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Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 1 de 71 www.exponencialconcursos.com.br Matéria: Auditoria Professor: Lucas Salvetti C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 2 de 71 www.exponencialconcursos.com.br Sumário 1- Auditoria das contas de resultado: receitas, despesas e custos ....... 3 1.1- Receitas .......................................................................................... 4 1.2- Despesas e Custos ........................................................................... 5 2- Auditoria dos componentes patrimoniais: ativo circulante, ativo não circulante, passivo circulante, passivo não-circulante e patrimônio líquido. ................................................................................................ 6 2.1- Principais procedimentos de auditoria: Ativo, Passivo e PL .................... 6 3- Presunção de omissão de receitas: ativos ocultos ou fictícios, passivos ocultos ou fictícios, saldo credor na conta caixa, suprimentos não comprovados, diferenças em levantamentos quantitativos por espécie, diferenças em levantamentos econômicos ou financeiros .... 20 4- Questões comentadas ................................................................... 25 5- Lista de Exercícios (todos da aula) ................................................ 53 6- Gabarito ........................................................................................ 70 7- Referencial Bibliográfico................................................................ 71 Aula – Auditoria em áreas específicas: Contas de Resultado e Patrimoniais C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 3 de 71 www.exponencialconcursos.com.br A auditoria de receitas, despesas e custos compreende principalmente os valores registrados no DRE (demonstrações do resultado do exercício) e os débitos nas contas estoque (que são referentes a compras de matérias-primas e custos incorridos na fabricação ou aquisição de produtos para venda). O teste dessas transações consiste em o auditor verificar se os valores: Aqui, diferentemente dos testes aplicados para o ativo e para o passivo, as contas de receitas são testadas para subavaliação, enquanto as despesas e os custos são auditados para superavaliação. Isso ocorre pois é natural que a empresa tente pagar menos tributos, sendo assim, a tendência de fraude (ou erro) é para que a receita seja menor do que a real, para pagar então menos tributos, assim como o aumento do valor das despesas/custos diminuem o lucro (por exemplo), o que gera um valor menor de Imposto de Renda. Teste das transações consiste em verificar se os valores foram registrados dentro do regime de competência foram aprovados estão de acordo com a antureza dos negócios da companhia existe documentação suportando a operação classificação contábil foi adequada Subavaliação Superavaliação Despesas Receitas Custos 1- Auditoria das contas de resultado: receitas, despesas e custos C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Retângulo artur Retângulo artur Máquina de escrever na artur Sublinhar artur Sublinhar artur Máquina de escrever Exemplo: Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 4 de 71 www.exponencialconcursos.com.br As receitas se dividem em três grandes grupos, que são: Agora ficou mais fácil né? As receitas operacionais são oriundas, claro, da atividade principal da empresa. Por exemplo, se a empresa é uma indústria de macarrão, as vendas de macarrão são classificadas como operacionais e requerem a emissão da respectiva nota fiscal, em regra. Já as receitas financeiras, elas, como o próprio nome diz, são rendimentos auferidos em função dos recursos da empresa aplicados em investimentos financeiros (fundos, títulos particulares e/ou de governo, etc). Basicamente, é o uso de recurso financeiro em terceiros. Por fim, exemplos de outras receitas são as vendas de ativo imobilizado, sucata, etc.. lembrando que estas vendas não podem ser atividade principal da empresa, caso contrário, a receita seria operacional. Reconhecimento das Receitas Ok, professor, entendi quais são as receitas... mas como elas são reconhecidas? Simples: no resultado do exercício por ocasião da passagem da propriedade do bem ou produto acabado para terceiros... ou quando for serviço, na sua prestação (regime de competência). Existe uma exceção que são as transações com contratos de construção, mas não acredito que tal especificidade irá ser cobrada, de qualquer forma, a diferença é que os lucros poderão ser reconhecidos de acordo com o andamento do projeto. Testes Qual é o principal objetivo ao se testar as “Receitas”? Falamos nisto no início... testar a subavaliação. E como elas poderiam acontecer? Vejamos: Receitas Operacionais Financeiras Outras 1.1- Receitas C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Sublinhar artur Retângulo artur Retângulo artur Retângulo artur Sublinhar artur Sublinhar artur Retângulo artur Sublinhar artur Retângulo artur Sublinhar artur Sublinhar artur Retângulo artur Sublinhar artur Sublinhar Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 5 de 71 www.exponencialconcursos.com.br Viram? São exemplos de como as receitas “somem” dos registros. Além disto, o auditor deverá ficar atento para diferenças ANORMAIS no inventário físico dos produtos, o que pode evidenciar vendas não contabilizadas. Marcelo Cavalcanti Almeida divide a auditoria de despesas e custos da seguinte forma: O auditor deve, sempre que possível, testar as transações que influenciam o lucro/prejuízo do período, em conexão com a auditoria das contas do BP (balanço). Por exemplo: - Contas a receber x despesa com devedores duvidosos; - Despesas antecipadas x despesa de seguros; - Ativo intangível x despesas amortizadas no período x perdas com recuperabilidade. O custo dos produtos vendidos ou das vendas representa valores transferidos do estoque. As entradas e os saldos inicial e final dos estoques são testados por ocasião da auditoria das outras contas do BP e DRE, portanto, o Subavaliação das Receitas (hipoteses) não contabilização de notas fiscais de vendas soma a menor dos registros de vendas (ou razão geral de receitas) transporte a menor do valor da nota fiscal para o registro inicial de vendas e do valor de um registro para outro ou para o razão geral Despesas e custos despesas que são testadas emconexão com as contas do balanço patrimonial aquisições de matérias-primas e serviços custo das vendas impostos folha de pagamentos outras despesas e gastos gerais de fabricação 1.2- Despesas e Custos C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Retângulo artur Sublinhar artur Retângulo artur Sublinhar artur Seta Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 6 de 71 www.exponencialconcursos.com.br saldo inicial, entradas, saldo final, estão “em tese” corretos, o que faz com que o custo dos produtos vendidos também esteja correto (afinal, são os 4 fatores relacionados ao CMV). O auditor aqui se preocupa mais em verificar se os débitos de CMV correspondem aos créditos na conta estoque. Para cada um dos blocos divididos no esquema acima, existem procedimentos específicos (e operacionais) para serem tratados, mas não é necessário abordarmos aqui. Fiquei atentos pois as questões de concurso, sobre este tema, são muito relacionadas à contabilidade em si, do que a parte teórica de auditoria (NBCs). Antes de darmos início, é importante descrever qual a direção dos testes pelo auditor. Segundo Marcelo Cavalcanti Almeida, em seu livro “Auditoria – Um curso Moderno e Completo, Ed. Atlas, 2010, para o ativo é feita a seguinte direção: Os ativos são classificados por ordem decrescente de grau de liquidez, sendo a conta Caixa e bancos os que se apresentam na primeira linha do lado do ativo (ou seja, é o ativo de maior liquidez). Por ser um ativo de pronta liquidez, essas contas são também as mais sujeitas a utilização indevida (apresentam maior risco). Testes Secundários Teste PRINCIPAL Ativo super Ativo sub Passivo super Despesa sub Receita super 2- Auditoria dos componentes patrimoniais: ativo circulante, ativo não circulante, passivo circulante, passivo não-circulante e patrimônio líquido. 2.1- Principais procedimentos de auditoria: Ativo, Passivo e PL 2.1.1- Principais procedimentos de auditoria no ATIVO 2.1.1.1- Conta Caixa e bancos C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Círculo Oval artur Retângulo artur Retângulo artur Retângulo artur Retângulo artur Sublinhar artur Sublinhar Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 7 de 71 www.exponencialconcursos.com.br Os testes de auditoria são dirigidos principalmente na verificação da superavaliação e o principal objetivo é normalmente verificar a existência do ativo. Isso ocorre devido o princípio da prudência, que determina a “adoção do menor valor para os componentes do ATIVO e do maior para os do PASSIVO, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o patrimônio líquido”. A melhor forma para se certificar de que os recursos em caixa realmente existem é contá-los fisicamente (inspeção). No entanto, para os saldos da conta bancos este procedimento não é adequado, devendo ser aplicado o procedimento de confirmação. É importante lembrar que o saldo confirmado pelo banco não é sempre igual na contabilização das transações nesses registros (exemplo de situações que geram isso é a emissão de cheque no dia 01/01/2011 e descontado apenas no dia 05/01/2011). Sendo assim, chegamos aos principais procedimentos de auditoria para a conta caixa e bancos, que são: Contagem de caixa Este procedimento nada mais é do que efetuar a inspeção (exame físico), do ativo monetário que se encontra fisicamente no caixa, sendo também usualmente chamado de “conferência de numerário”. É recomendado ao auditor efetuar tal procedimento de forma simultânea em todos os caixas, e de surpresa (para que a empresa auditada tenha dificuldades em esconder uma possível fraude). Circularização dos saldos bancários Aqui normalmente é aplicado o procedimento de “confirmação externa”, que representa evidência de auditoria obtida pelo auditor como resposta escrita de terceiro (a parte que confirma) ao auditor, em forma escrita, eletrônica ou em outra mídia. O objetivo deste procedimento é verificar se os Principais procedimentos: conta caixa e bancos Contagem de Caixa Circularização dos saldos bancários Cut-off de cheques Teste das conciliações bancárias C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Sublinhar artur Retângulo artur Retângulo artur Sublinhar artur Sublinhar artur Retângulo artur Sublinhar Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 8 de 71 www.exponencialconcursos.com.br saldos existentes nos registros contábeis da empresa estão de acordo o saldo que consta no banco (extrato bancário). É preciso ressaltar novamente que o fato do saldo confirmado pelo banco ser diferente do apresentado nos registros não significa que ocorreu uma fraude. É preciso efetuar a “conciliação bancária”, conforme explicado nos próximos itens. Cut-off de cheques O cut-off é utilizado com o objetivo de se certificar de que os cheques estão sendo registrados no período de sua competência e que as conciliações bancárias não contêm item errôneo. O termo “cut-off” significa um marco feito no tempo para verificar as operações (no caso, os cheques) até este dia, para poder avaliar as demonstrações contábeis. O auditor deve: 1) obter/preparar uma relação do último cheque emitido e dos cheques em branco para a data do exame; 2) verificar se não foi lançado nenhum cheque de número posterior ao do cut-off; 3) verificar se não foi lançado nenhum cheque de número anterior ao do número anterior ao do cut-off com pagamento após a data do exame. Teste das conciliações bancárias As conciliações demonstram as transações registradas pelo banco e não pela empresa, e as contabilizadas pela empresa e não pelo banco. Normalmente as empresas preparam em base mensal as conciliações bancárias, as quais representam uma reconciliação do saldo da conta corrente bancária pelo extrato (registro do banco) com o saldo pelo razão analítico (registro da empresa). Aqui são registradas contas como: - diretos adquiridos por vendas a prazo ou serviços. - adiantamento (férias, viagens, 13º salário) e empréstimos a empregados, administradores, acionistas e empresas controladas e coligadas; - impostos a recuperar (ICMS e IPI); - conta retificadora (provisão para devedores duvidosos); 2.1.1.2- Contas a Receber C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Sublinhar artur Retângulo artur Sublinhar artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Retângulo artur Retângulo artur Sublinhar Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 9 de 71 www.exponencialconcursos.com.br Existência, avaliaçãoe classificação são os três principais pontos que o auditor deve cobrir na auditoria dos valores a receber, sendo que os principais procedimentos aplicados nestas contas são: 1) Confirmação de contas a receber de clientes: é feita através da circularização (confirmação) com terceiros, com o objetivo de confirmar tanto a existência de tal crédito como também os seus valores. 2) Teste de avaliação das contas a receber de clientes: avaliar as contas a receber significa que o auditor deve se sensibilizar aos possíveis problemas relacionados com recebimentos de contas a receber. É comum separar as duplicatas em: não vencidas, vencidas a XX tempo, duplicatas a vencer. A análise disso possibilita a verificação de anormalidades, dos saldos de PDD já efetuados (provisão para devedores duvidosos), etc. 3) Teste do ajuste a valor presente: aqui o auditor verifica se a companhia procedeu o ajuste a valor presente de acordo com o art. 183 da Lei nº 6.404/76, devendo testar os cálculos, a taxa de juros praticada e as contabilizações, decorrentes de tal ajuste. 4) Outros procedimentos: i) verificar se as contas a receber foram devidamente classificadas entre ativo circulante e ativo realizável a longo prazo; ii) inspecionar notas de créditos emitidas e notas de devolução recebidas no mês subsequentes ao do encerramento do exercício social para verificar se não estão relacionadas com vendas fictícias; iii) verificar se não existe ônus sobre as contas a receber (por exemplo: garantias), e se existir, se ela foi devidamente divulgada em nota explicativa às demonstrações financeiras. Principais procedimentos: contas a receber Confirmação de contas a receber de clientes Teste de avaliação das contas a receber de clientes Teste do ajuste a valor presente - classificação das contas - inpeção das notas de créditos - existência de ônus sobre contas a receber (garantias) C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Retângulo artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Sublinhar Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 10 de 71 www.exponencialconcursos.com.br As despesas antecipadas normalmente representam o saldo de pagamentos efetuados referentes a serviços ainda não totalmente recebidos. Isto quer dizer que esses pagamentos irão beneficiar um ou mais exercícios sociais seguintes. Os principais procedimentos são: 1) inspecionar a documentação comprobatória da transação (guias de imposto, contratos, apólices de seguro, etc.); 2) analisar a transação e verificar se o saldo diferido representa serviços pagos mas cujos benefícios ainda não foram recebidos; 3) conferir os cálculos da amortização da despesa antecipada. 