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BANCO 
DE
DADOS
Prof. Me. Márcio Fabiano. O. de M. Santos
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA
1
Bem-vindos à 
disciplina
Professor Márcio Fabiano O. de M SantosCENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA
Banco
de
Dados
CAPÍTULO 2:
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de 
Dados
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
INTRODUÇÃO
➢ Atualmente, o uso dos bancos de dados pela sociedade é totalmente 
indispensável, pois estes visam facilitar a manutenção de dados essenciais às 
organizações ou, também, ao uso pessoal;
➢ Um banco de dados mal projetado pode trazer certos prejuízos às 
organizações, devido a sua alta complexidade em relação às suas estruturas. 
4
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
INTRODUÇÃO
➢ Para projetar um banco de dados capaz de atender as necessidades dos 
usuários finais, é preciso entender a técnica de abstração, os modelos de 
dados e como se modelar os dados. 
5
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
ABSTRAÇÃO
➢ As abstrações auxiliam a entender, classificar e modelar uma realidade, ou 
seja, algo do mundo real que seja importante para os envolvidos;
➢ No caso dos bancos de dados, os envolvidos podem ser usuários finais, 
projetistas, analistas, administradores de banco de dados dentre outros;
6
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
ABSTRAÇÃO
➢ Abstração ou a capacidade de abstração é um processo mental utilizado para 
selecionar determinadas características e propriedades de um conjunto de 
objetos ou fatos, e também para descartar outras características 
consideradas não relevantes em certo contexto (Machado, 2014);
➢ A abstração é aplicada sempre em contextos específicos, quando 
determinados conjuntos de propriedades são relevantes, sendo descartadas 
as características que não são importantes após uma análise contextualizada.
7
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
ABSTRAÇÃO
➢ Quando se fala em abstração no contexto de banco de dados, tem-se que a 
fonte dessas abstrações é denominada minimundo ou universo do discurso 
que representa uma descrição formal de uma realidade do mundo real 
captada pelo analista que mostra uma visão de como será o processo de 
negócio;
➢ Qualquer eventual mudança no minimundo reflete diretamente no banco de 
dados, ou seja, é possível dizer que o minimundo funciona como as regras de 
negócio de uma organização. 8
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
ABSTRAÇÃO
Exemplo: Abstração de um conjunto de carros em visões comerciais diferentes.
9
Site de vendas de automóveis:
➢ Cor;
➢ Número de portas;
➢ Tamanho;
➢ Tipo das rodas; 
➢ Etc.
Site de aluguel de automóveis:
➢ Ano de fabricação;
➢ Potência do motor;
➢ Autonomia;
➢ Quilometragem;
➢ Etc.
Figura 1 – Imagens de carros 
Fonte: SHUTTERSTOCK, 2018.
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
MODELO DE DADOS
➢ Um modelo de dados pode ser definido como um conjunto de conceitos e 
técnicas que podem ser utilizados para descrever a estrutura e as operações 
em um banco de dados (ELMASRI; NAVATHE, 2010). 
➢ A busca pelo melhor gerenciamento de dados resultou em distintos modelos; 
em geral, os modelos de dados buscam suprir as falhas encontradas em 
sistemas de arquivos (ROB; CORONEL, 2010).
10
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
MODELO DE DADOS
➢ Modelo Hierárquico
o É determinado por uma estrutura de árvore, no sentido da raiz (pai) até as 
folhas (filhos). 
o Essa estrutura possui os chamados níveis ou segmentos, que equivalem ao 
tipo de registro em um sistema de arquivos.
11
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
MODELO DE DADOS
➢ Modelo Hierárquico
o O nível superior (raiz) é chamado de pai do nível imediatamente abaixo 
dele, que também pode ser chamado de nível filho, e o filho poderá 
também ser pai do próximo nível abaixo e assim por diante;
o O M.H. representa um conjunto de relacionamentos um para muitos (1:N) 
entre um pai e seus filhos. Porém, cada pai pode ter muitos filhos, mas 
cada filho só pode possuir um pai. 12
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
Exemplo: 
13
Figura 2 – Estrutura Hierárquica de uma empresa
Fonte: Elaborada pelo autor.
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
MODELO DE DADOS
➢ Modelo de rede
o Teve como principal característica a representação de relacionamentos de 
dados complexos de forma mais eficiente que o modelo hierárquico, 
visando melhorar o desempenho dos bancos de dados, bem como impor 
um padrão a eles. 
o A falta de um padrão foi um grande problema aos projetistas de banco de 
dados, pois dificultava a portabilidade de projetos e aplicações. 14
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
MODELO DE DADOS
➢ Modelo de rede
o Nesse modelo de rede, o usuário percebe o banco de dados como uma 
coletânea de registros que possuem o relacionamento um para muitos 
(1:N). 
o No entanto, o modelo de rede difere do modelo hierárquico, pois permite 
que um registro tenha mais de um pai. 
