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CONCURSO DE 2023 ESTADO DE MINAS GERAIS
Etimologia é?
Etimologia é o estudo da origem histórica das palavras, de onde surgiram e como
evoluíram ao longo dos anos. O ramo dos estudos linguísticos se preocupa em
encontrar os chamados étimos (vocábulos que originam outros) das palavras.
Qual é o sinônimo de etimologia?
Derivação, étimo e origem.
O que estuda a etimologia?
A Etimologia, hoje tão pouco conhecida, consiste em estudar, com o auxílio de
algumas ciências como a Fonética, a Semân- tica, a Lexicografia, a Filologia
Comparada, a Dialetologia, a Morfologia, entre outras, a origem e a explicação do
sentido de uma palavra.
Para que serve o etimologia?
A Etimologia é um ramo da Linguística que estuda a origem, a evolução e o
significado de palavras e expressões. Ela é importantíssima para traçar a história
das línguas e embasar teorias linguísticas sobre o funcionamento da língua.
O que é religião e quais seus elementos constitutivos?
A religião pode ser definida como um conjunto de crenças e práticas sociais
relacionadas com a noção de sagrado. A religião é um dos fenômenos mais
importantes entre aqueles pertencentes exclusivamente ao ser humano.
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Quais são os cinco elementos de uma religião?
RELIGIÃO E RELIGIOSIDADE.
ELEMENTOS ESSENCIAIS DA RELIGIÃO.
1- Doutrina:
2- Teologia:
3- Rituais e Cultos:
4- Comunidade:
5- Templos:
Quais são os elementos da arte religiosa?
Destaca-se a arquitetura das igrejas e templos, esculturas de santos, painéis no
teto das igrejas, pinturas, gravuras, afrescos, vitrais, mosaicos, desenhos de
passagens bíblicas, utensílios litúrgicos, vestimentas, etc.
Qual a ordem dos 5 elementos?
Os cinco elementos são, em ordem crescente de energia: Terra, Água, Fogo,
Vento e Vazio.
Formas religiosas
Deísmo: crê que este deus que depois que fez tudo se retirou e está em
repouso, que ele não age na história e na vida dos homens.
Quais as formas de religiosidade?
Alguns estudos demonstraram que existem dois tipos de religiosidade, a
intrínseca e a extrínseca. Na religiosidade intrínseca o indivíduo realmente
acredita e procura viver sua fé. Trata-se de uma religiosidade madura, saudável
e boa, sendo princípio motor de sua vida.
Quais são as formas de manifestação religiosa ou Quais são as principais
festas religiosas?
Círio de Nazaré
Paixão de Cristo.
Lavagem do Bonfim.
Festa da Penha.
Festa do Rosário.
https://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Formas-Religiosas/751535.html
https://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Formas-Religiosas/751535.html
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Quais são as 5 principais religiões do Brasil?
Religião dos brasileiros
Católica: 50%
Evangélica: 31%
Não tem religião: 10%
Espírita: 3%
Umbanda, candomblé ou outras religiões afro-brasileiras: 2%
Outra: 2%
Ateu: 1%
Judaica: 0,3%
Quais são as principais crenças religiosas?
Principais religiões do mundo e do Brasil
É caso, como já citamos, das religiões abraâmicas (Judaísmo, Cristianismo e
Islamismo) e das religiões asiáticas, como o Hinduísmo, o Budismo, o
Confucionismo, o Xintoísmo e o Taoismo. No continente africano, destacam-se o
Vodu e o Candomblé.
Qual foi a primeira religião no Brasil?
Igreja Católica
No entanto, no Brasil, as manifestações religiosas, sofreram modificações em
sua base devido às influências culturais a que foram confrontadas,
especificamente a Igreja Católica, que foi a primeira religião que chegou às
terras brasileiras.
O único fundamento universal do fenômeno religioso é o próprio Deus.
Quais são os fundamentos da religião?
O que deve ser mais relevante no Ensino Religioso é o respeito e a tolerância, ao
diferente e ao diverso. Todas as religiões ou filosofia de vida, ao seu modo,
elevam valores irrecusáveis como humildade, amor, honestidade, compaixão,
fraternidade, sinceridade, ética e respeito, entre outros.
Quais são os elementos básicos do fenômeno religioso?
ELEMENTOS QUE COMPÕE O FENÔMENO RELIGIOSO.
PESSOA.
- Mito.
- Símbolo.
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- Rito.
Doutrina.
Teologia.
Burocrát.
O que se entende por fenômeno religioso?
O fenômeno religioso, a religião e a instituição religiosa
Toda religião deriva de um mesmo princípio: o fenômeno religioso – nome dado
pela ciência à experiência do divino, relatada por povos das mais distintas
épocas e localidades. É na organização conjunta dos fenômenos religiosos que
nasce o conceito de religião.
Como se explica o fenômeno o fenômeno religioso atualmente?
Em todos os tempos, em diferentes culturas, o ser humano sempre manifestou
a sua percepção sobre o que dá sentido à vida. A isso, denomina-se atualmente
de fenômeno religioso, ignorado pela visão do laicismo até bem pouco tempo e,
por isso, considerado também como um fenômeno humano.
Qual é o objeto de estudo do fenômeno religioso é do Ensino Religioso?
Para tanto, é estabelecido como objeto da disciplina de ensino religioso o
conhecimento religioso, produzido no âmbito científico das diferentes áreas de
Ciências Humanas e Sociais, especialmente das Ciências da Religião.
Portuguese translation of Marxism and Religion by Alan Woods (July 2001)
O objetivo dos marxistas é o de lutar pela transformação socialista da sociedade.
Acreditamos que o sistema capitalista há tempo superou sua necessidade
histórica e se converteu em um sistema monstruosamente opressivo, injusto e
desumano. O fim da exploração capitalista e a criação de uma ordem mundial
socialista harmoniosa, baseada num plano de produção racional e democrático,
será o primeiro passo para a criação de uma nova formação social mais elevada
em que homens e mulheres se relacionarão como seres humanos.
Acreditamos que o dever de qualquer pessoa é o de apoiar a luta contra um
sistema que implica miséria, enfermidade, opressão e morte de milhões de
pessoas em todo o mundo. Damos as boas vindas à participação na luta de toda
pessoa progressista, independentemente de sua nacionalidade, cor da pele ou
crenças religiosas, e aproveitamos esta oportunidade para iniciar um diálogo
entre os marxistas e os cristãos, muçulmanos e outros grupos religiosos.
Contudo, para lutar pela transformação da sociedade de maneira eficaz é
necessário elaborar um programa, uma política e uma perspectiva séria que
http://www.marxist.com/marxism-religion-liberation-theology220701.htm
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permitam garantir o êxito. Acreditamos que somente o marxismo (o socialismo
científico) é capaz de proporcionar esta perspectiva.
A questão da religião é complexa e pode ser abordada a partir de diferentes
pontos de vista: histórico, filosófico, político etc. O marxismo começou como
uma filosofia: o materialismo dialético. Um bom exemplo desta filosofia pode
ser encontrado nas obras de Engels: Anti-Dühring e Ludwig Feuerbach e o fim da
filosofia clássica alemã, bem como em Razão e Revolução, que proporciona uma
visão moderna das mesmas idéias. Estes textos constituem um bom ponto de
partida para esclarecer a posição filosófica do marxismo com relação à religião.
A religião e a crise do capitalismo
A religião é o que os marxistas chamam de falsa consciência, porque dirige a
nossa compreensão para fora do mundo real, âmbito este do qual nada se pode
saber e muito menos fazer perguntas. Toda a história da ciência parte de duas
presunções fundamentais: a) o mundo existe fora de mim mesmo; e b) posso
compreender este mundo, e, inclusive, mesmo que haja coisas que atualmente
não posso compreender, pelo menos serei capaz de compreendê-las no futuro.
Estabelecer um limite além do qual o conhecimento humano não pode
ultrapassar é o mesmo que abrir as portas ao misticismo e à religião. Durante
mais de dois mil anos, a humanidade tem lutado para adquirir conhecimento
sobre nós mesmos e do mundo em que vivemos. Durante todo este tempo, a
religião tem sido inimiga do progresso científico, e isto não é uma casualidade.
Na medida em que o pensamento científiconos permitiu compreender coisas
que no passado pareciam "mistérios", a religião tem sido empurrada para trás e,
agora, encontra-se na retaguarda tentando salvar a si mesma.
Na luta da ciência contra a religião, ou seja, a luta do pensamento racional
contra a irracionalidade, o marxismo se colocou com entusiasmo do lado da
ciência. Mas não só isso. Ao se adquirir uma concepção racional do mundo o
objetivo é o de transformá-lo. O sentido de toda a história da humanidade nos
últimos cem mil anos - talvez mais - é a luta infindável da humanidade para a
conquista da natureza, o controle de seu próprio destino e se converter, dessa
forma, em seres livres. As origens da religião encontram-se no passado remoto,
quando os humanos lutavam para se libertarem do mundo animal de onde
procedemos. Para explicar os fenômenos naturais que se encontram além de
nosso controle, os humanos tinham de recorrer à magia e ao animismo - as
primeiras formas de religião. Nesta época, isto representou um passo adiante na
consciência humana. Este estado infantil da consciência deveria ter
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desaparecido há tempo, mas a mente humana é infinitamente conservadora e
conserva conceitos e preconceitos que há tempo perderam sua razão de ser.
Na sociedade de classes, o conceito de "amor ao próximo" é uma declaração
vazia. A economia de mercado, dada sua moralidade servil, faz desta aspiração
uma proposta impossível. Para mudar a conduta e a psicologia de homens e
mulheres é necessário, inicialmente, mudar a forma em que vivem. Nas palavras
de Marx, "o ser social determina a consciência". Todo o mundo está dominado
por um punhado de gigantescos monopólios que saqueiam o planeta,
deterioram-no, destroem o meio ambiente e condenam milhões de pessoas a
uma vida de miséria e sofrimento.
As damas e cavalheiros que se sentam nos conselhos de direção destas
multinacionais, em sua maioria, são cristãos praticantes ou, em número menor,
judeus, muçulmanos, hindus e outros credos. Contudo, a verdadeira religião do
capitalismo não é nenhuma destas religiões. É o culto a Mamon, o deus da
riqueza. O capitalismo revolve as relações humanas. De maneira deformada e
destorcida, converte o homem num ser que "vale um milhão de dólares", como
se falasse de uma mercadoria. A televisão fala da bolsa de valores, do mercado,
do dólar e da libra como se fossem seres vivos ("a libra está hoje um pouco
melhor"). Isto é a alienação: coisas mortas (Capital) que parecem vivas e coisas
vivas (pessoas, trabalho) que parecem mortas, triviais e sem sentido.
O desenvolvimento humano alcançou a curva descendente. A camada de
cultura moderna e a civilização fabricada durante milhares de anos ainda são
muito finas. Por baixo delas, encontram-se todos os elementos da barbárie. Se
alguém tem dúvidas, estudemos a história da Alemanha nazista ou os recentes
acontecimentos nos Bálcãs. Em sua etapa ascendente, a burguesia abraçou o
racionalismo, inclusive o ateísmo. Agora, no período de decadência capitalista,
aparecem por todos os lados tendências à irracionalidade - inclusive nos países
"cultos" mais avançados. Se a classe operária não conseguir transformar a
sociedade, todas as conquistas do passado estarão ameaçadas e o futuro da
civilização humana não estará garantido.
A devastação infligida pelo capitalismo em todo o mundo produziu numerosas
monstruosidades. Em seu período de declínio senil, também vemos a ascensão
de tendências místicas e religiosas retrógradas. O papel reacionário da religião
pode ser visto hoje em todo o mundo, desde o Afeganistão à Irlanda do Norte.
Em todos os lugares vemos a monstruosidade do fundamentalismo; não
somente o fundamentalismo islâmico, como também o cristão, o judeu e o
hindu. A mensagem de amor fraternal e de esperança se converteu em
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desespero, ódio, matança. Por este caminho, nada é possível, exceto a barbárie
e a extinção da cultura e civilização humanas.
A causa destes horrores não é a religião em si mesma, como poderia tentar
defender um observador superficial, mas os crimes do capitalismo e do
imperialismo, que devastam países inteiros e comunidades e destroem o tecido
social e da família sem por nada em seu lugar. Diante do temor ao futuro e o
desespero pelo presente, as pessoas procuram o consolo das chamadas
"verdades eternas" de um passado não existente. A ascensão do chamado
fundamentalismo religioso é somente a expressão concreta do beco sem saída
da sociedade, que leva as pessoas ao desespero e à loucura. Mas, como vemos
no Irã e no Afeganistão, as promessas de um paraíso religioso acima da terra é
um sonho vazio que somente leva a um pesadelo.
A religião não pode explicar nada do que está acontecendo hoje no mundo. Seu
papel não é o de explicar, mas o de controlar as massas com sonhos e untá-las
com o bálsamo de uma falsa promessa. Mas as pessoas sempre despertam dos
sonhos, e os efeitos do bálsamo mais eficiente logo desaparecem. A condição
prévia para ganharmos nossa liberdade como seres humanos é a de romper
radicalmente com os sonhos e ver o mundo e a nós mesmos tal como somos:
mortais em luta por uma existência de seres humanos sobre esta terra.
