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Diafragma. Introdução Músculo que faz a separação física entre cavidades torácica e abdominal Responsável por 50% da força respiratória mecânica Inserções: Dorsal – ventral à L3 e L4 Lateral – oblíquo de 13º ao 8º par de costelas Ventral – cartilagem xifóide Diafragma Introdução Existem três aberturas no diafragma: Hiato aórtico (dorsal) – aorta, ducto torácico; Hiato esofágico (central) – esôfago e tronco do vago; Forame da Veia Cava Caudal Apenas uma pequena parte do diafragma pode ser visto em uma única radiografia, seja qual for sua projeção A sua visualização se dá melhor dependendo das estruturas adjacentes, com opacidades diferentes (gerando contraste) O que vemos: cruras direita e esquerda, cúpula diafragmática Diafragma Introdução O formato do diafragma varia muito com a projeção e o posicionamento, assim como a raça, obesidade, idade e fase da respiração Morfologia normal: LLD – cruras paralelas LLE – cruras em formato de Y VD – isolam-se as 3 partes do diafragma DV – diafragma “único” Diafragma Diafragma Alterações Radiográficas Devemos atentar à perda da integridade do diafragma Porém nem sempre este fato se deve a alterações primárias P.e., animal apresentando efusão pleural terá menor área com diferente opacidade (gerando menor contraste) fazendo com que não consigamos avaliar completamente o diafragma Diafragma Rupturas Diafragmáticas Rupturas traumáticas são as mais freqüentes Ocorre quando a é gerada uma pressão abdominal muito elevada, fazendo com que órgãos do abdome entrem no tórax Podem apresentar alterações clínicas ou não Pode-se fazer uso de contrastes para fechar o diagnóstico, tanto por via oral como peritoneal (peritoneograma) Parece haver maior freqüência de ruptura do lado direito Órgãos que podem ir para a cavidade torácica (em ordem): fígado, intestino delgado, estômago, baço, ... Diafragma Rupturas Diafragmáticas Achados radiográficos: visualização de estruturas abdominais no tórax perda da integridade do diafragma desvio topográfico dos pulmões e coração efusão pleural Diafragma Hérnias Diafragmáticas Protrusão de víscera(s) abdominal(ais) para o tórax Tipos: traumática peritoneopericárdica de hiato pleuroperitoneal secundária a alterações congênitas de diafragma Diafragma Hérnias Diafragmáticas Congênitas Cerca de 15% das hérnias Associado a alterações congênitas do diafragma Diafragma Hérnia Diafragmática Peritoneopericárdica Vísceras abdominais sofrem herniação através de um hiato congênito entre o diafragma e o saco pericárdico O hiato é formado congenitamente, mas a herniação pode acontecer mais tarde (durante um processo que aumente a pressão peritoneal, p.e.) Visualização de silhueta cardíaca aumentada de tamanho Diafragma Hérnias Diafragmáticas Congênitas Hérnias de Hiato Ocorre quando uma porção do estômago penetra no tórax através do hiato esofágico A hérnia pode ser dinâmica, isto é, pode ser identificada em uma radiografia e em outra não, uma vez que a passagem de parte do estômago pode ser intermitente Diafragma Hérnias Diafragmáticas Congênitas Intussuscepção Gastroesofágica Ocorre quando o estômago (associado ou não ao baço, intestino delgado e/ou pâncreas) sofre invaginação para dentro do esôfago Mais freqüente em machos (Pastor Alemão) e em animais com dilatação esofágica prévia Alterações Neurológicas (...) Distrofias Musculares (...)