4) Com relação aos seguros: - comparar o valor da cobertura com o valor dos bens segurados; - confirmar a vigência da apólice de seguros junto à companhia seguradora; - investigar eventuais divergências anormais. Se o estoque for relevante para as demonstrações contábeis, o auditor deve obter evidência de auditoria apropriada e suficiente com relação a existência e as condições do estoque mediante: Principais procedimentos: despesas antecipadas inspecionar a documentação comprobatória da transação analisar a transação e verificar se representa serviços pagos não recebidos conferir os cálculos da amortização da despesa antecipada Seguros comparar valor cobertura x bens segurados confirmar vigência (c/ seguradora) investigar divergências anormais 2.1.1.3- Despesas Antecipadas 2.1.1.4- Estoque C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Retângulo artur Retângulo artur Sublinhar artur Sublinhar artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Retângulo Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 11 de 71 www.exponencialconcursos.com.br Detalhando: Portanto, se a questão perguntar sobre qual procedimento adequado para identificar o estado do estoque, ou mesmo a existência dele, estamos falando do INSPECIONAMENTO. Agora se a pergunta quer saber sobre a integridade e precisão dos registros, ou seja, se os registros estão certinhos, o auditor deve fazer a contagem do estoque. Procedimentos no estoque acompanhamento da contagem física dos estoques, para: avaliar as instruções e os procedimentos da administração para registrar e controlar os resultados da contagem física dos estoques da entidade observar a realização dos procedimentos de contagem pela administração inspecionar o estoque executar testes de contagem execução de procedimentos de auditoria nos registros finais de estoque da entidade para determinar se refletem com precisão os resultados reais da contagem de estoque A observação da contagem pela administração ajuda a fornecer • evidência de que as instruções da administração e os procedimentos de contagem estão adequadamente definidos e implementados • Confiabilidade Inspecionamento do estoque • existência do estoque (embora não necessariamente a sua propriedade) • identificar, por exemplo, estoques obsoletos, danificados ou sem movimentação Execução de testes de contagem • evidência de auditoria quanto à integridade e a precisão desses registros a não ser que seja impraticável C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Retângulo artur Sublinhar Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 12 de 71 www.exponencialconcursos.com.br Quando o auditor OBSERVA a contagem do estoque pela administração, ele também está interessando em obter evidência sobre a confiabilidade deste procedimento, pois afinal é deste procedimento que a administração irá gerar suas afirmações relativas ao estoque (que fazem parte das demonstrações contábeis). Esses procedimentos todos podem servir como teste de controle ou de procedimentos substantivos, dependendo da avaliação de riscos do auditor, da abordagem planejada e dos procedimentos específicos realizados. Por fim, vale destacar que a administração normalmente define os procedimentos, segundo os quais o estoque é contado fisicamente, ao menos uma vez por ano, para servir de base para a elaboração das demonstrações contábeis e, quando aplicável, para determinar a confiabilidade do sistema de controle permanente de estoque da entidade. Se a contagem física dos estoques for realizada em outra data que não a data das demonstrações contábeis, o auditor deve, além dos procedimentos exigidos, executar procedimentos para obter evidência de auditoria de que as variações no estoque entre a data da contagem e a data das demonstrações contábeis estão adequadamente registradas. Quando um sistema de controle permanente de estoque é mantido, a administração pode executar contagens físicas, ou outros testes, para determinar a confiabilidade da informação sobre a quantidade do estoque incluída nesses registros.Assuntos relevantes a serem considerados ao definir os procedimentos de auditoria para obter evidência de auditoria sobre se as variações nas quantidades do estoque entre a data ou datas de contagem e os registros finais de estoque estão apropriadamente registradas incluem: Contagem física dos estoques Data das demonstrações contábeis obter evidência para o período de que as variações no estoque estão adequadamente registradas 2.1.1.4.1- Contagem física dos estoques realizada em data diferente da data das demonstrações contábeis C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Sublinhar artur Sublinhar artur Retângulo artur Sublinhar Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 13 de 71 www.exponencialconcursos.com.br se os registros de controle de estoque permanente estão adequadamente ajustados; confiabilidade nos registros do controle de estoque permanente da entidade; razões das diferenças significativas entre as informações obtidas durante a contagem física e os registros de controle do estoque permanente. Se o auditor não puder estar presente na contagem física dos estoques, devido a imprevistos, ele deve efetuar ou observar algumas contagens físicas, em uma data alternativa, e executar procedimentos de auditoria sobre transações ocorridas entre as duas datas. Se o acompanhamento da contagem física dos estoques for impraticável, o auditor deve aplicar procedimentos alternativos de auditoria para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente com relação à existência e às condições do estoque. Se isso não for possível, o auditor deve modificar a opinião no seu relatório de auditoria, de acordo com a NBC TA 705 que trata das modificações no relatório do auditor, por se tratar de uma limitação de alcance. Isso pode acontecer devido a fatores como a natureza e a localização do estoque, por exemplo, quando o estoque fica em um local que pode apresentar alguma ameaça à segurança do auditor. O assunto de inconveniência geral para o auditor, contudo, não é suficiente para fundamentar a decisão do auditor de que o acompanhamento é impraticável. Além disso, conforme explicado na NBC TA 200, item A48, o assunto de dificuldade, tempo ou custo envolvido, por si só, não constituem base válida para o auditor omitir um procedimento de auditoria para o qual não há alternativa, ou para ficar satisfeito com uma evidência de auditoria que não seja totalmente convincente. Se o estoque custodiado e controlado por terceiros for relevante para as demonstrações contábeis, o auditor deve obter evidência de auditoria apropriada e suficiente com relação à existência e as condições do estoque executando uma ou as duas possibilidades a seguir: 2.1.1.4.2- Quando o acompanhamento da contagem física dos estoques é impraticável 2.1.1.4.3- Estoque Custodiado / controlado por terceiros C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Retângulo artur Sublinhar artur Sublinhar artur Sublinhar artur Retângulo artur Sublinhar artur Sublinhar Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 14 de 71 www.exponencialconcursos.com.br Dependendo das circunstâncias, por exemplo, quando as informações obtidas geram dúvidas quanto à integridade e objetividade do terceiro, o auditor pode considerar apropriado executar outros procedimentos de auditoria substituindo ou acrescentando à confirmação com o terceiro. Exemplos de outros procedimentos de auditoria incluem: acompanhar, ou providenciar para que outro auditor acompanhe a contagem física dos estoques de terceiros, se praticável; obter relatório do outro auditor, ou relatório do auditor do custodiante sobre a adequação do controle interno do terceiro, para se assegurar que o estoque seja devidamente contado e adequadamente protegido; inspecionar a documentação relacionada com o estoque mantido por terceiros, como por exemplo, os recibos de almoxarifado; solicitar confirmação de outras partes, quando o estoque tiver sido penhorado como garantia. Segundo Marcelo Cavalcanti Almeida, em seu livro “Auditoria – Um curso Moderno e Completo, Ed. Atlas, 2010”, temos que as empresas, como parte de sua política, aplicam recursos em títulos e outros direitos, com vários objetivos, dentre eles: i) tornar rentável o excesso temporário de dinheiro em bancos; ii) estabelecer relações satisfatórias com outras empresas; iii) estender as operações por meio da criação de novas empresas; iv) diversificar as operações por meio da formação de novas companhias. Ainda segundo o autor ora citado, estas aplicações são normalmente divididas em: a) instrumentos financeiros de dívidas; Estoque custodiado ou controlado por terceiros, o auditor pode solicitar confirmação do terceiro quanto às quantidades e condições do estoque mantido por esse terceiro em nome da entidade executar inspeção ou outro procedimento de auditoria apropriado nas circunstâncias 2.1.1.5- Investimentos C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Retângulo Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 15 de 71 www.exponencialconcursos.com.br b) instrumentos financeiros de capital; c) investimentos avaliados pelo método de equivalência patrimonial. Não cabe aqui discutir os critérios legais para contabilização desses investimentos, sendo importante, no entanto, entender o objetivo da auditoria nessa área, estabelecendo os procedimentos que devem ser utilizados. O objetivo do exame da conta “investimentos” é verificar o comportamento dos investimentos relevantes realizados pela empresa auditada, sendo os principais procedimentos: - exame documental dos títulos de investimento; - verificação da contabilização do investimento; - avaliação dos investimentos em coligadas e controladas. Os bens do ativo imobilizado normalmente representam uma fatia significativa dos ativos de uma empresa, sendo que estes bens: - têm uma permanência prolongada na companhia; - não são destinados à venda; - são utilizados na manutenção de suas atividades. Estes ativos são contabilizados por todos os custos envolvidos em sua aquisição, instalação ou para pôr em funcionamento. É preciso lembrar que, para o auditor, na aplicação de procedimentos de auditoria na conta Ativo imobilizado, todas as contas relacionadas (custo; depreciação; valor de venda; valor contábil) devem ser consideradas. Vale ressaltar que o CPC 01 determina que a sociedade deve testar para recuperabilidade o valor contábil dos bens do ativo imobilizado, e, quando o valor contábil for superior ao seu valor recuperável, deve ser constituída provisão de perda. Principais procedimentos: Investimentos exame documental dos títulos de investimento verificação da contabilização do investimento avaliação dos investimentos em coligadas e controladas 2.1.1.6- Ativo imobilizado C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er me (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Retângulo artur Retângulo artur Seta Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 16 de 71 www.exponencialconcursos.com.br Os principais procedimentos aplicados são: 1) Verificação da existência física: Aqui é efetuado a inspeção física para obter a constatação da real existência do bem. Além disso, o auditor deve verificar se não existem bens obsoletos ou deteriorados. 2) Teste das aquisições: É verificado os valores gastos na aquisição de bens com os registros. No caso de construção própria, são levados em conta os custos referentes à matéria-prima, mão de obra e gastos gerais de construção. 3) Teste das despesas de manutenção e reparos: É feita a inspeção da documentação comprobatória dos itens selecionados. É importante verificar se os gastos com manutenção e com reparos não aumentam a vida útil do bem e, portanto, devem ser tratados como despesa do ano. 4) Teste das depreciações: É feito o exame documentação e dos registros no intuito de verificar a vida útil, as benfeitorias realizadas, as taxas de depreciação utilizadas, a razoabilidade da classificação da depreciação, etc. 5) Verificação da conta de imobilizações em andamento: É o caso dos ativos imobilizados que se encontram em construção. Deve ser feito a verificação da aplicação dos custos, além da inspeção do plano do projeto, contrato de construção e orçamento de custos com a situação existente. 6) Verificação de propriedade e ônus sobre imóveis: Exame documental das certidões de registros, assim como as certidões negativas (para verificar se existem ônus sobre os imóveis). O grupo do ativo intangível, classificado após o ativo imobilizado, contempla os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive o fundo de comércio adquirido. Exemplos de ativos intangíveis: Software, Patentes, Copyrights, Lista de clientes, Licenças, Franchises, Concessões. Os principais procedimentos adotados pelo auditor são: 1) Verificar se os ativos intangíveis atendem aos critério de reconhecimento e mensuração (CPC 04); 2.1.1.7- Ativo Intangível C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Sublinhar artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Sublinhar artur Retângulo artur Círculo Oval artur Sublinhar Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 17 de 71 www.exponencialconcursos.com.br 2) Verificação da classificação dos ativos em vida útil definida e indefinida; 3) verificação dos valores baixados com a respectiva documentação comprobatória (ver se tem autorização ou aprovação). 4) conferir os cálculos de amortização no período. Antes de darmos início, é importante descrever qual a direção dos testes pelo auditor. Segundo Marcelo Cavalcanti Almeida, em seu livro “Auditoria – Um curso Moderno e Completo, Ed. Atlas, 2010, para o ativo é feita a seguinte direção: Se repararem, os testes secundários têm o mesmo objetivo quando o teste principal é no ATIVO. As contas do passivo são testadas para a subavaliação, ou seja, o auditor está interessado em constatar se todas as dívidas da companhia foram Principais procedimentos: Ativo Intangível Verificar se atendem aos critério de reconhecimento e mensuração classificação dos ativos vida útil definida e indefinida valores baixados com a respectiva documentação comprobatória Conferir os cálculos de amortização no período Testes Secundários Teste PRINCIPAL Passivo sub Ativo sub Passivo super Despesa sub Receita super 2.1.2- Principais procedimentos de auditoria no PASSIVO 2.1.2.1- Obrigações e Empréstimos C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Retângulo artur Retângulo Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 18 de 71 www.exponencialconcursos.com.br devidamente registradas. As obrigações da empresa compreendem normalmente os seguintes grupos de contas: - empréstimos a pagar; - fornecedores a pagar; - IR e contribuição social a pagar; - outros impostos a pagar; - salários a pagar; - provisões; etc. Os principais procedimentos de auditoria são: 1) Inspeção física: Na contagem das contas/títulos a pagar; 2) Recálculo: Dos impostos, juros e dos valores das contas fornecedores, empréstimos, etc. 3) Inspeção documentação: Faturas, notas fiscais, contratos de empréstimos, guias de impostos, livros de impostos, etc. 4) Circularização (confirmação externa): Saldo dos fornecedores, empréstimos a pagar e contas a pagar. O patrimônio líquido representa a parcela dos ativos financiada pelos acionistas, sendo composto pelas contas: - Capital social; Principais procedimentos: Obrigações e empréstimos Inspeção Física Na contagem das contas / títulos a pagar Inspeção Documental Faturas, notas fiscais, contratos de empréstimos, guias de impostos, livros de impostos, etc Recálculo Dos impostos, juros e dos valores das contas fornecedores, empréstimos Circularização Saldo dos fornecedores, empréstimos a pagar e contas a pagar 2.1.3- Principais procedimentos de auditoria no Patrimônio Líquido C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Sublinhar artur Sublinhar artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Círculo Oval artur Retângulo Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 19 de 71 www.exponencialconcursos.com.br - Reserva de capital; - Ajustes de avaliação patrimonial; - Lucros ou prejuízos acumulados; - Ações em tesouraria. A auditoria das contas do patrimônio líquido consiste em o auditor checar as transações que ocorreram durante o período auditado, observando se foram atendidas, principalmente as disposições societárias e estatutárias. Segundo Marcelo Cavalcanti Almeida, em seu livro “Auditoria – Um curso Moderno e Completo, Ed. Atlas, 2010”, os principais procedimentos de auditoria são: Preparar/obter papel de trabalho com as informações das seguintes contas do PL: - saldo no início do período; - ajustes de exercícios anteriores; - subscrições e aumentos do capital social - contribuições para as reservas de capital social - constituições e reversões de ajustes de avaliação patrimonial - lucro ou prejuízo líquido do exercício - dividendos propostos - saldo no fim do período. Conferir o saldo no início do período com os papeis de trabalho da auditoria do ano anterior Ler os livros sociais (atas de reuniões) para comprovar se as transações ocasionaram mutações no patrimônio líquidoforam devidamente aprovadas, e se tem situações que exigem divulgação de notas explicativas (mudança de controle acionário, etc). Revisar a movimentação das contas de capital. Verificar se os ágios de ações/debêntures foram registrados corretamente Verificar os valores da conta Ajuste de Avaliação Patrimonial Certificar-se do valor de reserva legal (5% do LLE, máx 20% do capital social) Conferir o saldo no fim do período com o razão da contabilidade C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Sublinhar Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 20 de 71 www.exponencialconcursos.com.br Listei acima alguns dos principais procedimentos que devem ser adotados pelo auditor, para ser o mais conciso e objetivo possível, mas deixando evidente as atividades que eles desempenharão. Vamos começar explicando os conceitos de fictício e oculto. 