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6. O USO DO PRONOME (VÓS/2a. PESSOA PLURAL) É 
CHAMADO 
DE PLURAL DE CERIMÔNIA, OK? 
7. A/ GENTE: ESSA FORMA EQUIVALE A NÓS? MAS... 
É BOM USAR O VERBO NO SINGULAR, CERTO? 
EX: A GENTE VAMOS OU A GENTE VAI? 
PRONOMES OBLÍQUOS ÁTONOS 
1a pessoa: me (singular), nos (plural). 2a pessoa: te 
(singular), vos (plural). 
3a pessoa: se (singular ou plural), lhe, lhes, o, a, os, as. 
EMPREGO DOS PRONOMES: (Te) 
1. MUITA ATENÇÃO À uniformidade de tratamento, você 
não pode usar formas de 3a pessoa com formas de 2a 
pessoa na mesma frase, ou se usa tudo na 2a pessoa ou 
se usa tudo na 3a pessoa. 
Exemplo: 
Você nunca fez (3a. pessoa) mal a ninguém, por isso eu 
te (2a. pessoa) admiro. (inadequado) 
Tu nunca fizeste (2a. pessoa) mal a ninguém, por isso 
eu te (2a. pessoa) admiro. adequado) 
EMPREGO DOS PRONOMES: (Nos) 
No discurso, o nos (além das demais formas de 1a. pessoa 
do plural) pode cumprir os 
seguintes papéis: 
>1. Designar um sujeito coletivo que se responsabiliza pelo 
que foi dito: Nós já nos demos conta de nossos erros e 
corrigi-los-emos tão logo. 
>2. Incluir enunciador e leitor, para aproximá-los: O Brasil 
ainda pode deixar de ser conhecido como um país corrupto 
se nos unirmos e usarmos bem nossa arma democrática 
mais preciosa: o voto. 
>3. Evitar a 1a. pessoa do singular como estratégia de 
polidez ou modéstia: Nós só conseguimos realizar tal feito, 
pois nos empenhamos com muito vigor nesse projeto. 
>4. Marcar um sujeito “institucional” (representado por 
alguma instituição): Nós, o BNDES, nos colocamos à 
disposição daqueles que querem investir em soluções 
realmente eficazes. 
>4. Indicar um enunciador coletivo (de modo vago): Não é 
verdade que sempre nos tacharam de coniventes com a 
postura política de nosso país? 
EMPREGO DOS PRONOMES: (Lhe / Lhes) 
O pronome oblíquo lhe pode ser substituído por “a ele(a/s), 
para ele(a/s), nele(a/s)”, ou por qualquer pronome de 
tratamento após as preposições “a, para, em”. 
Agradecemos-lhes a ajuda sincera. (Agradecemos a 
eles...) 
A mãe lhe comprou uma boneca? (... comprou uma 
boneca para você?) 
Deus criou o homem e infundiu-lhe um espírito imortal. (... 
infundiu no homem...) 
EMPREGO DOS PRONOMES: (o, a, os, as) 
Os pronomes oblíquos átonos de 3a pessoa o(s), a(s), se 
estiverem ligados a verbos terminados em -r, -s e -z, viram 
-lo(s), -la(s). Se estiverem ligados a verbos terminados em 
ditongo nasal (-am, -em, -ão, -õe...), viram-no(s), -na(s): 
Vou resolver uma questão. = Vou resolvê-la. 
Fiz o concurso porque quis o emprego de funcionário 
público. = Fi-lo porque qui-lo. 
(ou... porque o quis) 
Apagaram nossos arquivos. = Apagaram-nos. 
Você põe a mão onde não deve. = Você põe-na onde não 
deve. 
Tu pões a mão onde não deves. = Tu põe-la onde não 
deves. 
Não confunda o nos (1a pessoa do plural) e o nos (3a 
pessoa do plural), pois o mau uso deles pode 
provocar ambiguidade. 
Os jornais chamaram-nos de extorsores. (Chamaram a 
eles ou a nós?) 
Para desfazer a ambiguidade, basta colocar o pronome 
oblíquo átono antes do verbo: 
“Os jornais nos chamaram de extorsores. (1a p. pl.) / Os 
jornais os chamaram de extorsores. (3a p. 
pl.)”. 
OLHA ESSA (QUESTION): 
Basta de discussão sobre a roupa! Ele dar-ma-á de 
presente e pronto. = Ele dará a roupa (= a) para 
mim (= me) ... (me + a = ma) … 
Ele viu o carro e instou com o dono para que lho vendesse. 
= ... para que vendesse o carro (= o) a ele 
(= lhe) ... (lhe + o = lho) – Deram-ta! = Deram-te uma bela 
lição (= a)!... (te + a = tá) ... 
