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Júlia Assis Silva - Turma IV alfa
FISIOLOGIA DO SISTEMA
NERVOSO
Fisiologia
CONCEITOS PRINCIPAIS
● Sistema nervoso central: reúne e processa a informação sobre o ambiente via
sistema nervoso periférico, organiza respostas reflexas e comportamentais, e
ainda planeja movimentos voluntários. Regula e modula o sistema periférico
somático, o sistema motor e consequentemente o músculo esquelético.
● Centro de integração da via aferente com a eferente: substância cinzenta
● Medula Espinhal: faz a condução da comunicação do sistema periférico com o
cérebro.
○ Aferência sensorial: organização dos reflexos
○ Referência motora somática e autonômica.
Encéfalo
● É tudo que está dentro do crânio.
● Tronco encefálico: está logo após o término da medula.
○ Mesencéfalo: condução acústica, controle dos movimentos dos olhos.
Sistema visual.
○ Ponte: controle respiratório, urinário, postura, equilíbrio, transmite
informações dos hemisférios cerebrais para o cerebelo.
○ Bulbo: controle cardiovascular, respiratório e reflexos do tronco cerebral
(deglutição, tosse e vômito)
● Cérebro: dividido em telencéfalo e diencéfalo.
○ Diencéfalo:
■ Hipotálamo: controle autonômico e endócrino
■ Tálamo: condução sensorial e motor para o córtex cerebral
○ Telencéfalo:
■ Núcleos da base: controle motor
■ Córtex cerebral: percepção sensorial, emoções (amígdala), controle
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do aprendizado e memória (hipocampo), planejamento motor e
movimento voluntário.
● Cerebelo: controle motor, aprendizado motor, manutenção da postura,
coordenação dos movimentos de cabeça e dos olhos.
Sistema nervoso periférico
● Nervos: conjunto de axônios, fazem parte do sistema nervoso periférico.
● Gânglio: quando ocorre uma sinapse neuronal fora do SNC (entre um neurônio e
outro).
○ Corpos de neurônio localizados fora do SNC
● Via
aferente: percebe
alteração do meio,
leva a informação
ao SNC para ser
integrada e
interpretada e
para ele formular
uma resposta
2
○ Órgãos internos para o SNC
○ Neurônios sensoriais: recebe informações sensitivas do meio.
● Via eferente: leva a resposta formulada pelo SNC aos órgãos efetores, músculos e
glândulas.
○ Neurônios motores: sempre liberam acetilcolina como neurotransmissor.
○ SNC→ órgãos
Divisão funcional do sistema nervoso
● Sistema nervoso motor: neurônios relacionados com funções motoras somáticas
e viscerais.
● Sistema nervoso sensorial: neurônios relacionados com as funções de
decodificação e interpretação dos estímulos originados nos órgãos sensoriais
somáticos e viscerais. Ex: Temperatura, adaptação ao meio.
○ Crise de ausência: desliga a via aferente. É um tipo de epilepsia, aumento
da resposta neuronal.
● Sistema nervoso integrativo (SNC): controle de neurônios que realizam a
integração sensorial e motora, além de interpretar e elaborar comandos motores.
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● O sistema nervoso somático cuida das ações voluntárias. E o sistema nervoso
autônomo das ações involuntárias.
● Divisão sensitiva (aferente)
○ Sensitivo somático (somato sensorial): receptores distribuídos sem
localização específica toque, dor, pressão, vibração, temperatura e
propriocepção na pele.
○ Sensitivo visceral: contém sensores em localização específica,
estiramento, dor em algum local específico, temperatura, alterações
químicas e irritação nas vísceras, náusea e fome. Paladar, audição, olfato,
equilíbrio e visão.
● Divisão motora (eferente)
○ Sistema nervoso somático:músculo esquelético. Nervo alfa motor, junção
neuromuscular e unidade motora.
■ Unidade motora: todas as fibras musculares inervadas por um
único nervo.
■ Junção neuromuscular: local onde ocorre a sinapse, entre as
terminações axonais do neurônio motor e o músculo.
■ Neurônio alfa motor: sempre liberar acetilcolina como
neurotransmissor.
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○ Parte autônoma do sistema nervoso: músculo liso, cardíaco e glândulas
■ Parte simpática
■ Parte parassimpática.
● Via ascendente: é a via que sobe da medula ao cérebro.
● Via descendente: via que desce do cérebro à medula.
