Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

Prévia do material em texto

Júlia Assis Silva - Turma IV alfa
Interação Comunitária
Exame do aparelho respiratório
Inspeçã�
● Dividida em
● Estática: não há nenhum tipo de movimento no que eu observo
● Observar: condições da pele, forma do tórax, estruturas ósseas, simetria torácica,
cateteres, drenos, observar baqueteamento digital. Procurar se há abaulamentos,
depressão, simetria, edema nas proeminências ósseas.
● Condições da pele: coloração, cianose, cicatrizes, lesões, integridade da pele,
hidratação.
● Estruturas ósseas: esterno, clavícula, costelas e vértebras.
● Baqueteamento digital: ângulo distorcido no leito da unha. Encosta os dois dedos e
procura o losango (sinal de Schamroth).
● Deformidades torácicas
● Tórax em tonel: aumento do diâmetro anteroposterior e arcos costais mais
horizontais com abaulamento da coluna dorsal e, consequentemente, o tórax mais
curto Ex: enfisema pulmonar
● Tórax em funil (pectus pulmonar): afundamento do osso do esterno. Ex: raquitismo,
distúrbios congênitos
Júlia Assis Silva - Turma IV alfa
● Peito de pombo: esterno proeminente e costelas horizontais, semelhante ao tórax de
uma ave. Ex: CIV, asma
● Cifoescoliose torácica: apresenta a cifose e um desvio colunar para o lado Ex:
osteoporose secundária ao envelhecimento, vícios de postura
● Cifótico: curvatura da coluna dorsal.
● Tenho que falar três exemplos do tipo de tórax
● Dinâmica: observar a movimentação do tórax e do abdome, com o objetivo de
reconhecer em que regiões os movimentos são mais amplos.
● Uso da musculatura acessória: escaleno, esternocleidomastóideo, batimento das
asas do nariz
● Observar o ritmo, frequência respiratória, amplitude, uso da musculatura acessória,
tiragem intercostal.
● Pessoas sadias de ambos os sexos, sentado ou em pé: respiração torácica ou
costal, caracterizada pela movimentação predominantemente da caixa torácica.
● Decúbito dorsal: ambos os sexos, predominantemente diafragmática, prevalecendo
a movimentação da metade inferior do tórax e do andar superior do abdome.
● Ritmos respiratórios:
● Cheyne-Stokes: TCE
○ O paciente tem respiração dispneica inicialmente e a amplitude diminui
ficando uma respiração superficial e evoluindo para apneia. Após começa a
aumentar a amplitude novamente chegando uma dispneia e diminui
novamente, ciclicamente.
○ Causado por distúrbios neurológicos no controle respiratório
● Atáxica ou Biot
○ Respiração de amplitude variável e com períodos de apneia
Júlia Assis Silva - Turma IV alfa
● Kussmaul
○ Inspirações profundas seguidas de pausas - expirações curtas também
seguidas de pausas.
○ Apresentado em acidose diabética
● Respiração suspirosa
○ Movimentos respiratórios interrompidos por ‘’suspiros’’
○ Esses suspiros são aumentos da amplitude
○ Paciente com ansiedade
● Dispneia
○ Movimentos respiratórios amplos e rápidos, dificuldade de respirar.
Júlia Assis Silva - Turma IV alfa
● Frequência respiratória: 12 a 20 irpm, não falar com paciente que está avaliando.
Eupneico, taquipneico ou bradipneico.
○ Torácico para adultos e abdominal para crianças
● Tiragem intercostal: grande dificuldade respiratória
Palpaçã�
● Pesquisar presença de massas, protuberâncias, áreas hipersensíveis, edemas,
enfisema subcutâneo, linfonodos, nodulações, temperatura. Palpação de frêmito
toracovocal e expansibilidade
● Palpar os linfonodos na região do tórax (pode estar alterado em infecções): avaliar o
tamanho, sensibilidade, consistência.
○ Supra e infraclaviculares e os axilares, ir dedilhando
● Diferença da temperatura cutânea comprometimento pleuropulmonar
● Sudorese torácica unilateral - síndrome de Claude Bernard-horner
● Edema: sinal precoce de obstrução da veia cava superior
● Enfisema subcutâneo: ar entre os tecidos, parece que estamos palpando uma
esponja, devido ao pneumotórax hipertensivo.
● Expansibilidade: olhamos a simetria dos movimentos inspiratórios e expiratórios.
● Verificamos na parte anterior e posterior avaliando ápice e base
