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17 GRUPO SER EDUCACIONAL UNINASSAU DE TEÓFILO OTONI MG DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV- PEDAGOGIA GILVANIA TAMEIRÃO GONÇALVES RELATÓRIO FINAL RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO IV - ESTÁGIO EM AMBIENTE NÃO ESCOLAR- CRAS TEÓFILO OTONI MG 2023 GILVANIA TAMEIRÃO GONÇALVES RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO IV - ESTÁGIO EM AMBIENTE NÃO ESCOLARES-CRAS Relatório Parcial apresentado ao Curso de Graduação em Pedagogia da UNINASSAU, como requisito parcial para aprovação na disciplina de Estágio Supervisionado IV. TEÓFILO OTONI MG 2023 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO................................................................................................ 4 2 OBSERVAÇÃO DA ROTINA E DOS SUJEITOS........................................... 5 3ANÁLISE DOCUMENTAL DA INSTITUIÇÃO DE ESTÁGIO...........................6 4 ENTREVISTA OU QUESTIONÁRIO............................................................... 7 5 PLANO DE AÇÃO/INTERVENÇÃO ............................................................... 8 6 REFERÊNCIAS ............................................................................................... 9 ANEXO............................................................................................................. 10 1 1 INTRODUÇÃO Neste relatório, serão apresentados os principais aspectos relacionados ao estágio supervisionado realizado em um ambiente não escolar. A instituição escolhida para o estágio é o CRAS (Centro de referência da Assistência Social) na cidade de São José Do Divino MG. O CRAS de São José do Divino é um lugar público mantido pelo MDS (Ministério do Desenvolvimento Social). Ele foi criado com o objetivo de fornecer apoio e proteção assistencial a pessoas que residem em áreas consideradas de vulnerabilidade social. Uma das atribuições do CRAS é viabilizar o acesso a projetos e benefícios governamentais. Através do atendimento fornecido pelo CRAS nos municípios, as famílias em condição de risco recebem orientação para fazer a inscrição no Cadastro Único, para realizar o cadastro em programas de transferência de renda, como o Bolsa Família. O CRAS é administrado por uma equipe de profissionais multidisciplinares, incluindo um diretor, um coordenadores de programas, um assistente social, uma professora de educação física, uma pedagoga, duas atendentes e quatro ajudante nas atividades. A estrutura é horizontal, permitindo uma comunicação eficiente entre os membros da equipe e uma tomada de decisões mais participativa. O CRAS fica localizado na Praça Prefeito Jurandir José Duarte, Centro Cidade de São José Do Divino MG. É responsável por facilitar o acesso das famílias a serviços, benefício e projetos voltados para assistência social. As instalações do CRAS é uma casa bem espaçosas, possui três quartos, duas salas, uma cozinha, dois banheiros adequados para pessoas deficientes ou mobilidade reduzida, e uma área grande. Possui uma quadra esportivas, onde são realizados as atividades. Apesar de contar com recursos limitados, o CRAS investiu em alguns recursos tecnológicos, como computadores para aulas de informática e acesso à internet. Na recepção tem: um computador um data show, uma impressora, um fotocopiadora e na sala da equipe gestora tem um computador e uma televisão Samsung de 42 polegadas que é usado quando tem reuniões com as equipes. Sempre com esforço e dedicação contínuo para ampliar a disponibilidade de tecnologia, visando aprimorar os programas educacionais oferecidos. O CRAS está situado no centro, ao lado da prefeitura da cidade de São José Do Divino MG que faz parte do município da cidade de Governador Valadares no estado de minas gerais. A região é um lugar tranquilo para morar, o índice de criminalidade é baixa. Sua população estimada em 2023 é de 4.667 habitantes. Dentro de seus limites se encontra o maior paredão de pedra das Américas. Trata-se da Pedra Riscada, um monólito de granito com 1.260 metros de altura do solo ao topo. Faz parte do maciço da Serra dos Aimorés, numa região que concentra os maiores afloramentos de granito do Brasil. O que ressalta a importância do papel da instituição na promoção da educação e assistência social. A diversidade é uma característica marcante da região, com uma mistura de culturas e classes sociais. Nesta primeira parte do relatório, foram apresentados os aspectos principais relacionados à contextualização e caracterização do CRAS, o local de estágio supervisionado. Nas partes subsequentes do relatório, serão abordados os detalhes das atividades realizadas durante o estágio, os desafios enfrentados e as aprendizagens adquiridas. 