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MODELAGEM E 
IMPLEMENTAÇÃO DE
BANCO DE DADOS COM
SQL
Alfredo Boente
alfredo.boente@uva.br
APRESENTAÇÃO
PROFESSOR X ALUNO
Currículo 2022/23
TRIMESTRAL
Apresentação do Professor
Flavio Viola
email: flavio.viola@uva.br
✓ Doutorado em Engenharia Mecânica (COPPE/UFRJ);
✓ Mestrado (UFF) e Graduação em Ciência da 
Computação (FIAA);
✓ Especialização em Análise e Projeto de 
Desenvolvimento de Sistemas (PUC-RJ).
EMENTA DA 
DISCIPLINA
EMENTA:
Unidade 1: 
- Modelos de Banco de Dados. 
Unidade 2:
- Mapeamento do Modelo E-R para o 
Modelo Relacional. 
Unidade 3:
- Projeto de Banco de Dados.
 
Unidade 4:
- Linguagem de Consulta Estruturada. 
COMPETÊNCIAS
E HABILIDADES
OBJETIVO DA
DISCIPLINA
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES:
As competências gerais desenvolvidas ao longo 
do curso envolvem: a capacidade de realizar 
projetos de banco de dados implementáveis 
com SQL e a habilidade de reconhecer as 
necessidades básicas de banco de dados de 
um projeto. 
OBJETIVO DA DISCIPLINA:
Ao final da disciplina o aluno deverá ser capaz 
de identificar os princípios de bancos de dados 
e bancos de dados relacionais. 
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Reconhecer as técnicas de modelagem 
conceitual e modelagem lógica. 
- Desenvolver o Modelo E-R. 
- Construir um projeto físico de banco de 
dados, abordando todas as etapas e 
componentes do projeto físico, da construção 
das tabelas e índices à definição das 
questões de segurança. 
- Desenvolver códigos SQL visando o uso em 
aplicações de desenvolvimento de software. 
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA:
BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA:
Referências Bibliográficas Básicas 
1. SILBERSCHATZ, Abraham; KORTH, Henry F. e SUDARSHAN, S. 
Sistemas de Banco de Dados. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
2. DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados. 8. ed. 
Rio de Janeiro: Campus, 2004.
3. ELMASRI, Rames; NAVATHE, Shamkant B. Sistemas de Banco de 
Dados. 6. ed. Pearson, 2011.
4. CARDOSO, Virgínia; CARDOSO, Giselle. Linguagem SQL: 
fundamentos e práticas. São Paulo: Saraiva, 2013. ISBN: 
9788502200456. 
5. FERREIRA Baptista, Luciana. Linguagem SQL: guia prático. São 
Paulo: Érica, 2013. ISBN: 9788536503738. 
BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA:
Referências Bibliográficas Complementares 
1. MACHADO, Felipe N. R., ABREU, Maurício P. Projeto de Banco de 
Dados - Uma visão prática. 12 ed. São Paulo: Érica, 2004.
2. COUGO, Paulo. Modelagem Conceitual e Projeto de Banco de 
Dados. 11 ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997. 
3. HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de Banco de Dados. 6. ed. 
Bookman, 2009. 
4. OLIVEIRA, Celso Henrique Poderoso de. SQL: Curso Prático. São 
Paulo: Novatec, 2002. 
5. WATSON, Richard T. Data Management – Bancos de Dados e 
Organizações. 3. ed. São Paulo: LTC, 2004. 
6. BEIGHLEY, Lynn. Use a cabeça: SQL. Rio de Janeiro: Alta Books, 
2010. ISBN: 9788576082101. 
PLANEJAMENTO
DAS AULAS
PLANEJAMENTO DAS AULAS:
CRITÉRIOS DE 
AVALIAÇÃO E
APROVAÇÃO
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:
A4: Atividade Avaliativa .............................. 10,0
CRITÉRIOS DE APROVAÇÃO:
A4 ≥ 6,0 e mínimo de 75% de presença
Então, o aluno estará APROVADO
Observação: Não existe 2ª chamada para a 
Atividade Avaliativa (A4)
Aula 01
Sistema Gerenciador de 
Banco de Dados
Modelo Conceitual de Dados
Sistema Gerenciador de BD
Introdução
De acordo com (Date, 2012), um banco de dados é uma coleção 
organizada de dados estruturados, normalmente armazenados 
eletronicamente em um sistema de computador.