● Posicione os polegares na linha médio esternal, acima do ângulo esternal, com o
restante da mão acima do ombro do paciente e peço para ele fazer uma inspiração
profunda e expiração. Observo se há distanciamento simétrico do polegar.
● Fazemos na base, posicionando as mãos na região inframamária e repetir o exame.
● Na parte posterior coloco os polegares na linha vertebral e a mão na base do
pescoço e avalio o exame.
● Na base posterior avaliamos a mesma linha na parte anterior, do rebordo costal na
altura das vértebras lombares. Para essa técnica é necessário fazer uma prega
cutânea e o restante das mãos na região axilar inferior. Dedos recobrindo e
segurando o gradil costal na linha vertebral.
● Frêmito tóracovocal (FTV): realiza contato com os dedos e articulações
metacarpofalangeanas (mão espalmada) e pede para o paciente falar o número 33
apalpando toda a extensão pulmonar.
● Técnica utilizada para sentir vibrações
● A palavra 33 tem muitas consoantes que geram uma grande vibração
● Na parte de trás do corpo são 4 pontos, sendo um deles na região axilar.
● Na parte da frente são 3: clavicular, mamária e inframamária.
● Essas vibrações podem estar diminuídas quando há obstrução, algo que impede a
passagem da vibração.
● Pode estar aumentada quando há acúmulo de líquidos, como o edema pulmonar.
Júlia Assis Silva - Turma IV alfa
Júlia Assis Silva - Turma IV alfa
Percussã�
● Um dedo sobre o outro, flexor (aplica o golpe) e flexímetro (encosta na parede),
● Percutir em localizações simétricas dos ápices em direção as bases. Nos espaços
intercostais.
● Percutir um dos lados e em seguida o outro, no mesmo nível
● Tem que ser feita em todos os espaços intercostais para identificar o som claro
pulmonar
● Ângulo de lows, no esterno, sigo ele e acho o 2° EIC
● Eu faço em um lado e comparo com o outro e assim por diante. São 6 pontos
anteriores e 7 posteriores (fazendo dos dois lados) no espaço intercostal
Júlia Assis Silva - Turma IV alfa
● Anteriores: região supraclavicular, região infraclavicular, região mamária (3, 4 e 5) e
região inframamária
● Posteriores:
● Sons encontrados:
● Claro pulmonar - Timbre grave e oco
● Hipersonoros - aumento de ar nos pulmões
● Maciço - Ruídos secos (PNM, tumores)
● Timpânicos - Sons ocos (Pneumotórax extenso)
Auscult�
● Busca de sons patológicos
○ Anterior: 6 pontos
○ Posterior: 7 pontos
● Sons normais
● Som traqueal: ouvido na região do pescoço, som mais intenso, mais intenso na
expiração
● Som bronquial: escutado na região do manúbrio, na face anterior do tórax próximo
ao esterno, som parecido com o traqueal só que com o componente expiratório
menos intenso.
● Som broncovesicular: entre o 1° e 2° espaço intercostal, interescapular. Região
esternal superior e interescapulovertebral direita
● Características do som brônquico + características do murmúrio vesicular
● Murmúrio vesicular: escutado no restante do parênquima pulmonar, mais na
periferia.
○ Inspiratório: mais intenso, duradouro e de tonalidade mais alta.
○ Expiratório: mais curto e mais baixo
● Sons patológicos
● Contínuos: roncos, sibilos e estridor
● Ronco: mais grave e intenso, ocorre na bronquite, pneumonia.
● Sibilos: mais agudo. Enfermidades que comprometem a árvore brônquica, na asma
e bronquite.
● Estridor: mais intenso, referente às vias de grande calibre, superiores, tais como
laringe.
Júlia Assis Silva - Turma IV alfa
● Crepitante
● Descontínuos:
● Estertores finos: abertura súbita de vias de menor calibre, som de cabelo atritando.
● Estertores grossos: abertura súbita das vias de maior calibre, som de líquido
borbulhando
● Atrito pleural: couro cru
● Sons vocais: paciente falando 33 nos pontos dos frêmitos, o esperado é que não
seja nítido, não ouvirmos o 33 claro, apenas uma ressonância
● Broncofonia: ressonância aumentada, intensidade aumentada
● Pectorilóquia: aumento da nitidez
○ Fônica: como uma voz falada
○ Afônica: como se a voz estivesse sussurrada.
● Egofonia: o paciente tem que falar ii continuamente e vai parecer como se fosse o E,
som metalizado

Mais conteúdos dessa disciplina