15
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
Exemplo: 
16
Figura 3 – Modelo de dados em rede.
Fonte: ROB; CORONEL, 2010. p. 39.
Tipos de registro:
➢ CLIENTE;
➢ REPCOMERCIAL;
➢ FATURA,
➢ FAT_LINHA;
➢ PRODUTO;
➢ PAGAMENTO 
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
Exemplo: 
17
Figura 3 – Modelo de dados em rede.
Fonte: ROB; CORONEL, 2010. p. 39.
Tipos de registro:
➢ CLIENTE;
➢ REPCOMERCIAL;
➢ FATURA,
➢ FAT_LINHA;
➢ PRODUTO;
➢ PAGAMENTO 
Note que o registro FATURA, 
por exemplo, é filho de 
REPCOMERCIAL e CLIENTE, 
relacionamento este que o 
modelo hierárquico não 
permitiria.
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
MODELO DE DADOS
➢ Modelo de rede
o Apesar de possuir um relacionamento que torna as consultas mais 
eficientes – por não depender de um único nó raiz para iniciar a pesquisa –, 
o modelo em rede ainda apresenta alguns problemas. 
o A falta de um recurso para a elaboração de consultas resultava na criação 
de códigos para a produção de relatórios simples. 
18
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
MODELO DE DADOS
➢ Modelo de rede
o Além disso, alterações estruturais poderiam prejudicar os aplicativos que 
utilizavam o banco de dados. 
o Por conta dos diversos problemas, na década de 1980, os modelos de 
dados hierárquicos e em rede foram amplamente substituídos pelo 
modelo relacional.
19
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
MODELO DE DADOS
➢ Modelo de relacional
o É um modelo baseado na concepção de que as informações em um banco 
de dados podem ser consideradas como relações matemáticas. 
o Estas relações são representadas através de tabelas, nas quais as linhas 
são as ocorrências de uma entidade, e ascolunas, seus atributos.
20
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
MODELO DE DADOS
➢ Modelo de relacional
o O relacionamento entre as tabelas se dá por meio do compartilhamento de 
determinado atributo que seja comum entre as tabelas, criando uma 
referência entre elas. 
21
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
Exemplo: 
22
Figura 4 – Ligação de tabelas relacionais.
Fonte: ROB; CORONEL, 2010. p. 41.
Ao lado, as tabelas 
CORRETOR e CLIENTE 
compartilham o atributo 
AGENT_CODE.
CAPÍTULO 3:
Projeto de Banco de Dados:
Modelagem Conceitual
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
24
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
INTRODUÇÃO
➢ Um bom projeto de banco de dados é embasado pelo uso de técnicas 
previamente desenvolvidas e conhecidas pelos projetistas de banco de 
dados;
➢ O uso dessas técnicas permite a validação de requisitos junto aos usuários 
finais de banco de dados – para quem os BDs são projetados – por conter 
esquemas simples e de fácil entendimento.
25
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
INTRODUÇÃO
➢ Outro fator importante do uso de modelos de dados conceituais é que se 
permite o compartilhamento de soluções já modeladas, visto que 
determinado problema pode ser comum a vários usuários.
26
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO (ER)
➢ Modelo entidade-relacionamento (ER) foi publicado por Peter Chen em 1976 
em seu artigo The Entity-Relationship Model: Toward a Unified View of Data 
(CHEN, 1976). 
➢ O modelo ER é conceitual e tem como objetivo representar o mundo real 
como entidades e seus relacionamentos com outras entidades.
➢ Segundo Peter Chen, para se visualizar uma realidade, é preciso se basear nos 
relacionamentos entre as entidades que retratam os fatos de tal realidade. 27
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO (ER)
➢ Dessa forma, tanto as entidades quanto os relacionamentos podem possuir 
atributos que auxiliam na caracterização da realidade que está sendo 
modelada.
28
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO (ER)
➢ Entidade
✓ Um dos objetos básicos que o modelo entidade-relacionamento utiliza 
para representar partes envolvidas de determinado domínio são as 
entidades, que representam algo do mundo real que possui uma 
existência independente, seja física ou conceitualmente.
29
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO (ER)
➢ Tipos de entidades 
✓ Entidades físicas: são aquelas cuja existência é tangível, ou seja, elas existem e 
são visíveis no mundo real.
✓ qualquer “coisa” do mundo real que possua uma existência física é chamada 
de entidade física.
 Exemplo: pessoa, um carro, um prédio, livros, roupas, perfumes, computadores.
30
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO (ER)
➢ Tipos de entidades 
✓ Entidades conceituais: também chamadas de entidades lógicas – são aquelas 
que existem devido à interação com outras entidades, com uma existência 
conceitual, ou aquelas que fazem sentido em determinado contexto, porém, 
não existem fisicamente no mundo real. 
