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Universidade Santa Cecília - Educação a Distância Estágio Remoto – Estudo de Caso Estágio Curricular Supervisionado em Gestão de Espaços Não Formais Situação problema: Como promover a inclusão social e a formação integral de jovens com deficiência em um centro esportivo, considerando as limitações estruturais e financeiras da instituição e a falta de formação dos professores em relação à inclusão? Imagine que você é um pedagogo que atua como gestor em um centro esportivo que oferece atividades para jovens com e sem deficiência. Você sabe que a inclusão social é fundamental para a formação integral desses jovens, mas enfrenta desafios para promovê-la em sua instituição. Por um lado, a estrutura física do centro esportivo não é adequada para atender às necessidades específicas de jovens com deficiência, o que limita a participação desses jovens nas atividades oferecidas. Além disso, a instituição tem recursos financeiros limitados, o que dificulta a adoção de medidas que poderiam tornar o ambiente mais inclusivo. Por outro lado, os professores e monitores que atuam no centro esportivo têm pouca formação em relação à inclusão, o que pode resultar em práticas pedagógicas que não levam em consideração as necessidades e especificidades dos jovens com deficiência. O desafio que você precisa enfrentar é promover a inclusão social e a formação integral dos jovens com deficiência em um ambiente esportivo que ainda é pouco inclusivo, considerando as limitações estruturais e financeiras da instituição e a falta de formação dos professores em relação à inclusão. Resolução do Estudo de Caso: Partindo do princípio do que estabelece a Constituição Brasileira “o direito de as pessoas com necessidades especiais receberem educação, preferencialmente, na rede regular de ensino (inciso III do art.208 da CF), destaca-se a importância pedagógica para o sucesso e permanência dos alunos, que apresentam deficiência, no espaço escolar. A inclusão social é um direito fundamental de todos os indivíduos na sociedade, independente de suas limitações físicas, intelectuais, mentais, com atraso neuropsicomotor, como também atitudes antissociais. Ao receber um aluno com que possua um diagnóstico com necessidades especiais, o profissional da educação, juntamente com a família, deverá conhecer todo histórico do aluno, para que possa auxiliá-lo nas dificuldades. É um processo desafiador, que exige do profissional preparação, conhecimento, muito estudo e, muito amor, pois, às vezes a estrutura física da escola é muito limitada e falta acessibilidade para desenvolver determinadas ações. Mas, as limitações não poderão impedir a realização de trabalho compensador na vida dessas crianças. Considerando, ainda, a falta de formação de professores para atuarem com alunos especiais, o que tem gerado polêmica, torna-se imprescindível focalizar esse tema na preparação de professores para receberem em sala de aula alunos com necessidades educativas especiais. Não há como incluir alunos com diagnóstico para acompanhamento especial sem apoio especializado que ofereça ao jovem portador de necessidades inclusão na sociedade. Entretanto, para que a inclusão de fato se concretize, é necessário que os professores estejam preparados para lidar com esse tipo de situação. Conclui-se que, é preciso ter em mente, que além de assegurar e promover condições de igualdade o jovem com deficiência seja acolhido e se sinta seguro na escola, para que possa ter melhor qualidade de vida além dos muros da escola.