● Receptor sensorial: receptor que percebe as alterações do meio. São as
terminações nervosas que levam às informações à medula por meio do nervo
aferente (sensorial)
○ O que é a terminação nervosa? São os dendritos, onde fazem a sinapse
com as terminações axonais de outro neurônio
● A informação chega na terminação nervosa na pele, por exemplo, vai por meio de
um nervo aferente (sensorial para a medula), chegando na medula vira uma via
ascendente que vai subir ao cérebro, fazer a resposta, voltar pela via descendente
e quando sair da medula vai ter uma resposta pelo nervo eferente (motor) ao
órgão efetor
● Decussação: quando uma via cruza a linha média e muda de lado.
○ Ex: é o cérebro esquerdo que contra o lado direito do corpo.
Sinapse
● Comunicação que ocorre entre o terminal axonal de um neurônio e o dendrito de
outro.
● Terminação pré-sináptica: terminação nervosa do neurônio aferente
● Terminação pós-sináptica: corpo celular do neurônio eferente
● 80% da estimulação está nos dendritos
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● Neurônio de associação não tem axônio
● Núcleo: sinapse entre neurônios dentro do SNC
○ Quando existem corpos de neurônio na substância branca
● Gânglio: quando ocorre sinapse fora do SNC.
● Centro de integração: substância cinzenta, é onde ocorre as sinapses
Neuroplasticidade
● O Sistema nervoso tem pouca capacidade de neurogênese, isto é, formar novas
células nervosas.
● Neuroplasticidade: capacidade que o neurônio tem em regenerar o axônio após
uma lesão axonal.
● No SNC não ocorre muito devido a pouca quantidade de micróglia, não tem como
entrar monócitos devido a barreira hematoencefálica então ocorre mais cicatriz e
não regeneração.
● No SNP ocorre mais devido a maior disponibilidade de monócitos.
CÉLULAS DO SISTEMA NERVOSO
Células da glia
● Células de Schwann: o fosfolipídios da membrana da célula se chama
esfingomielina, a membrana celular dessa célula se enrola no axônio para formar
a bainha de mielina no sistema nervoso periférico.
● Substância branca:massa branca formada por célula de schwann, axônio que
tem célula de schwann
● Oligodendrócito: fazem a bainha de mielina no SNC
● Micróglia: macrofago do SNC
● Astrócitos: formam a barreira hematoencefálica, nutrição do neurônio
● Células ependimárias: células epiteliais, revestem o canal medular, ventrículos,
produzem líquido cefalorraquidiano
CASO CLÍNICO
● Fenômeno de Uhthoff: exacerbação dos sintomas já pré-existentes quando ocorre
aumento da temperatura interna, sintoma clássico para esclerose lateral múltipla
● Parestesia: sensação de formigamento e dormência - via aferente, sensorial
● Fadiga muscular generalizada com espasmos: via eferente, motor somático
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○ Espasmo: contração involuntária da musculatura esquelética
acompanhada de hipertonia e hiperreflexia
○ Hiperreflexia: contração excessiva
● Disartria: dificuldade na ATM, fala e mastigação - via eferente, neurônio motor
● Disfagia: dificuldade na deglutição, neurônio motor
● Disfunção da via sensorial pode ser no nervo, que não está levando a informação
de modo adequado ou no SNC, que não está interpretando aquela informação
● O SNC modula a força de contração então quando tem lesão nele ele para de
modular a contração do músculo, que vai gerar uma hipertonia, já que não tem
mais SNC para dizer para ele parar de contrair --
○ Espasmo é característica de lesão do SNC perda da capacidade de modular
a contração
● Quando ocorre lesão no nervo alfa motor não ocorre contração, sem movimento.
Chega a informação sensorial mas não gera resposta na musculatura
● Lesão de nervo motor periférico somático sintoma: hipotonia e hiporreflexia
● Hipotonia e hiporreflexia -- SNP motor somático
● Presença de IgG na amostra do líquido cefalorraquidiano - indicativo de
inflamação.
● Hipótese diagnóstica: esclerose múltipla, que é uma doença autoimune.
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Caso clínico - 2 -
● Inibidor de canal de sódio: inibe a geração de potencial de ação nos canais
voltagem dependente. Desacelerar o cérebro
● O caso em questão diz respeitoa uma hiperexcitabilidade, tem um tipo de
epilepsia chamada crise de ausência.
● Agonista GABAérgico: ligante que faz a mesma função do neurotransmissor
GABA
○ Agonista: ligante que exerce a função do ligante principal
○ GABA: neurotransmissor inibitório
○ Age na fenda sináptica.
