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PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS 05/11/2021 15:00:00Código PPRA: (CONFORME NR 09 DA PORTARIA 3.214/78) PPRA Empresa: MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL UNIDADE- MESSER GASES LTDA. Unidade: Vigência: 11/09/2021 à 10/09/2022 15279.6.3 Data versão: CNPJ: CNPJ: 09.397.327/0001-13 60.619.202/0039-10 Este documento poderá ter inconsistências de nomenclaturas por motivos de adequações ao eSocial Elaborado por: Nome: RENATO TORELLI CPF: 357.663.068-65 Cargo: TÉCNICO EM MANUTENÇÃO Empresa: MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL CNPJ: 09.397.327/0001-13 Grau de risco: 2 Endereço: RUA R AMADOR BUENO, 116 - ANDAR 1 ANDAR - SALA 02 - CENTRO Cidade: SANTOS/SP CEP: 11013-150 CNAE: 62.01-5-01 DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR SOB ENCOMENDA Identificação da empresa: 1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Identificação da unidade: Empresa: STELA CYBELE COSTA MOREIRA & CIA LTDA. - EPP CNPJ: 14.736.871/0001-82 Cidade: JUNDIAÍ/SP Informações fornecidas por: Nome: MARCELO ALVES MOREIRA Registro: 5061346747/SP NIT: 12802815247 CPF: 297.753.058-45 Cargo: ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO Responsabilidade técnica: Unidade: UNIDADE- MESSER GASES LTDA. CNPJ: 60.619.202/0039-10 Grau de risco: 2 Endereço: AV MARGINAL,, 71594 - ST INDUSTRIAL - DISTRITO INDUSTRIAL Cidade: JUNDIAÍ/SP CEP: 13212-000 CNAE: 2/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 2. ESTRUTURA DOCUMENTO 1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 2. ESTRUTURA DO DOCUMENTO 3. GLOSSÁRIO TÉCNICO, NORMATIVO LEGAL 4. ORIENTAÇÕES 5. DESCRIÇÃO DO PROGRAMA 6. DESENVOLVIMENTO DO PPRA 6.1. FLUXOGRAMA – METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO 7. DESCRIÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHO 8. QUADRO DE GHE (GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO) 9. AMBIENTE x GHE 10. RECONHECIMENTO DOS RISCOS (GHE – GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO) 11. AVALIAÇÕES AMBIENTAIS 12. ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES E METAS DE AVALIAÇÃO E CONTROLE 13. CRONOGRAMA DE AÇÃO E IMPLANTAÇÃO 14. OBSERVAÇÕES 15. TERMO DE ENCERRAMENTO APÊNDICE A - OBRIGATORIEDADE DO PLANO DE CONTINGÊNCIA – COVID-19 ATRAVÉS DA NT 14127/2021 ANEXOS 3/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 3. GLOSSÁRIO TÉCNICO, NORMATIVO LEGAL ACGIH American Conference of Governmental Industrial Hygienists – Instituição Norte Americana que define parâmetros quantitativos para avaliação de riscos contaminantes ocupacionais. CA Certificado de Aprovação. CLT Consolidação das Leis do Trabalho. DANO Lesão ou doenças causada pela exposição a perigos. dB(A) Decibel – é a Unidade Dimensional para “medir” o ruído. A escala “A” é indicada para avaliar a exposição a ruído ocupacional, pois é a que mais se aproxima da resposta do ouvido humano. dB(C) A escala “C” é indicada para avaliar a exposição a ruído de impacto ocupacional. DOSE Quantidade % (percentual) indicando se a exposição ultrapassa o limite de tolerância. Dose superior a 1 (um) significa superação do limite de tolerância. EPC Equipamento de Proteção Coletiva. EPI Equipamento de Proteção Individual. Ex: Luva, capacete, avental. ESOCIAL Instrumento de unificação da prestação das informações referentes à escrituração das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas. GHE Grupo Homogêneo de Exposição corresponde a um grupo de trabalhadores, que experimentam exposição semelhante, de forma que o resultado fornecido pela avaliação da exposição de qualquer trabalhador do grupo seja representativo da exposição do restante dos trabalhadores do mesmo grupo. IBUTG Índice de Bulbo Úmido e Termômetro de Globo. Lavg Nível Equivalente – Traduz a “média” da exposição a ruído durante a jornada de trabalho. LEO Limite de Exposição Ocupacional MTE Ministério do Trabalho e Emprego. NA Não aplicável. NR Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho. NRR Noise Reduction Rating - Nível de Atenuação do Protetor Auricular (testes com pessoas treinadas para usá-lo). NRRsf Nível de Atenuação do Protetor Auricular (testes com pessoas não treinadas para usá-lo). PCMSO Programa de Controle Médico em Saúde Ocupacional. PERIGO São situações de risco que podem ter como consequência uma lesão ou doença. PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário. PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. RISCO Agentes ambientais existentes no ambiente de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador. SESMT Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho 4/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 4. ORIENTAÇÕES I - Deverá ser feita a leitura, com atenção especial ao reconhecimento dos riscos, que traz informações dos riscos existentes por setor, o número de funcionários expostos, as medidas de controle a serem implantadas de forma a minimizar os riscos. II - Deverá ser feita a leitura, com atenção especial ao cronograma de ação e implantação, mostrando as ações e exigências a serem implantadas no período de vigência deste programa. Deverão constar também no cronograma as datas de previsão e realização de cada ação. O não preenchimento destas datas poderá expor a empresa a penalizações por parte da fiscalização. III - Deverá ser realizada a análise global, conforme NR 09, item 9.2.1.1 sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano, para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades. IV - A empresa deverá elaborar política de segurança, que atendam as normas e legislações vigentes. V - A contratante e as contratadas, que atuem num mesmo estabelecimento, deverão implementar, de forma integrada, medidas de prevenção de acidentes e doenças do trabalho, de forma a garantir o mesmo nível de proteção em matéria de segurança e saúde a todos os trabalhadores do estabelecimento. VI - Sempre que ocorrer mudanças que impliquem em alterações de layout, substituições de máquinas ou equipamentos, adoção ou alteração de tecnologia de proteção coletiva ou até atividades e operações que exponha aos empregados riscos ambientais diferentes deste documento, deverá o empregador validar e atualizar o documento. 5/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 5. DESCRIÇÃO DO PROGRAMA O PPRA tem por objetivo preservar a saúde e integridade física do conjunto de trabalhadores da empresa, através da antecipação, avaliação e controle de riscos presentes ou que venham existir no ambiente de trabalho possibilitando, ao mesmo tempo, o registro dos dados constantes do PPRA promovendo a interação com o SESMT - Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho e com a CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. Quando por força da legislação a empresa não dispuser de nenhuma destas duas ferramentas, este PPRA tornar-se-á o instrumento a ser utilizado pelo responsável, para aplicação das medidas de segurança e higiene ocupacional. O resultado esperado com este trabalho são melhorias das condições ambientais e de saúde dos trabalhadores, levando a empresa, não apenas ao atendimento dos requisitos legais, mas também a melhoria da qualidade de vida dos seus trabalhadores. Objetivo O programa de prevenção de riscos ambientais – PPRA é um instrumento regulamentado pela NR.9, em cumprimento a portaria M.T.E 3.214/78, voltado ao gerenciamento de riscos ambientais. Faz parte de um conjunto de medidas mais amplas e contidas nas demais normas regulamentadoras,articulando-se principalmente com a NR 7 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO. É um programa que tem por essência a atuação da higiene ocupacional na prevenção dos riscos físicos, químicos e biológicos, existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador, devendo ser adotadas medidas necessárias e suficientes para a eliminação, a minimização ou o controle dos riscos ambientais sempre que forem constatadas. A implantação de ações objetivas requerem seqüência de fases e eventos bem estruturados, que normalmente exigem a elaboração de cronograma de metas para serem executadas. Introdução O PPRA é de responsabilidade da empresa e deve ser desenvolvido no âmbito de cada estabelecimento da empresa, com a participação dos trabalhadores, sendo a sua abrangência e profundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle. Responsabilidade O PPRA foi instituído pela portaria N. 25 de 29 de dezembro de 1994, a qual altera a redação da norma regulamentadora NR 9. As normas regulamentadoras foram aprovadas pela portaria N° 3.214 de 08 de Junho de 1978, Lei 6.514, de 22 de Dezembro de 1977. Legislação • Colaborar e participar na implantação e execução do PPRA; • Seguir as orientações recebidas nos treinamentos oferecidos dentro do PPRA; • Informar ao seu superior hierárquico direto, ocorrências que, a seu julgamento, possam implicar riscos á saúde dos trabalhadores. Dos empregados: • Esclarecer e conscientizar os empregados sobre acidente e doenças do trabalho; • Aplicar os conhecimentos de Segurança e Saúde no Trabalho, conforme os documentos base PPRA e PCMSO; • Verificar e fiscalizar a utilização dos EPI obrigatórios; • Acompanhar e orientar o desenvolvimento das medidas de controle, deste programa. Gestores e líderes: Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade permanente na empresa; Do empregador: O planejamento anual são resultados das análises realizadas no reconhecimento de riscos das funções, tanto na antecipação quanto na abordagem qualitativa e quantitativa. Com base nisso, definiu-se as estratégias e metodologia de ação para eliminação, neutralização ou controle dos riscos existentes nos ambientes de trabalho, para fins de garantia na integridade e preservação da saúde dos trabalhadores. Planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma Para a efetiva proteção dos empregados, hierarquicamente deverão ser adotadas medidas necessárias suficientes para a eliminação, a minimização ou o controle dos riscos ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações: a) identificação, na fase de antecipação, de risco potencial à saúde; Estratégia e metodologia de ação 6/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 b) constatação, na fase de reconhecimento de risco evidente à saúde; c) quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos trabalhadores excederem os valores dos limites previstos na NR-15 ou, na ausência destes os valores limites de exposição ocupacional adotados pela ACGIH - American Conference of Governmental Industrial Higyenists, ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, desde que mais rigorosos do que os critérios técnico-legais estabelecidos; d) quando, através do controle médico da saúde, ficar caracterizado o nexo causal entre danos observados na saúde dos trabalhadores e a situação de trabalho a que eles ficam expostos. Administrar o risco, por meio de treinamento, conscientização do empregado, placas de sinalização e advertência, elaboração de permissão de trabalho, estratégias de menor exposição aos empregados em relação ao risco etc. • Controle – administrativo e organizacional Controlar os riscos por meio de projetos de proteção coletivas (partes