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Directivas para carroçarias SPRINTER
Índice
1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
1.1 Estrutura deste Manual . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
1.2 Formas de apresentação . . . . . . . . . . . . . . . . 7
1.3 Segurança do veículo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
1.4 Segurança operacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
2 Generalidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
2.1 Designação do veículo e do modelo . . . . . . . 10
2.2 Visão geral de modelos . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
2.3 Aconselhamento de fabricantes 
de carroçarias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
2.3.1 Certificado de conformidade com 
as disposições legais . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
2.3.2 Concessão do certificado de conformidade 
com as disposições legais . . . . . . . . . . . . . . 15
2.3.3 Direitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
2.4 Desenhos de propostas, Dados Técnicos, 
informações sobre o produto/MB-AS . . . . . 16
2.4.1 Programa para PC (ISDN/Modem) . . . . . . . . 16
2.4.2 Sistema de pedido de informações 
por fax . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
2.4.3 Sistema de informação da oficina (WIS) . . . . 16
2.5 Responsabilidade sobre o produto . . . . . . . . 17
2.6 Reivindicações ao abrigo da Garantia . . . . . . 18
2.7 Estrela da Mercedes e emblema . . . . . . . . . . 19
2.8 Prevenção de acidentes . . . . . . . . . . . . . . . . 20
2.9 Reaproveitamento de peças – 
reciclagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
2.10 Sistema de qualidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
3 Planeamento das carroçarias . . . . . . . . . . 23
3.1 Escolha do chassis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
3.2 Alterações no veículo . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24
3.3 Dimensões e indicações dos pesos . . . . . . . 25
3.4 Dados de identificação do veículo . . . . . . . . 26
3.5 Estabilidade do veículo . . . . . . . . . . . . . . . . . 27
3.6 Pneus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28
3.7 Uniões roscadas e soldadas . . . . . . . . . . . . . 29
3.7.1 Uniões roscadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
3.7.2 Uniões soldadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
3.8 Insonorização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33
3.9 Manutenção e reparação . . . . . . . . . . . . . . . 34
3.9.1 Trabalhos para o armazenamento 
do veículo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
! Imprimir sempre os capítulos compl
3.9.2 Manutenção e armazenamento 
de baterias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35
3.9.3 Trabalhos antes da entrega do veículo
reequipado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35
3.10 Equipamentos opcionais . . . . . . . . . . . . . . . . 36
4 Valores limite técnicos durante o
planeamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
4.1 Valores limite no veículo básico . . . . . . . . . . 37
4.1.1 Dirigibilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
4.1.2 Ponto do centro de gravidade 
máximo admissível . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
4.1.3 Dimensões do veículo . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
4.1.4 Não se deve soldar: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
4.1.5 Não é permitido efectuar trabalhos 
de perfuração: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38
4.2 Valores limite trem de rodagem . . . . . . . . . . 39
4.2.1 Cargas admissíveis sobre os eixos . . . . . . . . 39
4.2.2 Dimensões dos pneus aprovados . . . . . . . . . 39
4.2.3 Diâmetro de viragem . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39
4.2.4 Alterações dos eixos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39
4.2.5 Alterações no sistema de direcção . . . . . . . . 39
4.2.6 Alterações no sistema de travões . . . . . . . . . 39
4.2.7 Alterações nas molas, suspensão 
das molas/amortecedores . . . . . . . . . . . . . . 39
4.2.8 Alinhamento das rodas . . . . . . . . . . . . . . . . . 39
4.3 Valores limite estrutura base . . . . . . . . . . . . 40
4.3.1 Alterações, estrutura base . . . . . . . . . . . . . . 40
4.3.2 Valores limite, quadro do veículo . . . . . . . . . 40
4.3.3 Rebaixamento da cava da roda . . . . . . . . . . . 40
4.3.4 Prolongamento do veículo . . . . . . . . . . . . . . 40
4.3.5 Pontos de fixação no quadro . . . . . . . . . . . . 40
4.3.6 Alterações da distância entre eixos . . . . . . . 41
4.3.7 Pára-brisas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41
4.3.8 Tejadilho do veículo/carga sobre 
o tejadilho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42
4.4 Valores limite periferia do motor/veio 
de transmissão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43
4.4.1 Sistema de alimentação do combustível . . . 43
4.4.2 Alterações motor/componentes de
transmissão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43
4.5 Valores limite, Interior . . . . . . . . . . . . . . . . . 44
4.5.1 Alterações na zona dos airbags e 
pré-tensores dos cintos de segurança . . . . . 44
4.5.2 Alterações, bancos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44
4.6 Valores limite, sistema eléctrico/
sistema electrónico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
Índice
4.6.1 Cabos eléctricos/fusíveis . . . . . . . . . . . . . . 45
4.6.2 Luzes de delimitação do veículo e de
demarcação laterais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
4.6.3 Montagem posterior de aparelhos 
eléctricos (marca e) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
4.6.4 Sistemas de comunicação móveis . . . . . . . . 45
4.6.5 CANAL CAN . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
4.6.6 Programa Electrónico de Estabilidade . . . . . 45
4.7 Valores limite, agregados suplementares . . . 46
4.8 Valores limite, estruturas adicionais . . . . . . . 47
4.9 Valores limite, carroçaria . . . . . . . . . . . . . . . 48
4.9.1 Valores limite, estrutura de montagem . . . . . 48
4.9.2 Ligação ao quadro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48
5 Prevenção contra danos . . . . . . . . . . . . . . 49
5.1 Tubagem do sistema de travões/cabos 
e tubos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49
5.2 Trabalhos de soldadura . . . . . . . . . . . . . . . . . 50
5.3 Medidas de protecção anticorrosiva . . . . . . . 51
5.4 Trabalhos de pintura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53
5.5 Arranque por reboque e reboque 
do veículo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54
5.6 Armazenamento e entrega do veículo . . . . . . 55
5.7 Compatibilidade electromagnética (EMV) . . . 56
6 Alterações no veículo básico . . . . . . . . . . . 57
6.1 Trem de rodagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57
6.1.1 Trem de rodagem geral . . . . . . . . . . . . . . . . . 57
6.1.2 Elementos de mola/amortecedores . . . . . . 57
6.1.3 Sistema de travões . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58
6.1.4 Suspensão pneumática . . . . . . . . . . . . . . . . . 59
6.1.5 Jantes/pneus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60
6.1.6 Roda de reserva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60
6.2 Estrutura base/carroçaria . . . . . . . . . . . . . . 61
6.2.1 Estrutura base/carroçaria geral . . . . . . . . . . 61
6.2.2 Ligação ao quadro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63
6.2.3 Material para o quadro do chassis . . . . . . . . 64
6.2.4 Prolongamento do veículo . . . . . . . . . . . . . . 64
6.2.5 Alterações da distância entre eixos . . . . . . . 68
6.2.6 Certificado de conformidade com as 
disposições legais em caso de alterações 
da distância entre eixos . . . . . . . . . . . . . . . . 72
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
! Imprimir sempre os capítulos compl
6.2.7 Alterações na cabine . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72
6.2.8 Painel lateral, vidros, portas e tampas . . . . . 73
6.2.9 Guarda-lamas e cavas das rodas . . . . . . . . . 74
6.2.10 Travessa traseira do chassis . . . . . . . . . . . . .75
6.2.11 Pára-brisas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75
6.2.12 Resguardo dianteiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76
6.2.13 Tejadilho do comercial ligeiro de caixa 
aberta/veículo ligeiro misto . . . . . . . . . . . . . 76
6.3 Periferia do motor/veio de transmissão . . . 79
6.3.1 Sistema de alimentação do combustível . . . 79
6.3.2 Sistema de escape . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79
6.3.3 Refrigeração do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . 80
6.3.4 Admissão de ar do motor . . . . . . . . . . . . . . . 80
6.3.5 Espaço livre para os agregados . . . . . . . . . . 81
6.3.6 Veios de transmissão . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81
6.3.7 Regulação das rotações do motor . . . . . . . . 83
6.3.8 Alterações NGT-SPRINTER com 
accionamento a gás . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83
6.4 Interior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84
6.4.1 Generalidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84
6.4.2 Equipamento de segurança . . . . . . . . . . . . . 84
6.4.3 Bancos de série . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89
6.4.4 Redução dos ruídos no interior . . . . . . . . . . . 89
6.4.5 Sistema de ventilação . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90
6.5 Sistema eléctrico/sistema electrónico . . . . 91
6.5.1 Indicações gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 91
6.5.2 Iluminação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 91
6.5.3 Bateria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 93
6.5.4 Interfaces da tomada de corrente . . . . . . . . 94
6.5.5 Montagem posterior de aparelhos 
eléctricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95
6.5.6 Sistemas de comunicação móveis . . . . . . . . 95
6.5.7 Cabos eléctricos/CANAL CAN . . . . . . . . . . . 96
6.5.8 Fecho centralizado para veículos de 
prestação de serviços de socorro . . . . . . . . . 98
6.5.9 Esquemas eléctricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98
6.5.10 Programa Electrónico de 
Estabilidade (ESP) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99
6.5.11 Compatibilidade electromagnética 
(EMV) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 101
6.5.12 Montagem posterior do alternador . . . . . . . 101
6.6 Agregados suplementares . . . . . . . . . . . . . 102
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
Índice
6.6.1 Montagem posterior do sistema 
de ar condicionado . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102
6.6.2 Sistema de aquecimento suplementar . . . 104
6.6.3 Sistema de gás líquido . . . . . . . . . . . . . . . 104
6.6.4 Tomadas de força . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104
6.6.5 Montagem posterior do alternador . . . . . . 107
6.6.6 Travões auxiliares/Retarder . . . . . . . . . . . 107
6.7 Estruturas adicionais . . . . . . . . . . . . . . . . . 108
6.7.1 Guincho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108
6.7.2 Deflectores do vento . . . . . . . . . . . . . . . . . 109
6.7.3 Prolongamento da cabine . . . . . . . . . . . . . 109
6.7.4 Porta-bagagens do tejadilho . . . . . . . . . . . 109
6.7.5 Montagem de prateleiras . . . . . . . . . . . . . 110
6.7.6 Gruas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110
6.7.7 Plataforma de carga . . . . . . . . . . . . . . . . . 113
6.7.8 Acoplamento para reboque . . . . . . . . . . . . 116
6.7.9 Dispositivos de protecção lateral . . . . . . . 119
6.7.10 Pára-choques inferior . . . . . . . . . . . . . . . . 121
7 Tipos de carroçarias . . . . . . . . . . . . . . . . 123
7.1 Estrutura de montagem . . . . . . . . . . . . . . 123
7.1.1 Qualidade do material . . . . . . . . . . . . . . . . 123
7.1.2 Configuração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123
7.1.3 Dimensões do perfil/
dimensionamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125
7.1.4 Ligação ao quadro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126
7.1.5 Estrutura de montagem como 
grupo inferior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129
7.2 Carroçarias autoportantes . . . . . . . . . . . . 130
7.3 Reforço da longarina com o eixo 
dianteiro aliviado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131
7.4 Alterações no interior . . . . . . . . . . . . . . . . 132
7.4.1 Montagem posterior de bancos . . . . . . . . 132
7.5 Alterações no ligeiro de caixa aberta 
fechado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133
7.6 Carroçarias nos chassis com estrutura
dianteira/painel de resguardo . . . . . . . . . 134
7.7 Carroçarias de caixa de carga . . . . . . . . . . 136
7.8 Carroçarias de caixa fechada . . . . . . . . . . 137
7.9 Veículos de caixa frigorífica . . . . . . . . . . . 138
7.10 Superestruturas basculantes . . . . . . . . . . 139
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
! Imprimir sempre os capítulos compl
7.11 Superestruturas de cisterna e 
de contentor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 140
7.12 Veículos tractores com semi-reboque . . . . 141
7.13 Veículos de salvamento . . . . . . . . . . . . . . . 143
7.14 Chassis para serviços municipalizados, 
chassis para bombeiros e chassis 
especiais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144
7.15 Autocaravanas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145
7.16 Montagem posterior do tecto elevável . . . . 146
7.17 Elevação do tecto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147
7.18 Estruturas adicionais . . . . . . . . . . . . . . . . . 148
8 Cálculos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149
8.1 Cálculo do centro de gravidade . . . . . . . . . 149
8.2 Disposição do acoplamento para 
semi-reboque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152
9 Dados Técnicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 153
Índice alfabético . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
1 Introdução
1.1 Estrutura deste Manual
Estas Directivas para carroçarias disponibilizam aos fa-
bricantes de carroçarias informações técnicas importan-
tes acerca do veículo básico que devem ser observadas 
pelo fabricante de carroçarias durante o fabrico de es-
truturas adicionais, carroçarias, peças de equipamento 
ou reequipamentos dos nossos veículos. 
Devido à grande diversidade de fabricantes e tipos de 
carroçarias, não é possível à DaimlerChrysler AG prever 
todas as modificações possíveis, p. ex., no comporta-
mento de condução, na estabilidade, distribuição do pe-
so, centro de gravidade do veículo e nas suas caracterís-
ticas de manuseamento originadas pela execução de 
medidas de instalação, construção, reequipamento ou 
montagem. Por essa razão, a DaimlerChrysler AG tam-
bém não assume responsabilidade pelos acidentes ou 
ferimentos decorrentes de quaisquer alterações efectu-
adas no seu veículo, nem mesmo se as alterações pro-
duzirem um efeito negativo no veículo completo. Como 
fabricante, a DaimlerChrysler AG responsabiliza-se ape-
nas na extensão das suas próprias prestações de cons-
trução e de produção. Enquanto fabricante do veículo 
completo, o próprio fabricante de carroçarias é obrigado 
a garantir que as suas estruturas adicionais, carroçarias, 
peças de equipamento ou os seus reequipamentos não 
se encontrem defeituosos e não possam provocar falhas 
no veículo completo e colocá-lo em perigo. Em caso de 
transgressão desta obrigação, atribui-se uma responsa-
bilidade própria pelo produto por parte do fabricante de 
carroçarias. Através das Directivas para carroçarias, a 
DaimlerChrysler informa os fabricantes de carroçarias 
sobre os aspectos importantes que devem ter em conta 
ao montar as suas carroçarias. 
Estas Directivas para carroçarias destinam-se em pri-
meiro lugar a fabricantes profissionais de estruturas 
adicionais, carroçarias, peças de equipamento ou ree-
quipamentos para os nossos veículos. Por essa razão, 
pressupõe-se um respectivo conhecimento de fundo 
nestas Directivas para carroçarias. Se desejar efectuar 
instalações, construções, montagens ou reequipamen-
tos nos nossos veículos, observe que alguns trabalhos 
(p. ex., trabalhos de soldadura nas peças portantes)só 
podem ser executados por pessoal qualificado de modo 
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
! Imprimir sempre os capítulos compl
a evitar-se riscos de ferimentos e alcançar-se a qualida-
de necessária para as estruturas adicionais, carroçarias, 
peças de equipamento ou reequipamentos.
1.1 Estrutura deste Manual 
Para que encontre rapidamente as informações, as se-
guintes Directivas para carroçarias estão divididas em 
9 capítulos interligados:
1. Introdução
2. Generalidades
3. Planeamento das carroçarias
4. Valores limite técnicos durante o planeamento
5. Prevenção contra danos
6. Alterações no veículo básico
7. Tipos de carroçarias
8. Cálculos
9. Dados Técnicos
Suplemento:
- Índice alfabético
Poderá obter mais informações e Dados Técnicos nos 
desenhos de propostas no Sistema Mercedes-Benz de 
Fabricantes de Superestruturas (� página 16).
O índice alfabético interligado em formato PDF também 
lhe presta ajuda para encontrar rapidamente as informa-
ções.
Os valores limites seleccionados no capítulo 4 devem 
ser sempre observados e devem estar na base do plane-
amento. 
As subdivisões "Alterações no veículo básico" e "Tipos 
de carroçarias" representam os capítulos de base para 
os conteúdos técnicos das Directivas para carroçarias. 
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
5
1.1 Estrutura deste Manual
1 Introdução
Os seguintes gráficos evidenciam a subdivisão do 
"Veículo básico" e "Carroçaria":
Veículo básico
Carroçaria
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
! Imprimir sempre os capítulos compl
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
6
1.2 Formas de apresentação
1 Introdução
1.2 Formas de apresentação
Nestas Directivas para carroçarias encontra as seguin-
tes formas de apresentação: 
� página Este sinal indica a página na qual encontra 
informações sobre o tema.
 Este símbolo de continuação indica uma se-
quência interrompida que será retomada na 
página seguinte.
Sinal de advertência G
Um sinal de advertência chama a sua atenção e a 
atenção de terceiros para possíveis perigos de aci-
dente e ferimentos.
Indicação relativa à protecção 
do meio-ambiente H
Uma indicação relativa à protecção do meio-ambiente 
apresenta-lhe sugestões para a protecção do ambien-
te.
!
Esta indicação chama a sua atenção para eventuais 
perigos para o seu veículo.
i
Esta sugestão dá-lhe conselhos ou outro tipo de in-
formações.
��
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7
1.3 Segurança do veículo
1 Introdução
1.3 Segurança do veículo
Indicações para a segurança do veículo
Recomendamos:
Utilize unicamente peças e agregados e peças 
de reequipamento e acessórios recomendados pela 
Mercedes-Benz para o respectivo modelo de veículo.
As peças que levem a uma alteração do veículo e através 
das quais
� se alterar o tipo de veículo aprovado na licença 
de circulação
� for de esperar a colocação em perigo dos uten-
tes da estrada ou
� o funcionamento do sistema de gases de escape 
ou os ruídos piorem
provocam (em muitos países) a anulação da autorização 
de utilização. 
A utilização de peças, agregados ou peças de reequipa-
mento e acessórios não recomendados pode afectar a 
segurança do veículo.
Perigo de acidente G
Antes de proceder à montagem de carroçarias de ou-
tros fabricantes e à instalação, montagem ou reequi-
pamento de agregados, é absolutamente necessário 
que leia os capítulos relacionados com a montagem 
no Manual do Condutor. Caso contrário, pode não ser 
possível reconhecer determinados perigos, colocan-
do-se em perigo a si próprio ou a terceiros.
!
Observe sempre as normas de autorização nacionais, 
pois o tipo de veículo altera-se em termos de autori-
zação através de instalação, montagem ou reequipa-
mentos no veículo e a autorização de circulação pode 
ser anulada. 
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8
1.4 Segurança operacional
1 Introdução
1.4 Segurança operacional 
Perigo de acidente G
Quaisquer intervenções inadequadas nos componen-
tes electrónicos e respectivo software podem causar 
falhas de funcionamento. Devido à interligação dos 
componentes electrónicos, também poderão surgir 
avarias nos sistemas que não estejam directamente 
implicados.
As falhas de funcionamento do sistema electrónico 
podem comprometer consideravelmente a segurança 
operacional do seu veículo.
Mande efectuar os trabalhos ou as alterações em 
componentes electrónicos numa oficina qualificada, 
pois esta possui os conhecimentos técnicos e as fer-
ramentas para a realização dos trabalhos necessári-
os. 
Para o efeito, a Mercedes-Benz recomenda um Servi-
ço de Assistência Mercedes-Benz.
A manutenção efectuada por uma oficina qualificada 
é imprescindível, particularmente em caso de traba-
lhos relevantes em termos de segurança e em siste-
mas de segurança.
Alguns sistemas de segurança só funcionam com o 
motor ligado. Por este motivo, não desligue o motor 
durante a marcha.
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9
2 Generalidades
2.1 Designação do veículo e do modelo
2.1 Designação do veículo e do modelo 
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Estas Directivas para carroçarias são válidas para os seguintes tipos de veículo:
Modelo segundo o peso bruto admissível
Distância 
entre eixos
[mm]
Altura 
interior
[mm]
2590 
[Kg]
2800 
[Kg]
3500 
[Kg]
4600 
[Kg]
5990 
[Kg]
Chassis com
cabine
3000
3550
4025
901.611
901.612
902.611
902.612
903.611
903.612
903.613
904.612
904.613
905.612
905.613
Chassis com
cabine dupla
3000
3550
4025
901.621 902.621
902.622
903.621
903.622
903.623
904.622
904.623
905.622
905.623
Comercial ligeiro de 
caixa aberta
3000
3550
4025
1633
1633
1855
901.661
901.662
902.661
902.662
903.661
903.662
903.663
904.662
904.663
Ligeiro misto 3000
3550
4025
1633
1633
1855
901.671 902.671
902.672
903.671
903.672
903.673
Designação do modelo segundo o peso bruto 
admissível
Código do 
motor
Motor Potência 
[kW]
2590 
[Kg]
2800 
[Kg]
3500 
[Kg]
4600 
[Kg]
5990 
[Kg]
MQ3 OM611 DE22LA 60 208 CDI 208 CDI 308 CDI 408 CDI
MQ4 OM611 DE22LA 80 211 CDI 211 CDI 311 CDI 411 CDI
MQ5 OM611 DE22LA 95 213 CDI 213 CDI 313 CDI 413 CDI
MQ6 OM611 DE27LA 115 216 CDI 316 CDI 416 CDI 616 CDI
MR8 M111 E23 105 214 214 314 414
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10
2 Generalidades
2.2 Visão geral de modelos
2.2 Visão geral de modelos
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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Encontrará explicações relativas aos tipos e códigos do motor na tabela (� página 10)
2,59 t 2,8 t
901.661
MQ3/MQ4/MQ5/MR8
901.662
MQ3/MQ4/MQ5/MR8
902.661
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
902.662
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
901.671
MQ3
901.671
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
902.672
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
901.661
MQ3/MQ4/MQ5/MR8
901.662
MQ3/MQ4/MQ5/MR8
902.661
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
902.662
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
901.671
MQ3
902.671
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
902.672
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
901.611
MQ3
901.612
MQ3
902.611
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
902.612
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
901.621
MQ3/MQ4/MQ5
902.621
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6
902.622
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6
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11
2 Generalidades
2.2 Visão geral de modelos
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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Encontrará explicações relativas aos tipos e códigos do motor na tabela (� página 10)
3,5 t
903.661
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
903.662
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
903.671
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
903.672
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
903.661
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
903.662
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
903.663
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
903.671
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
903.672
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
903.673
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8903.611
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
903.612
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
903.613
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
903.621
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6
903.622
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
903.623
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6
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2 Generalidades
2.2 Visão geral de modelos
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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Encontrará explicações relativas aos tipos e códigos do motor na tabela (� página 10)
4,6 t 5,99 t
904.662
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
904.662
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
904.663
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
904.612
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
904.613
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6/MR8
905.612
MQ6
905.613
MQ6
904.622
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6
904.623
MQ3/MQ4/MQ5/MQ6
905.622
MQ6
905.623
MQ6
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13
2 Generalidades
2.3 Aconselhamento de fabricantes de carroçarias
2.3 Aconselhamento de fabricantes de 
carroçarias 
O Senhor Leipner e a sua equipa estarão à sua disposi-
ção para a consulta técnica de fabricantes de carroçari-
as e concessão de certificados de conformidade com as 
disposições legais. 
Os colaboradores responsáveis podem ser contactados 
através do
O Senhor Pflüger e a sua equipa estarão à sua disposi-
ção para responder a questões relevantes em termos de 
distribuição e para sugestões sobre produtos existentes 
e produtos novos assim como sobre o portal ABH e a lis-
ta Qualified Supplier. 
Os colaboradores responsáveis podem ser contactados 
através do
Consulta técnica sobre a compatibilidade da 
carroçaria
Telefone: +49 (0)711-17-58438
+49 (0)711-17-50810
Fax: +49 (0)711-17- 32323
Endereço 
postal:
DaimlerChrysler AG
HPC (código postal interno) C103 
departamento ET/3M, 
70546 Stuttgart
Informação e certificação para fabricantes de 
carroçarias
Telefone: +49 (0)711-17-90819
+49 (0)711-17-90591
+49 (0)711-17-90507
Fax: +49 (0)711-17-90868
Endereço postal: DaimlerChrysler AG
HPC (código postal interno) Z602,
departamento VT/P3, 
70546 Stuttgart
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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O Senhor Binus e a sua equipa estarão à sua disposição 
para responder a questões sobre os veículos base no 
centro de encomendas da fábrica em Düsseldorf. 
Para efeitos de consulta técnica e como contacto para 
reequipamentos, encontram-se à sua disposição os re-
presentantes dos fabricantes de carroçarias dos respec-
tivos concessionários nacionais da DaimlerChrysler AG. 
2.3.1 Certificado de conformidade com as 
disposições legais
A DaimlerChrysler AG não concede aprovações para 
carroçarias de outros fabricantes. Ela apenas põe à dis-
posição dos fabricantes de carroçarias informações 
importantes e indicações técnicas sobre o manusea-
mento do produto nesta directiva. Por essa razão, a 
DaimlerChrysler AG recomenda que se efectuem todos 
os trabalhos no veículo base e na carroçaria segundo as 
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz.
A DaimlerChrysler AG não aconselha estruturas adicio-
nais, carroçarias, peças de equipamento ou reequipa-
mentos que
� não foram fabricados de acordo com as Directivas 
para superestruturas Mercedes-Benz,
� excedem o peso bruto admissível
� excedem as cargas admissíveis sobre os eixos
A DaimlerChrysler AG concede certificados de conformi-
dade com as disposições legais de livre vontade e nas 
seguintes condições:
Consulta técnica, veículo base
Telefone: +49 (0)211-953-3570
+49 (0)211-953-2881
Fax: +49 (0)211-953-3565
Endereço postal: DaimlerChrysler AG
Fábrica de Düsseldorf
departamento LOG/AZ-T 
40467 Düsseldorf
Consulta técnica fora da Alemanha
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14
2 Generalidades
2.3 Aconselhamento de fabricantes de carroçarias
A base para a avaliação da DaimlerChrysler AG é unica-
mente a documentação apresentada (pelo empresário 
que efectua as alterações). Só são verificados e analisa-
das como estando em conformidade as extensões ex-
pressamente designadas e a respectiva compatibilidade 
com o chassis designado e os seus interfaces ou, em 
caso de alterações no chassis, a admissibilidade essen-
cial construtiva do chassis designado. O certificado de 
conformidade com as disposições legais não se refere à 
construção da carroçaria completa, às suas funções ou 
à utilização planeada. A conformidade com as disposi-
ções legais só é válida se a construção, a produção e a 
montagem forem efectuadas pela empresa que efectua 
as alterações segundo o nível técnico e observando a Di-
rectiva válida para carroçarias da DaimlerChrysler AG – 
desde que as divergências não sejam declaradas como 
estando em conformidade. O certificado de conformida-
de com as disposições legais não desresponsabiliza o 
empresário que efectua as alterações da sua responsa-
bilidade sobre o produto e da obrigação de realizar os 
próprios cálculos, verificações e testes ao veículo com-
pleto para assegurar que a segurança operacional, a se-
gurança de circulação e as características de condução 
do veículo completo fabricado por si estão garantidas. 
Por conseguinte, é tarefa e responsabilidade única do 
próprio fabricante de carroçarias assegurar a compatibi-
lidade das suas estruturas adicionais, carroçarias, peças 
de equipamento ou reequipamentos com o veículo base 
assim como a segurança operacional e de circulação do 
veículo.
2.3.2 Concessão do certificado de conformi-
dade com as disposições legais
Em casos únicos, e antes do início dos trabalhos, os de-
senhos da carroçaria podem ser apresentados ao depar-
tamento responsável (� página 14). Os desenhos 
devem conter as seguintes indicações:
!
Observar as leis específicas do respectivo país, as di-
rectivas e as regulamentações de licenciamento!
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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� Todos os desvios em relação às Directivas para su-
perestruturas Mercedes-Benz.
� Todas as indicações relativas a medidas, pesos e 
centro de gravidade (certificados de pesagem)
� Fixação da carroçaria ao veículo
� Condições de utilização do veículo, p. ex.: 
� em estradas em mau estado
� em caso de grande poeira
� a grandes altitudes
� com temperaturas exteriores extremamente ele-
vadas ou baixas
� certificados (marca e ...) 
A documentação completa evita consultas posteriores e 
acelera o processo.
2.3.3 Direitos
� Não existe um direito à concessão de um certificado 
de conformidade com as disposições legais.
� Devido ao desenvolvimento técnico e aos novos co-
nhecimentos, a DaimlerCrysler AG pode negar o cer-
tificado de conformidade com as disposições legais, 
mesmo que já tenha sido concedido anteriormente 
um certificado semelhante.
� O certificado de conformidade com as disposições 
legais pode ser limitado a determinados veículos.
� A concessão posterior do certificado de conformida-
de com as disposições legais poderá ser recusado a 
veículos já prontos ou entregues.
O fabricante de carroçarias é responsável
� pela funcionalidade e compatibilidade das suas es-
truturas adicionais, carroçarias, peças de equipa-
mento ou reequipamentos com o veículo base
� pela segurança de circulação e segurança operacio-
nal
� por todas as estruturas adicionais, carroçarias, pe-
ças de equipamento ou reequipamentos
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15
2 Generalidades
2.4 Desenhos de propostas, Dados Técnicos, informações sobre o produto/MB-AS
2.4 Desenhos de propostas, Dados Técnicos, 
informações sobre o produto/MB-AS
Pode adquirir os desenhos de propostas e os Dados Técni-
cos através do portal Mercedes-Benz de Fabricante de Car-
roçarias em:
http://abh-infoportal.mercedes-benz.com
O MB-AS é um sistema de comunicação moderno para o 
intercâmbio de desenhos de propostas, dados técnicos e 
informações sobre o produto de todos os veículos comer-
ciais.
Assegure-se de que se trabalha exclusivamente com base 
nas Directivas actuais para carroçarias que poderá encon-
trar na Internet. 
Sem grande esforço, pode chamar, imprimir e processar 
posteriormente informações e dados actuais sobre veícu-los comerciais, quer sob a forma de fax, quer através do 
modem no formato de dados processados, ou por transfe-
rência de dados ISDN. Deste modo, ficará perfeitamente 
equipado não só para aconselhar económica, rápida e por-
menorizadamente os seus clientes, como também para 
examinar a viabilidade, o planeamento e a definição da con-
cepção final do veículo, ao elaborar a oferta e durante o 
processo de fabrico.
2.4.1 Programa para PC (ISDN/Modem)
Com este programa para Windows, que colocamos gratui-
tamente à sua disposição, pode seleccionar as informa-
ções sobre o veículo desejadas, através de catálogos de 
selecção de fácil utilização, e encomendá-las directamen-
te.
Pode escolher: 
� Desenhos de proposta nos formatos CAD IGES, DXF, 
DWG assim como Pixel (DIN A4)
� Folhas de dados técnicos
� Directivas para carroçarias
� Informações para fabricantes de carroçarias
� Informações sobre tomadas de força
Os dados são transmitidos em poucos minutos através da 
comunicação ISDN ou por Modem.
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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2.4.2 Sistema de pedido de informações por 
fax
Os dados dos veículos podem ser chamados com o auxílio 
da função "Chamada-Recepção", existente em todos os 
aparelhos de fax.
Para mais informações sobre esta função, consulte 
as Instruções de Utilização do fax. Depois de ter 
seleccionado a função de chamada e marcado o 
número +49 (0)7 11-17-86 40 40, receberá a folha guia 
MB-AS, que contém uma visão geral das informações dis-
poníveis e respectivos números de telefone.
No total, estão disponíveis cerca de 1 500 folhas de dados 
técnicos e mais de 3 000 desenhos de proposta, assim 
como outras informações para fabricante de carroçarias.
Todas as informações sobre os veículos, o programa para 
PC e o sistema de chamada através de fax são gratuitos.
Pode obter outras informações relativas ao 
MB-AS e portal ABH através do número de 
telefone +49 (0)711-17- 3 33 22.
2.4.3 Sistema de informação da oficina (WIS)
O sistema de informação da oficina está à sua disposição 
como fonte de informações adicional. 
No WIS encontra, p. ex., 
� Dados básicos (dimensões, binários de aperto)
� Descrições de funcionamento
� Esquemas de ligações
� Manuais de reparação
� Folhas de manutenção
Poderá obter informações sobre WIS através do seu
Serviço de Assistência DaimlerChrysler ou através de:
Telefone: +49 (0)711-17-83170
Fax: +49 (0)711-17- 40082
Endereço postal: DaimlerChrysler AG
HPC (código postal interno) R800 
departamento GSP/TIM, 
70546 Stuttgart
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16
http://abh-infoportal.mercedes-benz.com
2 Generalidades
2.5 Responsabilidade sobre o produto
2.5 Responsabilidade sobre o produto 
Por responsabilidade pelo produto (conforme o direito 
civil) compreende-se a responsabilidade de um fabrican-
te pelos danos que possam surgir legitimamente ao uti-
lizador do produto ou a um terceiro, pelo facto de o 
produto não apresentar a segurança de utilização que o 
prejudicado poderia esperar.
No que respeita à responsabilidade pelo produto, cha-
ma-se a atenção para os seguintes pontos:
Cada fabricante responsabiliza-se pelo produto fabrica-
do por si. Como fabricante, a DaimlerChrysler AG res-
ponsabiliza-se apenas na extensão das suas próprias 
prestações de construção e de produção. 
Por essa razão, a DaimlerCrysler AG não assume qual-
quer responsabilidade por danos que surjam como con-
sequência de erros de produtos parciais de outros 
fabricantes montados ou adicionados posteriormente.
Por conseguinte, o fabricante de carroçarias assume a 
responsabilidade, p. ex., pelo seguinte:
� segurança de funcionamento e de circulação da car-
roçaria
� segurança de funcionamento e de circulação de 
componentes e reequipamentos
� verificação e manutenção da segurança de funciona-
mento e de condução do veículo completo após a 
realização da montagem (o comportamento de con-
dução, de travagem e de direcção não pode agravar-
se como resultado da montagem da carroçaria)
� influências de componentes ou reequipamentos no 
chassis
� danos consequentes resultantes da carroçaria, da 
montagem ou das modificações
� danos consequentes resultantes da montagem pos-
terior de sistemas eléctricos e electrónicos
� a manutenção da segurança de funcionamento e li-
berdade de movimento de todas as peças móveis do 
chassis após a realização da montagem (p. ex., ei-
xos, molas, veios de transmissão, direcção, meca-
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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nismos da caixa de velocidades, etc.), mesmo no 
caso de torções diagonais em relação às carroçari-
as. 
Os trabalhos ou alterações realizados no chassis ou na 
carroçaria devem ser registados no Livro de Manuten-
ção, no capítulo "Confirmações dos fabricantes de car-
roçarias".
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17
2 Generalidades
2.6 Reivindicações ao abrigo da Garantia
2.6 Reivindicações ao abrigo da Garantia
As reivindicações ao abrigo da Garantia só podem ser 
aplicadas no âmbito do contrato de compra e venda en-
tre o comprador e o vendedor.
Depois, o vendedor do objecto fornecido é obrigado à 
prestação da Garantia perante o comprador.