1 – Ativo Fictício: Bens e direitos que somente existem nos registros contábeis, mas de fato não constam no patrimônio da empresa. 2 – Passivo Fictício: Obrigações que somente constam nas demonstrações, mas de fato não existem (ou já foram liquidadas). 3 – Ativo Oculto: Bens e direito que existem de fatos, mas não possuem registro nos documentos contábeis. 4 – Passivo Oculto: São obrigações que existem mas não estão contabilizadas nas demonstrações. Ou seja: Registro Contábil Realidade (de fato) Ativo Fictício sim não Passivo Fictício sim não Ativo Oculto não sim Passivo Oculto não sim Sobre a omissão de receitas, este tema é tratado pelo Regulamento do Imposto de Renda (Decreto nº 3000/99), nos artigos 281 a 287 e por isto, vamos aborda-los para destrinchar o entendimento sobre o tema. Logo no início, é dito que se caracteriza como omissão no registro de receita, ressalvada ao contribuinte a prova da improcedência da presunção, a ocorrência das seguintes hipóteses: 3- Presunção de omissão de receitas: ativos ocultos ou fictícios, passivos ocultos ou fictícios, saldo credor na conta caixa, suprimentos não comprovados, diferenças em levantamentos quantitativos por espécie, diferenças em levantamentos econômicos ou financeiros C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Retângulo artur Retângulo artur Retângulo artur Retângulo artur Retângulo artur Retângulo artur Máquina de escrever Ficticio está no papel. artur Máquina de escrever inventado artur Máquina de escrever Oculto é escondido Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 21 de 71 www.exponencialconcursos.com.br O saldo credor de caixa (caixa negativo) é indício lógico de falta de escrituração de receitas. A falta de registro de custos, despesas, pagamento pela aquisição de bens permanentes ou de outro direito admite tal presunção, faz pressupor que este foi efetuado com dinheiro não “oficial”, ou seja, não relacionado na contabilidade. O "passivo fictício" tem seu fundamento na seguinte lógica: pagam-se, por exemplo, duplicatas a fornecedores com dinheiro do "caixa dois". Como não há saldo de caixa (contábil) suficiente, não se procede a baixa porque ocorreria o “estouro do caixa” contábil (saldo credor de caixa). Desta forma, mantém-se o passivo pendente de registro, embora pago, baixando-o quando o caixa contábil apresenta condições. A forma de identificar o passivo fictício mais comumente encontrado nas empresas é comparar o saldo da conta fornecedores, existente na data do balanço, com as duplicatas representativas deste saldo. Pela análise da data da quitação verifica-se a ocorrência ou não de passivo fictício, ou seja, as duplicatas quitadas antes do balanço, ainda pendentes contabilmente, representam passivo fictício, pois só estão no registro contábil e não existe de fato. Suprimentos de Caixa não comprovados Vejamos o que diz o Art. 282: “Art. 282. Provada a omissão de receita, por indícios na escrituração do contribuinte ou qualquer outro elemento de prova, a autoridade tributária poderá arbitrá-la com base no valor dos recursos de caixa fornecidos à empresa por administradores, sócios da sociedade não anônima, titular da empresa individual, ou pelo acionista controlador da companhia, se a efetividade da entrega e a origem dos recursos não forem comprovadamente demonstradas”. Caracteriza-se como omissão no registro de Receita a indicação na escrituração de saldo credor no caixa a falta de escrituração de pagamentos efetuados a manutenção no passivo de obrigações já pagas ou cuja exigibilidade não seja comprovada C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Retângulo artur Sublinhar artur Máquina de escrever aqui não deu baixa. artur Retângulo artur Retângulo artur Retângulo artur Sublinhar Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 22 de 71 www.exponencialconcursos.com.br A presunção de omissão de receita, neste caso, tem seu fundamento na ideia de que o “caixa dois”, suprido por receita omitida da contabilidade, vem abastecer o caixa contábil, quando este necessita de recursos. Assim, simula- se um suprimento do caixa, cuja origem estaria na pessoa do sócio. Quando algum sócio assim proceder, é importante que estes recursos sejam perfeitamente identificáveis, especialmente quanto à origem. Esquematizando, temos: Falta de Emissão de Nota Fiscal Vamos agora ver o Art. 283: “Art. 283. Caracteriza omissão de receita ou de rendimentos, inclusive ganhos de capital, a falta de emissão de nota fiscal, recibo ou documento equivalente, no momento da efetivação das operações de venda de mercadorias, prestação de serviços, operações de alienação de bens móveis, locação de bens móveis e imóveis ou quaisquer outras transações realizadas com bens ou serviços, bem como a sua emissão com valor inferior ao da operação.” Em suma, vendeu e não emitiu nota fiscal (ou nota fiscal com valor menor), caracteriza-se omissão e receita/rendimentos. E qual é o momento desta caracterização? O momento da efetivação da operação (venda, serviço, etc.). Pede-se identificar a falta de emissão de documentos fiscais através do seguinte procedimento: contagem dos valores disponíveis no caixa, em moeda, cheques ou depósitos efetuados no dia; na sequência compara-se tais valores com as Notas Fiscais ou documentos equivalentes emitidos no dia, identificando, assim a falta de emissão destes. Evidentemente, devem ser considerados os Provada omissão de receita Autoridade tributária poderá arbitrar recursos de caixa fornecido à empresa se a efetividade da entrega e a origem dos recursos não forem comprovadame nte demonstradas por indícios na escrituração do contribuinte ou qualquer outro elemento de prova por administradores, sócios da sociedade não anônima, titular da empresa individual, ou pelo acionista controlador da companhia C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au tora is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Sublinhar artur Retângulo artur Sublinhar artur Sublinhar artur Sublinhar artur Sublinhar artur Retângulo artur Retângulo Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 23 de 71 www.exponencialconcursos.com.br saldos de caixa de dias anteriores. Outra forma de comprovar é mediante o exame de duplicatas cobradas, em carteira ou em cobrança bancária sem respaldo equivalente em notas fiscais. Levantamento Quantitativo por Espécie Vamos agora ver o Art. 286: “Art. 286. A omissão de receita poderá, também, ser determinada a partir de levantamento por espécie de quantidade de matérias-primas e produtos intermediários utilizados no processo produtivo da pessoa jurídica. § 1º Para os fins deste artigo, apurar-se-á a diferença, positiva ou negativa, entre a soma das quantidades de produtos em estoque no início do período com a quantidade de produtos fabricados com as matérias-primas e produtos intermediários utilizados e a soma das quantidades de produtos cuja venda houver sido registrada na escrituração contábil da empresa com as quantidades em estoque, no final do período de apuração, constantes do Livro de Inventário. Ou seja, se considerar o estoque inicial, somando a quantidade de produtos fabricados/comprados e descontar a quantidade de produtos vendidos, chega- se no estoque final que deve ser comparado com o constante no Livro de Inventário, com o intuito de detectar qualquer diferença existente. A diferença de controle quantitativo ocorre quando o controle de estoques (se houver) acusar diferenças. Por exemplo: comprou-se 200 unidades da mercadoria Y, vendeu-se 80, mas no estoque estão apenas 10. A diferença tributável é de 200 - 80 - 10 = 110, que é a quantidade que “sumiu” do estoque sem o registro oficial da venda. Depósitos Bancários Por fim, chegamos no Art. 287. Vejamos: “Art. 287. Caracterizam-se também como omissão de receita os valores creditados em conta de depósito ou de investimento mantida junto a instituição financeira, em relação aos quais o titular, pessoa jurídica, regularmente intimado, não comprove, mediante documentação hábil e idônea, a origem dos recursos utilizados nessas operações. ” C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . artur Retângulo artur Sublinhar artur Retângulo artur Retângulo artur Retângulo artur Lápis artur Retângulo artur Sublinhar artur Retângulo artur Retângulo Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 24 de 71 www.exponencialconcursos.com.br A situação mais comum é a existência de contas bancárias não contabilizadas, em nome da pessoa jurídica. Como não estão registrados, os valores de depósitos ou créditos nas respectivas contas dificilmente podem ter sua origem comprovada. Daí a presunção de omissão de receita. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 25 de 71 www.exponencialconcursos.com.br 1- (FCC / Agente da DPE-SP – Contador / 2013) Em um teste para avaliar se há superavaliação, o Auditor deve a) conferir e inspecionar lançamentos em contas similares no livro razão. b) conferir a composição e o histórico dos lançamentos contábeis referentes ao registro inicial. c) partir do valor total do registro e conferir a soma dos registros intermediários. d) verificar a inclusão do valor total do registro inicial no registro final. e) partir do valor registrado no livro razão e comparar com o documento-suporte da transação. Resolução: Em suma, os testes de superavaliação são dirigidos principalmente para as contas de natureza devedoras (ativo e despesa), e conferir o valor registrado com a documentação que deu base para este registro, portanto, gabarito alternativa E. Gabarito: E 2- (FCC / Agente da DPE-SP – Contador / 2013) A contagem de caixa e a comparação com o saldo final no livro razão, é exemplo de a) mecanismo de avaliação econômica de ativos. b) confronto dos ativos com os seus registros. c) teste de cumprimento de normas internas. d) controle de procedimentos de avaliação. e) mecanismo de avaliação de rotinas. Resolução: Contagem de caixa = procedimento aplicado na conta caixa, Ativo Circulante. Comparação saldo final contagem caixa x livro razão = verificação do registro, logo, o gabarito não poderia ser outro se não o “confronto dos ativos com os seus registros”. Gabarito: B 3- (FCC / Analista Judiciário – Contabilidade TRE-SP / 2012) A Cia. Industrial Rio Branco, empresa estatal dependente, adquiriu uma máquina para utilização em suas atividades operacionais no primeiro dia útil do mês de janeiro de 2001 pelo valor de R$ 3.750.000,00, que foram pagas em três (3) parcelas 4- Questões comentadas C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 26 de 71 www.exponencialconcursos.com.br iguais e sucessivas de R$ 1.250.000,00 nos meses de fevereiro, março e abril do mesmo ano-calendário. A vida útil da máquina foi estimada em 10 anos e não houve previsão de valor residual. A companhia começou a utilizar a máquina em suas atividades operacionais imediatamente após a aquisição e utiliza o método linear para a depreciação de seus ativos. Ao examinar os registros contábeis da depreciação da referida máquina, o auditor terceirizado verificou que, no ano calendário de 2011, haviam sido lançado despesas de depreciação no valor de R$ 125.000,00. Tendo em vista esse fato, em relação ao exercício de 2011, o auditor, agindo corretamente, a) concluiu que os lançamentos relativos à depreciação estavam corretos. b) solicitou o estorno parcial da despesa de depreciação para reduzi-la em R$ 31.250,00. c) solicitou o estorno parcial da despesa de depreciação para reduzi-la em R$ 62.500,00. d) solicitou o estorno parcial da despesa de depreciação para reduzi-la em R$ 93.750,00. e) solicitou o estorno total da despesa de depreciação no exercício. Resolução: O enunciado da questão afirma que a vida útil da máquina é de 10 anos, sendo que a sua utilização começou junto com a sua aquisição (que foi em janeiro de 2001. Sendo assim, no exercício de 2011, a máquina já está totalmente depreciada, não sendo devido nenhum lançamento de despesa de depreciação, por isso é necessário que o auditor solicite a empresa que estorne todo este valor (R$ 125.000,00), o que torna o gabarito da questão a alternativa E. Vale ressaltar que a depreciação é dada a partir da data da utilização do bem, independentemente de quando foi efetuado o seu pagamento. Gabarito: E. 4- (FCC / Auditor Fiscal Tributário Municipal SP / 2012) A empresa Control Service S.A. foi constituída em novembro de 2011. Como é uma empresa de altatecnologia imediatamente fechou dez contratos para pagamentos em três parcelas, com vencimento da primeira parcela para 30 de janeiro de 2012, no valor de R$ 24.000.000,00. Seus contratantes, com o objetivo de prestar contas a matriz, da utilização do orçamento previsto para 2011 solicitaram que a empresa Control faturasse 100% das parcelas em dezembro de 2011. O cronograma da prestação dos serviços estava previsto para ser executado em 12 meses, a iniciar em 01 de janeiro de 2012. Dessa forma, para que o auditor externo valide as demonstrações financeiras de 2011, a empresa deverá registrar o fato a: C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 27 de 71 www.exponencialconcursos.com.br a) D Bancos / C Receita de Vendas R$ 24.000.000,00 b) D Banco / C Ajustes Patrimoniais R$ 24.000.000,00 c) D Bancos R$ 24.000.000,00 / C Receitas de Vendas R$ 1.000.000,00 e C Receitas de Vendas Diferidas R$ 23.000.000,00 d) D Bancos / C Adiantamento de clientes 24.000.000,00 e) D Bancos R$ 24.000.000,00 / C Receitas de Vendas R$ 8.000.000,00 e C Receitas de Vendas Diferidas R$ 16.000.000,00. Resolução: Antes de resolver esta questão, gostaria de salientar que o conteúdo abordado é de contabilidade (e não de auditoria), embora conste na prova classificado na parte de auditoria. Como a empresa solicitou que 100% das parcelas fossem faturadas em dezembro de 2011, ela realizou um adiantamento neste valor, no total de R$ 24.000.000,00. O adiantamento de clientes será lançado na Control do seguinte modo: D - Bancos 24.000.000,00 C - Adiantamento de clientes 24.000.000,00 A receita deverá ser reconhecida pelo regime de competência, conforme os serviços sejam prestados (que, de acordo com o enunciado, é a partir de janeiro de 2012). Portanto, as demonstrações contábeis de 2011 devem estar conforme expostos acima, o que torna o gabarito da questão a alternativa D. Gabarito: D 5- (FCC / Analista Judiciário – Contabilidade TRF 2ª / 2012) Na auditoria das contas de patrimônio líquido de uma empresa estruturada sob a forma de uma sociedade por ações, o profissional encarregado do trabalho obteve as seguintes informações sobre a constituição da reserva legal no exercício encerrado em 31-12-2011: Lucro líquido do exercício R$ 500.000,00 Saldo da Reserva Legal em 31-12-2010 R$ 220.000,00 Saldo da conta Capital Social (totalmente integralizado)R$ 1.200.000,00 Saldo da conta Prejuízos Acumulados R$ 50.000,00 Com base nessas informações, ao efetuar a conferência dos cálculos sobre o valor acrescido à reserva legal no exercício, o auditor constatou que o mesmo estava incorreto. Procedeu à recomendação da retificação do valor contabilizado para o valor correto que, em R$, era a) 20.000,00 C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 28 de 71 www.exponencialconcursos.com.br b) 22.500,00 c) 23.750,00 d) 25.000,00 e) 21.250,00 Resolução: Quais são as regras para a Reserva Legal? 