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Licensed to Rhanna Freitas de Carvalho de Almeida - rhanninha.freitas@gmail.com - HP10916497029804 Cardio - exame físico Palpação DOICA • comas polpas digitais em decúbito dorsal edecúbitolateral esquerdo • verifica -se : → localização → extensão → amplitude (força) → duração INSPECÇÃO • Paciente em decúbito dorsal / examinador do lado direito com olhar tangencial simétrico Abaulamento simetria DOTÓRAX Assimétrico retração cicatrizes * Alterações DOICA Pesquisado impulso cardíaco apical (ICA) iictuscordis • localização : lateralmente e interiormente em hiper- • localizado nohemitórax esquerdo , entre 04:c ÉEIE, na propiciou dilatação DOVE tinha hemiclavicularouapocmdalinhamedioesternal • extensão : ICADIFUSO > 2cm OUIPOIPAS digitais Looingulodelouisestáno nível do 2 ELE sugere dilatacãodove o amplitude : ICA propulsivo que " levanta muito " visível pode indicar situação de exercício, etônus simpático :O ictuscordis não visível aumento do débito cardíaco . Jáuma menoramplitudepode indicar situações debaixo De adoração : ICA prolongado para além da sístole pode PALPAÇÃO indicar hipertrofiado VE • coma face palmar OU região hipo- Ausentes tenarsobreoprecórdio frêmitos presentes sistólico → procurados pulsos Não palpável diastólico Obs : pediosoéodopé ICA Palpável contínuo EIL CMÀ direita / esquerda da LHCE onde extensão PROPUISIVO /dilatado decúbito dorsal / decúbito lateral esquerdo AUSCULTA → choque valvar : sensação tátil do fechamento das valvas → frêmitos : sensação tátil do sopro - sistólico : APOÍB (comoestetoao mesmo tempo) - diastólico : APÓSBZ - contínuo : antes de BL → pulsação epigástrica : IMPUISOSSISTÓIICOS abaixo do apêndicexifoide→ hipertrofia ou dilatação do VEOU transmissão do pulsoaórtico Licensed to Rhanna Freitas de Carvalho de Almeida - rhanninha.freitas@gmail.com - HP10916497029804 aórtico e pulmonar : ÍEIC , paraesternal Os sopros , quando identificados , possuem 7- cara, _ aórtico acessório : ÍEIE , paraesternal +cristãos que devem ser analisadas tricúspide : 4° EIE , paraesternal mitral : 5 Ele na LHE , no local do ictus corais 1. intensidade Grau I : muito discreto Obs : durante a ausculta , usa -se o pulso carotídeo para definir Grau II : discreto ,mas audível Br e B.2 , pois eles se coincidem Grau III : moderadamente intenso , audível em mais de UM FOCO * Bolhas cardíacas Grau Iv : Grande intensidade , frêmito paupável , masaudível com todo o esteta encostado no corpo Bp : início da sístole ventricular, som " tum " , ocorre quase ao Grau v : Audível com pouco contato, frêmito PAUPÁVLI mesmo tempo que o pulso carotídeo e O ICA . mais audível com o Grau V1 : Audível com esteto afastado , possui frêmito diafragma . 2. Frequência B.2 : coincide com o início da diástole pois marca O final da Agudos → alta frequência. audível com o diafragma contração ventricular . Tem dois componentes : aórtico e pulmonar Graves → baixa frequência, campânula épreferível usar o diafragma . Tem o som "TÁ " 3. qualidade B.3 : Bulha atípica formada pela vibração das estruturas do VE Suave, aspirativa , aÍpero , rude , ruflar , musical , piada. . . principalmente, durante o período de enchimento ventricularrápido . É de baixa frequência, usa a campânula , som " TU " 4. situação e duração no ciclo cardíaco sistólico : entre BI e BI tum ✗ ✗ ✗ Tá BU : Bulha atípica que resulta da brusca expansão ventricular Diastólico : entre BI e BI tum Táxxxxtum por causa da contração atrial para encher o ventrículo no Fi- também é classificado de acordo com a duração : na/ da diástole holo : por todo o período proto : início do período meso : meio do período tele sistólico OU diastólico : final do período buthasnormorritmicasenormofonéticas em dois tempos bolhas hipo/ hiperfonéticas BS ? BU ? * sopros cardíacos É a sensação auditiva produzida por vibrações prolonga . 