A DaimlerCrysler AG não é obrigada a prestações de Ga-
rantia nomeadamente quando
� o veículo utilizado não corresponder ao equipamen-
to específico para o respectivo país e ao equipamen-
to necessário para a sua utilização
� os danos forem provocados pela carroçaria ou pela 
fixação da mesma
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18
2 Generalidades
2.7 Estrela da Mercedes e emblema
2.7 Estrela da Mercedes e emblema 
A estrela da Mercedes e o emblema Mercedes-Benz são 
distintivos de fábrica da DaimlerChrysler AG.
Não devem ser retirados ou aplicados noutro lugar sem 
aprovação.
Estrelas da Mercedes e emblemas Mercedes-Benz, 
quando fornecidos em separado, devem ser fixos no lu-
gar previsto para o efeito pela Mercedes-Benz.
A inscrição Mercedes-Benz deve ser aplicada na zona in-
ferior do veículo, no sentido da marcha, na parte trasei-
ra, à esquerda.
A inscrição SPRINTER deve ser aplicada na zona inferior 
do veículo, no sentido da marcha, na parte traseira, à di-
reita.
Se o veículo não corresponder à imagem e aos requisitos 
de qualidade exigidos pela Mercedes-Benz, os distinti-
vos de fábrica da DaimlerChrysler AG devem ser removi-
dos
� não devem ser aplicados directamente ao lado dos 
distintivos de fábrica Mercedes-Benz,
� só devem ser aplicados noutros sítios do veículo 
com uma autorização do departamento competente 
da DaimlerChrysler AG (� página 14).
Posições na traseira do veículo 
Imagem do veículo completo 
Distintivos de fábrica alheios
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19
2 Generalidades
2.8 Prevenção de acidentes
2.8 Prevenção de acidentes 
A carroçaria e os aparelhos montados ou instalados de-
vem corresponder às leis e regulamentos legais em vi-
gor, bem como às normas de protecção no local do 
trabalho ou normas de prevenção de acidentes, regula-
mentos de segurança e disposições das companhias de 
seguros.
Devem utilizar-se todos os meios técnicos para evitar a 
falta de segurança de funcionamento.
Na República Federal da Alemanha é a comissão especi-
alizada para o trânsito ("Verkehr"), departamento 
"Veículos" ("Fahrzeuge") que presta informações sobre o 
transporte de mercadorias industriais:
Observar as leis específicas do respectivo país, as direc-
tivas e as regulamentações de licenciamento!
O fabricante da carroçaria e dos aparelhos é responsável 
pela observação destas leis e regulamentos.
Telefone: +49 (0) 40 39 80 - 0
Fax: +49 (0) 40 39 80-19 99
E-mail: info@bgf.de
Endereço 
postal:
Berufsgenossenschaft für Fahr-
zeughaltungen 
Ottenser Hauptstraße 54
22765Hamburg
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20
2 Generalidades
2.9 Reaproveitamento de peças – reciclagem
2.9 Reaproveitamento de peças – 
reciclagem
Evitar materiais perigosos, tais como aditivos de halogé-
neo, metais pesados, amianto, FCKW e CKW.
� Utilizar, de preferência, materiais que permitam a re-
ciclagem e circuitos fechados de material.
� Escolher o material e o processo de fabrico de modo 
a que da produção apenas resultem quantidades re-
siduais recicláveis.
� Só utilizar materiais sintéticos quando estes ofere-
cerem vantagens de custos, de função e de peso.
� Em materiais sintéticos, especialmente os compos-
tos, utilizar apenas aqueles que são compatíveis en-
tre si e pertencentes ao mesmo grupo de materiais.
� Em componentes recicláveis, manter a mais baixa 
quantidade possível de tipos de material sintético 
utilizado.
� Verificar se um componente pode ser fabricado de 
material reciclado e/ou com aditivos recicláveis.
� Tomar medidas para que os componentes reciclá-
veis sejam facilmente desmontáveis, p. ex., através 
de fechos de mola, pontos de ruptura previstos, boa 
acessibilidade, emprego de ferramentas-padrão.
� Providenciar uma remoção simples e ecológica dos 
lubrificantes e líquidos, através de parafusos de des-
carga, etc.
� Sempre que possível, prescindir da pintura e revesti-
mento dos componentes; em vez disso, utilizar com-
ponentes em plástico tingidos.
Indicação relativa à protecção 
do meio-ambiente H
Ao planificar os equipamentos para estruturas adicio-
nais ou carroçarias, devem ser já respeitados os se-
guintes princípios para uma construção e escolha de 
material não prejudiciais ao meio ambiente, tendo 
também em conta as imposições legais segundo a di-
rectiva CE 200/53/CE.
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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� Construir os componentes colocados em zonas mais 
sujeitas a acidentes com tolerância de danos, repa-
ráveis e facilmente substituíveis.
� Marcar todos os componentes em plástico de acor-
do com a directiva VDA 260, p.ex., "PP – GF30R".
� Observar-se a directiva CE 2000/53/CE
Indicação relativa à protecção 
do meio-ambiente H
Poderá encontrar mais indicações em "Reciclagem de 
veículos comerciais, ecologia e economia", nº de en-
comenda 6702 6187 00-00/0952 (� página 16).
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21
2 Generalidades
2.10 Sistema de qualidade
2.10 Sistema de qualidade
A concorrência mundial, as maiores exigências dos cli-
entes quanto à qualidade do produto completo "veículo 
de transporte", as leis nacionais e internacionais de res-
ponsabilidade sobre o produto, os novos métodos de or-
ganização e a crescente pressão dos custos requerem 
sistemas eficazes de garantia da qualidade em todos os 
sectores da indústria automóvel.
Para poder satisfazer estas exigências, a VDA (Associa-
ção da Indústria Automóvel) desenvolveu, num grupo de 
trabalho e segundo a norma DIN EN ISO 9000 ss, o "Ma-
nual de garantia de qualidade para fabricantes de rebo-
ques, carroçarias e contentores", publicado no volume 8 
da VDA.
Pelas razões já mencionadas, recomendamos urgente-
mente aos fabricantes de carroçarias a instalação de um 
sistema de gestão da qualidade com as seguintes exi-
gências mínimas:
� Desenvolvimento, estabelecimento e supervisão de 
um sistema de garantia da qualidade na respectiva 
empresa.
� Apresentação das responsabilidades num organigra-
ma.
� Nomeação de um responsável pela gestão da quali-
dade.
� Garantia da disponibilidade e actualidade das instru-
ções de processos, trabalhos e testes nas áreas e 
nos locais de trabalho.
� Cumprimento dos certificados de qualificação exigi-
dos para os respectivos colaboradores.
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22
3 Planeamento das carroçarias
3.1 Escolha do chassis
3.1 Escolha do chassis 
Para a utilização segura do veículo na área de utilização 
desejada é necessária a escolha cuidadosa do chassis.
Para o efeito, devem considerar-se principalmente:
� Distância entre eixos
� Motor/caixa de velocidades
� Factor de desmultiplicação do eixo
� Peso bruto admissível
� Ponto do centro de gravidade
durante o planeamento e ser adaptados à respectiva uti-
lização.
Poderá obter informações mais pormenorizadas sobre 
as variantes de chassis e de carroçarias disponibilizadas 
no capítulo "Visão geral de modelos" (� página 11) ou 
junto do departamento competente (� página 14).
!
Durante o planeamento de carroçarias, e para além 
de uma construção adequada ao utilizador e à manu-
tenção, também é importante a escolha correcta de 
materiais e como consequência disso a observação 
de medidas de protecção anticorrosiva 
(� página 51).
!
Antes da realização de medidas de montagem ou 
transformação deve verificar-se o veículo entregue no 
que diz respeito ao cumprimento das exigências ne-
cessárias.
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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i
Na homepage da Mercedes-Benz pode compor o seu 
veículo no configurador em: 
http://mbks2.mercedes-benz.com/
van_konfigurator_VAN_de1/vp.dll
e ver equipamentos opcionais disponíveis.
� "commercial": veículos comerciais
� "private": veículos particulares
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23
3 Planeamento das carroçarias
3.2 Alterações no veículo
3.2 Alterações no veículo 
Antes do início dos trabalhos na carroçaria, o fabricante 
de carroçarias deve verificar se
� o veículo é apropriado para a carroçaria planeada
� o modelo de chassis e o equipamento correspondem 
às condições de utilização, mesmo depois da monta-
gem
Para o planeamento de carroçarias podem solicitar-se, 
ou chamar-se através do sistema de comunicação, dese-
nhos de propostas, informações sobre o produto e Da-
dos Técnicos junto do departamento competente 
(� página 16).
Além disso, deve observar-se os equipamentos opcio-
nais disponibilizados de fábrica (� página 36).
Os veículos fornecidos de fábrica correspondem às di-
rectivas CE e aos regulamentos nacionais (com algumas 
excepções para os veículos para os países fora da Euro-
pa).
Os veículos devem corresponder às directivas CE e aos 
regulamentos nacionais, mesmo depois de terem sido 
feitas alterações.
!
Para garantir o funcionamento e segurança operacio-
nal dos agregados, devem ser mantidos suficientes 
espaços livres.
Perigo de acidente G
Não efectue alterações na direcção e no sistema de 
travões! As alterações na direcção e no sistema de 
travões podem levar a que estes sistemas deixem de 
funcionar de acordo com as disposições e que fa-
lhem. O condutor poderá perder o controlo sobre o 
veículo e causar um acidente.
!
Não são permitidas alterações na insonorização.
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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O fabricante da superestrutura deverá informar o perito 
oficial ou encarregado da inspecção competente acerca 
das alterações no chassis.
Inspecção de aprovação do veículo:
!
Observar as leis específicas do respectivo país, as di-
rectivas e as regulamentações de licenciamento!
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24
3 Planeamento das carroçarias
3.3 Dimensões e indicações dos pesos
3.3 Dimensões e indicações dos pesos 
Não são permitidas alterações na largura, altura e com-
primento do veículo que excedam os valores limite indi-
cados da Directiva actual para carroçarias.
Devem consultar-se as dimensões e indicações de pe-
sos nos desenhos de propostas e Dados Técnicos no 
Sistema Mercedes-Benz de Fabricantes de Superestru-
turas (� página 16), assim como nos valores técnicos li-
mite (� página 37). Os dados referem-se a veículos com 
equipamento de série.
Durante o fabrico, observar as tolerâncias de peso de 
+5% (na República Federal da Alemanha segundo 
DIN 70020).
Ascargas sobre os eixos indicadas no capítulo "Valores 
técnicos limite durante o planeamento" (� página 37) e 
nos "Dados Técnicos" (� página 153) e o peso bruto 
máximo admissível não devem ser excedidos.
Perigo de acidente G
A capacidade de carga dos pneus do veículo não deve 
ser excedida através do sobrecarregamento para 
além do peso bruto do veículo especificado. Caso 
contrário, os pneus podem ficar sobreaquecidos e da-
nificados. O condutor poderá perder o controlo sobre 
o veículo e causar um acidente. 
A distância de travagem pode aumentar consideravel-
mente se o veículo estiver sobrecarregado.
Poderá encontrar indicações relativas aos pesos ad-
missíveis nos dados de identificação no veículo 
(� página 26) e nos Dados Técnicos (� página 153).
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O seu assistente fornecer-lhe-á informações sobre a al-
teração do peso (� página 14).
Também deve observar-se a quantidade admissível de 
ocupantes do veículo e uma folga suficiente para a carga 
útil. 
Esta pode ser composta do seguinte modo: bagagem, 
equipamento opcional, etc.
Ao fazer o cálculo, tenha em consideração o peso dos 
equipamentos opcionais.
São válidos os regulamentos e directivas específicos do 
respectivo país.
Perigo de acidente G
Devem respeitar-se as cargas admissíveis sobre o ei-
xo. Se forem excedidas as cargas admissíveis sobre 
os eixos, nos veículos com ESP este sistema pode dei-
xar de funcionar de acordo com as disposições. O 
condutor poderá perder o controlo sobre o veículo e 
causar um acidente.
!
Em todas as carroçarias devem observar-se as cargas 
sobre os eixos individuais e o peso bruto admissível.
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25
3 Planeamento das carroçarias
3.4 Dados de identificação do veículo
3.4 Dados de identificação do veículo
O número de identificação do veículo e a placa de iden-
tificação do veículo não devem ser alterados nem aplica-
dos noutro local.
Em função do modelo do veículo, no Sprinter a placa de 
identificação com o número de identificação do veículo 
(VIN) e as indicações sobre os pesos admissíveis estão 
aplicadas na estrutura do assento do banco do condutor 
ou no compartimento do motor.
O número de identificação do veículo encontra-se no 
quadro do veículo, à altura da cava da roda dianteira, à 
direita. 
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N00.01-2270-00
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26
3 Planeamento das carroçarias
3.5 Estabilidade do veículo
3.5 Estabilidade do veículo 
Segundo a Directiva CE para travões 71/320/320/
CEE, deve apresentar-se, na aprovação do veículo com 
superestrutura, um cálculo da altura do centro de gravi-
dade com o veículo carregado. 
As alturas admissíveis do centro de gravidade podem ser 
consultadas no capítulo "Valores técnicos limite durante 
o planeamento" (� página 37).
A DaimlerChrysler AG não faz afirmações sobre
� comportamento de condução
� comportamento de travagem
� comportamento de direcção e 
� comportamento de regulação ESP 
em carroçarias para cargas com pontos desfavoráveis 
do centro de gravidade (p. ex., cargas traseiras, cargas 
altas e cargas laterais), pois estes aspectos são essenci-
almente influenciados por estruturas adicionais, carro-
çarias, equipamentos ou reequipamentos e, por essa 
razão, só podem ser avaliados pelo fabricante de carro-
çarias.
Tanto em reequipamentos e peças agregadas como du-
rante a condução não devem ser excedidos, em caso al-
gum, as cargas admissíveis sobre as rodas e sobre os 
eixos bem como os pesos brutos admissíveis do veículo.
Perigo de acidente G
Nos veículos com ESP e pontos desfavoráveis do 
centro de gravidade, após a montagem de estruturas 
adicionais, carroçarias, equipamentos ou reequipa-
mentos e após as utilizações previstas (p.ex., cargas 
na parte traseira, cargas altas e cargas laterais), a po-
tência do ESP é limitada.
Por essa razão, o estilo de condução deve ser adapta-
do (velocidade em curvas reduzida, evitar movimen-
tos bruscos do volante). As cargas sobre os eixos 
admissíveis, os pesos brutos e os pontos do centro de 
gravidade devem ser respeitados. 
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Perigo de acidente G
Devem respeitar-se as cargas admissíveis sobre o ei-
xo. Se forem excedidas as cargas admissíveis sobre 
os eixos, nos veículos com ESP este sistema pode dei-
xar de funcionar de acordo com as disposições. O 
condutor poderá perder o controlo sobre o veículo e 
causar um acidente.
Nos veículos com peso bruto admissível de 3,88 t 
deve garantir-se uma carga mínima sobre o eixo tra-
seiro de 900 Kg.
Nos veículos com peso bruto admissível de 3,88 t e o 
equipamento especial com código CE1 (afinação mais 
dura para a estabilização das oscilações) deve garan-
tir-se uma carga mínima sobre o eixo traseiro de 
1 200 Kg.
Poderá encontrar outras indicações relativas aos pe-
sos admissíveis nos dados de identificação no veículo 
(� página 26) e nos Dados Técnicos (� página 153).
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27
3 Planeamento das carroçarias
3.6 Pneus
3.6 Pneus 
O fabricante de superestruturas deve assegurar que
� a distância do pneu ao guarda-lamas ou à cava da 
roda é suficiente, mesmo no caso de montagem de 
correntes para a neve ou para pisos escorregadios e 
flexão total da suspensão (também no caso de cru-
zamento do eixo).
� Observar as indicações nos desenhos de proposta.
� Só são utilizadas dimensões dos pneus aprovadas 
(consultar o livrete do veículo)
Perigo de acidente G
Exceder a capacidade de carga dos pneus indicada e 
a velocidade máxima admissível dos pneus pode levar 
a danos ou falhas nos pneus. Poderá perder o contro-
lo sobre o seu veículo, provocar um acidente e causar 
ferimentos a si ou a terceiros.
Por essa razão, utilize apenas tipos e dimensões dos 
pneus aprovados para o modelo do seu veículo e ob-
serve a capacidade de carga dos pneus e o índice de 
velocidade necessários para o seu veículo.
Observe também com especial atenção as normas de 
autorização para pneus específicas de cada país. Es-
tas normas estabelecem, em certas circunstâncias, 
um determinado tipo de pneu para o seu veículo ou 
proíbem a utilização de certos tipos de pneus que 
noutros países são aprovados.
Se mandar montar outras rodas
� os travões das rodas ou os componentes do chas-
sis podem ficar danificados
� o livre curso das jantes e dos pneus deixa de estar 
garantido
� os travões das rodas ou os componentes da car-
roçaria podem deixar de funcionar de acordo com 
as disposições.
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!
Outras informações (� consultar a página 16) e 
(� consultar a página 36).
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28
3 Planeamento das carroçarias
3.7 Uniões roscadas e soldadas
3.7 Uniões roscadas e soldadas 
3.7.1 Uniões roscadas
Se for necessário substituir os parafusos de série por ou-
tros mais compridos, utilizar apenas parafusos
� com o mesmo diâmetro,
� com a mesma resistência,
� do mesmo modelo,
� com o mesmo passo de rosca.
� Em todas as montagens deve ser respeitada a direc-
tiva VDI 2862.
� Por regra, não pode ser autorizada a redução do 
comprimento livre de bornes, mudança para eixo re-
duzido ou utilização de parafusos com percentagem 
de rosca mais reduzida e livre.
� Se, na Mercedes-Benz, os parafusos forem aperta-
dos com binário e ângulo de aperto, não é possível 
uma alteração construtiva. 
� Deve observar-se o comportamento de assentamen-
to das uniões roscadas.
Perigo de acidente G
Todas as uniões roscadas relevantes em termos de 
segurança, p. ex., as funções do braço de suspensão 
da roda, as funções da direcção e as funções de tra-
vagem não devem ser alteradas. Caso contrário, 
podem deixar de funcionar de acordo com as disposi-
ções. O condutor poderá perder o controlosobre o 
veículo e causar um acidente.
A nova montagem deve ser efectuada de acordo 
com as instruções do serviço de manutenção 
Mercedes-Benz com peças padrão adequadas. Reco-
mendamos peças originais Mercedes-Benz.
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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Os componentes que adicionalmente também foram 
apertados, devem apresentar uma resistência igual ou 
maior do que o aperto habitual.
A utilização de binários de aperto Mercedes-Benz pres-
supõe coeficientes de fricção dos parafusos na faixa de 
tolerância =[0.08...0.14].
Recomendamos peças de acordo com as normas 
Mercedes-Benz.
3.7.2 Uniões soldadas
Para se manter a qualidade elevada dos trabalhos de sol-
dadura exigida pela Mercedes Benz, deve prestar-se 
atenção ao pessoal qualificado (na Alemanha testado 
segundo a norma DIN 8560 B1m) para a execução dos 
trabalhos.
Para se manter as costuras de soldadura de elevada qua-
lidade, recomenda-se por princípio:
� limpeza minuciosa das zonas a soldar
� vários cordões de soldadura curtos em vez de um 
comprido
� cordões simétricos para a limitação da retracção
� evitar de mais de 3 costuras de soldadura num ponto
� evitar soldaduras em zonas endurecidas a frio
i
Qualquer Serviço de Assistência Mercedes-Benz pos-
sui informações sobre este assunto.
Generalidades
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29
3 Planeamento das carroçarias
3.7 Uniões roscadas e soldadas
As características mecânicas de costuras de soldadura 
dependem da selecção do processo de soldadura e da 
geometria relacionada.
Se as chapas estiverem sobrepostas, decide-se sobre o 
processo de soldadura consoante a acessibilidade dos 
lados.
Nas peças sobrepostas, a soldadura a pontos por resis-
tência é utilizada com acesso de ambos os lados. Deve 
evitar-se a soldadura por pontos de mais de 2 camadas 
de chapa.
Distância entre os pontos de soldadura:
Para se evitar a derivação (efeitos shunt), as distâncias 
indicadas entre os pontos de soldadura devem ser res-
peitadas (d=10e+10 mm). 
d Distância entre os pontos de soldadura
e Espessura da chapa
Selecção de processos de soldadura
Lados aces-
síveis
1 Soldadura em entalhe por pontos 
sob protecção de gás
2 Soldadura a pontos por resistên-
cia
Soldadura a pontos por resistência
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Distância em relação ao bordo da chapa:
Para se evitarem danos nos núcleos de fusão, devem 
respeitar-se as distâncias indicadas em relação ao bordo 
da chapa (L=3e+2 mm).
e Espessura da chapa
L Distância em relação ao bordo da chapa
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30
3 Planeamento das carroçarias
3.7 Uniões roscadas e soldadas
Se as chapas sobrepostas só puderem ser soldadas de 
um lado, é possível a união através de soldadura em en-
talhe por pontos sob protecção de gás ou soldadura por 
pespontos.
Se a união for alcançada através de estampagem ou per-
furação e subsequente ponto de soldadura em entalhe, 
a zona de perfuração deve ser rebarbada antes de se re-
alizarem os trabalhos de soldadura.
Soldadura em entalhe por pontos sob protecção 
de gás
D = Diâmetro 
dos entalhes 
[mm]
4,5 5 5,5 6 6,5 7
e = Espessura 
da chapa [mm]
0,6 0,7 1 1,25 1,5 2
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A qualidade mecânica pode ser adicionalmente aumen-
tada através da utilização de "Orifícios compridos" 
(l=2*b).
b Largura do orifício comprido
I Comprimento do orifício comprido
Nas espessuras da chapa >2 mm, as chapas sobrepos-
tas também podem ser unidas através de soldadura por 
pespontos (30 mm < L < 40 x e; d > 2 L).
d Distância soldadura por pespontos
e Espessura da chapa
L Comprimento soldadura por pespontos
Soldadura por pespontos
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31
3 Planeamento das carroçarias
3.7 Uniões roscadas e soldadas
� em agregados como motor, caixa de velocidades, ei-
xos, etc.
� no quadro do chassis, excepto em caso de prolonga-
mento do quadro
Depois de se efectuarem todos os trabalhos de soldadu-
ra no veículo, devem observar-se as medidas de protec-
ção anticorrosiva indicadas (� página 51).
Não devem efectuar-se trabalhos de soldadura
i
Pode consultar outras informações nos capítulos "Va-
lores limite durante o planeamento" e "Prevenção 
contra danos" (� página 49) bem como no capítulo 
"Estrutura base" (� página 61) e no sistema de infor-
mação da oficina Mercedes Benz (WIS).
Protecção anticorrosiva depois de trabalhos de 
soldadura
!
Em caso de trabalhos de soldadura, devem observar-
se as indicações mencionadas no capítulo "Preven-
ção contra danos" (� página 50) e "Alterações no ve-
ículo básico" (� página 61) pela Mercedes-Benz. 
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32
3 Planeamento das carroçarias
3.8 Insonorização
3.8 Insonorização
Em caso de alterações nas peças geradoras de ruídos, p. 
ex.,
� Motor
� Sistema de escape
� Sistema de admissão de ar
� Pneus, etc.
devem efectuar-se medições de ruídos.
São válidos os regulamentos e directivas específicos do 
respectivo país.
Na República Federal da Alemanha deve observar-se a
directiva CE 70/157/CEE ou
§ 49.3 StVZO (silencioso).
� As peças montadas de série para a insonorização 
não devem ser desmontadas ou alteradas.
� A situação sonora no interior do veículo não deve 
agravar-se.
!
Em todas as alterações no veículo deve respeitar-se o 
ruído exterior do veículo determinado segundo a di-
rectiva CE 70/157/CEE.
!
Para não influenciar o nível de ruído do veículo atra-
vés de alterações, durante o planeamento de carroça-
rias deve prestar-se atenção à redução dos ruídos no 
interior (� página 89).
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33
3 Planeamento das carroçarias
3.9 Manutenção e reparação
3.9 Manutenção e reparação 
A manutenção e a reparação do veículo não devem ser 
dificultadas pela superestrutura.
Os pontos de manutenção e os agregados devem per-
manecer facilmente acessíveis.
� Devem observar-se as Instruções de Utilização.
� As tampas de manutenção ou as paredes traseiras 
desaparafusáveis devem ser montadas em porta-ob-
jectos.
O compartimento de baterias deve ter uma ventilação 
suficiente.
� Verificar a potência e o estado das baterias e realizar 
os trabalhos de manutenção de acordo com as indi-
cações do fabricante (� página 35). 
Os trabalhos adicionais resultantes da carroçaria no 
caso de trabalhos ao abrigo da Garantia, de manutenção 
ou de reparação não são assumidos pela 
DaimlerChrysler AG.
Antes do fornecimento do veículo, o fabricante de supe-
restruturas deve tomar em consideração o seguinte:
� Verificar a regulação dos faróis ou mandar verificá-la 
junto de uma oficina qualificada. Recomendamos 
um Serviço de Assistência Mercedes-Benz. 
� Apertar as porcas das rodas tendo em consideração 
o binário de aperto.
!
Podem surgir danos na bateria devido a períodos de 
imobilização mais longos. Isto deve evitar-se sepa-
rando a ligação da bateria e através do respectivo ar-
mazenamento (� página 35).
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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� A Mercedes-Benz recomenda que se adapte a exten-
são da manutenção que deve ser efectuada no âm-
bito da carroçaria aos sistemas de manutenção 
válidos para o respectivo veículo. Isto é válido tanto 
para o tipo e extensão como também para os inter-
valos de tempo subjacentes e prestação do veículo 
em função dos quais devem ser efectuadas manu-
tenções.
As Instruções de Utilização e as regras de manutenção 
para os trabalhos na carroçaria efectuados e para os 
grupos montados adicionalmente devem ser entregues 
no idioma do país de utilização juntamente com o veícu-
lo.
3.9.1 Trabalhos para o armazenamento do 
veículo
� Limpezado veículo completo
� Controlo dos níveis do óleo e do líquido de refrigera-
ção 
� Aumento da pressão do ar nos pneus em 0,5 bar 
� Soltar o travão de estacionamento e bases de calços
� Separar a ligação à bateria e lubrificar os terminais 
de cabos e os bornes
� Realizar os mesmos passos como em locais fecha-
dos
� Fechar todas as entradas de ar e colocar o sistema 
de aquecimento em "Desligado" 
� Realizar os mesmos passos como em locais fecha-
dos
� Soltar os limpa-vidros do pára-brisas 
� Fechar todas as entradas de ar e colocar o sistema 
de aquecimento em "Desligado"
� Desmontar a bateria e armazená-la de acordo com 
as indicações do fabricante (� página 35)
Armazenamento em locais fechados:
Armazenamento ao ar livre (< 1 mês):
Armazenamento ao ar livre (> 1 mês):
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etos da versão actual.
34
3 Planeamento das carroçarias
3.9 Manutenção e reparação
� Verificação mensal do nível do óleo
� Verificação mensal do líquido de refrigeração
� Verificação mensal da perda de pressão do ar nos 
pneus
� Verificação dos níveis dos líquidos do veículo
� Corrigir a pressão do ar nos pneus segundo as nor-
mas
� Verificação do estado de carga e montagem da bate-
ria
� Limpeza do veículo completo
3.9.2 Manutenção e armazenamento 
de baterias
Em caso de períodos de imobilização do veículo mais 
longos > 1 semana, separar a ligação à bateria.
Em caso de períodos de imobilização > 1mês, deve des-
montar-se a bateria e armazenar-se a temperaturas en-
tre 0° a 30 °C.
A bateria deve ser armazenada na vertical.
O estado de carga deve ser mantido constante, acima de 
12,55 V.
Se o estado de tensão descer para menos de 12,55 V 
mas não para menos de 12,1 V, deve carregar-se a bate-
ria.
Manutenção de veículos armazenados 
(em caso de armazenamento > 1 mês)
Remoção do veículo do armazém de veículos
!
Se a tensão da bateria descer para menos de 12,1 V, 
surgem danos e torna-se necessária uma substitui-
ção.
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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3.9.3 Trabalhos antes da entrega do veículo 
reequipado
O registo dos trabalhos e alterações efectuados deve ser 
confirmado no Livro de Manutenção pelo fabricante de 
carroçarias.
Verificar o veículo quanto ao seu estado perfeito e, se 
necessário, eliminar os danos. 
Caso não se saiba o período de imobilização de um veí-
culo com sistema hidráulico de travões, deverá ser subs-
tituído o líquido dos travões.
O líquido dos travões deve ser substituído de dois em 
dois anos.
Antes da entrega do veículo, deve testar-se o estado de 
carga da bateria (� página 35). 
Antes da entrega do veículo devem verificar-se os pneus 
quanto à perda de pressão recomendada bem como 
quanto a perdas de pressão. Os pneus danificados de-
vem ser substituídos.
Em caso de alterações por oficinas de carroçarias, reco-
menda-se a verificação dos alinhamentos da convergên-
cia. Poderá obter informações mais pormenorizadas no 
sistema de informação de oficinas Mercedes-Benz 
(WIS).
Verificação do veículo completo
Verificação da bateria
Verificação dos pneus
Controlo do alinhamento das rodas
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35
3 Planeamento das carroçarias
3.10 Equipamentos opcionais
3.10 Equipamentos opcionais 
Para adaptar o veículo de forma ideal à carroçaria, reco-
mendamos os equipamentos opcionais disponíveis 
como códigos. 
Pode obter todos os equipamentos opcionais disponí-
veis como código pela Mercedes Benz junto do seu Ser-
viço de Assistência Mercedes-Benz ou junto do 
aconselhamento de fabricantes de carroçarias 
(� página 14).
Além disso, também pode compor o seu veículo no con-
figurador, na homepage da Mercedes-Benz em: 
http://mbks2.mercedes-benz.com/
van_konfigurator_VAN_de1/vp.dll
e ver os equipamentos opcionais disponíveis.
Os equipamentos opcionais (p. ex., molas reforçadas, 
reforços do quadro, depósitos suplementares, estabili-
zadores, etc.) ou os equipamentos aplicados posterior-
mente aumentam o peso em vazio do veículo.
O peso real do veículo e as cargas sobre o eixo devem 
ser determinadas por pesagem, antes da montagem.
Nem todos os equipamentos suplementares podem ser 
montados sem problemas em todos os veículos. Isto 
aplica-se sobretudo no caso de montagem posterior.
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4 Valores limite técnicos durante o planeamento
4.1 Valores limite no veículo básico
4.1 Valores limite no veículo básico
4.1.1 Dirigibilidade
� Em todos os estados de carga, a carga sobre o eixo di-
anteiro deve ser de, no mínimo, 25% do peso bruto do 
veículo.
� Devem respeitar-se as cargas admissíveis sobre o eixo.
4.1.2 Ponto do centro de gravidade máximo 
admissível 
!
Este capítulo contém os valores limite técnicos mais im-
portantes e necessários para o planeamento do veículo 
básico. Além disso, também devem observar-se os ou-
tros capítulos das Directivas actuais para carroçarias. 
Veículos com ESP
Direcção x: < 2400 mm relacionado com o eixo 
dianteiro
Direcção y: Se o veículo estiver carregado, a car-
ga sobre as rodas (1/2 da carga so-
bre o eixo) só deve ser excedida em 
4%.
Alturas do centro de gravidade, direcção z
Peso bruto [t] Vazio com car-
roçaria [mm]
Carregado [mm]
2,59 790 1100
2,8 795 1100
3,5 815 1100
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4.1.3 Dimensões do veículo
Sem acrescentar faróis adicionais: 
2 340 mm (ECE R48)
em geral: 2 550 mm (§ 42 alínea 3 StVZO)
4 m (§ 42 alínea 3 StVZO)
(§ 42 alínea 3 StVZO)
4.1.4 Não se deve soldar:
� Na coluna A e B
� Nas abas superior e inferior do quadro 
� Em raios de torção
� Na zona dos airbags
� A soldadura em entalhe só é permitida nas almas verti-
cais da longarina do quadro.
Poderá obter mais informações no capítulo "Prevenção 
contra danos" (� página 50) e no capítulo "Planeamento 
das carroçarias"(� página 29).
Veículos sem ESP
Direcção x: Limitação pelas cargas sobre os ei-
xos admissíveis
Direcção y: Se o veículo estiver carregado, a car-
ga sobre as rodas (1/2 da carga so-
bre o eixo) só deve ser excedida em 
4%.
Largura do veículo
Altura do veículo
Comprimento do veículo
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4 Valores limite técnicos durante o planeamento
4.1 Valores limite no veículo básico
4.1.5 Não é permitido efectuar trabalhos de 
perfuração:
� Na coluna A e B
� Nas abas superior e inferior da longarina do quadro
� Na zona dos pontos de incidência da carga (p. ex., 
apoios das molas)
� Na zona de funções de suporte do eixo dianteiro e 
traseiro
� Na zona do airbag
Poderá obter mais informações no capítulo "Planeamen-
to das carroçarias" (� página 29).
!
Os orifícios na longarina do quadro resultam do pro-
cesso de produção e não são adequados para todas 
as estruturas adicionais, carroçarias, instalações e 
transformações. Não é permitida a utilização de orifí-
cios do processo de produção; caso contrário, podem 
surgir danos no quadro. 
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4 Valores limite técnicos durante o planeamento
4.2 Valores limite trem de rodagem
4.2 Valores limite trem de rodagem
4.2.1 Cargas admissíveis sobre os eixos
Para o efeito, consulte o capítulo "Dados Técnicos" 
(� página 153).
4.2.2 Dimensões dos pneus aprovados 
Perigo de acidente G
Devem respeitar-se as cargas admissíveis sobre o ei-
xo. Se forem excedidas as cargas admissíveis sobre 
os eixos, nos veículos com ESP este sistema pode dei-
xar de funcionar de acordo com as disposições. O 
condutor poderá perder o controlo sobre o veículo e 
causar um acidente.
Nos veículos com peso bruto admissível de 3,88 t 
deve garantir-se uma carga mínima sobre o eixo tra-
seiro de 900 Kg.
Nos veículos com peso bruto admissível de 3,88 t e o 
equipamento especialcom código CE1 (afinação mais 
dura para a estabilização das oscilações) deve garan-
tir-se uma carga mínima sobre o eixo traseiro de 
1 200 Kg.
Poderá encontrar outras indicações relativas aos pe-
sos admissíveis nos dados de identificação no veículo 
(� página 26) e nos Dados Técnicos (� página 153).
Peso bruto [t] Pneus Pneus 
(equipamento 
opcional)
2,59 225/70 R15 C 195/70 R15 C
2,8 225/70 R15 C 195/70 R15 C
3,5 225/70 R15 C -
4,6 195/70 R15 C -
5,99 205/75 R16 C 215/75 R16
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4.2.3 Diâmetro de viragem
Consultar:
� § 32d StVZO
� União europeia: 97/27/CE
� União europeia: 96/53/CE
4.2.4 Alterações dos eixos 
Não são permitidas alterações no trem de rodagem e 
nos eixos (� página 57). 