DURKHEIM
Em sua teoria, o sociólogo afirma que os fatos sociais são externos ao indivíduo
e existem independente de nossa consciência sobre eles. Não são imutáveis,
mas, para serem alterados, precisam de um grande esforço. O ser humano
começa a ter contato com esses fatos desde seu nascimento e internaliza
muitos deles.
Quais são as principais ideias de Durkheim?
1 – A negação da visão sociológica exposta pelos filósofos. ...
2 – A natureza humana vem da sociedade. ...
3 – O grupo sobre o indivíduo.
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Qual é o objeto de estudo da sociologia para Durkheim?
Na obra “As regras do Método Sociológico”, de 1895, definiu o fato social como
o objeto de estudo da sociologia. Os fatos sociais são definidos por Émile
Durkheim como as formas de pensar, sentir e agir que acontecem de forma
generalizada. Ou seja, os fatos sociais se repetem entre sociedades e indivíduos
estudados.
Quais são os 3 fatos sociais de Durkheim?
Fatos sociais
No entanto, nem tudo o que uma pessoa faz pode ser considerado um fato
social, pois, para ser identificado como tal, tem de atender a três
características: generalidade, exterioridade e coercitividade.
Quem foi Durkheim é o que ele defendia como sociólogo?
Émile Durkheim foi um psicólogo e sociólogo francês, considerado o fundador
da sociologia, pelo fato de ter sido o primeiro a criar um método sociológico que
distinguiu a sociologia das demais ciências humanas. O pensador também
ocupa, junto a Karl Marx e Max Weber, a tríade da sociologia clássica.
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AUGUSTE COMTE
O autor afirmava que as sociedades passariam por três estados de pensamento,
com algumas características fortes e dominantes. Os três estados são: o
teológico, o metafísico e o positivo.
Como neurose, a religião é concebida como a neurose universal da humanidade
e relacionada ao remorso pelo assassinato do pai primevo, ou seja, ela, a
religião, é uma tentativa de resolver o problema do sentimento de culpa
decorrente da ambivalência afetiva em relação ao pai.
Quais são os três estágios de evolução presentes na teoria de Auguste Comte?
Segundo o positivismo, o espírito humano necessariamente se desenvolveu no
decorrer de três fases ou estados: o teológico, o metafísico e o positivo.
Quais são as principais teorias de Comte explique cada uma delas?
Comte aprofundou a análise dessas premissas na chamada Lei dos Três Estados
ao elaborar uma tipologia das capacidades cognitivas do intelecto humano ao
longo da história destacando três estágios sequenciais: teológico, metafísico e
positivo (COMTE, 1830-42, p. 16-21).29 de dez. de 2021
FREUD
Qual o pensamento de Freud sobre a religião?
Mesmo declaradamente ateu, Freud tinha interesse especial pela problemáticareligiosa - em pelo menos quatro momentos aborda diretamente o tema, a
saber: em "Totem e tabu" (1913), "Futuro de uma ilusão" (1926), "O mal-estar
na civilização" (1929), e, mais tarde, em "Moisés e o monoteísmo" (1938).
Por que a religião é comparada a uma neurose obsessiva universal?
Como neurose, a religião é concebida como a neurose universal da humanidade
e relacionada ao remorso pelo assassinato do pai primevo, ou seja, ela, a
religião, é uma tentativa de resolver o problema do sentimento de culpa
decorrente da ambivalência afetiva em relação ao pai.
JUNG
Jung encara a religião como uma atitude do espírito humano, atitude que
poderíamos qualificar a modo de uma consideração e observação cuidadosas de
certos fatores dinâmicos concebidos como "potências": espíritos, demônios,
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deuses, leis, idéias, ideais, ou qualquer outra denominação dada pelo homem a
tais fatores.
Para Jung, a religião era uma atitude da mente, uma observação cuidadosa em
relação a certos poderes espirituais, demoníacos, deificados; seria capaz de
atrair a atenção, subjugar, ser objeto de reverência ou de passiva obediência e
incondicional amor. Em suas palavras: "Poderíamos dizer, então, que o termo
'religião' designa a atitude peculiar a uma consciência, que foi mudada pela
experiência do numinoso" (Jung, 1971f: CW 11i, par. 9). Portanto, a uma atitude
particular alterada pela experiência de uma espécie de fluxo emocional que
migraria para o plano consciente sempre que submetido a um estímulo
arquetípico, por exemplo, uma imagem ou uma situação relacionadas com dado
arquétipo (Jung, 2001). Assim sendo, pode-se compreender que o conceito de
religião não é defendido por Jung no sentido dogmático ou teológico, mas como
experiência religiosa do divino ou transpessoal. A idéia não é se referir a um
determinado credo ou a uma confissão, mas à "atitude peculiar" produzida por
uma consciência. Afirma:
"Gostaria de deixar claro que, com a expressão "religião", não me refiro a um
credo. Nestes termos, é certo dizer, por um lado, que toda confissão se
fundamenta originalmente na experiência do numi-nosum, mas, por outro lado,
também na "pistis", na fidelidade (lealdade), na fé e na confiança em
determinada experiência de efeito numinoso e nas conseqüentes mudanças na
consciência; (...)." (Jung, 1971f: CW 11i, par. 9).
Nas conferências realizadas por Jung e registradas na obra Psicologia e Religião,
o mesmo tenta correlacionar a abordagem psicológica à religiosa. Insiste que a
religião deve ser considerada pelos profissionais que trabalham com a saúde
mental, uma vez que esta representaria o que há de mais antigo e universal na
mente humana. Seu convite tem um forte apelo científico, reforçando que tais
pesquisas deveriam ser realizadas à luz de uma análise fenomenológica.
Na concepção Junguiana, a alma humana careceria de noções imagéticas de
cunho mítico-religioso. Cumpre ressaltar o que este autor quer definir através
do uso da expressão "alma humana", primeiramente, Jung percebe como tal um
elemento vital inerente ao ser humano, cuja vitalidade, como um moto-
contínuo, seria também geradora e re-alimentadora de si mesma (1976a: CW 9i,
par. 56), complementa esta enunciação entendendo que esta alma não se
"interessaria" pelas categorias da realidade imediata, pelo contrário, seu
paradigma de realidade (Real) estaria vinculado a "aquilo que tem efeito"
(1971i: CW 16i, par. 111). Importante não perder de vista, que nesta postulação
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de Jung alma e consciência não se confundem, por sinal, este autor destaca a
necessidade de perceber tal diferença para que então seja possível identifica-la
conceitualmente (1971i: CW 16i, par. 111). Portanto, para Jung, a alma
representa uma atitude interna e uma possibilidade de relacionamento com o
inconsciente, a isto acrescenta que "a personalidade interna é o modo como
uma pessoa se comporta em relação aos processos psíquicos interiores, é a
atitude interna, o caráter que tal pessoa opõe ao inconsciente." (1971b: CW 6,
par. 883). A isto, Jung denomina de a atitude interna de alma (1971i: CW 16i,
par. 111).
O fenômeno religioso
O Fenômeno Religioso, necessidade de um ser superior, a religião e a crença,
nossos valores e o contato religioso, as religiões baseadas na dignidade humana.
Qual a importância do fenômeno religioso?
O fenômeno religioso numa abordagem da ciência
Ao focarmos no fenômeno religioso é necessário conceituarmos para poder
compreen- dê-lo melhor, não só no aspecto das ciências humanas, mas na
origem das religiões. A religião é considerada como um fenômeno humano, não
só individual, mas em grupo e em sociedade.
O que se entende por fenômeno religioso?
O fenômeno religioso, a religião e a instituição religiosa
Toda religião deriva de um mesmo princípio: o fenômeno religioso – nome dado
pela ciência à experiência do divino, relatada por povos das mais distintas
épocas e localidades. É na organização conjunta dos fenômenos religiosos que
nasce o conceito de religião.
Quais são as características do fenômeno religioso?
O fenômeno religioso indiscutivelmente se relaciona com o homem em sua
essência, assim como o fazer filosófico, pois a busca transcendental pelo
fundamento originário se encontra intrinsecamente inserida em cada célula
humana ainda que assim não desejemos.
Onde aparece o fenômeno religioso?
Observamos que o fenômeno religioso apresenta-se em toda e qualquer
civilização humana já observada e que a sociologia pro- cura estudá-lo, quando
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se trata da sua gênese, nas suas formas mais elementares, empiricamente
constatáveis.
Qual é a importância dos valores religiosos?
Esses valores servem de orientação para as ações das pessoas e se relacionam
diretamente com os ensinamentos de cada uma das tradições religiosas. Assim,
os valores religiosos reforçam comportamentos, qualidades e características que
são desejáveis aos fiéis de cada uma das religiões.
O QUE É TRADIÇÃO RELIGIOSA?
Para muitas religiões, a tradição é o fundamento, conservado de forma oral ou
escrita, dos seus conhecimentos acerca de Deus e do Mundo, dos seus preceitos
culturais ou éticos.
O que são religiões e tradições religiosas?
As diferentes maneiras de vivenciar o sagrado são representadas no mundo
pelas tradições religiosas (religiões) que, usam seus espaços sagrados, seus
rituais, seus símbolos e seus textos sagrados para tornar concreta e racional a
experiência do sagrado.
Quais são as tradições religiosas?
As tradições religiosas e os seus sistemas de valores
Religiões como o cristianismo, o judaísmo e o islamismo possuem uma forte
ligação com a ideia do respeito às leis religiosas e da pureza. Já religiões como o
budismo, o hinduísmo, o candomblé e a umbanda possuem uma ligação mais
intensa com a natureza.
Qual a função da tradição religiosa?
TRADIÇÃO ESCRITA
Com o passar do tempo, as Tradições Religiosas organizaram seus Textos
Sagrados para fundamentar e apresentar de modo significativo um conjunto de
possíveis respostas referentes às questões existenciais.
Qual é a primeira tradição religiosa?
De todas as religiões monoteístas, o Judaísmo é a mais antiga. Assim como o
Cristianismo, os judeus têm como livro sagrado a Bíblia, no entanto, eles se
baseiam nos livros do antigo testamento. Como símbolo sagrado os judeus
adotam o Menorá, um candelabro de sete braços.
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O que você entende por tradição?
A tradição é a transmissão de costumes, comportamentos, memórias, rumores,
crenças, lendas, para pessoas de uma comunidade, sendo que os elementos
transmitidos passam a fazer parte da cultura.
O que é fenômeno religioso resposta?
O fenômeno religioso, a religião e a instituição religiosa
Toda religião deriva de um mesmo princípio: o fenômeno religioso – nome dado
pela ciência à experiência do divino, relatada por povos das mais distintas
épocas e localidades.
Qual a importância que o ensino religioso despertana vida?
Aprendizado para a vida
O ensino religioso procura levantar e resolver questões relacionadas à ética,
moral e, também, ao comportamento que envolve a sociedade. Além disso, ele
abre espaço para que os alunos aprendam mais sobre paz, justiça, empatia e a
importância do amor ao próximo.
Qual é a importância da vida religiosa?
Viver a vida religiosa não é abandonar, mas sim se tornar mais completo. É levar
a presença e luz de Jesus por onde passamos: para as comunidades, para as
pessoas necessitadas, para nossa família e amigos. A vocação religiosa, é
portanto, uma maneira de tornar o mundo melhor.
Qual o sentido da vida a morte?
A morte é uma das temáticas de maior preocupação filosófica dos homens de
todos os tempos e civilizações. Aprender a lidar com a morte significa aceitar a
única certeza do ser humano, enfrentando o apego à vida e lançando-se aos
domínios do desconhecido.
Qual é a relação entre a vida e a morte?
A relação entre morte e vida sempre foi e será muito estreita. Mesmo com
dogmas distintos, todas as religiões pregam coisas boas como o amor ao
próximo e a paz. E viver dessa forma garante uma “boa partida” para cada um,
independente da crença.
Conhecimento religioso (também chamado de conhecimento teológico) é todo
conhecimento baseado em doutrinas sagradas ou divinas. O conhecimento
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religioso é sustentado pela fé religiosa, ou seja, a crença de que todos os
fenômenos acontecem pela vontade de entidades ou energias sobrenaturais.
O que o conhecimento religioso?
Conhecimento religioso
Ou seja: fundamenta-se na fé. Em outras palavras, acredita-se que a religião é a
verdade absoluta, que explica todos os mistérios que rondam a mente humana.
Em geral, os dogmas religiosos estão nos textos sagrados, como a Bíblia, o
Alcorão, etc.
O que é conhecimento religioso exemplos?
Exemplos do conhecimento religioso
Para nós as mais conhecidas são as tradições cristãs e católicas, com os seus
santos e a abundante literatura hagiográfica (sobre a vida dos santos), e com o
seu Novo Testamento.
Quais são as características do conhecimento religioso?
