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1 
LISTA DE EXERCÍCIOS: REVISÃO 4 – FILOSOFIA ANTIGA 
 
TEMA ABORDADO 
AULA 04 – Platão 
 
1. (Uel 2010) No pensamento ético-político de Platão, a organização no Estado Ideal 
reflete a justiça concebida como a disposição das faculdades da alma que faz com que 
cada uma delas cumpra a função que lhe é própria. No Livro V de A República, Platão 
apresentou o Estado Ideal como governo dos melhores selecionados. Para garantir que a 
raça dos guardiões se mantivesse pura, o filósofo escreveu: 
 
“É preciso que os homens superiores se encontrem com as mulheres superiores 
o maior número de vezes possível, e inversamente, os inferiores com as inferiores, e que 
se crie a descendência daqueles, e a destes não, se queremos que o rebanho se eleve às 
alturas”. 
(Adaptado de: PLATÃO. A República. 7. ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1993, p.227-228.) 
 
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o pensamento ético-político de Platão é 
correto afirmar: 
 
A) No Estado Ideal, a escolha dos mais aptos para governar a sociedade expressa uma 
exigência que está de acordo com a natureza. 
B) O Estado Ideal prospera melhor com uma massa humana difusamente misturada, em 
que os homens e mulheres livremente se escolhem. 
C) O reconhecimento da honra como fundamento da organização do Estado Ideal torna 
legítima a supremacia dos melhores sobre as classes inferiores. 
D) A condição necessária para que se realize o Estado Ideal é que as ocupações próprias 
de homens e mulheres sejam atribuídas por suas qualidades distintas. 
E) O Estado Ideal apresenta-se como a tentativa de organizar a sociedade dos melhores 
fundada na riqueza como valor supremo. 
 
2. (Uenp 2010) Sócrates foi considerado um dos principais filósofos da antiguidade 
clássica. Ao propor uma reflexão sobre o problema da consciência, levou as ultimas 
consequências a preocupação antropológica que havia se iniciado com os sofistas. Uma 
das principais contribuições de Sócrates foi o desenvolvimento da categoria 
“consciência” que esta associada à concepção que possuía de que o ser humano era dotado 
de uma alma racional, na qual estavam depositadas verdades eternas, e que o 
conhecimento dessas verdades era imprescindível para o desenvolvimento de uma vida 
ética. Depois de Sócrates, as preocupações sobre a natureza da alma, e sobre a Ética 
jamais abandonaram a filosofia. Sobre o tema, assinale a alternativa correta: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 
A) Sócrates desenvolveu uma ética relativista, defendendo que os valores não podem ser 
considerados absolutos, e estão relacionados aos consensos existentes em cada 
contexto histórico, devendo ser considerados validos na medida em que possuem 
alguma utilidade pragmática. 
B) Platão, um dos mais importantes discípulos de Sócrates, se afastando do modelo 
desenvolvido por ele, que desconsiderava a incontinência (akrasia) como fator 
relevante para a formação da conduta, desenvolveu uma metáfora de alma tripartite, 
segundo a qual, a alma seria semelhante ao condutor da briga de dois cavalos, sendo 
que um deles seria altivo e elevado, e o outro atarracado e indolente. 
C) Sócrates concordava com os sofistas quando afirmavam que o “homem era a medida 
de todas as coisas”, sendo esse aforisma um dos principais postulados de sua ética. 
D) As virtudes para Platão não estavam associadas à natureza das almas, segundo o 
filósofo todos os homens possuem a mesma natureza racional, e suas almas são iguais, 
sendo desejável, portanto, que desenvolvam as mesmas virtudes. 
E) Platão, era relativista do ponto de vista ético, considerava que embora as virtudes e os 
valores fossem paradigmas existentes no mundo das ideias, como eles deveriam se 
realizar no mundo físico, estariam relacionados a condições muito particulares de 
concretização, e não poderiam ser considerados desvinculados da história e de 
circunstancias particulares. 
 
