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SEMANA 7 – Orações Coordenadas 
 
 
 
 
 
79 VestCursos – Especialista em Preparação para Vestibulares de Alta Concorrência 
 
Questão 6 (UCDB_MT) 
- “Podemos falar qualquer coisa: estou absolutamente calmo”. 
Os dois pontos dos período acima poderiam ser substituídos pela conjunção: 
a) e b) portanto c) logo d) pois 
 
Questão 7 (PUCC_SP) 
A conjunção e tem valor adversativo na frase: 
a) Cheguei, vi e venci. 
b) Arrumou as malas e despediu-se. 
c) Deitei exausto e não consegui dormir. 
d) Siga meu conselho e não se arrependerá. 
 
Questão 8 (Unimep- SP) 
I - Mário estudou muito e foi reprovado. 
II - Mário estudou muito e foi aprovado. 
 
Em I e II a conjunção “e” tem, respectivamente, valor:, 
a) aditivo e conclusivo. 
b) adversativo e aditivo. 
c) aditivo e aditivo 
d) adversativo e conclusivo 
 
Questão 9 
O conectivo “e” normalmente é usado como conjunção coordenativa aditiva. No entanto, em uma das 
alternativas abaixo, isso não ocorre: 
a) Entrou, assistiu aula e saiu. 
b) Fernanda é amiga de Lidiane e Lidiane amiga da Daniela. 
c) Não se preparou para a prova de Português e conseguiu passar. 
d) Faça os exercícios e conseguirá aprovação. 
 
Questão 10 
Maria assistiu à aula, porém passou mal. Sem alteração de sentido, a conjunção “porém” pode ser 
substituída por: 
a) logo 
b) pois 
c) mas 
d) portanto 
 
Questão 11 (ENEM 2013) 
 
 
 
Nessa charge, o recurso morfossintático que colabora para o efeito de humor está indicado pelo(a) 
a) emprego de uma oração adversativa, que orienta a quebra da expectativa ao final. 
b) uso de conjunção aditiva, que cria uma relação de causa e efeito entre as ações. 
c) retomada do substantivo “mãe”, que desfaz a ambiguidade dos sentidos a ele atribuídos. 
d) utilização da forma pronominal “la”, que reflete um tratamento formal do filho em relação à “mãe”. 
e) repetição da forma verbal “é”, que reforça a relação de adição existente entre as orações. 
 
 
Anotações 
 
 
 
 
 
 80 VestCursos – Especialista em Preparação para Vestibulares de Alta Concorrência 
CURSO ANUAL GRAMÁTICA E INTERPRETAÇÃO – (Prof. Cláudio Neves) 
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 
 
Questão 1 
Identifique a alternativa que apresenta oração coordenada 
sindética explicativa. 
a) Não fiz compras, que não tinha dinheiro. 
b) Acertei todas as questões da prova; fui, pois, bastante elogiado. 
c) Trabalhei arduamente logo serei promovido. 
d) Para os cientistas, o homem pode viver mais; portanto a 
qualidade de vida precisa ser melhorada. 
 
Questão 2 
Identifique a alternativa que apresenta oração coordenada 
sindética aditiva: 
a) Fique calada ou saia. 
b) Ele não só chorou mas também ficou arrependido. 
c) Levantou, bebeu, morreu. 
d) A seleção de basquete estava preparada, e perdeu a partida. 
 
Questão 3 
Assinale a oração coordenada sindética conclusiva: 
a) As propagandas são de mau gosto, precisam, pois, ser 
modificadas. 
b) O marceneiro chegou e começou o serviço. 
c) Não beba muito, que faz muito mal. 
d) A estrada era perigosa, e todos queriam filmá-la. 
 
Questão 4 
Todas as orações abaixo são coordenadas assindéticas, exceto: 
a) Chegou, gostou, ficou para sempre. 
b) Hoje as lojas estão muito movimentadas e perigosas. 
c) Fomos ao cinema, gostamos do filme. 
d) Ou você faz a prova, ou será reprovado. 
 