O conhecimento religioso é exato; Aquieta a irritação da dúvida: é infalível.
hábito. Quando conhecimentos religiosos são organizados e sistematizados em
um corpo coerente de doutrina, transformam-se em RELIGIÃO, como o
budismo, o judaísmo, o cristianismo e o islamismo.
Quais são os 5 tipos de conhecimento?
Tipos de conhecimento
1 – Conhecimento científico. Ao considerarmos quais são as várias formas
de conhecimento, o científico é um dos primeiros que vêm à mente. ...
Conhecimento científico é a informação que analisa os fatos cientificamente
comprovados. Sua base está na filosofia da ciência, em que todas as suposições, teorias
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e hipóteses passam por um processo de comprovação através de uma série de
pesquisas e experimentos.
CARACTERÍSTICAS DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO
É o conhecimento racional, sistemático, requer exatidão e clareza, e é verificável na
realidade. Sua origem está nos procedimentos de verificação baseados na
metodologia científica.Existem quatro tipos de conhecimentos: empírico, científico,
filosófico e religioso.
2 – Conhecimento empírico. O que é conhecimento empírico? A palavra empírico vem do
grego e significa experiência. Então, o conhecimento empírico – ou senso comum – resulta
das observações e das experiências das pessoas. Em outras palavras, parte de um
conhecimento popular, que tem origem nas observações do cotidiano. Empírico é um fato
que se apoia somente em experiências vividas, na observação de coisas, e não em teorias e
métodos científicos. Empírico é aquele conhecimento adquirido durante toda a vida, no dia-
a-dia, que não tem comprovação científica nenhuma. Exemplos de conhecimentos empíricos:
Saberes práticos (cultivo da terra, uso de plantas medicinais, cuidados de higiene, etc.);
Superstições (pular ondas no réveillon para trazer boa sorte, bater na madeira para evitar que
algo aconteça, não passar embaixo de escadas, etc.).
3 – Conhecimento filosófico. O que é conhecimento filosófico? O conhecimento
filosófico é um conhecimento racional, que tem como base questionamentos sobre questões
da existência humana. Ou seja: esse tipo de conhecimento se caracteriza pelo esforço em
questionar os problemas da vida humana, a partir da razão e da lógica. O conhecimento
filosófico, desde a sua origem, é marcado por várias características, como a racionalidade, o
questionamento, o uso de conceitos, a transmissão pelo diálogo, o desenvolvimento da
reflexão crítica, entre outras.
4 – Conhecimento teológico. Essa modalidade consiste no estudo de Deus e de todos os
aspectos relacionados à divindade. O conhecimento teológico não tem como objetivo
confirmar ou negar a existência ou não de Deus, já que a fé inquestionável é sua premissa
principal. A formação teológica oferece aos membros de uma igreja a oportunidade de
conhecer e estudar detalhadamente a palavra de Deus, aprofundando na Bíblia. Por
isso, permite um conhecimento amplo da fé e diversos assuntos relacionados à religião, de
forma científica e sistemática. O conhecimento teológico, ou religioso, é baseado na fé
religiosa. Assim, acredita-se que a religião é a verdade absoluta e possui todas as explicações
para os mistérios que rondam a mente humana.
5 – Conhecimento tácito. O termo tácito tem origem no latim tacitus, que significa “não
expresso por palavras”. Dessa forma, o conhecimento tácito é aquele tipo de conhecimento
mais difícil de ser formalizado e transmitido às outras pessoas. Ele está relacionado às
experiências, à visão de mundo e às práticas de determinado indivíduo. O conhecimento
tácito pode ser subdividido em cognitivo e técnico. Como técnico, entende-se todas as
habilidades informais do chamado know-how de cada indivíduo. O conhecimento tácito
cognitivo é basicamente a percepção de mundo criada por cada pessoa ao longo dos anos,
suas crenças, filosofias, etc. Qual a importância do conhecimento tácito?Nesse sentido, o
conhecimento tácito possui um relevante papel. Ele pode ser definido como o conhecimento
que adquirimos através da experiência, através do modo como interagimos com as coisas e
buscamos compreender o universo e seus milhões de detalhes. O que é conhecimento tácito
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segundo Nonaka e Takeuchi? Para Nonaka e Takeuchi (2008), conhecimento tácito é aquele
difícil de ser codificado, ou seja, expresso por palavras, fruto das experiências pessoais.
O que é epistemologia do ensino religioso?
O grande feito da BNCC para o Ensino Religioso é a definição do lugar
epistemológico dessa disciplina escolar, ligando-a à(s) Ciência(s) da(s)
Religião(ões) e definindo que seu objeto principal de estudo é o Conhecimento
Religioso, substrato do Fenômeno Religioso.
O que é abordagem epistemológica dos objetos de conhecimento?
Epistemologia, também conhecida como a Teoria do Conhecimento, é o ramo
da filosofia que estuda como o ser humano ou a própria ciência adquire e
justifica seus conhecimentos. Ou seja, é o estudo que visa encontrar as
condições necessárias e suficientes para o resultado de uma afirmação
específica.
Conhecimento religioso Sociologia
O que é o Conhecimento religioso?
O conhecimento religioso é sustentado pela fé religiosa, ou seja, a crença de
que todos os fenômenos acontecem pela vontade de entidades ou energias
sobrenaturais. Por esse motivo, o conhecimento religioso apresenta explicações
dogmáticas que não podem ser refutadas.
Qual é a relação entre religião é sociologia?
O estudo da religião é tema constitutivo e fundador da sociologia. Tanto Karl
Marx, como Émile Durkheim e Max Weber se interessaram pela elaboração de
teorias visando compreender aspectos da vida religiosa e sua influência na
sociedade.
Qual é o objetivo da sociologia da religião?
Nestes estudos sobre as religiosidades é a dimensão plural que interessa, a
dimensãodo coletivo, a dimensão que afeta a sociedade. e a sociedade não é
representada por uma única religião e nem muito menos, é possível reduzir toda
a complexidade da religiosidade a uma religião específica.
O que é um estudo antropológico?
A ANTROPOLOGIA é a ciência que estuda os diversos aspectos da vida social em
diferentes culturas ou sociedades humanas.
17
O que é antropologia da religião?
Para a antropologia, a religião não é um modo arcaico do pensamento científico;
é, ao contrário, um espaço distintivo da prática e da crença humanas que não
pode ser reduzido a nenhum outro.
Qual é o objetivo do conhecimento antropológico?
A antropologia busca compreender como o ser humano formou-se e tornou-se
o que ele é. Portanto, o antropólogo busca as raízes do ser humano
estabelecendo (como a história) um estudo do passado para compreender quais
foram essas origens.
O que é conhecimento teológico religioso?
A teologia das religiões estuda, à luz da fé cristã, a experiência comum a toda a
humanidade como uma “espera anônima” do mistério de Cristo. A teologia das
religiões é parte integrante do discurso teológico da Igreja.
Conhecimento religioso (também chamado de conhecimento teológico) é todo
conhecimento baseado em doutrinas sagradas ou divinas. O conhecimento
religioso é sustentado pela fé religiosa, ou seja, a crença de que todos os
fenômenos acontecem pela vontade de entidades ou energias sobrenaturais.
Quais os fundamentos do conhecimento teológico ou religioso?
18
Fundamentos do Conhecimento Teológico ou Religioso
A fé religiosa é a base desse conhecimento. E, por se tratar de uma crença em
doutrinas sagradas ou divinas, é tomada como verdade absoluta. Esse saber é
capaz de responder a todas as dúvidas sobre a vida e seus mistérios.
Qual a função do conhecimento teológico?
Conhecimento teológico (religioso)
Esta forma de conhecimento está baseado na fé religiosa, acreditando que esta
possui verdades absolutas, que apresentam as explicações para os mistérios que
rondam a mente humana.
O que é conhecimento teológico exemplo?
4 – Conhecimento teológico
O conhecimento teológico não tem como objetivo confirmar ou negar a
existência ou não de Deus, já que a fé inquestionável é sua premissa principal.
Alguns exemplos de conhecimento teológico são a criação do universo em 7 dias
e a crucificação de Jesus Cristo.
Qual a ligação entre teologia e religião?
A Teologia traz como referência a reflexão acerca da realidade de uma
determinada tradição religiosa. Enquanto pesquisa, preocupa-se em definir,
averiguar e compreender todos os fatos hermenêuticos, geralmente em relação
as Escrituras Sagradas.
O que significa o termo teológico?
A fé transcende a razão, mas ela também tem uma dimensão racional. A
teologia é a reflexão racional sobre a revelação divina, que a Igreja Católica
aceita pela fé como verdade salvífica universal. A teologia católica reconhece a
primazia da Palavra de Deus.
Matrizes
O que são as 4 matrizes religiosas?
Vimos que seria impossível estudar todas as religiões presentes no Brasil, por
isso estudamos as matrizes religiosas que são quatro: Indígena, Ocidental,
Africana e Oriental.
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Quais são os tipos de tradições religiosas?
Diversidade Religiosa
Cristianismo;
Islamismo;
Espiritismo;
Judaísmo;
Sikhismo;
Budismo;
Religião Tradicional Chinesa;
Hinduísmo;
O que e uma matriz religiosa?
Havia muitas religiões, pois o território que hoje chamamos de Brasil abrigava
mais de mil etnias indígenas, cada qual com suas crenças e suas próprias
religiões. Então, para falar de todo esse conjunto de religiões usamos o termo
MATRIZ.
O que é uma matriz indígena?
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Matriz é um conceito que se usa para a referência de bases de uma cultura
importantes para o entendimento dela. Assim, a matriz indígena se refere a
elementos essenciais para se pensar a cultura indígena, como o exemplo das
danças, dos ritos e adornos indígenas.
Qual a origem da matriz indígena?
Hoje já se conhece mais sobre as origens do povoamento da América: supõe-se
que os povos ameríndios foram provenientes da Ásia, entre 14 mil e 12 mil anos
atrás. Teriam chegado por via terrestre através de um "subcontinente" chamado
Beríngia.
Quais são as principais características da matriz indígena?
As sociedades indígenas prezam muito por duas coisas: respeito e ligação com a
natureza e respeito à sabedoria dos anciãos. É ainda comum nas tribos
indígenas o pensamento de uma vivência sustentável — retirando da natureza
somente aquilo que é necessário para a manutenção da vida.
A matriz africana, por sua vez, contempla várias religiões como a Umbanda e o
Candomblé. Essas são adaptações e reinvenções das diversas formas de crer dos
povos africanos para cá trazidos para serem escravizados em meados do século
XVI.
A segunda matriz religiosa do Brasil é a Ocidental.
Assim, dentro dessa matriz estão as religiões Cristãs, o Judaísmo, o Islamismo,
etc.
Qual a origem da matriz religiosa ocidental?
As Grandes Tradições.
Paul Valéry, afirma que a Cultura Ocidental foi forjada por três tradições: - No
domínio moral: a tradição cristã, em particular a católica; - No domínio do
direito, da política e do Estado: a tradição do direito romano; - No domínio do
pensamento e das artes: a tradição grega.
Quais são as principais religiões ocidentais?
Consideram-se ocidentais: o JUDAÍSMO, O ISLÃ E O CRISTIANISMO.
A quarta matriz religiosa do Brasil é a Oriental.
Existem muitas religiões orientais no Brasil, a mais conhecida é o Budismo. Mas,
encontramos também os Hare Krishna, Seicho-no-iê, Messiânica, além de
muitas filosofias de vida orientais como o Taoísmo, Confucionismo, Xintoísmo,
etc.
21
Quais são as religiões de matriz oriental?
O Oriente Médio é marcado pela existência das três
maiores religiões monoteístas: o Islamismo, o Cristianismo e o Judaísmo. Na Ásia
de Monções (Sul e Sudeste Asiático), destacam-se o Bramanismo na Índia, o
Lamaísmo no Nepal e Butão, além do Tibete, na China. Também existem muitos
adeptos do Budismo.
Quais são as características da matriz religiosa oriental?
Esta caracterizada por englobar as religiões do Oriente, as quais têm por
características a crença que o divino está presente em tudo, podendo se
manifestar em diversas divindades ou como uma força que irá permear tudo e a
todos.
Como a matriz oriental chegou no Brasil?
Chegou em nossas terras por meio dos africanos que trouxeram a crença nos
orixás. Os africanos de diferentes povos (Bantos, Nagos, Jê, etc.) que vieram
escravizados ao Brasil, resistiam à escravidão mantendo suas culturas e suas
religiosidades.
O que é respeitar a diversidade religiosa?
A diversidade religiosa caracteriza-se pela existência de
grupos religiosos diferenciados, coexistindo num mesmo espaço social, onde a
tolerância ( matriz principal do respeito à liberdade humana) permite que numa
sociedade aberta, a convivência dessas diferenças oportunize um diálogo mais
concreto.
Porque é importante falar sobre a diversidade religiosa?
