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Aula 1 (Compactação do genoma e alterações do cromossomo).
· Genótipo → informação que será expressa.
· Ambiente influencia na expressão.
· Fenótipo são as características manifestadas.
1- Compactação começa na prófase
2- alcança a compactação máxima na metáfase
3- Acontece a separação na anáfase.
· Meiose 1 (separação de cromossomos homólogos)
· 1- Primeiro acontece o pareamento dos cromossomos homólogos na placa equatorial.
· Meiose 2 (separação de cromátides irmãs) 
· 
· Erro na meiose implica em mais ou menos cromossomos na célula → pode ocorrer monossomia ou trissomia → perda de um cromossomo/3 cópias de um mesmo cromossomo na célula. (Não disjunção).
Compactação do DNA
1- Oito histonas se juntam e o DNA se envolve nele, sendo fechada por outra proteína histona H1. (Nucleossomos) → (primeiro nível) → vários nucleossomos formam cromatinas.
2- os nucleossomos vão girar em espiral de 6 em 6 unidades → solenóide. (Segundo nível).
3- O solenóide interage em algum pontos com o arcabouço proteico formado de proteínas ácidas, formando as alças. (Terceiro nível).
4- Essas alças giram e se compactam ainda mais, formando os cromossomos. (Quarto nível).
· Na estrutura de um cromossomo os telômeros possuem função de proteção do cromossomo e sequências de DNA repetidos, uma diminuição dos telômeros resulta em apoptose celular, resultante da divisão celular.
· O fuso se liga a proteína cinetócora do cromossomo, para que ocorra a ligação dos fusos e separação das cromátides.
· Tipos de cromossomos
· Telocêntricos não são encontrados no cariótipo humano.
· Cariótipo é uma representação do genoma (cromossomos).
· Varia com o tamanho
· Todas as fêmeas inativam um cromossomo X ou então os excedentes→ Corpúsculo de barr → Parte mais escura → cromossomo X mais compactado.
· Mosaico quer dizer expressões genéticas diferentes → expressão do x materno em algumas células e paterno em outras → Essas células vão gerar filhas que vão inativar o X que foi inativado pela célula anterior (materna ou paterna).
· Fêmeas com essa condição são mosaicos, assim como o câncer.
· Essa compensação é aleatória e se dá do 13° ao 16° dia.
· Aumento do X → Aumento da deficiência intelectual.
· Humanos não tem euploidia compatíveis com a vida, apenas plantas.
· A triploidia é causada por dispermia (2 espermatozóides fecundam 1 óvulo) e erro na formação dos gametas.
· As triploidias são alterações no conjunto inteiro de cromossomos.
· A tetraploidia é causada por um erro na divisão celular.
· Aneuploidias são causadas por não disjunção meiótica
Relação Idade X alteração
· Com o passar da idade materna o risco de prole com trissomia aumenta, mais em torno dos 35 anos. Isso acontece pela hipótese do fuso meiótico não estar funcionando muito bem.
· A síndrome de down é a trissomia mais compatível com a vida → trissomia livre do 21.
· A Trissomia livre do 21 é decorrente da não disjunção na meiose.
· Pode ocorrer não disjunção na mitose, gerando mosaicos.
· As células geradas pelos gametas vão se dividir, ocorrendo erro na divisão mitótica fazendo com que haja um cromossomo a mais ou a menos → essa célula alterada vai gerar células também alteradas com maior número de cromossomos.
· 
· 3 mecanismos geram a síndrome de down → não disjunção meiótica (trissomia livre), a não disjunção mitótica (período da embriogênese) e a translocação robertsoniana.
Aula 2 (Alterações cromossômicas)
· A inativação do X é um mecanismo normal que ocorre em mulheres com dois cromossomos X (46,XX) para equilibrar a expressão gênica entre os sexos. No entanto, em algumas regiões do cromossomo X, existem genes que escapam da inativação e permanecem ativos em ambos os cromossomos X em mulheres com 46,XX. No caso da Síndrome de Turner, onde apenas um cromossomo X está presente, não ocorre inativação do X, pois não há um segundo cromossomo X para ser inativado. Isso significa que esses genes que normalmente seriam inativados no segundo cromossomo X não estão presentes e, portanto, não estão sendo expressos.
