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GRUPO SER EDUCACIONAL
UNAMA
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO I - PEDAGOGIA
MAIARA RODRIGUES POMPEU
RELATÓRIO PARCIAL
O LETRAMENTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL NA EMEIF JOSÉ DA SILVA COIMBRA
CAMETÁ/PA
2023
MAIARA RODRIGUES POMPEU
O LETRAMENTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL NA EMEIF JOSÉ DA SILVA COIMBRA
Relatório Parcial apresentado ao Curso de Graduação em Pedagogia da UNAMA, como requisito parcial para aprovação na disciplina de Estágio Supervisionado I.
CAMETÁ/PA
2023
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO	4
2. A ANÁLISE DOCUMENTAL COMO POSSIBILIDADE DE REFLEXÃO DA IDENTIDADE DA ESCOLA	5
3. OBSERVAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA ESCOLA	6
3.1. OBSERVAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE	6
4. CONCLUSÃO	7
5. REFERÊNCIAS	8
6. ANEXO	9
1. INTRODUÇÃO
Sabe-se que desde o início de nossa história o homem sentiu a necessidade de se comunicar, para isso, desenvolveu várias técnicas. Essas técnicas serviam para registrar o que via e sentia e, assim, estaria se comunicando com seus semelhantes e, registrando sua história. Com o passar do tempo, teve a necessidade de melhorar sua forma de comunicação, com isso desenvolveu a milhares de anos a escrita inicialmente em formato cuneiforme, que mais tarde se aperfeiçoaria e teria o formado do alfabeto que conhecemos e buscamos o seu domínio.
Mas a partir desse novo formato da escrita surgiram os textos impressos e a necessidade da leitura para a decodificação desses textos. Com o passar dos anos o que se observou foi que a maioria das pessoas conseguia apenas ler as palavras que estavam escritas ali e, não compreendiam a mensagem que o texto repassava. Nesse sentido, ressalta-se que a leitura não é apenas a decodificação das letras, mas sim, ler as entrelinhas do texto e interpretar a mensagem que este, busca repassar. 
Neste trabalho, busca-se evidenciar o tema “O letramento da Educação Infantil”, estando relacionado com a área de concentração metodologias de ensino, focado no processo de ensino e aprendizagem. Para o seu desenvolvimento foi elaborada revisão bibliográfica, através de diversos autores que tratam à temática, verificando-se que a leitura é elemento de suma importância para o aprendizado da escrita, pois, leva o leitor ao conhecimento científico e uma nova visão do mundo, o qual refletirá em novas oportunidades e descobertas. 
A pesquisa foi desenvolvida na E.M.E.I.F José da Silva Coimbra, em Mapeuá, Cametá-PA, compõe a rede pública municipal de ensino, sendo órgão integrante da Secretaria Municipal de Educação, sob jurisdição direta da Prefeitura Municipal de Cametá e oferta os seguintes níveis ou modalidades de ensino: Fundamental do 1º ao 5º ano, educação jardim I, jardim II. Ela é uma escola anexa da EMEF de Carapajó (Santinho Cohén).
Leitura e escrita são ferramentas essenciais na aprendizagem significativa do educando, pois sem exercer esse processo como prática educativa escolar e também como objeto de uso social torna-se impossível desenvolver-se com êxito em uma sociedade letrada, esse ato é de suma importância para o desenvolvimento e interação do ser humano no meio que se insere, pois ao ler e escrever o aluno está em contato com a linguagem em diferente contexto. Esse trabalho é respaldado em teóricos que sustentam essa temática entre eles: Cagliari (2009), Carleti (2007), Ferreiro (2000), Freire (2004), e outros.
Portanto, a leitura proporciona viajar por vários ambientes, é a presença do mundo imaginário que invade a mente e a escrita ajuda a recontar e dar um novo fim para essa estória, sendo assim considerados a base estrutural do ser humano. Justificando que todo esse processo é necessário para compreender e formular estratégias de ação que transforme a realidade dos alunos na referida escola, e se necessário em outros locais onde se percebe a problemática em discussão. 
1.1 Histórico da unidade escolar
A Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental José da Silva Coimbra, com o código da escola 15070905 e seu CNPJ: 11.840.424/0001-80, localizada em Mapeuá, Cametá-PA, compõe a rede pública municipal de ensino, sendo órgão integrante da Secretaria Municipal de Educação, sob jurisdição direta da Prefeitura Municipal de Cametá e oferta os seguintes níveis ou modalidades de ensino: Fundamental do 1º ao 5º ano, educação jardim I, jardim II. Ela é uma escola anexa da EMEF de Carapajó (Santinho Cohén), Tem como professor responsável: Emanoel Melo Moraes, Coordenadora Pedagógica: Claudete dos Santos Assunção.
A Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental José da Silva Coimbra, foi inaugurada em 11 de novembro de 2011, apresenta um espaço físico em madeira, conta com 04 transportes escolares aquáticos, seu alunado é oriundo de diferentes níveis sócio cultural e econômico, com renda familiar de nível baixo e médio. Tem um total de 16 funcionários, distribuídos de acordo com as funções existentes.
A escola tem um quadro de 95 alunos, sendo que 13 é da educação infantil e 82 do fundamental, divididos em dois turnos de acordo com as turmas existentes.
A escola possui em seu espaço físico, uma área ampla, sua estrutura física é composta por: 03 salas de aulas com capacidade para 30 alunos cada, sala de professores, secretaria, um depósito de materiais didáticos, sala de direção, uma cozinha, uma dispensa de alimentos, quatro banheiros para alunos conjugados, masculino e feminino.
1.2 Caracterização da comunidade em que a escola está inserida
A comunidade de Mapeuá, localizada à margem direita do rio Tocantins, em Cametá. A comunidade é distante 13 km da sede do município, com acesso por via fluvial, tendo o ecossistema de várzea como predominante nessa comunidade.
Junto às Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) da localidade, constatou-se que a Ilha apresenta uma população estimada de 83 famílias e 395 habitantes, constituída por 54% do gênero masculino e 46% de gênero feminino. Desses, 38% são adultos (35 a 60 anos); 20% jovens adultos (18 a 35 anos); 19% adolescentes (12 a 18 anos); 13% crianças (até 11 anos) e 10% idosos (60 anos em diante). Quanto à escolaridade, 56% frequentaram somente o ensino fundamental; 24% o ensino médio; 12% não estudaram, e 8% têm o nível superior.
Em relação às atividades extrativistas na Ilha de Mapeuá, segundo relatos dos moradores, o açaí é o produto de maior interesse da comunidade uma vez que agrega valor cultural, social e econômico na unidade de produção familiar e as atividades relacionadas com a produção dessa cultura dão-se basicamente durante o ano todo. Logo, a participação e o trabalho coletivo do núcleo familiar tornam-se fundamentais no decorrer dessa cadeia produtiva que envolve roçadores, apanhadores, debulhadores e amassadoras que extraem dele o “vinho”.
1.3 Estrutura administrativa
Descrever um pouco sobre a equipe administrativa da escola e preencher a tabela abaixo:
	Cargo/função
	Quantidade 
	Professor
	3 (três)
	Um professor responsável
	
	
	
	
	
A equipe gestora é formada por um professor responsável: Emanoel Melo Moraes, sua rotina é determinar a qualidade da educação e o comportamento de todos os atuantes da escola, lidera e motiva a equipe, coordena a elaboração do Projeto Político Pedagógico, aproxima as famílias da escola e envolve a comunidade na busca pela qualidade da educação.
1.4 Descrição do ambiente físico
Quanto à estrutura física, a escola possui:
	Espaço
	Quantidade 
	Salas de aula
	03 (três)
	Sala de Direção
	01 (uma)
	Sala de atendimento
	01 (uma)
	Sala de secretaria
	01 (uma)
	Sala de Professores
	01 (uma)
	Cozinha
	01 (uma)
	Dispensa para merenda
	01 (uma)
A escola possui em seu espaço físico, uma área ampla, sua estrutura física é composta por: 03 salas de aulas com capacidade para 30 alunos cada, sala de professores, secretaria, um depósito de materiais didáticos, sala de direção, uma cozinha, uma dispensa de alimentos, quatro banheiros para alunos conjugados, masculino e feminino.
1.5 Recursos tecnológicos disponíveis
Quanto aos recursos tecnológicos, a escola possui:Equipamento
	Quantidade 
	Televisão
	01 (uma)
	Parabólica
	01 (duas)
	Impressora
	01 (uma)
No momento são apenas esses recursos tecnológicos disponíveis na instituição.
1.6 Avaliação da participação da comunidade na escola
Na busca por um processo de gestão eficaz e para a busca de melhoria do processo de ensino-aprendizagem a direção promove a inclusão de cor, religião, necessidades especiais, fazendo palestras abordando temas referentes aos citados, promovendo reuniões com os pais para explicar o funcionamento da escola.