O CONHECIMENTO DA DIVERSIDADE RELIGIOSA É UM CAMINHO QUE PERMITE AOS
CIDADÃOS SUPERAR OS PRECONCEITOS E O FANATISMO RELIGIOSO. CONHECER PARA
RESPEITAR O DIFERENTE E AS DIFERENÇAS É MUITO IMPORTANTE PARA A PROMOÇÃO DE
CULTURAS DE PAZ.
Como podemos respeitar a diversidade religiosa das religiões?
O primeiro passo para respeitar a diversidade religiosa e evitar novos casos de
racismo religioso é o conhecimento. Saiba mais sobre o direito à laicidade e
quais as religiões mais praticadas no Brasil.
22
Por que é importante respeitar a diversidade religiosa no ambiente escolar?
A diversidade religiosa na escola estimula a tolerância e o respeito por todas as
religiões. Portanto, é fundamental trabalhar esse aspecto noambiente de
ensino, pois é indispensável pra vida em sociedade. Dessa forma, é um tema
que levanta inúmeros debates, que podem causar polêmica.
Como se explica a diversidade?
É possível definir a diversidade como um grupo de diferenças e semelhanças
que define pessoas, as tornando únicas de acordo com sua etnia, gênero,
orientação sexual, deficiência, religião ou nacionalidade
Quais são as manifestações da religião católica?
Destacavam-se as procissões dos Mistérios da Paixão, de Corpus Christi ou cenas
correlatas, em datas fixas ou móveis, ao lado da multiplicação das
representações da Santíssima Trindade, especialmente a cruz ou o Cristo
Crucificado.
Quais são as principais festas religiosas?
Círio de Nazaré
Paixão de Cristo.
Lavagem do Bonfim.
Festa da Penha.
Festa do Rosário.
Quais são as manifestações culturais e religiosas?
Diversidade de manifestações culturais
Folia de Reis;
congada;
bumba meu boi;
Festa do Divino;
Círio de Nazaré;
festa junina;
festa do peão;
Oktoberfest.
23
Qual o significado de manifestação religiosa?
São momentos que renovam a fé da comunidade.
Os dados apontam que a população brasileira está dividida da seguinte maneira:
64,6%, Igreja Católica (em 2000 eram 73,6%); 22,2%, Igrejas Evangélicas (15,4%
antes); 2%, Espíritas (1,3% no Censo anterior); 0,3%, Umbanda e Candomblé
(mesma porcentagem dos dados de 2000); 2,7% outras religiões (eram 1,8%);
8% sem religião (eram 7,4%); e 0,1% não sabe ou não declarou (o porcentual
anterior era de 0,2%).
Com relação aos católicos e evangélicos, em Goiás o crescimento evangélico
continua sendo maior em comparação aos dados nacionais: são 28% hoje,
sendo que em 2000 eram quase 20%. A queda de católicos também é mais
acentuada no Estado: em 2000 eram 68% e em 2010 são 58,9%. Com relação a
esse tema, os dados da cidade de Goiânia são ainda mais significativos: em uma
população de 1,3 milhão de habitantes, há apenas 50,7% (662.570) de católicos
e 32,3% (422.455) de evangélicos.
Portanto, Goiás tem contribuído significativamente no País com o declínio
católico e o crescimento evangélico, principalmente sua vertente pentecostal.
Há inclusive o caso de religiões que nasceram em Goiânia e já estão presentes
em todos os Estados da Federação. No caso da Igreja Fonte da Vida, ela também
pode ser encontrada em países do exterior. Em contrapartida, o índice de
espíritas e pessoas que se declaram sem religião no Estado é bem parecido com
os encontrados em todo o País, ou seja, 2,46% de espíritas e 8,11% de pessoas
sem religião.
Mas há alguns elementos que os dados do Censo não identificam e que são
importantes para uma compreensão adequada do cenário religioso no Brasil.
O primeiro elemento diz respeito ao trânsito religioso. Diversas pesquisas na
área de sociologia, antropologia, história e ciências da religião apontam para o
crescimento das duplas e até mesmo múltiplas pertenças religiosas. O caso
tradicional é o dos espíritas e católicos. Mas há atualmente trânsitos também
entre as igrejas pentecostais e até mesmo de indivíduos que frequentam grupos
religiosos diversos. Trata-se da pessoa que vai à missa (católica) no domingo, no
terreiro (umbanda) na quarta e na sessão de descarrego (pentecostal) na sexta-
feira.
Significa afirmar que as pertenças religiosas estão se desinstitucionalizando e os
fiéis frequentam os espaços que melhor atendem a suas necessidades,
independente da instituição e sem compromisso ou fidelidade com qualquer
uma delas. O Censo aponta que 8% da população se declaram sem religião.
Todavia, nem todos são ateus. Provavelmente mais da metade desses sujeitos
vivenciam uma realidade sincrética em sua relação com o universo religioso. São
24
aqueles que participam quando lhes convém e não possuem compromisso
institucional com nenhuma denominação religiosa.
Outro dado importante que não pode ser percebido pelo Censo diz respeito à
realidade das religiões de matriz africana. Os 0,3% apontados na pesquisa não
evidenciam a condição geral dessas religiões, principalmente a Umbanda. Em
Goiânia, por exemplo, existem dezenas de terreiros espalhados pela cidade.
Então, por que esses números não aparecem no Censo? Principalmente pelo
fato dessas religiões sofrerem ainda hoje muito preconceito no Brasil. Muitas
pessoas adeptas de religiões de matriz africana preferem ficar no anonimato e
não declaram sua pertença religiosa na pesquisa.
Atualmente continuam sendo recorrentes situações de constrangimento
sofridas pelos adeptos de religiões não cristãs no Brasil. Não podemos esquecer
que o Brasil é um país predominantemente cristão, e os católicos, apesar do
declínio de seu porcentual, são cerca de 123 milhões de pessoas. Ao juntarem-
se com os evangélicos, protestantes e pentecostais, com quase 43 milhões de
adeptos, somam-se 168 milhões em um universo de 190 milhões de brasileiros.
As religiões não cristãs são marginalizadas e muitas vezes precisam se adaptar
ao contexto cristão. O caso principal no Brasil é o do espiritismo, que em sua
origem francesa não tinha nada de cristão e ao chegar ao País assume diversas
características do catolicismo. Outro caso menos evidente é o do Seicho-no-ie
que teve de incorporar elementos da cultura católica em suas práticas como
estratégia de sobrevivência no Brasil.
Assim, quando se fala em diversidade religiosa no Brasil, recorre-se a um
equívoco, visto que na verdade o que há é uma diversidade de igrejas cristãs e
não de religiões de diferentes matrizes. Estas somadas são menos de 3% da
população (judaísmo, islamismo, hinduísmo, religiões orientais, etc.). Todavia, o
caso das religiões de matriz africana é uma exceção que o Censo não mostra,
visto que são numerosas, mas para se protegerem vivem quase que no
anonimato.
Por fim, um elemento importante a se considerar nos dados do Censo de 2010
diz respeito ao crescimento pentecostal e declínio católico. Alguns
pesquisadores da área de Sociologia da Religião, como Paul Freston, apontam
para a estagnação dessa tendência. Provavelmente os evangélicos já chegaram
ao seu limite de crescimento e a Igreja Católica tenderá a manter-se como
religião predominante. Isto é, daqui a 20 ou 30 anos, diferentemente da
tendência apontada nas estatísticas, esse cenário não mudará muito.
Dessa forma, aqueles que sonham com efetivação de um país
predominantemente evangélico-pentecostal poderão talvez se decepcionar com
o futuro das religiões no Brasil. Por outro lado, aqueles que apostam no fim das
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religiões devem se convencer de que elas continuarão fortes e atuantes no
cenário nacional.
O que é diversidade cultural e religiosa no Brasil?
O que é a Diversidade Cultural no Brasil? A diversidade cultural no Brasil é
representada pelas inúmeras tradições, manifestações religiosas e artísticas,
culinária, crenças e costumes, dos diferentes grupos de indivíduos nas
diferentes regiões brasileiras.
Mais de 80% da população brasileira tem alguma crença. A diversidade
religiosa também está presente entre os jovens, segundo pesquisa do Data
Popular 44% dos jovens se declararam católicos, 37% evangélicos, 6% tem
outras religiões e 11% não possuem religião.
Qual a importância da diversidade cultural e religiosa para o Brasil?
No Brasil, essa diversidade de credos e religiões marcou a construção de nossa
cultura ― inclusive, o sincretismo religioso (quando religiões diferentes cruzam
seus dogmas, divindades e rituais) faz parte da nossa riqueza cultural. A
coexistência religiosa é vital para a diversidade.
O que explica a diversidade religiosa no Brasil?
No Brasil, essa diversidade de credos e religiões marcou a construção de nossa
cultura ― inclusive, o sincretismo religioso (quando religiões diferentes cruzam
seus dogmas, divindades e rituais) faz parte da nossa riqueza cultural. Falar
sobre diversidade religiosa é refletir sobre direitos humanos.
Quais são os tipos de diversidadecultural brasileira?
A cultura indígena dos povos originários. A cultura africana dos diversos povos
escravizados e trazidos para o Brasil. A cultura europeia dos colonizadores
portugueses.
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Quais são os costumes e tradições dos povos indígenas?
- Os índios brasileiros se alimentam exclusivamente de alimentos retirados da
natureza (peixes, carnes de animais, frutos, legumes e tubérculos); - Costumam
tomar banho várias vezes por dia em rios, lagos e riachos; - Os homens saem
para caçar em grupos; - Fazem cerimônias e rituais com muita dança e música.
As religiões dos povos indígenas do Brasil são politeístas, cultivam muitas
entidades e não há a adoração a uma única divindade. Também não há dogmas
ou um conjunto de doutrinas registradas em livros sagrados, como a Bíblia.
Em que os povos indígenas acreditam?
Muitos povos indígenas acreditam em deuses e seres mitológicos ligados a
elementos da natureza, e o território é o espaço físico onde essas divindades se
manifestam. Ou seja: a terra não é apenas o lugar onde os índios moram. É um
elemento central da religião e da identidade cultural deles.
Qual é a tradição indígena?
Entre eles, destaca-se a importância da música, dança, arte plumária, cestaria,
cerâmica, tecelagem e a pintura corporal. A música é utilizada em ocasiões
especiais como nos ritos de guerra, nas festas de plantação e colheita e nos ritos
de iniciação.
27
Quais são os rituais religiosos indígenas?
Os Ritos indígenas no Brasil tratam dos ritos de nascimento, de nomeação, de
passagem da criança ou adolescente para a vida adulta, de casamento, ritos
para determinar uma função dentro da comunidade (chefe, guerreiro, caçador,
pajé, etc.), ritos fúnebres, etc.
Como nasceu a tradição indígena brasileira?
A arte indígena brasileira é produzida pelos povos nativos, antes e depois da
colonização portuguesa, que se iniciou em 1500. Há uma grande diversidade de
tribos indígenas no Brasil, que se destacam na arte da cerâmica, do trançado,
dos enfeites e das pinturas corporais.
Qual o objetivo dos rituais indígenas?
Na maior parte do mundo, a religião costuma orientar os ritos de passagem que
marcam as transições fundamentais na vida: nascimento, maioridade,
casamento, procriação e morte. O ritual serve para assinalar um ponto de
transição, para fortalecer o vínculo com a fé e auxiliar psicologicamente os que
passam pela mudança.
Quais são os principais rituais indígenas?
Aqui nessa lista mostramos alguns desses rituais do povo indígena.
1 – Veneno nos olhos. ...
2 – Morada das almas. ...
3 – Se tornando mulher. ...
4 – Ritual de masculinidade. ...
5 – Ritual de guerra. ...
6 – Iniciação. ...
7 – Pajés.
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Qual é a função dos símbolos religiosos?
Os símbolos ajudam a criar um corpo que exprime os valores morais da
sociedade, os ensinamentos, criando um sentimento de solidariedade entre os
seguidores, ou funcionando como uma forma de trazer um adepto mais perto
de seu deus ou deuses.
Quais são as funções dos símbolos?
Através de símbolos nos comunicamos transmitindo mensagens, convicções,
histórias, sentimentos. Mas para que os símbolos desempenhem sua função de
comunicação, é necessário que as pessoas conheçam seu significado. Por isto,
os símbolos são sempre elementos coletivos, que dizem respeito a um grupo de
pessoas.
O que é símbolo e qual a sua função nas religiões?
Outra função do símbolo é que ele torna-se portador de uma revelação do
sagrado ou do universo (ELIADE, 2010 p. 364). Isto denota que o símbolo exerce
uma função de informar ou comunicar e até mesmo de interpretar de forma
significativa aquilo que estar rela- cionado ao sagrado como também ao cosmo.
Quais são os principais símbolos religiosos?
Símbolos Religiosos na Vida Das Pessoas
Veja alguns exemplos: A estrela de seis pontas é um símbolo de sabedoria e
proteção para os seguidores do Judaísmo. A Cruz é símbolo de salvação para os
cristãos. A Lua Crescente é um símbolo do Islamismo.
Quais são os tipos de símbolos?