Um banco de dados é geralmente controlado por um, Sistema 
Gerenciador de Banco de Dados. Então, os dados e o SGBD, 
juntamente com os aplicativos associados a eles, são chamados 
de sistema de banco de dados, geralmente abreviados para 
apenas banco de dados.
Sistema Gerenciador de BD
Introdução
Todas as empresas precisam gerenciar de forma assertiva seus 
dados, os dados de seus clientes, os dados de seus produtos etc.
As empresas, hoje conectadas com todo o mundo, estão 
conectadas e manipulam base de dados universal, ou seja, banco 
de dados que obedeçam os padrões estabelecidos pela SQL – 
Structure Query Language, pois o mundo é relacional.
Sistema Gerenciador de BD
Introdução
Os dados nos tipos mais comuns de bancos de dados em operação 
atualmente são modelados em linhas e colunas em uma série de 
tabelas para tornar o processamento e a consulta de dados 
eficientes, a partir de base de dados universal.
Sistema Gerenciador de BD
SGBD Relacional
De acordo com (Navathe, 2005), podemos definir 
um banco de dados como um conjunto de dados
que se relacionam. 
Sistema Gerenciador de BD
SGBD Relacional
Porém, o significado do termo é mais restrito do que esta 
definição. Um banco de dados, necessariamente, possui as 
seguintes propriedades:
• um banco de dados é uma coleção lógica de dados com um 
significado inerente;
• uma disposição desordenada de dados não pode ser um BD;
• um banco de dados é projetado, construído e populado com 
dados para um propósito específico; 
Sistema Gerenciador de BD
SGBD Relacional
• um banco de dados possui um conjunto pré-definido de 
usuários e aplicações;
• um banco de dados representa algum aspecto do mundo real, o 
qual é chamado de “minimundo” e qualquer alteração 
efetuada neste minimundo é automaticamente refletida no 
banco de dados.
Sistema Gerenciador de BD
SGBD Relacional
Um banco de dados é criado e mantido por um conjunto de 
aplicações desenvolvidas especialmente para esta tarefa 
denominado “Sistema Gerenciador de Banco de Dados” (SGBD).
Sistema Gerenciador de BD
SGBD Relacional
Um SGBD é uma coleção de programas que permite a seus 
usuários criar e manipular bancos de dados. 
O conjunto formado por um BD e pelos programas que o 
manipulam é chamado de SGBD. 
Sistema Gerenciador de BD
SGBD Relacional
O SGBD não mantém somente os dados, mas, também, a forma 
como os mesmos são armazenados, através de uma descrição 
completa dos dados armazenados. 
Estas informações são armazenadas no catálogo ou dicionário de 
dados do SGBD, que contém informações como a estrutura de 
cada arquivo, o tipo e o formato de armazenamento de cada tipo 
de dado, restrições etc. 
As informações guardadas neste catálogo são ditas metadados.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de Arquivos
A melhor maneira de entender a natureza geral e as 
características dos bancos de dados de hoje, é olhar para as 
características dos sistemas que antecederam o uso da tecnologia 
de banco de dados: os Sistemas de Gerenciamento de Arquivos. 
Cada usuário define e implementa os arquivos necessários para 
uma aplicação específica, acarretando repetição dos dados e 
gerando inconsistência nas informações. 
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de Arquivos
Por exemplo:
Não existem garantias que a alteração do salário de um funcionário específico seja 
efetuada para os arquivos nos dois. 
Se esta atualização não seja efetivada para os dois sistemas, em algum deles, as 
informações geradas com base neste dado, serão inconsistentes. Não refletirão a 
realidade do negócio. 
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de Arquivos
O acesso aos dados está escrito nos programas que o manipulam, 
subordinando os programas aos arquivos. Isto significa que 
qualquer alteração na estrutura dos arquivos acarretará 
alterações em todos os programas que o acessam. 
Estas alterações sempre envolvem muito tempo e dinheiro.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de Arquivos
A manipulação dos dados contidos nos arquivos pelas aplicações 
específicas dificulta o desenvolvimento de novos sistemas e torna 
a manutenção dos aplicativos difícil e cara. 
O sistema possibilita uma redundância não controlada de dados e 
inconsistência ao permitir que em um sistema um dado seja 
alterado e esse mesmo dado não seja alterado em outro.
