
 
6.19 Substituição (7.10.1 do API STD 672:2004) 
 
A capacidade nominal da placa de identificação do acionador (sem o fator de serviço) deve ser de 
pelo menos 110 % da potência máxima requerida para todas as condições operacionais 
especificadas. Quando especificado, o produto da capacidade nominal do acionador e qualquer fator 
de serviço aplicável não deve ser inferior à potência necessária (incluindo as perdas na bomba de 
óleo acionada pelo eixo, acoplamento e engrenagem) para a operação do compressor sem 
estrangulamento (dispositivo de estrangulamento da entrada com entrada totalmente aberta) sob as 
mesmas condições de operação especificadas. O comprador especificará a temperatura de entrada 
de ar e a temperatura de entrada da água de resfriamento a serem usadas pelo fornecedor no cálculo 
da potência máxima sem estrangulamento. 
 
NOTA A temperatura de entrada especificada não é necessariamente a temperatura mínima 
ambiente. 
 
 
6.20 Substituição (7.10.2 do API STD 672:2004) 
 
Coletores de drenagem do tipo “drain rim decking” devem estender-se para os componentes do 
conjunto de acionamento de forma que qualquer vazamento desses componentes seja contido. Nos 
casos em que o fornecedor demonstre que a instalação de ”drain rim decking” não é tecnicamente 
viável, bandejas coletoras (“drip pans”) devem ser utilizadas como um método alternativo de 
contenção de vazamento de óleo. 
 
 
6.21 Substituição (7.10.3 do API STD 672:2004) 
 
Salvo especificação em contrário, o fornecedor deve preparar e revestir todas as superfícies do 
“baseplate” em contato com o graute, de acordo com o API RP 686. 
 
 
6.22 Substituição (7.10.4 do API STD 672:2004) 
 
O controlador microprocessado deve ser capaz de
se comunicar com o sistema de supervisão e 
controle do comprador. 
 
NOTA O comprador deve especificar o protocolo de comunicação a ser usado. 
 
 
6.23 Substituição (7.10.5 do API STD 672:2004) 
 
Salvo especificação em contrário, um sistema “anti-surge” deve ser providenciado. 
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NOTA Tipicamente, isto requer instrumentação adicional para medir fluxo, pressão e temperatura, 
uma válvula de controle anti-surge e lógica de controle adicional. 
 
 
6.24 Substituição (7.10.6 do API STD 672:2004) 
 
O sistema deve ter a capacidade de gravar dados em intervalos múltiplos pouco antes de um alarme 
ou desarme, de forma a auxiliar na análise de causas de problemas operacionais do compressor. 
 
 
6.25 Substituição (7.10.7 do API STD 672:2004) 
 
Provisões para referência de fase (sensores de ângulo de fase) devem ser feitas em todos os 
pinhões, em conformidade com o API STD 670. 
 
 
6.26 Substituição (7.10.8 do API STD 672:2004) 
 
Furos roscados e tamponados devem ser fornecidos para a instalação de sensores de posição axial 
de engrenagens e pinhões. 
 
 
6.27 Substituição (7.10.9 do API STD 672:2004) 
 
A caixa de engrenagens deve ter uma superfície usinada para a montagem do acelerômetro do 
comprador, de acordo com API STD 670. 
 
NOTA Esta exigência é para o diagnóstico de campo da condição de engrenagem feito pelo 
comprador 
 
 
6.28 Substituição (7.10.10 do API STD 672:2004) 
 
Os transdutores de posição axial e vibração devem ser fornecidos, instalados e calibrados de acordo 
com API STD 670. 
 
 
6.29 Substituição (7.10.11 do API STD 672:2004) 
 
Salvo especificação em contrário, os monitores de posição axial e vibração devem ser fornecidos, 
instalados e calibrados de acordo com API STD 670. 
 
 
6.30 Substituição (7.10.12 do API STD 672:2004) 
 
Os sensores, transdutores e monitores de temperatura do metal patente dos mancais devem ser 
fornecidos, instalados e calibrados de acordo com API STD 670. 
 
 
6.31 Substituição (7.10.13 do API STD 672:2004) 
 
O sistema de controle deve manter um registro cronológico dos desligamentos. O painel deve ter a 
capacidade de armazenar todos os parâmetros operacionais relacionados com os desligamentos 
cronológicos em uma memória não volátil alimentada por bateria. 
 
 
6.32 Substituição (7.10.21 do API STD 672:2004) 
 
Os cascos e carretéis dos resfriadores intermediários (“intercoolers”) e do resfriador final 
(“aftercooler”) devem ser de aço-carbono; os espelhos devem ser fornecidos em latão e os tubos em 
latão naval almirantado. 
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12 
 
7 Inspeção, Testes e Preparação para Embarque (Seção 8 do API STD 672:2004) 
 
 
7.1 Modificação (8.2.1 do API STD 672:2004) 
 
Substituir o item “a” por: Certificados de conformidade de materiais para eixos, pinhões, engrenagens, 
impelidores, carcaças e mancais. 
 
 
7.2 Substituição (8.2.2.1.1 do API STD 672:2004) 
 
As peças fundidas também devem ser inspecionadas de acordo com MSS SP-55. 
 
 
7.3 Adição (8.2.3.1 do API STD 672:2004) 
 
Salvo especificação em contrário, a limpeza deve ser feita de acordo com API RP 686. 
 
 
7.4 Substituição (8.3.3.1 do API STD 672:2004) 
 
Um teste de sobrevelocidade a 115 % da velocidade nominal deve ser realizado por um período 
mínimo de 1 minuto. Os impelidores devem ser examinados quanto a mudanças dimensionais e 
trincas em áreas de concentração de tensões. As dimensões do impelidor identificadas pelo 
fabricante como críticas (como o diâmetro externo e de passagem) devem ser medidas antes e 
depois do teste de sobrevelocidade. Qualquer deformação permanente do diâmetro (ou de outras 
dimensões críticas) fora das tolerâncias especificadas nos desenhos deve ser resolvida a contento do 
fornecedor e do comprador. 
 
 
7.5 Substituição (8.3.3.2 do API STD 672:2004) 
 
Após o teste de sobrevelocidade, cada impelidor deve ser examinado através de ensaio 
não-destrutivo de partículas magnéticas ou líquido penetrante. As dimensões do impelidor 
identificadas pelo fabricante como críticas (como o diâmetro externo e de passagem) devem ser 
medidas antes e depois do teste de sobrevelocidade. Qualquer deformação permanente do diâmetro 
(ou de outras dimensões críticas) fora das tolerâncias especificadas nos desenhos deve ser resolvida 
a contento do fornecedor e do comprador. 
 
 
7.6 Substituição (8.3.4.2 do API STD 672:2004) 
 
 
Todas as pressões, viscosidades, e temperaturas de óleo devem estar dentro da faixa de valores 
operacionais recomendados nas instruções de operação do fornecedor para a unidade específica em 
teste, desde que a temperatura máxima de metal patente do mancal não exceda 100°C (212 °F), na 
velocidade contínua máxima (“MCS - maximum continuous speed”). Os dados de performance devem 
ser obtidos somente após a estabilização das temperaturas dos mancais e do óleo lubrificante. 
 
 
Após a primeira hora do teste de funcionamento de 4 horas, as pressões e temperaturas de entrada 
de óleo lubrificante devem ser variadas ao longo da faixa permitida no manual de operação do 
equipamento. Os casos a seguir devem ser verificados durante o teste de 4 horas (pelo menos, meia 
hora em cada caso): 
 
 
— Alta pressão de óleo lubrificante e Alta temperatura de óleo lubrificante; 
— Alta pressão de óleo lubrificante e Baixa temperatura de óleo lubrificante; 
— Baixa pressão de óleo lubrificante e Alta temperatura de óleo lubrificante; 
— Baixa pressão de óleo lubrificante e Baixa temperatura de óleo lubrificante; 
 
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As leituras de vibração devem ser tomadas pelo menos no final do período de cada caso. 
 
 
7.7 Substituição (8.3.4.5.3 do API STD 672:2004) 
 
Durante os testes combinados de funcionamento mecânico e de performance, um teste funcional do 
sistema de lubrificação contratado (“job lube system”) deve ser realizado, incluindo a verificação da 
calibração e operação de todas as válvulas e instrumentação. 
 
 
7.8 Substituição (8.3.4.6.4 do API STD 672:2004) 
 
 
Os níveis de vibração do acionador e do compressor devem ser registrados em cada ponto do teste 
de performance e devem atender aos critérios de 6.7.4.3 do API STD 672:2004, e 7.18 desta Norma. 
 
 
Todos os dados de Tempo Real (vibração, velocidade, sinais de fase, etc.) devem ser registrados 
durante todo o “MRT – Mechanical Running Test” e “URT – Unbalance Response Test”, e submetidos 
ao comprador para revisão. 
 
 
7.9 Substituição (8.3.5 do API STD 672:2004) 
 
O representante do comprador deve realizar uma inspeção final antes do embarque, incluindo 
inspeção dimensional, análise de escopo de fornecimento e revisão da documentação. 
 
 
7.10 Substituição (8.3.6 do API STD 672:2004) 
 
Imediatamente após a conclusão de cada teste de funcionamento mecânico e de performance, as 
cópias dos dados registrados, bem como os dados de performance corrigidos e testados devem ser 
submetidos ao comprador. 
 
 
7.11 Modificação (8.4.1 do API STD 672:2004) 
 
Substituir a terceira frase por: A preparação deve tornar o equipamento adequado para 12 meses de 
armazenamento ao tempo a partir do momento do embarque, sem desmontagem exigida antes da 
operação, exceto para a inspeção dos mancais e selos. 
 
 
7.12 Adição (8.4.2 do API STD 672:2004) 
 
O fornecedor deve especificar os produtos a serem utilizados na preparação de componentes do 
conjunto do compressor, os métodos de remoção e reaplicação, e informar a data de aplicação. 
Esses dados devem ser resumidos em dois tags a serem firmemente fixados ao equipamento 
principal e do lado externo de cada embalagem. 
 
 
7.13 Novo (8.4.8) 
 
Após os testes e inspeções finais, os rotores sobressalentes devem ser acondicionados, embalados 
em contêineres de aço, selados e pressurizados / purgados com nitrogênio. Caso algum inibidor de 
corrosão seja necessário na fase de embalagem e embarque, produtos voláteis devem ser aplicados. 
Os contêineres devem ser fornecidos com indicação
de pressão de N2, respiro, drenagem e 
conexões de reposição e devem ser equipados com uma válvula de segurança de pressão, um 
cilindro de Nitrogênio e válvula de controle de pressão, para assegurar a pressão de Nitrogênio 
adequada no interior do contêiner de armazenamento. O modelo do contêiner deve ser adequado 
para o armazenamento horizontal e vertical. Não deve ser usado TFE ou PTFE entre o rotor e o apoio 
nas áreas de suporte. 
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14 
 
7.14 Substituição (8.5.1 do API STD 672:2004) 
 
O fornecedor deve manter as tolerâncias de montagem final, manutenção e operação por pelo menos 
20 anos. 
 
 
7.15 Substituição (8.5.6 do API STD 672:2004) 
 
O teste combinado deve ser realizado por um período contínuo de 4 horas. 
 
 
7.16 Substituição (8.5.7 do API STD 672:2004) 
 
Um mínimo de 5 pontos de teste devem ser registrados, incluindo, “surge”, nominal (“rated”) e 
capacidade máxima. 
 
 
7.17 Substituição (8.5.8 do API STD 672:2004) 
 
Uma curva de teste sem estrangulamento deve ser produzida. 
 
 
7.18 Substituição (8.5.9 do API STD 672:2004) 
 
Enquanto o equipamento estiver operando em velocidade nominal (“rated speed”), varreduras devem 
ser feitas para amplitudes de vibração em freqüências que não sejam síncronas. No mínimo, essas 
varreduras devem abranger uma frequência a partir de 0,25 vezes a 8 vezes a velocidade nominal do 
eixo sendo observado. Se a amplitude de qualquer vibração discreta, não-síncrona exceder 20 % da 
vibração permitida, tal como definido em 6.7.4.3 do API STD 672:2004, o comprador e o fornecedor 
devem acordar mutuamente quanto aos requisitos para quaisquer testes adicionais e quanto à 
adequação dos equipamentos para embarque. 
 
 
7.19 Substituição (8.5.11 do API STD 672:2004) 
 
Os requisitos de 8.5.11.1, 8.5.11.3 do API STD 672:2004 e 7.20 desta Norma devem ser cumpridos 
após a conclusão do teste combinado de funcionamento mecânico e de performance. 
 
 
7.20 Substituição (8.5.11.2 do API STD 672:2004) 
 
Quando, devido ao projeto do compressor “integrally geared”, a inspeção dos mancais e selagem 
exigirem a desmontagem de qualquer rotor - pinhão, o comprador decidirá por realizar a inspeção de 
mancais e selagem, dependendo da análise dos dados do teste. 
 
 
7.21 Substituição (8.5.12 do API STD 672:2004) 
 
Os testes de fábrica especificados em 7.22 desta Norma ou 8.5.12.2 do API STD 672:2004 devem 
ser realizados (ver também 5.19 desta Norma). 
 
 
7.22 Substituição (8.5.12.1 do API STD 672:2004) 
 
O pacote deve ser testado com o número de configurações de palhetas-guia móveis (“guide vanes”) 
especificado pelo comprador. Cada configuração deve incluir cinco pontos de teste, incluindo 
capacidade máxima, nominal e “surge”. 
 
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15 
 
8 Dados do fornecedor (Seção 9 do API STD 672:2004) 
 
 
8.1 Substituição (9.1.3 do API STD 672:2004) 
 
Uma reunião de coordenação deve ser realizada com o pessoal da PETROBRAS, de preferência no 
escritório da PETROBRAS (ou de seu representante), no prazo de 4 a 6 semanas após a colocação 
da ordem de compra. Salvo especificação em contrário, o fornecedor deve preparar e distribuir uma 
pauta antes desta reunião que deverá incluir, no mínimo, a revisão dos seguintes itens: 
 
a) a ordem de compra, escopo de fornecimento, responsabilidade pelo fornecimento, itens 
e linhas de comunicação do sub-fornecedor; 
b) as folhas de dados; 
c) especificações aplicáveis e exceções previamente acordadas; 
d) cronogramas para transmissão de dados, produção e testes; 
e) procedimentos e programa de garantia da qualidade; 
f) inspeção, expedição e teste; 
g) esquemas e listas de materiais para sistemas auxiliares; 
h) a orientação física dos equipamentos, tubulações, e sistemas auxiliares, incluindo o 
acesso para operação e manutenção; 
i) seleção e classificação de acoplamento; 
j) desempenho do equipamento, condições operacionais alternativas, partida, 
desligamento, e quaisquer limitações operacionais; 
k) instrumentação e controle. 
 
 
8.2 Substituição (9.3.3 do API STD 672:2004) 
 
Salvo especificação em contrário, o fornecedor deve apresentar relatórios de progresso ao 
comprador, pelo menos, mensalmente. 
 
 
8.3 Substituição (9.4.3 do API STD 672:2004) 
 
O(s) Manual(is) de Instruções de Instalação, Operação e Manutenção (“Installation, Operation and 
Maintenance Instructions - IOMI”) deve(m) ser preparado(s) para os equipamentos abrangidos pela 
ordem de compra. Manuais "típicos" não são aceitáveis. Esses manuais devem ser emitidos pelo 
fornecedor em Português e em Inglês. Em caso de conflitos entre as instruções IOMI, a versão em 
Português deve prevalecer. 
 
 
9 Anexos 
 
Esta Norma contém os seguintes anexos: 
 
a) Anexos A e B - Folha de Dados (Anexo A do API STD 672:2004); 
b) Anexo C - Documentação Técnica Requerida do Fornecedor (Anexo D do API 
STD 672:2004). 
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IR 1/1 
 