É possível classificar a simbologia de acordo com o seu objeto de estudo ou a
área de incumbência. A simbologia maçónica analisa os símbolos dos maçons e
revela as mensagens fechadas em cada um deles. A simbologia religiosa, por
outro lado, estuda os símbolos que intervêm numa crença ou prática de uma
religião.
O que são símbolos religiosos exemplifique?
Entende-se por simbolismo religioso todo, e qualquer, uso de símbolos,
incluindo arquétipos, atos, trabalhos artísticos, eventos, ou fenômenos naturais,
por uma religião. A maioria das doutrinas visualizam textos, rituais e obras de
arte como símbolos de ideias convincentes ou ideais.
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Quem sou eu? De onde vim? Para onde vou?
Estas três perguntas atormentam a mente humana há séculos... Talvez
milênios... Nós, humanos, necessitamos de definições e referenciais para
designar aquilo que denominamos “eu”. Conhecer o passado, nossa origem,
nossa história é, de certa forma, responder à segunda pergunta e alicerçar a
resposta da primeira. O autoconhecimento facilita o planejamento do futuro
para que possamos definir objetivos, para ter planos e realizar escolhas
conscientes. É fundamental conhecer o próprio potencial e as próprias
limitações para o bom desempenho em qualquer área, tanto em aspectos
pessoais como profissionais.
A primeira pergunta - “Quem sou eu?” - permite-nos fazer certas considerações:
somos a imagem que vemos no espelho, a imagem mental que fazemos de nós
mesmos ou a imagem que os outros fazem de nós? Provavelmente somos as
três coisas simultaneamente. Tudo o que pensamos faz parte do “eu” mas
existem instâncias do “eu” que não podem ser percebidas pelo pensamento
consciente. Isso significa que temos uma bagagem inconsciente que faz parte de
nós e da qual muito pouco poderá ser acessada. A psicanálise auxilia no
processo de autoconhecimento justamente ao possibilitar que conteúdos
inconscientes aflorem com mais facilidade. A associação livre tem como regra
única a de falar sem censura tudo o que vier à mente. Muito mais do que os
conteúdos, é considerada a forma como estes são apresentados. Um mesmo
fato, por exemplo, pode ser narrado das mais diversas formas, dependendo de
como o sujeito sente e vive, de um modo geral e especificamente, aquela
situação. Assim, não importa de que o paciente fale, a forma como fala diz
respeito a ele. É dada especial atenção para pausas, negações e atos falhos
(troca de nomes, palavras etc.) por meio dos quais o analista pode descobrir
sobre o que o sujeito não quer falar. Outro caminho é a análise dos sonhos cujas
interpretações levam ao descobrimento de desejos reprimidos, entre outros
conteúdos. No entanto, deve-se evitar a interpretação dos sonhos de forma
generalizada a partir de crenças ou simbolismos que, muitas vezes, não se
relacionam com aquele sujeito especificamente, tampouco com o momento que
ele está vivendo. É importante que a interpretação seja contextualizada.
A meditação é uma prática que permite o autoconhecimento a partir do
desvendamento de algo interno. O contato íntimo consigo, resguardando-se de
estímulos externos, leva ao encontro de instâncias do “eu” que não se
manifestam no dia a dia. Embora seja extremamente útil, inclusive na prevenção
e tratamento de doenças orgânicas, a meditação não permite que o sujeito se
conheça em termos de funcionamento psíquico, ou seja, saber os porques de
agir de tal e qual forma. Isso pode ser obtido escrevendo um diário onde
exprime-se os sentimentos e tudo o mais que vier à mente – uma escrita em
https://www.somostodosum.com.br/autoconhecimento/?utm_source=stum&utm_campaign=autoconhecimento
https://www.somostodosum.com.br/autoconhecimento/?utm_source=stum&utm_campaign=autoconhecimento
https://www.somostodosum.com.br/sonhos/?utm_source=stum&utm_campaign=sonhos
https://www.somostodosum.com.br/sonhos/?utm_source=stum&utm_campaign=sonhoshttps://www.somostodosum.com.br/autoconhecimento/?utm_source=stum&utm_campaign=autoconhecimento
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associação livre, sem censura, como se narrasse em uma sessão de análise.
Obviamente a interpretação será muito limitada, pois é o próprio sujeito a se
auto-analisar.
A segunda pergunta: De onde vim? Exprime a necessidade natural do ser
humano de saber sua origem. A origem familiar, a história que ouvimos sobre
nossa família, nosso país e nossa chegada, servem de alicerce para que
possamos construir a versão que nos acompanhará. Verdadeira ou não, será o
referencial de passado a partir do qual a identidade é construída. Muitas
angústias e dificuldades relacionam-se à história de nossa vida e à forma com
que encaramos os fatos passados. Mudar os fatos não é possível mas, por meio
da análise, é possível reescrever essa história, interpretando-a e
compreendendo-a, fazendo com que o presente se torne menos angustiante.
Isso ocorre, por exemplo, com relação a traumas: o paciente relembra e narra
os fatos traumatizantes, elabora-os e reconstrói sua história a partir de uma
nova perspectiva, libertando-se. Ainda assim, muitas vezes temos a impressão
de que falta algo no passado; algo que antecede o próprio nascimento. Este
vazio pode ser preenchido conforme as crenças do sujeito e suas necessidades
de conhecimento. Há quem se satisfaça ao conhecer a história dos
antepassados: origem, migrações, sobrenomes, etc. Outros, no entanto, têm
uma necessidade maior no âmbito da metafísica: a origem da humanidade e a
origem do universo, podendo buscá-la na Ciência ou na Religião. Mas existe
também uma necessidade de conhecer o "eu", individual, antes do nascimento,
motivada pela crença na reencarnação. Para esta a Terapia de Vidas Passadas ou
Regressão é o método indicado. Deve-se tomar alguns cuidados para que essa
crença não se torne uma obsessão, levando o sujeito a fugir do momento
presente e a viver um mundo de fantasia estabelecido em uma suposta
reencarnação ou ainda jogando todas as responsabilidades para o passado. Por
isso é necessário que o trabalho de regressão seja realizado dentro de um
contexto terapêutico, vinculando os conteúdos de vidas passadas ao que se vive
no presente da mesma forma que se faz com as memórias (ou histórias
contadas) da vida atual, como as da infância. Dentro de um tratamento, o
sujeito é levado a assumir a responsabilidade por suas escolhas, sejam recentes
ou não, de maneira a arcar com as conseqüências de seus atos. De um modo
geral, as pessoas que se submetem a esse tratamento passam a viver o
momento atual com mais tranqüilidade, aceitando melhor as limitações e outras
vicissitudes da vida. Adquirem maior compreensão e tolerância, além de
diminuir os medos relacionados à morte, ao futuro, etc.
A terceira pergunta: Para onde vou? Talvez seja a mais difícil de ser respondida.
É certo que não podemos prever o futuro; no entanto, podemos planejá-lo,
estabelecer metas e planos. Para isso é imprescindível saber onde queremos
https://www.somostodosum.com.br/testes/vidaspassadas/
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chegar e, obviamente, qual é o ponto de partida. Conhecendo “eu” no
momento presente, com suas virtudes e limitações, libertando-se de âncoras do
passado e das inseguranças quanto ao futuro, é possível estabelecer planos
realistas e alternativas viáveis para o que se almeja.
Estabelecer metas realistas dentro daquilo que é possível obter e a partir do que
se tem é fundamental para evitar decepções futuras. É muito importante saber
o que é possível fazer, em que nos damos bem e o que não temos condições (ou
aptidão) para realizar. Em alguns casos, o autoconhecimento obtido pelo
processo analítico pode levar o sujeito a rever sua carreira, descobrindo que
deveria buscar outra profissão. É comum que o sujeito depare-se com sua
verdadeira vocação ou descubra que os motivos que o levaram à escolha
anterior refletiam os desejos de outras pessoas (por exemplo, dos pais) em vez
dos próprios. Ao se apropriar de seus desejos o sujeito poderá escolher de
forma mais consciente e permitir-se a realização. Pode, então, alcançar os
objetivos que estabeleceu para sua satisfação, libertando-se das desculpas e
justificativas que o impediam de progredir.
Quem sou eu? De onde vim? Para onde vou? Talvez nunca seja possível
conseguir responder satisfatoriamente às três perguntas, porém, as respostas
parciais obtidas podem ser de grande valia para nosso progresso e realização
pessoal.
O ser humano é único, no mundo vivem muitas pessoas, mas nenhuma é igual a
outra. Cada pessoa tem seu jeito de ser, seu gosto, seu modo de fazer as coisas
e suas características.
"Eu e o mundo" “Eu em relação ao mundo.
O ser humano é único, no mundo vivem muitas pessoas, mas nenhuma é igual a
outra. Cada pessoa tem seu jeito de ser, seu gosto, seu modo de fazer as coisas
e suas características.
A certidão de nascimento, além de ser um documento de identificação, é a
primeira garantia de cidadania de direitos de todos os brasileiros. Muitas
pessoas fazem parte da nossa família, avós, primos, etc. Compondo a nossa
árvore genealógica. Os hábitos e costumes variam de uma família para a outra,
por exemplo, alimentação, o modo de falar, a religião, o jeito de se vestir, varia
entre as famílias de origem diferente”.
Relacionamento interpessoal é o vínculo criado entre dois ou mais indivíduos,
com base em suas interações e no contexto social em que atuam. Para que a
relação comece, é necessário que essas pessoas tenham um primeiro contato,
https://www.somostodosum.com.br/autoconhecimento/?utm_source=stum&utm_campaign=autoconhecimento
32
que pode acontecer de forma espontânea ou planejada, em um ambiente online
ou off line.
O que são as relações interpessoais?
Relacionamento interpessoal é um termo que se refere à relação, ligação ou
vínculo entre duas ou mais pessoas em um determinado contexto. Esse conceito
vem dos estudos da sociologia e da psicologia, abarcando um conjunto de
normas comportamentais que orientam as interações entre os membros de
uma sociedade.
Quais são os 4 pilares das relações interpessoais?
Abaixo, vamos listar os cinco pilares do relacionamento interpessoal e explicar
um pouco mais sobre cada um deles.
1. Autoconhecimento. ...
2. Empatia. ...
3. Assertividade. ...
4. Cordialidade. ...
5. Ética.
Quais são os três tipos de relações interpessoais?
Relacionamento Interpessoal Pessoal. O Relacionamento Interpessoal Pessoal se refere
a forma como lidamos com as pessoas mais próximas do nosso convívio, como familiares,
amigos e parceiros. Ou seja, é um tipo de relacionamento interpessoal que abarca os
comportamentos que temos diante dessas relações. Enquanto que o
relacionamento interpessoal preza a comunicação que você exercita com outras pessoas, o
relacionamento intrapessoal foca na capacidade de você se comunicar consigo, de você se
relacionar com seus próprios sentimentos, emoções e questionamentos. Quais os 4 conceitos
que caracterizam as relações interpessoais? Alguns desses fatores são: autoconhecimento,
amor próprio, tolerância e empatia.
33
Relacionamento Interpessoal Profissional. Quando falamos de relacionamento
interpessoal no trabalho entendemos a união de vários indivíduos dentro do ambiente
corporativo. É comum que essa relação se desenvolva entre profissionais que trabalhem em
uma mesma organização ou façam parte de um mesmo time. Um relacionamento
interpessoal positivo impulsiona a produtividade, cria confiança em uma atmosfera de
respeito e empatia, além de reduzir os conflitos, motivar e fazer com que os profissionais se
sintam valorizados.
Relacionamento Interpessoal Virtual. Nesse ambiente, as pessoas interagem
principalmente através de mensagens instantâneas e comentários em publicações, sendo
muito comum que opinem sobre política, arte, religião e vários outros assuntos que
constituem o tecido social. O que são relações virtuais?As relações virtuais decorrem da
adaptação de situações sociais às novas tecnologias e às novas formas de comunicação. No
entanto, não devem ser substituídas pelas relações reais.
O que é o ser humano ensino religioso?
Deste modo, o ensino religioso se submete à fé. Razão e fé têm que estar
vinculadas, pois o ser humano tem como característica a sua capacidade
cognoscitiva. É na racionalidade que encontrará o caminho que será completado
pela fé. Sobre estes aspectos veja- se a Encíclica de João Paulo II (1998),
intitulada Fé e Razão.
O que o ensino religioso é capaz de desenvolver e consolidar na vida do ser
humano?
Por priorizar a construção de valores éticos e morais, o ensino religioso permite
aos estudantes reconhecer os melhores caminhos de vida, sempre com respeito
e senso de justiça. O intuito, portanto, é transmitir saberes que contribuam para
a comunhão com a sua vida e com a dos demais.
Qual à importância da religião para à vida em comunidade?
A religião permite conhecer o local onde as pessoas vivem seus valores em uma
cultura. Ela é influenciada pela cultura, mas ela também influencia a cultura
daqueles que vivem em seu entorno. A religião permite um conhecimento maior
34
dos valores que envolvem uma dada sociedade, principalmente seus valores
éticos.
Quais são os principais fundamentos dos valores religiosos?
