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42 UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR SISTEMA DE ENSINO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO CURSO DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA REINALDO MARCELINO DE SOUZA RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO EM GESTÃO ESCOLAR SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SP 2023 REINALDO MARCELINO DE SOUZA RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO EM GESTÃO ESCOLAR Relatório de Estágio Curricular apresentado a Universidade Pitágoras UNOPAR, ao Curso de Licenciatura em História para a disciplina de Estágio Curricular Obrigatório em Gestão Escolar. SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SP 2023 SUMÁRIO INTRODUÇÃO..................................................................................................4 1. RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS...............................................5 2. RELATO DA ANÁLISE DO REGIMENTO ESCOLA....................................7 3. RELATO DAS ENTREVISTAS COM A EQUIPE DIRETIVA........................9 4. RELATO DA OBSERVAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO E SUPERVISÃO.......11 5. ATA DE REUNIÃO PEDAGÓGICA E/OU ADMINISTRATIVA...................13 6. RELATO DA OBSERVAÇÃO DA ROTINA DO SUPERVISOR / ORIENTADOR.................................................................................................15 7. PLANO DE AÇÃO.......................................................................................18 8. RELATO DA APRESENTAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO À DIREÇÃO ESCOLAR........................................................................................................22 9 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO.....................................................................24 10. CONSIDERAÇOES FINAIS.......................................................................25 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................................................................27 INTRODUÇÃO O Relatório de Estágio Curricular Obrigatório em Gestão Escolar, se refere a uma síntese reflexiva desenvolvida por meio de todo o processo de estudos aplicados no curso, como também da realização do Estágio Supervisionado na E.M.E.F.I Professor Antônio Palma Sobrinho, localizada na Rua Ângelo Scarpel, número 163, Parque Nova Esperança na cidade de São Paulo - SP, sob a orientação e o acompanhamento do supervisor de campo, Ramsés Melo, com formação acadêmica em Licenciatura em Pedagogia e Matemática. Para uma melhor competência de saberes no seu campo profissional o pedagogo se condiciona, em meio a sua construção dos saberes sendo essas as que dão conteúdo e forma à sua práxis. Atividades, tarefas e estratégias diversas proporcionam o alcance dos objetivos de formação dentro dos princípios e pressupostos já pré-estabelecidos. O objetivo geral do estudo é caracterizar a importância do estágio para uma formação do gestor com práticas futuras mais efetivas mediante sua vivência refletindo sobre uma motivação em todo o contexto escolar. Todas as observações com base institucional exposto neste projeto procuraram trabalhar em cima de uma realidade educacional que existe em uma instituição, com base em uma pesquisa de campo, feita em conformidade com as diretrizes do Estágio Supervisionado em Gestão Escolar realizado na E.M.E.F.I Professor Antônio Palma Sobrinho. No momento foi permitido conhecer, de maneira mais vinculada, a sua realidade bem como a finalidade e seus objetivos, as necessidades que são atendidas, em relação às características daqueles por ela atendidos, dentre outros pontos de igual relevância. Neste relatório há pesquisas e informações relacionadas ao estágio que teve por finalidade averiguar tanto a formação quanto a prática do profissional que procede na instituição de ensino. 1. RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS À medida que evidencia a conexão entre o desenvolvimento psíquico da criança e do adolescente aos processos educativos, podemos analisar as relações que há entre o desenvolvimento psíquico e a atividade dos mesmos em todo o seu desenvolvimento. Diante da constatação da hegemonia literatura contemporânea dedicada ao segmento dos anos iniciais aos anos finais de um ideário ante-escolar, que tem como um de seus pilares a negação do ato de ensinar, nossa investigação pautou-se pela hipótese de que a produção teórica dos autores da psicologia histórico-cultural sustenta a defesa do ensino como elemento fundante do trabalho do professor que atua junto à referida faixa etária. Sendo assim a concepção da psicologia histórico-cultural sobre todo esse desenvolvimento, as características desse processo do ensino e do papel do professor que atua a essa faixa etária (VIGOTSKI, 2018, p. 14). Por conta disso, a atribuição do professor nesta etapa é de fundamental importância, pois potencializa o andamento das atividades de gestão no ambiente de ensino, sendo ele o mediador entre os demais envolvidos. Neste entendimento podemos afirmar que, a