2 A OBSERVAÇÃO DA ROTINA E DOS SUJEITOS A experiência de atuar no espaço não escolar do Estágio Supervisionado IV, ocorrido na instituição CRAS, localizado na Praça Prefeito Jurandir José Duarte, Centro, São José Do Divino MG, no período de 21 de agosto a 5 de setembro de 2023. O público alvo dessa instituição é: · Famílias e pessoas em situação de desproteção social · Pessoas com deficiência · Idosos · Crianças retiradas do trabalho infantil · Pessoas inscritas no Cadastro Único · Beneficiários do Bolsa Família Esta vivencia me proporcionou a percepção/visão de que o aprendizado assim como nos espaços escolares acontece por intermédio do pedagogo. É possível perceber que no seu dia a dia de trabalho no CRAS o assistente social encontra diversos obstáculos para conduzir seu exercício profissional, apesar de buscar atender as demandas dos usuários, existem fatores que dificultam essa realização, principalmente os interesses da instituição que os empregam, pois em grande parte das vezes esses interesses vãos de encontro aos interesses dos usuários. As assistentes sociais que trabalham no CRAS de São José Do Divino são contratadas, não tendo nenhum tipo de estabilidade em seu emprego, e isso acaba se refletindo no seu dia a dia de trabalho, pois acabam realizando seu exercício profissional sobre pressão, com vínculos precários de trabalho, tendo a possibilidade de serem dispensados dos seus empregos a qualquer momento. Para Tavares, (2010, p.19), “A educação social é a área ou universo de atuação educativa que objetiva que o indivíduo em risco social se formem adquirindo saberes sociais necessários para consciência da inclusão social. Dessa forma, o espaço não escolar vem a complementar as ações desenvolvidas nos espaços escolares. Por ser um ambiente diversificado, sua atuação é de fato sócio cultural, como o presenciado na semana de observação o processo de ensino não é obrigatório e não possui repressão. É, portanto, uma forma prazerosa de aprender e os assuntos trabalhados geralmente constituem se de temáticas envolvendo a socialização, e a sensibilização das pessoas. Ao chegar no CRAS fui bem recebida pela equipe pedagógica da citada instituição que não se deteve em explicar objetivos e metas que pretendiam alcançar com trabalho que é desenvolvido diariamente. O CRAS promove ações, campanhas e palestras atuando em parceria com a comunidade para elaborar soluções para o combate recorrentes como trabalho infantil, falta de acessibilidade, violência e entre outros. Durante a observação pude participar de uma ação que o CRAS promoveu para as crianças, onde realizou um momento com atividades recreativas para as crianças. Foi realizada na sede do CRAS para as crianças brincadeiras como ovo na colher, bambolê, corrida do saco, desenho, além de distribuir refrigerante, suco, pipoca e cachorro quente. Esta etapa de observação me proporcionou uma compreensão mais profunda das nuances da pedagogia não escolar na prática, reforçando a importância da adaptabilidade, da necessidade de diálogo com equipes multifuncionais e de comoa educação e a pedagogia são importantes em todas as esferas da sociedade. 3 ANÁLISE DOCUMENTAL DA INSTITUIÇÃO DE ESTÁGIO Irei fazer a análise do Projeto Político Pedagógico apresenta uma concepção de educação fundamentada no interacionismo e sócio construtivismo. Nesse sentido a perspectiva apresentada pelo documento é de que a aprendizagem acontece numa perspectiva que considera o desenvolvimento do ser social como resultado do processo sócio histórico numa interação multifacetada do sujeito com o meio e com outros sujeitos. Dessa forma, a ênfase recai sobre a construção do conhecimento como uma interação dialética mediada por várias relações. O “outro social” pode apresentar-se como objetos, meio ambiente e o mundo cultural e social que cerca o indivíduo. Essa mediação está fundamentada com o pensamento de Vygotsky que considera o indivíduo como determinado e determinante da sociedade na medida em que ele age sobre ela, transformando-a por meio da interação. A esse conceito é acrescido a compreensão de Piaget sobre os estágios do desenvolvimento humano e desse modo, como a interação professores e estudantes implicam para o ensino e aprendizagem escolar. Assim, essa relação deve ativar o s mecanismos cognitivos de compreensão das informações, o que, portanto, presume há necessidade de compatibilidade do ensino com o nível de desenvolvimento mental do aluno. Assim na perspectiva de Moreira (1999) o ensino, considerando a teoria de Piaget, ainda deve será acompanhado de ações e demonstrações, e a possibilidade de agir em atividades práticas por parte dos alunos, integradas com a argumentação em edição do professor. Assim, para assegurar que as premissas que embasam o Projeto Pedagógico o CRAS conta com uma equipe de profissionais que fazem uso das ferramentas metodológicas apresentas e tem suas atividades orientadas ela dinâmica da relação construtiva com os alunos. Dessa forma, compreendem que a relação estabelecida constitui o elemento fundamental do processo de orientação e assistência. É por meio dela que os profissionais aprendem e ensinam, levando em consideração a realidade que ambos vivenciam, construindo uma relação de afeto e confiança. 