A responsabilidade sobre os procedimentos de backupe 
recuperação, está a cargo da aplicação.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de Arquivos
Dessa forma, não podem ser automatizadas e, caso o responsável 
pela aplicação não efetue estes backups sistematicamente, 
podem ocorrem perda de dados.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Um arquivo (tabela) é definido uma única vez e atende a várias 
aplicações, ou seja, existe múltipla visão dos dados.
Armazena-se junto com os dados todas as informações referentes 
à forma como estes foram estruturados e onde eles estão 
armazenados fisicamente. Essas informações estão armazenadas 
no catálogo ou dicionário de dados do SGBD.
Há separação entre programas e dados, e, os acessos são escritos 
no banco de dados e os programas enviam comandos solicitando o 
acesso aos dados. 
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Esse conceito é chamado de abstração de dados, que caracteriza-
se por uma independência entre programas e dados e entre 
programas e 
operações de 
manipulação 
de dados. 
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
É permitido acesso simultâneo de vários usuários ao mesmo 
dado. Essa simultaneidade é tratada através do gerenciamento 
da concorrência.
Procedimentos de backup e recuperação são automatizados.
Diferente do processamento de arquivos, os programas não 
possuem informações sobre o armazenamento dos dados. 
A estrutura dos arquivos de dados é armazenada nos catálogos 
do SGBD.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
O Banco de Dados pode ter sua estrutura alterada sem precisar 
alterar os programas que o acessam. Essa característica é 
chamada independência programa-dados. Um banco de dados 
típico tem muitos usuários e cada usuário pode precisar de 
diferentes visões do banco de dados. Uma visão pode ser:
⚫ Um subconjunto do banco de dados, que atendem critérios 
de necessidades do usuário.
⚫ Uma visão virtual dos dados, derivada dos dados existentes, 
simulando dados/informações que não
estão explicitamente armazenados.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Um SGBD deve permitir o acesso concorrente de diversos 
usuários de forma a serem compartilhados.
O controle de concorrência deve permitir que muitos usuários, 
ao tentar atualizar o mesmo dado, o façam de modo 
controlado, para assegurar que os resultados das atualizações 
sejam corretos. 
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Processamento de Transações
Transação: é um processo que inclui um ou mais acessos no 
banco de dados, como leitura e gravação de registros.
Isolamento: garante que cada transação possa ser efetuada de 
forma isolada de outras transações.
Atomicidade: garante que todas as operações da transação 
sejam realizadas ou nenhuma delas seja. 
Exemplo: 
- Transferência bancária - Leitura de saldo
- Validação de saldo - Débito da conta origem
- Validação da conta de destino - Crédito da conta destino
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Independência de Dados
• “Consiste na capacidade de permitir que haja evolução na 
descrição dos dados da empresa, sem que os sistemas ou 
aplicações tenham que ser alterados”
• “Representa a imunidade das aplicações às mudanças na 
estrutura de armazenagem e estratégias de acesso”
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
A independência dos dados, em relação a aplicação, 
representa o um avanço no sentido de tornar qualquer 
modificação das estruturas dos arquivos imperceptível para os 
programas. Desta forma, as mudanças na organização dos 
dados não geram qualquer necessidade de alteração dos 
programas que o manipulam. Por exemplo:
- Inclusão de um novo campo (atributo) em um arquivo 
(tabela) é feita sem que sejam alterados os programas, pois 
as estruturas dos arquivos não estão definidas nos programas.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Controle de Redundância
“Redundância é armazenar o mesmo dado várias vezes para 
atender diversas aplicações. Para manter a consistência do 
banco de dados, deve-se armazenar o dado uma única vez e 
em apenas um lugar no banco de dados. Isto permite manter a 
consistência, economizar espaço de armazenamento.” 
Em alguns casos, a redundância é necessária, porém ela deve 
ser controlada pelo sistema de gerenciamento de banco de 
dados.“ (Elmasri & Navathe, 2015)
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
“Redundância é um conceito representado pelo controle 
centralizado dos dados compartilhados por diversas 
aplicações, reduzindo a repetição de dados a um mínimo 
justificável e aceita apenas por questão de desempenho.” 
(Cerícola, 1991)
Problemas da redundância de dados:
• Duplicação de esforço para manter os dados atualizados;
• Desperdício de espaço de armazenamento;
• Possibilidade de inconsistência dos dados.