aprendizagem é um processo dependente do desenvolvimento biológico natural de cada um “[...] a multiplicidade dos processos parciais que integram o processo de desenvolvimento constitui um todo único e possui uma determinada estrutura.” (PASQUALINI, 2015, p. 34). De acordo com Leontiev (200, p. 75), podemos estabelecer como uma lei geral do desenvolvimento psicológico infanto-juvenil que o desenvolvimento das funções psicológicas se encontra na dependência dos processos concretos nos quais estão envolvidos, ou seja, se processa na e pela atividade da criança e do adolescente ficando evidente que as funções psicológicas devem ser “cultivadas” nos mesmos pelo educador e que isso não significa submeter a criança a um treinamento mecânico. Leontiev não deixa dúvidas quanto ao papel diretivo do trabalho do educador na promoção desse desenvolvimento pois, os períodos que constam dentro do ensino fundamental, dão as condições determinadas para seu desenvolvimento transmitindo assim, a experiência social acumulada pela humanidade no período precedente de sua história. De maneira geral, esse processo educativo como o acompanhamento do desenvolvimento infantil, bem como o papel dado ao professor, a quem cabe favorecer o desenvolvimento, tendo como ponto de partida as etapas ou fases. É possível observar a participação de todo o corpo escolar por meio de colegiados e conselhos escolares, onde não só os profissionais da educação participam, bem como pessoas externas ao contexto educacional, citandos como exemplo os pais dos alunos, muitos sem orientação acadêmica, mas que possuem conhecimento de grande valia e que contribuem de maneira significativa na tomada de decisões em assuntos que diz respeito à instituição de ensino. A participação do público externo na escola é importante, pois mostra funcionamento interno da instituição e da transparência aos processos executados. Além disso, podemos ver a efetiva participação social na escola como, por exemplo, na escolha de diretores, que é tido como mecanismo democrático, contando com a participação da comunidade, dando a oportunidade de escolha. Contudo o texto final da CONAE (2010), que prenunciava o Plano Nacional de Educação (2014-2024), nos traz uma fundamentação sobre gestão democrática que vai além da eleição de diretores e requer a nossa atenção. Todo trajeto percorrido dessa pesquisa foi realizado com o objetivo de proporcionar um trabalho acadêmico viável para o proposto, a sua concretização proporcionou ainda mais um conjunto de conhecimentos e procedimentos para a prática desse autor. 2. RELATO DA ANÁLISE DO REGIMENTO ESCOLAR É por meio do Regimento Escolar que são estruturadas, definidas e normatizadas as ações do coletivo escolar. Enquanto no PPP são apresentadas as ações educativas necessárias ao ensino e aprendizagem, o Regimento Escolar apresenta as normas, as “regras” que regem tais ações, bem como descreve o papel de cada segmento que compõe a comunidade escolar. Cabe salientar que, tanto o PPP quanto o Regimento Escolar são os primeiros documentos a serem criados e/ou atualizados, pois, conforme apontado na unidadeanterior, não é possível solicitar a regularização da vida legal da instituição sem os pareceres e atos que comprovam a legalidade desses documentos (LIBÂNEO, 2012, p.87). Portanto, tanto o PPP quanto o Regimento devem ser atualizados e enviados para aprovação do NRE sempre que houver necessidade ou alterações na legislação escolar. Com base nas fundamentações já citadas, o Regimento Escolar da E.M.E.F.I Professor Antônio Palma Sobrinho, foi analisado para que houvesse uma compreensão de como se dá a educação inclusiva em uma escola de ensino comum. No corpo do documento aparecem, em forma de tópicos, títulos de processos que se tem em uma escola e textos que explicam como deve funcionar cada processo, e nesses processos, o regimento explica como deve ser feita a adaptação curricular para que o aluno com deficiência possa ter a educação garantida. No tópico Metodologia de Ensino, o regimento deixa claro que, alunos com necessidades educativas especiais, mediante comprovação de laudo médico, terá direito à adaptação curricular (REGIMENTO ESCOLAR, 2019). O Regimento Escolar da E.M.E.F.I Professor Antônio Palma Sobrinho foi elaborado a partir de uma reunião fechada em um gabinete pela equipe gestora da instituição, contudo foi observado que isso não é recomendado. Partindo do princípio democrático, é interessante que tenha diálogo entre as partes envolvidas para que todos da comunidade escolar possam expor sua ideia opiniões com a finalidade de construir um documento que não somente irá controlaras atividades, mas definirá também compromissos e responsabilidades de todos os envolvidos. Abaixo, iremos destacar pontos de extrema importância que o referido documento elaborado apresentou como também alguns aspectos que devem ser evidenciados e não podem deixar de aparecer. · Identificação da unidade, com todos os seus dados e endereço; · Para escolas privadas, informações sobre a sua instituição mantenedora; · Para escolas públicas, informações sobre o órgão mantenedor; · Níveis e modalidades de ensino