4 ENTREVISTA A entrevista foi realizada com o responsável Genilson De Deus De Oliveira, pedagogo do CRAS de São José Do Divino MG. Os recursos utilizado foi um gravador de áudio, e houve a participação somente de um sujeito. Teve como objetivo recolher informações sobre como se dá a atuação de um pedagogo em um espaço não escolar (CRAS). Dessa forma, foram feitas as seguintes perguntas: Para começar, você poderia nos falar sobre suas responsabilidades em seu cargo atual? Sim. Sou pedagogo do CRAS, sou responsável por atender grupos de crianças, adolescentes, e idosos em situação de vulnerabilidade, nosso papel é contribuir com as práticas sociais relacionadas as demandas socioeducativas. Quais os principais desafios do pedagogo dentro dessa instituição? Os principais desafios são com trabalhos desenvolvidos com as famílias, onde temos contato direto com relatos de casos de abusos sexuais causados pelos próprios famílias, a exploração do trabalho infantil como forma de complementar a renda familiar. Estava preparado para atuação em espaço não escolares? Sim, pois sempre quis trabalhar na área da pedagogia voltada a um espaço não escolar, e graças a Deus em 2020 me veio a oportunidade de trabalhar no CRAS, achava muito interessante, foi algo que me cativou quando estava estagiando, e hoje me sinto privilegiado em está dando essa pequena entrevista. Em conclusão, a entrevista com o educador do CRAS proporcionou uma visão aprofundada e inspiradora sobre o papel fundamental do pedagogo em ambientes não escolares. Ficou claro que o pedagogo desse contexto desempenha um papel de facilitador do aprendizado, promovendo a reflexão crítica, a inclusão e o desenvolvimento pessoal dos participantes. As estratégias pedagógicas empregadas, que incluem a adaptação às demandas da comunidade, o uso consciente de recursos tecnológicos e a promoção da cidadania ativa, destacam a versatilidade e a relevância desse profissional. O testemunho do educador reflete a importância do pedagogo em espaços não escolares, impactando diretamente as vidas das pessoas e contribuindo para a construção de comunidades mais informadas, engajadas e solidárias. A partir do que foi dito pela pedagogo, podemos destacar a fala de LIBÂNEO: O pedagogo é um profissional qualificado que pode atuar em vários campos educativos, atendendo as demandas socioeducativas decorrentes de novas realidades, tecnologias, mudanças nos ritmos de vida, a presença nos meios de comunicação e informação, dentre muitas áreas que requerem a contribuição do pedagogo. (LIBÂNEO, 1999, p. 30 – 31). 5 PLANO DE AÇÃO/INTERVENÇÃO DATA DE APLICAÇÃO: 21/08/2023 NOME DA INSTITUIÇÃO: CRAS( CENTRO DE RFERENCIA DA ASSISTENCIA SOCIAL) PÚBLICO-ALVO: Crianças em situações de vulnerabilidade social. DURAÇÃO: 3 segundas feiras das 13 às 16h TEMÁTICA ABORDADA: Pedagogia social HABILIDADE (S) QUE SERÃO DESENVOLV IDAS · Entender de gestão de projetos e de pessoas em situações de vulnerabilidade social · Articular o processo de aprendizagem · Conhecer as diferentes modalidades de ensino · Ser inovador e agente de mudanças · Criar e contar histórias oralmente e com base em imagens JUSTIFICATIVA Considerando a importância dos pedagogos na assistência à educação social, conhecer um projeto lúdico, de contação de história no ambiente, torna-se muito relevante. O profissional pedagogo que trabalha na área da pedagogia social deve estar sempre atentos acolhendo cada criança com muito carinho, pois a maioria das passam por problemas familiares, psicológicos e entre outros. O pedagogo possui um papel de extrema importância e a cada dia vem conquistando seu espaço na sociedade. OBJETIVOS Objetivo Geral: Propiciar uma intervenção pedagógica em ambiente social, para crianças. · Aprimorar as habilidades de comunicação verbal e não verbal dos participantes, capacitando-os a expressar suas ideias de maneira clara e assertiva, tanto em entrevistas quanto no ambiente de trabalho. · Incentivar a compreensão dos valores éticos no contexto profissional e a adoção de comportamentos responsáveis, contribuindo para um ambiente de trabalho ético