3. (Uenp 2010) Conosco homens, aí se diz, se passa o mesmo que com prisioneiros, que 
se achassem numa caverna subterrânea, encadeados, desde o nascimento, a um banco, de 
modo a nunca poderem voltar-se, e assim só poderem ver a parede oposta à entrada. Por 
detrás deles, na entrada da caverna, corre por toda a largura dela, um muro da altura de 
um homem, e por trás deste, arde uma fogueira. Se entre esta e o muro passarem homens 
transportando imagens, estátuas, figuras de animais, utensílios etc., que ultrapassem a 
altura do muro, então as sombras desses objetos, que o fogo faz aparecerem, se projetam 
na parede da caverna, e os prisioneiros também percebem, além da sombra, o eco das 
palavras pronunciadas pelos homens que passam. Como esses prisioneiros nunca 
perceberam outra coisa senão as sombras e o eco, têm eles essas imagens pela verdadeira 
realidade. Se eles pudessem, por uma vez, voltar-se e contemplar, a luz do fogo, os 
próprios objetos, cujas sombras foram apenas o que até agora viram; e se pudessem ouvir 
diretamente os sons, além dos ecos até então ouvidos, sem dúvida ficariam atônitos com 
essa nova realidade. Mas se além disso pudessem, fora da caverna e à luz do sol, 
contemplar os próprios homens vivos, bem como os animais e as coisas reais, de que as 
figuras projetadas na caverna eram apenas cópias, então ficariam de todo fascinados com 
essa realidade de forma tão diversa. 
PLATÃO, 7.º livro da República, p.514 ss.. 
 
 
 
 
3 
 
 
Relacionando o fragmento de texto de Platão e a tirinha da Turma da Mônica, de Maurício 
de Souza, com os seus conhecimentos sobre o Mito da Caverna, assinale a alternativa 
incorreta. 
 
A) Os homens acorrentados no fundo da caverna são aqueles que passam a vida 
contemplando sombras, acreditando que elas correspondem à realidade e à verdade. 
B) Para Platão existem três níveis de conhecimento: o primeiro é chamado de agnosis, 
que significa ignorância, e corresponde ao estágio dos homens no interior da caverna; 
o segundo é denominado de doxa, ou opinião, e é o primeiro estágio de conhecimento, 
que se forma logo após os homens saírem da caverna e contemplarem a realidade; o 
terceiro é designado pela palavra grega epistheme, que significa ciência, ou o 
conhecimento em sua integralidade. 
C) Para Platão existe um único mundo sensível e inteligível, de forma que os homens 
devem aprender com a experiência a distinguir o conhecimento verdadeiro de 
impressões falsas dos sentidos. 
D) O visível, para Platão, corresponde ao império dos sentidos captado pelo olhar e 
dominado pela subjetividade. É o reino do homem comum preso, às coisas do 
cotidiano. 
E) O inteligível, para Platão, diz respeito à razão. É o reino do homem sábio, que 
desconfia das primeiras impressões e busca um conhecimento das causas da realidade. 
 
4. (Uel 2010) Leia o texto de Platão a seguir: 
 
Logo, desde o nascimento, tanto os homens como os animais têm o poder de captar 
as impressões que atingem a alma por intermédio do corpo. Porém relacioná-las com a 
essência e considerar a sua utilidade, é o que só com tempo, trabalho e estudo conseguem 
os raros a quem é dada semelhante faculdade. Naquelas impressões, por conseguinte, não 
é que reside o conhecimento, mas no raciocínio a seu respeito; é o único caminho, ao que 
parece, para atingir a essência e a verdade; de outra forma é impossível. 
(PLATÃO. Teeteto. Tradução de Carlos Alberto Nunes. Belém: Universidade Federal do Pará, 1973. p. 
80.) 
 