que são atendidos e em quais turnos operam; · Objetivos, de forma completa; · Detalhamento das estruturas administrativa e pedagógica, o que inclui todos os cargos e as atribuições; · Normas que devem reger as relações pedagógicas e sociais no ambiente escolar e da instituição com a comunidade; · Informações pedagógicas e sobre o currículo, que atendam a legislação para a educação no Brasil; · Detalhes sobre o funcionamento burocrático, como a escrituração dos documentos. Como fica claro, trata-se de um documento extremamente completo, que traz um referencial importante sobre o funcionamento da escola. Assim, além de ter cuidado com a sua elaboração, é fundamental que todos os professores e demais profissionais leiam o regimento escolar na íntegra, antes de iniciar as suas atividades na instituição. O conhecimento do documento é muito importante pois como já citado anteriormente, este garantirá o bom funcionamento da instituição e delimitará as normas a serem seguidas. 3. RELATO DAS ENTREVISTAS COM A EQUIPE DIRETIVA A equipe diretiva tem um papel fundamental dentro de uma instituição de ensino, visto que as partes integrantes desse grupo são os responsáveis pelo pleno funcionamento da escola. Como parte da equipe diretiva, o coordenador pedagógico por exemplo, fica responsável de avaliar a aprendizagem dos discentes e deformação continuada dos docentes. Também integrante da equipe diretiva temos o diretor e vice-diretor ou também chamado de diretor assistência em alguma escola. Fundamentalmente, a diretora da escola a senhora Mônica Alves Barbosa enquanto gestora da instituição, é a encarregada de promover a interação entre a comunidade escolar e o público externo. Cabe a gestão da escola dirigir a instituição, que consiste basicamente em cuidar das funções administrativas enquanto gestor e acompanhar todo o processo pedagógico, tendo a gestão democrática como princípio, primar pelo fortalecimento do trabalho coletivo, da ética profissional e o comprometimento político-pedagógico com a educação pública. A diretora nos relatou que trabalha sempre alinhada com o corpo pedagógico para que o processo de ensino-aprendizagem flua e que suas ações como a organização de processos, articulação e mobilização das equipes e tomar decisões além ser o principal responsável pela escola estando na posição de gestor educacional, o administrador da instituição. A diretora também nos relatou que trabalhar diretamente ligado ao corpo pedagógico. Essa sincronia se faz importante pois, para que qualquer decisão relacionada aos alunos seja tomada por este membro da equipe diretiva, ele deve ter conhecimento da parte pedagógica de modo que suas ações não interfiram negativamente nos planos elaborados pelo coordenador pedagógico e que age com diplomacia e respeito para com os indivíduos, tanto inerentes ao próprio ambiente de ensino, quanto elementos externos, por isso o seu papel de atender aos alunos e docentes deforma respeitosa, compreendendo as necessidades e buscando soluções para possíveis conflitos, tendo em vista que os professores são a principal voz dentro da escola, cabe ao diretor saber ouvir para atender. Ao ser lhe perguntada sobre a participação dos pais e da comunidade, a mesma nos repassou que, a Associação do Círculo de Pais e Mestres (ACPM) é muito ativa na nossa escola, participando das reuniões, decisões e projetos. Além disso, são organizadas jantas, rifas e festas para arrecadar fundos que são revertidos em obras para a escola, também ainda são feitos palestras, reuniões, mutirões da solidariedade e encontros com apresentações dos alunos nas quais os pais têm participação ativa. São várias atribuições ao cargo da equipe diretiva, que vão desde função administrativas até às questões pedagógicas, pois mesmo tendo sua equipe de apoio, a palavra do diretor é a decisiva. A sabedoria do diretor em lidar com diversos assuntos se faz extremamente importante pois é necessário ter a sensibilidade de entender as necessidades daqueles que o procura. São pais, alunos, professores. É o principal articulador dos interesses e motivações dos diversos grupos envolvidos com a escola. Partindo dessa afirmação, é importante que o diretor tenha visão administrativa ampliada, com capacidade para diagnosticar o perfil da população a ser atendida pela escola e as expectativas d os pais de alunos em relação à escola, pois o foco da escola é fornecer uma educação de qualidade. 