ÍNDICE DE REVISÕES 
 
 
REV. A 
Partes Atingidas Descrição da Alteração 
 Revisão Geral 
 
REV. B 
Partes Atingidas Descrição da Alteração 
Todas 
Revisão sem alterações de cunho técnico para alinhamento
das versões Português/Inglês. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
		Sem nome
A1
																											FOLHA DE DADOS																																																												Nº.
																											CLIENTE:																																																																																																			FOLHA																		de
																											TAREFA:
																											ÁREA:
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES SI (kPa)
			ÍNDICE DE REVISÕES
			REV.												DESCRÇÃO E/OU FOLHAS REVISADAS
																					REV. 0															REV. A															REV. B															REV. C															REV. D															REV. E															REV. F															REV. G															REV. H
			DATA
			PROJETO
			EXECUÇÃO
			VERIFICAÇÃO
APROVAÇÃO
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO A - FOLHA 01/12.
A2
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									2									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES SI (kPa)
			UNIDADES SI (kPa)
			1			APLICÁVEL A:																					PROPOSTA																																	COMPRA																																	AS BUILT
			2			PARA:																																																																					UNIDADE:
			3			LOCAL:																																																																					Nº. REQUERIDO:
			4			SERVIÇO:																																																																					Nº. ITEM ACIONADOR:
			5												CONTÍNUO																					INTERMITENTE																					"STAND-BY" (2.1.7)																					DISTRIBUÍDO POR:
			6			NOTA: INFORMAÇÕES A SEREM PREENCHIDAS.																																																			PELO COMPRADOR																								PELO FABRICANTE																											PELO COMPRADOR OU FABRICANTE
			7			GERAL
			8			FAB. DOCOMPRESSOR																																																																					MODELO (TAMANHO E TIPO)																																							Nº. DE SÉRIE
			9			FAB. DO ACIONADOR																																																																					TIPO DE ACIONADOR																																							NOMINAL (BkW)																		RPM
			10			SISTEMA DE ACION.:																					ACOPLADO DIRETO																																																OUTRO																																							SERVIÇO (1.2)															BÁSICO									ESPECIAL
			11
			12			CONDIÇÕES OPERACIONAIS (6.1.9)																																																																																										SISTEMA DE CONTROLE (7.4.2)
			13																																																						NOMINAL (3.2.4)									AMB. BAIXO (7.10.1)									AMB. MÍN,									OUTRO												MÉTODO DE CONTROLE: (7.4.2.1)
			14			TODOS OS DADOS POR BASE DE UNIDADE																																																												AMB																																	MODULAÇÃO DA CAPACIDADE (PRES.DESC.CONST.) (7.4.2.1 a.)
			15																																																															(7.10.1)																																				DISP. DE ESTRANG. DA ENTRADA																														AMORTECEDOR
			16						VAZÃO VOLUMÉTRICA, m3/h (101,3 kPaA & 0 °C SECO)																																																																																													VÁLVULA GLOBO																								VÁLVULA BORBOLETA
			17						VAZÃO MÁSSICA, kg/h (MOLHADO) (SECO)																																																																																													PALHETAS-GUIA DE POS.VARIÁVEL DA ENTRADA
			18						TEMP. DE ENTRADA DA ÁGUA DE RESFRIAMENTO																																							(°C)																																																			CONTROLE DUPLO AUTOMÁTICO (7.4.2.1 b.)
			19																																																																																																									(kPaG)									PARA									(kPaG)									PRES.DESC.
			20			CONDIÇÕES DE ENTRADA:																																																																																													PARTIDA E PARADA AUTOM. (7.4.2.1 c)
			21						PRESSÃO (kPaA)																																																																																													PARTIDA															(kPaG)												PARADA									(kPaG)
			22						TEMPERATURA (°C)																																																																																										OUTRO (DESCREVER):
			23						UMIDADE RELATIVA %
			24						PESO MOLECULAR (M)
			25						VOLUME DE ENTRADA, (m3/h) (ÚMIDO / SECO)
			26
			27			CONDIÇÕES DE DESCARGA:
			28						PRESSÃO (kPaA)																																																																																							REQUISITOS DO SISTEMA DE CONTROLE:
			29						TEMPERATURA (°C)																																																																																										UNIDADE OPERA EM PARALELO (7.4.2.2)
			30																																																																																																			C/CENTRÍFUGO
			31																																																																																																			C/ROTATIVO															C/ALTERNATIVO
			32			DESEMPENHO:																																																																																													MICROPROCESSOR COM CAPACIDADE DE COMUNICAÇÃO
			33						MÁX (BkW) REQUERIDO (TODAS AS PERDAS INCL.)																																																																																										COM SDCD DO COMPRADOR (7.4.1.4)
			34						(BkW / 100 m3/h) FLUXO DE AR																																																																																													PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO
			35						VELOCIDADE DE ENTRADA (rpm)
			36						"SURGE" ESTIMADO, (m3/h) (@ ACIMA DA VELOCIDADE)
			37						MÁX. DP NO FILTRO DE ENTRADA, (kPa)																																																																																							SISTEMA DE CONTROLE ALTERNATIVOS: (7.4.1.3)
			38						DP INCLUÍDA NO CÁLCULO																																	SIM									NÃO																																																			DIFERENTE DO TIPO MICROPROCESSADOR:
			39						TEMP. NO PÓS-RESFRIADOR (°C)
			40						Nº. DE CURVA DE DESEMPENHO																																																																																													ADEQUADO APENAS PARA AMBIENTE COBERTO
			41						% AUMENTO EM REL. AO "SURGE" (6.1.12.2)																																																																																													FORNECIDO PELO COMPRADOR
			42						% MODULAÇÃO ("TURNDOWN")
			43						GARANTIA
			44																																																																																													RESFRIADORES INTERMEDIÁRIOS E PÓS-RESFRIADORES (7.6)
			45																																																																																													PÓS-RESFRIADOR:
			46																																																																																							* DESEMPENHO SEM ENTRANG. PARA DIMENSIONAMENTO DO ACIONADOR												FORNECIDO PELO COMPRADOR (7.6.1)
			47			NOTAS																																																																																																NÃO NECESSÁRIO (7.6.1)
			48																																																																																																			DO TIPO "RESFRIADO A ÁGUA" PELO VENDEDOR
			49																																																																																																																																													REQUERIDO RESFR.INTERMEDIÁRIOS RESFRIADOS A ÁGUA (7.6.3)
			50																																																																																																			FORNECIDO PELO COMPRADOR
			51																																																																																																TROCADOR RESFRIADO A AR AUTOMÁTICO
			52																																																																																																CONTROLE DE TEMPERATURA SIGNIFICA: (7.6.6)
			53																																																																																																			DIFUSORES																																										VENTILADORES DE VELOC. VARIÁVEL
			54																																																																																																			VENT. DE PASSO VARIÁVEL																																										VÁLV. DE DESVIO ("BY PASS")
			55																																																																																																CONTR. MANUAL DO RESFRIADOR A AR APENAS POR: (7.6.6)
			56
DIFUSORES																																										VÁLVULA DE DESVIO ("BY PASS")
			57																																																																																																			VENTILADORES DE PASSO VARIÁVEL
			58
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO A - FOLHA 02/12.
A3
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									3									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES SI (kPa)
			1			LOCALIZAÇÃO, DADOS DO LOCAL (6.1.5)																																																																								ESPECIFICAÇÕES
			2			LOCALIZAÇÃO:																																																																								ESPECIFICAÇÕES DE RUÍDO: (6.1.3)
			3						ÁREA COBERTA																					AQUECIDA																					SOB TELHADO																																	SPL MÁXIMO PERMITIDO																																													(@ 1 m)
			4						ÁREA ABERTA																					NÃO AQUECIDA																					LATERAIS PARCIAIS																																	ESPEC. APLICÁVEL
			5						ELEVAÇÃO																					MEZANINO																																																			PROTEÇÃO ACÚSTICA																								SIM									NÃO
			6						ADAP. A BAIXAS TEMP. REQ.																														TROPICALIZAÇÃO REQ.																																										ESPECIFICAÇÕES APLICÁVEIS:
			7																																																																														API STD 672 E
			8			DADOS DO LOCAL:
			9						ELEVAÇÃO																					(m)									BARÔMETRO																					(kPaA)																					SOLDAGEM NÃO CONFORME ASME SE NÃO AWS D1.1: (6.10.3.5)
			10						FAIXA DE TEMPERATURA AMBIENTE,																																							(°C)																																	UNIDADES DE MEDIDA (5.1)																											SIST.EUA.UNID.															SI									OUTRO
			11																					BULBO SECO																								BULBO ÚMIDO
			12									NORMAL
			13									MÁXIMO																																																																		PINTURA:
			14									MÍNIMO																																																																					PADRÃO DO FABRICANTE
			15																																																																														OUTRO
			16																																																																														GRAUTE DA PLACA DE BASE: (7.10.3)																																				EPÓXI									CIMENTÍCIO												NENHUM
			17			CONDIÇÕES NÃO USUAIS:
			18						POEIRA												FUMAÇAS												CONDIÇÕES CORROSIVAS																																													PREPARAÇÃO PARA GRAUTEAMENTO: (7.10.3)
			19						CORROSIVOS PRESENTES:																																																																								PADRÃO DO FAB.																		API RP 686 JATO																					S/ REVEST. P/ JATO NO CAMPO
			20						CONDIÇÕES PROPÍCIAS PARA CORROSÃO SOB TENSÃO																																																																								REVESTIMENTO DE SILICATO DE ZINCO INORGÂNICO
			21						OUTRO																																																																								OUTRO
			22
			23			CLASSIFICAÇÃO ELÉTRICA DA ÁREA: (6.1.8)																																																												CÓDIGO T
			24						CLASSE																		GRUPO																					DIVISÃO																														EMBARQUE
			25						CÓDIGOS ELÉTRICOS LOCAIS:																																																																								DOMÉSTICO															EXPORTAÇÃO															EMBALAGEM P/ EXPORTAÇÃO REQ.
			26																																																																														ARMAZENAMENTO EM LOCAL ABERTO POR:																																							6 MESES												12 MESES
			27			CONDIÇÕES DAS UTILIDADES:
			28						AQUECIMENTO A VAPOR:																																																																					CONSUMO DE UTILIDADES (9.2.3.i.)
			29												ENTRADA MÍN																					(kPaG)																								(°C)																		VAPOR:
			30												NORM																					(kPaG)																								(°C)																		AQUECEDOR DE ÓLEO:																														(kg/h)									OUTRO																					(kg/h)
			31												MÁX																					(kPaG)																								(°C)
			32												SAÍDA MÍN																					(kPaG)																								(°C)																		ELÉTRICO:																																							BLOQUEADO															CARGA TOTAL
			33												NORM																					(kPaG)																								(°C)																																													(kW)												ROTOR AMPS															AMPS
			34												MAX																					(kPaG)																								(°C)																		BOMBA DE ÓLEO LUBRIFICANTE
			35																																																																											BOMBA DE ÓLEO AUXILIAR
			36						ELETRICIDADE:
			37															AQUECIMENTO												CONTROLE																																	ACIONADORES															AQUECEDOR DE ÓLEO																								(kW)																											AQUECEDOR ("SPACE HEATER")												(kW)
			38																											INSTRUMENTOS															PAINEL DE CONTROLE																																	CARGA DO SISTEMA DE CONTROLE:																																																															(kW)
			39						TENSÃO
			40						FREQ.																																																																					ÁGUA DE RESFRIAMENTO:
			41						FASE																																																																																													RESFR. DO ÓLEO LUBRIF.												RESFR. INTERMED.									PÓS-RESFR.									OUTRO
			42
			43						ÁGUA DE RESFRIAMENTO: (6.1.6)																																																																					QUANTIDADE, (L/min)
			44						TEMP. DE ENT.																											(°C)						RETORNO MÁX.																														(°C)						TEMP. DE SAÍDA (°C)
			45						PRESS NORM																											(kPaG)						PROJETO																														(kPaG)						QUEDA DE PRESS (kPa)
			46						RETORNO MÍN.																											(kPaG)						ΔP MÁX. PERM.																														(kPa)						ÁGUA DE RESF.TOTAL (l/min)
			47						FONTE DE ÁGUA
			48																																																																											AR/NITROGÊNIO:																											PRESSÃO DE ENTRADA																					QUANTIDADE
			49						AR:																																																																																																(kPaG)																					(m3/h)
			50						PRESSÃO MÁX.																								(kPaG)									PRESSÃO MÍN.																														(kPaG)						SISTEMA DE VEDAÇÃO:
			51						COMPOSIÇÃO DO GÁS																																																																					PAINEL DE CONTROLE:
			52						NITROGÊNIO:																																																																					RESERVATÓRIO DE ÓLEO LUBRIF.:
			53						PRESSÃO MÁX.																								(kPaG)									PRESSÃO MÍN.																														(kPaG)						CARCAÇA DOS INSTR.:
			54						COMPOSIÇÃO DO GÁS																																																																					SISTEMA DE CONTROLE:
			55																																																																											OUTRO
			56			NOTAS:																																																																								PURGA TOTAL,												(m3/h)
			57
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE
À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO A - FOLHA 03/12.
A4
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									4									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES SI (kPa)
			1			CARACTERÍSTICAS DE CONSTRUÇÃO
			2						VELOCIDADES DO COMPRESSOR:																																																																								CARCAÇA INTEGRAL DAS ENGRENAGENS:
			3			NOMINAL DE ENTRADA:																											(rpm)																		DESARME																		(rpm)												MATERIAL																																				BIPARTIDO
			4			VEL.CRÍT.ENGR.PRINCIPAL:																								1º															(rpm)						2º																		(rpm)												ENG. PRINCIPAL: (6.5.3 6.12.2)
			5			VEL.CRÍT.PINHÃO:																																																																								POTÊNCIA NOM.BASEADA NA DURABILIDADE DA SUP.DOS DENTES:																																																															(kW)
			6						PINHÃO DO 1º ESTÁGIO																					1º															(rpm)									2º															(rpm)									POTÊNCIA NOM. BASEADA NA CURVATURA DOS DENTES:																																																															(kW)
			7						PINHÃO DO 2º ESTÁGIO																					1º															(rpm)									2º															(rpm)												FATOR DE SEG.MÍN.(AGMA):																																										FS REAL
			8						PINHÃO DO 3º ESTÁGIO																					1º															(rpm)									2º															(rpm)									MATERIAL DE COROA DENTADA:																																													DUREZA:
			9						PINHÃO DO 4º ESTÁGIO																					1º															(rpm)									2º															(rpm)									LARG.DA FACE DA ENGR.:																											(mm)																											MATERIAL DO NÚCLEO DA ENG.:
			10																																																																											EFICIÊNCIA MECÂNICA:																														%						GRAU ISO 1328 :
			11			OUTRAS VELOCIDADES INDESEJADAS: (6.7.1.3)																																																																								DIÂM. DO PASSO																											(mm)																								VEL. DA LINHA DE PASSO
			12												VELOCIDADE																					DIÂMETRO																					VELOCIDADE NA
			13												DO ESTÁGIO																					IMPELIDOR																					PONTA ("TIP SPEED")																								PINHÕES: (6.5.3 6.12.2)																		1º												2º												3º												4º
			14			1º ESTÁGIO																								(rpm)																					(mm)																					(m/hr)						FATOR DE SERVIÇO:
			15			2º ESTÁGIO																								(rpm)																					(mm)																					(m/hr)						MATERIAL:
			16			3º ESTÁGIO																								(rpm)																					(mm)																					(m/hr)						DUREZA: (BHN) (Rc)
			17			4º ESTÁGIO																								(rpm)																					(mm)																					(m/hr)
			18																																																																														EIXO DA ENGRENAGEM PRINCIPAL:
			19						IMPELIDORES: (6.5.2)																																																																											SUBSTITUÍVEL																								INTEGRAL C/ ENGREN.
			20						Nº. DE IMPELIDORES:																																	MATERIAL																																				MAT.:																														DUREZA:																														(BHN) (Rc)
			21						TIPO (ABERTO, RADIAL, INCLINAÇÃO PARA TRÁS, ETC.)																																																																					ESPAÇO ENTRE ROLAM.																											(mm)						PESO (C/ ENG.)																											(kg)
			22						TIPO DE CONSTRUÇÃO: (6.5.2.2)																																																																					DIÂM. NA ENG.																											(mm)																								DIÂM. NO ACOPLAMENTO									(mm)
			23						MÉTODO DE FIXAÇÃO: (6.5.2.2)																																																																					LUVAS DE EIXO NA SELAGEM.:																																	MATERIAL
			24						ROT.VISUALIZADA NA EXTREM.DO EIXO DE ENTRADA:																																																HORÁRIO												ANTI-HOR.									LABIRINTO NO EIXO:																					TIPO																											MAT.
			25																																																																											ENGR. PRINCIPAL TIPO MANCAL RADIAL:																																																						COMPRIMENTO
			26						CARCAÇA DO COMPRESSOR:																																																																					CARGA PERMAN.																											(kPa)						CARGA REAL																														(kPa)
			27			MODELO																																				CARCAÇA BIPARTIDA
			28																											EST 1												EST 2												EST 3												EST 4															MANCAIS AXIAIS DA ENGRENAGEM PRINCIPAL: (6.8.3)
			29			MATERIAL																																																																								LOCALIZAÇÃO																																	TIPO
			30			PR. MÁX.ADM.DE TRAB.																		(kPaG)																																																						FAB.																																				ÁREA																											(mm2)
			31			TESTE HIDROST.																		(kPaG)																																																						COLAR DE ENCOSTO (6.8.3.6)																														INTEGRAL																		SUBSTITUÍVEL
			32			TEMP.OPER.MÁX.																		(°C)																																																						CARGA PERMAN.																											(kPa)						CARGA REAL																														(kPa)
			33			TEMP. OPER.MÍN.																		(°C)																																																						CARGA EM GÁS																											(kg)						CARGA DE ACOPLAM.																														(kg)
			34						TEMP.MÍN.DE PROJETO DO METAL (6.10.5)																																																															(°C)						MANCAIS EQUIPADOS C/ SENSORES DE TEMP. (6.12.10 6.12.11)
			35						TRATAMENTO TÉRMICO DA CARCAÇA REQ. (6.10.3.1.1)																																																																								MANCAL RADIAL DE PINHÃO																											MANCAL RADIAL DA ENGRENAGEM PRINCIPAL
			36						TENSÃO MÁX. PARA MAT. (6.2.1)																																																															(MPa)									MANCAL AXIAL
			37						FATOR DE FUNDIÇÃO (6.2.1)
			38			CONEXÕES SOLDADAS -TESTES NÃO DESTRUTIVOS FORNECIDOS:																																																																											CONEXÕES PRINCIPAIS: (6.3)
			39									100 % RADIOGRAFIA																								PARTÍCULA MAGN.																								LIQ. PENETRANTE
			40																																																																																																						TAMANHO									CLASSIFIC. ASME									FACEAMENTO												POSIÇÃO
			41																																																																											ENTRADA DO COMPR.
			42						MANCAIS DO COMPRESSOR E CAIXAS DE MANCAIS:																																																																					DESC.DO COMPR.
			43						MATERIAL DA CAIXA DE MANCAIS:																																																																					SAÍDA DO PACOTE
			44						MANCAIS RADIAIS DO PINHÃO: (6.8.2)																																																																					ALÍVIO ATM
			45																											EST 1												EST 2												EST 3												EST 4												SAÍDA DO FILTRO
			46						TIPO DE ROLAMENTO
			47						CARGA PERM.															(kPa)																																																									OUTRAS CONEXÕES:
			48						CARGA REAL															(kPa)																																																																																				Nº.						TAM.						TIPO
			49						ESPAÇO ENTRE ROL. (mm)
ENTRADA DE ÓLEO LUBR.
			50						MANCAIS RADIAIS DE PINHÃO: (6.8.3)																																																																					SAÍDA DE ÓLEO LUBR.
			51																											EST 1												EST 2												EST 3												EST 4												ENTRADA DE ÁGUA DE RESFR.
			52						TIPO DE MANCAL																																																																					MANÔMETRO
			53						CARGA PERM.															(kPa)																																																						MEDIDOR DE TEMP.
			54						CARGA REAL															(kPa)																																																						DRENOS DE CONDENSADOS
			55						MANCAL AXIAL
			56
			57
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO A - FOLHA 04/12.
A5
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									5									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES SI (kPa)
			1			DETECTORES DE VIBRAÇÃO: (7.4.4.5 7.10.10)																																																																											INSPEÇÕES E TESTES DE FÁBRICA: (8.1.1)
			2						TIPO																																							MODELO																																				NOTIFICAÇÃO PRÉVIA REQ.																																																DIAS
			3						FAB.																																																																																																															OBSERVADO												TESTEMUNHADO
			4						Nº. EM CADA MANCAL DO PINHÃO																																													Nº. TOTAL																											INSPEÇÃO EM FÁBRICA
			5						Nº. EM CADA MANCAL DO ACIONADOR																																													Nº. TOTAL																											TESTE HIDROSTÁTICO (8.3.2)
			6						SENSORES RADIAIS X&Y PODEM SER MONTADOS ADJACENTES AOS IMPELIDORES PARA:																																																																								TESTE COMBINADO (8.3.4 8.5.6)
			7									1º EST															2º EST															3º EST															4º EST																								ASME PTC 10 TESTE (8.3.4.1)
			8			OSCILADOR-DEMODULADORES:																																																																														INCLUI												FILTRO DE AR
			9									FABR.																														MODELO																																													PÓS-RESFRIADOR COMPR.
			10						MONITOR FORNECIDO POR
			11									FABR.																														MODELO																																							PALHETAS-GUIA (8.5.12.1)
			12									LOCALIZAÇÃO																											INVÓLUCRO																																																A									SEM POSIÇÕES 100 %
			13						FAIXA DA ESCALA DE LEITURA																																	ALARME															AJUSTE @																								TESTE DO NÍVEL SONORO
			14						DESLIGAMENTO:																		AJUSTE @																		(mm/seg2)																		RETARDO									SEG									TESTE DO ROTOR SOBRESSALENTE (8.5.12.2)
			15						CONFORME API STD 670 (7.10.10 7.10.11)																																																																											TESTE MECÂNICO PARA ROTOR SOBRESSALENTE
			16			MONITOR DE TEMPERATURA - MANCAL: (7.10.12)																																																																											TESTE DE SOBREVELOCIDADE DO IMPELIDOR (8.3.3)
			17									REQ.									FORNECIDO POR:																														CONFORME API 670																														ENAIOS NÃO DESTR.(END) NOS IMPELID.APÓS TESTE DE SOBREVELOCID. (8.3.3.2)
			18									FABR.																								MODELO																																													VERIFICAÇÃO DO DESBALANCEAMENTO RESIDUAL (6.12.8)
			19			DETETOR DE DESLOC.AXIAL: (7.10.10 7.10.11)																																																																											LIMPEZA DO SISTEMA DE ÓLEO
			20						TIPO																											MODELO																																													VERIFICAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE (8.3.4.5.5)
			21						FABR.																																																																								VERIF. DE ROLAMENTO, VEDAÇÃO, ENGRENAGEM (8.5.11.1 6.5.11.2)
			22						FAIXA DA ESCALA DE LEITURA																																	ALARME															AJUSTE @																								VERIFICAÇÃO DO CONTATO DAS ENGREN. (8.2.3.2)
			23						DESLIGAMENTO:																		AJUSTE @															(mm/seg2)												RETARDO																		SEG									VERIFICAÇÃO DA LIMPEZA - VASOS (8.2.3.3)
			24																																																																														VERIFICAÇÃO DA LIMPEZA - TUBULAÇÃO (8.2.3.3)
			25			DINÂMICA: (6.7 6.12)																																																																											VERIFICAÇÃO DA DUREZA DE PINHÕES (8.2.3.4)
			26						VELOC. LATERAIS CRÍT. SÃO COMPROV ATRAVÉS DE UNID. ANTERIORES (6.7.2)																																																																											DA ENGRENAGEM PRINCIPAL
			27						ANÁLISE DE RESPOSTA AO DESBALANCEAMENTO AMORTECIDO REQ. (6.12.3)																																																																											DOS REPAROS DE SOLDA
			28						ANÁLISE DE VIBRAÇÃO TORCIONAL DO CONJUNTO REQ. (6.12.5)																																																																								END DOS REPAROS PRINCIPAIS (8.2)
			29						PLANILHA DE DESBALANCEAMENTO RESIDUAL REQ. (6.12.8)																																																																								PART. MAGNÉTICA DOS DENTES DE ENGRENAGEM (8.5.4)
			30						COMENTÁRIOS																																																																								INSPEÇÃO FINAL ANTES DA PINTURA
			31																																																																														INSPEÇÃO ANTES DO EMBARQUE (8.4)
			32			ACOPLAMENTOS: (7.2.1)
			33			TIPO:												CONJ.DE DISCO																		DIAFRAGMA															OUTRO
			34			MAT.DE DISCO:																		AÇO INOXIDÁVEL																								REVESTIDO C/																																	DOCUMENTAÇÃO PRÉVIA SOBRE REPAROS PRINCIPAIS NÃO REQ. (6.10.4.3)
			35						FABRICAÇÃO																																							MODELO																																	MANTER FOLGAS FINAIS DE MONTAGEM (8.5.1)
			36						SEM LUBRIFICAÇÃO																					LUBRIFICADO																		LUBRIFICAÇÃO																																	ENVIO DA LISTA DE VERIFICAÇÃO DO INSPETOR (8.1.2)
			37						COMP. DO ESPAÇADOR																											(mm)												FOLGA AXIAL LIMITADA REQ.																																																			ASSINADO PELO REP. DO:						COMPRADOR																					FORNECEDOR
			38						CLASSIF. DO ACOPLAM.																											kW/100 @ 1,0 FS																		FS REAL																								SE O PROJETO EXIGIR A DESMONTAGEM DE PINHÃO PARA INSPEÇÃO DE MANCAIS,
			39						CLASSIF.DE JUNÇÃO DO EIXO: @ ACION.																																																						(kW) @ EIXO DE ENTRADA									(kW)												RENUNCIAR À INSPEÇÃO DE MANCAL COM BASE NOS DADOS DO TESTE; OU
			40						ARRANJO DE MONTAGEM @ EIXO DE ENTRADA:																																																									ACIONADOR																		INSPECIONAR MANCAL E RETESTAR (8.5.11.2)
			41																		DIÂM. MÁX. DE FAB.												(mm)																					DIÂMETRO PROPOSTO												(mm) (7.2.1.6)															PESO:															(kg)
			42			MEIO ACOP.DO ACIONADOR FABR.POR:																																																FABR.DO ACION.																		REV. DO COMPR.									ENGR. INTEGRAL / COMPR.																																				ACIONADOR
			43						ADAP. DE MARCHA LENTA PARA MEIO ACOP. DO ACIONADOR REQ.																																																																								CAIXA SUPERIOR DA ENGR.
ENGR. PRINCIPAL
			44																																																																														PINHÃO DO 1º ESTÁGIO																																				PINHÃO DO 2º ESTÁGIO
			45			REQUISITOS DE TUBULAÇÃO:																																																																											RESFR. INTERMEDIÁRIO																																				FEIXE
			46						TRECHO RETO ANTES DA SUCÇÃO RECOMENDADO:																																																																								PÓS-RESFRIADOR COMPR.																																				FEIXE
			47						O REVENDEDOR DEVE OBSERVAR A REQUISITOS DOS FLANGES																																																																								BASE																																				PAINEL DE CONTROLE
			48						PARAFUSOS PASSANTES REQUERIDOS PARA FLANGES DE TUBULAÇÃO																																																																								MÁX. PARA MANUTENÇÃO (IDENTIFICAR)
			49			DIVERSOS:																																																																											PESO TOTAL PARA REMESSA
			50						VENDEDOR PRESENTE DURANTE A VERIFICAÇÃO DO ALINHAMENTO INICIAL																																																																								REQUISITOS DE ESPAÇO:																											(mm)
			51						O VENDEDOR VERIFICA O ALINHAMENTO NA TEMP. OPERACIONAL																																																																								UNIDADE COMPLETA:																																	C									L												A
			52						BASE PROJETADA PARA MONTAGEM EM COLUNA																																																																								PAINEL DE CONTROLE: (CASO SEPARADO)																																	C									L												A
			53						VÁLVULAS DE ALÍVIO TÉRMICO FORNECIDAS PELO VENDEDOR																																																																								FILTO DE SUCÇÃO - SILENCIADOR:																																	C									L												A
			54									PARA TROCADORES RESFRIADOS À ÁGUA																																																																					PÓS-RESFR. COMPR.: (SE FORNECIDO)																																	C									L												A
			55									PARA																																																																					OUTRO																																	C									L												A
			56						O COMPRADOR PREPARARÁ A PAUTA DA REUNIÃO DE COORDENAÇÃO (9.1.3)
			57																																																																											NOTAS
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO A - FOLHA 05/12.
A6
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									6									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES SI (kPa)
			1			SISTEMA DE ÓLEO LUBRIFICANTE (6.9)
			2			REQUISITOS BÁSICOS DO SISTEMA - FLUXO DE ÓLEO NORMAL																																																																								LUBRIFICANTE:																								SINTÉTICO																		HIDROCARBONETO
			3																																																																														DESCRIÇÃO
			4						ÓLEO LUBR. PARA:																		(L/min)																		(kPaG)																		(SSU @37,7 °C)																		TEMP.DE ÓLEO MÍN.PERMITIDA																																				(°C)																								(SSU)
			5						COMPR/ENGR.
			6						ACIONADOR																																																																								FORNECEDORES DE COMPONENTES DO SISTEMA:
			7						ENGR. EXTERNA																																																																																																						FABRIC.																		MODELO
			8						PRESSÕES DO SISTEMA DE ÓLEO:																																																																								BOMBA PRINCIPAL
			9						FORNECIDA																					(kPaG)																											AJ. VÁLV.DE ALÍVIO DA BOMBA												(kPaG)												BOMBA RESERVA
			10						PROJ. DO SIST.																					(kPaG)																											HIDROTESTE												(kPaG)												MOTOR(ES) ELÉTRICO(S)
			11																																																																														TURBINA(S) A VAPOR
			12			RESFRIADOR DE ÓLEO: (COMBINADO E COM VÁLVULA DE TRANSFERÊNCIA)																																																																											RESFRIADOR(ES) DE ÓLEO
			13																																							LADO DO CASCO																		LADO DO TUBO																					FILTROS DE ÓLEO
			14						PRES. OPERACIONAL, (kPaG)																																																																								ACUMULADOR(ES)
			15						PRES. MÁX. DE TRAB. PERM., (kPaG)																																																																								FILTROS DE SUCÇÃO
			16						TEMP. MÁX. PERM., (°C)																																																																								VÁLVULAS DE RETENÇÃO
			17						FATOR DE INCRUSTAÇÃO																																																																								VÁLVULA(S) DE TRANSFERÊNCIA
			18																																																																														ACOPLAMENTO DA BOMBA
			19						ÁREA DE SUPERFÍCIE																														(m2)												SERVIÇO																		(kj/hr)												VÁLVULAS DE ALÍVIO DA BOMBA
			20						FEIXE REMOVÍVEL A SER FORNECIDO																																																																								AQUECEDOR ELÉTRICO
			21						CÓDIGO ASME ESTAMPADO																																																			PROJETADO CONF. TEMA
			22						TUBOS:									Nº.																		D.E.(Ø)												(mm)						COMPRIMENTO																		(mm)
			23																											ESPESSURA DA PAREDE												(mm)															MÉD.									MÍN												BOMBAS:																																	PRINCIPAL																		RESERVA
			24						MATERIAIS																																																																								HORIZONTAL
			25						CARRETÉIS/CABEÇAS																																																CASCO																								VERTICAL
			26						TUBOS																																							ESPELHO																																	SUBMERSÍVEL
			27						TAMPAS DO CARRETEL																																																SUPORTES DE TUBO																								ACIONADA POR MOTOR
			28																																																																														ACIONADA POR TURBINA
			29			FILTROS DE ÓLEO: (GÊMEO - COM VÁLVULA DE TRANSFERÊNCIA)																																																																											ACIONADA POR EIXO
			30						CLASSIFICAÇÃO MÍCRON																																				NOMINAL															ABSOLUTO																					CENTRÍFUGA
			31						DP: (kPa)												LIMPO															SUJO																		COLAPSO																											ROTATIVA (PARAFUSO)
			32						ELEMENTO:												FABRICAÇÃO																											MODELO																																	CONECTADA AO FLANGE
			33						Nº. DE ELEMENTOS																																	MÉDIA																																							CAPACIDADE NOMINAL																								(m3/h)
			34						MAT. DO NÚCLEO																																	MAT. DA CARCAÇA																																							PRESSÃO DE DESCARGA																								(kPaG)
			35						PMTP DA CARCAÇA																								(kPaG)									TEMP. MÁX. PERMITIDA																														(°C)															@ MAX SSU
			36			MATERIAL: AÇO INOXIDÁVEL																																																																											CLASSIF.DO ACIONADOR																								(kW)
			37			AQUECEDOR DE ÓLEO:																																																																											MATERIAL DA CARCAÇA
			38						AQUECIMENTO A VAPOR REQ.
AQUECEDOR ELÉTRICO REQ.																														VELOCIDADE
			39						CLASSIFICAÇÃO																																																									(kJ/hr)															ACOPLAMENTO
			40						DENSIDADE DE POTÊNCIA																																																									(W/in2)															PROTEÇÃO "OSHA"
			41																																																																														SELO MECÂNICO
			42			RESERVATÓRIO DE ÓLEO:
			43						TEMPO DE RETENÇÃO																														MIN									CAPACIDADE																								(I)						TIPO DE REINICIALIZAÇÃO DA BOMBA RESERVA:
			44						ÁREA DE SUPERFÍCIE LIVRE																																				(cm2)									DEFLETORES INTERNOS																														MANUAL												AUTOMÁTICO															SELETOR MANUAL/AUTOMÁTICO
			45			MATERIAL:
			46			SILENCIADORES
			47			FILTRO DE ENTRADA DE AR/SILENCIADOR: (7.7)																																																																								SILENCIADOR DE DESCARGA: (7.8)
			48						FABRICANTE																														MODELO																																													FABRIC.																														MODELO
			49						DESCRIÇÃO																																																																								DESCRIÇÃO
			50						TUBULAÇÃO DE CONEXÃO																																																																								CONEXÃO POR FLANGE
			51						DP LIMPEZA, CONFORME MENCIOANDO																																																															(kPa)									MONTAGEM															HORIZONTAL																		VERTICAL
			52						PROTEÇÃO CONTRA CORROSÃO																																																																								APOIADO POR																		TUBULAÇÃO															OUTRO
			53						O FILTRO SERÁ MONTADO PELO COMPRADOR A UMA																																																																								NÍVEL DE PRESÃO SONORA (dBA)																																	(@ 1 m)									DA DESCARGA DO
			54						DISTÂNCIA DE																					(m)			DO COMPRESSOR																																																SILENCIADOR
			55						O FILTRO SERÁ ELEVADO																																				(m)			ACIMA DO PISO
			56																																																																											NOTAS
			57
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO A - FOLHA 06/12.
A7
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									7									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES SI (kPa)
			1			CONTROLES E INSTRUMENTAÇÃO (7.4)
			2			PAINEL DE CONTROLE LOCAL: (7.4.3)
			3						CLASSIFICAÇÃO ELÉTRICA DA ÁREA:																																																																											REQUISITO DE PURGA: (7.4.3.2)
			4												CLASSE																		GRUPO																		DIVISÃO																																				NENHUM																		AR DE INSTRUMENTO																											NITROGÊNIO
			5			REQUISITO DO INVÓLUCRO DO PAINEL: (7.4.3.2)																																																																																	TIPO X - REDUZ A CLASSIFICAÇÃO DE DIV 1
			6						MATERIAL DO INVÓLUCRO NEMA TIPO 4X:																																																																														PARA SEM RISCO
			7						NEMA TIPO 7 (À PROVA DE EXPLOSÃO INTERNA PARA ÁREAS COM GASES DE RISCO) REQ.																																																																														TIPO Y - REDUZ A CLASSIFICAÇÃO DE DIV 1
			8			CARACTERÍSTICAS DO PAINEL: (7.4.3.2)																																																																																	PARA DIV 2
			9						ISOLADORES DE VIBRAÇÃO																														AQUECIMENTO POR TIRAS																								RESFRIAMENTO INTERNO																								TIPO Z - REDUZ A CLASSIFICAÇÃO DE DIV 2
			10						COBERTURA CONTRA INTEMPÉRIES																														CONEXÕES DE PURGA																								OUTRO																								PARA SEM RISCO
			11																																																																																				TROPICALIZAÇÃO REQUERIDA
			12
			13						FORNECEDORES DE INSTRUMENTOS:
			14						MANÔMETROS:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			15						MEDIDORES DE TEMPERATURA:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			16						MEDIDORES DE NÍVEL:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			17						MEDIDORES DE PRESSÃO DIFERENCIAL:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			18						CHAVES DE PRESSÃO:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			19						CHAVES DE TEMPERATURA:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			20						CHAVES DE NÍVEL:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			21						TRANSMISSORES DE PRESSÃO:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			22						TRANSMISSORES DE TEMPERATURA:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			23						TRANSMISSORES DE NÍVEL:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			24						VÁLVULAS DE CONTROLE:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			25						VÁLVULAS DE ALÍVIO DE PRESSÃO:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			26						VÁLVULAS DE ALÍVIO TÉRMICO:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			27						VÁLVULAS DE CONTROLE DE TEMP.:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			28						INDICADORES VISUAIS DE FLUXO:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			29						INDICADORES DE FLUXO DE PURGA:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			30						VÁLVULAS SOLENÓIDE:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			31						ANUNCIADOR:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			32						ACESSÓRIOS DE TUBOS:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			33																																							FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			34																																							FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			35																																							FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			36																																							FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			37
			38			POSIÇÕES DE CHAVE: (7.4.5.3.2)
			39			OS CONTATOS DE ALARME DEVEM:																																							ABRIR															FECHAR PARA ALARME SONORO E SER NORMALMENTE																																																ENERGIZADO																					DESENERGIZADO
			40			OS CONTATOS DE DESARME DEVEM:																																							ABRIR															FECHAR PARA MANOBRA E SER NORMALMENTE
ENERGIZADO																					DESENERGIZADO
			41						(NOTA: CONDIÇÃO NORMAL QUANDO O COMPRESSOR ESTÁ EM OPERAÇÃO)
			42						OS SISTEMAS DE DESARME NÃO DEVEM SER FORNECIDOS RECURSOS PARA PERMITIR TESTE SEM DESLIGAR A UNIDADE (7.4.5.3.4)
			43						DISPOSITIVOS QUE NÃO SEJAM PARA DESARME NÃO PRECISAM TER VÁLVULAS PARA PERMITIR SUBSTITUIÇÃO DURANTE A OPERAÇÃO
			44						VÁLVULAS DE ISOLAMENTO SÃO REQUERIDAS PARA DISPOSITIVOS COM SENSORES DE DESARME
			45			INSTRUMENTAÇÃO GERAL:
			46						INSTRUMENTO DE VAZÃO MONTADO EM LINHA
			47						MANÔMETRO COM ENCHIMENTO DE LÍQUIDO PARA ÁREAS SUJEITAS À VIBRAÇÃO
			48						ÁS VÁLVULAS DE ALÍVIO PODEM TER OS CORPOS EM MATERIAL DIFERENTE DE AÇO																																																																																				MATERIAL DO CORPO DA VÁLV. DE ALÍVIO:
			49						VÁLVULAS DE ALÍVIO TÉRMICO REQUERIDAS PARA COMPONENTES QUE PODEM SER ISOLADOS
			50						TIPO/MATERIAL DO INDICADOR DE FLUXO SE FOR DIFERENTE DO TIPO "OLHO DE BOI" COM CORPO DE AÇO
			51						PURGA REQUERIDA PARA ANUNCIADOR (7.4.3.2)																																																																																							X						Y						Z						CONEXÃO APENAS
			52						COMBINAÇÃO VÁLVULAS DE BLOQUEIO E DE DRENO PODE SER SUBSTITUÍDA
			53
			54
			55			NOTAS:
			56
			57
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO A - FOLHA 07/12.
A8
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									8									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES SI (kPa)
			1			ESCOPO DE FORNECIMENTO DE INSTRUMENTAÇÃO
			2																																																																					ELEMENTO																														INDICADOR																		DESARME			SINAL DE REPET. 2)
			3																																																																					PROV. POR						TIPO									LOCALIZ.									INSTAL
POR						PROV POR						LOCALIZ.									ALARME
			4
			5																																																																					FORNECEDOR			COMPRADOR			LEITURA DIRETA			CHAVE			TRANSMISSOR 1)			PACOTE DO FORN.			PAINEL LOCAL			TUB. DO COMPRADOR			FORNECEDOR			COMPRADOR			FORNECEDOR			COMPRADOR			PACOTE DO FORN.			TUB. DO COMPRADOR			PAINEL LOCAL
			6
			7
			8
			9
			10			PRESSÃO:
			11						SUCÇÃO DO COMPRESSOR																																							ESTÁGIO
			12						DESCARGA DO COMPRESSOR																																							ESTÁGIO
			13						DESCARGA DE ÓLEO LUBR. (BAIXA)
			14						DP DO FILTRO DE ÓLEO LUBR. (ALTA)
			15						FORNECIMENTO DE ÓLEO LUBR.
			16						DP DO SILENCIADOR/FILTRO DE AR (ALTA)
			17						COLETOR DE ÁGUA (ENTRADA E SAÍDA)
			18
			19			TEMPERATURA:
			20						SUCÇÃO DO COMPRESSOR																																							ESTÁGIO
			21						DESCARGA DO COMPRESSOR																																							ESTÁGIO
			22						SAÍDA DO RESFRIADOR DE ÓLEO
			23						MANCAL RADIAL DO PINHÃO DO COMPRESSOR
			24						MANCAL RADIAL DA ENGRENAGEM PRINCIPAL
			25						MANCAL AXIAL DO PINHÃO OU ENG. PRINCIPAL
			26						MANCAL RADIAL DO ACIONADOR
			27						MANCAL AXIAL DO ACIONADOR
			28						RESERVATÓRIO
			29
			30			NÍVEL:
			31						RESERVATÓRIO DE ÓLEO LUBRIFICANTE
			32						SEPARADOR
			33
			34			VIBRAÇÃO:
			35						VIBRAÇÃO RADIAL EM CADA ESTÁGIO
			36						VIBRAÇÃO RADIAL NO EIXO DA ENG. PRINCIPAL
			37						POSIÇÃO AXIAL DO EIXO DA ENG. PRINCIPAL
			38						POSIÇÃO AXIAL
			39						VIBRAÇÃO RADIAL NO ACIONADOR
			40						POSIÇÃO AXIAL NO EIXO DO ACIONADOR
			41						ACELERÔMETRO NA CAIXA DE ENGRENAGENS
			42
			43			FLUXO:
			44						RETORNO DE ÓLEO
			45
			46
			47			DIVERSOS:
			48						OPERAÇÃO DA BOMBA RESERVA DE ÓLEO
			49						FALHA DE PURGA DO PAINEL
			50						FALHA DE PURGA DO ACIONADOR
			51						RECONHECIMENTO DE "SURGE"
			52						AQUECEDOR DE ÓLEO LIGADO
			53						INDICAÇÃO DE ALARME REMOTO COMUM
			54						INDICAÇÃO DE DESLIGAMENTO REMOTO COMUM
			55
			56			NOTA 1									TRANSMISSORES FORNECIDOS PELO REVENDEDOR DEVEM INCLUIR ELEMENTO SENSOR.
			57			NOTA 2									FORNECER TAMBÉM "SINAL DE REPETIDO." PARA A SALA DE CONTROLE.
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO A - FOLHA 08/12.
A9
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									9									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES SI (kPa)
			1			RESFRIADORES INTERMEDIÁRIOS E PÓS-RESFRIADORES
			2			SERVIÇO DE UNIDADE:																																																																																				Nº. DE ITEM:
			3			TAMANHO:																														TIPO:																														HORIZ												VERT									CONECTADO EM																					PARALELO																		SÉRIE
			4			SUPERF./ UNIDADE: (BRUTO/EFIC.)																																																			(m2)												CASCOS/UNIDADE:																														SUP./CASCO: (BRUTO/EFIC.)																																										(m2)
			5
			6			DESEMPENHO DE UMA UNIDADE
			7																																																			LADO DO CASCO																																													LADO DO TUBO
			8						NOME DO FLUIDO																																													AR																																													ÁGUA
			9						QUANTIDADE DO FLUIDO, TOTAL (kg/h)
			10									VAPOR - DENTRO/FORA
			11									LÍQUIDO - DENTRO/FORA
			12						TEMPERATURA - DENTRO/FORA (°C)
			13						DENSIDADE
			14						VISCOSIDADE, LÍQUIDO (mPa-s)
			15						CALOR ESPECÍFICO, (kJ/kg °C)
			16						CONDUTIVIDADE TÉRMICA, (kJ/m h °C)
			17						CALOR LATENTE, (kJ/kg °C)
			18						PRESSÃO DE ENTRADA, (kPaG)
			19						VELOCIDADE, (m/s)
			20						QUEDA DE PRESSÃO - PERMISSÍVEL./CALCULADA, (kPa)
			21						RESISTÊNCIA À INSCRUSTAÇÃO-MÍNIMO (hr m2 °C/kJ)
			22
			23						CALOR TROCADO																																																															(kJ/hr)																														TEMP. MÉDIA "MTD" CORRIGIDA																																				(°C)
