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UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA 
FACULDADE DE ENGENHARIA 
CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 
PROJETOS DE PROCESSOS QUÍMICOS II 
 
 
 
LUIZ FRANCISCO SCHERETTE 
 
 
 
 
 
 
PROJETO DE UMA PLANTA DE PRODUÇÃO DE 
NITROBENZENO 
 
 
 
 
 
SANTOS/SP 
2021 
LUIZ FRANCISCO SCHERETTE – RA 133145 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PROJETO DE UMA PLANTA DE PRODUÇÃO DE 
NITROBENZENO 
 
 
Trabalho de Conclusão de Curso 
apresentado como exigência parcial 
para obtenção do título de Engenheiro 
Químico à Universidade Santa Cecília 
sob a orientação do Prof. Me. Flávio 
Nelson Pereira. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SANTOS/SP 
2021 
 
AGRADECIMENTOS 
 
Ao Prof. Me. Flávio Nelson Pereira, pela orientação, paciência e dedicação nos 
esclarecimentos de dúvidas, os quais foram fundamentais para a execução deste 
trabalho. 
Ao Prof. Me Luiz de França Netto, por magnanimamente auxiliar-me nas 
correções e partilhar valiosíssimo conhecimento prático e teórico, proporcionando-me 
um aprendizado de valor imensurável. 
A todos os mestres pelo conhecimento transmitido com respeito, 
comprometimento e bom humor, no decorrer desses cinco anos. 
À Universidade Santa Cecília por ter me proporcionado um ambiente acolhedor 
e fomentador de conhecimento. 
Aos meus pais Luiz Scherette Rodrigues (in memoriam) e Marilda Costa pelo 
apoio incondicional e pelos sábios conselhos nos momentos em que mais necessitei. 
 Ao meu irmão Luiz Gustavo Scherette pelos momentos de companheirismo e 
aprendizado mútuo. 
A todos os amigos e colegas do curso com os quais pude compartilhar minhas 
dúvidas, opiniões, anseios e experiências pessoais ao longo dessa jornada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Rir muito e com frequência; ganhar o respeito de pessoas inteligentes e o afeto das 
crianças; merecer a consideração de críticos honestos e suportar a traição de falsos 
amigos; apreciar a beleza, encontrar o melhor nos outros; deixar o mundo um pouco 
melhor, seja por uma saudável criança, um canteiro de jardim ou uma redimida 
condição social; saber que ao menos uma vida respirou mais fácil porque você viveu. 
Isso é ter tido sucesso.” 
(Ralph Waldo Emerson) 
SUMÁRIO 
1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 7 
1.1. DESCRITIVO DO PROCESSO ............................................................................ 9 
1.2 Fluxograma do processo ....................................................................................... 11 
2. BALANÇO DE MASSA ............................................................................................ 12 
3. PROPRIEDADES FÍSICAS ...................................................................................... 27 
3.1 Massa Molar ......................................................................................................... 27 
3.2. Densidade ............................................................................................................. 28 
3.3. Calor Específico ................................................................................................... 29 
3.4. Viscosidade .......................................................................................................... 31 
3.5. Condutividade Térmica ........................................................................................ 32 
3.6. Pressão de Vapor ................................................................................................. 34 
3.7. Calor de Vaporização/Condensação .................................................................... 35 
4. BALANÇO DE ENERGIA ........................................................................................ 39 
4.1. Balanço de Energia para o Tanque de Mistura (TQ-05) ...................................... 39 
4.2. Balanço de Energia para o Reator (R-01) ............................................................ 40 
4.3. Balanço de Energia para os Trocadores de Calor ................................................ 42 
5. DIMENSIONAMENTO DE EQUIPAMENTOS ...................................................... 47 
5.1. Reator R-01 .......................................................................................................... 47 
5.2. Coluna de Destilação CD-01 ............................................................................... 50 
5.3. Tanques de mistura .............................................................................................. 55 
5.4. Tanques de Armazenamento ................................................................................ 60 
5.5. Tanque Acumulador ............................................................................................ 63 
Tanque Acumulador (TQ-07) ..................................................................................... 64 
5.6. Decantador Gravitacional (DC-01) ...................................................................... 67 
5.7. Jaqueta do Reator R-01 ........................................................................................ 69 
5.8. Jaqueta do Tanque de Mistura TQ-05 .................................................................. 69 
5.9. Trocadores de Calor ............................................................................................. 70 
5.10. Tubulações ......................................................................................................... 98 
5.11. Bombas ............................................................................................................ 116 
REFERÊNCIAS ........................................................................................................... 151 
ANEXOS ...................................................................................................................... 154 
ANEXO A – Conversão de Unidades (TREVISAN, 1988) ......................................... 154 
ANEXO B – Densidade de Soluções de Ácido Sulfúrico (PERRY & GREEN, 2008) 159 
ANEXO C – Densidade da Água Líquida Saturada (PERRY & GREEN, 2008) ........ 161 
ANEXO D – Pressão de Vapor de Soluções Aquosas de Ácido Sulfúrico (PERRY & 
GREEN, 2008) ............................................................................................................. 162 
ANEXO E – Propriedades Termodinâmicas da Água Saturada (BORGNAKKE & 
SONNTAG, 2009) ........................................................................................................ 163 
ANEXO G – Número de Potência (MORAES Jr. & MORAES, 2011) ....................... 166 
ANEXO H – Seleção de Motor Elétrico (PEREIRA & SEGUIM, 2012) .................... 167 
ANEXO I – Roteiro de Cálculo para Projeto de Trocador Casco e Tubos (PEREIRA, 
2018) ............................................................................................................................. 168 
ANEXO J – Fator de Correção do LMTD (TEMA, 1949) .......................................... 173 
ANEXO K – Estimativa de Coeficiente Global de Troca Térmica (LUDWIG, 2001) 174 
ANEXO L – Estimativa de Coeficiente Global de Troca Térmica (KERN, 1950)...... 176 
Tabela L.1 - Coeficiente global de troca térmica para diversas aplicações .................. 176 
ANEXO M – Estimativa de Coeficiente Global de Troca Térmica (BELL, 1978) ..... 177 
ANEXO N – Dados de Tubos para Trocadores Casco e Tubos (KERN, 1950) .......... 178 
ANEXO O – Contagem de Tubos (ARAÚJO, 2002) ................................................... 179 
ANEXO P – Diâmetro Equivalente do Casco de Trocador de Calor (LUDWIG, 2001)
 ...................................................................................................................................... 182 
ANEXO Q - Roteiro de Cálculo para Projeto de Trocador Duplo-Tubo (PEREIRA, 
2018) .............................................................................................................................183 
ANEXO R – Velocidades Recomendadas para Tubulações (LUDWIG, 1999) .......... 190 
ANEXO S – Dados de Tubulações (PEREIRA & SEGUIM, 2012) ............................ 192 
ANEXO T – Fatores para o Método dos 2K (HOOPER, 1981)................................... 196 
ANEXO U – Rugosidade de Tubulações (LUDWIG, 1999) ....................................... 197 
 
 
 
 
 
7 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
O mononitrobenzeno ou simplesmente nitrobenzeno, cuja fórmula química é 
C6H5NO2, é um composto orgânico também conhecido como óleo de mirbano, que a 
temperatura ambiente é um líquido incolor, apesar de apresentar um tom amarelado 
devido a impurezas provenientes da reação de nitração. Esta substância possui um 
aroma semelhante ao de amêndoas amargas. Apresenta riscos para a saúde e para o 
meio ambiente devido a sua inflamabilidade, toxicidade e potencial carcinogênico. Sua 
temperatura de ebulição é de 210°C, ponto de fusão em torno de 6°C. É miscível em 
etanol e acetona, porém pouco solúvel em água (PEDROSA, 2016). 
Foi produzido pela primeira vez, em 1834, pelo químico alemão Eilhardt 
Mitscherlich, através da reação entre o benzeno e ácido nítrico fumegante. O atual 
processo de produção se dá através da nitração do benzeno, reação na qual ocorre a 
adição de um grupo nitro no composto aromático. É empregada uma mistura 
sulfonítrica, composta por ácido sulfúrico, ácido nítrico e água. O ácido sulfúrico atua 
como catalizador, fornecendo íons H
+
 para a reação. O ácido nítrico na presença de 
ácido sulfúrico ioniza-se liberando o íon NO2
+
 que substitui o hidrogênio do carbono do 
anel aromático (SANTOS, 2005). 
 
 
 
Figura 1 - Esquema da reação de nitração do benzeno. 
 
 
 
 
 
8 
 
O nitrobenzeno é utilizado como intermediário na síntese de poliuretanos, que por 
sua vez possuem aplicações na indústria automobilística e construção civil. Para, além 
disto, o nitrobenzeno tem aplicações na indústria farmacêutica, na produção de corantes, 
pigmentos, pesticidas e solventes. (PEDROSA, 2016). 
O presente trabalho objetivou o projeto de uma unidade de produção de 
nitrobenzeno, cuja capacidade é de 390 toneladas diárias. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
9 
 
1.1. DESCRITIVO DO PROCESSO 
 
Benzeno (C6H6, puro), ácido nítrico (HNO3, 68% em massa) e ácido sulfúrico 
(H2SO4, 75% em massa) são estocados nos tanques TQ-01, TQ-02 e TQ-03, 
respectivamente, a temperatura ambiente e pressão atmosférica. O tanque TQ-01 é 
dotado de sistema de inertização com nitrogênio, para redução do percentual de 
oxigênio e vapores de benzeno, evitando possível explosão, incêndio e contaminação do 
ambiente, como também evitar a implosão do tanque durante o esvaziamento do 
mesmo, e válvula de segurança PSV-01 para alívio da pressão interna. Ácido nítrico 
(corrente 3) e sulfúrico (corrente 5) são enviados, respectivamente, pelas bombas B-02 e 
B-03 ao tanque de mistura TQ-05, onde são misturados com agitação contínua pelo 
agitador AG-05, formando uma mistura sulfonítrica a 50°C, com composição mássica 
de 28,2% HNO3 e 43,9% H2SO4 e 27,9% de H2O (ALEXANDERSON et al, 1978). O 
tanque é dotado de jaqueta, pela qual circula água de resfriamento devido à exotermia 
da mistura. A mistura sulfonítrica é transferida pela bomba B-05 (corrente 7) ao reator 
de mistura R-01. O benzeno com 10% de excesso, em relação ao HNO3 
(ALEXANDERSON et al, 1978), armazenado no tanque TQ-01 é enviado pela bomba 
B-01, através da corrente 1, ao reator de mistura R-01. O reator R-01 que possui 
agitador AG-01 e opera a pressão atmosférica, é revestido por uma camisa de 
refrigeração e tem controle de temperatura para mantê-la a 55°C (OTHMER, 1996). O 
reator deverá ser de mistura perfeita, de modo que a resistência de miscibilidade entre 
os reagentes seja minimizada, propiciando uma maior área de contato entre as fases 
orgânica e inorgânica. O tempo de reação é estimado em 7,5 minutos 
(ALEXANDERSON et al, 1978). O grau de conversão da reação é de 90%. 
Reação no reator R-01: HNO3 + C6H6  
42SOH C6H5NO2 + H2O 
O produto do reator R-01 é bombeado pela B-06, por meio da corrente 9, até o 
decantador DC-01, com tempo de residência estimado em 7,5 minutos (SANTOS, 
2005), formando a fase leve, composta por água (H2O) e ácido sulfúrico (H2SO4) e a 
fase pesada, composta por nitrobenzeno (C6H5NO2) e benzeno não convertido (C6H6). O 
decantador DC-01 possui controle de nível. A água (H2O) e o ácido sulfúrico (H2SO4) 
são bombeados pela bomba B-07, através da corrente 11, para o tanque de mistura e 
lavagem TQ-06 que possui agitador AG-06. A solução de Na2CO3, 20% em massa, a 
10 
 
25°C, armazenada no TQ-04 é enviada ao TQ-06 pela bomba B-04, por meio da 
corrente 13, a fim de neutralizar todo o ácido sulfúrico presente na mistura, mantendo o 
pH em torno de 6,5 (OTHMER, 1996). O TQ-06 opera a 25°C e a pressão atmosférica. 
O pH é controlado através de um analisador. A reação entre a solução de carbonato de 
sódio (Na2CO3) e o ácido sulfúrico, gera sulfato de sódio (Na2SO4), água (H2O) e 
dióxido de carbono (CO2) que é liberado para a atmosfera pela corrente 15. A água 
(H2O) e o Sulfato de sódio (Na2SO4) são bombeados pela bomba B-08, através da 
corrente 17, para uma estação de tratamento de efluentes (ETE). 
Reação no tanque de lavagem TQ-06: H2SO4 + Na2CO3 → Na2SO4 + H2O + CO2 
 A fase orgânica, composta pelo nitrobenzeno bruto (C6H5NO2) e benzeno (C6H6) 
é enviada do decantador DC-01, pela bomba B-09 (corrente 18) para o TC-01, sendo 
aquecida até 80°C, através da troca térmica com vapor saturado a 110°C (corrente 34), 
evitando a alimentação de benzeno frio à coluna CD-01, facilitando o processo de 
destilação. A CD-01 opera a pressão atmosférica. Na coluna de destilação (CD-01) 
ocorre a separação do benzeno em excesso (C6H6) e do nitrobenzeno bruto (C6H5NO2) 
por diferença de volatilidade. O benzeno por ser mais volátil é obtido pelo topo da 
coluna (corrente 21) com 99,9% de pureza molar (SANTOS, 2005) a temperatura de 
90°C, passando posteriormente pelo condensador TC-02, onde é arrefecido até 80,1°C 
antes de ser coletado no acumulador TQ-07. Uma parte do benzeno é retornada a coluna 
de destilação CD-01 pela bomba B-10 (corrente 25, refluxo) e o restante é enviado para 
o trocador de calor TC-05, pela mesma bomba, sendo arrefecido até 55°C e 
posteriormente reciclado para o reator R-01, por meio da corrente 27. O nitrobenzeno 
(C6H5NO2) é obtido pela base da coluna (corrente 28) a 180°C, com 99,9% de pureza 
molar. Uma parte dele passa pelo refervedor TC-03, através da corrente 30, onde é 
aquecido até atingir 200°C, através da troca de calor com a entrada de vapor saturado a 
210°C (corrente 35), e enviado de volta a coluna pela bomba B-11. O restante é enviado 
pela bomba B-11 para o trocador TC-04, por meio da corrente 32, onde é resfriado até 
25°C antes de ser estocado no tanque TQ-08. 
A torre de resfriamento TR-01 alimenta através da bomba B-12 (corrente 36), o 
condensador TC-02 (corrente 45), a jaqueta do tanque de mistura TQ-05 (corrente 41), a 
camisa de refrigeração do reator R-01 (corrente 38) e os resfriadores (TC-04), corrente 
50 e o TC-05, corrente 48. 
11 
 
1.2 Fluxograma do processo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
12 
 
2. BALANÇO DE MASSA 
 
Produção de 390 ton/dia de nitrobenzeno puro (C6H5NO2). 
 
Reação: H2SO4 + HNO3 + C6H6 → C6H5NO2 + H2O 
MM (kg/Kmol): 98,08 63,01 78,11 123,11 18,01 
ṁ (kg/dia): 310.710 199.610 247.445 390.000 57.054 
 
Corrente 1 
Benzeno puro alimentado ao reator R-01, com 10% em excesso. 
 ̇ ̇A corrente total de alimentação do C6H6 no reator R-01 é 272189 kg/dia, sendo a soma 
da corrente de alimentação e da corrente 26 (corrente de reciclo). 
 
Corrente 3 
A corrente 3 transporta HNO3 (68%) e H2O (32%) do tanque TQ-02 para o TQ-05. 
 
 
 
 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
13 
 
Corrente 5 
A corrente 4 transporta H2SO4 (75%) e H2O (25%) do tanque TQ-03 ao tanque TQ-05. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Corrente 7 
A corrente 7 transporta a mistura sulfonítrica do tanque de mistura TQ-05 para o reator 
R-01. 
Balanço Global para o TQ-05: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
14 
 
 
 
 ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
Corrente 9 
A corrente 9 sai do reator R-01, após a reação de nitração, carregando os produtos para 
o decantador DC-01. 
 A quantidade de benzeno alimentada ao reator R-01 é oriunda do tanque de 
armazenamento TQ-01 e da corrente de reciclo C-26. 
 
 ̇ ( ) ̇ ̇ ( ) ( )
 ( ) ̇ ( ) 
 ̇ ( 
 )
 
 
 
15 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
 
 
 ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
 .
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
 
16 
 
Corrente 11 
A corrente 11 transporta a fase leve do decantador DC-01, composta por H2SO4 e H2O 
para o tanque de mistura e lavagem TQ-06. 
 
 ̇ ̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 .
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
Corrente 13 
A corrente 13 transporta solução de Na2CO3 (20%), que será usada para neutralizar a 
solução ácida, no tanque TQ-06. 
 
Reação: H2SO4 + Na2CO3 → Na2SO4 + H2O + CO2 
MM (Kg/Kmol): 98,08 106 142,05 18,01 44,01 
ṁ (Kg/dia): 310.710 335800 450.000 57054 139.420 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 ̇ 
17 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 ̇ ̇ ̇ ( )
 
 
 
 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 
Corrente 15 
A corrente 15 libera o CO2, produzido na reação de neutralização, para a atmosfera. 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 
Corrente 16 
A corrente 16 transporta a água e o sulfato de sódio, produzidos na reação de 
neutralização e a água da solução de Na2CO3, para a estação de tratamento de efluentes 
(ETE). 
 ̇ ̇ ̇ ( ) ̇ ( ) 
 
 ̇ ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
18 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
Corrente 18 
A corrente 18, composta por nitrobenzeno e benzeno não convertido, alimenta a coluna 
de destilação CD-01. 
 ̇ ̇ ̇ 
 
 ̇ ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 .
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
 
 
19 
 
 
Vazão molar e composição da alimentação. 
Frações molares: 
 
 ̇ 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
 
 
 
 ̇ 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
 
 
 ̇ ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
 .
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
 
 
20 
 
 ̅ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vazão mássica de benzeno na corrente de destilado (C-26): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Vazão mássica de nitrobenzeno na corrente de destilado (C-26): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ̇ ̇ ̇ ( )
 
 
 
 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
21 
 
 
Corrente 33 
Na corrente 33 (corrente de fundo) escoa o Nitrobenzeno obtido após a 
separação na coluna CD-01, encaminhando o produto para o tanque TQ-08. 
Vazão mássica de nitrobenzeno na corrente 33: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vazão mássica de benzeno na corrente 33: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ̇ ̇ ̇ ( )
 
 
 
 
 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 ( ) 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
22 
 
 
Corrente 25 
A corrente 25 é a corrente de refluxo, que retorna parte do benzeno a coluna de 
destilação. 
 