4.2.5 Alterações no sistema de direcção
Não são permitidas alterações no sistema de direcção 
(� página 57).
4.2.6 Alterações no sistema de travões 
Não são permitidas alterações no sistema de travões.
Não são permitidas alterações na entrada e saída de ar 
dos travões de disco (� página 58). 
De acordo com o §41 alínea 14 StVZO, para os veículos 
com um peso bruto admissível >4 t recomendam-se cal-
ços.
4.2.7 Alterações nas molas, suspensão das 
molas/amortecedores 
As alterações em molas e amortecedores só podem ser 
efectuadas coordenando-as entre si, entre a parte dian-
teira e traseira. 
Não é permitida a utilização de molas e amortecedores 
que não correspondam às características das peças de 
série ou às peças disponíveis como equipamento opcio-
nal. Recomendamos a utilização de componentes que 
estejam de acordo com as normas Mercedes-Benz. 
Não são permitidas alterações na suspensão das molas 
(� página 57). 
4.2.8 Alinhamento das rodas
Não são permitidas alterações de valores de ajuste das 
rodas (� página 57).
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4 Valores limite técnicos durante o planeamento
4.3 Valores limite estrutura base
4.3 Valores limite estrutura base
4.3.1 Alterações, estrutura base
Para o efeito, consulte o capítulo "Alterações no veículo 
básico" (� página 61).
� Não são permitidas intervenções na estrutura do su-
porte transversal desde a parte da frente até inclusi-
vamente a coluna B.
� Não são permitidas alterações no pórtico traseiro in-
cluindo a zona do tejadilho.
� Em caso de alterações da estrutura portante, a rigi-
dez de substituição deve corresponder ao veículo de 
série.
� Deve ser mantido o espaço livre do bocal de enchi-
mento do depósito bem como do tubo de abasteci-
mento e tubagem do combustível.
� Não se deve perfurar nem soldar na coluna A e B.
� Em caso de alterações do painel lateral no comercial 
ligeiro de caixa aberta ou veículo ligeiro misto, deve 
criar-se uma rigidez de substituição que correspon-
da ao veículo básico.
4.3.2 Valores limite, quadro do veículo
No caso de alteração da distância entre eixos e prolon-
gamento do quadro, o material da peça de prolongamen-
to e ângulo de reforço devem corresponder à qualidade 
e às dimensões do quadro do chassis de série.
Nome do 
veículo
Tipo Material
SPRINTER 901. – 905 > St W 22
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4.3.3 Rebaixamento da cava da roda
Poderá obter mais informações no capítulo "Alterações 
no veículo básico" (� página 74).
4.3.4 Prolongamento do veículo 
O prolongamento máximo do veículo observando as car-
gas máximas admissíveis sobre o eixo e pontos do cen-
tro de gravidade é de:
4.3.5 Pontos de fixação no quadro
A fixação na armação deve ser efectuada como no capí-
tulo "Ligação ao quadro" (� página 63).
Rebaixamento máximo da cava da roda
Tipo de 
carroçaria
Dimensões 
[mm]
Níveis de 
referência
Chassis > 220 Canto interior da 
cava da roda – 
flange da aba in-
ferior do quadro 
Comercial ligeiro 
de caixa aberta
> 220 Canto interior da 
cava da roda – 
flange da aba in-
ferior do quadro
Prolongamentos máximos
Distância entre 
eixos I [mm]
Prolongamento [mm]
3000 1500
3550 1775
4025 2060
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4 Valores limite técnicos durante o planeamento
4.3 Valores limite estrutura base
4.3.6 Alterações da distância entre eixos
� Não são permitidas alterações da distância entre ei-
xos, deslocando o eixo traseiro.
� As alterações na armação devem ser efectuadas 
como descrito no capítulo "Estrutura base" 
(� página 61). 
Áreas de corte recomendadas no quadro 
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AV...distância centro eixo dianteiro AH...distância centro eixo traseiro
Distância entre 
eixos [mm]
Tipo de cabine Peso bruto 
admissível [t]
Motor AV [mm] AH [mm]
3000 FHS curto 2,59 – 3,5 Gasóleo 1780 1020
3550 FHS curto 2,59 – 3,5 todos 2130 1050
3550 FHS comprido 2,59 – 3,5 todos 2450 1050
4025 FHS curto 2,59 – 3,5 Gasóleo 2570 1155
4025 FHS comprido 2,59 – 3,5 Gasóleo 2930 1045
3550 FHS curto 4,6 Gasóleo 1780 1000
3550 FHS curto 4,6 Otto 2220 1000
3550 FHS comprido 4,6 todos 2150 1000
3550 FHS curto 5,99 Gasóleo 2100 1250
3550 FHS comprido 5,99 Gasóleo 2770 1060
4025 FHS curto 5,99 Gasóleo 2100 1015
4025 FHS comprido 5,99 Gasóleo 2600 1015
� Devem evitar-se cortes no quadro na zona de ele-
mentos interiores do quadro.
� O deslocamento entre a área de corte da estrutura 
de montagem em relação à área de corte deve ser de 
>100 mm.
� Depois de efectuarem alterações da distância entre 
eixos, a extremidade do tubo de escape não deve es-
tar dirigida para componentes do veículo (p.ex., 
pneus).
� Poderá obter mais informações no capítulo "Altera-
ções no veículo básico" (� página 69).
4.3.7 Pára-brisas
� Pára-brisas: módulo de montagem >2 500 N/mm2, 
espessura >9 mm (� página 75).
� Cola: resistência à tracção no mínimo 10 N/mm2 a, 
no máx., 60 °C, módulo de montagem 
>2 500 N/mm2, espessura do cordão de cola 
<6 mm
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4 Valores limite técnicos durante o planeamento
4.3 Valores limite estrutura base
4.3.8 Tejadilho do veículo/carga sobre o 
tejadilho
Os arcos de sustentação do tejadilho ou as peças por-
tantes não devem ser removidos ou danificados sem que 
sejam substituídos.
A união entre o arco de sustentação e o painel lateral 
deve ser executada de modo a ficar resistente à torção.
Cargas máximas sobre o tejadilho
Caixa [Kg] Caixa com 
tecto alto [Kg]
Cabine simples 
[Kg]
300 150 100 
Distância en-
tre eixos [mm]
Quantidade necessária
3000 > 4 arcos de sustentação
3550 >5 arcos de sustentação
4025 > 6 arcos de sustentação
Arco de 
sustentação
Posição
1 atrás das portas dianteiras 
(coluna B)
2 no centro da porta deslizante do 
compartimento de carga (entre a 
coluna B e C)
3 no centro do veículo, atrás da porta 
deslizante do compartimento de 
carga (coluna C)
4-6 entre a coluna C e na traseira do ve-
ículo (coluna traseira).
Altura do 
tejadilho [mm]
Binário de inércia Ix por cada 
arco de sustentação [mm4]
250 > 40 000
400 > 65 000
550 > 86 000
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4 Valores limite técnicos durante o planeamento
4.4 Valores limite periferia do motor/veio de transmissão
4.4 Valores limite periferia do motor/veio 
de transmissão
4.4.1 Sistema de alimentação do combustí-
vel
� Não são permitidas alterações no sistema de alimen-
tação de combustível (� página 79).
4.4.2 Alterações motor/componentes de 
transmissão 
� Não são permitidas alterações na admissão de ar do 
motor. 
Na potência máxima, o motor necessita de cerca de 
9,5 m3/min. de ar fresco. 
� Os veios articulados não podem ser prolongados ou 
encurtados.
� Além do equipamento opcional disponível, não são 
possíveis soluções posteriores para a regulação das 
rotações do motor.
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4 Valores limite técnicos durante o planeamento
4.5 Valores limite, Interior
4.5 Valores limite, Interior
4.5.1 Alterações na zona dos airbags e 
pré-tensores dos cintos de segurança
� Não são permitidas alterações nos componentes do 
airbag e na respectiva zona.
� A alteração posterior do revestimento do tecto não 
é permitida em caso de equipamento com window-
bag.
� A transformação interna deve ser configurada de for-
ma a que as zonas de desdobramento do airbag não 
fiquem limitadas.
� Não são permitidas alterações na unidade de co-
mando do airbag.
Poderá obter mais informações no capítulo "Alterações 
no veículo básico" (� página 84).
Perigo de ferimentos G
Não são permitidas alterações no sistema de airbag 
bem como no sistema dos pré-tensores dos cintos de 
segurança.
As alterações ou os trabalhos efectuados de modo 
inadequado num sistema de retenção (cinto de segu-
rança e respectivas fixações, pré-tensor do cinto ou 
airbag) ou na sua cablagem podem afectar o funcio-
namento correcto dos sistemas de retenção, ou seja, 
p.ex., os airbags ou os pré-tensores dos cintos podem 
falhar ou activarem-se involuntariamente em aciden-
tes com suficiente desaceleração. 
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4.5.2 Alterações, bancos
Poderá obter mais informações no capítulo "Alterações 
no veículo básico" (� página 89) e "Alterações no interi-
or" (� página 132).
Perigo de acidente G
Não são permitidas alterações no banco do condutor 
e do acompanhante ou na ligação de bancos na cava 
da roda, pois os bancos podem ser arrancados da fi-
xação em caso de acidente. 
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4 Valores limite técnicos durante o planeamento
4.6 Valores limite, sistema eléctrico/sistema electrónico
4.6 Valores limite, sistema eléctrico/
sistema electrónico
Para o efeito, consulte o capítulo "Alterações no veículo 
básico" (� página 91).
4.6.1 Cabos eléctricos/fusíveis
4.6.2 Luzes de delimitação do veículo e de 
demarcação laterais
Para todos os veículos com uma largura total a partir de 
2,10 m recomendam-se luzes de delimitação do veículo 
de acordo com o §51b, alínea 2, StVZO.
Para todos os veículos com um comprimento total supe-
rior a 6 m são necessárias luzes de demarcação laterais 
de acordo com CE 76/756/CEE.
Intensidade 
máx. da corren-
te contínua [A]
Corrente nomi-
nal do fusível 
[A]
Secção do cabo 
[mm2]
0-4,9 5 0,5
5-9,9 10 1
10-18 20 2,5
19-28 30 4
29-35 40 6
36-48 50 10
49-69 70 46
70-98 100 25
99-123 125 35
124-148 150 50
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4.6.3 Montagem posterior de aparelhos 
eléctricos (marca e)
Todos os aparelhos eléctricos montados devem ser tes-
tados de acordo com a directiva CE 94/54/CEE e pro-
vidos de uma marca e.
4.6.4 Sistemas de comunicação móveis
� A potência máxima de emissão não deve ser excedi-
da.
4.6.5 CANAL CAN
Não são permitidas intervenções no canal CAN e nos 
componentes ligados.
4.6.6 Programa Electrónico de Estabilidade
� Não é permitido alterar o girómetro ESP no que diz 
respeito ao local de instalação, posição de monta-
gem e fixação.
� Não são permitidas alterações na tubagem e nos 
componentes ESP.
� Não são permitidas alterações na zona do girómetro 
do ESP.
Faixa de frequências Potência máxima de 
emissão [W]
Ondas curtas < 50 Mhz 100
4 m 20
2 m 50
70 cm 35
25 cm 10
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4 Valores limite técnicos durante o planeamento
4.7 Valores limite, agregados suplementares
4.7 Valores limite, agregados suplementa-
res
Não é permitido afectar os componentes do veículo e li-
vres cursos bem como a respectiva função por agrega-
dos suplementares.
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4 Valores limite técnicos durante o planeamento
4.8 Valores limite, estruturas adicionais
4.8 Valores limite, estruturas adicionais
� Nos veículos com cabine dupla, a montagem de uma 
plataforma de carga só é possível em casos especi-
ais.
� De acordo com a directiva CE 89/297/CEE, deter-
minam-se dispositivos de protecção lateral nos veí-
culos com peso superior a 3,5 t.
� Conforme o § 32b StVZO, a lei determina um pára-
choques inferior, quando:
� a distância entre a extremidade traseira do veí-
culo e o último eixo traseiro for superior a 
1 000 mm.
� com o veículo descarregado, a distância entre a 
faixa de rodagem e o chassis ou partes principais 
da superestrutura for superior a 700 mm, em 
toda a largura do veículo.
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4 Valores limite técnicos durante o planeamento
4.9 Valores limite, carroçaria
4.9 Valores limite, carroçaria
Para o efeito, consulte o capítulo "Tipo de carroçarias" 
(� página 123).
4.9.1 Valores limite, estrutura de montagem 
Qualidades de material para estruturas de montagem re-
comendadas em aço:
� Estrutura de montagem com fixação por consola 
(união por aderência) = St W 22 ou St 37-2.
� Para aços ST37-2 ou ST W22 conforme a norma 
DIN 17 100, podem utilizar-se materiais análogos 
segundo os padrões EUA SAE/ASTM J403/J412/
J413, padrões japoneses JIS G3445, bem como pa-
drões GB BS 970.
Poderá obter mais informações no capítulo "Tipo de car-
roçarias" (� página 123).
Momento de resistência necessário para a 
estrutura de montagem:
Até à distância máxima entre 
eixos de série 
 30 cm3
Acima da distância máxima entre 
eixos de série
> 34,5 cm3
Material Resistência à 
tracção 
[N/mm2]
Limite de elas-
ticidade 
[N/mm2]
St W 22 > 360 210
St 37-2 > 360 235
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Para a utilização do veículo "Tirar o veículo básico" deve 
deslocar-se a estrutura de montagem até à cabine nas 
estruturas do assento. Caso contrário, podem surgir da-
nos no quadro.
4.9.2 Ligação ao quadro
� A ligação ao veículo básico deve efectuar-se através 
das consolas da carroçaria montadas de fábrica ou 
através de consolas da carroçaria adicionais 
(� página 126). 
� A fixação efectua-se através de 2 parafusos por cada 
consola da carroçaria.
!
A distância mínima entre a carroçaria e a cabine deve 
ser de >50 mm.
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5 Prevenção contra danos
5.1 Tubagem do sistema de travões/cabos e tubos
5.1 Tubagem do sistema de travões/cabos 
e tubos
Antes de se realizarem trabalhos de soldadura, perfura-
ção, rectificação e trabalhos com discos de corte deve 
cobrir-se, e se necessário desmontar-se, a tubagem em 
material sintético e a tubagem do sistema de travões.
Após a montagem da tubagem do ar comprimido e de tu-
bos hidráulicos deve verificar-se o sistema quanto à per-
da de pressão e estanquecidade.
Não devem ser fixados quaisquer outros tubos na tuba-
gem do sistema de travões. 
Proteger a tubagem da influência do calor, isolando-a 
devidamente.
!
Ao efectuar trabalhos no veículo, devem respeitar-se 
as normas de prevenção de acidentes.
!
Devem respeitar-se as directivas e as leis específicas 
do respectivo país.
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A orientação dos tubos deve ser realizada de forma a 
que as perdas de pressão não aumentem.
Sinal de advertência G
Se forem efectuados trabalhos de modo inadequado 
na tubagem do sistema de travões e nos cabos, o seu 
funcionamento pode ser afectado. Isto pode levar à 
falha de componentes ou de peças relevantes em ter-
mos de segurança.
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49
5 Prevenção contra danos
5.2 Trabalhos de soldadura
5.2 Trabalhos de soldadura 
Para garantir que os componentes eléctricos estão pro-
tegidos contra sobretensão em caso de trabalhos de sol-
dadura, devem observar-se as seguintesmedidas de 
segurança:
� Os trabalhos de soldadura no quadro do chassis só 
devem ser realizados por pessoal especializado.
� Retirar os bornes positivos e negativos das baterias 
e tapá-los.
� Ligar a pinça da massa do aparelho de soldar direc-
tamente à peça a soldar.
� Não tocar no conjunto de componentes electrónicos 
(p. ex., unidades de comando) e cabos eléctricos 
com o eléctrodo de soldadura ou a pinça da massa 
do aparelho de soldar.
� Antes de se efectuarem trabalhos de soldadura, as 
molas e os foles das molas devem ser tapados para 
se evitarem pingos de soldadura. As molas não de-
vem ser tocadas com eléctrodos de soldadura ou 
pinça para eléctrodos.
� Antes de se efectuarem trabalhos de soldadura deve 
tapar-se o sistema do depósito do combustível e o 
sistema de alimentação do combustível (tubos, etc.).
� Ligar a pinça da massa do aparelho de soldar direc-
tamente ao componente do veículo a soldar.
� Não é permitido soldar na zona dos airbags.
� Separar a ligação à bateria.
� Utilizar apenas eléctrodos (diâmetro 2,5 mm) bem 
secos com revestimento à base de calcário.
� A intensidade da corrente deve ser de, no máximo, 
40 A por cada mm de diâmetro dos eléctrodos.
� Os eléctrodos só devem ser soldados com corrente 
contínua, através do pólo positivo. Por norma, solda-
se de baixo para cima.
� A soldadura com gás inerte é permitida.
� Só devem ser utilizados arames de soldar com uma 
espessura entre 1 e 1,2 mm.
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� O material de soldadura deve ter, pelo menos, o 
mesmo limite de elasticidade e a mesma resistência 
à tracção do material a ser soldado.
� A soldadura em entalhe só é permitida nas almas 
verticais da longarina do quadro.
� Para evitar o efeito de entalhe pela penetração da 
soldadura, esmerilar as costuras de soldadura e re-
forçar com perfis angulares. 
� Devem evitar-se costuras de soldadura em raios de 
torção.
� A distância entre as costuras de soldadura e os can-
tos exteriores deverá ser de, pelo menos, 15 mm.
!
Não se deve ligar o borne da massa do aparelho de 
soldar a grupos como o motor, a caixa de velocida-
des, os eixos, etc.
!
Não se deve soldar em grupos como o motor, a caixa 
de velocidades, os eixos.
Sinal de advertência G
Se se efectuarem trabalhos de soldadura na zona dos 
airbags, os sistemas de retenção podem deixar de 
funcionar de acordo com as disposições. 
Por essa razão, não é permitido soldar na zona dos 
airbags.
O manuseamento, transporte e armazenamento de 
unidades do airbag obedece à legislação sobre mate-
riais explosivos.
!
Pode consultar outras informações relativas a traba-
lhos de soldadura nos capítulos "Planeamento de 
carroçarias" (� página 29) e "Alterações no veículo 
básico" (� página 57), assim como no capítulo "Es-
trutura base" (� página 61) e no sistema de informa-
ção da oficina Mercedes-Benz (WIS).
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etos da versão actual.
50
5 Prevenção contra danos
5.3 Medidas de protecção anticorrosiva
5.3 Medidas de protecção anticorrosiva 
Depois de se realizarem medidas de transformação e de 
montagem no veículo, deve aplicar-se uma protecção da 
superfície e protecção anticorrosiva nos locais afecta-
dos.
Para todas as medidas de protecção anticorrosiva 
existentes, devem utilizar-se exclusivamente os produ-
tos de conservação testados e aprovados pela 
DaimlerChrysler AG. 
A protecção anticorrosiva deve fazer parte do planea-
mento e da construção através da selecção adequada de 
materiais e da configuração de componentes.
Medidas durante o planeamento
!
Se se unirem dois materiais metálicos diferentes 
através de um electrólito (p.ex., humidade do ar), dá-
se uma união galvânica. Surge uma corrosão electro-
química que danifica o metal que não é nobre. A cor-
rosão electroquímica é tanto maior, quanto mais 
separados estiverem os metais afectados na linha de 
tensão.
Por essa razão, através do tratamento corresponden-
te dos componentes ou isolamentos, deve evitar-se a 
corrosão electroquímica ou manter-se reduzida atra-
vés da selecção adequada de materiais.
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Evitamento de corrosão por contacto através de iso-
lamentos eléctricos
1 Anilha plana isolante
2 Manguito de isolamento
Através da utilização de isolamentos eléctricos como 
anilhas planas, manguitos ou casquilhos pode evitar-se 
a corrosão por contacto.
Evitar trabalhos de soldadura nas cavidades de difícil 
acesso.
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etos da versão actual.
51
5 Prevenção contra danos
5.3 Medidas de protecção anticorrosiva
Pode evitar-se a corrosão através de medidas construti-
vas, nomeadamente durante a disposição de uniões en-
tre materiais iguais ou diferentes.
Os cantos, as arestas assim como as acanaladuras e re-
bordos dobrados podem conter sedimentos de sujidade 
e humidade.
A protecção anticorrosiva construtiva deve ser observa-
da através da utilização de superfícies inclinadas e esco-
amentos e evitando folgas nas uniões de componentes.
Folgas devido à construção em uniões soldadas e o 
seu evitamento
Medidas através da configuração de 
componentes
favorável
(soldado)
desfavorável
(folga)
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Através da aplicação de revestimentos de protecção 
(p.ex., galvanizar, pintar ou aplicação de zinco através 
de chama) protege-se o veículo contra corrosão 
(� página 53).
� retirar as limalhas de broquear,
� rebarbar os cantos,
� remover a tinta queimada e preparar meticulosa-
mente as superfícies para a pintura,
� aplicar primário e pintar todas as peças não pinta-
das,
� conservar as cavidades com cera de conservação,
� realizar medidas de protecção anticorrosiva na parte 
inferior do veículo e no quadro
Medidas através de revestimentos
Depois de cada trabalho no veículo:
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52
5 Prevenção contra danos
5.4 Trabalhos de pintura
5.4 Trabalhos de pintura 
Uma pintura OEM danificada pela carroçaria deve ser 
novamente reparada pelo fabricante de carroçarias. 
Deve observar o seguinte:
� Devem respeitar-se os requisitos de qualidade da 
DaimlerChrysler AG para a primeira pintura e a pin-
tura de reparação.
� Para todos os trabalhos de pintura existentes, de-
vem utilizar-se exclusivamente os materiais de pintu-
ra testados e aprovados pela DaimlerChrysler AG. 
� O fabricante de carroçarias deve respeitar a espes-
sura de cada camada de tinta prescrita de fábrica. 
Antes da pintura devem tapar-se as seguintes zonas:
� Superfícies de vedação
� Vidros
� Superfícies de contacto entre as rodas de disco e os 
cubos da roda
� Superfícies de contacto das porcas da roda
� Ventiladores na caixa de velocidades, eixos, etc.
� Travões de disco
� Fechaduras das portas
� Imobilizadores da porta nas dobradiças da porta ro-
tativa traseira
� Superfícies de rolamento nos trilhos guia das portas 
deslizantes
� Imobilizadores da porta e limitadores de abertura 
das portas nos trilhos guia centrais
� Componentes de manuseamento
!
Os materiais de pintura utilizados de fábrica, as es-
pessuras da camada e os números de cor 
Mercedes-Benz podem ser consultados junto do de-
partamento responsável (� página 14). 
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!
Para a secagem da pintura não se devem exceder 
80 °C.
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53
5 Prevenção contra danos
5.5 Arranque por reboque e reboque do veículo
5.5 Arranque por reboque e reboque do 
veículo 
Sinal de advertência G
Antes de efectuar o arranque por reboque e o rebo-
que do veículo, leia impreterivelmente o capítulo "Re-
boque do veículo" no Manual do Condutor. Caso 
contrário, pode não ser possível reconhecer determi-
nados perigos, causando ferimentos a si ou a tercei-
ros.
!
A não observação das instruções do Manual do Con-
dutor terá como consequênciao aparecimento de da-
nos no veículo. 
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54
5 Prevenção contra danos
5.6 Armazenamento e entrega do veículo
5.6 Armazenamento e entrega do veículo
Para se evitarem danos durante o armazenamento de ve-
ículos, recomendamos a manutenção e armazenamento 
destes veículos segundo as indicações do fabricante 
(� página 34). 
Para se evitarem danos no veículo e eliminar danos 
eventualmente existentes, recomendamos que se verifi-
que o veículo antes da entrega quanto ao seu funciona-
mento completo e o seu estado perfeito (� página 35). 
Armazenamento
Entrega
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55
5 Prevenção contra danos
5.7 Compatibilidade electromagnética (EMV)
5.7 Compatibilidade electromagnética 
(EMV)
Nas redes de bordo dos veículos, os diversos consumi-
dores podem dar origem a falhas eléctricas. Na 
Mercedes-Benz, os componentes eléctricos e electróni-
cos montados de fábrica são verificados em relação à 
sua compatibilidade magnética com o veículo. Em situa-
ções isoladas, podem surgir restrições ao conforto 
(p. ex., ruídos de rádio) em caso de alterações posterio-
res.
No caso de montagem posterior de sistemas eléctricos 
e electrónicos, a sua compatibilidade electromagnética 
deve ser verificada e provada.
Os aparelhos devem possuir uma autorização de modelo 
segundo a directiva CE 95/54/CE e estar providos da 
marca e. 
As seguintes normas oferecem informações sobre este 
assunto:
� DIN 40839
� DIN 57879, parte 3
� VDE 0879, parte 3
� DC 10614 (EMV exigências aos componentes)
� DC 10613 (EMV exigências ao veículo)
� Directiva CE 95/54/CE
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56
6 Alterações no veículo básico
6.1 Trem de rodagem
6.1 Trem de rodagem
6.1.1 Trem de rodagem geral 
Não são permitidas alterações em componentes do trem 
de rodagem.
Isto é válido especialmente para:
� braço de suspensão transversal dianteiro: não é au-
torizada a alteração de valores de ajuste das rodas
� sub-chassis do eixo dianteiro: o sub-chassis do eixo 
dianteiro não pode ser alterado para a montagem de 
agregados suplementares e outras alterações.
� estabilizadores: para se efectuarem alterações nos 
estabilizadores (diâmetro, material) à frente e atrás, 
assim como para a respectiva montagem posterior é 
necessário um certificado de conformidade com as 
disposições legais do departamento responsável 
� eixo rígido atrás: não são autorizadas alterações
� travões: não são autorizadas alterações
� Aparelhos, sensores, colocação de tubagens para 
ESP/ABS: não são autorizadas alterações
Perigo de acidente G
As alterações não autorizadas em componentes do 
trem de rodagem podem afectar o comportamento de 
condução, tornando-o instável. Por essa razão, não 
são permitidas alterações em componentes do trem 
de rodagem.
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6.1.2 Elementos de mola/amortecedores
As alterações em molas e amortecedores só podem ser 
efectuadas coordenando-as entre si, entre a parte dian-
teira e traseira.
� Recomendamos as molas originais Mercedes-Benz 
� Durante os trabalhos de montagem deve ter-se em 
consideração que a superfície e a protecção anticor-
rosiva das lâminas da mola não são danificadas.
� Antes de se efectuarem trabalhos de soldadura, as 
molas devem ser tapadas para se evitarem pingos de 
soldadura.
� As molas não devem ser tocadas com eléctrodos de 
soldadura ou pinça para eléctrodos.
Não é permitida a utilização de molas e amortecedores 
que não correspondam às características das peças de 
série ou às peças disponíveis como equipamento opcio-
nal. Recomendamos a utilização de componentes que 
estejam de acordo com as normas Mercedes-Benz. 
Perigo de acidente G
Não é permitida a utilização de molas e amortecedo-
res que não correspondam às características das 
peças de série ou às peças disponíveis como equipa-
mento opcional. Caso contrário, nos veículos com 
ESP, pode levar a que o sistema deixe de funcionar 
conforme as disposições legais e que falhe. O condu-
tor poderá perder o controlo sobre o veículo e causar 
um acidente.
!
Para o efeito, observe também os equipamentos op-
cionais disponíveis de fábrica como código 
(� página 36). 
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etos da versão actual.
57
6 Alterações no veículo básico
6.1 Trem de rodagem
6.1.3 Sistema de travões 
Após a conclusão dos trabalhos, verificar o correcto fun-
cionamento do sistema de travões. Recomendamos a 
aprovação por um centro de inspecção técnica.
Se forem necessárias alterações na colocação dos ca-
bos, deve evitar-se a passagem por arestas aguçadas, 
bem como a colocação em espaços intermédios dema-
siado apertados e junto a peças móveis.
� A tubagem hidráulica dos travões deve ser comple-
tamente substituída através de um tubo bobinado 
aprovado 4,75 mm x 0,7 mm ou 6 mm x 0,7 mm.
� O raio de torção deve ser de >17,5 mm
� A tubagem só deve ser moldada num dispositivo de 
dobrar. O diâmetro não deve ser reduzido. 
� Nas extremidades dos tubos, colocar porcas (nº de 
componente 000 428 04 72) e executar um rebordo 
(F DIN 74234).
� A tubagem deve ser limpa no interior antes da mon-
tagem.
� Não é permitida a utilização de tubagens em plástico 
nos sistemas hidráulicos.
� Caso não se saiba o período de imobilização de um 
veículo com sistema hidráulico de travões, deverá 
ser substituído o líquido dos travões.
� O líquido dos travões deve ser substituído de dois 
em dois anos.
Perigo de acidente G
Se forem efectuados trabalhos de modo inadequado 
na tubagem do sistema de travões, nos tubos e nos 
cabos, o seu funcionamento pode ser afectado. Isto 
pode levar à falha de componentes ou de peças rele-
vantes em termos de segurança. Mande efectuar os 
trabalhos na tubagem do sistema de travões, nos tu-
bos e nos cabos sempre por uma oficina qualificada.
Sistema hidráulico dos travões
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� Para a fixação recomendamos suportes do tubo de 
travão originais da Mercedes-Benz para engatar a tu-
bagem dos travões.
� A distância de nó corrediço a nó corrediço deve ser 
de, no máximo, 500 mm.
Não devem ser fixados quaisquer outros tubos na tuba-
gem do sistema de travões.
Se for necessário um novo cabo do travão para o travão 
de estacionamento, deve ser determinado o novo com-
primento do cabo Bowden e adquirido outro cabo 
Bowden novo e adequado. 
Poderá obter mais informações junto do departamento 
responsável (� página 14).
Colocação de tubagens
Perigo de acidente G
Deve manter-se uma distância suficiente da tubagem 
dos travões em relação a fontes de calor, componen-
tes de arestas pontiagudas e de manuseamento. 
Caso contrário, podem surgir danos no sistema de 
travões e este pode falhar completamente devido à 
formação de bolhas no líquido dos travões ou a pon-
tos de fricção na tubagem dos travões.
Colocação de cabos ao longo da tubagem do 
sistema de travões
Cabo do travão para o travão de estacionamento
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etos da versão actual.
58
6 Alterações no veículo básico
6.1 Trem de rodagem
A colocação de spoilers por baixo do pára-choques, tam-
pões ornamentais adicionais das rodas ou coberturas 
dos discos dos travões, etc., não deve prejudicar a refri-
geração.
É necessário um certificado de conformidade com as 
disposições legais do respectivo departamento para a 
montagem posterior de travões auxiliares.
Para o efeito, obterá mais informações no capítulo 
"Agregados suplementares dos travões auxiliares/
Retarder" (� página 107).
Travões de disco
Perigo de acidente G
Não são permitidas alterações na entrada e saída de 
ar do sistema de travões.As alterações na direcção e 
no sistema de travões podem levar a que estes siste-
mas deixem de funcionar de acordo com as disposi-
ções e que falhem. O condutor poderá perder o 
controlo sobre o veículo e causar um acidente.
Devido ao sobreaquecimento do sistema de travões 
podem surgir danos nos pneus, além de uma potência 
de travagem reduzida.
Por essa razão, deve garantir-se sempre uma admis-
são suficiente de ar de refrigeração.
Perigo de acidente G
Não são permitidas alterações nos elementos dos tra-
vões (p. ex., pinças dos travões, discos, ...) e senso-
res. As alterações nos equipamentos dos travões 
podem levar a que estes sistemas deixem de funcio-
nar de acordo com as disposições e que falhem. O 
condutor poderá perder o controlo sobre o veículo e 
causar um acidente.
Travões auxiliares/Retarder
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6.1.4 Suspensão pneumática
Pode obter informações para a montagem posterior de 
suspensões pneumáticas através do respectivo departa-
mento (� página 14). 
!
Nos veículos com ESP não é possível utilizar suspen-
sões pneumáticas. 
Perigo de acidente G
Não é permitida a utilização de molas e amortecedo-
res que não correspondam às características das 
peças de série ou às peças disponíveis como equipa-
mento opcional. Isto é válido especialmente para a 
montagem posterior de suspensões pneumáticas no 
eixo dianteiro. Caso contrário, nos veículos com ESP, 
pode levar a que o sistema deixe de funcionar confor-
me as disposições legais e que falhe. O condutor po-
derá perder o controlo sobre o veículo e causar um 
acidente.
Perigo de acidente G
Nos veículos com airbag, nas montagens no quadro 
dianteiro, o desdobramento das unidades de airbag 
pode deixar de funcionar de acordo com as disposi-
ções legais devido à estrutura de impacto alterada. 
Isto é válido especialmente para a montagem posteri-
or de suspensões pneumáticas no eixo dianteiro. Por 
essa razão, não é permitida a montagem posterior de 
suspensões pneumáticas no eixo dianteiro. 
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etos da versão actual.
59
6 Alterações no veículo básico
6.1 Trem de rodagem
6.1.5 Jantes/pneus 
O fabricante de superestruturas deve certificar-se de 
que
� a distância do pneu ao guarda-lamas ou à cava da 
roda é suficiente, mesmo no caso de montagem de 
correntes para a neve ou para pisos escorregadios e 
flexão total da suspensão (também no caso de cru-
zamento do eixo). Devem observar-se as indicações 
nos desenhos de proposta.
� só são utilizadas dimensões dos pneus aprovadas 
(consultar o livrete do veículo), (� página 16), 
(� página 39)
� só são utilizadas jantes aprovadas (� página 16).
Perigo de acidente G
Por essa razão, utilize apenas tipos e dimensões dos 
pneus aprovados para o modelo do seu veículo e ob-
serve a capacidade de carga dos pneus e o índice de 
velocidade necessários para o seu veículo.
Observe também com especial atenção as normas de 
autorização para pneus específicas de cada país. Es-
tas normas estabelecem, em certas circunstâncias, 
um determinado tipo de pneu para o seu veículo ou 
proíbem a utilização de certos tipos de pneus que 
noutros países são aprovados.
Se mandar montar outras rodas
� os travões das rodas ou os componentes do chas-
sis podem ficar danificados
� o livre curso das jantes e dos pneus deixa de estar 
garantido
� os travões das rodas ou os componentes da car-
roçaria podem deixar de funcionar de acordo com 
as disposições.
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6.1.6 Roda de reserva 
Durante a fixação, observar:
� fixação de acordo com o desenho do chassis, por 
baixo do quadro, lateralmente no quadro ou na supe-
restrutura
� Cumprir as regulamentações legais em vigor.
� De bom acesso, facilmente manobrável.
� Com uma protecção para não se perder
i
Poderá obter mais informações sobre jantes/pneus 
em qualquer Serviço de Assistência Mercedes-Benz 
ou no capítulo "Equipamentos opcionais" 
(� página 36).
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60
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
6.2 Estrutura base/carroçaria 
6.2.1 Estrutura base/carroçaria geral
O funcionamento e a resistência dos agregados e dos 
dispositivos de comando do veículo, assim como a esta-
bilidade das partes portantes, não devem ser afectados 
pelas alterações efectuadas na carroçaria.