			24						TAXA DE TRANSFERÊNCIA, (kJ/hr m2 °C) SERVIÇO																																																																					LIMP.
			25
			26			CONSTRUÇÃO DE UM CASCO																																																																																																ESBOÇO: ORIENTAÇÕES PARA BOCAL DE FEIXE
			27																																							LADO DO CASCO																														LADO DO TUBO
			28			PRESSÃO DE TESTE/PROJETO, (kPaG)
			29			TEMPERATURA DE PROJETO, (°C)
			30			Nº. DE PASSES POR CASCO
			31			TOELERÂNCIA À CORROSÃO, (mm)
			32			BOCAIS:																																	ENTRADA
			33			TAMANHO &																											SAÍDA
			34			CLASSE																								INSP. BOCAL
			35			Nº. DE TUBO																					D.E.															(mm)						ESP. (MIN) (MÉD.)																								(mm)						COMPRIMENTO:																		(m)									PASSO									(mm)									30						60						90						45
			36			TIPO DE TUBO
MATERIAL
			37			MAT. DO CASCO																																	D.I.												(mm)						D.E.															(mm)						MAT. DE PROTEÇÃO DO CASCO																																																															(INTEG) (REMOVÍVEL)
			38			MAT. DO CARRETEL OU TAMPA																																																																								MAT. DE PROTEÇÃO DO CANAL
			39			ESPELHO - MAT. FIXO																																																																								ESPELHO - MAT. FLUTUANTE
			40			MAT. DE PROTEÇÃO DA CABEÇA FLUTUANTE																																																																								PROTEÇÃO CONTRA CHOQUE
			41			DEFLETORES - MAT. TRANSV.																																																			TIPO																					% CORTE (DIÂM.) (ÁREA)																																										ESPAÇAMENTO: C/C												ENTRADA									(mm)
			42			DEFLETORES - MAT. LONG.																																																																								TIPO DE VEDAÇÃO
			43			SUPORTES - TUBO																																																						U-BEND																																																TIPO
			44			ARRANJO DO SELO DE "BY PASS"																																																																								TUBO - JUNTA DE ESPELHO
			45			VEDAÇÃO-LADO DO CASCO																																																																								- LADO DO TUBO
			46									- CABEÇA FLUTUANTE
			47			REQUISITOS DO CÓDIGO ASME SECTION VIII :																																										PROJETO E TESTE																		ESTAMPA												NÃO APLICÁVEL																					CLASSE TEMA
			48			PESO/CASCO																																				(kg)						PREENCHIDO COM ÁGUA																																				(kg)						FEIXE																																																			(kg)
			49
			50			NOTAS:
			51
			52
			53
			54
			55
			56
			57
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À NORMA PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO A - FOLHA 09/12.
A10
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									10									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES SI (kPa)
			1			MOTORES DE INDUÇÃO DE ESTRUTURA NEMA PARA IEEE 841
			2			FABR.																														MODELO																														Nº. DE SÉRIE																																																						PADRÃO NEMA
			3			TIPO DE EQUIP. ACIONADO																																																																					Nº. DE ITEM DO EQUIP. ACIONADO																																													Nº. DO ITEM DO MOTOR
			4
			5			CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO
			6
			7			DADOS DO LOCAL:																																																																								SISTEMA DE ACIONAMENTO:
			8			SISTEMA ELÉTRICO:																		VOLTS																		FASE															HERTZ																											CONECTADO DIRETO																								ENGR. EXTERNA
			9			CLASSIFICAÇÃO ELÉTRICA DA ÁREA:																																							SEM RISCOS																																													OUTRO
			10									CLASSE																		GRUPO																					DIVISÃO
			11						MISTURA ATMOSFÉRICA:																																																																					PARTIDA: (7.1.2.2)
			12						TEMPERATURA DE IGNIÇÃO:																																	(°C)						CÓDIGO DE TEMP.:																																				TENSÃO TOTAL																											TENSÃO REDUZIDA																																	%
			13			ALTITUDE:																		INFERIOR A																		(1 000 m)												595																		(m)												CARREGADA																											DESCARREGADA
			14			TEMPERATURA AMBIENTE MÍNIMA:																																										(°C)																								(°C)												QUEDA DE TENSÃO																																	%
			15			CONDIÇÕES NÃO USUAIS:
			16
			17			DESEMPENHO
			18
			19			CORRENTE SEM CARGA, AMPS																																																									CARGA																		CORRENTE (AMP.)																					EFICIÊNCIA																					FATOR DE POTÊNCIA
			20			TORQUE DE CARGA TOTAL, (N-m)																																																									TOTAL
			21			PARTIDAS POR HORA:																														QUENTE																		FRIO									75%
			22			TEMPO DE ACELERAÇÃO:																																																SEG									50%
			23																																																												ROTOR BLOQUEADO
			24
			25			CARACTERÍSTICAS DE CONSTRUÇÃO [6] [7] [8] [19]
			26						PLACA DE IDENTIF.																		(kW)																		(rpm)						F.S.
			27																								PROJETO DE TORQUE NEMA:						A												B												C												D									ROTAÇÃO DO MOTOR: (VISTO DO LADO DO ACOPLAMENTO)
			28									ROTOR BLOQUEADO NEMA kVA LETRA DO CÓDIGO:																																																																											HORÁRIO															ANTI-HORÁRIO																		BIDIRECIONAL
			29
			30			EFICIÊNCIA:																		PADRÃO																								ALTA															PREMIUM															CLASSE DE ISOLAMENTO:																											B									F												OUTRO:
			31																																																																																				NÃO HIGROSCÓPICO																											TROPICALIZADO
			32			PROJETO DE RUÍDO:																					PADRÃO																					RUÍDO BAIXO																																	ELEVAÇÃO DE TEMP.: (O PADRÃO É 80 °C ACIMA DE 40 °C POR RES @ 1.0)
			33									NÍVEL MÁX.DE PRESSÃO SONORA (dBA)																																				(@ 1 m)																																										°C						ACIMA															°C						POR									@												F.S.
			34									NÍVEL DE PRESSÃO SONORA "SPL" (dBA)																																				(@ 1 m)																																	MOTOR DEVE SER "PROTEGIDO TERMICAMENTE"
			35																																																																														MOTOR DEVE SER "PROTEGIDO CONTRA TEMPERATURA EXCESSIVA"
			36			INVÓLUCRO:															"TEFC"															"TENV"												À PROVA DE EXPLOSÃO																																				TIPO #1 - "ENROLAMENTO - PROTEÇÃO DE SOBRECARGA E ROTOR TRAVADO"
			37																																																																																	TIPO #2 - "ENROLAMENTO - PROTEÇÃO DE SOBRECARGA"
			38			MONTAGEM:															HORIZONTAL																											VERTICAL																																				TIPO #3 - "ENROLAMENTO - PROTEGIDO, A CRITÉRIO DO FORNECEDOR"
			39																		MONTADO EM PEDESTAL																											MONTADO POR FLANGE
			40																		EIXO PARA CIMA																											EIXO PARA BAIXO																																	AQUECEDOR REQ.																					CLASSIF. EM:																																				WATTS
			41																																																																																	VOLTS																		FASE																								HERTZ
			42			LOCALIZ. DA MONTAGEM DA CAIXA DE TERMINAL PRINCIPAL:																																																						F-1									F-2															TEMPERATURA MÁX. DE REVESTIMENTO:																																																									°C
			43																																																																																	CAIXA DE PASSAGEM SEPARADA PARA CABOS DO AQUECEDOR
			44			VENTILADOR:															REVERSÍVEL																								UNIDIRECIONAL
			45																		ANTIFAISCANTE																																																									CARGA AXIAL DO MOTOR:																																										(kg)												NENHUMA
			46			TIPO DE MANCAL:																								RÓTULA
BASTÕES															LUVA																								DIREÇÃO DO ESFORÇO:																																	EM DIREÇÃO AO ACOPLAMENTO
			47			LUB. DO MANCAL:																								GRAXA												ÓLEO DE ANEL															LUBRIF. FORÇADA																																																									POSTO DO LADO DO ACOPLAMENTO
			48			"GREASE FITTING":																								TAPADO												ALEMITE															OUTROS																											CLASSIFICAÇÃO DE EMPUXO DO MOTOR:																																																									(kg)
			49			BLINDAGEM DO MANCAL:																								ÚNICA															DUPLA									VEDADO PERMANENTEMENTE
			50			TESTE																																																																								DIVERSOS
			51			TESTE IEEE:															OBS.																		TESTEMUNH.									ENVIAR RESULTADOS CERTIF.																														PINTURA:																		IEEE 841 STD																					OUTRO:
			52						TESTE ESPECIAL:																																																																								PETROBRAS N-1735
			53
			54
			55
			56
			57
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO A - FOLHA 10/12.
A11
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									11									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES SI (kPa)
			1			FORÇAS E MOMENTOS DE TUBULAÇÃO PERMISSÍVEIS
			2
			3															ENTRADA DO COMPRESSOR																																										DESCARGA DO COMPRESSOR																																										SAÍDA PACOTE
			4															FORÇA, (kg)																					MOMENTO, (N-m)																					FORÇA, (kg)																					MOMENTO, (N-m)																					FORÇA, (kg)																					MOMENTO, (N-m)
			5						AXIAL
			6						VERT
			7						TRANS
			8
			9
			10						DADOS ADICIONAIS
			11
			12
			13
			14
			15
			16
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			20
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			55
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			57
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			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO A - FOLHA 11/12.
A12
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									12									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES SI (kPa)
			1			NOTAS GERAIS
			2
			3
			4
			5
			6
			7
			8
			9
			10
			11
			12
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			51
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			53
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			56
			57
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO A - FOLHA 12/12.
B1
																											FOLHA DE DADOS																																																												Nº.
																											CLIENTE:																																																																																																			FOLHA																		de
																											TAREFA:
																											ÁREA:
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES (kgf/cm²)
			ÍNDICE DE REVISÕES
			REV.												DESCRÇÃO E/OU FOLHAS REVISADAS
																					REV. 0															REV. A															REV. B															REV. C															REV. D															REV. E															REV. F															REV. G															REV. H
			DATA
			PROJETO
			EXECUÇÃO
			VERIFICAÇÃO
			APROVAÇÃO
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO B - FOLHA 01/12.
B2
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									2									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES (kgf/cm²)
			UNIDADES SI (kgf/cm²)
			1			APLICÁVEL A:																					PROPOSTA																																	COMPRA																																	AS BUILT
			2			PARA:																																																																					UNIDADE:
			3			LOCAL:																																																																					Nº. REQUERIDO:
			4			SERVIÇO:																																																																					Nº. ITEM ACIONADOR:
			5												CONTÍNUO																					INTERMITENTE																					"STAND-BY" (2.1.7)																					DISTRIBUÍDO POR:
			6			NOTA: INFORMAÇÕES A SEREM PREENCHIDAS.																																																			PELO COMPRADOR																								PELO FABRICANTE																											PELO COMPRADOR OU FABRICANTE
			7			GERAL
			8			FAB. DOCOMPRESSOR																																																																					MODELO (TAMANHO E TIPO)																																							Nº. DE SÉRIE
			9			FAB. DO ACIONADOR																																																																					TIPO DE ACIONADOR																																							NOMINAL (BkW)																		RPM
			10			SISTEMA DE ACION.:																					ACOPLADO DIRETO																																																OUTRO																																							SERVIÇO (1.2)															BÁSICO									ESPECIAL
			11
			12			CONDIÇÕES OPERACIONAIS (6.1.9)																																																																																										SISTEMA DE CONTROLE (7.4.2)
			13																																																						NOMINAL (3.2.4)									AMB. BAIXO (7.10.1)									AMB. MÍN,									OUTRO												MÉTODO DE CONTROLE: (7.4.2.1)
			14			TODOS OS DADOS POR BASE DE UNIDADE																																																												AMB																																	MODULAÇÃO DA CAPACIDADE (PRES.DESC.CONST.) (7.4.2.1 a.)
			15																																																															(7.10.1)																																				DISP. DE ESTRANG. DA ENTRADA																														AMORTECEDOR
			16						VAZÃO VOLUMÉTRICA, m3/h (1,033 kgf/cm²A & 0 °C SECO)																																																																																													VÁLVULA GLOBO																								VÁLVULA BORBOLETA
			17						VAZÃO MÁSSICA, kg/h (MOLHADO) (SECO)																																																																																													PALHETAS-GUIA
DE POS.VARIÁVEL DA ENTRADA
			18						TEMP. DE ENTRADA DA ÁGUA DE RESFRIAMENTO																																										(°C)																																																CONTROLE DUPLO AUTOMÁTICO (7.4.2.1 b.)
			19																																																																																																									(kgf/cm²G)												PARA															(kgf/cm²G)			PRES.DESC.
			20			CONDIÇÕES DE ENTRADA:																																																																																													PARTIDA E PARADA AUTOM. (7.4.2.1 c)
			21						PRESSÃO (kgf/cm²A)																																																																																													PARTIDA															(kgf/cm²G)												PARADA															(kgf/cm²G)
			22						TEMPERATURA (°C)																																																																																										OUTRO (DESCREVER):
			23						UMIDADE RELATIVA %
			24						PESO MOLECULAR (M)
			25						VOLUME DE ENTRADA, (m3/h) (ÚMIDO / SECO)
			26
			27			CONDIÇÕES DE DESCARGA:
			28						PRESSÃO (kgf/cm²A)																																																																																							REQUISITOS DO SISTEMA DE CONTROLE:
			29						TEMPERATURA (°C)																																																																																										UNIDADE OPERA EM PARALELO (7.4.2.2)
			30																																																																																																			C/CENTRÍFUGO
			31																																																																																																			C/ROTATIVO															C/ALTERNATIVO
			32			DESEMPENHO:																																																																																													MICROPROCESSOR COM CAPACIDADE DE COMUNICAÇÃO
			33						MÁX (BkW) REQUERIDO (TODAS AS PERDAS INCL.)																																																																																										COM SDCD DO COMPRADOR (7.4.1.4)
			34						(BkW / 100 m3/h) FLUXO DE AR																																																																																													PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO
			35						VELOCIDADE DE ENTRADA (rpm)
			36						"SURGE" ESTIMADO, (m3/h) (@ ACIMA DA VELOCIDADE)
			37						MÁX. DP NO FILTRO DE ENTRADA, (kgf/cm²)																																																																																							SISTEMA DE CONTROLE ALTERNATIVOS: (7.4.1.3)
			38						DP INCLUÍDA NO CÁLCULO																																	SIM									NÃO																																																			DIFERENTE DO TIPO MICROPROCESSADOR:
			39						TEMP. NO PÓS-RESFRIADOR (°C)
			40						Nº. DE CURVA DE DESEMPENHO																																																																																													ADEQUADO APENAS PARA AMBIENTE COBERTO
			41						% AUMENTO EM REL. AO "SURGE" (6.1.12.2)																																																																																													FORNECIDO PELO COMPRADOR
			42						% MODULAÇÃO ("TURN DOWN")
			43						GARANTIA
			44																																																																																													RESFRIADORES INTERMEDIÁRIOS E PÓS-RESFRIADOR (7.6)
			45																																																																																													PÓS-RESFRIADOR :
			46																																																																																							* DESEMPENHO SEM ENTRANG. PARA DIMENSIONAMENTO DO ACIONADOR												FORNECIDO PELO COMPRADOR (7.6.1)
			47			NOTAS																																																																																																NÃO NECESSÁRIO (7.6.1)
			48																																																																																																			DO TIPO "RESFRIADO A ÁGUA" PELO VENDEDOR
			49																																																																																																																																													REQUERIDO RESFR.INTERMEDIÁRIOS RESFRIADOS A ÁGUA (7.6.3)
			50																																																																																																			FORNECIDO PELO COMPRADOR
			51																																																																																																TROCADOR RESFRIADO A AR AUTOMÁTICO
			52																																																																																																CONTROLE DE TEMPERATURA SIGNIFICA: (7.6.6)
			53																																																																																																			DIFUSORES																																										VENTILADORES DE VELOC. VARIÁVEL
			54																																																																																																			VENT. DE PASSO VARIÁVEL																																										VÁLV. DE DESVIO ("BY PASS")
			55																																																																																																CONTR. MANUAL DO RESFRIADOR A AR APENAS POR: (7.6.6)
			56																																																																																																			DIFUSORES																																										VÁLVULA DE DESVIO ("BY PASS")
			57																																																																																																			VENTILADORES DE PASSO VARIÁVEL
			58
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO B - FOLHA 02/12.
B3
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									3									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES (kgf/cm²)
			1			LOCALIZAÇÃO, DADOS DO LOCAL (6.1.5)																																																																								ESPECIFICAÇÕES
			2			LOCALIZAÇÃO:																																																																								ESPECIFICAÇÕES DE RUÍDO: (6.1.3)
			3						ÁREA COBERTA																					AQUECIDA																					SOB TELHADO																																	SPL MÁXIMO PERMITIDO																																													(@ 1 m)
			4						ÁREA ABERTA																					NÃO AQUECIDA																					LATERAIS PARCIAIS																																	ESPEC. APLICÁVEL
			5						ELEVAÇÃO																					MEZANINO																																																			PROTEÇÃO ACÚSTICA																								SIM									NÃO
			6						ADAP. A BAIXAS TEMP. REQ.																														TROPICALIZAÇÃO REQ.																																										ESPECIFICAÇÕES APLICÁVEIS:
			7																																																																														API STD 672 E
			8			DADOS DO LOCAL:
			9						ELEVAÇÃO																					(m)									BARÔMETRO																					(kgf/cm²A)																					SOLDAGEM NÃO CONFORME ASME SE NÃO AWS D1.1: (6.10.3.5)
			10						FAIXA DE TEMPERATURA AMBIENTE,																																							(°C)																																	UNIDADES DE MEDIDA (5.1)																											SIST.EUA.UNID.															SI									OUTRO
			11																					BULBO SECO																								BULBO ÚMIDO
			12									NORMAL
			13									MÁXIMO																																																																		PINTURA:
			14									MÍNIMO																																																																					PADRÃO DO FABRICANTE
			15																																																																														OUTRO
			16																																																																														GRAUTE DA PLACA DE BASE: (7.10.3)																																				EPÓXI									CIMENTÍCIO												NENHUM
			17			CONDIÇÕES NÃO USUAIS:
			18						POEIRA												FUMAÇAS												CONDIÇÕES CORROSIVAS
PREPARAÇÃO PARA GRAUTEAMENTO: (7.10.3)
			19						CORROSIVOS PRESENTES:																																																																								PADRÃO DO FAB.																		API RP 686 JATO																					S/ REVEST. P/ JATO NO CAMPO
			20						CONDIÇÕES PROPÍCIAS PARA CORROSÃO SOB TENSÃO																																																																								REVESTIMENTO DE SILICATO DE ZINCO INORGÂNICO
			21						OUTRO																																																																								OUTRO
			22
			23			CLASSIFICAÇÃO ELÉTRICA DA ÁREA: (6.1.8)																																																												CÓDIGO T
			24						CLASSE																		GRUPO																					DIVISÃO																														EMBARQUE
			25						CÓDIGOS ELÉTRICOS LOCAIS:																																																																								DOMÉSTICO															EXPORTAÇÃO															EMBALAGEM P/ EXPORTAÇÃO REQ.
			26																																																																														ARMAZENAMENTO EM LOCAL ABERTO POR:																																							6 MESES												12 MESES
			27			CONDIÇÕES DAS UTILIDADES:
			28						AQUECIMENTO A VAPOR:																																																																					CONSUMO DE UTILIDADES (9.2.3.i.)
			29												ENTRADA MÍN																					(kgf/cm²G)																								(°C)																		VAPOR:
			30												NORM																					(kgf/cm²G)																								(°C)																		AQUECEDOR DE ÓLEO:																														(kg/h)									OUTRO																					(kg/h)
			31												MÁX																					(kgf/cm²G)																								(°C)
			32												SAÍDA MÍN																					(kgf/cm²G)																								(°C)																		ELÉTRICO:																																							BLOQUEADO															CARGA TOTAL
			33												NORM																					(kgf/cm²G)																								(°C)																																													(kW)												ROTOR AMPS															AMPS
			34												MAX																					(kgf/cm²G)																								(°C)																		BOMBA DE ÓLEO LUBRIFICANTE
			35																																																																											BOMBA DE ÓLEO AUXILIAR
			36						ELETRICIDADE:
			37															AQUECIMENTO												CONTROLE																																	ACIONADORES															AQUECEDOR DE ÓLEO																								(kW)																											AQUECEDOR ("SPACE HEATER")												(kW)
			38																											INSTRUMENTOS															PAINEL DE CONTROLE																																	CARGA DO SISTEMA DE CONTROLE:																																																															(kW)
			39						TENSÃO
			40						FREQ.																																																																					ÁGUA DE RESFRIAMENTO:
			41						FASE																																																																																													RESFR. DO ÓLEO LUBRIF.												RESFR. INTERMED.									PÓS-RESFR.									OUTRO
			42
			43						ÁGUA DE RESFRIAMENTO: (6.1.6)																																																																					QUANTIDADE, (L/min)
			44						TEMP. DE ENT.																											(°C)						RETORNO MÁX.																														(°C)						TEMP. DE SAÍDA (°C)
			45						PRESS NORM																											(kgf/cm²G)									PROJETO																								(kgf/cm²G)									QUEDA DE PRESS (kgf/cm²)
			46						RETORNO MÍN.																											(kgf/cm²G)									ΔP MÁX. PERM.																								(kgf/cm²)									ÁGUA DE RESF.TOTAL (l/min)
			47						FONTE DE ÁGUA
			48																																																																											AR/NITROGÊNIO:																											PRESSÃO DE ENTRADA																					QUANTIDADE
			49						AR:																																																																																																(kgf/cm²G)																					(m3/h)
			50						PRESSÃO MÁX.																								(kgf/cm²G)									PRESSÃO MÍN.																											(kgf/cm²G)									SISTEMA DE VEDAÇÃO:
			51						COMPOSIÇÃO DO GÁS																																																																					PAINEL DE CONTROLE:
			52						NITROGÊNIO:																																																																					RESERVATÓRIO DE ÓLEO LUBRIF.:
			53						PRESSÃO MÁX.																								(kgf/cm²G)									PRESSÃO MÍN.																											(kgf/cm²G)									CARCAÇA DOS INSTR.:
			54						COMPOSIÇÃO DO GÁS																																																																					SISTEMA DE CONTROLE:
			55																																																																											OUTRO
			56			NOTAS:																																																																								PURGA TOTAL,												(m3/h)
			57
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO B - FOLHA 03/12.
B4
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									4									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES (kgf/cm²)
			1			CARACTERÍSTICAS DE CONSTRUÇÃO
			2						VELOCIDADES DO COMPRESSOR:																																																																								CARCAÇA INTEGRAL DAS ENGRENAGENS:
			3			NOMINAL DE ENTRADA:																											(rpm)																		DESARME																		(rpm)												MATERIAL																																				BIPARTIDO
			4			VEL.CRÍT.ENGR.PRINCIPAL:																								1º															(rpm)						2º																		(rpm)												ENG. PRINCIPAL: (6.5.3 6.12.2)
			5			VEL.CRÍT.PINHÃO:																																																																								POTÊNCIA NOM.BASEADA NA DURABILIDADE DA SUP.DOS DENTES:																																																															(kW)
			6						PINHÃO DO 1º ESTÁGIO																					1º															(rpm)									2º															(rpm)									POTÊNCIA NOM. BASEADA NA CURVATURA DOS DENTES:																																																															(kW)
			7						PINHÃO DO 2º ESTÁGIO																					1º															(rpm)									2º															(rpm)												FATOR DE SEG.MÍN.(AGMA):																																										FS REAL
			8						PINHÃO DO 3º ESTÁGIO																					1º															(rpm)									2º															(rpm)									MATERIAL DE COROA DENTADA:																																													DUREZA:
			9						PINHÃO DO 4º ESTÁGIO																					1º															(rpm)									2º															(rpm)									LARG.DA FACE DA ENGR.:																											(mm)																											MATERIAL DO NÚCLEO DA ENG.:
			10																																																																											EFICIÊNCIA MECÂNICA:																														%						GRAU ISO 1328 :
			11			OUTRAS VELOCIDADES INDESEJADAS: (6.7.1.3)																																																																								DIÂM. DO PASSO																											(mm)																								VEL. DA LINHA DE PASSO
			12												VELOCIDADE																					DIÂMETRO																					VELOCIDADE NA
			13												DO ESTÁGIO																					IMPELIDOR																					PONTA ("TIP SPEED")																								PINHÕES: (6.5.3 6.12.2)																		1º												2º												3º												4º
			14			1º ESTÁGIO																								(rpm)																					(mm)																					(m/hr)						FATOR DE SERVIÇO:
			15			2º ESTÁGIO																								(rpm)																					(mm)																					(m/hr)						MATERIAL:
			16			3º
ESTÁGIO																								(rpm)																					(mm)																					(m/hr)						DUREZA: (BHN) (Rc)
			17			4º ESTÁGIO																								(rpm)																					(mm)																					(m/hr)
			18																																																																														EIXO DA ENGRENAGEM PRINCIPAL:
			19						IMPELIDORES: (6.5.2)																																																																											SUBSTITUÍVEL																								INTEGRAL C/ ENGREN.
			20						Nº. DE IMPELIDORES:																																	MATERIAL																																				MAT.:																														DUREZA:																														(BHN) (Rc)
			21						TIPO (ABERTO, RADIAL, INCLINAÇÃO PARA TRÁS, ETC.)																																																																					ESPAÇO ENTRE ROLAM.																											(mm)						PESO (C/ ENG.)																											(kg)
			22						TIPO DE CONSTRUÇÃO: (6.5.2.2)																																																																					DIÂM. NA ENG.																											(mm)																								DIÂM. NO ACOPLAMENTO									(mm)
			23						MÉTODO DE FIXAÇÃO: (6.5.2.2)																																																																					LUVAS DE EIXO NA SELAGEM.:																																	MATERIAL
			24						ROT.VISUALIZADA NA EXTREM.DO EIXO DE ENTRADA:																																																HORÁRIO												ANTI-HOR.									LABIRINTO NO EIXO:																					TIPO																											MAT.
			25																																																																											ENGR. PRINCIPAL TIPO MANCAL RADIAL:																																																						COMPRIMENTO
			26						CARCAÇA DO COMPRESSOR:																																																																					CARGA PERMAN.																								(kgf/cm²)									CARGA REAL																											(kgf/cm²)
			27			MODELO																																				CARCAÇA BIPARTIDA
			28																														EST 1									EST 2												EST 3												EST 4															MANCAIS AXIAIS DA ENGRENAGEM PRINCIPAL: (6.8.3)
			29			MATERIAL																																																																								LOCALIZAÇÃO																																	TIPO
			30			PR. MÁX.ADM.DE TRAB.																								(kgf/cm²G)																																																FAB.																																				ÁREA																								(mm2)
			31			TESTE HIDROST.																								(kgf/cm²G)																																																COLAR DE ENCOSTO (6.8.3.6)																														INTEGRAL																		SUBSTITUÍVEL
			32			TEMP.OPER.MÁX.																								(°C)																																																CARGA PERMAN.																											(kgf/cm²)									CARGA REAL																								(kgf/cm²)
			33			TEMP. OPER.MÍN.																								(°C)																																																CARGA EM GÁS																											(kg)						CARGA DE ACOPLAM.																											(kg)
			34						TEMP.MÍN.DE PROJETO DO METAL (6.10.5)																																																															(°C)						MANCAIS EQUIPADOS C/ SENSORES DE TEMP. (6.12.10 6.12.11)
			35						TRATAMENTO TÉRMICO DA CARCAÇA REQ. (6.10.3.1.1)																																																																								MANCAL RADIAL DE PINHÃO																											MANCAL RADIAL DA ENGRENAGEM PRINCIPAL
			36						TENSÃO MÁX. PARA MAT. (6.2.1)																																																															(MPa)									MANCAL AXIAL
			37						FATOR DE FUNDIÇÃO (6.2.1)
			38			CONEXÕES SOLDADAS -TESTES NÃO DESTRUTIVOS FORNECIDOS:																																																																											CONEXÕES PRINCIPAIS: (6.3)
			39									100 % RADIOGRAFIA																								PARTÍCULA MAGN.																								LIQ. PENETRANTE
			40																																																																																																						TAMANHO									CLASSIFIC. ASME									FACEAMENTO												POSIÇÃO
			41																																																																											ENTRADA DO COMPR.
			42						MANCAIS DO COMPRESSOR E CAIXAS DE MANCAIS:																																																																					DESC.DO COMPR.
			43						MATERIAL DA CAIXA DE MANCAIS:																																																																					SAÍDA DO PACOTE
			44						MANCAIS RADIAIS DO PINHÃO: (6.8.2)																																																																					ALÍVIO ATM
			45																											EST 1												EST 2												EST 3												EST 4												SAÍDA DO FILTRO
			46						TIPO DE ROLAMENTO
			47						CARGA PERM.																		(kgf/cm²)																																																						OUTRAS CONEXÕES:
			48						CARGA REAL																		(kgf/cm²)																																																																																	Nº.						TAM.						TIPO
			49						ESPAÇO ENTRE ROL. (mm)																																																																					ENTRADA DE ÓLEO LUBR.
			50						MANCAIS RADIAIS DE PINHÃO: (6.8.3)																																																																					SAÍDA DE ÓLEO LUBR.
			51																											EST 1												EST 2												EST 3												EST 4												ENTRADA DE ÁGUA DE RESFR.
			52						TIPO DE MANCAL																																																																					MANÔMETRO
			53						CARGA PERM.																		(kgf/cm²)																																																			MEDIDOR DE TEMP.
			54						CARGA REAL																		(kgf/cm²)																																																			DRENOS DE CONDENSADOS
			55						MANCAL AXIAL
			56
			57
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO B - FOLHA 04/12.
B5
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									5									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES (kgf/cm²)
			1			DETECTORES DE VIBRAÇÃO: (7.4.4.5 7.10.10)																																																																											INSPEÇÕES E TESTES DE FÁBRICA: (8.1.1)
			2						TIPO																																							MODELO																																				NOTIFICAÇÃO PRÉVIA REQ.																																																DIAS
			3						FAB.																																																																																																															OBSERVADO												TESTEMUNHADO
			4						Nº. EM CADA MANCAL DO PINHÃO																																													Nº. TOTAL																											INSPEÇÃO EM FÁBRICA
			5						Nº. EM CADA MANCAL DO ACIONADOR																																													Nº. TOTAL																											TESTE HIDROSTÁTICO (8.3.2)
			6						SENSORES RADIAIS X&Y PODEM SER MONTADOS ADJACENTES AOS IMPELIDORES PARA:																																																																								TESTE COMBINADO (8.3.4 8.5.6)
			7									1º EST															2º EST															3º EST															4º EST																								ASME PTC 10 TESTE (8.3.4.1)
			8			OSCILADOR-DEMODULADORES:																																																																														INCLUI												FILTRO DE AR
			9									FABR.																														MODELO																																													PÓS-RESFRIADOR COMPR.
			10						MONITOR FORNECIDO POR
			11									FABR.																														MODELO																																							PALHETAS-GUIA (8.5.12.1)
			12									LOCALIZAÇÃO
INVÓLUCRO																																																A									SEM POSIÇÕES 100 %
			13						FAIXA DA ESCALA DE LEITURA																																	ALARME															AJUSTE @																								TESTE DO NÍVEL SONORO
			14						DESLIGAMENTO:																		AJUSTE @																		(mm/seg2)																		RETARDO									SEG									TESTE DO ROTOR SOBRESSALENTE (8.5.12.2)
			15						CONFORME API STD 670 (7.10.10 7.10.11)																																																																											TESTE MECÂNICO PARA ROTOR SOBRESSALENTE
			16			MONITOR DE TEMPERATURA - MANCAL: (7.10.12)																																																																											TESTE DE SOBREVELOCIDADE DO IMPELIDOR (8.3.3)
			17									REQ.									FORNECIDO POR:																														CONFORME API 670																														ENAIOS NÃO DESTR.(END) NOS IMPELID.APÓS TESTE DE SOBREVELOCID. (8.3.3.2)
			18									FABR.																								MODELO																																													VERIFICAÇÃO DO DESBALANCEAMENTO RESIDUAL (6.12.8)
			19			DETETOR DE DESLOC.AXIAL: (7.10.10 7.10.11)																																																																											LIMPEZA DO SISTEMA DE ÓLEO
			20						TIPO																											MODELO																																													VERIFICAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE (8.3.4.5.5)
			21						FABR.																																																																								VERIF. DE ROLAMENTO, VEDAÇÃO, ENGRENAGEM (8.5.11.1 6.5.11.2)
			22						FAIXA DA ESCALA DE LEITURA																																	ALARME															AJUSTE @																								VERIFICAÇÃO DO CONTATO DAS ENGREN. (8.2.3.2)
			23						DESLIGAMENTO:																		AJUSTE @															(mm/seg2)												RETARDO																		SEG									VERIFICAÇÃO DA LIMPEZA - VASOS (8.2.3.3)
			24																																																																														VERIFICAÇÃO DA LIMPEZA - TUBULAÇÃO (8.2.3.3)
			25			DINÂMICA: (6.7 6.12)																																																																											VERIFICAÇÃO DA DUREZA DE PINHÕES (8.2.3.4)
			26						VELOC. LATERAIS CRÍT. SÃO COMPROV ATRAVÉS DE UNID. ANTERIORES (6.7.2)																																																																											DA ENGRENAGEM PRINCIPAL
			27						ANÁLISE DE RESPOSTA AO DESBALANCEAMENTO AMORTECIDO REQ. (6.12.3)																																																																											DOS REPAROS DE SOLDA
			28						ANÁLISE DE VIBRAÇÃO TORCIONAL DO CONJUNTO REQ. (6.12.5)																																																																								END DOS REPAROS PRINCIPAIS (8.2)
			29						PLANILHA DE DESBALANCEAMENTO RESIDUAL REQ. (6.12.8)																																																																								PART. MAGNÉTICA DOS DENTES DE ENGRENAGEM (8.5.4)
			30						COMENTÁRIOS																																																																								INSPEÇÃO FINAL ANTES DA PINTURA
			31																																																																														INSPEÇÃO ANTES DO EMBARQUE (8.4)
			32			ACOPLAMENTOS: (7.2.1)
			33			TIPO:												CONJ.DE DISCO																		DIAFRAGMA															OUTRO
			34			MAT.DE DISCO:																		AÇO INOXIDÁVEL																								REVESTIDO C/																																	DOCUMENTAÇÃO PRÉVIA SOBRE REPAROS PRINCIPAIS NÃO REQ. (6.10.4.3)
			35						FABRICAÇÃO																																							MODELO																																	MANTER FOLGAS FINAIS DE MONTAGEM (8.5.1)
			36						SEM LUBRIFICAÇÃO																					LUBRIFICADO																		LUBRIFICAÇÃO																																	ENVIO DA LISTA DE VERIFICAÇÃO DO INSPETOR (8.1.2)
			37						COMP. DO ESPAÇADOR																											(mm)												FOLGA AXIAL LIMITADA REQ.																																																			ASSINADO PELO REP. DO:						COMPRADOR																					FORNECEDOR
			38						CLASSIF. DO ACOPLAM.																											kW/100 @ 1,0 FS																		FS REAL																								SE O PROJETO EXIGIR A DESMONTAGEM DE PINHÃO PARA INSPEÇÃO DE MANCAIS,
			39						CLASSIF.DE JUNÇÃO DO EIXO: @ ACION.																																				(kW) @ EIXO DE ENTRADA																											(kW)												RENUNCIAR À INSPEÇÃO DE MANCAL COM BASE NOS DADOS DO TESTE; OU
			40						ARRANJO DE MONTAGEM @ EIXO DE ENTRADA:																																																									ACIONADOR																		INSPECIONAR MANCAL E RETESTAR (8.5.11.2)
			41																		DIÂM. MÁX. DE FAB.												(mm)																					DIÂMETRO PROPOSTO												(mm) (7.2.1.6)															PESO:															(kg)
			42			MEIO ACOP.DO ACIONADOR FABR.POR:																																																FABR.DO ACION.																		REV. DO COMPR.									ENGR. INTEGRAL / COMPR.																																				ACIONADOR
			43						ADAP. DE MARCHA LENTA PARA MEIO ACOP. DO ACIONADOR REQ.																																																																								CAIXA SUPERIOR DA ENGR.																																				ENGR. PRINCIPAL
			44																																																																														PINHÃO DO 1º ESTÁGIO																																				PINHÃO DO 2º ESTÁGIO
			45			REQUISITOS DE TUBULAÇÃO:																																																																											RESFR. INTERMEDIÁRIO																																				FEIXE
			46						TRECHO RETO ANTES DA SUCÇÃO RECOMENDADO:																																																																								PÓS-RESFRIADOR COMPR.																																				FEIXE
			47						O REVENDEDOR DEVE OBSERVAR A REQUISITOS DOS FLANGES																																																																								BASE																																				PAINEL DE CONTROLE
			48						PARAFUSOS PASSANTES REQUERIDOS PARA FLANGES DE TUBULAÇÃO																																																																								MÁX. PARA MANUTENÇÃO (IDENTIFICAR)
			49			DIVERSOS:																																																																											PESO TOTAL PARA REMESSA
			50						VENDEDOR PRESENTE DURANTE A VERIFICAÇÃO DO ALINHAMENTO INICIAL																																																																								REQUISITOS DE ESPAÇO																											(mm)
			51						O VENDEDOR VERIFICA O ALINHAMENTO NA TEMP. OPERACIONAL																																																																								UNIDADE COMPLETA:																																				C									L									A
			52						BASE PROJETADA PARA MONTAGEM EM COLUNA																																																																								PAINEL DE CONTROLE: (CASO SEPARADO)																																				C									L									A
			53						VÁLVULAS DE ALÍVIO TÉRMICO FORNECIDAS PELO VENDEDOR																																																																								FILTO DE SUCÇÃO - SILENCIADOR:																																				C									L									A
			54									PARA TROCADORES RESFRIADOS À ÁGUA																																																																					PÓS-RESFR. COMPR.: (SE FORNECIDO)																																				C									L									A
			55									PARA																																																																					OUTRO																																				C									L									A
			56						O COMPRADOR DEVE PREPARAR A PAUTA DA REUNIÃO DE COORDENAÇÃO (9.1.3)
			57																																																																											NOTAS
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO B - FOLHA 05/12.
B6
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
FOLHA									6									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES (kgf/cm²)
			1			SISTEMA DE ÓLEO LUBRIFICANTE (6.9)
			2			REQUISITOS BÁSICOS DO SISTEMA - FLUXO DE ÓLEO NORMAL																																																																								LUBRIFICANTE:																								SINTÉTICO																		HIDROCARBONETO
			3																																																																														DESCRIÇÃO
			4						ÓLEO LUBR. PARA:																		(L/min)																		(kgf/cm²G)																		(SSU @37,7 °C)																		TEMP.DE ÓLEO MÍN.PERMITIDA																																				(°C)																								(SSU)
			5						COMPR/ENGR.
			6						ACIONADOR																																																																								FORNECEDORES DE COMPONENTES DO SISTEMA:
			7						ENGR. EXTERNA																																																																																																						FABRIC.																		MODELO
			8						PRESSÕES DO SISTEMA DE ÓLEO:																																																																								BOMBA PRINCIPAL
			9															FORNECIDA												(kgf/cm²G)																														AJ. VÁLV.DE ALÍVIO DA BOMBA									(kgf/cm²G)												BOMBA RESERVA
			10															PROJ. DO SIST.												(kgf/cm²G)																														HIDROTESTE									(kgf/cm²G)												MOTOR(ES) ELÉTRICO(S)
			11																																																																														TURBINA(S) A VAPOR
			12			RESFRIADOR DE ÓLEO: (COMBINADO E COM VÁLVULA DE TRANSFERÊNCIA)																																																																											RESFRIADOR(ES) DE ÓLEO
			13																																							LADO DO CASCO																		LADO DO TUBO																					FILTROS DE ÓLEO
			14						PRES. OPERACIONAL, (kgf/cm²G)																																																																								ACUMULADOR(ES)
			15						PRES. MÁX. DE TRAB. PERM., (kgf/cm²G)																																																																								FILTROS DE SUCÇÃO
			16						TEMP. MÁX. PERM., (°C)																																																																								VÁLVULAS DE RETENÇÃO
			17						FATOR DE INCRUSTAÇÃO																																																																								VÁLVULA(S) DE TRANSFERÊNCIA
			18																																																																														ACOPLAMENTO DA BOMBA
			19						ÁREA DE SUPERFÍCIE																														(m2)												SERVIÇO																		(kj/hr)												VÁLVULAS DE ALÍVIO DA BOMBA
			20						FEIXE REMOVÍVEL A SER FORNECIDO																																																																								AQUECEDOR ELÉTRICO
			21						CÓDIGO ASME ESTAMPADO																																																			PROJETADO CONF. TEMA
			22						TUBOS:									Nº.																		D.E.(Ø)												(mm)						COMPRIMENTO																		(mm)
			23																											ESPESSURA DA PAREDE												(mm)															MÉD.									MÍN												BOMBAS:																																	PRINCIPAL																		RESERVA
			24						MATERIAIS																																																																								HORIZONTAL
			25						CARRETÉIS/CABEÇAS																																																CASCO																								VERTICAL
			26						TUBOS																																							ESPELHO																																	SUBMERSÍVEL
			27						TAMPAS DO CARRETEL																																																SUPORTES DE TUBO																								ACIONADA POR MOTOR
			28																																																																														ACIONADA POR TURBINA
			29			FILTROS DE ÓLEO: (GÊMEO - COM VÁLVULA DE TRANSFERÊNCIA)																																																																											ACIONADA POR EIXO
			30						CLASSIFICAÇÃO MÍCRON																																				NOMINAL															ABSOLUTO																					CENTRÍFUGA
			31						DP: (kgf/cm²)												LIMPO															SUJO																		COLAPSO																											ROTATIVA (PARAFUSO)
			32						ELEMENTO:												FABRICAÇÃO																											MODELO																																	CONECTADA AO FLANGE
			33						Nº. DE ELEMENTOS																																				MÉDIA																																				CAPACIDADE NOMINAL																					(m3/h)
			34						MAT. DO NÚCLEO																																				MAT. DA CARCAÇA																																				PRESSÃO DE DESCARGA																					(kgf/cm²G)
			35						PMTP DA CARCAÇA																								(kgf/cm²G)												TEMP. MÁX. PERMITIDA																											(°C)															@ MAX SSU
			36			MATERIAL: AÇO INOXIDÁVEL																																																																											CLASSIF.DO ACIONADOR																					(kW)
			37			AQUECEDOR DE ÓLEO:																																																																											MATERIAL DA CARCAÇA
			38						AQUECIMENTO A VAPOR REQ.																																										AQUECEDOR ELÉTRICO REQ.																														VELOCIDADE
			39						CLASSIFICAÇÃO																																																									(kJ/hr)															ACOPLAMENTO
			40						DENSIDADE DE POTÊNCIA																																																									(W/in2)															PROTEÇÃO "OSHA"
			41																																																																														SELO MECÂNICO
			42			RESERVATÓRIO DE ÓLEO:
			43						TEMPO DE RETENÇÃO																														MIN									CAPACIDADE																								(I)						TIPO DE REINICIALIZAÇÃO DA BOMBA RESERVA:
			44						ÁREA DE SUPERFÍCIE LIVRE																																				(cm2)									DEFLETORES INTERNOS																														MANUAL												AUTOMÁTICO															SELETOR MANUAL/AUTOMÁTICO
			45			MATERIAL:
			46			SILENCIADORES
			47			FILTRO DE ENTRADA DE AR/SILENCIADOR: (7.7)																																																																								SILENCIADOR DE DESCARGA: (7.8)
			48						FABRICANTE																														MODELO																																													FABRIC.																														MODELO
			49						DESCRIÇÃO																																																																								DESCRIÇÃO
