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PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE
RISCOS AMBIENTAIS
05/11/2021 15:00:00Código PPRA:
(CONFORME NR 09 DA PORTARIA 3.214/78)
PPRA
Empresa:
MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL
UNIDADE- MESSER GASES LTDA.
Unidade:
Vigência:
11/09/2021 à 10/09/2022
15279.6.3 Data versão:
CNPJ:
CNPJ:
09.397.327/0001-13
60.619.202/0039-10
Este documento poderá ter inconsistências de nomenclaturas por motivos de adequações ao eSocial
Elaborado por:
Nome: RENATO TORELLI
CPF: 357.663.068-65
Cargo: TÉCNICO EM MANUTENÇÃO
Empresa: MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL
CNPJ: 09.397.327/0001-13 Grau de risco: 2
Endereço: RUA R AMADOR BUENO, 116 - ANDAR 1 ANDAR - SALA 02 - CENTRO
Cidade: SANTOS/SP CEP: 11013-150
CNAE: 62.01-5-01 DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR SOB ENCOMENDA
Identificação da empresa:
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
Identificação da unidade:
Empresa: STELA CYBELE COSTA MOREIRA & CIA LTDA. - EPP
CNPJ: 14.736.871/0001-82
Cidade: JUNDIAÍ/SP
Informações fornecidas por:
Nome: MARCELO ALVES MOREIRA
Registro: 5061346747/SP NIT: 12802815247 CPF: 297.753.058-45
Cargo: ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO
Responsabilidade técnica:
Unidade: UNIDADE- MESSER GASES LTDA.
CNPJ: 60.619.202/0039-10 Grau de risco: 2
Endereço: AV MARGINAL,, 71594 - ST INDUSTRIAL - DISTRITO INDUSTRIAL
Cidade: JUNDIAÍ/SP CEP: 13212-000
CNAE:
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PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10
CÓDIGO PPRA: 15279.6.3
2. ESTRUTURA DOCUMENTO
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
2. ESTRUTURA DO DOCUMENTO
3. GLOSSÁRIO TÉCNICO, NORMATIVO LEGAL
4. ORIENTAÇÕES
5. DESCRIÇÃO DO PROGRAMA
6. DESENVOLVIMENTO DO PPRA
6.1. FLUXOGRAMA – METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
7. DESCRIÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHO
8. QUADRO DE GHE (GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO)
9. AMBIENTE x GHE
10. RECONHECIMENTO DOS RISCOS (GHE – GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO)
11. AVALIAÇÕES AMBIENTAIS
12. ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES E METAS DE AVALIAÇÃO E CONTROLE
13. CRONOGRAMA DE AÇÃO E IMPLANTAÇÃO
14. OBSERVAÇÕES
15. TERMO DE ENCERRAMENTO
APÊNDICE A - OBRIGATORIEDADE DO PLANO DE CONTINGÊNCIA – COVID-19 ATRAVÉS DA NT 14127/2021
ANEXOS
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PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10
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3. GLOSSÁRIO TÉCNICO, NORMATIVO LEGAL
ACGIH
American Conference of Governmental Industrial Hygienists – Instituição Norte Americana que define parâmetros
quantitativos para avaliação de riscos contaminantes ocupacionais.
CA Certificado de Aprovação.
CLT Consolidação das Leis do Trabalho.
DANO Lesão ou doenças causada pela exposição a perigos.
dB(A)
Decibel – é a Unidade Dimensional para “medir” o ruído. A escala “A” é indicada para avaliar a exposição a ruído
ocupacional, pois é a que mais se aproxima da resposta do ouvido humano.
dB(C) A escala “C” é indicada para avaliar a exposição a ruído de impacto ocupacional.
DOSE
Quantidade % (percentual) indicando se a exposição ultrapassa o limite de tolerância. Dose superior a 1 (um)
significa superação do limite de tolerância.
EPC Equipamento de Proteção Coletiva.
EPI Equipamento de Proteção Individual. Ex: Luva, capacete, avental.
ESOCIAL
Instrumento de unificação da prestação das informações referentes à escrituração das obrigações fiscais,
previdenciárias e trabalhistas.
GHE
Grupo Homogêneo de Exposição corresponde a um grupo de trabalhadores, que experimentam exposição
semelhante, de forma que o resultado fornecido pela avaliação da exposição de qualquer trabalhador do grupo
seja representativo da exposição do restante dos trabalhadores do mesmo grupo.
IBUTG Índice de Bulbo Úmido e Termômetro de Globo.
Lavg Nível Equivalente – Traduz a “média” da exposição a ruído durante a jornada de trabalho.
LEO Limite de Exposição Ocupacional
MTE Ministério do Trabalho e Emprego.
NA Não aplicável.
NR Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho.
NRR Noise Reduction Rating - Nível de Atenuação do Protetor Auricular (testes com pessoas treinadas para usá-lo).
NRRsf Nível de Atenuação do Protetor Auricular (testes com pessoas não treinadas para usá-lo).
PCMSO Programa de Controle Médico em Saúde Ocupacional.
PERIGO São situações de risco que podem ter como consequência uma lesão ou doença.
PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário.
PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.
RISCO
Agentes ambientais existentes no ambiente de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou
intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador.
SESMT Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho
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MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10
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4. ORIENTAÇÕES
I - Deverá ser feita a leitura, com atenção especial ao reconhecimento dos riscos, que traz informações dos riscos existentes
por setor, o número de funcionários expostos, as medidas de controle a serem implantadas de forma a minimizar os riscos.
II - Deverá ser feita a leitura, com atenção especial ao cronograma de ação e implantação, mostrando as ações e exigências a
serem implantadas no período de vigência deste programa. Deverão constar também no cronograma as datas de previsão e
realização de cada ação. O não preenchimento destas datas poderá expor a empresa a penalizações por parte da fiscalização.
III - Deverá ser realizada a análise global, conforme NR 09, item 9.2.1.1 sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano,
para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades.
IV - A empresa deverá elaborar política de segurança, que atendam as normas e legislações vigentes.
V - A contratante e as contratadas, que atuem num mesmo estabelecimento, deverão implementar, de forma integrada,
medidas de prevenção de acidentes e doenças do trabalho, de forma a garantir o mesmo nível de proteção em matéria de
segurança e saúde a todos os trabalhadores do estabelecimento.
VI - Sempre que ocorrer mudanças que impliquem em alterações de layout, substituições de máquinas ou equipamentos,
adoção ou alteração de tecnologia de proteção coletiva ou até atividades e operações que exponha aos empregados riscos
ambientais diferentes deste documento, deverá o empregador validar e atualizar o documento.
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5. DESCRIÇÃO DO PROGRAMA
O PPRA tem por objetivo preservar a saúde e integridade física do conjunto de trabalhadores da empresa, através da
antecipação, avaliação e controle de riscos presentes ou que venham existir no ambiente de trabalho possibilitando, ao mesmo
tempo, o registro dos dados constantes do PPRA promovendo a interação com o SESMT - Serviços Especializados em
Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho e com a CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. Quando
por força da legislação a empresa não dispuser de nenhuma destas duas ferramentas, este PPRA tornar-se-á o instrumento a
ser utilizado pelo responsável, para aplicação das medidas de segurança e higiene ocupacional.
O resultado esperado com este trabalho são melhorias das condições ambientais e de saúde dos trabalhadores, levando a
empresa, não apenas ao atendimento dos requisitos legais, mas também a melhoria da qualidade de vida dos seus
trabalhadores.
Objetivo
O programa de prevenção de riscos ambientais – PPRA é um instrumento regulamentado pela NR.9, em cumprimento a
portaria M.T.E 3.214/78, voltado ao gerenciamento de riscos ambientais. Faz parte de um conjunto de medidas mais amplas e
contidas nas demais normas regulamentadoras,articulando-se principalmente com a NR 7 – Programa de Controle Médico de
Saúde Ocupacional – PCMSO.
É um programa que tem por essência a atuação da higiene ocupacional na prevenção dos riscos físicos, químicos e biológicos,
existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição,
são capazes de causar danos à saúde do trabalhador, devendo ser adotadas medidas necessárias e suficientes para a
eliminação, a minimização ou o controle dos riscos ambientais sempre que forem constatadas.
A implantação de ações objetivas requerem seqüência de fases e eventos bem estruturados, que normalmente exigem a
elaboração de cronograma de metas para serem executadas.
Introdução
O PPRA é de responsabilidade da empresa e deve ser desenvolvido no âmbito de cada estabelecimento da empresa, com a
participação dos trabalhadores, sendo a sua abrangência e profundidade dependentes das características dos riscos e das
necessidades de controle.
Responsabilidade
O PPRA foi instituído pela portaria N. 25 de 29 de dezembro de 1994, a qual altera a redação da norma regulamentadora NR
9. As normas regulamentadoras foram aprovadas pela portaria N° 3.214 de 08 de Junho de 1978, Lei 6.514, de 22 de
Dezembro de 1977.
Legislação
• Colaborar e participar na implantação e execução do PPRA;
• Seguir as orientações recebidas nos treinamentos oferecidos dentro do PPRA;
• Informar ao seu superior hierárquico direto, ocorrências que, a seu julgamento, possam implicar riscos á saúde dos
trabalhadores.
Dos empregados:
• Esclarecer e conscientizar os empregados sobre acidente e doenças do trabalho;
• Aplicar os conhecimentos de Segurança e Saúde no Trabalho, conforme os documentos base PPRA e PCMSO;
• Verificar e fiscalizar a utilização dos EPI obrigatórios;
• Acompanhar e orientar o desenvolvimento das medidas de controle, deste programa.
Gestores e líderes:
Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade permanente na empresa;
Do empregador:
O planejamento anual são resultados das análises realizadas no reconhecimento de riscos das funções, tanto na antecipação
quanto na abordagem qualitativa e quantitativa.
Com base nisso, definiu-se as estratégias e metodologia de ação para eliminação, neutralização ou controle dos riscos
existentes nos ambientes de trabalho, para fins de garantia na integridade e preservação da saúde dos trabalhadores.
Planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma
Para a efetiva proteção dos empregados, hierarquicamente deverão ser adotadas medidas necessárias suficientes para a
eliminação, a minimização ou o controle dos riscos ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes
situações:
a) identificação, na fase de antecipação, de risco potencial à saúde;
Estratégia e metodologia de ação
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b) constatação, na fase de reconhecimento de risco evidente à saúde;
c) quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos trabalhadores excederem os valores dos limites
previstos na NR-15 ou, na ausência destes os valores limites de exposição ocupacional adotados pela ACGIH - American
Conference of Governmental Industrial Higyenists, ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva de
trabalho, desde que mais rigorosos do que os critérios técnico-legais estabelecidos;
d) quando, através do controle médico da saúde, ficar caracterizado o nexo causal entre danos observados na saúde dos
trabalhadores e a situação de trabalho a que eles ficam expostos.
Administrar o risco, por meio de treinamento, conscientização do empregado, placas de sinalização e advertência,
elaboração de permissão de trabalho, estratégias de menor exposição aos empregados em relação ao risco etc.
• Controle – administrativo e organizacional
Controlar os riscos por meio de projetos de proteção coletivas (partes moveis das máquinas, enclausuramento, melhoria
na ventilação e exaustão, etc)
Salientando que, para fins de implantação dos EPC deve-se realizar estudo, desenvolvimento e implantação de medidas
de proteção coletiva obedecendo a hierarquia:
• Controle – engenharia do risco:
Reduzir as concentrações dos agentes a níveis aceitáveis e não prejudiciais a saúde do empregado.
• Minimização do risco:
Por meio de aperfeiçoamento das atividades e operações de tal modo que elimine a nocividade do risco.
• Eliminação do risco:
Sempre que ocorrer mudanças que impliquem em alterações de layout, substituições de máquinas ou equipamentos, adoção
ou alteração de tecnologia de proteção coletiva ou até atividades e operações que exponham aos empregados riscos
ambientais diferentes deste documento, deverá o empregador validar e atualizar o documento.
Caso tenha dúvida, contatar a Mednet.
Periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA
As informações registradas neste documento deverão estar sempre atualizadas e à disposição para os auditores fiscais,
sindicatos, inclusive para os empregados.
Deverá ainda, ser mantido pelo empregador um registro de dados, estruturado de forma a constituir um histórico técnico e
administrativo do desenvolvimento do PPRA. E mantidos por um período mínimo de 20 anos.