Em caso de reequipamento do veículo e montagem de car-
roçarias não devem ser efectuadas quaisquer alterações 
que afectem o funcionamento e liberdade de movimentos 
dos componentes do chassis (p. ex., durante trabalhos de 
manutenção e verificação) e o acesso a estes.
Observar as seguintes indicações:
� não são permitidas alterações da distância entre ei-
xos nos veículos com ESP. 
� Não são permitidas intervenções na estrutura do su-
porte transversal desde a parte da frente até à parte 
de trás da coluna B.
� Não são permitidas alterações na zona do tejadilho, 
assim como no pórtico traseiro.
� Deve ser mantido o espaço livre do bocal de enchi-
mento do depósito bem como do tubo de abasteci-
mento e tubagem do combustível (� página 79). 
� Evitar cantos de arestas pontiagudas.
� A fixação de aparelhos adicionais nas longarinas do 
quadro e suportes transversais deve ser efectuada 
através de consolas (soldadura em entalhe) e neces-
sita de um certificado de conformidade com as dis-
posições legais.
� Não se deve perfurar nem soldar na coluna A e B.
� As cargas admissíveis sobre os eixos não devem ser 
excedidas.
� Verificar as ligações do reboque relativamente ao 
seu funcionamento.
� Caso seja montado um acoplamento para reboque, 
os reforços necessários devem estar disponíveis 
(� página 116).
� Os orifícios na longarina do quadro resultam do pro-
cesso de produção e não são adequados para todas 
as estruturas adicionais, carroçarias, instalações e 
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transformações. Não é permitida a utilização de ori-
fícios do processo de produção; caso contrário, po-
dem surgir danos no quadro. 
1 Na zona do eixo traseiro apenas 86 mm
Os trabalhos de soldadura só devem ser realizados por 
pessoal especializado . 
Dimensões de perfil da longarina do quadro
Tipo a b c d e f
903 3 2 60 60 1001 100
904 2,5 2,5 60 100 100 100
905 3 3 60 100 100 100
Soldar na estrutura base 
i
Pode consultar mais informações relativas a traba-
lhos de soldadura nos capítulos "Planeamento de car-
roçarias" (� página 29) e "Prevenção contra danos" 
(� página 50), assim como no capítulo "Estrutura ba-
se" (� página 61) e no sistema de informação da ofi-
cina Mercedes-Benz (WIS). 
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61
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
Só é permitido realizar trabalhos de soldadura no quadro 
do chassis em caso de alterações da distância entre ei-
xos ou prolongamentos do veículo (� página 68). 
Não é permitido efectuar trabalhos de soldadura na aba 
superior e inferior do quadro do chassis.
A soldadura em entalhe só é permitida nas almas verti-
cais da longarina do quadro.
Não é permitido soldar nos raios de torção.
Os orifícios na alma da longarina só são possíveis nas se-
guintes condições:
� Utilização de casquilhos distanciadores soldados na 
longarina (ver ilustração)
� Distância a no mínimo 20% da altura do quadro
� Distância dos orifícios b, no mínimo 50 mm
Perigo de acidente G
As unidades de airbag podem deixar de funcionar de 
acordo com as disposições se forem efectuados tra-
balhos de soldadura não autorizados na zona dos 
airbags (p.ex., arranque imprevisível durante o funci-
onamento; falha total) (� página 84). Por essa razão, 
não é permitido soldar na zona dos airbags.
O manuseamento, transporte e armazenamento de 
unidades do airbag obedece à legislação sobre mate-
riais explosivos.
Realizar trabalhos de perfuração no quadro 
!
Os orifícios existentes na longarinado quadro resul-
tam do processo de produção e só devem ser utiliza-
dos com um certificado de conformidade com as 
disposições legais do respectivo departamento 
(� página 14). 
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1 Quadro do chassis
2 Casquilhos distanciadores
Depois de realizados os trabalhos de perfuração, rebar-
bar e mandrilar todos os orifícios, retirar as limalhas do 
quadro e aplicar selante de cavidades através dos orifí-
cios. 
!
Depois de se efectuarem todos os trabalhos no veícu-
lo, devem observar-se as medidas de protecção anti-
corrosiva indicadas (� página 51).
Não é permitido efectuar trabalhos de perfuração:
� na aba superior e inferior do quadro (excepto ori-
fícios na extremidade do quadro traseiro).
� Na zona de funções de suporte do eixo traseiro e 
em peças fixas no quadro
� Nos pontos de incidência da carga (p.ex., apoios 
das molas)
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62
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
6.2.2 Ligação ao quadro
Se desejar interligar os agregados suplementares ou es-
truturas adicionais ao quadro dianteiro (guinchos...), 
deve ser configurado de forma análoga à ligação no qua-
dro traseiro (acoplamento para reboque, plataforma de 
carga...). 
Para o efeito, deve reforçar-se o quadro como na ilustra-
ção (� página 62) através de casquilhos distanciadores 
soldados nos orifícios.
Perigo de acidente G
Se forem efectuados trabalhos de perfuração não au-
torizados na zona dos airbags, as unidades de airbag 
podem deixar de funcionar de acordo com as disposi-
ções no veículo de série (� página 84). Por essa ra-
zão, não é permitido perfurar na zona dos airbags.
O manuseamento, transporte e armazenamento de 
unidades do airbag obedece à "Legislação sobre ma-
teriais explosivos".
Ligação ao quadro dianteiro
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Deve observar-se o capítulo "Realizar trabalhos de perfu-
ração no quadro" (� página 62). 
a Limitação através de estabilizador
b Alojamento do macaco
c Longarina do quadro (aba inferior) 
d Olhal de reboque
e Ligação possível através de casquilhos distanciado-
res
f Apoio adicional necessário para a transmissão de bi-
nário
A seta indica o sentido da marcha
É necessário um certificado de conformidade com as 
disposições legais do departamento responsável 
(� página 14). 
Perigo de acidente G
Nos veículos com airbag, nas montagens no quadro 
dianteiro, o desdobramento das unidades de airbag 
pode deixar de funcionar de acordo com as disposi-
ções legais. A desactivação das unidades de airbag 
pode então ser necessária devido à estrutura de im-
pacto alterada. Por essa razão, nos veículos com uni-
dades de airbag, as estruturas adicionais dianteiras 
só são possíveis depois de se consultar o departa-
mento responsável. 
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63
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
Para a ligação de agregados suplementares ou estrutu-
ras adicionais no quadro traseiro, deve efectuar-se uma 
ligação de forma análoga ao acoplamento para reboque 
disponível como equipamento opcional.
Para a introdução de forças e momentos maiores, deve 
prever-se mais apoios na travessa traseira do chassis 
para a sustentação dos momentos.
a Ligação do cavalete de montagem à longarina do 
quadro
b Aba inferior da longarina do quadro
c Cavalete de montagem do acoplamento para rebo-
que
d Travessa traseira do chassis
e Ligação adicional à travessa traseira do chassis
É necessário um certificado de conformidade com as 
disposições legais do departamento responsável 
(� página 14). 
Ligação ao quadro traseiro
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Para a ligação de carroçarias ao quadro do veículo de-
vem utilizar-se as consolas da carroçaria previstas de fá-
brica. Poderá obter mais informações no capítulo 
"Ligação ao quadro" (� página 126).
6.2.3 Material para o quadro do chassis 
No caso de alteração da distância entre eixos e prolon-
gamento do quadro, o material da peça de prolongamen-
to e ângulo de reforço devem corresponder à qualidade 
e às dimensões do quadro do chassis de série.
6.2.4 Prolongamento do veículo 
Se o prolongamento do veículo for alterado, por norma 
isto é possível tendo em consideração as cargas admis-
síveis sobre os eixos e a carga mínima sobre o eixo dian-
teiro.
Nos veículos com cabine dupla, caixa ou veículos ligeiros 
mistos, o prolongamento do veículo só é autorizado de-
pois de se consultar o departamento responsável.
� No caso de prolongamento do quadro acima de 
350 mm, montar um suporte transversal adicional.
� Os suportes transversais do quadro adicionais de-
vem possuir a função de um suporte transversal de 
série. 
� Se o prolongamento do quadro for aumentado, deve 
verificar-se a carga admissível sobre o reboque indi-
cada na documentação do veículo e reduzir-se even-
tualmente até à supressão. 
� O prolongamento do quadro deve ser reforçado de 
forma correspondente. 
� Devem respeitar-se as cargas admissíveis sobre os 
eixos.
� Devem respeitar-se os pontos do centro de gravida-
de.
O departamento responsável poderá prestar mais infor-
mações (� página 14).
Ligação através de consolas da carroçaria
Nome do 
veículo
Tipo Material
SPRINTER 901. – 905 > St W 22
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64
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
Prolongamentos máximos
x Prolongamento do veículo
Se for necessário deslocar o pára-choques inferior em 
caso de prolongamento do veículo, a ligação deve cor-
responder ao veículo original (� página 121). 
Tipo de prolongamento do quadro em caso de prolonga-
mento do veículo, ver a ilustração.
Distância entre 
eixos I [mm]
Prolongamento x [mm]
3000 1500
3550 1775
4025 2060
i
Ao prolongamento do veículo pertence o prolonga-
mento total relativamente ao eixo traseiro incluindo o 
prolongamento do quadro, assim como superestrutu-
ras e estruturas adicionais.
!
Depois de se efectuarem todos os trabalhos no veícu-
lo, devem observar-se as medidas de protecção anti-
corrosiva indicadas (� página 51).
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65
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
208 CDI – 316 CDI; 616 CDI
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1 Longarina do quadro do chassis
2 Prolongamento do chassis
3 Reforço exterior
4 Reforço interior
5 Prolongamento do suporte da carroçaria
6 Prolongamento do quadro do chassis
a A medida é determinada pelo fabricante de carroça-
rias
Devem observar-se os regulamentos e directivas especí-
ficos do respectivo país.
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66
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
408 CDI – 416 CDI
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1 Longarina do quadro do chassis
2 Prolongamento do chassis
3 Reforço exterior
4 Reforço interior
5 Prolongamento do suporte da carroçaria
6 Prolongamento do quadro do chassis
7 Placa de reforço, no mínimo, 2 mm
8 Casquilho distanciador, tubo 24 x 4 
aço M ou St 35 NBK
a Orifícios, distância entre eixos 3 550 mm
b Orifícios, distância entre eixos 4 025 mm
c 350 mm (distância entre eixos 3 550 mm)
300 mm (distância entre eixos 4 025 mm)
d A medida é determinada pelo fabricante de carroça-
rias
Devem observar-se os regulamentos e directivas especí-
ficos do respectivo país.
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etos da versão actual.
67
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
6.2.5 Alterações da distância entre eixos 
Em caso de alterações da distância entre eixos, deve utili-
zar-se um chassis com a distância entre eixos de série in-
ferior seguinte.
No caso de prolongamentodo quadro acima de 350 mm, 
montar um suporte transversal adicional.
Os suportes transversais do quadro adicionais devem pos-
suir a função de um suporte transversal de série. Deve ob-
servar-se o espaço livre do veio de transmissão.
� Colocar o chassis na horizontal antes de fazer o corte 
da longarina do quadro.
� Apoiar o quadro. Efectuar o aumento da distância 
entre eixos a partir da distância entre eixos mais pe-
quena, de série. 
(Exemplo: Distância entre eixos 4600mm, de segui-
da seleccionar distância entre eixos, de série, com 
4025mm).
Observe os valores alterados para o peso do chassis e diâ-
metro de viragem.
Efectuar os pontos de separação de modo a não separar 
nenhum dos orifícios existentes na longarina do quadro.
Perigo de acidente G
Não são permitidas alterações da distância entre eixos 
nos veículos com Programa Electrónico de Estabilidade 
ESP.
Caso contrário, nos veículos com ESP, a alteração da 
distância entre eixos pode levar a que o sistema deixe 
de funcionar conforme as disposições e que falhe. O 
condutor poderá perder o controlo sobre o veículo e 
causar um acidente. (� página 99).
!
Não são permitidas alterações da distância entre eixos, 
deslocando o eixo traseiro.
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Não é admissível cortar o quadro nas seguintes zonas:
� pontos de incidência da carga (p.ex. apoios das molas)
� guia do eixo, suspensão do eixo
� pontos de alteração dos perfis (contracurva da estrutu-
ra, retracção do quadro).
Cortes no quadro
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68
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
Para prolongamentos do quadro posteriores devem 
evitar-se os cortes na área de elementos interiores do 
quadro. Recomendamos as áreas indicadas para as res-
pectivas distâncias entre eixos. (consultar a tabela, con-
sultar a ilustração)
Áreas de corte recomendadas no quadro
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Distância entre 
eixos [mm]
Tipo de cabine Peso bruto 
admissível
Motor AV [mm] AH [mm]
3000 FHS curto 3,5 t Gasóleo 1780 1020
3550 FHS curto 3,5 t todos 2130 1050
3550 FHS comprido 3,5 t todos 2450 1050
4025 FHS curto 3,5 t Gasóleo 2570 1155
4025 FHS comprido 3,5 t Gasóleo 2930- 1045
3550 FHS curto 4,6 t Gasóleo 1780 1000
3550 FHS curto 4,6 t Otto 2220 1000
3550 FHS comprido 4,6 t todos 2150 1000
4025 FHS curto 4,6 t todos 2150 1015
4025 FHS comprido 4,6 t todos 2600 1015
3550 FHS curto 5,99 Gasóleo 2100 1250
3550 FHS comprido 5,99 Gasóleo 2770 1060
4025 FHS curto 5,99 Gasóleo 2100 1015
4025 FHS comprido 5,99 Gasóleo 2600 1015
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69
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
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L Comprimento do veículo completo
lR Comprimento da distância entre eixos
X Prolongamento do veículo de série 
S Área de corte recomendada
AH Distância do eixo traseiro em relação à área de corte
AV Distância do eixo dianteiro em relação à área de cor-
te
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70
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
Em caso de prolongamentos do quadro posteriores, devem re-
forçar-se as áreas de corte através de elementos interiores do 
quadro. Deve observar-se a sobreposição determinada e as 
características de material dos elementos interiores do qua-
dro.
Deve realizar-se o aumento da distância entre eixos como se 
segue:
Reforço das áreas de corte no quadro
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1 Zonas de separação soldadas à volta
2 Soldadura em entalhe, diâmetro dos entalhes 12 mm
3 Qualidade do material do perfil de aba inserido de acordo 
com a série
4 Intercalares, material no mínimo St 12.03,
espessura de material 2 – 3 mm
5 Intercalar aba superior (interior)
6 Intercalar aba inferior (exterior)
L Aumento da distância entre eixos
Em caso de alteração da distância entre eixos, deve assegu-
rar-se de que a extremidade do tubo de escape não está diri-
gida para um pneu.
Após a alteração da distância entre eixos, reforçar o chassis 
com uma estrutura de montagem contínua (� página 123). 
Se, em caso de prolongamento do veículo, também for prolon-
gada a estrutura de montagem, devem colocar-se as costuras 
de soldadura com um desalinhamento de, no mínimo, 
100 mm (consultar a ilustração).
a Prolongamento da estrutura de montagem
b Prolongamento do quadro
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71
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
6.2.6 Certificado de conformidade com as 
disposições legais em caso de altera-
ções da distância entre eixos 
Poderá obter informações pormenorizadas relativamen-
te a alterações da distância entre eixos e eventualmente 
certificados de conformidade com as disposições legais 
correspondentes junto do departamento responsável 
(� página 14).
Apresentar os pedidos juntamente com dois desenhos 
para a modificação e a montagem, com as seguintes in-
dicações:
� localização do corte,
� medidas de reforço,
� linha dos veios de transmissão,
Perigo de acidente G
Não são permitidas alterações da distância entre ei-
xos nos veículos com Programa Electrónico de Estabi-
lidade ESP.
Caso contrário, nos veículos com ESP, a alteração da 
distância entre eixos pode levar a que o sistema deixe 
de funcionar conforme as disposições e que falhe. O 
condutor poderá perder o controlo sobre o veículo e 
causar um acidente. (� página 99).
Não são permitidas alterações da distância entre ei-
xos superiores ou inferiores à maior ou menor distân-
cia entre eixos de série.
!
Se forem alteradas as distâncias entre eixos no veícu-
lo, os comprimentos dos veios de transmissão devem 
ser adaptados ao veículo. Poderá obter informações 
pormenorizadas relativas aos comprimentos dos vei-
os de transmissão que podem ser escolhidos junto do 
departamento responsável (� página 14). 
Depois de se efectuarem todos os trabalhos no veícu-
lo, devem observar-se as medidas de protecção anti-
corrosiva indicadas (� página 51).
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� indicação da finalidade de utilização.
6.2.7 Alterações na cabine
Todas as alterações na cabine devem ser confirmadas 
pelo departamento responsável como estando em con-
formidade (� página 14). 
A resistência e a rigidez da estrutura da cabine não po-
dem ser reduzidas.
A admissão de ar do motor não pode ser afectada.
As alterações na cabine influenciam o ponto do centro 
de gravidade. Devem respeitar-se os limites admissíveis 
do centro de gravidade e cargas sobre os eixos.
Perigo de acidente G
As alterações na cabine não podem afectar compo-
nentes relevantes em termos de segurança (como 
unidades de airbag, sensores, pedais, alavanca das 
velocidades, tubos e outros) quanto à sua função. Isto 
pode levar à falha de componentes ou de peças rele-
vantes em termos de segurança.
!
Depois de se efectuarem todos os trabalhos no veícu-
lo, devem observar-se as medidas de protecção anti-
corrosiva indicadas (� página 51).
Alterar o tejadilho da cabine
Perigo de acidente G
Em caso de equipamento com windowbag, a altera-
ção posterior do revestimento do tecto ou da chapa 
do tejadilho não é permitida entre a coluna A e a co-
luna B. Caso contrário, o desdobramento do window-
bag pode deixar de funcionar de acordo com as 
disposições (p.ex., desdobramento com retardamen-
to ou incompleto do windowbag). 
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
72
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
De fábrica pode ser fornecido o "tecto de correr em vidro 
da cabine", código DS1, como equipamento opcional 
(� página 36).
Os tejadilhos em plástico têm uma aplicação limitada na 
montagem de aberturas no tejadilho.
A carga sobre o tejadilho é limitada(� página 42).
Deve observar-se o ponto admissível do centro de gravi-
dade e respeitar-se as cargas admissíveis sobre os ei-
xos.
Se, devido a um reequipamento ou alteração, for neces-
sário um corte da parede traseira da cabine, isto é pos-
sível em conjunto com um quadro circundante.
Os painéis de separação podem ser totalmente ou parci-
almente desmontados. Para o efeito, observe também o 
capítulo "Alterações no ligeiro de caixa aberta fechado" 
(� página 133).
!
Os arcos de sustentação do tejadilho ou as peças 
portantes não devem ser removidos ou danificados 
sem que sejam substituídos.
i
Também encontrará informações relativas ao prolon-
gamento da cabine e aos deflectores do vento no ca-
pítulo "Estruturas adicionais" (� página 109). 
Alterar a parede traseira da cabine
Perigo de acidente G
Em caso de equipamento com windowbag, a altera-
ção posterior do revestimento do tecto ou da chapa 
do tejadilho não é permitida entre a coluna A e a co-
luna B. Caso contrário, o desdobramento do window-
bag pode deixar de funcionar de acordo com as 
disposições (p.ex., desdobramento com retardamen-
to ou incompleto do windowbag). 
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6.2.8 Painel lateral, vidros, portas e tampas 
Em caso de alterações do painel lateral no comercial li-
geiro de caixa aberta ou veículo ligeiro misto, deve criar-
se uma rigidez de substituição que corresponda ao veí-
culo básico.
A estrutura do tejadilho não deve ser afectada na sua 
função e deve ser mantida.
É necessário um certificado de conformidade com as 
disposições legais do departamento responsável 
(� página 14). 
Os vidros devem ser fixados com uma armação estável. 
Esta armação deve ser unida por aderência com outros 
elementos da carroçaria.
Se, devido à montagem posterior de vidros (vidros pano-
râmicos) forem realizadas intervenções na estrutura 
portante (colunas, reforços, ligação dos arcos de susten-
tação) do veículo básico, deve criar-se uma rigidez de 
substituição que corresponda ao veículo básico.
Se, devido à alteração de portas, forem realizadas inter-
venções na estrutura portante (suportes transversais, 
armações, colunas, reforços, ligação dos arcos de sus-
tentação) do veículo básico, deve criar-se uma rigidez de 
substituição que corresponda ao veículo básico.
Painel lateral
!
Depois de se efectuarem todos os trabalhos no veícu-
lo, devem observar-se as medidas de protecção anti-
corrosiva indicadas (� página 51).
Vidros
Portas e tampas
!
As alterações no pórtico traseiro, incluindo na zona 
do tejadilho devem apenas ser efectuadas em casos 
excepcionais e autorizadas com um certificado de 
conformidade com as disposições legais do departa-
mento responsável (� página 14).
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73
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
1 Zona do pórtico traseiro (certificado de conformidade 
com as disposições legais necessário)
� Os bancos na zona habitável e dos passageiros devem 
ser acessíveis directamente a partir do exterior, atra-
vés de uma porta ou pela cabine. 
� As portas fechadas também devem poder ser abertas 
rápida e facilmente pelo lado de dentro. 
� Deve ser possível abrir suficientemente as portas e os 
acessos devem ser efectuados de tal modo que seja 
possível entrar e sair confortavelmente e sem perigo.
� A distância entre o piso da estrada e o degrau mais bai-
xo deve ser, no máximo, de 400 mm.
� As peças agregadas devem assegurar um espaço livre 
suficiente em relação aos puxadores interiores em 
cada posição da porta deslizante do compartimento de 
carga (protecção contra entalamento).
� Não são permitidas alterações no sistema de fecho, na 
periferia directa da porta bem como na zona de 
colunas/suportes transversais.
!
Depois de se efectuarem todos os trabalhos no veículo, 
devem observar-se as medidas de protecção anticorro-
siva indicadas (� página 51).
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6.2.9 Guarda-lamas e cavas das rodas 
A distância do pneu ao guarda-lamas ou à cava da roda 
deve ser suficiente, mesmo quando estiverem montadas 
correntes para neve ou para pisos escorregadios e em caso 
de flexão total da suspensão (também no caso de cruza-
mento). Ter atenção às indicações nos desenhos de pro-
postas.
Se for necessário baixar as cavas da roda, tal será possível 
após a emissão do certificado de conformidade com as dis-
posições legais do departamento responsável.
Um rebaixamento da cava da roda é possível nas seguintes 
condições:
� Não devem sobressair quaisquer componentes ou can-
tos afiados da cava da roda (p.ex., rebordos dobrados)
� As dimensões do rebaixamento máximo admissível não 
devem ser excedidas por defeito por nenhum compo-
nente na cava da roda
� Não é possível uma utilização de correntes para a neve 
sem restrições
� Na documentação do veículo, é necessário efectuar 
um registo relativo à utilização de correntes para a ne-
ve, contendo a indicação "Utilização de correntes para 
a neve possível apenas com restrições"
Rebaixamento máximo da cava da roda
Baixar a cava da roda
Tipo de 
carroçaria
Dimensões 
[mm]
Níveis de 
referência
Chassis 220 Canto interior da 
cava da roda – 
flange da aba in-
ferior do quadro 
Chassis 4,6 t 
com pneus 16"
160 Canto interior da 
cava da roda – 
flange da aba in-
ferior do quadro 
Comercial ligeiro 
de caixa aberta
220 Canto interior da 
cava da roda – 
flange da aba in-
ferior do quadro
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etos da versão actual.
74
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
1 Corte da cava da roda
2 Longarina do quadro (aba superior + aba inferior)
3 Longarina do quadro (aba superior) + piso do veículo
a Chassis
b Comercial ligeiro de caixa aberta
Perigo de acidente G
Não é permitida a fixação de bancos à cava da roda. 
Isto também é válido para a cava da roda baixada pos-
teriormente. Caso contrário, podem surgir danos no 
veículo (p.ex., cava da roda e pneus). 
!
Depois de se efectuarem todos os trabalhos no veícu-
lo, devem observar-se as medidas de protecção anti-
corrosiva indicadas (� página 51).
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6.2.10 Travessa traseira do chassis
Para a montagem de superestruturas especiais, o supor-
te transversal das extremidades em chapa que serve 
como pára-choques inferior pode ser suprimido de fábri-
ca com o código Q72 (� página 36).
Poderá obter mais informações acerca do pára-choques 
inferior no capítulo "Estruturas adicionais" 
(� página 122).
Devem observar-se os regulamentos e directivas especí-
ficos do respectivo país. 
6.2.11 Pára-brisas 
Durante a colagem posterior de pára-brisas pelo fabri-
cante de carroçarias, p.ex., em vidro blindado para os 
veículos de transporte de valores, devem observar-se os 
seguintes pontos:
� Módulo de montagem de pelo menos 
2 500 N/mm2, espessura de pelo menos 9 mm.
� Resistência ao corte e tracção de pelo menos 
10 N/mm2. Este valor deve manter-se até uma tem-
peratura de 60 °C.
� Módulo de montagem de pelo menos 
2 500 N/mm2.
� Espessura do cordão de cola máxima 6 mm (valor 
médio superior a todo o comprimento do cordão de 
cola).
!
Depois de se efectuarem todos os trabalhos no veícu-
lo, devem observar-se as medidas de protecção anti-
corrosiva indicadas (� página 51).
Pára-brisas
Cola
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etos da versão actual.
75
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
6.2.12 Resguardo dianteiro 
A estrutura do chassis (resguardo dianteiro) fornece aos fa-
bricantes de carroçarias uma base para carroçarias com-
pletamente integradas (p.ex., autocaravanas) ou 
construções especiais e está disponível de fábrica com o 
código F50/Estrutura (� página 36).
Devem observar-se as normas relativas à montagem de 
chassis de resguardo dianteiro no capítulo "Carroçarias 
nos chassis com estrutura dianteira/resguardo dianteiro"(� página 134).
6.2.13 Tejadilho do comercial ligeiro de caixa 
aberta/veículo ligeiro misto
Se se efectuarem alterações da estrutura do tejadilho no 
comercial ligeiro de caixa aberta/veículo ligeiro misto, de-
vem respeitar-se os seguintes pontos:
� Montar um estabilizador no eixo dianteiro
!
Depois de se efectuarem todos os trabalhos no veículo, 
devem observar-se as medidas de protecção anticorro-
siva indicadas (� página 51).
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� Se a chapa do tejadilho e o arco de sustentação do te-
jadilho forem separados e não for possível nenhum 
quadro moldado circundante, são necessários arcos de 
sustentação do tejadilho adicionais.
As ligações análogas ao porta-bagagens do tejadilho são 
possíveis para a montagem posterior de estruturas adicio-
nais.
Para ligações à chapa do tejadilho é necessário um certifi-
cado de conformidade com as disposições legais do depar-
tamento responsável (� página 14) (à excepção de luzes 
de sinalização rotativas e projectores).
Para ligações aos arcos de sustentação do tejadilho é ne-
cessário um certificado de conformidade com as disposi-
ções legais do departamento responsável. 
As elevações do tecto só se devem efectuar com arcos de 
sustentação integrados e quadros de reforço.
!
A rigidez de substituição da nova estrutura do tejadilho 
deve corresponder ao tejadilho de série.
Não são permitidas alterações no pórtico traseiro in-
cluindo a zona do tejadilho.
Depois de se efectuarem todos os trabalhos no veículo, 
devem observar-se as medidas de protecção anticorro-
siva indicadas (� página 51).
Ligação ao tejadilho
Perigo de acidente G
Em caso de equipamento com windowbag, a alteração 
posterior do revestimento do tecto ou da chapa do teja-
dilho não é permitida entre a coluna A e a coluna B. Caso 
contrário, o desdobramento do windowbag pode deixar 
de funcionar de acordo com as disposições (p.ex., des-
dobramento com retardamento ou incompleto do win-
dowbag). 
Elevação do tecto
!
A rigidez de substituição da nova estrutura do tejadilho 
deve corresponder ao tejadilho de série.
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etos da versão actual.
76
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
O binário de inércia mínimo necessário Ix por cada arco 
de sustentação do tejadilho deve ser consultado na ta-
bela seguinte:
Quantidade de arcos de sustentação do tejadilho
Distância 
entre eixos
Quantidade necessária
3000 mm > 4 arcos de sustentação
3550 mm > 5 arcos de sustentação
4025 mm > 6 arcos de sustentação
Disposição dos arcos de sustentação do tejadilho
Arco de 
sustentação
Posição
1 atrás das portas dianteiras 
(coluna B)
2 no centro da porta deslizante do 
compartimento de carga (entre a 
coluna B e C)
3 no centro do veículo, atrás da porta 
deslizante do compartimento de 
carga (coluna C)
4 – 6 entre a coluna C e na traseira do ve-
ículo (coluna traseira).
!
A ligação dos arcos aos painéis laterais deve ser efec-
tuada de modo a garantir-se uma união por aderência 
(ligação com resistência à torção do arco e da estru-
tura do tejadilho).
Recomendamos a utilização de suportes básicos de 
tejadilho autorizados pela DaimlerChrysler.
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Para as distâncias entre eixos de 3 000 mm e de 
3 550 mm, o tecto alto em chapa com portas traseiras 
mais altas (com distância entre eixos 4 025 mm de sé-
rie) pode ser adquirido de fábrica com o código D03 
(� página 36).
A carga máxima sobre o tejadilho do tecto alto em chapa 
com uma distribuição da carga uniforme por toda a su-
perfície do tejadilho é de 150 Kg (� página 109). 
Altura do 
tejadilho
[mm]
Binário de inércia Ix por cada 
arco de sustentação [mm4]
250 > 40 000
400 > 65 000
550 > 86 000
Perigo de acidente G
O centro de gravidade máximo admissível não deve 
ser excedido.
Caso contrário, nos veículos com ESP, pode levar a 
que o sistema deixe de funcionar conforme as dispo-
sições legais e que falhe. O condutor poderá perder o 
controlo sobre o veículo e causar um acidente. 
(� página 99).
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etos da versão actual.
77
6 Alterações no veículo básico
6.2 Estrutura base/carroçaria
Os tejadilhos em plástico têm uma aplicação limitada na 
montagem de aberturas no tejadilho.
A carga sobre o tejadilho está limitada (consultar a tabe-
la seguinte). 
Em caso de montagem de um tecto elevável, devem con-
siderar-se pelo menos 2/3 da superfície do tejadilho ori-
ginal. 
Cargas máximas sobre o tejadilho
O valor limite do ponto máximo do centro de gravidade 
do veículo não deve ser excedido.
Montagem posterior do tecto elevável
Perigo de acidente G
Em caso de equipamento com windowbag, a altera-
ção posterior do revestimento do tecto ou da chapa 
do tejadilho não é permitida entre a coluna A e a co-
luna B. Caso contrário, o desdobramento do window-
bag pode deixar de funcionar de acordo com as 
disposições (p.ex., desdobramento com retardamen-
to ou incompleto do windowbag). 
!
Os arcos de sustentação do tejadilho ou as peças 
portantes não devem ser removidos ou danificados 
sem que sejam substituídos (� página 76).
Cargas máximas sobre o tejadilho
Caixa aberta Caixas abertas 
com tecto alto
Cabine
300 Kg 150 Kg 100 Kg
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78
6 Alterações no veículo básico
6.3 Periferia do motor/veio de transmissão
6.3 Periferia do motor/veio de 
transmissão
6.3.1 Sistema de alimentação do 
combustível
As alterações no sistema de alimentação do combustível 
só são possíveis depois de acordadas com o departa-
mento responsável (� página 14).
Deve ser mantido o espaço livre do bocal de enchimento 
do depósito bem como do tubo de abastecimento e tu-
bagem do combustível. 
Em caso de ligações para a admissão de combustível de 
sistemas de aquecimento suplementares deve respeitar-
se a autorização.
6.3.2 Sistema de escape
No caso de modificações no sistema de escape,
recomendamos a utilização de peças originais 
Mercedes-Benz.
Devem observar-se os regulamentos e directivas especí-
ficos do respectivo país.
O comprimento e o local de montagem do tubo de metal 
flexível entre o colector e o tubo de escape não devem 
ser alterados.
A secção transversal livre do tubo de escape atrás do si-
lenciador não deve ser reduzida.
!
As alterações não permitidas no sistema de alimenta-
ção do combustível (depósito, tubagem...) podem 
afectar o número de quilómetros percorridos e provo-
car o regime de emergência do motor.
Indicação relativa à protecção 
do meio-ambiente H
Se as alterações forem efectuadas de modo inade-
quado pode prejudicar-se o ambiente.
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� Torção máxima do tubo em 90°
� Evitar torções do tubo adicionais
� Raios de torção >2,5d
Distância mínima para tubagens em plástico, cabos 
eléctricos e rodas de reserva:
� 200 mm em sistemas de escape sem protecção,
� 80 mm em protecções em chapa,
� 40 mm com protecção em chapa com isolamento 
suplementar.
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
79
6 Alterações no veículo básico
6.3 Periferia do motor/veio de transmissão
� Na zona dos dispositivos de comando
� Na zona de agregados e de peças de montagem, 
caso estes não sejam em material resistente ao ca-
lor.
Além disso, estão disponíveis de fábrica, como equipa-
mentos opcionais, os seguintes tipos de sistemas de es-
cape:
Poderá obter mais informações relativas aos equipa-
mentos opcionais junto do seu Serviço de Assistência 
Mercedes-Benz, do departamento responsável 
(� página 14) ou através do capítulo "Equipamentos op-
cionais" (� página 36).
6.3.3 Refrigeração do motor
O sistema de refrigeração (radiador, grelha do radiador, 
canais de ar, circuito do líquido de refrigeração, etc.) não 
pode ser alterado.
Deve ficar garantida uma passagemsuficiente do ar de 
refrigeração:
!
Depois de se efectuarem todos os trabalhos no veícu-
lo, devem observar-se as medidas de protecção anti-
corrosiva indicadas (� página 51).
São necessárias protecções suplementares
!
Em veículos com motor a gasolina não são permitidas 
quaisquer alterações do sistema de escape até à ex-
tremidade do catalisador.
Código Descrição
K 60 Escape a direito, para trás
K 63 Escape lateral, atrás do eixo trasei-
ro
KA 3 Escape lateral, em frente ao eixo 
traseiro
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� A abertura de entrada de ar do radiador deve ficar li-
vre.
� Não afixar painéis de advertência, placas ou outras 
peças decorativas na zona do radiador.
Deve prever-se equipamentos de refrigeração adicionais 
para agregados:
� com o veículo parado e redução de uma potência 
contínua elevada.
6.3.4 Admissão de ar do motor 
Não são permitidas alterações da admissão de ar do mo-
tor.
Não se devem efectuar alterações na entrada de ar puro 
do sistema de aspiração do motor.