5% do Lucro Líquido do Exercício (LLE) e 20% do Capital Social (CS). Neste caso, 5% do LLE = 20mil e 20% do CS = 240mil. Simples né? Qual a pegadinha? Veja que como já tem 220mil de reserva legal, a empresa só poderá fazer mais 20mil de reserva legal. Gabarito: A 6- (FCC / Analista Judiciário Contabilidade – TRT 6ª / 2012) No processo de auditoria do ativo imobilizado da empresa Cracatua S.A. o auditor evidenciou que havia uma perda de valor recuperável de R$ 100.000,00, na principal unidade de negócios da empresa. Considerando que a empresa, no ano anterior, já havia contabilizado R$ 150.000,00 como perda de valor recuperável na mesma unidade de negócios e que referido ativo possui reavaliação de R$ 300.000,00, o lançamento para escrituração a ser recomendado pela auditoria é: a) D: Ativo Imobilizado; C: Receita com Valor Recuperável b) D: Despesa – Perda de Valor Recuperável; C: Ativo Imobilizado – Perda de Valor Recuperável c) D: Ativo Imobilizado – Perda de Valor Recuperável; C: Receita com Valor Recuperável d) D: Patrimônio Líquido – Reserva de Reavaliação – Perda de Valor Recuperável Ativo Imobilizado; C: Ativo Imobilizado – Reavaliação – Perda de Valor Recuperável e) D: Ativo Imobilizado – Reavaliação – Perda de Valor Recuperáveis; C: Patrimônio Líquido – Reserva de Reavaliação – Perda de Valor Recuperável Resolução: Conhecimento mais contábil do que de auditoria. Vamos lá: “CPC 01. 60. A perda por desvalorização do ativo deve ser reconhecida imediatamente na demonstração do resultado, a menos que o ativo tenha sido reavaliado. Qualquer desvalorização de ativo reavaliado deve ser tratada como diminuição do saldo da reavaliação. Ou seja: C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 29 de 71 www.exponencialconcursos.com.br (...) Lançamento para perda por desvalorização de ativo reavaliado: D - Reserva de Reavaliação (Patrimônio Líquido) C - Perda de Valor Recuperável (Ativo Imobilizado)” Gabarito: D 7- (FCC / Auditor Infraero / 2011) Nos procedimentos de auditoria independente da Cia. ABC foram constatadas as seguintes incorreções pelo auditor: I. O saldo da conta Bancos C/Movimento estava superior em R$ 2.250,00 ao saldo do extrato bancário em virtude do não registro contábil de despesas de juros nesse montante cobradas pela instituição financeira. II. Na conta de Estoques, não deram baixa do custo de mercadorias vendidas decorrentes de uma venda, esta contabilizada corretamente, de R$ 120.000,00, cujo lucro bruto correspondeu a 9/10 desse valor. III. Na conta de Duplicatas a Receber, constava uma duplicata de R$ 8.000,00, que já tinha sido recebida pela companhia. IV. Na conta de Imposto de Renda a Recolher estava contabilizado um valor de R$ 10.000,00, quando, na realidade, o valor correto seria R$ 9.500,00, já que o contador da companhia não tinha considerado um incentivo fiscal de dedução do imposto. Em consequência desses erros, o auditor concluiu que o lucro contábil da companhia estava superestimado na importância equivalente, em R$, a a) 14.450,00. b) 13.750,00. c) 12.850,00. d) 6.450,00. e) 5.750,00. Resolução: Item I: despesa 2250 (-) Item II: cmv 12000 (-) Item III: não envolve conta do resultado Item IV: IR 500 (+) Portanto, 500 – 2250 – 120000 = -13750. Gabarito: B C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 30 de 71 www.exponencialconcursos.com.br 8- (FCC / TécnicoSuperior em Análise Contábil PGE RJ / 2009) O auditor, ao avaliar as provisões para processos judiciais decorrentes de ações trabalhistas existentes contra a empresa, constatou que foi efetuada classificação errônea de dois processos. Ao invés de os processos terem sido considerados como possíveis de perda foram classificados como remoto. Nesse caso, a) tanto a provisão no passivo, quanto à provisão no resultado estão subavaliadas. b) a provisão no passivo está superavaliada e a provisão no resultado está subavaliada. c) tanto a provisão no passivo, quanto à provisão no resultado estão superavaliadas. d) a provisão está correta, por não serem base para a provisão os processos considerados possíveis de perda. e) a provisão no passivo está subavaliada e a provisão no resultado está superavaliada. Resolução: Quando se classifica como remoto, a empresa não precisa fazer a provisão, mas quando se classifica como possíveis, precisa. Portanto, as contas do passivo (e resultado) estão subavaliadas. Gabarito: A 9- (FCC / Agente Fiscal de Rendas SP / 2009) O auditor externo está realizando auditoria em uma empresa do setor industrial, na área de ativo imobilizado. Ao analisar os parâmetros do sistema de cálculo da depreciação da conta Móveis e Utensílios do Escritório Administrativo, constata que a taxa de depreciação, que deveria ser de 5% ao ano, foi cadastrada como 10% ao ano. Dessa forma, o auditor pode concluir que: a) a conta de Estoque de Produtos Acabados, no período, está subavaliada. b) a conta de Depreciação Acumulada, no período, está subavaliada. c) a Despesa de Depreciação, no período, está superavaliada. d) a Depreciação Acumulada está com o saldo acumulado correto. e) o Custo das Mercadorias Vendidas está superavaliado. Resolução: Depreciou mais do que o podia, logo, está superavaliada. Gabarito: C C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 31 de 71 www.exponencialconcursos.com.br 10- (FCC / Analista Judiciário Auditor – TJ PI / 2009) Pode ocorrer saldo credor das disponibilidades de uma pessoa jurídica se a) o volume de compras for maior que o volume de vendas à vista. b) ocorreu omissão de registro de vendas já recebidas. c) o volume de compras for maior que o volume de vendas a prazo. d) as receitas de vendas forem menores do que o custo das mercadorias ou produtos vendidos. e) ocorreu omissão do registro de vendas ainda não recebidas. Resolução: Conforme princípio da competência, as demonstrações contábeis não têm erro com eventual “falha de caixa” ou dessincronizarão entre vendas e compras (receitas e despesas). Para a conta de natureza devedora estar com saldo credor, quer dizer que foi lançado a parte da conta credora (despesa) mas não na conta devedora (disponibilidades), logo, seria omissão de vendas recebidas. Gabarito: B 11- (FCC / Analista Judiciário Auditor – TJ PI / 2009) Um auditor constatou, no decurso de seus trabalhos, que várias obrigações com terceiros da companhia auditada já tinham sido quitadas, mas seu valor ainda constava do balanço patrimonial da entidade. Esse tipo de erro ou fraude é denominado a) Passivo a descoberto. b) Ativo Oculto. c) Passivo Real. d) Ativo Nominal. e) Passivo Fictício. Resolução: Quando o livro contábil tem algo que de fato não existe, é o caso do “fictício”. Quando o livro contábil NÃO TEM algo que de fato existe, é o caso do “oculto”. Vejamos as seguintes definições: 1 – Ativo Fictício: Bens e direitos que somente existem nos registros contábeis, mas de fato não constam no patrimônio da empresa. 2 – Passivo Fictício: Obrigações que somente constam nas demonstrações, mas de fato não existem (ou já foram liquidadas). 3 – Ativo Oculto: Bens e direito que existem de fatos, mas não possuem registro nos documentos contábeis. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 32 de 71 www.exponencialconcursos.com.br 4 – Passivo Oculto: São obrigações que existem, mas não estão contabilizadas nas demonstrações. Quando falamos em Oculto, estamos falando de algo que existe de fato, mas não tem registro contábil. Veja que quando se fala em Fictício, estamos falando em algo que NÃO existe de fato, mas tem registro, que é o caso do enunciado, chegando na alternativa E, gabarito da questão. Gabarito: E. 12- (FCC / Auditor TCE SP / 2008) A empresa Avançada S.A. contratou empréstimo no exterior em banco que atende a sua matriz. O valor do empréstimo foi de US$ 1.000.000,00, sendo os recursos liberados em 01-10- 2007, data em que foi feita a conversão para reais. Naquele momento, o US$, em relação ao R$, estava cotado em R$ 1,76. Em 30-10-2007, a cotação era de R$ 1,70 e a empresa não registrou a variação cambial, alegando atender ao princípio do conservadorismo. Com relação a esse procedimento, é correto afirmar que a) o saldo da conta variação monetária ativa está subavaliado. b) o saldo da conta de empréstimos está superavaliado. c) a empresa está correta atendendo ao princípio do conservadorismo. d) o resultado do período está menor do que o que deveria. e) não há efeito na demonstração, visto que os valores são registrados em reais. Resolução: Como não foi feita a reavaliação da conta empréstimo para menos (já que o câmbio variou de 1,76 para 1,70), a conta empréstimos está SUPERavaliada (maior do que deveria estar). Gabarito: B 13- (FCC / Analista Tecnico de controle externo – Obras Públicas TCE AM / 2008) O auditor externo ao realizar procedimento de conferência dos valores de depreciação, calculados sobre o imobilizado da empresa, constata que o cálculo estava incorreto, tendo sido utilizado taxa menor do que a permitida. Nesse caso, o saldo da conta de a) Imobilizado está subavaliado. b) Custo das Mercadorias Vendidas está superavaliado. c) Estoques de Produtos Acabados está superavaliado. d) Depreciação Acumulada está subavaliado. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 33 de 71 www.exponencialconcursos.com.br e) Despesa de Depreciação está superavaliado. Resolução: Se depreciou MENOS do que permitia, o resultado ficou MAIOR assim como a conta Ativo Imobilizado (contas superavaliadas). Logo, a conta depreciação acumulada está subavaliada (deveria estar maior, já que seria maior a depreciação). Gabarito: D 14- (FCC / Agente Fiscal De Rendas SP / 2006) O auditor, ao inspecionar a conta corrente que a companhia auditada mantinha junto ao Banco União S/A, verificou que o valor constante no extrato bancário e o saldo da respectiva conta no livro Razão eram divergentes. Aprofundando seu exame, constatou: I. Dois cheques emitidos pela entidade, no valor total de R$ 2.500,00, não haviam sido descontados junto à instituição financeira. II. O banco havia cobrado taxas e comissões sobreseus serviços no valor de R$ 980,00, fatos não contabilizados na entidade. III. O banco devolveu uma duplicata descontada de emissão da companhia no valor de R$ 3.050,00, em virtude de não-pagamento, fato não contabilizado na entidade. IV. O banco cobrou juros de R$ 2.020,00 sobre um empréstimo à companhia, ainda não-quitado, sendo que esta não o contabilizou desrespeitando, portanto, o princípio da competência. Se o extrato bancário, antes da reconciliação, indicava um saldo credor de R$ 3.200,00, o saldo devedor da conta corrente no livro Razão, antes da reconciliação, correspondia, em reais, a a) 8.200,00 b) 6.750,00 c) 6.050,00 d) 3.750,00 e) 700,00 Resolução: Trata-se de uma atividade de conciliação bancária. Vamos aos efeitos item a item: Item I – Livro razão (-2500 em relação ao banco) Item II – Banco (-980 em relação ao livro razão) Item III – Banco (-3050 em relação ao livro razão) Item IV – Banco (-2020 em relação ao livro razão) C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 34 de 71 www.exponencialconcursos.com.br Como a pergunta é sobre o Livro Razão, precisamos somar os items II, III, IV e diminuir o item I: R$ 3200 – 2500 + 980 + 3050 + 2020 = 6750. Gabarito: B 15- (FCC / Agente Fiscal De Rendas SP / 2006) Uma auditoria independente efetuada na Cia. Gomes Carvalho constatou: I. Uma máquina que sofreu um acréscimo patrimonial de R$ 50.000,00, em função de uma reavaliação aprovada pela assembleia geral, foi depreciada em 10% no final do exercício, sem que fosse efetuada a correspondente baixa na reserva de reavaliação contra a conta de Lucros Acumulados. II. Uma aplicação financeira de R$ 100.000,00 em um CDB de 90 dias, com vencimento em 30 de janeiro do ano-calendário seguinte, cujo rendimento prefixado era de R$ 4.500,00, não tivera parte dessa receita apropriada no exercício, em desacordo com o princípio da competência. III. Uma venda à vista efetuada nos últimos dias do ano no valor de R$ 25.000,00, com custo de mercadoria vendida de R$ 15.000,00, não havia sido contabilizada, sendo que os impostos e contribuições sobre o lucro da companhia são cobrados à alíquota de 30%. No balanço patrimonial da companhia, que adota o sistema de inventário permanente, em decorrência dos ajustes feitos pela auditoria, houve um aumento do a) Resultado do Exercício em R$ 4.500,00. b) Ativo Circulante em R$ 13.000,00. c) Ativo Circulante em R$ 8.500,00. d) Passivo Circulante em R$ 7.000,00. e) Resultado do Exercício em R$ 13.500,00. Resolução: O imóvel foi reavaliado, aumentou seu valor em 50.000, mas o contador esqueceu de depreciar esse "extra" pela taxa de 10% ao ano. I) D: Lucros Acumulados / C: Reserva de Reavaliação 5.000 O auditor está auditando algum período de 30/12/X1. Se o rendimento é de 90 dias e vai até 30/01/X2, então é porque já se passaram 2 meses, devendo ser contabilizado tais meses (princ. da competência): II) D: BCM / C: Juros Ativos 3.000 Contabilizando as vendas e o CVM: C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 35 de 71 www.exponencialconcursos.com.br III) D: CMV / C: Mercadorias 15.000 D: Caixa / C: Vendas 25.000 No resultado (DRE) teremos: LL = (25.000 - 15.000) x 0,7 = 7.000 Agora é só analisar as alternativas. A "B" está correta porque temos as seguintes alterações no AC baseado nos lançamentos acima: AC = +3.000 (BCM) + 25.000 (Caixa) - 15.000 (Mercadorias) = 13.000 Gabarito: B 16- (FCC / Agente Fiscal de Rendas SP / 2006) Na auditoria da Demonstração de Resultado do Exercício de uma companhia, foi constatado pelo auditor: I. Um prêmio de seguro pago no dia 1o de julho do exercício, no valor de R$ 84.000,00, com vigência de dois anos, a partir dessa data, foi lançado integralmente como despesa. II. Duplicatas aceitas por uma empresa cliente no valor de R$ 30.000,00, com pagamento atrasado em mais de dez meses, sem perspectiva nenhuma de recebimento, que estão classificadas no ativo circulante da companhia auditada. III. A depreciação de um imóvel da companhia adquirido por R$ 500.000,00, com vida útil estimada de 25 anos, não tinha sido contabilizada. Em função dos ajustes corretamente efetuados pelo auditor, o resultado do exercício a) aumentou em R$ 13.000,00. b) aumentou em R$ 3.000,00. c) ficou inalterado. d) diminuiu em R$ 9.000,00. e) diminuiu em R$ 29.000,00. Resolução: Item I – Reverter despesa: 3/4 x 84mil = +63mil Item II – Despesa (PDD) = -30mil Item III – Despesa (depreciação) = -20mil Ajustando a DRE, teremos +63 – 30 – 20 = +13mil, alternativa A. Gabarito: A C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 36 de 71 www.exponencialconcursos.com.br 17- (FCC /Auditor Fiscal BA / 2004) Há diversos pressupostos legais de sonegação de receita pelo desvio, por uma entidade, de recursos por omissão de receitas tributáveis, que se exteriorizam quando a infratora necessita aplicar parcelas dos recursos, assim desviados, por exigências do giro dos seus próprios negócios. Passa a existir, nessas condições, dois caixas: um oficial, no qual circulam valores correspondentes às operações regulares, contabilizadas, portanto, e outro que compreende os valores sonegados, vulgarmente denominado "caixa dois", mesmo que inexista controle extracontábil para este. Cabe ao Auditor Fiscal, no exercício da fiscalização de uma empresa, detectar a exteriorização de tais irregularidades, dentre as quais destacam-se as denominadas: I. Estouro de Caixa dissimulado; II. Simulação de Suprimentos de Caixa; III. Despesas Pagas Não Contabilizadas; IV. Passivo Fictício; V. Ativos Não Contabilizados. Como pode ser percebido, todas essas irregularidades decorrem de insuficiência de saldo de caixa para atender desembolsos, efetivamente ocorridos, sem que esteja esclarecida a origem do numerário que lhes deu suporte. Tais situações exigem que o Auditor Fiscal intime a empresa sob fiscalização para que comprove a origem do numerário utilizado em tais aplicações. Caso o contribuinte não logre atendê-la, indicando os recursos já tributados, isentos ou tributados exclusivamente na fonte, que dêem suporte a tais ocorrências, será autuado por sonegação de receita. Atenção: Cada uma das alternativas a seguir indica sinais que permitem identificar uma dessas irregularidades. Assinale a qual dos incisos o sinal se prestaria. Empréstimos recorrentes em conta-corrente específica com saldo crescentes: a) estouro de caixa dissimulado. b) passivo fictício. c) despesas pagas não contabilizadas. d) simulação de suprimentos de caixa. e) ativo não contabilizados. Resolução: Empréstimos recorrentes em conta-corrente específica com saldos crescentes significa que a empresa vem utilizando uma conta específica de empréstimos(com contra-partida no caixa da empresa) de forma que cada vez mais o saldo desta conta (passivo) está sendo aumentado. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 37 de 71 www.exponencialconcursos.com.br Veja que quando temos uma concentração grande de empréstimo em uma conta e ele é crescente, PODE ser que a empresa esteja simulando o suprimento de caixa (que não está acontecendo, de fato), de forma que seja evitado o surgimento de saldo credor na conta caixa. Desta forma, a empresa estaria efetuando um passivo fictício (já que este empréstimo, de fato, não existe) e estaria simulando o suprimento de caixa, ou seja, a questão possui duas alternativas corretas: B e D. No entanto, como o “suprimento de caixa não comprovado” é uma espécie do gênero passivo fictício, a alternativa D foi considerada o gabarito da questão pela banca, por ser mais específica. Gabarito: D 18- (FCC /Auditor Fiscal BA / 2004) Há diversos pressupostos legais de sonegação de receita pelo desvio, por uma entidade, de recursos por omissão de receitas tributáveis, que se exteriorizam quando a infratora necessita aplicar parcelas dos recursos, assim desviados, por exigências do giro dos seus próprios negócios. Passa a existir, nessas condições, dois caixas: um oficial, no qual circulam valores correspondentes às operações regulares, contabilizadas, portanto, e outro que compreende os valores sonegados, vulgarmente denominado "caixa dois", mesmo que inexista controle extracontábil para este. Cabe ao Auditor Fiscal, no exercício da fiscalização de uma empresa, detectar a exteriorização de tais irregularidades, dentre as quais destacam-se as denominadas: I. Estouro de Caixa dissimulado; II. Simulação de Suprimentos de Caixa; III. Despesas Pagas Não Contabilizadas; IV. Passivo Fictício; V. Ativos Não Contabilizados. Como pode ser percebido, todas essas irregularidades decorrem de insuficiência de saldo de caixa para atender desembolsos, efetivamente ocorridos, sem que esteja esclarecida a origem do numerário que lhes deu suporte. Tais situações exigem que o Auditor Fiscal intime a empresa sob fiscalização para que comprove a origem do numerário utilizado em tais aplicações. Caso o contribuinte não logre atendê-la, indicando os recursos já tributados, isentos ou tributados exclusivamente na fonte, que dêem suporte a tais ocorrências, será autuado por sonegação de receita. Atenção: Cada uma das alternativas a seguir indica sinais que permitem identificar uma dessas irregularidades. Assinale a qual dos incisos o sinal se prestaria. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 38 de 71 www.exponencialconcursos.com.br Duplicata quitada em período subseqüente ao da sua emissão, que não consta como pendente do exercício de sua emissão: a) estouro de caixa dissimulado b) simulação de suprimento de caixa c) despesas pagas não contabilizadas d) ativos não contabilizados e) passivo fictício Resolução: Vamos analisar a alternativa, dividindo a afirmação em duas partes: “Duplicata quitada em período subseqüente ao da sua emissão ok. que não consta como pendente do exercício de sua emissão” ???? Veja que a empresa quitou uma duplicata que, de fato, não existia (pois não constava como pendente no período em que supostamente foi emitida). Sendo assim, trata-se de um passivo fictício, sendo a alternativa “E” o gabarito da questão. Gabarito: E 19- (FCC /Auditor Fiscal BA / 2004) Há diversos pressupostos legais de sonegação de receita pelo desvio, por uma entidade, de recursos por omissão de receitas tributáveis, que se exteriorizam quando a infratora necessita aplicar parcelas dos recursos, assim desviados, por exigências do giro dos seus próprios negócios. Passa a existir, nessas condições, dois caixas: um oficial, no qual circulam valores correspondentes às operações regulares, contabilizadas, portanto, e outro que compreende os valores sonegados, vulgarmente denominado "caixa dois", mesmo que inexista controle extracontábil para este. Cabe ao Auditor Fiscal, no exercício da fiscalização de uma empresa, detectar a exteriorização de tais irregularidades, dentre as quais destacam-se as denominadas: I. Estouro de Caixa dissimulado; II. Simulação de Suprimentos de Caixa; III. Despesas Pagas Não Contabilizadas; IV. Passivo Fictício; V. Ativos Não Contabilizados. Como pode ser percebido, todas essas irregularidades decorrem de insuficiência de saldo de caixa para atender desembolsos, efetivamente ocorridos, sem que esteja esclarecida a origem do numerário que lhes deu suporte. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 39 de 71 www.exponencialconcursos.com.br Tais situações exigem que o Auditor Fiscal intime a empresa sob fiscalização para que comprove a origem do numerário utilizado em tais aplicações. Caso o contribuinte não logre atendê-la, indicando os recursos já tributados, isentos ou tributados exclusivamente na fonte, que dêem suporte a tais ocorrências, será autuado por sonegação de receita. Atenção: Cada uma das alternativas a seguir indica sinais que permitem identificar uma dessas irregularidades. Assinale a qual dos incisos o sinal se prestaria. Duplicata a receber baixada em data anterior à do efetivo recebimento: a) simulação de suprimentos de caixa. b) estouro de caixa dissimulado. c) despesas pagas não contabilizadas. d) passivo fictício. e) ativos não contabilizados. Resolução: A alternativa “A” se refere aos casos de empréstimos e aportes de capital não comprovado. A alternativa “C” e “D” não tem relação ao caso hora em análise, tendo em vista que se trata de um direito (duplicatas a receber) com contrapartida na conta caixa (ativo). A alternativa “E” fala de ativo não contabilizado, no entanto, o ativo estava contabilizado, sendo que o que ocorreu foi a simulação de seu recebimento em período anterior do que efetivamente aconteceu. Assim, podemos concluir que a empresa, ao baixar uma duplicata a receber em período anterior ao de efetivo recebimento está dissimulando o estouro de caixa, ou seja, está tentando disfarçá-lo (ou esconde-lo). Gabarito: B 20- (FCC /Auditor Fiscal BA / 2004) Há diversos pressupostos legais de sonegação de receita pelo desvio, por uma entidade, de recursos por omissão de receitas tributáveis, que se exteriorizam quando a infratora necessita aplicar parcelas dos recursos, assim desviados, por exigências do giro dos seus próprios negócios. Passa a existir, nessas condições, dois caixas: um oficial, no qual circulam valores correspondentes às operações regulares, contabilizadas, portanto, e outro que compreende os valores sonegados, vulgarmente denominado "caixa dois", mesmo que inexista controle extracontábil para este. Cabe ao Auditor Fiscal, noexercício da fiscalização de uma empresa, detectar a exteriorização de tais irregularidades, dentre as quais destacam-se as denominadas: C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 40 de 71 www.exponencialconcursos.com.br I. Estouro de Caixa dissimulado; II. Simulação de Suprimentos de Caixa; III. Despesas Pagas Não Contabilizadas; IV. Passivo Fictício; V. Ativos Não Contabilizados. Como pode ser percebido, todas essas irregularidades decorrem de insuficiência de saldo de caixa para atender desembolsos, efetivamente ocorridos, sem que esteja esclarecida a origem do numerário que lhes deu suporte. Tais situações exigem que o Auditor Fiscal intime a empresa sob fiscalização para que comprove a origem do numerário utilizado em tais aplicações. Caso o contribuinte não logre atendê-la, indicando os recursos já tributados, isentos ou tributados exclusivamente na fonte, que dêem suporte a tais ocorrências, será autuado por sonegação de receita. Atenção: Cada uma das alternativas a seguir indica sinais que permitem identificar uma dessas irregularidades. Assinale a qual dos incisos o sinal se prestaria. Folha de pagamento paga mas sem registro: a) estouro de caixa dissimulado b) simulação de suprimento de caixa c) despesas pagas não contabilizadas d) passivo fictício e) ativos não contabilizados Resolução: A alternativa afirma que foi feito o pagamento da folha de pagamento (despesa) que não estava contabilizada (sem registro). Sendo assim, temos uma despesa paga não contabilizada. Gabarito: C 21- (FCC /Auditor Fiscal BA / 2004) Há diversos pressupostos legais de sonegação de receita pelo desvio, por uma entidade, de recursos por omissão de receitas tributáveis, que se exteriorizam quando a infratora necessita aplicar parcelas dos recursos, assim desviados, por exigências do giro dos seus próprios negócios. Passa a existir, nessas condições, dois caixas: um oficial, no qual circulam valores correspondentes às operações regulares, contabilizadas, portanto, e outro que compreende os valores sonegados, vulgarmente denominado "caixa dois", mesmo que inexista controle extracontábil para este. Cabe ao Auditor Fiscal, no exercício da fiscalização de uma empresa, detectar a C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 41 de 71 www.exponencialconcursos.com.br exteriorização de tais irregularidades, dentre as quais destacam-se as denominadas: I. Estouro de Caixa dissimulado; II. Simulação de Suprimentos de Caixa; III. Despesas Pagas Não Contabilizadas; IV. Passivo Fictício; V. Ativos Não Contabilizados. Como pode ser percebido, todas essas irregularidades decorrem de insuficiência de saldo de caixa para atender desembolsos, efetivamente ocorridos, sem que esteja esclarecida a origem do numerário que lhes deu suporte. Tais situações exigem que o Auditor Fiscal intime a empresa sob fiscalização para que comprove a origem do numerário utilizado em tais aplicações. Caso o contribuinte não logre atendê-la, indicando os recursos já tributados, isentos ou tributados exclusivamente na fonte, que dêem suporte a tais ocorrências, será autuado por sonegação de receita. Atenção: Cada uma das alternativas a seguir indica sinais que permitem identificar uma dessas irregularidades. Assinale a qual dos incisos o sinal se prestaria. Existência física mas sem registro contábil: a) estouro de caixa dissimulado b) simulação de suprimento de caixa c) despesas pagas não contabilizadas d) ativos não contabilizados e) passivo fictício Resolução: A existência física sem a existência contábil é um caso de ativo oculto (não contabilizado). As outras alternativas não são aplicáveis ao caso. Gabarito: D 22- (FGV - Prefeitura de Cuiabá - MT / Auditor Fiscal Tributário da Receita Municipal / 2016) Um auditor precisa avaliar os estoques de entidade auditada. As opções a seguir apresentam possíveis procedimentos de auditoria para lidar com riscos avaliados de distorção relevante decorrente de fraude em relação à quantidade do estoque, à exceção de uma. Assinale-a. a) Examinar os registros de estoque da entidade, identificando os locais que exigem atenção específica durante ou após a contagem física do estoque. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 42 de 71 www.exponencialconcursos.com.br b) Realizar contagens físicas de estoque em datas pré-agendadas e traçar um cronograma escalonado para contagens físicas de estoques em diferentes localidades. c) Conduzir contagens de estoque no fim ou perto do fim do período de reporte. d) Executar procedimentos adicionais durante a observação da contagem física de estoques, como examinar mais rigorosamente o conteúdo de itens encaixotados. e) Comparar as quantidades para o período corrente com períodos anteriores por classe ou categoria de estoque, local ou outros critérios, ou comparação de quantidades contadas com registros de estoques. Resolução: Conforme item A38 da NBC TA 240: “A38. Se o auditor identifica um risco de distorção relevante decorrente de fraude que afete as quantidades dos estoques, examinar os registros de estoque da entidade pode ajudar a identificar localidades ou itens que requerem atenção específica durante ou após a contagem dos estoques. Tal revisão pode levar a uma decisão de observar contagens de estoques em certas localidades, observando o caráter de surpresa ou conduzir contagens de estoque em todos os locais na mesma data.” Com isto chegamos ao gabarito, alternativa B. Continuando, indo até o apêndice 2 da NBC TA 240, temos o seguinte: “Quantidades do estoque • Examinar os registros de estoque da entidade para identificar locais que exijam atenção específica durante ou após a contagem física do estoque. • Observar contagens físicas de estoque em certas localidades sem anúncio prévio ou conduzir contagens físicas de estoque em todos os locais na mesma data. • Conduzir contagens de estoque no fim ou perto do fim do período de reporte para minimizar o risco de manipulação inadequada durante o período entre a contagem e o fim do período sob exame. • Executar procedimentos adicionais durante a observação da contagem física de estoques. Por exemplo, examinar mais rigorosamente o conteúdo de itens encaixotados, a maneira como os itens são empilhados (por exemplo, quadrados vazios) ou etiquetados e a qualidade (isto é, pureza, grau ou concentração) de substâncias líquidas como perfumes ou substâncias químicas especiais. Usar o trabalho de especialista pode ser útil neste aspecto. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rtilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 43 de 71 www.exponencialconcursos.com.br • Comparar as quantidades para o período corrente com períodos anteriores por classe ou categoria de estoque, local ou outros critérios, ou comparação de quantidades contadas com registros de estoques. • Usar técnicas de auditoria assistidas por computador para testar adicionalmente a compilação das contagens físicas dos estoques, por exemplo, organização por número de etiqueta para testar o controle de etiquetas ou por número de série de item, para testar a possibilidade de omissão ou duplicação de itens.” Gabarito: B. 23- (FGV / Agente de Fiscalização TCM SP / 2015) O contador está envolvido em um esquema de desfalques no caixa da empresa em que trabalha. A empresa mantém contas nos bancos X e Y. Com o objetivo de encobrir falta de dinheiro na conta do banco X, o contador deposita em 31/12 a quantia que faltava nessa conta, por meio de cheque da conta do banco Y. Porém, o cheque só foi registrado como desembolso na conta do banco Y em janeiro do ano seguinte. Na reconciliação bancária a falta de dinheiro no caixa é temporariamente ocultada em decorrência do tempo de compensação do cheque. Nos trabalhos de auditoria, esse tipo de desfalque é denominado: a) desfalque encoberto; b) desfalque sistêmico; c) encaixe; d) kiting; e) lapping. Resolução: Segundo Crespaldi, existem dois tipos de desfalques: encoberto e não encoberto. Como vocês podem deduzir, os encobertos são aqueles desfalques que têm lançamentos de compensação nos registros contábeis (ou seja, tentam esconder o desfalque). Dentre os tipos de desfalques não encobertos, vamos falar sobre os dois tipos mais comuns: O Kiting é um tipo de desfalque de caixa que envolve os desembolsos aí feitos. É, essencialmente, um sistema de encobrir falhas de dinheiro de transferências, em cheques não registrados, portanto, gabarito da questão. Por fim, apenas para complementar o tema, temos o lapping, que geralmente se faz com cobranças de contas a receber e consiste em desviar os resultados de cobranças, substituindo-se o montante desviado por cobranças posteriores. Gabarito: D. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 44 de 71 www.exponencialconcursos.com.br 24- (FGV / Agente de Fiscalização - Biblioteconomia TCM SP / 2015) Durante a execução do trabalho de auditoria em uma determinada empresa, um auditor detectou que uma aquisição de mercadorias a prazo realizada em dezembro de 2012 só foi registrada quando do efetivo pagamento, no exercício seguinte. Em consequência disso, as contas de fornecedores a pagar e mercadorias para revenda apresentaram distorções no exercício de competência. Nessa situação os testes realizados pelo auditor são: a) teste principal para superavaliação de ativo e teste secundário para subavaliação de passivo; b) teste principal para superavaliação de passivo e teste secundário para subavaliação de ativo; c) teste principal para subavaliação de ativo e teste secundário para subavaliação de passivo; d) teste principal para subavaliação de passivo e teste secundário para subavaliação de ativo; e) teste principal para subavaliação de passivo e teste secundário para superavaliação de ativo. Resolução: O correto teria sido registrar no momento da compra (competência) e não no momento do desembolso (caixa). Os testes de super/subavaliação são feitos, no passivo, da seguinte forma: Como a conta é natureza credora (passivo), o seu teste principal é para SUBavaliação (mercadorias a pagar), enquanto o secundário é na sua conta de contrapartida, que é o ATIVO, deve ser para SUPERavaliação (mercadorias para revenda). Gabarito: D. 25- (FGV / Auditor TCM RJ / 2008) Durante a aplicação dos procedimentos atinentes à espécie, o auditor detectou, com base nos documentos contábeis, Testes Secundários Teste PRINCIPAL Passivo sub Ativo sub Passivo super Despesa sub Receita super C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 45 de 71 www.exponencialconcursos.com.br que em determinado dia a conta "caixa" da entidade apresentava saldo contábil credor. Em relação a esse fato, assinale a melhor explicação. a) Trata-se de ativo fictício, uma vez que há valores registrados que, de fato, inexistem. b) Trata-se de passivo oculto, tendo em vista que dívidas contratadas foram registradas erroneamente no passível exigível a longo prazo. c) Corresponde a "estouro de caixa", situação decorrente, por exemplo, de receitas recebidas, mas não contabilizadas. d) Corresponde a "estouro de caixa", decorrente, por exemplo, de mercadorias adquiridas e pagas, mas não contabilizadas. e) Corresponde ao que culturalmente chamamos de "caixa 2", prática sabidamente conhecida e permitida pela legislação. Resolução: O saldo credor na conta caixa é exatamente o “estouro” da conta, já que ela tem natureza devedora e não poderia ter saldo credor, e é indício lógico de falta de escrituração de receitas. Isto ocorre quando sai mais dinheiro do caixa do que entra (na contabilidade, não fisicamente). A alternativa D não se aplica ao caso pois o lançamento seria: D – Mercadorias, C – Caixa; e o não registro disto deixaria a conta com saldo devedor (maior do que deveria), e o caixa 2 não é prática permitida pela legislação, o que torna as demais alternativas incorretas. Gabarito: C 26- (ESAF / Contador MF / 2013) O Auditor, ao analisar a demonstração contábil elaborada com base nestes dados, poderá certificar que o: C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 46 de 71 www.exponencialconcursos.com.br a) passivo não circulante é de R$ 45.000,00. b) ativo não circulante é de R$ 43.000,00. c) ativo circulante é de R$ 25.000,00. d) passivo circulante é de R$ 40.000,00. e) patrimônio líquido é de R$12.000,00. Resolução: Questão de contabilidade dentro de auditoria? Antes de sair fazendo conta, veja se tem alguma alternativa que está “entregando” o gabarito. Aqui, temos 2 itens apenas do Patrimônio Líquido, que são: Capital Social e Ações em Tesouraria(-). Portanto, ficou fácil e o PL é de 12mil. Gabarito: E. 27- (CETRO / ISS SP / 2014) Um Auditor Independente, auditando as demonstrações financeiras de um cliente no ano de 2013, notou que, no ano de 2012, a empresa deixou de reconhecer uma despesa de depreciação no valor de R$18.000,00. Notou, também, que uma provisão para pagamento de processos trabalhistas no valor de R$25.000,00, contabilizada em 2012, deve ter o seu valor revertido, pois o departamento jurídico da empresa informou que, segundo novas informações do processo, a perda desse valor é remota, não justificando mais a sua contabilização.O acerto dessas duas operações em 2013 causará o seguinte impacto no resultado líquido da empresa: C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 47 de 71 www.exponencialconcursos.com.br (A) aumento de R$43.000,00. (B) aumento de R$18.000,00. (C) redução de R$43.000,00. (D) aumento de R$25.000,00. (E) redução de R$25.000,00. Resolução: Ano de 2012 = 1º faltou registrar despesa de 18mil (+ despesa) em 2012 2º provisão de 2012 deve ser revertida já que a provisão passou (2013) a ser de perda remota (nessa condição a norma não solicita nem provisão nem divulgação) Portanto, como a depreciação é de 2012, não interfere no resultado de 2013, logo, temos apenas a reversão de uma provisão de 25mil, o que aumenta o resultado da empresa neste valor em 2013. Gabarito: D. 28- (CETRO / ISS SP / 2014) A Auditoria das disponibilidades da empresa é aquela realizada nos Caixas ou Equivalentes de Caixa, que significa a movimentação dos recursos financeiros, incluindo não somente saldo de moeda em caixa ou depósito em conta bancária, mas também outros tipos de contas que tenham as mesmas características de liquidez e de disponibilidade imediata, devendo ser consideradas as aplicações financeiras com características de liquidez imediata. Assinale a alternativa que apresenta o evento que não deve ser observado pelo Auditor Independente na realização da Auditoria das disponibilidades. (A) Os numerários em mãos, em trânsito e os saldos bancários que possam ser livremente utilizados. (B) As aplicações temporárias em ações. (C) Os cheques à vista em poder da entidade. (D) As aplicações em títulos negociáveis com conversibilidade imediata. (E) As aplicações em poupança. Resolução: A questão quer saber o que não tem disponibilidade equivalente ao de caixa, ou seja D+0 (disponível hoje, alta liquidez). Das alternativa relacionadas, a única que depende de terceiros para conseguir liquidar (portanto, não pode- se afirmar que seja extremamente líquida) é a alternativa B, aplicação em ação. Gabarito: B. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 48 de 71 www.exponencialconcursos.com.br 29- (FUNDATEC / AFRE-RS / 2014) Ao realizar uma auditoria no caixa da Companhia X, em 31 de dezembro de 2013, o auditor apurou os seguintes dados: · O saldo em 30 de dezembro de 2013, apontado no boletim de caixa assinado pelo responsável, era de R$ 300.000,00. · Não ocorreram movimentações de saídas de valores, em 31 de dezembro de 2013, até o início da contagem. · Havia uma operação de entrada de valores, relativa a um recebimento em espécie de cliente em 30 de dezembro de 2013, que ainda não havia sido registrada no boletim de caixa, no valor de R$ 15.000,00. · Existiam vales no caixa de ex-funcionários demitidos há mais de uma semana, que totalizavam R$ 15.000,00. . Existiam cheques de clientes com prazos concedidos para depósitos a partir de 01 de fevereiro de 2014, no montante de R$ 80.000,00. · Existiam vales concedidos a alguns funcionários em 30 de dezembro de 2013, para acerto no dia seguinte, no montante de R$ 15.000,00. · Foi apurada uma falta de caixa de R$ 80.000,00. Considerando os dados apurados na contagem de caixa e sabendo que o critério adotado pela Companhia X (validado pelo auditor) é de somente manter como saldo de caixa o valor em espécie e os demais documentos somente para solução em até 48 horas da data do evento, qual deverá ser o saldo de caixa correto, em 31 de dezembro de 2013, após a contabilização de todos os ajustes que deverão ser sugeridos pelo auditor? a) R$ 140.000,00. b) R$ 220.000,00. c) R$ 155.000,00 d) R$ 135.000,00. e) R$ 300.000,00. Resolução: Para fazer este ajuste, precisamos considerar os 300mil apontados inicialmente (30/12) e: - Somar R$15.000,00: entrou $ mas não foi registrado; - Subtrair R$15.000,00: pois o funcionário já foi demitido, deve ser dado baixa no registro (evento antigo); - Subtrair R$80.000,00: o depósito ocorrerá só em fevereiro, quando deverá fazer o devido registro (só registra o que tiver em espécie); C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 49 de 71 www.exponencialconcursos.com.br - Subtrair R$80.000,00: se tem falta de caixa (desfalque não contabilizado), é preciso fazer descontar do valor do caixa. Total: 300+15-15-80-80 = 140.000,00 PS. Valor de R$15.000,00 concedido à funcionário, como foi ajustado no dia seguinte (dia 31), não demanda ajuste na contabilização. Gabarito: A. 30- (CONSULPLAN / Analista Judiciário - Contabilidade TSE / 2012) A finalidade da auditoria do passivo é verificar se todas as obrigações estão devidamente registradas. Considerando que a auditoria do passivo constate a existência de valores ocultos, é correto afirmar que o erro constatado pode ter como efeito a) o aparecimento de juros falsos com o aumento das despesas financeiras. b) a interferência no cálculo do indicador do retorno do patrimônio líquido, para maior. c) a superavaliação do passivo: melhoria na aparência da empresa junto a credores. d) os valores ocultos: interferência no cálculo do indicador de liquidez, para maior. Resolução: Oculto = existe, mas não está registrado nas demonstrações contábeis. Alternativa A – Incorreta. Não apareceriam juros falsos pois não tem registro do passivo em si. Alternativa B – Incorreta. ROE = LLE/PL, portanto, sem interferência. Alternativa C – Incorreta. No caso não seria super, mas subavaliação do passivo (pois teriam menos passivos nas demonstrações contábeis do que tem de fato). Alternativa D – Correta. Indicador de liquidez = AC/PC, logo, se o valor do passivo for menor, o indicador aumenta. Isto considerando que os erros do passivo estão também no passivo circulante. Gabarito: D. 31- (CONSULPLAN / Analista Judiciário - Contabilidade TSE / 2012) 8. A auditoria das contas de resultado exige maior tempo do auditor, devido ao volume de lançamentos efetuados nas mesmas. São objetivos da auditoria das contas de resultado, EXCETO: a) Verificar se as receitas, despesas e os custos são pertinentes às atividades da empresa e estão suportadas por documentação. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 50 de 71 www.exponencialconcursos.com.br b) Constatar a existência, posse e propriedade dos itens que justificam a existência das receitas, despesas e dos custos. c) Assegurar que as receitas, despesas e os custos foram contabilizados corretamente de acordocom as normas contábeis e regulamentares. d) Determinar se os custos e as despesas estão corretamente contrapostos às receitas referentes ao período. Resolução: Única alternativa que faz referência a procedimentos que não são o foco/direção dos testes das contas de resultado é a alternativa B, que fala sobre verificação da posse e propriedade (ativo). Gabarito: B. 32- (CEPERJ / Analista de Controle Interno SEFAZ-RJ / 2011) Constitui objetivo de auditoria na verificação do Ativo Imobiliário: a) verificar se todas a exigibilidades representam passivos incorridos até a data do encerramento do exercício b) identificar cláusulas restritivas ou outros dados importantes constantes de contratos de empréstimos ou financiamentos apresentados nas demonstrações financeiras ou notas explicativas c) julgar a adequação do programa de depreciação em relação à vida útil do bem. d) levantar taxas e instrumentos de mercado utilizados para precificar externalidades e) calcular reservas de receitas para despesas eventuais com manutenção e conservação de bens imobiliários Resolução: A única alternativa que faz referência a algo que tem correlação direta com Ativo Imobilizado é a que fala sobre a depreciação em relação à vida útil do bem, portanto, gabarito alternativa C. Gabarito: C. 33- (CESGRANRIO / Auditor INEA / 2008) Na auditoria realizada na Cia. ALFA em janeiro de 2008, foi efetuada a seguinte conciliação bancária pelo auditor: C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 51 de 71 www.exponencialconcursos.com.br Informações adicionais 1) O depósito de R$ 92.000,00 não é suportado por nenhum documento probatório da empresa auditada. 2) A auditoria não encontrou nenhuma fraude nos exames e testes realizados. Considerando exclusivamente as informações recebidas, o saldo final conciliado que iguala o extrato bancário ao Razão Analítico, em reais, é de a) 247.600,00 b) 165.500,00 c) 155.144,10 d) 98.144,10 e) 77.444,10 Resolução: Extrato bancário Saldo em 31/07/2007......................................257.344, 10 C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 52 de 71 www.exponencialconcursos.com.br (-) cheques emitidos, mas ainda não compensados ...cheque 063.423........................................... (20.000,00) ...cheque 063.423........................................... (37.000,00) ...cheque 063.426........................................... (30.900,00) (-) Depósito não identificado..........................(92.000,00) (=) Saldo conciliado........................................ 77.444.10 Razão analítico Saldo em 31/07/2007.........................................155.6 00,00 (-) cheque descontado, mas não contabilizado ...cheque 063.422........................................... .....(78.000,00) (-) CPMF.............................................. ..................(155,90) (=) Saldo conciliado........................................ ....77.444.10 Obs. O depósito não identificado não deve ser considerado já que não tem documento que respalde e não foi encontrado nenhuma fraude nos testes. Ou seja, na dúvida, não considera. Gabarito: E. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 53 de 71 www.exponencialconcursos.com.br 1- (FCC / Agente da DPE-SP – Contador / 2013) Em um teste para avaliar se há superavaliação, o Auditor deve a) conferir e inspecionar lançamentos em contas similares no livro razão. b) conferir a composição e o histórico dos lançamentos contábeis referentes ao registro inicial. c) partir do valor total do registro e conferir a soma dos registros intermediários. d) verificar a inclusão do valor total do registro inicial no registro final. e) partir do valor registrado no livro razão e comparar com o documento-suporte da transação. 2- (FCC / Agente da DPE-SP – Contador / 2013) A contagem de caixa e a comparação com o saldo final no livro razão, é exemplo de a) mecanismo de avaliação econômica de ativos. b) confronto dos ativos com os seus registros. c) teste de cumprimento de normas internas. d) controle de procedimentos de avaliação. e) mecanismo de avaliação de rotinas. 3- (FCC / Analista Judiciário – Contabilidade TRE-SP / 2012) A Cia. Industrial Rio Branco, empresa estatal dependente, adquiriu uma máquina para utilização em suas atividades operacionais no primeiro dia útil do mês de janeiro de 2001 pelo valor de R$ 3.750.000,00, que foram pagas em três (3) parcelas iguais e sucessivas de R$ 1.250.000,00 nos meses de fevereiro, março e abril do mesmo ano-calendário. A vida útil da máquina foi estimada em 10 anos e não houve previsão de valor residual. A companhia começou a utilizar a máquina em suas atividades operacionais imediatamente após a aquisição e utiliza o método linear para a depreciação de seus ativos. Ao examinar os registros contábeis da depreciação da referida máquina, o auditor terceirizado verificou que, no ano calendário de 2011, haviam sido lançado despesas de depreciação no valor de R$ 125.000,00. Tendo em vista esse fato, em relação ao exercício de 2011, o auditor, agindo corretamente, a) concluiu que os lançamentos relativos à depreciação estavam corretos. b) solicitou o estorno parcial da despesa de depreciação para reduzi-la em R$ 31.250,00. 5- Lista de Exercícios (todos da aula) C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 54 de 71 www.exponencialconcursos.com.br c) solicitou o estorno parcial da despesa de depreciação para reduzi-la em R$ 62.500,00. d) solicitou o estorno parcial da despesa de depreciação para reduzi-la em R$ 93.750,00. e) solicitou o estorno total da despesa de depreciação no exercício. 