5. configuração das e pode indicar cardiopatia . Na prática . Os sopros estão re- platô : mesma intensidade o tempo todo Iacionados com : crescente OU decrescente : se aumenta ou diminui a • tudocidade do fluxo nas valvas intensidade no tempo que éauscultado • Fluxo de sangue anterógrada atraves de valvas com Orifícios estreitadas (estenose) ou para o interior de vasos 6. localização e irradiação dilatados Determinação do local do precórdio onde o sopro é • Fluxo retrógrado atraves de valva regurgitante , defei . mais audível . APOÍ, procura - se irradiações do sopro em to septal, OU persistência do canal arterial Outras regiões do prelúdio onde émenos audível MANOBRAS USADAS NO EXAME PRECORDIAL * Rivero Carvalho diferencia se o sopro éde origem tricúspide IVD) ou mitral (UE) Licensed to Rhanna Freitas de Carvalho de Almeida - rhanninha.freitas@gmail.com - HP10916497029804 Descrição do exame fisiológico Inspeção: precórdio sem retrações ou abaulamentos. ICA visível à altura do 5o EIE na LHE Palpação: ICA paupável ao nível do 5o EIE com extensão de 1,5 cm. Ausência de frêmitos paupáveis Ausculta: BNRNF- 2T (bulhas normorrítmicas e normofonéticas em dois tempos), pulsos claros, simétricos e paredes elásticas Durante a ausculta de um sopro na área tricúspide , solicita para o paciente inspirar profundamente I diafragma abaixa, contrai as veias e aumenta o retorno venoso e fluxo para AD) o manobra negativa : sopro diminui ou não muda , então ele não tem origem tri cuspide ,mas sim na mitral • manobra positiva : se o sopro aumenta, a origem étricúspide * manobra de valsava • usada para intensificar sopros gerados por cardiopatia hipertrófica , pede o paciente para soprar com a glote fechada • aumenta a pressão intra torácica, diminuindo o retornovenosoe o débito cardíaco, diminuindo todos os sopros exceto: → sopro do prolapso da valva mitral → sopro da estenose subaórtica hipertrófica idiopática * manobra de Hand - Grip o O paciente fecha as mãos e as pressiona enquanto oexaminadorausculta • eleva a RVP , aumentando os sopros do esquerdo 1. aumenta a regurgitação mitral reduzindo o fluxo aórtico * Posição de cócoras • Aumenta o retorno venoso e diminui os sopros decorrentes de cardiopatia hipertrófica Licensed to Rhanna Freitas de Carvalho de Almeida - rhanninha.freitas@gmail.com - HP10916497029804 Exame Abdominal • escavado ou escafoide : muito magro , desnutrição,neoplasiado sistema digestivo etc paciente despido e deitado . Aqui vamos fazer inspeção , ausculta , percussão, palpação superficial e profunda obs : fazer a ausculta antes da percussão e palpação para impedir a estimulação do peristaltismo por esses dois * Parede abdominal vítimas , que pode mascarar a hiperatividade intestinal → presença de circulação colateral HD - lobo hepático direito e ocorre por obstrução autentificação do fluxo local vesícula biliar Epigástrica. pilorodoestô. circulação portal / cabeça de Medusa): obstrução nas mago, pâncreas / Fígado e veiassuprahepáticasinofígadoounavciaportaesuas duodeno tributárias / esplênica e mesentérica superior) HE : Estômago, caudapancreática , flexura esplênica cólon FCD : cólon ascendente> jejuno duodeno MESO : omento, mesentério, duodeno jejuno eíleo FCE :[ÓION descendente, ieiunoeileo ftp.cecaapendice/pOrc.-aOinferiord0IIeoHiP0=ile0r-IE-cólon sigmoide circulação cava superior : redevenosaquese distribui pelotóraxevaiem direção ao abdômen INSPEÇÃO tipos :p/ano, QIOBOSO, escavado, assimétrico , batráquio Parede abdominal : circulação colateral , hematomas,equimoses, escoriações assimetrias 9 expansibilidade assimétrica circulação cava inferior :O sangue fluirá no sentido massas abdominais :/ocaliiaçao , volume , superfície, abdômen tórax mobilidade e pulsação cicatrizes : tipos de cicatrizes → presença de hematomas, equimoses, escoriações região inguino- crurale genitais externos A equimose éo extravasamento de sangue aos vasos da pele , coloração arroxeada * tipos de abdômen sinal de Cullen : equimose periumbih.cat/resuItantedehe- • Atípico, Plano, normal : simétrico conteve abaulamento morragia retroperitoneal . Pancreatite agudaou ruptura de • globoso : gravidez (abdomen gravídica), ascite, distensão gravida ectópica gasosa, obesidade etc , E sinal de Gray- Turner : equimose nos flancos , pancreati - • ventre de batráquio predomínio dodiametrotransver - tenecronemorrágicacom