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Semiologia do sistema cardiovascular de
pequenos animais
ANA CAROLINA ALMEIDA
Resenha
● Dados gerais do paciente
➔ Tutor
➔ Paciente
➔ Condutor
➔ Sexo
➔ Espécie
➔ Idade
➔ Data da consulta
● Raças que possuem predileção a
alterações cardiovasculares
● Idade: doenças congênitas em animais
jovens e adquiridas em animais idosos
Sinais Clínicos
● Sistema cardiovascular e respiratório
trabalham junto, por isso é necessário
identificar o local de alteração
● Dispneia
➔ Dificuldade respiratório
➔ Dispneia inspiratória: quando
há o comprometimento de vias
respiratórias superiores
(estruturas extratorácicas)
➔ Dispneia expiratória ou mista
(fase inspiratória + expiratória):
comprometimento de vias
respiratórias inferiores
(estruturas intratorácicas:
pulmão, brônquios, interstício,
alvéolos) ou alterações
metabólicas
➔ Característica restritiva da
respiração
➢ Baixa complacência
pulmonar
(comprometimento do
pulmão, pleura, parede
torácica): pulmão não
realiza sua expansão
➢ O aumento da FR
desencadeia um maior
esforço respiratório e
movimentos
respiratórios
superficiais
● Angústia respiratória
➔ Posição ortopneica: promover
maior ventilação ao animal
➢ Membros torácicos
abertos
➢ Decúbito esternal
➢ Abdução dos
cotovelos
➢ Extensão da cabeça e
pescoço
➢ Gatos: cabeça não é
tão estendida
➔ Estabilizar o paciente e depois
realizar o exame físico e
exames complementares
(Imagem 1): A; cão em posição ortopneica
(membros torácicos abertos, extensão da
cabeça e pescoço, abdução dos cotovelos e
decúbito esternal). B: gato em posição
ortopneica.
● Taquipneia
➔ Aumento de frequência
respiratória (FR)
➔ Paciente que possuem dispneia
tem a taquipneia
➢ Dificuldade
respiratória
➢ Baixa oxigenação dos
tecidos
➔ Avaliar as condições externas
como a temperatura do
ambiente cujo animal ficará
mais agitado em dias de calor, e
com isso sua FR aumentará.
➔ Cães 18-36 movimentos
respiratórios por min
➔ Gatos 20-40 movimentos
respiratórios por min
● Tosse
➔ Mecanismo natural de defesa
das vias respiratórias
➔ Evitar a inalação de partículas
estranhas
➔ Expelir secreções das vias
respiratórias
➔ Receptores da tosse
➢ Laringe até carina >
quantidade de
receptores
➢ Faringe, pleura,
pericárdio, diafragma <
menor quantidade de
receptores
➔ Pacientes cardiopatas
➢ Compressão do
brônquio principal
➢ Tosse seca: seguida de
mímica de vômito
➢ Piora após atividade
física
➢ É diferente de
doenças de vias áreas
respiratórias, haja
visto que essas
possuem secreções
nasal e espirros;
➔ A tosse pode estar presente
em alterações de diferentes
sistemas
➢ Traqueíte: inflamação
da traqueia por
processo infeccioso,
alérgico, uso de
coleiras cervicais
(levam ao
enforcamento)
➢ Colapso traqueal:
alteração durante a
fase da respiração
(lúmen da traqueia
colabado)
➢ Doenças inflamatórias
ou infecciosas