			50						TUBULAÇÃO DE CONEXÃO																																																																								CONEXÃO POR FLANGE
			51						DP LIMPEZA, CONFORME MENCIOANDO																																																												(kgf/cm²)												MONTAGEM															HORIZONTAL																		VERTICAL
			52						PROTEÇÃO CONTRA CORROSÃO																																																																								APOIADO POR																		TUBULAÇÃO															OUTRO
			53						O FILTRO SERÁ MONTADO PELO COMPRADOR A UMA																																																																								NÍVEL DE PRESÃO SONORA (dBA)																														(@ 1m)												DA DESCARGA DO
			54						DISTÂNCIA DE																					(m)			DO COMPRESSOR																																																SILENCIADOR
			55						O FILTRO SERÁ ELEVADO																																				(m)			ACIMA DO PISO
			56																																																																											NOTAS
			57
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO B - FOLHA 06/12.
B7
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									7									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR
DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES (kgf/cm²)
			1			CONTROLES E INSTRUMENTAÇÃO (7.4)
			2			PAINEL DE CONTROLE LOCAL: (7.4.3)
			3						CLASSIFICAÇÃO ELÉTRICA DA ÁREA:																																																																											REQUISITO DE PURGA: (7.4.3.2)
			4												CLASSE																		GRUPO																		DIVISÃO																																				NENHUM																		AR DE INSTRUMENTO																											NITROGÊNIO
			5			REQUISITO DO INVÓLUCRO DO PAINEL: (7.4.3.2)																																																																																	TIPO X - REDUZ A CLASSIFICAÇÃO DE DIV 1
			6						MATERIAL DO INVÓLUCRO NEMA TIPO 4X:																																																																														PARA SEM RISCO
			7						NEMA TIPO 7 (À PROVA DE EXPLOSÃO INTERNA PARA ÁREAS COM GASES DE RISCO) REQ.																																																																														TIPO Y - REDUZ A CLASSIFICAÇÃO DE DIV 1
			8			CARACTERÍSTICAS DO PAINEL: (7.4.3.2)																																																																																	PARA DIV 2
			9						ISOLADORES DE VIBRAÇÃO																														AQUECIMENTO POR TIRAS																								RESFRIAMENTO INTERNO																								TIPO Z - REDUZ A CLASSIFICAÇÃO DE DIV 2
			10						COBERTURA CONTRA INTEMPÉRIES																														CONEXÕES DE PURGA																								OUTRO																								PARA SEM RISCO
			11																																																																																				TROPICALIZAÇÃO REQUERIDA
			12
			13						FORNECEDORES DE INSTRUMENTOS:
			14						MANÔMETROS:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			15						MEDIDORES DE TEMPERATURA:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			16						MEDIDORES DE NÍVEL:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			17						MEDIDORES DE PRESSÃO DIFERENCIAL:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			18						CHAVES DE PRESSÃO:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			19						CHAVES DE TEMPERATURA:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			20						CHAVES DE NÍVEL:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			21						TRANSMISSORES DE PRESSÃO:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			22						TRANSMISSORES DE TEMPERATURA:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			23						TRANSMISSORES DE NÍVEL:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			24						VÁLVULAS DE CONTROLE:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			25						VÁLVULAS DE ALÍVIO DE PRESSÃO:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			26						VÁLVULAS DE ALÍVIO TÉRMICO:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			27						VÁLVULAS DE CONTROLE DE TEMP.:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			28						INDICADORES VISUAIS DE FLUXO:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			29						INDICADORES DE FLUXO DE PURGA:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			30						VÁLVULAS SOLENÓIDE:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			31						ANUNCIADOR:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			32						ACESSÓRIOS DE TUBOS:																																	FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			33																																							FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			34																																							FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			35																																							FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			36																																							FABR.																																																TAMANHO E TIPO
			37
			38			POSIÇÕES DE CHAVE: (7.4.5.3.2)
			39			OS CONTATOS DE ALARME DEVEM:																																							ABRIR															FECHAR PARA ALARME SONORO E SER NORMALMENTE																																																ENERGIZADO																					DESENERGIZADO
			40			OS CONTATOS DE DESARME DEVEM:																																							ABRIR															FECHAR PARA MANOBRA E SER NORMALMENTE																																																ENERGIZADO																					DESENERGIZADO
			41						(NOTA: CONDIÇÃO NORMAL QUANDO O COMPRESSOR ESTÁ EM OPERAÇÃO)
			42						OS SISTEMAS DE DESARME NÃO DEVEM SER FORNECIDOS RECURSOS PARA PERMITIR TESTE SEM DESLIGAR A UNIDADE (7.4.5.3.4)
			43						DISPOSITIVOS QUE NÃO SEJAM PARA DESARME NÃO PRECISAM TER VÁLVULAS PARA PERMITIR SUBSTITUIÇÃO DURANTE A OPERAÇÃO
			44						VÁLVULAS DE ISOLAMENTO SÃO REQUERIDAS PARA DISPOSITIVOS COM SENSORES DE DESARME
			45			INSTRUMENTAÇÃO GERAL:
			46						INSTRUMENTO DE VAZÃO MONTADO EM LINHA
			47						MANÔMETRO COM ENCHIMENTO DE LÍQUIDO PARA ÁREAS SUJEITAS À VIBRAÇÃO
			48						ÁS VÁLVULAS DE ALÍVIO PODEM TER OS CORPOS EM MATERIAL DIFERENTE DE AÇO																																																																																				MATERIAL DO CORPO DA VÁLV. DE ALÍVIO:
			49						VÁLVULAS DE ALÍVIO TÉRMICO REQUERIDAS PARA COMPONENTES QUE PODEM SER ISOLADOS
			50						TIPO/MATERIAL DO INDICADOR DE FLUXO SE FOR DIFERENTE DO TIPO "OLHO DE BOI" COM CORPO DE AÇO
			51						PURGA REQUERIDA PARA ANUNCIADOR (7.4.3.2)																																																																																							X						Y						Z						CONEXÃO APENAS
			52						COMBINAÇÃO VÁLVULAS DE BLOQUEIO E DE DRENO PODE SER SUBSTITUÍDA
			53
			54
			55			NOTAS:
			56
			57
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO B - FOLHA 07/12.
B8
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									8									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES (kgf/cm²)
			1			ESCOPO DE FORNECIMENTO DE INSTRUMENTAÇÃO
			2																																																																					ELEMENTO																														INDICADOR																		DESARME			SINAL DE REPET. 2)
			3																																																																					PROV. POR						TIPO									LOCALIZ.									INSTAL
POR						PROV POR						LOCALIZ.									ALARME
			4
			5																																																																					FORNECEDOR			COMPRADOR			LEITURA DIRETA			CHAVE			TRANSMISSOR 1)			PACOTE DO FORN.			PAINEL LOCAL			TUB. DO COMPRADOR			FORNECEDOR			COMPRADOR			FORNECEDOR			COMPRADOR			PACOTE DO FORN.			TUB. DO COMPRADOR			PAINEL LOCAL
			6
			7
			8
			9
			10			PRESSÃO:
			11						SUCÇÃO DO COMPRESSOR																																							ESTÁGIO
			12
DESCARGA DO COMPRESSOR																																							ESTÁGIO
			13						DESCARGA DE ÓLEO LUBR. (BAIXA)
			14						DP DO FILTRO DE ÓLEO LUBR. (ALTA)
			15						FORNECIMENTO DE ÓLEO LUBR.
			16						DP DO SILENCIADOR/FILTRO DE AR (ALTA)
			17						COLETOR DE ÁGUA (ENTRADA E SAÍDA)
			18
			19			TEMPERATURA:
			20						SUCÇÃO DO COMPRESSOR																																							ESTÁGIO
			21						DESCARGA DO COMPRESSOR																																							ESTÁGIO
			22						SAÍDA DO RESFRIADOR DE ÓLEO
			23						MANCAL RADIAL DO PINHÃO DO COMPRESSOR
			24						MANCAL RADIAL DA ENGRENAGEM PRINCIPAL
			25						MANCAL AXIAL DO PINHÃO OU ENG. PRINCIPAL
			26						MANCAL RADIAL DO ACIONADOR
			27						MANCAL AXIAL DO ACIONADOR
			28						RESERVATÓRIO
			29
			30			NÍVEL:
			31						RESERVATÓRIO DE ÓLEO LUBRIFICANTE
			32						SEPARADOR
			33
			34			VIBRAÇÃO:
			35						VIBRAÇÃO RADIAL EM CADA ESTÁGIO
			36						VIBRAÇÃO RADIAL NO EIXO DA ENG. PRINCIPAL
			37						POSIÇÃO AXIAL DO EIXO DA ENG. PRINCIPAL
			38						POSIÇÃO AXIAL
			39						VIBRAÇÃO RADIAL NO ACIONADOR
			40						POSIÇÃO AXIAL NO EIXO DO ACIONADOR
			41						ACELERÔMETRO NA CAIXA DE ENGRENAGENS
			42
			43			FLUXO:
			44						RETORNO DE ÓLEO
			45
			46
			47			DIVERSOS:
			48						OPERAÇÃO DA BOMBA RESERVA DE ÓLEO
			49						FALHA DE PURGA DO PAINEL
			50						FALHA DE PURGA DO ACIONADOR
			51						RECONHECIMENTO DE "SURGE"
			52						AQUECEDOR DE ÓLEO LIGADO
			53						INDICAÇÃO DE ALARME REMOTO COMUM
			54						INDICAÇÃO DE DESLIGAMENTO REMOTO COMUM
			55
			56			NOTA 1									TRANSMISSORES FORNECIDOS PELO REVENDEDOR DEVEM INCLUIR ELEMENTO SENSOR.
			57			NOTA 2									FORNECER TAMBÉM "SINAL DE REPETIDO." PARA A SALA DE CONTROLE.
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO B - FOLHA 08/12.
B9
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									9									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES (kgf/cm²)
			1			RESFRIADORES INTERMEDIÁRIOS E PÓS-RESFRIADORES
			2			SERVIÇO DE UNIDADE:																																																																																				Nº. DE ITEM:
			3			TAMANHO:																														TIPO:																														HORIZ												VERT									CONECTADO EM																					PARALELO																		SÉRIE
			4			SUPERF./ UNIDADE: (BRUTO/EFIC.)																																																			(m2)												CASCOS/UNIDADE:																														SUP./CASCO: (BRUTO/EFIC.)																																										(m2)
			5
			6			DESEMPENHO DE UMA UNIDADE
			7																																																			LADO DO CASCO																																													LADO DO TUBO
			8						NOME DO FLUIDO																																													AR																																													ÁGUA
			9						QUANTIDADE DO FLUIDO, TOTAL (kg/h)
			10									VAPOR - DENTRO/FORA
			11									LÍQUIDO - DENTRO/FORA
			12						TEMPERATURA - DENTRO/FORA (°C)
			13						DENSIDADE
			14						VISCOSIDADE, LÍQUIDO (mPa-s)
			15						CALOR ESPECÍFICO, (kJ/kg °C)
			16						CONDUTIVIDADE TÉRMICA, (kJ/m h °C)
			17						CALOR LATENTE, (kJ/kg °C)
			18						PRESSÃO DE ENTRADA, (kgf/cm²G)
			19						VELOCIDADE, (m/s)
			20						QUEDA DE PRESSÃO - PERMISSÍVEL./CALCULADA, (kgf/cm²)
			21						RESISTÊNCIA À INSCRUSTAÇÃO-MÍNIMO (hr m2 °C/kJ)
			22
			23						CALOR TROCADO																																																															(kJ/hr)																														TEMP. MÉDIA "MTD" CORRIGIDA																																							(°C)
			24						TAXA DE TRANSFERÊNCIA, (kJ/hr m2 °C) SERVIÇO																																																																					LIMP.
			25
			26			CONSTRUÇÃO DE UM CASCO																																																																																																ESBOÇO: ORIENTAÇÕES PARA BOCAL DE FEIXE
			27																																							LADO DO CASCO																														LADO DO TUBO
			28			PRESSÃO DE TESTE/PROJETO, (kgf/cm²G)
			29			TEMPERATURA DE PROJETO, (°C)
			30			Nº. DE PASSES POR CASCO
			31			TOELERÂNCIA À CORROSÃO, (mm)
			32			BOCAIS:																																	ENTRADA
			33			TAMANHO &																											SAÍDA
			34			CLASSE																								INSP. BOCAL
			35			Nº. DE TUBO																					D.E.															(mm)						ESP. (MIN) (MÉD.)																								(mm)						COMPRIMENTO:																		(m)									PASSO									(mm)									30						60						90						45
			36			TIPO DE TUBO																																																																								MATERIAL
			37			MAT. DO CASCO																																	D.I.												(mm)						D.E.															(mm)						MAT. DE PROTEÇÃO DO CASCO																																																															(INTEG) (REMOVÍVEL)
			38			MAT. DO CARRETEL OU TAMPA																																																																								MAT. DE PROTEÇÃO DO CANAL
			39			ESPELHO - MAT. FIXO																																																																								ESPELHO - MAT. FLUTUANTE
			40			MAT. DE PROTEÇÃO DA CABEÇA FLUTUANTE																																																																								PROTEÇÃO CONTRA CHOQUE
			41			DEFLETORES - MAT. TRANSV.																																																			TIPO																					% CORTE (DIÂM.) (ÁREA)																																										ESPAÇAMENTO: C/C												ENTRADA									(mm)
			42			DEFLETORES - MAT. LONG.																																																																								TIPO DE VEDAÇÃO
			43			SUPORTES - TUBO																																																						U-BEND																																																TIPO
			44			ARRANJO DO SELO DE "BY PASS"																																																																								TUBO - JUNTA DE ESPELHO
			45			VEDAÇÃO-LADO DO CASCO																																																																								- LADO DO TUBO
			46									- CABEÇA FLUTUANTE
			47			REQUISITOS DO CÓDIGO ASME SECTION VIII :																																										PROJETO E TESTE																		ESTAMPA												NÃO APLICÁVEL																					CLASSE TEMA
			48			PESO/CASCO																																				(kg)						PREENCHIDO COM ÁGUA																																				(kg)						FEIXE																																																			(kg)
			49
			50			NOTAS:
			51
			52
			53
			54
			55
			56
			57
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO B - FOLHA 09/12.
B10
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									10									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES (kgf/cm²)
			1			MOTORES DE INDUÇÃO DE ESTRUTURA NEMA PARA IEEE 841
			2			FABR.																														MODELO																																							Nº. DE SÉRIE																																													PADRÃO NEMA
			3			TIPO DE EQUIP. ACIONADO
Nº. DE ITEM DO EQUIP. ACIONADO																																													Nº. DO ITEM DO MOTOR
			4
			5			CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO
			6
			7			DADOS DO LOCAL:																																																																								SISTEMA DE ACIONAMENTO:
			8			SISTEMA ELÉTRICO:																		VOLTS																		FASE															HERTZ																											CONECTADO DIRETO																								ENGR. EXTERNA
			9			CLASSIFICAÇÃO ELÉTRICA DA ÁREA:																																							SEM RISCOS																																													OUTRO
			10									CLASSE																		GRUPO																					DIVISÃO
			11						MISTURA ATMOSFÉRICA:																																																																					PARTIDA: (7.1.2.2)
			12						TEMPERATURA DE IGNIÇÃO:																																	(°C)						CÓDIGO DE TEMP.:																																				TENSÃO TOTAL																											TENSÃO REDUZIDA																																	%
			13			ALTITUDE:																		INFERIOR A																		(1 000 m)												595																		(m)												CARREGADA																											DESCARREGADA
			14			TEMPERATURA AMBIENTE MÍNIMA:																																										(°C)																								(°C)												QUEDA DE TENSÃO																																	%
			15			CONDIÇÕES NÃO USUAIS:
			16
			17			DESEMPENHO
			18
			19			CORRENTE SEM CARGA, AMPS																																																									CARGA																		CORRENTE (AMP.)																					EFICIÊNCIA																					FATOR DE POTÊNCIA
			20			TORQUE DE CARGA TOTAL, (N-m)																																																									TOTAL
			21			PARTIDAS POR HORA:																														QUENTE																		FRIO									75%
			22			TEMPO DE ACELERAÇÃO:																																																SEG									50%
			23																																																												ROTOR BLOQUEADO
			24
			25			CARACTERÍSTICAS DE CONSTRUÇÃO [6] [7] [8] [19]
			26						PLACA DE IDENTIF.																		(kW)																		(rpm)						F.S.
			27																								PROJETO DE TORQUE NEMA:						A												B												C												D									ROTAÇÃO DO MOTOR: (VISTO DO LADO DO ACOPLAMENTO)
			28									ROTOR BLOQUEADO NEMA kVA LETRA DO CÓDIGO:																																																																											HORÁRIO															ANTI-HORÁRIO																		BIDIRECIONAL
			29
			30			EFICIÊNCIA:																		PADRÃO																								ALTA															PREMIUM															CLASSE DE ISOLAMENTO:																											B									F												OUTRO:
			31																																																																																				NÃO HIGROSCÓPICO																											TROPICALIZADO
			32			PROJETO DE RUÍDO:																					PADRÃO																					RUÍDO BAIXO																																	ELEVAÇÃO DE TEMP.: (O PADRÃO É 80 °C ACIMA DE 40 °C POR RES @ 1.0)
			33									NÍVEL MÁX.DE PRESSÃO SONORA (dBA)																																				(@ 1 m)																																										°C						ACIMA															°C						POR									@												F.S.
			34									NÍVEL DE PRESSÃO SONORA "SPL" (dBA)																																				(@ 1 m)																																	MOTOR DEVE SER "PROTEGIDO TERMICAMENTE"
			35																																																																														MOTOR DEVE SER "PROTEGIDO CONTRA TEMPERATURA EXCESSIVA"
			36			INVÓLUCRO:															"TEFC"															"TENV"												À PROVA DE EXPLOSÃO																																				TIPO #1 - "ENROLAMENTO - PROTEÇÃO DE SOBRECARGA E ROTOR TRAVADO"
			37																																																																																	TIPO #2 - "ENROLAMENTO - PROTEÇÃO DE SOBRECARGA"
			38			MONTAGEM:															HORIZONTAL																											VERTICAL																																				TIPO #3 - "ENROLAMENTO - PROTEGIDO, A CRITÉRIO DO FORNECEDOR"
			39																		MONTADO EM PEDESTAL																											MONTADO POR FLANGE
			40																		EIXO PARA CIMA																											EIXO PARA BAIXO																																	AQUECEDOR REQ.																					CLASSIF. EM:																																				WATTS
			41																																																																																	VOLTS																		FASE																								HERTZ
			42			LOCALIZ. DA MONTAGEM DA CAIXA DE TERMINAL PRINCIPAL:																																																						F-1									F-2															TEMPERATURA MÁX. DE REVESTIMENTO:																																																									°C
			43																																																																																	CAIXA DE PASSAGEM SEPARADA PARA CABOS DO AQUECEDOR
			44			VENTILADOR:															REVERSÍVEL																								UNIDIRECIONAL
			45																		ANTIFAISCANTE																																																									CARGA AXIAL DO MOTOR:																																										(kg)												NENHUMA
			46			TIPO DE MANCAL:																								RÓTULA												BASTÕES															LUVA																								DIREÇÃO DO ESFORÇO:																																	EM DIREÇÃO AO ACOPLAMENTO
			47			LUB. DO MANCAL:																								GRAXA												ÓLEO DE ANEL															LUBRIF. FORÇADA																																																									POSTO DO LADO DO ACOPLAMENTO
			48			"GREASE FITTING":																								TAPADO												ALEMITE															OUTROS																											CLASSIFICAÇÃO DE EMPUXO DO MOTOR:																																																									(kg)
			49			BLINDAGEM DO MANCAL:																								ÚNICA															DUPLA																														VEDADO PERMANENTEMENTE
			50			TESTE																																																																								DIVERSOS
			51			TESTE IEEE:															OBS.																		TESTEMUNH.									ENVIAR RESULTADOS CERTIF.																														PINTURA:																		IEEE 841 STD																					OUTRO:
			52						TESTE ESPECIAL:																																																																								PETROBRAS N-1735
			53
			54
			55
			56
			57
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO B - FOLHA 10/12.
B11
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									11									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES (kgf/cm²)
			1			FORÇAS E MOMENTOS DE TUBULAÇÃO PERMISSÍVEIS
			2
			3															ENTRADA DO COMPRESSOR																																										DESCARGA DO COMPRESSOR																																										SAÍDA PACOTE
			4															FORÇA, (kg)																					MOMENTO, (N-m)																					FORÇA, (kg)																					MOMENTO, (N-m)																					FORÇA, (kg)																					MOMENTO, (N-m)
			5						AXIAL
			6						VERT
			7						TRANS
			8
			9
			10						DADOS ADICIONAIS
			11
			12
			13
			14
			15
			16
			17
			18
			19
			20
			21
			22
			23
			24
			25
			26
			27
			28
			29
			30
			31
			32
			33
			34
			35
			36
			37
			38
			39
			40
			41
			42
			43
			44
			45
			46
			47
			48
			49
			50
			51
			52
			53
			54
			55
			56
			57
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO
FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO B - FOLHA 11/12.
B12
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº.																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA									12									de			12
																											TÍTULO:												COMPRESSOR DE AR CENTRÍFUGO DO TIPO "INTEGRALLY GEARED" - UNIDADES (kgf/cm²)
			1			NOTAS GERAIS
			2
			3
			4
			5
			6
			7
			8
			9
			10
			11
			12
			13
			14
			15
			16
			17
			18
			19
			20
			21
			22
			23
			24
			25
			26
			27
			28
			29
			30
			31
			32
			33
			34
			35
			36
			37
			38
			39
			40
			41
			42
			43
			44
			45
			46
			47
			48
			49
			50
			51
			52
			53
			54
			55
			56
			57
			58
			59
			BASEADO NO ANEXO A DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			ESTE FORMULÁRIO PERTENCE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO B - FOLHA 12/12.
C01
																											FOLHA DE DADOS																																																												Nº
																											CLIENTE:																																																																																																			FOLHA																		de
																											PROGRAMA:
																											ÁREA:
																											TÍTULO:												DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA REQUERIDA DO FORNECEDOR
			ÍNDICE DE REVISÕES
			REV.												DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS
																					REV. 0															REV. A															REV. B															REV. C															REV. D															REV. E															REV. F															REV. G															REV. H
			DATA
			PROJETO
			EXECUÇÃO
			VERIFICAÇÃO
			APROVAÇÃO
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			FORMULÁRIO PERTENCENTE À PETROBRAS N-2649 REV.B ANEXO C - FOLHA 01/08.
C02
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA																		de
																											TÍTULO:												DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA REQUERIDA DO FORNECEDOR
			COMPRESSOR CENTRÍFUGO (“INTEGRALLY GEARED”) E CONJUNTO
			OS DOCUMENTOS ESPECIFICADOS ABAIXO DEVEM SER FORNECIDOS EM INGLÊS OU PORTUGUÊS.
						PROPOSTA (Notas 1 e 4) O FORNECEDOR DEVE FORNECER																																																																		CÓPIAS DE DADOS PARA TODOS OS ITENS INDICADOS POR UM X.
									REVISÃO (Notas 2 e 4) O FORNECEDOR DEVE FORNECER																																																															CÓPIAS DE DADOS PARA TODOS OS ITENS INDICADOS POR UM X.
												FINAL (Notas 2 e 4) O FORNECEDOR DEVE FORNECER																																																												CÓPIAS DE DADOS PARA TODOS OS ITENS INDICADOS POR UM X.
																														O FORNECEDOR DEVE FORNECER																																										MANUAIS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
																																																FINAL - RECEBIDO DO FORNECEDOR
																																	DISTRIBUIÇÃO															FINAL - DEVIDO PELO FORNECEDOR (NOTA 3)
																																	REGISTRO															REVISÃO - RETORNADO AO FORNECEDOR
																																																REVISÃO - RECEBIDO DO FORNECEDOR
																																																REVISÃO - DEVIDO PELO FORNECEDOR (NOTA 3)
												DESCRIÇÃO
												1 - DESENHO DE DIMENSÕES CERTIFICADAS E LISTA DE DOCUMENTOS.
												2 - DESENHO COM CORTE SECCIONAL, LISTA DE PEÇAS COMPLETA E LISTA DE MATERIAIS.
												3 - DESENHO DE MONTAGEM DO ROTOR E LISTA DE MATERIAIS.
												4 - DESENHO DE MONTAGEM DO MANCAL RADIAL E LISTA DE MATERIAIS.
															4a - DADOS DE ENTRADA PARA ANÁLISE DE IMPULSO.
												5 - DESENHO DE MONTAGEM DO MANCAL E LISTA DE MATERIAIS.
															5a - CARGA RADIAL NO ROLAMENTO.
												6 - DESENHO DE MONTAGEM DE ACOPLAMENTO E LISTA DE MATERIAIS.
												7 - ESQUEMA DE LUBRIFICAÇÃO E LISTA DE MATERIAIS.
												8 - DESENHOS DE ARRANJO E MONTAGEM DO SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO E LISTA DE CONEXÕES.
												9 - DESENHOS E DADOS DE COMPONENTES DE LUBRIFICAÇÃO.
												10 - ESQUEMA DE VEDAÇÃO A GÁS SECO E LISTA DE MATERIAIS.
												11 -DESENHO DE ARRANJO DE VEDAÇÃO DE GÁS SECO E LISTA DE CONEXÕES.
												12 - DESENHOS E DADOS DE COMPONENTES DE VEDAÇÃO A GÁS SECO.
												13 - DESENHO DE MONTAGEM DE VEDAÇÃO A GÁS SECO E LISTA DE MATERIAIS.
												14 - ESQUEMAS ELÉTRICOS E DE INSTRUMENTAÇÃO E LISTA DE MATERIAIS.
												15 - DESENHOS DE ARRANJO ELÉTRICO E DE INSTRUMENTAÇÃO E LISTA DE CONEXÕES.
												16 - ESQUEMA DO SISTEMA DE VEDAÇÃO A GÁS AMORTECEDOR E LISTA DE MATERIAIS.
												17 -DESENHO DE ARRANJO DO SISTEMA DE VEDAÇÃO A GÁS AMORTECEDOR E LISTA DE CONEXÕES.
												18 - DESENHOS E DADOS DE COMPONENTES DO SISTEMA DE VEDAÇÃO A GÁS AMORTECEDOR.
												19 - FOLHAS DE DADOS (PROPOSTA DA PETROBRAS E API / AS-BUILT).
															19a - AS-BUILT DIMENSÕES E DADOS.
															19b - LISTA DE PEÇAS COMPLETA.
															19c - ESQUEMA DE FLUXO DE GÁS (INCLUINDO TODOS OS EQUIPAMENTOS).
															19d - LIMITAÇÕES DO PROJETO PARA TODOS OS EQUIPAMENTOS COTADOS.
															19e - DESENHOS E DADOS DE FOLGA DO LABIRINTO, VEDAÇÃO E MANCAL DO COMPRESSOR.
												20 - NÍVEL SONORO DE RUÍDO PREVISTO (NA PROPOSTA).
												21 - METALURGIA DE COMPONENTES PRINCIPAIS (NA PROPOSTA).
												22 - RELATÓRIO DE ANÁLISE CRÍTICA LATERAL.
												23 - RELATÓRIO DE ANÁLISE CRÍTICA TORCIONAL.
															23a - RELATÓRIO DE ANÁLISE TORCIONAL TRANSIENTE.
												24 - DADOS DE ANÁLISE DE VIBRAÇÃO.
															24a - CURVAS CALCULADAS DE RESPOSTA AO DESBALANCEAMENTO DO ROTOR.
															24b - SIMULAÇÃO DINÂMICA DE ROTOR E MANCAL.
															24c - NÚMERO DE SOMMERFIELD VERSUS CURVAS DE RIGIDEZ E AMORTECIMENTO DE MANCAIS.
															24d - MAPA DE VELOCIDADE CRÍTICA.
												25 - CURVA DE PERFORMANCE PARA CADA SEÇÃO DO COMPRESSOR (PROPOSTA / ASBUILT).
															25a - EFICIÊNCIA E TRABALHO POLITRÓPICO VERSUS FLUXO DE VOLUME DE ENTRADA.
															25b - POTÊNCIA E PRESSÃO DE DESCARGA VERSUS FLUXO DE VOLUME DE ENTRADA.
			NOTA 1									OS DADOS E DESENHOS DA PROPOSTA NÃO PRECISAM SER CERTIFICADOS OU AS-BUILT.
			NOTA 2									COMPRADOR DEVE INDICAR NESTA COLUNA O PRAZO PARA A ENTREGA DE MATERIAIS UTILIZANDO A NOMENCLATURA APRESENTADA NO FINAL DESTE FORMULÁRIO
			NOTA 3									O LICITANTE DEVE PREENCHER ESSAS DUAS COLUNAS PARA REFLETIR SEU PROGRAMA DE DISTRIBUIÇÃO ATUAL E INCLUIR ESTE FORMULÁRIO NA PROPOSTA.
			NOTA 4									TODOS OS DOCUMENTOS E DESENHOS DEVEM SER FORNECIDOS EM MÍDIA MAGNÉTICA E DEVEM SER EMITIDOS PELO REVENDEDOR. O SOFTWARE DEVE ESTAR DE
												ACORDO COM O CONTRATO.
			BASEADO NO ANEXO D DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			FORMULÁRIO PERTENCENTE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO C - FOLHA 02/08.
C03
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA																		de
TÍTULO:												DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA REQUERIDA DO FORNECEDOR
			COMPRESSOR CENTRÍFUGO (“INTEGRALLY GEARED”) E CONJUNTO
												DESCRIÇÃO (Continuação)
															25c - VELOCIDADE VERSUS TORQUE DE PARTIDA.
												26 - PROCESSO DE EXCESSO DE VELOCIDADE DO ROTOR E RELATÓRIO DE TESTE (ROTORES PRINCIPAIS E SOBRESSALENTES).
												27 - PROCEDIMENTO DE ACIONAMENTO MECÂNICO E RELATÓRIO DE TESTE (ROTORES PRINCIPAIS E SOBRESSALENTES, TESTES EM FÁBRICA E EM CAMPO) .
												28 - SELEÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ACOPLAMENTO.
												29 - LISTA DE PEÇAS DE REPOSIÇÃO RECOMENDADAS.
												30 - LISTA DE FERRAMENTAS ESPECIAIS.
												31 - PREPARAÇÃO PARA ARMAZENAMENTO NO LOCAL DE TRABALHO ANTES DA INSTALAÇÃO.
												32 - PROTEÇÃO CONTRA INTEMPÉRIES (SE NECESSÁRIO) E TROPICALIZAÇÃO NECESSÁRIA NO LOCAL DE TRABALHO.
												33 - TABULAÇÃO DE TODOS OS UTILITÁRIOS.
												34 - LISTA DE MÁQUINAS SEMELHANTES.
												35 - RESTRIÇÕES OPERACIONAIS PARA PROTEGER O EQUIPAMENTO DURANTE A OPERAÇÃO DE PARTIDA E PARALISAÇÃO.
												36 - LISTA DOS COMPONENTES QUE NECESSITAM DE APROVAÇÃO DO COMPRADOR.
												37 - RESUMO DE MATERIAIS E DUREZA DE MATERIAIS EXPOSTOS A H2S.
												38 - TAXAS DE VAZAMENTO DA VEDAÇÃO.
												39 - DADOS DO SISTEMA RESFRIADOR.
												40 - DESENHOS, DETALHES E DESCRIÇÃO DE INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLES.
												41 - COMPRIMENTO MÍNIMO DE TUBO RETO NECESSÁRIA NA ENTRADA OU ENTRADAS LATERAIS DA MÁQUINA.
												42 - PRESSÃO DE VEDAÇÃO MÁXIMA E MÍNIMA PERMITIDA PARA CADA COMPRESSOR.
												43 - DECLARAÇÃO DE CAPACIDADES DE TESTE DO FABRICANTE.
												44 - DADOS E CURVAS DO TESTE DE DESEMPENHO.
															44a - PROCEDIMENTO E RELATÓRIO DE TESTE DE DESEMPENHO EM FÁBRICA.
															44b - PROCEDIMENTO E RELATÓRIO DE TESTE DE DESEMPENHO EM CAMPO.
												45 - O FORNECEDOR DE MÁQUINA COM ROTOR “BACK TO BACK” DEVE FORNECER CARGAS AXIAIS DO MANCAL VERSUS CURVA DE PRESSÃO DIFERENCIAL.
												46 - TAXAS DE VAZAMENTO DO PISTÃO DE BALANCEAMENTO.
												47 - CURVAS DE PRESSÃO DIFERENCIAL DA LINHA DO PISTÃO DE EQUILÍBRIO VERSUS CARGA AXIAL.
												48 - CRONOGRAMAS DE PRODUÇÃO / ENTREGA.
															48a - CRONOGRAMA COMPLETO DO COMPRESSOR E SISTEMAS AUX. PARA TESTE DO FABR., ENTREGA E PARA " PROCEDIMENTOS DE
															INSPEÇÃO, LIMPEZA E MONTAGEM EM CAMPO.
															48b - CRONOGRAMA DE ENGENHARIA, FABRICAÇÃO E ENTREGA (RELATÓRIOS DE PROCESSO).
															48c - LISTA DE DESENHOS.
												49 - PROCEDIMENTOS E RELATÓRIOS DE TESTE.
															49a REGISTROS E RELATÓRIO DE BALANCEAMENTO DO ROTOR (ROTORES PRINCIPAIS E SOBRESSALENTES).
															49b - REGISTROS E RELATÓRIO DE TESTES HIDROSTÁTICOS.
															49c - EXCENTRICIDADE MECÂNICA E ELÉTRICA COMBINADA DO ROTOR (ROTORES PRINCIPAIS E SOBRESSALENTES).
															49d - PROCEDIMENTOS DE SOLDAGEM.
												50 - RELATÓRIOS DE PROGRESSO.
												51 - MANUAL DE INSTALAÇÃO.
															51a - DIAGRAMA DE MONTAGEM E INSTRUÇÃO PARA TODOS OS ITENS MONTADOS NO LOCAL.
															51b - DIAGRAMA DE ALINHAMENTO.
															51c - CARGA ADMISSÍVEL DO FLANGE.
															51d - PLANO DE FUNDAÇÃO COM LOCALIZAÇÃO DE CHUMBADORES E PESOS (INCLUINDO CARGAS DINÂMICAS).
												52 MANUAIS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO.
															52a - PROCEDIMENTOS PARA LIMPEZA, INSPEÇÃO E TESTE DO COMPRESSOR CENTRÍFUGO, ACIONADOR, E SEUS AUXILIARES.
															52b - CAPACIDADE DE MANUSEIO DE CARGA E FACILIDADES DE MANUTENÇÃO.
															52c - SISTEMAS AUXILIARES E COMPRESSOR / EXTENSÃO DA INSPEÇÃO E LIMPEZA DO CONJUNTO EM CAMPO .
												53 - MANUAL DE DADOS TÉCNICOS
												54 - REQUISITOS TÉCNICOS / INFORMAÇÕES PRA CONTROLE ANTI-SURTO
												55 - FOLHAS DE DADOS DE SEGURANÇA DO MATERIAL.
												56 - DATA DE FABRICAÇÃO DO VASO DE PRESSÃO ASME.
												57 - PROCEDIMENTOS DE PRESERVAÇÃO, ACONDICIONAMENTO E REMESSA.
												58 - LISTA DE SUB-FORNECEDORES PARA TODO O CONJUNTO DO COMPRESSOR.
												59 - LISTA DETALHADA DE PREÇOS DE TODOS OS COMPONENTES PARA TODO O CONJUNTO DO COMPRESSOR.
												60 - DESENHO DAS PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO PARA CADA PARTE OU PEÇA DOS EQUIPAMENTOS DE TODO O CONJUNTO DO COMPRESSOR.
												61 - MOMENTOS E FORÇAS EXTERNAS ADMISSÍVEIS PARA CADA BOCAL EM FORMA TUBULAR (COM PROPOSTA).
												62 - DOCUMENTAÇÕES DE QUALIDADE DO GÁS.
												63 - RESULTADOS DA VERIFICAÇÃO DO CONTATO DO DENTE DE ENGRENAGEM.
												64 - CERTIFICADOS DE ENGRENAGEM.
			BASEADO NO ANEXO D DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			FORMULÁRIO PERTENCENTE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO C - FOLHA 03/08.
C04
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA																		de
																											TÍTULO:												DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA REQUERIDA DO FORNECEDOR
			MOTOR ELÉTRICO
			OS DOCUMENTOS ESPECIFICADOS ABAIXO DEVEM SER FORNECIDOS EM INGLÊS OU PORTUGUÊS.
						PROPOSTA (Notas 1 e 4) O FORNECEDOR DEVE FORNECER																																																																		CÓPIAS DE DADOS PARA TODOS OS ITENS INDICADOS POR UM X.
									REVISÃO (Notas 2 e 4) O FORNECEDOR DEVE FORNECER																																																															CÓPIAS DE DADOS PARA TODOS OS ITENS INDICADOS POR UM X.
												FINAL (Notas 2 e 4) O FORNECEDOR DEVE FORNECER																																																												CÓPIAS DE DADOS PARA TODOS OS ITENS INDICADOS POR UM X.
																														O FORNECEDOR DEVE FORNECER																																										MANUAIS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
																																																FINAL - RECEBIDO DO FORNECEDOR
																																	DISTRIBUIÇÃO															FINAL - DEVIDO PELO FORNECEDOR (NOTA 3)
																																	REGISTRO															REVISÃO - RETORNADO AO FORNECEDOR
																																																REVISÃO - RECEBIDO DO FORNECEDOR
																																																REVISÃO - DEVIDO PELO FORNECEDOR (NOTA 3)
												DESCRIÇÃO
												1 - DESENHO ESQUEMÁTICO DIMENSIONAL CERTIFICADO.
												2 - DESENHO DO CORTE SECCIONAL, LISTA DE PEÇAS E LISTA DE MATERIAIS.
												3 - ESQUEMA DE ALINHAMENTO DE ACOPLAMENTO, DESENHO DE MONTAGEM, LISTA DE PEÇAS E LISTA DE MATERIAIS.
												4 - ESQUEMAS DE ÓLEO DE LUBRIFICAÇÃO / CONTROLE E LISTA DE MATERIAIS. VER OUTROS ITENS APLICÁVEIS ABAIXO.
												5 - DESENHO DE ARRANJO, MONTAGEM DE ÓLEO DE LUBRIFICAÇÃO / CONTROLE, LISTA DE CONEXÕES, LISTA DE PEÇAS E LISTA DE MATERIAIS
												6 - ESQUEMAS ELÉTRICOS E DE INSTRUMENTAÇÃO E LISTA DE MATERIAIS.
												7 - DESENHOS DE ARRANJO ELÉTRICO E DE INSTRUMENTAÇÃO E LISTA DE CONEXÕES.
												8 - CURVAS DE DESEMPENHO, EFICIÊNCIA, VELOCIDADE E TORQUE.
												9 - DADOS E RELATÓRIO DE ANÁLISE VIBRAÇÃO.
												10 - ANÁLISE DE RESPOSTA AO DESBALANCEAMENTO AMORTECIDO (QUANDO APLICÁVEL).
												11 - ANÁLISE DE VELOCIDADE CRÍTICA LATERAL (QUANDO APLICÁVEL).
												12 - ANÁLISE DE VELOCIDADE CRÍTICA TORCIONAL (QUANDO APLICÁVEL).
												13 - CRONOGRAMAS DE ENGENHARIA, FABRICAÇÃO E ENTREGA (RELATÓRIOS DE PROGRESSO).
												14 - PROCEDIMENTOS DE TESTE DE ACIONAMENTO MECÂNICO, RELATÓRIO E DADOS.
												15 - PROCEDIMENTOS DE VERIFICAÇÃO DE DESBALANCEAMENTO RESIDUAL, RELATÓRIO E DADOS.
												16 - PROCEDIMENTOS DE VERIFICAÇÃO DE EXCENTRICIDADE ELÉTRICA E MECÂNICA DO ROTOR, RELATÓRIO E DADOS.
												17 - FOLHAS
DE DADOS (PROPOSTA, AS-BUILT) PARA EQUIPAMENTOS PRINCIPAIS E AUXILIARES.
												18 - AS-BUILT FOLGAS DE MONTAGEM.
												19 - MANUAIS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO.
												20 - RECOMENDAÇÕES DE PEÇAS SOBRESSALENTES, COM NÚMEROS DE PEÇAS E LISTA DE PEÇAS INTERCAMBIÁVEIS.
												21 - LISTA DE EXCEÇÕES PARA AS ESPECIFICAÇÕES.
												22 - DESCRIÇÃO GERAL E CATÁLOGOS DE EQUIPAMENTOS.
												23 - ÍNDICE DE LISTA DE DESENHOS E DOCUMENTOS (STATUS E PRAZOS DE ENTREGA).
												24 - DESENHOS DE PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO.
												25 - LISTAS DE REFERÊNCIA PADRÃO / ESPECIAL (DETALHADA).
												26 - PLANO DE QUALIDADE, INSPEÇÕES, TESTES E PROCEDIMENTOS DE NDT, CRONOGRAMAS, RELATÓRIOS E DADOS
												27 - PROCEDIMENTOS ESPECIAIS E OPCIONAIS DE TESTES, RELATÓRIOS E DADOS.
												28 - CERTIFICADOS DE MATERIAIS, PROCEDIMENTOS DE TESTES, RELATÓRIOS E DADOS.
												29 - FOLHAS DE DADOS DE MANCAIS.
												30 - DESENHO DE MONTAGEM DO MANCAL, LISTA DE PEÇAS E LISTA DE MATERIAIS.
												31 - CÁLCULOS DO TAMANHO DO MANCAL.
												32 - MANUAL DE INSTALAÇÃO, PLANO DE FUNDAÇÃO, LOCALIZAÇÃO DE CHUMBADORES.
												33 - PESOS, CARGAS ESTÁTICAS / DINÂMICAS, CENTROS DE GRAVIDADE, LOCALIZAÇÃO VERTICAL E DO PLANO.
												34 - LISTA DE FERRAMENTAS ESPECIAIS FORNECIDAS (OU NÃO) PARA MANUTENÇÃO.
												35 - MANUAL DE DADOS TÉCNICOS.
												36 - ESPECIFICAÇÃO DE PINTURA.
												37 - PREPARAÇÃO PARA PROCEDIMENTOS DE REMESSA, EMBALAGEM E LISTAS DE REMESSA.
			NOTA 1									OS DADOS E DESENHOS DA PROPOSTA NÃO PRECISAM SER CERTIFICADOS OU AS-BUILT.
			NOTA 2									COMPRADOR DEVE INDICAR NESTA COLUNA O PRAZO PARA A ENTREGA DE MATERIAIS UTILIZANDO A NOMENCLATURA APRESENTADA NO FINAL DESTE FORMULÁRIO
			NOTA 3									O LICITANTE DEVE PREENCHER ESSAS DUAS COLUNAS PARA REFLETIR SEU PROGRAMA DE DISTRIBUIÇÃO ATUAL E INCLUIR ESTE FORMULÁRIO NA PROPOSTA.
			NOTA 4									TODOS OS DOCUMENTOS E DESENHOS DEVEM SER FORNECIDOS EM MÍDIA MAGNÉTICA E DEVEM SER EMITIDOS PELO REVENDEDOR. O SOFTWARE DEVE ESTAR
												DE ACORDO COM O CONTRATO.
			BASEADO NO ANEXO D DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			FORMULÁRIO PERTENCENTE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO C - FOLHA 04/11.
C05
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA																		de
																											TÍTULO:												DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA REQUERIDA DO FORNECEDOR
			SISTEMA DE ÓLEO
			OS DOCUMENTOS ESPECIFICADOS ABAIXO DEVEM SER FORNECIDOS EM INGLÊS OU PORTUGUÊS.
						PROPOSTA (Notas 1 e 4) O FORNECEDOR DEVE FORNECER																																																																		CÓPIAS DE DADOS PARA TODOS OS ITENS INDICADOS POR UM X.
									REVISÃO (Notas 2 e 4) O FORNECEDOR DEVE FORNECER																																																															CÓPIAS DE DADOS PARA TODOS OS ITENS INDICADOS POR UM X.
												FINAL (Notas 2 e 4) O FORNECEDOR DEVE FORNECER																																																												CÓPIAS DE DADOS PARA TODOS OS ITENS INDICADOS POR UM X.
																														O FORNECEDOR DEVE FORNECER																																										MANUAIS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
																																																FINAL - RECEBIDO DO FORNECEDOR
																																	DISTRIBUIÇÃO															FINAL - DEVIDO PELO FORNECEDOR (NOTA 3)
																																	REGISTRO															REVISÃO - RETORNADO AO FORNECEDOR
																																																REVISÃO - RECEBIDO DO FORNECEDOR
																																																REVISÃO - DEVIDO PELO FORNECEDOR (NOTA 3)
												DESCRIÇÃO
												1 - DESENHO ESQUEMÁTICO DIMENSIONAL CERTIFICADO E LISTA DE CONEXÕES.
												2 - DESENHOS DE COMPONENTE E LISTAS DE MATERIAIS.
															2a - LISTA DE EQUIPAMENTOS / COMPONENTES PRINCIPAIS E AUXILIARES (BOMBAS, FILTROS, REFRIADORES, ETC.).
															2b - DESENHOS DE EQUIPAMENTOS / COMPONENTES PRINCIPAIS E AUXILIARES, LISTAS DE PEÇAS E LISTA DE MATERIAIS.
												3 - ESQUEMAS DO SISTEMA, LISTA DE MATERIAIS, CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO DE COMPONENTES.
															3a - DESENHO DE ARRANJO, MONTAGEM, LISTA DE CONEXÕES, LISTA DE PEÇAS E LISTA DE MATERIAIS.
												4 - FOLHAS DE DADOS DE COMPONENTES.
															4a - FOLHAS DE DADOS (PROPOSTA) PARA EQUIPAMENTOS / COMPONENTES PRINCIPAIS E AUXILIARES.
															4b - LISTA DE EXCEÇÕES PARA AS ESPECIFICAÇÕES.
															4c - DESCRIÇÃO GERAL E CATÁLOGOS DO SISTEMA.
															4d - LISTAS DE REFERÊNCIA PADRÃO / ESPECIAL (DETALHADA).
															4e - TABULAÇÃO DOS REQUISITOS DE UTILITÁRIOS (LISTA DE CONSUMOS DE UTILITÁRIOS).
												5 - DIAGRAMAS DE FIAÇÃO ELÉTRICA E INSTRUMENTAÇÃO E LISTA DE MATERIAIS.
															5a - DESENHOS DE ARRANJO ELÉTRICO E DE INSTRUMENTAÇÃO E LISTA DE CONEXÕES.
												6 - LEIAUTE DA CAIXA DE TERMINAIS ELÉTRICOS E INSTRUMENTAÇÃO E LISTA DE CONEXÕES
												7 - PROCEDIMENTOS DE TESTE DE CONSOLE.
															7a - CERTIFICADOS DE MATERIAIS, PROCEDIMENTOS DE TESTES, RELATÓRIOS E DADOS.
															7b - PROCEDIMENTOS ESPECIAIS E OPCIONAIS DE TESTES, RELATÓRIOS E DADOS.
												8 - PROCEDIMENTOS DE SOLDAGEM / PROCEDIMENTOS DE REPAROS PRINCIPAIS DE SOLDAGEM, RELATÓRIOS E DADOS.
												9 - PROCEDIMENTOS DE TESTE HIDROSTÁTICO CERTIFICADO, RELATÓRIOS E DADOS.
												10 - REGISTRO DE TESTES OPERACIONAIS
															10a - PROCEDIMENTOS DE TESTES OPERACIONAIS / ACIONAMENTO MECÂNICO, RELATÓRIO E DADOS.
												11 - FOLHAS DE DADOS AS-BUILT.
															11a - FOLHAS DE DADOS (AS-BUILT) PARA EQUIPAMENTOS / COMPONENTES PRINCIPAIS E AUXILIARES.
												12 - MANUAIS DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO.
															12a - PLANO DE FUNDAÇÃO E LOCALIZAÇÃO DE CHUMBADORES
															12b - PESOS, CARGAS ESTÁTICAS / DINÂMICAS, CENTROS DE GRAVIDADE, LOCALIZAÇÃO VERTICAL E DO PLANO.
															12c - LISTA DE FERRAMENTAS ESPECIAIS PARA MANUTENÇÃO.
												13 - RELATÓRIO DE PROGRESSO.
															13a - LISTA DE DESENHOS, ÍNDICE DE DOCUMENTOS (STATUS E PRAZOS DE ENTREGA).
															13b - PLANO DE QUALIDADE, INSPEÇÕES, TESTES E PROCEDIMENTOS DE TND, CRONOGRAMAS, RELATÓRIOS E DADOS.
															13c - CRONOGRAMAS DE ENGENHARIA, FABRICAÇÃO E ENTREGA (RELATÓRIOS DE PROGRESSO).
												14 - RECOMENDAÇÕES DE PEÇAS SOBRESSALENTES E LISTA DE PREÇOS COM NÚMEROS DE PEÇAS E LISTA DE PEÇAS INTERCAMBIÁVEIS.
												15 - DADOS DE CERTIFICAÇÃO DE VASO DE PRESSÃO.
												16 - MANUAL DE DADOS TÉCNICOS.
												17 - DESENHOS DE PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS PRINCIPAIS E AUXILIARES (INCLUINDO CARIMBOS DE CÓDIGOS).
												18 - ESPECIFICAÇÃO DE PINTURA.
												19 - PREPARAÇÃO PARA PROCEDIMENTOS DE REMESSA, EMBALAGEM E LISTAS DE REMESSA.
			NOTA 1									OS DADOS E DESENHOS DA PROPOSTA NÃO PRECISAM SER CERTIFICADOS OU AS-BUILT.
			NOTA 2									COMPRADOR DEVE INDICAR NESTA COLUNA O PRAZO PARA A ENTREGA DE MATERIAIS UTILIZANDO A NOMENCLATURA APRESENTADA NO FINAL DESTE FORMULÁRIO
			NOTA 3									O LICITANTE DEVE PREENCHER ESSAS DUAS COLUNAS PARA REFLETIR SEU PROGRAMA DE DISTRIBUIÇÃO ATUAL E INCLUIR ESTE FORMULÁRIO NA PROPOSTA.
			NOTA 4									TODOS OS DOCUMENTOS E DESENHOS DEVEM SER FORNECIDOS EM MÍDIA MAGNÉTICA E DEVEM SER EMITIDOS PELO REVENDEDOR. O SOFTWARE DEVE ESTAR
												DE ACORDO COM O CONTRATO.
			BASEADO NO ANEXO D DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA
FINALIDADE.
			FORMULÁRIO PERTENCENTE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO C - FOLHA 05/08.
C06
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA																		de
																											TÍTULO:												DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA REQUERIDA DO FORNECEDOR
			SISTEMA DE MONITORAMENTO E INSTRUMENTAÇÃO
			OS DOCUMENTOS ESPECIFICADOS ABAIXO DEVEM SER FORNECIDOS EM INGLÊS OU PORTUGUÊS.
						PROPOSTA (Notas 1 e 4) O FORNECEDOR DEVE FORNECER																																																																		CÓPIAS DE DADOS PARA TODOS OS ITENS INDICADOS POR UM X.
									REVISÃO (Notas 2 e 4) O FORNECEDOR DEVE FORNECER																																																															CÓPIAS DE DADOS PARA TODOS OS ITENS INDICADOS POR UM X.
												FINAL (Notas 2 e 4) O FORNECEDOR DEVE FORNECER																																																												CÓPIAS DE DADOS PARA TODOS OS ITENS INDICADOS POR UM X.
																														O FORNECEDOR DEVE FORNECER																																										MANUAIS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
																																																FINAL - RECEBIDO DO FORNECEDOR
																																	DISTRIBUIÇÃO															FINAL - DEVIDO PELO FORNECEDOR (NOTA 3)
																																	REGISTRO															REVISÃO - RETORNADO AO FORNECEDOR
																																																REVISÃO - RECEBIDO DO FORNECEDOR
																																																REVISÃO - DEVIDO PELO FORNECEDOR (NOTA 3)
												DESCRIÇÃO
												1 - DESENHO ESQUEMÁTICO OU ARRANJO GERAL CERTIFICADO E LISTA DE CONEXÕES.
												2 - DESENHO DO CORTE SECCIONAL, LISTA DE PEÇAS.
															2a - DESENHOS DETALHADOS E DESCRIÇÃO PARA A OPERAÇÃO DE INSTRUMENTAÇÃO, CONTROLES E EQUIPAMENTOS AUXILIARES (INCLUINDO A
															LISTA COM OS MATERIAIS E NÚMERO DE CATÁLOGO.
															2b - LISTA DE CABOS DE INSTRUMENTOS COM ESPECIFICAÇÃO COMPLETA.
												3 - ESQUEMAS E LISTA DE MATERIAIS DE SISTEMA ELÉTRICO E CONTROLE.
															3a - DESENHOS DE P&I INCLUINDO, PELO MENOS: SISTEMA DE MONITORAMENTO, PROCESSO, ÓLEO E ELÉTRICO.
															3b - DESENHOS ESQUEMÁTICOS DOS CARTÕES ELETRÔNICOS.
															3c -DIAGRAMAS DE FIAÇÃO DE INTERCONEXÃO.
												4 - PLANOS DE ARRANJO DO SISTEMA ELÉTRICO E DE INSTRUMENTAÇÃO.
															4a - DIAGRAMA CAUSA X EFEITO.
															4b - DIAGRAMA LÓGICO PARA SISTEMA DE PARTIDA, ALARME E PARALISAÇÃO.
															4c - DESENHOS DE CONEXÃO (PNEUM., ELET., PROCESSO).
															4d - DIAGRAMAS DE CIRCUITO.
															4e - HARDWARE E SOFTWARE DO PAINEL (DESCRIÇÃO DO DIAGRAMA DE BLOCO E ESCADA (LADDER), DESENHOS, LEIAUTE DE ESPECIFICAÇÃO,
															FOLHAS DE DADOS E LISTA DE CABOS).
												5 - PLANO DE ATERRAMENTO.
												6 - CURVAS DE CALIBRAÇÃO CERTIFICADAS.
												7 - DADOS DE ANÁLISE DO PONTO NODAL DO ROTOR.
												8 - PONTOS DE AJUSTE RECOMENDADOS DE ALARME (ALERTA) E PARALISAÇÃO (PERIGO).
															8a - ESPECIFICAÇÃO DE ALARME / CONTROLE E PARALISAÇÃO.
												9 - FOLHAS DE DADOS PADRÃO ISA.
															9a - FOLHAS DE ÍNDICE DE INSTRUMENTAÇÃO.
															9b - FOLHAS DE CÁLCULO.
															9c - LISTA DE EXCEÇÃO DE INSTRUMENTAÇÃO.
												10 - DIMENSÕES E DADOS.
												11 - MANUAL DE INSTALAÇÃO.
												12 MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO.
															12a - MANUAIS DE HARDWARE E SOFTWARE DE SISTEMA DE ALARME / CONTROLE E DESLIGAMENTO (INCLUINDO DIAGRAMA DE LADDER,
															INSTRUÇÃO DE PROGRAMAÇÃO E DRIVERS DE COMUNICAÇÃO).
												13 - RECOMENDAÇÕES DE PEÇAS SOBRESSALENTES, COM NÚMEROS DE PEÇAS E LISTA DE PEÇAS INTERCAMBIÁVEIS.
												14 - CRONOGRAMA DE ENGENHARIA, FABRICAÇÃO E ENTREGA (RELATÓRIOS DE PROGRESSO).
												15 - LISTA DE DESENHOS E DADOS.
															15a - ÍNDICE DE DOCUMENTAÇÃO .
												16 - LISTA DE REMESSA.
												17 - PROTEÇÃO CONTRA INTEMPÉRIES ESPECIAL (SE NECESSÁRIO) E REQUISITOS DE TROPICALIZAÇÃO.
			NOTA 1									OS DADOS E DESENHOS DA PROPOSTA NÃO PRECISAM SER CERTIFICADOS OU AS-BUILT.
			NOTA 2									COMPRADOR DEVE INDICAR NESTA COLUNA O PRAZO PARA A ENTREGA DE MATERIAIS UTILIZANDO A NOMENCLATURA APRESENTADA NO FINAL DESTE FORMULÁRIO
			NOTA 3									O LICITANTE DEVE PREENCHER ESSAS DUAS COLUNAS PARA REFLETIR SEU PROGRAMA DE DISTRIBUIÇÃO ATUAL E INCLUIR ESTE FORMULÁRIO NA PROPOSTA.
			NOTA 4									TODOS OS DOCUMENTOS E DESENHOS DEVEM SER FORNECIDOS EM MÍDIA MAGNÉTICA E DEVEM SER EMITIDOS PELO REVENDEDOR. O SOFTWARE DEVE ESTAR
												DE ACORDO COM O CONTRATO.
			BASEADO NO ANEXO D DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			FORMULÁRIO PERTENCENTE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO C - FOLHA 06/08.
C07
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA																		de
																											TÍTULO:												DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA REQUERIDA DO FORNECEDOR
			SISTEMA DE MONITORAMENTO E INSTRUMENTAÇÃO
												DESCRIÇÃO (Continuação)
												18 - REQUISITOS DE PROTEÇÃO DA INTEGRIDADE DO SISTEMA ESPECIAL.
												19 - LISTA DE FERRAMENTAS ESPECIAIS FORNECIDAS (OU NÃO) PARA MANUTENÇÃO.
												20- MANUAL DE DADOS TÉCNICOS.
												21 - FOLHAS DE DADOS DE SEGURANÇA DO MATERIAL.
												22 - LISTA DO FORNECEDOR DE INSTRUMENTAÇÃO E CATÁLOGO DO FABRICANTE.
												23 - ACEITAÇÃO DOS TESTES DE EMI E RFI.
			BASEADO NO ANEXO D DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			FORMULÁRIO PERTENCENTE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO C - FOLHA 07/08.
C08
																											FOLHA DE DADOS																																																Nº																																																									REV.
																																																																																																																					FOLHA																		de
																											TÍTULO:												DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA REQUERIDA DO FORNECEDOR
			NOTAS
			BASEADO NO ANEXO D DA API STD 672.
			AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
			FORMULÁRIO PERTENCENTE À PETROBRAS N-2649 REV. B ANEXO C - FOLHA 08/08.
Normas_PORT_Vol2_jun_2017/N-2918.pdf
-PÚBLICO-
N-2918 02 / 2017 
 