Em associação à descentralização, a autonomia da escola é dos conceitos mais mencionados nos programas de gestão promovidos pelos sistemas estaduais de ensino, como também em programas do Ministério de Educação, uma vez que neles está presente, como condição para realizar o princípio constitucional de democratização da gestão escolar. Isto porque a autonomia de gestão da escola, a existência de recursos sob controle local, junto com a liderança pelo diretor e participação da comunidade, são considerados os quatro pilares sobre os quais se assentam a eficácia escolar. (LÜCK, 2000, p. 19)
Observa-se que o espaço é bem organizado para acolher os alunos e as famílias, se o aluno está faltando muitos dias as aulas, a coordenação procura os pais para saber o motivo das faltas, as datas comemorativas do calendário escolar são festejadas tais como: dia das mães, festa junina e todos os alunos e professores são incluídos e participativos, logo os pais também tem este mesmo acolhimento.
Do mesmo modo, os alunos são as pessoas para quem a escola existe e para quem deve voltar suas ações e que tenham o máximo sucesso nos estudos para sua formação pessoal e social. Pois é notória o interesse deles em estudar, pois consideram o estudo uma possibilidade de ascensão social. Esses alunos questionam seus professores e a equipe pedagógica quando discordam com os métodos de ensino e reivindicam constantemente qualidade do processo de ensino-aprendizagem, assim como domínio do conteúdo ministrado pelos professores.
Os docentes da instituição aceitam convites e convocações para reflexão acerca dos problemas e desafios que são vivenciados pela comunidade escolar. Participam das reuniões propostas sem esquivar-se de posicionamentos nas questões educativas, mas nem todos, porém, demonstram comprometimento com as questões discutidas e acordadas em reuniões. 
Em sua maioria, os docentes preocupam-se com os educandos, reportando à equipe pedagógica situações que precisam de atenção mais específica e encaminhamento de diversas ordens. A hora-atividade é utilizada para realização de trabalho pedagógico, estando de acordo com a proposta original concebida para este fim. O apoio da Secretaria de Educação é notável, pois sempre oferece cursos de capacitação e aperfeiçoamento aos seus docentes. 
Salienta-se também que, diante da falta de interesse dos alunos, muitos buscam alternativas para a melhoria da qualidade do ensino oferecido, mediante atualização e aprofundamento teórico-metodológico. Em decorrência, alguns conseguem executar um bom trabalho à custa de sacrifícios pessoais, estudando e se aperfeiçoando em espaços e tempos alternativos, visto que a jornada extensa de trabalho não favorece a necessária formação continuada, seja ela individual ou coletiva. 
2.A ANÁLISE DOCUMENTAL COMO POSSIBILIDADE DE REFLEXÃO DA IDENTIDADE DA ESCOLA
O Projeto Político Pedagógico da EMEIF José da Silva Coimbra, no momento está em processo de construção, o qual fundamenta-se nos princípios de democracia e ação solidária, objetivando formar seus alunos para a cidadania:
Para alcançar os objetivos propostos, a escola necessita de diversos recursos, sendo eles: espaço físico adequado (construção de mais salas de aula e incentivo aos alunos e alunas a conservar o ambiente escolar sempre limpo). Também estimular a leitura e a escrita no (a) aluno (a) através de jogos didáticos, como por exemplo: bingo, dominó, projetos, aulas passeio, eventos, exposições, televisão, aparelho de DVD, caixa amplificada, Datashow, etc. Conscientizar a família a participar ativamente no dia-a-dia do (a) aluno (a), observando as atividades propostas pela escola e contribuindo com propostas e sugestões para o melhoramento da qualidade do ensino, tornando a escola e a família uma unidade no processo do ensino-aprendizagem.
Vale salientar que o PPP da instituição visa atender, em primeiro lugar, à proposta curricular da escola para todos os anos, desde o 1º ano ao 9º ano e, em segundo lugar, ao interesse pessoal dos funcionários e pais participantes da educação escolar. Acredito que trabalhar em parceria com um movimento histórico do primeiro para o segundo permitirá que os alunos compreendam aspectos sociais e culturais que transcendem no ambiente escolar.
A participação do Conselho Escolar dentro da escola permite uma gestão mais participativa e democrática. Desta maneira, também organiza o trabalho pedagógico, dentro do Projeto Político e Pedagógico (PPP), uma vez que realiza intervenções se necessário.