 
 
4 
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a teoria do conhecimento de Platão, 
considere as afirmativas a seguir: 
 
I. Homens e animais podem confiar nas impressões que recebem do mundo sensível, e 
assim atingem a verdade. 
II. As impressões são comuns a homens e animais, mas apenas os homens têm a 
capacidade de formar, a partir delas, o conhecimento. 
III. As impressões não constituem o conhecimento sensível, mas são consideradas como 
núcleo do conhecimento inteligível.IV. O raciocínio a respeito das impressões constitui a base para se chegar ao 
conhecimento verdadeiro. 
 
Assinale a alternativa correta. 
 
A) Somente as afirmativas I e II são corretas. 
B) Somente as afirmativas II e IV são corretas. 
C) Somente as afirmativas III e IV são corretas. 
D) Somente as afirmativas I, II e III são corretas. 
E) Somente as afirmativas I, III e IV são corretas. 
 
5. (Ufu 2010) A filosofia de Agostinho (354 – 430) é estreitamente devedora do 
platonismo cristão milanês: foi nas traduções de Mário Vitorino que leu os textos de 
Plotino e de Porfírio, cujo espiritualismo devia aproximá-lo do cristianismo. Ouvindo 
sermões de Ambrósio, influenciados por Plotino, que Agostinho venceu suas últimas 
resistências (de tornar-se cristão). 
PEPIN, Jean. Santo Agostinho e a patrística ocidental. In: CHÂTELET, François (org.) A Filosofia 
medieval. Rio de Janeiro Zahar Editores: 1983, p. 77. 
 
Apesar de ter sido influenciado pela filosofia de Platão, por meio dos escritos de Plotino, 
o pensamento de Agostinho apresenta muitas diferenças se comparado ao pensamento de 
Platão. 
 
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, uma dessas diferenças. 
 
A) Para Agostinho, é possível ao ser humano obter o conhecimento verdadeiro, enquanto, 
para Platão, a verdade a respeito do mundo é inacessível ao ser humano. 
B) Para Platão, a verdadeira realidade encontra-se no mundo das Ideias, enquanto para 
Agostinho não existe nenhuma realidade além do mundo natural em que vivemos. 
C) Para Agostinho, a alma é imortal, enquanto para Platão a alma não é imortal, já que é 
apenas a forma do corpo. 
D) Para Platão, o conhecimento é, na verdade, reminiscência, a alma reconhece as Ideias 
que ela contemplou antes de nascer; Agostinho diz que o conhecimento é resultado da 
Iluminação divina, a centelha de Deus que existe em cada um. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
6. (Unesp 2010) 
Texto 1 
Porque morrer é uma ou outra destas duas coisas: ou o morto não tem 
absolutamente nenhuma existência, nenhuma consciência do que quer que seja, ou, como 
se diz, a morte é precisamente uma mudança de existência e, para a alma, uma migração 
deste lugar para um outro. Se, de fato, não há sensação alguma, mas é como um sono, a 
morte seria um maravilhoso presente. […] Se, ao contrário, a morte é como uma passagem 
deste para outro lugar, e, se é verdade o que se diz que lá se encontram todos os mortos, 
qual o bem que poderia existir, ó juízes, maior do que este? Porque, se chegarmos ao 
Hades, libertando-nos destes que se vangloriam serem juízes, havemos de encontrar os 
verdadeiros juízes, os quais nos diria que fazem justiça acolá: Monos e Radamante, Éaco 
e Triptolemo, e tantos outros deuses e semideuses que foram justos na vida; seria então 
essa viagem uma viagem de se fazer pouco caso? Que preço não seríeis capazes de pagar, 
para conversar com Orfeu, Museu, Hesíodo e Homero? 
(Platão. Apologia de Sócrates, 2000.) 
Texto 2 
Ninguém sabe quando será seu último passeio, mas agora é possível se despedir 
em grande estilo. Uma 300C Touring, a versão perua do sedã de luxo da Chrysler, foi 
transformada no primeiro carro funerário customizado da América Latina. A mudança 
levou sete meses, custou R$ 160 mil e deixou o carro com oito metros de comprimento e 
2 340 kg, três metros e 540 kg além da original. 
O Funeral Car 300C tem luzes piscantes na já imponente dianteira e enormes 
rodas, de aro 22, com direito a pequenos caixões estilizados nos raios. Bandeiras nas 
pontas do capô, como nos carros de diplomatas, dão um toque refinado. Com o chassi 
mais longo, o banco traseiro foi mantido para familiares acompanharem o cortejo dentro 
do carro. No encosto dos dianteiros, telas exibem mensagens de conforto. O carro faz 
parte de um pacote de cerimonial fúnebre que inclui, além do cortejo no Funeral Car 
300C, serviços como violinistas e revoada de pombas brancas no enterro. 
(Funeral tunado. Folha de S.Paulo, 28.02.2010.) 
 