Questão 5 
Em qual alternativa a oração destacada é coordenada conclusiva? 
a) Roberto Carlos não só canta, mas também compõe. 
b) Cumprimente-o, que hoje é seu aniversário. 
c) Não tinha mais nenhuma chance com o ex-namorado, desistiu, 
pois, de procurá-lo. 
d) O candidato estava preparado, não foi, entretanto, classificado. 
 
Questão 6 
As orações coordenadas podem ser sindéticas ou assindéticas. 
Agora leia as orações: 
I. Não assisto à TV, que prefiro uma boa leitura. 
II. Adoro você e sempre vou adorar, e não me engane! 
III. Fique comigo ou com o mundo. 
De acordo com as orações acima, marque (V) para verdadeiro ou 
(F) para falso nas afirmativas que seguem. 
( ) No período I há duas orações coordenadas sindéticas. 
( ) Os três períodos possuem, cada, somente uma oração 
coordenada assindética. 
( ) No período II há uma oração coordenada sindética aditiva e 
outra adversativa. 
 
Questão 7 
Leia o período abaixo e marque o item que classifica corretamente 
as orações na respectiva sequência em que elas se encontram. 
“Teresa gostava de Simão, e seus pais eram contra, as famílias, 
pois, eram inimigas.” 
a) Assindética — Sindética Explicativa — Sindética Adversativa. 
b) Sindética Adversativa — Assindética — Sindética Alternativa. 
c) Assindética — Sindética Adversativa — Sindética conclusiva. 
d) Sindética Conclusiva — Sindética Aditiva — Assindética. 
e) Sindética Aditiva — Assindética — Sindética Explicativa. 
 
Questão 8 
“Mãe, Marcos César é um rapaz maravilhoso, e não quero ficar 
com ele”. A oração destacada classifica-se em: 
a) Aditiva. 
b) Alternativa. 
c) Adversativa. 
d) Conclusiva. 
e) Explicativa. 
 
Questão 9 
Classifique as orações destacadas de acordo com o código abaixo: 
I Sindética aditiva. 
II. Sindética adversativa. 
III. Sindética explicativa. 
IV. Sindética conclusiva. 
V. Sindética alternativa. 
VI. Assindética(s). 
 
( ) As ruas estavam molhadas, Alberto, choveu à noite. 
( ) José entendeu os testes, pode, pois, fazer as provas. 
( ) O filho chegou, que a mãe notou. 
 
Questão 10 
A vida transcorre entre o sucesso e o insucesso. É importante, ------
------, que o adolescente enfrente adversidades, fracassos e 
frustrações para que possa, segundo a canção popular, “sacudir a 
poeira e dar a volta por cima”. A conjunção que completa a lacuna 
e introduz uma ideia de conclusão é: 
a) porquanto 
b) porém 
c) pois 
d) contudo 
e) conquanto 
 
Questão 11 
Coloque C (certa) ou E (errada) para as seguintes alternativas 
a) ( ) Compre o bilhete PORQUE O SORTEIO SERÁ AMANHÃ. 
(Oração Coordenada Sindética Conclusiva) 
b) ( ) Viu o acidente E SOCORREU AS VÍTIMAS. (Oração 
Coordenada Sindética Aditiva) 
c) ( ) O professor fala muito, QUESTIONA BASTANTE. 
(Oração Coordenada Assindética) 
d) ( ) Volte cedo, POIS IREMOS À FESTA. (Oração 
Coordenada Sindética Explicativa) 
e) ( ) Não correu NEM BRINCOU. (Oração Coordenada 
Sindética Aditiva) 
f) ( ) O guerreiro armou-se E FOI À GUERRA. (Oração 
Coordenada Sindética Aditiva) 
g) ( ) Discutiram, MAS NÃO CHEGARAM A NADA. (Oração 
Coordenada Sindética Adversativa) 
h) ( ) A música se aviva, O RITMO TORNA-SE IRRESISTÍVEL, 
FRENÉTICO, ALUCINANTE. (Oração Coordenada Assindética) 
i) ( ) Trabalhou E NAO RECEBEU. (Oração Coordenada 
SEMANA 7 – Orações Coordenadas 
 