2.1. Análise do Projeto Político Pedagógico
De acordo com o seu Projeto Político-Pedagógico, a instituição busca sempre ações que promovam resultados educativos satisfatórios, fundamentando os princípios e ações universais do ambiente escolar. Objetivando conciliar proposta de uma escola qualificada, comunitária, participativa e principalmente democrática. Observa-se tal ação no espaço cultural de socialização e desenvolvimento dos educandos, os quais são preparados para o exercício e direitos e o cumprimento dos deveres, sinônimo de cidadania. 
2.2. Análise do Planejamento de Ensino
Formar sujeito críticos, autônomos e democráticos visando oferecer à comunidade serviços de qualidade e excelência. Nesse sentido, a escola busca desenvolver práticas pedagógicas que incentivem o exercício da cidadania e a formação de sujeitos para a transformação de sua realidade social. É importante destacar que, muito embora conste no PPP tais considerações, verificamos na prática que tal missão não é partilhada por todos os profissionais. Isso ficou evidente durante as observações que realizamos, pois as atividades propostas pelo professor não davam autonomia para os alunos, nem tampouco, possibilitava a formação de uma consciência crítica, pois o trabalho do professor se limitava a reprodução dos conteúdos que estavam presentes no livro didático. Tais considerações podem ser justificadas por Freire (1991) quando propõe um ensino e aprendizagem escolar pautados na pedagogia libertadora que tem como base o trabalho com o currículo interdisciplinar via tema gerador.
3.OBSERVAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA ESCOLA
Nesse capítulo você vai descrever e analisar, expressando sua opinião e apontamentos, sobre suas experiências e vivências na escola onde realizou o estágio. Lembrando que é importante você trazer seus conhecimentos sobre tudo que já foi estudado durante o curso.
3.1. A (O) DOCENTE, A METODOLOGIA E A DIDÁTICA
A professora regente da turma Maria de Jesus Melo Estumano é formada em Pedagogia, atualmente lecionando para os alunos do Jardim I da Educação Infantil. Logo, a pesquisa de campo ocorreu com observação da turma do Jardim I da Educação Infantil.
3.2. A SALA DE AULA E OS RECURSOS DIDÁTICOS
Com a observação foi possível identificar a rotina diária em sala de aula, como início das atividades de observação a professora me apresentou para a turma e explicou o motivo da minha presença na sala de aula, posteriormente foi dado início nas aulas. 
3.3. OBSERVAÇÃO DAS AULAS
Para as observações das aulas você deve seguir a tabela 
	Dia e horário
	Descrição e observações
	Dia 1 - Inserir a data e os horários que você esteve no estágio
	Descrever como foi sua observação na sala de aula focando nas atividades didáticas e avaliativas desenvolvidas pela (o) professora.
	Dia 2 - Inserir a data e os horários que você esteve no estágio
	Descrever como foi sua observação na sala de aula focando nas atividades didáticas e avaliativas desenvolvidas pela(o) professora.
	Dia 3 - Inserir a data e os horários que você esteve no estágio
	Descrever como foi sua observação na sala de aula focando nas atividades didáticas e avaliativas desenvolvidas pela (o) professora.
Desenvolver um parágrafo explanando sobre sua experiência na observação de sala de aula. Os pontos positivos e o que pode melhorar baseado nas suas observações.
3.4. REGÊNCIA DAS AULAS
Para os registros das regências das aulas você deve seguir a tabela 
	Dia e horário
	Descrição e observações
	Dia 1 - Inserir a data e os horários que você esteve no estágio
	Descrever como foi sua regência na sala de aula focando nas atividades didáticas e avaliativas desenvolvidas por você e pela (o) professora.
	Dia 2 - Inserir a data e os horários que você esteve no estágio
	Descrever como foi sua regência na sala de aula focando nas atividades didáticas e avaliativas desenvolvidas por você e pela (o) professora.
	Dia 3 - Inserir a data e os horários que você esteve no estágio
	Descrever como foi sua regência na sala de aula focando nas atividades didáticas e avaliativas desenvolvidas por você e pela (o) professora.
	Dia 4 - Inserir a data e os horários que você esteve no estágio
	Descrever como foi sua regência na sala de aula focando nas atividades didáticas e avaliativas desenvolvidas por você e pela (o) professora.