4. RELATO DA OBSERVAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO E SUPERVISÃO A observação realizada da organização e supervisão na E.M.E.F.I Professor Antônio Palma Sobrinho ressaltaram ainda que realmente, as atividades desenvolvidas pelos supervisores tinham um caráter fiscalizador, de desenvolvimento de tarefas burocráticas, atrapalhando assim a imagem do supervisor frente os outros membros da comunidade escolar, principalmente os professores. Em relação ao cumprimento da função da supervisão na escola, foi visto que são muitas as atribuições e demandas dentro do espaço escolar. Mas também divergiram em alguns aspectos, quando alguns professores apresentam resistência em colocar em prática as sugestões colocadas acerca de práticas metodológicas. No tocante à relevância da supervisão educacional, todas consideraram a supervisão escolar como um elemento chave na educação, tendo em vista que o objetivo final é a aprendizagem dos alunos, sendo que eles conseguemisso através do relacionamento com os professores, trabalhando em conjunto para buscar coletivamente melhorias, trazendo materiais alternativos, sugerindo novas práticas metodológicas visando dinamizar as aulas e aumentar o interesse por parte dos alunos e ajudando a diminuir o fardo e angústias dos professores. Foi observado também alguns desafios encontrados na prática cotidiana do supervisor escolar, apesar de estar bem claro tanto na literatura quanto nos discursos das entrevistas sobre quais são as responsabilidades e funções desenvolvidas pelos supervisores na escola, a dificuldade de desenvolver suas atividades são realidades que não se pode negar. As principais dificuldades listadas pelos profissionais da escola investigada foram: · O baixo conhecimento por parte dos professores sobre a função do supervisor na escola, atrapalhando o supervisor a desempenhar a exercer sua função, atingindo os seus reais objetivos, sobrando-lhe pouco tempo para resolver grande quantidade de problemas; O desconhecimento sobre o papel do supervisor dentro da escola ou até mesmo o ranço histórico de “fiscal” dos docentes ainda existe para alguns professores que possuem inicial resistência em trabalhar em conjunto com os supervisores. Achando que estes irão buscar dificultar e aumentar seu trabalho. · Resistência dos professores em relação à participação dos supervisores no planejamento das aulas e principalmente com relação às sugestões sobre práticas metodológicas, sendo esse um dos tópicos mais críticos, pois ninguém gosta de ter sua metodologia questionada, mesmo quando os resultados alcançados pelos alunos não são satisfatórios. · Baixo apoio por parte da gestão escolar. A gestão democrática é bastante debatida, mas ainda é necessário avançar mais no sentido prático, o discurso democrático é comum e presente. Ações democráticas efetivas se fazem necessárias para que o supervisor não atue sozinho e desamparado; esse item é bastante relevante, pois demonstra ainda que é necessário caminhar muito acerca da prática da gestão democrática. As discussões no plano teórico são muitas, mas necessitam-se de que esse discurso venha para a realidade. A existência do Plano Político Pedagógico é um grande avanço, mas para a execução plena da democracia na escola, nenhum profissional pode sentir que está trabalhando de modo solitário. O supervisor atua como um agente articulador das políticas internas e externas da escola Oliveira, (2011), portanto, uma gestão democrática escolar precede da participação de todos os envolvidos. A terceirização da educação dos filhos é uma prática recorrente, tendo em vista que as crianças estão passando mais tempo na escola do que em casa, em contato com a família. Essa distância é evidenciada ainda mais com o desinteresse dos pais pelo acompanhamento da educação dos filhos, tornando ainda mais difícil a prática da gestão democrática, tendo em vista que as famílias são atores fundamentais nesse processo. 5. ATA DE REUNIÃO PEDAGÓGICA E/OU ADMINISTRATIVA A reunião pedagógica é um encontro realizado entre profissionais da escola e tem como objetivo discutir temas relacionados ao processo de ensino e aprendizagem. Nessas reuniões, foi possível analisar resultados de avaliações e definir ações para melhoria da instituição de ensino. No momento da reunião a qual observei, todos os profissionais envolvidos na gestão escolar e pedagógica participaram dessas reuniões. A reunião pedagógica serve para apresentar o rendimento escolar dos alunos à comunidade acadêmica, comparando as avaliações com os objetivos e metas para a aprendizagem traçados no Projeto Político Pedagógico (PPP). Nesse sentido, ajustes foram feitos para melhorar o ensino oferecido pela escola, segundo as necessidades de cada aluno. Afinal, cada estudante é único, bem como a maneira e o ritmo como o conteúdo é absorvido e aplicado na prática. Com a melhoria no ensino, seja por meio das abordagens pedagógicas, adoção de materiais didáticos inovadores ou reformulação do conteúdo programático, os alunos terão melhores ferramentas para ter um bom desempenho acadêmico ao longo do ano letivo, contribuindo para elevar a autoestima e confiança intelectual. Outro ponto importante observado na reunião pedagógica foi a possibilidade de debater ações para colocar o aluno no centro da aprendizagem, diferente do que ocorre nas abordagens educacionais tradicionais. Para provocar um debate ou uma reflexão direcionada, foi sugerido a “Dinâmica do Segredo”. Nela, os participantes devem escrever em um pedaço de papel a maior dificuldade que enfrentaram no ano ou bimestre anterior em sala de aula e terminar o pequeno texto perguntando qual seria a melhor maneira de agir para solucionar e superar a dificuldade vivenciada. Em seguida, os papéis são depositados em uma caixa e embaralhados para serem distribuídos aleatoriamente aos participantes, que farão a