A razão de refluxo é obtida através da razão de refluxo mínima, que por sua vez é obtida 
através do gráfico de McAbe-Thielle e da relação: 
 
 
 
 
 
Do gráfico obtém-se 
 
 
 → 
 
 
 → 
 
Empregando a razão ótima de refluxo, compreendida entre 15 e 30% da razão mínima 
(CANTON & NETTO, 2018) obtém-se a razão de refluxo R. 
 
 
Com a razão de refluxo R, calcula-se a vazão da corrente 25 através da relação: 
 
 
 ̇ 
 ̇ 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 → ̇ 
 
 
 
 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
23 
 
 
Composição da corrente 
A composição em massa da corrente 25 é a mesma composição da corrente 26 – 1,55% 
de C6H5NO2 e 98,45% de C6H6. 
 
Vazão mássica de Benzeno na corrente 25: 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vazão mássica de Nitrobenzeno na corrente 25: 
 ̇ ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Corrente 21 
Calculadas as correntes de refluxo e de reciclo, determina-se o valor da corrente de topo 
da coluna (corrente 21). 
 
 ̇ ̇ ̇ ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Composição da corrente 
A composição em massa da corrente 21 é a mesma composição das correntes 25 e 26 – 
1,55% de C6H5NO2 e 98,45% de C6H6. 
Vazão mássica de Benzeno na corrente 21:̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vazão mássica de Nitrobenzeno na corrente 21: 
 ̇ ( )
 
 
 
 
 
 
 
24 
 
 
Corrente 31 
 
Através de relações de balanço de massa no Prato de alimentação e na base da coluna de 
destilação pode-se determinar o valor da corrente 31. 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 
Composição da corrente (% massa): 
 
A composição em massa da corrente 31 é a mesma da corrente 32 - 0,00635% Benzeno 
e 99,99% de nitrobenzeno. 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ̇ ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Corrente 28 
 
Conhecendo as vazões das correntes 31 e 32, pode-se determinar a vazão da corrente 
28: 
 
 ̇ ̇ ̇ 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
A composição em massa da corrente 28 é a mesma da corrente 30 e 31 - 0,00635% 
Benzeno e 99,99% de nitrobenzeno. 
25 
 
 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 ̇ ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tabela 2.1 – Vazões mássicas das correntes de processo 
kg/h 1 2 3 4 5 6 7 
C6H6 11341,23 11341,23 ---- ---- ---- ---- ---- 
HNO3 ---- ---- 8317,08 8317,08 ---- ---- 8317,08 
H2SO4 ---- ---- ---- ---- 12946,25 12946,25 12946,25 
C6H5NO2 ---- ---- ---- ---- ---- ---- ---- 
H2O ---- ---- 3913,92 3913,92 4315,42 4315,42 8229,34 
CO2 ---- ---- ---- ---- ---- ---- ---- 
Na2CO3 ---- ---- ---- ---- ---- ---- ---- 
Na2SO4 ---- ---- ---- ---- ---- ---- ---- 
Total 11341,23 11341,23 12231 12231 17261,67 17261,67 29492,67 
 
kg/h 8 9 10 11 12 13 14 
C6H6 ---- 2062,04 2062,04 ---- ---- ---- ---- 
HNO3 8317,08 ---- ---- ---- ---- ---- 
H2SO4 12946,25 12946,25 12946,25 12946,25 12946,25 ---- ---- 
C6H5NO2 ---- 16266,25 16266,25 ---- ---- ---- ---- 
H2O 8229,34 10606,58 10606,58 10606,58 10606,58 55966,67 55966,67 
CO2 ---- ---- ---- ---- ---- ---- ---- 
Na2CO3 ---- ---- ---- ---- ---- 13991,67 13991,67 
Na2SO4 ---- ---- ---- ---- ---- ---- ---- 
Total 29492,67 41881,12 41881,12 23552,83 23552,83 69958,34 69958,34 
 
kg/h 15 16 17 18 19 20 21 
C6H6 ---- ---- ---- 1031,02 1031,02 1031,02 1385,41 
HNO3 ---- ---- ---- ---- ---- ---- ---- 
H2SO4 ---- ---- ---- ---- ---- ---- ---- 
C6H5NO2 ---- ---- ---- 16250 16250 16250 21,81 
H2O ---- 66573,25 66573,25 ---- ---- ---- ---- 
CO2 5809,17 ---- ---- ---- ---- ---- ---- 
Na2CO3 ---- ---- ---- ---- ---- ---- ---- 
Na2SO4 ---- 18750 18750 ---- ---- ---- ---- 
Total 5809,17 85323,25 85323,25 17281,02 17281,02 17281,02 1407,22 
 
 (continua) 
 
 
26 
 
 
 
Tabela 2.1 – Vazões mássicas das correntes de processo (continuação) 
 
kg/h 22 23 24 25 26 27 28 
C6H6 1385,41 1385,41 1385,41 355,36 1030 1030 1,76 
HNO3 ---- ---- ---- ---- ---- ---- ---- 
H2SO4 ---- ---- ---- ---- ---- ---- ---- 
C6H5NO2 21,81 21,81 21,81 5,6 16,25 16,25 17640,22 
H2O ---- ---- ---- ---- ---- ---- ---- 
CO2 ---- ---- ---- ---- ---- ---- ---- 
Na2CO3 ---- ---- ---- ---- ---- ---- ---- 
Na2SO4 ---- ---- ---- ---- ---- ---- ---- 
Total 1407,22 1407,22 1407,22 360,96 1046,25 1046,25 17642 
 
kg/h 29 30 31 32 33 
C6H6 1,76 0,141 0,141 1,03 1,03 
HNO3 ---- ---- ---- ---- ---- 
H2SO4 ---- ---- ---- ---- ---- 
C6H5NO2 17640,22 1406,55 1406,55 16234,26 16234,26 
H2O ---- ---- ---- ---- ---- 
CO2 ---- ---- ---- ---- ---- 
Na2CO3 ---- ---- ---- ---- ---- 
Na2SO4 ---- ---- ---- ---- ---- 
Total 17642 1406,7 1406,7 16235,3 16235,3 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
27 
 
 
3. PROPRIEDADES FÍSICAS 
 
 3.1 Massa Molar 
 
Para o cálculo da massa molar média foi utilizada a média ponderada das frações 
molares de cada composto (PEREIRA, 2017): 
 
 ̅̅ ̅̅ ̅ ∑ 
Em que: 
 ̅̅ ̅̅ ̅ é a massa molar média, (kg/kmol) 
 xi é a fração molar do composto i, adimensional e 
MWi é a massa molar do composto i, (kg/kmol) 
 
 
Tabela 3.1 – Massa molar dos compostos envolvidos no processo 
Composto MM (kg/kmol) 
C6H6 78 
HNO3 63 
H2SO4 98 
C6H5NO2 123 
H2O 18 
Na2CO3 106 
Na2SO4 142 
CO2 44 
N2 28 
 
 
 
 
 
 
 
 
28 
 
 
3.2. Densidade 
 
 Para o cálculo da densidade de líquidos puros foi utilizada a seguinte correlação 
(PERRY & GREEN, 2008): 
 
 
 
 
* . 
 
 
/
 
+
 
 
 Em que: 
 ρ é a densidade, (mol/dm³) 
 C1, C2, C3 e C4 são coeficientes de cada composto e 
 T é a temperatura, (K) 
 
Tabela 3.2 – Coeficientes de densidade 
Composto C1 C2 C3 C4 Tmínima (K) Tmáxima (K) 
C6H6 1,0162 0,2655 562,16 0,28212 278,68 562,16 
C6H5NO2 0,8996 0,25856 523,30 0,27800 189,60 523,30 
 
 
Para a água foi adotada a tabela de densidades a 1 atm. 
Para o ácido sulfúrico, ácido nítrico, carbonato de sódio e sulfato de sódio foi adotada a 
tabela de densidades de soluções aquosas a 1 atm. 
Para o cálculo da densidade de mistura de líquidos foi utilizada a seguinte equação 
(PEREIRA, 2017): 
 
 
 
∑ ⁄
 
 
 Em que: 
 ρmix é a densidade, (kg/m³) 
 wi é a fração mássica do composto i, adimensional e 
 ρi é a densidade do composto i, (kg/m³) 
29 
 
 
Para o cálculo da densidade de gases foi utilizada a equação de Clapeyron para gases no 
estado ideal, já que vapores saturados na faixa de 1 a 3 atm não apresentam 
afastamentos apreciáveis da idealidade (GOMIDE, 1984): 
 
 
 
 
 
 
 Em que: 
 ρ é a densidade, (kg/m³) 
 P é a pressão do sistema, (atm) 
 MW é a massa molar, (kg/kmol) 
 R é a constante dos gases ideias, 0,082 atm.m³/kmol.K e 
 T é a temperatura do sistema, (K) 
 
3.3. Calor Específico 
 
 Para o cálculo do calor específico de líquidos puros foi utilizada a seguinte 
correlação (PERRY & GREEN, 2008): 
 
 
 
 
 
 
 Em que: 
 cp é o calor específico, (J/kmol.K) 
 C1, C2, C3, C4 e C5 são coeficientes de cada composto e 
 T é a temperatura, (K) 
 
Tabela 3.3 – Coeficientes de calor específico 
Composto C1 C2 C3 C4*10
2 
C5*10
6 
Tmínima (K) Tmáxima (K) 
C6H6 162940 -344,94 0,85562 ___ ___ 278,68 500 
H2O 276370 -2090,1 8,125 -0,014116 9,3701
 
273,16 533,15 
C6H5NO2 226230 -624,8 1,472 ___ ___ 189,60 350,21 
 
30 
 
 
Para o H2SO4, HNO3, Na2CO3 e Na2SO4 foram utilizadas as tabelas de calor 
específico para compostos inorgânicos. 
 
Para o cálculo do calor específico de misturas líquidas foi utilizada a média 
ponderada das frações mássicas de cada composto (PEREIRA, 2017): 
 
 ∑ 
 
 Em que: 
 cpmix é o calor específico médio, (kcal/kg.K) 
 wi é a fração mássica do composto i, adimensional e 
cpi é o calor específico do composto i, (kcal/kg.K) 
 
Para o cálculo do calor específico de gases puros foi utilizada a seguinte função 
hiperbólica (PERRY & GREEN, 2008): 
 
 
[
 
 
 
 
 
 ⁄
 (
 
 ⁄ )
]
 
 
 
 
 
 
 
[
 
 
 
 
 
 ⁄
 (
 
 ⁄ )
]
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Em que: 
cp é o calor específico, (J/kmol.K) 
C1, C2, C3, C4 e C5 são coeficientes de cada composto e 
 T é a temperatura, (K) 
 
Tabela 3.4 – Coeficientes de calor específico 
Composto C1 *10
-5 
C2*10
-5 
C3*10
-3 
C4 *10
-5
 C5 Tmínima (K) Tmáxima (K) 
CO2 0,2937 0,3454 1,428 0,264 588 50 5000 
N2 0,29105 0,086149 1,7016 0,0010347 909,79 50 1500 
 
31 
 
 
3.4. Viscosidade 
 
Para o cálculo da viscosidade de líquidos puros foi utilizada a seguinte equação 
(PERRY & GREEN, 2008): 
 
 ( 
 
 
 
 ) 
 
Em que: 
μ é a viscosidade dinâmica, (Pa.s) 
C1, C2, C3, C4 e C5 são coeficientes de cada composto e 
T é a temperatura, (K) 
 
Tabela 3.5 – Coeficientes de viscosidade dinâmica 
Composto C1 C2 C3 C4*10
29
 C5 Tmínima Tmáxima 
C6H6 14,354 -134,60 -3,789 ___ ___ 220 500 
C6H5NO2 -11,0351212,30 -0,542 ___ ___ 289,81 491,05 
H2O -52,843 3703,60 5,866 -5,88 10 273,16 646,15 
 
 
Para o cálculo da viscosidade de misturas líquidas foi utilizada a equação abaixo 
(PEREIRA, 2017): 
 
 .∑ / 
 
 Em que: 
μmix é a viscosidade dinâmica média, (cP) 
xi é a fração molar do componente i, adimensional e 
μi é a viscosidade dinâmica do componente i, (cP) 
 
 
 
32 
 
Para o cálculo da viscosidade de gases puros foi utilizado o seguinte polinômio 
(PERRY & GREEN, 2008): 
 
 
 
 
 
 
 ⁄ 
 
 
⁄
 
 
Em que: 
μ é a viscosidade dinâmica, (Pa.s) 
C1, C2, C3 e C4 são coeficientes de cada composto e 
T é a temperatura, (K) 
 
Tabela 3.6 – Coeficientes da viscosidade dinâmica 
Composto C1*10
7
 C2 C3 C4 Tmínima Tmáxima 
CO2 0,1896 0,56 ___ ___ 273,16 1500 
N2 0,1453 0,36 ___ ___ 189,60 1500 
 
 
 
3.5. Condutividade Térmica 
 
Para o cálculo da condutividade térmica de líquidos puros foi utilizado o 
polinômio adaptado abaixo (PERRY & GREEN, 2008): 
 
 
 
 
 Em que: 
 k é a condutividade térmica, (W/m.K) 
 C1, C2, C3, C4 e C5 são coeficientes de cada composto e 
 T é a temperatura, (K) 
 
 
 
 
 
33 
 
Tabela 3.7 – Coeficientes da condutividade térmica 
Composto C1 C2*10
4
 C3*10
9 
Tmínima (K) Tmáxima (K) 
C6H6 0,218 -3,242 ___ 189,60 428,05 
C6H5NO2 0,325 -2,726 ___ 289,81 398,07 
H2O -0,432 57,255 1,861 273,16 633,15 
 
Para o cálculo da condutividade térmica de misturas líquidas foi utilizada as seguintes 
equações definidas como Método de Li (REID et al., 1987): 
 
 ∑∑ 
 
 
 
 
 
 (
 
 
 
 
 
)
 
 
 
 
∑ 
 
 
 
 
 
Em que: 
kmix é a condutividade térmica média, (kcal/h.m.K) 
kij é a condutividade térmica binária relativa entre compostos, (kcal/h.m.K) 
ki é a condutividade térmica do composto i puro, (kcal/h.m.K) 
ϕi é a fração superficial do volume do composto i, adimensional e 
Vi é o volume molar do composto i puro, (L/kmol) 
 
Tabela 3.8 – Volume molar dos compostos e átomos envolvidos no processo 
Composto Fórmula V (L/Kmol) Átomo Símbolo V(L/Kmol) 
Benzeno C6H6 100,14 Carbono C 5,29 
Nitrobenzeno C6H5NO2 137 Enxofre S 15,53 
Ácido Sulfúrico H2SO4 107,77 Hidrogênio H 11,40 
Ácido Nítrico HNO3 77,02 Oxigênio O 17,36 
Água H2O 40,16 Nitrogênio N 13,54 
Carbonato de Sódio Na2CO3 104,77 Sódio Na 23,7 
Sulfato de Sódio Na2SO4 132,37 
 
34 
 
 
Para o cálculo da condutividade térmica do dióxido de carbono e do nitrogênio 
foi utilizado o software Aspen Plus, capaz de predizer tais propriedades abrangendo um 
vasto range de temperatura, pressões e composições molares e em massa. 
 
3.6. Pressão de Vapor 
 
Para o cálculo da pressão de vapor da água, benzeno e nitrobenzeno foi utilizada 
a equação de Antoine: 
 
 ( ) 
 
 
 
 
Em que: 
Pv é a pressão de vapor do composto (mmHg); 
 
A, B, e C são constantes para cada produto válido dentro de um intervalo de 
temperatura Tmáxima e Tmínima. 
 t é a temperatura do processo (°C) 
 
 
Tabela 3.9 – Constantes da equação de Antoine 
Composto A B C Tmínima (°C) Tmáxima (°C) 
C6H6 6,89272 1203,531 219,888 14,5 80,9 
C6H5NO2 7,11562 1746,86 201,783 134,1 210,6 
H2O 8,10765 1750,286 235,0 0 60 
 
 
Para a determinação da pressão de vapor das soluções de H2SO4, HNO3, 
Na2CO3, Na2SO4 e dos gases CO2 e N2 foi utilizado o software Aspen Plus. 
 
 
 
 
 
 
 
35 
 
 
3.7. Calor de Vaporização/Condensação 
 
Para o cálculo do calor de vaporização/condensação foi utilizado o polinômio adaptado 
abaixo (PERRY & GREEN, 2008): 
 
 ( )
( 
 ) 
 
 
 Em que: 
 ΔHV é o calor de vaporização, (J/kmol) 
 C1, C2, C3 e C4 são coeficientes de cada composto e 
 TR é a temperatura reduzida, obtida por T/Tc, adimensional. 
 