PROPRIEDADE DA PETROBRAS 238 páginas e GT 
 
Atmosferas Explosivas - 
Classificação de Áreas 
 Procedimento 
 
Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do 
texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a 
responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e 
enumerações. 
CONTEC 
Comissão de Normalização 
Técnica 
 
Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que 
deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma 
eventual resolução de não a seguir (“não conformidade” com esta Norma) deve 
ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela 
Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de 
caráter impositivo. 
SC - 06 
Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições 
previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de 
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação
específica. A 
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da 
PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter 
não impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. 
Cópias dos registros das “não conformidades” com esta Norma, que possam 
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a 
CONTEC - Subcomissão Autora. 
 
Eletricidade As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - 
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a 
seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a 
justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os 
trabalhos para alteração desta Norma. 
“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO 
S. A. - PETROBRAS, de aplicação interna na PETROBRAS e Subsidiárias, 
devendo ser usada pelos seus fornecedores de bens e serviços, 
conveniados ou similares conforme as condições estabelecidas em 
Licitação, Contrato, Convênio ou similar. 
A utilização desta Norma por outras empresas/entidades/órgãos 
governamentais e pessoas físicas é de responsabilidade exclusiva dos 
próprios usuários”. 
 
 
Apresentação 
 
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho 
- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são 
comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas 
Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as 
Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos 
representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS 
está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a 
cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são 
elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas 
sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS. 
../link.asp?cod=N-0001
-PÚBLICO-
N-2918 02 / 2017 
 
2 
 
Sumário 
 
1 Escopo ............................................................................................................................................... 17 
2 Referências Normativas .................................................................................................................... 17 
3 Termos e Definições .......................................................................................................................... 19 
4 Condições Gerais para a Classificação de Áreas ............................................................................. 24 
5 Requisitos Gerais para a Classificação de Áreas ............................................................................. 28 
5.1 Dados Necessários .............................................................................................................. 28 
5.2 Equipe Multidisciplinar para a Classificação de Áreas ........................................................ 28 
6 Zonas Geradas pelas Fontes de Risco ............................................................................................. 28 
6.1 Zonas 0 Geradas pelas Fontes de Risco de Grau Contínuo ............................................... 28 
6.2 Zonas 1 Geradas pelas Fontes de Risco de Grau Primário ................................................ 29 
6.3 Zonas 2 Geradas pelas Fontes de Risco de Grau Secundário ........................................... 30 
7 Magnitudes Relativas das Fontes de Risco ...................................................................................... 31 
8 Extensão de Áreas Classificadas ...................................................................................................... 31 
8.1 Áreas Externas ..................................................................................................................... 32 
8.2 Áreas Internas ...................................................................................................................... 33 
9 Influência da Ventilação na Classificação de Áreas ......................................................................... 33 
10 Critérios sobre Concentração de Substâncias Inflamáveis em Misturas ........................................ 35 
11 Figuras de Referência para a Classificação de Áreas .................................................................... 37 
11.1 Considerações Conceituais ............................................................................................... 37 
11.2 Sistemas de Tochas (“Flare”) ............................................................................................. 56 
11.3 Respiros ............................................................................................................................. 56 
11.4 Bombas ou Compressores ................................................................................................. 61 
11.5 Tubulações com Válvulas, Acessórios e Flanges .............................................................. 66 
11.6 Drenos ................................................................................................................................ 68 
11.7 Válvulas e Atuadores de Válvulas ...................................................................................... 68 
11.8 Lançador ou Recebedor de Esfera ou Raspador (“Pig”) ................................................... 70 
11.9 Instrumentos Operados por Ar ou por Gás Inflamável ...................................................... 70 
11.10 Armazenamento de Óleo e Gás ....................................................................................... 72 
12 Arranjos de Instalações - Interferências entre Ambientes com Diferentes Classificações de Áreas82 
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13 Requisitos para Instalações ............................................................................................................ 85 
13.1 Caldeiras, Fornos, Incineradores e outros Equipamentos com Fontes de Ignição 
Protegidas e de Origem não Elétrica ................................................................................ 85 
13.2 Proteção por Pressurização de Ambientes, Edificações e Casas de Analisadores .......... 86 
13.3 Salas de Bateria de Acumuladores .................................................................................... 86 
13.4 Laboratórios de Análise de Produtos Inflamáveis .............................................................. 88 
14 Figuras de Referência para a Classificação de Áreas de Equipamentos de Processo Específicos 
por Atividade ................................................................................................................................... 88 
15 Requisitos para a Elaboração da Lista de Dados de Classificação de Áreas (ver Anexo F) ......... 89 
16 Documentação Necessária para a Elaboração da Classificação de Áreas .................................... 91 
17 Documentação de Classificação de Áreas ...................................................................................... 92 
18 Requisitos de Gestão de Mudanças ............................................................................................... 92 
19 Requisitos para a Determinação dos Níveis de Proteção dos Equipamentos “Ex” (“Equipment 
Protection Level” - EPL) .................................................................................................................. 97 
Anexo A - Figuras de Referência das Áreas de Exploração e Produção (“Upstream”) ........................ 99 
Anexo B - Figuras de Referência para Processos das Áreas de Abastecimento e Refino 
(“Downstream”) ..............................................................................................................
136 
Anexo C - Figuras de Referência para Processos das Áreas de Transporte de Petróleo, Gás e 
Derivados ......................................................................................................................... 195 
Anexo D - Figuras de Referência Para Processos das Áreas de Gás, Energia e Biocombustíveis ... 211 
Anexo E - Conteúdo para Placas de Segurança para Áreas Classificadas ....................................... 236 
Anexo F - Exemplo de Folha de Dados de Classificação de Áreas .................................................... 238 
 
 
Figuras 
Figura 1 - Propostas Conceituais para Equipamentos com Dimensões Máximas a Serem Utilizadas 38 
Figura 2 - Fonte de Risco de Grau Secundário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, com 
Presença de Barreiras ou Construções, Apresentado em Corte e Planta Baixa ............... 39 
Figura 3 - Fonte de Risco de Grau Secundário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar e Presença 
de Barreiras ou Construções com Ventilação Limitada, com Sistema de Ventilação 
Forçada, Apresentado em Corte e Planta Baixa ................................................................. 40 
Figura 4 - Fonte de Risco de Grau Primário ou Secundário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, 
em Área Interna com Ventilação Limitada ou Impedida, sem Ventilação Forçada, 
Apresentado em Corte e Planta Baixa ................................................................................. 41 
Figura 5 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, em Área Interna 
com Aberturas, com Ventilação Limitada ou Impedida, sem Ventilação Forçada, 
Apresentado em Corte e Planta Baixa ................................................................................. 42 
Figura 6 - Fonte de Risco de Grau Primário ou Secundário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, 
em Área Interna com Aberturas, Apresentado em Corte e Planta Baixa ............................ 43 
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Figura 7 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, em Área Interna 
com Aberturas, com Ventilação Limitada ou Impedida, sem Ventilação Forçada, 
Apresentado em Corte e Planta Baixa. ................................................................................ 44 
Figura 8 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, em Área Interna 
com Áreas Fechadas, Apresentado em Corte e Planta Baixa ............................................. 45 
Figura 9 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, em Ambiente 
Interno com Ventilação Limitada, Apresentado em Corte e Planta Baixa ........................... 46 
Figura 10 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, em Área 
Interna, Apresentado em Corte e Planta Baixa. ................................................................ 47 
Figura 11 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, em Área 
Interna, Apresentado em Corte e Planta Baixa ................................................................. 48 
Figura 12 - Diferentes Fontes de Risco, de Grau Primário e de Grau Secundário, de Gás ou Vapor 
mais Pesado que o Ar, em Área Externa com Ventilação Adequada, Apresentado em 
Corte e Planta Baixa .......................................................................................................... 49 
Figura 13 - Diferentes Fontes de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, em 
Área Externa com Ventilação Adequada, Apresentado em Corte e Planta Baixa ............ 49 
Figura 14 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Leve que o Ar, em Ambiente 
com Ventilação Adequada, com Densidade Relativa Menor do que 0,8 ......................... 50 
Figura 15 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor, com Comportamento Similar ao Ar 
(Densidade entre 0,80 e 1,1), em Ambiente Ventilação Adequada .................................. 51 
Figura 16 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Leve que o Ar, em Ambiente 
Interno com Ventilação Limitada e Externo com Ventilação Adequada ............................ 52 
Figura 17 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Leve que o Ar, em Ambiente 
Interno com Abertura e Ventilação Limitada, o Ambiente Externo com Ventilação 
Adequada e outro com Ventilação Limitada ...................................................................... 53 
Figura 18 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Leve que o Ar, em Ambiente 
Interno com Abertura e Ventilação Limitada, com Ambiente Externo e Ventilação 
Adequada ........................................................................................................................... 54 
Figura 19 - Fonte de Risco de Grau Primário e outra de Grau Contínuo, de Gás ou Vapor Inflamável 
mais Leve que o Ar, em Ambiente com Ventilação Adequada ......................................... 55 
Figura 20 - Respiro de Equipamento de Processo em Ambiente com Ventilação Adequada .............. 57 
Figura 21 - Respiro de Instrumento ou Dispositivo de Controle em Ambiente com Ventilação 
Adequada ......................................................................................................................... 58 
Figura 22 - Compressor ou Bomba, em Ambiente Aberto, com Ventilação Adequada ........................ 59 
Figura 23 - Compressor ou Bomba, em Ambiente Fechado, com Ventilação Forçada ........................ 60 
Figura 24 - Válvulas de Alívio em Ambiente com Ventilação Adequada .............................................. 60 
Figura 25 - Compressor ou Bomba, Fluidos Inflamáveis com Pressão até 35 kgf/cm2 ........................ 62 
Figura 26 - Compressor ou Bomba, para Fluidos Voláteis e Inflamáveis, em Ambiente com Ventilação 
Adequada, para Pressões acima de 35 kgf/cm2 ................................................................ 63 
Figura 27 - Compressor ou Bomba, para LAV, em Ambiente com Ventilação Adequada ................... 64 
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Figura 28 - Compressor ou Bomba, para Fluidos Voláteis e Inflamáveis, em Ambiente Parcialmente 
Fechado e Ventilação Adequada ...................................................................................... 65 
Figura 29 - Compressor ou Bomba, para Fluidos Voláteis e Inflamáveis, em Ambiente Fechado, 
Ventilação Limitada ou Impedida ...................................................................................... 66 
Figura 30 - Tubulação com Válvula, Acessórios Roscados e Flanges, para Fluidos Voláteis e 
Inflamáveis, em Ambiente com Ventilação Adequada ..................................................... 67 
Figura 31 - Tubulação com Válvulas, Acessórios Roscados e Flange, com LAV, Inflamáveis e em 
Ambiente Aberto ................................................................................................................ 68 
Figura 32 - Instalação de Lançador ou Recebedor de Esfera ou Raspador, em Ambiente com 
Ventilação Adequada ........................................................................................................ 70 
Figura 33 - Instrumentos Operados à Gás Inflamável, em Ambiente com Ventilação Adequada ou com 
Ventilação Mecânica ........................................................................................................... 71 
Figura 34 - Instrumentos Operados à Gás Inflamável, em Ambiente com Ventilação Limitada ou 
Impedida ........................................................................................................................... 72 
Figura 35 - Tanque de Armazenamento de Líquido Inflamável, com Teto Fixo, Compatível com Fontes 
de Risco de Magnitude Elevada, para Vapores mais Pesados que o Ar, em Ambiente com 
Ventilação Adequada .......................................................................................................... 73 
Figura 36 - Tanque de
Armazenamento de Líquido Inflamável, com Teto Fixo, Compatível com Fontes 
de Risco de Volume de Magnitude Elevada, para Vapores mais Pesados que o Ar, em 
Ambiente com Ventilação Adequada e Altas Taxas de Enchimento Diário ....................... 74 
Figura 37 - Tanque de Armazenamento de Teto Fixo, com Líquido Inflamável, para Vapores mais 
Pesados que o Ar, Dentro de Ambiente com Ventilação Limitada .................................... 75 
Figura 38 - Tanque de Armazenamento de Líquido Inflamável, com Teto Fixo, Compatível com Fontes 
de Risco de Magnitude Elevada, para Vapores mais Pesados que o Ar, em Ambiente com 
Ventilação Adequada .......................................................................................................... 76 
Figura 39 - Tanque de Armazenamento de Teto Fixo, Líquido com Ponto de Fulgor entre 37,8 ºC e 
60 ºC, Compatível com Fontes de Risco de Magnitude Elevada, para Vapores mais 
Pesados que o Ar, em Ambiente com Ventilação Adequada ............................................ 78 
Figura 40 - Tanque de Armazenamento de Teto Fixo com Líquido com Ponto de Fulgor acima de 
60 ºC .................................................................................................................................. 79 
Figura 41 - Tanque de Armazenamento Elevado do Solo .................................................................... 80 
Figura 42 - Vaso de Pressão de Hidrocarbonetos ou Vaso com Chama Protegida, em Ambiente com 
Ventilação Adequada ......................................................................................................... 81 
Figura 43 - Torre de Resfriamento de Água Industrial - Corte .............................................................. 82 
Figura 44 - Área com Fechamento Não Estanque a Vapor com Ventilação Adequada, Adjacente a 
uma Área Classificada ....................................................................................................... 83 
Figura 45 - Área Fechada com Barreira Estanque com Ventilação Limitada, Adjacente a uma Área 
Classificada ........................................................................................................................ 83 
Figura 46 - Área Fechada com Ventilação Limitada ou Impedida, Adjacente e com aberturas para a 
Área Classificada ................................................................................................................ 84 
Figura 47 - Área Fechada com Ventilação Forçada, Adjacente a Área Classificada ........................... 84 
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Figura 48 - Legenda para Áreas Classificada de Gases Inflamáveis ................................................... 95 
Figura 49 - Legenda para Áreas Classificada de Poeiras Combustíveis .............................................. 95 
Figura 50 - Legenda para Variações em Áreas Classificada de Gases Inflamáveis ............................ 96 
Figura 51 - Legenda para Área não Classificada, que Deve ser Mantida com Pressão Positiva ........ 96 
Figura 52 - Legenda para Área não Classificada que Deve ser Mantida com Pressão Negativa ........ 96 
Figura A.1 - Sonda de Perfuração - Subestrutura com Ventilação Adequada, Torre Aberta Equipada 
com Quebra-vento, Aberto e “A” Aberto ......................................................................... 100 
Figura A.2 - Sonda de Perfuração com Ventilação Limitada na Torre Fechada com Topo Aberto e 
Subestrutura com Ventilação Impedida ......................................................................... 101 
Figura A.3 - Sonda de Perfuração da Plataforma - Ventilação Adequada na Subestrutura e no Interior 
da Torre com Vários Poços de Produção abaixo e com Ventilação Adequada ............ 102 
Figura A.4 - Sonda de Perfuração da Plataforma - Ventilação Adequada na Subestrutura e no Interior 
da Torre, Vários Poços de Produção Abaixo e em Área com Ventilação Impedida ..... 103 
Figura A.5 - Sonda de Perfuração da Plataforma - Ventilação limitada ou Impedida na Subestrutura e 
no Interior da Torre, Vários Poços de Produção Abaixo e em Área com Ventilação 
Impedida ......................................................................................................................... 104 
Figura A.6 - Tanque de Lama em Ambiente com Ventilação Adequada ............................................ 105 
Figura A.7 - Tanque de Lama em Ambiente com Ventilação Impedida ou Limitada .......................... 105 
Figura A.8 - A Área ao Redor de Calhas de Lama, Abertas, Utilizadas para Interligar Tanques de 
Lama com Poços de Lama Ativa, Situados em Local Fechado, com Ventilação Limitada 
ou Impedida ................................................................................................................... 106 
Figura A.9 - Peneira de Lama em Ambiente com Ventilação Adequada ............................................ 107 
Figura A.10 - Desareiador ou Dessiltador em Ambiente com Ventilação Adequada ......................... 107 
Figura A.11 - Desareiador ou Dessiltador em Ambiente Fechado, com Ventilação Limitada ou 
Impedida .................................................................................................................... 108 
Figura A.12 - Respiro (“Vent”) do Desgaseificador em Ambiente com Ventilação Adequada ........... 109 
Figura A.13 - Linha de Desvio para Alívio (“Diverter”) ........................................................................ 110 
Figura A.14 - Poço Surgente em Ambiente com Ventilação Adequada e sem Antepoço .................. 111 
Figura A.15 - Poço Surgente Terrestre em Ambiente com Ventilação Adequada e com Antepoço .. 111 
Figura A.16 - Poço Surgente em Ambiente Fechado com Ventilação Impedida ou Limitada ............ 112 
Figura A.17 - Poço em Trabalho de Operação com Arame em Ambiente com Ventilação Adequada112 
Figura A.18 - Poço em Trabalho de Operação com Arame em Ambiente Fechado, com Ventilação 
Impedida ou Limitada ................................................................................................... 113 
Figura A.19 - Poço de Trabalho de Pistoneio com Sonda de Produção Terrestre ............................. 114 
Figura A.20 - Poço com Bombeio Mecânico ou com Bombeio de Cavidade Progressiva, em Ambiente 
com Ventilação Adequada ............................................................................................ 115 
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Figura A.21 - Poço com Bombeio Mecânico ou com Bombeio de Cavidade Progressiva e com 
Antepoço, em Ambiente com Ventilação Adequada ................................................... 115 
Figura A.22 - Poço com Bombeio Centrífugo Submerso, em Ambiente com Ventilação Adequada, 
sem Antepoço .............................................................................................................. 116 
Figura A.23 - Caixa de Ligação com Respiro, em Ambiente com Ventilação Adequada, para Bomba 
Submersa, sem Antepoço ............................................................................................. 116 
Figura A.24 - Tanque de Armazenamento de Água Contaminada, em Ambiente com Ventilação 
Adequada .................................................................................................................... 118 
Figura A.25 - “Hood” de Turbogerador com pressão negativa ........................................................... 121 
Figura A.26 - “Hood” de Turbogerador com Pressão Positiva ............................................................ 122 
Figura A.27 - “Hood” de Turbina com o Compressor .......................................................................... 123 
Figura A.28 - “Header” de Alimentação dos Fornos ........................................................................... 123 
Figura A.29 - Sala de Baterias de Acumuladores ............................................................................... 124 
Figura A.30 - Gerador de
Hipoclorito .................................................................................................. 124 
Figura A.31 - Sala de Bombas com Exaustores em FPSO ................................................................ 125 
Figura A.32 - Paiol de Tintas ............................................................................................................... 126 
Figura A.33 - Suspiros de Espaços e Tanques Vazios para FPSO e FSO ........................................ 127 
Figura A.34 - Pontos de Coleta de Amostras ...................................................................................... 127 
Figura A.35 - Interior dos Tanques de Carga, Tanques de Resíduos (“Slop”), Tubulações de Alívio de 
Pressão ou Sistemas de Respiro.................................................................................. 128 
Figura A.36 - Espaços Vazios Adjacentes, em Torno de todo o Tanque de Carga ........................... 129 
Figura A.37 - Espaços Fechados de Tanques de Carga Independentes ........................................... 129 
Figura A.38 - “Cofferdans” e Tanques de Lastro Permanentes Adjacente a Tanques de Carga ....... 130 
Figura A.39 - Saída de Vapores do Tanque de Carga Gerada por Variação Térmica ....................... 131 
Figura A.40 - Saída de Vapores do Tanque de Carga causada por Carregamento, Lastro ou 
Descarregamento ...................................................................................................... 132 
Figura A.41 - Locais de “Open Deck” Quando a Ventilação é Limitada ............................................. 133 
Figura A.42 - Saída de Vapor do Tanque de Carga Causado por Variação Térmica ........................ 133 
Figura A.43 - Saídas de Vapores do Tanque de Carga Causado por Carregamento, Lastro ou 
Descarregamento ....................................................................................................... 134 
Figura A.44 - Espaços sem Ventilação Forçada e com Aberturas Menores do que 0,5 m acima do 
Convés Principal .......................................................................................................... 135 
Figura B.1 - Separadores de Água e Óleo .......................................................................................... 137 
Figura B.2 - Separadores de Água e Óleo (tais como Separadores Instalados em Unidades, Pré-
separadores e Separadores) ........................................................................................ 138 
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Figura B.3 - Unidades de Flotação a Ar, em Ambiente Aberto, com Ventilação Adequada ............... 138 
Figura B.4 - Unidades de Oxigenação Biológica, em Ambiente Aberto, com Ventilação Adequada . 139 
Figura B.5 - Torre de Resfriamento de Água Industrial, em Ambiente Aberto, com Ventilação 
Adequada .................................................................................................................... 140 
Figura B.6 - Esferas de GLP, em Ambiente Aberto, com Ventilação Adequada e com Sistema de 
Dique de Contenção em torno da Esfera ...................................................................... 141 
Figura B.7 - Esferas de GLP, em Ambiente Aberto, com Ventilação Adequada e sem Sistema de 
Dique de Contenção ...................................................................................................... 142 
Figura B.8 - Esfera de GLP, em Ambiente Aberto, com Ventilação Adequada e com Sistema de Dique 
de Contenção em Torno Parcial da Esfera ..................................................................... 143 
Figura B.9 - Esfera de GLP, em Ambiente Aberto, com Ventilação Adequada e com Sistema de Dique 
de Contenção em Torno Parcial da Esfera, de Acordo com PETROBRAS N-1645 ...... 144 
Figura B.10 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás mais Leve que o Ar, Ventilação Limitada e 
Densidade < 0,8 ............................................................................................................ 145 
Figura B.11 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Leve que o Ar, Ventilação 
Limitada e Densidade > 0,8 e < 1,0 .............................................................................. 146 
Figura B.12 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor Mais Leve que o Ar, Ventilação 
Adequada e Densidade entre 0,8 e 1,0 ........................................................................ 147 
Figura B.13 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Leve que o Ar, Ventilação 
Impedida e Densidade entre 0,8 e 1,0 ......................................................................... 148 
Figura B.14 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Leve que o Ar, Ventilação 
Impedida e Densidade < 0,8 ......................................................................................... 149 
Figura B.15 - Fontes de Risco de Grau Secundário, de Gás ou Vapor mais Pesado do que o Ar, 
Localizados Próximo ao Solo e Sobre a Plataforma com Piso Sólido ......................... 150 
Figura B.16 - Fonte de Risco de Grau Secundário, de Gás ou Vapor mais Leve Associado com mais 
Pesado do que o Ar, Ventilação Adequada, Localizados Próximo ao Solo e sobre a 
Plataforma com Piso Sólido.......................................................................................... 151 
Figura B.17 - Fonte de Risco de Grau Secundário, de Gás ou Vapor mais Pesado do que o Ar, 
Ventilação Adequada, Localizados Próximo ao Solo e sobre a Plataforma com Piso 
Sólido ........................................................................................................................... 152 
Figura B.18 - Pátio de Manuseio de Coque em Ambiente Fechado, com Sistema de Dispersão de 
Água - Planta Baixa ...................................................................................................... 154 
Figura B.19 - Pátio de Manuseio de Coque, em Ambiente Fechado, com Sistema de Dispersão de 
Água - Elevação ........................................................................................................... 154 
Figura B.20 - Pátio de Manuseio de Coque em Ambiente Fechado, com Sistema de Dispersão de 
Água - Elevação ........................................................................................................... 155 
Figura B.21 - Prédio de Carregamento do Pátio de Manuseio de Coque - Elevação Lateral ............ 156 
Figura B.22 - Prédio de Carregamento do Pátio de Manuseio de Coque - Elevação Frontal ............ 157 
Figura B.23 - Vaso de Gás Natural ..................................................................................................... 158 
Figura B.24 - Vaso de Nafta com Pressurização ................................................................................ 159 
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Figura B.25 - Vaso de Nafta com Pressurização com Gás Nitrogênio ............................................... 160 
Figura B.26 - Bomba de Nafta em Ambiente com Ventilação Adequada ........................................... 161 
Figura B.27 - Permutador de Calor para Pré-Aquecimento da Carga com Operação que Utiliza Gás 
Natural em Ambiente Bem Ventilado ........................................................................... 161 
Figura B.28 - Permutador de Calor para Pré-Aquecimento de Carga com Operação que Utiliza Nafta162 
Figura B.29 - Permutador de Calor para Pré-Aquecimento da Carga com Operação que Pode Utilizar 
Gás Natural e Nafta ...................................................................................................... 163 
Figura B.30 - Forno Aquecedor de Carga em Ambiente Bem Ventilado ............................................ 164 
Figura B.31 - Reator de Hidrodessulfurização para Carga de Nafta .................................................. 165 
Figura B.32 - Reator de Hidrodessulfurização para Gás Natural ........................................................
166 
Figura B.33 - Reator de Dessulfurização para Carga de Nafta .......................................................... 167 
Figura B.34 - Reator de Dessulfurização para Gás Natural ................................................................ 168 
Figura B.35 - Resfriador de Reciclo com Ventilação Tipo “Air Cooler” ............................................... 169 
Figura B.36 - Resfriador de Reciclo do Tipo “Convencional”, Formado por Casco e Tubos, para Carga 
de Nafta ......................................................................................................................... 170 
Figura B.37 - Resfriador de Reciclo do Tipo “Convencional”, Formado por Casco e Tubos para Carga 
de Gás Natural .............................................................................................................. 171 
Figura B.38 - Vaso de Reciclo para Carga de Nafta e Gás ................................................................ 172 
Figura B.39 - Filtro Coalescedor de Óleo Combustível do Hidrogênio de Reciclo ............................. 173 
Figura B.40 - Forno Reformador (“Reformer”) com Queimadores no Topo (“Top Fire”) e Tiragem 
Induzida em Ambiente com Ventilação Adequada ..................................................... 174 
Figura B.41 - Forno Reformador (“Reformer”) com Queimadores no Topo (“Top Fired”) e Tiragem 
Balanceada em Ambiente com Ventilação Adequada ............................................... 175 
Figura B.42 - Forno Reformador (“Reformer”) com Queimadores na Lateral (“Side Fired”) e Tiragem 
Natural ou Induzida ...................................................................................................... 176 
Figura B.43 - Forno Reformador (“Reformer”) com Queimadores na Lateral (“Side Fired”) e Tiragem 
Balanceada .................................................................................................................. 177 
Figura B.44 - Serpentina de Pré-Aquecimento de Carga do Forno Reformador ................................ 178 
Figura B.45 - Serpentina de Aquecimento de Carga Mista do Forno Reformador em Ambiente com 
Ventilação Adequada ................................................................................................... 179 
Figura B.46 - Caldeira Recuperadora de Calor em Ambiente com Ventilação Adequada ................. 179 
Figura B.47 - Vaso de Vapor em Ambiente com Ventilação Adequada ............................................. 180 
Figura B.48 - Bomba de Circulação de Água de Caldeira em Ambiente com Ventilação Adequada . 180 
Figura B.49 - Vaso de Purga em Ambiente com Ventilação Adequada ............................................. 181 
Figura B.50 - Reator de Conversão de CO de Alta Temperatura ....................................................... 182 
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Figura B.51 - Aquecedor de Água de Caldeira ................................................................................... 183 
Figura B.52 - Gerador de Vapor de Água em Permutador do Tipo “Kettle” ........................................ 184 
Figura B.53 - Primeiro Resfriador de Carga para a PSA com Ventilação Tipo “Air Cooler” ............... 185 
Figura B.54 - Segundo Resfriador de Carga para a PSA em Ambiente com Ventilação Adequada .. 186 
Figura B.55 - Vaso de Carga da PSA ................................................................................................. 187 
Figura B.56 - Sistema de Vasos Adsorvedores do Sistema PSA ....................................................... 188 
Figura B.57 - Vasos de Purga do Sistema PSA em Ambiente com Ventilação Adequada ................ 189 
Figura B.58 - Filtro de Hidrogênio Produto do Sistema PSA em Ambiente com Ventilação Adequada190 
Figura B.59 - Aquecedor da Carga para a Torre Retificadora de Condensado em Ambiente com 
Ventilação Adequada .................................................................................................. 191 
Figura B.60 - Torre de Retificação de Condensado e Bombas Associadas, quando Aplicável ......... 192 
Figura B.61 - Vaso de Gás Combustível ............................................................................................. 193 
Figura B.62 - Coalescedor de Gás Combustível ................................................................................. 194 
Figura C. 1 - Tanque Subterrâneo com Respiro ................................................................................. 195 
Tabela C.2 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura C.2 ......................................... 196 
Figura C.3 - Estações de Carregamento Rodoviário .......................................................................... 197 
Figura C.4 - Transporte por Caminhão Tanque de Líquido Inflamável ............................................... 197 
Figura C.5 - Transporte por Vagões de Carga de Líquido Inflamável, Transferência através de 
Sistema Fechado, Descarga somente pelo Domo Superior ........................................ 198 
Figura C.6 - Transporte por Vagões de Carga de Líquido Inflamável, Descarga através de Sistema 
Fechado, Somente pela Parte Inferior ........................................................................... 199 
Figura C.7 - Transporte por Vagões de Carga de Líquido Inflamável, com Sistema Aberto e pela Parte 
Inferior ou Superior .......................................................................................................... 200 
Figura C.8 - Transporte por Vagões de Carga de LAV e Descarga através de Sistema Fechado, 
somente pela Parte Inferior ............................................................................................ 201 
Figura C.9 - Transporte por Vagões de Carga de LAV e Descarga através de Sistema Fechado, 
Somente pelo Domo Superior ...................................................................................... 202 
Figura C.10 - Braço de Carregamento de Navio ................................................................................. 203 
Figura C.11 - Caixas Subterrâneas, com Ventilação Limitada, com Tampas ou Visitas. ................... 204 
Figura C.12 - Caixas Subterrâneas com Ventilação Limitada, com Válvulas Operando com LAV .... 205 
Figura C.13 - Equipamento com Dispositivo de Fechamento, com Tampas ou Visitas, para Líquidos 
Inflamáveis, com Qualquer Nível de Pressão ............................................................... 206 
Figura C.14 - Equipamento com Dispositivo de Fechamento, com Tampas ou Visitas, para LAV, com 
Qualquer Nível de Pressão ........................................................................................... 207 
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Figura C.15 - Compressor ou Motor, com Produto mais Leve que o Ar e em Ambiente com Ventilação 
Adequada, com Pressão até 275 psig (19 bar) ............................................................ 208 
Figura C.16 - Compressor ou Motor, com Produto mais Leve Que o Ar e em Ambiente com Ventilação 
Adequada, com Pressão até 275 psig (19 bar) ............................................................ 209 
Figura C.17 - Compressor ou Motor, para Produto mais Leve que o Ar e em Ambiente com Ventilação 
Adequada, com Pressão Superior a 275 psig (19 bar) ................................................. 210 
Figura D.1 - As Esferas de Estocagem de Amônia, em Ambiente com Ventilação Adequada - Planta 
Baixa ............................................................................................................................... 212 
Figura D.2 - Esferas de Estocagem de Amônia, em Ambiente com Ventilação Adequada - Elevação213 
Figura D.3 - A Casa de Compressores, Unidade de Hidrogênio - Elevação ...................................... 214 
Figura D.4 - Vaso de Amônia, Unidade de Amônia, em Ambiente com Ventilação Adequada - 
Elevação .......................................................................................................................
215 
Figura D.5 - Vaso de Amônia, Unidade de Amônia, em Ambiente com Ventilação Adequada - 
Elevação ........................................................................................................................ 215 
Figura D.6 - Torre de Hidrogênio - Elevação ...................................................................................... 216 
Figura D.7 - Torre de Hidrogênio - Elevação ...................................................................................... 216 
Figura D.8 - Compressor de Gás Natural, Unidade de Amônia, - Elevação ....................................... 217 
Figura D.9 - Compressor de Gás Natural, Unidade de Amônia - Elevação ........................................ 217 
Figura D.10 - Tanque de Ureia - Planta Baixa .................................................................................... 218 
Figura D.11 - Armazenamento e Esteiras Transportadoras de Pelotas de Ureia - Planta Baixa ....... 219 
Figura D.12 - Sistema de “Flare” e “Blowdown” - Planta Baixa .......................................................... 220 
Figura D.13 - Vaso de “Blowdown” do Sistema de “Flare” - Elevação................................................ 220 
Figura D.14 - Painel de Ignição do Sistema de “Flare” - Elevação ..................................................... 221 
Figura D.15 - Pig Recebedor - “Flare” e “Blow Down” - Elevação ...................................................... 221 
Figura D.16 - Torre de Refrigeração para as Unidades de Amônia e Hidrogênio - Planta Baixa ...... 222 
Figura D.17 - Torre de Resfriamento para as Unidades de Amônia e Hidrogênio - Elevação ........... 223 
Figura D.18 - Lagoa de Efluentes Hídricos - Elevação ....................................................................... 223 
Figura D.19 - Torre de Refrigeração para Unidades de Ureia e Ácido Nítrico - Planta Baixa ............ 224 
Figura D.20 - Tanque de Diesel Marítimo - Planta Baixa .................................................................... 225 
Figura D.21 - Tanques de Amônia - Terminal de Amônia - Elevação................................................. 225 
Figura D.22 - Bombas de Amônia - Terminal de Amônia - Planta Baixa ............................................ 226 
Figura D.23 - Tanques de GLP - Terminal de Amônia - Planta Baixa ................................................ 227 
Figura D.24 - Dosador de Hidrazina - Elevação .................................................................................. 228 
Figura D.25 - Sala de Baterias - Planta Baixa ..................................................................................... 228 
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Figura D.26 - Juntas e Acessórios Roscados com Diâmetro Superior a 50 mm ................................ 229 
Figura D.27 - Flanges com Diâmetro Superior a 50 mm .................................................................... 230 
Figura D.28 - Conexões de Juntas Flangeadas com Diâmetro Superior a 50 mm ............................ 230 
Figura D.29 - Gaxeta do Eixo do Castelo da Válvula .......................................................................... 231 
Figura D.30 - Válvulas Reguladoras Incluindo o Respiro ................................................................... 231 
Figura D.31 - Válvulas Reguladoras Incluindo Linhas de Respiro (“Vent”) ........................................ 232 
Figura D.32 - Linha de Respiro (“Vent”) com Terminação Protegida .................................................. 232 
Figura D.33 - Estações Redutoras ou Conjuntos de Medição e Regulagem de Gás Natural em 
Estações Abertas - Elevação ..................................................................................... 233 
Figura D.34 - Estações Redutoras ou de Medição e Regulagem de Gás Natural em Estações Abertas 
- Planta Baixa ............................................................................................................... 233 
Figura D.35 - Estações Redutoras ou Conjuntos de Medição e Regulagem de Gás Natural em 
Estações com Ventilação Restrita - Elevação ........................................................... 234 
Figura D.36 - Estações Redutoras ou de Medição e Regulagem de Gás Natural em Estações com 
Ventilação Restrita - Planta Baixa ............................................................................... 234 
Figura D.37 - Armazenamento Subterrâneo de Líquido Inflamável com Qualquer Nível de Pressão 235 
Figura D.38 - Armazenamento Subterrâneo de LAV .......................................................................... 235 
Figura E.1 - Esquema Ilustrativo de Conteúdo para Placa de Segurança para Áreas Classificadas 236 
 