● Antagonista: impede a ligação do ligante principal, não deixa ele exercer sua
função.
CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA NERVOSO
Excitabilidade
● Capacidade de inverter seu potencial de repouso, mudar o potencial de
membrana.
● A célula é mais negativa dentro e positiva fora, essa diferença de
eletronegatividade chama potencial de membrana.
○ Íons intracelulares: K+
■ Existe um canal que deixa um pouco de potássio sair para ficar
negativo.
○ Íons extracelulares: Na, Ca2+ e Cl-
● No corpo celular não temos potencial de ação, apenas na zona de disparo que é
onde temos o limiar de excitabilidade. Dentro dos axônios ele só ocorre nos nós de
ranvier.
● Canais de sódio dependente de ligante: ficam no corpo celular, precisam de
neurotransmissores para abrir. Eles criam o potencial de ação graduado que vai
pode chegar até a zona de disparo e despolarizar todo o neurônio
● Potencial graduado: potencial que ocorre nos canais de sódio dependente de
ligante. São vários canais, entra um pouco de sódio em cada um deles até chegar
na zona de disparo e atingir o limiar necessário.
○ Um potencial graduado para gerar um potencial de ação tem que entrar
acima do limiar, para quando chegar na zona de disparo ele ainda ter força
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para despolarizar
● Somação: ocorre quando uma parte do neurônio está despolarizada porém uma
outra está repolarizada e já pode sofrer um novo potencial de ação, aumentando a
quantidade de neurotransmissores e potenciais de ação.
○ Vários potenciais de ação em um tempo curto chegando em ummesmo
lugar.
○ No tempo: vários PA chegando no mesmo neurônio da mesma terminação
nervosa.
○ No espaço: vários PA ocorrendo em ummesmo neurônio porém em
terminações diferentes. Aumenta a quantidade de fibras.
○ Na epilepsia ocorre uma somação exacerbada
● Potencial de ação: ocorre influxo de sódio pelos canais dependentes de ligante
causando um potencial graduado, que quando chegar na zona de disparo pode ter
a voltagem necessária para abrir os canais de sódio voltagem dependentes.
○ Serve apenas para liberar neurotransmissores.
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● Canais de sódio voltagem dependentes: localizados na zona de disparo. Tem
duas portas, uma de ativação e uma de inativação.
○ Quando ocorre o estímulo abre a
porta de ativação, ocorre o
influxo de sódio, fecha a de
inativação e depois ele volta
para a conformação ideal que é
com a de ativação fechada e a de
inativação aberta.
○ Período refratário relativo: a célula pode sofrer uma nova despolarização
pois alguns canais de sódio já voltaram a sua conformação ideal, desde que
o estímulo seja supralimiar
○ Período refratário absoluto: o neurônio não responde independente do
estímulo. Canais de sódio ainda não voltaram à conformação ideal
○ Anestésicos: impedem o influxo de sódio, bloqueiam os canais voltagem
dependentes e diminuem a permeabilidade do sódio.
● Qual o papel do potássio?
● a e b) Normocalemia: só causa despolarização um estímulo supralimiar.
● c) Hipercalemia: um aumento de K no sangue deixa o potencial de membrana
mais próximo do limiar. Um estímulo que seria sublimiar pode causar a
despolarização.
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● d) Hipocalemia: ocorre uma hiperpolarização da célula, o que dificulta que o
neurônio sofra um potencial de ação mesmo com um estímulo que antes seria
supralimiar.
Como ocorre a despolarização
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Condução
● Velocidade de condução: depende do diâmetro do axônio e da presença ou não
de bainha de mielina.
● Neurônios do grupo 4 não tem bainha de
mielina, então a velocidade de condução é menor.
● A diferença entre o 1 e o 3 é apenas o
diâmetro.
● Tipo III: dor aguda.
● Tipo IV: dor crônica
● Desmielinização
○ Ex: desmielinização do nervo alfa
motor que inerva a musculatura esquelética, a
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informação chega no SNC ele manda a resposta pelo trato descendente que
chega no neurônio motor mas ele não consegue passar a resposta pra
frente sem a mielina, por isso eu dou um agonista muscarínico, que é o
neurotransmissor responsável por fazer a contração dessa musculatura
que não tá chegando a mensagem por causa da mielina, aí a informação
não vai chegar para liberar o neurotransmissor então eu mesmo dou
○ Ocorre na ELA, na síndrome de Guillain-barré, etc.
● Condução saltatória
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