Das informações produzidas no desenvolvimento deste programa os empregadores deverão divulgar aos empregados de
maneira apropriada e suficiente sobre os riscos ambientais que possam originar-se nos locais de trabalho e sobre os meios
disponíveis para prevenir ou limitar tais riscos e para proteger-se dos mesmos.
Algumas formas de divulgação:
Forma do registro, manutenção e divulgação dos dados
a) Medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à saúde;
b) Medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de trabalho;
c) Medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de trabalho.
Após a implantação de tais medidas de caráter coletivo, deverá ser providenciado treinamento aos empregados quanto os
procedimentos que assegurem a sua eficiência/eficácia e sobre as eventuais limitações de proteção que os mesmos
oferecem.
Sendo que, a eficácia significa a implantação de dispositivo de proteção que, de forma coletiva, não permitirá que nenhum
empregado, esteja exposto, a valores acima dos limites de tolerância definidos e regulamentados pelas NR.
Quando comprovado pelo empregador ou instituição a inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção coletiva ou
quando estas não forem suficientes ou encontrarem-se em fase de estudo, planejamento ou implantação, ou ainda em
caráter complementar ou emergencial, deverão ser adotadas outras medidas, obedecendo-se à seguinte hierarquia:
a) Medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho;
b) Utilização de equipamento de proteção individual – EPI.
• Na admissão durante o treinamento de integração, e anualmente como reciclagem (com registros/evidências);
• Boletim informativo;
• DDS – Dialogo Diário de Segurança ou DSS – Dialogo Semanal de Segurança
• Por intermédio de Cipeiros ou Designado responsável pela CIPA
• SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho
• Treinamentos e palestras.
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Agentes físicos
Para efeitos de NR-9 consideram-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de
trabalho que, em função da natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição são capazes de causar danos à
saúde do trabalhador.
Riscos ambientais
Deve-se ainda, ser efetuada, sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano, uma análise global do PPRA para
avaliação do seu desenvolvimento erealização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades.
Consideram-se as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de
aerodispersóides, poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição,
possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele, respiração ou por ingestão.
Agentes químicos
Consideram-se as diversas formas de energia que possam estar expostos os trabalhadores, tais como:
• Ruído
• Vibrações,
• Umidade,
• Pressões anormais,
• Temperaturas extremas,
• Radiações ionizantes,
• Radiações não ionizantes, bem como o Infra-som e o Ultra-som.
É a fase gasosa de uma substância cujas moléculas nas CNTP – Condições Normais de Temperatura e Pressão (25º C e 1
atm) se encontram no estado líquido ou sólido. Exemplificando: Gasolina, Diesel, Benzeno, Xileno, Solventes etc.
• Vapores:
Substância química cujas moléculas estão em estado gasoso nas CNTP – Condições Normais de Temperatura e Pressão
(25º C e 1 atm) como por exemplo o nitrogênio, gás carbônico, amônia, cloro, gás sulfídrico e etc.
• Gases:
São partículas líquidas geradas por condensação de vapores de substâncias liquidas em temperatura normais (passagem
de um líquido para o estado gasoso), sendo geralmente encontrados em: ácidos (clorídrico, nitrogênio, crômico,fluorídrico,
sulfúrico, Etc.)
• Neblina:
Mecanicamente gerados, formados a partir da ruptura física de um líquido através de processos tais como: nebulização,
spray, pistola de pintura, borbulhamento etc
• Névoas:
Termicamente gerados, formados pela condensação de vapores de metais ou plásticos que foram fundidos em operações
de solda, processamento de plásticos e etc.
• Fumos:
Mecanicamente gerados, formados a partir da quebra de um sólido através de processos tais como britagem ou moagem
de minérios, o manuseio de grãos, usinagem, perfurações, lixamento de superfícies, cortes, desbastes, etc.
• Poeiras:
São os riscos que possam interferir nas características físicas e psicofisiológicas do trabalhador classificadas em:
Agentes ergonômicos
Além dos riscos ambientais consideram-se fatores de riscos os ergonômicos e de Acidentes/mecânicos.
Fatores de risco – eSocial
Consideram-se aqueles que se apresentam sob a forma de microorganismos patogênicos como: bactérias, fungos, bacilos,
parasitas, protozoários, vírus, entre outros.
Agentes biológicos
Situações de estresse, Situações de sobrecarga de trabalho mental, Exigência de alto nível de concentração ou atenção,
• Psicossociais / Cognitivos:
Exigência de posturas incômodas ou pouco confortáveis por longos períodos, Postura sentada por longos períodos,
Postura de pé por longos períodos, Frequente ação de puxar/empurrar cargas ou volumes, Frequente execução de
movimentos repetitivos, etc.
• Biomecânicos:
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Condições de trabalho com níveis de pressão sonora, índice de temperatura efetiva, velocidade do ar e/ou umidade do ar
fora dos parâmetros de conforto, Condições de trabalho com Iluminação diurna/noturna inadequada, Presença de reflexos
em telas, painéis, vidros, monitores ou qualquer superfície, que causem desconforto ou prejudiquem a visualização, Piso
escorregadio e/ou irregular, etc.
• Ambientais:
Ausência de pausas para descanso ou não cumprimento destas durante a jornada, Necessidade de manter ritmos intensos
de trabalho, Trabalho com necessidade de variação de turnos, Monotonia, Cobrança de metas de impossível atingimento,
etc.
De acordo com a NR 15, entende-se como a concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada com a natureza e o
tempo de exposição ao agente, que não causará dano à saúde de trabalhador, durante a sua vida laboral.
Nos casos em que não existirem limites de tolerância estabelecidos pela NR-15, Serão adotados os limites de exposição
ocupacional estipulados pela ACGIH - American Conference os Governamental Industrial Higyenists conforme estabelece a
NR-09.
Limite de tolerância
• Para agentes químicos, a metade dos limites de exposição ocupacional considerados de acordo com a
alínea “c”, do subitem 9.3.5.1;
• Para o ruído, a dose de 0,5 (dose superior a 50%), conforme critério estabelecido na NR/15, Anexo nº 1, item
6.
Considera-se nível de ação o valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas de forma a minimizar a probabilidade
de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de exposição. As ações devem incluir o monitoramento
periódico da exposição, a informação aos trabalhadores e o controle médico.
Deverão ser objetos de controle sistemático as situações que apresentem exposição ocupacional acima dos níveis de ação
conforme indicado nas alíneas que seguem:
Nível de ação
Casual, não programado, que acontece por acaso.
e) Ocasional
Atividades e Operações relacionadas com a curta duração de trabalho;
d) Eventual
Não contínuo, que apresenta interrupções ou suspensões durante o horário de trabalho;
c) Habitual Intermitente
Contínuo, sem interrupções ou suspensões durante o horário de trabalho;
b) Habitual Permanente
Trabalho, com rotinas estabelecidas e sempre dentro de um padrão normal de atividades;
a) Habitual
Para exposição ocupacional, consideraram-se os seguintes termos e aplicações:
Exposição ocupacional
• Arranjo físico inadequado;
• Incêndio ou Explosão;
• Animais peçonhentos;
• Trabalho em Altura;
• Cortes e perfurações, queimaduras;
• Choque mecânico;
• Etc.
São considerados os riscos causados pelo:
Agentes acidentes / mecânicos:
• Organizacionais:
Mobiliário sem meios de regulagem de ajuste, Equipamentos e/ou máquinas sem meios de regulagem de ajuste ou sem
condições de uso, etc.
• Mobiliário e Equipamentos:
Meios de comunicação ineficientes, etc.
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Adotando-se nesta ocasião os limites de exposição ocupacional denominada – Média Ponderada ( TLV-TWA), para jornadas de
8 horas dia.
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6. DESENVOLVIMENTO DO PPRA
a) Comprovar o controle da exposição ou a inexistência de riscos identificados na etapa de reconhecimento;
b) Dimensionar a exposição dos trabalhadores;
c) Subsidiar o equacionamento das medidas de controle.
Avaliação quantitativa
Nesta etapa avaliou-se qualitativamente os riscos ambientais que poderão influenciar na saúde e integridade dos empregados,
por meios de análise das atividades e operações dos funcionários bem como aos procedimentos de rotina, as atividades e
operações atípicas, processos de manufatura e produção entre outras analises.
Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores
Nesta etapa envolve-se uma análise de projetos de novas instalações, métodos ou processos de trabalho, ou de modificação
dos já existentes, visando a identificar os riscos potenciais e introduzir medidas de proteção para sua redução ou eliminação.
As medidas preventivas contra os agravos à saúde e a integridade física dos trabalhadores devem ser contempladas nas
seguintes situações:
Antecipação e reconhecimento dos riscos
Em cada setor foi feita a caracterização de todos os trabalhadores determinando, os cargos, funções e a descrição das
atividades realizadas (formando o GHE – Grupo Homogêneo de Exposição). Na seqüência, caracterizou-se o ambiente de
trabalho, verificando suas principais máquinas/equipamentos, os produtos químicos utilizados e a identificação dos perigos e
avaliação dos riscos.
Grupo Homogêneo de Exposição corresponde a um grupo de trabalhadores, queexperimentam exposição semelhante, de
forma que o resultado fornecido pela avaliação da exposição de qualquer trabalhador do grupo seja representativo da
exposição do restante dos trabalhadores do mesmo grupo.
O reconhecimento dos riscos foi feito com base em entrevistas com trabalhadores (pelo menos um ocupante de cada cargo /
GHE) e seus respectivos supervisores. Também foi consultada bibliografia a respeito dos riscos ocupacionais específicos
existentes no tipo de atividade desenvolvida pela empresa.
As avaliações da exposição aos riscos ocupacionais foram feitas tomando-se por base a combinação de duas variáveis:
probabilidade de ocorrência do dano e gravidade do dano.
A classificação ou importância de um risco é determinada pela expressão:
Metodologia de avaliação
Para o monitoramento da exposição dos trabalhadores e das medidas de controle, deve ser realizada uma avaliação
sistemática e repetitiva da exposição a um dado risco, visando à introdução ou modificação das medidas de controle e
proteções coletivas.
Monitoramento da exposição aos riscos
Risco = Probabilidade de ocorrência do dano X Gravidade do dano
Com base nessa expressão, é possível estimar o risco a partir da combinação da gradação da probabilidade de que o dano
venha a se efetivar (ao longo da vida profissional dos expostos) e da gradação da gravidade desse dano, utilizando-se a matriz
de risco que define classificação de risco, as quais representam sua grandeza ou importância.
Observação: A combinação da Probabilidade X Gravidade, utiliza uma matriz elaborada a partir da combinação das matrizes
apresentadas por MULHAUSEN & DAMIANO (1998) e pelo apêndice D da BS 8800 (BSI, 1996).
a) Quando da implantação de projetos de instalações, equipamentos e postos de trabalho;
b) Na introdução de novos processos ou produtos;
c) Nas mudanças de projeto;
d) Nas modificações de processo em funcionamento;
e) Nas alterações de postos de trabalho.
Nesta fase o SESMT - Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, assim como, a CIPA
ou Designado devem ser “ouvidos’ acerca de novas tecnologias empregadas na proteção do trabalhador ou até mesmo na
aquisição de produtos, máquinas e equipamentos com menor índice de lesões e doenças associadas a sua operação. Na
ausência do SESMT, o empregador deve tomar as providências cabíveis juntamente com a CIPA ou Designado.
Deverá ser realizada sempre que necessária para:
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Probabilidade de Ocorrência do Dano (P)
A partir da combinação dos valores atribuídos para probabilidade (P) e gravidade (G) do dano, obteremos a CLASSIFICAÇÃO
DO RISCO resultante dessa combinação, podendo ser:
Classificação do Risco
A gradação da gravidade do dano também pode ser definida utilizando-se várias abordagens ou critérios. Para cada caso, e
em função do potencial de gravidade do dano, atribui-se um índice de gravidade (G) variando de 1 a 4, cujo significado está
relacionado abaixo:
Gravidade do Dano (G)
A gradação da probabilidade da ocorrência do dano (efeito crítico) é feita atribuindo-se um índice de probabilidade (P) variando
de 1 a 4, cujo significado está relacionado no quadro abaixo:
O índice (P) pode ser definido utilizando-se várias abordagens ou critérios. Para cada caso, em função da classificação do
perigo e das informações disponíveis, deve-se usar abordagem ou critério mais adequado e a seguinte pergunta guia “Qual a
chance (probabilidade) que o trabalhador exposto tem de vir a sofrer um dano se as condições de trabalho permanecerem
iguais ao presente momento?”