leitura do problema em voz alta e apresentarão uma possível solução, como se o problema fosse seu. Essa dinâmica demanda mais tempo de duração do que a anterior e foi sugerido um minuto de exposição para cada participante. No que tange a observação da ATA de Reunião Pedagógica, o planejamento para a reunião pedagógica demanda elaboração de uma pauta, com cópias a serem distribuídas para todos os participantes. A pauta considerou o tempo programado de reunião e conter um objetivo principal a ser atingido, deixando claro o que é esperado do corpo docente e dos alunos. Outros objetivos podem surgir a partir do objetivo principal, mas o essencial foi manter o foco durante a reunião. Ao planejar a reunião pedagógica, utilizada a tecnologia ao nosso favor, explorando e escolhendo blogs e vídeos educacionais para abrir discussões e assuntos que são polêmicos na escola e que precisam de posicionamento elaborado em conjunto. Foi preparado um material a ser utilizado durante a reunião, que incentive, motive e principalmente que seja fruto do trabalho do próprio grupo de docentes. Qualquer material de destaque pode ser colhido para esse fim, um trabalho realizado por um professor ou o resultado de um trabalho realizado em sala. Ao iniciar a reunião pedagógica, foi solicitado que um dos participantes anote todos os pontos levantados em forma de ata. Com os dados registrados na ata, foi organizado um organograma e o exponha na sala dos professores. Dessa forma, todos ficam cientes dos resultados da reunião. 6. RELATO DA OBSERVAÇÃO DA ROTINA DO SUPERVISOR/ORIENTADOR No período da observação como também no acompanhamento aos professores, ou seja, a supervisão na E.M.E.F.I Professor Antônio Palma Sobrinho, e como realiza a sua principal função, o atendimento aos professores, tendo como referência a fase construtiva ou a supervisão orientada, a qual se “preocupação com o trabalho de orientação dos professores, corrigindo as falhas que pudessem apresentar e orientando-os sobre os procedimentos considerados mais adequados” (URBANETZ, 2013, p. 42-43). Como é possível constatar em algumas etapas do projeto, o atendimento aos alunos merece atenção, pois consta no Regimento Único das Unidades Escolares (2023), que essa deve ser compartilhada com a função do Orientador Educacional, ficando sob a responsabilidade do Supervisor Escolar apenas as intervenções relacionadas às necessidades de aprendizagem. No entanto, podemos observar que o Supervisor Escolar assume não apenas itens relacionados à aprendizagem, mas também com relação à indisciplina, relacionamentos, problemas com faltas e entrega de atividades. Também foi observado nesse período, que o supervisor escolar no âmbito de suas atividades de atendimento aos pais, percebe-se que o supervisor escolar foi claro sua função na parceria com o orientador educacional, para que não sobrecarregue sua rotina. Afinal, ele deve atuar junto ao professor, em parceria com o Orientador Educacional em prol de melhoria no processo de ensino-aprendizagem, conforme afirma Nérici (1976, p. 51), “a supervisão escolar também não pode prescindir da cooperação da orientação educativa,por que, apesar de atuarem em campos diferentes, devem visar aos mesmos objetivos”. Uma tentativa para eliminar essa divisão no trabalho escolar, segundo Fernandes (2010, p. 6), foi a criação da função da figura do Coordenador Pedagógico, profissional que: É responsável, nas unidades escolares, pelas ações de articulação coletiva do projeto político pedagógico, pelo acompanhamento e orientação do trabalho docente, pela organização de reuniões pedagógicas e pelas atividades de formação continuada. [...] O coordenador pedagógico mobiliza a escola e seus sujeitos, por isso, seu trabalho não pode se reduzir à mera execução de atribuições legalmente determinadas, ao papel de um controlador/fiscalizador do trabalho docente (SANTOS, 2012, p. 102). O profissional para atuar como coordenador pedagógico não seja somente o pedagogo, mas um cargo eletivo, possibilitando a todos os docentes a chance de serem coordenadores pedagógicos, uma vez que esse profissional aglutina os serviços de administração, supervisão e orientação. Os coordenadores pedagógicos não devem desenvolver um trabalho voltado unicamente aos aspectos referentes à sala de aula, apesar de esta ser seu ponto de partida e de chegada. É necessário, portanto, que esses profissionais tenham uma visão mais ampla acerca da organização do trabalho na/da escola. Além disso, entendemos também que os coordenadores pedagógicos precisam possuir conhecimentos que os auxiliem a participar, assim como os demais profissionais da educação, das discussões sobre todas as questões que envolvem as atividades escolares, dentro e fora da sala de aula (SANTOS, 2012, p. 187). O Orientador Educacional tem tantas atribuições quanto o Supervisor Escolar e muitas responsabilidades em relação aos discentes. Nessa situação, é necessário, também, rever a formação inicial dos docentes das áreas específicas para poder atender a essa demanda. Para amenizar o trabalho de planejamento de atividades pelo Supervisor Escolar para a substituição de professor, Nérici (1976, p. 233) sugere a elaboração de atividades extraclasse por parte dos professores, mas que essa prática seja acordada com a direção e corpo docente, sendo incluídas essa responsabilidade no planejamento escolar e no Projeto Político Pedagógico da Escola. No entanto, nesse relato de observação, essa prática não é suficiente para atender a demanda dos Supervisores Escolares, uma vez que se percebe que a falta de professores é recorrente nessa Rede Municipal de Ensino, mas também não há dados ou pesquisas que possam evidenciar os reais fatores que favoreçam tal situação. Fator esse que merece atenção e investigação por parte dos próprios Supervisores Escolares, pois, conforme Fossatti e Sarmento (2013), o espaço da escola, é um espaço de situações conflituosas e adversas, decorrentes das relações interpessoais que se estabelecem, gerando em determinadas situações nível de estresse, que tem como consequência enfermidades físicas e psicológicas decorrentes do que se denomina mal-estar docente, que acarreta desmotivação, irritabilidade e redução da autoestima. A situação observada nesta instituição de ensino que pode proporcionar fragilidade aos docentes precisa ser evidenciada pelo Supervisor Escolar para que juntos possam estudar e compreender a situação para enfrentar e tentar resolver tais problemas, ou ao menos minimizá-los. Diante disso, é importante a atenção e atuação do Supervisor Escolar, na tentativa de prevenção de tal situação. Como atividades que mais exigem a atenção dos Supervisor Escolar, encontram-se as de caráter burocrático, necessárias, mas precisam ser avaliadas quanto as suas reais necessidades, para que não sejam apenas tarefas de controle das atividades docentes. Enfim, é necessário ter atenção quanto à rotina do Supervisor Escolar, pois apesar de ela ser feita de relações humanas imprevisíveis, seu foco precisa estar nas atividades voltadas para o processo de ensino-aprendizagem, devendo ser valorizado nas escolas. 7. PLANO DE AÇÃO A meta que a equipe profissional da E.M.E.F.I Professor Antônio Palma Sobrinho visa alcançar no seu Plano de Ação objetiva viabilizar recursos possíveis de realização para que as ações pedagógicas aconteçam dentro dos pressupostos da Teoria Histórico-Cultural, pautado no PPP, com comprometimento, qualidade, ética e respeito à diversidade e a inclusão. Conduzir as demandas administrativas e financeiras de acordo com os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, eficiência e razoabilidade, em parceria com a comunidade escolar e local, buscando a segurança e a qualidade das ações pedagógicas é realizar melhorias, reformas, aquisições e adequações necessárias à segurança, acessibilidade e bem estar das crianças e funcionários, respeitando também os desejos e anseios das crianças quanto às mudanças nos brinquedos e espaços, oferecendo e oportunizando a formação continuada aos professores e aos demais funcionários. Dimensão Pedagógica Ação Projeto coletivo sobre Diversidade Objetivos específicos Promover ações que visem proporcionar a criança o acesso a vivências e experiências por meio da arte, dança, cultura entre outros. Público-alvo Crianças Responsáveis pela ação Equipe gestora, funcionárias e parcerias. Recursos APP, Descentralização Financeira e doações Dimensão Pedagógica Ação Manter o grupo de estudos no período noturno. Objetivos específicos Promover reflexão e conhecimento sobre temas pertinentes a educação infantil ou outros temas sugeridos pela equipe. Público-alvo Professoras e demais funcionárias Recursos APP e parcerias Responsáveis pela ação Equipe gestora e parcerias. Dimensão Pedagógica Ação Projeto coletivo sobre literatura. Objetivos específicos Incentivar a prática da leitura. Público-alvo Crianças/pais Recursos APP Responsáveis pela ação Equipe gestora e professoras. Dimensão Pedagógica Ação Projeto coletivo sobre sustentabilidade Objetivos específicos Incentivar estilo de vida saudável e práticas sustentáveis. Público-alvo Crianças, pais e funcionárias. Recursos APP e parcerias Responsáveis pela ação Equipe gestora, funcionárias e comunidade escolar. Dimensão Pedagógica Ação Promover a Festa da família ou festa junina Objetivos específicos Integrar o CMEI e a comunidade. Público-alvo: Crianças, pais, funcionárias e comunidade escolar Recursos APP e parcerias Responsáveis pela ação Equipe gestora, pais e funcionárias Dimensão Administrativa Ação Realizar a avaliação Institucional anualmente Objetivos específicos Perceber os pontos positivos e fragilidades em todos os segmentos da escola Público-alvo Pais/funcionárias Recursos APP Responsáveis pela ação Equipe gestora Dimensão Administrativa Ação Palestras informativas Objetivos específicos Informar os pais e responsáveis referente a temas sugeridos pelos mesmos Público-alvo Pais e Responsáveis Recursos APP Responsáveis pela ação Equipe gestora e parcerias Dimensão Administrativa Ação Análise e reelaboração das atuais normativas internas Objetivos específicos Garantir a efetivação e legitimidade das normativas. Público-alvo Funcionários Recursos APP Responsáveis pela ação Equipe gestora e funcionárias Dimensão Financeira Ação