O que deve ser mais relevante no Ensino Religioso é o respeito e a tolerância, ao
diferente e ao diverso. Todas as religiões ou filosofia de vida, ao seu modo,
elevam valores irrecusáveis como humildade, amor, honestidade, compaixão,
fraternidade, sinceridade, ética e respeito, entre outros.
Quais são os valores humanos que contribuem para a convivência do homem na
sociedade?
São atitudes como honestidade, amor ao próximo, respeito, paz, cidadania,
ética, moral, que permitem que as pessoas possam viver em conjunto numa
sociedade democrática.
A religiosidade constrói um universo de reflexão todo especial na vida seja
individual ou social por envolver um contrato, em que o elemento esperança e
sentido da vida são fundamentais para o desenvolvimento do ser humano em
sua trajetória terrestre.
Como à religião pode contribuir para à formação humana?
Muitas religiões contribuem para a humanização das
sociedades humanas quando buscam ajudar as pessoas a serem felizes e
solidárias umas com as outras, bem como, quando promovem a defesa da vida,
do bem comum, da justiça, da paz, da fraternidade e do respeito entre todos os
povos.
Como à religião pode contribuir para à humanização da sociedade humana?
Muitas religiões contribuem para a humanização das sociedades humanas,
quando buscam ajudar as pessoas a serem felizes e solidárias uma com as
outras, bem como quando promovem a defesa da vida, do bem comum, da
justiça, da paz , da fraternidade, do respeito entre todos os povos.
Qual o limite entre o direito individual e coletivo?
Quanto ao modo de seu exercício, os direitos individuais são aqueles cujo titular
pode exercer pessoalmente como emanação da própria vontade, enquanto os
direitos coletivos só podem ser exercidos se diversas pessoas se reunirem para
usar em conjunto e no mesmo sentido o direito que assiste cada uma delas.
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O que é a liberdade individual e coletiva?
A liberdade individual só existe com a liberdade coletiva, ou seja, sem a
existência de uma convenção, construída pelos indivíduos para estabelecer os
seus direitos, estes não existiriam e uns poderiam se apoderar dos outros.
Quais são os direitos individuais e coletivos do artigo 5?
No artigo 5o, estão destacados os Direitos Individuais e Coletivos, merecendo
especial relevo os direitos: à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à
propriedade, decorrendo destes todos os demais que estão salvaguardados nos
incisos I a LXXVII.
O que diz o artigo 18?
Artigo 18°: Toda pessoa tem direito a liberdade de religião, consciência e
pensamento — Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Atenção!
Quais são os limites da liberdade religiosa?
Apesar da liberdade religiosa ser um direito fundamental protegido pela
Constituição Federal, ela encontra limites quando confrontada com outros
direitos fundamentais num determinado caso concreto, como a vida, por
exemplo. KARAM, Maria Lúcia. Proibições, crenças e liberdade: o direito à vida, a
eutanásia e o aborto.
Os quatro pilares são formados pelo grupo: Aprender a Conhecer, Aprender a
Fazer, Aprender a Conviver e Aprender a Ser. Eles são vistos como os principais
objetivos da educação para o século XXI e foram criados para nos auxiliar a
enfrentar todos os desafios da nossa sociedade.
Qual a finalidade dos 4 pilares da Educação?
Os quatro pilares são o contexto certo para trabalhar na educação, pois sendo
onde tudo acontece na vida dos alunos em seu desenvolvimento, desde
aprender a falar corretamente a seu caráter, como respeito e ética para a
sociedade em que vivemos, os pilares tem o poder de construir nos alunos sua
identidade.
O que é o pilar aprender a conviver?
Aprender a conviver é um dos princípios propostos e defendidos no relatório da
Unesco, elaborado por Jacques Delors. Esse Pilar da Educação tem o intuito de
estabelecer entre todos que existe o pensar diferente e que ainda temos muito
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o que avançar em relação à percepção e a respeito aos interesses da
coletividade.
O que é o aprender a ser?
Aprender a ser está relacionado com o aprender a conhecer o mundo que nos
rodeia e, para que isso aconteça, é fundamental que haja uma educação de
qualidade, que não pode prescindir de uma equipe comprometida com a
educação, proporcionando assim o desenvolvimento do ser humano, tornando-
o capaz de elaborar pensamentos ...
Quais os 4 pilares da Educação para o século XXI?
Os quatro pilares são formados pelo grupo: Aprender a Conhecer, Aprender a
Fazer, Aprender a Conviver e Aprender a Ser. Eles são vistos como os principais
objetivos da educação para o século XXI e foram criados para nos auxiliar a
enfrentar todos os desafios da nossa sociedade.
Quais são os 4 pilares da Educação explique cada um deles?
Aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a
ser são os quatro pilares da UNESCO para a educação, mas eles podem ser
também um objetivo de vida. O desejo pelo aprendizado não precisa habitar
exclusivamente nossos ambientes escolares, ele pode viver dentro de cada um
de nós.
O que é pilar aprender a aprender?
Em uma sociedade tão diversa, esse é um pilar que auxilia na inclusão de mais indivíduos no
universo do saber. Resumidamente, estamos falando do aprender a aprender, com exercícios
de memória, atenção e pensamento independente.
O que quer dizer a expressão aprender a aprender?
Nessa perspectiva, o aprender a aprender significa a adequação da educação à sociedade
capitalista, pois existe uma busca constante por conhecimentos que exigem cada vez mais do
indivíduo moderno, superando a educação tradicionalista, característica de uma sociedade
estática (DUARTE, 2001a).
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Aprender a fazer?
Aprender a fazer significa estar apto para lidar com situações da vida profissional, trabalho
em equipe, desenvolvimento corporativo e valores necessários para cada trabalho. Quais são
os fundamentos do aprender a fazer? É ir além do conhecimento teórico e entrar no setor
prático. Aprender a fazer faz com que o ser humano passe a saber lidar com situações de
emprego, trabalho em equipe, desenvolvimento coorporativo e valores necessários para cada
trabalho. Aprender a fazer significa estar apto para lidar com situações da vida profissional,
trabalho em equipe, desenvolvimento corporativo e valores necessários para cada trabalho.
Sendo assim, envolve a capacidade de fazer escolhas, pensar criticamente e não confiar ou
depender apenas de modelos preexistentes.
Aprender a conviver é um dos princípios propostos e defendidosno relatório da Unesco,
elaborado por Jacques Delors. Esse Pilar da Educação tem o intuito de estabelecer entre
todos que existe o pensar diferente e que ainda temos muito o que avançar em relação à
percepção e a respeito aos interesses da coletividade. Como trabalhar aprender a conviver?
Como o educador pode ensinar a criança a conviver com as diferenças? Escola da
Inteligência
1. Comemore semelhanças e diferenças. ...
2. Fortaleça a autoestima. ...
3. Crie um ambiente de convívio respeitoso. ...
4. Estimule a criança a compartilhar seus pontos fortes. ...
5. Incentive as crianças a fazer perguntas.
Aprender a ser está relacionado com o aprender a conhecer o mundo que nos rodeia e, para
que isso aconteça, é fundamental que haja uma educação de qualidade, que não pode
prescindir de uma equipe comprometida com a educação, proporcionando assim o
desenvolvimento do ser humano, tornando-o capaz de elaborar pensamentos ... No pilar
Aprender a Ser é dada a ideia da autonomia, saber, além da responsabilidade pessoal do
indivíduo dentro de um grupo. Esse pilar frisa o valor da criança e mostra o impacto de suas
ações no todo. Ou seja, cada ação da pessoa terá frutos e reações com todo o grupo. Para
"aprender a ser" é necessário que não busque somente passar informações mas sim recebê-
las e poder transformar isso em um conjunto de estudos coletivos que possam
agregar em cada indivíduo maneiras de se aperfeiçoar e se aceitar como são. Como trabalhar
o pilar da educação aprender a ser?
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Terceiro pilar: Aprender a ser
Como se aplica: Desenvolvendo a compreensão do outro e a percepção das
interdependências – realizar projetos comuns e preparar-se para gerenciar conflitos –
no respeito pelos valores do pluralismo, da compreensão mútua e da paz.
O que quer dizer aprender a conhecer?
Aprender a conhecer
É quando tornamos prazeroso o ato de compreender, descobrir ou construir o
conhecimento. É o interesse nas informações, libertação da ignorância.
O que diz a lei 9475/97 sobre o ensino religioso?
"Art. 33. O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da
formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das
escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade
cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo.
Quais são as bases do ensino religioso?
É importante destacar que o ensino religioso pode ser ensinado de duas
maneiras: confessional ou pluriconfessional. No caso do ensino confessional, são
ensinados informações e conteúdos sobre uma religião específica. Já no ensino
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pluriconfessional, são ensinados informações e conteúdos sobre diversas
religiões.
Qual é o objetivo proposto pelos Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino
religioso?
Ensino Religioso na BNCC
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) inclui o Ensino Religioso entre as
cinco áreas do conhecimento a serem desenvolvidas ao longo do Ensino
Fundamental, visando promover mais respeito à diversidade de religiões
existentes no país.
Quais os principais eixos propostos pelos Parâmetros curriculares para o Ensino
Religioso?
Assim, o Ensino Religioso, pelos eixos de conteúdos de Culturas e Tradições
Religiosas, Escrituras Sagradas, Teologias, Ritos e Ethos vai sensibilizando para o
mistério, capacitando para a leitura da linguagem mítico-simbólica e
diagnosticando a passagem do psicossocial para a metafísica/Transcendente.
O que é Ensino Religioso? Historicamente, o Ensino Religioso era uma disciplina
curricular da Educação Básica, de caráter confessional, ou seja, tinha o objetivo
de professar uma religião específica e estimular as pessoas a seguirem tal
crença.
O que é disciplina religiosa?
Trata-se, em outras palavras, de uma disciplina que busca desenvolver a
reflexão dos alunos sobre os ensinamentos e valores da maioria das religiões. A
partir daí, são realizados debates sobre esses temas e sua importância.
Qual a importância da disciplina no Ensino Religioso?
Incluir esse tipo de disciplina nas escolas é poder transformar e multiplicar estes
benefícios em algo muito maior, que atingirá um número mais avantajado de
pessoas, espalhando a palavra e os valores religiosos. Outro benefício é a
transmissão dos verdadeiros valores da humanidade.
Quais são os valores do ensino religioso?
O que deve ser mais relevante no Ensino Religioso é o respeito e a tolerância, ao
diferente e ao diverso. Todas as religiões ou filosofia de vida, ao seu modo,
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elevam valores irrecusáveis como humildade, amor, honestidade, compaixão,
fraternidade, sinceridade, ética e respeito, entre outros.
O perfil do professor de Ensino Religioso deve ser o de profundo respeito pelas
diferentes percepções e o de que busca compreender o fenômeno religioso em
todas as situações humanas dentro e fora da Religião.
Quais são os perfis dos professores?
Independentemente da formação, o professor deve apresentar basicamente o
seguinte perfil: amar a profissão, ser comunicativo, ter facilidade de se
relacionar com o outro, ter equilíbrio emocional, ser criativo e empático.
Quais os atributos de um bom professor?
Em síntese, os principais atributos para definir um bom professor estão ligados
ao planejamento, conhecimento, didática, características de relacionamento e motivação,
que explicam 94% do perfil do bom professor.
Qual é o papel do professor no ensino religioso?
Os professores do ensino religioso podem organizar atividades expositivas de
apresentação e contextualização da história das religiões. Também podem ser
realizadas atividades que permitem ao aluno identificar e aprender a respeitar
símbolos religiosos, manifestações e tradições de diferentes crenças.
Qual o objetivo do ensino religioso nas escolas públicas?
Atualmente, o Ensino Religioso tem por objetivo propor reflexões sobre
fundamentos, costumes e valores das diferentes religiões existentes na
sociedade, explorando os conteúdos de maneira interdisciplinar, com atividades
que estimulem o diálogo e o respeito entre religiões.
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Como é o ensino religioso nas escolas públicas?
Segundo a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), a oferta da disciplina de religião é
obrigatória por parte das escolas públicas que possuem o Fundamental. A
matrícula do aluno, no entanto, é optativa, ou seja, ele não precisa cursar caso
não tenha interesse.
Quais são os objetivos do ensino religioso na educação?
O ensino religioso procura levantar e resolver questões relacionadas à ética,
moral e, também, ao comportamento que envolve a sociedade. Além disso, ele
abre espaço para que os alunos aprendam mais sobre paz, justiça, empatia e a
importância do amor ao próximo.
Qual a importância da religião no mundo atual?
A religião permite conhecer o local onde as pessoas vivem seus valores em uma
cultura. Ela é influenciada pela cultura, mas ela também influencia a cultura
daqueles que vivem em seu entorno. A religião permite um conhecimento maior
dos valores que envolvem uma dada sociedade, principalmente seus valores
éticos.
Como surgiram as primeiras religiões?