Abordagens para atribuir o valor a P:
P definido com base em dados estatísticos de acidentes ou doenças relacionados ao trabalho obtidos ou fornecidos pela
empresa ou do setor de atividade quando predominam situações similares.
P definido a partir do perfil de exposição qualitativo, quando não forem possíveis ou disponíveis dados quantitativos. Quanto
maior intensidade, duração e frequência da exposição maior será a probabilidade de ocorrência do dano e maior será o valor
atribuído a P.
P definido a partir do perfil de exposição quantitativo baseado na estimativa da média aritmética do perfil de exposição ou
baseado na estimativa do percentil 95% e comparando-se com o valor do limite de exposição ocupacional.
P definido em função do fator de proteção considerando a existência e a adequação de medidas de controle. Quanto mais
adequadas e eficazes forem as medidas de controle, menor será o valor atribuído a P.
1 - Possível, mas altamente improvável;
2 - Improvável;
3 - Pouco provável;
4 - Provável ou quase certo.
1 - Lesão ou doença leves, com efeitos reversíveis levemente prejudiciais.
2 - Lesão ou doença sérias, com efeitos reversíveis severos e prejudiciais.
3 - Lesão ou doença críticas, com efeitos irreversíveis severos e prejudiciais que podem limitar a capacidade funcional.
4 - Lesão ou doença incapacitante ou fatal.
O índice (G), também pode ser feito utilizando critérios especiais relacionados com o potencial do perigo em causar danos,
como por exemplo:
• O potencial carcinogênico, mutagênico e teratogênico de agentes químicos e físicos tendo por base a classificação da
ACGIH;
• O potencial de agentes químicos causar danos locais quando em contato com olhos e pele;
• O valor do TLV (LT proposto pela ACGIH) para contaminantes atmosféricos, pois quanto menor for o valor do TLV maior
será o potencial do agente em causar danos;
• A classificação em grupos de riscos para Agentes Biológicos – Microorganismos patogênicos – definidos por comitês de
Biossegurança.
• Risco Irrelevante;
• Risco Baixo;
• Risco Médio;
• Risco Alto;
• Risco Crítico.
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Probabilidade X Gravidade
4 Médio Alto Alto Crítico
3 Baixo Médio Alto Alto
2 Baixo Baixo Médio Alto
1 Irrelevante Baixo Baixo Médio
1 2 3 4
Gravidade
Prioridade de monitoramento e
medidas de controle
Gradação de prioridade
1 - Irrelevante Manter o Monitoramento
2 - Baixo
Requer a educação dos trabalhadores sobre as consequências de uma
superexposição.
3 - Médio Requer avaliação quantitativa e ações de controle.
4 - Alto Requer ações de controle e posterior avaliação quantitativa.
5 - Crítico
Requer imediata ação para a redução da exposição e posterior avaliação
quantitativa.
Caso a empresa forneça EPI além de implantá-los conforme as normas técnicas administrativas e os preceitos das NR 06, NR
09 da portaria 3.214/78.
Para a NR 09 a “utilização de EPI no âmbito do programa deverá ser considerados as Normas Legais e Administrativas em
vigor e envolver no mínimo:
EPI - Equipamento de Proteção Individual
Quanto ao comprovante de entrega dos EPI cabe ao empregador registrar e controlar o fornecimento dos equipamentos
de proteção individual, por meio de livros, formulários, fichas ou sistema eletrônicos. O comprovante de entrega
minimamente deverá conter: nome, função, e setor do empregado bem como o tipo do EPI, número do CA do mesmo,
data de entrega e assinatura do empregado reconhecendo o que lhe foi entregue.
“a) Adquirir o adequado ao risco de cada atividade;
b) Exigir seu uso;
c) Fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no
trabalho;
d) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;
e) Substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;
f) Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica;
g) Comunicar ao MTPS qualquer irregularidade observada;
h) Registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico.”
Ao empregador:
a) Seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco a que o trabalhador estáexposto e à atividade exercida, considerando
-se a eficiência necessária para o controle da exposição ao risco e o conforto oferecido segundo avaliação do trabalhador
usuário;
b) Programa de treinamento dos trabalhadores quanto à sua correta utilização e orientação sobre as limitações de
proteção que o EPI oferece;
c) Estabelecimento de normas ou procedimento para promover o fornecimento, o uso, a guarda, a higienização, a
conservação, a manutenção e a reposição do EPI, visando garantir as condições de proteção originalmente estabelecidas;
d) Caracterização das funções ou atividades dos trabalhadores, com a respectiva identificação dos EPI utilizados para os
riscos ambientais.”
Ademais, cumprir e fazer cumprir os dispostos da NR.6 quanto ao que cabe:
Probabilidade
Obs.: Matriz elaborada a partir da combinação das
matrizes apresentadas por MULHAUSEN &
DAMIANO (1998) e pelo Apêndice D da BS8800
(BSI,1996)
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A recusa quanto à utilização de qualquer EPI por parte do empregado, o sujeitará as penalidades previstas na legislação
(artigo 157/158 da CLT).
“a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;
b) responsabilizar-se pela guarda e conservação;
c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e
d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.”
Ao empregado:
Cabe ao empregador manter este comprovante arquivado nas dependências da empresa para assegurar a entrega dos
mesmos.
Em todos os setores ou situações onde é obrigatório o uso do EPI, deverão existir placas indicativas desta obrigatoriedade e
que sejam amplamente visíveis.
Nos locais onde houver obrigatoriedade do uso dos EPI todos que por lá transitarem ou permanecerem deverão utilizá-los.
Todo EPI deverá apresentar em caracteres indeléveis e bem visíveis, o nome comercial da empresa fabricante, o lote de
fabricação e o número do CA, ou, no caso de EPI importado, o nome do importador, o lote de fabricação e o número do CA.
A norma de EPI, NR 06 poderá a qualquer tempo sofrer alterações no todo, ou em qualquer um de seus itens em decorrência
da eliminação ou anulação de suas fontes, ou outra determinação de ordem técnica ou legal.
Informações adicionais
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6.1. FLUXOGRAMA – METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
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7. DESCRIÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHO
Ambiente: OFICINA DE MANUTENÇÃO [INÍCIO: 09/10/2019] Estabelecimento: PRÓPRIO
Piso: CONCRETO POLIDO Pé direito: 2,80 M
Parede: ALVENARIA Cobertura: NÃO IDENTIFICADO
Forro: PVC Ventilação: NATURAL PORTAS E JANELAS
Iluminação: ARTIFICIAL - LÂMPADAS FLUORESCENTES
EPC: - EXTINTOR DE INCÊNDIO E HIDRANTES
Máq. / Equip.: FURADEIRA ELÉTRICA, PARAFUSADEIRA, SERRA TICO TICO, FERRAMENTAS MANUAIS, ELETRÔNICAS, PLATAFORMA
ELEVATÓRIA E EM GERAL.
Obs.: NESTE AMBIENE, CONTEMPLAM OS SEGUINTES SETORES
- SALA DE OPERAÇÕES
OBS. Caso ocorram, alterações de layout, inclusão de novas operações ou até mesmo alterações que modifiquem os
processos e atividades já existentes e / ou situações de inativação de algum setor ou atividades dos mesmos. Deverá
comunicar a Mednet para tais atualizações.
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8. QUADRO DE GHE (GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO)
GHE Setor Função Descrições das atividades Func.
OFICINA/MANUTEN ELETRICISTA
DESENVOLVE SERVIÇOS DE APOIO NOS SERVIÇOS DE PASSAGENS DE
CABO, LIGAÇÕES ELÉTRICAS DOS PRÉDIOS ADMINISTRATIVOS E DA
PLANTA DE GASES DO AR, MANUTENÇÃO DE SUBESTAÇÃO. EFETUAR
MANUTENÇÃO NO SISTEMA DE INSTRUMENTAÇÃO E ELÉTRICO DO BLOWER
DA LINDE GASES E VALE. REALIZA TRABALHO EM ALTURA. RESPONSÁVEL
PELA MANUTENÇÃO DA ILUMINAÇÃO E SISTEMA SONORO DE EMERGÊNCIA.
2
OFICINA/MANUTEN TÉCNICO EM MANUTENÇÃO
"REALIZAM SERVIÇOS AUXILIARES DE MANUTENÇÃO EM MÁQUINAS
EXECUTA APOIO NA PREPARAÇÃO DE PEÇAS, PARA DESMONTAGEM E
MONTAGEM DE EQUIPAMENTO; REALIZAM MANUTENÇÕES, INSPECIONAM E
TESTAM O FUNCIONAMENTO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS. PLANEJAM
AS ATIVIDADES DE MANUTENÇÃO E REGISTRAM INFORMAÇÕES TÉCNICAS.
AS ATIVIDADES SÃO DESENVOLVIDAS EM CONFORMIDADE COM NORMAS E
PROCEDIMENTOS TÉCNICOS, DE SEGURANÇA, QUALIDADE E DE
PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE. TRABALHO REALIZADO SOB A
SUPERVISÃO DO RESPONSÁVEL PELA MANUTENÇÃO MECÂNICA."
2
Total de Funcionários: 4
01- OFICINA DE MANUTENÇÃO
02- SALA DE OPERAÇÕES
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9. AMBIENTE x GHE
Ambiente GHE
01- OFICINA DE MANUTENÇÃO
02- SALA DE OPERAÇÕES
OFICINA DE MANUTENÇÃO
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10. RECONHECIMENTO DOS RISCOS (GHE – GRUPO HOMOGENEO DE EXPOSIÇÃO)
GHE: 01- OFICINA DE MANUTENÇÃO
Identificação Exposição
Medidas de controle: exposição,
Ambiente e meios de proteção
Avaliação do
Risco
Proteção existente
EPI EPC
FÍSICO-RUÍDO CONTÍNUO OU
INTERMITENTE- LEG
TRABALHISTA
USO DE FERRAMENTAS
PARA MANUTENÇÃO
AÉREA/
ONIDIRECIONAL
-
AVALIAÇÃO
QUALITATIVA
85,0 DB(A)
HABITUAL
INTERMITENTE
- -
PROTETOR
AURICULAR
3 2 M
QUÍMICO-HIDROCARBONETOS E
OUTROS COMPOSTOS DE
CARBONO
PROCESSO DE
MANUTENÇÃO (GRAXA
E ÓLEO)
AÉREA/CONTATO/
DIRECIONAL/ONI
DIRECIONAL
-
AVALIAÇÃO
QUALITATIVA
QUALITATIVO
HABITUAL
INTERMITENTE
- -
LUVAS DE
PROTEÇÃO
CONTRA AGENTES
QUIMICOS
2 2 B
QUÍMICO-LUBRIFICANTE
MULTIUSO E LIMPA CONTATO
PROCESSO DE
MANUTENÇÃO
AÉREA/CONTATO/
DIRECIONAL/ONI
DIRECIONAL
-
AVALIAÇÃO
QUALITATIVA
QUALITATIVO
HABITUAL
INTERMITENTE
- -
LUVAS DE
PROTEÇÃO
CONTRA AGENTES
QUIMICOS, ÓCULOS
DE SEGURANÇA
2 1 B
MECÂNICO/ACIDENTES-
DIFERENÇA DE NÍVEL MAIOR QUE
DOIS METROS
TRABALHO EM ALTURA
SOLO/ESTRUTUR
AS/
DIRECIONAL/ONI
DIRECIONAL
-
AVALIAÇÃO
QUALITATIVA
QUALITATIVO
HABITUAL
INTERMITENTE
- -
CAPACETE DE
SEGURANÇA, CINTO
DE SEGURANÇA
4 2 A
MECÂNICO/ACIDENTES-
POSSÍVEL CONTATO COM
ELETRICIDADE
MANUTENÇÃO
ELÉTRICA
SOLO/ESTRUTUR
AS/
DIRECIONAL
NA
AVALIAÇÃO
QUALITATIVA
QUALITATIVO
HABITUAL
INTERMITENTE
- -
BOTINA DE SOLADO
ISOLANTE,
CAPACETE CLASSE
B , LUVA ISOLANTE
PARA
ELETRICIDADE,
ÓCULOS DE
SEGURANÇA,
UNIFORME NR-10
3 3 A
MECÂNICO/ACIDENTES-QUEDA
DE OBJETOS
ACESSO AS ÁREAS
PRODUTIVAS
DIRETA/
DIRECIONAL
NA
AVALIAÇÃO
QUALITATIVA
QUALITATIVO
HABITUAL
INTERMITENTE
- -
CALÇADO DE
SEGURANÇA,
CAPACETE DE
SEGURANÇA,
ÓCULOS DE
SEGURANÇA
3 2 M
Legenda: N/A = NÃO APLICÁVEL N/I = NÃO IDENTIFICADO P = PROBABILIDADE G = GRAVIDADE R = RISCO C = CRÍTICO A = ALTO M = MÉDIO B = BAIXO I = IRRELEVANTE
Agente / Fator de risco Fonte Geradora
Propagação /
Trajetória
Concentração
Intensidade
Técnica utilizada Limite de tolerância Exposição Proteção obrigatória P G R
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Identificação Exposição
Medidas de controle: exposição,
Ambiente e meios de proteção
Avaliação do
Risco
Proteção existente
EPI EPC
MECÂNICO/ACIDENTES-CORTES
E/OU PERFURAÇÕES
USO DE FERRAMENTAS
DIRETA/DIRECIO
NAL/
DIRECIONAL/ONI
DIRECIONAL
NA
AVALIAÇÃO
QUALITATIVAN/A
HABITUAL
INTERMITENTE
- -
ÓCULOS DE
SEGURANÇA
1 2 B
Possível comprometimento da saúde devido exposição aos riscos
Agente / Fator de Risco Comprometimento
IRRITABILIDADE E PERDA TEMPORÁRIA OU DEFINITIVA DA AUDIÇÃO.