 
Tabelas 
Tabela 1 - Magnitudes Relativas de uma Fonte de Risco .................................................................... 31 
Tabela 2 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 1.1 ............................................... 37 
Tabela 3 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 1.2 ............................................... 38 
Tabela 4 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 2 .................................................. 39 
Tabela 5 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 3 .................................................. 40 
Tabela 6 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 4 .................................................. 41 
Tabela 7 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 5 .................................................. 42 
Tabela 8 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 6 .................................................. 43 
Tabela 9 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 7 .................................................. 44 
Tabela 10 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento das Figuras 8 e 9 ....................................... 45 
Tabela 11 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento das Figuras 10 e 11 ................................... 46 
Tabela 12 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento das Figuras 12 e 13 .................................. 48 
Tabela 13 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento das Figuras 14 ........................................... 50 
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Tabela 14 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 15 .............................................. 51 
Tabela 15 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 16 .............................................. 51 
Tabela 16 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 17 .............................................. 53 
Tabela 17 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 18 .............................................. 54 
Tabela 18 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 19 .............................................. 55 
Tabela 19 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 23 .............................................. 59 
Tabela 20 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento das Figuras 25.1 e 25.2 ............................. 61 
Tabela 21 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 26 .............................................. 62 
Tabela 22 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 27 .............................................. 63 
Tabela 23 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 28 .............................................. 64 
Tabela 24 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 29 .............................................. 65 
Tabela 25 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 30 .............................................. 66 
Tabela 26 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 31 .............................................. 67 
Tabela 27 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 35 ..............................................
72 
Tabela 28 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 36 .............................................. 74 
Tabela 29 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 37 .............................................. 75 
Tabela 30 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 38 .............................................. 76 
Tabela 31 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 39 .............................................. 77 
Tabela 32 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 40 .............................................. 79 
Tabela 33 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 41 .............................................. 80 
Tabela 34 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 42 .............................................. 81 
Tabela 35 - Critérios de Potência de Recarga para Locação, Ventilação e Classificação de Áreas 
conforme ABNT NBR IEC 61892-6 .................................................................................. 87 
Tabela 36 - EPL onde Somente Zonas Forem Determinadas para Áreas Classificadas com Gases ou 
Poeiras Combustíveis ........................................................................................................ 98 
Tabela A.1 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.1 ......................................... 100 
Tabela A.2 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.2 ........................................ 101 
Tabela A.3 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.3 ......................................... 102 
Tabela A.4 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.4 ......................................... 102 
Tabela A.5 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.5 ......................................... 103 
Tabela A.6 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.6 ......................................... 104 
Tabela A.7 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.7 ......................................... 105 
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Tabela A.8 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.9 ......................................... 106 
Tabela A.9 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.10 ....................................... 107 
Tabela A.10 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.11 ..................................... 108 
Tabela A.11 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.12 ..................................... 108 
Tabela A.12 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.13 ..................................... 109 
Tabela A.13 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.35 ..................................... 128 
Tabela A.14 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.36 ..................................... 128 
Tabela A.15 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.37 ..................................... 129 
Tabela A.16 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.38 .................................... 130 
Tabela A.17 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.40 ..................................... 131 
Tabela A.18 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.41 ..................................... 132 
Tabela A.19 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.42 ..................................... 133 
Tabela A.20 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.43 ..................................... 134 
Tabela A.21 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura A.44 ..................................... 135 
Tabela B.1 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.1 ......................................... 136 
Tabela B.2 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.2 ......................................... 137 
Tabela B.3 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.3 ......................................... 138 
Tabela B.4 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.4 ......................................... 139 
Tabela B.5 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.5 ......................................... 139 
Tabela B.6 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.6 ......................................... 140 
Tabela B.7 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.7 ......................................... 141 
Tabela B.8 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.8 ......................................... 142 
Tabela B.9 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.9 ......................................... 144 
Tabela B.10 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.10 ..................................... 145 
Tabela B.11 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.11 ..................................... 145 
Tabela B.12 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.12 ..................................... 146 
Tabela B.13 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.13 ..................................... 147 
Tabela B.14 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.14 ..................................... 148 
Tabela B.15 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.15 ..................................... 149 
Tabela B.16 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.16 ..................................... 150 
Tabela B.17 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.17 ..................................... 151 
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Tabela B.18 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.23 ..................................... 158 
Tabela B.19 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.24 ..................................... 159 
Tabela B.20 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.25 ..................................... 160 
Tabela B.21 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.26 ..................................... 160 
Tabela B.22 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.27 ..................................... 161 
Tabela B.23 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.28 ..................................... 162 
Tabela B.24 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.29 ..................................... 163 
Tabela B.25 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.30 ..................................... 164 
Tabela B.26 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.31 ..................................... 165 
Tabela B.27 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.32 ..................................... 166 
Tabela B.28 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.33 ..................................... 167 
Tabela B.29 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.34 ..................................... 168 
Tabela B.30 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.35 ..................................... 169 
Tabela B.31 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.36 ..................................... 170 
Tabela B.32 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.37 ..................................... 170 
Tabela B.33 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.38 ..................................... 171 
Tabela B.34 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.39 ..................................... 172 
Tabela B.35 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.40 ..................................... 173 
Tabela B.36 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.41 ..................................... 174 
Tabela B.37 - Tabela
de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.42 ..................................... 175 
Tabela B.38 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.43 ..................................... 176 
Tabela B.39 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.44 ..................................... 178 
Tabela B.40 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.45 ..................................... 178 
Tabela B.41 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.50 ..................................... 181 
Tabela B.42 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.51 ..................................... 182 
Tabela B.43 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.52 ..................................... 183 
Tabela B.44 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.53 ..................................... 184 
Tabela B.45 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.54 ..................................... 185 
Tabela B.46 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.55 ..................................... 186 
Tabela B.47 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.56 ..................................... 187 
Tabela B.48 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.57 ..................................... 188 
-PÚBLICO-
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Tabela B.49 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.58 ..................................... 189 
Tabela B.50 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.59 ..................................... 190 
Tabela B.51 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.60 ..................................... 191 
Tabela B.52 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.61 ..................................... 192 
Tabela B.53 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura B.62 ..................................... 193 
Tabela C.1 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura C.1 ......................................... 195 
Tabela C.2 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura C.2 ......................................... 196 
Tabela C.3 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura C.11 ....................................... 203 
Tabela C.4 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura C.12 ....................................... 204 
Tabela C.5 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura C.13 ....................................... 205 
Tabela C.6 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura C.14 ....................................... 206 
Tabela C.7 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura C.15 ....................................... 207 
Tabela C.8 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura C.16 ....................................... 208 
Tabela C.9 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura C.17 ....................................... 209 
Tabela D.1 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura D.1 e D.2 ............................... 211 
Tabela D.2 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura D.3 ......................................... 214 
Tabela D.3 - Distâncias Recomendadas para Aplicação para Juntas e Acessórios Roscados e 
Flangeados .................................................................................................................. 229 
Figura E.1 - Esquema Ilustrativo de Conteúdo para Placa de Segurança para Áreas Classificadas 236 
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1 Escopo 
 
 
1.1 Esta Norma fixa os requisitos mínimos necessários para a elaboração de estudos de 
classificação de áreas em instalações marítimas e terrestres. Estes requisitos são aplicáveis, para 
utilização em todas as instalações do Sistema PETROBRAS, onde gases e líquidos inflamáveis, 
Líquidos Altamente Voláteis (LAV) ou poeiras combustíveis são produzidos, processados, 
manuseados, armazenados, transportados e submetidos a operações de carregamento e 
descarregamento. 
 
 
1.2 Esta Norma é aplicável também a unidades adicionais de processo que estão agregadas e 
interligadas às unidades de processo. 
 
 
1.3 Esta Norma refere-se a estudos de classificação de áreas, que têm como finalidade a seleção, 
especificação e aplicação dos equipamentos, dispositivos e materiais elétricos, de instrumentação, 
eletrônicos, de telecomunicações e mecânicos, em atmosferas de gases e vapores inflamáveis ou de 
poeiras combustíveis. 
 
 
1.4 Os estudos de classificação de áreas a serem elaborados de acordo com os requisitos indicados 
nesta Norma são também aplicáveis, entre outras, para as atividades de avaliações de risco, emissão 
de permissões de trabalho, montagem, inspeções e manutenção de instalações elétricas, de 
instrumentação e mecânicas em áreas classificadas. É necessária a reavaliação dos estudos de 
classificação de áreas para os projetos de obras de ampliação e reformas, assim como a atualização 
após o “as-built”. 
 
 
1.5 Para a realização de serviços de reparos, revisão e recuperação de equipamentos elétricos, de 
instrumentação e mecânicos para atmosferas explosivas, utilizar a ABNT NBR IEC 60079-19. 
 
 
1.6 Esta norma abrange instalações com equipamentos de processo de diferentes magnitudes 
relativas de risco (vazão, pressão e volume). 
 
 
1.7 Esta Norma se aplica a trabalhos, projetos e estudos iniciados a partir da data de sua publicação. 
 
 
1.8 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas. 
 
 
2 Referências Normativas 
 
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para 
referências não datadas são aplicadas as edições mais recentes dos referidos documentos. 
 
PETROBRAS N-381 - Execução de Desenhos e outros Documentos Técnicos em Geral; 
 
PETROBRAS N-1645 - Critérios de Segurança para Projeto de Instalações Fixas de 
Armazenamento de Gás Liquefeito de Petróleo; 
 
PETROBRAS N-1674 - Projeto de Arranjo de Instalações Industriais Terrestres de Petróleo, 
Derivados, Gás Natural e Álcool; 
 
PETROBRAS N-2040 - Elaboração, Apresentação e Gerenciamento de Documentos de 
Projetos de Eletricidade; 
 
PETROBRAS N-2549 - Critério de Segurança para Laboratórios; 
../link.asp?cod=N-0381
../link.asp?cod=N-1645
../link.asp?cod=N-1674
../link.asp?cod=N-2040
../link.asp?cod=N-2549
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ABNT NBR IEC 60050-426 - Vocabulário Eletrotécnico Internacional - Parte 426: 
Equipamentos para Atmosferas Explosivas; 
 
ABNT NBR IEC 60079-10-1 - Atmosferas Explosivas - Parte 10-1: Classificação de Áreas - 
Atmosferas Explosivas de Gás; 
 
ABNT NBR IEC 60079-10-2 - Atmosferas Explosivas - Parte 10-2: Classificação de Áreas - 
Atmosferas de Poeiras Combustíveis; 
 
ABNT NBR IEC 60079-13 - Atmosferas Explosivas - Parte 13: Proteção de Equipamentos 
por Ambientes Pressurizado “p”; 
 
ABNT NBR IEC 60079-14 - Atmosferas Explosivas - Parte 14: Projeto, Seleção e Montagem 
de Instalações Elétricas; 
 
ABNT NBR IEC 60079-16 - Equipamentos Elétricos para Atmosferas explosivas: Parte 16: 
Ventilação Artificial para a Proteção de Casa de Analisadores; 
 
ABNT NBR IEC 60079-19 - Atmosferas Explosivas - Parte 19: Reparo, Revisão e 
Recuperação de Equipamentos; 
 
ABNT NBR IEC 60079-20-1 - Atmosferas Explosivas - Parte 20-1: Características de 
Substâncias para Classificação de Gases e Vapores - Métodos de Ensaios e Dados; 
 
ABNT NBR IEC 61892-6 - Unidades Marítimas Fixas e Móveis - Instalações Elétricas - 
Parte 6: Instalação; 
 
ABNT NBR IEC 61892-7 - Unidades Marítimas Fixas e Móveis - Instalações Elétricas - 
Parte 7: Áreas Classificadas; 
 
ISO/IEC 80079-20-2 - Explosive Atmospheres - Part 20-2: Material Characteristics - 
Combustible Dusts Test Methods; 
 
API RP 505 - Recommended Practice for Classification of Locations for Electrical 
Installations at Petroleum Facilities Classified as Class I, Zone 0,
Zone 1 and Zone 2; 
 
IEC 60092-502 - Electrical Installations in Ships - Part 502: Tankers - Special Features; 
 
IGEM/SR/25 - Hazardous Area Classification of Natural Gas Installations; 
 
IMO MODU CODE - Code for the Construction and Equipment of Mobile Offshore Drilling 
Units; 
 
NFPA 59 - Utility LP-Gas Plant Code; 
 
NFPA 497 - Recommended Practice for the Classification of Flammable Liquids, Gases, or 
Vapors and of Hazardous (Classified) Locations for Electrical Installations in Chemical 
Process Areas; 
 
NFPA 499 - Recommended Practice for the Classification of Combustible Dusts and of 
Hazardous (Classified) Locations for Electrical Installations in Chemical Process Areas. 
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3 Termos e Definições 
 
Para os efeitos deste documento aplicam-se os seguintes termos, valores e definições da 
ABNT NBR IEC 60050-426, ABNT NBR IEC 61892-7, ABNT NBR IEC 60079-10-1 e 
ABNT NBR IEC 60079-10-2 e os seguintes. 
 
 
3.1 
líquido inflamável 
líquido capaz de produzir vapor inflamável sob quaisquer condições de operações previstas 
 
NOTA Um exemplo de condição de operação prevista é a qual o líquido inflamável é processado a 
temperaturas próximas ou acima do seu ponto de fulgor 
 
 
3.2 
gás ou vapor inflamável 
gás ou vapor que quando misturados com o ar, em certas proporções, formam uma atmosfera 
explosiva de gás ou vapor 
 
 
3.3 
poeira combustível 
pequenas partículas sólidas, de tamanho nominal de 500 µm ou menor, que podem estar suspensas 
no ar, que se depositam sob o efeito de seu próprio peso, que podem queimar ou se incandescer no 
ar, e podem formar misturas explosivas com o ar sob condições normais de temperatura e pressão 
 
 
3.4 
atmosfera explosiva de poeira 
mistura com o ar, sob condições atmosféricas, de substâncias combustíveis na forma de poeira, 
fibras ou partículas em suspensão, as quais, após a ignição, permitem uma propagação 
autossustentada 
 
 
3.5 
Líquido Altamente Volátil (LAV) 
material inflamável que é armazenado ou processado como um líquido e que na temperatura 
ambiente e na pressão atmosférica é um gás inflamável. Exemplos destes gases são: Gás Liquefeito 
do Petróleo (GLP), butano, propano e Gás Natural Liquefeito (GNL) (API RP 505) 
 
 
3.6 
nível de proteção do equipamento (“Equipment Protection Level” - EPL) 
nível de proteção fornecido pelo equipamento “Ex” ou o requerido pela instalação, em função de 
requisitos de zonas ou de estudos adicionais de avaliação de risco, conforme indicado na série 
ABNT NBR IEC 60079 
 
 
3.7 
fonte de liberação 
um ponto ou local a partir do qual um gás, vapor ou líquido inflamável pode ser liberado para a 
atmosfera, de tal forma que uma atmosfera explosiva de gás ou vapor pode ser formada 
 
 
3.8 
ventilação 
movimentação do ar e sua renovação com ar limpo devido aos efeitos do vento, gradientes de 
temperatura ou meios artificiais (por exemplo ventiladores ou exaustores) 
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3.9 
ventilação natural 
movimentação do ar e sua renovação com ar limpo devido aos efeitos do vento ou gradientes de 
temperatura 
 
 
3.10 
ventilação artificial 
movimentação do ar e sua renovação com ar limpo através de meios artificiais, por exemplo 
ventiladores ou exaustores aplicados numa determinada área 
 
 
3.11 
ambiente com ventilação natural adequada 
uma edificação com ventilação natural pode ser considerada com ventilação adequada quando não 
possui nenhum obstáculo ao movimento do ar, com movimentação de ar ou velocidade de vento 
acima de 0,5 m/s nas seguintes condições: 
 
a) ambiente que possui piso gradeado, sem telhado ou teto, por exemplo, pisos elevados 
gradeados; independe da presença ou tipo de paredes; 
b) ambiente aberto para o meio externo em todas as direções, por exemplo, equipamentos 
sobre o solo, suportes de tubulações (“pipe-rack”) e pátios de bombas; 
c) ambiente que possui piso, um telhado ou teto e paredes verticais compreendendo 50 % 
ou menos da área total de paredes possíveis. Independe do tipo de piso, telhado ou teto. 
 
NOTA 1 Para o ambiente ser considerado como ambiente com ventilação adequada é necessário 
que seja completamente ventilado, sem a ocorrência de áreas ou regiões com atmosferas 
estagnadas. 
NOTA 2 Exemplo de ambiente com ventilação natural adequada: Ambiente com piso, teto e até duas 
paredes. 
 
 
3.12 
ambiente com ventilação artificial adequada 
ambiente (sala, edificação ou abrigo) que possui ventilação artificial que forneça, no mínimo, 
12 trocas de ar, de volume equivalente ao volume interno do ambiente, por hora 
 
NOTA Uma ventilação forçada com 12 trocas de ar por hora (API RP 505) representa o mesmo 
valor de um ambiente aberto com velocidade de vento de 0,5 m/s. 
 
 
3.13 
ambiente com ventilação limitada 
ambiente que possui obstáculos que dificultam, porém não impedem a circulação natural do ar 
 
NOTA Exemplo de ambiente com ventilação limitada: Ambiente com piso, teto e três paredes. 
 
 
3.14 
ambiente com ventilação impedida 
ambiente no qual existe a possibilidade de acúmulo de gases ou vapores em função da ausência de 
movimentação do ar 
 
NOTA Exemplo de ambiente com ventilação impedida: Ambiente com piso, teto e quatro paredes. 
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21 
 
3.15 
graus de liberação 
três graus básicos de liberação relacionados a frequência e a expectativa de uma atmosfera 
explosiva estar presente: 
 
a) grau de liberação contínuo; 
b) grau de liberação primário; 
c) grau de liberação secundário. 
 
NOTA Uma fonte de liberação pode permitir a ocorrência de um destes graus de liberação ou uma 
combinação de mais de um deles. 
 
 
3.16 
grau de liberação contínuo 
liberação que é contínua ou é esperada ocorrer frequentemente ou por longos períodos de tempo 
 
 
3.17 
grau de liberação primário 
liberação que pode ser esperado ocorrer periodicamente ou eventualmente durante operações 
normais 
 
 
3.18 
grau de liberação secundário 
liberação que não é esperada ocorrer sob operações normais e, se ocorrer, é esperada ser ocasional 
e por curtos períodos de tempo 
 
 
3.19 
densidade relativa de um gás ou vapor 
razão entre a densidade de um gás, ou de um vapor, e a densidade do ar, na mesma temperatura e 
pressão 
 
NOTA 1 A densidade relativa do ar é igual a 1. 
NOTA 2 Para efeito desta Norma são considerados: 
 
a) gases mais pesados do que o ar são aqueles com densidade relativa igual ou maior que 
1,2; 
b) gases mais leves do que o ar são aqueles com densidade relativa igual ou menor que 
0,8; 
c) gases próximos à densidade do ar são aqueles com densidades compreendidas entre 
0,8 e 1,2. 
 
 
3.20 
operação normal 
situação em que o equipamento de processo, em conformidade com a sua especificação de projeto, 
está operando dentro dos limites especificados pelo fabricante e as situações de liberação fugitiva de 
substâncias ou misturas inflamáveis são previsíveis e esperadas. 
 
NOTA 1 Operação normal inclui as condições de partida e parada da planta industrial. 
NOTA 2 Pequenos vazamentos de material inflamável podem fazer parte da operação normal. São 
situações previsíveis e que não podem ser sanadas de imediato, sendo neste caso mantida 
a operação nestas condições. Por exemplo, vazamentos de selos que ficam úmidos pelo 
fluído que está sendo bombeado são considerados pequenos vazamentos. 
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22 
 
3.21 
operação anormal 
falhas previsíveis do processo, que ocorrem de modo não frequente ou raro 
 
NOTA Falhas (tais como ruptura de selo de bombas, elementos de vedação de flanges ou 
derramamentos causados por acidentes), que envolvam reparos urgentes ou paradas, não 
são consideradas como sendo parte da operação normal, mas sim como falhas 
catastróficas. Tais tipos de falhas não são considerados por esta Norma. Para essas 
condições são necessárias medidas de controle de emergência. 
 
 
3.22 
área classificada 
área na qual uma atmosfera explosiva está presente,
ou pode estar presente em quantidades tais que 
necessitem de precauções especiais para projeto, fabricação, instalação, utilização, inspeção e 
manutenção de equipamentos. São geradas pelas fontes de risco 
 
 
3.23 
zonas 
áreas classificadas são definidas em zonas com base na frequência da ocorrência e duração de uma 
atmosfera explosiva. Podem ser: 
 
a) zona 0 - área na qual uma atmosfera explosiva pode estar presente continuamente ou 
por longos períodos ou frequentemente; 
 
NOTA Os termos “longo” e “frequentemente” são termos que não pretendem descrever quanto 
uma atmosfera explosiva pode estar presente no ambiente. Desta forma, estes termos não 
necessariamente necessitam ser quantificados. 
 
b) zona 1 - área na qual uma atmosfera explosiva é esperada ocorrer ocasionalmente em 
condições normais; 
c) zona 2 - área na qual uma atmosfera explosiva não é esperada ocorrer em condições 
normais de operação mas, se ocorrer, será somente por curtos períodos de tempo 
(ABNT NBR IEC 60050-426) 
 
 
3.24 
extensão da zona 
distância em qualquer direção da fonte de risco ao ponto onde a mistura gás e ar, ou poeira e ar, 
tenha sido diluída no ambiente para um valor abaixo de 25 % do “Limite Inferior de Explosividade” 
(LIE) 
 
 
3.25 
zona de influência 
local com ventilação impedida, cuja classificação de área é motivada por este estar contido integral 
ou parcialmente nos limites da zona determinada por uma fonte de risco, mesmo esta estando 
localizada em um ambiente com ventilação natural 
 
 
3.26 
áreas de perfuração 
são áreas em que os poços estão em processo de perfuração, recompletação ou retrabalho, com o 
propósito específico de produção e exploração de óleo ou gás, para auxiliar na recuperação 
secundária de óleo ou para descarte de água oleosa vinda dos poços. Nesta Norma os poços em que 
aconteça qualquer uma das condições acima são referidos como poços de perfuração. Este termo, 
como utilizado nesta Norma, não inclui poços em que estão sendo executados trabalhos de operação 
a cabo ou com arame (“wireline”) ou poços nos quais equipamentos de bombeamento estão sendo 
instalados ou removidos 
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23 
 
3.27 
áreas de produção 
são áreas em que os gases e líquidos inflamáveis são produzidos, processados, armazenados, 
transferidos ou manuseados antes de atingirem as instalações de transporte 
 
 
3.28 
“skid” Ex 
montagem pré-testada de equipamentos que pode consistir de um grande número de itens 
compatíveis com funcionalidades diferentes (equipamento principal e seus acessórios) que 
apresentam placas de marcação Ex individuais incluindo classe de temperatura, grupo e subgrupo, 
grau de proteção e níveis de proteção de equipamento 
 
NOTA 1 A marcação do “Skid” Ex deve representar as características de toda a montagem, e não 
apenas de uma parte, incluindo classe de temperatura, grupo e subgrupo, grau de proteção 
e “Equipment Protection Levels” (EPL). 
NOTA 2 O “Skid” Ex, no caso de importação, necessita da certificação no Brasil no âmbito do 
Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (Inmetro/SBAC), antes da sua entrada em 
operação. 
 
 
3.29 
módulo de produção 
Unidade de processo terrestre ou marítima, que após sua integração permite produzir, modificar ou 
processar uma matéria prima, carga ou fluxo de processo. 
 
NOTA O módulo de produção, no caso de importação, pode atender à legislação no âmbito do 
SBAC, através dos órgãos de controle como as Sociedades Classificadoras. 
 
 
3.30 
coletor ou distribuidor 
conjunto composto de tubos, flanges, válvulas e acessórios, utilizados para coletar ou distribuir um 
líquido ou gás para ou de múltiplas linhas 
 
 
3.31 
documentação de classificação de áreas 
conjunto de documentos que fornecem as informações sobre a classificação de áreas da unidade 
industrial. Compõem dos estudos as avaliações de risco efetuadas, plantas de classificação de áreas, 
desenhos de cortes e elevações, listas de dados de processo e substâncias inflamáveis, assim como 
as fontes de risco. No caso de recintos fechados, das informações relativas ao projeto de ventilação e 
ar condicionado, que possam influenciar a classificação e extensão das áreas classificadas. Pode 
incluir uma maquete eletrônica, por exemplo em AutoCAD®1 3D 
 
 
3.32 
desenhos de classificação de áreas 
conjunto de desenhos que mostra, em escala e para todas as elevações, o arranjo completo da 
instalação assinalando as extensões das áreas classificadas definidas no estudo de classificação de 
área, pode ser por exemplo em AutoCAD® 2D ou 3D 
 
1
 AutoCad® é o nome comercial do software fornecido pela AutoDesk Inc. Esta informação é dada para facilitar aos usuários 
desta Norma e não constitui um endosso por parte da PETROBRAS ao produto citado. Podem ser utilizados produtos 
equivalentes, desde que conduzam aos mesmos resultados. 
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24 
 
4 Condições Gerais para a Classificação de Áreas 
 
 
4.1 Para fins de classificação de áreas em instalações terrestres e marítimas devem ser aplicados os 
requisitos indicados nesta Norma. Para casos específicos devem ser utilizados os conceitos ou 
normas nacionais, internacionais ou estrangeiras apropriadas. 
 
NOTA 1 Para os objetivos desta Norma os termos inflamabilidade e explosividade são considerados 
idênticos e o termo gás inclui gases, vapores e névoas. 
NOTA 2 As figuras de referência nesta Norma são originadas da experiência prática da 
PETROBRAS em suas atividades, aplicadas segundo bases das normas brasileiras (ABNT), 
internacionais (ISO/IEC) e estrangeiras. Algumas das figuras tiveram como base as 
recomendações e experiências de outras empresas do setor do petróleo ou normas 
estrangeiras. Estas figuras são aplicáveis somente para situações rigorosamente iguais às 
condições de processo e arranjo indicadas. Nos casos de situações similares, devem ser 
realizadas, para cada caso, avaliações de risco e análises de engenharia específicas, 
utilizando recomendações contidas nesta Norma, em outras normas ou recomendações 
práticas. 
NOTA3 A utilização desta Norma não dispensa os conhecimentos, experiências e regras 
estabelecidas em outros documentos e normas para aplicação em situações e processos 
onde seja considerado necessário. 
NOTA 4 A aplicação desta Norma não dispensa o atendimento aos regulamentos de órgãos públicos 
a que os equipamentos, os serviços e as instalações devem satisfazer. Podem ser citadas 
como exemplos de regulamentos de órgãos públicos as Normas Regulamentadoras do 
Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), as Portarias Ministeriais elaboradas 
pelo Inmetro contendo os Requisitos de Avaliação da Conformidade (RAC) para 
equipamentos para atmosferas explosivas, nas condições de gases e vapores inflamáveis e 
poeiras combustíveis. Para as unidades marítimas valem também o IMO MODU CODE e os 
requisitos das Sociedades Classificadoras, quando aplicáveis. 
 
 
4.1.1 A PETROBRAS deve ser previamente consultada, e aprovar, no caso de aplicação de normas 
nacionais, internacionais ou estrangeiras a serem utilizadas. 
 
NOTA A critério da PETROBRAS as figuras de classificação de áreas podem sofrer a seguinte 
alteração: os volumes com formato de esfera podem ser transformados em volumes com 
formato de cubo, transformando o diâmetro da esfera em lado do cubo. 
 
 
4.1.2 Na fase de definição do arranjo de instalações industriais terrestres de petróleo, derivados, gás 
natural e etanol devem ser considerados os requisitos aplicáveis indicados na PETROBRAS N-1674. 
 
 
4.2 Os requisitos gerais sobre classificação de área são apresentados nas 
ABNT NBR IEC 60079-10-1 e ABNT NBR IEC 60079-10-2. Estas normas fornecem orientações 
genéricas sobre os princípios utilizados para a classificação de áreas. No caso de aplicação destas 
Normas, para o cálculo de determinação do tipo de zona de áreas classificadas, os critérios e 
premissas
a serem utilizados devem ser previamente submetidos à aprovação da PETROBRAS, tais 
como: tamanhos equivalentes aos furos, da determinação dos requisitos de ventilação do ambiente e 
método dos cálculos das taxas de liberação. 
 
 
4.3 Nos casos de aplicação dos conceitos e do método matemático para a determinação de 
zoneamento (definição de locais com zona 0, 1 ou 2 ou área não classificada), indicados na 
ABNT NBR IEC 60079-10-1, para fins de determinação das extensões das áreas classificadas, 
devem ser utilizadas as extensões e formatos estabelecidos nesta Norma. 
 
 
4.4 Para unidades marítimas móveis, a classificação de áreas deve atender também aos requisitos 
aplicáveis do IMO MODU CODE para a construção e equipamentos de Unidades Marítimas Móveis 
de Perfuração e Unidades Flutuantes de Produção. 
../link.asp?cod=N-1674
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25 
 
NOTA Embora o IMO MODU CODE referencie no próprio título “Unidades Marítimas Móveis de 
Perfuração”, os requisitos aplicáveis valem também para as Unidades Flutuantes de 
Produção, tipo “semi-submersíveis”, Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e 
Transferência (em inglês “Floating Production Storage and Offloading” - FPSO), Unidade 
Flutuante de Armazenamento e Transferência (em inglês “Floating Storage and Offloading” - 
FSO), de acordo com os requisitos da área do Exploração & Produção (E&P) e requisitos 
legais. 
 
 
4.5 A classificação de área deve ser desenvolvida desde o estágio inicial de planejamento do 
empreendimento, incluindo as fases de projeto básico e de detalhamento. Esta classificação de área 
deve estar concluída antes do início de qualquer serviço de projeto de pré-detalhamento (“FEED”), 
projeto de detalhamento e de especificação técnica dos equipamentos, bem como a etapa de 
construção e montagem, sendo atualizada, antes da pré-operação da unidade. São necessárias 
revisões durante a vida útil da instalação em todos os casos de ampliações, modificações ou 
demolições. 
 
NOTA O projeto deve objetivar, em todas as suas fases, reduzir a quantidade e extensão das 
áreas classificadas, bem como minimizar a quantidade de equipamentos elétricos, 
mecânicos ou outras fontes de ignição nestas áreas, considerando critérios de viabilidade 
técnico-econômica. 
 
 
4.6 Uma área classificada pode ser gerada pela presença de substâncias capazes de gerar uma 
atmosfera explosiva de gás sob uma das seguintes condições: 
 
a) líquido inflamável com ponto de fulgor que não exceda 60 °C; 
b) líquido inflamável com ponto de fulgor que exceda 60 °C, porém aquecidos e liberados 
desta forma para o ambiente; 
c) gases inflamáveis, na forma de gás, vapor ou névoa; 
d) substância (por exemplo, ácido) que reage com outros produtos ou materiais gerando 
gases inflamáveis. 
 
 
4.7 No caso dos gases ou vapores mais pesados do que o ar, as áreas classificadas podem ocorrer 
nas regiões inferiores dos ambientes; no caso de gases ou vapores mais leves do que o ar, nas 
partes superiores. 
 
 
4.8 Em casos onde a ocorrência de liberação de material inflamável gerado por alguns tipos de 
operações ou equipamentos é tão pouco frequente, não é necessária a classificação de áreas nas 
regiões circunvizinhas. Desta forma, as áreas abaixo mencionadas podem ser consideradas como 
áreas não classificadas: 
 
a) áreas com ventilação adequada onde as substâncias inflamáveis estão contidas em 
sistemas de tubulação fechados sem válvulas, flanges e acessórios de tubulação, 
sujeitos à boa manutenção; 
b) áreas com ventilação adequada onde as substâncias inflamáveis estão contidas em 
sistemas de dutos ou tubos fechados e nos quais está incluída uma fonte isolada de 
liberação, por exemplo, uma válvula e seus flanges conectada a uma tubulação, em área 
aberta livre de obstáculos; 
 
NOTA Como exceção, nos casos de agrupamentos de diversas fontes de risco secundárias, tal 
como em “manifold”, esta área pode ser considerada como classificada. 
 
c) áreas com ventilação limitada ou impedida onde as substâncias inflamáveis estão 
contidas em sistemas de tubulação fechados sem válvulas, flanges, pequenas válvulas, 
medidores e acessórios de tubulação; 
d) selos mecânicos especiais, com controle de liberação entre selos ou sem possibilidade 
de liberação; 
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NOTA Os selos mecânicos com características especiais de construção, cujo projeto não prevê 
perdas e estejam íntegros, podem ser considerados como não sendo fontes de risco de 
grau secundário. Exemplos: selos duplos ou selos pressurizados. 
 
e) áreas onde as substâncias inflamáveis são armazenadas ou transportadas em 
recipientes especificamente certificados para tal fim por organismo de certificação de 
produtos. Por exemplo, recipientes especiais para transporte e armazenamento de 
produtos inflamáveis; 
f) áreas onde gases inflamáveis são armazenados ou transportados em recipientes 
especificamente projetados para tal fim, obedecendo aos regulamentos específicos. Por 
exemplo, em sistemas de gases industriais que operem com acetileno, hidrogênio e 
metano; 
 
NOTA Embora uma área reservada para armazenamento de substâncias inflamáveis possa ser 
considerada como uma área não classificada, os requisitos necessários para controlar os 
impactos de vazamentos, tais como ventilação natural adequada, sistema de detecção de 
vazamento e medidas de combate a incêndio devem ser atendidos. 
 
g) áreas de laboratórios químicos, desde que estes atendam e cumpram integralmente os 
requisitos das PETROBRAS N-2549. 
 