moveis das máquinas, enclausuramento, melhoria na ventilação e exaustão, etc) Salientando que, para fins de implantação dos EPC deve-se realizar estudo, desenvolvimento e implantação de medidas de proteção coletiva obedecendo a hierarquia: • Controle – engenharia do risco: Reduzir as concentrações dos agentes a níveis aceitáveis e não prejudiciais a saúde do empregado. • Minimização do risco: Por meio de aperfeiçoamento das atividades e operações de tal modo que elimine a nocividade do risco. • Eliminação do risco: Sempre que ocorrer mudanças que impliquem em alterações de layout, substituições de máquinas ou equipamentos, adoção ou alteração de tecnologia de proteção coletiva ou até atividades e operações que exponham aos empregados riscos ambientais diferentes deste documento, deverá o empregador validar e atualizar o documento. Caso tenha dúvida, contatar a Mednet. Periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA As informações registradas neste documento deverão estar sempre atualizadas e à disposição para os auditores fiscais, sindicatos, inclusive para os empregados. Deverá ainda, ser mantido pelo empregador um registro de dados, estruturado de forma a constituir um histórico técnico e administrativo do desenvolvimento do PPRA. E mantidos por um período mínimo de 20 anos. Das informações produzidas no desenvolvimento deste programa os empregadores deverão divulgar aos empregados de maneira apropriada e suficiente sobre os riscos ambientais que possam originar-se nos locais de trabalho e sobre os meios disponíveis para prevenir ou limitar tais riscos e para proteger-se dos mesmos. Algumas formas de divulgação: Forma do registro, manutenção e divulgação dos dados a) Medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à saúde; b) Medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de trabalho; c) Medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de trabalho. Após a implantação de tais medidas de caráter coletivo, deverá ser providenciado treinamento aos empregados quanto os procedimentos que assegurem a sua eficiência/eficácia e sobre as eventuais limitações de proteção que os mesmos oferecem. Sendo que, a eficácia significa a implantação de dispositivo de proteção que, de forma coletiva, não permitirá que nenhum empregado, esteja exposto, a valores acima dos limites de tolerância definidos e regulamentados pelas NR. Quando comprovado pelo empregador ou instituição a inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção coletiva ou quando estas não forem suficientes ou encontrarem-se em fase de estudo, planejamento ou implantação, ou ainda em caráter complementar ou emergencial, deverão ser adotadas outras medidas, obedecendo-se à seguinte hierarquia: a) Medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho; b) Utilização de equipamento de proteção individual – EPI. • Na admissão durante o treinamento de integração, e anualmente como reciclagem (com registros/evidências); • Boletim informativo; • DDS – Dialogo Diário de Segurança ou DSS – Dialogo Semanal de Segurança • Por intermédio de Cipeiros ou Designado responsável pela CIPA • SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho • Treinamentos e palestras. 7/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 Agentes físicos Para efeitos de NR-9 consideram-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função da natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição são capazes de causar danos à saúde do trabalhador. Riscos ambientais Deve-se ainda, ser efetuada, sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano, uma análise global do PPRA para avaliação do seu desenvolvimento erealização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades. Consideram-se as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de aerodispersóides, poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele, respiração ou por ingestão. Agentes químicos Consideram-se as diversas formas de energia que possam estar expostos os trabalhadores, tais como: • Ruído • Vibrações, • Umidade, • Pressões anormais, • Temperaturas extremas, • Radiações ionizantes, • Radiações não ionizantes, bem como o Infra-som e o Ultra-som. É a fase gasosa de uma substância cujas moléculas nas CNTP – Condições Normais de Temperatura e Pressão (25º C e 1 atm) se encontram no estado líquido ou sólido. Exemplificando: Gasolina, Diesel, Benzeno, Xileno, Solventes etc. • Vapores: Substância química cujas moléculas estão em estado gasoso nas CNTP – Condições Normais de Temperatura e Pressão (25º C e 1 atm) como por exemplo o nitrogênio, gás carbônico, amônia, cloro, gás sulfídrico e etc. • Gases: São partículas líquidas geradas por condensação de vapores de substâncias liquidas em temperatura normais (passagem de um líquido para o estado gasoso), sendo geralmente encontrados em: ácidos (clorídrico, nitrogênio, crômico,fluorídrico, sulfúrico, Etc.) • Neblina: Mecanicamente gerados, formados a partir da ruptura física de um líquido através de processos tais como: nebulização, spray, pistola de pintura, borbulhamento etc • Névoas: Termicamente gerados, formados pela condensação de vapores de metais ou plásticos que foram fundidos em operações de solda, processamento de plásticos e etc. • Fumos: Mecanicamente gerados, formados a partir da quebra de um sólido através de processos tais como britagem ou moagem de minérios, o manuseio de grãos, usinagem, perfurações, lixamento de superfícies, cortes, desbastes, etc. • Poeiras: São os riscos que possam interferir nas características físicas e psicofisiológicas do trabalhador classificadas em: Agentes ergonômicos Além dos riscos ambientais consideram-se fatores de riscos os ergonômicos e de Acidentes/mecânicos. Fatores de risco – eSocial Consideram-se aqueles que se apresentam sob a forma de microorganismos patogênicos como: bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros. Agentes biológicos Situações de estresse, Situações de sobrecarga de trabalho mental, Exigência de alto nível de concentração ou atenção, • Psicossociais / Cognitivos: Exigência de posturas incômodas ou pouco confortáveis por longos períodos, Postura sentada por longos períodos, Postura de pé por longos períodos, Frequente ação de puxar/empurrar cargas ou volumes, Frequente execução de movimentos repetitivos, etc. • Biomecânicos: 8/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 Condições de trabalho com níveis de pressão sonora, índice de temperatura efetiva, velocidade do ar e/ou umidade do ar fora dos parâmetros de conforto, Condições de trabalho com Iluminação diurna/noturna inadequada, Presença de reflexos em telas, painéis, vidros, monitores ou qualquer superfície, que causem desconforto ou prejudiquem a visualização, Piso escorregadio e/ou irregular, etc. • Ambientais: Ausência de pausas para descanso ou não cumprimento destas durante a jornada, Necessidade de manter ritmos intensos de trabalho, Trabalho com necessidade de variação de turnos, Monotonia, Cobrança de metas de impossível atingimento, etc. De acordo com a NR 15, entende-se como a concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará dano à saúde de trabalhador, durante a sua vida laboral. Nos casos em que não existirem limites de tolerância estabelecidos pela NR-15, Serão adotados os limites de exposição ocupacional estipulados pela ACGIH - American Conference os Governamental Industrial Higyenists conforme estabelece a NR-09. Limite de tolerância • Para agentes químicos, a metade dos limites de exposição ocupacional considerados de acordo com a alínea “c”, do subitem 9.3.5.1; • Para o ruído, a dose de 0,5 (dose superior a 50%), conforme critério estabelecido na NR/15, Anexo nº 1, item 6. Considera-se nível de ação o valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de exposição. As ações devem incluir o monitoramento periódico da exposição, a informação aos trabalhadores e o controle médico. Deverão ser objetos de controle sistemático as situações que apresentem exposição ocupacional acima dos níveis de ação conforme indicado nas alíneas que seguem: Nível de ação Casual, não programado, que acontece por acaso. e) Ocasional Atividades e Operações relacionadas com a curta duração de trabalho; d) Eventual Não contínuo, que apresenta interrupções ou suspensões durante o horário de trabalho; c) Habitual Intermitente Contínuo, sem interrupções ou suspensões durante o horário de trabalho; b) Habitual Permanente Trabalho, com rotinas estabelecidas e sempre dentro de um padrão normal de atividades; a) Habitual Para exposição ocupacional, consideraram-se os seguintes termos e aplicações: Exposição ocupacional • Arranjo físico inadequado; • Incêndio ou Explosão; • Animais peçonhentos; • Trabalho em Altura; • Cortes e perfurações, queimaduras; • Choque mecânico; • Etc. São considerados os riscos causados pelo: Agentes acidentes / mecânicos: • Organizacionais: Mobiliário sem meios de regulagem de ajuste, Equipamentos e/ou máquinas sem meios de regulagem de ajuste ou sem condições de uso, etc. • Mobiliário e Equipamentos: Meios de comunicação ineficientes, etc. 9/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 Adotando-se nesta ocasião os limites de exposição ocupacional denominada – Média Ponderada ( TLV-TWA), para jornadas de 8 horas dia. 10/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 6. DESENVOLVIMENTO DO PPRA a) Comprovar o controle da exposição ou a inexistência de riscos identificados na etapa de reconhecimento; b) Dimensionar a exposição dos trabalhadores; c) Subsidiar o equacionamento das medidas de controle. Avaliação quantitativa Nesta etapa avaliou-se qualitativamente os riscos ambientais que poderão influenciar na saúde e integridade dos empregados, por meios de análise das atividades e operações dos funcionários bem como aos procedimentos de rotina, as atividades e operações atípicas, processos de manufatura e produção entre outras analises. Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores Nesta etapa envolve-se uma análise de projetos de novas instalações, métodos ou processos de trabalho, ou de modificação dos já existentes, visando a identificar os riscos potenciais e introduzir medidas de proteção para sua redução ou eliminação. As medidas preventivas contra os agravos à saúde e a integridade física dos trabalhadores devem ser contempladas nas seguintes situações: Antecipação e reconhecimento dos riscos Em cada setor foi feita a caracterização de todos os trabalhadores determinando, os cargos, funções e a descrição das atividades realizadas (formando o GHE – Grupo Homogêneo de Exposição). Na seqüência, caracterizou-se o ambiente de trabalho, verificando suas principais máquinas/equipamentos, os produtos químicos utilizados e a identificação dos perigos e avaliação dos riscos. Grupo Homogêneo de Exposição corresponde a um grupo de trabalhadores, queexperimentam exposição semelhante, de forma que o resultado fornecido pela avaliação da exposição de qualquer trabalhador do grupo seja representativo da exposição do restante dos trabalhadores do mesmo grupo. O reconhecimento dos riscos foi feito com base em entrevistas com trabalhadores (pelo menos um ocupante de cada cargo / GHE) e seus respectivos supervisores. Também foi consultada bibliografia a respeito dos riscos ocupacionais específicos existentes no tipo de atividade desenvolvida pela empresa. As avaliações da exposição aos riscos ocupacionais foram feitas tomando-se por base a combinação de duas variáveis: probabilidade de ocorrência do dano e gravidade do dano. A classificação ou importância de um risco é determinada pela expressão: Metodologia de avaliação Para o monitoramento da exposição dos trabalhadores e das medidas de controle, deve ser realizada uma avaliação sistemática e repetitiva da exposição a um dado risco, visando à introdução ou modificação das medidas de controle e proteções coletivas. Monitoramento da exposição aos riscos Risco = Probabilidade de ocorrência do dano X Gravidade do dano Com base nessa expressão, é possível estimar o risco a partir da combinação da gradação da probabilidade de que o dano venha a se efetivar (ao longo da vida profissional dos expostos) e da gradação da gravidade desse dano, utilizando-se a matriz de risco que define classificação de risco, as quais representam sua grandeza ou importância. Observação: A combinação da Probabilidade X Gravidade, utiliza uma matriz elaborada a partir da combinação das matrizes apresentadas por MULHAUSEN & DAMIANO (1998) e pelo apêndice D da BS 8800 (BSI, 1996). a) Quando da implantação de projetos de instalações, equipamentos e postos de trabalho; b) Na introdução de novos processos ou produtos; c) Nas mudanças de projeto; d) Nas modificações de processo em funcionamento; e) Nas alterações de postos de trabalho. Nesta fase o SESMT - Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, assim como, a CIPA ou Designado devem ser “ouvidos’ acerca de novas tecnologias empregadas na proteção do trabalhador ou até mesmo na aquisição de produtos, máquinas e equipamentos com menor índice de lesões e doenças associadas a sua operação. Na ausência do SESMT, o empregador deve tomar as providências cabíveis juntamente com a CIPA ou Designado. Deverá ser realizada sempre que necessária para: 11/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 Probabilidade de Ocorrência do Dano (P) A partir da combinação dos valores atribuídos para probabilidade (P) e gravidade (G) do dano, obteremos a CLASSIFICAÇÃO DO RISCO resultante dessa combinação, podendo ser: Classificação do Risco A gradação da gravidade do dano também pode ser definida utilizando-se várias abordagens ou critérios. Para cada caso, e em função do potencial de gravidade do dano, atribui-se um índice de gravidade (G) variando de 1 a 4, cujo significado está relacionado abaixo: Gravidade do Dano (G) A gradação da probabilidade da ocorrência do dano (efeito crítico) é feita atribuindo-se um índice de probabilidade (P) variando de 1 a 4, cujo significado está relacionado no quadro abaixo: O índice (P) pode ser definido utilizando-se várias abordagens ou critérios. Para cada caso, em função da classificação do perigo e das informações disponíveis, deve-se usar abordagem ou critério mais adequado e a seguinte pergunta guia “Qual a chance (probabilidade) que o trabalhador exposto tem de vir a sofrer um dano se as condições de trabalho permanecerem iguais ao presente momento?” Abordagens para atribuir o valor a P: P definido com base em dados estatísticos de acidentes ou doenças relacionados ao trabalho obtidos ou fornecidos pela empresa ou do setor de atividade quando predominam situações similares. P definido a partir do perfil de exposição qualitativo, quando não forem possíveis ou disponíveis dados quantitativos. Quanto maior intensidade, duração e frequência da exposição maior será a probabilidade de ocorrência do dano e maior será o valor atribuído a P. P definido a partir do perfil de exposição quantitativo baseado na estimativa da média aritmética do perfil de exposição ou baseado na estimativa do percentil 95% e comparando-se com o valor do limite de exposição ocupacional. P definido em função do fator de proteção considerando a existência e a adequação de medidas de controle. Quanto mais adequadas e eficazes forem as medidas de controle, menor será o valor atribuído a P. 1 - Possível, mas altamente improvável; 2 - Improvável; 3 - Pouco provável; 4 - Provável ou quase certo. 1 - Lesão ou doença leves, com efeitos reversíveis levemente prejudiciais. 2 - Lesão ou doença sérias, com efeitos reversíveis severos e prejudiciais. 3 - Lesão ou doença críticas, com efeitos irreversíveis severos e prejudiciais que podem limitar a capacidade funcional. 4 - Lesão ou doença incapacitante ou fatal. O índice (G), também pode ser feito utilizando critérios especiais relacionados com o potencial do perigo em causar danos, como por exemplo: • O potencial carcinogênico, mutagênico e teratogênico de agentes químicos e físicos tendo por base a classificação da ACGIH; • O potencial de agentes químicos causar danos locais quando em contato com olhos e pele; • O valor do TLV (LT proposto pela ACGIH) para contaminantes atmosféricos, pois quanto menor for o valor do TLV maior será o potencial do agente em causar danos; • A classificação em grupos de riscos para Agentes Biológicos – Microorganismos patogênicos – definidos por comitês de Biossegurança. • Risco Irrelevante; • Risco Baixo; • Risco Médio; • Risco Alto; • Risco Crítico. 12/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 Probabilidade X Gravidade 4 Médio Alto Alto Crítico 3 Baixo Médio Alto Alto 2 Baixo Baixo Médio Alto 1 Irrelevante Baixo Baixo Médio 1 2 3 4 Gravidade Prioridade de monitoramento e medidas de controle Gradação de prioridade 1 - Irrelevante Manter o Monitoramento 2 - Baixo Requer a educação dos trabalhadores sobre as consequências de uma superexposição. 3 - Médio Requer avaliação quantitativa e ações de controle. 4 - Alto Requer ações de controle e posterior avaliação quantitativa. 5 - Crítico Requer imediata ação para a redução da exposição e posterior avaliação quantitativa. Caso a empresa forneça EPI além de implantá-los conforme as normas técnicas administrativas e os preceitos das NR 06, NR 09 da portaria 3.214/78. Para a NR 09 a “utilização de EPI no âmbito do programa deverá ser considerados as Normas Legais e Administrativas em vigor e envolver no mínimo: EPI - Equipamento de Proteção Individual Quanto ao comprovante de entrega dos EPI cabe ao empregador registrar e controlar o fornecimento dos equipamentos de proteção individual, por meio de livros, formulários, fichas ou sistema eletrônicos. O comprovante de entrega minimamente deverá conter: nome, função, e setor do empregado bem como o tipo do EPI, número do CA do mesmo, data de entrega e assinatura do empregado reconhecendo o que lhe foi entregue. “a) Adquirir o adequado ao risco de cada atividade; b) Exigir seu uso; c) Fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho; d) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação; e) Substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado; f) Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; g) Comunicar ao MTPS qualquer irregularidade observada; h) Registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico.” Ao empregador: a) Seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco a que o trabalhador estáexposto e à atividade exercida, considerando -se a eficiência necessária para o controle da exposição ao risco e o conforto oferecido segundo avaliação do trabalhador usuário; b) Programa de treinamento dos trabalhadores quanto à sua correta utilização e orientação sobre as limitações de proteção que o EPI oferece; c) Estabelecimento de normas ou procedimento para promover o fornecimento, o uso, a guarda, a higienização, a conservação, a manutenção e a reposição do EPI, visando garantir as condições de proteção originalmente estabelecidas; d) Caracterização das funções ou atividades dos trabalhadores, com a respectiva identificação dos EPI utilizados para os riscos ambientais.” Ademais, cumprir e fazer cumprir os dispostos da NR.6 quanto ao que cabe: Probabilidade Obs.: Matriz elaborada a partir da combinação das matrizes apresentadas por MULHAUSEN & DAMIANO (1998) e pelo Apêndice D da BS8800 (BSI,1996) 13/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 A recusa quanto à utilização de qualquer EPI por parte do empregado, o sujeitará as penalidades previstas na legislação (artigo 157/158 da CLT). “a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina; b) responsabilizar-se pela guarda e conservação; c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.” Ao empregado: Cabe ao empregador manter este comprovante arquivado nas dependências da empresa para assegurar a entrega dos mesmos. Em todos os setores ou situações onde é obrigatório o uso do EPI, deverão existir placas indicativas desta obrigatoriedade e que sejam amplamente visíveis. Nos locais onde houver obrigatoriedade do uso dos EPI todos que por lá transitarem ou permanecerem deverão utilizá-los. Todo EPI deverá apresentar em caracteres indeléveis e bem visíveis, o nome comercial da empresa fabricante, o lote de fabricação e o número do CA, ou, no caso de EPI importado, o nome do importador, o lote de fabricação e o número do CA. A norma de EPI, NR 06 poderá a qualquer tempo sofrer alterações no todo, ou em qualquer um de seus itens em decorrência da eliminação ou anulação de suas fontes, ou outra determinação de ordem técnica ou legal. Informações adicionais 14/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 6.1. FLUXOGRAMA – METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO 15/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 7. DESCRIÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHO Ambiente: OFICINA DE MANUTENÇÃO [INÍCIO: 09/10/2019] Estabelecimento: PRÓPRIO Piso: CONCRETO POLIDO Pé direito: 2,80 M Parede: ALVENARIA Cobertura: NÃO IDENTIFICADO Forro: PVC Ventilação: NATURAL PORTAS E JANELAS Iluminação: ARTIFICIAL - LÂMPADAS FLUORESCENTES EPC: - EXTINTOR DE INCÊNDIO E HIDRANTES Máq. / Equip.: FURADEIRA ELÉTRICA, PARAFUSADEIRA, SERRA TICO TICO, FERRAMENTAS MANUAIS, ELETRÔNICAS, PLATAFORMA ELEVATÓRIA E EM GERAL. Obs.: NESTE AMBIENE, CONTEMPLAM OS SEGUINTES SETORES - SALA DE OPERAÇÕES OBS. Caso ocorram, alterações de layout, inclusão de novas operações ou até mesmo alterações que modifiquem os processos e atividades já existentes e / ou situações de inativação de algum setor ou atividades dos mesmos. Deverá comunicar a Mednet para tais atualizações. 16/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 8. QUADRO DE GHE (GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO) GHE Setor Função Descrições das atividades Func. OFICINA/MANUTEN ELETRICISTA DESENVOLVE SERVIÇOS DE APOIO NOS SERVIÇOS DE PASSAGENS DE CABO, LIGAÇÕES ELÉTRICAS DOS PRÉDIOS ADMINISTRATIVOS E DA PLANTA DE GASES DO AR, MANUTENÇÃO DE SUBESTAÇÃO. EFETUAR MANUTENÇÃO NO SISTEMA DE INSTRUMENTAÇÃO E ELÉTRICO DO BLOWER DA LINDE GASES E VALE. REALIZA TRABALHO EM ALTURA. RESPONSÁVEL PELA MANUTENÇÃO DA ILUMINAÇÃO E SISTEMA SONORO DE EMERGÊNCIA. 2 OFICINA/MANUTEN TÉCNICO EM MANUTENÇÃO "REALIZAM SERVIÇOS AUXILIARES DE MANUTENÇÃO EM MÁQUINAS EXECUTA APOIO NA PREPARAÇÃO DE PEÇAS, PARA DESMONTAGEM E MONTAGEM DE EQUIPAMENTO; REALIZAM MANUTENÇÕES, INSPECIONAM E TESTAM O FUNCIONAMENTO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS. PLANEJAM AS ATIVIDADES DE MANUTENÇÃO E REGISTRAM INFORMAÇÕES TÉCNICAS. AS ATIVIDADES SÃO DESENVOLVIDAS EM CONFORMIDADE COM NORMAS E PROCEDIMENTOS TÉCNICOS, DE SEGURANÇA, QUALIDADE E DE PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE. TRABALHO REALIZADO SOB A SUPERVISÃO DO RESPONSÁVEL PELA MANUTENÇÃO MECÂNICA." 