DERMATOSE POR CONTATO, PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS E/OU PULMONARES.
DERMATOSE POR CONTATO, IRRITAÇÕES OCULAARES
LESÕES DIVERSAS.
LESÕES DIVERSAS.
LESÕES DIVERSAS.
LESÕES DIVERSAS.
Ação proposta
Agente / Fator de risco Ação proposta
FÍSICO - RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE- LEG TRABALHISTA PROVIDENCIAR QUANTIFICAÇÃO DO AGENTE E FAZER O USO OBRIGATÓRIO DO EPI.
QUÍMICO - HIDROCARBONETOS E OUTROS COMPOSTOS DE
CARBONO
PROVIDENCIAR QUANTIFICAÇÃO DO AGENTE E FAZER O USO OBRIGATÓRIO DO EPI.
QUÍMICO - LUBRIFICANTE MULTIUSO E LIMPA CONTATO PROVIDENCIAR QUANTIFICAÇÃO DO AGENTE E FAZER O USO OBRIGATÓRIO DO EPI.
MECÂNICO/ACIDENTES - POSSÍVEL CONTATO COM ELETRICIDADE
MANTER ATENÇÃO CONSTANTE DURANTE TODA A ATIVIDADE, FAZER USO DE TODOS OS EPI'S OBRIGATÓRIOS PARA TRABALHOS COM
ELETRICIDADE, SINALIZAR O LOCAL, VERIFICAR O ATERRAMENTO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS. MANTER TREINAMENTO ATUALIZADO.
Legenda: N/A = NÃO APLICÁVEL N/I = NÃO IDENTIFICADO P = PROBABILIDADE G = GRAVIDADE R = RISCO C = CRÍTICO A = ALTO M = MÉDIO B = BAIXO I = IRRELEVANTE
Agente / Fator de risco Fonte Geradora
Propagação /
Trajetória
Concentração
Intensidade
Técnica utilizada Limite de tolerância Exposição Proteção obrigatória P G R
FÍSICO - RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE- LEG TRABALHISTA
QUÍMICO - HIDROCARBONETOS E OUTROS COMPOSTOS DE
CARBONO
QUÍMICO - LUBRIFICANTE MULTIUSO E LIMPA CONTATO
MECÂNICO/ACIDENTES - CORTES E/OU PERFURAÇÕES
MECÂNICO/ACIDENTES - DIFERENÇA DE NÍVEL MAIOR QUE DOIS
METROS
MECÂNICO/ACIDENTES - POSSÍVEL CONTATO COM ELETRICIDADE
MECÂNICO/ACIDENTES - QUEDA DE OBJETOS
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Ação proposta
Agente / Fator de risco Ação proposta
MECÂNICO/ACIDENTES - CORTES E/OU PERFURAÇÕES MANTER ATENÇÃO CONSTANTE DURANTE A ATIVIDADE E FAZER O USO DOS EPI OBRIGATÓRIOS.
MECÂNICO/ACIDENTES - DIFERENÇA DE NÍVEL MAIOR QUE DOIS
METROS
PROVIDENCIAR TREINAMENTO E CONDIÇÕES PARA O TRABALHO EM ALTURA E REALIZAR TODOS OS PROCEDIMENTOS CONFORME NR 35
PORTARIA SIT N.º 313.
MECÂNICO/ACIDENTES - QUEDA DE OBJETOS FAZER O USO DOS EPI OBRIGATÓRIOS.
Legenda: N/A = NÃO APLICÁVEL N/I = NÃO IDENTIFICADO P = PROBABILIDADE G = GRAVIDADE R = RISCO C = CRÍTICO A = ALTO M = MÉDIO B = BAIXO I = IRRELEVANTE
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GHE: 02- SALA DE OPERAÇÕES
Identificação Exposição
Medidas de controle: exposição,
Ambiente e meios de proteção
Avaliação do
Risco
Proteção existente
EPI EPC
FÍSICO-RADIAÇÃO UV-EXCETO NA
FAIXA 400-320 NM (LUZ NEGRA)
USO DE SOLDA
ELÉTRICA E MAÇARICO
AÉREA/
DIRECIONAL/ONI
DIRECIONAL
NA
AVALIAÇÃO
QUALITATIVA
QUALITATIVO OCASIONAL - -
LUVAS, MANGOTES
E AVENTAL DE
RASPA
3 2 M
FÍSICO-RUÍDO CONTÍNUO OU
INTERMITENTE- LEG
TRABALHISTA
USO DE FERRAMENTAS,
ACESSO A ÁREAS
PRODUTIVAS DA
MESSER
AÉREA/
ONIDIRECIONAL
-
AVALIAÇÃO
QUALITATIVA
85,0 DB(A)
HABITUAL
INTERMITENTE
- -
PROTETOR
AURICULAR
3 2 M
QUÍMICO-HIDROCARBONETOS E
OUTROS COMPOSTOS DE
CARBONO
PROCESSO DE
MANUTENÇÃO - (ÓLEO
BÁSICO E
ADITIVOS/MOBIL SUPER
2000 5W-30,
QUEROSENE)
AÉREA/CONTATO/
DIRECIONAL/ONI
DIRECIONAL
NA
AVALIAÇÃO
QUALITATIVA
QUALITATIVO
HABITUAL
INTERMITENTE
- -
CREME PROTETOR
DE SEGURANÇA,
LUVAS DE
PROTEÇÃO
CONTRA AGENTES
QUIMICOS
2 2 B
QUÍMICO-LUBRIFICANTE
MULTIUSO
PROCESSO DE
MANUTENÇÃO
(LUBRIFICANTE WD-40)
AÉREA/CONTATO/
DIRECIONAL/ONI
DIRECIONAL
NA
AVALIAÇÃO
QUALITATIVA
QUALITATIVO
HABITUAL
INTERMITENTE
- -
LUVAS DE
PROTEÇÃO
CONTRA AGENTES
QUIMICOS, ÓCULOS
DE SEGURANÇA
2 2 B
MECÂNICO/ACIDENTES-
DIFERENÇA DE NÍVEL MAIOR QUE
DOIS METROS
ATIVIDADES DE
MANUTENÇÃO
SOLO/ESTRUTUR
AS/
DIRECIONAL/ONI
DIRECIONAL
NA
AVALIAÇÃO
QUALITATIVA
QUALITATIVO
HABITUAL
INTERMITENTE
- -
CAPACETE DE
SEGURANÇA, CINTO
DE SEGURANÇA,
ÓCULOS DE
SEGURANÇA
4 2 A
MECÂNICO/ACIDENTES-QUEDA
DE OBJETOS
ATIVIDADES
DESENVOLVIDA,
ACESSO A ÁREA
PRODUTIVA
DIRETA/
DIRECIONAL
NA
AVALIAÇÃO
QUALITATIVA
QUALITATIVO
HABITUAL
INTERMITENTE
- -
CALÇADO DE
SEGURANÇA,
CAPACETE DE
SEGURANÇA,
ÓCULOS DE
SEGURANÇA
1 2 B
MECÂNICO/ACIDENTES-
SUPERFÍCIES E/OU MATERIAIS
AQUECIDOS EXPOSTOS
ATIVIDADES COM USO
DE MAÇARICO
(MANUTENÇÃO)
DIRETA/
DIRECIONAL
NA
AVALIAÇÃO
QUALITATIVA
QUALITATIVO OCASIONAL - - LUVA DE RASPA 3 2 M
Legenda: N/A = NÃO APLICÁVEL N/I = NÃO IDENTIFICADO P = PROBABILIDADE G = GRAVIDADE R = RISCO C = CRÍTICO A = ALTO M = MÉDIO B = BAIXO I = IRRELEVANTE
Agente / Fator de risco Fonte Geradora
Propagação /
Trajetória
Concentração
Intensidade
Técnica utilizada Limite de tolerância Exposição Proteção obrigatória P G R
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Possível comprometimento da saúde devido exposição aos riscos
Agente / Fator de Risco Comprometimento
PERTURBAÇÕES VISUAIS(CONJUNTIVITES, CATARATAS), QUEIMADURAS, LESÕES NA PELE E CÂNCER.
IRRITABILIDADE E PERDA TEMPORÁRIA OU DEFINITIVA DA AUDIÇÃO.
DERMATOSE POR CONTATO, PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS E/OU PULMONARES.
DERMATOSES POR CONTATO, IRRITAÇÕES OCULARES
LESÕES DIVERSAS.
LESÕES DIVERSAS.
LESÕES DIVERSAS.
Ação proposta
Agente / Fator de risco Ação proposta
FÍSICO - RADIAÇÃO UV-EXCETO NA FAIXA 400-320 NM (LUZ NEGRA) FAZER O USO DO EPI OBRIGATÓRIO.
FÍSICO - RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE- LEG TRABALHISTA PROVIDENCIAR QUANTIFICAÇÃO DO AGENTE E FAZER O USO OBRIGATÓRIO DO EPI.
QUÍMICO - HIDROCARBONETOS E OUTROS COMPOSTOS DE
CARBONO
FAZER O USO DO EPI OBRIGATÓRIO.
QUÍMICO - LUBRIFICANTE MULTIUSO FAZER O USO DO EPI OBRIGATÓRIO.
MECÂNICO/ACIDENTES - SUPERFÍCIES E/OU MATERIAIS AQUECIDOS
EXPOSTOS
MANTER A ATENÇÃO CONSTANTE DURANTE AS ATIVIDADES E FAZER O USO OBRIGATÓRIO DO EPI.
MECÂNICO/ACIDENTES - DIFERENÇA DE NÍVEL MAIOR QUE DOIS
METROS
PROVIDENCIAR TREINAMENTO E CONDIÇÕES PARA O TRABALHO EM ALTURA E REALIZAR TODOS OS PROCEDIMENTOS CONFORME NR 35
PORTARIA SIT N.º 313.
MECÂNICO/ACIDENTES - QUEDA DE OBJETOS MANTER ATENÇÃO CONSTANTE DURANTE A ATIVIDADE E FAZER O USO DOS EPI OBRIGATÓRIOS.