· Alterações não balanceadas envolvem perda ou ganho de material genético.
· As balanceadas não envolvem perda e ganho.
· Deleção pode causar monossomia parcial. Pode sofrer modificação e ficar em formato de anel.
· É de importância que os genes que sofreram deleção não carreguem informações para a produção de alguma coisa, caso contrário haverá uma síndrome de deleção. Se houver uma deleção na extremidade, indicar se foi no braço P ou Q.
· A duplicação pode gerar trissomia parcial.
· 
· Isocromossomos podem gerar trissomias de um dos braços e monossomia de outro braço → Síndrome de Turner.
· Os Isocromossomos são comuns em câncer.
· Ocorre na meiose 2?? de modo transversal. 
· Essa síndrome de Turner é 46 X iso XQ.
· Gera 2 gametas → PP e QQ → fecundação gera PPPQ ou QQQP.
· Na meiose os cromossomos se pareiam por complementaridade, fazendo com que haja em erro na meiose do indivíduo que sofreu inversão no cromossomo → gametas que vão carregar mais ou menos cromossomos → descendência não equilibrada.
· Translocação Recíproca → troca que um cromossomo doa parte de seu segmento e recebe outro de um outro cromossomo → quebra de cromossomos não homólogos com troca dos segmentos quebrados → a translocação recíproca é balanceada. 
· A translocação não permite um pareamento por complementaridade → O pareamento desses cromossomos na meiose se dá de forma quadrirradial, fazendo com que o crossing over seja realizado → determina se o indivíduo terá um desbalanceamento na prole ou não → formada 2 tipos de gametas → normais ou com translocação, porém balanceados.
· Indivíduos que carregam estes gametas sempre vão gerar proles balanceadas e não balanceadas (viável e inviável).
· Os cromossomos (13, 14, 15, 21 e 22) são acrocêntricos
· Translocação robertsoniana/Fusão cêntrica → Fusão dos braços longos de 2 cromossomos acrocêntricos na região do centrômero → ocorre a perda dos telômeros durante a fusão.
· LEMBRE-SE QUE QUANDO SE FORMA UM CROMOSSOMO ACROCÊNTRICO ELE VALE POR 1, OU SEJA, EM UMA MITOSE SE TIVER ELE + GAMETA FEMININO SERA 45 CROMOSSOMOS E NAO 46	.
45 XX- Robert- 14Q 21Q (translocação). Existem 45 cromossomos, mas todos eles estão em dose dupla.
· O pareamento dos cromossomos derivados da translocação Rob é feito por complementaridade → 21 com 21 e 14 com 14 ímpar→ gera gametas não balanceados.
· Essa segregação pode gerar a trissomia do 21 ou monossomia do 14 → pode gerar o inverso.
· A mãe que tem 45 cromossomos nem sempre leva ao genótipo alterado.
· A pessoa resultado que é resultado do gameta com essa translocação robertsoniana vai gerar prole com cariótipo alterado, mas fenotipicamente normal.
Essa mulher que teve a prole com síndrome de down pode ter abortos, filhos com síndrome, ou filhos com prole normal.
Aula 3 (herança monogênica)
“A e a” são representações de um alelo dentro de um gene → a combinação de alelos determina o genótipo de um indivíduo.
· Alelo é a forma alternativa de um gene → variação na sequência de DNA que surgiu por eventos mutacionais (deleção, inversão, etc..).
· A perda de alelo é relacionada a recessividade.
· Alelo recessivo é manifestado por homozigoto com cópia não funcional do gene, resultando em perda de função da proteína.
· O recessivo precisa de duas cópias para se manifestar, o dominante basta uma cópia → distúrbio dominante.
· Dominante= normal (A) → recessivo = perda de função (a).
· Prejudicar a função da proteína → função da célula → alteração fenotípica.
· Herança mendeliana/monogênica
· Distúrbios monogênicos → são raros → se manifestam na infância.
· Dominante X recessivo → proteína funcional X perda de função da proteína.
· O fenótipo final desse indivíduo é normal por ter um gene que irá gerar uma proteína funcional.
· Alteração de base gera alteração na proteína produzida → perda de função + outra perda = homozigoto.