e colaborativo. · Promover a Autoconfiança e Autoconhecimento: Fomentar a autoconfiança dos participantes, ajudando-os a reconhecer suas habilidades e limitações, o que contribuirá para a construção de uma imagem positiva de si mesmos. PROCEDIMENTOS NECESSÁRIOS PARA A REALIZAÇÃO DA AÇÃO As atividades de Contação de Histórias serão realizadas na brinquedoteca do CRAS duas vezes por semana, no período da tarde, oportunizando uma ampla participação das crianças. A brinquedo teca caracteriza-se como um espaço amplo, composto materiais lúdicos disponibilizados as crianças. Serão realizados 5 encontros para Contação de Histórias, com duração de 2 horas, utilizando-se como recursos fantoches, desenhos, livros de literatura infantil e câmera fotográfica.No início das atividades, serão lançadas algumas questões aos participantes, visando uma maior interação e solicitaremos auxílio no desenvolvimento da história. Ao final das intervenções, será realizada uma entrevista com alguns pais das crianças visando identificar qual a compreensão deles sobre a contribuição da Contação de Histórias no processo de socialização e no âmbito pedagógico. Os dados coletados a partir da Contação de Histórias serão organizadas e analisados qualitativamente. Assim, após a leitura dos dados contidos no diário de campo, buscou-se agrupar e categorizá-los, buscando-se pontos chaves que esclarecessem nossos objetivos. Dessa forma, foram criadas duas categorias: aspectos relacionados à escola e aprendizagem e Importância. RESULTADOS ESPERADOS Esperamos que a pedagogia social, a ludicidade e a humanização em ambiente social seja do ponto de vista psicopedagógico favorável ao aumento do rendimento afetivo, cognitivo e social das crianças na escola. Esperamos ainda que as ações humanizados possam promover a diminuição dos índices de vulnerabilidade social e pobreza, para que haja uma melhor interação entre os espaços educadores, na busca de melhoria educacional do país. RECURSOS MATERIAIS: Livros de literatura infantil e fantoches RECURSOS DIGITAIS: Câmera fotográfica RECURSOS HUMANOS: 1 estagiários do Curso de Pedagogia REFERÊNCIAS PEDAGOGO CRAS C. CRAS: conceito e o campo de atuação do Pedagogo C. [Entrevista cedida à] Genilson De Deus De Oliveira. [Trabalho de Conclusão de Curso] Atuação do Pedagogo no Centro de Referência e Assistência Social(CRAS), Sinop, UNEMAT, Curso de Pedagogia. PIMENTA. Selma Garrido. Curso de Pedagogia no Brasil: uma questão em aberto São Paulo, Cortez Editora, 2002. TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987. O estágio supervisionado em espaços não escolares me proporcionou observar e refletir sobre a atuação do pedagogo em uma área não escolar. Porém também serviu para mostrar que essa identidade do pedagogo ainda está em processo de construção, por isso tem que enfrentar os desafios que irão surgir no decorrer da construção dessa nova identidade. Libâneo (2001, p. 11), destaca que, o pedagogo é o profissional que atua em várias instâncias da prática educativa, direta ou indiretamente ligadas a organização e aos processos de transmissão e assimilação de saberes e modos de ação, tendo em vista, objetivos de formação humana previamente definidos em sua contextualização histórica. O estágio em espaço não escolar me proporcionou vivenciar como é a atuação do pedagogo fora do ambiente escolar, e ele pode ser importante para o desenvolvimento da instituição, visto que o processo educacional está presente em vários ambientes seja formal ou informal. Diante das considerações foi possível verificar a necessidade da implementação do estágio em espaços não escolares nos cursos de pedagogia já que vem surgindo cada vez mais a necessidade da presença do pedagogo em espaços não escolares, e como o estágio é parte fundamental na formação de todo profissional, faz-se necessário que os cursos de pedagogia tenham uma maior atenção voltada para essa área da pedagogia. 6 A realização da ação / intervenção O estágio e as observações feitas no CRAS me proporcionou um aprendizagens significativas da profissão, dos procedimentos e referenciais a serem usados e de aproximação investigativa da realidade e do seu contexto social. Esta vivencia me proporcionou a percepção/visão de que o aprendizado assim como nos espaços escolares acontece por intermédio do pedagogo. É relevante compreender que a criança precisa estar em um ambiente favorável ao seu desenvolvimento e aprendizado. Portanto é substancial que se entenda que o trabalho realizado em sala de aula vai muito além de apenas ensinar, mas buscar meios de motivar o aluno. Durante a observação pude participar de uma ação que o CRAS promoveu para as crianças, onde realizou um