4- (FCC / Auditor Fiscal Tributário Municipal SP / 2012) A empresa Control Service S.A. foi constituída em novembro de 2011. Como é uma empresa de alta tecnologia imediatamente fechou dez contratos para pagamentos em três parcelas, com vencimento da primeira parcela para 30 de janeiro de 2012, no valor de R$ 24.000.000,00. Seus contratantes, com o objetivo de prestar contas a matriz, da utilização do orçamento previsto para 2011 solicitaram que a empresa Control faturasse 100% das parcelas em dezembro de 2011. O cronograma da prestação dos serviços estava previsto para ser executado em 12 meses, a iniciar em 01 de janeiro de 2012. Dessa forma, para que o auditor externo valide as demonstrações financeiras de 2011, a empresadeverá registrar o fato a: a) D Bancos / C Receita de Vendas R$ 24.000.000,00 b) D Banco / C Ajustes Patrimoniais R$ 24.000.000,00 c) D Bancos R$ 24.000.000,00 / C Receitas de Vendas R$ 1.000.000,00 e C Receitas de Vendas Diferidas R$ 23.000.000,00 d) D Bancos / C Adiantamento de clientes 24.000.000,00 e) D Bancos R$ 24.000.000,00 / C Receitas de Vendas R$ 8.000.000,00 e C Receitas de Vendas Diferidas R$ 16.000.000,00. 5- (FCC / Analista Judiciário – Contabilidade TRF 2ª / 2012) Na auditoria das contas de patrimônio líquido de uma empresa estruturada sob a forma de uma sociedade por ações, o profissional encarregado do trabalho obteve as seguintes informações sobre a constituição da reserva legal no exercício encerrado em 31-12-2011: Lucro líquido do exercício R$ 500.000,00 Saldo da Reserva Legal em 31-12-2010 R$ 220.000,00 Saldo da conta Capital Social (totalmente integralizado)R$ 1.200.000,00 Saldo da conta Prejuízos Acumulados R$ 50.000,00 Com base nessas informações, ao efetuar a conferência dos cálculos sobre o valor acrescido à reserva legal no exercício, o auditor constatou que o mesmo estava incorreto. Procedeu à recomendação da retificação do valor contabilizado para o valor correto que, em R$, era C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 55 de 71 www.exponencialconcursos.com.br a) 20.000,00 b) 22.500,00 c) 23.750,00 d) 25.000,00 e) 21.250,00 6- (FCC / Analista Judiciário Contabilidade – TRT 6ª / 2012) No processo de auditoria do ativo imobilizado da empresa Cracatua S.A. o auditor evidenciou que havia uma perda de valor recuperável de R$ 100.000,00, na principal unidade de negócios da empresa. Considerando que a empresa, no ano anterior, já havia contabilizado R$ 150.000,00 como perda de valor recuperável na mesma unidade de negócios e que referido ativo possui reavaliação de R$ 300.000,00, o lançamento para escrituração a ser recomendado pela auditoria é: a) D: Ativo Imobilizado; C: Receita com Valor Recuperável b) D: Despesa – Perda de Valor Recuperável; C: Ativo Imobilizado – Perda de Valor Recuperável c) D: Ativo Imobilizado – Perda de Valor Recuperável; C: Receita com Valor Recuperável d) D: Patrimônio Líquido – Reserva de Reavaliação – Perda de Valor Recuperável Ativo Imobilizado; C: Ativo Imobilizado – Reavaliação – Perda de Valor Recuperável e) D: Ativo Imobilizado – Reavaliação – Perda de Valor Recuperáveis; C: Patrimônio Líquido – Reserva de Reavaliação – Perda de Valor Recuperável 7- (FCC / Auditor Infraero / 2011) Nos procedimentos de auditoria independente da Cia. ABC foram constatadas as seguintes incorreções pelo auditor: I. O saldo da conta Bancos C/Movimento estava superior em R$ 2.250,00 ao saldo do extrato bancário em virtude do não registro contábil de despesas de juros nesse montante cobradas pela instituição financeira. II. Na conta de Estoques, não deram baixa do custo de mercadorias vendidas decorrentes de uma venda, esta contabilizada corretamente, de R$ 120.000,00, cujo lucro bruto correspondeu a 9/10 desse valor. III. Na conta de Duplicatas a Receber, constava uma duplicata de R$ 8.000,00, que já tinha sido recebida pela companhia. IV. Na conta de Imposto de Renda a Recolher estava contabilizado um valor de R$ 10.000,00, quando, na realidade, o valor correto seria R$ 9.500,00, já que C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 56 de 71 www.exponencialconcursos.com.br o contador da companhia não tinha considerado um incentivo fiscal de dedução do imposto. Em consequência desses erros, o auditor concluiu que o lucro contábil da companhia estava superestimado na importância equivalente, em R$, a a) 14.450,00. b) 13.750,00. c) 12.850,00. d) 6.450,00. e) 5.750,00. 8- (FCC / Técnico Superior em Análise Contábil PGE RJ / 2009) O auditor, ao avaliar as provisões para processos judiciais decorrentes de ações trabalhistas existentes contra a empresa, constatou que foi efetuada classificação errônea de dois processos. Ao invés de os processos terem sido considerados como possíveis de perda foram classificados como remoto. Nesse caso, a) tanto a provisão no passivo, quanto à provisão no resultado estão subavaliadas. b) a provisão no passivo está superavaliada e a provisão no resultado está subavaliada. c) tanto a provisão no passivo, quanto à provisão no resultado estão superavaliadas. d) a provisão está correta, por não serem base para a provisão os processos considerados possíveis de perda. e) a provisão no passivo está subavaliada e a provisão no resultado está superavaliada. 9- (FCC / Agente Fiscal de Rendas SP / 2009) O auditor externo está realizando auditoria em uma empresa do setor industrial, na área de ativo imobilizado. Ao analisar os parâmetros do sistema de cálculo da depreciação da conta Móveis e Utensílios do Escritório Administrativo, constata que a taxa de depreciação, que deveria ser de 5% ao ano, foi cadastrada como 10% ao ano. Dessa forma, o auditor pode concluir que: a) a conta de Estoque de Produtos Acabados, no período, está subavaliada. b) a conta de Depreciação Acumulada, no período, está subavaliada. c) a Despesa de Depreciação, no período, está superavaliada. d) a Depreciação Acumulada está com o saldo acumulado correto. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 57 de 71 www.exponencialconcursos.com.br e) o Custo das Mercadorias Vendidas está superavaliado. 10- (FCC / Analista Judiciário Auditor – TJ PI / 2009) Pode ocorrer saldo credor das disponibilidades de uma pessoa jurídica se a) o volume de compras for maior que o volume de vendas à vista. b) ocorreu omissão de registro de vendas já recebidas. c) o volume de compras for maior que o volume de vendas a prazo. d) as receitas de vendas forem menores do que o custo das mercadorias ou produtos vendidos. e) ocorreu omissão do registro de vendas ainda não recebidas. 11- (FCC / Analista Judiciário Auditor – TJ PI / 2009) Um auditor constatou, no decurso de seus trabalhos, que várias obrigações com terceiros da companhia auditada já tinham sido quitadas, mas seu valor ainda constava do balanço patrimonial da entidade. Esse tipo de erro ou fraude é denominado a) Passivo a descoberto. b) Ativo Oculto. c) Passivo Real. d) Ativo Nominal. e) Passivo Fictício. 12- (FCC / Auditor TCE SP / 2008) A empresa Avançada S.A. contratou empréstimo no exterior em banco que atende a sua matriz. O valor do empréstimo foi de US$ 1.000.000,00, sendo os recursos liberados em 01-10- 2007, data em que foi feita a conversão para reais. Naquele momento, o US$, em relação ao R$, estava cotado em R$ 1,76. Em 30-10-2007, a cotação era de R$ 1,70 e a empresa não registrou a variação cambial, alegando atender ao princípio do conservadorismo.Com relação a esse procedimento, é correto afirmar que a) o saldo da conta variação monetária ativa está subavaliado. b) o saldo da conta de empréstimos está superavaliado. c) a empresa está correta atendendo ao princípio do conservadorismo. d) o resultado do período está menor do que o que deveria. e) não há efeito na demonstração, visto que os valores são registrados em reais. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 58 de 71 www.exponencialconcursos.com.br 13- (FCC / Analista Tecnico de controle externo – Obras Públicas TCE AM / 2008) O auditor externo ao realizar procedimento de conferência dos valores de depreciação, calculados sobre o imobilizado da empresa, constata que o cálculo estava incorreto, tendo sido utilizado taxa menor do que a permitida. Nesse caso, o saldo da conta de a) Imobilizado está subavaliado. b) Custo das Mercadorias Vendidas está superavaliado. c) Estoques de Produtos Acabados está superavaliado. d) Depreciação Acumulada está subavaliado. e) Despesa de Depreciação está superavaliado. 14- (FCC / Agente Fiscal De Rendas SP / 2006) O auditor, ao inspecionar a conta corrente que a companhia auditada mantinha junto ao Banco União S/A, verificou que o valor constante no extrato bancário e o saldo da respectiva conta no livro Razão eram divergentes. Aprofundando seu exame, constatou: I. Dois cheques emitidos pela entidade, no valor total de R$ 2.500,00, não haviam sido descontados junto à instituição financeira. II. O banco havia cobrado taxas e comissões sobre seus serviços no valor de R$ 980,00, fatos não contabilizados na entidade. III. O banco devolveu uma duplicata descontada de emissão da companhia no valor de R$ 3.050,00, em virtude de não-pagamento, fato não contabilizado na entidade. IV. O banco cobrou juros de R$ 2.020,00 sobre um empréstimo à companhia, ainda não-quitado, sendo que esta não o contabilizou desrespeitando, portanto, o princípio da competência. Se o extrato bancário, antes da reconciliação, indicava um saldo credor de R$ 3.200,00, o saldo devedor da conta corrente no livro Razão, antes da reconciliação, correspondia, em reais, a a) 8.200,00 b) 6.750,00 c) 6.050,00 d) 3.750,00 e) 700,00 15- (FCC / Agente Fiscal De Rendas SP / 2006) Uma auditoria independente efetuada na Cia. Gomes Carvalho constatou: C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 59 de 71 www.exponencialconcursos.com.br I. Uma máquina que sofreu um acréscimo patrimonial de R$ 50.000,00, em função de uma reavaliação aprovada pela assembleia geral, foi depreciada em 10% no final do exercício, sem que fosse efetuada a correspondente baixa na reserva de reavaliação contra a conta de Lucros Acumulados. II. Uma aplicação financeira de R$ 100.000,00 em um CDB de 90 dias, com vencimento em 30 de janeiro do ano-calendário seguinte, cujo rendimento prefixado era de R$ 4.500,00, não tivera parte dessa receita apropriada no exercício, em desacordo com o princípio da competência. III. Uma venda à vista efetuada nos últimos dias do ano no valor de R$ 25.000,00, com custo de mercadoria vendida de R$ 15.000,00, não havia sido contabilizada, sendo que os impostos e contribuições sobre o lucro da companhia são cobrados à alíquota de 30%. No balanço patrimonial da companhia, que adota o sistema de inventário permanente, em decorrência dos ajustes feitos pela auditoria, houve um aumento do a) Resultado do Exercício em R$ 4.500,00. b) Ativo Circulante em R$ 13.000,00. c) Ativo Circulante em R$ 8.500,00. d) Passivo Circulante em R$ 7.000,00. e) Resultado do Exercício em R$ 13.500,00. 16- (FCC / Agente Fiscal de Rendas SP / 2006) Na auditoria da Demonstração de Resultado do Exercício de uma companhia, foi constatado pelo auditor: I. Um prêmio de seguro pago no dia 1o de julho do exercício, no valor de R$ 84.000,00, com vigência de dois anos, a partir dessa data, foi lançado integralmente como despesa. II. Duplicatas aceitas por uma empresa cliente no valor de R$ 30.000,00, com pagamento atrasado em mais de dez meses, sem perspectiva nenhuma de recebimento, que estão classificadas no ativo circulante da companhia auditada. III. A depreciação de um imóvel da companhia adquirido por R$ 500.000,00, com vida útil estimada de 25 anos, não tinha sido contabilizada. Em função dos ajustes corretamente efetuados pelo auditor, o resultado do exercício a) aumentou em R$ 13.000,00. b) aumentou em R$ 3.000,00. c) ficou inalterado. d) diminuiu em R$ 9.000,00. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 60 de 71 www.exponencialconcursos.com.br e) diminuiu em R$ 29.000,00. 17- (FCC /Auditor Fiscal BA / 2004) Há diversos pressupostos legais de sonegação de receita pelo desvio, por uma entidade, de recursos por omissão de receitas tributáveis, que se exteriorizam quando a infratora necessita aplicar parcelas dos recursos, assim desviados, por exigências do giro dos seus próprios negócios. Passa a existir, nessas condições, dois caixas: um oficial, no qual circulam valores correspondentes às operações regulares, contabilizadas, portanto, e outro que compreende os valores sonegados, vulgarmente denominado "caixa dois", mesmo que inexista controle extracontábil para este. Cabe ao Auditor Fiscal, no exercício da fiscalização de uma empresa, detectar a exteriorização de tais irregularidades, dentre as quais destacam-se as denominadas: I. Estouro de Caixa dissimulado; II. Simulação de Suprimentos de Caixa; III. Despesas Pagas Não Contabilizadas; IV. Passivo Fictício; V. Ativos Não Contabilizados. Como pode ser percebido, todas essas irregularidades decorrem de insuficiência de saldo de caixa para atender desembolsos, efetivamente ocorridos, sem que esteja esclarecida a origem do numerário que lhes deu suporte. Tais situações exigem que o Auditor Fiscal intime a empresa sob fiscalização para que comprove a origem do numerário utilizado em tais aplicações. Caso o contribuinte não logre atendê-la, indicando os recursos já tributados, isentos ou tributados exclusivamente na fonte, que dêem suporte a tais ocorrências, será autuado por sonegação de receita. Atenção: Cada uma das alternativas a seguir indica sinais que permitem identificar uma dessas irregularidades. Assinale a qual dos incisos o sinal se prestaria. Empréstimos recorrentes em conta-corrente específica com saldo crescentes: a) estouro de caixa dissimulado. b) passivo fictício. c) despesas pagas não contabilizadas. d) simulação de suprimentos de caixa. e) ativo não contabilizados. 18- (FCC /Auditor Fiscal BA / 2004) Há diversos pressupostos legais de sonegação de receita pelo desvio, por uma entidade, de recursos por omissão C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh erm e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 61 de 71 www.exponencialconcursos.com.br de receitas tributáveis, que se exteriorizam quando a infratora necessita aplicar parcelas dos recursos, assim desviados, por exigências do giro dos seus próprios negócios. Passa a existir, nessas condições, dois caixas: um oficial, no qual circulam valores correspondentes às operações regulares, contabilizadas, portanto, e outro que compreende os valores sonegados, vulgarmente denominado "caixa dois", mesmo que inexista controle extracontábil para este. Cabe ao Auditor Fiscal, no exercício da fiscalização de uma empresa, detectar a exteriorização de tais irregularidades, dentre as quais destacam-se as denominadas: I. Estouro de Caixa dissimulado; II. Simulação de Suprimentos de Caixa; III. Despesas Pagas Não Contabilizadas; IV. Passivo Fictício; V. Ativos Não Contabilizados. Como pode ser percebido, todas essas irregularidades decorrem de insuficiência de saldo de caixa para atender desembolsos, efetivamente ocorridos, sem que esteja esclarecida a origem do numerário que lhes deu suporte. Tais situações exigem que o Auditor Fiscal intime a empresa sob fiscalização para que comprove a origem do numerário utilizado em tais aplicações. Caso o contribuinte não logre atendê-la, indicando os recursos já tributados, isentos ou tributados exclusivamente na fonte, que dêem suporte a tais ocorrências, será autuado por sonegação de receita. Atenção: Cada uma das alternativas a seguir indica sinais que permitem identificar uma dessas irregularidades. Assinale a qual dos incisos o sinal se prestaria. Duplicata quitada em período subseqüente ao da sua emissão, que não consta como pendente do exercício de sua emissão: a) estouro de caixa dissimulado b) simulação de suprimento de caixa c) despesas pagas não contabilizadas d) ativos não contabilizados e) passivo fictício 19- (FCC /Auditor Fiscal BA / 2004) Há diversos pressupostos legais de sonegação de receita pelo desvio, por uma entidade, de recursos por omissão de receitas tributáveis, que se exteriorizam quando a infratora necessita aplicar parcelas dos recursos, assim desviados, por exigências do giro dos seus próprios negócios. Passa a existir, nessas condições, dois caixas: um oficial, no qual circulam valores correspondentes às operações regulares, contabilizadas, C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 62 de 71 www.exponencialconcursos.com.br portanto, e outro que compreende os valores sonegados, vulgarmente denominado "caixa dois", mesmo que inexista controle extracontábil para este. Cabe ao Auditor Fiscal, no exercício da fiscalização de uma empresa, detectar a exteriorização de tais irregularidades, dentre as quais destacam-se as denominadas: I. Estouro de Caixa dissimulado; II. Simulação de Suprimentos de Caixa; III. Despesas Pagas Não Contabilizadas; IV. Passivo Fictício; V. Ativos Não Contabilizados. Como pode ser percebido, todas essas irregularidades decorrem de insuficiência de saldo de caixa para atender desembolsos, efetivamente ocorridos, sem que esteja esclarecida a origem do numerário que lhes deu suporte. Tais situações exigem que o Auditor Fiscal intime a empresa sob fiscalização para que comprove a origem do numerário utilizado em tais aplicações. Caso o contribuinte não logre atendê-la, indicando os recursos já tributados, isentos ou tributados exclusivamente na fonte, que dêem suporte a tais ocorrências, será autuado por sonegação de receita. Atenção: Cada uma das alternativas a seguir indica sinais que permitem identificar uma dessas irregularidades. Assinale a qual dos incisos o sinal se prestaria. Duplicata a receber baixada em data anterior à do efetivo recebimento: a) simulação de suprimentos de caixa. b) estouro de caixa dissimulado. c) despesas pagas não contabilizadas. d) passivo fictício. e) ativos não contabilizados. 