2 Total de Funcionários: 4 01- OFICINA DE MANUTENÇÃO 02- SALA DE OPERAÇÕES 17/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 9. AMBIENTE x GHE Ambiente GHE 01- OFICINA DE MANUTENÇÃO 02- SALA DE OPERAÇÕES OFICINA DE MANUTENÇÃO 18/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 10. RECONHECIMENTO DOS RISCOS (GHE – GRUPO HOMOGENEO DE EXPOSIÇÃO) GHE: 01- OFICINA DE MANUTENÇÃO Identificação Exposição Medidas de controle: exposição, Ambiente e meios de proteção Avaliação do Risco Proteção existente EPI EPC FÍSICO-RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE- LEG TRABALHISTA USO DE FERRAMENTAS PARA MANUTENÇÃO AÉREA/ ONIDIRECIONAL - AVALIAÇÃO QUALITATIVA 85,0 DB(A) HABITUAL INTERMITENTE - - PROTETOR AURICULAR 3 2 M QUÍMICO-HIDROCARBONETOS E OUTROS COMPOSTOS DE CARBONO PROCESSO DE MANUTENÇÃO (GRAXA E ÓLEO) AÉREA/CONTATO/ DIRECIONAL/ONI DIRECIONAL - AVALIAÇÃO QUALITATIVA QUALITATIVO HABITUAL INTERMITENTE - - LUVAS DE PROTEÇÃO CONTRA AGENTES QUIMICOS 2 2 B QUÍMICO-LUBRIFICANTE MULTIUSO E LIMPA CONTATO PROCESSO DE MANUTENÇÃO AÉREA/CONTATO/ DIRECIONAL/ONI DIRECIONAL - AVALIAÇÃO QUALITATIVA QUALITATIVO HABITUAL INTERMITENTE - - LUVAS DE PROTEÇÃO CONTRA AGENTES QUIMICOS, ÓCULOS DE SEGURANÇA 2 1 B MECÂNICO/ACIDENTES- DIFERENÇA DE NÍVEL MAIOR QUE DOIS METROS TRABALHO EM ALTURA SOLO/ESTRUTUR AS/ DIRECIONAL/ONI DIRECIONAL - AVALIAÇÃO QUALITATIVA QUALITATIVO HABITUAL INTERMITENTE - - CAPACETE DE SEGURANÇA, CINTO DE SEGURANÇA 4 2 A MECÂNICO/ACIDENTES- POSSÍVEL CONTATO COM ELETRICIDADE MANUTENÇÃO ELÉTRICA SOLO/ESTRUTUR AS/ DIRECIONAL NA AVALIAÇÃO QUALITATIVA QUALITATIVO HABITUAL INTERMITENTE - - BOTINA DE SOLADO ISOLANTE, CAPACETE CLASSE B , LUVA ISOLANTE PARA ELETRICIDADE, ÓCULOS DE SEGURANÇA, UNIFORME NR-10 3 3 A MECÂNICO/ACIDENTES-QUEDA DE OBJETOS ACESSO AS ÁREAS PRODUTIVAS DIRETA/ DIRECIONAL NA AVALIAÇÃO QUALITATIVA QUALITATIVO HABITUAL INTERMITENTE - - CALÇADO DE SEGURANÇA, CAPACETE DE SEGURANÇA, ÓCULOS DE SEGURANÇA 3 2 M Legenda: N/A = NÃO APLICÁVEL N/I = NÃO IDENTIFICADO P = PROBABILIDADE G = GRAVIDADE R = RISCO C = CRÍTICO A = ALTO M = MÉDIO B = BAIXO I = IRRELEVANTE Agente / Fator de risco Fonte Geradora Propagação / Trajetória Concentração Intensidade Técnica utilizada Limite de tolerância Exposição Proteção obrigatória P G R 19/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 Identificação Exposição Medidas de controle: exposição, Ambiente e meios de proteção Avaliação do Risco Proteção existente EPI EPC MECÂNICO/ACIDENTES-CORTES E/OU PERFURAÇÕES USO DE FERRAMENTAS DIRETA/DIRECIO NAL/ DIRECIONAL/ONI DIRECIONAL NA AVALIAÇÃO QUALITATIVAN/A HABITUAL INTERMITENTE - - ÓCULOS DE SEGURANÇA 1 2 B Possível comprometimento da saúde devido exposição aos riscos Agente / Fator de Risco Comprometimento IRRITABILIDADE E PERDA TEMPORÁRIA OU DEFINITIVA DA AUDIÇÃO. DERMATOSE POR CONTATO, PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS E/OU PULMONARES. DERMATOSE POR CONTATO, IRRITAÇÕES OCULAARES LESÕES DIVERSAS. LESÕES DIVERSAS. LESÕES DIVERSAS. LESÕES DIVERSAS. Ação proposta Agente / Fator de risco Ação proposta FÍSICO - RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE- LEG TRABALHISTA PROVIDENCIAR QUANTIFICAÇÃO DO AGENTE E FAZER O USO OBRIGATÓRIO DO EPI. QUÍMICO - HIDROCARBONETOS E OUTROS COMPOSTOS DE CARBONO PROVIDENCIAR QUANTIFICAÇÃO DO AGENTE E FAZER O USO OBRIGATÓRIO DO EPI. QUÍMICO - LUBRIFICANTE MULTIUSO E LIMPA CONTATO PROVIDENCIAR QUANTIFICAÇÃO DO AGENTE E FAZER O USO OBRIGATÓRIO DO EPI. MECÂNICO/ACIDENTES - POSSÍVEL CONTATO COM ELETRICIDADE MANTER ATENÇÃO CONSTANTE DURANTE TODA A ATIVIDADE, FAZER USO DE TODOS OS EPI'S OBRIGATÓRIOS PARA TRABALHOS COM ELETRICIDADE, SINALIZAR O LOCAL, VERIFICAR O ATERRAMENTO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS. MANTER TREINAMENTO ATUALIZADO. Legenda: N/A = NÃO APLICÁVEL N/I = NÃO IDENTIFICADO P = PROBABILIDADE G = GRAVIDADE R = RISCO C = CRÍTICO A = ALTO M = MÉDIO B = BAIXO I = IRRELEVANTE Agente / Fator de risco Fonte Geradora Propagação / Trajetória Concentração Intensidade Técnica utilizada Limite de tolerância Exposição Proteção obrigatória P G R FÍSICO - RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE- LEG TRABALHISTA QUÍMICO - HIDROCARBONETOS E OUTROS COMPOSTOS DE CARBONO QUÍMICO - LUBRIFICANTE MULTIUSO E LIMPA CONTATO MECÂNICO/ACIDENTES - CORTES E/OU PERFURAÇÕES MECÂNICO/ACIDENTES - DIFERENÇA DE NÍVEL MAIOR QUE DOIS METROS MECÂNICO/ACIDENTES - POSSÍVEL CONTATO COM ELETRICIDADE MECÂNICO/ACIDENTES - QUEDA DE OBJETOS 20/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 Ação proposta Agente / Fator de risco Ação proposta MECÂNICO/ACIDENTES - CORTES E/OU PERFURAÇÕES MANTER ATENÇÃO CONSTANTE DURANTE A ATIVIDADE E FAZER O USO DOS EPI OBRIGATÓRIOS. MECÂNICO/ACIDENTES - DIFERENÇA DE NÍVEL MAIOR QUE DOIS METROS PROVIDENCIAR TREINAMENTO E CONDIÇÕES PARA O TRABALHO EM ALTURA E REALIZAR TODOS OS PROCEDIMENTOS CONFORME NR 35 PORTARIA SIT N.º 313. MECÂNICO/ACIDENTES - QUEDA DE OBJETOS FAZER O USO DOS EPI OBRIGATÓRIOS. Legenda: N/A = NÃO APLICÁVEL N/I = NÃO IDENTIFICADO P = PROBABILIDADE G = GRAVIDADE R = RISCO C = CRÍTICO A = ALTO M = MÉDIO B = BAIXO I = IRRELEVANTE 21/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 GHE: 02- SALA DE OPERAÇÕES Identificação Exposição Medidas de controle: exposição, Ambiente e meios de proteção Avaliação do Risco Proteção existente EPI EPC FÍSICO-RADIAÇÃO UV-EXCETO NA FAIXA 400-320 NM (LUZ NEGRA) USO DE SOLDA ELÉTRICA E MAÇARICO AÉREA/ DIRECIONAL/ONI DIRECIONAL NA AVALIAÇÃO QUALITATIVA QUALITATIVO OCASIONAL - - LUVAS, MANGOTES E AVENTAL DE RASPA 3 2 M FÍSICO-RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE- LEG TRABALHISTA USO DE FERRAMENTAS, ACESSO A ÁREAS PRODUTIVAS DA MESSER AÉREA/ ONIDIRECIONAL - AVALIAÇÃO QUALITATIVA 85,0 DB(A) HABITUAL INTERMITENTE - - PROTETOR AURICULAR 3 2 M QUÍMICO-HIDROCARBONETOS E OUTROS COMPOSTOS DE CARBONO PROCESSO DE MANUTENÇÃO - (ÓLEO BÁSICO E ADITIVOS/MOBIL SUPER 2000 5W-30, QUEROSENE) AÉREA/CONTATO/ DIRECIONAL/ONI DIRECIONAL NA AVALIAÇÃO QUALITATIVA QUALITATIVO HABITUAL INTERMITENTE - - CREME PROTETOR DE SEGURANÇA, LUVAS DE PROTEÇÃO CONTRA AGENTES QUIMICOS 2 2 B QUÍMICO-LUBRIFICANTE MULTIUSO PROCESSO DE MANUTENÇÃO (LUBRIFICANTE WD-40) AÉREA/CONTATO/ DIRECIONAL/ONI DIRECIONAL NA AVALIAÇÃO QUALITATIVA QUALITATIVO HABITUAL INTERMITENTE - - LUVAS DE PROTEÇÃO CONTRA AGENTES QUIMICOS, ÓCULOS DE SEGURANÇA 2 2 B MECÂNICO/ACIDENTES- DIFERENÇA DE NÍVEL MAIOR QUE DOIS METROS ATIVIDADES DE MANUTENÇÃO SOLO/ESTRUTUR AS/ DIRECIONAL/ONI DIRECIONAL NA AVALIAÇÃO QUALITATIVA QUALITATIVO HABITUAL INTERMITENTE - - CAPACETE DE SEGURANÇA, CINTO DE SEGURANÇA, ÓCULOS DE SEGURANÇA 4 2 A MECÂNICO/ACIDENTES-QUEDA DE OBJETOS ATIVIDADES DESENVOLVIDA, ACESSO A ÁREA PRODUTIVA DIRETA/ DIRECIONAL NA AVALIAÇÃO QUALITATIVA QUALITATIVO HABITUAL INTERMITENTE - - CALÇADO DE SEGURANÇA, CAPACETE DE SEGURANÇA, ÓCULOS DE SEGURANÇA 1 2 B MECÂNICO/ACIDENTES- SUPERFÍCIES E/OU MATERIAIS AQUECIDOS EXPOSTOS ATIVIDADES COM USO DE MAÇARICO (MANUTENÇÃO) DIRETA/ DIRECIONAL NA AVALIAÇÃO QUALITATIVA QUALITATIVO OCASIONAL - - LUVA DE RASPA 3 2 M Legenda: N/A = NÃO APLICÁVEL N/I = NÃO IDENTIFICADO P = PROBABILIDADE G = GRAVIDADE R = RISCO C = CRÍTICO A = ALTO M = MÉDIO B = BAIXO I = IRRELEVANTE Agente / Fator de risco Fonte Geradora Propagação / Trajetória Concentração Intensidade Técnica utilizada Limite de tolerância Exposição Proteção obrigatória P G R 22/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 Possível comprometimento da saúde devido exposição aos riscos Agente / Fator de Risco Comprometimento PERTURBAÇÕES VISUAIS(CONJUNTIVITES, CATARATAS), QUEIMADURAS, LESÕES NA PELE E CÂNCER. IRRITABILIDADE E PERDA TEMPORÁRIA OU DEFINITIVA DA AUDIÇÃO. DERMATOSE POR CONTATO, PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS E/OU PULMONARES. DERMATOSES POR CONTATO, IRRITAÇÕES OCULARES LESÕES DIVERSAS. LESÕES DIVERSAS. LESÕES DIVERSAS. Ação proposta Agente / Fator de risco Ação proposta FÍSICO - RADIAÇÃO UV-EXCETO NA FAIXA 400-320 NM (LUZ NEGRA) FAZER O USO DO EPI OBRIGATÓRIO. FÍSICO - RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE- LEG TRABALHISTA PROVIDENCIAR QUANTIFICAÇÃO DO AGENTE E FAZER O USO OBRIGATÓRIO DO EPI. QUÍMICO - HIDROCARBONETOS E OUTROS COMPOSTOS DE CARBONO FAZER O USO DO EPI OBRIGATÓRIO. QUÍMICO - LUBRIFICANTE MULTIUSO FAZER O USO DO EPI OBRIGATÓRIO. MECÂNICO/ACIDENTES - SUPERFÍCIES E/OU MATERIAIS AQUECIDOS EXPOSTOS MANTER A ATENÇÃO CONSTANTE DURANTE AS ATIVIDADES E FAZER O USO OBRIGATÓRIO DO EPI. MECÂNICO/ACIDENTES - DIFERENÇA DE NÍVEL MAIOR QUE DOIS METROS PROVIDENCIAR TREINAMENTO E CONDIÇÕES PARA O TRABALHO EM ALTURA E REALIZAR TODOS OS PROCEDIMENTOS CONFORME NR 35 PORTARIA SIT N.º 313. MECÂNICO/ACIDENTES - QUEDA DE OBJETOS MANTER ATENÇÃO CONSTANTE DURANTE A ATIVIDADE E FAZER O USO DOS EPI OBRIGATÓRIOS. Legenda: N/A = NÃO APLICÁVEL N/I = NÃO IDENTIFICADO P = PROBABILIDADE G = GRAVIDADE R = RISCO C = CRÍTICO A = ALTO M = MÉDIO B = BAIXO I = IRRELEVANTE FÍSICO - RADIAÇÃO UV-EXCETO NA FAIXA 400-320 NM (LUZ NEGRA) FÍSICO - RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE- LEG TRABALHISTA QUÍMICO - HIDROCARBONETOS E OUTROS COMPOSTOS DE CARBONO QUÍMICO - LUBRIFICANTE MULTIUSO MECÂNICO/ACIDENTES - DIFERENÇA DE NÍVEL MAIOR QUE DOIS METROS MECÂNICO/ACIDENTES - QUEDA DE OBJETOS MECÂNICO/ACIDENTES - SUPERFÍCIES E/OU MATERIAIS AQUECIDOS EXPOSTOS 23/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 11. AVALIAÇÕES AMBIENTAIS Os riscos ambientais foram avaliados seguindo a metodologia e os procedimentos de avaliação estabelecidos pelas Normas de Higiene ocupacional da FUNDACENTRO e os Limites de Tolerância estabelecidos pela NR-15 do MTE. Seguem as avaliações: ANEXO 1 - RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE (IDENTIFICADO) ENTENDE-SE POR RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE, PARA FINS DE APLICAÇÃO DE LIMITES DE TOLERÂNCIA, O RUÍDO QUE NÃO SEJA RUÍDO DE IMPACTO. OS TEMPOS DE EXPOSIÇÃO AOS NÍVEIS DE RUÍDO NÃO DEVEM EXCEDER OS LIMITES DE TOLERÂNCIA FIXADOS NO QUADRO I. NÃO É PERMITIDO EXPOSIÇÃO A NÍVEIS DE RUÍDO ACIMA DE 115 DB (A) PARA INDIVÍDUOS QUE NÃO ESTEJAM ADEQUADAMENTE PROTEGIDOS. METODOLOGIA UTILIZADA PARAAVALIAÇÃO INSTANTÂNEA DE RUÍDO As avaliações foram efetuadas com aparelho medidor de nível de pressão sonora, conforme curva de rastreabilidade estabelecido pelo INMETRO. Antes e ao final de cada avaliação foi efetuada calibração manual do instrumento, a fim de verificar se houve alteração, sendo que o máximo aceitável é de + ou - 1 dB (A). O aparelho foi fixado proximidades da zona auditiva. Os sinais foram detectados em decibéis (dB), com o aparelho operando no circuito de compensação "A" e no circuito de resposta lenta "SLOW", conforme o Anexo nº1, da NR 15. Setor Equipamento / Local / Posto de trabalho Intensidade em dB(A) L.T. dB (A) anexo Nº01 NR -15 TABELA DE RESULTADOS AMBIENTE 62,3 85,0 AMBIENTE 74,1 85,0 Os tempos de exposição aos níveis de ruído sem o uso do protetor