Após análise dos dois textos, pode-se afirmar que: 
 
A) o texto 1 é de natureza fictícia, e, portanto, não baseado em fatos históricos. 
B) Platão não apela a entidades míticas para justificar sua concepção positiva sobre a 
morte. 
C) Platão faz alusão a um fato histórico fundamental para a filosofia ocidental: as 
circunstâncias da morte de Sócrates. 
D) o texto 2 trata do caráter sagrado e religioso dos funerais em nossa sociedade. 
E) o texto 1 evidencia que a morte não é um tema filosófico. 
 
7. (Uel 2009) - Considera pois – continuei – o que aconteceria se eles fossem soltos das 
cadeias e curados da sua ignorância, a ver se, regressados à sua natureza, as coisas se 
passavam deste modo. Logo que alguém soltasse um deles, e o forçasse a endireitar-se de 
repente, a voltar o pescoço, a andar e a olhar para a luz, a fazer tudo isso, sentiria dor, e o 
deslumbramento impedi-lo-ia de fixar os objetos cujas sombras via outrora. Que julgas 
tu que ele diria, se alguém lhe afirmasse que até então ele só vira coisas vãs, ao passo que 
agora estava mais perto da realidade e via de verdade, voltado para objetos mais reais? E 
se ainda, mostrando-lhe cada um desses objetos que passavam, o forçassem com 
perguntas a dizer o que era? Não te parece que ele se veria em dificuldade e suporia que 
os objetos vistos outrora eram mais reais do que os que agora lhe mostravam? 
(PLATÃO. A República 7. ed. Lisboa: Caiouste &Ibenkian, I993. p. 3I8-3I9.) 
 
 
 
6 
O texto é parte do livro VII da República, obra na qual Platão desenvolve o célebre Mito 
da Caverna. Sobre o Mito da Caverna, é correto afirmar. 
 
I. A caverna iluminada pelo Sol, cuja luz se projeta dentro dela, corresponde ao mundo 
inteligível, o do conhecimento do verdadeiro ser. 
II. Explicita como Platão concebe e estrutura o conhecimento. 
III. Manifesta a forma como Platão pensa a política, na medida em que, ao voltar à 
caverna, aquele que contemplou o bem quer libertar da contemplação das sombras os 
antigos companheiros. 
IV. Apresenta uma concepção de conhecimento estruturada unicamente em fatores 
circunstanciais e relativistas. 
 
Assinale a alternativa correta. 
 