comprometimento grave da saliiistanaregressãodaascite víscera Licensed to Rhanna Freitas de Carvalho de Almeida - rhanninha.freitas@gmail.com - HP10916497029804 → presença de cicatrizes PERCUSSÃO Avalia a distribuição dos gases em todos osquadrantes , além da presença de massas sólidas . O abdômen é predominamente timpânica, com presença de maciez no fígado espaço de Traube : rebordocostalesquerdo , linha axilar anterior esquerda e 6°ELE . A maciez local pode indicar esplenomegalia ,estômagocheio , adenocarcinomagástricoe etc * Presença de abaulamento e retrações torna o abdomen assimétrico e a investigação se Avaliação de esplenomegatia torna útil na pesquisa de massas localizadas , diástase de traça -se a linha de músculos , hérnias etc . Piorry a partir dafúrculaesternal atéa extremidadedistal da 1° costela flutuante,cortandoo espaço deTraube em 2 regiões . se apercussãoda região medial à linha de Piorry for maciça → esplenomegalia (baço ) sinal de Maria Jose A presença de nódulo no umbigo sinal de Joubert : Timpanismo na área hepática Conor . que pode estar relacionada com me- mal Émacicez) decorrente de pneumoperitônio tástase de neoplasia em pelve ou no abdômen sinal de torres Homen: Percussão dolorosa em regiãohepática , possível abcesso hepático amebiana manobra de Valsava Pede o paciente para soprar o sinal de Giordano : punhopercussão dorso da mão , aumentando a pressão dolorosa de lojas renais abdominal . Hérnias inquinaisca - rais Ficam mais evidentes * Avaliação de ascite • • local da hérnia n inguinal A A percussão é o método mais seguro para reconhecer ascite , o sinal típico éa presença de maciez onde deveria manobra de Smith Bates haver timpanismo Paciente faz um "abdominal → pesquisa de ascite de grande volume infra " , isso contrai oabdomén Geralmente grande quantidade de liquido = 1500mi e facilita a visualização de massa • Percussão em piparote ou hérnia ( enfraquecimento do examinador com a mão esq . musculatura abdominal) no FCE , perante com "petelecos " O flanco direito . AUSLULTA * se houver líquidos em quan - normal : ruído hidroaéreo a cada 5 a 1-idades suficiente na cavidade 1O segundos . Se tiver aumentado , indica peritoneal , o examinador vai diarreia (borborigmos) . Se desaparecer , pode sentir os choques daos ondas ser síndrome do íleo paralítico . do peteleco coma mão esquerda ! Também dá pra ouvir sopros que indicam es . pede- se o paciente para co- tratamento de um vaso , como na Arena, tocar a borda da mão na linha mediana do abdomên ou na aorta abdominalLicensed to Rhanna Freitas de Carvalho de Almeida - rhanninha.freitas@gmail.com - HP10916497029804 → pesquisa de ascite de médio volume • manobra de LEMOS Torres Quando O sinal de piparote énegativo, utiliza -se a técnica chamada de maciez móvel Â: Percute tudo afim de procurar Timpanismo na parte média doabdômene maciez em flancos,formandoo semi - círculo de Skoda nas regiõesde transição do timpanismopa. Obs : pedir pro paciente inspirar para afundar a mão ra a maciez • manobra de Mathieu " inspira fundo " 2° : paciente fica em decúbito ta- lembrar de M de na - tera/ e o examinador perante todo thieu para fazer um M o abdomen novamente. com amão e palpar se tiver ascite, vai haver timpanismo no lado do decúbito, pois o líquido se movimentou a Palpação em pinça Tenta palparo fígado → pesquisa de ascite de pequeno volume com o polegar , mano - Pelo menos 500Mt de líquido acumulado . A técnica semiologia- bra para quem tem as ca consiste em fazer a percussão em piparote no baixo ventre mãos grandes com paciente em pé e bexiga vazia . A ultrassonografia éométodoideal para identificação PALPAÇÃO SUPERFICIAL • para sentir a parede abdominal e suas alterações , sua ten - * Palpação do baço são e presença de regiões dolorosas . normalmente o baço não épalpável , para ele ser, pre- • em condições normais , a resistência é de músculo descan - cisa alcançar O dobro do seu tamanho traido ,mas se encontrar contraída ,precisa saber se évolun - o em esplenomegalia , o baço costuma crescer em " ditariaou involuntária agora/ " rumo à cicatriz umbilical . involuntária : mesmo com a distração do paciente , aindaficoucontraída , isso porque acontece Um reflexo visceromotor classificação de Boyd : se o baço for palpável , tem que por estímulo do peritônio inflamado (peritonite) classificar de I a IV • manobra de Lemos Torres PALPAÇÀO PROFUNDA de forma parecida na palpação do fígado ,mas agora também se inicia na fossa ilíaca direita e vai em É do lado esquerdo e começa no umbigo e sobe em dia - forma de círculo por todo abdomen . Deve- se palpar todoele 90nA antes de ir para um Órgão específico (fígado ou baço) * Palpação do fígado • espessura da borda → Fina ou rombo • superfície → lisa ou nodular • consistência→ normal ou diminuída • sensibilidade → indolor ou dolorosa Obs : pedir para inspirar fundoLicensed to Rhanna Freitas de Carvalho de Almeida - rhanninha.freitas@gmail.com - HP10916497029804 Descrição Exame Físico Abdominal Fisiológico Inspeção: Abdome plano sem retrações ou abaulamentos. Ausência de cicatrizes ou circulação colateral Ausculta: RHA fisiológico inidentificável em todo abdômen Percussão: timpanismo predominante, espaço de Traube livre Palpação Superficial: Abdome normotenso e normossensível Palpação profunda: ausência de visceromegalias ou massas palpáveis • Posição de Schuster psoas (músculo) qua quando tiver inflamada, gera caso não dê para palpar obaço na Lemos dor na região hipogástrica Torres , coloca o paciente nessa posição . → indica apendicite Paciente em decúbito lateral direito pra deixar o lado esquerdo livre • sinal do obturador paciente em decúbito dorsal , flexiona perna e faz rotação interna . Se o paciente sente dor, pode indicar apendicite obs : inspirar fundo * manobras e sinais da palpação abdominal • sinal de Murphy pede para o paciente inspirar e durante a expiração Oexaminadorpressiona o ponto cístico positivo : se sentir dor quando soltade Uma vez o dedo do ponto cístico, indica colecistite aguda obs : o ponto cístico éo Ângulo formado pelo RCD e abordaextrema do músculo reto abdominal • sinal de Blumberg positivo : dor à descompressão súbita no ponto de McBurney , indicativo de apendicite • Ponto de McBurney : extremidade 43 da linha que une a espinha ilíaca anterosuperiordireita ao umbigo • Sinal de rosving AO comprimira fossa ilíaca esquerda, sente dor nadireita . Indica apendicite ou peritonite durante descompressão • Sinal do Psoas Extensão Forçada da coxa esquerdo no paciente emdecúbitolateral esquerdo . Ocorre estiramento da fibra do Licensed to Rhanna Freitas de Carvalho de Almeida - rhanninha.freitas@gmail.com - HP10916497029804 Aparelho Respiratório * Peito de pomba - PCCTUS Carinatum • proeminência anormal do esterno, podendo ser congênitoou adquirido na forma adquirida, acompanha defeitos congênitos de o paciente pode estar sentado , mas antes de iniciar , o septo IA OU septo IV examinador deve dividir o tórax em regiões topográficas : asma grave na infância também pode causar * CIFOescoliose torácica cifose : curvatura de forma posterior da coluna escoliose : curvatura lateral da coluna INSPECÇÃO Ou ambas → Ciroescoliose Observa - se se o tórax é simétrico ou assimétrico, Pres. • pode estar relacionado com doenças congênitas : tando atenção nas alterações da parede torácica , como : neurofibromatose e distrofia muscular ↳ cicatrizes , abaulamento , retração ,tumores etc Formato do tórax * tórax fisiológico • relação entre diâmetro antero- posterior e lateral = 1 :L , OU seja , o lateral é 2 ✗ maior sinais observados no exame físico * Sinal de lemos torres • abaulamento dos EIC durante a expiração , podeindicarderramepleural * tórax GIOBOSO OU em tonel * sinal de Hoover o diametro A - P estáaumentado , pois acompanha doen - • respiração paradoxal : abdome pra fora e tórax pra Ças Obstrutivos, por causa do aumento da resistência dentro na inspiração ao fluxo aéreo ou perda elástica e retrátil dos pulmões ↳ levam a uma hiperinsuflação pulmonar * sinal de schamroth ↳ DPOC, enfisema, asma e bronquite crônica etc • Ausência de janela em diamante ao unir os dedos dorsalmente, indica hipocratismo digital relação 1 : 1 pode estar associado com CA de pulmão * peito