 
4.9 Para fins de classificação de áreas de gases, as características físico-químicas das substâncias 
inflamáveis devem ser obtidas com base nos dados indicados na ABNT NBR IEC 60079-20-1. 
 
 
4.10 Para fins de classificação de áreas de poeiras combustíveis, as características físico-químicas 
das substâncias devem ser obtidas com base nos dados indicados na ISO/IEC 80079-20-2. 
 
 
4.11 Para fins de obtenção de dados para classificação de áreas, nos casos não cobertos em 4.8 e 
4.9, é necessário utilizar documentos ou normas tais como: NFPA 497 (para gases inflamáveis), 
NFPA 499 (para poeiras combustíveis), FISPQ (Fichas de Informação de Segurança de Produtos 
Químicos) da PETROBRAS ou bancos de dados internacionais, por exemplo, CAS (“Chemical 
Abstract Service”) e MSDS (“Material Safety Data Sheet”). 
 
NOTA Para produtos ou processos específicos, as características físico-químicas devem ser 
obtidas pelas análises da própria Unidade ou junto aos responsáveis pelo projeto básico da 
planta de processo, sendo documentadas na Lista de Dados de Classificação de Áreas (ver 
Anexo F). 
 
 
4.12 Líquidos Altamente Voláteis (LAV) 
 
 
4.12.1 Os LAVs, tais como butano, etano, propano, eteno, propeno, e misturas desses líquidos, tal 
como o GLP, além do GNL, possuem densidades de vapor relativas ao ar (densidade relativa) que 
normalmente variam entre 1,5 e 2,0. A pressão de vapor desses gases excede 276 kPa 
(2,81 kgf/cm2) absoluta a 37,8 °C. 
 
 
4.12.2 Estas substâncias quando liberadas como líquidos são altamente voláteis e possuem baixas 
temperaturas de ebulição, de modo que absorvem calor, criando grandes volumes de gás. Estes 
gases devem possuir um tratamento conservativo no que se refere à extensão da área classificada, 
especialmente quando a liberação é próxima do nível do solo. Sob tais condições, os LAV se 
espalham por distâncias maiores do que aquelas geradas por líquidos inflamáveis. 
 
NOTA Para gases inflamáveis liquefeitos por criogenia, tais como o GNL, as liberações emitidas 
podem ser mais pesadas que o ar sob baixas temperaturas e se tornarem mais leves que o 
ar ao se aproximarem da temperatura ambiente. 
../link.asp?cod=N-2549
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4.13 Líquidos Inflamáveis e Combustíveis 
 
 
4.13.1 Para fins de classificação de áreas os líquidos com ponto de fulgor abaixo de 37,8 ºC são 
considerados inflamáveis. Quando
liberados para a atmosfera podem produzir volumes de vapor 
dentro dos seus limites de explosividade. Este é o caso da maioria dos líquidos voláteis, como por 
exemplo, a gasolina. 
 
 
4.13.2 Os líquidos menos voláteis, por exemplo, alguns redutores, solventes, xilenos e alguns dos 
produtos intermediários de refino, quando liberados à temperatura ambiente somente possuem 
capacidade de formação de mistura inflamável próximos à superfície do líquido. Entretanto, quando 
sujeitos a temperaturas elevadas, estes líquidos são capazes de gerar volumes de vapor que podem 
atingir distâncias maiores. Esses vapores quando liberados rapidamente apresentam uma tendência 
natural a se dispersarem na atmosfera e rapidamente são diluídos a concentrações abaixo do LIE. 
Esta tendência é acelerada pelo movimento do ar. 
 
 
4.13.3 Os líquidos com ponto de fulgor acima de 37,8 ºC e abaixo de 60 ºC, como por exemplo, o 
querosene industrial, a maioria dos solventes e alguns óleos combustíveis, apresentam baixo risco de 
formação de atmosfera explosiva. Isto se deve à taxa de liberação de vapor ser próxima de zero caso 
a temperatura normal de manuseio e de armazenamento seja próxima à temperatura ambiente. 
Quando estes líquidos são aquecidos, mais vapor pode ser liberado e este risco pode aumentar em 
áreas próximas do seu ponto de liberação. Como estes vapores tendem a se condensar 
imediatamente após serem resfriados pelo ar ambiente, estes dispersam menos em relação ao ponto 
de liberação. Para estes líquidos, a probabilidade de ignição, por equipamentos, é menor do que para 
líquidos com ponto de fulgor abaixo de 37,8 ºC. Desta forma, convém que as áreas classificadas 
geradas por estes produtos possuam distâncias reduzidas para 30 % das distâncias geradas por 
produtos com ponto de fulgor inferior a 37,8 ºC, caso sejam liberados para locais com temperatura 
ambiente média abaixo deste valor. 
 
NOTA Quando estes líquidos são aquecidos acima de sua temperatura de ignição, seus vapores 
podem se inflamar imediatamente quando liberados para a atmosfera circundante. 
 
 
4.13.4 O estudo de classificação de áreas deve levar em consideração os casos em que o mesmo 
equipamento opere com diferentes produtos. Neste caso, considerar o produto com menor ponto de 
fulgor. 
 
 
4.13.5 Os líquidos com ponto de fulgor igual ou superior a 60 ºC não possuem capacidade de 
liberação de vapores em temperatura ambiente média, portanto não formam misturas inflamáveis. 
Assim sendo as áreas em torno destas substâncias podem ser consideradas como não classificadas. 
Exemplos: óleo diesel marítimo, óleos combustíveis mais pesados e lubrificantes. 
 
NOTA Estas substâncias quando aquecidas, sob armazenamento, operação ou processamento, 
acima de seu ponto de fulgor, podem liberar vapores que se comportam de maneira similar 
àqueles com ponto de fulgor entre 37,8 ºC e abaixo de 60 ºC. Desta forma, convém que 
nesses casos as áreas classificadas geradas por estes produtos possuam distâncias 
reduzidas para 30 % das distâncias geradas por produtos com ponto de fulgor inferior a 
37,8 ºC, caso sejam liberados para locais com temperatura ambiente do local da instalação. 
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5 Requisitos Gerais para a Classificação de Áreas 
 
 
5.1 Dados Necessários 
 
O trabalho inicia-se com a coleta dos seguintes documentos: os desenhos de arranjo geral ou plano 
diretor (leiautes), incluindo os cortes, diagramas e arranjos de ventilação, os documentos anteriores 
de classificação de áreas atualizados (se existirem), os dados dos equipamentos, das substâncias e 
de processo: composição dos fluidos, temperatura, volume, vazão, pressão e dimensões principais. 
 
NOTA Para detalhes ver Seção 14 desta Norma. 
 
 
5.2 Equipe Multidisciplinar para a Classificação de Áreas 
 
 
5.2.1 A classificação de áreas necessita ser realizada por uma equipe multidisciplinar, incluindo 
aqueles que compreendam a relevância e o significado das propriedades dos materiais inflamáveis. 
Devem estar familiarizados com o processo e os equipamentos, juntamente com a participação de 
pessoal qualificado das áreas de engenharia de segurança, eletricidade, mecânica e outros, conforme 
os requisitos indicados na ABNT NBR IEC 60079-10-1 e ABNT NBR IEC 60079-10-2. 
 
 
5.2.2 Os estudos de classificação de áreas devem ser elaborados por uma equipe multidisciplinar, 
coordenada por profissionais das áreas de processo ou segurança industrial, conforme 
PETROBRAS N-2040, ou por especialista neste assunto. 
 
 
5.2.3 Convém que o coordenador ou responsável pelo processo realize, para a equipe 
multidisciplinar de profissionais envolvidos com a elaboração da classificação de área, uma 
apresentação dos processos, fluxogramas, instalações e equipamentos envolvidos, incluindo a 
conceituação e aplicação do assunto de classificação de áreas, com base nos critérios a serem 
adotados. 
 
 
5.2.4 É recomendado que os profissionais responsáveis pela elaboração da classificação de áreas 
possuam os conhecimentos, experiências e competências indicadas na Unidade de Competência 
Ex 002 - Elaboração de classificação de áreas, da IECEx OD 504. [Prática Recomendada] 
 
 
6 Zonas Geradas pelas Fontes de Risco 
 
São relacionadas a seguir exemplos de zonas originadas pelas fontes de risco de grau contínuo, 
primário ou secundário. 
 
NOTA Locais e ambientes específicos podem, sob certas circunstâncias ou quando precauções 
especiais são adotadas, serem considerados como uma zona de menor risco do que 
aquelas indicadas pelos exemplos relacionados nos itens 6.1, 6.2 e 6.3. Tais circunstâncias 
especiais podem ser, por exemplo, barreiras, anteparas ou condições de ventilação. 
 
 
6.1 Zonas 0 Geradas pelas Fontes de Risco de Grau Contínuo 
 
Podem ser consideradas áreas classificadas como zona 0 locais fechados, com liberação de vapores 
de forma contínua, permanente ou por longos períodos de tempo. Exemplos de zonas 0 geradas 
pelas fontes de risco de grau contínuo: 
 
a) tanques de armazenamento de teto fixo, flutuante ou tanques com teto flutuante interno, 
tanques de produto de caminhões-tanques ou de vagões-tanque de trens e em vasos de 
processo; 
b) espaços de equipamentos de processo que produzem gases ou vapores inflamáveis; 
../link.asp?cod=N-2040
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29 
 
c) espaços de vasos de pressão fechados ou tanques de armazenamento; 
d) volumes em torno de saídas de linhas de alívio ou suspiros (“vents”) que descarregam 
continuamente ou por longos períodos; 
e) espaços acima ou próximos da superfície de líquidos inflamáveis em geral; 
f) em unidades de perfuração de óleo e gás: espaços de tanques fechados e tubulações 
para lama de perfuração ativa, assim como de produtos de óleo e gás, por exemplo, 
linhas ou dispositivos de suspiro (“vents”) de saída de descargas de gás, ou locais onde 
misturas de óleo, gás e ar estão presentes continuamente ou por longos períodos. 
 
NOTA 1 Os espaços internos e acima da superfície de líquido inflamável, mesmo com sistemas de 
inertização devem ser considerados como zona 0. 
NOTA 2 Lama de perfuração ativa é considerada como sendo a lama no sistema entre o poço e o 
final da saída do desgaseificador. 
 
 
6.2 Zonas 1 Geradas pelas Fontes de Risco de Grau Primário 
 
Podem ser consideradas áreas classificadas como zona 1 os locais de emissão fugitiva de 
equipamentos de processo e suas partes considerados como fontes de risco de grau primário. 
Exemplos de zonas 1 geradas pelas fontes de risco de grau primário: 
 
a) equipamentos de processo e suas partes, destinadas a produção, manuseio ou 
armazenamento de substâncias inflamáveis nos quais a liberação desta substância para 
a atmosfera ocorre eventualmente e sob condições normais de processo, tais como: 
— sobre bocais de carregamento de caminhões-tanques ou vagões-tanques, para 
operação de carga e descarga em ambientes abertos; 
— em torno de válvulas de pressão e vácuo; 
— válvulas
de segurança ou de alívio; 
— válvulas de drenagem de esferas; 
— em torno de dispositivos de descarga para a atmosfera sujeita a operações de 
manobras rotineiras; 
— sobre a superfície dos líquidos de equipamentos abertos; 
— respiros (“vents”); 
— sobre a superfície de separadores; 
— lançamento e recebimento de “pigs” e esferas (“scrapers”); 
— ambientes sem ventilação, com acesso direto a uma zona 2; 
— ambientes, ou partes de ambientes, contendo fontes de liberação secundárias, cujas 
liberações internas sugerem zona 2, mas por causa da falta de ventilação não é 
esperada uma diluição eficiente de uma atmosfera explosiva, podem ser considerada 
então como zona 1; 
— volumes em torno de aberturas de ventilação de uma zona 1; 
— volumes em torno de pontos de coleta de amostras (válvulas etc.); 
— volumes em torno de selos de bombas, compressores e equipamentos similares, 
caso estes sejam fonte primária de liberação; 
b) máquinas e equipamentos associados, destinados a produção, manuseio ou 
armazenamento de substâncias inflamáveis com possibilidade eventual de liberação de 
substâncias inflamáveis em condições normais de operação, porém em menor 
quantidade que os indicados em a) tais como: 
— elementos de vedação de máquinas tais como bombas, compressores, misturadores, 
sem ”vents” ou dispositivo de vedação de segurança como pressurização e lavagem; 
— elementos de vedação de válvulas de controle automático ou manual e de válvulas de 
interrupção automática que operam durante o funcionamento normal da unidade; 
— em torno das saídas das válvulas de segurança e discos de ruptura que liberem para 
a atmosfera em sistema aberto; 
— em torno dos “flares” de unidades que operam sem queimador piloto aceso 
permanentemente (“closed flare”); 
c) máquinas e equipamentos ou as suas partes, destinadas à produção, manuseio ou 
armazenamento de substâncias inflamáveis que podem ser liberadas durante operações 
rotineiras de controle ou manobra: 
— em torno de bocas de visita e janelas de inspeção para acesso à parte interna das 
máquinas e recipientes manualmente fechados; 
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— respiros abertos e drenos de equipamentos do processo; 
— pontos de amostragem de gases ou de líquidos com ponto de fulgor menor ou igual a 
21 ºC; 
— pontos de amostragem de líquidos com ponto de fulgor maior do que 21 °C e sem 
drenos; 
— drenos de equipamentos de controle de nível de líquidos; por exemplo, indicadores 
de nível; 
— pontos de drenagem de condensado; 
d) plataformas de perfuração: 
— espaços fechados contendo alguma parte do sistema de circulação de lama de 
perfuração, entre o poço e a descarga final do desgaseificador, desde que o sistema 
de lama tenha alguma abertura para o espaço fechado; 
— espaços fechados ou semifechados situados abaixo do convés de perfuração e que 
tenham uma possível fonte de liberação de material inflamável, tal como o topo do 
“drilling nipple” (“bell nipple”); 
— espaços fechados situados no convés de perfuração dos espaços mencionados 
em b), que não estão separados por um piso sólido; 
— em ambientes a céu aberto ou locais semifechados: 
o aberturas de equipamentos que fazem parte do sistema de lama de perfuração; 
o saídas de ventilação vindas de área de zona 1; 
o acessos (passagens, portas e janelas) para áreas de zona 1; 
o tanques, calhas ou estruturas similares em locais que poderiam ser classificados 
como zona 2, mas que possuem um arranjo de modo que a dispersão de gás não 
é esperada ocorrer. 
 
 
6.3 Zonas 2 Geradas pelas Fontes de Risco de Grau Secundário 
 
Podem ser consideradas áreas classificadas de zona 2 os locais de emissão fugitiva de 
equipamentos de processo e suas partes considerados como fontes de risco de grau secundário. 
Exemplos de Zonas 2 geradas pelas fontes de risco de grau secundário: 
 
a) máquinas, equipamentos e suas partes associadas, destinadas à produção, manuseio 
ou armazenamento de substâncias inflamáveis, em que seja pouco provável a liberação 
de tais substâncias e apenas sob condições de operação anormais previstas dos 
dispositivos de vedação e de segurança, tais como: 
— dispositivos de controle com partes de vidro, tais como visores, rotâmetros e 
indicadores de níveis; 
— dispositivos de conexão de tubulação, tais como flanges, juntas flexíveis, uniões; 
— elemento de vedação de máquinas, tais como bombas, compressores e 
misturadores, com tubulação de segurança ou com dispositivos tais como: 
pressurização, lavagem, bem como vedações mecânicas do tipo sem vazamentos; 
— elemento de vedação de válvulas de operação manual sem tubulação ou dispositivo 
de segurança; 
— elemento de vedação de válvula de controle automático ou manual ou válvulas de 
fechamento automático localizadas na saída ou entrada de equipamentos ou que 
operem somente para bloqueio ou fechamento, no caso de avarias; 
— selos mecânicos simples, previstos sem perdas, de máquinas ou de válvulas; 
b) máquinas, equipamentos e as suas partes destinadas a produção, manuseio ou 
armazenamento de substâncias inflamáveis que podem ser liberadas, poucas vezes ao 
longo do ano, durante operações de controle ou manobra, tais como: 
— portas para acesso a parte interna de máquinas e recipientes normalmente fechados; 
— acessórios de tubulação de drenagem de equipamentos de processo; 
— pontos de drenagem de condensado e instrumentos de controle de líquido; 
c) em plataformas de perfuração: 
— espaços fechados que contêm setores abertos do sistema de circulação de lama de 
perfuração entre o final da descarga do desgaseificador até o ponto de conexão de 
sucção da bomba de lama no tanque de lama; 
— locais abertos dentro dos limites da torre de perfuração até uma altura de 3 m acima 
do convés de perfuração; 
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— locais semifechados abaixo e adjacentes ao convés de perfuração até os limites da 
torre de perfuração, estendendo-se a qualquer fechamento que seja capaz de 
aprisionar os gases; 
— locais abertos abaixo do convés de perfuração, ao redor de uma possível fonte de 
risco, por exemplo, o topo do “nipple” de perfuração; 
— ao redor de áreas de zona 1, definidos em 6.2, e ao redor de espaços fechados ou 
semifechados situados abaixo do convés de perfuração e que tenham uma possível 
fonte de liberação de material inflamável, tal como o topo do “drilling nipple” (“bell 
nipple”); 
— áreas externas em torno de qualquer saída de ventilação vindas de uma zona 2 ou de 
acessos a áreas de zona 1; 
— torres de perfuração semifechadas em toda a extensão de seu invólucro, acima do 
convés de perfuração ou com uma altura de 3 m acima do convés de perfuração, o 
que for maior; 
— antecâmaras (“air-lock”) entre uma zona 1 e uma área não classificada; 
— saída de sistemas de exaustão forçada oriundas de zona 1 ou zona 2. 
 
 
7 Magnitudes Relativas das Fontes de Risco 
 
 
7.1 Os conceitos indicados nesta Norma levam em consideração, nos casos gerais de aplicação, o 
fato de que nas instalações e processos da indústria do petróleo, as substâncias inflamáveis, são 
continuamente processadas sob condições de elevadas vazões, temperaturas e pressões, em 
equipamentos de grande porte, em sua maioria. 
 
 
7.2 A magnitude relativa das fontes de risco deve ser avaliada com base nos valores das variáveis 
de processo (volume, pressão e vazão), como definido na Tabela 1. 
 
 
Tabela 1 - Magnitudes Relativas de uma Fonte de Risco 
 
Característica 
do processo 
Magnitude 
baixa 
Magnitude 
moderada 
Magnitude 
elevada 
Volume (m3) < 18,9 18,9 a 94,6 > 94,6 
Pressão (kgf/cm2) < 7,0 7,0 a 35,2 > 35,2 
Vazão (m3/h) < 27,3 27,3 a 136,4 > 136,4 
 
 
7.3 A magnitude relativa da fonte de risco é determinada pela variável que implica na maior 
magnitude ou mais significativa para o equipamento. 
 
 
8 Extensão de Áreas Classificadas 
 
 
As figuras de referência da PETROBRAS tiveram como origem estudos desenvolvidos
e 
consolidados por normas estrangeiras, internacionais e pela experiência prática da PETROBRAS 
desenvolvida desde os primeiros estudos sobre o tema. 
 
 
Para equipamentos de processo típicos das instalações da PETROBRAS, são apresentadas figuras 
de referência. No caso de uma classificação de áreas para equipamentos de processo que possuam 
uma figura de referência indicada nesta Norma, se a situação sob estudo se enquadrar exatamente 
nas condições estabelecidas pela figura de referência, é recomendado que os volumes de risco 
indicados fossem adotados. 
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Nos casos onde a instalação, o processo e o local sob estudo não se enquadrar nas condições 
apresentadas na figura de referência, estudos devem ser executados para obter o volume de risco 
mais apropriado para a situação sob estudo. 
 
 
Do ponto de vista conceitual são fornecidas em 8.1.1 e 8.1.2 critérios gerais para extensões ao redor 
de uma fonte de risco, para auxiliar os estudos de classificação de áreas para um equipamento que 
não possua uma figura de referência específica, que possuam forma e dimensão diversas ou 
condições e características próprias, e para o caso das magnitudes relativas sejam consideradas 
moderadas ou elevadas. 
 
NOTA Estas proposições de distâncias conceituais não são aplicáveis para as instalações de 
exploração e produção de petróleo. 
 
 
8.1 Áreas Externas 
 
 
8.1.1 Gás mais Pesado que o Ar 
 
 
8.1.1.1 Pode ser considerado que, se a liberação se der próxima ou no solo, as áreas de maior risco 
são, em primeiro lugar, as depressões, e em segundo lugar, as regiões acima do solo, sendo que o 
potencial de risco decresce com o aumento da cota. 
 
NOTA De forma geral a altura esperada do volume de risco gerado por uma fonte de liberação, 
quanto a uma mistura inflamável, em ambiente aberto, é da ordem de 0,60 m, quando não 
acompanhar a forma do equipamento. 
 
 
8.1.1.2 Em ambientes abertos, não é esperado encontrar mistura inflamável em faixa de 
inflamabilidade a alturas superiores a 7,5 m a partir da fonte de risco. 
 
 
8.1.1.3 Para líquidos inflamáveis, não é esperado que ocorra mistura em faixa de inflamabilidade a 
distâncias horizontais maiores do que 15 m. Normalmente é esperado que estas misturas estejam em 
faixa de inflamabilidade em distâncias inferiores a 3 m. 
 
 
8.1.1.4 Para LAV as distâncias horizontais podem ser consideravelmente maiores. Para esferas de 
GLP estas distâncias, de forma geral, são da ordem de 50 m (ver figura de referência específica). 
Para equipamentos de processo não é esperado que a dispersão ocorra a distâncias superiores a 
30 m. 
 
 
8.1.2 Gás mais Leve que o Ar 
 
 
8.1.2.1 Para gases mais leves que o ar, as áreas de maior risco podem ser consideradas como as 
regiões elevadas em relação ao equipamento, sendo que o potencial de risco decresce com a 
diminuição da cota. As regiões de piso, e abaixo do piso, possuem baixo risco ou nenhum potencial 
de risco, tais como rebaixos, valas e canaletas, dependendo da altura da fonte de risco em relação ao 
solo. 
 
 
8.1.2.2 Para produtos com densidade relativa muito baixa, por exemplo, o hidrogênio, não é 
esperado que a dispersão ocorra a distâncias horizontais superiores a 4,5 m. As distâncias verticais 
máximas ocorrem em torno de 7,5 m. 
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8.1.2.3 Para produtos com densidade relativa próximas do ar, por exemplo, o eteno, não é esperado 
que a dispersão ocorra a distâncias horizontais superiores a 7,5 m. 
 
 
8.2 Áreas Internas 
 
 
8.2.1 As salas de depósito de amostras ou locais utilizados para pequenos ensaios, com ventilação 
restrita ou impedida, sem sistema de ventilação artificial, devem ser classificadas como zona 1. 
 
 
8.2.2 Os ambientes internos com fonte de risco e ventilação artificial, cujos sistemas eletromecânicos 
proporcionem um mínimo de 12 trocas de ar por hora, devem ser considerados como área 
classificada, zona 2. 
 
NOTA Uma análise de risco pode alterar esta consideração, admitindo o ambiente como área não 
classificada, desde que seja assegurado que o sistema de ventilação desse ambiente 
possua elevado nível de confiabilidade durante todo o período de vida útil da instalação. 
 
 
8.2.3 Compartimentos fechados, utilizados como almoxarifados de materiais inflamáveis, com 
ventilação adequada podem, com base em análise de risco, receber um tratamento similar ao de uma 
área aberta, ou seja, serem considerados como zona 2. 
 
NOTA Caso os produtos estejam acondicionados em embalagens fechadas (lacradas), em 
ambiente todo aberto, este pode ser considerado como área não classificada; por exemplo, 
um paiol de tintas ou armazenamento de cilindros em local aberto e cercado por telas. 
 
 
9 Influência da Ventilação na Classificação de Áreas 
 
 
9.1 Os diferentes tipos e níveis de ventilação, em áreas abertas, áreas abrigadas, parcialmente 
fechadas ou fechadas, afetam a classificação de áreas e suas extensões. 
 
 
9.1.1 À medida que a disponibilidade ou a confiabilidade da ventilação diminua, o tipo de zona é 
elevado. 
 
 
9.1.2 O arranjo adequado das instalações, não restringindo a ventilação natural e o projeto de 
ventilação ou exaustão, é um importante fator na obtenção de condições adequadas de ventilação 
nas áreas classificadas. 
 
 
9.2 Ambientes tais como paiol de tintas e salas de estocagem de cilindros de gás para oxi-corte 
necessitam ser adequadamente ventiladas para se evitar o acúmulo de gás inflamável. 
 
NOTA É recomendado que tais produtos sejam armazenados em ambientes abertos com 
ventilação natural. [Prática Recomendada] 
 
 
9.3 Os ambientes fechados com risco de formação de atmosferas explosivas devem ser ventilados 
conforme os requisitos desta Norma. 
 
NOTA 1 Todos os dutos utilizados para proporcionar ventilação e condicionamento de ar de 
ambientes de áreas classificadas devem ser segregados daqueles utilizados para 
ambientes de áreas não classificadas. 
NOTA 2 Os dutos de ventilação e exaustão devem possuir um arranjo compatível com o tipo de 
produto explosivo do ambiente, principalmente em relação sua densidade relativa, para uma 
melhor renovação de ar natural por convecção. 
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NOTA 3 Os ventiladores ou exaustores utilizados nestes ambientes devem ser construídos por 
material que não possibilite a ocorrência de faíscamento, por exemplo, no caso da hélice 
resvalar à caixa do ventilador, ou eletricidade estática. 
 
 
9.4 A ventilação forçada deve manter os ambientes fechados de maior risco com pressão inferior em 
relação aos ambientes de menor risco interligados aos ambientes fechados. 
 
 
9.5 Para assegurar que a frequência de ocorrência de concentrações de gás dentro da faixa de 
explosividade não transforme uma área classificada de zona 2 em zona 1 é necessário que: 
 
a) as áreas abertas com ventilação natural possuam fluxo e velocidade de ar superior a 
0,5 m/s; 
b) as áreas abertas abrigadas ou semiconfinadas, com ventilação natural, devem possuir, 
sempre que possível, aberturas suficientes nos tetos, convés ou anteparas, de modo a 
assegurar uma troca de ar superior a 6 trocas por hora; 
c) em áreas fechadas, quando uma ventilação adequada não possa ser obtida por 
ventilação natural, deve ser fornecida uma ventilação mecânica com taxa de ventilação 
de, pelo menos, 12 trocas completas de ar por hora, sem áreas de estagnação. 
 
NOTA Deve ser considerado todos os requisitos adicionais ou complementares das Sociedades 
Classificadoras ou autoridade legal, quando aplicáveis. 
 
 
9.6 Outras informações sobre ventilação são encontradas na ABNT NBR IEC 60079-10-1 e na 
ABNT NBR IEC 60079-10-2. 
 
 
9.7 Requisitos para Unidades Marítimas Fixas e Móveis quanto a portas de acesso e outras 
aberturas para área classificada. 
 
 
9.7.1 Um ambiente fechado sem fonte de risco, adjacente a uma zona 2 pode ser considerado como 
área não classificada desde que:
a) as portas sejam estanques a gás e possuam dispositivos para fechamento automático, 
sem trava na posição aberta; 
b) o sentido de abertura da porta seja para a área adjacente não classificada; 
c) exista um sistema de ventilação forçada, de forma que o fluxo de ar, com a porta aberta, 
seja da área não classificada para a área classificada, favorecendo o fechamento da 
porta (pressão negativa na área classificada); 
d) exista supervisão de falha de exaustão alarmando em local guarnecido. 
 
 
9.7.2 Um ambiente fechado sem fonte de risco, adjacente a uma zona 1 pode ser considerado como 
zona 2 desde que: 
 
a) as portas sejam estanques a gás e possuam dispositivos para fechamento automático, 
sem trava na posição aberta; 
b) o sentido de abertura da porta seja para a área adjacente não classificada; 
c) exista um sistema de ventilação forçada, de forma que o fluxo de ar, com a porta aberta, 
seja da área não classificada para a área classificada, favorecendo o fechamento da 
porta (pressão negativa na área classificada); 
d) exista supervisão de falha de exaustão alarmando em local guarnecido. 
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9.7.3 Um ambiente fechado sem fonte de risco, adjacente a uma zona 1 pode ser considerado como 
área não classificada desde que: 
 
a) o acesso tiver duas portas estanques a gás, que possuam dispositivos para fechamento 
automático, sem trava na posição aberta, formando uma antecâmara (“air lock”); 
b) o sentido de abertura da porta seja para a área adjacente não classificada; 
c) exista um sistema de ventilação forçada, de forma que o fluxo de ar, com a porta aberta, 
seja da área não classificada para a área classificada, favorecendo o fechamento da 
porta (pressão negativa na área classificada); exista supervisão de falha de exaustão 
alarmando em local guarnecido. 
 
NOTA 1 O “air lock” deve ser classificado como zona 2. 
NOTA 2 Para outras informações consultar a ABNT NBR IEC 61892-7. 
 
 
9.8 Quanto à ventilação e a exaustão 
 
 
9.8.1 Convém a utilização de ventiladores ou exaustores em “stand-by”. 
 
 
9.8.2 Área ao redor de exaustor de ambientes de área classificada pode ser considerada como 
zona 2. 
 
 
9.8.3 Área externa ao redor de ventilador de ambientes de área classificada pode ser considerada 
como área não classificada. 
 
 
9.8.4 O sensor de falha de ventilação ou exaustão deve, preferencialmente, ser do tipo sensor de 
fluxo de palheta no interior do duto, evitando alarmes com base em contatos auxiliares de demarrador 
(que não detectariam falhas como correia patinando, “damper” fechado, motor com rotação invertida 
etc.). 
 
 
10 Critérios sobre Concentração de Substâncias Inflamáveis em Misturas 
 
 
10.1 Nos locais onde possa ocorrer a presença de produtos com características de inflamável e alta 
toxicidade, acima do limite de tolerância do ser humano, como por exemplo, o sulfeto de hidrogênio 
(ou gás sulfídrico - H2S) ou a amônia, na maioria das vezes estas áreas podem ser consideradas 
como “áreas não classificadas”. As medidas de proteção à vida se sobrepõem ao risco deste 
ambiente atingir a faixa de explosividade do produto. Desta forma ações complementares de 
segurança devem ser adotadas. As informações que orientaram esta decisão devem ser registradas 
no campo de NOTAS do desenho de classificação de áreas, assim como a norma ou padrão adotado. 
 
NOTA 1 Nesta situação o risco é real à segurança das pessoas e deve ser monitorado, assim como 
as medidas de proteção devem ser adotadas. Estas situações devem estar previstas nos 
planos de contingência. Cabe à equipe executora da classificação de áreas anotar nas 
observações da Lista de Dados de Classificação de Áreas (ver Anexo F) de processo a 
necessidade de outros estudos complementares de proteção para estas regiões. 
NOTA 2 Os equipamentos previstos pelo plano de contingência da unidade, que devem continuar a 
operar sob condições de vazamento, devem ser certificados. Exemplos: para H2S o 
equipamento deve atender ao Grupo II, Subgrupo B e Classe de Temperatura T3; para a 
amônia o equipamento deve atender ao Grupo II, Subgrupo A e Classe de Temperatura T1. 
É recomendado incluir esta informação nos documentos de classificação de áreas no 
campo “NOTAS GERAIS”.[Prática Recomendada] 
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NOTA 3 Quando no local sob estudo ocorrer à presença de sulfeto de hidrogênio (gás sulfídrico - 
H2S), até 25 % na corrente de processo associado a gás natural, os equipamentos previstos 
na NOTA 2 devem atender ao Grupo II Subgrupo A. Se a concentração de H2S for maior 
que 25 % os equipamentos devem atender ao Grupo II Subgrupo B. É recomendado incluir 
esta informação nos documentos de classificação de áreas no campo “NOTAS GERAIS”. 
[Prática Recomendada] 
 
 
10.2 Nos locais onde possa ocorrer a mistura de hidrocarbonetos com produtos de alta toxicidade, 
devem ser avaliados os riscos efetivos de ser atingida a faixa de explosividade versus proteção 
presente. Caso a proteção esteja planejada para atuar somente quanto à possibilidade de formação 
de misturas inflamáveis dentro dos limites de explosividade, a classificação de áreas correspondente 
deve ser executada. 
 
NOTA A experiência demonstra que a amônia tem baixo risco de inflamar e uma liberação fugitiva 
de gás pode ser dissipada rapidamente em ambientes abertos. Então a atmosfera explosiva 
de gás não é esperada ocorrer e se ocorrer, pode possuir extensão desprezível. Assim 
sendo, deve ser considerada como uma área não classificada. Atenção deve ser adotada 
em relação a sua toxicidade e deve estar contemplada nas proteções e procedimentos 
operacionais e de contingência. 
 
 
10.3 Névoas podem ser formadas ou estar presentes ao mesmo tempo em que gases e vapores 
inflamáveis. Este fato pode afetar a forma de dispersão e a extensão das áreas de risco. A aplicação 
dos conceitos de classificação de áreas para gases e vapores não é adequada para as névoas 
devido às dificuldades de prever as características destas quanto à explosividade. Assim sendo 
considerações especiais devem ser avaliadas para o risco de ignição de névoas inflamáveis. Cabe a 
equipe executora da classificação de áreas anotar nas observações a necessidade de outros estudos 
complementares de proteção para estas regiões. 
 
NOTA Estes estudos complementares devem ser executados pela equipe responsável pela análise 
de segurança da instalação. Exemplos de estudos complementares: outras técnicas de 
análise de risco e estudo de dispersão de gases. 
 
 
10.4 Em determinados casos, em um processo de refino está presente um conjunto de 
hidrocarbonetos, na forma líquida e vapor, normalmente associados a um determinado gás ou 
mesmo conjunto de gases. Para efeito desta norma a equipe responsável de classificação de áreas 
de projetos deve avaliar a liberação dos vapores e gases presentes neste processo. 
 
 
10.4.1 Quando da presença de um conjunto de hidrocarbonetos, deve ser avaliada a soma dos 
percentuais presentes nesta “corrente de processo” e só devem ser considerados, para efeito de 
classificação de áreas, os casos em que esta soma for superior a 15 % em volume. 
 
 
10.4.2 Quando a presença do gás hidrogênio na corrente de processo associado a gases ou vapores 
inflamáveis, liberado para ambientes abertos, sem a presença de telhados ou coberturas superiores, 
for superior a 25 % em relação v./v., para efeito de classificação de áreas, deve ser considerado 
como Grupo “II” e Subgrupo “C”. Caso contrário à área deve ser classificada como Grupo “II” e 
Subgrupo “A” ou “B”. 
 
 
10.5 Quando ocorrer à presença de sulfeto de hidrogênio (gás sulfídrico - H2S), associado a outras 
substâncias inflamáveis, convém que a área seja classificada de acordo com as características 
destas outras substâncias. 
 
 
10.6 Quando da presença de compostos de aminas não indicados nas normas ou documentos, 
indicados em 4.11, é necessária uma avaliação específica para determinar
a sua explosividade. Para 
casos específicos a área pode ser considerada como área não classificada. 
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11 Figuras de Referência para a Classificação de Áreas 
 
 
11.1 Considerações Conceituais 
 
 
11.1.1 As figuras de referência apresentadas têm como objetivo fornecer orientações ao 
desenvolvedor da classificação de áreas quando do estudo de um equipamento de processo que não 
possua uma figura específica de referência. 
 
NOTA As distâncias de extensão de classificação de áreas a serem utilizadas em cada projeto 
devem ser indicadas nas respectivas Listas de Dados, onde deve indicar os critérios e as 
avaliações de risco que foram utilizados para a determinação das distâncias e extensões de 
classificação de áreas utilizadas em cada projeto específico. 
 
 
11.1.2 As Figuras 1.1 e 1.2 são modelos conceituais que servem como base teórica para ser 
aplicado a equipamentos de formas e tamanhos diversos, em geral equipamentos de grande porte. 
No caso da PETROBRAS, onde os equipamentos e processos são conhecidos, suas aplicações não 
são indicadas. 
 
 
Tabela 2 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 1.1 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido Gás ou vapor inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 1.1 - Fonte de Risco Genérica de Grau Secundário, de Gás ou Vapor Inflamável 
mais Pesado que o Ar 
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Tabela 3 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 1.2 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido LAV 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 1.2 - Fonte de Risco Genérica de Grau Secundário, de Líquido Altamente Volátil 
(LAV), mais Pesado que o Ar 
 
 
Figura 1 - Propostas Conceituais para Equipamentos com Dimensões Máximas a 
Serem Utilizadas 
 
 
11.1.3 Para Fluidos mais Pesados que o Ar 
 
 
11.1.3.1 Local com fonte de risco de grau secundário, de gás ou vapor mais pesado que o ar, em 
ambiente com ventilação adequada pode ser considerado como área classificada e representado de 
acordo com a Figura 1.1. Quando o fluido presente no equipamento de processo for um LAV a 
distância horizontal possui uma distância de 30 m devido à característica do produto, de acordo com 
a Figura 1.2. 
 
NOTA 1 As distâncias indicadas nas figuras de referência apresentadas a seguir são consideradas 
para instalações típicas da indústria do petróleo, considerando fontes de risco de magnitude 
ELEVADA para as refinarias de petróleo e magnitude BAIXA para a exploração e produção 
E&P. As distâncias a serem adotadas nos estudos de classificação de áreas devem levar 
em consideração todos os fatores abordados nesta Norma. 
NOTA 2 Em casos específicos, distâncias maiores ou menores podem ser necessárias, devendo ser 
justificadas nas Listas de Dados do referido estudo, indicando as avaliações de risco, os 
critérios e as bases normativas que forem levadas em consideração em cada caso. 
NOTA 3 A definição de “canaleta aberta para o ambiente” à abertura no solo para escoamento de 
chuva, em que a dimensão transversal é desprezível em relação à longitudinal. Em geral a 
classificação de área de canaletas em ambientes terrestres é zona 1 e possuem distâncias 
típicas de 30 m. Para “canaletas fechadas para o ambiente”, a área pode ser classificada 
como zona 1, em toda a extensão fechada, até uma barreira ou uma abertura. Nesse caso 
pode existir uma zona 2 ao redor da abertura. Regiões de refinarias, tal como “pipe way” 
não são consideradas como canaleta e são consideradas como locais com ventilação 
adequada. 
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39 
 
11.1.3.2 Local com fonte de risco de grau secundário, de gás ou vapor mais pesado que o ar em 
ambiente com ventilação adequada e presença de barreiras ou construções, pode ser considerado 
como área classificada e representado de acordo com a Figura 2. 
 