Tabela 3.10 – Coeficientes do calor de vaporização 
Composto C1*10
7 
C2 C3 C4 Tcrítica (K) Tmínima Tmáxima 
C6H6 4,5346 0,39053 ___ ___ 288,9 278,68 562,05 
C6H5NO2 3,7286 0,11435 ___ ___ 720,15 289,81 398,07 
H2O 5,2053 0,3199 -0,2120 0,25795 647,10 273,16 647,10 
CO2 2,173 0,382 -0,4339 0,42213 304,19 216,58 304,21 
N2 0,74905 0,40406 -0,317 0,27343 126,15 63,15 126,20 
 
Para as soluções de H2SO4, HNO3, Na2CO3 e Na2SO4 foi utilizado o software Aspen 
Plus. 
Sendo a reação de nitração já supracitada calcula-se a entalpia de formação pela 
seguinte equação (FELDER & ROUSSEAU, 2004): 
 
 ∑ 
 ∑ 
 
 
 Em que: 
 
 é a entalpia de formação da reação, (kJ/mol) 
 Σ 
 é a soma das entalpias dos produtos, (kJ/mol) e 
Σ 
 é a soma das entalpias dos reagentes, (kJ/mol) 
36 
 
 
Tabela 3.11 – Entalpias de formação dos compostos envolvidos na reação de nitração. 
Composto 
 (kJ/mol) 
 
Reagentes 
C6H6 +50,15 
HNO3 -180,86 
 
Produtos 
C6H5NO2 +9,05 
H2O -287,75 
Reação Global -147,24 
 
 
 
 
 
Tabela 3.12 – Propriedades físicas das correntes de processo 
Corrente 1 2 3 4 5 6 7 
ṁ (kg/h) 11341,23 11341,23 12231 12231 17261,67 17261,67 29492,67 
MW (kg/kmol) 78,11 78,11 35,02 35,02 46,46 46,46 40,92 
T (°C) 25 25 25 25 25 25 25 
P (psia) 14,7 14,7 14,7 14,7 14,7 14,7 14,7 
ρ (kg/m³) 872 872 1234,24 1234,24 1298,74 1298,74 1240,24 
cp (kJ/kg.K) 1,47 1,47 2,940 2,940 2,633 2,633 2,754 
μ (cP) 0,595 0,595 0,872 0,872 2,922 2,922 0,987 
K (Btu/h.ft.°F) 0,0832 0,0832 0,188 0,188 0,213 0,213 0,214 
p°v (psia) 2,26 2,26 0,667 0,667 0,0970 0,0970 1,36 
 
Corrente 8 9 10 11 12 13 14 
ṁ (kg/h) 29492,67 41881,12 41881,12 23552,83 23552,83 69958,34 69958,34 
MW (kg/kmol) 40,92 47,63 47,63 32,68 32,68 21,60 21,60 
T (°C) 25 55 55 25 25 25 25 
P (psia) 14,7 14,7 14,7 14,7 14,7 14,7 14,7 
ρ (kg/m³) 1240,24 1153,31 1153,31 1164,89 1164,89 829,55 829,55 
cp (kJ/kg.K) 2,754 2,4 2,4 3,126 3,126 3,477 3,477 
μ (cP) 0,987 0,905 0,905 1,662 1,662 1,013 1,013 
K (Btu/h.ft.°F) 0,214 0,117 0,117 0,233 0,233 0,369 0,369 
p°v (psia) 1,36 1,544 1,544 0,175 0,175 0,310 0,310 
(continua) 
 
37 
 
Tabela 3.12 – Propriedades físicas das correntes de processo (continuação) 
 
Corrente 15 16 17 18 19 20 21 
ṁ (kg/h) 5809,17 85323,25 85323,25 17281,02 17281,02 17281,02 1407,22 
MW (kg/kmol) 44 22,27 22,27 119,03 119,03 115,62 78,3 
T (°C) 35 25 25 25 25 80 90 
P (psia) 14,7 14,7 14,7 14,7 14,7 14,7 14,7 
ρ (kg/m³) 1,75 1333,67 1333,67 1169,79 1169,79 1091,49 2,701 
cp (kJ/kg.K) 0,862 3,8 3,8 1,517 1,517 1,632 1,32 
μ (cP) 0,0154 1,16 1,16 1,71 1,71 0,735 0,00926 
K (Btu/h.ft.°F) 0,010 0,465 0,465 0,085 0,085 0,0803 0,00925 
p°v (psia) 254 0,382 0,382 0,379 0,379 2,53 19,9 
 
Corrente 22 23 24 25 26 27 28 
ṁ (kg/h) 1407,22 1407,22 1407,22 390,96 1046,25 1046,25 17642 
MW (kg/kmol) 78,3 78,3 78,3 78,3 78,3 78,68 123,11 
T (°C) 80,1 80,1 80,1 80,1 80,1 55 180 
P (psia) 14,7 14,7 14,7 14,7 14,7 14,7 14,7 
ρ (kg/m³) 816,4 816,4 816,4 816,4 816,4 843,3 1034,92 
cp (kJ/kg.K) 1,77 1,77 1,77 1,77 1,77 1,653 1,863 
μ (cP) 0,322 0,322 0,322 0,322 0,322 0,421 0,4 
K (Btu/h.ft.°F) 0,0731 0,0731 0,0731 0,0731 0,0731 0,0777 0,0738 
p°v (psia) 14,53 14,53 14,53 14,53 14,53 6,65 6,23 
(continua) 
 
 
 
 
 
 
 
 
38 
 
Tabela 3.12 – Propriedades físicas das correntes de processo (continuação) 
 
Corrente 29 30 31 32 33 
ṁ (kg/h) 17642 1406,7 1406,7 16235,3 16235,3 
MW (kg/kmol) 123,11 123,11 123,11 123,11 123,11 
T (°C) 180 180 200 180 25 
P (psia) 14,7 14,7 14,7 14,7 14,7 
ρ (kg/m³) 1034,92 1034,86 1011,3 1034,67 1198 
cp (kJ/kg.K) 1,863 1,865 1,92 1,865 1,52 
μ (cP) 0,4 0,4 0,361 0,4 1,9 
K (Btu/h.ft.°F) 0,0738 0,0738 0,0723 0,0738 0,0855 
p°v (psia) 6,23 6,23 8,3 6,23 0,0037 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
39 
 
 
4. BALANÇO DE ENERGIA 
 
 Para o cálculo do balanço de energia foram utilizadas as seguintes equações de 
troca de calor adaptadas (PEREIRA, 2018): 
 
 ̇ ̇ ( ) 
 
 ̇ ̇ ( ) 
 
Em que: 
Q é o calor trocado, (kJ/dia) 
ṁ é a vazão mássica do fluido,(kg/dia) 
Cp é o calor específico do fluido na temperatura média entre T1 e T2, 
(kJ/kg.K) 
T1 é a temperatura de entrada do fluido, (°C) 
T2 é a temperatura de saída do fluido, (°C) 
h1 é a entalpia específica de entrada do fluido, (kJ/kg) 
h2 é a entalpia específica de saída do fluido, (kJ/kg) 
 
 
4.1. Balanço de Energia para o Tanque de Mistura (TQ-05) 
 
Para resfriamento foi utilizada água proveniente da torre de resfriamento (TR-
01) com uma temperatura de saída da torre de 10°C e de retorno de 15°C. 
 
Tabela 4.1 – Balanço de energia no TQ-05 
Composto ṁentrada (kg/dia) Cpmistura(kJ/kg.°C) ∆T (°C) Q (kJ/dia) 
HNO3 199.610 
2,754 50 97.467.364,8 
H2SO4 310.710 
H2O 197.504 
Total 707.824 
 
 
 
40 
 
 
 
Com a taxa de calor gerada no TQ-05, calcula-se a massa de água necessária 
para manter constante a temperatura do equipamento. 
 
 ̇ 
 ̇
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4.2. Balanço de Energia para o Reator (R-01) 
 
Para o cálculo do balanço de energia foi utilizada a seguinte equação de troca de 
calor adaptada (PEREIRA & SEGUIM, 2012): 
 
 ̇ ∑, ̇ ( )- ∑[ ̇ ( )] 
 
 
 
 
 ̇ ̇ 
 
 
Em que: 
Q é o calor trocado, (kJ/dia) 
 ̇ é a vazão mássica dos compostos, (kg/dia) 
cp é o calor específico, (kJ/kg.°C) 
ΔHvaporização é o calor de vaporização dos compostos que mudam de fase, (kJ/kg) 
ξ é o grau de avanço da reação, (kmol/dia) 
 ̇ é a vazão molar do composto i, (kmol/dia) 
νi é o coeficiente estequiométrico do composto i na reação, adimensional e 
 
 é a entalpia de formação da reação, (kJ/Kmol) 
 
 
 
 
 
41 
 
 
 
Tabela 4.2 – Balanço de energia no R-01 
Composto ṁentrada 
(kg/dia) 
ṁsaída 
(kg/dia) 
Cp 
(kJ/kg.K) 
∆T 
(°C) 
Q 
(kJ/dia)Entrada 
Q 
(kJ/dia)Saída 
C6H6 296934 49489 1,65 55 26946758,69 4491126,75 
C6H5NO2 390 390390 1,57 55 33676,5 33710176,5 
HNO3 199610 ___ 2,23 55 24482166,5 ___ 
H2SO4 310710 310710 2,04 55 34861662 34861662 
H2O 197504 254558 4,53 55 49208121,6 63423125,7 
Total 1005147 1005147 ___ ___ 135532385,3 136486091 
 
 
 ̇ 
 ̇ 
 
̇
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ̇ ̇ ̇
̇
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ̇ ∑ ̇ 
 
 
 ̇ ( )
 
 
 
 
 
 ( )
 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 
Com a taxa de calor gerada pela reação no R-01, calcula-se a massa de água 
necessária para resfria-lo. 
 
42 
 
 ̇ 
 ̇
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4.3. Balanço de Energia para os Trocadores de Calor 
 
Para aquecimento da corrente de alimentação da coluna CD-01, foi utilizado 
vapor saturado a 110°C. 
 
 
Cálculo de F.HF 
 
 
Tabela 4.3 – Balanço de energia no trocador TC-01 
Composto ṁ (kg/dia) 
cp mistura na 
temperatura média 
(kJ/kg.K) 
 
Tentrada 
(°C) 
Tsaída 
(°C) 
C6H6 24744,5 
1,571 25 80 C6H5NO2 390000 
Total 414744,5 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 
( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
43 
 
 
 
Cálculo do Qc 
 
Tabela 4.4 – Balanço de energia no trocador TC-02 
Composto ṁ (kg/dia) ∆Hv (90°C) 
(kJ/kg) 
∆Hv (80,1°C) 
(kJ/kg) 
C6H6 33249,8 383,87 389,76 
C6H5NO2 523,49 444,45 449,1 
Total 33773,29 ___ ___ 
 
 
 ̇( ) 
 
 [( ) ( )
 
 
 
 
 
 ( )
 ( )
 
 
 
 
 
] 
 
 
 
 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cálculo de D.HD 
Tabela 4.5– Balanço de energia no trocador TC-05 
Composto ṁ (kg/dia) cp mistura na temperatura 
média (kJ/kg.K) 
Tentrada 
(°C) 
Tsaída 
(°C) 
C6H6 24720,25 
1,71 80,1 55 C6H5NO2 390 
Total 25110,25 
 
44 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cálculo de B.HB 
Tabela 4.4 – Balanço de energia no trocador TC-04 
Composto ṁ (kg/dia) cp mistura na temperatura 
média (kJ/kg.K) 
Tentrada 
(°C) 
Tsaída 
 (°C) 
C6H6 24,76 
1,67 180 25 C6H5NO2 389622,22 
Total 389646,98 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
45 
 
 
Cálculo de QR 
 
Fazendo um balanço de energia global na coluna de destilação e lembrando que 
o volume de controle considerado inclui as colunas e os trocadores de calor 
(condensador e refervedor), tem-se: 
 
 
 ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
No refervedor foi utilizado vapor saturado a 210°C. 
 
 
Das tabelas de vapor: 
 
 
 
 
 
 
 
 
Logo: 
 
 
 
 ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Portanto a massa total de vapor necessária é de 2122,92 kg/h e a massa total de 
água da torre de refrigeração é de 1222444,81 kg/h. 
46 
 
 
Tabela 4.5– Resumo das vazões de utilidades do processo 
 
Utilidade 34 35 
Vapor de 
aquecimento 
(kg/h) 
669,52 1453,4 
 
Utilidade 36 37 38 39 40 
Água de 
resfriamento 
(kg/h) 
1222444,81 1222444,81 855823,11 855823,11 366621,7 
 
Utilidade 41 42 43 44 45 
Água de 
resfriamento 
(kg/h) 
179023,15 179023,15 187598,55 1034846,26 364,18 
 
Utilidade 46 47 48 49 50 
Água de 
resfriamento 
(kg/h) 
364,18 187234,37 1979,57 1979,57 185254,8 
 
Utilidade 51 52 53 54 
Água de 
resfriamento 
(kg/h) 
185254,8 187234,37 187598,55 1222444,81 
 
 
 
 
47 
 
 
5. DIMENSIONAMENTO DE EQUIPAMENTOS 
 
5.1. Reator R-01 
A reação de nitração do benzeno em ácido misto segue uma equação cinética de 
2° ordem (COOMBES et al, 1968). Define-se a cinética química, com a presença de 
catalisador (ácido sulfúrico), como (OLAH et al, 1989): 
 
 , - , - 
Em que: 
-rA é a taxa da reação, (mol/L.h) 
k2 é a constante cinética de 2° ordem, da reação de nitração, (L/mol.h) 
Cbenzeno é a concentração de benzeno, (mol/L) 
Cácido nítrico é a concentração de ácido nítrico, (mol/L) 
 
 
Considerando que o reagente limitante é o ácido nítrico, o qual é denominado reagente 
“A” e sendo a reação do tipo A + B → P, com CA0 ≠ CB0, segue-se a equação de projeto 
(BRANDÃO, 2019): 
 
 
 ( )
 ( ) 
 
 
 
≠ 
 
5.1.2 Determinação de CA0 e CB0 
 
 ̇ ̇ 
 ̇
 
 
48 
 
 
Em que: 
 é a densidade da mistura, (kg/m³) 
 ̇ é a vazão mássica do reagente A (ácido nítrico), (kg/h) 
 ̇ é a vazão mássica do reagente B (benzeno), (kg/h) 
 ̇ é a vazão volumétrica, (m³/h) 
 ̇ 
 ̇ ̇ 
 
 
( )
 
 
 
 
 
 ̇ 
 
 
 
 
 
 ̇ 
 ̇
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ̇ 
 ̇
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( )
 ( ) 
 
 
 
 
A cinética da reação obedece à expressão de velocidade 
Sendo: 
 ( ) 
 
49 
 
 
 
 ( ) 
 
Logo: 
 ( )( ) 
 
 
 
 ( 
 
 
 )
 
 ( ) ( ) 
 
 
 
 
Definida a taxa de reação, calcula-se o volume do reatorde mistura perfeita (CSTR) 
pela seguinte equação (FOGLER, 2009): 
 
 
 
 
 
 
Em que: 
 Vútil é o volume útil do reator, (m³) 
 FA0 é a vazão molar de alimentação do reagente limitante A, (mol/h) 
 XA é a conversão da reação, adimensional e 
 -rA é a taxa da reação, (mol/L.h) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
50 
 
 
Adotando-se um fator de segurança de 35% devido à formação de vapor, 
determina-se o volume total do reator (FOGLER, 2009): 
 
 
 
 
Admitindo-se um diâmetro de 3 m, sendo: 
 
 
 
 
 
 
 
Determina-se a altura do reator: 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
5.2. Coluna de Destilação CD-01 
 
Para o dimensionamento de uma coluna de destilação fracionada tem-se como 
principal parâmetro o número de pratos reais (GOMIDE,1988): 
 
 
 
 
 
Em que: 
 
 NPR é o número de pratos reais, adimensional 
 
 NPT é o número de pratos teóricos, adimensional e 
 
 E° é a eficiência global de placa, (%) 
 
 
 
 Para o cálculo da eficiência global foi utilizado o método proposto por Gomide, 
representado abaixo de forma simplificada e que é válido para hidrocarbonetos e 
similares. 
 
 
 
 ( )
 
 
51 
 
 
 Em que: 
 
 E° é a eficiência global, (%) 
 
 α é a volatilidade relativa à temperatura média da coluna 
 
 μF é a viscosidade da alimentação à temperatura média da coluna, (cP). 
 
 
O número de pratos teóricos pode ser determinado pelo método gráfico de McCabe-
Thiele utilizando-se a curva de equilíbrio. Para a determinação do diâmetro da coluna, 
adota-se a vazão de vapor ascendente e a utilização da equação abaixo (GOMIDE, 
1988): 
 
 √
 
 
 
 
 Em que: 
 
 D é o diâmetro da coluna, (m) 
 
 Q é a vazão de vapor ascendente, (m³/s) 
 
 v é a velocidade permissível do vapor, (m/s) 
 
 
 Para o cálculo da velocidade permissível utiliza-se o método gráfico com 
abscissa representada pelo espaçamento entre as placas e a ordenada pelo coeficiente de 
Souders, além de ser necessária a informação da altura do selo (hs). A velocidade pode 
ser calculada pela equação abaixo (GOMIDE, 1988): 
 
 
 √
 
 
 
 
 
 Em que: 
 
 v é a velocidade permissível do vapor, (m/s) 
 
 K é o coeficiente de Souders, (m/s) 
 
 ρL é a densidade do líquido, (kg/m³) 
 
 ρG é a densidade do vapor, (kg/m³) 
 
52 
 
 
 
 Para a altura da coluna utiliza-se a equação abaixo (CANTON & NETTO, 2018) 
 
 
 
Em que: 
 
 h é a altura da coluna, (m) 
 
 NPR é o número de pratos reais, adimensional e 
 
 t é o espaçamento entre os pratos, (m) 
 
O último parâmetro a ser considerado é a razão de refluxo (MORAES & Jr. & 
MORAES, 2018): 
 
 
 
 
 
 
 Em que: 
 
 rmínimo é a razão mínima de refluxo, adimensional 
 
 xD é a fração molar do destilado, adimensional e 
 
 ykmáx é a intersecção entre as retas de enriquecimento e alimentação com 
abscissa, admensional. 
 
 
Tabela 5.1 – Dados básicos da alimentação 
 
Fração molar (xF) 0,091 
ρL (kg/m³) 816,4 
ρG (kg/m³) 2,701 
μF (cP) 0,5 
Q (m³/s) 0,145 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Utilizando uma razão de refluxo ótima de 30% superior a razão mínima de 
refluxo (CANTON & NETTO, 2018): 
 
 
 
53 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Para o cálculo da volatilidade relativa (α) à temperatura média da coluna será 
utilizada a média geométrica da volatilidade relativa das correntes de alimentação, topo 
e fundo. 
 Calcula-se as pressões de vapor do benzeno e nitrobenzeno através da equação 
de Antoine: 
 
 ( ) 
 
 
 
 
Em que: 
Pv é a pressão de vapor do composto (mmHg); 
 
A, B, e C são constantes para cada produto válido dentro de um intervalo de 
temperatura Tmáxima e Tmínima. 
 t é a temperatura da corrente (°C) 
 
Tabela 5.2 – Constantes de Antoine para o benzeno e nitrobenzeno 
 
 A B C 
Benzeno 6,89272 1203,531 219,888 
Nitrobenzeno 7,11562 1746,86 201,783 
 
 
 
Tabela 5.3 – Pressões de vapor e volatilidade relativa das correntes 
 
 
T (°C) 
P°v Benzeno 
(mm Hg) 
P°v Nitrobenzeno 
(mm Hg) 
α 
.
 