Exemplo: uma empresa ou um curso são entidades lógicas. Note que não 
estamos falando da sede da empresa ou do curso – que normalmente estão 
localizados em construções prediais –, estamos falando de seus conceitos. 31
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO (ER)
➢ Classificação das entidades
 
✓ Entidades fortes: são entidades cuja existência é independente de outras 
entidades ou aquelas que representam algo do mundo real com existência 
própria. 
✓ Entidades fracas: são entidades cuja existência depende de outras entidades 
para existirem, pois, sozinhas, não fazem sentido. 
32
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO (ER)
Exemplo: 
33
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO (ER)
➢ Atributos
 
✓ Atributos são as propriedades que descrevem as entidades. Por exemplo, 
uma entidade Aluno possui diversas características comuns às suas 
instâncias.
✓ Essas características podem ser o nome, sobrenome, e-mail, telefone e 
número de matrícula.
34
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO (ER)
➢ Atributos
 
✓ A notação original do modelo ER apresentada por Peter Chen representa os 
atributos de uma entidade como elipses ligadas aos retângulos das 
respectivas entidades
35
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO (ER)
➢ Tipos de atributos
36
Atributo Simples
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BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO (ER)
➢ Tipos de atributos
37
Atributo composto
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO (ER)
➢ Tipos de atributos
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Atributo monovalorado
Atributo multivalorado
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BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO (ER)
➢ Atributos
 
✓ Entidades
39
Atributo derivado
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BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO
➢ RELACIONAMENTOS
o Um relacionamento pode ser expresso por uma associação entre 
entidades. 
o Logo, as entidades que participam de um relacionamento são chamadas 
de entidades participantes. 
40
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO
➢ RELACIONAMENTOS
o Os relacionamentos possuem papéis, que são identificados pelos nomes 
que os descrevem. 
o Dessa forma, é possível identificar diversos relacionamentos entre as 
mesmas entidades.
41
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO
➢ CHAVE PRIMÁRIA
o É um atributo que identifica exclusivamente uma entidade.
Exemplo:
42
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO
➢ CHAVE ESTRANGEIRA
o Uma chave estrangeira é um conjunto de uma ou mais atributos de uma 
entidade que se refere à chave primária em outra entidade.
43
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO
➢ CHAVE ESTRANGEIRA
44
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO
45
Tipos de cardinalidades de um relacionamento
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO
46
Grau de um relacionamentoCENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO
➢ GENERALIZAÇÃO
o Definição de uma entidade que é um superconjunto de uma outra 
entidade. 
o Processo de generalizar vários conjuntos de entidades em um só conjunto 
de entidade
47
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Conceitual
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO
➢ ESPECIALIZAÇÃO
o Definição de uma entidade que é um subconjunto de uma outra entidade.
o Processo de classificar o conjunto de entidades em conjunto de entidades 
especializados.
48
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Abstração, Modelo de Dados e Modelagem de Banco de Dados
MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO
Exemplo:
49
CAPÍTULO 4:
Projeto de Banco de Dados:
Modelagem Lógica
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Lógica
O modelo lógico 
➢ O modelo relacional permite ao projetista focar na representação lógica dos 
dados e de seus relacionamentos em vez de lidar com detalhes do 
armazenamento físico, tal como ocorria com os modelos hierárquicos e de rede.
➢ Uma perspectiva lógica dos dados é importante, pois ela pode produzir 
metodologias de projeto simples e eficientes. 
➢ As relações exercem um papel fundamental no modelo relacional e, por esse 
motivo, devem ser detalhadas. Por isso, será iniciada uma discussão sobre os 
detalhes da estrutura e do conteúdo das relações.
51
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Lógica
O modelo lógico
➢ A visão lógica de um banco de dados é facilitada pela criação de 
relacionamentos entre dados por meio de uma estrutura lógica conhecida como 
relação (tabela). 
➢ Relação refere-se a uma estrutura matemática que, em banco de dados, é 
comumente chamada de tabela. 
➢ Uma tabela pode ser entendida como uma estrutura bidimensional formada por 
linhas e colunas. 52
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Lógica
O modelo lógico
➢ É factível associar uma tabela como uma representação permanente de uma 
relação lógica, ou seja, de uma relação cujo conteúdo pode ser armazenado e 
utilizado no futuro. 
➢ Uma tabela pode conter um grupo de ocorrências de entidades relacionadas, 
que, por sua vez, podem ser entendidas como um conjunto de entidades. 
53
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Lógica
O modelo lógico
➢ Em seu livro, Rob e Coronel (2010) trazem o seguinte exemplo: considere uma 
tabela denominada “Aluno” que contém um conjunto de entidades ou 
instâncias, cada uma representando um aluno. Logo, é comum utilizar os termos 
tabelas e conjunto de entidades como sinônimos.
54
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
BANCO DE DADOS
Projeto de Banco de Dados – Modelagem Lógica
O modelo lógico
Exemplo:
55
FIM 
DA APRESENTAÇÃO
Bons estudos!
CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA Banco de dados
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