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F R E N T E 1 29 40 Unimontes 2018 Dois carros, logo após uma colisão frontal, movem-se juntos com uma velocidade final de 3,5 km/h. Sabendo-se que o carro mais rápido e pe- sado estava com o dobro da velocidade do outro e possuía dois terços a mais de massa, a sua velocidade inicial, em km/h, vale: A 4 4,5 C 8 9 41 Fuvest Um caminhão, parado em um semáforo, teve sua traseira atingida por um carro. Logo após o choque, ambos foram lançados juntos para frente (colisão inelástica), com uma velocidade estimada em 5 m/s (18 km/h), na mesma direção em que o carro vi- nha. Sabendo-se que a massa do caminhão era cerca de três vezes a massa do carro, foi possível concluir que o carro, no momento da colisão, trafegava a uma velocidade aproximada de: A 72 km/h 60 km/h C 54 km/h 36 km/h 18 km/h 42 Fuvest Sobre uma mesa horizontal de atrito des- prezível, dois blocos, A e B, de massas m e 2m, respectivamente, movendo-se ao longo de uma reta, colidem um com o outro Após a colisão, os blocos se mantêm unidos e deslocam-se para a direita com velocidade v , como indicado na figura. Depois da colisão A B � v O único esquema que não pode representar os movi- mentos dos dois blocos antes da colisão é: A A B = Bv 1 ,5v = Av 0 A B = − A v v = B v 2v C A B = − A v 3v = B v 3v A B = B v 2v = A v v A B = Av 0,5v = Bv 1,25v 43 Unicamp Suponha que o esquilo do filme A Era do Gelo tenha desenvolvido uma técnica para recolher nozes durante o percurso para sua toca Ele desliza por uma rampa até atingir uma superfície plana com velocidade de 10 m/s Uma vez nessa superfície, o es- quilo passa a apanhar nozes em seu percurso Todo o movimento se dá sobre o gelo, de forma que o atrito pode ser desprezado A massa do esquilo é de 600 g e a massa de uma noz é de 40 g a) Qual é a velocidade do esquilo após colher 5 nozes? b) Calcule a variação da energia cinética do con- junto formado pelo esquilo e pelas nozes entre o início e o final da coleta das 5 nozes 44 Unicamp Um carrinho de massa m1 = 80 kg desloca-se horizontalmente com velocidade v1 = 5 m/s. Um bloco de massa m2 = 20 kg cai verticalmente sobre o car rinho, de uma altura muito pequena, aderindo a ele. a) Com que velocidade final move-se o conjunto? b) Que quantidade de energia mecânica foi transfor mada em energia térmica? 45 Fuvest Duas esferas de 2,0 kg cada deslocam-se sem atrito sobre uma mesma reta horizontal. Elas se chocam e passam a se mover grudadas. O gráfico representa a posição de cada esfera, em função do tempo, até o instante da colisão. Esfera 1 Esfera 2 1050 40 30 20 10 t (s) s (m) a) Calcule a energia cinética total do sistema antes do choque. b) Esboce a continuação do gráfico até t = 10 s. c) Calcule a energia dissipada com o choque. 46 UFF Um projétil de massa m = 10 g viaja horizontal- mente com a velocidade v = 1,0 102 m/s Com esta velocidade, ele atinge um bloco de massa M = 0,99 kg, que está em repouso na beirada de uma mesa cujo tampo encontra se a uma altura h = 80 cm do chão, como mostra a figura a seguir O projétil se aloja no bloco e o conjunto cai da mesa Considere despre- zíveis as dimensões do bloco e do projétil quando comparadas com as da mesa Suponha g = 10 m/s2 FÍSICA Capítulo 11 Impulso, quantidade de movimento, colisões, centro de massa e análise dimensional30 h = 80 cm m M � v a) Qual a razão entre os módulos das forças horizon- tais que atuam sobre o projétil e o bloco durante a colisão? b) Com que velocidade, em módulo e direção, o conjunto sai da mesa? c) Qual o módulo da velocidade do conjunto ao atin- gir o solo? d) A que distância da base da mesa o conjunto atin- ge o solo? 47 Unicamp Acredita-se que a extinção dos dinossauros tenha sido causada por uma nuvem de pó levantada pela colisão de um asteroide com a Terra. Esta nuvem de pó teria bloqueado a ação do Sol. Estima-se que a energia liberada