A aspiração de ar quente leva a uma perda de potência 
do motor.
Por este motivo, é absolutamente necessário um ele-
mento de separação entre o compartimento do motor e 
o ponto de aspiração.
A temperatura de aspiração não deve exceder a tempe-
ratura exterior em mais de 10 °C. 
Informações mais pormenorizadas acerca da necessida-
de de ar do motor e da área do filtro necessária 
(� página 80).
� A água que escorre na carroçaria, água projectada 
ou água de lavagem do veículo não deve passar di-
rectamente junto ao ponto de aspiração pelo interior 
do guarda-lamas.
� Deve ter-se atenção para que a água não entre no 
ponto de admissão através de eventuais aberturas 
de admissão de ar fresco. 
A velocidade da corrente no ponto de aspiração não 
deve ser aumentada por alterações na abertura do ponto 
de aspiração.
Ar quente
Água
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etos da versão actual.
80
6 Alterações no veículo básico
6.3 Periferia do motor/veio de transmissão
� A zona do compartimento de aspiração deve estar 
protegida contra o levantamento de poeiras pela 
cava da roda.
� A entrada elevada de pó provoca reduções dos inter-
valos de manutenção do filtro do ar.
� Para não aumentar a resistência ao ar de admissão, 
as secções do tubo livres não devem ser alteradas
� A orientação dos tubos deve ser realizada de forma 
a que as perdas de pressão não aumentem.
6.3.5 Espaço livre para os agregados 
Para garantir o funcionamento e segurança operacional 
dos agregados, devem ser mantidos suficientes espaços 
livres.
Observar as indicações de medidas nos desenhos de 
propostas (� página 16). 
A distância entre a cabine e a carroçaria deve ser de, 
pelo menos, 50 mm (� página 48).
6.3.6 Veios de transmissão 
A correcta disposição da linha dos veios de transmissão 
impede a formação de ruídos e oscilações. Recomenda-
mos a utilização de peças originais Mercedes-Benz.
Poeira/sujidades
Resistência ao ar de admissão
!
Se forem alteradas as distâncias entre eixos no veícu-
lo, os comprimentos dos veios de transmissão devem 
ser adaptados ao veículo. Poderá obter informações 
pormenorizadas relativas aos comprimentos dos vei-
os de transmissão que podem ser escolhidos junto do 
departamento responsável (� página 14).
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Veio articulado
a Comprimento de instalação
b Comprimento do veio admissível
Veio intermédio
a Comprimento de instalação
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81
6 Alterações no veículo básico
6.3 Periferia do motor/veio de transmissão
Em caso de alteração da distância entre eixos, respeitar 
a disposição e o comprimento dos veios articulados, 
como num veículo de série comparável (mesmo modelo 
e mesma distância entre eixos ou similar).
O diâmetro e a espessura da parede do tubo do veio ar-
ticulado devem corresponder ao veio articulado de série.
Se necessário, utilizar mais do que um eixo articulado, 
com apoios intermédios.
Os ângulos de flexão devem ser iguais em ambas as ar-
ticulações (ß1 = ß2). Os ângulos de flexão não devem ser 
superiores a 6° nem inferiores a 1°. 
Tipos de flexão
Ângulo de flexão
!
Os ângulos de flexão superiores a 6°, bem como er-
ros do ângulo da flange (ß1 <> ß2) causam oscilações 
no veio de transmissão. Estes ângulos influenciam a 
durabilidade dos agregados e podem conduzir a ava-
rias.
Tipos de flexão
N41.00-2014-00
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ß1 = ß2
Flexão num plano (flexão bidimensional): 
Flexão em W ou Z
Flexão em dois planos (flexão tridimensional):
No caso de uma flexão tridimensional, os veios pri-
mários e os veios secundários cruzam-se de modo 
deslocado no espaço (flexão combinada em W e Z).
Para compensar irregularidades, as forquetas internas 
da articulação devem estar colocadas de modo desloca-
do.
Equilibrar os veios articulados antes da montagem.
Não são permitidas alterações fora dos valores limites. 
Para eventuais excepções, a DaimlerChrysler AG emite, 
se necessário e após os seus cálculos, um certificado de 
conformidade com as disposições legais (� página 14). 
Deverão então apresentar-se os desenhos acerca da al-
teração prevista dos veios articulados com as indica-
ções exactas relativamente às dimensões (comprimento 
do veio e ângulo de flexão).
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82
6 Alterações no veículo básico
6.3 Periferia do motor/veio de transmissão
6.3.7 Regulação das rotações do motor 
Para accionar agregados auxiliares (p.ex., bombas, com-
pressores, etc.), o motor deve ser comandado com um 
determinado número de rotações.
Os veículos com motor OM 611 e OM 612 podem ser 
fornecidos de fábrica com o equipamento opcional "Es-
tabilização de rotações", código M53 (� página 36).
As rotações podem ser ajustadas de modo contínuo no 
regime de rotações 900 – 3 800 r.p.m., independente-
mente da carga. 
Ao pisar o pedal do acelerador, é possível aumentar o 
número de rotações ajustado.
A "Estabilização de rotações" não é adequada para o fun-
cionamento do alternador se for exigida uma frequência 
equilibrada como na rede de 220 V. 
!
Devido ao seu tipo de construção, os veios articula-
dos não podem ser nem prolongados, nem encurta-
dos. 
No entanto, é em parte possível adquirir veios articu-
lados com comprimentos especiais através da 
Mercedes-Benz. O departamento responsável possui 
informações sobre o assunto (� página 14).
!
Além do equipamento opcional disponível (Código 
M53), não são possíveis soluções posteriores para a 
regulação das rotações do motor. Caso contrário, po-
dem surgir falhas e o motor pode funcionar em regi-
me de emergência.
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6.3.8 Alterações NGT-SPRINTER com accio-
namento a gás
Os veículos com o equipamento opcional Código MS7 
disponível de fábrica estão equipados com uma insufla-
ção de gás "Multipoint".
Além dos equipamentos opcionais disponíveis de fábrica 
Código KL7, KL8 e KL9, não são possíveis outros depó-
sitos de ar comprimido.
Em princípio, é possível proceder-se à colocação poste-
rior do depósito nos veículos a gás. Devem respeitar-se 
as leis e as directivas específicas do respectivo país.
As alterações nos veículos a gás devem ser registadas 
pela DGV na documentação do veículo.
Perigo de acidente G
Não são permitidas alterações no sistema de gás 
comprimido no NGT- SPRINTER. As intervenções ina-
dequadas no sistema de gás comprimido e nos depó-
sitos de gás comprimido podem causar ferimentos e 
ulcerações pelo frio.
Perigo de acidente G
Não remova os autocolantes de advertência.
Se remover os autocolantes de advertência, pode não 
ser possível reconhecer determinados perigos. Con-
sequentemente, tal facto poderá causar ferimentos a 
si ou a terceiros.
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6 Alteraçõesno veículo básico
6.4 Interior
6.4 Interior
6.4.1 Generalidades 
Não são permitidas alterações na zona do cockpit e por 
cima da linha de parapeito.
Isto é válido especialmente para as zonas de desdobra-
mento dos airbags (embelezamento de madeira, peças 
agregadas adicionais, suporte de telemóvel, suporte 
para garrafas ou semelhante)
Para o efeito, consultar também as apresentações das 
zonas de desdobramento dos airbags (� página 85).
Não deve ser excedido o ponto do centro de gravidade 
bem como as cargas sobre os eixos.
Poderá obter informações acerca do reequipamento de 
autocaravanas no capítulo "Autocaravanas" 
(� página 145).
Para a transformação de veículos na República Federal 
da Alemanha podem consultar-se os respectivos decre-
tos junto da entidade de inspecção técnica responsável 
para a circulação de veículos motorizados (p. ex., TÜV, 
DEKRA).
A transformação interna deve ser planeada de modo a 
que não resultem arestas ou cantos aguçados (preven-
ção de acidentes).
Perigo de ferimentos G
Não são permitidas alterações no sistema de airbag 
bem como no sistema dos pré-tensores dos cintos de 
segurança.
As alterações ou os trabalhos efectuados de modo 
inadequado num sistema de retenção (cinto de segu-
rança e respectivas fixações, pré-tensor do cinto ou 
airbag) ou na sua cablagem podem afectar o funcio-
namento correcto dos sistemas de retenção, ou seja, 
p.ex., os airbags ou os pré-tensores dos cintos podem 
falhar ou activarem-se involuntariamente em aciden-
tes com suficiente desaceleração. 
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Os equipamentos instalados devem ser fabricados em 
material dificilmente inflamável e estar fixos. 
Deve estar garantido um acesso desimpedido aos ban-
cos. Na zona dos bancos, não devem existir peças so-
bressalientes, cantos ou arestas que possam causar 
ferimentos.
6.4.2 Equipamento de segurança 
Os veículos com uma velocidade máxima que, devido 
ao tipo de utilização, seja superior a 25 Km/h devem 
estar equipados com cintos de segurança (consultar 
as exigências mínimas dos cintos de segurança 
77/541/CEE). 
As fixações dos cintos de segurança devem estar testa-
das segundo a Directiva CE 76/115/CEE.
Todas as normas legais mencionadas neste capítulo re-
ferem-se à República Federal da Alemanha. Em todos os 
outros países devem observar-se as normas válidas res-
pectivamente.
As unidades de airbag do condutor ou do acompanhan-
te, os windowbags e os pré-tensores são objectos piro-
técnicos.
O manuseamento, o transporte e o suporte obedecem à 
"Legislação sobre materiais explosivos" e devem, por 
essa razão, ser registados na inspecção geral das indús-
trias e profissões com competência para o efeito. 
A compra, o transporte, o arrumar, a montagem e des-
montagem bem como a remoção só devem ser efectua-
dos por pessoal formado e tendo em consideração as 
respectivas normas de segurança.
Cintos de segurança
Airbag e pré-tensores dos cintos de segurança 
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84
6 Alterações no veículo básico
6.4 Interior
Todas as unidades de airbag estão providas da inscrição 
SRS:
� A unidade de airbag do condutor pode ser identifica-
da pela almofada de amortecimento do volante pela 
inscrição "SRS".
� (A unidade de airbag do acompanhante também 
pode ser identificada pela inscrição "SRS").
� Os windowbags estão identificados com a inscrição 
"SRS-Airbag" no revestimento lateral do tecto.
Uma característica de identificação adicional é a luz de 
controlo vermelha no painel de instrumentos com a ins-
crição "SRS".
As seguintes ilustrações mostram a posição e a zona de 
desdobramento do airbag do condutor e do acompa-
nhante e do windowbag.
Zona de desdobramento do airbag do condutor
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Zona de desdobramento do airbag do acompanhante
Zona de desdobramento do windowbag do lado do con-
dutor, à direita
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85
6 Alterações no veículo básico
6.4 Interior
O airbag do condutor, do acompanhante e o windowbag 
pertencem às unidades de airbag montadas no 
SPRINTER.
A unidade de comando do airbag que se encontra no ve-
ículo para a segurança dos ocupantes e os sensores de 
impacto lateral nos veículos com windowbag não devem 
ser alterados em relação à Série no que diz respeito ao 
local de instalação, posição de montagem e fixação. Não 
é permitido fixar ou colocar outros componentes do veí-
culo na unidade de comando do airbag, nos sensores de 
impacto lateral e respectivos pontos de fixação. 
!
Não é permitida a alteração da estrutura do piso na 
zona do dispositivo de activação do airbag.
Perigo de ferimentos G
No caso de intervenções do fabricante da superestru-
tura na estrutura do veículo, como
� alterações dos bancos e, relacionado com isto, a 
alteração do posicionamento dos ocupantes em 
caso de impacto
� alterações da estrutura dianteira
� montagem de peças junto das aberturas de saída 
e na zona de desdobramento dos airbags
� montagem de bancos de outros fabricantes
� alterações na coluna A e B assim como na estru-
tura do tejadilho e respectivo revestimento
deixa de estar garantido o funcionamento do airbag 
dianteiro, windowbag e pré-tensores dos cintos. As-
sim sendo, podem surgir ferimentos.
Unidade de comando do airbag e sensores 
de impacto lateral
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A posição da unidade de comando do airbag está situada 
na estrutura do banco do condutor, do lado direito.
1 Posição da unidade de comando do airbag
2 Sensor da velocidade angular de giro/sensor da 
aceleração lateral
3 Recorte da estrutura do banco do condutor
4 Recorte do encosto do banco do condutor
a Sentido da marcha
Os sensores de impacto lateral (apenas veículos com 
windowbag) estão situados na zona dos pés do condutor 
e do acompanhante na zona inferior da coluna B, através 
do revestimento de acesso.
Perigo de ferimentos G
Os componentes do veículo que criam oscilações não 
devem ser fixos nas proximidades da unidade de co-
mando do airbag e dos locais de montagem dos sen-
sores; caso contrário, o funcionamento correcto do 
airbag dianteiro, windowbag e pré-tensores dos cin-
tos deixará de estar garantido. Assim sendo, podem 
surgir ferimentos.
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etos da versão actual.
86
6 Alterações no veículo básico
6.4 Interior
1 Sensor de impacto lateral
2 Sentido da marcha
O transporte interno à empresa deve ser efectuado, por regra, 
na mala ou no compartimento de carga do veículo utilizando a 
embalagem para peças sobresselentes.
O airbag do condutor, do acompanhante e o windowbag per-
tencem às unidades de airbag montadas no SPRINTER.
O armazenamento de unidades de airbag e de pré-tensores 
dos cintos de segurança deve ser efectuado de acordo com a 
segunda portaria da Lei sobre explosivos de 17.04.86.
Segundo esta portaria podem ser armazenadas pequenas 
quantidades de materiais e objectos em locais com chave sem 
qualquer autorização de armazenamento especial segundo a 
Lei sobre explosivos.
Transporte de unidades de airbag e de 
pré-tensores dos cintos de segurança
!
É proibido o transporte de unidades de airbag de qualquer 
tipo no compartimento de passageiros.
Armazenamento de unidades de airbag e de 
pré-tensores dos cintos de segurança
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Os objectos pirotécnicos da classe T1 só podem ser armaze-
nados em quantidade limitada em edifícios utilizados para fins 
industriais.
De acordo com o anexo 6 relativo ao suplemento da 2ª porta-
ria da Lei sobre explosivos, os valores de armazenamento má-
ximos a seguir mencionados são permitidos nas instalações 
industriais sem qualquer autorização específica das autorida-
des responsáveis, tendo em consideração determinadas im-
posições (como p.ex., armário de aço):
� Armazém geral:20 Kg bruto
� Para o cálculo da massa realmente armazenada deve cha-
mar-se a massa bruta do componente para o qual foi con-
cedida a autorização legal relativa a explosivos.
Os pesos dos componentes individuais são:
O airbag do condutor, do acompanhante e o windowbag per-
tencem às unidades de airbag montadas no SPRINTER.
� Os trabalhos de montagem e de verificação só devem ser 
efectuados e controlados por pessoal formado.
� A montagem das unidades de airbag e pré-tensores dos 
cintos de segurança só deve ser efectuada com a ligação 
à bateria separada, com o pólo ou borne negativo tapado 
e acoplamento de verificação/ligação de encaixe separa-
do imediatamente depois de serem retiradas do armazém 
e sem atrasos.
� Em caso de eventuais interrupções no trabalho, as unida-
des de airbag e de pré-tensores dos cintos de segurança 
devem ser novamente guardadas fechadas. 
Airbag do condutor 1,4 Kg
Airbag do acompanhante 3,9 Kg
Windowbag 2,0 Kg
Pré-tensores dos cintos de 
segurança
1,1 Kg 
Montagem e desmontagem de unidades de airbag e 
pré-tensores dos cintos
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etos da versão actual.
87
6 Alterações no veículo básico
6.4 Interior
O airbag do condutor, do acompanhante e o windowbag per-
tencem às unidades de airbag montadas no SPRINTER.
� As unidades de airbag e de pré-tensores dos cintos de se-
gurança não devem ser tratadas com gordura, produtos 
de limpeza ou produtos semelhantes.
� As unidade de airbag e de pré-tensores dos cintos de se-
gurança também não devem ser expostas, nem por bre-
ves momentos, a uma temperatura superior a 100 °C.
As unidades de airbag e de pré-tensor do cinto de segurança 
que tenham caído de uma altura superior a 0,5 m devem ser 
substituídas. As unidades de airbag e de pré-tensores dos cin-
tos de segurança só devem ser verificadas electricamente 
com os aparelhos de teste recomendados se estiverem des-
montadas. Recomendamos que mande efectuar a verificação 
num Serviço de Assistência Mercedes-Benz.
Antes da desmontagem de unidades de airbag e pré-tensores 
dos cintos de segurança, a ligação à bateria deve ser separa-
da, o pólo negativo tapado e o acoplamento de teste/ligação 
de encaixe separado.
O airbag do condutor, do acompanhante e o windowbag per-
tencem às unidades de airbag montadas no SPRINTER.
Na República Federal da Alemanha, antes da remoção, as uni-
dades de airbag e dos pré-tensores dos cintos de segurança 
devem ser inutilizadas através de disparo eléctrico de acordo 
com as normas relativas a acidentes.
Estas medidas de segurança são necessárias, pois os objec-
tos pirotécnicos podem causar ferimentos se não forem acti-
vados de forma adequada.
Medidas de precaução durante o manuseamento 
de unidades de airbag e pré-tensores dos cintos 
de segurança
Perigo de ferimentos G
Quando desmontadas, as unidades de airbag devem ser 
sempre armazenadas de forma a que o lado almofadado fi-
que para cima. Se o lado almofadado ficar para baixo, a uni-
dade de airbag é projectada pelo ar em caso de disparo 
descontrolado. 
Remoção das unidades de airbag e pré-tensores dos 
cintos de segurança
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Existe perigo se, p. ex., forem removidas com maçaricos de 
corte, com tratamento metalúrgico ou se peças ainda carrega-
das entrarem em lixeiras em incêndio ou fogo de combustão 
lenta.
Para se evitar que surja um dispêndio de trabalho adicional 
para estas medidas de segurança, recomendamos que deixe 
a remoção de objectos pirotécnicos ao cuidado de uma enti-
dade de remoção de resíduos que efectua as medidas de 
segurança necessárias (entre outras 10 m distância de segu-
rança, sistema de disparo especial). 
Se a entidade de remoção de resíduos aceitar, deverá assinar 
uma declaração onde se responsabiliza a remover os objectos 
pirotécnicos de acordo com as normas de prevenção de aci-
dentes. Com acordos deste tipo deve estar assegurado que 
não é possível retirar os objectos pirotécnicos após a remo-
ção e dá-los para serem reparados.
O airbag do condutor, do acompanhante e o windowbag per-
tencem às unidades de airbag montadas no SPRINTER.
Os trabalhos com unidades de airbag e pré-tensores dos cin-
tos de segurança desmontadas só é admissível se forem efec-
tuados por pessoal especializado.
� Em caso de impacto, a partir de uma determinada desa-
celeração, a unidade de comando activa o pré-tensor do 
cinto de segurança e o airbag através de um sinal eléctri-
co. A substituição torna-se necessária.
� Se o disparo for necessário, colocar os pré-tensores dos 
cintos de segurança não disparados na zona dos pés de 
um veículo conduzido para a sucata e ligar directamente 
um acoplamento de encaixe de 2 pinos.
� Se as placas almofadadas das unidades do airbag não es-
tiverem danificadas, as unidades de airbag devem ser dis-
paradas por pessoal formado.
Perigo de ferimentos G
A remoção de unidades de airbag e de pré-tensores dos 
cintos de segurança deve ser efectuada por pessoal quali-
ficado para este efeito. As normas de prevenção de aciden-
tes devem ser respeitadas. 
Manuseamento de unidades de airbag e pré-tensores 
dos cintos de segurança
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etos da versão actual.
88
6 Alterações no veículo básico
6.4 Interior
6.4.3 Bancos de série 
Para alterações na fixação dos bancos (incluindo a estrutu-
ra do assento) e fixações dos cintos de segurança ou mon-
tagem de outros bancos excepto os disponíveis de fábrica, 
a DaimlerChrysler AG concede eventualmente, segundo o 
seu parecer, um certificado de conformidade com as dispo-
sições legais (� página 14). 
A prova de resistência dos bancos disponíveis de fábrica só 
é válida em conjunto com os elementos de fixação origi-
nais.
Ao colocar novamente os cintos de segurança e os bancos 
(incluindo estrutura do assento) devem apertar-se os para-
fusos recomendados com o binário recomendado.
6.4.4 Redução dos ruídos no interior 
Para reduzir o nível de ruídos no interior do veículo, podem 
montar-se materiais insonorizantes e dificilmente inflamá-
veis.
Para o isolamento e a insonorização, recomendamos uma 
superestrutura tal como na ilustração. Na zona das cavas 
das rodas, é possível efectuar um revestimento adicional 
com película isolante.
i
Poderá obter informações acerca da montagem posteri-
or de bancos no capítulo "Tipos de carroçarias" 
(� página 132).
Perigo de acidente G
Não é permitida a fixação de bancos à cava da roda. Isto 
também é válido para a cava da roda baixada posterior-
mente. Caso contrário, podem surgir danos no veículo 
(p.ex., cava da roda e pneus). 
Zona do chão
!
As películas isolantes, p. ex., cartão betuminoso, pos-
suem uma resistência ao calor limitada. Por este moti-
vo, não devem ser colocadas demasiado perto do motor 
e do escape.
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1 Alcatifa (revestida a borracha no lado inferior)
2 Chão em madeira (contraplacado de 12 mm)
3 Película isolante (gramagem 8 – 10 Kg/m2)
4 Construção portante
Para um isolamento eficaz, são apropriados a lã mineral, lã 
de vidro, feltro de fibras e material de poros grandes com 
base em polietileno e poliuretano. 
A face interior tem de ser revestida com um material per-
meável ao som (cartão perfurado, plástico, revestimento 
têxtil).
Tecto e painéis laterais
Perigo de acidente G
Em caso de equipamento com windowbag, a alteração 
posterior do revestimento do tecto ou da chapa do teja-
dilho não é permitida entre a coluna A e a coluna B. Caso 
contrário, o desdobramento do windowbag pode deixar 
de funcionar de acordo com as disposições (p.ex., des-
dobramento com retardamento ou incompleto do win-
dowbag). 
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etos da versão actual.
89
6 Alterações no veículo básico
6.4 Interior
Vedar cuidadosamente as aberturas, folgas e fendas en-
tre o compartimento do motor, parte inferior do veículo 
e painéis de resguardo do habitáculo, utilizando material 
elástico.Não efectuar aberturas de ventilação e saída do 
ar demasiado perto de fontes de ruído.
Adicionalmente, devem consultar-se os fabricantes e 
fornecedores de material insonorizante.
Eles poderão apresentar-lhe propostas para uma protec-
ção insonorizante ideal, especialmente para a sua supe-
restrutura.
Vedações
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6.4.5 Sistema de ventilação 
Deve ser possível ventilar e evacuar o ar da zona habitá-
vel e do banco do condutor.
O desembaciamento do pára-brisas e dos vidros laterais 
deve permanecer eficaz, nomeadamente se o banco do 
condutor estiver incluído na zona habitável ou se a dis-
posição e a configuração não corresponderem ao equi-
pamento de série.
Os veículos novos podem ser fornecidos de fábrica com 
o equipamento opcional "Sistema de ar condicionado 
regulado/adicionalmente no compartimento traseiro" 
como código HH9 e HH7 (� página 36).
Em caso de montagem posterior de agregados, deve ob-
servar-se o capítulo "Agregados suplementares" 
(� página 102).
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etos da versão actual.
90
6 Alterações no veículo básico
6.5 Sistema eléctrico/sistema electrónico
6.5 Sistema eléctrico/sistema electrónico
6.5.1 Indicações gerais 
� Com o motor ligado, não se devem soltar nem retirar 
os bornes das baterias.
� Só se pode carregar as baterias utilizando um carre-
gador rápido quando os bornes negativos e positivos 
estiverem separados da rede do veículo. 
� Ao montar consumidores eléctricos adicionais 
(� página 95), deve garantir-se um balanço de carga 
geral positivo.
� Os componentes eléctricos e electrónicos devem sa-
tisfazer a exigência de verificação de acordo com a 
norma ISO 16750.
� Ao montar baterias adicionais, devem observar-se as 
indicações (� página 93).
� Os cabos que sejam instalados na proximidade de 
sistemas de escape devem estar revestidos com ma-
terial resistente ao fogo (� página 58). 
� Os cabos devem estar instalados de modo a que não 
surjam pontos de fricção (� página 58).
� Antes de períodos de imobilização prolongados 
(> 10 dias), a bateria deve ser desligada. No momen-
to da colocação em funcionamento do veículo, deve 
prestar-se atenção para que o estado de carga da(s) 
bateria(s) seja suficiente (� página 35). 
� Devem observar-se as Instruções de Utilização.
i
Poderá obter informações mais pormenorizadas jun-
to do departamento responsável (� página 14).
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6.5.2 Iluminação
São válidas as disposições de licenciamento específicas 
para o respectivo país.
Deve observar-se a focagem básica dos faróis (consultar 
a placa de identificação).
Verificar a focagem dos faróis apenas com o veículo 
sem carga (pronto a funcionar – com o depósito cheio e 
1 condutor ou com 75 Kg de carga).
� Estacionar o veículo sobre uma superfície plana, ho-
rizontal
� Colocar o aparelho de focar faróis em ângulo recto 
em relação ao veículo
� Corrigir a pressão do ar nos pneus (consultar a tabe-
la da pressão do ar nos pneus)
� Colocar o regulador da distância dos faróis em posi-
ção base 0
� Ligar os faróis
� Cada farol deve ser verificado individualmente; para 
isso, escurecer o segundo farol e as outras luzes.
O limite claro/escuro das luzes de médios a uma distân-
cia de 10 m resulta da altura dos faróis (centro dos faróis 
em relação ao solo) menos a focagem básica dos faróis 
indicada.
Focagem básica dos faróis:
 1% = 10 cm, 1,5% = 15 cm, 2% = 20 cm 
etc.
Ajustar os faróis
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
91
6 Alterações no veículo básico
6.5 Sistema eléctrico/sistema electrónico
São válidas as disposições de licenciamento específicas 
para o respectivo país.
Se, durante o funcionamento das peças móveis do veí-
culo, um dos dispositivos de iluminação ficar tapado em 
mais de 50%, o veículo tem de ser protegido em confor-
midade.
A respectiva indicação deve estar bem perceptível para 
o condutor do veículo.
Para todas as unidades ópticas e unidades das luzes dos 
pisca-piscas são válidas as disposições de licenciamen-
to específicas para o respectivo país.
Para alterações posteriores nas luzes traseiras do veícu-
lo encontram-se disponíveis de fábrica os seguintes 
equipamentos opcionais como código.
Montagem do sistema de iluminação
Luzes traseiras
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Códi-
go
Nome do equipamento opcional Descrição/Utilização
L90 Supressão das luzes traseiras É possível a montagem posterior de outras unidades ópticas e uni-
dade das luzes dos pisca-piscas; mantêm-se as ligações e os con-
juntos de cabos
L76 Cabo das luzes traseiras prolongado O cabo traseiro prolongado (cerca de 2m) serve para o pré-equi-
pamento para uma fixação posterior das luzes traseiras noutra po-
sição.
L77 Equipamento eléctrico para luzes de pis-
ca-pisca, adicional
O cabo adicional na traseira do veículo está previsto nos chassis 
com cabine e cabine dupla para luzes de pisca-pisca adicionais na 
carroçaria.
Para aumentar a segurança passiva e de acordo com a 
directiva CE 76/756/CEE, todos os veículos completos 
devem ser equipados com luzes de demarcação laterais 
sobre um comprimento total superior a seis metros.
De fábrica encontra à sua disposição o equipamento op-
cional disponível como código LB2 "Pré-instalação para 
luzes de demarcação laterais" nos chassis com cabine e 
cabine dupla.
Luzes de demarcação laterais
As luzes de contorno aumentam a segurança passiva e 
são recomendadas para veículos com uma largura supe-
rior a 2,10 m. Podem ser montadas a partir de uma lar-
gura de 1,80 m (§ 51b, alínea 2, código alemão de 
autorização de circulação na via pública (StVZO)).
De fábrica encontra-se à sua disposição o equipamento 
opcional disponível como código L07 "Luzes de contor-
no"
Luzes de delimitação do veículo/luzes de 
contorno
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92
6 Alterações no veículo básico
6.5 Sistema eléctrico/sistema electrónico
6.5.3 Bateria
A montagem posterior de um interruptor principal das 
baterias encontra-se disponível de fábrica como equipa-
mento opcional código E30. 
Poderá obter mais informações relativas aos equipa-
mentos opcionais junto do seu Serviço de Assistência 
Mercedes-Benz, do departamento responsável 
(� página 14) ou através do capítulo "Equipamentos op-
cionais" (� página 36).
Uma bateria suplementar pode apenas ser montada em 
conjunto com um relé de corte.
Esta bateria deve ser ligada apenas a determinados 
consumidores suplementares como o sistema de aque-
cimento auxiliar, sistemas auxiliares de carga ou apare-
lhos eléctricos em autocaravanas (frigorífico, etc.).
Se a bateria suplementar for colocada no habitáculo, a 
ventilação através do tubo central de desgasificação 
deve ser efectuada para o exterior.
As baterias de manutenção reduzida também precisam 
de cuidados. "De manutenção reduzida" significa sim-
plesmente que é suprimida a verificação do nível do lí-
quido. Cada bateria possui uma descarga própria que, 
em caso de falta de monitorização, leva à danificação da 
bateria por descarga total.
Poderá obter informações acerca da manutenção e do 
armazenamento de baterias no capítulo "Planeamento 
das carroçarias" (� página 35).
Montagem posterior de um interruptor principal 
das baterias 
Montagem posterior da bateria suplementar 
Manutenção e armazenamento da bateria
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93
6 Alterações no veículo básico
6.5 Sistema eléctrico/sistema electrónico
6.5.4 Interfaces da tomada de corrente
A ligação de consumidores suplementares eléctricos adici-
onais deve efectuar-se através da régua de bornes disponí-
vel de fábrica para os consumidores suplementares 
(Código EK1). A régua de bornes encontra-se montada no 
interior da estrutura do banco do condutor(à frente, à di-
reita no sentido da marcha) e possui três ligações:
Os interfaces eléctricos no veículo disponíveis como equi-
pamento opcional estão incluídos na seguinte ilustração:
1. Borne D+ 12 V/10 A
2. Borne 30 12 V/25 A
3. Borne 15 12 V/15 A
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Poderá obter mais informações relativas aos equipamentos 
opcionais junto do seu Serviço de Assistência Mercedes-
Benz, do departamento responsável (� página 14) ou atra-
vés do capítulo "Equipamentos opcionais" (� página 36).
Código Descrição
1 EK1 Régua de bornes para consumidores su-
plementares eléctricos
2 E46 Tomada de corrente de 12 V na estrutura 
do assento do condutor Pmáx= 200 W
3 L72 Tomada de corrente até 1m atrás da ca-
bine com interruptor no painel de instru-
mentos
4 E57 Sistema eléctrico para a tomada de liga-
ção do reboque
5 L76 Luzes traseiras prolongadas (2 m)
6 L77 Equipamento eléctrico para luzes de pis-
ca-pisca, adicional
7 LB2 Pré-instalação das luzes de demarcação 
laterais
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94
6 Alterações no veículo básico
6.5 Sistema eléctrico/sistema electrónico
6.5.5 Montagem posterior de aparelhos 
eléctricos 
Em caso de montagem posterior de consumidores eléc-
tricos suplementares, deve observar-se o seguinte:
� estão previstas baterias e alternador com potência 
elevada, disponíveis como equipamento opcional
� não ligar mais consumidores a fusíveis já ocupados
� não ligar cabos adicionais aos cabos já existentes 
(p. ex., com pinças de corte)
� proteger suficientemente os consumidores através 
de fusíveis adicionais
Todos os aparelhos eléctricos montados devem ser tes-
tados de acordo com a directiva CE 95/54/CEE e pro-
vidos da marca e (� página 56).
A ligação de consumidores suplementares eléctricos 
adicionais deve efectuar-se através da régua de bornes 
disponível de fábrica para os consumidores suplementa-
res (Código EK1), tal como descrito no capítulo "Interfa-
ces da tomada de corrente" (� página 94). 
!
Intervenções ou montagens efectuadas de modo im-
próprio no sistema eléctrico do veículo/sistema 
electrónico do veículo podem afectar a segurança 
operacional e anular a Garantia/licença de circula-
ção.
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6.5.6 Sistemas de comunicação móveis 
No caso de montagem posterior (� página 45) de siste-
mas de comunicação móveis (p. ex., telefone, emissor 
CB), devem ser cumpridas as seguintes exigências, de 
modo a evitar que, mais tarde, surjam avarias de funcio-
namento no veículo.
Todos os aparelhos eléctricos montados necessitam de 
uma autorização de modelo de acordo com a directiva 
CE 95/54/CEE e devem estar providos da marca e 
(� página 56).
� A potência máxima de emissão não deve ser excedi-
da.
� Os sistemas de comunicação móveis e os suportes 
não se devem encontrar na zona de desdobramento 
dos airbags (� página 85).
� Os aparelhos devem ser instalados de modo fixo. A 
utilização de aparelhos portáteis ou móveis dentro 
da cabine só é permitida através de uma antena ex-
terior sem quaisquer reflexões.
� Montar o módulo de emissão separado do sistema 
electrónico do veículo.
� O aparelho deve ser protegido da humidade e de for-
tes trepidações mecânicas; deve observar-se a tem-
peratura de serviço admissível.
Aparelho
Faixa de frequências Potência máxima de 
emissão [W]
Ondas curtas < 50 Mhz 100
4 m 20
2 m 50
70 cm 35
25 cm 10
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95
6 Alterações no veículo básico
6.5 Sistema eléctrico/sistema electrónico
� Observar as indicações e as normas de montagem 
do fabricante.
� A ligação deve ser efectuada directamente no 
borne 30 através de um fusível adicional. O aparelho 
deve ser separado do sistema eléctrico antes do ar-
ranque assistido.
� Os cabos devem ser colocados tão curtos quanto 
possível, cruzados bem como executados com o 
cabo protegido por malha (cabo coaxial). Devem evi-
tar-se pontos de fricção.
� Providenciar uma boa ligação à massa na superes-
trutura (antena e aparelho).
� Colocar o cabo da antena, o cabo de ligação entre os 
componentes de emissão, de recepção e de coman-
do afastados nas proximidades da massa da supe-
restrutura.
� Não dobrar nem apertar o cabo da antena.
� Observar o decreto sobre transporte de mercadorias 
perigosas (GGVS) e as normas ADR.
6.5.7 Cabos eléctricos/CANAL CAN
Se forem necessárias alterações na colocação dos ca-
bos, deve evitar-se a passagem por arestas aguçadas, 
bem como a colocação em espaços intermédios dema-
siado apertados e junto a peças móveis.
