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3_ P. da Moralidade
Os agentes públicos devem ter padrões éticos, boa-fé e lealdade. Este princípio está explícito na lei 9.784/99 (lei do processo adm. Na Administração pública).
Art. 2º, § ú, IV, lei 9784/99 – “Nos processos adm. serão obs. critérios de atuação segundo padrões éticos de probidade, decoro e boa-fé”.
O P. da moralidade complementa ou toma mais efetivo material_ o P. da legalidade. 
- A moralidade administrativa na CF/88 passa a ser considerada preceito ético, logo um ato adm. imoral é inválido e deve ser declarado nulo. A moral adm. é uma condição de validade da atuação estatal.
- A moralidade administrativa tem conotação objetiva, não depende das convicções/ concepções pessoais (subjetivas) do agente público. Sua noção é formada a partir do conj. de princípios e regras do OJ, sendo externos ao agente.
Art.37, § 4º, CF /88 – “Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível”.
Lei 8.429/92 –Atos de improbidade administrativa:
1_ que importam enriquecimento ilícito; 
2_que causam prejuízo ao erário; 
3_ que atentam contra os P. da adm. pública.
Art. 85, CF/ 88 - Os atos do PR X a CF e contra a probidade na adm. são crimes de responsabilidade. 
A Const. prevê instrumentos para que os cidadãos sejam capazes de verificar e exigir moralidade na atuação administrativa. P. ex, ação popular, uma garantia const. que legitima o cidadão a provocar o controle de legalidade e legitimidade dos atos adm. por parte do PJ, p quanto à moralidade. ( art 5º, LXXIII, CF/88)
Ex de moralidade: a proibição ao nepotismo.
Nepotismo ofende os P. da moralidade, da impessoalidade e da eficiência.
Súmula vinculante 13 - A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão, de confiança ou de função gratificada na adm. pública direta e indireta em qq dos poderes da U, E, DF e dos M, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a const.
✓ alcança todos os Poderes e todas as esferas de governo, municipal, federal, estadual ou distrital 
✓ alcança a adm. direta e indireta 
✓ têm como objeto as nomeações para cargos em comissão (CC), designações para funções de confiança (FC) 
✓ os laços de parentesco vão até o 3º grau da autoridade/servidor nomeante 
✓ abrange o nepotismo cruzado (ou transverso), resultante de designações recíprocas
✓ não exige a edição de lei formal para coibir a prática (a vedação decorre diretamente dos P. constitucionais)
Obs: Nomeação para cargos políticos não são considerados nepotismo. A vedação ao nepotismo aplica-se apenas aos cargos de natureza administrativa.
O cargo de conselheiro do Tribunal de Contas não é de natu. política, tem natu. administrativa, não pode nomear um parente próximo da autoridade nomeante. A nomeação de servidores previamente aprovados em concursos públicos, torna impessoal o provimento do cargo, não tem nepotismo.
Nepotismo passa a ser enquadrado como ato de improbidade administrativa.
4_ P. da publicidade
- Exige a ampla divulgação dos atos praticados pela adm. pública, tornando-os transparentes aos administrados.
- Com a divulgação oficial do ato, inicia os prazos e o ato começa a produzir efeitos externos. Com a transparência gera o controle da cond. dos administradores.
A publicação é requisito de eficácia dos atos adm. e não requisito de validade. Um ato que não tenha sido publicado, é considerado válido, mas deixa de produzir efeitos perante 3º. Esta falha pode ser suprida com a posterior divulgação oficial do ato.
Há exceções ao P. da publicidade em que a lei poderá estabelecer o sigilo dos atos administrativos, sigilo imprescindível à segurança da sociedade e do Estado, defesa da intimidade ou interesse social.
Portanto, nas situações em que o agente público obtém, em razão do seu ofício, info. sigilosa, ele passa a ter o dever de manter o sigilo desta informação.
Publicidade X publicação
Publicação é a divulgação dos atos por meio da imprensa oficial (diário oficial, boletim interno etc), é uma das várias formas de se concretizar a publicidade dos atos administrativos.
5_ Eficiência
Princípio entrou depois da CF/88, com a EC 19/98, antes era P. implícito.
P. da motivação ( P. implícito) 
Art. 93, X, CF/88- “ As decisões administrativas dos tribunais deverão ser motivadas...”

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