bronquiais ou
pulmonares
● Síncope
➔ Perda súbita e
transitória da
consciência e do tônus
postural
➔ Insuficiência de
substrato energético e
O2 ao cérebro
➔ Pode ser de origem
extracardiaca ou
cardíaca
➔ Pacientes cardiopatas
➢ Questionar
medicamentos
administrados
por
tratamento
➢ Doses
administradas
➢ Concentraçõe
s do
medicamento
● Ascite
➔ Acúmulo de líquido no abdômen
➔ Pode ter origem cardíaca ou
extracardíaca
➔ Origem cardíaca
➢ Acúmulo crônico
➢ Tudor pode achar que
o animal está obeso
➢ Dispneia: pressão no
diafragma
➢ Análise do líquido:
transudato modificado
● Perda de peso
➔ Cardiopatia crônica
➢ Magros
➢ caquéticos
➢ Alterações
metabólicas
➢ Catabolismo de
proteínas no tecido
muscular
➔ Deve ser feito o manejo
nutricional do animal
(Imagem 2): A: animal caquético devido a
cardiopatia crônica, observa-se o arco
costal, bem como as costelas. B: animal
caquético devido a cardiopatia crônica,
observa-se também a ascite (acúmulo de
líquido no abdômen)
Exame físico geral
● Estado geral: depende do grau de
comprometimento e evolução da
doença
● Pacientes cardiopatas
➔ Menor atividade física
➔ Intolerância ao exercício
➔ Letargia
➔ Podem apresentar letargia a
depender da o grau da doença
● Observar ao entrar na sala
➔ Postura
➔ Ascite
➔ Edema periférico: pacientes
cardiopatas não possuem
drenagem adequada dos
líquidos corporais
➔ Padrão respiratório
● Seguir a ordem do exame/ficha de
consulta
➔ Cabeça, pescoço, tórax,
abdome, membros
1. Simetria das narinas:
observar se existe
aumento de volume
2. Focinho: úmido e
brilhante, observar se
existe a presença de
secreção
3. Mucosas: dão
informações sobre a
circulação periférica
➢ Ocular
➢ Oral: TPC (1
a 2s), dentes
(doenças
periodontais),
coloração
4. Orofaringe e glândulas
sublinguais
➢ Inspeção com
lanterna ou
contenção
➢ Obstruções:
base de língua
➢ Corpos
estranhos na
região de
orofaringe
5. Pescoço
➢ Observar
linfonodos:
simetria entre
os lados,
firmeza,
mobilidade,
consistência e
aumento de
volume
6. Pulso jugular
➢ Mais fácil de
ser
visualizado em
animais de
porte grande
e escore
corporal baixo
➢ Utilização de
álcool para
melhor
visualização
7. Reflexo de tosse
➢ Palpação da
traqueia com a
utilização do
dedo polegar
e indicador
(leve
compressão)
➢ Tosse: seca ou
com secreção
8. Tórax
➢ Avaliar o tipo
de respiração
(tóraco
abdominal)
➢ Palpação
torácica
- Observar se há
aumento de volume
- Enfisema subcutâneo:
presença de gás
- Fratura de costelas
- Choque precordial
● Auscultação cardíaca
➔ Estetoscópio
➢ Olivas confortáveis
➢ Diafragma: ruídos com
maior frequência
➢ Cone: ruídos com
menor frequência
➢ Realizar a auscultação
em ambiente calmo e
silencioso
➢ Fechar a boca do
paciente com o auxílio
do tutor para ouvir
sons pulmonares
➢ Cães: 60-160 bpm
➢ Gatos: 120-240 bpm
● Bulhas cardíacas
➔ Facilmente auscutáveis
➔ 1° e 2° bulhas (S1 e S2)
➢ S1: v.