REVISÃO DE BASE 13 O PRONOME II 
COLOCAÇÃO PRONOMINAL: 
É a correta posição dos pronomes oblíquos átonos junto 
aos verbos: próclise, ênclise e mesóclise. 
me/ te/ se/ o (s) /a (s) /nos/ vos/ lhe (s) 
NÃO ESQUEÇA, MEU CARO FILHOTE DE CADETE! 
As pronomes oblíquos átonos: o, a, os, as (que viram -lo, -
la, -los, -las diante de verbos terminados em -r, -s e -z ou 
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viram -no, -na, -nos, -nas diante de verbos terminados em 
ditongo nasal (exceto os verbos no futuro do indicativo). 
Ex.: 
>Pintei uma casa. > (Pintei-a.) 
>Vou limpar uma casa > (Vou limpá-la.) 
>Eles limparam uma casa. > (Eles limparam-na.) 
>Eles limparão a casa. > (Eles limparão-na. – 
INCORRETINHO, FILHOTES!). 
PRÓCLISE 
É o nome que se dá à colocação pronominal antes do 
verbo. É usada nestes casos: 
1. Palavra de sentido negativo antes do verbo* 
– Não se esqueça de mim. 
* não, nunca, nada, ninguém, nem, jamais, tampouco, 
sequer etc. 
Obs.: Após pausa (vírgula, ponto e vírgula... entre qualquer 
palavra atrativa e o verbo), usa se ênclise: Não; esqueça-
se de mim! 
2. Advérbio ou palavra denotativa antes do verbo* 
– Agora se negam a depor. (* já, talvez, só, somente, 
apenas, ainda, sempre, talvez, também, até, inclusive, 
mesmo, exclusive, aqui, hoje, provavelmente, por que, 
onde, como, quando etc.) 
Obs.: Se houver pausa (vírgula, ponto e vírgula...) após o 
advérbio, usa-se a ênclise: “Agora, negam-se a depor”. 
Segundo o gramático Rocha Lima, se houver repetição de 
pronomes átonos após pausas, em estrutura de 
coordenação, pode-se usar a próclise (ou a ênclise): “Ele 
se ajeitou, se concentrou, se arrumou e se despediu.” 
Quando o pronome tem funções sintáticas diferentes ou 
quando se quer dar ênfase, a repetição é obrigatória: “Eu 
o examinei e lhe receitei um remédio.” 
3. Conjunções e locuções subordinativas antes do 
verbo* 
– Soube que me negariam. (* que, se, como, quando, 
assim que, para que, à medida que, já que, embora, 
consoante etc.) 
CUIDADO!!! 
1. Ainda que a conjunção esteja oculta, haverá próclise: 
“Como não o achei, pedi-lhe (que) me procurasse.” 
2. Informação que cabe para qualquer caso de próclise: 
ignora-se a expressão intercalada, colocando antes do 
verbo, pois seu antecedente ainda é uma palavra atrativa: 
“Mesmo quem, diante de situações precárias, se encontra 
calmo, padece.” 
“Os homens, a quem muito amei, me eram (eram-me) 
leais.” 
“Nunca, mesmo depois da separação, me comuniquei 
(comuniquei-me) com ela.” 
3. A próclise é recomendada em orações subordinadas 
(substantivas, adjetivas ou adverbiais) cujo verbo está 
flexionado (sem vírgula separando a “palavra atrativa” do 
pronome átono): 
>Sabemos que a verdade te apetece. 
>A mulher cujo marido nos empregou é muito simpática. 
>Embora o programa lhe desse informações confiáveis, foi 
surpreendido um dia desses. 
* Porém, tanto faz a colocação quando entre a palavra 
atrativa e o pronome houver um sujeito: 
>“É verdade que meu pai aborrecia-me.” 
> “É verdade que meu pai me aborrecia.”. 
4. Pronomes relativos antes do verbo* 
– Identificaram-se duas pessoas que se encontravam 
desaparecidas. 
* que, o qual (e variações), cujo, quem, quanto (e 
variações), onde, como, quando. 
Obs.: Em linguagem literária, encontramos uma colocação 
raríssima (inexistente nos registros formais no estágio 
atual da língua) chamada de apossínclise, em que o 
pronome vem antes da palavra negativa, normalmente: 
“Convidei duas pessoas que se não falavam há tempos.” 
5. Pronomes indefinidos antes do verbo* 
– Poucos te deram a oportunidade. 
* alguns, todos, tudo, alguém, qualquer, outro, outrem etc. 
6. Pronomes interrogativos antes do verbo* 
– Quem te fez a encomenda? 
* que, quem, qual, quanto. 
7. Entre a preposição em e o verbo no gerúndio 
– Em se plantando tudo dá. 
Obs.: O Pronome virá antes do gerúndio também se 
estiver modificado por um advérbio: 
“João não era ligado a dinheiro, pouco se importando com 
o conforto advindo dele.” 