20- (FCC /Auditor Fiscal BA / 2004) Há diversos pressupostos legais de sonegação de receita pelo desvio, por uma entidade, de recursos por omissão de receitas tributáveis, que se exteriorizam quando a infratora necessita aplicar parcelas dos recursos, assim desviados, por exigências do giro dos seus próprios negócios. Passa a existir, nessas condições, dois caixas: um oficial, no qual circulam valores correspondentes às operações regulares, contabilizadas, portanto, e outro que compreende os valores sonegados, vulgarmente denominado "caixa dois", mesmo que inexista controle extracontábil para este. Cabe ao Auditor Fiscal, no exercício da fiscalização de uma empresa, detectar a exteriorização de tais irregularidades, dentre as quais destacam-se as denominadas: C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 63 de 71 www.exponencialconcursos.com.br I. Estouro de Caixa dissimulado; II. Simulação de Suprimentos de Caixa; III. Despesas Pagas Não Contabilizadas; IV. Passivo Fictício; V. Ativos Não Contabilizados. Como pode ser percebido, todas essas irregularidades decorrem de insuficiência de saldo de caixa para atender desembolsos, efetivamente ocorridos, sem que esteja esclarecida a origem do numerário que lhes deu suporte. Tais situações exigem que o Auditor Fiscal intime a empresa sob fiscalização para que comprove a origem do numerário utilizado em tais aplicações. Caso o contribuinte não logre atendê-la, indicando os recursos já tributados, isentos ou tributados exclusivamente na fonte, que dêem suporte a tais ocorrências, será autuado por sonegação de receita. Atenção: Cada uma das alternativas a seguir indica sinais que permitem identificar uma dessas irregularidades. Assinale a qual dos incisos o sinal se prestaria. Folha de pagamento paga mas sem registro: a) estouro de caixa dissimulado b) simulação de suprimento de caixa c) despesas pagas não contabilizadas d) passivo fictício e) ativos não contabilizados 21- (FCC /Auditor Fiscal BA / 2004) Há diversos pressupostos legais de sonegação de receita pelo desvio, por uma entidade, de recursos por omissão de receitas tributáveis, que se exteriorizam quando a infratora necessita aplicar parcelas dos recursos, assim desviados, por exigências do giro dos seus próprios negócios. Passa a existir, nessas condições, dois caixas: um oficial, no qual circulam valores correspondentes às operações regulares, contabilizadas, portanto, e outro que compreende os valores sonegados, vulgarmente denominado "caixa dois", mesmo que inexista controle extracontábil para este. Cabe ao Auditor Fiscal, no exercício da fiscalização de uma empresa, detectar a exteriorização de tais irregularidades, dentre as quais destacam-se as denominadas: I. Estouro de Caixa dissimulado; II. Simulação de Suprimentos de Caixa; III. Despesas Pagas Não Contabilizadas; IV. Passivo Fictício; C ópia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 64 de 71 www.exponencialconcursos.com.br V. Ativos Não Contabilizados. Como pode ser percebido, todas essas irregularidades decorrem de insuficiência de saldo de caixa para atender desembolsos, efetivamente ocorridos, sem que esteja esclarecida a origem do numerário que lhes deu suporte. Tais situações exigem que o Auditor Fiscal intime a empresa sob fiscalização para que comprove a origem do numerário utilizado em tais aplicações. Caso o contribuinte não logre atendê-la, indicando os recursos já tributados, isentos ou tributados exclusivamente na fonte, que dêem suporte a tais ocorrências, será autuado por sonegação de receita. Atenção: Cada uma das alternativas a seguir indica sinais que permitem identificar uma dessas irregularidades. Assinale a qual dos incisos o sinal se prestaria. Existência física mas sem registro contábil: a) estouro de caixa dissimulado b) simulação de suprimento de caixa c) despesas pagas não contabilizadas d) ativos não contabilizados e) passivo fictício 22- (FGV - Prefeitura de Cuiabá - MT / Auditor Fiscal Tributário da Receita Municipal / 2016) Um auditor precisa avaliar os estoques de entidade auditada. As opções a seguir apresentam possíveis procedimentos de auditoria para lidar com riscos avaliados de distorção relevante decorrente de fraude em relação à quantidade do estoque, à exceção de uma. Assinale-a. a) Examinar os registros de estoque da entidade, identificando os locais que exigem atenção específica durante ou após a contagem física do estoque. b) Realizar contagens físicas de estoque em datas pré-agendadas e traçar um cronograma escalonado para contagens físicas de estoques em diferentes localidades. c) Conduzir contagens de estoque no fim ou perto do fim do período de reporte. d) Executar procedimentos adicionais durante a observação da contagem física de estoques, como examinar mais rigorosamente o conteúdo de itens encaixotados. e) Comparar as quantidades para o período corrente com períodos anteriores por classe ou categoria de estoque, local ou outros critérios, ou comparação de quantidades contadas com registros de estoques. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 65 de 71 www.exponencialconcursos.com.br 23- (FGV / Agente de Fiscalização TCM SP / 2015) O contador está envolvido em um esquema de desfalques no caixa da empresa em que trabalha. A empresa mantém contas nos bancos X e Y. Com o objetivo de encobrir falta de dinheiro na conta do banco X, o contador deposita em 31/12 a quantia que faltava nessa conta, por meio de cheque da conta do banco Y. Porém, o cheque só foi registrado como desembolso na conta do banco Y em janeiro do ano seguinte. Na reconciliação bancária a falta de dinheiro no caixa é temporariamente ocultada em decorrência do tempo de compensação do cheque. Nos trabalhos de auditoria, esse tipo de desfalque é denominado: a) desfalque encoberto; b) desfalque sistêmico; c) encaixe; d) kiting; e) lapping. 24- (FGV / Agente de Fiscalização - Biblioteconomia TCM SP / 2015) Durante a execução do trabalho de auditoria em uma determinada empresa, um auditor detectou que uma aquisição de mercadorias a prazo realizada em dezembro de 2012 só foi registrada quando do efetivo pagamento, no exercício seguinte. Em consequência disso, as contas de fornecedores a pagar e mercadorias para revenda apresentaram distorções no exercício de competência. Nessa situação os testes realizados pelo auditor são: a) teste principal para superavaliação de ativo e teste secundário para subavaliação de passivo; b) teste principal para superavaliação de passivo e teste secundário para subavaliação de ativo; c) teste principal para subavaliação de ativo e teste secundário para subavaliação de passivo; d) teste principal para subavaliação de passivo e teste secundário para subavaliação de ativo; e) teste principal para subavaliação de passivo e teste secundário para superavaliação de ativo. 25- (FGV / Auditor TCM RJ / 2008) Durante a aplicação dos procedimentos atinentes à espécie, o auditor detectou, com base nos documentos contábeis, que em determinado dia a conta "caixa" da entidade apresentava saldo contábil credor. Em relação a esse fato, assinale a melhor explicação. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 66 de 71 www.exponencialconcursos.com.br a) Trata-se de ativo fictício, uma vez que há valores registrados que, de fato, inexistem. b) Trata-se de passivo oculto, tendo em vista que dívidas contratadas foram registradas erroneamente no passível exigível a longo prazo. c) Corresponde a "estouro de caixa", situação decorrente, por exemplo, de receitas recebidas, mas não contabilizadas. d) Corresponde a "estouro de caixa", decorrente, por exemplo, de mercadorias adquiridas e pagas, mas não contabilizadas. e) Corresponde ao que culturalmente chamamos de "caixa 2", prática sabidamente conhecida e permitida pela legislação. 26- (ESAF / Contador MF / 2013) O Auditor, ao analisar a demonstração contábil elaborada com base nestes dados, poderá certificar que o: a) passivo não circulante é de R$ 45.000,00. b) ativo não circulante é de R$ 43.000,00. c) ativo circulante é de R$ 25.000,00. d) passivo circulante é de R$ 40.000,00. e) patrimônio líquido é de R$12.000,00. 27- (CETRO / ISS SP / 2014) Um Auditor Independente, auditando as demonstrações financeiras de um cliente no ano de 2013, notou que, no ano de 2012, a empresa deixou de reconhecer uma despesa de depreciação no valor de R$18.000,00. Notou, também, que uma provisão para pagamento de C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 67 de 71 www.exponencialconcursos.com.br processos trabalhistas no valor de R$25.000,00, contabilizada em 2012, deve ter o seu valor revertido, pois o departamento jurídico da empresa informou que, segundo novas informações do processo, a perda desse valor é remota, não justificando mais a sua contabilização. O acerto dessas duas operações em 2013 causará o seguinte impacto no resultado líquido da empresa: (A) aumento de R$43.000,00. (B) aumento de R$18.000,00. (C) redução de R$43.000,00. (D) aumento de R$25.000,00. (E) redução de R$25.000,00. 28- (CETRO / ISS SP / 2014) A Auditoria das disponibilidades da empresa é aquela realizada nos Caixas ou Equivalentes de Caixa, que significa a movimentação dos recursos financeiros, incluindonão somente saldo de moeda em caixa ou depósito em conta bancária, mas também outros tipos de contas que tenham as mesmas características de liquidez e de disponibilidade imediata, devendo ser consideradas as aplicações financeiras com características de liquidez imediata. Assinale a alternativa que apresenta o evento que não deve ser observado pelo Auditor Independente na realização da Auditoria das disponibilidades. (A) Os numerários em mãos, em trânsito e os saldos bancários que possam ser livremente utilizados. (B) As aplicações temporárias em ações. (C) Os cheques à vista em poder da entidade. (D) As aplicações em títulos negociáveis com conversibilidade imediata. (E) As aplicações em poupança. 29- (FUNDATEC / AFRE-RS / 2014) Ao realizar uma auditoria no caixa da Companhia X, em 31 de dezembro de 2013, o auditor apurou os seguintes dados: · O saldo em 30 de dezembro de 2013, apontado no boletim de caixa assinado pelo responsável, era de R$ 300.000,00. · Não ocorreram movimentações de saídas de valores, em 31 de dezembro de 2013, até o início da contagem. · Havia uma operação de entrada de valores, relativa a um recebimento em espécie de cliente em 30 de dezembro de 2013, que ainda não havia sido registrada no boletim de caixa, no valor de R$ 15.000,00. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 68 de 71 www.exponencialconcursos.com.br · Existiam vales no caixa de ex-funcionários demitidos há mais de uma semana, que totalizavam R$ 15.000,00. . Existiam cheques de clientes com prazos concedidos para depósitos a partir de 01 de fevereiro de 2014, no montante de R$ 80.000,00. · Existiam vales concedidos a alguns funcionários em 30 de dezembro de 2013, para acerto no dia seguinte, no montante de R$ 15.000,00. · Foi apurada uma falta de caixa de R$ 80.000,00. Considerando os dados apurados na contagem de caixa e sabendo que o critério adotado pela Companhia X (validado pelo auditor) é de somente manter como saldo de caixa o valor em espécie e os demais documentos somente para solução em até 48 horas da data do evento, qual deverá ser o saldo de caixa correto, em 31 de dezembro de 2013, após a contabilização de todos os ajustes que deverão ser sugeridos pelo auditor? a) R$ 140.000,00. b) R$ 220.000,00. c) R$ 155.000,00 d) R$ 135.000,00. e) R$ 300.000,00. 30- (CONSULPLAN / Analista Judiciário - Contabilidade TSE / 2012) A finalidade da auditoria do passivo é verificar se todas as obrigações estão devidamente registradas. Considerando que a auditoria do passivo constate a existência de valores ocultos, é correto afirmar que o erro constatado pode ter como efeito a) o aparecimento de juros falsos com o aumento das despesas financeiras. b) a interferência no cálculo do indicador do retorno do patrimônio líquido, para maior. c) a superavaliação do passivo: melhoria na aparência da empresa junto a credores. d) os valores ocultos: interferência no cálculo do indicador de liquidez, para maior. 31- (CONSULPLAN / Analista Judiciário - Contabilidade TSE / 2012) 8. A auditoria das contas de resultado exige maior tempo do auditor, devido ao volume de lançamentos efetuados nas mesmas. São objetivos da auditoria das contas de resultado, EXCETO: a) Verificar se as receitas, despesas e os custos são pertinentes às atividades da empresa e estão suportadas por documentação. C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 69 de 71 www.exponencialconcursos.com.br b) Constatar a existência, posse e propriedade dos itens que justificam a existência das receitas, despesas e dos custos. c) Assegurar que as receitas, despesas e os custos foram contabilizados corretamente de acordo com as normas contábeis e regulamentares. d) Determinar se os custos e as despesas estão corretamente contrapostos às receitas referentes ao período. 32- (CEPERJ / Analista de Controle Interno SEFAZ-RJ / 2011) Constitui objetivo de auditoria na verificação do Ativo Imobiliário: a) verificar se todas a exigibilidades representam passivos incorridos até a data do encerramento do exercício b) identificar cláusulas restritivas ou outros dados importantes constantes de contratos de empréstimos ou financiamentos apresentados nas demonstrações financeiras ou notas explicativas c) julgar a adequação do programa de depreciação em relação à vida útil do bem. d) levantar taxas e instrumentos de mercado utilizados para precificar externalidades e) calcular reservas de receitas para despesas eventuais com manutenção e conservação de bens imobiliários 33- (CESGRANRIO / Auditor INEA / 2008) Na auditoria realizada na Cia. ALFA em janeiro de 2008, foi efetuada a seguinte conciliação bancária pelo auditor: C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 70 de 71 www.exponencialconcursos.com.br Informações adicionais 1) O depósito de R$ 92.000,00 não é suportado por nenhum documento probatório da empresa auditada. 2) A auditoria não encontrou nenhuma fraude nos exames e testes realizados. Considerando exclusivamente as informações recebidas, o saldo final conciliado que iguala o extrato bancário ao Razão Analítico, em reais, é de a) 247.600,00 b) 165.500,00 c) 155.144,10 d) 98.144,10 e) 77.444,10 1 E 12 B 23 D 2 B 13 D 24 D 3 E 14 B 25 C 4 D 15 B 26 E 5 A 16 A 27 D 6 D 17 D 28 B 7 B 18 E 29 A 8 A 19 B 30 D 9 C 20 C 31 B 6- Gabarito C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al . Teoria e Questões comentadas Prof. Lucas Salvetti Prof. Lucas Salvetti 71 de 71 www.exponencialconcursos.com.br 10 B 21 D 32 C 11 E 22 B 33 E Almeida, Marcelo Cavalcanti – Auditoria: um curso moderno e completo, 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2010 NBC TA 501 – Evidência de Auditoria – Considerações Específicas para Itens Selecionados Regulamento do Imposto de Renda (Decreto nº 3000/99) 7- Referencial Bibliográfico C óp ia r eg is tr ad a pa ra A rt ur g ui lh er m e (C P F : 0 77 .2 11 .5 54 -0 1) D ire ito s au to ra is r es er va do s (L ei 9 61 0/ 98 ). P ro ib id a a re pr od uç ão , v en da o u co m pa rt ilh am en to d es te a rq ui vo . U so in di vi du al .