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ARQUIDIOCESE DE TERESINA 
PAROQUIA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA 
COMUNIDADE SÃO LUCAS 
PASTORAL DA CATEQUESE 
INICIAÇÃO A VIDA CRISTÃ CRISMA 2022/2024 
CATEQUISTA: ADRIANO DA SILVA 
 
 
45. ENC – CIC E COMPÊNDIO 51 A 65 
 
 
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ORAÇÃO INICIAL/FINAL (ver página 67) 
 
PALAVRA DE DEUS COMENTADA (LECTIO DIVINA) (15min) 
GÊNESIS 1 
PARÁGRAFO 4 O CRIADOR Resumindo: 
315. Na criação do mundo e do homem, Deus deu o primeiro e universal testemunho do seu 
amor Onipotente e da sua sabedoria e fez o primeiro anúncio do seu «desígnio amoroso», o 
qual tem como finalidade a nova criação em Cristo. 316. Embora a obra da criação seja 
particularmente atribuída ao Pai, é igualmente verdade de fé que o Pai, o Filho e o Espírito 
Santo são o único e indivisível princípio da criação. 317. Só Deus criou o Universo, 
livremente, diretamente, sem qualquer ajuda. 318. Nenhuma criatura possui o poder infinito 
necessário para «criar», no sentido próprio da palavra: quer dizer; para produzir e dar o ser 
ao que de modo algum o possuía (chamar à existência «ex nihilo» a partir do nada) (159). 
319. Deus criou o mundo para manifestar e comunicar a sua glória. Que as criaturas 
partilhem da sua verdade, da sua bondade e da sua beleza – eis a glória, para a qual Deus as 
criou. 320. Deus, que criou o universo, mantém-no na existência pelo seu Verbo; «o Filho 
tudo sustenta com a sua palavra poderosa» (He 1, 3) e pelo seu Espírito criador que dá a 
vida. 321. A divina Providência consiste nas disposições pelas quais Deus conduz, com 
sabedoria e amor; todas as criaturas, para o seu último fim. 322. Cristo convida-nos a 
abandonarmo-nos filialmente à Providência do Pai dos céus (160); o apóstolo São Pedro 
retoma o seu pensamento ao dizer: «Lançai sobre Deus toda a vossa inquietação porque Ele 
vela por vós» (1 Pe 5, 7) (161). 323. A Providência divina também age pela ação das criaturas. 
Aos seres humanos, Deus permite-lhes cooperar livremente com os seus desígnios. 324. A 
permissão divina do mal físico e do mal moral é um mistério, que Deus esclarece por seu 
Filho Jesus Cristo, morto e ressuscitado para vencer o mal. A fé dá-nos a certeza de que Deus 
não permitiria o mal, se do próprio mal não fizesse sair o bem, por caminhos que só na vida 
eterna conheceremos plenamente. 
PARÁGRAFO 5 CÉU E A TERRA Resumindo: 
350. Os anjos são criaturas espirituais que glorificam a Deus sem cessar e servem os seus 
planos salvíficos em relação às outras criaturas: «Ad omnia bona nostra cooperantur angeli 
– Os anjos prestam a sua cooperação a tudo quanto diz respeito ao nosso bem» (215). 351. Os 
anjos assistem a Cristo, seu Senhor. Servem-n'O de modo particular no cumprimento da sua 
missão salvífica em relação aos homens. 352. A Igreja venera os anjos, que a ajudam na sua 
peregrinação terrestre e protegem todo o género humano. 
353. Deus quis a diversidade das suas criaturas e a sua bondade própria, a sua 
interdependência e a sua ordem. Destinou todas as criaturas materiais para o bem do género 
humano. O homem, e através dele toda a criação, tem como destino a glória de Deus. 
354. Respeitar as leis inscritas na criação e as relações derivantes da natureza das coisas, é 
princípio de sabedoria e fundamento da moral. 
COMPÊNDIO 
51. Por que é importante afirmar: «No princípio criou Deus o céu e a terra» (Gn 1,1)? 
279-289; 315 Porque a Criação é o fundamento de todos os projetos divinos de salvação; 
manifesta o amor Onipotente e sapiente de Deus; é o primeiro passo para a Aliança do Deus 
único com o seu povo; é o início da história da salvação que culmina em Cristo; é uma primeira 
resposta às questões fundamentais do homem acerca da sua própria origem e do seu fim. 
http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p1s2c1_198-421_po.html#PAR%C3%81GRAFO_4_
http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p1s2c1_198-421_po.html#PAR%C3%81GRAFO_5__
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52. Quem criou o mundo? 290-292; 316 O Pai, o Filho e o Espírito Santo são o princípio 
único e indivisível do mundo, ainda que a obra da criação do mundo seja particularmente 
atribuída ao Pai. 
53. Para que foi criado o mundo? 293-294; 319 O mundo foi criado para a glória de Deus, 
que quis manifestar e comunicar a sua bondade, verdade e beleza. O fim último da criação é 
que Deus, em Cristo, possa ser «tudo em todos» (1 Cor 15,28), para a sua glória e para a nossa 