pelo impacto do asteroide tenha sido de 108 megatons, equivalente a 1023 J. Considere a massa do asteroide m = 8,0 ∙ 1015 kg e a massa da Terra M = 6,0 ∙ 1024 kg. a) Determine a velocidade do asteroide imediata- mente antes da colisão. b) Determine a velocidade de recuo da Terra imedia- tamente após a colisão, supondo que o asteroide tenha ficado encravado nela. Colisão elástica 48 Fuvest Dois caixotes de mesma altura e mesma massa, A e B, podem movimentar se sobre uma superfície pla na, sem atrito. Estando inicialmente A parado, próximo a uma parede, o caixote B aproxima-se perpendicular mente à parede, com velocidade V0, provocando uma sucessão de colisões elásticas no plano da figura. A B V 0 g Parede Após todas as colisões, é possível armar que os módulos das velocidades dos dois blocos serão apro- ximadamente: A VA = V0 e VB = 0 V V 2 A 0 = e V 2V B 0 = C VA = 0 e VB = 2V0 V V 2 A 0 = e V V 2 B 0 = VA = 0 e VB = V0 49 PUC-Campinas Uma esfera de massa m1 = 3,0 kg, mo- vendo-se com velocidade constante v1 = 2,0 m/s, colide frontal e elasticamente com outra esfera de massa m2 = 1,0 kg, inicialmente em repouso. As velocidades das esferas, imediatamente após o choque, em m/s, valem, respectivamente: A 1,0 e 3,0 1,0 e 2,0 C 1,0 e 1,0 1,5 e 0,50 2,0 e 0,50 50 FCC Duas partículas, M e N, de massas 1,0 kg e 2,0 kg, respectivamente, colidem frontalmente entre si. A velocidade de M era de 24 m/s e passou a ser de 24 m/s após a colisão, que foi perfeitamente elástica. As velocidades de N antes e depois da colisão foram, respectivamente, em m/s, iguais a: A 24 e 24 18 e 18 C –12 e 12 –8 e 16 –6 e 6 51 UFF Numa aula de laboratório de Física, observa-se a colisão perfeitamente elástica entre dois carrinhos (1 e 2) sobre um trilho de ar, de tal forma que não exis- te atrito entre os carrinhos e o trilho. O carrinho 1 tem massa M1 e o carrinho 2 massa M2 = 200 g Antes do choque, o carrinho 1 desloca-se para a direita com ve- locidade igual a 2,00 m/s e o carrinho 2 está parado. Depois do choque, os dois carrinhos deslizam para a direita; a velocidade do carrinho 1 é igual a 1,00 m/s. Determine a massa M1 Colisão parcialmente elástica 52 Osec Numa experiência para a determinação do coeficiente de restituição, largou-se uma bola de pin- gue-pongue em queda livre de uma altura de 4,00 m e ela retornou à altura de 1,00 m. Portanto, o coeficien- te de restituição procurado é: A 0,25 0,50 C 1,00 2,00 4,00 53 PUC-SP Uma esfera de massa 4,0 kg, animada de velo- cidade de módulo 1,2 m/s, colide unidimensionalmente com outra de massa 5,0 kg, que se move no mesmo sentido com velocidade de módulo 0,60 m/s Sabendo que o coeficiente de restituição vale 0,50, determine as velocidades escalares das esferas após a colisão F R E N T E 1 31 Colisão bidimensional 54 UFRGS 2017 A figura (i) esquematiza a trajetória de duas partículas, 1 e 2, em rota de colisão inelástica, a ocorrer no ponto P; a figura (ii) representa cinco possi bilidades de trajetória do centro de massa do sistema após a colisão. 1 2 (i) P P (ii) I II III IV V θ θ As massas e módulos das velocidades das partículas 1 e 2 são, respectivamente, m e 2v 0 , e 2m e v 0 . Na gura (ii), a trajetória que melhor descreve o movi- mento nal é a de número A I II C III IV 55 UFPE Um disco de plástico é lançado com velocidade inicial v0 = 14 m/s fazendo um ângulo de 30° com a borda A de uma mesa horizontal, como mostrado na figura Após o lançamento, o disco desliza sem atrito e segue uma trajetória em zigue-zague, colidindo com as bordas B e D. B C D A 2,1 m 30o v 0 Considerando que todas as colisões são perfeitamen te elásticas, calcule o intervalo de tempo, em unidades de 10 2 segundos, para o disco atingir a borda C pela primeira vez 56 Fuvest 2011 Um gavião avista, abaixo dele, um melro e, para apanhá-lo, passa a voar verticalmente, conse- guindo agarrá lo. Imediatamente antes do