 
/ 
 
Alimentação 80 757,62 8,25 91,83 
Topo 90 1020,84 13,45 75,89 
Fundo 180 7639,23 346,81 22,03 
 
 
 
54 
 
 
Com o valor da volatilidade relativa das correntes de alimentação, topo e fundo, 
calcula-se a volatilidade relativa à temperatura média da coluna: 
 
 ( )
 
 
 
Com o valor de yk traçam-se as retas de alimentação, de enriquecimento e de 
stripping. Calcula-se o número de pratos teóricos como 6,80. Com isso determina-se o 
número de pratos reais: 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Com o valor da altura do selo (hs = 25 mm, para pressão de operação = 1 atm) e 
espaçamento (t) entre placas de 50 cm, utiliza-se o gráfico (ANEXO F) para 
determinar o coeficiente K sendo 0,045 m/s. Com essas informações determina-
se a altura e o diâmetro da coluna. 
 
 
 
 √
 
 
 
 
 
 √
( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 √
 
 
 √
 
 
 
 
 
 
 
 
A alimentação da coluna será no 18° prato real, com a cota de altura de: 
 
 ( ) ( ) 
 
55 
 
 
 
Figura 5.1 – Curva de equilíbrio para o sistema Benzeno / Nitrobenzeno 
 
 
 
5.3. Tanques de mistura 
 
 Para o cálculo do volume de um tanque de mistura utiliza-se a vazão a ser 
misturada multiplicada pelo tempo de mistura. A partir daí determina-se o diâmetro e a 
altura do mesmo levando em conta a premissa D = H (MORAES Jr. & MORAES, 
2012): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
56 
 
 
Em que: 
 
VL é o volume de líquido no tanque, (m³) 
Q é a vazão da mistura, (m³/s) 
t é o tempo de mistura necessário, (s) 
DT é o diâmetro do tanque, (m) e 
HL é a altura de líquido no tanque, (m) 
Para o cálculo do volume real do tanque foi utilizado um fator de correção 
levando-se em conta a adição de 15% no volume do tanque (MORAES Jr. & MORAES, 
2011): 
 
 
 
 
Em que: 
VT é o volume do tanque, (m³) 
VL é o volume de líquido no tanque, (m³) 
HT é a altura do tanque, (m) e 
HL é a altura de líquido no tanque, (m) 
 
A potência do agitador pode ser determinada pela seguinte equação (MORAES 
Jr. & MORAES, 2011): 
 
 
 
 
 
Em que: 
Pot é a potência do agitador, (W) 
NP é o número de potência determinado para uma dada geometria (ANEXO G), 
adimensional 
N é a rotação, (rps) 
DA é o diâmetro do impulsor mecânico, (m) e 
ρ é a densidade do fluido, (kg/m³) 
 
57 
 
As dimensões do agitador podem ser determinadas através das relações 
geométricas fixadas por Rushton e descritas abaixo (GIROTO & MORAES Jr., 1995): 
 
 
Figura 5.2 – Dimensões do agitador fixadas por Rushton 
 
 
Tabela 5.4 – Relações geométricas de Rushton considerando turbina com 6 pás verticais 
Relação Significado 
 
 
 ⁄ Diâmetro do impulsor 
 
Distância do impulsor ao fundo do 
tanque 
 
 
 ⁄ Largura da pá do impulsor 
 
 
 ⁄ Altura da pá do impulsor 
 
 
 ⁄ Largura da chicana 
 Altura do líquido no tanque 
 
a) Tanque de Mistura (TQ-05) 
 
Para um tempo de mistura de 60 minutos tem-se: 
 
 
 
 
 
58 
 
 
 √
 
 
 
 √
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Para a determinação do número de potência adota-se uma rotação de 300 rpm e a 
utilização de um impulsor com 6 pás verticais com 4 chicanas para eliminação de 
vórtice (ECKERT et al, 1985): 
 
 
 
 
 
 
( ) 
 
 
⁄⁄ 
 
 
Do gráfico anexo é obtido o valor de NP = 1,2 
 
 
 
 ( ) ( ) 
 
 
 
 
 
 
Da tabela de motores elétricos disponíveis obtém-se um motor de 350 HP. 
 
Tabela 5.5 – Dimensões do tanque de mistura TQ-05 
Dimensões 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
59 
 
 
b) Tanque de Mistura (TQ-06) 
 
Para um tempo de mistura de 60 minutos tem-se: 
 
 
 
 
 
 
 √
 
 
 
 √
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Para a determinação do número de potência adota-se uma rotação de 150 rpm e a 
utilização de uma turbina com 6 pás verticais com 4 chicanas para eliminação de vórtice 
(ECKERT et al, 1985): 
 
 
 
 
 
 
( ) 
 
 
⁄
 
 
 ⁄
 
 
Do gráfico anexo é obtido o valor de NP = 1,2. 
 
 
 
 ( ) ( ) 
 
 
 
 
 
 
Da tabela de motores elétricos disponíveis obtém-se um motor de 250 HP. 
 
 
60 
 
 
 
Tabela 5.6 – Dimensões do tanque de mistura TQ-06 
Dimensões 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5.4. Tanques de Armazenamento 
 
 Para o cálculo do diâmetro e altura dos tanques de armazenamento foi utilizada a 
fórmula do volume de um cilindro (MORAES Jr. & MORAES, 2012): 
 
 
 
 
 
Em que: 
 
V é o volume do tanque, (m³) 
D é o diâmetro do tanque, (m) e 
H é a altura do tanque, (m) 
 
Considerando que o volume a ser ocupado por líquido será de apenas 90%, o tempo 
para o carregamento e o descarregamento dos tanques será efetuado ao fim de cada 168 
horas (7 dias), e o diâmetro será igual à altura. Assim a equação modifica-se para 
(MORAES Jr. & MORAES, 2012): 
 
 
 
 
 
 √
 
 
 
 
 
 
 
61 
 
 
a) Tanque de Armazenamento (TQ-01) 
 
Primeiramente calcula-se o volume de líquido no tanque: 
 
 
 
 
 
 
Em seguida obtém-se o volume real do tanque: 
 
 
 
 
 
 
Por conseguinte determina-se o diâmetro e a altura do tanque: 
 
 √
 
 
 
 √
 
 
 
 
 
 
b) Tanque de Armazenamento (TQ-02) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 √
 
 
 
 √
 
 
 
 
 
 
 
62 
 
 
c) Tanque de Armazenamento (TQ-03) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 √
 
 
 
 √
 
 
 
 
 
 
d)Tanque de Armazenamento (TQ-04) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 √
 
 
 
 √
 
 
 
 
 
 
e) Tanque de Armazenamento (TQ-08) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
63 
 
 
 √
 
 
 
 √
 
 
 
 
 
 
5.5. Tanque Acumulador 
 
Para o cálculo do volume de um acumulador deve-se levar em conta a geometria 
apresentada na imagem abaixo, isto é, altura de líquido superior ao raio do cilindro. O 
volume será calculado através da soma do volume da parte cilíndrica e do volume das 
calotas torisféricas (dished head). (KOWAL, 1973): 
 
 
Figura 5.3 – Formato do tanque acumulador horizontal 
 
 
 
 
 
 [ 
 (
 
 
) ( ) √ ] 
 
Em que: 
VT, C é o volume total da parte cilíndrica, (m³) 
RC é o raio da parte cilíndrica, (m) 
L é o comprimento da parte cilíndrica, (m) 
Vi, C é o volume parcial calculado no nível do líquido, (m³) e 
H é a altura de líquido no tanque, (m) 
 
 
 
64 
 
 
 
 
 *, ( )- ( )
 + 
 
 
 
 
 ( 
 ) ( 
 ) 
 { [ 
 
( )
 
 
 
] }
 
 
 
{
 
 
, - , 
 - (
 
 
 
 
 
, 
 
 - (
 
 
) 
 (
 
 
) 
 
 
 
 } 
 
 
 √ 
 
 √ 
 ( ) 
 
 √ 
 ( ) 
 
 
Em que: 
 VT, D é o volume total das calotas, (m³) 
 RD é o raio principal da calota, segundo a norma ASME é igual ao diâmetro da 
parte cilíndrica, (m) 
 VP, D é o volume parcial das calotas, (m³) 
RC é o raio da parte cilíndrica, (m) 
H é a altura de líquido no tanque, (m) 
 A, B, C e D são coeficientes de auxílio na resolução do cálculo, (m) 
 
Tanque Acumulador (TQ-07) 
 
Adotando-se um tempo necessário para o enchimento do acumulador a partir do 
start da produção, de 10 min (tempo de surto), calcula-se o volume de líquido: 
 
 
65 
 
 
 
 
 
 
Para o próximo cálculo adota-se o raio do cilindro como 0,5 m e o comprimento 
como 1,2 m, considerando-se que 90% do volume do tanque serão ocupados por 
líquido, então o volume calculado deve ser aproximadamente igual ao volume 
necessário com acréscimo de um fator de segurança de 15%: 
 
 
 
 
Raio do cilindro (RC) = 0,4 m 
Raio principal da calota (RD) = 0,6 m 
Comprimento da parte cilíndrica (L) = 1,0 m 
Altura de líquido (H) = 0,6 m 
 
 
 
 ( )
 
 
 [ 
 (
 
 
) ( ) √ ] 
 
 [ 
 (
 
 
) ( ) 
 √ ( ) ] 
 
Para o cálculo do volume parcial das calotas, inicialmente calcula-se os valores de A, B, 
C e D: 
 
 √ 
 
 √ 
 
 
 
66 
 
 √ 
 ( )
 √ ( ) 
 
 √ 
 ( ) √ ( ) 
 
 
 
 
 ( ( ) ) ( ( ) ( ) ( ) ) 
 ,( ) * 
( )
 
 
 
+ ( ) ( )-
 
 
 
{
 
 
, ( ) ( ) - , ( ) ( ) -( )
 (
 
 
 
 
 
), ( ) ( ) - (
 
 
) 
 ( ) (
 
 
) 
 
 
 ( ) } 
 
 
 
 
 
 
 
 *, ( )- ( )
 + 
 
 
 
 
 *, ( )- ( ) + 
 
 ( ) ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
67 
 
 
5.6. Decantador Gravitacional (DC-01) 
 
Para o cálculo de um decantador gravitacional é necessário calcular o tempo de 
decantação da fase pesada (MCCABE et al., 2005): 
 
 
 
 
 
 
Em que: 
 
t é o tempo de decantação da fase pesada, (h) 
μ é a viscosidade da alimentação do decantador, (cP) 
ρA é a densidade da fase pesada, (kg/m³) e 
ρB é a densidade da fase leve, (kg/m³) 
 
 
No entanto deve-se somar um tempo de residência necessário para garantir uma 
boa separação. Esse tempo deve estar entre 5 e 10 minutos. Adotando-se 7,5 minutos 
para o processo (SANTOS, 2005) é possível obter o tempo total de permanência no 
decantador (MCCABE et al., 2005): 
 
 
 
 
 
 
( )
 
 
⁄
 
 
 
Assim é possível calcular o diâmetro inicial considerando-se a relação 
(MCCABE et al., 2005): 
 
 √
 
 
 
 
 
 
68 
 
 
Em que: 
 
 D é o diâmetro do decantador, (m) 
 Q é a vazão volumétrica da alimentação do decantador, (m³/h) e 
 t é o tempo total de permanência no decantador, (h) 
 
 
 √
 
 
 
 
√ 
 
 
 
 
 
 
 
Como fator de segurança considera-se o dobro da área calculada (MCCABE et al., 
2005): 
 
 
 
 
 
( ) 
 
 
 
 
 √
 
 
 √
 
 
 
 
 
Considerando-se apenas 90% do decantador ocupado porlíquido pode-se 
calcular a altura do mesmo (MCCABE et al., 2005): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
69 
 
 
5.7. Jaqueta do Reator R-01 
 
A área de troca térmica da jaqueta pode ser calculada pela Lei de Fourier 
(PEREIRA & SEGUIM, 2012): 
 
 ( ) 
 
Em que: 
Q é a taxa de calor trocado entre o reator e a jaqueta, (kcal/h) 
U é o coeficiente global de troca térmica, (kcal/h.m².°C) 
A é a área de troca térmica, (m²) 
Tágua é a temperatura de entrada da água de resfriamento, (°C) e 
Treator é a temperatura que o reator deve ser mantido, (°C) 
 
Sendo assim pode-se calcular a área de troca térmica, adotando-se um 
coeficiente global de 750 Btu/ft².h.°F (RAZUK, 2006): 
 
 
 
 ( )
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
A área da Jaqueta é compatível com a área externa disponível do reator. 
 
 
5.8. Jaqueta do Tanque de Mistura TQ-05 
 
 ( ) 
 
Adotando-se um coeficiente global de 135 Btu/ft². h.°F (RAZUK, 2006) 
 
70 
 
 
 
 
 ( )
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
A área da Jaqueta é compatível com a área externa disponível do tanque. 
 
 
5.9. Trocadores de Calor 
Para todos os trocadores que aqui serão projetados foi utilizado o roteiro de 
cálculo para dimensionamento de trocadores de calor (ANEXO I). 
 
a) Trocador de Calor (TC-01) 
 
 a1) Cálculo do LMTD 
 
 
,( ) ( )- 
 [
( )
( )
]
 
 
 
Sendo T1 = T2 = 110°C, t1 = 25°C e t2 = 80°C: 
 
 
,( ) ( )- 
 [
( ) 
( ) 
]
 
 
 
 
 
71 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
( ) 
( ) 
 
 
 
( ) 
( ) 
 
}
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
a2) Estimativa do coeficiente Global e da área de troca térmica 
Para o vapor como fluido quente e orgânico pesado como fluido frio foi adotado 
UD = 30 BTU/h°F.ft² e sendo o calor trocado de 1508091,96 BTU/h (ANEXO L): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
a3) Localização dos fluidos 
A mistura Benzeno/Nitrobenzeno é tóxica, motivo pelo qual será alocada nos 
tubos. O vapor de aquecimento escoará no casco. 
 
 a4) Escolha e arranjo dos tubos (Anexo N) 
Os tubos selecionados são de 1 in. (BWG 10) e o pitch triangular 30°. 
 
 
 
 
 
a5) Número de tubos por passe 
Para a mistura orgânica, a velocidade recomendada é de 3 a 6 ft/s Velocidade 
adotada: 3 ft/s. 
 
72 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
a6) Número de passes nos tubos e número de tubos provisório 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Com base no valor de , escolhe-se o L de modo a obter o menor número par de 
passes. Adotando 20 ft: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
a7) Escolha do diâmetro do casco (Anexo O) 
 
102 tubos de 1 in., 6 passes, pitch triangular Ds = 17 ¼ in. (110 tubos, pitch 1 
¼ in.) 
 
d0 = 1 in., Pt = 1 ¼ in. triangular (anexo P) de = 0,72 in.; De = 0,06 ft. 
 
a8) Espaçamento e número de chicanas 
 ⁄ 
 
( ) ⁄ 
73 
 
 ⁄ ⁄ 
 
 
a9) Rating do trocador 
 
TUBOS – Benzeno/Nitrobenzeno CASCO – Vapor 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
( ) (
 
 
) ( )
 
 (
 
 
)
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 ( )⁄ 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Para vapor d´água, adota-se diretamente: 
 
 
 
 
 
 
74 
 
 
 
( ) .
 
 
 
 
/ ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ⁄ ) 
 
 
 
 
 (
 
 
) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
a10) Coeficiente Global limpo 
 
 ( )⁄ 
 
 
( )
 
 
( )
 
 
 
 
 
 
 
a11) Fator de Incrustação 
 
 ( ) ( )⁄ 
 
 
( )
 
 
( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
75 
 
a12) Queda de Pressão 
 
TUBOS – Benzeno/Nitrobenzeno CASCO – Vapor 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 . 
 
 
/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 . 
 
 
/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 . 
 
 
/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
76 
 
 
b) Trocador de Calor (TC-02) 
 
b1) Cálculo do LMTD 
 
 
,( ) ( )- 
 [
( )
( )
]
 
 
Sendo T1 =90°C, T2 = 80,1°C, t1 = 10°C e t2 = 15°C: 
 
 
,( ) ( )- 
 [
( ) 
( ) 
]
 
 
b2) Estimativa do UD e da área de troca térmica 
Para a mistura orgânica como fluido quente e água como fluido frio foi adotado 
coeficiente UD = 75 BTU/h.ft².°F. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Para este serviço será utilizado um trocador duplo-tubo, o qual foi dimensionado 
de acordo com o roteiro (ANEXO Q). Será construído em aço carbono, com grampos de 
12 ft, tubo interno de 3/4 in Sch 40 e tubo externo (anel) de 6 in Sch 40. 
 
 
Figura 5.4 – Seção transversal do trocador duplo tubo 
 
77 
 
 
 
Tabela 5.7 – Dimensões da seção transversal do trocador duplo tubo 
Diâmetro interno do tubo (d) 0,824 in. 
Diâmetro externo do tubo (d1) 1,05 in. 
Diâmetro interno do anel (d2) 6,065 in. 
 
 
b3) Áreas de escoamento do tubo e do anel 
 
TUBO ANEL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ,( ) ( ) -
 
 
 
 
 
 
 
b4) Localização dos fluidos: 
Na maior área de escoamento (anel), escoará o produto de maior vazão (vapor 
orgânico). 
 
 
 
 
 
 
 
78 
 
 
b5) Coeficientes de película interno e externo 
 
TUBO – água de resfriamento ANEL – Vapor orgânico 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 (
 
 
) ( )
 ( )
 
 (
 
 
)
 
 
 
 .
 
 
 
 
/ ( ) ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 (
 
 
) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
( 
 
 )
 
 
( )
 
 
 
 
 
 ⁄( ⁄ ) ( )
 ( )
 
 (
 
 
) 
 
 .
 
 
 
 
/ ( ) ( )
 
 
 
 
 
 
 
79 
 
 
 
 
 
 (
 
 
) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
b6) Resistência à condução do tubo 
 
 
 .
 
 /
 
 
 .
 
 
/
 
 
 
 
 
 
 
 
b7) Coeficientes globais de troca térmica, Uc e UD 
 
 ( ⁄ ⁄ ) 
 
 .
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
/⁄ 
 
 
 
 
 
 
 ( ⁄ )⁄ 
 
 .
 
 
 
 
 
 
 
/⁄ 
 
 
 
 
 
 
 
80 
 
 
b8) Área de troca térmica requerida 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
b9) Comprimento total do tubo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
b10) Número de grampos 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
b11) Queda de pressão 
 
TUBO ANEL 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
( ⁄ ) 
 
 
 
 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( )
 
 
 ( ) 
81 
 
 
 
 
 
 .
 