momento com atividades recreativas para as crianças. Foi realizada na sede do CRAS para as crianças brincadeiras como ovo na colher, bambolê, corrida do saco, desenho, além de distribuir refrigerante, suco, pipoca e cachorro quente. Ao final das brincadeiras as crianças receberam brinquedos e lembrancinhas. Considero que ter realizado esse estágio foi uma experiência ímpar, pois se apresentou como uma importante ferramenta para a construção de minha identidade profissional, a qual foi constituída em desenvolvimento com a ação. Com a finalização do estágio posso compreender a importância dele na formação docente, pois este possibilitou novos horizontes de saberes, as reflexões sobre a prática e também a construção de identidade de cada crianças. Por isso despertei mais ainda o interesse em desenvolver uma aprendizagem significativa, inovadora e criativa, ocupando um espaço de uma gente de transformações junto as crianças. Mediante a prática procurei desempenhar o papel de uma profissional pedagoga que busca assistencializar indivíduos conscientes na sociedade. Dessa forma, o estágio é o momento em que nós, discente, temos a oportunidade de analisar a prática docente em sala e, realizar a reflexão com instrumento de suporte para mudanças na ação pedagógica. Compreendo que para atuar como pedagoga é necessário não somente gostar do serviço, mas também uma reflexão constante sobre nossas práticas, procurando sempre Inovar e sair completamente da zona de conforto, além disso, precisamos está aberto a indagações, á curiosidades, às perguntas feitas por aqueles que precisam, e devemos sempre estar atualizados, estudando e pesquisando assuntos e modo de atuação. O que se pode considerar ao término deste relatório é que o estágio contribuiu na minha formação enquanto aluna e futura pedagoga e na prática pedagógica, pois foi possível colocar em práxis os conhecimentos adquiridos no decorrer do curso de pedagogia. Considerações finais O Estágio desenvolvido no CRAS foi de fundamental importância para minha qualificação profissional e pessoal, o quanto pude aprender, fui bem recebida na instituição. Com esse experiência para minha profissão só me reforça mina vontade de continuar com o curso e nunca desistir com as dificuldades. Compreendendo assim que a sociedade necessita dessa assistência humanizada, tendo em vista a situação deflagrada em que os seres humanos se sujeitam a estar, o pedagogo deve sempre buscar promover a educação intencional, sistemática e principalmente para vida social. A atuação em espaços não escolares é um ponto muito positivo no curso, porque nos permite escolha após nossa formação acadêmica, dessa maneira constatamos que o pedagogo que atua dentro do CRAS com objetivo de contribuir para o desenvolvimento da formação humana e no resgate da cidadania dessas pessoas. Na intervenção, observei que diante dessas constatações percebemos a importância, uma experiência muito importante porque através desses conhecimentos tão necessários conseguiremos concretizar a liberdade de ação com valoresextremamente satisfatórios. Os serviços feitos pelos profissionais encontradas na instituição, que tem como objetivo realizar e atender a comunidade e os projetos sociais realizados pelas instituições têm bons resultados, pois uma boa formação pode fazer boas alianças que permitirão a elaboração de novos projetos. Sendo assim, fica compreendido que o estágio é de extrema importância para o estudante, pois é através do estágio que o aluno aprende não só a colocar em prática os conhecimentos aprendidos, bem como profissional diante de qualquer situação que venha se deparar durante a vida. 6 REFERÊNCIAS BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996 D’AMBRÓSIO, U. Da realidade à ação: reflexões sobre educação (e) matemática. Campinas. São Paulo: Summus/UNICAMP,1986. LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e Pedagogos, para quê?9 ed. São Paulo: Cortez, 2008. Russo, Angélica. Didática uma proposta reflexiva. 2 ed. Editora: Premius, Fortaleza- CE, 2004. Ferreira, Liliane Soares. Gestão do pedagógico: De qual pedagógico se fala? Currículo sem fronteiras V.14, n.2, p. 176-189, Jul./Dez.2008. GADOTTI, Moacir. A questão da educação formal / não-formal, 2005. TAVARES, Andrezza Maria Batista do Nascimento. O Pedagogo como agente de transformação social para além de muros de escola. Tese (Doutorado) Natal/RN, 2010. PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Soares Lucena Estágio e Docência. 3ªed. São Paulo: Cortez, 2008. VYGOTSKI, Lev Semionovitch. Imaginação e criação na infância: ensaio psicológico: livro para professores. Tradução de Zoia Prestes. 1. Ed. São Paulo, SP: Ática, 2009. 2 , p. 19-34.