instante em que o gavião, de massa MG = 300 g, agarra o melro, demassa MM = 100 g, as velocidades do gavião e do melro são, respectivamente, VG = 80 km/h na direção vertical, para baixo, e VM = 24 km/h na direção hori- zontal, para a direita, como ilustra a figura a seguir V G V M u α Imediatamente após a caça, o vetor velocidade u do gavião, que voa segurando o melro, forma um ângulo α com o plano horizontal, tal que tg α é aproximada- mente igual a: A 20 10 C 3 0,3 0,1 57 UFPR Em um cruzamento mal sinalizado, houve uma co- lisão de dois automóveis, que vinham inicialmente de direções perpendiculares, em linha reta. Em módulo, a velocidade do primeiro é exatamente o dobro da velo- cidade do segundo, ou seja, v1 = 2v2 Ao fazer o boletim de ocorrência, o policial responsável verificou que, após a colisão, os automóveis ficaram presos nas ferragens (colisão inelástica) e se deslocaram em uma direção de 45° em relação à direção inicial de ambos. Considere que a massa do segundo automóvel é exatamente o dobro da massa do primeiro, isto é, m2 = 2m1, e que a perícia constatou que o módulo da velocidade dos automóveis unidos, imediatamente após a colisão, foi de 40 km/h. Assinale a alternativa que apresenta a ve- locidade correta, em módulo, do automóvel 2, isto é, v2, imediatamente antes da colisão. A 15 2 km/h 30 2 km/h C 60 2 km/h 15 km/h 30 km/h 58 Fuvest Dois pequenos discos, de massas iguais, são lançados sobre uma superfície plana e horizon- tal, sem atrito, com velocidades de módulos iguais. A figura a seguir registra a posição dos discos, vistos de cima, em intervalos de tempo sucessivos e iguais, antes de colidirem, próximo ao ponto P. P FÍSICA Capítulo 11 Impulso, quantidade de movimento, colisões, centro de massa e análise dimensional32 Dentre as possibilidades representadas, aquela que pode corresponder às posições dos discos, em ins tantes sucessivos, após a colisão, é: A P P C P P P 59 Unicamp No episódio II do filme Guerra nas estrelas, um personagem mergulha em queda livre, caindo em uma nave que se deslocava horizontalmente a 100 m/s com os motores desligados O personagem resgatado chegou à nave com uma velocidade de 6 m/s na vertical. Considere que a massa da nave é de 650 kg, a do personagem resgatado de 80 kg e a do piloto de 70 kg. a) Quais as componentes horizontal e vertical da velocidade da nave imediatamente após o resgate? b) Qual foi a variação da energia cinética total nes- se resgate? 60 Unicamp Jogadores de sinuca e bilhar sabem que, após uma colisão não frontal de duas bolas A e B de mesma massa, estando a bola B inicialmente parada, as duas bolas saem em direções que formam um ân gulo de 90° Considere a colisão de duas bolas de 200 g, representada na figura a seguir A se dirige em direção a B com velocidade V = 2,0 m/s, formando um ângulo α com a direção y, tal que sen α = 0,80 Após a colisão, B sai na direção y x y α V A B A a) Calcule as componentes x e y das velocidades de A e B logo após a colisão. b) Calcule a variação da energia (cinética de trans- lação) na colisão. Dados: Despreze a rotação e o rolamento das bolas. Energia e colisões 61 UFPE Um pequeno disco A, de massa mA = M e ve- locidade VA, desliza em uma pista sem atrito como indicado na figura. Na parte horizontal da pista, ele colide com outro pequeno disco B, de massa mB = = 3M, que se encontra em repouso no ponto P. Se a colisão é completamente inelástica, os dois discos aderem um ao outro e se elevam até uma altura H = = 5 cm. Determine a velocidade inicial VA, em m/s. m B P Hm A � A V 62 FEI Um projétil de 450 g é disparado horizontalmen- te com velocidade de 20 m/s contra um corpo de massa 0,45 kg, suspenso por um fio de 2 m de com- primento. Em um choque perfeitamente elástico e frontal, o corpo sobe até uma altura h. Antes Depois θ � V Qual é o ângulo máximo formado pelo o com a vertical? A 30° 45° C 60° 75° 90°