 
 
 
 
 
/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
( )
 
 
 
 
 
 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 . 
 
 
/ 
 
 
 
 
 
 
( ) 
 
 
 
 
( ) .
 
 
 
 
 
 
/
 
 
 
 
 
 
 
 
82 
 
 
 
C) Trocador de Calor (TC-03) 
 
C1) Cálculo do LMTD 
 
 
,( ) ( )- 
 [
( )
( )
]
 
 
Sendo T1 = T2 = 210°C, t1 = 180°C e t2 = 200°C: 
 
 
,( ) ( )- 
 [
( ) 
( ) 
]
 
 
C2) Estimativa do coeficiente Global e da área de troca térmica 
Para o vapor como fluido quente e orgânico leve como fluido frio foi adotado 
coeficiente UD = 180 BTU/h°F.ft² e sendo o calor trocado de 2618303,62 BTU/h 
(ANEXO L): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O trocador utilizado será do tipo duplo-tubo, o qual foi dimensionado de acordo 
com o roteiro (ANEXO Q). Será construído em aço carbono, com grampos de 20 ft, 
tubo interno de 1 ¼ in Sch 40 e tubo externo (anel) de 6 in Sch 40. 
 
Tabela 5.8 – Dimensões da seção transversal do trocador duplo tubo 
Diâmetro interno do tubo (d) 1,380 in. 
Diâmetro externo do tubo (d1) 1,66 in. 
Diâmetro interno do anel (d2) 6,065 in. 
 
 
 
83 
 
 
 
C3) Áreas de escoamento do tubo e do anel 
TUBO ANEL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ,( ) ( ) -
 
 
 
 
 
 
C4) Localização dos fluidos: 
Na maior área de escoamento (anel), escoará o produto de maior vazão (vapor). 
 
 
C5) Coeficientes de película interno e externo 
 
TUBO – nitrobenzeno/benzeno ANEL – Vapor 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Para vapor d´água adota-se diretamente: 
 
 
 
 
 
84 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 (
 
 
) ( )
 ( )
 
 (
 
 
)
 
 
 
 .
 
 
 
 
/ ( ) ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 (
 
 
) 
 
 
 
 
 (
 
 
) 
 
 
 
 
 
 
 
 
C6) Resistência à condução do tubo 
 
 
 .
 
 /
 
 
 
 
85 
 
 
 
 .
 
 
/
 
 
 
 
 
 
C7) Coeficientes globais de troca térmica, Uc e UD 
 
 ( ⁄ ⁄ ) 
 
 .
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
/⁄ 
 
 
 
 
 
 
 ( ⁄ )⁄ 
 
 .
 
 
 
 
 
 
 
/⁄ 
 
 
 
 
 
C8) Área de troca térmica requerida 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
C9) Comprimento total do tubo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
86 
 
 
C10) Número de grampos 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
C11) Queda de pressão 
TUBO ANEL 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
( ⁄ ) 
 
 
 
 
 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 .
 
 
 
 
 
 
/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( )
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
( )
 
 
 
 
 
 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
 
 
 
 
 
87 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 . 
 
 
/ 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 ( ) .
 
 
 
 
 
 
/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
d) Trocador de calor TC-04 
 
d1) Cálculo do LMTD 
 
 
,( ) ( )- 
 [
( )
( )
]
 
 
Sendo T1 = 180°C; T2 = 25°C, t1 = 10°C e t2 = 15°C: 
 
88 
 
 
,( ) ( )- 
 [
( ) 
( ) 
]
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
( ) 
( ) 
 
 
 
( ) 
( ) 
 
}
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
d2) Estimativa do coeficiente Global e da área de troca térmica 
Para o Nitrobenzeno como fluido quente e água como fluido frio, adota-se 
coeficiente UD = 100 BTU/h.ft².°F (ANEXO L): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
d3) Localização dos fluidos 
A mistura benzeno/nitrobenzeno é tóxica, motivo pelo qual será alocada nos 
tubos. A água de resfriamento escoará no casco. 
 
 d4) Escolha e arranjo dos tubos (Anexo N) 
Os tubos selecionados são de 1 in. (BWG 10) e o pitch quadrático 90°. 
 
 
 
 
 
89 
 
 
d5) Número de tubos por passe 
Para a mistura orgânica, a velocidade recomendada é de 3 a 6 ft/s Velocidade 
adotada: 3 ft/s. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
d6) Número de passes nos tubos e número de tubos provisório 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Com base no valor de , escolhe-se o L de modo a obter o menor número par de 
passes. Adotando 16 ft: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
d7) Escolha do diâmetro do casco (Anexo O) 
96 tubos de 1 in. 6 passes, pitch quadrático Ds = 17 ¼ in. (98 tubos, pitch 1 ¼ 
in.) 
 
d0 = 1 in., Pt = 1 ¼in. triangular (anexo P) de = 0,99 in.; De = 0,0825 ft. 
90 
 
 
 
d8) Espaçamento e número de chicanas 
 
 ⁄ 
 
( ) ⁄ 
 
 ⁄ ⁄ 
 
 
d9) Rating do trocador 
 
TUBOS – Benzeno/Nitrobenzeno CASCO – Água 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 ( )⁄ 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
91 
 
 
 
 
 
 
( ) (
 
 
) ( )
 
 (
 
 
)
 
 
 
 
( ) .
 
 
 
 
/ ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ⁄ ) 
 
 
 
 
 (
 
 
) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
, -
 
 
 
 
 (
 
 
)
 
 
 
 
 
 .
 
 
/ .
 
 
 
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
 
 
, ( - .
 
 
 
 
/
 ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
d10) Coeficiente Global limpo 
 
 ( )⁄ 
 
92 
 
 
( )
 
 
( )
 
 
 
 
 
 
 
 
d11) Fator de Incrustação 
 
 ( ) ( )⁄ 
 
 
( )
 
 
( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
d12) Queda de Pressão 
 
TUBOS – Benzeno/Nitrobenzeno CASCO – Água 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 . 
 
 
/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 . 
 
 
/
 
 
 
 
 
 
93 
 
 
 
 . 
 
 
/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
e)Trocador de calor TC-05 
 
e1) Cálculo do LMTD 
 
Sendo T1 = 80,1; T2 = 55°C, t1 = 10°C e t2 = 15°C: 
 
 
,( ) ( )- 
 [
( ) 
( ) 
]
 
 
 
e2) Estimativa do coeficiente Global e da área de troca térmica 
Para a mistura orgânica como fluido quente e água como fluido frio, adota-se UD 
= 80 BTU/h.ft².°F (ANEXO L): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
94 
 
O trocador utilizado será do tipo duplo-tubo. Será construído em aço carbono, com 
grampos de 12 ft, tubo interno de 1 ½ in Sch 40 e tubo externo (anel) de 3 in Sch 40. 
 
 
e3) Áreas de escoamento do tubo e do anel 
 
TUBO ANEL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ,( ) ( ) -
 
 
 
 
 
e4) Localização dos fluidos: 
Na maior área de escoamento (anel), escoará o produto de maior vazão (água). 
 
 
e5) Coeficientes de película interno e externo 
 
TUBO – Benzeno/Nitrobenzeno ANEL – água 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ,( )
 ( ) - ⁄ 
 
 
95 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 .
 
 
 
 
/ ( ) ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 (
 
 
) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 .
 
 
 
 
/ ( ) ( )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
e6) Resistência à condução do tubo 
 
 
 .
 
 
/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
96 
 
 
e7) Coeficientes globais de troca térmica, Uc e UD 
 
 .
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
/⁄ 
 
 
 
 
 
 
 .
 
 
 
 
 
 
 
/⁄ 
 
 
 
 
 
e8) Área de troca térmica requerida 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
e9) Comprimento total do tubo 
 
 
 
 
 
 
 
e10) Número de grampos 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
97 
 
 
e11) Queda de pressão 
 
TUBO ANEL 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
( ⁄ ) 
 
 
 
 
 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 .
 
 
 
 
 
 
/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
.
 
 
 
 
 
 
/ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 . 
 
 
/ 
 
 
 
 
 
 
( ) .
 
 
 
 
 
 
/
 
 
98 
 
 
 
 
 
 
 
 
5.10. Tubulações 
 
 Para o dimensionamento de tubulações é necessário primeiramente calcular o 
diâmetro da tubulação (PEREIRA & SEGUIM, 2012): 
 
 
 √ 
 
 
 
 
 
Em que: 
D é o diâmetro da tubulação, (in) 
Q é a vazão volumétrica do fluido, (gpm) e 
v é a velocidade de escoamento recomendada (ANEXO R), (ft/s) 
 
 
Em seguida, utiliza-se o ANEXO T para determinar o diâmetro real da tubulação 
com base no diâmetro calculado. Calcula-se também a velocidade real de escoamento 
utilizando o diâmetro selecionado. O próximo passo é calcular o número de Reynolds 
(PEREIRA & SEGUIM, 2012): 
 
 
99 
 
 (
 
 
) (
 
 
) 
 
Em que: 
Re é o número de Reynolds, adimensional 
Q é a vazão volumétrica do fluido, (gpm) 
D é o diâmetro da tubulação, (in) 
ρ é a densidade do fluido, (lb/ft³) e 
µ é a viscosidade do fluido, (cP) 
 
 
Com o número de Reynolds determina-se se o regime é laminar (Re < 2100) ou 
turbulento (Re > 2100) para que então seja possível calcular o fator de atrito (PEREIRA 
& SEGUIM, 2012): 
 
a) Para regime laminar (Re < 2100): 
 
 
 
 
 
 
Em que: 
f é o fator de atrito, adimensional e 
Re é o número de Reynolds, adimensional 
 
b) Para regime turbulento (Re > 2100): 
 
 
 
0 . 
 
 
 
 /1
 
 
Em que: 
f é o fator de atrito, adimensional 
ε é a rugosidade do material do tubo (ANEXO U), (ft) 
D é o diâmetro da tubulação, (in) e 
Re é o número de Reynolds, adimensional 
100 
 
Por fim calcula-se a perda de carga pelo Método dos 2K desenvolvido pela 
Monsanto e que utiliza a Equação de Darcy-Weisbach considerando uma correção do 
Método New Crane (HOOPER, 1981): 
 
 ( 
 
 
 ) 
 
 
 
 
 
 
 
 ( 
 
 
) 
 
Em que: 
hf é a perda de carga da tubulação, (ft) 
f é o fator de atrito, adimensional 
L é o comprimento reto da tubulação, (ft) 
D é o diâmetro da tubulação, (in) 
K éo coeficiente do acessório de tubulação, adimensional 
K1 é o coeficiente para acessórios o qual Re = 1, adimensional 
K∞ é o coeficiente para acessórios o qual Re = ∞, adimensional 
v é a velocidade de escoamento, (ft/s) e 
g é a aceleração da gravidade, 32,17 ft/s² 
 
 
Comumente é utilizada a perda de carga na unidade de pressão, isto é, em psi 
(PEREIRA & SEGUIM, 2012): 
 
a) Para líquidos: 
 ( ) 
 
 
 ( ) 
 
Em que: 
hf (psi) é a perda de carga, (psi) 
δ é a densidade relativa à densidade da água (62,4 lb/ft³), adimensional e 
hf (ft) é a perda de carga, (ft) 
 
101 
 
b) Para gases: 
 
 ( ) 
 
 
 ( ) 
 
Em que: 
hf (psi) é a perda de carga, (psi) 
δ é a densidade relativa à densidade do ar (0,0765 lb/ft³), adimensional e 
hf (ft) é a perda de carga, (ft) 
 
 
a) Tubulação da corrente 1 
 
Para hidrocarboneto líquido, a velocidade recomendada para sucção de bomba é 
de 1,5 a 2,5 ft/s. (ANEXO R). Velocidade adotada = 2 ft/s. 
 
 √ 
 
 
 √ 
 
 
 
 
 
 
O diâmetro nominal selecionado será 3 in e material de aço carbono, Sch.40 (ANEXO 
S). 
 
 
 
 
 
 
( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
0 . 
 
 
 
 /1
 
 
0 . 
 
 
 
 
/1
 
 
 
 
102 
 
O trecho reto de tubulação conta com 9,9 ft de comprimento e os acessórios utilizados 
foram 1 saída + 1 curva 90° raio longo (ANEXO T) 
 
 ∑(
 
 
 ( 
 
 
)) 
 
 ((
 
 
 ) (
 
 
 ) ( 
 
 
)) 
 
 ( 
 
 
 ) 
 
 
 ( 
 
 
 ) 
. 
 
 /
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
b) Tubulação da corrente 2 
 
Para hidrocarboneto líquido, a velocidade recomendada para descarga de bomba 
é de 2,5 a 3,5 ft/s. (ANEXO R). Velocidade adotada = 3 ft/s. 
 
 
 √ 
 
 
 √ 
 
 
 
 
 
 
O diâmetro nominal selecionado será 3 in e material de aço carbono, Sch. 40 (ANEXO 
T). 
 
 
 
 
 
 
( ) 
 
 
 
 
103 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
0 . 
 
 
 
 /1
 
 
0 . 
 
 
 
 
/1
 
 
 
 
O trecho reto de tubulação conta com 19,1 ft de comprimento e o acessório utilizado foi 
1 entrada normal + 2 curvas 90° raio longo (ANEXO T). 
 
 ∑(
 
 
 ( 
 
 
)) 
 
 (
 
 
 ( 
 
 
)) 
 
 ( 
 
 
 ) 
 
 
 ( 
 
 
 ) 
. 
 
 /
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
104 
 
c) Tubulação da corrente 3 
 
Para a solução de ácido nítrico, a velocidade adotada na tubulação é de 6 ft/s. 
(ANEXO S) 
 
 √ 
 
 
 √ 
 
 
 
 
 
 
O diâmetro nominal selecionado será 1 ½ in e material de aço inox 10S (ANEXO T) 
 
O aço inox 10S possui rugosidade de 0,00005 ft. (ANEXO U) 
 
 
 
 
 
 
( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
0 . 
 
 
 
 /1
 
 
0 . 
 
 
 
 
/1
 
 
 
 
O trecho reto de tubulação conta com 8 ft de comprimento e os acessórios utilizados 
foram 1 saída + 1 curva 90° raio longo (ANEXO T). 
 
 ∑(
 
 
 ( 
 
 
)) 
 
 (
 
 
 ) (
 
 
 ( 
 
 
)) 
 
105 
 
 ( 
 
 
 ) 
 
 
 ( 
 
 
 ) 
. 
 
 /
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
d) Tubulação da corrente 4 
 
Para a solução de ácido nítrico, a velocidade adotada na tubulação é de 6 ft/s. 
(ANEXO R) 
 
 √ 
 
 
 √ 
 
 
 
 
 
 
O diâmetro nominal selecionado será 1 ½ in e material de aço inox 10S (ANEXO S) 
 
O aço inox 40S possui rugosidade de 0,00005 ft. (ANEXO U) 
 
 
 
 
 
 
( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
0 . 
 
 
 
 /1
 
 
0 . 
 
 
 
 
/1
 
 
 
 
106 
 
O trecho reto de tubulação conta com 21,7 ft de comprimento e os acessórios utilizados 
foram 1 entrada normal + 2 curvas 90° raio longo (ANEXO T). 
 
 ∑(
 
 
 ( 
 
 
)) 
 
 (
 
 
 ( 
 
 
)) 
 
 ( 
 
 
 ) 
 
 
 ( 
 
 
 ) 
. 
 
 /
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
e) Tubulação da corrente 5 
 
Para a solução de ácido sulfúrico, a velocidade adotada na tubulação é de 6 ft/s. 
(ANEXO R) 
 
 √ 
 
 
 √ 
 
 
 
 
 
 
O diâmetro nominal selecionado será 2 in e material de aço inox 10S (ANEXO T) 
 
O aço inox 10S possui rugosidade de 0,00005 ft. (ANEXO U) 
 
 
 
 
 
 
( ) 
 
 
 
 
107 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
0 . 
 
 
 
 /1
 
 
0 . 
 
 
 
 
 
/1
 
 
 
 
O trecho reto de tubulação conta com 7,6 ft de comprimento e os acessórios utilizados 
foram 1 saída + 1 curva 90° raio longo (ANEXO T). 
 
 ∑(
 
 
 ( 
 
 
)) 
 
 (
 
 
 ) (
 
 
 ( 
 
 
)) 
 
 ( 
 
 
 ) 
 
 
 ( 
 
 
 ) 
. 
 