auditivo, não devem exceder/ultrapassar os limites de tolerância fixados no próximo quadro. Não é permitida a exposição a níveis de ruído acima de 115 dB (A) para indivíduos que não estejam adequadamente protegidos, pois oferecerá risco grave e iminente. LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE Nível de ruído - dB(A) Máxima exposição diária permissível 85 8 horas 86 7 horas 87 6 horas 88 5 horas 89 4 horas e 30 minutos 90 4 horas 91 3 horas e 30 minutos 92 3 horas 93 2 horas e 40 minutos 94 2 horas e 15 minutos 95 2 horas 96 1 hora e 45 minutos OFICINA DE MANUTENÇÃO SALA DE OPERAÇÕES 24/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 Nível de ruído - dB(A) Máxima exposição diária permissível 98 1 hora e 15 minutos 100 1 hora 102 45 minutos 104 35 minutos 105 30 minutos 106 25 minutos 108 20 minutos 110 15 minutos 112 10 minutos 114 8 minutos 115 7 minutos Fonte: Portaria 3.214/78 – Norma Regulamentadora 15 INSTRUMENTAL DECIBELÍMETRO ANEXO 2 - RUÍDO DE IMPACTO (NÃO IDENTIFICADO) ENTENDE-SE POR RUÍDO DE IMPACTO AQUELE QUE APRESENTA PICOS DE ENERGIA ACÚSTICA DE DURAÇÃO INFERIOR A 1 (UM) SEGUNDO, A INTERVALOS SUPERIORES A 1 (UM) SEGUNDO, COMO POR EXEMPLO, TEMOS O DISPARO DE UMA ARMA, UMA MARTELADA EM UMA SUPERFÍCIE METÁLICA E A OPERAÇÃO DE UM BATE ESTACA. ANEXO 3 - CALOR (NÃO IDENTIFICADO) ENTENDE-SE POR EXPOSIÇÃO AO CALOR ATIVIDADES, LOCAIS E OPERAÇÕES CAPAZES DE PRODUZIR GANHO OU PERDA DE CALOR DO ORGANISMO. ANEXO 5 - RADIAÇÕES IONIZANTES (NÃO IDENTIFICADO) RADIAÇÃO IONIZANTE É UM AGENTE FÍSICO SOB A FORMA DE ENERGIA QUE SE TRANSMITE, PELO ESPAÇO, ATRAVÉS DE ONDAS ELETROMAGNÉTICAS. OS OPERADORES DE R.X. E DE RADIOTERAPIA ESTÃO, FREQUENTEMENTE, EXPOSTOS A ESTE TIPO DE RADIAÇÃO. ANEXO 6 - PRESSÕES ANORMAIS (NÃO IDENTIFICADO) COMPREENDE-SE POR PRESSÕES ANORMAIS OS TRABALHOS SOB AR COMPRIMIDO E/OU DOS TRABALHOS REALIZADOS SUBMERSOS. TODAS AS ATIVIDADES REALIZADAS EXIGEM CUIDADOS ESPECIAIS, POIS ALÉM DE RISCOS PRODUZIDOS PELAS PRÓPRIAS ATIVIDADES COMO, POR EXEMPLO, OS TRABALHOS DE SOLDA E CORTE SUBMERSOS, EXISTEM AQUELES PRODUZIDOS PELO TRABALHO EM CONDIÇÕES ANORMAIS DE PRESSÃO. ANEXO 7 - RADIAÇÃO NÃO IONIZANTE (IDENTIFICADO) PARA OS EFEITOS DESTA NORMA, SÃO RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES AS MICROONDAS, ULTRAVIOLETAS E LASER, EX: SOLDAGEM. METODOLOGIA QUALITATIVA Durante avaliação ambiental realizada nos setores de trabalho da empresa, a fim de se identificar possíveis danos à saúde relacionados aos riscos ambientais, foi constatada de forma qualitativa a presença do agente físico radiações não ionizantes, proveniente solda e maçarico. Segundo os preceitos da NR 06 e NR 09 cabe a empresa realizar estudos com possibilidade de eliminação ou minimização dos agentes ambientais mencionados neste documento. Além disso, que sejam realizados planejamentos 25/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 com a finalidade de implantação de equipamentos de proteção coletiva - EPC. E, até que se comprove a inviabilidade técnica dessas adoções ou quando insuficiente, faz-se obrigatório o uso dos EPI conforme descritos na planilha de risco por função deste documento. ANEXO 8 - VIBRAÇÕES (NÃO IDENTIFICADO) AS ATIVIDADES E OPERAÇÕES QUE EXPONHAM OS TRABALHADORES ÀS VIBRAÇÕES LOCALIZADAS OU DE CORPO INTEIRO, SEM A PROTEÇÃO ADEQUADA, PODERÃO CARACTERIZAR INSALUBRIDADE, MEDIANTE A REALIZAÇÃO DE PERÍCIA NO LOCAL DE TRABALHO ANEXO 9 - FRIO (NÃO IDENTIFICADO) AS ATIVIDADES OU OPERAÇÕES EXECUTADAS NO INTERIOR DE CÂMARAS FRIGORÍFICAS, OU EM LOCAIS QUE APRESENTEM CONDIÇÕES SIMILARES, QUE EXPONHAM OS TRABALHADORES AO FRIO. ANEXO 10 - UMIDADE (NÃO IDENTIFICADO) AS ATIVIDADES OU OPERAÇÕES EXECUTADAS COM ÁGUA, LOCAIS ALAGADOS OU ENCHARCADOS, COM UMIDADE, CAPAZES DE PRODUZIR DANOS À SAÚDE DOS TRABALHADORES. ANEXO 11 - AGENTES QUÍMICOS (IDENTIFICADO) AGENTES QUÍMICOS ABSORVIDOS PELA VIA CUTÂNEA E/OU POR VIAS RESPIRATÓRIAS CAPAZES DE PRODUZIR DANOS À SAÚDE DOS TRABALHADORES. METODOLOGIA QUALITATIVA Durante avaliação ambiental realizada nos setores de trabalho da empresa, a fim de se identificar possíveis danos à saúde relacionados aos riscos ambientais, foi constatada de forma qualitativa a presença do agente químico: 1- ÁCIDO FOSFÓRICO, BUTILDIGLICOL, TENSOATIVO NÃO IONICO. 2- DERIVADO DE PETRÓLEO, N-BUTANO, N-PROPANO 3- N-BUTANO, N-PROPANO, SOLVENTE DE PETRÓLEO 4- ÓLEOS BÁSICOS MINERAIS, SABÃO DE CÁLCIO 5- DESTILADOS (FISCHER-TROPSCH), C18-50, RAMIFICADOS, CÍCLICOS E LINEARES 6- MISTURA DE HIDROCARBONETOS ALIFÁTICOS 7- MISTURA DE HIDROCARBONETOS E ADITIVOS , proveniente; 1- LIMPEZA DA PEÇA (OXICLEAN) 2- PROCESSO DE MANUTENÇÃO (WD-40 - AEROSSOL) 3- PROCESSO DE MANUTENÇÃO (WD-40 - AEROSSOL E LIMPA CONTATO ELÉTRICO SPRAY TEKBOND) 4- PROCESSO DE MANUTENÇÃO (GRAXA DE CÁLCIO) 5- PROCESSO DE MANUTENÇÃO - (ÓLEO BÁSICO E ADITIVOS/MOBIL SUPER 2000 5W-30) 6- LIMPEZA DE PEÇAS (QUEROSENE) 7- PROCESSO DE MANUTENÇÃO (ÓLEO PARA COMPRESSOR) Para um resultado real da exposição ocupacional ao risco a empresa deve realizar a quantificação dos agentes químicos, para reconhecer a concentração dos mesmos no ambiente. Segundo os preceitos da NR 06 e NR 09 cabe a empresa realizar estudos com possibilidade de eliminação ou minimização dos agentes ambientais mencionados neste documento. Além disso, que sejam realizados planejamentos com a finalidade de implantação de equipamentos de proteção coletiva - EPC. E, até que se comprove a inviabilidade técnica dessas adoções ou quando insuficiente, faz-se obrigatório o uso dos EPI conforme descritos na planilha de risco por função deste documento. ANEXO 12 - POEIRAS MINERAIS (NÃO IDENTIFICADO) AGENTES QUÍMICOS POEIRAS DE ASBESTO, MANGANÊS E SEUS COMPOSTOS E SÍLICA LIVRE CRISTALIZADA. 26/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 ANEXO 13 - AGENTES QUÍMICOS (NÃO IDENTIFICADO) AGENTES QUÍMICOS, NÃO RELACIONADOS NOS ANEXOS 11 E 12. ANEXO 14 - AGENTES BIOLÓGICOS (NÃO IDENTIFICADO) AGENTES PATOGÊNICOS COMO VÍRUS, BACTÉRIAS, PROTOZOÁRIOS, FUNGOS, ETC. 27/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 12. ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES E METAS DE AVALIAÇÃO E CONTROLE Para manter a implementação deste programa elaborou-se o cronograma de ações, com metas e prioridades, onde as metas são os objetivos a serem atingidos dentro das ações desenvolvidas no PPRA. Quanto as prioridades, por meio do reconhecimento e avaliação de cada situação define-se o seguinte para cada ação: Prioridade Descricao Baixa Para as ações propostas de prioridade “Baixa” no cronograma de ações deste programa, a empresa deve realizar estudos visando à eliminação, minimização e/ou controledos riscos ambientais. Média Para as ações propostas de prioridade “Média” no cronograma de ações deste programa, a empresa deve realizar estudos visando à eliminação, minimização e/ou controle dos riscos ambientais á médio prazo. Alta Para as ações propostas de prioridade “Alta” no cronograma de ações deste programa, a empresa deve tomar as providências imediatas até que se elimine ou controle a iminência do risco. Portanto, deverá ser feita a leitura, com atenção especial ao cronograma de ação e implantação adiante. Salientando que deverão constar no cronograma as datas de previsão e por subsequência a data de execução de cada ação. Importante. O não preenchimento destas datas bem como a não execução dos itens estabelecidos no cronograma de ações poderão expor a empresa a notificações/penalizações por parte da fiscalização. 28/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 13. CRONOGRAMA DE AÇÃO E IMPLANTAÇÃO Ação Prioridade Meta Previsão Execução Responsável FORNECER EPI ADEQUADO AO RISCO, REGISTRAR O FORNECIMENTO, TREINAR QUANTO AO USO E CONSERVAÇÃO E FISCALIZAR SEU USO CONFORME DETERMINAÇÃO DA NR-6 - PORTARIA 3214/78 MÉDIA GARANTIR PROTEÇÃO ADEQUADA À INTEGRIDADE FÍSICA E SAÚDE DOS TRABALHADORES E CUMPRIR A LEGISLAÇÃO. MANTER ATUALIZADO A IMPLEMENTAÇÃO DA CIPA OU DESIGNADO CONFORME NR 05; MÉDIA MANTER IMPLEMENTAÇÃO DA CIPA DE ACORDO COM A NR 05 PROVIDENCIAR A QUANTIFICAÇÃO DOS AGENTES AMBIENTAIS, CONFORME NR 15 PORTARIA 3214/78. MÉDIA VERIFICAR A REAL EXPOSIÇÃO DOS COLABORADORES AO AGENTE DE RISCO, IDENTIFICANDO SE O MESMO ESTÁ OU NÃO ACIMA DO LIMITE DE TOLER NCIA ESTABELECIDO, A FIM DE, REALIZAR MEDIDAS DE CONTROLES ADEQUADAS. PROVIDENCIAR ORDEM DE SERVIÇO E INTEGRAÇÃO DE SEGURANÇA DO TRABALHO PARA OS NOVOS FUNCIONÁRIOS, CONFORME NR01 DA PORTARIA 3.214/78. MÉDIA APRESENTAR AOS COLABORADORES OS RISCOS DE SUAS ATIVIDADES, BEM COMO AS MEDIDAS DE SEGURANÇA DETERMINADAS PELA EMPRESA. 29/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 14. OBSERVAÇÕES Do responsável pelo PPRA - NÃO OBSTRUIR OS EQUIPAMENTOS DE COMBATE A INCÊNDIO DA EMPRESA; - FUMAR APENAS EM LOCAIS DETERMINADOS FORA DA ÁREA PRODUTIVA; - NÃO SOBRECARREGAR TOMADAS ELÉTRICAS UTILIZANDO-SE DE BENJAMINS OU DISPOSITIVAS SEMELHANTES; - NÃO DEIXAR FIOS DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS/ELETRÔNICOS SOLTOS E/OU EM LOCAL DE TRÂNSITO DE PESSOAS, SENDO NECESSÁRIO QUE OS MESMOS SEJAM FIXADOS ADEQUADAMENTE DENTRO DAS POSSIBILIDADES DA EMPRESA; - AO TÉRMINO DE UTILIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS ENERGIZADOS, CERTIFICAR QUE OS MESMOS NÃO PERMANECERAM CONECTADOS A TOMADAS ELÉTRICAS; - COLABORAR COM A LIMPEZA E ORGANIZAÇÃO DO SETOR DE TRABALHO; - ATENTAR-SE AOS QUESITOS BÁSICOS DE HIGIENE PESSOAL; - EM CASO DE ACIDENTE, COMUNICAR O ENCARREGADO IMEDIATAMENTE PARA QUE SEJAM TOMADAS AS DEVIDAS PROVIDÊNCIAS, ONDE OS MESMOS DEVERÃO COMUNICAR AO DIRETOR DA EMPRESA; - NO CASO DE ACIDENTE FATAL DEVERÁ ISOLAR O LOCAL DIRETAMENTE RELACIONADO AO ACIDENTE, MANTENDO SUAS CARACTERÍSTICAS ATÉ A LIBERAÇÃO DAS AUTORIDADES COMPETENTES. E INFORMAR AO ENCARREGADO; - SOMENTE PESSOAS TREINADAS EM PRIMEIROS SOCORROS PODERÃO FAZER ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA; - ORIENTAR NOVOS FUNCIONÁRIOS QUANTO AOS PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA E HIGIENE OCUPACIONAL ESTABELECIDOS PELA EMPRESA. Da empresa 30/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 15. TERMO DE ENCERRAMENTO Este documento poderá ser validado no site: https://web.grupomednet.com.br na área do cliente e/ou utilizando o QR Code, que consta na capa. O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA, poderá sofrer modificações sempre que houver alterações nas informações aqui registradas. Responsável técnico Responsável pela empresa pela elaboração 31/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 APÊNDICE A - OBRIGATORIEDADE DO PLANO DE CONTINGÊNCIA – COVID-19 ATRAVÉS DA NT 14127/2021 A Portaria Conjunta N° 20 publicada em 18 de Junho de 2020 trás a obrigatoriedade das empresas implantarem o Plano de Contingência a fim de evitar a disseminação do vírus no ambiente de trabalho. O Plano de contingência traz as informações sobre medidas de controle, mapeamento de casos confirmados, suspeitos, contactantes e outras informações que estão ligadas ao COVID-19. Todas as empresas em funcionamento devem ter disponível o Plano de contingência eficaz em atendimento a Portaria Conjunta N°20 tanto para os trabalhadores quanto para os órgãos fiscalizadores. Esta Portaria Conjunta N° 20 permanece em vigor desde a sua publicação. Conforme publicado a Nota Técnica SEI N° 14127/2021/ME pelo Ministério da Econômia no dia 31 de Março de 2021 com objetivo de estabelecer obrigações aos empregadores e orientar os Auditores-Fiscais do Trabalho sobre as exigências legais para mitigar o COVID-19 no ambiente de trabalho. Em 18 de Junho de 2020 foi publicado a Portaria Conjunta SEPRT/MS 20/2020 que passou a ser a Norma que determina as medidas necessárias a serem observadas pelas organizações visando prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da COVID-19 nos ambientes de trabalho, cabendo destacar o disposto nos itens 1.1 e 1.1.1: 1.1 A organização deve estabelecer e divulgar orientações ou protocolos com a indicação das medidas necessárias para prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da COVID-19 nos ambientes de trabalho. 