Se forem montados circuitos de corrente adicionais, es-
tes deverão ser protegidos em relação ao circuito princi-
pal de corrente por fusíveis adequados.
Os cabos utilizados devem estar dimensionados de acor-
do com a carga e protegidos contra a influência de pan-
cadas e de calor.
Ligação e colocação dos cabos da antena 
(Emissor)
Circuitos de corrente adicionais 
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Consoante a intensidade de corrente consumida, o cabo 
deve ser dimensionado e protegido por fusíveis.
Todos os SPRINTER Mercedes-Benz estão equipados de 
série com um CAN Motor Classe C.
Secções dos cabos/fusíveis 
Intensidade 
máx. da corren-
te contínua [A]
Corrente nomi-
nal do fusível 
[A]
Secção do cabo 
[mm2]
0 – 4,9 5 0,5
5 – 9,9 10 1
10 – 18 20 2,5
19 – 28 30 4
29 – 35 40 6
36 – 48 50 10
49 – 69 70 46
70 – 98 100 25
99 – 123 125 35
124 – 148 150 50
CANAL CAN
Perigo de acidente G
Não são permitidas intervenções no canal CAN (p.ex., 
interrupção ou "tomadas"). Através de uma interven-
ção inadmissível no canal CAN podem surgir danos no 
veículo de série. Isto pode, além da redução do con-
forto, causar a falha de componentes ou peças rele-
vantes em termos de segurança. 
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
96
6 Alterações no veículo básico
6.5 Sistema eléctrico/sistema electrónico
Perigo de acidente G
Os cabos ou chicotes de cabos individuais do CAN 
Motor Class C não devem ser cortados ou prolonga-
dos devido à interligação e à monitorização interna de 
consumidores. 
Qualquer alteração efectuada no chicote de cabos re-
lativamente ao comprimento, diâmetro e resistência 
pode provocar indicações de avaria no painel de ins-
trumentos e a falha de sistemas relevantes em ter-
mos de segurança.
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Visão geral da interligação
1 Ar condicionado/sistema de aquecimento
2 Módulo eléctrico da alavanca de velocidades (EWM)
3 Painel de instrumentos (INS)
4 Unidade de comando da tracção integral (ARS)
5 Caixa de velocidades automática (ASG)/Comando 
eléctrico da caixa de velocidades (EGS)
6 Unidade de comando do motor
7 Sistema de regulação da patinagem na aceleração 
(ASR)/Programa Electrónico de Estabilidade (ESP)
8 Bloqueio do motor no arranque com comando à dis-
tância por emissor (WS.FFB)
A CANAL do motor (CAN C)
B Equipamento opcional
Através da tomada para o diagnóstico OBD (SAE 1962) 
é possível um sistema interno e externo de diagnóstico 
do veículo. Cada unidade de comando possui autodiag-
nóstico, dispondo de uma memória de avarias.
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97
6 Alterações no veículo básico
6.5 Sistema eléctrico/sistema electrónico
A comunicação com a unidade de comando pode ser 
efectuada através da máquina de diagnóstico STAR e do 
software desenvolvido para esse efeito. 
6.5.8 Fecho centralizado para veículos de 
prestação de serviços de socorro 
Com os códigos FZ0 e FZ1 encontra-se disponível, como 
equipamento opcional, um sistema de fecho centraliza-
do para todos os SPRINTER (� página 36).
As configurações necessárias para os veículos de pres-
tação de serviços de socorro, tais como a desactivação 
dos motores de posicionamento das portas traseiras e 
deslizantes, são possíveispor diagnóstico Star com os 
seguintes ajustes:
� porta deslizante direita "inexistente"
� porta deslizante esquerda "inexistente"
� porta traseira "inexistente"
� destrancamento conjunto do circuito de comando 1 
e 2
� porta do acompanhante "inexistente"
Perigo de acidente G
Não são permitidas intervenções no canal CAN (p.ex., 
interrupção ou "tomadas"). Através de uma interven-
ção inadmissível no canal CAN podem surgir danos no 
veículo de série. Isto pode, além da redução do con-
forto, causar a falha de componentes ou peças rele-
vantes em termos de segurança. 
!
Qualquer Serviço de Assistência Mercedes-Benz lhe 
fornecerá mais informações sobre este assunto.
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6.5.9 Esquemas eléctricos 
Os fabricantes de superestruturas têm esquemas de cir-
cuitos à disposição. Os pedidos devem ser dirigidos pa-
ra:
E-mail:
Service.Information@DaimlerChrysler.com
Fax:
+49 (0)7 11- 17 -8 34 17
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etos da versão actual.
98
6 Alterações no veículo básico
6.5 Sistema eléctrico/sistema electrónico
6.5.10 Programa Electrónico de Estabilidade 
(ESP) 
O ESP é um sistema de regulação dinâmico que regula 
activamente a dinâmica longitudinal do veículo bem 
como a dinâmica lateral.
Através de um sistema de sensores alargado que com-
para permanentemente o curso real momentâneo do ve-
ículo com o curso nominal fornecido pelo condutor, o 
ESP permite alcançar uma elevada estabilidade de con-
dução.
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O ESP contribui para a estabilidade do veículo em todas 
as situações de condução – ao acelerar, travar e durante 
o deslocamento livre, em condução a direito ou em cur-
vas. 
a Cabo CAN (unidade de comando ESP, sensor de gui-
nada)
b Sensor de guinada
c Sensor do número de rotações da roda
d Unidade de comando do motor
e Sensor da velocidade angular de giro e sensor da 
aceleração lateral
f Unidade hidráulica com unidade de comando ESP
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etos da versão actual.
99
6 Alterações no veículo básico
6.5 Sistema eléctrico/sistema electrónico
Em funcionamento conjunto com os sinais dos outros sen-
sores, um computador controla a observação da trajectória 
do condutor recomendada.
Se o veículo divergir da trajectória nominal (subviragem ou 
sobreviragem), é induzido um momento resistente estabili-
zador através de uma intervenção individual dos travões.
Para garantir a segurança operacional, 
� não são permitidas intervenções no CANAL CAN ou a 
intervenção de sinais a partir do CANAL CAN
� só se podem montar aparelhos eléctricos adicionais 
(p. ex., leitor de DVDs) que não intervenham no siste-
ma electrónico de bordo
Perigo de acidente G
Não são permitidas intervenções no canal CAN (p.ex., 
interrupção ou "tomadas"). Através de uma intervenção 
inadmissível no canal CAN podem surgir danos no veícu-
lo de série. Isto pode, além da redução do conforto, cau-
sar a falha de componentes ou peças relevantes em 
termos de segurança. 
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Não é permitido alterar o girómetro ESP (sensor da veloci-
dade angular de giro/sensor de aceleração lateral) em re-
lação à série no que diz respeito ao local de instalação, 
posição de montagem e fixação.
No veículo fornecido, está colocado na estrutura do banco 
do condutor, atrás e do lado esquerdo quando visto no sen-
tido da marcha (� página 86).
Reconhece-se o girómetro ESP pela sua carcaça quadrada 
preta com um autocolante branco no qual estão indicados, 
entre outros, o fabricante, marca BOSCH e o número de re-
ferência Mercedes-Benz.
Perigo de acidente G
As seguintes alterações nos veículos com ESP não são 
permitidas:
� Alterações na distância entre eixos
� Alterações no sistema de sensores (sensor de gui-
nada, sensor do factor de desequilíbrio direccional, 
sensor do número de rotações da roda)
� Alteração do comportamento das vibrações no local 
de instalação na zona do sensor do factor de dese-
quilíbrio direccional através de alterações na carro-
çaria 
� Alteração da posição de componentes
� Alterações no trem de rodagem
� Alterações das jantes e pneus autorizados
� Alterações no motor
� Alterações no sistema de direcção
� Alterações no sistema de travões
� Reequipamento para o tractor com semi-reboque
As alterações podem, nos veículos com ESP, levar a que 
o sistema deixe de funcionar conforme as disposições 
legais e que falhe. O condutor poderá perder o controlo 
sobre o veículo e causar um acidente. 
Normas de montagem para o girómetro ESP
!
Deve garantir-se a acessibilidade a qualquer momento.
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etos da versão actual.
100
6 Alterações no veículo básico
6.5 Sistema eléctrico/sistema electrónico
6.5.11 Compatibilidade electromagnética 
(EMV)
A compatibilidade electromagnética é a propriedade de 
um sistema eléctrico de se comportar de forma neutra 
na periferia de outros sistemas mantendo uma função 
completa. Assim, os sistemas activos na periferia não 
são sujeitos a interferências e vice-versa também não 
surgem danos.
Poderá encontrar outras indicações importantes no ca-
pítulo "Prevenção contra danos" (� página 56).
6.5.12 Montagem posterior do alternador 
Durante a montagem posterior de consumidores eléctri-
cos adicionais, garante-se a elevada necessidade de cor-
rente através da aplicação de alternadores mais fortes.
Como equipamento opcional encontram-se à sua dispo-
sição os seguintes alternadores disponíveis de fábrica, 
como código:
Durante a utilização de agregados suplementares, de-
vem utilizar-se as tomadas de força de fábrica 
(� página 102).
Perigo de acidente G
Por razões de segurança, não se deve montar um gi-
rómetro ESP que tenha caído ao chão. Neste caso, 
deve montar-se uma peça sobresselente original da 
Mercedes-Benz.
Código U [V] I [A ]
M 35 14 115
M 39 14 150
M 40 14 200
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101
6 Alterações no veículo básico
6.6 Agregados suplementares
6.6 Agregados suplementares
Durante a utilização de agregados suplementares, de-
vem utilizar-se as tomadas de força de fábrica ou toma-
das de força (� página 104).
6.6.1 Montagem posterior do sistema de ar 
condicionado
Todos os aparelhos eléctricos montados devem ser tes-
tados de acordo com a directiva CE 95/54/CEE e pro-
vidos da marca e.
Para a montagem posterior de sistemas de ar condicio-
nado, recomendamos o "Sistema de ar condicionado re-
gulado", código HH9 e o "Sistema de ar condicionado 
traseiro", código HH7 que devem ser adquiridos de fábri-
ca como equipamentos opcionais.
Se for necessário montar posteriormente outros siste-
mas de ar condicionado, devem observar-se, a par das 
directivas do fabricante do aparelho, os seguintes pon-
tos para a compatibilidade do veículo básico:
� Não é permitido afectar os componentes do veículo 
bem como a respectiva função pela montagem de 
um sistema de ar condicionado.
� A potência da bateria (� página 93) e a potência dis-
ponível do alternador (� página 101) devem estar 
suficientemente dimensionadas.
� Protecção adicional do circuito de corrente do siste-
ma de ar condicionado (� página 96).
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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� A ligação de compressores do ar condicionado deve 
efectuar-se através do suporte dos agregados dispo-
nível (� página 106).
� O accionamento dos compressores do ar condicio-
nado é permitido pela polie de correia adicional que 
encontra disponível como código N60, como equipa-
mento opcional de fábrica (potência máxima 7 kW) 
(� página 106).
� Deve prestar-se atenção à perfeita colocação de ca-
bos (� página 49) e de cabos eléctricos 
(� página 96).
� A acessibilidade dos agregados montados e os pon-
tos de manutenção simples não devem ser dificulta-
dos.� Devem fornecer-se as Instruções de Utilização e o 
Manual de Manutenção dos agregados suplementa-
res aquando da entrega do veículo.
� A admissão do ar necessária e a refrigeração do mo-
tor não devem ser prejudicadas (� página 80).
� Durante a montagem de sistemas compactos (eva-
porador, condensador e ventilador) no tejadilho da 
cabine, não se devem exceder as cargas admissíveis 
sobre o tejadilho (� página 78). 
� As ligações no tejadilho necessitam de um certifica-
do de conformidade com as disposições legais do 
departamento responsável (� página 14).
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etos da versão actual.
102
6 Alterações no veículo básico
6.6 Agregados suplementares
Como base para a montagem posterior de um sistema 
de ar condicionado, é possível encomendar de fábrica o 
compressor de refrigeração não regulado com o código 
N87 como equipamento opcional (Vges = 188 cm
3).
Poderá obter mais informações no capítulo "Planeamen-
to" (� página 36).
Dados de potência
Código Motor a 
gasolina
Motor Diesel
N87 Tipo 10 PA 17 Tipo 10 S 17
!
Os compressores de refrigeração disponíveis como 
código N87 não são adequados para veículos frigorí-
ficos.
O equipamento e ajuste do sistema devem garantir 
que a temperatura mínima do líquido de refrigeração 
(–12 °C) no tubo de aspiração seja mantida.
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nCompressor
[r.p.m.]
Tubo de pressão PH
[bar]
Tubo de aspiração 
PH [bar]
Potência de accio-
namento [kW]
Capacidade 
frigorífica [kW]
1000
1500
2500
3500
17,5 2,6 1,85
2,90
4,86
6,52
4,18
6,22
9,19
10,22
1000
1500
2500
3500
4500
6000
17,5 1,8 1,58
2,46
4,03
5,35
6,49
8,05
2,81
4,24
5,27
7,53
8,33
8,90
700
1000
1800
28,5 5,0 1,90
2,75
5,20
3,55
4,82
8,21
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
103
6 Alterações no veículo básico
6.6 Agregados suplementares
6.6.2 Sistema de aquecimento suplementar 
Se os gases de escape forem desviados para baixo, o 
piso do veículo deve ser estanque aos gases. 
As aberturas no piso para elementos de comando devem 
ser vedadas com manga em borracha.
Os sistemas de aquecimento suplementar disponíveis 
de fábrica como equipamentos opcionais são os seguin-
tes:
Poderá obter mais informações no capítulo "Equipamen-
to opcional" (� página 36).
6.6.3 Sistema de gás líquido
Para a montagem posterior de sistemas de gás líquido, 
devem observar-se as directivas e leis específicas para o 
respectivo país.
Devem observar-se as normas de montagem do fabri-
cante.
O fabricante de semi-reboques e de carroçarias é res-
ponsável pelo funcionamento e manutenção correctos.
O funcionamento do veículo básico não deve ser altera-
do negativamente por montagens posteriores de agrega-
dos suplementares.
Descrição Código
Sistema de aquecimento suplementar 
por ar quente
H11
Sistema de aquecimento suplementar 
por água quente
H12
Conversor de calor suplementar H13
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6.6.4 Tomadas de força 
Tipos de tomadas de força disponíveis de fábrica:
� Tomada de força dependente da caixa de velocida-
des
� Saída pela frente do motor (apenas OM 611 e 
OM 612)
O tipo de tomada de força, assim como a escolha da des-
multiplicação, dependem da potência e das rotações do 
grupo que dever ser accionado.
As tomadas de força dependentes da caixa de velocida-
des só devem ser ligadas e desligadas com o veículo 
imobilizado.
As indicações sobre os binários máximos transmissíveis 
(Nm) de cada tomada de força constituem valores de re-
ferência para o funcionamento sem vibrações e percur-
sões. 
As indicações baseiam-se num tipo de engrenagem re-
sistente à fadiga e com um vida útil teórica de acordo 
com a norma DIN 622. Não foram consideradas as for-
ças de massa que possam surgir adicionalmente nos 
agregados a accionar.
Deve seleccionar-se a desmultiplicação da tomada de 
força de modo a que seja mantido um número de rota-
ções mínimas (motor) de 1 000 – 1 200 r.p.m. com a to-
mada de força carregada. A tomada de potência deve 
encontrar-se na área do binário máximo do motor 
(� página 83).
Os veios de transmissão, ventoinhas do ventilador ou as 
polies de correia descobertos devem ser tapados.
No eixo ou na flange de transmissão de uma tomada de 
força não se devem montar transmissões por correia ou 
corrente. 
Generalidades
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
104
6 Alterações no veículo básico
6.6 Agregados suplementares
a Flange do veio de transmissão
b Flange da tomada de força
c Cilindro de engrenagem para a tomada de força (a 
activar através do interruptor no suporte do painel 
dos instrumentos)
A tomada de força lateral disponível para a caixa de ve-
locidades manual Mercedes-Benz pode ser adquirida de 
fábrica como equipamento opcional.
Dados Técnicos:
Sem refrigeração do óleo
Em caso de montagem posterior de uma refrigeração 
do óleo da caixa de velocidades
Tomada de força dependente da caixa de 
velocidades
Código N 05 sem flange
Código N 07 com flange
Desmultiplicação: i = 0,775
Potência contínua 
máx.
28 kW a 2500 r.p.m.
Binário máximo 140 Nm a 1000-1200 r.p.m.
Potência contínua 
máx.
40 kW a 2500 r.p.m.
Binário máximo 200 Nm a 1000 – 1200 r.p.m.
b
a
c
N26.40-2038-00
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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De fábrica encontra-se à sua disposição o equipamento 
opcional disponível como código GK4 "Pré-equipamento 
da refrigeração do óleo da caixa de velocidades".
Poderá obter mais informações no capítulo "Equipamen-
tos opcionais" (� página 36).
Flange
Dimensões – flange de acoplamento – tomada de 
força
Motor: OM 611/OM 612
a Ø 90
b Ø 74,5
c Ø 47e8
d 6
e 2,1
f Ø 8A12
Número de furos 6
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
105
6 Alterações no veículo básico
6.6 Agregados suplementares
Explicações sobre a tabela das tomadas de força:
I Designação comercial do veículo
II Caixa de velocidades
III Designação da tomada de força
IV Relação de desmultiplicação iNA; número de rotações 
de accionamento na tomada de força 
nNA = iNA x NMotor
V Potência contínua na tomada de força em kW a r.p.m.
VI Binário de saída máximo na tomada de força em Nm
VII Sentido de rotação visto de frente no sentido de mar-
cha
a) no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio
b) no sentido dos ponteiros do relógio
A1 Dimensão da borda traseira do flange de acoplamento 
até ao centro do eixo dianteiro em mm
B1 Dimensão do centro da flange de acoplamento até ao 
quadro do chassis em mm
C1 Dimensão do centro da flange de acoplamento até ao 
centro da flange da caixa de velocidades em mm
I 208 CDI – 416 CDI 616 CDI
II G32-5 G33-5/5,0
III NA 32-2b NA 32-2c NA32-2b NA32-2c
IV 0,775 0,775 0,775 0,775
V 28/2500 28/2500 28/2500 28/2500
VI 140 140 140 140
VII a a a a
A1 595 548 692 645
B1 131 127 159,5 155,5
C1 100,6 100,6 100,6 100,6
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A temperatura do óleo da caixa de velocidades em funcio-
namento permanente (superior a 30 minutos) deve ser de, 
no máximo, 120 °C. Na tomada de força dependente da 
caixa de velocidades (NA) 32-2b, o momento de peso má-
ximo autorizado através do peso próprio de uma bomba hi-
dráulica na flange da caixa de velocidades é de 15 Nm.
Através de uma polie de correia adicional na cambota dian-
teira é possível accionar agregados suplementares (p.ex., 
compressor do líquido do ar condicionado) (apenas SPRIN-
TER com motor OM 611, OM 612), consultar também o ca-
pítulo "Agregados suplementares" (� página 102). Esta 
tomada de força pode ser adquirida de fábrica com o códi-
go N60, como equipamento opcional.
A potência amovível máxima é de 7kW.
A polie de correia adicional está situada no 2º nível de cor-
reia. Largura da correia 12,7 mm, diâmetro eficaz 128,2 mm.
Os agregados suplementares podem ser fixos num suporte 
dos agregadosfixo ao motor.
Polie de correia adicional com suporte dos agregados (có-
digo N60)
1 Polie de correia adicional
2 Suporte dos agregados
3 Polie tensora adicional
Saída pela frente do motor
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
106
6 Alterações no veículo básico
6.6 Agregados suplementares
Na montagem dos veios articulados, observar o seguin-
te:
� as directivas de montagem do fabricante de veios ar-
ticulados
� se necessário, utilize vários veios articulados com 
apoio intermédio
� as superfícies de união por flange devem ser total-
mente planas
� Os ângulos de flexão devem ser iguais em ambas as 
articulações (ß1 = ß2). não sendo superiores a 6° 
nem inferiores a 1°
� as chapas de equilibragem não devem ser removidas
� durante a montagem, verifique a concordância das 
marcações nos veios articulados
Mais indicações acerca da disposição dos veios articula-
dos (� página 81).
6.6.5 Montagem posterior do alternador
Para o accionamento posterior de um alternador suple-
mentar, devem utilizar-se as tomadas de força existen-
tes.
Poderá obter informações mais pormenorizadas acerca 
dos alternadores suplementares no capítulo "Montagem 
posterior do alternador" (� página 101).
6.6.6 Travões auxiliares/Retarder 
No caso de montagem posterior de um Retarder na caixa 
de velocidades ou no veio de transmissão, é necessário 
o certificado de conformidade com as disposições legais 
do departamento responsável (� página 14).
Os certificados de conformidade com as disposições le-
gais não são concedidos na generalidade; por norma, li-
mitam-se a determinados tipos de veículos e distâncias 
entre eixos.
O desenho de montagem deve conter as seguintes indi-
cações:
� Posição do Retarder no veículo;
Montagem de veios articulados
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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� Ângulo do veio articulado;
� Comprimento dos veios articulados.
� Devido ao peso adicional do Retarder, verificar a dis-
tribuição do peso e se é mantida a carga admissível 
sobre os eixos. Controlar a posição do centro de gra-
vidade da superestrutura ou a distância entre o eixo 
traseiro e o acoplamento de semi-reboque e, se ne-
cessário, adaptá-las.
� Montagem apenas em veículos com um sistema 
eléctrico suficientemente dimensionado
� (alternadores e baterias com capacidade suficiente). 
Prestar atenção à suficiente ligação à massa do Re-
tarder.
� Prestar atenção à suficiente liberdade de movimen-
to.
� Fixar o Retarder na linha de veios de transmissão só 
na alma do quadro do chassis sobre consolas com 
blocos Silent.
� Proteger a tubagem da influência do calor, isolando-
a devidamente. A temperatura máxima admissível 
para a tubagem de ar comprimido em poliamida é de 
80 °C.
!
Para o reequipamento de Retarders estão disponíveis 
instruções de utilização para o comando do Retarder 
do SPRINTER com ABS/ASR ou ESP no departamen-
to responsável (� página 14). 
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
107
6 Alterações no veículo básico
6.7 Estruturas adicionais
6.7 Estruturas adicionais
Para a montagem de estruturas adicionais no quadro, é 
necessário um certificado de conformidade com as dis-
posições legais do departamento responsável 
(� página 14).
Devem sempre respeitar-se as cargas admissíveis sobre 
os eixos (� página 153). 
A função dos componentes do veículo não deve ser afec-
tada pelas estruturas adicionais.
Devem observar-se as normas legais específicas para o 
respectivo país.
6.7.1 Guincho
Para a montagem de guinchos é necessário um certifica-
do de conformidade com as disposições legais do depar-
tamento responsável (� página 14).
Se forem colocados guinchos no veículo básico, deverão 
respeitar-se as cargas admissíveis sobre os eixos. 
A ligação deve ser configurada como no capítulo "Estru-
tura base" (� página 63). Devem observar-se as directi-
vas sobre a perfuração no quadro (� página 62). É 
necessária a aplicação de casquilhos distanciadores. 
Deve prever-se adicionalmente outro apoio na longarina 
do quadro destinado à sustentação dos momentos.
Guincho na parte dianteira do quadro
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a Limitação do estabilizador
b Reforço do ponto de apoio do macaco
c Longarina do quadro (aba inferior)
d Olhal de reboque
e Pontos de ligação com casquilhos distanciadores
f Pontos de ligação com casquilhos distanciadores 
para a sustentação dos momentos
A tensão máxima na longarina do quadro é de 
120 N/mm2, considerando todos os efeitos do esforço 
e dos momentos e da solicitação estática suplementar 
(� página 40).
Em caso de ligação de guinchos atrás da cabine, esta 
deve ser colocada numa estrutura de montagem sufici-
entemente dimensionada.
!
Através de estruturas adicionais aplicadas no quadro 
dianteiro, a desactivação das unidades de airbag 
pode tornar-se necessária devido à estrutura de im-
pacto alterada. O departamento responsável poderá 
prestar-lhe informações (� página 14).
Guinchos atrás da cabine
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etos da versão actual.
108
6 Alterações no veículo básico
6.7 Estruturas adicionais
6.7.2 Deflectores do vento 
Os deflectores do vento sobre o tejadilho da cabine só 
devem ser fixos ou colados com peças de retenção no 
aro da porta ou na flange de soldadura traseira (parede 
traseira do tejadilho).
Para a montagem de outras estruturas no tejadilho 
(p.ex., sistema de ar condicionado), é necessário um 
certificado de conformidade com as disposições legais 
do departamento responsável (� página 14).
6.7.3 Prolongamento da cabine 
� Deve observar-se o centro de gravidade e a carga ad-
missível sobre o eixo dianteiro (� página 37). 
� A ligação ao tejadilho deve ser configurada da forma 
indicada no capítulo "Estrutura base" (tejadilho do 
comercial ligeiro de caixa aberta) (� página 76).
� Se, após a montagem, surgirem oscilações ou ruí-
dos, deverá conduzir-se e fixar-se a estrutura de 
montagem através da parede traseira da cabine, até 
alcançar a parte inferior da estrutura do assento. 
Pode ser solicitada uma proposta de execução junto 
do departamento responsável (� página 14). Uma 
bateria adicional de acordo com o código E28 (local 
de alojamento na estrutura do assento do acompa-
nhante) não é possível nesta versão.
!
Não é permitido fazer orifícios para a fixação no teja-
dilho da cabine.
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6.7.4 Porta-bagagens do tejadilho 
Comercial) ligeiro de caixa aberta e combi SPRINTER:
� Observar uma distribuição da carga uniforme sobre 
toda a superfície do tejadilho.
� No eixo dianteiro deve estar montado um estabiliza-
dor.
� Os pés de apoio devem ser colocados a uma distân-
cia uniforme.
� Com porta-bagagens do tejadilho mais curtos, dimi-
nuir proporcionalmente a carga. 
Valores limites do porta-bagagens do tejadilho
Cargas 
máximas sobre 
o tejadilho
Quantidade 
mínima dos pés 
de apoio
Tecto baixo: 300 Kg 5
Tecto alto 150 Kg 4
Cabine 100 Kg 2
Cabine dupla: 100 Kg 2
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109
6 Alterações no veículo básico
6.7 Estruturas adicionais
1 Porta-bagagens no tejadilho
2 Pé de apoio (comprimento mín. 80 mm)
3 Grampo
6.7.5 Montagem de prateleiras 
As montagens de prateleiras devem:
� estar configuradas de modo suficientemente estável 
e autoportante
� assentar sobre os suportes transversais e as barras 
longitudinais do piso do veículo
� distribuir uniformemente as forças
!
Não são permitidas ligações com aplicação de força 
apenas na parede lateral do veículo.
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6.7.6 Gruas 
A dimensão da grua tem de ser determinada de acordo 
com a dimensão do chassis.
Para aliviar o quadro, as gruas devem ser interligadas so-
bre uma estrutura de montagem (� página 123). 
Com o auxílio de um balanço de peso, deve verificar-se 
que as cargas admissíveis sobre os eixos são respeita-das (� página 153).
Deve ficar garantida a estabilidade de apoio do veículo. 
A área de movimento da grua deve ser correspondente-
mente limitada.
Na República Federal da Alemanha, as gruas de carrega-
mento montadas em veículos devem corresponder aos 
regulamentos relativos à prevenção de acidentes (UVV).
Devem observar-se as normas legais específicas para o 
respectivo país.
Devem observar-se as instruções de montagem do fabri-
cante de gruas.
i
Em caso de montagem adicional de superestruturas 
de plataforma de carga ou de superestruturas bascu-
lantes, as dimensões das longarinas da estrutura de 
montagem podem ser consultadas na tabela "Supe-
restruturas de plataforma de carga" ou "Superestru-
turas basculantes" (� página 136).
!
Devem prever-se dispositivos de apoio para cada 
grua. Recomendamos dispositivos de apoio hidráuli-
cos.
Não elevar o veículo com o dispositivo de apoio; caso 
contrário, podem surgir danos no quadro.
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
110
6 Alterações no veículo básico
6.7 Estruturas adicionais
As gruas e os dispositivos de apoio não devem afectar o 
funcionamento dos outros grupos.
Estrutura de montagem 
� Devem fixar-se as gruas numa estrutura de monta-
gem em aço. Para cobrir o ponto de torção crítico 
atrás da cabine, devem passar-se as longarinas da 
estrutura de montagem através da parede traseira 
da cabine até por baixo da estrutura do assento e fi-
xar-se com uma consola adicional e uma união ros-
cada. Poderá obter uma proposta de execução junto 
do departamento responsável (� página 14)
� Binário de carga máximo da grua (kN x l): 25 kNm
� Momentos de resistência (Wx) para a longarina da 
estrutura de montagem: 45 cm3
� Dimensões do perfil da longarina da estrutura de 
montagem (� página 123).
� Durante o funcionamento da grua deve assegurar-se 
a estabilidade através de pés de apoio lateralmente 
deslocáveis para fora.
� Os dispositivos de apoio que sobressaiam dos con-
tornos do veículo parado devem ser assinalados 
através de pintura saliente, reflectores e iluminação 
de advertência.
� Determinar o comprimento da plataforma de carga 
em função da posição e do peso da grua, observando 
as cargas admissíveis sobre os eixos.
� Se os binários máximos de carga da grua forem ex-
cedidos, será necessário um certificado de confor-
midade com as disposições legais do departamento 
responsável. A fixação da grua deve ser reforçada.
� O veículo só deve ser utilizado em estradas planas e 
alcatroadas.
� Devido à distribuição da carga que daí resulta, pode 
tornar-se necessário um prolongamento do quadro.
� Se, nas superestruturas de grua atrás da cabine, for 
necessária uma estrutura de montagem mais forte 
do que para a carroçaria, a ligação da grua pode ser 
Superestrutura de grua atrás da cabine
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executada numa estrutura de montagem mais redu-
zida (consultar a ilustração seguinte). A estrutura de 
montagem enviezada e curta deve ter um compri-
mento de, no máximo, LM < 35% da distância entre 
eixos.
� Para esta ligação é necessário um certificado de 
conformidade com as disposições legais do departa-
mento responsável (� página 14).
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etos da versão actual.
111
6 Alterações no veículo básico
6.7 Estruturas adicionais
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1 Estrutura de montagem da grua
2 Consolas de montagem
3 Ligação grua
4 Apoio lateral
LM Comprimento da estrutura de montagem da grua
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112
6 Alterações no veículo básico
6.7 Estruturas adicionais
� Devem fixar-se as gruas numa estrutura de monta-
gem em aço.
� Binário de carga máximo da grua (kN x l): 25 kNm
� Momentos de resistência (Wx) para a longarina da 
estrutura de montagem: 45 cm3
� Dimensões do perfil da longarina da estrutura de 
montagem (� página 123).
� Durante o funcionamento da grua deve assegurar-se 
a estabilidade através de pés de apoio lateralmente 
deslocáveis para fora.
6.7.7 Plataforma de carga 
Durante a montagem de uma plataforma de carga deve 
observar-se:
� Na República Federal da Alemanha, os taipais de 
carga devem corresponder às normas de prevenção 
de acidentes (UVV).
� A carga admissível sobre o eixo traseiro não deve ser 
excedida (� página 153).
� A carga mínima sobre o eixo dianteiro de 25% deve 
ser mantida em todos os estados de carga.
� Verificar a estabilidade de apoio.
� Calcule a distribuição da carga, tomando em consi-
deração todos os equipamentos especiais.
� Se necessário, encurtar correspondentemente o 
comprimento da superestrutura e o prolongamento 
traseiro do chassis.
� Recomendamos que se utilizem unicamente disposi-
tivos de apoio hidráulicos. 
Superestrutura de grua na extremidade do 
quadro
Perigo de acidente G
A carga mínima sobre o eixo dianteiro de 25% deve 
ser mantida em todos os estados de carga. Caso con-
trário, deixa de estar assegurada uma estabilidade de 
condução suficiente. 
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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� Na montagem de taipais de carga electro-hidráuli-
cos, prever um gerador e uma bateria com uma po-
tência mais elevada ou uma bateria suplementar.
� Ao montar-se uma plataforma de carga devem res-
peitar-se as directivas legais relativas a "Pára-cho-
ques inferior" e "Dispositivo de iluminação" de cada 
um dos países.
� Altura da plataforma à plataforma de carga no máxi-
mo 1 000 mm ou distância da carga no máximo 
500 mm.
� É necessário um estabilizador no eixo dianteiro e tra-
seiro.
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etos da versão actual.
113
6 Alterações no veículo básico
6.7 Estruturas adicionais
A ligação da plataforma de carga deve ser configurada 
de forma análoga como no capítulo "Ligação ao quadro" 
(� página 63). Deve prever-se uma sustentação dos mo-
mentos adicional através de, no mínimo, duas uniões 
roscadas com casquilhos distanciadores.
1 Estrutura de montagem
2 Placa de fixação
� Conduzir a estrutura de montagem o mais possível 
para a frente e unir por aderência com o quadro do 
chassis.
� Nos veículos com carroçaria de caixa aberta de série 
não é necessária qualquer estrutura de montagem.
Se forem necessárias alterações no pára-choques inferi-
or através da montagem de uma plataforma de carga, 
não é permitido alterar a resistência e a resistência à tor-
ção do pára-choques inferior (� página 121). 
Ligação plataforma de carga
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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!
Não elevar o veículo com o dispositivo de apoio; caso 
contrário, podem surgir danos no quadro.
!
Nos veículos com cabine dupla, a montagem de uma 
plataforma de carga só é possível em casos especiais 
e com um certificado de conformidade com as dispo-
sições legais.
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114
6 Alterações no veículo básico
6.7 Estruturas adicionais
Capacidade de carga máxima da plataforma de carga
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Modelo Tipo Distância 
entre eixos
[mm]
Potência de 
elevação até
[kN]
Dimensões mínimas
da estrutura de montagem – 
barra longitudinal
[mm]
208 CDI – 216 CDI 901. e 902. 3000
3550
5 80 x 45 x 3
80 x 45 x 3
308 CDI – 316 CDI 903. 3000
3500
4025
5 80 x 45 x 3
80 x 45 x 3
120 x 50 x 4
3550
4025
7,5 120 x 50 x 4
140 x 60 x 5
408 CDI – 416 CDI 904. 3550
4025
5 80 x 45 x 3
120 x 50 x 4
3550
4025
7,5 120 x 50 x 4
140 x 60 x 5
616 CDI 905. 3550
4025
5 –
120 x 50 x 4
3550
4025
7,5 120 x 50 x 4
140 x 60 x 5
3550
4025
10 140 x 60 x 5
Tubo rectangular 160 x 60 x 5
Veículos com carroçaria de caixa aberta de série
Modelo Tipo Distância entre eixos
[mm]
Potência de elevação até
[kN]
208 CDI – 216 CDI 901. e 902. 3000
3550
3
3
308 CDI – 316 CDI 903. 3000
3500
4025
5
5
5
408 CDI – 416 CDI 904. 3550
4025
5
5
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115
6 Alterações no veículo básico
6.7 Estruturas adicionais
6.7.8 Acoplamento para reboque 
� Recomendamos a utilização de acoplamentos para 
reboque aprovados pela Mercedes-Benz (AHK) nos 
pontos de apoio da estrutura base (longarina trasei-
ra) (� página 118).