Os primeiros grupos humanos acreditavam que os fenômenos naturais, como a
vida, a morte ou mudanças climáticas, eram controlados por forças
sobrenaturais, como os deuses e espíritos. De acordo com essa crença, os
espíritos habitavam as árvores, os rios e as rochas, e exerciam funções
diferentes na vida em grupo.
Qual é o conceito da religião na modernidade?
Nos séculos XIX e XX a religião sofreu influências das ideologias modernas e
adaptou-se. O pluralismo e os novos movimentos religiosos são frutos do
processo de secularização na modernidade, denotando as modificações
ocorridas no campo religioso ocidental.
O que é didática do ensino religioso?
As aulas de Didática, assim como as de Fundamentos da Educação e do
componente curriculardo Ensino Religioso, podem ser um espaço de reflexão
sobre a trajetória de vida pessoal do estudante, resgatando as suas experiências
e o seu conhecimento e possibilitando ressignificar algumas vivências, imagens e
compreensões ...
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Qual é o objetivo da Didática?
A Didática é o principal ramo de estudo da Pedagogia. Ela investiga os
fundamentos, as condições e os modos de reali zação da instrução e do ensino.
A ela cabe converter objetivos sociopolíticos e pedagógicos em objetivos de
ensino, selecionar conteúdos e métodos em função desses objetivos.
Quais são os tipos de didática?
Existem dois tipos de pesquisa didática: a naturalista, que analisa uma prática já
utilizada em sala de aula, e a intervencionista, que estuda a interação entre
professor, aluno e conteúdo por meio de projetos de ensino,
seqüências didáticas e atividades elaboradas com essa finalidade.
Quais são os valores éticos da cidadania?
A cidadania política está alicerçada nos principais valores da democracia, a
liberdade, a igualdade, a solidariedade, a tolerância e o bem-estar de todos os
que convivem na sociedade.
O que são ética e cidadania?
A palavra ética é derivada do grego, e significa aquilo que pertence ao caráter. A
palavra “ética” vem do Grego “ethos” que significa “modo de ser” ou
“caráter”. Cidadania significa o conjunto de direitos e deveres pelo qual o
cidadão, o indivíduo está sujeito no seu relacionamento com a sociedade em
que vive.
Quais são os valores da ética?
De acordo com Aristóteles, os valores éticos são os seguintes: coragem,
temperança, liberdade, magnanimidade, mansidão, franqueza e justiça. Para
Aristóteles, o ser humano moral, virtuoso, é aquele que consegue transformar a
boa conduta, em um hábito na sua vida.
Qual a importância da ética e da cidadania?
A ética e a cidadania são o caminho para a vida indicado pela paz, pelo respeito
mútuo, pela independência, pela justiça, pela tolerância, pela valorização do
homem.
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Quais são os exemplos de ética?
Exemplos de ética
Procurar agir com justiça; Não se apropriar, indevidamente, do que não é
seu; Não prejudicar os outros; Respeitar o convívio social.
Quais são os tipos de cidadania?
Como dito no texto, as cidadanias pode ser divididas entre: Cidadania civil -
garantia de direitos relativos á liberdade; Cidadania política - garantia de direitos
à participação política; e Cidadania social - garantia de direitos relativos à
dignidade da vida humana.
O que é a ética e cidadania?
Ética diz respeito, em última análise, ao que cada pessoa de boa índole tem na
mente e no coração e externa em seus relacionamentos. Cidadania diz respeito
à relação do indivíduo com o Estado, participando como sujeito de direitos e
obrigações.
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Quais são os valores éticos da cidadania?
A cidadania política está alicerçada nos principais valores da democracia, a
liberdade, a igualdade, a solidariedade, a tolerância e o bem-estar de todos os
que convivem na sociedade.
Qual é a base pedagógica do componente curricular de ensino religioso?
O componente curricular ensino religioso é uma disciplina/matéria do currículo
escolar e, como qualquer outra disciplina, trabalha com o desenvolvimento das
competências gerais da BNCC e competências específicas da área, a serem
desenvolvidas no decorrer da educação básica.
Quais os pontos importantes do projeto político pedagógico?
Segundo especialistas, a elaboração do projeto político-pedagógico precisa
contemplar a missão, a clientela, dados sobre aprendizagem, relação com as
famílias, recursos, diretrizes pedagógicas, plano de ação da escola.
A relevância da disciplina do Ensino Religioso está nas suas possibilidades de
participar da construção e reconstrução da história e da cultura dos povos
silenciados e, sendo assim, a interdisciplinaridade com esta disciplina irá
favorecer a superação de preconceitos e dialogar com os mais diversos
conhecimentos a ...
Qual é o principal objetivo da interdisciplinaridade?
Qual o objetivo da interdisciplinaridade? O principal objetivo da
interdisciplinaridade é conferir ferramentas para enriquecer a visão de mundo
dos alunos. A partir dessa abordagem, indivíduos de todas as idades
compreendem que um mesmo fato ou tema pode ser observado e estudado a
partir de diferentes pontos de vista.
2.2 INTERDISCIPLINARIDADES COM ENSINO RELIGIOSO O Ensino Religioso faz
parte de toda proposta pedagógica que pretende a construção da cidadania,
que importa-se com os problemas do mundo e com a produção de
conhecimento. A perspectiva interdisciplinar é de importância para superar a
visão fragmentada do conteúdo que é a responsável pelas barreiras que, muitas
vezes, mantém a disciplina isolada. Para Fazenda (1995, p.33): A
interdisciplinaridade se torna possível quando se respeita a verdade e a
relatividade de cada disciplina, tendo em vista um conhecer melhor; nesse
sentido, a eliminação das barreiras entre as disciplinas exigiria a quebra da
rigidez das estruturas institucionais. No Ensino Religioso, a interdisciplinaridade
é justificada pela presença da diversidade, que enriquece e complementa as
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concepções de cada disciplina sobre um mesmo tema, visando sempre a
aquisição de conhecimento. Para Couto (2006) o empenho do profissional
docente é fundamental no avanço da construção do processo de ensino e
aprendizagem na escola, pois, é ele que irá mediar as fontes de informações e a
transformação delas em conhecimentos dos alunos. Ao se praticar a
interdisciplinaridade, estará se promovendo a aproximação dos alunos do tema
aprendido com a realidade vivida. Esclarecendo que a interdisciplinaridade deve
ser percebida como um elemento teórico-metodológico da diversidade e da
criatividade para trabalho com as diferenças (COUTO, 2006). Por essa razão, o
Ensino Religioso se apropria deste elemento para que não haja a legitimação de
uma cultura hegemônica, carregada de preconceitos, mas, abrase para propiciar
a reconstrução da história e da cultura dos grupos e povos silenciados. A
relevância da disciplina do Ensino Religioso está nas suas possibilidades de
participar da construção e reconstrução da história e da cultura dos povos
silenciados e, sendo assim, a interdisciplinaridade com esta disciplina irá
favorecer a superação de preconceitos e dialogar com os mais diversos
conhecimentos a partir da metodologia e abordagem de outras disciplinas e
seus conteúdos que complementam e lançam olhares de respeito a diversidade.
No Ensino Religioso, interdisciplinaridade será uma alternativa para o
tratamento educacional integral dos educandos.
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RESULTADO SOBRE O BUDISMO Sidarta Gautama, o Iluminado, é Buda. E é ele
quem ensina as pessoas como atingirem a Iluminação seguindo as Quatro
Verdades e os Oito Caminhos que seguem abaixo. As Quatro Verdade: Toda
existência é insatisfatória e cheia de sofrimento; O sofrimento deriva do desejo
ou apego e da ignorância; O sofrimento pode cessar por completo, eliminando-
se o desejo e a ignorância, e isto será o nirvana; Tudo poderá ser alcançado
através dos Oito Caminhos. Para se livrarem desses sofrimentos, os seguidores
de Buda precisam seguir os Oito Caminhos que são: 1) Compreensão correta; 2)
Pensamento correto; 3) Fala correta; 4) Conduta correta; 5) Ocupação ou meio
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de subsistência correto; 6) Esforço correto; 7) Concentração ou atenção correta;
8) Contemplação correta. E suas regras de conduta estipulam: Não fazer mal a
nenhuma criatura viva; Não tomar aquilo que não lhe foi dado; Não se
comportar de modo irresponsável nos prazeres sexuais; Não usar drogas ou
álcool Seus lugares sagrados estão ligados à vida de Buda, e ficam no Nepal
(onde Buda nasceu), em Bodh Gaya (onde ele conseguiu sua Iluminação), em
Varanase (onde realizou seu primeiro sermão) e Kusinara (local de sua morte).
Para falar a respeito das reuniões no templo budista,a professora trouxe a
senhora Emília Kobayashi, fiel do Templo Budista Hompoji da cidade de
Londrina, que trouxe informações importantes a respeito dos encontros que
eles realizam e apresentou aos cursistas um material importante sobre as
celebrações realizadas, apresentando, por exemplo, o Odyuzu, o terço budista,
que tem um papel muito relevante devido ao seu simbolismo. Há culto matinal,
noturno, dominical e quatro grandes cultos ao ano em reverência aos grandes
mestres. O sacerdote se chama Marcos Campos – Guiyoen – Shi e o presidente
do templo Carlos Tagush.
RESULTADO SOBRE O CRISTIANISMO O cristianismo é a religião dos seguidores
dos ensinamentos de Jesus Cristo, que tem como livro a Bíblia Sagrada. É
monoteísta, e crê na existência desse Deus único sob três formas: Pai, Filho e
Espírito Santo (Santíssima Trindade). Por isso, também afirmam que Deus possui
duas formas: a divina e a humana. O objetivo do cristianismo é espalhar o
Evangelho (Boa Nova – os ensinamentos de Cristo) a todo o Mundo, sabendo
que o ensinamento máximo de Jesus é “amar o próximo como a si mesmo”.
Existem três grandes grupos dentro do cristianismo: os católicos, os ortodoxos e
os protestantes, que tem em comum as mesmas crenças mas, diferem quanto a
doutrina e aos rituais. A cruz é o símbolo do cristão que lembra a morte de
Jesus. A cruz com Cristo pregado nela (para católicos e ortodoxos) e a cruz já
vazia, símbolo da ressurreição e ascensão de Jesus (para os evangélicos). A
peregrinação dos cristãos é direcionada à Jerusalém – ou a Terra Santa em Israel
(onde Jesus foi sepultado) e também considerada santa para os muçulmanos e
Roma (onde se encontra o túmulo de Pedro, discípulo que deu continuidade a
Boa Nova).
RESULTADO SOBRE O ISLAMISMO A palavra árabe Islam é traduzida,
geralmente, como “submissão”, ou seja, deve-se submissão incondicional a
Deus, chamado de Alá. Porém, o significado que melhor representa a palavras
Islam é o do comprometimento, com a fé, aquele que deseja entrar em uma
condição de paz e segurança com Deus, por meio da obediência e fidelidade. Os
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seguidores do Islam são chamados de muçulmanos e eles creem que a vontade
de Alá foi revelada através de Maomé e tais revelações foram colocadas no livro
sagrado do islamismo, o Corão ou Alcorão. Os muçulmanos creem na
ressurreição e para o islam. não há distinção entre religião e política ou entre fé
e moral, pois todas as obrigações morais, sociais e religiosas estão baseadas na
sagrada lei muçulmana a charia ou xariá, que significa o caminho para o oásis.
Mas, possui regras quanto a alimentação e a charia instrui sobre quais alimentos
podem ser ingeridos, bem como, as regras para o abate de animais. Os Cinco
Pilares do islamismo são: 1) O Credo (shahada) “não há nenhum deus senão Alá
e Maomé é seu profeta”, demonstrando a conversão do fiel e a aceitação da fé
islâmica; 2) A Oração, (Salat), que prega que todo muçulmano deve fazer cinco
orações por dia voltado a Meca; 3) A Caridade (Zakat), pela qual os muçulmanos
são obrigados a dar esmolas aos necessitados, sendo isto um dever dado por
Deus, conforme o Corão; 4) O Jejum (Sawn). Alguns alimentos são impuros
como a carne de porco, bebidas alcoólicas são desaconselháveis e durante o
Ramadã (9º mês lunar) eles devem jejuar durante o dia, abstendo-se de comida,
bebida e sexo até o anoitecer; 5) A Peregrinação à Meca (Hadj), que determina
que todo muçulmano adulto com meios para realizar uma peregrinação a Meca
deve fazê-lo pelo menos uma vez na vida. O Islam tem divisões: os que seguem
a sunna (costumes) são chamados de sunitas; e os que acreditam que Ali,
parente mais próximo de Maomé, deveria ser seu sucessor, verdadeiros líderes
da comunidade islâmica. Devido as palavras árabes shi at Ali, esta corrente ficou
conhecida como xiismo ou muçulmanos xiitas. O símbolo do islamismo é a lua
crescente (hilal), adotado por possuir uma antiga conexão com a realeza e estar
relacionado ao calendário lunar, que ordena suas vidas religiosas e os locais de
peregrinação: Meca, Monte Arafat, Medina e Jerusalém (onde Maomé
ascendeu ao céu).