Legenda: N/A = NÃO APLICÁVEL N/I = NÃO IDENTIFICADO P = PROBABILIDADE G = GRAVIDADE R = RISCO C = CRÍTICO A = ALTO M = MÉDIO B = BAIXO I = IRRELEVANTE
FÍSICO - RADIAÇÃO UV-EXCETO NA FAIXA 400-320 NM (LUZ NEGRA)
FÍSICO - RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE- LEG TRABALHISTA
QUÍMICO - HIDROCARBONETOS E OUTROS COMPOSTOS DE
CARBONO
QUÍMICO - LUBRIFICANTE MULTIUSO
MECÂNICO/ACIDENTES - DIFERENÇA DE NÍVEL MAIOR QUE DOIS
METROS
MECÂNICO/ACIDENTES - QUEDA DE OBJETOS
MECÂNICO/ACIDENTES - SUPERFÍCIES E/OU MATERIAIS AQUECIDOS
EXPOSTOS
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11. AVALIAÇÕES AMBIENTAIS
Os riscos ambientais foram avaliados seguindo a metodologia e os procedimentos de avaliação estabelecidos pelas Normas
de Higiene ocupacional da FUNDACENTRO e os Limites de Tolerância estabelecidos pela NR-15 do MTE. Seguem as
avaliações:
ANEXO 1 - RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE (IDENTIFICADO)
ENTENDE-SE POR RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE, PARA FINS DE APLICAÇÃO DE LIMITES DE TOLERÂNCIA, O
RUÍDO QUE NÃO SEJA RUÍDO DE IMPACTO. OS TEMPOS DE EXPOSIÇÃO AOS NÍVEIS DE RUÍDO NÃO DEVEM
EXCEDER OS LIMITES DE TOLERÂNCIA FIXADOS NO QUADRO I. NÃO É PERMITIDO EXPOSIÇÃO A NÍVEIS DE RUÍDO
ACIMA DE 115 DB (A) PARA INDIVÍDUOS QUE NÃO ESTEJAM ADEQUADAMENTE PROTEGIDOS.
METODOLOGIA UTILIZADA PARAAVALIAÇÃO INSTANTÂNEA DE RUÍDO
As avaliações foram efetuadas com aparelho medidor de nível de pressão sonora, conforme curva de rastreabilidade
estabelecido pelo INMETRO.
Antes e ao final de cada avaliação foi efetuada calibração manual do instrumento, a fim de verificar se houve alteração,
sendo que o máximo aceitável é de + ou - 1 dB (A).
O aparelho foi fixado proximidades da zona auditiva.
Os sinais foram detectados em decibéis (dB), com o aparelho operando no circuito de compensação "A" e no circuito de
resposta lenta "SLOW", conforme o Anexo nº1, da NR 15.
Setor Equipamento / Local / Posto de trabalho
Intensidade em
 dB(A)
L.T. dB (A) anexo Nº01
NR -15
TABELA DE RESULTADOS
AMBIENTE 62,3 85,0
AMBIENTE 74,1 85,0
Os tempos de exposição aos níveis de ruído sem o uso do protetor auditivo, não devem exceder/ultrapassar os limites de
tolerância fixados no próximo quadro.
Não é permitida a exposição a níveis de ruído acima de 115 dB (A) para indivíduos que não estejam adequadamente
protegidos, pois oferecerá risco grave e iminente.
LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE
Nível de ruído - dB(A) Máxima exposição diária permissível
85 8 horas
86 7 horas
87 6 horas
88 5 horas
89 4 horas e 30 minutos
90 4 horas
91 3 horas e 30 minutos
92 3 horas
93 2 horas e 40 minutos
94 2 horas e 15 minutos
95 2 horas
96 1 hora e 45 minutos
OFICINA DE MANUTENÇÃO
SALA DE OPERAÇÕES
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Nível de ruído - dB(A) Máxima exposição diária permissível
98 1 hora e 15 minutos
100 1 hora
102 45 minutos
104 35 minutos
105 30 minutos
106 25 minutos
108 20 minutos
110 15 minutos
112 10 minutos
114 8 minutos
115 7 minutos
Fonte: Portaria 3.214/78 – Norma Regulamentadora 15
INSTRUMENTAL
DECIBELÍMETRO
ANEXO 2 - RUÍDO DE IMPACTO (NÃO IDENTIFICADO)
ENTENDE-SE POR RUÍDO DE IMPACTO AQUELE QUE APRESENTA PICOS DE ENERGIA ACÚSTICA DE DURAÇÃO
INFERIOR A 1 (UM) SEGUNDO, A INTERVALOS SUPERIORES A 1 (UM) SEGUNDO, COMO POR EXEMPLO, TEMOS O
DISPARO DE UMA ARMA, UMA MARTELADA EM UMA SUPERFÍCIE METÁLICA E A OPERAÇÃO DE UM BATE ESTACA.
ANEXO 3 - CALOR (NÃO IDENTIFICADO)
ENTENDE-SE POR EXPOSIÇÃO AO CALOR ATIVIDADES, LOCAIS E OPERAÇÕES CAPAZES DE PRODUZIR GANHO OU
PERDA DE CALOR DO ORGANISMO.
ANEXO 5 - RADIAÇÕES IONIZANTES (NÃO IDENTIFICADO)
RADIAÇÃO IONIZANTE É UM AGENTE FÍSICO SOB A FORMA DE ENERGIA QUE SE TRANSMITE, PELO ESPAÇO,
ATRAVÉS DE ONDAS ELETROMAGNÉTICAS. OS OPERADORES DE R.X. E DE RADIOTERAPIA ESTÃO,
FREQUENTEMENTE, EXPOSTOS A ESTE TIPO DE RADIAÇÃO.
ANEXO 6 - PRESSÕES ANORMAIS (NÃO IDENTIFICADO)
COMPREENDE-SE POR PRESSÕES ANORMAIS OS TRABALHOS SOB AR COMPRIMIDO E/OU DOS TRABALHOS
REALIZADOS SUBMERSOS. TODAS AS ATIVIDADES REALIZADAS EXIGEM CUIDADOS ESPECIAIS, POIS ALÉM DE
RISCOS PRODUZIDOS PELAS PRÓPRIAS ATIVIDADES COMO, POR EXEMPLO, OS TRABALHOS DE SOLDA E CORTE
SUBMERSOS, EXISTEM AQUELES PRODUZIDOS PELO TRABALHO EM CONDIÇÕES ANORMAIS DE PRESSÃO.
ANEXO 7 - RADIAÇÃO NÃO IONIZANTE (IDENTIFICADO)
PARA OS EFEITOS DESTA NORMA, SÃO RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES AS MICROONDAS, ULTRAVIOLETAS E LASER,
EX: SOLDAGEM.
METODOLOGIA QUALITATIVA
Durante avaliação ambiental realizada nos setores de trabalho da empresa, a fim de se identificar possíveis danos à
saúde relacionados aos riscos ambientais, foi constatada de forma qualitativa a presença do agente físico radiações não
ionizantes, proveniente solda e maçarico.
Segundo os preceitos da NR 06 e NR 09 cabe a empresa realizar estudos com possibilidade de eliminação ou
minimização dos agentes ambientais mencionados neste documento. Além disso, que sejam realizados planejamentos
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com a finalidade de implantação de equipamentos de proteção coletiva - EPC. E, até que se comprove a inviabilidade
técnica dessas adoções ou quando insuficiente, faz-se obrigatório o uso dos EPI conforme descritos na planilha de risco
por função deste documento.
ANEXO 8 - VIBRAÇÕES (NÃO IDENTIFICADO)
AS ATIVIDADES E OPERAÇÕES QUE EXPONHAM OS TRABALHADORES ÀS VIBRAÇÕES LOCALIZADAS OU DE CORPO
INTEIRO, SEM A PROTEÇÃO ADEQUADA, PODERÃO CARACTERIZAR INSALUBRIDADE, MEDIANTE A REALIZAÇÃO DE
PERÍCIA NO LOCAL DE TRABALHO
ANEXO 9 - FRIO (NÃO IDENTIFICADO)
AS ATIVIDADES OU OPERAÇÕES EXECUTADAS NO INTERIOR DE CÂMARAS FRIGORÍFICAS, OU EM LOCAIS QUE
APRESENTEM CONDIÇÕES SIMILARES, QUE EXPONHAM OS TRABALHADORES AO FRIO.
ANEXO 10 - UMIDADE (NÃO IDENTIFICADO)
AS ATIVIDADES OU OPERAÇÕES EXECUTADAS COM ÁGUA, LOCAIS ALAGADOS OU ENCHARCADOS, COM UMIDADE,
CAPAZES DE PRODUZIR DANOS À SAÚDE DOS TRABALHADORES.
ANEXO 11 - AGENTES QUÍMICOS (IDENTIFICADO)
AGENTES QUÍMICOS ABSORVIDOS PELA VIA CUTÂNEA E/OU POR VIAS RESPIRATÓRIAS CAPAZES DE PRODUZIR
DANOS À SAÚDE DOS TRABALHADORES.
METODOLOGIA QUALITATIVA
Durante avaliação ambiental realizada nos setores de trabalho da empresa, a fim de se identificar possíveis danos à
saúde relacionados aos riscos ambientais, foi constatada de forma qualitativa a presença do agente químico:
1- ÁCIDO FOSFÓRICO, BUTILDIGLICOL, TENSOATIVO NÃO IONICO.
2- DERIVADO DE PETRÓLEO, N-BUTANO, N-PROPANO
3- N-BUTANO, N-PROPANO, SOLVENTE DE PETRÓLEO
4- ÓLEOS BÁSICOS MINERAIS, SABÃO DE CÁLCIO
5- DESTILADOS (FISCHER-TROPSCH), C18-50, RAMIFICADOS, CÍCLICOS E LINEARES
6- MISTURA DE HIDROCARBONETOS ALIFÁTICOS
7- MISTURA DE HIDROCARBONETOS E ADITIVOS
, proveniente;
1- LIMPEZA DA PEÇA (OXICLEAN)
2- PROCESSO DE MANUTENÇÃO (WD-40 - AEROSSOL)
3- PROCESSO DE MANUTENÇÃO (WD-40 - AEROSSOL E LIMPA CONTATO ELÉTRICO SPRAY TEKBOND)
4- PROCESSO DE MANUTENÇÃO (GRAXA DE CÁLCIO)
5- PROCESSO DE MANUTENÇÃO - (ÓLEO BÁSICO E ADITIVOS/MOBIL SUPER 2000 5W-30)
6- LIMPEZA DE PEÇAS (QUEROSENE)
7- PROCESSO DE MANUTENÇÃO (ÓLEO PARA COMPRESSOR)
Para um resultado real da exposição ocupacional ao risco a empresa deve realizar a quantificação dos agentes químicos,
para reconhecer a concentração dos mesmos no ambiente.
Segundo os preceitos da NR 06 e NR 09 cabe a empresa realizar estudos com possibilidade de eliminação ou
minimização dos agentes ambientais mencionados neste documento. Além disso, que sejam realizados planejamentos
com a finalidade de implantação de equipamentos de proteção coletiva - EPC. E, até que se comprove a inviabilidade
técnica dessas adoções ou quando insuficiente, faz-se obrigatório o uso dos EPI conforme descritos na planilha de risco
por função deste documento.
ANEXO 12 - POEIRAS MINERAIS (NÃO IDENTIFICADO)
AGENTES QUÍMICOS POEIRAS DE ASBESTO, MANGANÊS E SEUS COMPOSTOS E SÍLICA LIVRE CRISTALIZADA.
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ANEXO 13 - AGENTES QUÍMICOS (NÃO IDENTIFICADO)
AGENTES QUÍMICOS, NÃO RELACIONADOS NOS ANEXOS 11 E 12.
ANEXO 14 - AGENTES BIOLÓGICOS (NÃO IDENTIFICADO)
AGENTES PATOGÊNICOS COMO VÍRUS, BACTÉRIAS, PROTOZOÁRIOS, FUNGOS, ETC.
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12. ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES E METAS DE AVALIAÇÃO E CONTROLE
Para manter a implementação deste programa elaborou-se o cronograma de ações, com metas e prioridades, onde as metas
são os objetivos a serem atingidos dentro das ações desenvolvidas no PPRA.
Quanto as prioridades, por meio do reconhecimento e avaliação de cada situação define-se o seguinte para cada ação:
Prioridade Descricao
Baixa
Para as ações propostas de prioridade “Baixa” no cronograma de ações deste programa, a empresa
deve realizar estudos visando à eliminação, minimização e/ou controledos riscos ambientais.
Média
Para as ações propostas de prioridade “Média” no cronograma de ações deste programa, a empresa
deve realizar estudos visando à eliminação, minimização e/ou controle dos riscos ambientais á médio
prazo.
Alta
Para as ações propostas de prioridade “Alta” no cronograma de ações deste programa, a empresa deve
tomar as providências imediatas até que se elimine ou controle a iminência do risco.
Portanto, deverá ser feita a leitura, com atenção especial ao cronograma de ação e implantação adiante.
Salientando que deverão constar no cronograma as datas de previsão e por subsequência a data de execução de cada ação.
Importante. O não preenchimento destas datas bem como a não execução dos itens estabelecidos no cronograma de
ações poderão expor a empresa a notificações/penalizações por parte da fiscalização.