 
 
 
 
81 VestCursos – Especialista em Preparação para Vestibulares de Alta Concorrência 
 
Sindética Aditiva) 
j) ( ) Eu o considero; QUERO, POIS, CONTAR-LHE UM 
SEGREDO. (Oração Coordenada Sindética Aditiva) 
k) ( ) QUER EM CASA, quer no trabalho ela é 
aplicada. (Oração Coordenada Sindética Alternativa) 
 
Questão 12 
“Ele pensava numa nova edição do seu romance pela mesma 
editora; NÃO, PODERIA, POIS, TER RESCINDIDO O CONTRATO 
COM ELA.” 
A oração destacada classifica-se como 
a) subordinada adverbial final. 
b) subordinada adverbial consecutiva. 
c) subordinada adverbial condicional. 
d) coordenada assindética explicativa. 
e) coordenada sindética conclusiva. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 82 VestCursos – Especialista em Preparação para Vestibulares de Alta Concorrência 
CURSO ANUAL GRAMÁTICA E INTERPRETAÇÃO – (Prof. Cláudio Neves) 
INTERPRETAÇÃO TEXTUAL 
OS GÊNEROS NARRATIVOS II 
CONTO 
O tamanho não é o que faz mal a este gênero de histórias. É 
naturalmente a qualidade; mas há sempre uma qualidade nos 
contos que os torna superiores aos grandes romances, se uns e 
outros são medíocres: é serem curtos. 
Machado de Assis 
O conto é um texto narrativo centrado em um relato referente a um 
fato ou determinado acontecimento. Sendo que este pode ser real, 
como é o caso de uma notícia jornalística, um eventoesportivo, 
dentre outros. Podendo também ser fictício, ou seja, algo resultante 
de uma invenção. 
No que se refere às origens, o mesmo remonta aos tempos antigos, 
representado pelas narrativas orais dos antigos povos nas noites 
de luar, passando pelos gregos e romanos, lendas orientais, 
parábolas bíblicas, novelas medievais italianas, pelas fábulas 
francesas de Esopo e La Fontaine, chegando até os livros, como 
hoje conhecemos. 
Em meio a esta trajetória, revestiu-se de inúmeras classificações, 
resultando nas chamadas antologias, as quais reúnem os contos 
por nacionalidade: brasileiro, russo, francês e por categorias 
relacionadas ao gênero, denominando-se em contos maravilhosos, 
policiais, de amor, ficção científica, fantásticos, de terror, mistério, 
dentre outras classificações, tais como tradicional, moderno e 
contemporâneo. 
Perfaz-se de todos os elementos que compõem a narrativa, ou 
seja, tempo, espaço, poucos personagens, foco narrativo de 1ª ou 
3ª pessoa, corroborando em uma sequência de fatos que 
constituem o enredo, também chamado de trama. 
E um dos fatores de total relevância, é que o enredo apresenta-se 
de forma condensada e sintética, centrado em um único conflito. 
Tal característica tende a criar o que chamamos de unidade de 
impressão, elemento que norteia toda a narrativa, criando um efeito 
no próprio leitor, manifestado pela admiração, espanto, medo, 
desconcerto, surpresa, entre outros. 
Fazendo referência a toda estética textual, observaremos alguns 
fragmentos inerentes a uma das criações de um importante contista 
de nossa contemporaneidade, Dalton Trevisan: 
Apelo 
Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros 
dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, 
esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma 
semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a 
imagem de relance no espelho. 
Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de 
sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém 
os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor 
deserto, até o canário ficou mudo. Não dar parte de fraco, ah, 
Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite eles se iam. 
Ficava só, sem o perdão de sua presença, última luz na varanda, a 
todas as aflições do dia. 
Sentia falta da pequena briga pelo sal no tomate — meu jeito de 
querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na 
janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na 
camisa. Calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolha? Nenhum 
de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas 
raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor. 
DUARTE, Vânia Maria do Nascimento. "O conto "; Brasil Escola. Disponível em 
<http://brasilescola.uol.com.br/literatura/o-conto.htm>. Acesso em 13 de marco de 2017. 
Banho na claridade 
À noite ele saía pelas ruas sem algo exato para fazer. Ao acordar, 
não se lembrava de nada. Precisava de um banho, tirar o cheiro da 
pele, disfarçar a ausência de sua história mais recente e voltar a 
ser uma pessoa entre as outras, deixando-se ver na claridade, 
respondendo, perguntando. “Onde estarei depois de morto?” A 
pergunta arrebentou no núcleo de sua demência. Comprou seu 
próprio caixão. Quando abriram o esquife, à beira da cova, não 
precisou dos olhos para ver a filha grávida, olhando-o pela última 
vez. A filha distendeu as pálpebras como se tentasse fixar as 
feições dele para sempre (João Gilberto Noll, Mínimos, múltiplos, 
comuns, 2003, p. 457). 
Mucosas 
Estavas em coma aquela noite. Bati na vidraça do teu quarto 
esperando que me acolhesses com a lareira acesa, mas te vi na 
cama, a cabeça meio para trás, lembrando vagamente a máscara 
mortuária de uma figura guarani; não parecias respirar, na certa 
tinhas bebido até cair, até chegar ao submundo mental, ao turismo 
pelos cemitérios de neurônios. Voltavas depois pra mim tão sem 
pistas, que perguntavas teu nome, tua procedência e tudo. Estavas 
em coma. Tanto, que quebrei o vidro com o punho e entrei. 
Sangrava minha mão. Vi que não havia o que fazer. Já tinhas certa 
lividez laqueada e só me restava te velar. Foi o que fiz? Não, não 
foi: deitei sobre o teu corpo e abandonei a língua na tua boca até 
clarear não só o dia, mas também a ideia de te incinerar (NOLL, 
2003, p. 464) 
46 
Domingo, de volta do futebol, ele serve-se de uma cachacinha, liga 
o rádio 
- Sabe, paizinho ? 
É o menino de seis anos, todo prosa. 
- O que, meu filho ? 
- Essa a música que a mãe dança com o tio Lilo. 
57 
Os dois irmãos eram os piores inimigos. Bem me lembro no enterro 
da velhinha. Eles seguravam a alça do caixão – e não se olhavam. 
Pálidos, mas de fúria. Nem a cruz das almas comoveu os dois. Se 
odiavam tanto que a finadinha bulia sem parar entre as flores. 
CRÔNICA 
CONTO 
Por vezes é confundida com o conto. A diferença básica entre os 
dois é que a crônica narra fatos do dia a dia, relata o cotidiano das 
pessoas, situações que presenciamos e já até prevemos o 
desenrolar dos fatos. A crônica também se utiliza da ironia e às 
vezes até do sarcasmo. Não necessariamente precisa se passar 
em um intervalo de tempo, quando o tempo é utilizado, é um tempo 
curto, de minutos ou horas normalmente. 
 
http://www.infoescola.com/linguistica/ironia/
SEMANA 7 – Orações Coordenadas 
 
 
 
 
 
83 VestCursos – Especialista em Preparação para Vestibulares de Alta Concorrência 
 
EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM 
 
Questão 1 
São características da crônica: 
I. Gênero narrativo marcado pela brevidade, narra fatos históricos em ordem cronológica. 
II. Publicada em jornal ou revista, destina-se à leitura diária ou semanal, pois trata de acontecimentos 
cotidianos. 
III. Obra de ficção do gênero narrativo, apresenta narrador, personagens, ponto de vista e enredo. 
IV. Gênero que se define por sua pequena extensão, é mais curto que a novela ou o romance, 
apresentando uma estrutura fechada. 
V. Tipo de texto que se caracteriza por envolver um remetente e um destinatário, geralmente é escrito 
em primeira pessoa. 
a) I e II. b) I e III. c) IV e V. d) I e V. e) III e IV. 
 