Sistema Gerenciador de BD
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Compartilhamento de Dados 
Permitir a usuários diferentes a utilização simultânea de um 
mesmo dado. Por exemplo:
•As informações sobre clientes podem ser acessadas pelo 
sistema de vendas, de contas a receber e faturamento 
simultaneamente.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Compartilhamento de Dados 
A mesma base de dados sobre empregados pode ser usada 
simultaneamente pelo sistema de recursos humanos e pelo 
sistema de vendas. 
No primeiro caso os dados serão utilizados no processo de 
pagamento e no segundo no processo de alocação dos 
vendedores às áreas de atendimento a cliente.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Restrição de Acesso 
“Um SGBD deve prover controles de segurança e autorização, 
que são utilizados para criar contas e seus respectivos direitos 
de acesso quando múltiplos usuários compartilham um banco 
de dados.” (Navathe, 2015)
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Restrição de Acesso 
“Os controles de segurança abrangem conceitos tais como: 
procedimentos de validação e controle, garantia de 
integridade e controle de acesso, que visam resguardar o 
banco de dados de uma possível perda ou destruição de dados 
seja por falha de programa ou por falha de equipamento.” 
(Cerícola, 1991)
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Restrição de Integridade 
A maioria dos SGBDs proveem certas restrições de integridade 
que devem ser aplicadas aos dados. O SGBD deve ter 
mecanismos para possibilitar a definição das restrições e 
assegurar o respeito a estas. 
Um exemplo de restrição de integridade é a definição de um 
tipo de dado (data type) para cada item de dado.
O SGBD aceitará apenas os tipos definidos ou seja azul, 
vermelho, amarelo e verde como válidos para este atributo
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Restrição de Integridade 
Se o usuário tentasse informar, por exemplo, o valor branco 
para o atributo cor da parede, o sistema acusaria um erro.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Mecanismo de Backup e Recuperação 
Um SGBD deve prover facilidades para recuperação de falhas 
do hardware ou software.
Estes mecanismos evitam que cada aplicação tenha que 
projetar e desenvolver seus próprios controles contra a perda 
de dados.
• Falha: Ocorre no nível mais baixo do hardware ou software.
• Uma fonte queimar
• Uma linha de código errada
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Mecanismo de Backup e Recuperação 
• Defeito: O defeito é o que é percebido pelo usuário, é a 
representação de um erro no universo do usuário.
• Erro: Uma falha pode gerar um erro. Um erro é a representação 
da falha no universo da informação (dados).
• Por consequência de uma falha um dado foi corrompido.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Múltiplas Interfaces
Um ambiente de banco de dados é acessado por variados tipos 
de usuários com variadas necessidades de informaçãoe com 
diferentes níveis de conhecimento técnico. 
Para atender esta diversidade usuários, o SGBD deva fornecer 
diferentes tipos de interfaces. 
Múltiplas Interfaces
Um ambiente de banco de dados é acessado por variados tipos 
de usuários com variadas necessidades de informação e com 
diferentes níveis de conhecimento técnico. 
Para atender esta diversidade usuários, o SGBD deva fornecer 
diferentes tipos de interfaces. 
Sistema Gerenciador de BD
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Múltiplas Interfaces
Dessa forma, este ambiente disponibiliza:
- Linguagens de consulta para usuários casuais;
- Linguagens de programação para programadores de aplicações;
- Interfaces gráficas com formulários (telas) e menus para usuários
 paramétricos;
- Interfaces para administração do banco de dados;
- Linguagem natural.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Benefícios de um SGBD
Os ambientes de bancos de dados fornecem uma série de 
vantagens na sua adoção:
• Potencial para o estabelecimento e o cumprimento de 
padrões
• Garantir o uso de padrões na organização, códigos, 
nomes, datas
• Flexibilidade de mudanças
• Alteração da estrutura dos dados de forma simples
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Benefícios de um SGBD
• Redução no tempo de desenvolvimento de novas 
aplicações
• Encapsulamento das regras de armazenamento e 
integrações
 
• Disponibilidade de informação atualizada
• Logo que um dado é atualizado, ele está disponível 
para os usuários
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Arquitetura de um SGBD
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Nos primeiros sistemas de informação, dados e processos eram 
mantidos juntos em um mesmo arquivo.