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13. CRONOGRAMA DE AÇÃO E IMPLANTAÇÃO
Ação Prioridade Meta Previsão Execução Responsável
FORNECER EPI ADEQUADO AO RISCO, REGISTRAR O
FORNECIMENTO, TREINAR QUANTO AO USO E CONSERVAÇÃO E
FISCALIZAR SEU USO CONFORME DETERMINAÇÃO DA NR-6 -
PORTARIA 3214/78
MÉDIA
GARANTIR PROTEÇÃO ADEQUADA À INTEGRIDADE
FÍSICA E SAÚDE DOS TRABALHADORES E CUMPRIR
A LEGISLAÇÃO.
MANTER ATUALIZADO A IMPLEMENTAÇÃO DA CIPA OU DESIGNADO
CONFORME NR 05;
MÉDIA
MANTER IMPLEMENTAÇÃO DA CIPA DE ACORDO
COM A NR 05
PROVIDENCIAR A QUANTIFICAÇÃO DOS AGENTES AMBIENTAIS,
CONFORME NR 15 PORTARIA 3214/78.
MÉDIA
VERIFICAR A REAL EXPOSIÇÃO DOS
COLABORADORES AO AGENTE DE RISCO,
IDENTIFICANDO SE O MESMO ESTÁ OU NÃO ACIMA
DO LIMITE DE TOLER NCIA ESTABELECIDO, A FIM
DE, REALIZAR MEDIDAS DE CONTROLES
ADEQUADAS.
PROVIDENCIAR ORDEM DE SERVIÇO E INTEGRAÇÃO DE
SEGURANÇA DO TRABALHO PARA OS NOVOS FUNCIONÁRIOS,
CONFORME NR01 DA PORTARIA 3.214/78.
MÉDIA
APRESENTAR AOS COLABORADORES OS RISCOS
DE SUAS ATIVIDADES, BEM COMO AS MEDIDAS DE
SEGURANÇA DETERMINADAS PELA EMPRESA.
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14. OBSERVAÇÕES
Do responsável pelo PPRA
- NÃO OBSTRUIR OS EQUIPAMENTOS DE COMBATE A INCÊNDIO DA EMPRESA;
- FUMAR APENAS EM LOCAIS DETERMINADOS FORA DA ÁREA PRODUTIVA;
- NÃO SOBRECARREGAR TOMADAS ELÉTRICAS UTILIZANDO-SE DE BENJAMINS OU DISPOSITIVAS SEMELHANTES;
- NÃO DEIXAR FIOS DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS/ELETRÔNICOS SOLTOS E/OU EM LOCAL DE TRÂNSITO DE PESSOAS, SENDO
NECESSÁRIO QUE OS MESMOS SEJAM FIXADOS ADEQUADAMENTE DENTRO DAS POSSIBILIDADES DA EMPRESA;
- AO TÉRMINO DE UTILIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS ENERGIZADOS, CERTIFICAR QUE OS MESMOS NÃO
PERMANECERAM CONECTADOS A TOMADAS ELÉTRICAS;
- COLABORAR COM A LIMPEZA E ORGANIZAÇÃO DO SETOR DE TRABALHO;
- ATENTAR-SE AOS QUESITOS BÁSICOS DE HIGIENE PESSOAL;
- EM CASO DE ACIDENTE, COMUNICAR O ENCARREGADO IMEDIATAMENTE PARA QUE SEJAM TOMADAS AS DEVIDAS
PROVIDÊNCIAS, ONDE OS MESMOS DEVERÃO COMUNICAR AO DIRETOR DA EMPRESA;
- NO CASO DE ACIDENTE FATAL DEVERÁ ISOLAR O LOCAL DIRETAMENTE RELACIONADO AO ACIDENTE, MANTENDO SUAS
CARACTERÍSTICAS ATÉ A LIBERAÇÃO DAS AUTORIDADES COMPETENTES. E INFORMAR AO ENCARREGADO;
- SOMENTE PESSOAS TREINADAS EM PRIMEIROS SOCORROS PODERÃO FAZER ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA;
- ORIENTAR NOVOS FUNCIONÁRIOS QUANTO AOS PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA E HIGIENE OCUPACIONAL
ESTABELECIDOS PELA EMPRESA.
Da empresa
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15. TERMO DE ENCERRAMENTO
Este documento poderá ser validado no site: https://web.grupomednet.com.br na área do cliente e/ou utilizando o QR Code,
que consta na capa.
O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA, poderá sofrer modificações sempre que houver alterações nas
informações aqui registradas.
Responsável técnico Responsável pela empresa
pela elaboração
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APÊNDICE A - OBRIGATORIEDADE DO PLANO DE CONTINGÊNCIA –
COVID-19 ATRAVÉS DA NT 14127/2021
A Portaria Conjunta N° 20 publicada em 18 de Junho de 2020 trás a obrigatoriedade das empresas implantarem o Plano de 
Contingência a fim de evitar a disseminação do vírus no ambiente de trabalho.
O Plano de contingência traz as informações sobre medidas de controle, mapeamento de casos confirmados, suspeitos, 
contactantes e outras informações que estão ligadas ao COVID-19.
Todas as empresas em funcionamento devem ter disponível o Plano de contingência eficaz em atendimento a Portaria 
Conjunta N°20 tanto para os trabalhadores quanto para os órgãos fiscalizadores.
Esta Portaria Conjunta N° 20 permanece em vigor desde a sua publicação.
Conforme publicado a Nota Técnica SEI N° 14127/2021/ME pelo Ministério da Econômia no dia 31 de Março de 2021 com 
objetivo de estabelecer obrigações aos empregadores e orientar os Auditores-Fiscais do Trabalho sobre as exigências legais 
para mitigar o COVID-19 no ambiente de trabalho.
Em 18 de Junho de 2020 foi publicado a Portaria Conjunta SEPRT/MS 20/2020 que passou a ser a Norma que determina as 
medidas necessárias a serem observadas pelas organizações visando
prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da COVID-19 nos ambientes de trabalho, cabendo destacar o 
disposto nos itens 1.1 e 1.1.1:
1.1 A organização deve estabelecer e divulgar orientações ou protocolos com a indicação
das medidas necessárias para prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da COVID-19 nos ambientes 
de trabalho.
1.1.1 As orientações ou protocolos devem estar disponíveis para os trabalhadores e suas
representações, quando solicitados.
O Plano de Contingência COVID-19 foi estabelecido pela Portaria Conjunta SEPRT/MS 20/2020 e de acordo com a Nota 
Técnica publicada 31 de Março 2021 reforça a obrigatoriedade das organizações promoverem a implantação e gestão do 
Plano de Contingência COVID-19.
As medidas de controle contra COVID-19 não deve ser tratado dentro do PCMSO conforme menciona a Nota Técnica;
“Dessa maneira, as medidas de prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da COVID-19 em 
ambientes de trabalho se encontram determinadas na Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020, não havendo obrigação 
legal que imponha a inclusão das medidas para prevenção da COVID-19 no Programa de Controle Médico de Saúde 
Ocupacional (PCMSO). Essas medidas devem ser descritas em orientações ou protocolos específicos nos termos da 
referida Portaria.”
Outro ponto importante que a Nota Técnica deixa claro é que a emissão de CAT deverá levar em conta todos os parâmetros 
descritos em instruções específicas para CAT.
Porém a empresa que não possuir um Plano de Contingência Covid-19 ativo, além de sofrer penalidades em fiscalizações 
trabalhistas, poderá perder processos trabalhistas e previdenciários onde o trabalhador possa pleitear indenizações por 
contagio do COVID-19 no ambiente de trabalho.
O que poderá ser usado como defesa do empregador é o Plano de Contingência em sua totalidade com todos os formulários 
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devidamente preenchidos.
Notamos que a partir desta Nota Técnica os Auditores-Fiscais durante fiscalizações pedirá PPRA, PCMSO, ASO, Plano de 
Contingência COVID-19 entre outros documentos pertinentes no ato da fiscalização.
Desta forma o Plano de Contingência se faz indispensável para qualquer organização.
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ANEXO
NOTA TÉCNICA SEI Nº 14127/2021/ME
01 - CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO DO SONÔMETRO
02 - CERTIFICADO PROFISSIONAL
PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
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ANEXOS – CERTIFICADO PROFISSIONAL 
 
 
 
 
 
MINISTÉRIO DA ECONOMIA
Secretaria Especial de Previdência e Trabalho
Secretaria de Trabalho
Subsecretaria de Inspeção do Trabalho
Coordenação-Geral de Segurança e Saúde no Trabalho
Coordenação de Normatização e Registro
Nota Técnica SEI nº 14127/2021/ME
Assunto: Orientações sobre a elaboração de documentos e adoção de medidas de segurança e saúde
no trabalho, frente ao risco de contaminação por coronavírus no ambiente laboral. Portaria
Conjunta SEPRT/MS nº 20, de 18 de junho de 2020, Programa de Controle Médico de Saúde
Ocupacional (PCMSO), exames médicos ocupacionais, afastamento de trabalhadores, Comunicação
de Acidente de Trabalho (CAT) e COVID-19.
I. INTRODUÇÃO
1. É notório que a pandemia decorrente do novo coronavírus trouxe impactos significativos,
das mais diversas ordens, à sociedade mundial. Um desses impactos diz respeito ao mundo do trabalho. A
realidade imposta pela pandemia trouxe novas responsabilidades e obrigações para trabalhadores e
empregadores. No Brasil, a aplicação das medidas para prevenção e controle da transmissão da
COVID-19 nos ambientes laborais encontra-se estabelecida na Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20, de 18
de junho de 2020.
2. Nesse cenário, diversos questionamentos surgem acerca do planejamento, adoção e
fiscalização dessas medidas, especialmente no que diz respeito à elaboração de documentos e necessidade
de sua inclusão no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), ao afastamento e à
testagem de trabalhadores, à emissão de Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT) em casos
identificados de COVID-19, entre outras.
3. Assim, diante das dúvidas suscitadas, cabe esclarecer o que segue a fim de promover a
uniformização de procedimentos a respeito desse tema.
II. DA ANÁLISE
4. Preliminarmente, cumpre fixar a competência deste órgão para tratar da matéria objeto de
análise.
5. A Constituição Federal de 1988 atribui à União a competência para legislar sobre direito do
trabalho (art. 22), e, mais especificamente, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo
Decreto-Lei n.º 5.452, de 1º de maio de 1943, atribui ao Ministério do Trabalho a competência para
estabelecer normas sobre a aplicação dos preceitos de segurança e saúde no trabalho estabelecidos
nesse código, especialmente os referidos no art. 200: 
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Art. 155 - Incumbe ao órgão de âmbito nacional competente em matéria de
segurança e medicina do trabalho:
I - estabelecer, nos limites de sua competência, normas sobre a aplicação dos
preceitos deste Capítulo, especialmente os referidos no art. 200; (grifou-se) 
II - coordenar, orientar, controlar e supervisionar a fiscalização e as demais atividades
relacionadas com a segurança e a medicina do trabalho em todo o território nacional,
inclusive a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho;
III - conhecer, em última instância, dos recursos, voluntários ou de ofício, das decisões
proferidas pelos Delegados Regionais do Trabalho, em matéria de segurança e medicina
do trabalho. 
Art. 200 - Cabe ao Ministério do Trabalho estabelecer disposições complementares às
normas de que trata este Capítulo, tendo em vista as peculiaridades de cada atividade
ou setor de trabalho, especialmente sobre: (...) (grifou-se)
6. Cumpre observar que as atribuições do extinto Ministério do Trabalho foram absorvidas,
em razão da matéria, pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia,
conforme Decreto nº 9.745, de 08 de abril de 2019.
7. A matéria referente à segurança e saúde no trabalho é destacada no próprio Decreto nº
9.745/2019, especialmente nos arts. 71, 78 e 79, que tratam, respectivamente, das competências da
Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, da Secretaria de Trabalho e da Subsecretaria de Inspeção
do Trabalho:
Art. 71. À Secretaria Especial de Previdência e Trabalho compete: 
I - editar os atos normativos relacionados ao exercício de suas competências; 
II - supervisionar as seguintes matérias de competência do Ministério: 
a) previdência e legislação do trabalho; 
b) combate a fraudes, fiscalização e inspeção do trabalho, inclusive do trabalho
portuário, e aplicação das sanções previstas em normas legais ou coletivas; 
...
f) segurança e saúde no trabalho;
...