Questão 2 
Leia o texto a seguir para responder à questão: 
De homem para homem 
- Ateu, não: agnóstico 
- Pois eu te dou quinhentas pratas se você me disser o que quer dizer essa palavra. 
- Ora, para começar você não tem quinhentas pratas. Estou conversando a sério e você me vem com 
molecagem. Acho que Deus é uma coisa, os padres outra. O ranço das sacristias me enoja. Tenho 
horror ao bafo clerical dos confessionários! O bem que a confissão pode nos fazer é o de uma catarse, 
um extravasamento, que a psicanálise também faz, e com mais sucesso. Estou mesmo com vontade 
de me especializar em psiquiatria. 
- Só mesmo um doido te procuraria. 
Mauro não pôde deixar de rir. Eduardo acrescentou: 
- Você vai ter de se curar para depois curar os outros. 
- É isso mesmo - concordou o outro, sério. - Estou exatamente preocupado com o meu próprio caso. 
Já iniciei o que eu chamo de "a minha libertação". 
- E o que eu chamo de "a sua imbecilização". 
- Vista pela sua, que já é completa. O que eu chamo de libertação é a possibilidade de me afirmar 
integralmente, como homem. O homem é que interessa. Se Deus existe, posso vir a me entender com 
ele, mas há de ser de homem para homem. 
Fernando Sabino 
O texto de Fernando Sabino apresenta características do seguinte gênero textual: 
a) Poema. b) Conto. c) Crônica. d) Ensaio. e) Fábula. 
 
Questão 3 (ENEM – 2012) 
Desabafo 
Desculpem-me, mas não dá pra fazer uma cronicazinha divertida hoje. Simplesmente não dá. Não tem 
como disfarçar: esta é uma típica manhã de segunda-feira. A começar pela luz acesa da sala que 
esqueci ontem à noite. Seis recados para serem respondidos na secretária eletrônica. Recados 
chatos. Contas para pagar que venceram ontem. Estou nervoso. Estou zangado. 
CARNEIRO, J. E. Veja, 11 set. 2002 (fragmento). 
 
Nos textos em geral, é comum a manifestação simultânea devárias funções da linguagem, com o 
predomínio, entretanto, de uma sobre as outras. No fragmento da crônica Desabafo, a função da 
linguagem predominante é a emotiva ou expressiva, pois 
a) o discurso do enunciador tem como foco o próprio código. 
b) a atitude do enunciador se sobrepõe àquilo que está sendo dito. 
c) o interlocutor é o foco do enunciador na construção da mensagem. 
d) o referente é o elemento que se sobressai em detrimento dos demais. 
e) o enunciador tem como objetivo principal a manutenção da comunicação. 
 
Questão 4 
E como manejava bem os cordéis de seus títeres, ou ele mesmo, títere voluntário e consciente, como 
entregava o braço, as pernas, a cabeça, o tronco, como se desfazia de suas articulações e de seus 
reflexos quando achava nisso conveniência. Também ele soubera apoderar-se dessa arte, mais 
artifício, toda feita de sutilezas e grosserias, de expectativa e oportunidade, de insolência e submissão, 
de silêncios e rompantes, de anulação e prepotência. Conhecia a palavra exata para o momento 
preciso, a frase picante ou obscena no ambiente adequado, o tom humilde diante do superior útil, o 
Anotações

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