 /
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
108 
 
 
Tabela 5.7 – Resumo das condições das tubulações 
 (continua) 
Corrente Produto Material 
Q 
(gpm) 
v 
(ft/s) 
D 
(in) 
f 
L 
(ft) 
K Acessórios 
hf 
(ft) 
hf 
(psi) 
1 Benzeno 
Aço 
Carbono 
Sch. 40 
57,24 2,48 3 0,0212 9,9 1,275 
1 saída 
1 curva 
90° raio 
longo 
0,20 0,0755 
2 Benzeno 
Aço 
Carbono 
Sch.40 
57,24 2,48 3 0,0212 19,1 1,22 
2 curvas 
90° raio 
longo 
1 entrada 
normal 
 
0,268 0,101 
3 
Ácido 
nítrico 
68% 
Aço 
Inox 10S 
43,6 6,3 1 ½ 0,0195 8 1,32 
1 saída 
1 curva 
90° raio 
longo 
1,5 0,802 
4 
Ácido 
nítrico 
68% 
Aço 
Inox 10S 
43,6 6,3 1 ½ 0,0195 21,7 1,46 
1 entrada 
normal 
2 curvas 
90° raio 
longo 
2,77 1,481 
5 
Ácido 
sulfúrico 
75% 
Aço 
Inox 10S 
58,51 5,13 2 0,0228 7,6 1,31 
1 saída 
1 curva 
90° raio 
longo 
0,93 0,5 
6 
Ácido 
sulfúrico 
75% 
Aço 
Inox 10S 
58,51 5,13 2 0,0228 21,7 1,385 
1 entrada 
normal 
2 curvas 
90° raio 
longo 
 
1,7 0,957 
109 
 
 
Tabela 5.7 – Resumo das condições das tubulações (continuação) 
 (continua) 
 
 
Corrente Produto Material 
Q 
(gpm) 
v 
(ft/s) 
D 
(in) 
f 
L 
(ft) 
K Acessórios 
hf 
(ft) 
hf 
(psi) 
7 
Mistura 
sulfonítrica 
Aço 
Inox 10S 
104,7 9,18 2 0,0179 11 1,3 
1 saída 
1 curva 
90° raio 
longo 
3,14 1,686 
8 
Mistura 
sulfonítrica 
Aço 
Inox 10S 
104,7 9,18 2 0,0179 19,1 1,33 
1 entrada 
normal 
2 curvas 
90° raio 
longo 
4,23 2,27 
9 
Efluente 
do reator 
Aço 
Inox 10S 
159,87 6,14 3 0,0172 7 1,265 
1 saída 
1 curva 
90° raio 
longo 
1,04 0,52 
10 
Efluente 
do reator 
Aço 
Inox 10S 
159,87 6,14 3 0,0172 37,44 1,185 
1 entrada 
normal 
2 curvas 
90 ° raio 
longo 
2,09 1,05 
11 
Solução 
ácida 
Aço 
Inox 10S 
89,02 7,8 2 0,0196 10 1,3 
1 saída 
1 curva 
90° raio 
longo 
2,26 1,14 
12 
Solução 
ácida 
Aço 
Inox 10S 
89,02 7,8 2 0,0196 26,3 1,34 
1 entrada 
normal 
2 curvas 
90° raio 
longo4 2,017 
110 
 
 
Tabela 5.7 – Resumo das condições das tubulações (continuação) 
 (continua) 
 
 
 
Corrente Produto Material Q (gpm) 
v 
(ft/s) 
D 
(in) 
f 
L 
 (ft) 
K Acessórios 
hf 
(ft) 
hf 
(psi) 
13 
Carbonato de 
sódio 20% 
Aço 
carbono 
40ST 
371,3 9,35 4 0,0187 12 1,253 
1 saída 
1 curva 
90° raio 
longo 
2,61 0,94 
14 
Carbonato de 
sódio 20% 
Aço 
carbono 
40ST 
371,3 9,35 4 0,0187 26,3 1,131 
1 entrada 
normal 
2 curvas 
90 ° raio 
longo 
3,53 1,27 
15 
Dióxido de 
carbono 
Aço 
Inox 40S 
14615,41 41,4 12 0,0142 80 1,22 
1 saída 
1 curva 
90° raio 
longo 
62,76 0,0476 
16 
Sulfato de 
sódio 
+ 
Água 
Aço 
carbono 
40ST 
281,68 7,09 4 0,0187 10 1,25 
1 saída 
1 curva 
90° raio 
longo 
1,412 0,815 
17 
Sulfato de 
sódio 
+ 
Água 
Aço 
carbono 
40ST 
281,68 7,09 4 0,0187 168,3 1,13 
1 entrada 
normal 
2 curvas 
90° raio 
longo 
8,21 4,74 
18 
Benzeno 
Nitrobenzeno 
Aço 
carbono 
40ST 
65,03 2,82 3 0,023 7 1,28 
1 saída 
1 curva 
90° raio 
longo 
0,236 0,12 
111 
 
 
 
Tabela 5.7 – Resumo das condições das tubulações (continuação) 
 (continua) 
 
 
 
 
 
Corrente Produto Material 
Q 
(gpm) 
v 
(ft/s) 
D 
(in) 
f 
L 
 (ft) 
K Acessórios 
hf 
(ft) 
hf 
(psi) 
19 
Benzeno 
Nitrobenzeno 
Aço 
carbono 
40ST 
65,03 2,82 3 0,023 34,47 0,282 
1 curva 
90° raio 
longo 
0,418 0,212 
20 
Benzeno 
Nitrobenzeno 
Aço 
carbono 
40 ST 
69,7 3,02 3 0,0208 3,3 0,665 
1 entrada 
normal 
0,132 0,062 
21 
Benzeno 
Nitrobenzeno 
Aço 
carbono 
40ST 
2293,9 25,44 6 0,0172 6,6 1,24 
1 saída 
1 curva 
90° raio 
longo 
14,73 0,0175 
22 
Benzeno 
Nitrobenzeno 
Aço 
carbono 
40 ST 
7,6 4,57 ¾ 0,0264 6,6 1,56 
1 entrada 
normal 
1 curva 
90° raio 
longo 
1,33 0,470 
23 
Benzeno 
Nitrobenzeno 
Aço 
carbono 
40ST 
7,6 1,63 1 ¼ 0,0253 8 1,36 
1 saída 
1 curva 
90° raio 
longo 
0,13 0,046 
24 
Benzeno 
Nitrobenzeno 
Aço 
carbono 
40ST 
7,6 1,63 1 ¼ 0,0253 3,3 0,177 
1 tê de 
passagem 
reta com 
rosca 
0,037 0,013 
112 
 
 
 
Tabela 5.7 – Resumo das condições das tubulações (continuação) 
 (continua) 
 
 
 
 
Corrente Produto Material 
Q 
(gpm) 
v 
(ft/s) 
D 
(in) 
f 
L 
(ft) 
K Acessórios 
hf 
(ft) 
hf 
(psi) 
25 
Benzeno 
Nitrobenzeno 
Aço 
carbono 
40 ST 
2,11 2,23 ½ 0,030 57,45 0,551 
1 curva 
90° raio 
longo 
2,61 0,923 
26 
Benzeno 
Nitrobenzeno 
Aço 
carbono 
40ST 
5,65 2,09 1 0,0264 23,5 0,818 
 
2 curvas 
90° raio 
longo 
0,211 0,075 
27 
Benzeno 
Nitrobenzeno 
Aço 
carbono 
40ST 
5,46 2,02 1 0,0272 13,5 1,4 
1 entrada 
normal 
1 curva 
90° raio 
longo 
0,355 0,13 
28 
Benzeno 
Nitrobenzeno 
Aço 
carbono 
40ST 
75,07 3,25 3 0,0197 9 0,269 
1 curva 
90° raio 
longo 
0,16 0,072 
29 
Benzeno 
Nitrobenzeno 
Aço 
carbono 
40ST 
75,07 3,25 3 0,0197 3,3 0,269 
1 tê de 
passagem 
reta com 
rosca 
0,086 0,0385 
30 
Benzeno 
Nitrobenzeno 
Aço 
carbono 
40ST 
5,98 2,22 1 0,0262 12 0,408 
1 curva 
90° raio 
longo 
1 válvula 
borboleta 
0,307 0,138 
113 
 
 
 
 
Tabela 5.7 – Resumo das condições das tubulações (continuação) 
 (continua) 
Corrente Produto Material 
Q 
(gpm) 
v 
(ft/s) 
D 
(in) 
f 
L 
(ft) 
K Acessórios 
hf 
(ft) 
hf 
(psi) 
31 
Benzeno 
Nitrobenzeno 
Aço 
Carbono 
40ST 
6,16 2,28 1 0,0256 3,3 0,98 
1 entrada 
normal 
0,16 0,07 
32 
Benzeno 
Nitrobenzeno 
Aço 
carbono 
40 ST 
69,13 3,0 3 0,0198 52,7 0,27 
1 curva 
90° raio 
longo 
0,609 0,273 
33 
Benzeno 
Nitrobenzeno 
Aço 
carbono 
40ST 
59,66 2,6 3 0,024 6,6 0,953 
1 entrada 
normal 
1 curva 
90° raio 
longo 
0,165 0,086 
34 
Vapor de 
aquecimento 
Aço 
Inox 10S 
3594,24 80,8 4 0,0172 25 1,87 
1 entrada 
normal 
1 saída 
1 curva 
90° raio 
longo 
312,66 0,111 
35 
Vapor de 
aquecimento 
Aço 
Inox 10S 
685,13 60,08 2 0,0134 56,6 2,026 
1 saída 
1 entrada 
normal 
1 curva 
90° raio 
longo 
350,38 1,42 
36 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
5388,14 3,98 24 0,0132 36 1,21 
1 saída 
1 curva 
90° raio 
longo 
0,358 0,155 
114 
 
 
 
Tabela 5.7 – Resumo das condições das tubulações (continuação) 
 (continua) 
 
Corrente Produto Material 
Q 
(gpm) 
v 
(ft/s) 
D 
(in) 
f 
L 
(ft) 
K Acessórios 
hf 
(ft) 
hf 
(psi) 
37 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
5388,14 5,74 20 0,013 3,3 0,105 
1 tê de 
passagem 
reta com 
rosca 
0,0672 0,03 
38 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
3772,2 6,3 16 0,0134 12,5 0,746 
1 curva 
90° raio 
longo 
1 entrada 
normal 
0,54 0,234 
39 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
3775,8 6,3 16 0,0133 1 0,214 
1 curva 
90° raio 
longo 
0,14 0,0605 
40 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
1617,48 6,08 10 0,0146 35 0,331 
1 tê de 
passagem 
reta 
1 curva 
90° raio 
longo 
0,528 0,23 
41 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
789,87 4,65 8 0,0158 3,3 0,560 
1 entrada 
normal 
0,213 0,092 
42 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
789,65 4,65 8 0,0155 13,2 1,57 
1 saída 
2 curvas 
90° raio 
longo 
1 tê de 
passagem 
reta 
0,627 0,271 
115 
 
 
 
Tabela 5.7 – Resumo das condições das tubulações (continuação) 
 (continua) 
 
 
Corrente Produto Material 
Q 
(gpm) 
v 
(ft/s) 
D 
(in) 
f 
L 
(ft) 
K Acessórios 
hf 
(ft) 
hf 
(psi) 
43 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
826,33 4,86 8 0,0157 35 0,113 
1 tê de 
passagem 
reta 
0,207 0,09 
44 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
4565,64 6,0 18 0,0131 25 0,318 
1 tê de 
passagem 
reta 
0,303 0,131 
45 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
1,603 2,2 3/8 0,035 6,6 1,44 
1 entrada 
normal 
0,47 0,203 
46 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
1,607 2,21 3/8 0,033 10 3,14 1 saída 0,8 0,346 
47 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
824,76 3,1 10 0,016 3,3 0,11 
1 tê de 
passagem 
reta 
0,0255 0,011 
48 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
8,72 4,55 ¾ 0,026 3,3 1,072 
1 entrada 
normal 
0,72 0,311 
49 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
8,74 4,56 ¾ 0,0255 12 2,13 
1 saída 
2 curvas 
90° raio 
longo 
1 tê de 
passagem 
reta 
2,03 0,877 
50 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
816,03 4,8 8 0,0157 6,6 0,788 
1 curva 
90° raio 
longo 
 
0,335 0,145 
116 
 
 
 
Tabela 5.7 – Resumo das condições das tubulações (continuação) 
 
 
 
 
5.11. Bombas 
 
Para o dimensionamento de uma bomba, parte-se primeiramente do balanço de energia 
mecânica, também conhecido como Equação de Bernoulli (PEREIRA & SEGUIM, 
2012): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Corrente Produto Material 
Q 
(gpm) 
v 
(ft/s) 
D 
(in) 
f 
L 
(ft) 
K Acessórios 
hf 
(ft) 
hf 
(psi) 
51 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
817,35 4,81 8 0,0155 3,3 1,227 
1 saída 
1 curva 
90° raio 
longo 
0,468 0,202 
52 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
826,07 4,86 8 0,0154 35 0,227 
1 curva 
90° raio 
longo 
0,368 0,16 
53 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
827,74 4,87 8 0,0154 3,3 0,113 
1 tê de 
passagem 
reta 
0,07 0,03 
54 
Água de 
resfriamento 
Aço 
Inox 10S 
5393,34 3,98 24 0,0131 130 0,73 
1 curva 
90° raio 
longo 
1 entrada 
normal 
0,394 0,170 
117 
 
 
 
Em que: 
 AMT é a altura manométrica total da bomba, (ft). 
 ΔP é a variação de pressão entra a sucção e a descarga, (psi). 
 ρ é a densidade do fluido, (lb/ft³). 
 g é a aceleração da gravidade, 32,17 ft/s². 
 Δv² é a variação do quadrado da velocidade entre a sucção e a descarga, (ft²/s²). 
 Δz é a diferença de cota entre a sucção e a descarga, (ft). 
 hf é a perda de carga gerada por atrito da tubulação, (ft) e. 
 ΔPequipamentos é a perda de carga ocasionada por equipamentos como trocadores 
de calor, (ft). 
 
 Quando existe uma válvula de controle instalada na tubulação,deve-se adicionar 
de 25 a 30% à altura manométrica referente à perda de carga gerada pela mesma 
(PEREIRA & SEGUIM, 2012): 
 
 
 
Em que: 
ΔPVC é a perda de carga da válvula, (ft) e. 
AMT é a altura manométrica total da bomba, (ft). 
 
Com as informações sobre o AMT e a vazão da bomba, podem-se utilizar os 
catálogos de fabricantes para selecionar a bomba, dimensionando a rotação, o 
NPSHRequerido e o rendimento da bomba. (PEREIRA & SEGUIM, 2012) 
Calcula-se o NPSHDisponível para saber se a bomba não irá cavitar. Para tanto, o 
NPSHDisponível deve ser maior que o NPSHRequerido + 3,3 ft (PEREIRA & SEGUIM, 
2012). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
118 
 
 
 
Em que: 
 
 NPSHDisponível é a energia disponível para a bomba, (ft). 
 Psucção é a pressão da sucção, (psia). 
 ρ é a densidade do fluido, (lb/ft³). 
 g é a aceleração da gravidade, 32,17 ft/s² 
zsucção é a cota de altura da sucção, (ft) 
 hf, sucção é a perda de carga gerada por atrito na tubulação de sucção, (ft) e 
 
 é a pressão de vapor do fluido na sucção, (psia) 
 
 
O próximo passo, estando em posse do rendimento da bomba, é possível calcular o BHP 
(brake horse power) e selecionar o motor para a bomba dentre os disponíveis no 
mercado (ANEXO H) (PEREIRA & SEGUIM, 2012): 
 
 
 
 
 
 
 Em que: 
 BHP é a energia fornecida à bomba pelo eixo, (HP) 
 Q é a vazão volumétrica, (gpm) 
 AMT é a altura manométrica da bomba, (ft) 
 δ é a densidade relativa do fluido, adimensional e 
 η é o rendimento da bomba, adimensional 
 
 
 
 
 
 
 
119 
 
 
 
a) Bomba B-01 
 
R-01
C-1
6,6 ft
FCV-01
3,3 ft
FIT
01
FIC
01
3,3 ft
TQ-01
N2
12,5 ft
C-2
PSV-01
PRV-01
B-01
3,3 ft
 
 
Figura 5.7 – Esquema dos equipamentos da bomba B-01 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Como as pressões de sucção e de descarga são iguais e os níveis do TQ-01 e do R-01 
são constantes, ΔP e Δv² serão anulados da equação. Sem a presença de equipamentos 
na tubulação, também não haverá ΔPequipamentos, logo: 
 
 ( ) ( ) 
 
 
 Com a presença de uma válvula de controle tem-se: 
 
 
 
 
( ⁄ )
 
 
120 
 
 
Como a vazão da bomba é de aproximadamente 57 gpm, pode-se obter (Figura 
5.8): 
 
 
 
 
 
( ⁄ )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O motor selecionado terá potência nominal de 1 ½ HP. 
121 
 
 
Figura 5.8 – Curva para o modelo FKL 75 
 
 
 
 
 
 
 
 
122 
 
 
 
 
 
Figura 5.9 – Curva para o modelo FKL 75 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
123 
 
 
b) Bomba B-02 
 
 
Figura 5.10 – Esquema dos equipamentos da bomba B-02 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Como as pressões de sucção e de descarga são iguais e os níveis do TQ-02 e do TQ-05 
são constantes, ΔP e Δv² serão anulados da equação. Sem a presença de equipamentos 
na tubulação, também não haverá ΔPequipamentos, logo: 
 
 ( ) ( ) 
 
 Com a presença de uma válvula de controle tem-se: 
 
 
 
 
( ⁄ )
 
 
 
124 
 
 
Como a vazão da bomba é de aproximadamente 44 gpm, pode-se obter (Figura 
5.11): 
 
 
 
 
 
( ⁄ )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O motor selecionado terá potência nominal de 1 ½ HP. 
 
125 
 
 
Figura 5.11 – Curva para o modelo FKL 75 
 
 
 
 
 
 
 
126 
 
 
 
Figura 5.12 – Curva para o modelo FKL 75 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
127 
 
 
 
c) Bomba B-03 
 
TQ-03
B-03
TQ-05
C-5
FIC
03
FIT
03
FCV-03
C-6
3,3 ft
15,1 ft
6,6 ft
1 ft
3,3 ft
 
 
Figura 5.13 – Esquema dos equipamentos da bomba B-03 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Como as pressões de sucção e de descarga são iguais e os níveis do TQ-01 e do TQ-05 
são constantes, ΔP e Δv² serão anulados da equação. Sem a presença de equipamentos 
na tubulação, também não haverá ΔPequipamentos, logo: 
 
 ( ) ( ) 
 
 
Com a presença de uma válvula de controle tem-se: 
 
 
 
128 
 
 
 
Como a vazão da bomba é de aproximadamente 58 gpm, pode-se obter (Figura 
5.14): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 .
 
 /
 
 
 
O motor selecionado terá potência nominal de 1 ½ HP. 
129 
 
 
Figura 5.14 – Curva para o modelo STX 2 x 3 -6 
 
 
 
d) Bomba B-04 
TQ-04
TQ-06
B-04
19,7 ft
3,3 ft
3,3 ft
C-13
11 ft
1 ft
FCV-05
PHI
01
PHC
01
C-14
 
 
 Figura 5.15 – Esquema dos equipamentos da bomba B-04 
 
 
130 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Como as pressões de sucção e de descarga são iguais e os níveis do TQ-04 e do TQ-06 
são constantes, ΔP e Δv² serão anulados da equação. Sem a presença de equipamentos 
na tubulação, também não haverá ΔPequipamentos, logo: 
 
 ( ) ( ) 
 
Com a presença de uma válvula de controle tem-se: 
 
 
 
Como a vazão da bomba é de aproximadamente 371 gpm, pode-se obter 
(Figura5.16): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
131 
 
 
 
 
 
 
 .
 
 /
 
 
 
O motor selecionado terá potência nominal de 5 HP. 
 
 
Figura 5.16 - Curva para o modelo MTX 3x4-8 A70 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
132 
 
 
 
e) Bomba B-05 
TQ-05
B-05
R-01
LCV-01
1 ft
10 ft
12,5 ft
3,3 ft
LT
01
LIC
01
C-7
C-8
3,3 ft
 
Figura 5.17 – Esquema dos equipamentos da bomba B-05 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Como as pressões de sucção e de descarga são iguais e os níveis do TQ-05 e do R-01 
são constantes, ΔP e Δv² serão anulados da equação. Sem a presença de equipamentos 
na tubulação, também não haverá ΔPequipamentos, logo: 
 
 ( ) ( ) 
 
 
 Com a presença de uma válvula de controle tem-se: 
 
 
 
133 
 
Como a vazão da bomba é de aproximadamente 105 gpm, pode-se obter (Figura 
5.18): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 .
 