Dados e processos foram separados. Em um primeiro 
momento, estas ferramentas mantinham as funções básicas de 
criação e manipulação dos dados independentes das 
aplicações. 
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Em um segundo momento apresentando as características dos 
SGBDs.
Em um segundo momento apresentando as características dos 
SGBDs.
Surgiram os bancos de 
dados centralizados como 
uma evolução do uso de 
SGBDs.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Em seguida tivemos os bancos de
dados cliente-servidor (com 
servidor de arquivo)
 Com servidor de banco de dados.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Mais tarde, surgiram os 
bancos de dados 
distribuídos.
Mais tarde, surgiram os 
bancos de dados 
distribuídos.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Como tecnologia avançada, visando armazenar um expressivo 
volume de dados, surgiu o DataWarehouse.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
A evolução e a necessidade de um grandioso armazém de 
dados, surgiu o Big Data.
https://datasciencedojo.com/blog/10-vs-of-big-data/
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Big Data.
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Aprendizagem Baseada em Problemas
Situação-problema:
Nos dias atuais é dito que os dados são o novo petróleo, ou seja, o 
bem mais valioso existente. Será que há afirmação anterior é 
válida? 
Isso nos leva a pensar no porquê
precisamos aprender sobre banco 
de dados e qual sua importância 
para os sistemas computacionais. 
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Aprendizagem Baseada em Problemas
Situação-problema:
Tendo os dados tanta importância em uma sociedade digital, é 
natural que se tenha uma preocupação nos relacionamentos dos 
mesmos. Isso nos leva a um último questionamento: 
Como utilizar uma abordagem que combine armazenamento 
eficiente com a possibilidade de corretamente estabelecer 
relacionamento entre eles?
Sistema Gerenciador de BD
Sistema Gerenciador de BD
Aprendizagem Baseada em Problemas
Metodologia:
Os estudantes dividem-se em DUPLAS e discutem sobre a 
importância do banco de dados numa empresa, elucidando suas 
vantagens e desvantagens.
Tempo máximo estimado é de 30 minutos.
 
 Após a discussão em DUPLA, um aluno orador
 apresentará para toda a turma a análise
 realizada sobre o assunto em questão.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Abordagem relacional – Base Universal
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Banco de Dados Conceitual
A implementação de banco de dados refere-se a criação e 
manipulação de banco de dados a partir de uma linguagem não-
procedural, aceita por certo SGBD, resultado proveniente de um 
projeto de banco de dados.
Para todo o projeto de banco de dados, recomenda-se trabalhar 
sua implementação em base de dados universal, ou seja, baseada 
em SQL – Structure Query Language, Linguagem de Consulta 
Estruturada.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Banco de Dados Conceitual
Para um projeto de banco de dados, existe em três 
modelos/categorias distintas: 
- Modelo Conceitual 
- Modelo Lógico 
- Modelo Físico 
Antes de tratarmos os projetos de bancos de dados, vamos 
relembrar aqui os tipos de bancos de dados existentes, 
enfatizando no tipo de banco de dados mais utilizado nos dias 
atuais, universalmente. 
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Banco de Dados Conceitual
São eles:
 Banco de Dados Relacional (Universal): 
Um banco de dados relacional consiste em uma coleção de 
tabelas, que podem ser relacionadas através de seus atributos, ou 
seja, uma linha de uma tabela pode estar sendo relacionada com 
uma outra linha em uma outra tabela.
 Banco de Dados de Rede: 
Enquanto no modelo relacional os dados e os relacionamentos 
entre dados são representados por uma coleção de tabelas, 
modelo de rede representa os dados por coleções de registros e 
os relacionamentos entre dados são as ligações.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Banco de Dados Conceitual
Em outras palavras, um banco de dados de rede consiste em uma 
coleção de registros que são conectados uns aos outros por meio 
de ligações. 
Cada registro é uma coleção de campos (atributos), cada um 
desses campos contendo apenas um valor de dado. Uma ligação é 
uma associação entre precisamente dos registros.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Banco de Dados Conceitual
 Banco de Dados Hierárquico: 
Assim como no modelo de redes o modelo Hierárquico trabalho 
com os dados e relacionamentos como uma coleção de registros 
relacionados por ligações. 