A) Somente as afirmativas I e IV são corretas. 
B) Somente as afirmativas II e III são corretas. 
C) Somente as afirmativas III e IV são corretas. 
D) Somente as afirmativas I, II e III são corretas. 
E) Somente as afirmativas I, II e IV são corretas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 
RESOLUÇÕES 
Resposta da questão 1: [A] 
 
A alternativa A está correta, porque no pensamento de Platão a natureza do Homem é a 
razão, mas esta razão encontra no corpo um obstáculo – pois este abriga os impulsos dos 
sentidos, diferentemente da alma, que conduziria ao agir racional. Dessa maneira, a 
escolha dos mais aptos – e a forma como esta escolha se daria – seria guiada pela razão, 
tentando suprimir, assim, os sentimentos contrários à natureza humana. Não faz nenhum 
sentido, portanto, a afirmação da alternativa B, pois ela vai no sentido contrário ao que 
está expresso na citação. Tampouco é a honra (como afirma a alternativa C) ou a riqueza 
(alternativa E) o fundamento da organização do Estado Ideal platônico; e sim a razão, que 
só é possuída por aqueles pertencentes à elite. Diferentemente do que afirma a alternativa 
D haveria total igualdade entre os sexos neste Estado Ideal, estando a vida dos escolhidos 
baseada num comunismo rígido. 
 
Resposta da questão 2: [B] 
 
A teoria de Platão a respeito da alma tripartite começa com a Alma Racional que é 
superior e destina-se ao conhecimento. Localiza-se na razão e tem a Sabedoria como 
virtude principal. A alma irascível, por sua vez, está associada à vontade, dando ao 
Homem ânimo necessário para enfrentar os problemas e os conflitos. Localiza-se no peito 
e tem a Força como virtude e por fim,a última, a Alma concupiscente, a mais baixa de 
todas e constituída pelos desejos e necessidades básicas. Localiza-se no ventre e tem a 
Moderação como virtude. 
 
Resposta da questão 3: [C] 
 
Segundo a dimensão epistemológica o mito da caverna é uma alegoria a respeito das duas 
principais formas de conhecimento: na teoria das ideias, Platão distingue o mundo 
sensível, dos fenômenos, e o mundo inteligível, das ideias, portanto, existem dois 
mundos. 
 
Resposta da questão 4: [B] 
 
A primeira etapa do processo do conhecimento em Platão é dominada pelas impressões 
ou sensações advindas dos sentidos. Essas impressões sensíveis são responsáveis pela 
opinião que temos da realidade. A opinião representa o saber que se adquire sem uma 
busca metódica. O conhecimento, entretanto, para ser autêntico, deve ultrapassar a esfera 
das impressões sensoriais, o plano de opinião, e penetrar na esfera racional da sabedoria, 
o mundo das ideias. Para atingir este mundo, o homem não pode ter apenas “amor às 
opiniões (filodoxia); precisa possuir um “amor ao saber” (filosofia). 
 
Resposta da questão 5: [D] 
 
Agostinho faz das Ideias os pensamentos de Deus e rejeita a doutrina da reminiscência 
que supõe a preexistência da alma que exclui a possibilidade do criacionismo, típico da 
teoria agostiniana que segundo alguns autores é a doutrina platônica transformada no 
criacionismo com aquela luz de que falam nas Sagradas Escrituras que orientam a 
inteligência humana que é dom de Deus e em Platão, é uma lembrança da alma enquanto 
contempladora do mundo das essências. 
 
 
 
8 
Resposta da questão 6: [C] 
 
O esclarecimento das circunstâncias da morte de Sócrates foi de fundamental importância 
para a história da Filosofia Ocidental. Por ser considerado subversivo, representou uma 
ameaça social, pois desrespeitava a ordem estabelecida e mesmo interessado na prática 
da virtude e na busca da verdade dirigiu sua atenção para as pessoas sem fazer distinção 
da condição social. Segundo o texto em questão, é o mundo invisível, ou seja, no mundo 
das Ideias que contam mais do que a vida. 
 
Resposta da questão 7: [B] 
 
Somente as afirmativas II e III são verdadeiras e estão de acordo tanto com o Mito da 
Caverna, como com a filosofia de Platão. Esse mito é uma alegoria à função do filósofo 
na sociedade grega. O filósofo, mediante a dialética, conhece a luz da verdade e deseja 
libertar os outros prisioneiros, ou seja, os outros cidadãos.

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