 /
 
 
 
O motor selecionado terá potência nominal de 3 HP. 
 
Figura 5.18 - Curva para o modelo STX 2 x 3-6 
134 
 
 
f) Bomba B-06 
R-01
B-06
DC-01
LCV-02
1 ft
7 ft
30,84 ft
3,3 ft
3,3 ft
LIC
02
LT
02
C-9
C-10
 
Figura 5.19 – Esquema dos equipamentos da bomba B-06Como as pressões de sucção e de descarga são iguais e os níveis do TQ-01 e do R-01 
são constantes, ΔP e Δv² serão anulados da equação. Sem a presença de equipamentos 
na tubulação, também não haverá ΔPequipamentos, logo: 
 
 ( ) ( ) 
 
 
 Com a presença de uma válvula de controle tem-se: 
 
 
 
Como a vazão da bomba é de aproximadamente 160 gpm, pode-se obter (Figura 
5.20): 
 
135 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 .
 
 /
 
 
 
O motor selecionado terá potência nominal de 5 HP. 
 
Figura 5.20 - Curva para o modelo MTX 3 x 4-10 A70 
 
136 
 
 
g) Bomba B-07 
DC-01
B-07
TQ-06
LT
03
LIC
03
LCV-03
3,3 ft
3,3 ft
19,7 ft
C-11
1 ft
C-12
9 ft
 
Figura 5.21 – Esquema dos equipamentos da bomba B-07 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Como as pressões de sucção e de descarga são iguais e os níveis do DC-01 e do TQ-06 
são constantes, ΔP e Δv² serão anulados da equação. Sem a presença de equipamentos 
na tubulação, também não haverá ΔPequipamentos, logo: 
 
 ( ) ( ) 
 
Com a presença de uma válvula de controle tem-se: 
 
 
 
Como a vazão da bomba é de aproximadamente 89 gpm, pode-se obter (Figura 
5.22): 
 
137 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 .
 
 /
 
 
 
 
O motor selecionado terá potência nominal de 2 HP. 
 
Figura 5.22 - Curva para o modelo STX 2 x 3-6 
138 
 
 
h) Bomba B-08 
TQ-06
B-08
ETE
LT
04
LIC
04
1 ft
9 ft
3,3 ft
150 ft
15 ft
C-16
C-17
 
Figura 5.23 – Esquema dos equipamentos da bomba B-08 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Como as pressões de sucção e de descarga são iguais e os níveis do TQ-06 e da ETE são 
constantes, ΔP e Δv² serão anulados da equação. Sem a presença de equipamentos na 
tubulação, também não haverá ΔPequipamentos, logo: 
 
 ( ) ( ) 
 
Com a presença de uma válvula de controle tem-se: 
 
 
 
Como a vazão da bomba é de aproximadamente 282 gpm, pode-se obter (Figura 
5.24): 
 
 
139 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 .
 
 /
 
 
 
O motor selecionado terá potência nominal de 5 HP. 
 
Figura 5.24 - Curva para o modelo MTX 3 x 4-8 A70 
140 
 
 
i) Bomba B-09 
DC-01
CD-01
B-09
TC-01
TIT
04
TIC
04
FCV-08
FCV-05
FIT
04
FIC
04
1 ft
3,3 ft 3,3 ft
31,17 ft
6 ft
C-18
C-19
C-20
 
 
Figura 5.25 – Esquema dos equipamentos da bomba B-09 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Como as pressões de sucção e de descarga são iguais e os níveis do DC-01 e da CD-01 
são constantes ΔP e Δv² serão anulados da equação, logo: 
 
 
 
 ( ) ( ) 
 
 
 
 
Com a presença de uma válvula de controle tem-se: 
 
 
 
 
141 
 
 
 
Como a vazão da bomba é de aproximadamente 65 gpm, pode-se obter (Figura 
5.26): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 .
 
 /
 
 
 
 
O motor selecionado terá potência nominal de 3 HP. 
 
 
 
 
 
 
 
142 
 
 
 
Figura 5.26 - Curva para o modelo STX 1 ½ x 3-8 AB 
 
 
j) Bomba B-10 
TQ-07
B-10
CD-01
FIC
05
FIT
05
FCV-06
7 ft
1 ft 3,3 ft
3,3 ft
54,15 ft
C-23
C-24
C-25
 
 
Figura 5.27 – Esquema dos equipamentos da bomba B-10 
 
143 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Como as pressões de sucção e de descarga são iguais e os níveis do TQ-07, da CD-01 
são constantes ΔP e Δv² serão anulados da equação. Também não há presença de 
equipamentos, logo: 
 
 
 
 ( ) ( ) 
 
Com a presença de uma válvula de controle tem-se: 
 
 
 
 
( ⁄ )
 
 
 
Como a vazão da bomba é de aproximadamente 8 gpm, pode-se obter (Figura 
5.28): 
 
 
 
 
( ⁄ )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
144 
 
 
 
 
 
 
O motor selecionado terá potência nominal de 1 HP. 
 
 
Figura 5.28 – Curva para o modelo FKL 25 
 
145 
 
 
 
 
Figura 5.29 – Curva para o modelo FKL 25 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
146 
 
 
j) Bomba B-11 
 
CD-01
B-11
TQ-08
TC-04
LIC
05
LT
05
LCV-05
C-28
C-29
C-32
C-33
8 ft
1 ft 3,3 ft
1 ft 3,3 ft
3,3 ft
51,7 ft
 
 
 Figura 5.30 – Esquema dos equipamentos da bomba B-11 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Como as pressões de sucção e de descarga são iguais e os níveis do TQ-08 e da CD-01 
são constantes ΔP e Δv² serão anulados da equação, logo: 
 
 
 
 ( ) ( ) 
 
 
 
 
 
147 
 
 
Com a presença de uma válvula de controle tem-se: 
 
 
 
Como a vazão da bomba é de aproximadamente 75 gpm, pode-se obter (Figura 
5.31): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 .
 
 /
 
 
 
 
O motor selecionado terá potência nominal de 5 HP. 
 
 
 
 
148 
 
 
 
Figura 5.31 - Curva para o modelo STX 1 ½ x 3-8 AB 
 
 
 
j) Bomba B-12 
R-01
TR-01
B-12
FCV-09
C-37
C-36
C-38
C-39
25 ft
C-54
1 ft3,3 ft
3,3 ft
9,2 ft
1 ft
C-44
35 ft
120 ft
130 ft
TIT
01
TIC
01
 Figura 5.32 – Esquema dos equipamentos da bomba B-12 
149 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Como as pressões de sucção e de descarga são iguais e o nível da TR-01 é 
constante, ΔP e Δv² serão anulados da equação, logo: 
 
 ( ) ( ) 
 
Com a presença de uma válvula de controle tem-se: 
 
 
 
 
 
Como a vazão da bomba é de aproximadamente 5400 gpm, pode-se obter 
(Figura 5.33): 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
150.
 
 /
 
 
 
O motor selecionado terá potência nominal de 250 HP. 
 
 
Figura 5.33 - Curva para o modelo X-17 8 x 10-16H A120 
 
 
 
 
 
 
 
 
151 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
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adiabatic process for the mononitration of benzene. US Patent 4,091,042. (1978). 
ARAÚJO, E. C. C. Trocadores de calor. São Paulo: EdUFSCar, 2002. 
 
BRANDÃO, H. S. Apontamentos de cálculo de reatores. São Paulo: Unisanta, 2019. 
 
BORGNAKKE, C.; SONNTAG, R. E. Fundamentos da termodinâmica. 7. ed. São 
Paulo: Edgard Blücher, 2009. 
 
CANTON, P. R.; NETTO, L. F. Apontamentos de transferência de massa. São Paulo: 
Unisanta, 2018. 
 
COOMBES, R. G., MOODIE, R. B e SCHOFIELD, K. Electrophilic aromatic 
substitution. Part I. The nitration of some reactive aromatic compounds in 
concentrated sulphuric and perchloric acids. J. Chem. Soc. (B), 800-804, 1968. 
 
ECKERT, R. E., MCLAUGHLIN, C. M e RUSHTON, J. H. Liquid-liquid interfacial 
areas formed by turbine impellers in baffled, cylindrical mixing tanks. AIChe 
Journal, 1985. 
 
FELDER, R. M.; ROUSSEAU, R. W. Princípios elementares dos processos 
químicos. 3. ed. São Paulo: Gen LTC, 2004. 
 
FOGLER, H. S. Elementos de engenharia das reações químicas. 4. ed. São Paulo: 
Gen LTC, 2009. 
 
FRISTAM, P. Catálogos para seleção de bombas de deslocamento positivo. 
Middleton, 2005. 
 
152 
 
GIROTO, J. A.; MORAES Jr. D. Oxidação da vitamina C quando submetida à 
agitação em um tanque tipo Rushton. 1º Congresso Brasileiro de Engenharia Química 
Iniciação Científica, 1995. 
 
GOMIDE, R. Estequiometria industrial. 3. ed. São Paulo: R. Gomide, 1984. 
 
GOMIDE, R. Operações unitárias: transferência de massa. 1. Ed. São Paulo: R. 
Gomide, 1988. V. 4. 
 
GOULDS, P. Catálogos para seleção de bombas centrífugas. New York, 2007. 
 
HOOPER, W. The two-K method predicts head losses in piping fittings. Chemical 
Engineering Deskbook. New York: McGraw-Hill, 1981. 
 
LUDWIG, E. E. Applied process design for chemical and petrochemical plants. 3. 
ed. Burlington: Gulf Publising, 1999. V. 1. 
 
LUDWIG, E. E. Applied process design for chemical and petrochemical plants. 3. 
ed. Burlington: Gulf Publising, 2001. V. 3. 
 
KERN, D. Q. Process heat transfer. New York: McGraw-Hill, 1950. 
 
KOWAL, G. Quick calculation for holdups in horizontal tanks. Chemical 
Engineering Deskbook. New York: McGraw-Hill, 1973. p. 94. 
 
MCCABE, W. L.; SMITH, J. C.; HARRIOTT, P. Unit operations of chemical 
engineering. 7. ed. New York: McGraw-Hill, 2005. 
 
MORAES Jr., D; MORAES, M. S. Laboratório de operações unitárias I. São Paulo, 
2011. 
 
MORAES Jr., D; MORAES, M. S. Laboratório de operações unitárias II. São Paulo, 
2012. 
 
153 
 
MORAES Jr., D; MORAES, M. S. Laboratório de operações unitárias III. São 
Paulo, 2018. 
 
OLAH, G. A., MALHOTRA, R e NARANG, S. C. Nitration – methods and 
mechanisms. VCH publishers, New York, 1989. 
 
OTHMER, K. Nitration. Em Encyclopedia of Chemical Technology. 4. Ed. New York: 
John Wiley & Sons, 1996.Vol. 17. 
PEDROSA, L.L. Efeito de Condições Processuais na Extração Líquido-Líquido do 
Processo de Produção de Nitrobenzeno. Dissertação de Mestrado. Faculdade de 
Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra. Portugal, 2016. 
PEREIRA, F. N. Projetos de trocadores de calor. 2. ed. São Paulo: Comunnicar, 2018. 
 
PEREIRA, F. N.; SEGUIM, M. C. Projetos químicos e petroquímicos: 
movimentação de fluidos. 2. ed. São Paulo: Comunnicar, 2012. 
 
PERRY, R. H.; GREEN, D. Perry’s chemical engineers’ handbook. 8. ed. New York: 
McGraw-Hill, 2008. 
 
RAZUK, P.C. Troca de Calor em Tanques Agitados, UNESP – Bauru, 2006. 
 
REID, R. C.; PRAUSNITZ, J. M.; POLING, B. E. The properties of gases & liquids. 
4. ed. New York: McGraw-Hill, 1987. 
 
SANTOS, P. A. Q. O. Nitração de Compostos Aromáticos: Transferência de Massa 
e Reação Química. Tese de Doutorado. Faculdade de Ciências e Tecnologias da 
Universidade de Coimbra. Portugal, 2005. 
TREVISAN, M. Manual termotécnico. 6. ed. São Paulo: IBEC, 1988. 
 
 
 
 
154 
 
ANEXOS 
 
 
ANEXO A – Conversão de Unidades (TREVISAN, 1988) 
 
Tabela A.1 – Conversão de unidades de comprimento 
 
 
 
 
Tabela A.2 – Conversão de unidades de massa 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
155 
 
 
Tabela A.3 – Conversão de unidades de velocidade 
 
 
 
Tabela A.4 – Conversão de unidades de massa específica (densidade) 
 
 
 
Tabela A.5 – Conversão de unidades de força 
 
 
 
Tabela A.6 – Conversão de unidades de pressão 
 
 
 
156 
 
 
Tabela A.7 – Conversão de unidades de potência 
 
 
 
157 
 
 
Tabela A.8 – Conversão de unidades de energia e trabalho 
 
 
 
Tabela A.9 – Conversão de unidades de entalpia específica 
 
 
 
Tabela A.10 – Conversão de unidades de viscosidade dinâmica 
 
 
 
158 
 
Tabela A.11 – Conversão de unidades de condutividade térmica 
 
 
 
 
Tabela A.12 – Conversão de unidades de coeficiente de transmissão de calor 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
159 
 
ANEXO B – Densidade de Soluções de Ácido Sulfúrico (PERRY & 
GREEN, 2008) 
 
Tabela B.1 – Densidade (kg/L) de diferentes composições de soluções de ácido sulfúrico a 1 atm 
 
(continua) 
 
 
160 
 
 
Tabela B.1 – Densidade (kg/L) de diferentes composições de soluções de ácido sulfúrico a 1 atm (continuação) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
161 
 
ANEXO C – Densidade da Água Líquida Saturada (PERRY & 
GREEN, 2008) 
 
Tabela C.1 – Densidade (kg/m³) da água líquida saturada do ponto triplo ao ponto crítico a 1 atm 
 
 
162 
 
 
ANEXO D – Pressão de Vapor de Soluções Aquosas de Ácido 
Sulfúrico (PERRY & GREEN, 2008) 
 
Tabela D.1 – Pressão total de vapor (bar) de soluções aquosas de ácido sulfúrico 
 
 
163 
 
ANEXO E – Propriedades Termodinâmicas da Água Saturada 
(BORGNAKKE & SONNTAG, 2009) 
 
Tabela E.1 – Propriedades termodinâmicas da água 
 
(continua) 
 
 
 
 
164 
 
 
Tabela E.1 – Propriedades termodinâmicas da água (continuação) 
165 
 
ANEXO F – Coeficiente de Souders (GOMIDE, 1988) 
 
 
 
 
166 
 
ANEXO G – Número de Potência (MORAES Jr. & MORAES, 
2011) 
 
 
167 
 
 
ANEXO H – Seleção de Motor Elétrico (PEREIRA & SEGUIM, 
2012) 
 
Tabela H.1 – Motores disponíveis no mercado para seleção 
 
 
 
 
168 
 
 
ANEXO I – Roteiro de Cálculo para Projeto de Trocador Casco e 
Tubos (PEREIRA, 2018) 
 
1. Balanço Térmico 
 ( ) 
 ( ) 
 
 
2. LMTD e Fator Termodinâmico 
 
( ) ( )
 [
( )
( )
]
 
 
 
 
 
 
 }
 
 
 
 
3. Estimativa do Coeficiente Global 
Estimar um valor para UD baseado nos ANEXOS K, L e M. 
 
4. Estimativa da Área de Troca Térmica 
 
 
 
 
 
5. Localização dos Fluidos 
Selecionar a localização dos fluidos de acordo com as seguintes regras: 
- Fluido perigoso: alocar nos tubos. 
- Fluido incrustante: alocar nos tubos. 
- Fluido que requer material mais nobre: alocar nos tubos. 
- Fluido água de torre de resfriamento: alocar nos tubos. 
- Fluido em alta pressão (maior que 750 psig) alocar nos tubos. 
- Fluido viscoso: alocar no casco. 
- Fluido com menor incrustação: alocar no casco. 
- Fluido com baixa vazão de escoamento: alocar no casco. 
169 
 
6. Escolha e Arranjo dos Tubos 
Selecionar os tubos de acordo com o ANEXO N. 
Selecionar o pitch, sendo o valor mais comum o pitch triangular 30°. 
 
 
7. Número de Tubos por Passe 
 
 
 ̇
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8. Número de Passes nos Tubos e Número de Tubos Provisório 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
9. Escolha do Diâmetro do Casco e Número de Tubos Definitivo 
Selecionar o diâmetro do casco e o número de tubos definitivo de acordo com o 
ANEXO O. 
Selecionar o diâmetro equivalente do cascode acordo com o ANEXO P. 
 
10. Número de Chicanas 
Selecionar o espaçamento de chicanas  ⁄ 
 
 
 
 
 
11. Rating do Trocador 
 
TUBOS CASCO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
170 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
( ) 
 
 
 
 
 ⁄
 (
 
 
)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
( ) 
 
 
 
 
 ⁄
 (
 
 
)
 
 
 
Para água de resfriamento no tubo  
 ( ) 
 
 
Para vapor de aquecimento  h = 1500 
 
 
 
 
 
 
12. Coeficiente Global Limpo 
 
 
 
 
 
13. Fator de Incrustação 
 
 
 
 
 
Se o Rd calculado for maior que o Rd encontrado na literatura, o trocador está 
termicamente aceito. 
 