8. Com certas conjunções coordenativas aditivas e 
certas alternativas antes do verbo* 
– Ora me ajuda, ora não me ajuda. 
– Não foi nem se lembrou de ir. 
* nem, não só/apenas/somente..., mas/como 
(também/ainda/senão) ..., tanto... 
quanto/como..., que, ou... ou, ora...ora, quer... quer..., já... 
já... 
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9. Orações exclamativase optativas (exprimem 
desejo) 
– Quanto se ofendem por nada, rapazes! 
– Deus te proteja, meu filho, e que bons ventos o tragam 
logo. 
10. Com o infinitivo flexionado precedido de 
preposição 
– Foram ajudados por nos trazerem até aqui. 
11) Com formas verbais proparoxítonas 
– Nós lhes desobedecíamos sempre. 
12. Com o numeral ambos 
– Ambos te abraçaram com cuidado. 
BIZURADA IMPORTANTE: 
Muitos gramáticos chamam de palavras atrativas os 
termos que antecedem um verbo, implicando a realização 
da próclise. 
ÊNCLISE 
É a colocação pronominal depois do verbo; ela é usada 
quando não há caso para próclise: 
1. Verbo no início da oração sem palavra atrativa 
– Vou-me embora daqui! 
Obs.: Com palavra atrativa: “Já me vou embora daqui!” 
2. Pausa antes do verbo sem palavra atrativa 
– Se eu ganho na loteria, mudo-me hoje mesmo. 
Obs.: Com palavra atrativa: “Se eu ganho na loteria, tão 
logo me mudo.” 
3. Verbo no imperativo afirmativo sem palavra atrativa 
– Quando eu der o sinal, silenciem-se todos. 
Obs.: Com palavra atrativa: “Enquanto eu não avisar, 
jamais vos silenciem.” 
4. Verbo no infinitivo não flexionado sem palavra 
atrativa 
– Machucar-te não era minha intenção. 
Obs.: Os pronomes “-lo, -la, -los, -las” virão sempre 
enclíticos aos infinitivos não flexionados 
antecedidos da preposição a: 
“Estou inclinado a perdoá-lo. / Apesar de tudo, continuo 
disposto a ajudá-la.” Com palavra atrativa: 
5. Verbo no gerúndio sem palavra atrativa 
– Recusou a proposta, fazendo-se de desentendida. 
Obs.: Com palavra atrativa: “Recusou a proposta, não se 
fazendo de desentendida.” 
MESÓCLISE 
É a colocação pronominal no meio do verbo 
(extremamente formal): 
1. Verbo no futuro do presente do indicativo sem 
palavra atrativa 
– Realizar-se-á, na próxima semana, um grande evento 
em prol da paz no mundo. 
Obs.: O pronome sempre ficará entre o r do verbo e a 
terminação do verbo: 
“Daremos um beijo no teu rosto. = Dar-te-emos um beijo 
no rosto.” 
Com palavra atrativa, a próclise é OBRIGATÓRIA: 
“Talvez se realizará, na próxima semana, um grande 
evento.” 
2. Verbo no futuro do pretérito do indicativo sem 
palavra atrativa 
– Não fosse o meu compromisso, acompanhá-la-ia nesta 
viagem. 
Obs.: Com palavra atrativa:> 
“Mesmo não havendo compromisso, nunca te 
acompanharia nesta viagem.” 
CASOS FACULTATIVOS 
1. Pronomes demonstrativos antes do verbo sem palavra 
atrativa. * 
– Aquilo me deixou triste / Aquilo deixou-me triste. 
* este (e variações), isto; esse (e variações), isso; aquele 
(e variações), aquilo. 
2. Conjunções coordenativas (exceto aquelas 
mencionadas nos casos de próclise) antes do verbo 
sem palavra atrativa. 
– Ele chegou e dirigiu-se a mim. / Ele chegou e se dirigiu a 
mim. 
– Corri atrás da bola, mas me escapou. / Corri atrás da 
bola, mas escapou-me. 
3. Sujeito explícito com núcleo pronominal (pronome 
pessoal reto e de tratamento) antes do verbo sem 
palavra atrativa. 
– Ele se retirou. / Ele retirou-se. 
– Eu te considerarei. / Eu considerar-te-ei. 
– Sua Excelência se queixou de você. / Sua Excelência 
queixou-se de você. 
Obs.: Com verbos monossilábicos, a eufonia ordena que 
se use a próclise, segundo bem nos 
lembra Manoel Pinto Ribeiro: “Eu a vi ontem, e não Eu vi-
a ontem.” 
4. Sujeito explícito com núcleo substantivo (ou 
numeral) antes do verbo sem palavra atrativa. 