escavado - Pactos excavatum • Ocorre retração torácica PALPAÇÃO • É usualmente congênito e , namaioriadas vezes , sem nenhuma repercus- Expansibil idade são clínica • Objetiva pesquisar sinais precoces deanormalidadeda caixa torácica , pleura ou pulmão subialente Licensed to Rhanna Freitas de Carvalho de Almeida - rhanninha.freitas@gmail.com - HP10916497029804 * manobra de Ruault PERCUSSÃO • utilizada nos ápices pulmonares, colocando a mão espalmada e fazendo uma praguinha com os polegares . Tórax fisiológico : som de baixa tonalidade e duração e - Pede-se para o paciente inspirar e olha a expansibilidade levada : som claro pulmonar tórax patológico : quando háalteração na densidade torácica , osom éalterado → macicez OU Submacicez • quando a relação ar / Tecido está reduzida , o som terá alta frequencia e tonalidade * manobra delasegue • é como percutir o fígado ,um órgão sólido • mesma coisa da outra , mas agora a manobra éfei - • acontece quando tem líquido inves de ar , na consolida - ta nas bases pulmonares çáo de espaços aéreos e na atelectasia , em que o ar ésimplesmenteausente → hipertimpanismo • muito ar em relação à tecido , o som terátonalidademais baixa , de duração maior e mais ressonante • acontece quando os pulmões estão hiperinsuflados , como na DPOC Ou asma • efeito acentuado no pneumotórax frêmito toraaovocal IFTV) • é como percutir em uma víscera oca • são as vibrações das cordas vocais transmitidas naparedetorácica • importante para pesquisar consolidação (quando tem líquido nos alveolar) de espaços aéreos, derrame pleural OU atelectasia ( retirada do ar dos alvéolos) Aumento → consolidação : o parênquima pulmonar épreenchidopor outro fluido, que transmite melhor o som, como CA . AUSCULTA • também deve ser realizada na forma degrega, pois enfisema os sons dos hemitórax devem ser simétricos diminuição pneumotórax → presença de ar do FTV Derrame pleural → presença de líquido} } * som BronquialAtelectasia • esteto no pescoço ,sobre a fúrcula esternal • som originado do fluxo aéreo rápido e turbulento criam um distanciamento do som • som puro, sem interferência do parênquima pulmonar → Faringe, laringe e traqueia principalmente * som bronquiovesicular • audível nas regiões apicais dos pulmões • nível das regiões infra e supra claviculares , supraescapulares e interessapulovertebral superior • É UM "som de transição " , por conta da menordensidadeparenquimal ↳ pede para o paciente falar " 33 " e ir semprecomparandoum lado do outro descendo na forma de barra grega * Som vesicular • encontrado nas periferias pulmonares , suave e audível . Licensed to Rhanna Freitas de Carvalho de Almeida - rhanninha.freitas@gmail.com - HP10916497029804 Descrição do exame físico respiratório fisiológico Inspeção: tórax plano, sem abaulamento ou retrações e sem esforço respiratório Palpação: expansibilidade simétrica e preservada, FTV simétrico e preservado ou FTV fisiológico Percussão: som claro pulmonar Ausculta: sons respiratórios em seus devidos locais de ausculta, sem ruídos adventícios ou murmúrio vesicular universalmente audível sem ruídos adventícios → redução do murmúrio vesicular 1mV) • redução ou interrupção da ventilação para determinada área torácica em DPOC e atelectasia obstrutiva • derrames pleurais , pneumotórax e grandes espessamento da pleura → tem ar ou líquido na cavidade pleural →Funcionacomo barreira acústica sons anormais contínuos na ausculta * sibilos • somagudo , parece assobio • Aparece principalmente na expiração • relacionado com doenças obstrutivos : asma e DPOC * Estridores • ocorre mais na inspiração • "tipo de sibilo " audível À distância , em situação que há semiobstrução da laringe /traqueia a provável causa : coqueluche * Roncos • sons graves e longos • aparece principalmente na expiração Licensed to Rhanna Freitas de Carvalho de Almeida - rhanninha.freitas@gmail.com - HP10916497029804 Referências Semiologia Médica: As Bases do Diagnóstico Clínico – Mario Lopes 5ª edição Semiologia Médica – Porto & Porto 8ª edição Licensed to Rhanna Freitas de Carvalho de Almeida - rhanninha.freitas@gmail.com - HP10916497029804