� Com acoplamento para reboque, a acessibilidade 
em relação à roda de reserva assegura-se com uma 
esfera do gancho de reboque não desmontável (es-
pecialmente com o veículo totalmente carregado).
� A montagem do acoplamento para reboque deve 
corresponder aos regulamentos vigentes nos res-
pectivos países. Na República Federal da Alemanha, 
segundo a norma DIN 74050.
� Ter em conta as medidas do espaço livre: Na Repú-
blica Federal da Alemanha, segundo a norma 
DIN 74058.
� Na República Federal da Alemanha, e no caso 
de diferenças em relação às normas de prevenção 
de acidentes (UVV), deve ser solicitado um certifica-
do de conformidade com as disposições legais 
junto da Associação profissional Berufsgenossens-
chaft für Fahrzeughaltung, 22757 Hamburg 
(Tel. +49 (0)40-381091).
� Se existir um equipamento opcional, código E 57 – 
"Sistema eléctrico para a tomada de ligação do rebo-
que" (� página 119), a montagem posterior de um 
acoplamento para reboque não é, por princípio, pro-
blemática do ponto de vista técnico.
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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As dimensões do acoplamento para reboque são estabe-
lecidas segundo o valor D.
D = Valor da barra de reboque
mk = Peso total admissível do veículo tractor em t
ma = Peso total admissível do reboque em t
g = 9,80665 m/s2
Para que seja possível substituir os reboques no trânsito 
internacional, a distância entre o centro do acoplamento 
para reboque e a extremidade do veículo tractor deve 
ser de, no máximo, 300 mm (na República Federal da 
Alemanha, segundo a norma DIN 74050).
Ter em conta as medidas do espaço livre específicas do 
respectivo país: Na República Federal da Alemanha, se-
gundo a norma DIN 74058.
Dimensionamento do acoplamento para reboque
Medidas do espaço livre, acoplamento para 
reboque
D g
mk ma×
mk ma+
---------------------------- kN( )×=
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etos da versão actual.
116
6 Alterações no veículo básico
6.7 Estruturas adicionais
A distância entre o acoplamento para reboque e a super-
fície de assentamento deve situar-se, nos veículos com 
o peso bruto admissível, com carga, na zona entre 
300 mm – 450 mm.
Devem respeitar-se as directivas e as leis específicas do 
respectivo país. (p.ex., 94/20/CE, ECE-R55)
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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A distância entre o centro da cavilha de acoplamento do 
acoplamento do sistema de reboque e a extremidade da 
superestrutura deve ser de, no máximo, 300 mm. Devem 
respeitar-se as distâncias livres exigidas.
O funcionamento seguro do acoplamento não deve ser 
afectado.
As medidas do espaço livre indicadas devem ser respei-
tadas.
Acoplamento de bocal
Acoplamento da esfera do gancho de reboque
Perigo de acidente G
Se o veículo tractor estiver sem carga, só devem ser 
transportados reboques sem carga.
!
Nos acoplamentos para reboque com esfera do gan-
cho do reboque amovível, as Instruções de Utilização 
onde são indicadas as particularidades e o acciona-
mento do acoplamento devem acompanhar o veículo.
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etos da versão actual.
117
6 Alterações no veículo básico
6.7 Estruturas adicionais
Só devem ser fixados acoplamentos para reboque (AHK)/
estruturas nos pontos de apoio da estrutura base (longari-
na traseira) previstos para o efeito (� página 64). 
Comercial ligeiro de caixa aberta/veículo ligeiro misto
Veículo com caixa de carga
Ligação do acoplamento para reboque
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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Nos comerciais ligeiros de caixa aberta também é necessá-
ria outra ligação na travessa traseira do chassis para apoiar.
a Ligação do cavalete de montagem à longarina do qua-
dro
b Aba inferior da longarina do quadro
c Cavalete de montagem do acoplamento para reboque
d Travessa traseira do chassis
e Ligação adicional à travessa traseira do chassis
� Não são permitidas estruturas adicionais no pára-cho-
ques inferior.
� As alterações no pára-choques inferior devem ser com-
binadas com o DGV responsável. A resistência ou a re-
sistência à torção não devem ser afectadas.
� Se for necessário um prolongamento do quadro devem 
ser montados no quadro casquilhos distanciadores 
para a fixação da estrutura para reboque ou suportes 
transversais das extremidades para reforçar 
(� página 62). Isto pode levar à restrição das cargas 
sobre o reboque e das cargas sobre a esfera do rebo-
que.
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
118
6 Alterações no veículo básico
6.7 Estruturas adicionais
Para a montagem posterior de acoplamentos para reboque, e 
consoante o modelo, estão disponíveis os seguintes equipamen-
tos opcionais de fábrica, como código:
Código Descrição
E 57 Sistema eléctrico para a tomada de ligação do 
reboque
(serve de alimentação de corrente do reboque, in-
cluindo o comando da iluminação)
Q 10 Suporte transversal para acoplamento para re-
boque
(na traseira do veículo é montado um suporte trans-
versal especial com placa de fixação para a monta-
gem de um acoplamento para reboque)
A disposição do suporte transversal depende da to-
nelagem do veículo.
Q 20 Acoplamento para reboque, acoplamento de bo-
cal
(acoplamento de bocal para puxar reboques com lan-
ça de tracção)
A disposição do acoplamento de bocal depende da 
tonelagem do veículo.
Q 50 Acoplamento para reboque, esfera do gancho de 
reboque amovível
(acoplamento da esfera do gancho de reboque amo-
vível para puxar reboques com esfera do gancho de 
reboque)
Q 54 Acoplamento para reboque, esfera do gancho de 
reboque alta
(acoplamento rígido da esfera do gancho de reboque 
com medida de montagem aumentada em 50 mm)
Q 55 Acoplamento para reboque, esfera do gancho de 
reboque D 107
(acoplamento rígido da esfera do gancho de rebo-
que; para puxar reboques com lança de tracção e 
alojamento da esfera do gancho do reboque)
QA8 Acoplamento para reboque para carga sobre o 
reboque elevada 2,8 t/3,0 t
Montagem de um acoplamento rígido da esfera do 
gancho de reboque com uma carga sobre o reboque 
travada máxima permitida de 2,8 t para a variante de 
peso 3,5 t, assim como de no máximo 3,0 t para a va-
riante de peso 4,6 t. 
A carga sobre a esfera do reboque admissível é de 
120 Kg.
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6.7.9 Dispositivos de protecção lateral
De acordo com a directiva CE 89/297/CEE, é recomendado um 
dispositivo de protecção lateral para veículos com peso total ad-
missível superior a 3,5 t.
Excluem-se tractores com semi-reboque, veículos de trabalho e 
veículos especiais cuja finalidade de utilização não seja possível 
com o dispositivo de protecção lateral.
No dispositivo de protecção lateral podem montar-se componen-
tes como, p. ex., caixas das baterias, reservatórios de ar, depósi-
tos de combustível, luzes, reflectores, rodas de reserva e caixas 
de ferramentas, se se observarem as distâncias recomendadas. 
As tubagens dos travões, tubagens pneumáticas ou condutas hi-
dráulicas e outras peças não devem ser fixadas ao dispositivo de 
protecção lateral.
O funcionamento e a acessibilidade de todos os agregados exis-
tentes no veículo não devem ser afectados.
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
119
6 Alterações no veículo básico
6.7 Estruturas adicionais
Em caso de montagem posterior:
� Não exceder as medidas indicadas na ilustração.
� Montar o dispositivo de protecção continuamente da 
frente para trás, tão afastado quanto possível.
� As peças próximas podem sobrepor-se. O canto so-
breposto deve apontar para trás ou para baixo. É 
permitida uma folga de25 mm entre os segmentos 
desde que a peça traseira não sobressaia mais do 
que a peça dianteira.
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O dispositivo de protecção lateral pode consistir numa 
superfície plana e contínua. A superfície exterior deve 
ser lisa e essencialmente plana. Os componentes do dis-
positivo de protecção devem ser rígidos, estar montados 
de forma fixa e ser em metal ou outro material adequa-
do. A distância da superfície exterior do pára-choques 
inferior deve ser de, no máximo, 120 mm em relação ao 
canto exterior do veículo. Raio dos cantos, no mínimo 
2,5 mm.
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etos da versão actual.
120
6 Alterações no veículo básico
6.7 Estruturas adicionais
6.7.10 Pára-choques inferior
O pára-choques inferior montado de fábrica, atrás, (ex-
cepto comerciais ligeiros de caixa aberta e veículos ligei-
ros mistos) corresponde à directiva CE 70/221/CEE.
Não são permitidas alterações no pára-choques inferior.
Se não for possível evitar as alterações, é necessário um 
contacto prévio com a DGV responsável.
Na República Federal da Alemanha, conforme o 
§ 32b StVZO, a lei determina um pára-choques inferior, 
quando:
� A distância entre a extremidade traseira do veículo e 
o último eixo traseiro for superior a 1 000 mm.
� Com o veículo descarregado, a distância entre a fai-
xa de rodagem e o chassis ou partes principais da 
superestrutura for superior a 700 mm, em toda a lar-
gura do veículo.
Excluem-se tractores com semi-reboque, veículos de 
trabalho e veículos cuja finalidade de utilização não seja 
possível com o pára-choques inferior.
Se for necessário um pára-choques inferior, este deve 
corresponder à directiva CE 70/221/CEE.
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O pára-choques inferior deve ser montado na extremida-
de traseira do veículo, tão afastado quanto possível.
� Distância faixa de rodagem – pára-choques inferior 
(veículo descarregado): 550 mm, no máximo.
� Largura:
� máximo = largura do eixo traseiro (cantos exteri-
ores dos pneus). 
� mínimo = largura do eixo traseiro menos 
100 mm de cada lado. A referência é o eixo mais 
largo.
� Altura do perfil do suporte transversal: 100 mm, no 
mínimo.
� Raio dos cantos: 2,5 mm, no mínimo.
Dimensões
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121
6 Alterações no veículo básico
6.7 Estruturas adicionais
Se for necessário deslocar o pára-choques inferior em 
caso de prolongamento do veículo, a ligação deve cor-
responder ao veículo original. 
Se forem necessárias alterações no pára-choques inferi-
or através de estruturas adicionais (p.ex., plataforma de 
carga), não é permitido alterar a resistência e a resistên-
cia à torção do pára-choques inferior. 
Em caso de alterações no pára-choques inferior, devem 
observar-se as leis/directivas específicas para o res-
pectivo país.
Alterações no pára-choques inferior
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etos da versão actual.
122
7 Tipos de carroçarias
7.1 Estrutura de montagem
7.1 Estrutura de montagem 
Para uma união perfeita entre o chassis e a superestru-
tura, é necessária para todas as superestruturas uma es-
trutura de montagem ou um corpo inferior do veículo 
que assuma a função de uma estrutura de montagem 
(com excepção das superestruturas autoportantes e das 
estruturas de montagem como grupo inferior. 
(� página 129, 130)
A fixação no quadro deve ser realizada da seguinte for-
ma através das consolas de montagem existentes de fá-
brica consoante a forma do quadro (� página 126) 
(excepção, modelo 904).
7.1.1 Qualidade do material 
Momento de resistência necessário para a 
estrutura de montagem1:
Até à distância máxima 
entre eixos de série 
 30 cm3
Acima da distância máxi-
ma entre eixos de série
 >34,5 cm3
1 O momento de resistência necessário para a estrutu-
ra de montagem deve ser aplicado por cada longari-
na da estrutura de montagem.
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Qualidades de material para estruturas de montagem re-
comendadas em aço:
� Estrutura de montagem com fixação por consola 
(união por aderência) = St W 22 ou St 37-2.
� Para aços ST37-2 ou ST W22 conforme a norma 
DIN 17 100, podem utilizar-se materiais análogos 
segundo os padrões EUA SAE/ASTM J403/J412/
J413, padrões japoneses JIS G3445, bem como pa-
drões GB BS 970.
� Em caso de utilização de estruturas de montagem 
em aços muito resistentes, estes devem possuir 
pelo menos a resistência das estruturas de monta-
gem em aço. 
� Em caso de utilização de estruturas de montagem 
em alumínio, estes devem possuir pelo menos a re-
sistência das estruturas de montagem em aço. De-
vem observar-se as indicações dos fabricantes do 
alumínio.
7.1.2 Configuração 
Colocar os suportes transversais da estrutura de monta-
gem em cima dos suportes transversais do quadro do 
chassis.
Puxar as barras longitudinais da estrutura de montagem 
o mais possível para a frente para cobrir o ponto de tor-
ção crítico atrás da cabine e, deste modo, evitar proble-
mas de vibração.
A carroçaria deve estar fixada e sem torção nas consolas 
de montagem da longarina do quadro.
Para a montagem da superestrutura, colocar o veículo 
numa superfície horizontal plana.
Material Resistência à 
tracção 
[N/mm2]
Limite de 
elasticidade 
[N/mm2]
St W 22 >360 210
St 37-2 >360 235
Generalidades
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123
7 Tipos de carroçarias
7.1 Estrutura de montagem
Caso sejam necessárias longarinas muito altas ou se for 
necessário obter alturas de construção do quadro redu-
zidas, o perfil em U em uniões por aderência pode
� ser fechado como caixa,
� ser encaixado um no outro ou
� ser encaixado.
Deste modo, aumenta-se o momento de resistência e a 
resistência à torção. 
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A Perfil em U aberto
B Perfil em U fechado
C Perfil colocado um dentro do outro
D Perfil em U encaixado
Nos veículos com o modelo 904 (tipos 408 CDI – 
416 CDI), as longarinas do chassis na zona do eixo tra-
seiro estão acotoveladas para dentro. As longarinas da 
estrutura de montagem não devem seguir este acotove-
lamento mas podem ser executadas a direito.
Estrutura de montagem em caso de quadro 
acotovelado
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124
7 Tipos de carroçarias
7.1 Estrutura de montagem
7.1.3 Dimensões do perfil/
dimensionamento 
Para as longarinas, devem utilizar-se perfis em U rebor-
dados ou perfis em U normais, disponíveis no mercado 
para a construção de veículos (não perfis laminados). Os 
perfis de caixa também são admissíveis como perfil de 
longarina.
As dimensões da longarina resultam do momento de re-
sistência (Wx) necessário para a superestrutura e o chas-
sis (� página 123).
!
Se forem montadas várias carroçarias num chassis 
(p. ex., caixa de carga e plataforma de carga), deve 
ser considerado como base para o cálculo da estrutu-
ra de montagem o mais alto valor dos momentos de 
resistência indicados.
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Os momentos de resistência e as dimensões dos perfis 
indicados referem-se às longarinas do quadro com carga 
por igual em ambos os lados.
As dimensões dos perfis para longarinas da estrutura de 
montagem (perfil aberto) podem ser consultadas na ta-
bela.
A estrutura de montagem e o quadro do chassis devem 
ter aprox. a mesma largura de flange.
 h: Altura do perfil em mm
 Wx: Momento de resistência em cm3
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125
7 Tipos de carroçarias
7.1 Estrutura de montagem
7.1.4 Ligação ao quadro 
Para a ligação de carroçarias ao quadro do veículo de-
vem utilizar-se as consolas de montagem previstas de 
fábrica. Estas encontram-se na longarina do quadro e, se 
necessário,podem ser complementadas. 
Em estruturas de montagem pré-fabricadas, devem ob-
servar-se as tolerâncias de construção da largura do 
quadro do chassis (máx. +6/–3 mm).
!
A distância mínima entre a carroçaria e a cabine deve 
ser de >50 mm.
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1 Consolas de montagem
i
Poderá obter os esquemas de medição das consolas 
de montagem dos desenhos de propostas consigna-
dos no Sistema Mercedes-Benz de Fabricantes de Su-
perestruturas (� página 16). 
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etos da versão actual.
126
7 Tipos de carroçarias
7.1 Estrutura de montagem
Caso sejam necessárias consolas de montagem adicio-
nais, deve observar-se as normas para a soldadura 
(� página 50). 
� A soldadura em entalhe só é permitida nas almas 
verticais da longarina do quadro.
� Não é permitido soldar nos raios de torção.
A fixação efectua-se através de dois parafusos por cada 
consola de montagem. 
I Perfil de caixa
II Perfil em U
1 Quadro do chassis
2 Estrutura de montagem
3 Consola de fixação de série
4 Consola
Consolas de montagem adicionais
Fixação das consolas de montagem
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Fixação da consola com longarina
Fixação da consola com suporte transversal
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etos da versão actual.
127
7 Tipos de carroçarias
7.1 Estrutura de montagem
Determinar a quantidade de fixações de modo a assegu-
rar a aceitação das forças longitudinais e laterais.
A fixação correcta é decisiva para:
� o comportamento de condução e a segurança opera-
cional do veículo,
� a vida útil do quadro do chassis e da carroçaria.
Em uniões positivas, as longarinas da estrutura de mon-
tagem devem ser fixas no sentido longitudinal e trans-
versal. Deste modo, o movimento da longarina da 
estrutura de montagem só é possível de forma limitada. 
Nos modelos 904 e 905, a ligação pode realizar-se no 
lado da aba superior na longarina do quadro. A utilização 
de casquilhos distanciadores que devem ser soldados 
com o quadro é necessária para o reforço.
Para uniões positivas é necessário um apoio duplo, 
como se mostra na ilustração, por cada longarina do 
quadro.
a União positiva na extremidade do quadro
b Orifícios de série na extremidade do quadro
União positiva
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Nas carroçarias rígidas (p.ex., nas carroçarias de caixa 
fechada) deve prever-se uma fixação elástica na zona 
atrás da cabine (p.ex., colocando por baixo molas de 
prato ou apoios de borracha).
Exemplo da versão 4,6 t Sprinter, modelo 904
1 Mola de prato 25.0/12.2x1.5 DIN 2093-A25 G
2 16,4 ± 0,2 mm sem tensão prévia
15,65 mm com tensão prévia
Ligação elástica
N31.30-2125-00
M10x1,5
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128
7 Tipos de carroçarias
7.1 Estrutura de montagem
7.1.5 Estrutura de montagem como grupo 
inferior 
Não é necessária uma estrutura de montagem com lon-
garinas contínuas se o grupo inferior da superestrutura 
puder assumir a função da estrutura de montagem.
Além disso, as longarinas também podem estar integra-
das na carroçaria. Se a longarina da estrutura de monta-
gem for dividida pelos suportes transversais, deve criar-
se uma ligação com resistência à torção entre os supor-
tes longitudinais e transversais.
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etos da versão actual.
129
7 Tipos de carroçarias
7.2 Carroçarias autoportantes
7.2 Carroçarias autoportantes 
Não é necessária uma estrutura de montagem com lon-
garinas contínuas se o grupo inferior da superestrutura 
puder assumir as funções da estrutura de montagem.
As carroçarias autoportantes devem corresponder às 
características da estrutura de montagem recomenda-
da. O grupo inferior da carroçaria deve possuir a rigidez 
de substituição e o momento de resistência de forma 
análoga a uma estrutura de montagem.
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etos da versão actual.
130
7 Tipos de carroçarias
7.3 Reforço da longarina com o eixo dianteiro aliviado
7.3 Reforço da longarina com o eixo 
dianteiro aliviado 
Nas plataformas de elevação, p. ex., durante o trabalho 
todo o veículo é levantado parcialmente com 4 apoios hi-
dráulicos – as rodas deixam de ter contacto com o chão. 
Devido ao peso elevado da parte dianteira do veículo 
surgem tensões elevadas e inadmissíveis nas longarinas 
do quadro na zona do apoio dianteiro.
Ao utilizar-se o veículo com o eixo dianteiro aliviado, é 
absolutamente necessário um reforço do quadro do 
chassis. 
Para o efeito, deve passar-se uma estrutura de monta-
gem pela parede traseira da cabine até por baixo da es-
trutura do assento e fixar com consolas adicionais bem 
como uniões roscadas. 
Pode ser solicitada uma proposta de execução junto do 
departamento competente (� página 14). 
A bateria de fábrica adicionalmente disponível como có-
digo E28 (local de alojamento na estrutura de assento 
do acompanhante) não é possível nesta versão.
A estabilidade da plataforma de elevação deve ser ga-
rantida pelo fabricante de carroçarias.
O fabricante de carroçarias deve elaborar um manual de 
instruções adicional para o dispositivo de elevação, for-
necendo-o juntamente com o veículo. O manual de ins-
truções deve incluir a indicação de advertência sobre o 
facto de não poderem encontrar-se pessoas ou cargas 
na cabine, se o veículo estiver levantado. 
!
Para a utilização do veículo "Tirar o veículo através de 
apoios hidráulicos" deve deslocar-se a estrutura de 
montagem até à cabine na estrutura do assento. 
Caso contrário, podem surgir danos no quadro.
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1 Parede traseira da cabine
2 Estrutura do assento
3 Estrutura de montagem
4 Piso da cabine
5 Parafuso
6 Anilha
7 Casquilho
8 Longarina do quadro
9 Fixação à consola de montagem
A x = 940 mm até ao centro do eixo dianteiro
8
2
5
7
6 3
1
4
A
9
15
23
3
1
M14
3
8 7
4
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etos da versão actual.
131
7 Tipos de carroçarias
7.4 Alterações no interior
7.4 Alterações no interior
7.4.1 Montagem posterior de bancos 
Para alterações na ligação dos bancos (incluindo a estru-
tura do assento) e fixações dos cintos de segurança ou 
montagem de outros bancos excepto os disponíveis de 
fábrica, a DaimlerChrysler AG concede eventualmente, 
segundo o seu parecer, um certificado de conformidade 
com as disposições legais (� página 14). 
A prova de resistência dos bancos disponíveis de fábrica 
só é válida em conjunto com os elementos de fixação 
originais.
Ao colocar novamente os cintos de segurança devem 
apertar-se os parafusos recomendados com o binário 
original.
Nos comerciais ligeiros de caixa aberta, o grupo inferior 
da estrutura base está disponível de fábrica para a mon-
tagem posterior de bancos como equipamento opcional 
com o código V40 (grupo inferior veículo ligeiro misto). 
A quantidade de possibilidades de ligação do grupo infe-
rior veículo ligeiro misto orienta-se pelo modelo e pela 
variante de equipamento ou de autorização (os aloja-
mentos de fixação para os bancos não estão incluídos na 
extensão do fornecimento).
Poderá obter mais informações relativas ao equipamen-
to opcional, código V40, junto do seu Serviço de Assis-
tência Mercedes-Benz do departamento competente 
(� página 14) ou no capítulo "Equipamentos opcionais" 
(� página 36).
Perigo de acidente G
Não são permitidas alterações no banco do condutor 
e do acompanhante ou na ligação de bancos na cava 
da roda, pois os bancos podem ser arrancados da fi-
xação em caso de acidente. 
Espaço para os passageiros/espaço de 
transporte
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Um sistema de bancos traseiros divergentedo sistema 
de bancos de série com cintos de segurança de 2 ou 
3 pontos deve satisfazer as exigências da directiva 
CE 76/115/CEE e 74/408/CEE.
É possível a montagem posterior de fixações do banco e 
dos cintos. Para o efeito, foram desenvolvidas soluções 
de reequipamento testadas para o SPRINTER. Podem 
ser solicitados relatórios de perito junto do departamen-
to competente (� página 14).
Perigo de acidente G
Não é permitido fixar os bancos à cava da roda. Em 
caso de acidente, as pessoas podem sofrer ferimen-
tos se os bancos forem arrancados da fixação e po-
dem surgir outros danos no veículo.
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etos da versão actual.
132
7 Tipos de carroçarias
7.5 Alterações no ligeiro de caixa aberta fechado
7.5 Alterações no ligeiro de caixa aberta 
fechado 
Nos ligeiros de caixa aberta, a carroçaria forma, junta-
mente com o quadro do chassis, uma unidade autopor-
tante. Ao modificar ou montar elementos da carroçaria, 
apenas soldar se não for possível uma ligação adesiva. 
Por essa razão, os vidros, as aberturas no tejadilho, as 
aberturas de ventilação e de evacuação do ar devem ser 
fixados com uma armação estável. Esta armação deve 
ser unida por aderência com outros elementos da carro-
çaria.
Em caso de abertura da parede traseira da cabine, esta 
deve ser fixada com um quadro moldado em perfil. 
As travessas e as barras restantes devem ser adicional-
mente reforçadas através de chapas de união e devem 
ser soldadas com o quadro moldado em perfil. 
Para o efeito, observe também o capítulo "Alterações na 
cabine" (� página 72).
Grupo inferior
Parede traseira da cabine
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Nos ligeiros de caixa aberta, os painéis de separação po-
dem ser totalmente ou parcialmente desmontados.
Os seguintes painéis de separação estão disponíveis de 
fábrica como equipamento opcional:
Poderá obter outras informações relativas aos equipa-
mentos opcionais junto do seu Serviço de Assistência 
Mercedes-Benz, do departamento competente 
(� página 14) ou através do capítulo "Equipamentos op-
cionais" (� página 36).
No capítulo "Tecto do ligeiro de caixa aberta/ligeiro 
misto" poderá obter informações (� página 76).
Painéis de separação
Código Descrição
D50 Painel de separação contínuo
D51 Painel de separação contínuo com vidro
D53 Painel de separação contínuo com um vidro 
de correr
D60 Painel de separação, metade atrás do banco 
de correr
D62 Pré-equipamento para a montagem posterior 
do painel de separação
D63 Cortina para o compartimento de carga
D64 Painel de separação com porta deslizante
D66 Painel de separação de altura média com pas-
sagem
D93 Supressão do painel de separação
DW1 Painel de separação contínuo, reforçado
DW2 Painel de separação contínuo, reforçado, 
com vidro
DW7 Painel de separação com porta deslizante,
não é possível fechar
Tecto do veículo
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etos da versão actual.
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7 Tipos de carroçarias
7.6 Carroçarias nos chassis com estrutura dianteira/painel de resguardo
7.6 Carroçarias nos chassis com estrutura 
dianteira/painel de resguardo 
A estrutura de chassis (painel de resguardo) oferece aos 
fabricantes de carroçarias uma base para carroçarias to-
talmente integradas (p.ex., autocaravanas) ou constru-
ções especiais e pode ser adquirida de fábrica com o 
código F50 (� página 36).
Resguardo dianteiro
Nas carroçarias em chassis com painel de resguardo, 
devem respeitar-se as directivas e as leis específicas 
para o respectivo país.
Nas carroçarias em chassis com painel de resguardo 
deve realizar-se uma estrutura de cabine com uma rigi-
dez de substituição do veículo de série.
A zona dianteira da carroçaria deve ser formada até à co-
luna B como união autoportante.
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Recomenda-se que uma nova estrutura de células com-
posta por
� coluna A
� coluna B
� suportes transversais no tejadilho
� suporte transversal do chassis, coluna B
seja formada de acordo com a estrutura original.
Exemplo: painel de resguardo com estrutura de células
A união de ligações de suporte transversal e colunas A 
ou B da cabine deve efectuar-se de forma resistente à 
tracção.
Entre a estrutura dos faróis e o interior da coluna A deve 
realizar-se uma união separada e por aderência – não é 
permitido colar.
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etos da versão actual.
134
7 Tipos de carroçarias
7.6 Carroçarias nos chassis com estrutura dianteira/painel de resguardo
No caso de guarda-lamas que não sejam em aço, a liga-
ção conjunta da estrutura dos faróis, do interior da colu-
na A e do guarda-lamas não é permitida.
Nas carroçarias em chassis com painel de resguardo 
deve observar-se o capítulo "Admissão de ar do motor" 
(� página 80). 
Em caso de alterações no capot deve assegurar-se que 
a separação da água aí integrada para o ar do aqueci-
mento não é afectada. Se necessário deve substituir-se 
a separação da água através de componentes de função 
equivalentes. 
!
Nas carroçarias em chassis com painel de resguardo, 
recomenda-se um certificado de conformidade com 
as disposições legais do departamento responsável.
Depois de se efectuarem todos os trabalhos no veícu-
lo, devem observar-se as medidas de protecção anti-
corrosiva indicadas (� página 51).
Alterações do capot
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etos da versão actual.
135
7 Tipos de carroçarias
7.7 Carroçarias de caixa de carga
7.7 Carroçarias de caixa de carga 
Para que o quadro do chassis seja carregado uniforme-
mente, a fixação da superestrutura tem de ser executa-
da através de uma estrutura de montagem (longarinas 
de perfil em U) (� página 123). 
Para cargas pontuais ou semelhantes na plataforma de 
carga de série (p. ex., transporte de tambores para ca-
bos, bobinas, etc.), reforçar o chassis e o chão da plata-
forma de carga de acordo com a carga.
Antes de iniciar a montagem da carroçaria: 
� pesar o chassis e determinar o comprimento da car-
roçaria.
Chassis com cabine dupla:
� Se necessário, deve encurtar-se o cantiléver traseiro 
do chassis, para que a carga admissível sobre o eixo 
traseiro não seja excedida e para assegurar a carga 
mínima sobre o eixo dianteiro.
� Montar reflectores na carroçaria de acordo com as 
normas legais (na República Federal da Alemanha 
§ 51 a StVZO) (� página 91). 
Dimensões dos perfis da longarina da estrutura de mon-
tagem, consultar o diagrama (� página 125).
Veículos,
modelo
Momento de resistência Wx por 
cada longarina em cm3
208 CDI – 316 CDI 20
408 CDI – 416 CDI 30
616 CDI 30
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7 Tipos de carroçarias
7.8 Carroçarias de caixa fechada
7.8 Carroçarias de caixa fechada
Para que o quadro do chassis seja carregado uniforme-
mente, a fixação da superestrutura tem de ser executa-
da através de uma estrutura de montagem (longarinas 
de perfil em U) (� página 123).
Nas carroçarias rígidas, como nas carroçarias de caixa 
fechada, a ligação deve ser configurada na zona atrás da 
cabine através de uma ligação elástica (� página 128).
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137
7 Tipos de carroçarias
7.9 Veículos de caixa frigorífica
7.9 Veículos de caixa frigorífica
Nos reequipamentos de veículos de caixa frigorífica, é 
necessário um certificado de conformidade com as dis-
posições legais do departamento competente 
(� página 14).
Observe os capítulos: 
� "Montagem posterior do sistema de ar condiciona-
do" (� página 102).
� "Ligação ao tecto" (� página 76).
� "Montagem posterior de aparelhos eléctricos" 
(� página 95)
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7 Tipos de carroçarias
7.10 Superestruturas basculantes
7.10 Superestruturas basculantes 
Nos veículos com superestruturas basculantes, devem res-
peitar-se as directivas e as leis específicas para o respecti-
vo país.
Nos veículos com caixa de velocidades automática, o acci-
onamento de agregados hidráulicos através da tomada de 
força do lado da caixa de velocidades não é possível 
(� página 104).
Devem respeitar-se as cargas admissíveis sobre o eixo.
Para o efeito, observe também os capítulos "Dispositivos 
de protecção lateral" (� página 119) e "Pára-choques infe-
rior" (� página 121).
� Colocar o apoio da báscula traseiro em superestrutu-
ras basculantes trilaterais e para trás tão perto do eixo 
traseiro quanto possível.
� O taipal rebatido não deve bater contra a extremidade 
do quadro, os dispositivos de iluminação ou o acopla-
mento para reboque.
� Prever um ângulo de guia para os apoios da báscula di-
anteiros, para que, ao baixar a caixa basculante, os 
apoios da báscula possam ser conduzidos.
� Observar as directivas e as leis específicas do respec-
tivo país.
� Montar um apoio (rebatível) que impeça a descida da 
caixa basculante.
� Proteger os dispositivos de comando contra o acciona-
mento involuntário.
� Ligue a luz de controlo "Caixa basculante" como adver-
tência óptica quando a caixa basculante não estiver 
completamente descida (posição de marcha).
Apoio da báscula
Dispositivos de segurança
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� O suporte da prensa é fixado em suportes transversais 
na estrutura de montagem.
� Os suportes transversais da estrutura de montagem e 
do chassis devem ser instalados um por cima do outro.
� Nas superestruturas basculantes de três lados, o ponto 
de ataque da prensa de basculamento deve situar-se 
em frente ao centro de gravidade da carroçaria e da 
carga útil.
Se os chassis forem providos de superestruturas basculan-
tes, é necessário um dimensionamento suficiente da estru-
tura de montagem devido às solicitações elevadas do 
veículo.
Observar os seguintes pontos:
� Ligar as estruturas de montagem às consolas de mon-
tagem como descrito no capítulo "Ligação ao quadro" 
(� página 126).
� Dimensionamento suficiente das longarinas e suportes 
transversais em aço.
� A zona traseira da estrutura de montagem deve ser fe-
chada em relação à caixa e, se necessário, reforçada 
através de uma cruz diagonal inserida ou através de ou-
tras medidas adequadas.
A utilização de veículos com superestruturas basculantes 
só é possível para condições de utilização normais. Em 
caso de condições de utilização difíceis, recomendamos 
que se consulte o departamento responsável 
(� página 14).
Prensa de basculamento
Estrutura de montagem
Modelo Momento de resistência
por longarina em cm3
Dimensões do perfil das
longarinas
208 CDI – 316 CDI 30 (� página 125)
408 CDI – 416 CDI 30
616 CDI 40
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7 Tipos de carroçarias
7.11 Superestruturas de cisterna e de contentor
7.11 Superestruturas de cisterna e de 
contentor
Nas superestruturas de cisterna e de contentor, deve 
prestar-se atenção a uma solicitação uniforme e à rigi-
dez torcional do quadro.
A ligação da carroçaria e da estrutura de montagem 
deve ser realizada na zona dianteira do quadro através 
de elementos de ligação (� página 128). Devem ser uti-
lizadas as consolas de carroçarias montadas de fábrica.
Para superestruturas de cisterna e de contentor é neces-
sário um certificado de conformidade com as disposi-
ções legais do departamento responsável.
Para o efeito, observe também os capítulos "Dispositi-
vos de protecção lateral" (� página 119) e "Pára-cho-
ques inferior" (� página 121).
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7 Tipos de carroçarias
7.12 Veículos tractores com semi-reboque
7.12 Veículos tractores com semi-reboque
O reequipamento de chassis para o tractor com semi-re-
boque é possível observando as directivas e as leis espe-
cíficas do respectivo país. 
É necessário um certificado de conformidade com as 
disposições legais do respectivo departamento para o 
reequipamento de chassis.
As longarinas do quadro devem ser reforçadas com uma 
estrutura auxiliar correspondente ou com uma cantonei-
ra de semi-reboque. 
O veículo deve estar equipado com estabilizadores no 
eixo dianteiro e traseiro.