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– Camila te ama ou Camila ama-te. / Os três se amam ou 
os três amam-se. 
5. Infinitivo não flexionado precedido de “palavras 
atrativas” ou das preposições “para, em, por, sem, de, 
até, a”. 
– Meu desejo era não o incomodar. / Meu desejo era não 
incomodá-lo. 
– Calei-me para não contrariá-lo. / Calei-me para não o 
contrariar. 
– Corri para o defender. / Corri para defendê-lo. 
– Acabou de se quebrar o painel. / Acabou de quebrar-se 
o painel. 
– Sem lhe dar de comer, ele passará mal. / Sem dar-lhe de 
comer, ele passará mal. 
– Até se formar, vai demorar muito. / Até formar-se, vai 
demorar muito. 
– Erro agora em lhe permitir sair? / Erro agora em permitir-
lhe sair? 
– Por se fazer de bobo, enganou a muitos. / Por fazer-se 
de bobo, enganou a muitos. 
– Estou pronto a te acompanhar. / Estou pronto a 
acompanhar-te. 
A POSIÇÃO DOS PRONOMES NAS LOCUÇÕES 
VERBAIS: 
1. Quando o verbo principal for constituído por um 
particípio, o pronome oblíquo virá depois do verbo 
auxiliar. 
– Haviam-me convidado para a festa. 
Obs.: O hífen que liga o verbo auxiliar ao PRONOME é 
facultativo, MAS, a 
rigidez da gramática tradicional ainda insiste no seu uso. 
Se, antes do “tempo composto” (locução verbal formada 
por “ter/haver + particípio”), 
houver palavra atrativa, o pronome oblíquo ficará antes do 
verbo auxiliar. 
– Não me haviam convidado para a festa. 
Se o verbo auxiliar estiver no futuro do presente ou no 
futuro do pretérito, ocorrerá a 
mesóclise, desde que não haja antes dele palavra atrativa. 
– Haver-me-iam convidado para a festa? 
2. Quando o verbo principal for constituído por um 
infinitivo ou um gerúndio, se não houver palavra 
atrativa, o pronome oblíquo virá depois do verbo 
auxiliar (com hífen), antes do principal (sem hífen) ou 
depois do verbo principal (com hífen). 
– Devo-lhe esclarecer o ocorrido. / Devo lhe esclarecer o 
ocorrido. / Devo esclarecer lhe o ocorrido. 
– Estavam-me chamando pelo rádio. / Estavam me 
chamando pelo rádio. / Estavam chamando-me pelo rádio. 
Havendo palavra atrativa, o pronome poderá ser colocado 
antes do verbo auxiliar ou depois do verbo principal. 
– Não posso esclarecer-lhe o ocorrido. / Não lhe posso 
esclarecer mais nada. 
– Não estavam chamando-me. / Não me estavam 
chamando. 
BIZURADA IMPORTANTE: 
Por motivo de eufonia, a tradição gramatical diz que se 
elimina o s final dos verbos na 1a pessoa do plural 
seguidos do pronome nos: 
– Inscrevemos + nos no curso = Inscrevemo-nos no curso. 
– Conservamos + nos jovens = Conservamo-nos jovens. 
REVISÃO DE BASE 14 
PRONOMES OBLÍQUOS TÔNICOS 
1a pessoa: mim, comigo (singular); nós, conosco (plural). 
2a pessoa: ti, contigo (singular); vós, convosco (plural). 
3a pessoa: si, consigo (singular ou plural); ele(a/s) 
(singular ou plural). 
São sempre precedidos de preposição! Podem exercer 
função sintática de objeto direto, objeto indireto, 
complemento nominal, agente da passiva, adjunto 
adnominal, adjunto adverbial, dativo de opinião*. 
– Convidou-me e a ti também. (objeto direto – 
preposicionado) 
– Ela não só aludiu a nós também. (objeto indireto) 
– Estamos preocupados contigo, mano! (complemento 
nominal) 
– É muito bom quando a Argentina é derrotada por nós. 
(agente da passiva) 
– O carro deles é gigante. (adjunto adnominal) 
– Ontem eu saiu convosco por causa dela. (adjunto 
adverbial) 
– Para nós, ele não tem caráter. (dativo de opinião) - 
objeto indireto por extensão. 
VAMOS AOS MIÚDOS, MEU CARO FILHOTE DE 
CADETE! 
Mim – Nunca houve nada entre mim e ti. 
É agora? “Nunca houve nada entre eu e você.”. 
O eu só poderia vir após a preposição se fosse sujeito de 
um verbo: “Entre eu sair e tu saíres, saio eu!” 
Então: nessa estrutura de reciprocidade, com a preposição 
entre, podemos usar mim, ti, nós, vós, ele(a/s) e 
quaisquer pronomes de tratamento. 
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