 
Tabela 4 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 2 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido LAV 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 2 - Fonte de Risco de Grau Secundário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o 
Ar, com Presença de Barreiras ou Construções, Apresentado em Corte e 
Planta Baixa 
 
 
11.1.3.3 Local com fonte de risco de grau secundário, de gás ou vapor mais pesado que o ar em 
ambiente com ventilação adequada e presença de barreiras ou construções com ventilação limitada, 
com ventilação forçada, pode ser considerado como área classificada e representado de acordo com 
a Figura 3. 
-PÚBLICO-
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40 
 
Tabela 5 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 3 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação 
Adequada ambiente: adequada 
Edificação: limitada 
Ventilação: forçada 
Tipo de fluido Gás ou vapor inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 3 - Fonte de Risco de Grau Secundário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar 
e Presença de Barreiras ou Construções com Ventilação Limitada, com 
Sistema de Ventilação Forçada, Apresentado em Corte e Planta Baixa 
-PÚBLICO-
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41 
 
11.1.3.4 Local com fonte de risco de grau primário ou secundário, de gás ou vapor mais pesado que 
o ar, em área interna com ventilação limitada ou impedida, sem ventilação forçada, pode ser 
considerado como área classificada e representado de acordo com a Figura 4. 
 
NOTA Aplicar a distância horizontal de 15 m a partir da fonte ou 3 m a partir do perímetro da 
construção, o que for maior, exceto se a parede for sólida. Se for um LAV a distância pode 
ser aumentada para 30 m. 
 
 
Tabela 6 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 4 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação 
Ambiente interno: limitada ou impedida 
Ambiente externo: adequada 
Tipo de fluido Gás ou vapor inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
 
 
 
NOTA 1 Aplicar a distância horizontal de 15 m da fonte de risco ou 3 m do perímetro do prédio, considerando a que for 
maior, exceto se for parede cega. 
NOTA 2 As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 4 - Fonte de Risco de Grau Primário ou Secundário, de Gás ou Vapor mais 
Pesado que o Ar, em Área Interna com Ventilação Limitada ou Impedida, 
sem Ventilação Forçada, Apresentado em Corte e Planta Baixa 
 
 
11.1.3.5 Local com fonte de risco de grau primário, de gás ou vapor mais pesado que o ar, em área 
interna com aberturas, com ventilação limitada ou impedida, sem ventilação forçada, pode ser 
considerado como área classificada de acordo com a Figura 5. 
 
NOTA Aplicar a distância horizontal de 7,5 m a partir da fonte ou 3 m a partir do perímetro da 
construção, o que for maior, exceto se a parede for sólida. 
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Tabela 7 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 5 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X 
Vazão X 
Ventilação Ambiente interno: limitada ou impedida 
Tipo de fluido Gás ou vapor inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 5 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, 
em Área Interna com Aberturas, com Ventilação Limitada ou Impedida, sem 
Ventilação Forçada, Apresentado em Corte e Planta Baixa 
 
 
11.1.3.6 Local com fonte
de risco de grau primário ou secundário, de gás ou vapor mais pesado que 
o ar, em área interna com aberturas com ventilação limitada ou impedida, sem ventilação forçada, 
com áreas externas com ventilação adequada e outras com ventilação limitada ou impedida, pode ser 
considerado como área classificada e representado de acordo com a Figura 6. 
 
NOTA As depressões apresentam uma distância de 30 m de zona 1. As áreas de zona 2 possuem 
extensão até 7,5 m a partir da fonte de risco ou 3 m a partir do perímetro, o que for maior. 
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43 
 
Tabela 8 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 6 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X 
Vazão X 
Ventilação 
Ambiente interno: limitada ou impedida 
Sem ventilação forçada 
Ambiente externo 1: adequada 
Ambiente externo 2: limitada ou impedida 
Tipo de fluido Gás ou vapor inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
 
 
 
NOTA 1 No ambiente externo existem áreas com ventilação adequada e outras com ventilação limitada ou impedida. 
NOTA 2 As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 6 - Fonte de Risco de Grau Primário ou Secundário, de Gás ou Vapor mais 
Pesado que o Ar, em Área Interna com Aberturas, Apresentado em Corte e 
Planta Baixa 
 
 
11.1.3.7 Local com fonte de risco de grau primário, de gás ou vapor mais pesado que o ar, em área 
interna com aberturas, com ventilação limitada ou impedida, sem ventilação forçada, com áreas 
externas com ventilação adequada e outras áreas com ventilação limitada ou impedida, pode ser 
considerado como área classificada e representado de acordo com a Figura 7. 
-PÚBLICO-
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44 
 
Tabela 9 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 7 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação 
Ambiente interno: limitada ou impedida 
Sem ventilação mecânica 
Ambiente externo 1: adequada 
Ambiente externo 2: limitada ou impedida 
Tipo de fluido Gás ou vapor inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
 
 
 
NOTA 1 No ambiente externo existe áreas com ventilação adequada e outras com ventilação limitada ou impedida, com 
sistema de ventilação forçada. 
NOTA 2 As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 7 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, 
em Área Interna com Aberturas, com Ventilação Limitada ou Impedida, sem 
Ventilação Forçada, Apresentado em Corte e Planta Baixa. 
 
 
11.1.3.8 Local com fonte de risco de grau primário de gás ou vapor mais pesado que o ar, em área 
interna. Ambiente externo com ventilação adequada. Ventilação interna adequada com áreas com 
ventilação limitada ou impedida (canaleta e sala fechada, sem ventilação forçada), pode ser 
considerada como área classificada e representado de acordo com a Figura 8 e a Figura 9. 
-PÚBLICO-
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45 
 
Tabela 10 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento das Figuras 8 e 9 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação 
Ambiente interno: adequada 
Regiões internas: limitada ou impedida 
Ambiente externo: adequada 
Tipo de fluido Gás ou vapor inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
Aplicação Todos, com exceção de E&P 
 
 
 
 
NOTA 1 Ambiente externo com ventilação adequada. Ambiente interno com ambientes fechados e outras áreas com 
ventilação adequada. 
NOTA 2 As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 8 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, 
em Área Interna com Áreas Fechadas, Apresentado em Corte e Planta 
Baixa 
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NOTA 1 Ambiente Externo com Ventilação Adequada. Ambiente Interno com Ventilação Adequada com Áreas com 
Ventilação Limitada ou Impedida. 
NOTA 2 As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 9 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, 
em Ambiente Interno com Ventilação Limitada, Apresentado em Corte e 
Planta Baixa 
 
 
11.1.3.9 Local com fonte de risco de grau primário, de gás ou vapor mais pesado que o ar, em área 
interna, apresentado em corte e planta baixa. Ambiente externo com ventilação adequada. Ambiente 
interno com ventilação limitada e outras com ventilação impedida. Pode ser considerado como área 
classificada de acordo com a Figura 10 e a Figura 11. 
 
 
Tabela 11 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento das Figuras 10 e 11 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X 
Vazão X 
Ventilação 
Ambiente interno: limitada 
Regiões internas: impedida 
Ambiente externo: adequada 
Tipo de fluido Gás ou vapor inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
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NOTA 1 Ambiente Externo com Ventilação Adequada. Ambiente Interno com Ventilação Limitada e outras com Ventilação 
Impedida. 
NOTA 2 As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 10 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, 
em Área Interna, Apresentado em Corte e Planta Baixa. 
 
 
-PÚBLICO-
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NOTA 1 Ambiente Externo com Ventilação Adequada. Ambiente Interno com Ventilação Limitada e outras com Ventilação 
Impedida. 
NOTA 2 As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 11 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, 
em Área Interna, Apresentado em Corte e Planta Baixa 
 
 
11.1.3.10 Local com diferentes fontes de risco, de grau primário e de grau secundário, de gás ou 
vapor mais pesado que o ar, em área externa com ventilação adequada, apresentado em corte e 
planta baixa. Pode ser considerado como área classificada de acordo com a Figura 12 e a Figura 13. 
 
 
Tabela 12 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento das Figuras 12 e 13 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido Gás ou vapor inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
-PÚBLICO-
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NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 12 - Diferentes Fontes de Risco, de Grau Primário e de Grau Secundário, de 
Gás ou Vapor mais Pesado que o Ar, em Área Externa com Ventilação 
Adequada, Apresentado em Corte e Planta Baixa 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 13 - Diferentes Fontes de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais 
Pesado que o Ar, em Área Externa com Ventilação Adequada, 
Apresentado em Corte e Planta Baixa 
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11.1.4 Para Gases e Vapores mais Leves que o Ar 
 
 
11.1.4.1 Os gases mais leves que o ar quando liberados rapidamente se dispersam por causa de 
suas baixas densidades relativas e raramente afetam uma área equivalente àquela que seria 
esperada pelos vapores de líquidos inflamáveis ou dos LAV. 
 
NOTA O hidrogênio deve receber considerações especiais em virtude de possuir uma extensa 
faixa de explosividade (4,0 a 75,6 de percentual volumétrico), altas velocidade de 
propagação de chama, baixa densidade relativa (d = 0,07), baixo nível de energia mínima 
de ignição (MIC = 28 µJ) e alta temperatura de ignição (Tig = 560 ºC). 
 
 
11.1.4.2 Local com fonte de risco de grau primário, de gás ou vapor mais leve que o ar, com 
densidade relativa ao ar menor do que 0,8, em ambiente aberto com ventilação adequada, pode ser 
considerado como área classificada de acordo com a Figura 14. 
 
 
Tabela 13 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento das Figuras 14 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido Gás ou vapor inflamável 
Densidade relativa Densidade inferior a 0,8 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 14 - Fonte de Risco
de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Leve que o Ar, em 
Ambiente com Ventilação Adequada, com Densidade Relativa Menor 
do que 0,8 
 
 
11.1.4.3 Local com fonte de risco de grau primário, de gás ou vapor mais leve que o ar, com 
comportamento similar ao ar (densidade entre 0,8 e 1,1), em ambiente aberto com ventilação 
adequada, pode ser considerado como área classificada de acordo com a Figura 15. 
-PÚBLICO-
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Tabela 14 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 15 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido Gás ou vapor inflamável 
Densidade relativa Densidade entre 0,8 e 1,1 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 15 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor, com Comportamento 
Similar ao Ar (Densidade entre 0,80 e 1,1), em Ambiente Ventilação 
Adequada 
 
 
11.1.4.4 Local com fonte de risco de grau primário, de gás ou vapor mais leve que o ar, em ambiente 
interno com ventilação limitada e ambiente externo com ventilação adequada, pode ser considerado 
como área classificada de acordo com a Figura 16. 
 
 
Tabela 15 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 16 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação 
Área interna: limitada 
Área externa: adequada 
Tipo de fluido Gás ou vapor inflamável 
Densidade relativa Menor do que o ar 
 
-PÚBLICO-
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NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 16 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Leve que o Ar, em 
Ambiente Interno com Ventilação Limitada e Externo com Ventilação 
Adequada 
 
 
11.1.4.5 Local com fonte de risco de grau primário, de gás ou vapor mais leve que o ar, em ambiente 
interno com aberturas e ventilação limitada. Ambiente externo com ventilação adequada e outro com 
ventilação limitada pode ser considerado como área classificada de acordo com a Figura 17. 
-PÚBLICO-
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53 
 
Tabela 16 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 17 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação 
Área interna: limitada 
Área externa 1: adequada 
Área externa 2: limitada 
Tipo de fluido Gás ou vapor inflamável 
Densidade relativa Menor do que o ar 
 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 17 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Leve que o Ar, em 
Ambiente Interno com Abertura e Ventilação Limitada, o Ambiente Externo 
com Ventilação Adequada e outro com Ventilação Limitada 
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11.1.4.6 Local com fonte de risco de grau primário, de gás ou vapor mais leve que o ar, em ambiente 
interno com aberturas e ventilação limitada. Ambiente externo com ventilação adequada pode ser 
considerado como área classificada de acordo com a Figura 18. 
 
 
Tabela 17 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 18 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação 
Área interna: limitada 
Área externa: adequada 
Tipo de fluido Gás ou vapor inflamável 
Densidade relativa Menor do que o ar 
 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 18 - Fonte de Risco de Grau Primário, de Gás ou Vapor mais Leve que o Ar, em 
Ambiente Interno com Abertura e Ventilação Limitada, com Ambiente 
Externo e Ventilação Adequada 
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11.1.4.7 Local com fonte de risco de grau primário e outra de grau contínuo, de gás ou vapor 
inflamável mais leve que o ar, em ambiente com ventilação adequada, pode ser considerado como 
uma área classificada de acordo com a Figura 19. 
 
 
Tabela 18 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 19 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação Adequada 
Densidade relativa Menor do que o ar 
Aplicação Todos, com exceção de E&P 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 19 - Fonte de Risco de Grau Primário e outra de Grau Contínuo, de Gás ou 
Vapor Inflamável mais Leve que o Ar, em Ambiente com Ventilação 
Adequada 
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56 
 
11.2 Sistemas de Tochas (“Flare”) 
 
 
11.2.1 As áreas em torno de equipamentos com chama aberta de origem não elétrica normalmente 
são consideradas como áreas não classificadas. Porém é necessário avaliar se esta condição de 
chama ocorre durante todo o período de operação ou processo, devendo ser levados em 
consideração possíveis períodos de partida, parada ou condições de operação. 
 
NOTA Estas áreas não classificadas devido à chama aberta de origem não elétrica podem possuir 
dimensões de 3 m ao redor do equipamento, quando aplicável. 
 
 
11.2.2 Plataformas de perfuração com duas tochas, em posições opostas, onde uma delas é 
apagada, conforme sentido do vento, ou tocha onde produtos de alta toxicidade (por exemplo: H2S e 
amônia) possam existir, podem ser consideradas como áreas classificadas. 
 
NOTA 1 A área ao redor da tocha não necessita ser classificada do ponto de vista de instalação de 
equipamentos elétricos, de instrumentação ou mecânicos, a menos que se enquadre na 
condição de 11.2.2. 
NOTA 2 A definição desta região como área não classificada ao redor da tocha não implica na 
locação segura da tocha nas proximidades de outros equipamentos de produção, uma vez 
que as tochas são potenciais fontes de ignição. 
 
 
11.3 Respiros 
 
 
11.3.1 Respiros de Equipamento de processo: 
 
a) os critérios que afetam a extensão da área classificada ao redor de respiros de 
equipamentos de processo em locais abertos são muito diversificados, cada caso deve 
ser considerado separadamente, porém em nenhum caso as distâncias devem ser 
menores do que aquelas mostradas na Figura 20; 
b) áreas fechadas contendo respiros de equipamentos de processo podem ser 
classificadas como zona 1 em toda a extensão do fechamento. 
 
NOTA 1 Para sistemas de “flare” apagado, fechado ou “closed flare”, as distâncias citadas na 
Figura 20 podem ser adequados. 
NOTA 2 Respiros das válvulas de “blowdown” e de drenagem podem ser classificados de acordo 
com a Figura 20. 
 
-PÚBLICO-
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NOTA As medidas estão em metros 
 
 
Figura 20 - Respiro de Equipamento de Processo em Ambiente com Ventilação 
Adequada 
 
 
11.3.2 Respiros de dispositivos de controle e instrumentos: 
 
a) a área ao redor de respiros de instrumentos e dispositivos de controle utilizando gás 
inflamável, situados em ambiente abertos, ventilação adequada, pode ser classificada de 
acordo com a Figura 21; 
b) a área ao redor de respiros de instrumentos e dispositivos de controle, utilizando gás 
inflamável, em um ambiente fechado, pode ser classificada como zona 1 em toda a 
extensão do fechamento. 
-PÚBLICO-
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NOTA As medidas estão em metros 
 
 
Figura 21 - Respiro de Instrumento ou Dispositivo de Controle em Ambiente com 
Ventilação Adequada 
 
 
11.3.3 Aberturas para Ventilação Natural 
 
 
11.3.3.1 Ventilação natural (por exemplo, aberturas em coberturas de edificações) pode ser 
classificada do mesmo modo que os respiros de equipamentos de processo conforme indicado na 
Figura 22, quando eles provém de uma área de zona 2. 
-PÚBLICO-
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NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 22 - Compressor ou Bomba, em Ambiente Aberto, com Ventilação Adequada 
 
 
11.3.3.2 Aberturas para ventilação natural podem ser consideradas do mesmo modo que para as 
aberturas para ventilação natural em coberturas (telhados) de acordo com a Figura 22 (ver 11.3.3.1) e 
quando eles provêm de uma área de zona 2, conforme Figura 23. 
 
 
Tabela
19 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 23 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação Adequada (forçada) 
Tipo de fluido Gás ou vapor inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
-PÚBLICO-
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NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 23 - Compressor ou Bomba, em Ambiente Fechado, com Ventilação Forçada 
 
 
11.3.4 Válvulas de Alívio 
 
 
11.3.4.1 Os critérios que afetam a extensão da área classificada ao redor das válvulas de alívio 
situadas em locais abertos são muito diversificados. Cada caso deve ser considerado 
separadamente, porém em nenhum caso as distâncias devem ser menores do que aquelas 
mostradas na Figura 24. 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 24 - Válvulas de Alívio em Ambiente com Ventilação Adequada 
-PÚBLICO-
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11.3.4.2 Áreas fechadas contendo válvulas de alívio podem ser classificadas como zona 1 em toda a 
extensão do fechamento. 
 
NOTA Discos de ruptura podem ser considerados do mesmo modo que válvulas de alívio. 
 
 
11.4 Bombas ou Compressores 
 
 
11.4.1 A área ao redor de compressor ou bomba de fluido inflamável, volátil, em um ambiente aberto, 
ventilação adequada, pode ser classificada conforme a seguir: 
 
 
11.4.1.1 Bombas ou compressores de fluido inflamável com pressão até 35 kgf/cm2, conforme Figura 
25.1 e Figura 25.2. 
 
NOTA 1 Para bombas, ou compressores, com pressões até 19.3 kgf/cm2, pode ser utilizado à 
distância de 3 m. Somente após este nível de pressão é que é necessário aumentar a 
distância horizontal. 
NOTA 2 Para bombas, ou compressores com pressões superiores a 19.3 kgf/cm2 é necessário 
aumentar a distância horizontal, porém, esta não deve ultrapassar a 15 m. Da mesma 
forma, o raio a ser utilizado deve manter proporção em relação à distância horizontal. 
 
 
Tabela 20 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento das Figuras 25.1 e 25.2 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X X 
Pressão X X 
Vazão X X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido Líquido inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
Figura 25.1 - Compressor ou Bomba, para Fluidos Inflamáveis, em Ambiente com 
Ventilação Adequada, para Pressões até 19,3 kgf/cm2 
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NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 25.2 - Compressor ou Bomba, para Fluidos Inflamáveis, em Ambiente Com 
Ventilação Adequada, para Pressões entre (19,3 e 35) kgf/cm2. 
 
 
Figura 25 - Compressor ou Bomba, Fluidos Inflamáveis com Pressão até 35 kgf/cm2 
 
 
11.4.1.2 Bombas ou compressores de fluído inflamável com pressão superior a 35 kgf/cm2, conforme 
Figura 26. 
 
 
Tabela 21 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 26 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido Líquido inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
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NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 26 - Compressor ou Bomba, para Fluidos Voláteis e Inflamáveis, em Ambiente 
com Ventilação Adequada, para Pressões acima de 35 kgf/cm2 
 
 
11.4.1.3 Bombas ou compressores de LAV, conforme Figura 27. 
 
 
Tabela 22 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 27 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X X 
Vazão X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido LAV 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
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NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 27 - Compressor ou Bomba, para LAV, em Ambiente com Ventilação Adequada 
 
 
11.4.2 A área ao redor de compressor ou bomba de fluido inflamável, volátil, com pressão superior a 
19.3 kgf/cm2 em ambiente com uma das paredes aberta e as outras paredes fechadas, ventilação 
adequada, pode ser classificada conforme a Figura 28. 
 
 
Tabela 23 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 28 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X 
Pressão X 
Vazão X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido Líquido inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
Pressão Superior a 19,3 kgf/cm2 
 
 
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NOTA 1 As medidas estão em metros. 
NOTA 2 Para bombas ou compressores com pressões superiores a 19.3 kgf/cm2, é necessário aumentar a distância 
horizontal, porém esta não deve ultrapassar a 15 m, no sentido da parede aberta. 
 
 
Figura 28 - Compressor ou Bomba, para Fluidos Voláteis e Inflamáveis, em Ambiente 
Parcialmente Fechado e Ventilação Adequada 
 
 
11.4.3 A área ao redor de compressor ou bomba de fluido inflamável, volátil, em um ambiente 
fechado, ventilação impedida ou limitada, pode ser classificada conforme indicado na Figura 29. 
 
 
Tabela 24 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 29 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X X X 
Pressão X X X 
Vazão X X X 
Ventilação Limitada ou impedida 
Tipo de fluido Líquido inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
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NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 29 - Compressor ou Bomba, para Fluidos Voláteis e Inflamáveis, em Ambiente 
Fechado, Ventilação Limitada ou Impedida 
 
 
11.5 Tubulações com Válvulas, Acessórios e Flanges 
 
 
11.5.1 Para líquidos inflamáveis, conforme Figura 30. 
 
NOTA Considerando que é uma área classificada, esta pode ser definida como zona 2, com 
distância horizontal de 3 metros, independente da pressão da tubulação. 
 
 
Tabela 25 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 30 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X X X 
Pressão X X X 
Vazão X X X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido Líquido inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
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NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 30 - Tubulação com Válvula, Acessórios Roscados e Flanges, para Fluidos 
Voláteis e Inflamáveis, em Ambiente com Ventilação Adequada 
 
 
11.5.2 Para LAV, conforme Figura 31. 
 
NOTA 1 Considerando que é uma área classificada, esta pode ser definida como zona 2, com 
distância horizontal de 6 m, independente da pressão da tubulação. 
NOTA 2 Também aplicável a sistemas de amostras, instrumentação e bombas dosadoras. 
 
 
Tabela 26 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 31 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X X X 
Pressão X X X 
Vazão X X X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido LAV 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
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NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 31 - Tubulação com Válvulas, Acessórios Roscados e Flange, com LAV, 
Inflamáveis e em Ambiente Aberto 
 
 
11.6 Drenos 
 
 
11.6.1 Drenos abertos em ambientes abertos e fechados, ventilação adequadas ou com ventilação 
limitada, podem ser classificados como zona 1 nas depressões e zona 2 acima do piso, na extensão 
de 0,45 m. 
 
 
11.6.2 Drenos abertos, situados em ambiente fechado, com ventilação impedida, podem ser 
classificados como zona 1 em toda extensão do fechamento. 
 
NOTA Aberturas em drenos fechados com selagem com líquido podem ser consideradas como 
drenos abertos. 
 
 
11.6.3 Aberturas em drenos fechados, sem selagem com líquido, podem ser consideradas da 
mesma forma que para respiros de instrumentos e dispositivos de controle, de acordo com 11.3. 
 
NOTA Estão incluídos os dispositivos destinados a coletar e remover, porém não conter, fluidos 
inflamáveis. 
 
 
11.7 Válvulas e Atuadores de Válvulas 
 
 
11.7.1 Válvulas de Bloqueio e de Retenção 
 
 
11.7.1.1
A área ao redor de válvulas de bloqueio e de retenção situadas em um ambiente aberto, 
ventilação adequada, pode ser considerada como uma área não classificada. 
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11.7.1.2 A área ao redor de válvulas de bloqueio e de retenção situados em um ambiente fechado, 
ventilação adequada ou com ventilação limitada, pode ser considerada como classificada como 
zona 2 em toda a extensão do fechamento. 
 
 
11.7.1.3 A área ao redor de válvulas de bloqueio e de retenção situadas em um ambiente fechado, 
com ventilação impedida, pode ser classificada como zona 1 em toda a extensão do fechamento. 
 
 
11.7.2 Válvulas de Controle de Processo (incluindo, porém não limitadas a Reguladoras, Válvulas de 
Contra Pressão, e Válvulas de Controle de Nível). 
 
 
11.7.2.1 A área ao redor de válvulas de controle de processo situados em um ambiente aberto, 
ventilação adequada, pode ser classificada como zona 2, na extensão de 0,50 m a partir do selo de 
vapor ou selo similar. 
 
 
11.7.2.2 A área ao redor de válvulas de controle de processo situadas em um ambiente fechado, 
ventilação adequada ou com ventilação limitada, pode ser classificada como zona 2 em toda a 
extensão do fechamento. 
 
 
11.7.2.3 A área ao redor de válvulas de controle de processo situadas em um ambiente fechado, 
com ventilação impedida, pode ser classificada como zona 1 em toda a extensão do fechamento. 
 
 
11.7.3 Atuadores de Válvulas de Bloqueio e de Controle 
 
 
11.7.3.1 Área ao redor de atuadores de válvulas de bloqueio e de controle, situados em um ambiente 
aberto, com ventilação adequada, que utilize ar, gás não inflamável ou outro fluido como meio de 
acionamento, pode ser considerada como uma área não classificada. 
 
 
11.7.3.2 Área ao redor de atuador de válvulas de bloqueio e de controle, situados em um ambiente 
aberto, ventilação adequada, que utilize gás inflamável ou outro fluido inflamável como meio de 
acionamento, pode ser classificada como zona 2, na extensão de 0,45 m do atuador, desde que os 
respiros estejam fora do ambiente. 
 
NOTA O respiro pode gerar outra área classificada ao seu redor. 
 
 
11.7.3.3 Área ao redor dos atuadores de válvulas situados em um ambiente fechado, ventilação 
adequada ou limitada, que utilize gás inflamável ou outro fluido inflamável como meio de 
acionamento, pode ser classificada como zona 2 em toda a extensão do fechamento, desde que os 
respiros estejam fora do ambiente. 
 
 
11.7.3.4 A área ao redor de atuadores de válvulas situados em um ambiente fechado, com ventilação 
impedida, que utiliza gás inflamável ou fluido inflamável, pode ser classificada como zona 1 em toda a 
extensão do fechamento. 
 
 
11.7.4 Válvulas de Amostragem, Válvulas de Sangria e de Drenagem e Dispositivos Similares 
 
 
11.7.4.1 A área ao redor de válvula de amostra, válvula de sangria e de drenagem e dispositivos 
similares podem ser classificados, conforme “válvulas de bloqueio e retenção”. 
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11.7.4.2 A área ao redor de pontos finais de descarga de válvulas de amostra, válvulas de sangria e 
de drenagem e dispositivos similares, podem ser classificados conforme “poços surgentes”. 
 
NOTA As válvulas, com todas as partes de conexão à tubulação, estão incluídas neste item. 
Colunas de respiro podem ser classificadas conforme “respiros”. 
 
 
11.8 Lançador ou Recebedor de Esfera ou Raspador (“Pig”) 
 
a) a área ao redor de uma instalação de lançador ou recebedor de esfera ou raspador de 
tubulação de produção em um local aberto, ventilação adequada, pode ser classificada 
como mostrada na Figura 32; 
b) a área para uma instalação situada em um ambiente fechado, com ventilação adequada 
ou limitada, pode ser classificada como zona 2, que pode se estender por todo o 
fechamento; 
c) se essa instalação for situada em um ambiente fechado, com ventilação impedida, pode 
ser classificada como zona 1 em toda extensão do fechamento. 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 32 - Instalação de Lançador ou Recebedor de Esfera ou Raspador, em 
Ambiente com Ventilação Adequada 
 
 
11.9 Instrumentos Operados por Ar ou por Gás Inflamável 
 
 
11.9.1 instrumentos não operados por gás inflamável e conectados ao processo através de linhas de 
impulso ou de amostras. 
 
 
11.9.1.1 A área ao redor dos instrumentos (por exemplo, pressostatos, transmissores de pressão, 
atuadores, posicionadores e dispositivos de controle) situados em um ambiente aberto, ventilação 
adequada, pode ser considerada como área não classificada. 
 
 
11.9.1.2 A área ao redor dos instrumentos em um ambiente fechado, ventilação adequada ou com 
ventilação limitada, pode ser classificada como zona 2 em toda a extensão do fechamento. 
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11.9.1.3 A área ao redor dos instrumentos em um ambiente fechado, com ventilação impedida, pode 
ser classificada como zona 1 em toda a extensão do fechamento. 
 
NOTA Estão incluídos os instrumentos, por exemplo: instrumentos de fluxo, pressão, nível, 
temperatura ou de análise, conectados ao processo de hidrocarbonetos e que não utilizam 
gases inflamáveis como fluido de alimentação ou sinal de transmissão. 
 
 
11.9.2 Instrumentos Operados por Gás Inflamável 
 
 
11.9.2.1 A área ao redor dos instrumentos pneumáticos operados por gás inflamável localizados em 
um ambiente aberto, ventilação adequada, pode ser classificada como zona 2, na extensão de 1,0 m 
ao redor do instrumento. Adicionalmente as áreas de quaisquer respiros podem ser classificadas de 
acordo com a Figura 21. 
 
NOTA 1 Válvulas podem ser classificadas conforme “válvula e atuadores de válvulas”. 
 
 
11.9.2.2 A área ao redor dos instrumentos pneumáticos operados com gás inflamável localizados em 
um ambiente fechado com ventilação adequada ou com ventilação limitada, mas com ventilação 
forçada, podem ser classificados de acordo com a Figura 33, desde que todos os respiros estejam 
fora da área fechada. Caso contrário, a área pode ser classificada como zona 1, em toda a extensão 
do fechamento, conforme Figura 34. 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 33 - Instrumentos Operados à Gás Inflamável, em Ambiente com Ventilação 
Adequada ou com Ventilação Mecânica 
 
 
11.9.2.3 A área ao redor dos instrumentos pneumáticos operados com gás inflamável localizados em 
um ambiente fechado, com ventilação impedida, pode ser classificada de acordo com a Figura 34. 
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NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 34 - Instrumentos Operados à Gás Inflamável, em Ambiente com Ventilação 
Limitada ou Impedida 
 
 
11.10 Armazenamento de Óleo e Gás 
 
 
11.10.1 Tanque de Armazenamento de Teto Fixo com Líquido Inflamável 
 
 
11.10.1.1 São considerados tanques de teto fixo para armazenamento de líquido inflamáveis aqueles 
que possuem dispositivos contra a liberação de voláteis para o ambiente, tal como válvulas do tipo 
“pressão e vácuo”. 
 
 
11.10.1.2 As distâncias indicadas na Figura 35 são para tranques de armazenamento de volumes de 
líquidos inflamáveis compatível com as fontes de risco com magnitude relativa moderada ou alta. 
 
 
Tabela 27 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 35 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X X 
Pressão X 
Vazão X X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido Líquido inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
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NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 35 - Tanque de Armazenamento de Líquido Inflamável, com Teto Fixo, 
Compatível com Fontes de Risco de Magnitude Elevada, para Vapores 
mais Pesados que o Ar, em Ambiente com Ventilação Adequada 
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11.10.1.3 A área classificada de um tanque de armazenamento de líquido inflamável em um 
ambiente aberto, ventilação adequada, pode ser classificada
de acordo com a Figura 36, caso o 
número de operações diárias de enchimento seja elevado. Deve haver o aparecimento de uma área 
de zona 0 em torno da válvula de pressão e vácuo, respiro, suspiro e dentro das linhas do respiro. 
 
NOTA 1 Em tanques de teto fixo com dique de contenção local, a área classificada pode se estender 
até a altura do dique, independente da altura deste dique. 
NOTA 2 Em tanques de teto fixo com dique de contenção remoto, a área classificada pode se 
estender até a altura do dique remoto, independente da altura deste dique. 
NOTA 3 Em tanques de teto fixo sem dique de contenção, a área classificada pode se estender até 
3 m do costado do tanque (caso pouco provável devido a requisitos ambientais). 
NOTA 4 As distâncias a serem indicadas nos estudos de classificação de áreas devem considerar os 
fatores indicados nesta Norma. 
NOTA 5 Em casos específicos, distâncias maiores ou menores podem ser necessárias, devendo ser 
justificadas nas Listas de Dados do referido estudo (ver Anexo F), indicando os critérios, 
avaliações de risco ou bases normativas que foram consideradas. 
 
 
Tabela 28 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 36 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X X 
Pressão X 
Vazão X X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido Líquido inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 36 - Tanque de Armazenamento de Líquido Inflamável, com Teto Fixo, 
Compatível com Fontes de Risco de Volume de Magnitude Elevada, para 
Vapores mais Pesados que o Ar, em Ambiente com Ventilação Adequada 
e Altas Taxas de Enchimento Diário 
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11.10.1.4 A área interna e ao redor do tanque de armazenamento de líquido inflamável em um 
ambiente fechado, com ventilação impedida, pode ser classificada de acordo com a Figura 37. Neste 
caso a zona 1 pode se estender a toda região do fechamento. 
 
 
Tabela 29 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 37 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Alta 
Volume X X 
Pressão X X 
Vazão X X 
Ventilação Limitada 
Tipo de fluido Líquido inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 37 - Tanque de Armazenamento de Teto Fixo, com Líquido Inflamável, para 
Vapores mais Pesados que o Ar, Dentro de Ambiente com Ventilação 
Limitada 
 
 
11.10.2 Tanque de Armazenamento de Teto Flutuante com Líquido Inflamável 
 
As distâncias indicadas na Figura 38 são para tanques com capacidade de armazenamento de 
grandes volumes, compatível com fontes de risco de magnitude elevada. 
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NOTA 1 Em tanques de teto flutuante com dique de contenção local, a área classificada pode se 
estender até a altura do dique, independente da altura do dique. 
NOTA 2 Em tanques de teto flutuante com dique de contenção remoto, a área classificada pode 
estender até a altura do dique, independente da altura do dique. 
NOTA 3 Em tanques de teto flutuante sem dique de contenção, a área classificada pode se estender 
até 3 m do costado do tanque (caso pouco provável devido a requisitos ambientais). 
NOTA 4 As distâncias a serem indicadas nos estudos de classificação de áreas devem considerar os 
fatores indicados nesta Norma. 
NOTA 5 Em casos específicos, distâncias maiores ou menores podem ser requeridas, devendo ser 
justificadas nas Listas de Dados do referido estudo (ver Anexo F), indicando os critérios, as 
avaliações de risco ou as bases normativas consideradas. 
 
 
Tabela 30 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 38 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Elevada/Alta 
Volume X X 
Pressão X 
Vazão X X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido Líquido inflamável 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
 
 
 
NOTA As medidas estão em metros. 
 
Figura 38 - Tanque de Armazenamento de Líquido Inflamável, com Teto Fixo, 
Compatível com Fontes de Risco de Magnitude Elevada, para Vapores 
mais Pesados que o Ar, em Ambiente com Ventilação Adequada 
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11.10.3 Tanque de Armazenamento de Líquido Combustível, com Volume de Magnitude Relativa 
Elevada 
 
 
11.10.3.1 São considerados tanques de armazenamento de líquido combustível aqueles que 
possuem apenas sistemas de respiro atmosférico, não prevendo dispositivos contra a liberação de 
voláteis para o ambiente, tal como válvulas do tipo “pressão e vácuo”. 
 
 
11.10.3.2 A área pode ser considerada como não classificada quando o líquido sob armazenamento 
for manuseado e armazenado em temperatura abaixo do seu ponto de fulgor, considerando as 
temperaturas máximas desenvolvidas em torno do mesmo. Desta forma, a área ao redor do respiro 
também pode ser considerada como não classificada. 
 
NOTA 1 Caso um tanque possa ser utilizado para armazenamento de diversos produtos, com 
diferentes pontos de fulgor e classes de temperatura, a classificação de áreas deve seguir a 
característica do produto mais rigoroso. 
NOTA 2 Caso um tanque possua válvula de pressão e vácuo, mesmo armazenando produtos com 
ponto de fulgor elevado, utilizar a classificação de áreas para produtos com ponto de fulgor 
baixo, pois em determinado momento ser alterado a característica do produto armazenado. 
 
 
11.10.4 Tanque de Armazenamento de Teto Fixo com Líquido com Ponto de Fulgor (PF) entre 
37,8 ºC e 60 ºC 
 
A área ao redor de tanques de armazenamento de líquido combustível (por exemplo, diesel, com 
ponto de fulgor entre de 36 ºC e 60 ºC e querosene). O ambiente é aberto, ventilação adequada, com 
capacidade de armazenamento de grandes volumes, compatível com fontes de risco com magnitude 
relativa elevada, pode ser classificada de acordo com a Figura 39. 
 
 
Tabela 31 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 39 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Elevada/Alta 
Volume X X 
Pressão X 
Vazão X X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido 
Líquido combustível (ponto de fulgor entre 
37,8 ºC e 60 ºC 
Densidade relativa Maior do que a do ar 
 
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NOTA As medidas estão em metros. 
 
 
Figura 39 - Tanque de Armazenamento de Teto Fixo, Líquido com Ponto de Fulgor 
entre 37,8 ºC e 60 ºC, Compatível com Fontes de Risco de Magnitude 
Elevada, para Vapores mais Pesados que o Ar, em Ambiente com 
Ventilação Adequada 
 
 
11.10.5 Tanque de Armazenamento de Teto Fixo com Líquido com Ponto de Fulgor acima de 60 ºC 
 
 
11.10.5.1 Dentro e a área ao redor de tanques de armazenamento de líquido combustível (ponto de 
fulgor acima de 60 ºC), pode ser conforme Figura 40. Quando o ambiente é aberto, com ventilação 
adequada, capacidade de armazenamento de grandes volumes, compatível com fontes de risco com 
magnitude relativa elevada, este ambiente pode ser considerado como área não classificada, desde 
que não possua sistema de aquecimento. 
 
NOTA 1 Caso o sistema de aquecimento mantenha o produto com temperatura entre 37,8 ºC e 
60 ºC, a área classificada pode ser considerada conforme a Figura 39. 
NOTA 2 Caso haja a possibilidade de que a superfície do líquido possa ser aquecida acima de seu 
ponto de fulgor, a área ao redor do respiro pode ser considerada como área classificada. 
NOTA 3 Caso um tanque possa ser utilizado para armazenamento de diversos produtos, com 
diferentes pontos de fulgor e classes de temperatura, a classificação de áreas deve seguir a 
característica do produto mais rigoroso. 
 
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Tabela 32 - Tabela de Orientação para Desenvolvimento da Figura 40 
 
Magnitude relativa da fonte de risco 
 Baixa Moderada Elevada 
Volume X X 
Pressão X 
Vazão X X 
Ventilação Adequada 
Tipo de fluido 
Líquido combustível (ponto de fulgor maior 
que 60 ºC 
Densidade relativa Maior

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