Devido ao conjunto de cargas mais elevado nos tracto-
res com semi-reboque, recomendamos o seguinte:
� Para veículos com caixa de velocidades automática 
(código G40) e peso bruto admissível 6,6 t, deve uti-
lizar-se a desmultiplicação do eixo traseiro mais bre-
ve possível i=4,111 (código AC2). 
� Para veículos com caixa de velocidades manual ou 
caixa de velocidades manual automatizada e peso 
bruto admissível 6,6 t, deve utilizar-se a desmultipli-
cação do eixo traseiro i=4,875 (código AC4).
� Não é permitido um equipamento com bloqueio do 
diferencial (código AT5, A71).
Perigo de acidente G
Os veículos com ESP não são adequados para a utili-
zação como tractor com semi-reboque. Caso contrá-
rio, nos veículos com ESP, pode levar a que o sistema 
deixe de funcionar conforme as disposições legais e 
que falhe. O condutor poderá perder o controlo sobre 
o veículo e causar um acidente.
Por essa razão, o código BW1 "Supressão ESP" dispo-
nível como equipamento opcional é absolutamente 
necessário para a utilização como tractor com semi-
reboque.
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Código BB0: montagem ABS/ASR
Código E21: bateria reforçada 12 V 88 Ah
Código EE8: bateria reforçada 12 V 100 Ah
Código E28: bateria suplementar 12 V 100 Ah
Código EK1: régua de bornes dos consumidores suple-
mentares
Código E57: sistema eléctrico da tomada de ligação do 
reboque
Além disso, recomendamos, para a optimização do com-
portamento de condução, e consoante o tipo de semi-re-
boque, a utilização de estabilizadores adicionais como 
equipamento opcional. Poderá obter informações sobre 
os equipamentos opcionais recomendados junto do de-
partamento competente (� página 14).
Para a utilização como tractor com semi-reboque é ne-
cessária uma estrutura de montagem de aço em tubo 
rectangular, 100x60x3 (ou s=4 mm). O comprimento da 
estrutura de montagem deve suceder-se da extremidade 
do chassis de série até à primeira consola de montagem, 
atrás da cabine.
A ligação da estrutura de montagem deve ser realizada 
como descrito no capítulo "Ligação ao quadro" através 
das consolas de montagem existentes de fábrica 
(� página 126).
É adicionalmente necessário uma união positiva do qua-
dro e da estrutura de montagem na extremidade do qua-
dro. Nos modelos 904 e 905, esta deve realizar-se na 
aba superior da longarina do quadro (� página 126). 
Deve realizar-se outra união positiva na zona dianteira 
da longarina do quadro.
Equipamentos opcionais recomendados (código) 
para o reequipamento de veículos tractores com 
semi-reboque
Estrutura de montagem do veículo tractor com 
semi-reboque
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141
7 Tipos de carroçarias
7.12 Veículos tractores com semi-reboque
Todos os consumidores eléctricos adicionais devem ser 
ligados como descrito no capítulo "Interfaces, tomada 
de corrente" (� página 94) e "Montagem posterior de 
aparelhos eléctricos" (� página 95).
� Os cabos de ligação não devem roçar nas peças da 
carroçaria. 
� Deve verificar-se a liberdade de movimento em cur-
vas.
� Os cabos de ligação não devem ficar presos no semi-
reboque e exercer pressão na tomada de ligação do 
reboque.
� Ao conduzir sem semi-reboque, os cabos de ligação 
devem estar correctamente fixos.
Ligação eléctrica do semi-reboque 
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O sistema de travões do semi-reboquedeve estar unido 
ao tractor com semi-reboque. Não é permitida a utiliza-
ção de travões por inércia.
O fabricante de carroçarias deve assegurar um dimensi-
onamento suficiente da placa de montagem e do acopla-
mento para semi-reboque.
Devem respeitar-se as directivas e as leis específicas do 
respectivo país. (p.ex., 94/20/CE, ECE-R55).
Devem observar-se as indicações do fabricante e as ins-
truções de montagem para a placa de montagem e o 
acoplamento para semi-reboque.
Sistema de travões
!
O sistema de travões do semi-reboque com a respec-
tiva alimentação de tensão deve ser concebido de 
acordo com a directiva CE 71/320/CEE.
O fabricante de semi-reboques e de carroçarias é res-
ponsável pelo funcionamento correcto do travão do 
semi-reboque.
Placa de montagem e acoplamento para 
semi-reboque
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142
7 Tipos de carroçarias
7.13 Veículos de salvamento
7.13 Veículos de salvamento
Os veículos com carroçarias para equipamentos de sal-
vamento ou de transporte devem ser interligados atra-
vés de uma estrutura de montagem suficientemente 
dimensionada (� página 126).
Estes devem ser adicionalmente complementados atra-
vés de duas uniões positivas por cada longarina do qua-
dro (� página 128).
É necessário um certificado de conformidade com as 
disposições legais do respectivo departamento para a 
montagem de veículos de salvamento e veículos de re-
boque.
Para a ligação de guinchos observe também o capítulo 
"Guinchos" (� página 108).
Para o efeito, observe também os capítulos "Dispositi-
vos de protecção lateral" (� página 119) e "Pára-cho-
ques inferior" (� página 121).
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7 Tipos de carroçarias
7.14 Chassis para serviços municipalizados, chassis para bombeiros e chassis especiais
7.14 Chassis para serviços municipalizados, 
chassis para bombeiros e chassis 
especiais
Nas carroçarias resistentes à torção (como veículos 
para serviços municipalizados, porta-equipamentos de 
combate a incêndios ou veículos de limpeza de estra-
das), a ligação da carroçaria e da estrutura de montagem 
deve ser efectuada na zona dianteira do quadro através 
de elementos de ligação elásticos (� página 128). De-
vem ser utilizadas as consolas de carroçarias montadas 
de fábrica.
Se necessário, a estrutura de montagem deve ser refor-
çada na zona traseira através da utilização de uma cruz 
diagonal.
Preste também atenção ao capítulo "Montagem posteri-
or de aparelhos eléctricos" (� página 95).
É necessário um certificado de conformidade com as 
disposições legais do departamento competente 
(� página 14).
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144
7 Tipos de carroçarias
7.15 Autocaravanas
7.15 Autocaravanas
Antes da transformação em autocaravanas, prestar 
atenção para que
� se respeitem os regulamentos legais (Lei sobre a ad-
missão de veículos ao trânsito público ou outras Di-
rectivas CE correspondentes),
� se cumpram os requisitos mínimos da disposição do 
habitáculo e equipamento para autocaravanas
Para a transformação de veículos na República Federal 
da Alemanha podem consultar-se os respectivos decre-
tos junto da entidade de inspecção técnica responsável 
para a circulação de veículos motorizados (p. ex., TÜV, 
DEKRA).
Devem observar-se os seguintes capítulos das Directi-
vas para carroçarias:
� Dimensões e indicações de pesos (� página 25).
� Indicações sobre alterações no veículo básico 
(� página 57).
� Sistema eléctrico/sistema electrónico 
(� página 91).
� Guarda-lamas e cavas das rodas (� página 74).
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A autorização de circulação pode ser anulada no caso de 
alterações de veículos de série (p. ex., montagem de um 
tecto de levantar, etc.). Por este motivo, na República 
Federal da Alemanha, as alterações nos veículos devem 
ser verificadas pela entidade de inspecção pública res-
ponsável segundo o § 19 parágrafo 2 do StVZO.
Devem apresentar-se o livrete e a restante documenta-
ção do veículo. Depois de efectuadas as alterações, 
apresentar o livrete e a restante documentação à autori-
dade responsável pelo licenciamento para concessão de 
uma licença de circulação.
Devido ao ponto do centro de gravidade mais elevado é 
necessário pelo menos um estabilizador no eixo diantei-
ro (SPRINTER). 
Recomendamos adicionalmente um estabilizador no 
eixo traseiro que está disponível de fábrica como equi-
pamento opcional (� página 36) código CE6.
Pode encontrar mais informações sobre o sistema eléc-
trico e os agregados suplementares no capítulo "Siste-
ma eléctrico/sistema electrónico" (� página 91) e 
"Agregados suplementares" (� página 102).
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145
7 Tipos de carroçarias
7.16 Montagem posterior do tecto elevável
7.16 Montagem posterior do tecto elevável 
Para a montagem posterior de tecto elevável observe as 
directivas no capítulo "Tecto ligeiro de caixa aberta/
ligeiro misto" (� página 78).
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146
7 Tipos de carroçarias
7.17 Elevação do tecto
7.17 Elevação do tecto 
Para a elevação posterior do tecto do veículo observe as 
directivas no capítulo "Tecto ligeiro de caixa aberta/
ligeiro misto" (� página 76).
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147
7 Tipos de carroçarias
7.18 Estruturas adicionais
7.18 Estruturas adicionais
Poderá obter informações sobre agregados suplementa-
res e estruturas adicionais no veículo nos capítulos 
"Agregados suplementares" (� página 102) e "Estrutu-
ras adicionais" (� página 108).
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148
8 Cálculos
8.1 Cálculo do centro de gravidade
8.1 Cálculo do centro de gravidade
Após a alteração ou montagem do equipamento, os veí-
culos devem ser pesados numa balança, em 2 posições.
Devem determinar-se as cargas sobre o eixo medidas na 
posição plana (Gv1 e Gh1), assim como as cargas sobre 
o eixo num eixo aumentado no valor a (Gv2 e Gh2) (reco-
mendamos 500 mm). A distância entre eixos RS1 
(3 000 mm, 3 550 mm ou 4 025 mm) está definida atra-
vés do tipo de veículo (consultar a encomenda) ou deve 
ser determinada através da escala geométrica.
Medição 1
S
z1
1
1
RS
Gv 1Gh
Xv 1Xh
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Medição 2
xv1, xv2...distância centro eixo dianteiro medição 1/2
xh1, xh2...distância centro eixo traseiro medição 1/2
v = eixo dianteiro
h = eixo traseiro
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149
8 Cálculos
8.1 Cálculo do centro de gravidade
A soma de todos os momentos em relação a um ponto é 
igual a zero. Daqui resulta:
 
 (1)
 (2)
A "nova" distância entre eixos RS2 depois do aumento de 
um eixo é calculada da seguinte forma:
 (3)
De forma análoga, xh1 calcula-se como xh2:
 (4)
A altura do centro de gravidade z calcula-se a partir de:
 (5)
Mh 0=
Gv1 Gh1+( )∗ xh1 Gv1∗ RS1=
xh1
Gv1
∗ RS1
Gv1 Gh1+
----------------------------=
RS2 RS1
2
a
2
–=
xh2
Gv2
∗ RS2
Gv2 Gh2+
----------------------------=
z βtan ∗ y=
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É possível calcular o ângulo desconhecido a partir de:
 (6) assim resulta para :
 (7)
O y necessário resulta da equação:
 (8)
Os valores para xh1 e xh2 já foram calculados com as 
equações (2) e (4); o u necessário é calculado com:
 (9) e leva à seguinte equação:
β
βcos a
RS1
----------= β
β 1–cos a
RS1
-----------
 
 
 =
y xh1 u
2
xh2
2
+–=
a
RS2
---------- u
xh2
---------=
u
a∗ xh2
RS2
---------------=
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150
8 Cálculos
8.1 Cálculo do centro de gravidade
As equações (7) e (10) inseridas na equação (5) e recon-
duzidas para os valores indicados/medidos a, RS1, 
Gv1, Gh1 , Gv2 e Gh2, resulta para a altura do centro 
de gravidade z:
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z
1–
cos
a
RS1
---------- 
  ∗tan
Gv1
∗ RS1
Gv1 Gh1+
----------------------------
Gv2
∗ RS1
Gv2 Gh2+
----------------------------–
 
 
 
 
=
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151
8 Cálculos
8.2 Disposição do acoplamento para semi-reboque
8.2 Disposição do acoplamento para 
semi-reboque
Cálculo da posição do acoplamento para semi-reboque
i
No capítulo "Tractores com semi-reboque" encontra infor-
mações sobre reequipamentos para o tractor com semi-re-
boque (� página 141).
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Valor D acoplamento para semi-reboque
D 0 6
∗ 9 81∗ Z∗ A,,
Z A L–+
-------------------------------------------=
Para não se exceder as cargas máximas sobre os eixos, deve 
calcular-se a posição do acoplamento para semi-reboque 
como se segue:
 
 
 
H
F
H∗ ∗ lR
L
--------------------=
F
H∗ FH FHL–=
L Z A 0 6
∗ 9 81∗ Z∗ A,,
D
-------------------------------------------–+=
H Distância eixo dianteiro/acoplamento para semi-reboque
lR Distância entre eixos
FH Carga máxima admissível sobre o eixo traseiro
L Carga máxima sobre o semi-reboque
Carga máxima sobre o eixo traseiro resultante de FH* 
FHL Carga sobre o eixo traseiro, veículo vazio
Z Peso bruto admissível, veículo tractor
A Peso bruto admissível, semi-reboque
D Valor D da embraiagem
Devem respeitar-se as cargas admissíveis sobre o eixo dian-
teiro e traseiro.
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152
9 Dados Técnicos
Dados Técnicos 2,59 t
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1 Nos veículos com tecto alto, a carga útil reduz-se em cerca de 20 Kg.
Dimensões Pesos Motor
M
od
el
o
Ti
po
Ti
po
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e 
ca
rr
oç
ar
ia
Ti
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om
in
ai
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Bi
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rio
 m
áx
im
o
[mm] [mm] [mm] [mm] [Kg] [Kg] [Kg] [Kg] [kw]/[CV] r.p.m. [Nm]
208 CDI 901.611
901.612
Chassis Curto 3000
3550
5130
5675
2120 2834
3379
1460 1500 2590 4590 MQ3 OM611 DE22LA 60/82 3800 200
901.621 Chassis Longo 3000 5140 2165 2034 1600 1500 2590 4590 MQ3 OM611 DE22LA 60/82 3800 200
901.671 Caixa/veículo 
ligeiro misto
Curto 3000 4895 2325/25451 2599 1460 1500 2590 4590 MQ3 OM611 DE22LA 60/82 3800 200
901.661
901.662
Caixa/veículo 
ligeiro misto
Curto 3000
3550
4895
5645
2325/25451
2320/25401
2599
3349
1460 1500 2590 4590 MQ3 OM611 DE22LA 60/82 3800 200
211 CDI 901.621 Chassis Longo 3000 5140 2165 2034 1600 1500 2590 4590 MQ4 OM611 DE22LA 80/109 3800 270
901.661
901.662
Caixa/veículo 
ligeiro misto
Curto 3000
3550
4895
5645
2325/25451
2320/25401
2599
3349
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Caixa/veículo 
ligeiro misto
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o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
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9 Dados Técnicos
Dados Técnicos 2,8 t
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
! Imprimir sempre os capítulos compl
1 Nos veículos com tecto alto, a carga útil reduz-se em cerca de 20 Kg.
Dimensões Pesos Motor
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o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
154
9 Dados Técnicos
DadosTécnicos 3,5 t
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
! Imprimir sempre os capítulos compl
1 Nos veículos com tecto alto, a carga útil reduz-se em cerca de 20 Kg.
Dimensões Pesos Motor
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2345/25701
25701
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3349
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903.612
903.613
Chassis Curto 3000
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o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
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9 Dados Técnicos
1 Nos veículos com tecto alto, a carga útil reduz-se em cerca de 20 Kg.
Dimensões Pesos Motor
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ligeiro misto
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4294
1600 2240 3500 6300 MQ6 OM612 DE27LA 115/157 3800 330
314 903.611
903.612
903.613
Chassis Curto 3000
3550 
4025
5130
5675 
6480
2150
2145
2135
2834
3379
4184
1600 2240 3500 5500 MR8 M111 E23 105/143 5000 215
903.622 Chassis Longo 3550 5915 2155 2809 1600 2240 3500 5500 MR8 M111 E23 105/143 5000 215
903.671
903.672
903.673
Caixa/veículo 
ligeiro misto
Curto 3000
3550 
4025
4895
5645
6590
2350/25701
2345/25701
25701
2599
3349
4294
1600 2240 3500 5500 MR8 M111 E23 105/143 5000 215
903.661
903.662
903.663
Caixa/veículo 
ligeiro misto
Curto 3000
3550 
4025
4895
5645
6590
2350/25701
2345/25701
25701
2599
3349
4294
1600 2240 3500 5500 MR8 M111 E23 105/143 5000 215
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para o SPRINTER, versão: 14.01.2005
! Imprimir sempre os capítulos completos da versão actual.
156
9 Dados Técnicos
Dados Técnicos 4,6 t
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
! Imprimir sempre os capítulos compl
1 Nos veículos com tecto alto, a carga útil reduz-se em cerca de 20 Kg.
Dimensões Pesos Motor
M
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[mm] [mm] [mm] [mm] [Kg] [Kg] [Kg] [Kg] [kw]/[CV] r.p.m. [Nm]
408 CDI 904.612
904.613
Chassis Curto 3550
4025
6000
6860
2170
2160
3704
4564
1750 3200 4600 6600 MQ3 OM611 DE22LA 60/82 3800 200
904.622
904.623
Chassis Longo 3550
4025
5980
6810
2190
2180
2874
3704
1750 3200 4600 6600 MQ3 OM611 DE22LA 60/82 3800 200
904.662
904.663
Caixa/veículo 
ligeiro misto
Curto 3550
4025
5645
6590
2390/26101
2390/26101
3349
4294
1750 3200 4600 6600 MQ3 OM611 DE22LA 60/82 3800 200
411 CDI 904.612
904.613
Chassis Curto 3550
4025
6000
6860
2170
2160
3704
4564
1750 3200 4600 6600 MQ4 OM611 DE22LA 80/109 3800 270
904.622
904.623
Chassis Longo 3550
4025
5980
6810
2190
2180
2874
3704
1750 3200 4600 6600 MQ4 OM611 DE22LA 80/109 3800 270
904.662
904.663
Caixa/veículo 
ligeiro misto
Curto 3550
4025
5645
6590
2390/26101
2390/26101
3349
4294
1750 3200 4600 6600 MQ4 OM611 DE22LA 80/109 3800 270
413 CDI 904.612
904.613
Chassis Curto 3550
4025
6000
6860
2170
2160
3704
4564
1750 3200 4600 6600 MQ5 OM611 DE22LA 95/129 3800 300
904.622
904.623
Chassis Longo 3550
4025
5980
6810
2190
2180
2874
3704
1750 3200 4600 6600 MQ5 OM611 DE22LA 95/129 3800 300
904.662
904.663
Caixa/veículo 
ligeiro misto
Curto 3550
4025
5645
6590
2390/26101
2390/26101
3349
4294
1750 3200 4600 6600 MQ5 OM611 DE22LA 95/129 3800 300
416 CDI 904.612
904.613
Chassis Curto 3550
4025
6000
6860
2170
2160
3704
4564
1750 3200 4600 6600 MQ6 OM612 DE27LA 115/157 3800 330
904.622
904.623
Chassis Longo 3550
4025
5980
6810
2190
2180
2874
3704
1750 3200 4600 6600 MQ6 OM612 DE27LA 115/157 3800 330
904.662
904.663
Caixa/veículo 
ligeiro misto
Curto 3550
4025
5645
6590
2390/26101
2390/26101
3349
4294
17503200 4600 6600 MQ6 OM612 DE27LA 115/157 3800 330
414 904.612
904.613
Chassis Curto 3550
4025
6000
6860
2170
2160
3704
4564
1750 3200 4600 6600 MR8 M111 E23 105/143 5000 215
904.662
904.663
Caixa/veículo 
ligeiro misto
Curto 3550
4025
5645
6590
2390/26101
2390/26101
3349
4294
1750 3200 4600 6600 MR8 M111 E23 105/143 5000 215
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
157
9 Dados Técnicos
Dados Técnicos 5,99 t
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
! Imprimir sempre os capítulos compl
2 Com W5A380 e caixa de velocidades manual em conjunto com iHA = 5,125 e distância entre eixos 3 550/4 025 (con-
sultar o peso bruto do tractor com reboque)
3 Com caixa de velocidades manual em conjunto com iHA = 5,75 e distância entre eixos 3 550/4 025 (consultar o peso 
bruto do tractor com reboque)
Dimensões Pesos Motor
M
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616 CDI 905.612
905.613
Chassis Curto 3550
4025
6025
6840
2195
2185
3729
4544
2100 4360 5990 67402 MQ6 OM612 DE27LA 115/157 3800 330
905.622
905.623
Chassis Longo 3550
4025
5970
6840
2210
2205
2864
3734
2100 4360 5990 79903 MQ6 OM612 DE27LA 115/157 3800 330
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
158
Índice alfabético
A
Aconselhamento de fabricantes 
de carroçarias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
Acoplamento da esfera do gancho 
de reboque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117
Acoplamento de bocal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117
Acoplamento para reboque . . . . . . . . . . . . . . 116, 118
Acoplamento para reboque, acoplamento 
da esfera do gancho de reboque . . . . . . . . . . . . . 117
Acoplamento para reboque, acoplamento 
de bocal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117
Acoplamento para semi-reboque . . . . . . . . . . . . . 142
Admissão de ar do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80
Agregados suplementares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102
Airbag . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44, 84
Alinhamento das rodas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39
Alterações da distância entre eixos . . . . . . . . 41, 68
Alterações nas portas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73
Alterações no interior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132
Alterações no ligeiro de caixa aberta 
fechado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133
Alterações no painel lateral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73
Alterações no trem de rodagem . . . . . . . . . . . . . . . . 57
Alterações no veículo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24
Alterações no veículo básico . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57
Alterações nos vidros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73
Alterações, bancos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44
Alterações, zona dos airbags/pré-tensores 
do cinto de segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44
Alternador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 107
Amortecedores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39, 57
Antena . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96
Apoio da báscula . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 139
Arco de sustentação do tejadilho . . . . . . . . . . . . . . 77
Áreas de corte do quadro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68
Áreas de corte no quadro . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41, 71
Armazenamento e entrega . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55
Armazenamento e entrega do veículo . . . . . . . . . . 55
Armazenamento e entrega, prevenção contra 
danos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
! Imprimir sempre os capítulos compl
Arranque por reboque e reboque do veículo . . . . 54
Arranque por reboque e reboque do veículo, 
prevenção contra danos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54
Autocaravana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145
B
Bancos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44, 89, 132
Bancos de série . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89
Bancos, alterações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89, 132
Baterias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 93
C
Cabine . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72
Cabos e tubos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49, 58
Cabos eléctricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
Cabos eléctricos/fusíveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
Cálculo do centro de gravidade . . . . . . . . . . . . . . 149
Cálculos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149
Canal CAN . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45, 96
Capot . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135
Cargas admissíveis sobre o tejadilho . . . . . . . 42, 78
Cargas admissíveis sobre os eixos . . . . . . . . 39, 153
Carroçaria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
Carroçaria, valores limite . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48
Carroçarias autoportantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130
Carroçarias chassis para serviços 
municipalizados, chassis para bombeiros 
e chassis especiais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144
Carroçarias de autocaravanas . . . . . . . . . . . . . . . 145
Carroçarias de caixa de carga . . . . . . . . . . . . . . . 136
Carroçarias de caixa fechada . . . . . . . . . . . . . . . . 137
Carroçarias nos veículos de caixa frigorífica . . 138
Carroçarias, carroçarias de caixa fechada . . . . 137
Carroçarias, superestruturas basculantes . . . . 139
Carroçarias, tipo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123
Cava da roda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74
Certificado de conformidade com as disposições 
legais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14, 15
Chassis com estrutura dianteira/painel de 
resguardo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 134
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
159
Índice alfabético
Chassis para serviços municipalizados, chassis 
para bombeiros e chassis especiais . . . . . . . . . . 144
Compatibilidade electromagnética . . . . . . . . . . . . . 56
Configuração da estrutura de montagem . . . . . 123
Consolas de montagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127
D
Dados de identificação do veículo . . . . . . . . . . . . . . 26
Dados Técnicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 153
Dados Técnicos, motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 153
Deflectores do vento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109
Desenhos de propostas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
Designação do modelo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
Dimensionamento da estrutura 
de montagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125
Dimensões. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25, 153
Dimensões do perfil da estrutura 
de montagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125
Dimensões do pneu, admissíveis . . . . . . . . . . . . . . 39
Dimensões do veículo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
Dimensões máx. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
Direitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
Dirigibilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
Disposição do acoplamento para 
semi-reboque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152
Dispositivo de protecção lateral . . . . . . . . . . . . . 119
Distintivos de fábrica alheios . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
E
Elementos de mola/amortecedores . . . . . . . . . . . 57
Elevação do tecto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147
Emblema Mercedes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
EMV prevenção contra danos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56
Equipamento de segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84
Escolha do chassis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
ESP . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45
Esquemas eléctricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98
Estabilidade do veículo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27
Estrela da Mercedes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19
Estrutura base . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61
Estrutura base, alterações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
! Imprimir sempre os capítulos compl
Estrutura de montagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48, 123
Estrutura de montagem como grupo inferior . . 129
Estrutura de montagem, valores limite . . . . . . . . . 48
Estruturas adicionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108, 148
Estruturas adicionais, valores limite . . . . . . . . . . . 47
F
Fecho centralizado para veículos de prestação de 
serviços de socorro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98
Formas de apresentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
Fusíveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45, 96
G
Grua . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110
Grupo inferior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133
Guarda-lamas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74
Guincho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108
I
Iluminação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 91
Informações sobre o produto . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
Insonorização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33
inspecção de aprovação do veículo . . . . . . . . . . . . 24
Interfaces eléctricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94
Interior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44, 84
Interior, valores limite . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44
Interruptor principal das baterias . . . . . . . . . . . . . . 93
J
Jantes/pneus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60
L
Ligação ao quadro . . . . . . . . . . . . . . . 48, 63, 125, 126
Ligação ao quadro, valores limite . . . . . . . . . . . . . . 48
Ligação ao tejadilho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76
Ligação elástica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128
Luzes de delimitação do veículo . . . . . . . . . . . 45, 94
Luzes de demarcação laterais . . . . . . . . . . . . . . . . . 94
Luzes traseiras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
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Índice alfabético
M
Manutenção e reparação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
MBAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
Molas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39, 57
Montagem de prateleiras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110
Montagem de veios articulados . . . . . . . . . . . . . . 107
Montagem do alternador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 107
Montagem posterior de aparelhos eléctricos . . . 95
Motor, potência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 153
N
Não devem efectuar-se orifícios . . . . . . . . . . . . . . . 38
Não devem efectuar-se trabalhos 
de soldadura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37
NGT-SPRINTER com accionamento a gás . . . . . . . 83
P
Painéis de separação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133
Painel de resguardo, estrutura de células . . . . . 134
Painel lateral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73
Pára-choques inferior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 121
Parafusos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
Parede traseira da cabine . . . . . . . . . . . . . . . . 73, 133
Periferia do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79
Periferia do motor, valores limite . . . . . . . . . . . . . . 43
Pesos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25, 153
Placa de montagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 142
Plataforma de carga . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113
Pneus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27, 28
Pontos de fixação no quadro . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40
Porta-bagagens do tejadilho . . . . . . . . . . . . . . . . . 109
Portas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73
Prensa de basculamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 139
Pré-tensores dos cintos de segurança . . . . . . . . . . 84
Prevenção contra danos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49
Prevenção de acidentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
Processos de soldadura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30
Programa Electrónico de Estabilidade . . . . . . . . . . 45
Programa para PC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
Prolongamento da cabine . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109
Prolongamento do veículo . . . . . . . . . . . . . . . . . 40, 64
Prolongamento do veículo admissível . . . . . . . . . . 40
Prolongamento do veículo, alterações . . . . . . . . . . 64
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
! Imprimir sempre os capítulos compl
Prolongamento do veículo, valores limite . . . . . . . 40
Protecção anticorrosiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32, 51
Protecção anticorrosiva, prevenção 
contra danos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51
Q
Quadro do veículo, valores limite . . . . . . . . . . . . . . 40
Qualidade do material da estrutura 
de montagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123
R
Realizar trabalhos de perfuração no quadro . . . . 62
Reaproveitamento de componentes . . . . . . . . . . . . 21
Rebaixamento da cava da roda . . . . . . . . . . . . 40, 74
Rebaixamento da cava da roda, valores limite . . 40
Reciclagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
Redução dos ruídos no interior . . . . . . . . . . . . . . . . 89
Reforço da longarina com o eixo dianteiro 
aliviado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131
Regulação das rotações do motor . . . . . . . . . . . . . . 83
Reivindicações ao abrigo da Garantia . . . . . . . . . . 18
Resguardo dianteiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76
Responsabilidade sobre o produto . . . . . . . . . . . . . 17
Retarder . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 107
Roda de reserva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60
Ruídos no interior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89
S
Saída do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106
Secções dos cabos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96
Segurança do veículo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
Segurança operacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
Sensores de impacto lateral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 86
Separação da água . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135
Sistema de alimentação do combustível . . . . . . . . 79
Sistema de aquecimento suplementar . . . . . . . 104
Sistema de ar condicionado . . . . . . . . . . . . . . . . . 102
Sistema de escape . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79
Sistema de gás líquido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104
Sistema de informação da oficina (WIS) . . . . . . . . 16
Sistema de pedido de informações por fax . . . . . 16
Sistema de qualidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
Sistema de refrigeração do motor . . . . . . . . . . . . . . 80
Sistema de travões . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39, 57, 58
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
161
Índice alfabético
Sistema de ventilação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90
Sistema eléctrico/electrónico, valores limite . . . 45
Sistema eléctrico/sistema electrónico . . . . . . . . . 91
Sistema eléctrico/sistema electrónico, 
alterações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 91
Sistemas de comunicação móveis . . . . . . . . . 45, 95
Sistemas de comunicação móveis, alterações . . 95
Soldadura em entalhe por pontos sob protecção 
de gás . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
Soldadura por pespontos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
Soldadura-protecção anticorrosiva . . . . . . . . . . . . . 32
Superestruturas basculantes . . . . . . . . . . . . . . . . 139
Superestruturas de cisterna e de contentor . . 140
Superestruturas, superestruturas de cisterna 
e de contentor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 140
Suspensão pneumática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59
T
Tampas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73
Tecto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42
Tecto elevável . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78, 146
Tejadilho da cabine . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72
Tejadilho do comercial ligeiro de caixa 
aberta/veículo ligeiro misto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76
Tipo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
Tomadas de força . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104
Trabalho de pintura, prevenção contra danos . . . 53
Trabalhos de pintura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53
Trabalhos de soldadura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29, 50
Trabalhos de soldadura, prevenção contra 
danos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50
Travessa traseira do chassis . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75
Travões auxiliares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 107
Tubagem do sistema de travões . . . . . . . . . . . . . . . 49
U
União positiva, estrutura de montagem . . . . . . 128
Unidade de comando do airbag . . . . . . . . . . . . . . . . 86
Uniões roscadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
Uniões soldadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
Directivas para carroçarias Mercedes-Benz para 
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V
Valor D acoplamento para semi-reboque . . . . . 152
Valores limite, agregados suplementares . . . . . . . 46
Valores limite, estrutura base . . . . . . . . . . . . . . . . . 40
Valores limite-dimensões do veículo . . . . . . . . . . . 37
Veículo básico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
Veículos de caixa frigorífica . . . . . . . . . . . . . . . . . 138
Veículos de salvamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 143
Veículos tractores com semi-reboque . . . . . . . . 141
Veio de transmissão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79
Veio de transmissão, valores limite . . . . . . . . . . . . 43
Veios de transmissão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81
Verificação do veículo completo . . . . . . . . . . . . . . . 35
Vidros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73
Visão geral de modelos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
o SPRINTER, versão: 14.01.2005
etos da versão actual.
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	Índice
	1 Introdução
	1.1 Estrutura deste Manual
	1.2 Formas de apresentação
	1.3 Segurança do veículo
	1.4 Segurança operacional
	2 Generalidades
	2.1 Designação do veículo e do modelo
	2.2 Visão geral de modelos
	2.3 Aconselhamento de fabricantes de carroçarias
	2.4 Desenhos de propostas, Dados Técnicos, informações sobre o produto / MB-AS
	2.5 Responsabilidade sobre o produto
	2.6 Reivindicações ao abrigo da Garantia
	2.7 Estrela da Mercedes e emblema
	2.8 Prevenção de acidentes
	2.9 Reaproveitamento de peças – reciclagem
	2.10 Sistema de qualidade
	3 Planeamento das carroçarias
	3.1 Escolha do chassis
	3.2 Alterações no veículo
	3.3 Dimensões e indicações dos pesos
	3.4 Dados de identificação do veículo
	3.5 Estabilidade do veículo
	3.6 Pneus
	3.7 Uniões roscadas e soldadas
	3.8 Insonorização
	3.9 Manutenção e reparação
	3.10 Equipamentos opcionais
	4 Valores limite técnicos durante o planeamento
	4.1 Valores limite no veículo básico
	4.2 Valores limite trem de rodagem
	4.3 Valores limite estrutura base
	4.4 Valores limite periferia do motor / veio de transmissão
	4.5 Valores limite, Interior
	4.6 Valores limite, sistema eléctrico / sistema electrónico
	4.7 Valores limite, agregados suplementares
	4.8 Valores limite, estruturas adicionais
	4.9 Valores limite, carroçaria
	5 Prevenção contra danos
	5.1 Tubagem do sistema de travões / cabos e tubos
	5.2 Trabalhos de soldadura
	5.3 Medidas de protecção anticorrosiva
	5.4 Trabalhos de pintura
	5.5 Arranque por reboque e reboque do veículo
	5.6 Armazenamento e entrega do veículo
	5.7 Compatibilidade electromagnética (EMV)
	6 Alterações no veículo básico
	6.1 Trem de rodagem
	6.2 Estrutura base / carroçaria
	6.3 Periferia do motor / veio de transmissão
	6.4 Interior
	6.5 Sistema eléctrico / sistema electrónico
	6.6 Agregados suplementares
	6.7 Estruturas adicionais
	7 Tipos de carroçarias
	7.1 Estrutura de montagem
	7.2 Carroçarias autoportantes
	7.3 Reforço da longarina com o eixo dianteiro aliviado
	7.4 Alterações no interior
	7.5 Alterações no ligeiro de caixa aberta fechado
	7.6 Carroçarias nos chassis com estrutura dianteira / painel de resguardo
	7.7 Carroçarias de caixa de carga
	7.8 Carroçarias de caixa fechada
	7.9 Veículos de caixa frigorífica
	7.10 Superestruturas basculantes
	7.11 Superestruturas de cisterna e de contentor
	7.12 Veículos tractores com semi-reboque
	7.13 Veículos de salvamento
	7.14 Chassis para serviços municipalizados, chassis para bombeiros e chassis especiais
	7.15 Autocaravanas
	7.16 Montagem posterior do tecto elevável
	7.17 Elevação do tecto
	7.18 Estruturas adicionais
	8 Cálculos
	8.1 Cálculo do centro de gravidade
	8.2 Disposição do acoplamento para semi-reboque
	9 Dados Técnicos
	Índice alfabético

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