 A única diferença entre os dois é que no 
 modelo hierárquico os registros são
 organizados como coleções de árvores 
 em vez de grafos arbitrários.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Banco de Dados Conceitual
 Banco de Dados Dedutivo: 
É um tipo de banco de dados que tem a capacidade de definir
regras (dedutivas). Esse banco deriva novos dados à partir das
relações básicas, podendo deduzir ou inferir informações
adicional, a partir de fatos que estão armazenados.
Utiliza mecanismo de inferência da mesma forma que os sistemas 
providos de Inteligência Computacional.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Aprendizagem Baseada em Problemas
Situação-problema:
Para a construção de uma casa, teoricamente precisamos de um 
arquiteto para gerar o desenho de como deverá ser a casa, na 
sequência o engenheiro de posse desse desenho irá criar a planta 
da casa com todas suas especificações e por fim a equipe de 
construção deverá construir a casa física. 
Muito semelhante a esse processo temos os tipos de modelos de 
dados. Nesse contexto porque deve-se segmentar a modelagem 
de dados em três modelos de dados?
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Aprendizagem Baseada em Problemas
Metodologia:
Checar junto aos alunos a importância da divisão da modelagem 
de dados(modelo conceitual, modelo lógico e modelo físico), 
para facilitar a correção de erros e a evolução do modelo a partir 
de novos requisitos de informação. 
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Fases do Projeto de Banco de Dados
O projeto de banco de dados pode ser decomposto em:
a) Projeto conceitual 
b) Projeto lógico 
c) Projeto físico 
Projeto Conceitual Modelo Conceitual de BD
Projeto Lógico Modelo Lógico de Banco de Dados
Projeto Físico Modelo Físico de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Projeto Conceitual
Modelo Conceitual: Linguagem usada para descrever esquemas 
conceituais independe do SGBD escolhido.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Projeto Lógico
Modelo Lógico: Linguagem usada para especificar esquemas 
lógicos. Pertencem a três classes: Relacional, Redes e 
Hierárquico. No nosso caso, iremos trabalhar com base universal, 
SQL, e, portanto, utilizaremos RELACIONAL.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Projeto Físico
Linguagem de Esquema físico: É a descrição da Implementação da 
base de dados em memória secundária. Descreve estruturas de 
armazenamento e métodos de acesso. Tem forte ligação com o 
SGBD específico. No nosso caso, um SGBD relacional, voltado para 
base universal, SQL.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Fases do Projeto
Projeto Conceitual: Não tem dependência com a classe do SGBD 
a ser escolhido.
Projeto Lógico: Tem dependência com a classe, mas não com o 
SGBD específico.
Projeto Físico: Total dependência do SGBD específico.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Projeto Conceitual
O Projeto Conceitual produz um esquema conceitual a partir de 
“requisitos” de um mundo real. 
Projeto conceitual usa modelo de dados para descrever a 
realidade. 
Esse modelo de dados é denominado tecnicamente como Modelo 
Conceitual de Banco de Dados. 
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Projeto Conceitual
Um modelo de dados se ampara em um conjunto de blocos de 
construção primitivas.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Abstração
Processo que consiste em mostrar as características e 
propriedades essenciais de um conjunto de objetos, ou esconder 
as características não essenciais. Quando pensamos no objeto 
“bicicleta” de uma forma abstrata, normalmente “esquecemos” 
seus detalhes e as particularidades que as diferem entre si.
Abstrações em modelo conceitual, são mostradas em 3 tipos:
- Classificação
- Agregação
- Generalização
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Classificação
Usada para reunir objetos do mundo real com propriedades 
comuns, formando (ou definindo) classes.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Agregação
Usada para definir uma nova classe a partir de um conjunto de 
classes que representam suas partes componentes.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Generalização
Usada para definir
uma classe mais 
genérica a partir de
duas ou mais 
classes.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Aprendizagem Baseada em Problemas
Situação-problema:
Estamos na etapa na qual o arquiteto vai desenhar os 
requisitos/características que deve ter na casa, ou seja em 
conversa com o cliente o arquiteto irá extrair todas as 
características necessárias para a construção do desenho, no 
nosso caso para a construção do modelo conceitual ou, mais 
diretamente falando, o diagrama 
entidade-relacionamento, quais
notações serão necessárias para 
essa construção?