RESULTADOS SOBRE O JUDAÍSMO O judaísmo crê em um só Deus que fez pacto
com seus antepassados, o povo hebreu e por isso os judeus devem fidelidade a
ele. O lema do judaísmo é recitado todos os dias na declaração chamada Shema,
que diz “ Ouve, ó Israel, o Senhor é o nosso Deus, o Senhor é um”. A fé dos
judeus está fundamentada na Torá, que são os primeiros cinco livros da Bíblia
que lhes ditam as normas e regras que devem ser praticadas na vida. Para eles
os judeus são o povo eleito. A Bíblia Hebraica é a revelação de Deus e se chama
Tanakh, composta por três grupos de livros: a Torá, o neblim e o Ketubim. A
sinagoga é seu principal local de encontro e a lei e sermão são de
responsabilidade do Rabino ou Rabi. As preces são parte importante dessa
religião, pois os judeus acreditam que através delas as pessoas se comunicam
com seu criador. As festas dos judeus são o Shabbat (o sábado) descanso
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semanal, relacionado com o fato de Deus ter criado o mundo e ter descansado
ao terminá-lo no sétimo dia. O Tishah Be-Av, dia mais triste do ano judaico
quando relembram a destruição do primeiro templo em 586 a.C. e do segundo
no ano 70 a.C.; o Pessach (Páscoa) na primavera e relembra a saída dos israelitas
da escravidão do Egito; o Rosh Hashanah (Ano Novo), que é celebrada no mês
de outubro, quando cada judeu deve autoanalisar-se e arrepender-se , pois se
trata de um período de renovação espiritual; o Yom Has Shoah (dia do
Holocausto), depois da Pascoa, sete semanas de luto são vividas pelos judeus, e
a tragédia como sacrifício de milhões de judeus no holocausto, é lembrada
neste dia; também comemoram o Eom Kippur (dia do perdão) e o Chanukah
(festa da inauguração) festas das luzes, quando se lembra quando o templo de
Jerusalém foi consagrado. A peregrinação é para Jerusalém que é a cidade mais
importante para os judeus sendo Muro das Lamentações o local mais sagrado
naquela cidade.
RESULTADOS SOBRE O ESPIRITISMO Os cursistas da Oficina foram convidados,
pela professora Luci Terezinha Zanfrilli, seguidora do espiritismo, a assistirem à
uma palestra no Centro Espírita Mei Mei, da cidade de Alvorada do Sul-PR, cujo
tema foi Mediunidade, e os tópicos abordados falavam sobre psicografia,
psicometria e violência. Depois foram levados a assistirem ao filme A Casa dos
Espíritos, baseado no livro do mesmo nome da escritora Izabel Allende. Os
cursistas discutiram, em plenária, todos os termos e descobertas que fizeram
neste encontro e nos outros realizados, apresentaram um glossário das palavras
e conceitos desconhecidos, falaram dos costumes da religião e trataram de
observar em quais pontos essa religião se assemelha ou difere das outras que
foram discutidas.
O ensino religioso e o Projeto Político Pedagógico
Atualmente, o ensino religioso tem sido foco de novos estudos, pesquisas e
reflexões, por causa do artigo 33 da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB) 9.394/96, alterado pela lei 9.475, de 22.7.1997, que regulamenta
atualmente o ensino religioso. Entretanto sabemos que não podemos trabalhar
esta temática em separado ou isolada das demais conjunturas que norteiam a
escola e a sociedade num todo. Devemos, então, observar sua conjuntura: a
escola, a família, a sociedade, e o ser humano, como nos recordam a
Constituição Federal e a própria LDB, a identidade do processo escolar no Brasil.
Inicialmente, o artigo 1.º das Diretrizes afirma: “A educação abrange os
processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência
humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos
sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais”. Essa
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afirmação é confirmada pelos parágrafos 1.º e 2.º (“A educação escolar deverá
vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social”). Tal compreensãoé
reforçada, ainda, pelo artigo 2.º da LDB: “A educação é dever da família e do
Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade
humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo
para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. É impossível
pensar sobre o ensino religioso dentro da identidade escolar se o mesmo não
fizer parte do PPP da escola. Esse projeto deve estar vinculado à melhoria da
escola, da comunidade, do aluno. Isso providenciará mudanças educativas,
beneficiando toda a comunidade, pois o existir das escolas só tem sentido a
partir de sua função social e educativa. É em função do social e do educativo
que há sentido em existir as escolas. O PPP deve ser implantado
democraticamente no decorrer da caminhada escolar, no cotidiano da
comunidade como um todo, respeitando cada momento, não devendo ocorrer
por decreto, por obrigação, mas por necessidade. O mesmo quanto ao ensino
religioso, que deve ser implantado não por decreto ou artigo, mas de acordo
com a necessidade de cada realidade escolar, de acordo com a sua caminhada,
democraticamente, a fim de garantir que não haja proselitismo nem desrespeito
à religiosidade e crença de cada aluno. O PPP tem a necessidade de estar em
diálogo e atento à realidade escolar, inclusive a religiosa. Atualmente, o ensino
religioso é visto como uma necessidade humana e não apenas disciplinar ou
acadêmica. O PPP deve encarar o ensino religioso como parte do seu projeto
educativo, reconhecendo o ensino religioso não apenas como disciplina, mas
também como necessidade da cidadania. A educação se vê obrigada a buscar
meios cada vez mais atualizados a fim de oferecer condições para que o aluno
descubra a si mesmo e se afirme sempre mais numa formação global. E é
justamente nesse contexto que se compreende também o novo tipo de
educação religiosa do aluno. Juntamente com o pluralismo cultural e ético, a
sociedade brasileira, hoje, é marcada pelo pluralismo religioso, o qual se
acentuou nos últimos anos, tanto no plano quantitativo quanto na variedade
das formas. Enquanto o ensino religioso for compreendido como sendo o
espaço do qual as tradições religiosas se utilizam para manter o proselitismo
religioso, ao fazerem da escola uma extensão da instituição religiosa, buscando
novos adeptos, ou transformando a disciplina ER num cabide de empregos para
seus fiéis, mantendo ou reforçando seus salários, esse tipo de atitude evidencia
que não é a disciplina ensino religioso o problema. É uma questão de
competência pedagógica daqueles que orientam o processo de ensino-
aprendizagem na instituição. O ensino religioso será visto com outros olhos se o
mesmo for apresentado como área do conhecimento e necessidade da
formação humana. Educar com solidariedade e para a solidariedade é,
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essencialmente, educar com os valores humanos. Só é possível compreender o
ensino religioso a partir do humanismo, dos valores humanos. O ser humano
não pode ser visto ou trabalhado em fragmentos, isto é, em separado, dividido,
pois o ser humano é um só e deve ser visto como um todo, por isso a
necessidade de uma formação integral. O mesmo vale para a educação e para o
conhecimento, por isso a necessidade de incluir o ensino religioso na busca de
uma formação holística e sistêmica do educando. O profissional do ensino
religioso deve estar atento ao diálogo interdisciplinar, manter um diálogo com
as demais ciências e crenças religiosas. É fundamental Ciberteologia - Revista de
Teologia & Cultura - Ano III, n. 18 ter a capacidade de refletir e analisar a
realidade; assim como abrir-se à dimensão ecumênica e inter-religiosa. Deve
estar atento ao cotidiano da escola, tanto nas práticas pedagógicas como nas
políticas educacionais. É indispensável uma educação voltada para a
religiosidade, pois nossa sociedade esta cada vez mais pluralista, ofertando
espaço também para o transcendental. Temos, atualmente, em nosso meio,
uma grande mudança social e cultural, podemos dizer quer é um novo
paradigma, portanto devemos estar atentos a fim de não cair na futilidade e na
banalidade. Devemos ter um norte, uma estrada a percorrer. O mesmo vale
para a escola, ela deve escolher sua estrada. Novamente se clama por reflexão e
diálogo, devemos refletir e dialogar constantemente. A escola tem tido a tarefa
árdua de educar o ser humano, não só para o conhecimento, mas também para
os valores humanos, para a cidadania, para a ética. Pois bem, não resta dúvida
que é a tarefa mais difícil, formação é algo próprio do ser humano, entretanto
poucos tiveram/têm condições de tê-la. Em todos os seguimentos temos a
necessidade de estar atentos e abertos a críticas e a inovações. Assim, também
a escola e o próprio Projeto Político Pedagógico devem estar abertos e atentos,
pois as críticas —negativas ou positivas — nos trazem benefícios. As relações
humanas e sociais têm mais validade quando são vividas de diversas maneiras,
pois sabemos que é com a prática e com a vivência que o saber e o
conhecimento são, de fato, assimilados. O conteúdo do ensino religioso deve ser
fixado a partir da realidade escolar local, deve-se levar em consideração toda a
comunidade e não só a opinião pessoal de um professor. Em outras palavras: os
conteúdos surgem de uma maneira natural e não imposta. Entretanto sabemos
que é muito difícil haver um consenso, por isso devemos evitar proselitismo e
desrespeito às crenças religiosas. Dentro de uma perspectiva histórica, percebe-
se que o Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso (Fonaper) vem
desenvolvendo inúmeros trabalhos e pesquisas que desenham uma nova visão
sobre o ensino religioso, a qual agrada a necessidade pluralista existente na
sociedade. O ensino religioso pode e deve resgatar os valores humanos e
religiosos que vêm sendo esquecidos pela escola, pela família, pela sociedade e
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pelo ser humano. A escola, por sua vez, deve ser um espaço onde se vive esses
valores, tais como a cidadania, a solidariedade, o respeito, a confiança, a
honestidade, a humildade, a amizade, entre outros. A escola deve ser um lugar
de paz e tranqüilidade, onde o conhecimento e a educação seja um prazer. Mas
isso é tarefa de todos e não só do ensino religioso. As demais disciplinas e
seguimentos escolares devem assumir essa responsabilidade também. Um
educador não é só um agente curricular que transmite conhecimento, antes de
tudo é um agente transformador da realidade sóciopolítica-econômica, onde se
encontra inserido o aluno destinatário da formação, e, também, não deixa de
ser um formador de opinião, um agente sensibilizador. A tarefa do ensino
religioso na escola, certamente, é libertar, não controlar, dominar, manipular,
conforme vemos em muitas escolas. O professor se aproveita, muitas vezes,
deste espaço, desta aula, para formar uma moral ou estabelecer regras de
etiqueta. Isso acontecia muito, veladamente, no tempo em que a avaliação tinha
como objetivo o controle social, quando, então, se fazia uma seleção,
manipulava-se a pessoa para pensar e ser o que a sociedade queria e não o que
ela desejava pensar ou ser. Os temas transversais podem e devem ser
trabalhados pela disciplina ensino religioso, mas não é responsabilidade apenas
sua, as demais disciplinas devem as- Ciberteologia - Revista de Teologia &
Cultura - Ano III, n. 18 sumir tal responsabilidade juntas na formação do ser e na
construção da cidadania. Destacamos que ensino religioso é diferente de
pastoral e catequese. Isso deve estar claro no PPP. Se confundirmos ensino
religioso com pastoral ou catequese, certamente estaremos dando espaço para
a discriminação religiosa, o que não convém para a escola e para a sociedade.
Sabemos que as políticas públicas educacionais interferem, muitas vezes, na
realidade escolar, portanto devemos ter clareza escolar e sensibilidade humana
e educacional a fim de não aderir às propostas neoliberais que circulam na
sociedade.Um bom exemplo é o fato de a escola existir bem antes do
capitalismo. Contudo seu papel muda radicalmente em virtude de esse sistema
político-econômico poder influenciar a vida humana e a sociedade em geral.
Assim também muda a escola, cuja formação passa a ser não só para a pessoa
humana, mas também para o mercado de trabalho, que valoriza a mão-de-obra
e não a pessoa humana. O sentido da educação passa pelo sentido da vida.
Desse modo, o sentido que se der à vida será o mesmo dado à educação.
Portanto, é fundamental que estejamos atentos à realidade e reflitamos sobre a
mesma a fim de garantir uma boa caminhada pelo árduo caminho que temos de
enfrentar. A partir de uma abordagem antropológico-filosófica que reconhece o
fenômeno religioso como decorrência de sua propriedade humana, de sua
condição existencial, partindo para uma abordagem mais específica e de nossos
interesses de ordem pedagógica, podemos dizer que o específico do
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transcendental, para o ensino religioso, é ajudar o aluno a posicionar-se e a
relacionar-se da melhor forma possível com as novas realidades que o cercam.
O ensino religioso é, portanto, uma questão diretamente ligada à vida e que vai
refletir no comportamento dos cidadãos, para o qual orienta a sua ética. “Toda
religião comporta uma ética e toda ética desemboca numa religião, na mesma
medida em que a ética se orienta pelo sentido do transcendente da vida
humana” (Catão, 1995, p. 63). É necessário propor uma ética da consciência e
da liberdade em lugar da ética da lei e da obrigação. Na raiz do ethos, como
contempla o ensino religioso, está a busca da transcendência que dá sentido à
vida, que proporciona a plena realização do ser humano pessoal e social.