atrioventriculares
(mitral e tricúspide) -
sístole
➢ S2: v. semilunares
(aórtico e pulmonar) -
diástole
➢ S3: vibração do
enchimento
ventricular rápido -
não audível
➢ S4: vibração da sístole
atrial - não audível
● Sopro cardíaco
➔ Som causado por uma
turbulência durante o ciclo
cardíaco; pode ocorrer na
sístole e diástole ou durante
todo o ciclo cardíaco
➢ Grau 1: sopro muito
suave, detectado
somente após um
longo período de
auscultação em um
ambiente muito
tranquilo
➢ Grau 2: sopro suave,
auscultado
imediatamente em um
foco valvar
➢ Grau 3: sopro de
intensidade leve a
moderada
➢ Grau 4: sopro de
intensidade moderada
a grave, sem a
ocorrência de frêmito
(sensação tátil dada
pelo sopro)
➢ Grau 5: sopro claro à
auscultação, com um
frêmito palpável e que
não se detecta ao
afastar o estetoscópio
do tórax
➢ Grau 6: sopro grave,
com frêmito
detectável e
auscultado mesmo
quando o estetoscópio
é afastado um pouco
do tórax
● Pulso artéria femoral
➔ Avaliar em conjunto com o
batimento cardíaco
➔ Avaliar ritmo: regular ou
irregular
➔ Simetria: contralateral
➔ Amplitude (função do VE)
➢ Normal
➢ Hipercinético:
evidente
➢ Hipocinético: fraco
Exames complementares
● Mensuração da PA
➔ Invasivos
➢ Cateter - em artéria
periférica
➢ Monitor
➢ Aparelho para
mensuração da PA
➢ Cirurgias
➔ Não invasivos
➢ Doppler
➢ Oscilométrico
● Eletrocardiograma
➔ Estudo da atividade elétrica
cardíaca
➔ Registro gráficos
➔ Indicações
➢ Detecção de arritmias
➢ Alterações
anatômicas das
câmaras
➢ Resposta à medicação
antiarrítmica
➢ Monitoramento pré e
transcirúrgico
➢ Elaboração de
prognóstico
● Exame radiográfico torácico
● Ecodopplercardiograma: avaliação do
interior da câmera, espessura de lúmen
e parede, sopro cardíaco
Semiologia do sistema respiratório de
pequenos animais
ANA CAROLINA ALMEIDA
Introdução
● Funções: permitem a troca gasosa,
equilíbrio ácido base e a
termorregulação
● Anatomia
➔ Trato respiratório superior:
narinas, fossa nasal,
nasofaringe, orofaringe e
laringe
➔ Trato respiratórioinferior:
traquéia, árvore brônquica,
ductos alveolares e alvéolos
➔ Pleura parietal e visceral
➔ Mediastino
Resenha
● Dados gerais do paciente
Anamnese
● O que está acontecendo? - queixa
principal
● Desde quando?
● Como está evoluindo?
● Organizar em ordem cronológica
● Questionar quanto ao uso de
medicamentos
● Estado geral do paciente
● Ambiente em que vive
Sinais clínicos
● Secreção nasal
➔ Serosa
➔ Mucóide
➔ Purulenta
➔ Hemorrágica (epistaxe)
● Espirro
● Espirro reverso
● Deformidade facial
● Ronco
➔ Comum em raças
braquiocefálicas
➔ Som alto e grosseiro
➔ Alterações em palato mole ou
massas em região faríngea
● Estridor
➔ Som inspiratório agudo
(semelhante a um assobio fino)
➔ Distúrbios na laringe
➔ Incomum em gatos
● Hemoptise
➔ Origem: trato respiratório
inferior
➔ Eliminação de sangue pelas
bocas e narinas
➔ Diferenciar de hematêmese
(sangue de origem do TGI)
● Tosse
● Dispneia: dificuldade respiratória -
posição ortopneica
● Cianose
Exame físico
● Geral
● Inspeção
● FR
➔ Frequência
➢ Taquipneia: aumento
➢ Bradipneia: diminuição
➢ Apneia: ausência
➔ Ritmo
➢ Inspiração, pequena
pausa, expiração,
pausa maior e em
seguida nova
respiração - normal
● Palpação - reflexo da tosse
● Auscultação pulmonar
➔ Local silencioso
➔ Animal em estação
➔ Delimitar o campo pulmonar a
ser auscultado. Procurar no
mínimo dois movimentos
respiratórios para auscultação
➔ Auscultar o tórax de frente
para trás e de cima pra baixo
(sistemático)
➔ Comparar o dois lados
➔ Sons abafados: pacientes
obesos
➔ Estridor
➔ Sibilo: som agudo
➔ Crepitação
Exames complementares
● Hemogasometria
➔ Pressões parciais de O2 e
CO2
● Oximetria de pulso
● Broncoscopia
● Biópsia por punção aspirativa
transtorácica
● Toracocentese
● Lavado traqueal
● Exames de imagem; RX, US, TC