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Aprendizagem Baseada em Problemas
Metodologia:
Após o alunos analisar a situação problema e responder o que se 
pede, o professor deverá apresentar os principais componentes do 
Diagrama Entidade-Relacionamento conceituando-os: Entidade, 
Relacionamento e Atributos. 
Neste ponto a apresentação dos grupos de trabalho deverá ser 
feita a partir de exemplos de entidades do mundo real e de seus 
relacionamentos, não sendo necessário maior detalhamento de 
como foram identificados em seu estudo. 
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Aprendizagem Baseada em Problemas
Metodologia:
Demonstrar aos alunos as notações de Peter Chen e Pé de 
Galinha, exemplificando através das representações de 
entidades, relacionamentos e atributos. 
Deve ser ressaltado que em qualquer das notações os conceitos 
representados são os mesmos, modificando-se apenas sua 
representação gráfica.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Aprendizagem Baseada em Problemas
Notação Peter Chen X Notação Crow Foot
Notação 
Peter Chen
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Aprendizagem Baseada em Problemas
Notação Peter Chen X Notação Crow Foot
Notação 
Crow Foot
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Como já foi apresentado anteriormente, existem três tipos de 
modelos de dados: Conceitual, Lógico e Físico.
Modelos Conceituais: são ferramentas que representam a 
realidade num alto nível de abstração.
Modelos Lógicos: suportam descrições de dados que podem ser 
processadas (por um computador). Incluem os modelos relacional, 
hierárquico e rede.
Modelo Físico: corresponde a implementação do banco de dados a 
partir de um SGBD específico.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Importante: projeto de base de dados não é a única aplicação de 
modelos conceituais. Eles podem ser excelentes ferramentas para 
gestão em empresas.
Modelos e Esquemas
Um modelo de dados é uma coleção de conceitos usados para 
descrever uma dada realidade. 
Estes conceitos são construídos com base nos mecanismos de 
abstração e são descritos através de representações gráficas e 
linguísticas.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Um esquema é uma representação de uma porção específica da 
realidade usando-se um particular modelo de dados.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Para exemplificar vamos utilizar o modelo de entidades e 
relacionamentos (M.E.R.). Para tanto, busca-se utilizar o 
Diagrama Entidade-Relacionamento 
(D.E.R)
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Modelo Entidade-Relacionamento
O diagrama entidade-relacionamento (D.E.R.) é a representação 
gráfica do modelo conceitual (M.E.R.). 
Ele é similar a um fluxograma, indicando, por meio de figuras 
geométricas, as entidades, os seus atributos, bem como os 
relacionamentos existentes entre elas. 
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Modelo Entidade-Relacionamento
A seguir, iremos apresentar os principais formatos.
As entidades são representadas por retângulos:
 Entidade
Os relacionamentos são representados por losangos:
 Relacionamento 
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Modelo Entidade-Relacionamento
Os atributos são representados por elipses:
 Atributo
Atributos multivalorados são representados por:
 Atributo Multivalorado
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Modelo Entidade-Relacionamento
Atributos compostos são representados por:
 Atributo Composto
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Modelo Entidade-Relacionamento
Vamos representar, por meio do diagrama entidade 
relacionamento (D.E.R.), as entidades “Médico” e “Paciente”, 
com alguns de seus possíveis atributos, bem como o 
relacionamento “Atendimento” entre elas.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Modelo Entidade-Relacionamento
O D.E.R. que está ilustrando anteriormente visa modelar o 
atendimento de pacientes por médicos, sendo que o 
relacionamento “atendimento” é realizado em uma determinada 
data (atributo), por um médico (entidade), o qual possui um 
nome e um código de CRM (que é um número único a todos os 
médicos), em pacientes(entidade), os quais possuem CPF, único 
a cada um, nome, telefone (multivalorado, pois pode haver mais 
de um valor) e um endereço, composto por rua, número e bairro.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Cardinalidade
A cardinalidade ou mapeamento de restrição, especifica 
o número mínimo e o máximo de instâncias que uma entidade 
pode participar. Para facilitar o entendimento, observe o 
diagrama abaixo:
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Cardinalidade
O D.E.R. apresentado, refere-se à entidade “Professor” que 
ministra “Disciplinas” em uma escola, por exemplo. 
Os números que aparecem no D.E.R. correspondem 
às cardinalidades ou mapeamento de restrição das entidades.
A cardinalidade da entidade está do lado oposto ao seu retângulo, 
havendo a cardinalidade mínima e a máxima. 