Distúrbios monogênicos são normalmente distúrbios que apresentam padrões específicos que vão depender de dois fatores → localonde o gene se encontra (autossomica ou ligada ao sexo). o segundo fator é o fenótipo → combinação de alelos que o indivíduo apresenta o efeito desses alelos na função da proteína e da célula.
Cruzamento e possibilidades → homozigoto dominante 25%, heterozigoto 50%, homozigoto recessivo 25%.
Acúmulo de substâncias tóxicas.
 
A gravidade da doença na mulher vai depender se o X dominante ou recessivo estará ou não ativado.
Distúrbio ligado ao X dominante.
Distúrbio ligado ao X recessivo.
Padrões não clássicos
Indivíduos afetados com pelo menos um genitor afetado.
· Nesse heredograma existe salto de gerações.
· O indivíduo afetado é filho de pais saudáveis.
· Essa herança é autossômica dominante.
· É explicado por indivíduos de estatura normal com filho acondroplásico → Ocorreu uma nova mutação na gametogênese por parte da mãe ou do pai.
A maior parte dos acondroplásicos são filhos de pais com genótipos normais → é um distúrbio que reduz a adaptabilidade → em homozigose essa condição é fatal.
Nesse caso é considerado uma característica autossômica dominante, onde há uma penetrância reduzida → indivíduos que apresentam o genótipo da doença não o manifestam.
. 
Caso de mutação nova → polidactilia → NESSE HEREDOGRAMA.
Aula 5 (Câncer)
· Ocorre a partir de alterações do DNA, desencadeando processos de fuga de apoptose e descontrole da divisão celular.
· Cancer é uma doença multifatorial =resultado do ambiente+genética → influência ambiental.
Fatores que alteram alterações na expressão dos genes.
· A célula pode estar em diferentes estados
· 
Existem momentos em que o ciclo para e dá um check-out, se estiver certo é morte e se estiver certo segue em frente. 
Mutações que alteram a expressão de alguns genes → isso vai gerar um excesso de proliferação.
· A alteração de formação de tumor decorre da mutação em genes que tenham função e que afetem a proliferação. Mutações que afetam a taxa de mutação. E por último a mutação em genes que afetam a taxa de apoptose.
· As mutações podem ocasionar novas mutações, onde as células filhas vão ter as características de mutação da célula mãe.
· Essas células podem fugir da apoptose.
· 5% é hereditário
· Para que o câncer passe para a prole ele precisa estar presente na linhagem germinativa.
· Proto Oncogenes são genes que estão envolvidos na proliferação (função de crescimento) → estimula divisão celular, atua na diferenciação e ativa mecanismos anti apoptose.
· A supressão de tumores está envolvida na redução da proliferação.
· Fator de crescimento estimula a divisão (ligante)
· Esses ligantes se ligam aos receptores dos fatores de crescimento, ativando genes que incitam a proliferação.
· As proteínas de transdução e sinal que vem do núcleo estão acopladas ao receptor, e vão realizar a ativação dos genes que são codificadas por proto oncogenes.
· Mutação nos proto oncogenes fazem eles se tornarem oncogenes → mutação dominante.
· Mutação em procto-oncogenes é apenas somático.
· Na presença de um fator de crescimento o receptor ativa a proteína de transdução de sinal, gerando sinalização para o núcleo para a produção de proteínas importantes para a proliferação.
· 
- Um ligante se liga a um receptor de membrana associado à proteína Ras.
- A ligação do ligante ao receptor causa uma mudança conformacional no receptor.
- O receptor recruta proteínas adaptadoras, como Grb2 e SOS, formando um complexo multiproteico.
- O complexo multiproteico recruta a proteína Ras à membrana plasmática.
- A proteína SOS catalisa a troca de GDP por GTP em Ras.
- Ras ativada (ligada a GTP) interage com proteínas efetoras.
- A ativação de Ras é regulada por proteínas GAPs, que promovem a hidrólise de GTP para GDP, inativando Ras.
- A inativação de Ras encerra a sinalização celular.
Procto-oncogenes tem função anti apoptótica.
Supressores de tumores mantêm a taxa de mutação baixa.
Procto-oncogenes são expressos no nível basal.

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