Aplicar os recursos financeiros de acordo com as prioridades elencadas pelos pais, e funcionários. Objetivos específicos Garantir de execução dos processos pedagógicos e administrativos das atividades educacionais. Público-alvo Comunidade escolar Recursos: APP Descentralização, PDDE Responsáveis pela ação Equipe Gestora , APP e Conselho Escolar Dimensão Física Ação Reforma do parque externo. Reforma do piso dos solários. Aquisição de um forno elétrico para cozinha. Instalação de portas no balcão da pia da cozinha. Reforma dos armários da despensa da cozinha. Trocas das portas estragadas pela umidade. Aquisição de computadores para secretaria e sala dehora atividade e salas de aula dos maternais e prés. Reorganizar os móveis dos cantinhos das salas de aula. Instalação de sonorização no parque interno. Instalação de câmera de segurança no hall de entrada da E.M.E.F.I Professor Antônio Palma Sobrinho. Manutenção em geral, filtros de água, condicionadores de ar, extintores, caixa d’água, serviço de jardinagem, limpeza de toldos....entre outros. Objetivos específicos Garantir as crianças e funcionárias um ambiente diversificado, aconchegante, confortável e seguro, proporcionando maior acessibilidade, comodidade, praticidade e a possibilidade de todos usufruírem melhor os recursos já existentes. Público-alvo Crianças, funcionárias e comunidade Recursos APP, Descentralização, PDDE Segundo Heloisa Lück (2019), a mesma propõe uma série de competências para a efetivação do acompanhamento, que denomina de monitoramento de processos educacionais e deve ser aliado à avaliação institucional. Destaca que os dois procedimentos são aspectos do mesmo processo, qual seja, qualificar o trabalho da escola. O acompanhamento e avaliação deste plano de gestão, acontecerão de forma contínua e reflexiva, com base em observações, relatos e registros de resultados e processos, obtidos através de avaliações e feedbacks fornecidos pela equipe gestora, funcionárias e comunidade escolar. Estas reflexões e avaliações servirão como base para novas reformulações ou adaptações, bem como proposição de novas ferramentas que visem o aperfeiçoamento das práticas educativas e administrativas, por conseguinte, a melhoria da qualidade na educação dos demais envolvidos nesta instituição de ensino. 8. RELATO DA APRESENTAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO À DIREÇÃO ESCOLAR As dimensões que devem ser contempladas no Plano de Ação da escola são: gestão escolar democrática; prática pedagógica; avaliação; acesso, permanência e sucesso na escola; ambiente educativo e formação dos profissionais da escola. A Essas dimensões, definidas como elementos da qualidade pedagógica da escola, foi organizado o Plano de Ação que foi apresentado a direção escolar da E.M.E.F.I Professor Antônio Palma Sobrinho. Outro aspecto importante a ser considerado na elaboração do Plano está relacionado à análise dos indicadores quantitativos da escola. Silva e Zenaide (s.d.), na elaboração do Plano de Ação, foi considerado também alguns princípios inerentes à prática educativa, que foram eles: a) a visão crítica e política de educação, com potencial transformador da realidade pedagógica, desenvolvendo uma atitude questionadora do currículo explícito e oculto; b) a ética e a cultura democrática; c) a universalidade inerente a todo ser humano em meio à diversidade étnico-cultural, à indivisibilidade, inviolabilidade e à interdependência dos direitos civis, políticos, econômicos e culturais; d) a centralidade da ação nos sujeitos, individual, coletivo e organizacional; e) a multiplicidade de possibilidades de ações e metodologias de ação que atuem no nível cognitivo, atitudinal e procedimental, contribuindo assim para a formação de hábitos, valores e atitudes; f) a definição de metodologias e enfoques, adequados aos diferentes níveis de ensino, disciplinas e modalidades de ensino. Segundo a direção escolar, o Plano de Ação foi elaborado com clareza e visando toda a comunidade escolar, inclusive com organizações sociais envolvidas no entorno da escola. O Plano de Ação foi fundamentado na realidade sociocultural e nas demandas sociais e educacionais da escola, sistematizadas e avaliadas permanentemente, contendo estratégias metodológicas de ação e de monitoramento coerentes com os princípios da educação. Ainda sobre a estrutura para elaboração do Plano de Ação, a diretora Mônica Alves, destacou que a universitária desenvolveu a estrutura do plano de acordo com as atividades realizadas na E.M.E.F.I Professor Antônio Palma Sobrinho e que tais atividades oferecem os elementos necessários para a elaboração do Plano de Ação, como: · Dimensão Os indicadores da qualidade da educação estão divididos em seis grandes elementos, aqui denominados dimensões: Gestão Democrática; Avaliação; Prática Pedagógica; Acesso, Permanência e Sucesso; Ambiente Educativo; Formação dos Profissionais da Escola. Essas devem ser consideradas pela escola, numa análise reflexiva e crítica, contemplando a sua realidade social de modo a contribuir para a melhoria da educação. · 2 Problemas e desafios Os problemas e desafios da escola podem ser diagnosticados pela análise das dimensões, as quais apontam para questões a serem elencadas como prioritárias pela escola. A partir desta análise, a escola percebe os problemas e desafios a serem superados. O desafio surge quando, analisando os indicadores da escola, percebe-se, por exemplo, uma taxa elevada de abandono. Neste momento, a escola deve ter o compromisso de propor estratégias de superação. · 3 Ações Referem-se às atividades que a escola irá propor para a resolução dos problemas diagnosticados. · 4 Recursos Para a realização das ações previstas no Plano de Ação, o estabelecimento de ensino deve prever os recursos financeiros, humanos e de infraestrutura que possibilitem a viabilidade do mesmo. 16. VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO Eu, Reinaldo Marcelino de Souza, matriculada no 6o semestre do Curso de Licenciatura em História da modalidade a Distância da Universidade UNOPAR, realizei as atividades de estágio Curricular Obrigatório em Gestão Escolar na E.M.E.F.I Professor Antônio Palma Sobrinho, na Rua Ângelo Scarpel, número 163, Parque Nova Esperança, cumprindo as atividades e a carga horária previstas no respectivo Plano de Trabalho. ___________________________ Assinatura do (a) Estagiário (a) ___________________________ Assinatura Supervisor de Campo 17. CONSIDERAÇOES FINAIS Para o discente e autor desse artigo o estágio contribuiu em sua formação acadêmica atingindo os objetivos iniciais e porque não dizer que superou as expectativas, porque no mesmo foi possível analisar a futura prática, que será a mesma, além de uma profissão, pois se torna uma ação social por contribuir com uma construção da autonomia e desenvolvimento das atividades gestoras. Foram observadas inúmeras situações nos estudos, na prática do primeiro estágio e no campo de atuação que tornam possível a efetivação deste, subsidiando assim, a prática docente. Um dos propósitos do Estágio Supervisionado em Gestão Escolar, é poder viabilizar e propiciar ao graduando conhecer e vivenciar na prática a experiência gestora, período esse, enriquecedor, afinal é exatamente nesta fase a formação acadêmica que se manifesta a oportunidade de interagir os conhecimentos teóricos com a prática didática relacionando a teoria com o exercício educacional proposto. O estágio supervisionado se caracteriza como sendo um período em que se torna possível ocasionar um campo de atuação mediante a prática dos estudos além de transportar aspectos teóricos relevantes com os práticos, em outras palavras, um momento de se aproximar da realidade escolar, legitimando a identidade e oportunizando um maior e melhor reflexo docente mediante a sua observação, regência e intervenção com a comunidade escolar possibilitando o contato e confronto com os problemas, com as dificuldades existentes no campo de atuação. Dessa maneira, à aproximação da realidade nos permite a separação entre a teoria e a prática, legitimando o processo da identidade de todos que ali estejam envolvidos dando então a oportunidade de reflexão sobre a prática de gestão, coordenação, supervisão e orientação escolar vivenciada nesse campo de atuação, intervindo e destacando um plano de ação que possibilite assegurar uma relação coerente, entre a comunidade escolar do campo de estudo. As conclusões nos afirmam que o Estágio Supervisionado em Licenciatura em História se torna um momento único de construção da identidade do futuro pedagogo caracterizando-se em toda a sua trajetória, onde o graduando confrontaráas teorias aprendidas em sala de aula com a prática vivenciada no campo de estágio. É justamente no Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em História que esse profissional irá compreender a importância como também o seu papel e sua posição no processo educacional em que estiver inserido. Por fim, desenvolver esse trabalho no estágio solicita interesse, comprometimento e colaboração, uma vez que, nesse percurso tivemos a oportunidade de conhecer as inúmeras relações presentes no âmbito educacional, os alunos na sua especificidade, as dificuldades existentes no ambiente da sala de aula, e por que não dizer fora dela, oportunizando refletir em totalidade sobre nossas ações. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Lei nº 284/2012. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para instituir a residência pedagógica para os professores da educação básica. Brasília, 2012. Disponível em: <http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=112691&tp=1>. _____. Lei nº 12.014, de 6 de Agosto de 2009. Altera o art. 61 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, com a finalidade de discriminar as categorias de trabalhadores que se devem considerar profissionais da educação. Brasília, 2009. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12014.htm#art1>. ______. Lei nº 9.475, de 22 de Julho de 1997. Dá nova redação ao art. 33 da Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, 1997. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/l9475.htm>. ______. Lei nº 9.394, de 20 de Dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. 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