1.1.1 As orientações ou protocolos devem estar disponíveis para os trabalhadores e suas representações, quando solicitados. O Plano de Contingência COVID-19 foi estabelecido pela Portaria Conjunta SEPRT/MS 20/2020 e de acordo com a Nota Técnica publicada 31 de Março 2021 reforça a obrigatoriedade das organizações promoverem a implantação e gestão do Plano de Contingência COVID-19. As medidas de controle contra COVID-19 não deve ser tratado dentro do PCMSO conforme menciona a Nota Técnica; “Dessa maneira, as medidas de prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da COVID-19 em ambientes de trabalho se encontram determinadas na Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020, não havendo obrigação legal que imponha a inclusão das medidas para prevenção da COVID-19 no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). Essas medidas devem ser descritas em orientações ou protocolos específicos nos termos da referida Portaria.” Outro ponto importante que a Nota Técnica deixa claro é que a emissão de CAT deverá levar em conta todos os parâmetros descritos em instruções específicas para CAT. Porém a empresa que não possuir um Plano de Contingência Covid-19 ativo, além de sofrer penalidades em fiscalizações trabalhistas, poderá perder processos trabalhistas e previdenciários onde o trabalhador possa pleitear indenizações por contagio do COVID-19 no ambiente de trabalho. O que poderá ser usado como defesa do empregador é o Plano de Contingência em sua totalidade com todos os formulários 32/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 devidamente preenchidos. Notamos que a partir desta Nota Técnica os Auditores-Fiscais durante fiscalizações pedirá PPRA, PCMSO, ASO, Plano de Contingência COVID-19 entre outros documentos pertinentes no ato da fiscalização. Desta forma o Plano de Contingência se faz indispensável para qualquer organização. 33/34 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAISMECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 ANEXO NOTA TÉCNICA SEI Nº 14127/2021/ME 01 - CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO DO SONÔMETRO 02 - CERTIFICADO PROFISSIONAL PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS MECHATRONICS INSTRUMENTACAO E AUTOMACAO INDUSTRIAL - 09.397.327/0001-13 | UNIDADE- MESSER GASES LTDA. - 60.619.202/0039-10 CÓDIGO PPRA: 15279.6.3 34/34 ANEXOS – CERTIFICADO PROFISSIONAL MINISTÉRIO DA ECONOMIA Secretaria Especial de Previdência e Trabalho Secretaria de Trabalho Subsecretaria de Inspeção do Trabalho Coordenação-Geral de Segurança e Saúde no Trabalho Coordenação de Normatização e Registro Nota Técnica SEI nº 14127/2021/ME Assunto: Orientações sobre a elaboração de documentos e adoção de medidas de segurança e saúde no trabalho, frente ao risco de contaminação por coronavírus no ambiente laboral. Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20, de 18 de junho de 2020, Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), exames médicos ocupacionais, afastamento de trabalhadores, Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) e COVID-19. I. INTRODUÇÃO 1. É notório que a pandemia decorrente do novo coronavírus trouxe impactos significativos, das mais diversas ordens, à sociedade mundial. Um desses impactos diz respeito ao mundo do trabalho. A realidade imposta pela pandemia trouxe novas responsabilidades e obrigações para trabalhadores e empregadores. No Brasil, a aplicação das medidas para prevenção e controle da transmissão da COVID-19 nos ambientes laborais encontra-se estabelecida na Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20, de 18 de junho de 2020. 2. Nesse cenário, diversos questionamentos surgem acerca do planejamento, adoção e fiscalização dessas medidas, especialmente no que diz respeito à elaboração de documentos e necessidade de sua inclusão no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), ao afastamento e à testagem de trabalhadores, à emissão de Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT) em casos identificados de COVID-19, entre outras. 3. Assim, diante das dúvidas suscitadas, cabe esclarecer o que segue a fim de promover a uniformização de procedimentos a respeito desse tema. II. DA ANÁLISE 4. Preliminarmente, cumpre fixar a competência deste órgão para tratar da matéria objeto de análise. 5. A Constituição Federal de 1988 atribui à União a competência para legislar sobre direito do trabalho (art. 22), e, mais especificamente, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei n.º 5.452, de 1º de maio de 1943, atribui ao Ministério do Trabalho a competência para estabelecer normas sobre a aplicação dos preceitos de segurança e saúde no trabalho estabelecidos nesse código, especialmente os referidos no art. 200: SEI/ME - 14645251 - Nota Técnica https://sei.economia.gov.br/sei/controlador.php?acao=documento_impr... 1 of 10 01/04/2021 08:47 Art. 155 - Incumbe ao órgão de âmbito nacional competente em matéria de segurança e medicina do trabalho: I - estabelecer, nos limites de sua competência, normas sobre a aplicação dos preceitos deste Capítulo, especialmente os referidos no art. 200; (grifou-se) II - coordenar, orientar, controlar e supervisionar a fiscalização e as demais atividades relacionadas com a segurança e a medicina do trabalho em todo o território nacional, inclusive a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho; III - conhecer, em última instância, dos recursos, voluntários ou de ofício, das decisões proferidas pelos Delegados Regionais do Trabalho, em matéria de segurança e medicina do trabalho. Art. 200 - Cabe ao Ministério do Trabalho estabelecer disposições complementares às normas de que trata este Capítulo, tendo em vista as peculiaridades de cada atividade ou setor de trabalho, especialmente sobre: (...) (grifou-se) 6. Cumpre observar que as atribuições do extinto Ministério do Trabalho foram absorvidas, em razão da matéria, pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, conforme Decreto nº 9.745, de 08 de abril de 2019. 7. A matéria referente à segurança e saúde no trabalho é destacada no próprio Decreto nº 9.745/2019, especialmente nos arts. 71, 78 e 79, que tratam, respectivamente, das competências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, da Secretaria de Trabalho e da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho: Art. 71. À Secretaria Especial de Previdência e Trabalho compete: I - editar os atos normativos relacionados ao exercício de suas competências; II - supervisionar as seguintes matérias de competência do Ministério: a) previdência e legislação do trabalho; b) combate a fraudes, fiscalização e inspeção do trabalho, inclusive do trabalho portuário, e aplicação das sanções previstas em normas legais ou coletivas; ... f) segurança e saúde no trabalho; ... IV - supervisionar as Superintendências Regionais do Trabalho e as entidades vinculadas à Secretaria Especial da Previdência e Trabalho; V - editar as normas de que trata o art. 200 do Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943 - Consolidação das Leis do Trabalho; Art. 78. À Secretaria de Trabalho compete: ... III - formular e propor as diretrizes e as normas referentes à segurança e à saúde do trabalhador; ... VIII - coordenar as Superintendências Regionais do Trabalho, em articulação com as demais unidades das Secretarias Especiais que utilizem a estrutura descentralizada das Superintendências; ... X - prestar apoio à edição das normas de que trata o art. 200 do Decreto-Lei nº 5.452, de 1943 - Consolidação das Leis do Trabalho; XI - deliberar, em instância final, sobre diretrizes e normas de atuação da área de segurança e saúde do trabalhador; e (grifou-se) ... Art. 79. À Subsecretaria de Inspeção do Trabalho compete: I - formular e propor as diretrizes da inspeção do trabalho, inclusive do trabalho portuário, de maneira a priorizar o estabelecimento de política de combate ao trabalho forçado e infantil e a todas as formas de trabalho degradante; SEI/ME - 14645251 - Nota Técnica https://sei.economia.gov.br/sei/controlador.php?acao=documento_impr... 2 of 10 01/04/2021 08:47 II - formular e propor as diretrizes e as normas de atuação da área de segurança e saúde do trabalhador; (grifou-se) 8. No âmbito da competência em destaque, e considerando o advento da pandemia causada pelo novo coronavírus, a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, em conjunto com o Ministério da Saúde, publicou a Portaria Conjunta nº 20/2020, definindo medidas a serem observadas pelas organizações visando à prevenção, controle e mitigação dos riscos da COVID-19 em ambientes de trabalho, de forma a preservar a segurança e a saúde dos trabalhadores. 9. No que tange à fiscalização do cumprimento de obrigações trabalhistas, a Convenção 81 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ratificada pelo Brasil, prevê que cada membro da Organização deverá manter um sistema de inspeção do trabalho encarregado de assegurar a aplicação das disposições legais relativas às condições de trabalho e à proteção dos trabalhadores no exercício de sua profissão. 10. Nesse sentido, a Constituição Federal de 1988 atribui à União a competência para manter, organizar e executar a inspeção do trabalho (art. 21). No mesmo sentido também determina a CLT, inclusive, no tocante às questões atinentes à segurança e à saúde do trabalhador: Art. 156 - Compete especialmente às Delegacias Regionais do Trabalho, nos limites de sua jurisdição: I - promover a fiscalização do cumprimento das normas de segurança e medicina do trabalho; (grifou-se) II - adotar as medidas que se tornem exigíveis, em virtude das disposições deste Capítulo, determinando as obras e reparos que, em qualquer local de trabalho, se façam necessárias;III - impor as penalidades cabíveis por descumprimento das normas constantes deste Capítulo, nos termos do art. 201. 11. Complementarmente, o Decreto nº 4.552, de 27 de dezembro de 2002, que aprovou o Regulamento da Inspeção do Trabalho, confere aos Auditores-Fiscais do Trabalho a competência administrativa de averiguar e analisar situações nos locais de trabalho com risco potencial de gerar doenças ocupacionais ou acidentes do trabalho, determinando as medidas preventivas necessárias. 12. Isto posto, resta evidente a competência desta Pasta para a matéria referente à segurança e saúde ocupacional, quer seja para fins de sua regulamentação, quer seja para fiscalização de seu cumprimento pelo administrado. Nesses termos, passa-se a discorrer acerca dos assuntos que seguem. 1. PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL (PCMSO) 13. O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) é obrigatório para as organizações, segundo a Norma Regulamentadora nº 07 (NR 07), originalmente publicada pela Portaria MTb nº 3.214, de 08 de junho de 1978. 14. No entanto, esse programa não se constitui na única medida de gestão de saúde a ser adotada pela organização, sendo, na verdade, parte integrante de um conjunto de iniciativas a serem adotadas, conforme definição da própria norma: 7.2.1 O PCMSO é parte integrante do conjunto mais amplo de iniciativas da empresa no campo da saúde dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas demais NR. 15. Desta feita, em se tratando de saúde do trabalhador, além do PCMSO, outros programas e medidas devem ser implantados pelo empregador, de acordo com os normativos respectivos, a exemplo do Programa de Conservação Auditiva (PCA), do Programa de Proteção Respiratória (PPR) e, mais recentemente, em função da pandemia do novo coronavírus, das medidas determinadas na Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020. Programas de promoção à saúde, mesmo não relacionados aos riscos ocupacionais, como programas voltados para o controle de obesidade e de hipertensão arterial entre os SEI/ME - 14645251 - Nota Técnica https://sei.economia.gov.br/sei/controlador.php?acao=documento_impr... 3 of 10 01/04/2021 08:47 trabalhadores, podem ser implementados pelas organizações e também são complementares ao PCMSO. 16. No contexto em tela, enfatiza-se que a Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020 é a norma que determina as medidas necessárias a serem observadas pelas organizações visando prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da COVID-19 nos ambientes de trabalho, cabendo destacar o disposto nos itens 1.1 e 1.1.1: 1.1 A organização deve estabelecer e divulgar orientações ou protocolos com a indicação das medidas necessárias para prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da COVID-19 nos ambientes de trabalho. 1.1.1 As orientações ou protocolos devem estar disponíveis para os trabalhadores e suas representações, quando solicitados. 17. Além de determinar a obrigatoriedade de elaboração e divulgação de orientações ou protocolos, a Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020 define um rol de medidas gerais a serem adotadas pelos empregadores, por meio de capítulos específicos dispondo sobre: conduta em relação aos casos suspeitos e confirmados da COVID-19 e seus contatantes; higiene das mãos e etiqueta respiratória; distanciamento social; higiene, ventilação, limpeza e desinfecção dos ambientes; trabalhadores do grupo de risco; Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e outros equipamentos de proteção; refeitórios; vestiários; transporte de trabalhadores fornecido pela organização; Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) e Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e medidas para retomada das atividades. 18. Salienta-se que, para a publicação dessa Portaria Conjunta, a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho e o Ministério da Saúde atenderam as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da OIT sobre as medidas de prevenção e controle da COVID-19. 19. Cabe destacar que o documento da OMS, atualizado em 04 de novembro de 2020, intitulado Considerations for implementing and adjusting public health and social measures in the context of COVID-19 (Interim guidance)[1], cita a importância da adoção de medidas sociais e de saúde pública, ali definidas como: “medidas de proteção pessoal (como higiene das mãos, etiqueta respiratória, uso de máscara); medidas ambientais (como limpeza, desinfecção, ventilação), medidas de vigilância e resposta (incluindo rastreamento de contato, isolamento e quarentena); medidas de distanciamento físico (por exemplo, limitar o tamanho das reuniões, manter distância em locais públicos ou de trabalho, restrições de movimento doméstico); e medidas relacionadas a viagens internacionais.” Exceto pelas medidas relacionadas a viagens internacionais, que estão fora do escopo normativo em comento, todas as medidas sugeridas pela OMS nesse documento estão contempladas na Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020. 20. Quando aborda os ambientes de trabalho, a OMS, por meio do documento Considerations for public health and social measures in the workplace in the context of COVID-19[2], de 10 de maio de 2020, orienta que “os trabalhadores que não estão bem ou que desenvolveram sintomas consistentes com COVID-19 devem ser incentivados a ficar em casa, isolar-se e entrar em contato com um profissional médico ou com o sistema local de informação sobre COVID-19 para obter aconselhamento sobre testes e encaminhamento”. 21. Do mesmo modo, a OIT, no documento Prevention and Mitigation of COVID-19 at Work – Action Checklist[3], de 09 de abril de 2020, estabeleceu um checklist como “ferramenta de gestão para implementar ações práticas para mitigar a propagação da pandemia de COVID-19 no local de trabalho”, sendo que os itens ali citados estão previstos na Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020. 22. Dessa maneira, as medidas de prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da COVID-19 em ambientes de trabalho se encontram determinadas na Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020, não havendo obrigação legal que imponha a inclusão das medidas para prevenção da COVID-19 no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). Essas medidas devem ser descritas em orientações ou protocolos específicos nos termos da referida portaria. 2. EXAMES MÉDICOS OCUPACIONAIS SEI/ME - 14645251 - Nota Técnica https://sei.economia.gov.br/sei/controlador.php?acao=documento_impr... 4 of 10 01/04/2021 08:47 23. A respeito de exames médicos ocupacionais exigíveis, cabe esclarecer que esses se encontram estipulados na NR 07: 7.4.1 O PCMSO deve incluir, entre outros, a realização obrigatória dos exames médicos: a) admissional; b) periódico; c) de retorno ao trabalho; d) de mudança de função; e) demissional. 24. Já os exames médicos complementares são aqueles especificamente definidos na NR 07 e seus Anexos: 7.4.2 Os exames de que trata o item 7.4.1 compreendem: a) avaliação clínica, abrangendo anamnese ocupacional e exame físico e mental; b) exames complementares, realizados de acordo com os termos específicos nesta NR e seus anexos. 25. Ainda segundo a NR 07, outros exames complementares podem ser realizados em circunstâncias específicas, para avaliar o funcionamento de órgãos ou sistemas orgânicos, em relação à exposição dos trabalhadores a agentes ambientais nocivos: 7.4.2.3 Outros exames complementares usados normalmente em patologia clínica para avaliar o funcionamento de órgãos e sistemas orgânicos podem ser realizados, a critério do médico coordenador ou encarregado, ou por notificação do médico agente da inspeção do trabalho, ou ainda decorrente de negociação coletiva de trabalho. 26. Aqui, cabe destacar o posicionamento de organismos internacionais sobre a realização de testagem detrabalhadores para COVID-19 pelas organizações. Quando aborda os ambientes de trabalho, a OMS, por meio do documento Considerations for public health and social measures in the workplace in the context of COVID-19, citado acima, não faz qualquer referência à testagem compulsória de trabalhadores pelas organizações, mas orienta a incentivar o trabalhador a procurar atendimento médico no caso de sintomas compatíveis com COVID-19. 27. Do mesmo modo, a OIT, no documento Safe Return to Work: Ten Action Points – Practical Guidance[4], de maio de 2020, não inclui a testagem de trabalhadores como uma das medidas a serem tomadas pelas organizações. Por outro lado, o texto cita a necessidade de ações como: “Monitorar o estado de saúde dos trabalhadores, desenvolver protocolos para casos de contágio suspeito e confirmado e fornecer proteção de dados médicos e privados, de acordo com as leis e orientações nacionais”. Essas medidas encontram-se previstas na Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020. 28. Conforme acima explanado, os testes sorológicos ou moleculares para COVID-19 não se enquadram entre os exames médicos complementares que devam ser incluídos no PCMSO, pois não estão previstos nos itens da NR 07. 29. A testagem de trabalhadores para COVID-19, quando realizada a critério da organização, deve seguir as recomendações do Ministério da Saúde, conforme também previsto pela Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020: 12.1.1.1 Quando adotada a testagem de trabalhadores, esta deve ser realizada de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde em relação à indicação, metodologia e interpretação dos resultados. 30. Ainda nos termos da NR 07, em relação aos exames médicos ocupacionais de retorno ao trabalho, estes devem ser realizados em situações bem estabelecidas: 7.4.3.3 No exame médico de retorno ao trabalho, deverá ser realizada obrigatoriamente no primeiro dia da volta ao trabalho de trabalhador ausente por período igual ou superior a 30 (trinta) dias por motivo de doença ou acidente, de natureza ocupacional ou não, ou parto. SEI/ME - 14645251 - Nota Técnica https://sei.economia.gov.br/sei/controlador.php?acao=documento_impr... 5 of 10 01/04/2021 08:47 31. Portanto, pela literalidade da norma, se o afastamento do trabalhador, relacionado a COVID, seja por quarentena ou isolamento, for menor do que 30 dias, a organização não está obrigada a realizar o exame de retorno ao trabalho. Por outro lado, o exame de retorno ao trabalho deve ser realizado sempre que o afastamento do trabalhador se der por 30 dias ou mais, independentemente da causa do afastamento. 3. AFASTAMENTO DE TRABALHADORES PARA QUARENTENA OU ISOLAMENTO RELACIONADOS À COVID-19 32. O afastamento dos trabalhadores com quadros suspeitos ou confirmados de COVID-19, bem como dos contatantes de casos confirmados, assim como a duração desse afastamento, encontram-se expressamente determinados pela Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020, sendo de cumprimento obrigatório, a saber: 2.5 A organização deve afastar imediatamente os trabalhadores das atividades laborais presenciais, por quatorze dias, nas seguintes situações: a) casos confirmados da COVID-19; b) casos suspeitos da COVID-19; ou c) contatantes de casos confirmados da COVID-19. ... 2.5.3 Os contatantes que residem com caso confirmado da COVID-19 devem ser afastados de suas atividades presenciais por quatorze dias, devendo ser apresentado documento comprobatório. 33. Assim sendo, são notórias a obrigatoriedade de afastamento e a duração desse afastamento nos casos suspeitos ou confirmados de COVID-19, bem como dos contatantes de casos confirmados, informações que devem ser incluídas pelas organizações nas suas orientações ou procedimentos estabelecidos pela Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020. Desse modo, não cabe a determinação de prazos diferentes do previsto naquele documento legal, seja pela inspeção do trabalho ou por qualquer outro agente público, nas situações relacionadas à COVID-19. 