IV - supervisionar as Superintendências Regionais do Trabalho e as entidades vinculadas
à Secretaria Especial da Previdência e Trabalho; 
V - editar as normas de que trata o art. 200 do Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de
1943 - Consolidação das Leis do Trabalho; 
Art. 78. À Secretaria de Trabalho compete:
... 
III - formular e propor as diretrizes e as normas referentes à segurança e à saúde do
trabalhador; 
...
VIII - coordenar as Superintendências Regionais do Trabalho, em articulação com as
demais unidades das Secretarias Especiais que utilizem a estrutura descentralizada das
Superintendências; 
...
X - prestar apoio à edição das normas de que trata o art. 200 do Decreto-Lei nº
5.452, de 1943 - Consolidação das Leis do Trabalho;
XI - deliberar, em instância final, sobre diretrizes e normas de atuação da área de
segurança e saúde do trabalhador; e (grifou-se)
...
Art. 79. À Subsecretaria de Inspeção do Trabalho compete: 
I - formular e propor as diretrizes da inspeção do trabalho, inclusive do trabalho
portuário, de maneira a priorizar o estabelecimento de política de combate ao trabalho
forçado e infantil e a todas as formas de trabalho degradante;
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II - formular e propor as diretrizes e as normas de atuação da área de segurança e
saúde do trabalhador; (grifou-se)
8. No âmbito da competência em destaque, e considerando o advento da pandemia causada
pelo novo coronavírus, a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, em conjunto com o Ministério da
Saúde, publicou a Portaria Conjunta nº 20/2020, definindo medidas a serem observadas pelas
organizações visando à prevenção, controle e mitigação dos riscos da COVID-19 em ambientes de
trabalho, de forma a preservar a segurança e a saúde dos trabalhadores.
9. No que tange à fiscalização do cumprimento de obrigações trabalhistas, a Convenção 81 da
Organização Internacional do Trabalho (OIT), ratificada pelo Brasil, prevê que cada membro da
Organização deverá manter um sistema de inspeção do trabalho encarregado de assegurar a aplicação das
disposições legais relativas às condições de trabalho e à proteção dos trabalhadores no exercício de sua
profissão.
10. Nesse sentido, a Constituição Federal de 1988 atribui à União a competência para manter,
organizar e executar a inspeção do trabalho (art. 21). No mesmo sentido também determina a CLT,
inclusive, no tocante às questões atinentes à segurança e à saúde do trabalhador:
Art. 156 - Compete especialmente às Delegacias Regionais do Trabalho, nos limites
de sua jurisdição:
I - promover a fiscalização do cumprimento das normas de segurança e medicina do
trabalho; (grifou-se) 
II - adotar as medidas que se tornem exigíveis, em virtude das disposições deste Capítulo,
determinando as obras e reparos que, em qualquer local de trabalho, se façam necessárias;III - impor as penalidades cabíveis por descumprimento das normas constantes deste
Capítulo, nos termos do art. 201. 
11. Complementarmente, o Decreto nº 4.552, de 27 de dezembro de 2002, que aprovou o
Regulamento da Inspeção do Trabalho, confere aos Auditores-Fiscais do Trabalho a competência
administrativa de averiguar e analisar situações nos locais de trabalho com risco potencial de gerar
doenças ocupacionais ou acidentes do trabalho, determinando as medidas preventivas necessárias. 
12. Isto posto, resta evidente a competência desta Pasta para a matéria referente à segurança e
saúde ocupacional, quer seja para fins de sua regulamentação, quer seja para fiscalização de seu
cumprimento pelo administrado. Nesses termos, passa-se a discorrer acerca dos assuntos que seguem.
1. PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL (PCMSO)
13. O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) é obrigatório para as
organizações, segundo a Norma Regulamentadora nº 07 (NR 07), originalmente publicada pela Portaria
MTb nº 3.214, de 08 de junho de 1978.
14. No entanto, esse programa não se constitui na única medida de gestão de saúde a ser
adotada pela organização, sendo, na verdade, parte integrante de um conjunto de iniciativas a serem
adotadas, conforme definição da própria norma:
7.2.1 O PCMSO é parte integrante do conjunto mais amplo de iniciativas da empresa no
campo da saúde dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas demais
NR.
15. Desta feita, em se tratando de saúde do trabalhador, além do PCMSO, outros programas e
medidas devem ser implantados pelo empregador, de acordo com os normativos respectivos, a exemplo
do Programa de Conservação Auditiva (PCA), do Programa de Proteção Respiratória (PPR) e, mais
recentemente, em função da pandemia do novo coronavírus, das medidas determinadas na Portaria
Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020. Programas de promoção à saúde, mesmo não relacionados aos riscos
ocupacionais, como programas voltados para o controle de obesidade e de hipertensão arterial entre os
SEI/ME - 14645251 - Nota Técnica https://sei.economia.gov.br/sei/controlador.php?acao=documento_impr...
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trabalhadores, podem ser implementados pelas organizações e também são complementares ao PCMSO.
16. No contexto em tela, enfatiza-se que a Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020 é a
norma que determina as medidas necessárias a serem observadas pelas organizações visando
prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da COVID-19 nos ambientes de trabalho,
cabendo destacar o disposto nos itens 1.1 e 1.1.1:
1.1 A organização deve estabelecer e divulgar orientações ou protocolos com a indicação
das medidas necessárias para prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da
COVID-19 nos ambientes de trabalho.
1.1.1 As orientações ou protocolos devem estar disponíveis para os trabalhadores e suas
representações, quando solicitados.
17. Além de determinar a obrigatoriedade de elaboração e divulgação de orientações ou
protocolos, a Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020 define um rol de medidas gerais a serem adotadas
pelos empregadores, por meio de capítulos específicos dispondo sobre: conduta em relação aos casos
suspeitos e confirmados da COVID-19 e seus contatantes; higiene das mãos e etiqueta respiratória;
distanciamento social; higiene, ventilação, limpeza e desinfecção dos ambientes; trabalhadores do grupo
de risco; Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e outros equipamentos de proteção; refeitórios;
vestiários; transporte de trabalhadores fornecido pela organização; Serviços Especializados em
Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) e Comissão Interna de Prevenção de
Acidentes (CIPA) e medidas para retomada das atividades.
18. Salienta-se que, para a publicação dessa Portaria Conjunta, a Secretaria Especial de
Previdência e Trabalho e o Ministério da Saúde atenderam as orientações da Organização Mundial
da Saúde (OMS) e da OIT sobre as medidas de prevenção e controle da COVID-19.
19. Cabe destacar que o documento da OMS, atualizado em 04 de novembro de 2020,
intitulado Considerations for implementing and adjusting public health and social measures in the context
of COVID-19 (Interim guidance)[1], cita a importância da adoção de medidas sociais e de saúde pública,
ali definidas como: “medidas de proteção pessoal (como higiene das mãos, etiqueta respiratória, uso de
máscara); medidas ambientais (como limpeza, desinfecção, ventilação), medidas de vigilância e resposta
(incluindo rastreamento de contato, isolamento e quarentena); medidas de distanciamento físico (por
exemplo, limitar o tamanho das reuniões, manter distância em locais públicos ou de trabalho, restrições
de movimento doméstico); e medidas relacionadas a viagens internacionais.” Exceto pelas medidas
relacionadas a viagens internacionais, que estão fora do escopo normativo em comento, todas as medidas
sugeridas pela OMS nesse documento estão contempladas na Portaria Conjunta SEPRT/MS nº
20/2020.
20. Quando aborda os ambientes de trabalho, a OMS, por meio do documento Considerations
for public health and social measures in the workplace in the context of COVID-19[2], de 10 de maio de
2020, orienta que “os trabalhadores que não estão bem ou que desenvolveram sintomas consistentes com
COVID-19 devem ser incentivados a ficar em casa, isolar-se e entrar em contato com um profissional
médico ou com o sistema local de informação sobre COVID-19 para obter aconselhamento sobre testes
e encaminhamento”.
21. Do mesmo modo, a OIT, no documento Prevention and Mitigation of COVID-19 at Work –
Action Checklist[3], de 09 de abril de 2020, estabeleceu um checklist como “ferramenta de gestão para
implementar ações práticas para mitigar a propagação da pandemia de COVID-19 no local de trabalho”,
sendo que os itens ali citados estão previstos na Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020.
22. Dessa maneira, as medidas de prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da
COVID-19 em ambientes de trabalho se encontram determinadas na Portaria Conjunta SEPRT/MS nº
20/2020, não havendo obrigação legal que imponha a inclusão das medidas para prevenção da COVID-19
no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). Essas medidas devem ser descritas
em orientações ou protocolos específicos nos termos da referida portaria.
2. EXAMES MÉDICOS OCUPACIONAIS
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23. A respeito de exames médicos ocupacionais exigíveis, cabe esclarecer que esses se
encontram estipulados na NR 07:
7.4.1 O PCMSO deve incluir, entre outros, a realização obrigatória dos exames médicos:
a) admissional;
b) periódico;
c) de retorno ao trabalho;
d) de mudança de função;
e) demissional.
24. Já os exames médicos complementares são aqueles especificamente definidos na NR 07 e
seus Anexos:
7.4.2 Os exames de que trata o item 7.4.1 compreendem:
a) avaliação clínica, abrangendo anamnese ocupacional e exame físico e mental;
b) exames complementares, realizados de acordo com os termos específicos nesta NR e
seus anexos.
25. Ainda segundo a NR 07, outros exames complementares podem ser realizados em
circunstâncias específicas, para avaliar o funcionamento de órgãos ou sistemas orgânicos, em
relação à exposição dos trabalhadores a agentes ambientais nocivos:
7.4.2.3 Outros exames complementares usados normalmente em patologia clínica para
avaliar o funcionamento de órgãos e sistemas orgânicos podem ser realizados, a critério
do médico coordenador ou encarregado, ou por notificação do médico agente da inspeção
do trabalho, ou ainda decorrente de negociação coletiva de trabalho.
26. Aqui, cabe destacar o posicionamento de organismos internacionais sobre a realização de
testagem detrabalhadores para COVID-19 pelas organizações. Quando aborda os ambientes de trabalho,
a OMS, por meio do documento Considerations for public health and social measures in the workplace in
the context of COVID-19, citado acima, não faz qualquer referência à testagem compulsória de
trabalhadores pelas organizações, mas orienta a incentivar o trabalhador a procurar atendimento médico
no caso de sintomas compatíveis com COVID-19.
27. Do mesmo modo, a OIT, no documento Safe Return to Work: Ten Action Points – Practical
Guidance[4], de maio de 2020, não inclui a testagem de trabalhadores como uma das medidas a
serem tomadas pelas organizações. Por outro lado, o texto cita a necessidade de ações como:
“Monitorar o estado de saúde dos trabalhadores, desenvolver protocolos para casos de contágio suspeito
e confirmado e fornecer proteção de dados médicos e privados, de acordo com as leis e orientações
nacionais”. Essas medidas encontram-se previstas na Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020.
28. Conforme acima explanado, os testes sorológicos ou moleculares para COVID-19 não se
enquadram entre os exames médicos complementares que devam ser incluídos no PCMSO, pois não
estão previstos nos itens da NR 07.
29. A testagem de trabalhadores para COVID-19, quando realizada a critério da
organização, deve seguir as recomendações do Ministério da Saúde, conforme também previsto pela
Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020:
12.1.1.1 Quando adotada a testagem de trabalhadores, esta deve ser realizada de acordo
com as recomendações do Ministério da Saúde em relação à indicação, metodologia e
interpretação dos resultados.
30. Ainda nos termos da NR 07, em relação aos exames médicos ocupacionais de retorno ao
trabalho, estes devem ser realizados em situações bem estabelecidas:
7.4.3.3 No exame médico de retorno ao trabalho, deverá ser realizada obrigatoriamente no
primeiro dia da volta ao trabalho de trabalhador ausente por período igual ou superior a 30
(trinta) dias por motivo de doença ou acidente, de natureza ocupacional ou não, ou parto.
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31. Portanto, pela literalidade da norma, se o afastamento do trabalhador, relacionado a
COVID, seja por quarentena ou isolamento, for menor do que 30 dias, a organização não está obrigada
a realizar o exame de retorno ao trabalho. Por outro lado, o exame de retorno ao trabalho deve ser
realizado sempre que o afastamento do trabalhador se der por 30 dias ou mais, independentemente
da causa do afastamento.