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Cardinalidade
Para lê-las, adotamos a seguinte estrutura:
ENTIDADE + RELACIONAMENTO + CARDINALIDADE + ENTIDADE
Desse modo, as cardinalidades de cada uma das duas 
entidades são:
•Um professor pode ministrar 0 (mínimo) ou ‘n’ 
(máximo) disciplinas.
•Uma disciplina pode ser ministrada por apenas 1 (mínimo) ou 1 
(máximo) professor.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Cardinalidade
O ‘n’ significa mais de uma, ou seja, várias, onde um professor 
pode ministrar nenhuma disciplina ou mais de uma. 
Quando as cardinalidades mínima e máxima são iguais, é porque 
ela está restrita a apenas aquele número. 
Dessa forma, uma disciplina pode ser ministrada apenas por um 
professor.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Tipos de Cardinalidade
1,1 – um e apenas um
0,1 – nenhuma ou uma 
0,N – nenhuma ou várias (muitas)
1,N – um ou várias (muitas)
N,N – muitas para muitas
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
IMPORTANTE:
Quando existe um relacionamento de muitas para muitas, esse 
relacionamento é denominado entidade-relacionamento e, será 
representado por uma nova tabela, ou seja, vai ser uma tabela no 
modelo relacional.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Observe que no diagrama entidade-relacionamento descrito 
abaixo, o relacionamento Aluga, caracteriza uma entidade-
relacionamento e, será representada por uma tabela no modelo 
relacional. 
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Modelos de Banco de Dados
Nota-se que nem todo autor usa um losango dentro de um 
retângulo para representar a entidade-relacionamento. No 
entanto, o efeito do que está sendo representado é o mesmo.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Aprendizagem Baseada em Problemas
Situação-problema:
Estamos na etapa na qual o arquiteto vai desenhar os 
requisitos/características que deve ter na casa, ou seja em 
conversa com o cliente o arquiteto irá extrair todas as 
características necessárias para a construção do desenho, no 
nosso caso para a construção do modelo conceitual ou, mais 
diretamente falando, o diagrama 
entidade-relacionamento, quais
notações serão necessárias para 
essa construção?
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Aprendizagem Baseada em Problemas
Metodologia:
O aluno deverá defender a sua ideia sob a concepção da 
necessidade do uso do modelo conceitual de banco de dados, 
mostrando que houve entendimento acerca do conteúdo 
apresentado em sala de aula.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Aprendizagem Baseada em Problemas
Metodologia:
Após a explanação do aluno, o professor deverá apresentar 
exemplos de entidades do mundo real e identificar as entidades 
tipo associadas, explicando a diferença entre as entidades e as 
entidades tipo, destacando que na modelagem representamos as 
entidades tipo que servirão de base para a criação das estruturas 
de dados onde serão armazenados dados, ou seja, as informações 
do mundo real.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Aprendizagem Baseada em Problemas
Metodologia:
Demonstrar aos alunos exemplos de relacionamentos do mundo 
real e identificar os relacionamentos tipo associados, explicando 
a diferença entre relacionamento e relacionamento tipo, 
destacando que relacionamento ocorre entre entidades e 
relacionamento tipo entre entidades tipo. 
Explicar cardinalidade máxima e mínima (opcionalidade) de um 
relacionamento, seus tipos (1,1 - 0,1 - 0,N - 1,N - N,N) e a forma 
de representá-los no modelo.
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
Aprendizagem Baseada em Problemas
Entidade/Entidade Tipo X Relacionamento/Relacionamento Tipo
Modelo de Banco de Dados
Modelo Conceitual
BrModelo
Você poderá usar qualquer ferramenta CASE para fazer o DER. 
Segue o link: http://www.sis4.com/brModelo/antigo.html
Ver. Online: https://www.brmodeloweb.com/lang/pt-br/index.html 
Notação 
Peter Chen
Modelo de Banco de Dados
https://www.brmodeloweb.com/lang/pt-br/index.html
Modelo Conceitual
Visual Paradigma
Recomendo o uso do Visual Paradigma Online. Segue link:
https://online.visual-paradigm.com/drive/#diagramlist:proj=0&new
Notação 
Crow Foot
Modelo de Banco de Dados
https://online.visual-paradigm.com/drive/#diagramlist:proj=0&new
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