34. Outrossim, quanto aos contatantes de casos suspeitos, a Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020 determina que a organização proceda o monitoramento da situação: 2.9 Os contatantes de caso suspeito da COVID-19 devem ser informados sobre o caso e orientados a relatar imediatamente à organização o surgimento de qualquer sinal ou sintoma relacionado à doença, descritos no item 2.2. 35. A partir do monitoramento dos contatantes de casos suspeitos, a organização deverá avaliar a conduta a ser adotada, atentando-se para a necessidade de reclassificação para caso suspeito em caso de sinais ou sintomas elencados no item 2.2 desse normativo. 36. A Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020 estabelece também a necessidade de a organização realizar uma busca ativa por casos suspeitos, definindo os procedimentos mínimos a serem adotados: 2.7 A organização deve estabelecer procedimentos para identificação de casos suspeitos, incluindo: a) canais para comunicação com os trabalhadores referente ao aparecimento de sinais ou sintomas compatíveis com a COVID-19, bem como sobre contato com caso confirmado ou suspeito da COVID-19, podendo ser realizadas enquetes, por meio físico ou eletrônico, contato telefônico ou canais de atendimento eletrônico; e b) triagem na entrada do estabelecimento em todos os turnos de trabalho, podendo utilizar medição de temperatura corporal por infravermelho ou equivalente, antes que os trabalhadores iniciem suas atividades, inclusive terceirizados. 2.8 A organização deve levantar informações sobre os contatantes, as atividades, o local de trabalho e as áreas comuns frequentadas pelo trabalhador suspeito ou confirmado da SEI/ME - 14645251 - Nota Técnica https://sei.economia.gov.br/sei/controlador.php?acao=documento_impr... 6 of 10 01/04/2021 08:47 COVID-19. 37. Frise-se ainda que, em caso de ocorrência de casos suspeitos ou confirmados da COVID-19, cabe à organização reavaliar as medidas de proteção adotadas, constituindo-se, portanto, em processo dinâmico: 2.10 A organização deve, na ocorrência de casos suspeitos ou confirmados da COVID-19, reavaliar a implementação das medidas de prevenção indicadas. 4. DEVERES DOS MÉDICOS COORDENADORES DO PCMSO OU RESPONSÁVEIS PELO EXAME MÉDICO DE TRABALHADORES 38. Quanto aos deveres dos médicos do trabalho e aqueles que atendem a trabalhadores, destaca-se que esses deveres são aqueles definidos pelo CFM, em especial os previstos na Resolução nº 2.183, de 21 de junho de 2018, e no Código de Ética Médica (CEM), previsto na Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, revisado pela Resolução CFM nº 2.217, de 27 de setembro de 2018, publicada no D.O.U. de 01 de novembro de 2018. Quando a NR 07 determina qualquer obrigação a essa categoria profissional, o faz em consonância com as determinações daquele Conselho. 39. A emissão de Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT) deve ser solicitada à organização pelo médico do trabalho quando este confirmar ou suspeitar que a COVID-19 de um trabalhador está relacionada ao seu trabalho, levando em consideração os art. 2º e 3º e respectivos incisos da Resolução supracitada. Destaca-se que o referido art. 2º proíbe que o médico do trabalho conclua sobre o caso analisado sem considerar, entre outros fatores, o estudo do local de trabalho e da organização do trabalho, os dados epidemiológicos e a literatura científica: Art. 2º Para o estabelecimento do nexo causal entre os transtornos de saúde e as atividades do trabalhador, além da anamnese, do exame clínico (físico e mental), de relatórios e dos exames complementares, é dever do médico considerar: I - a história clínica e ocupacional atual e pregressa, decisiva em qualquer diagnóstico e/ou investigação de nexo causal; II - o estudo do local de trabalho; III - o estudo da organização do trabalho; IV - os dados epidemiológicos; V - a literatura científica; VI - a ocorrência de quadroclínico ou subclínico em trabalhadores expostos a riscos semelhantes; VII - a identificação de riscos físicos, químicos, biológicos, mecânicos, estressantes e outros; VIII - o depoimento e a experiência dos trabalhadores; IX - os conhecimentos e as práticas de outras disciplinas e de seus profissionais, sejam ou não da área da saúde. Parágrafo único. Ao médico assistente é vedado determinar nexo causal entre doença e trabalho sem observar o contido neste artigo e seus incisos. (grifou-se) 40. Dessa forma, verifica-se se tratar de atuação fundamentada do médico do trabalho com base na realidade do estabelecimento atendido. Portanto, o médico não deve se basear apenas no diagnóstico de COVID-19 para solicitar a emissão da CAT. Nesse contexto, um dos pontos fundamentais a ser avaliado pelo médico do trabalho é o atendimento, pela organização, das exigências contidas na Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020. 41. A Nota Técnica SEI nº 56376/2020/ME, de 11 de dezembro de 2020, emitida pela Secretaria da Previdência do Ministério da Economia, esclareceu que a COVID-19 pode ser ou não caracterizada como doença ocupacional, necessitando de avaliação pericial pelo Serviço Pericial Federal para sua caracterização: ... à luz das disposições da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, a depender do contexto fático, a COVID-19 pode ser reconhecida como doença ocupacional... entretanto, será SEI/ME - 14645251 - Nota Técnica https://sei.economia.gov.br/sei/controlador.php?acao=documento_impr... 7 of 10 01/04/2021 08:47 a Perícia Médica Federal que deverá caracterizar tecnicamente a identificação do nexo causal entre o trabalho e o agravo, não militando em favor do empregado, a princípio, presunção legal de que a contaminação constitua-se em doença ocupacional. (grifou-se) 42. Impende ainda destacar que a CLT, em seu art. 169, é transparente ao definir que “a notificação das doenças profissionais e das produzidas em virtude de condições especiais de trabalho” deve ser feita em “conformidade com as instruções expedidas pelo Ministério do Trabalho” (atualmente, Ministério da Economia). Desta forma, não restam dúvidas que cabe a este Ministério, legalmente, a expedição de instruções sobre a citada notificação. 43. Quanto aos prontuários médicos dos trabalhadores, os mesmos são de responsabilidade do médico do trabalho coordenador do PCMSO. Os dados obtidos nos exames médicos, incluindo avaliação clínica e exames complementares, as conclusões e as medidas aplicadas deverão ser registradas nos prontuários dos trabalhadores, conforme a literalidade do item 7.4.5 da NR 07: 7.4.5 Os dados obtidos nos exames médicos, incluindo avaliação clínica e exames complementares, as conclusões e as medidas aplicadas deverão ser registrados em prontuário clínico individual, que ficará sob a responsabilidade do médico-coordenador do PCMSO. 44. Essa determinação da NR 07 está em consonância com a Resolução CFM nº 2.183/2018, art. 3º, inciso IV, que obriga o médico a registar no prontuário médico do trabalhador quando for solicitada a emissão de uma CAT à organização: Art. 3º Os médicos do trabalho e os demais médicos que atendem os trabalhadores de empresas e instituições, que admitem trabalhadores independentemente de sua especialidade, devem: ... IV - Notificar, formalmente, o empregador quando da ocorrência ou de sua suspeita de acidente ou doença do trabalho para que a empresa proceda a emissão de Comunicação de Acidente do Trabalho, devendo deixar registrado no prontuário do trabalhador. 45. Dessa forma, o médico responsável deve atender às determinações do CFM e da NR 07 em relação ao registro e emissão da CAT, procedendo com diligência sua análise sobre cada caso específico. III. CONCLUSÃO 46. Face ao exposto, com o intuito de harmonizar o entendimento acerca das exigências da Portaria Conjunta SEPRT/MS nº 20/2020, propõe-se o encaminhamento da presente Nota Técnica aos Auditores-Fiscais do Trabalho e à Secretaria de Trabalho com vistas a conferir-lhe ampla divulgação para o público em geral. 47. À consideração superior. Brasília, 31 de março de 2021. Documento assinado eletronicamente CARLOS EDUARDO FERREIRA DOMINGUES Auditor-Fiscal do Trabalho Documento assinado eletronicamente JOELSON GUEDES DA SILVA Coordenador de Normatização SEI/ME - 14645251 - Nota Técnica https://sei.economia.gov.br/sei/controlador.php?acao=documento_impr... 8 of 10 01/04/2021 08:47 De acordo. Encaminhe-se a SIT. Documento assinado eletronicamente RENATA MAIA BARBOSA NAMEKATA Coordenadora-Geral de Segurança e Saúde no Trabalho Substituta De acordo. Encaminhe-se aos Auditores-Fiscais do Trabalho e à Secretaria do Trabalho. Documento assinado eletronicamente ROMULO MACHADO E SILVA Subsecretário de Inspeção do Trabalho [1] https://www.who.int/publications/i/item/considerations-in-adjusting-public-health-and-social- measures-in-the-context-of-covid-19-interim-guidance [2] https://www.who.int/publications/i/item/considerations-for-public-health-and-social-measures-in-the- workplace-in-the-context-of-covid-19 [3] https://www.ilo.org/global/topics/safety-and-health-at-work/resources-library/publications /WCMS_741813/lang--en/index.htm [4] https://www.ilo.org/global/topics/safety-and-health-at-work/resources-library/publications /WCMS_745541/lang--en/index.htm Documento assinado eletronicamente por Romulo Machado e Silva, Subsecretário de Inspeção do Trabalho, em 31/03/2021, às 16:27, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015. Documento assinado eletronicamente por Renata Maia Barbosa Namekata, Auditor(a) Fiscal do Trabalho, em 31/03/2021, às 16:29, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015. Documento assinado eletronicamente por Joelson Guedes da Silva, Auditor(a) Fiscal do Trabalho, em 31/03/2021, às 22:14, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015. Documento assinado eletronicamente por Carlos Eduardo Ferreira Domingues, Auditor(a) Fiscal do Trabalho, em 31/03/2021, às 22:54, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015. SEI/ME - 14645251 - Nota Técnica https://sei.economia.gov.br/sei/controlador.php?acao=documento_impr... 9 of 10 01/04/2021 08:47 A auten cidade deste documento pode ser conferida no site h ps://sei.economia.gov.br /sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0, informando o código verificador 14645251 e o código CRC 7A4A2C53. Referência: Processo nº 19966.100344/2021-71. SEI nº 14645251 SEI/ME - 14645251 - Nota Técnica https://sei.economia.gov.br/sei/controlador.php?acao=documento_impr... 10 of 10 01/04/2021 08:47 PPRA 1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 2. ESTRUTURA DOCUMENTO 3. GLOSSÁRIO TÉCNICO, NORMATIVO LEGAL 4. ORIENTAÇÕES 5. DESCRIÇÃO DO PROGRAMA 6. DESENVOLVIMENTO DO PPRA 6.1. FLUXOGRAMA – METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO 7. DESCRIÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHO 8. QUADRO DE GHE (GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO) 9. AMBIENTE x GHE 10. RECONHECIMENTO DOS RISCOS (GHE – GRUPO HOMOGENEO DE EXPOSIÇÃO) 11. AVALIAÇÕES AMBIENTAIS 12. ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES E METAS DE AVALIAÇÃO E CONTROLE 13. CRONOGRAMA DE AÇÃO E IMPLANTAÇÃO 14. OBSERVAÇÕES 15. TERMO DE ENCERRAMENTO APÊNDICE C - AÇÕES PRIMÁRIAS DE SAÚDE ANEXO