3. AFASTAMENTO DE TRABALHADORES PARA QUARENTENA OU ISOLAMENTO
RELACIONADOS À COVID-19
32. O afastamento dos trabalhadores com quadros suspeitos ou confirmados de COVID-19,
bem como dos contatantes de casos confirmados, assim como a duração desse afastamento, encontram-se
expressamente determinados pela Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020, sendo de cumprimento
obrigatório, a saber:
2.5 A organização deve afastar imediatamente os trabalhadores das atividades laborais
presenciais, por quatorze dias, nas seguintes situações:
a) casos confirmados da COVID-19;
b) casos suspeitos da COVID-19; ou
c) contatantes de casos confirmados da COVID-19.
...
2.5.3 Os contatantes que residem com caso confirmado da COVID-19 devem ser
afastados de suas atividades presenciais por quatorze dias, devendo ser apresentado
documento comprobatório.
33. Assim sendo, são notórias a obrigatoriedade de afastamento e a duração desse afastamento
nos casos suspeitos ou confirmados de COVID-19, bem como dos contatantes de casos confirmados,
informações que devem ser incluídas pelas organizações nas suas orientações ou procedimentos
estabelecidos pela Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020. Desse modo, não cabe a determinação de
prazos diferentes do previsto naquele documento legal, seja pela inspeção do trabalho ou por
qualquer outro agente público, nas situações relacionadas à COVID-19.
34. Outrossim, quanto aos contatantes de casos suspeitos, a Portaria Conjunta SEPRT/MS nº
20/2020 determina que a organização proceda o monitoramento da situação:
2.9 Os contatantes de caso suspeito da COVID-19 devem ser informados sobre o caso e
orientados a relatar imediatamente à organização o surgimento de qualquer sinal ou
sintoma relacionado à doença, descritos no item 2.2.
35. A partir do monitoramento dos contatantes de casos suspeitos, a organização deverá avaliar
a conduta a ser adotada, atentando-se para a necessidade de reclassificação para caso suspeito em caso de
sinais ou sintomas elencados no item 2.2 desse normativo.
36. A Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020 estabelece também a necessidade de a
organização realizar uma busca ativa por casos suspeitos, definindo os procedimentos mínimos a serem
adotados: 
2.7 A organização deve estabelecer procedimentos para identificação de casos suspeitos,
incluindo:
a) canais para comunicação com os trabalhadores referente ao aparecimento de sinais ou
sintomas compatíveis com a COVID-19, bem como sobre contato com caso confirmado
ou suspeito da COVID-19, podendo ser realizadas enquetes, por meio físico ou eletrônico,
contato telefônico ou canais de atendimento eletrônico; e
b) triagem na entrada do estabelecimento em todos os turnos de trabalho, podendo utilizar
medição de temperatura corporal por infravermelho ou equivalente, antes que os
trabalhadores iniciem suas atividades, inclusive terceirizados.
2.8 A organização deve levantar informações sobre os contatantes, as atividades, o local
de trabalho e as áreas comuns frequentadas pelo trabalhador suspeito ou confirmado da
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COVID-19.
37. Frise-se ainda que, em caso de ocorrência de casos suspeitos ou confirmados da
COVID-19, cabe à organização reavaliar as medidas de proteção adotadas, constituindo-se, portanto, em
processo dinâmico:
2.10 A organização deve, na ocorrência de casos suspeitos ou confirmados da COVID-19,
reavaliar a implementação das medidas de prevenção indicadas.
4. DEVERES DOS MÉDICOS COORDENADORES DO PCMSO OU RESPONSÁVEIS PELO
EXAME MÉDICO DE TRABALHADORES
38. Quanto aos deveres dos médicos do trabalho e aqueles que atendem a trabalhadores,
destaca-se que esses deveres são aqueles definidos pelo CFM, em especial os previstos na Resolução nº
2.183, de 21 de junho de 2018, e no Código de Ética Médica (CEM), previsto na Lei nº 3.268, de 30 de
setembro de 1957, revisado pela Resolução CFM nº 2.217, de 27 de setembro de 2018, publicada no
D.O.U. de 01 de novembro de 2018. Quando a NR 07 determina qualquer obrigação a essa categoria
profissional, o faz em consonância com as determinações daquele Conselho.
39. A emissão de Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT) deve ser solicitada à
organização pelo médico do trabalho quando este confirmar ou suspeitar que a COVID-19 de um
trabalhador está relacionada ao seu trabalho, levando em consideração os art. 2º e 3º e respectivos
incisos da Resolução supracitada. Destaca-se que o referido art. 2º proíbe que o médico do trabalho
conclua sobre o caso analisado sem considerar, entre outros fatores, o estudo do local de trabalho e
da organização do trabalho, os dados epidemiológicos e a literatura científica:
Art. 2º Para o estabelecimento do nexo causal entre os transtornos de saúde e as
atividades do trabalhador, além da anamnese, do exame clínico (físico e mental), de
relatórios e dos exames complementares, é dever do médico considerar:
I - a história clínica e ocupacional atual e pregressa, decisiva em qualquer diagnóstico
e/ou investigação de nexo causal;
II - o estudo do local de trabalho;
III - o estudo da organização do trabalho;
IV - os dados epidemiológicos;
V - a literatura científica;
VI - a ocorrência de quadroclínico ou subclínico em trabalhadores expostos a riscos
semelhantes;
VII - a identificação de riscos físicos, químicos, biológicos, mecânicos, estressantes e
outros;
VIII - o depoimento e a experiência dos trabalhadores;
IX - os conhecimentos e as práticas de outras disciplinas e de seus profissionais, sejam ou
não da área da saúde.
Parágrafo único. Ao médico assistente é vedado determinar nexo causal entre doença
e trabalho sem observar o contido neste artigo e seus incisos. (grifou-se)
40. Dessa forma, verifica-se se tratar de atuação fundamentada do médico do trabalho com
base na realidade do estabelecimento atendido. Portanto, o médico não deve se basear apenas no
diagnóstico de COVID-19 para solicitar a emissão da CAT. Nesse contexto, um dos pontos
fundamentais a ser avaliado pelo médico do trabalho é o atendimento, pela organização, das
exigências contidas na Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020.
41. A Nota Técnica SEI nº 56376/2020/ME, de 11 de dezembro de 2020, emitida pela
Secretaria da Previdência do Ministério da Economia, esclareceu que a COVID-19 pode ser ou não
caracterizada como doença ocupacional, necessitando de avaliação pericial pelo Serviço Pericial
Federal para sua caracterização:
... à luz das disposições da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, a depender do contexto
fático, a COVID-19 pode ser reconhecida como doença ocupacional... entretanto, será
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a Perícia Médica Federal que deverá caracterizar tecnicamente a identificação do
nexo causal entre o trabalho e o agravo, não militando em favor do empregado, a
princípio, presunção legal de que a contaminação constitua-se em doença ocupacional.
(grifou-se)
42. Impende ainda destacar que a CLT, em seu art. 169, é transparente ao definir que “a
notificação das doenças profissionais e das produzidas em virtude de condições especiais de trabalho”
deve ser feita em “conformidade com as instruções expedidas pelo Ministério do Trabalho”
(atualmente, Ministério da Economia). Desta forma, não restam dúvidas que cabe a este Ministério,
legalmente, a expedição de instruções sobre a citada notificação.
43. Quanto aos prontuários médicos dos trabalhadores, os mesmos são de responsabilidade
do médico do trabalho coordenador do PCMSO. Os dados obtidos nos exames médicos, incluindo
avaliação clínica e exames complementares, as conclusões e as medidas aplicadas deverão ser registradas
nos prontuários dos trabalhadores, conforme a literalidade do item 7.4.5 da NR 07:
7.4.5 Os dados obtidos nos exames médicos, incluindo avaliação clínica e exames
complementares, as conclusões e as medidas aplicadas deverão ser registrados em
prontuário clínico individual, que ficará sob a responsabilidade do médico-coordenador do
PCMSO.
44. Essa determinação da NR 07 está em consonância com a Resolução CFM nº 2.183/2018,
art. 3º, inciso IV, que obriga o médico a registar no prontuário médico do trabalhador quando for
solicitada a emissão de uma CAT à organização:
Art. 3º Os médicos do trabalho e os demais médicos que atendem os trabalhadores de
empresas e instituições, que admitem trabalhadores independentemente de sua
especialidade, devem:
...
IV - Notificar, formalmente, o empregador quando da ocorrência ou de sua suspeita de
acidente ou doença do trabalho para que a empresa proceda a emissão de Comunicação de
Acidente do Trabalho, devendo deixar registrado no prontuário do trabalhador.
45. Dessa forma, o médico responsável deve atender às determinações do CFM e da NR
07 em relação ao registro e emissão da CAT, procedendo com diligência sua análise sobre cada caso
específico.
III. CONCLUSÃO
46. Face ao exposto, com o intuito de harmonizar o entendimento acerca das exigências da
Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020, propõe-se o encaminhamento da presente Nota Técnica aos
Auditores-Fiscais do Trabalho e à Secretaria de Trabalho com vistas a conferir-lhe ampla divulgação para
o público em geral.
47. À consideração superior.
Brasília, 31 de março de 2021.
Documento assinado eletronicamente
CARLOS EDUARDO FERREIRA DOMINGUES
Auditor-Fiscal do Trabalho
Documento assinado eletronicamente
JOELSON GUEDES DA SILVA
Coordenador de Normatização
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De acordo. Encaminhe-se a SIT.
Documento assinado eletronicamente
RENATA MAIA BARBOSA NAMEKATA
Coordenadora-Geral de Segurança e Saúde no Trabalho Substituta
De acordo. Encaminhe-se aos Auditores-Fiscais do Trabalho e à Secretaria do Trabalho.
Documento assinado eletronicamente
ROMULO MACHADO E SILVA
Subsecretário de Inspeção do Trabalho
[1] https://www.who.int/publications/i/item/considerations-in-adjusting-public-health-and-social-
measures-in-the-context-of-covid-19-interim-guidance
[2] https://www.who.int/publications/i/item/considerations-for-public-health-and-social-measures-in-the-
workplace-in-the-context-of-covid-19
[3] https://www.ilo.org/global/topics/safety-and-health-at-work/resources-library/publications
/WCMS_741813/lang--en/index.htm
[4] https://www.ilo.org/global/topics/safety-and-health-at-work/resources-library/publications
/WCMS_745541/lang--en/index.htm
Documento assinado eletronicamente por Romulo Machado e Silva, Subsecretário de Inspeção
do Trabalho, em 31/03/2021, às 16:27, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no
art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.
Documento assinado eletronicamente por Renata Maia Barbosa Namekata, Auditor(a) Fiscal do
Trabalho, em 31/03/2021, às 16:29, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art.
6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.
Documento assinado eletronicamente por Joelson Guedes da Silva, Auditor(a) Fiscal do Trabalho,
em 31/03/2021, às 22:14, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º,
do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.
Documento assinado eletronicamente por Carlos Eduardo Ferreira Domingues, Auditor(a) Fiscal
do Trabalho, em 31/03/2021, às 22:54, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no
art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.
SEI/ME - 14645251 - Nota Técnica https://sei.economia.gov.br/sei/controlador.php?acao=documento_impr...
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A auten cidade deste documento pode ser conferida no site h ps://sei.economia.gov.br
/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0,
informando o código verificador 14645251 e o código CRC 7A4A2C53.
Referência: Processo nº 19966.100344/2021-71. SEI nº 14645251
SEI/ME - 14645251 - Nota Técnica https://sei.economia.gov.br/sei/controlador.php?acao=documento_impr...
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	PPRA
	1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
	2. ESTRUTURA DOCUMENTO
	3. GLOSSÁRIO TÉCNICO, NORMATIVO LEGAL
	4. ORIENTAÇÕES
	5. DESCRIÇÃO DO PROGRAMA
	6. DESENVOLVIMENTO DO PPRA
	6.1. FLUXOGRAMA – METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
	7. DESCRIÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHO
	 8. QUADRO DE GHE (GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO)
	9. AMBIENTE x GHE
	10. RECONHECIMENTO DOS RISCOS (GHE – GRUPO HOMOGENEO DE EXPOSIÇÃO)
	11. AVALIAÇÕES AMBIENTAIS
	12. ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES E METAS DE AVALIAÇÃO E CONTROLE
	13. CRONOGRAMA DE AÇÃO E IMPLANTAÇÃO
	14. OBSERVAÇÕES
	15. TERMO DE ENCERRAMENTO
	APÊNDICE C - AÇÕES PRIMÁRIAS DE SAÚDE
	ANEXO

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