	Dia 5 - Inserir a data e os horários que você esteve no estágio
	Descrever como foi sua regência na sala de aula focando nas atividades didáticas e avaliativas desenvolvidas por você e pela (o) professora.
	Dia 6 - Inserir a data e os horários que você esteve no estágio
	Descrever como foi sua regência na sala de aula focando nas atividades didáticas e avaliativas desenvolvidas por você e pela (o) professora.
Desenvolver um parágrafo explanando sobre sua experiência na regência de sala de aula. Os pontos positivos e o que pode melhorar baseado nas suas observações.
Atenção: Se a escola não permitiu realizar a regência, ou seja, apresentar a sua aula, você pode detalhar todas as ações que realizou durante o período do estágio, se participou de contação de histórias, momento de recreação, auxiliou nas atividades etc. 
4.CONCLUSÃO
Considerando a experiência vivenciada em campo durante a realização do estágio I, e as pesquisas bibliográficas em autores que defendem essa temática, nota-se que o ensino da leitura e da escrita é um desafio a ser enfrentado na escola e na família, pois ambas têm sua participação na educação de uma criança, transmitindo a elas conhecimentos que regem a sua vida. Por isso é importante esse incentivo na família e na escola.
O ambiente escolar sendo um espaço de humanização e instrução de saberes básica a formação é imprescindível estimular a leitura e a escrita na aprendizagem em qualquer nível ou modalidade educacional.
A leitura e a escrita são ferramentas básicas para que a criança interaja em seu meio social. Pois, essa prática disponibiliza aos sujeitos desse processo, conhecimentos essenciais à formação de cidadãos consciente de seus direitos e deveres para desenvolver-se em uma sociedade letrada, principalmente na fase inicial do aprendizado escolar. Tendo em vista a formação de pessoas capazes de posicionar-se diante da diversidade textual que circulam em seu meio social.
A construção desse trabalho trouxe resultados significativos a cerca das dificuldades apresentadas pelos alunos na aquisição da leitura e da escrita em que é preciso um comprometimento de todos os sujeitos envolvidos (família, alunos, escola) no processo de ensino aprendizagem. Transformando essa atividade em momentos prazerosos fundamentais para novas descobertas construtoras de saberes.
O ato de ler e escrever é essencial na sociedade letrada que a criança se insere, pois ela está sempre em contato com a escrita nos mais diversos gêneros textuais que a vida lhe apresenta. Neste sentido, é preciso pensar na leitura e na escrita como prática social e não apenas como objeto de conhecimento, pois tudo gira em torno desse processo, leitura e escrita está presente em todos os momentos no dia-a-dia do ser humano.
O aprendizado não depende somente dos responsáveis por ensinar esse ato tão importante, mas também do interesse dos alunos em aprender, porém para o aluno desenvolver essa prática com êxito a necessidade de motivação e incentivo, considerando o contexto sociocultural que o aluno está inserido. Com vista no trabalho realizado conclui-se que a participação e contribuição de cada sujeito envolvido são de suma importância para desempenhar uma educação de qualidade.
5.REFERÊNCIAS
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e linguística. - 11. ed. - São Paulo: Scipione, 2009. (Coleção Pensamento e ação na sala de aula).
CARLETI, Rosilene Callegari. A leitura: um desafio atual na busca de uma educação globalizada. ES, 2007. Disponível em http://www.univen.edu.br/revista. Acesso em: 20/09/2023. 
FERREIRO, Emília. Reflexões sobre alfabetização / Emília Ferreiro: Tradução Horácio Gonzales (et. al.), 24ª. ed. Atualizada – São Paulo: Cortez, 2000. – (coleção questões da Nossa Época; v.14).
FREIRE, Adriana Cassiano. O desenvolvimento da leitura e da escrita. Orientado por Fabiana Muniz. Rio de Janeiro, 2004. Disponível em: http://www.avm.edu.br/monopdf/6/ADRIANA%20CASSIANO%20FREIRE.pdf. Acesso em: 20/09/2023.
FREIRE, Paulo, 1921. – A importância do ato de ler: em três artigos que se completam/Paulo Freire. 23ª ed. – São Paulo: Autores Associados: Cortez, 1989. (Coleção polêmicas do nosso tempo; 4).
KLEIMAN, A. Oficina de leitura: teoria e prática. 7. ed. Campinas: Pontes, 2000.
6. ANEXO
FICHA DE FREQUÊNCIA INDIVIDUAL DE OBSERVAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO I

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