felicidade. «A Glória de Deus é o homem vivo e a vida do homem é a visão de Deus» (Santo 
Irineu). 
54. Como é que Deus criou o universo? 295-301; 317-320 Deus criou o universo livremente, 
com sabedoria e amor. O mundo não é o produto duma necessidade, dum destino cego ou do 
acaso. Deus criou «do nada» (ex nihilo: 2Mac 7,28) um mundo ordenado e bom, que Ele 
transcende infinitamente. Deus conserva no ser a sua criação e sustenta-a, dando-lhe a 
capacidade de agir, e conduzindo-a à sua realização, por meio do seu Filho e do Espírito Santo. 
55. Em que consiste a Providência divina? 302-306; 321 A Providência divina consiste nas 
disposições com as quais Deus conduz as suas criaturas para a perfeição última, à qual Ele as 
chamou. Deus é o autor soberano do seu desígnio. Mas para a realização do mesmo serve-se 
também da cooperação das suas criaturas. Ao mesmo tempo, dá às criaturas a dignidade de 
agirem por si mesmas, de serem causas umas das outras. 
56. Como é que o homem colabora com a Providência divina? 307-308; 323 Ao homem, 
Deus concede e requer, respeitando a sua liberdade, a colaboração através das suas ações, das 
suas orações e mesmo com os seus sofrimentos, suscitando nele «o querer e o operar segundo 
os seus benévolos desígnios» (Fl 2,13). 
57. Se Deus é Onipotente e providente porque é que existe o mal? 309-310; 324. 400 A 
esta pergunta, tão dolorosa quanto misteriosa, só o conjunto da fé cristã pode dar resposta. 
Deus não é de maneira nenhuma, nem diretamente nem indiretamente, a causa do mal. Ele 
ilumina o mistério do mal no seu Filho Jesus Cristo, que morreu e ressuscitou para vencer 
aquele grande mal moral que é o pecado dos homens e que é a raiz dos outros males. 
58. Por que é que Deus permite o mal? 311-314; 324 A fé dá-nos a certeza de que Deus não 
permitiria o mal se do próprio mal não extraísse o bem. Deus realizou admiravelmente isso 
mesmo na morte e ressurreição de Cristo: com efeito, do maior mal moral, a morte do Seu 
Filho, Ele retirou os bens maiores, a glorificação de Cristo e a nossa redenção. 
59. O que é que Deus criou? 325-327 A Sagrada Escritura diz: «No princípio Deus criou o 
céu e a terra» (Gn 1,1). A Igreja, na sua profissão de fé, proclama que Deus é o criador de 
todas as coisas visíveis e invisíveis: de todos os seres espirituais e materiais, isto é, dos anjos 
e do mundo visível, e em particular do homem. 
60. Quem são os anjos? 328-333; 350-351 Os anjos são criaturas puramente espirituais, 
incorpóreas, invisíveis e imortais, seres pessoais dotados de inteligência e de vontade. Estes, 
contemplando incessantemente a Deus face a face, glorificam-no, servem-no e são os seus 
mensageiros no cumprimento da missão de salvação, em prol de todos os homens. 
61. Como é que os anjos estão presentes na vida da Igreja? 334-336; 352 A Igreja une-se 
aos anjos para adorar a Deus, invoca a sua assistência e celebra liturgicamente a memória de 
alguns. «Cada fiel tem ao seu lado um anjo como protetor e pastor, para o conduzir à vida» (S. 
Basílio Magno). 
62. Que ensina a Sagrada Escritura sobre a criação do mundo visível? 337-344 Ao narrar 
os «seis dias» da criação, a Sagrada Escritura dá-nos a conhecer o valor dos seres criados e a 
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sua finalidade de louvor a Deus e serviço ao homem. Todas as coisas devem a sua existência 
a Deus, de quem recebem a sua bondade e perfeição, as suas leis e o lugar no universo. 
63. Qual é o lugar do homem na criação? 343-344; 353 O homemé o vértice da criação 
visível, pois é criado à imagem e semelhança de Deus. 
64. Que tipo de relação existe entre as coisas criadas? 342-354 Entre as criaturas existe uma 
interdependência e uma hierarquia queridas por Deus. Ao mesmo tempo, existe uma unidade 
e solidariedade entre as criaturas, uma vez que todas têm o mesmo Criador, são por Ele amadas 
e estão ordenadas para a sua glória. Respeitar as leis inscritas na Criação e as relações 
derivantes da natureza das coisas é, portanto, um princípio de sabedoria e um fundamento da 
moral. 
65. Qual a relação entre a obra da criação e a da redenção? 345-349 A obra da criação 
culmina na obra ainda maior da redenção. Com efeito, esta dá início à nova criação, na qual 
tudo reencontrará o seu pleno sentido e o seu acabamento. 
Atividade de Casa 
Responder as questões do COMPENDIO de maneira pessoal (aquilo que você entendeu)

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