14. Perda de Carga 
 
TUBOS CASCO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
171 
 
Para vapor de aquecimento  ΔPvapor = ½ · ΔPcalculado 
ΔPlíquido < 10 psi 
ΔPgás < 2 psi 
 
 
Tabela I. 1 – Nomenclatura empregada no roteiro de cálculo de trocadores casco e tubos 
SÍMBOLO NOMENCLATURA UNIDADE 
ALFABETO ROMANO 
 
 Área da seção transversal de um tubo in² 
 
 Área superficial de um tubo por comprimento ft²/ft 
A Área de troca térmica ou de escoamento ft² 
B Espaçamento entre as chicanas In 
cP Calor específico do fluido na temperatura média BTU/lb.°F 
 Distância entre as paredes de tubos adjacentes in 
D Diâmetro do tubo in 
Ds Diâmetro interno do casco in 
De; de Diâmetro equivalente do casco ft; in 
F Fator de atrito de Fanning ft²/in² 
FT Fator termodinâmico de correção do LMTD Adimensional 
G 
Velocidade mássica ou vazão mássica por 
unidade de área 
lb/h.ft² 
hi Coeficiente de película interno BTU/h.ft².°F 
hio Coeficiente de película interno corrigido BTU/h.ft².°F 
ho Coeficiente de película externo BTU/h.ft².°F 
K Condutividade térmica BTU/h.ft.°F 
L Comprimento total do tubo ft 
 Comprimento equivalente do trocador ft 
LMTD Média logarítmica das diferenças de temperatura °F 
N Número de passes no lado dos tubos Adimensional 
N Número de chicanas Adimensional 
Nt Número total de tubos do trocador Adimensional 
 
 Número de tubos por passe Adimensional 
 
 Número total de tubos provisório Adimensional 
P Parâmetro para determinação do FT Adimensional 
Pr Número de Prandtl Adimensional 
Pt Distância centro a centro de tubos adjacentes in 
Q Taxa de calor BTU/h 
R Parâmetro para determinação do FT Adimensional 
Rd Fator de incrustação h.ft².°F/BTU 
Re Número de Reynolds Adimensional 
S Número de passes no lado do casco Adimensional 
(continua) 
 
 
172 
 
Tabela I.1 – Nomenclatura empregada no roteiro de cálculo de trocadores casco e tubos (continuação) 
SÍMBOLO NOMENCLATURA UNIDADE 
ALFABETO ROMANO 
t1 Temperatura de entrada do fluido frio °F 
t2 Temperatura de saída do fluido frio °F 
T1 Temperatura de entrada do fluido quente °F 
T2 Temperatura de saída do fluido quente °F 
UC 
Coeficiente global de transferência de calor 
limpo 
BTU/h.ft².°F 
UD Coeficiente global de transferência de calor sujo BTU/h.ft².°F 
 ̇ Vazão volumétrica ft³/s 
V Velocidade média de escoamento ft/s 
W Vazão mássica lb/h 
ALFABETO GREGO 
δ Densidade relativa Adimensional 
ΔH Variação de entalpia ou calor latente BTU/lb 
ΔP Perda de carga por atrito psi 
µ Viscosidade dinâmica ou absoluta lb/h.ft 
Ρ Densidade do fluido na temperatura média lb/ft³ 
 Fator de correção da viscosidade (µ/µw) Adimensional 
SUBSCRITOS 
i Referente ao lado interno (inside) 
o Referente ao lado externo (outside) 
s Referente ao lado do casco (shell) 
t Referente ao lado dos tubos (tubes) 
w Referente à parede do tubo (wall) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
173 
 
ANEXO J – Fator de Correção do LMTD (TEMA, 1949) 
 
 
174 
 
 
ANEXO K – Estimativa de Coeficiente Global de Troca Térmica 
(LUDWIG, 2001) 
 
 
 
Tabela K.1 - Coeficiente global de troca térmica para aquecimento e resfriamento 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
175 
 
 
 
 
 
Tabela K.2 - Coeficiente global de troca térmica para condensação 
 
 
 
 
 
Tabela K.3 - Coeficiente global de troca térmica para refervimento 
 
 
 
 
 
 
176 
 
 
ANEXO L – Estimativa de Coeficiente Global de Troca Térmica 
(KERN, 1950) 
Tabela L.1 - Coeficiente global de troca térmica para diversas aplicações 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
177 
 
ANEXO M – Estimativa de Coeficiente Global de Troca Térmica 
(BELL, 1978) 
 
Tabela M.1 - Coeficiente global de troca térmica para diversas aplicações 
Fluido 1 Fluido 2 
Fouling total, Rd 
h.ft².°F/BTU 
Coeficiente Global, UD 
BTU/h.ft².°F 
Água 
Água 0,0015 250-300 
Gás (10 psig) 0,001 15-20 
Gás (100 psig) 0,001 30-40 
Gás (1000 psig) 0,001 60-100 
Orgânico leve (líquido) 0,0015 125-175 
Orgânico médio (líquido) 0,002 75-125 
Orgânico pesado (líquido) 0,0025 40-75 
Orgânico muito pesado 
(líquido): 
 Aquecimento 
 Resfriamento 
 
0,004 
0,004 
 
40-75 
5-15 
Condensando: 
 Vapor orgânico leve (puro) 
 Vapor orgânico médio 
(puro) 
 Vapor orgânico pesado 
(puro) 
 
0,001 
0,001 
0,001 
 
150-200 
100-150 
75-100 
Vapor 
Água 0,001 300-400 
Gás (10 psig) 0,0005 15-20 
Gás (100 psig) 0,0005 35-45 
Gás (1000 psig) 0,0005 70-110 
Orgânico leve (líquido) 0,001 135-190 
Orgânico médio (líquido) 0,0015 80-135 
Orgânico pesado (líquido) 0,002 45-80 
Orgânico muito pesado 
(líquido) 
0,0035 15-45 
Orgânico leve (líquido) 
Orgânico leve (líquido) 0,002 100-130 
Orgânico médio (líquido) 0,0025 70-100 
Orgânico pesado (líquido): 
 Aquecimento 
 Resfriamento 
 
0,003 
0,003 
 
40-75 
25-50 
Orgânico muito pesado 
(líquido): 
 Aquecimento 
 Resfriamento 
 
0,004 
0,004 
 
20-50 
5-25 
Orgânico médio 
(líquido) 
Orgânico médio (líquido) 0,003 50-80 
Orgânico pesado (líquido): 
 Aquecimento 
 Resfriamento 
 
0,0035 
0,0035 
 
30-50 
15-35 
Orgânico muito pesado 
(líquido): 
 Aquecimento 
 Resfriamento 
 
0,0045 
0,0045 
 
15-30 
5-25 
Gás (10 psig) 
Gás (10 psig) 0 10-15 
Gás (100 psig) 0 15-20 
Gás (1000 psig) 0 15-25 
Gás (100 psig) 
Gás (100 psig) 0 20-30 
Gás (1000 psig) 0 25-35 
Gás (1000 psig) Gás (1000 psig) 0 35-60 
178 
 
 
ANEXO N – Dados de Tubos para Trocadores Casco e Tubos 
(KERN, 1950) 
 
Tabela N.1 – Dados de tubos de trocadores de calor 
 
 
 
 
 
179 
 
 
 
ANEXO O – Contagem de Tubos (ARAÚJO, 2002) 
 
Tabela O.1 – Contagem de tubos para trocadores casco e tubos 
 
(continua) 
 
 
180 
 
 
 
Tabela O.1 – Contagem de tubos para trocadores casco e tubos (continuação) 
 
 (continua) 
 
 
181 
 
 
 
Tabela O.1 – Contagem de tubos para trocadores casco e tubos (continuação) 
 
 
182 
 
 
 
ANEXO P – Diâmetro Equivalente do Casco de Trocador de 
Calor (LUDWIG, 2001) 
 
Tabela P.1 – Diâmetro equivalente do casco em função do arranjo dos tubos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
183 
 
 
 ANEXO Q - Roteiro de Cálculo para Projeto de Trocador 
Duplo-Tubo (PEREIRA, 2018) 
 
1. Balanço Térmico 
 ( ) 
 ( ) 
 
 
2. LMTD 
 
( ) ( )
 [
( )
( )
]
 
 
 
3. Áreas de escoamento do tubo e do anel 
 
Tubo Anel 
 
 ⁄ 
 
 
 
 ⁄ 
 ⁄ 
 ( )4. Localização dos fluidos 
O fluido com maior vazão será alocado na maior área de escoamento para 
minimizar a perda de carga. 
 
 
 
 
 
184 
 
 
 
5. Coeficientes de película interno e externo 
 
Tubo Anel 
 
 ⁄ 
 
 
 
 
 
 
 
 ⁄ 
 (
 
 
) ( )
 ( )
 
 (
 
 
)
 
 
 
 ( ⁄ ) 
 
 ⁄ 
 ( 
 
 ) 
 
 ⁄ 
 
 ⁄ 
 
 (
 
 
) ( )
 ( )
 
 (
 
 
) 
 
 
6. Resistência a condução do tubo 
 ( ⁄ ) ( )⁄ 
 
7. Coeficientes globais de troca térmica limpo e sujo 
 
 ( ⁄ )⁄ 
 
 ( ⁄ ) 
 
8. Área de troca térmica requerida 
 
 
 
 
 
 
 
185 
 
 
9. Comprimento total do tubo 
 
 
 
 
 
10. Número de grampos 
 
 ( )⁄ 
 
 
11. Queda de pressão 
Tubo Anel 
 
 
 
 
 
 
 
( ⁄ )
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ( )
 
 
 
 
 
 
( )
 
 
 
 
 
 
 
 ( ⁄ ) 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
 
 
186 
 
 
Tabela Q. 1 – Nomenclatura empregada no roteiro de cálculo de trocadores duplo tubo 
SÍMBOLO NOMENCLATURA UNIDADE 
ALFABETO ROMANO 
 Área de troca térmica ou de escoamento (com subscrito) ft² 
 Calor específico do fluido na temperatura média BTU/lb.°F 
d ; D Diâmetro interno do tubo in ; ft 
 Diâmetro externo do tubo in ; ft 
 Diâmetro interno do anel in ; ft 
 Diametro equivalente do anel para transmissão de calor ft 
 Diâmetro equivalente do anel para queda de pressão ft 
Ds Diâmetro interno do casco in 
 
F Fator de atrito de Fanning Admensional 
G Aceleração da gravidade ( ) ft/h² 
G 
Velocidade mássica ou vazão mássica por unidade de 
área 
lb/h.ft² 
hi Coeficiente de película interno (tubo) BTU/h.ft².°F 
hio Coeficiente de película interno corrigido (tubo) BTU/h.ft².°F 
ho Coeficiente de película externo (anel) BTU/h.ft².°F 
K Condutividade térmica BTU/h.ft.°F 
L Comprimento equivalente do trocador ft 
 Comprimento total necessário ao serviço térmico ft 
LMTD Média logarítmica das diferenças de temperatura °F 
N Número de grampos (trocadores) Admensional 
Pr Número de Prandtl Admensional 
Q Taxa de calor BTU/h 
 Fator de Incrustação (fouling) h.ft².°F/BTU 
 Resistência à condução da parede do tubo h.ft².°F/BTU 
 Número de Reynolds do anel para transmissão de calor Admensional 
 Número de Reynolds do anel para queda de pressão Admensional 
 Número de Reynolds do tubo Admensional 
 Temperatura de entrada do fluido frio °F 
 Temperatura de saída do fluido frio °F 
 Temperatura de entrada do fluido quente °F 
 Temperatura de saída do fluido quente °F 
 Coeficiente global de transferência de calor limpo BTU/h.ft².°F 
 Coeficiente global de transferência de calor (projeto) BTU/h.ft².°F 
v Velocidade média de escoamento ft/h 
w Vazão mássica lb/h 
 (continua) 
 
 
 
 
187 
 
 
 
 
Tabela Q. 1 – Nomenclatura empregada no roteiro de cálculo de trocadores duplo tubo (continuação) 
 
ALFABETO GREGO 
δ Densidade relativa Admensional 
 F Perda de carga por atrito (coluna de líquido) ft de líquido 
 H Variação de entalpia ou calor latente BTU/lb 
 P Perda de carga por atrito (queda de pressão) psi 
 Ptotal Perda de carga por atrito total no anel (queda de pressão) psi 
μ Viscosidade dinâmica ou absoluta lb/h.ft 
ρ Densidade do fluido na temperatura média lb/ft³ 
SUBSCRITOS 
a Refere-se ao lado do anel (annulus) 
r Refere-se ao retorno (curvas) 
t Refere-se ao lado do tubo (tube) 
w Refere-se à parede do tubo (wall) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
188 
 
 
Tabela Q. 2 - Dimensões de tubos de aço IPS (KERN, 1950) 
Tamanho do 
Tubo 
nominal 
IPS (in) 
DE 
(in) 
Sch 
DI 
(in) 
Área de 
escoamento 
por tubo 
(in²) 
Área por ft 
linear 
(ft²/ft) 
Peso por ft 
linear 
(lb de aço) 
Externa Interna 
1/8 0,405 
40* 
80† 
0,269 
0,215 
0,058 
0,036 
0,106 
0,070 
0,056 
0,25 
0,32 
¼ 0,540 
40 
80 
0,364 
0,302 
0,104 
0,072 
0,141 
0,095 
0,079 
0,43 
0,54 
3/8 0,675 
40 
80 
0,493 
0,423 
0,192 
0,141 
0,177 
0,129 
0,111 
0,57 
0,74 
½ 0,840 
40 
80 
0,622 
0,546 
0,304 
0,235 
0,220 
0,163 
0,143 
0,85 
1,09 
¾ 1,05 
40 
80 
0,824 
0,742 
0,534 
0,432 
0,275 
0,216 
0,194 
1,13 
1,48 
1 1,32 
40 
80 
1,049 
0,957 
0,864 
0,718 
0,344 
0,274 
0,250 
1,68 
2,17 
1 ¼ 1,66 
40 
80 
1,380 
1,278 
1,50 
1,28 
0,435 
0,362 
0,335 
2,28 
3,00 
1 ½ 1,90 
40 
80 
1,610 
1,500 
2,04 
1,76 
0,498 
0,422 
0,393 
2,72 
3,64 
2 2,38 
40 
80 
2,067 
1,939 
3,35 
2,95 
0,622 
0,542 
0,508 
3,66 
5,03 
2 ½ 2,88 
40 
80 
2,469 
2,323 
4,79 
4,23 
0,753 
0,647 
0,609 
5,80 
7,67 
3 3,50 
40 
80 
3,068 
2,900 
7,38 
6,61 
0,917 
0,804 
0,760 
7,58 
10,3 
4 4,50 
40 
80 
4,026 
3,826 
12,7 
11,5 
1,178 
1,055 
1,002 
10,8 
15,0 
6 6,625 
40 
80 
6,065 
5,761 
28,9 
26,1 
1,734 
1,590 
1,510 
19,0 
28,6 
 (continua) 
189 
 
 
 
Tabela Q. 2 - Dimensões de tubos de aço IPS (continuação) 
Tamanho do 
Tubo 
nominal 
IPS (in) 
DE 
(in) 
Sch 
DI 
(in) 
Área de 
escoamento 
por tubo 
(in²) 
Área por ft 
linear 
(ft²/ft) 
Peso por ft 
linear 
(lb de aço) 
Externa Interna 
8 8,625 
40 
80 
7,981 
7,625 
50,0 
45,7 
2,258 
2,090 
2,000 
28,6 
43,4 
10 10,75 
40 
80 
10,02 
9,75 
78,8 
74,6 
2,814 
2,62 
2,55 
40,5 
54,8 
12 12,75 30 12,09 115 3,338 3,17 43,8 
14 14,0 30 13,25 138 3,665 3,47 54,6 
16 16,0 30 15,25 183 4,189 4,00 62,6 
18 18,0 20§ 17,25 234 4,712 4,52 72,7 
20 20,0 20 19,25 291 5,236 5,05 78,6 
22 22,0 20§ 21,25 355 5,747 5,56 84,0 
24 24,0 20 23,5 425 6,283 6,09 94,7 
 Comumente conhecido como padrão ٭
† Comumente conhecido como extrapesado 
§ Aproximadamente 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
190 
 
 
ANEXO R – Velocidades Recomendadas para Tubulações 
(LUDWIG, 1999) 
 
Tabela R. 1 – Velocidades recomendadas para alguns fluidos 
 
 
 
 
Tabela R. 2 – Velocidades recomendadas para alguns fluidos 
 
 
 
 
 
 
191 
 
 
Tabela R. 3 – Velocidades recomendadas para alguns fluidos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
192 
 
 
ANEXO S – Dados de Tubulações (PEREIRA & SEGUIM, 2012) 
 
Tabela S.1 – Dados para dimensionamento de tubulações 
Diâmetro 
Nominal (in) 
Diâmetro 
Externo (in) 
Schedule n° 
Espessura da 
Parede (in) 
Diâmetro 
Interno (in) 
Peso 
(lb/ft) 
 
 ⁄ 0,405 
10S 0,049 0,307 0,19 
40ST, 40S 0,068 0,269 0,24 
80XS, 80S 0,095 0,215 0,31 
 
 ⁄ 0,54 
10S 0,065 0,410 0,33 
40ST, 40S 0,088 0,364 0,42 
80XS, 80S 0,119 0,302 0,54 
 
 ⁄ 0,675 
10S 0,065 0,545 0,42 
40ST, 40S 0,091 0,493 0,57 
80XS, 80S 0,126 0,423 0,74 
 
 ⁄ 0,84 
5S 0,065 0,710 0,54 
10S 0,083 0,674 0,67 
40ST, 40S 0,109 0,622 0,85 
80XS, 80S 0,147 0,546 1,09 
160 0,188 0,464 1,31 
XX 0,294 0,252 1,71 
 
 ⁄ 1,05 
5S 0,065 0,920 0,69 
10S 0,083 0,884 0,86 
40ST, 40S 0,113 0,824 1,13 
80XS, 80S 0,154 0,742 1,47 
160 0,219 0,612 1,94 
XX 0,308 0,434 2,44 
1 1,315 
5S 0,065 1,185 0,87 
10S 0,109 1,097 1,40 
40ST, 40S 0,133 1,049 1,68 
80XS, 80S 0,179 0,957 2,17 
160 0,250 0,815 2,84 
XX 0,358 0,599 3,66 
 ⁄ 1,66 
5S 0,065 1,530 1,11 
10S 0,109 1,442 1,81 
40ST, 40S 0,140 1,380 2,27 
80XS, 80S 0,191 1,278 3,00 
160 0,250 1,160 3,76 
XX 0,382 0,896 5,21 
 ⁄ 1,9 
5S 0,065 1,770 1,28 
10S 0,109 1,682 2,09 
40ST, 40S 0,145 1,6102,72 
80XS, 80S 0,200 1,500 3,63 
160 0,281 1,338 4,86 
XX 0,400 1,100 6,41 
 
 (continua) 
 
193 
 
 
Tabela S.1 – Dados para dimensionamento de tubulações (continuação) 
Diâmetro 
Nominal (in) 
Diâmetro 
Externo (in) 
Schedule n° 
Espessura da 
Parede (in) 
Diâmetro 
Interno (in) 
Peso 
(lb/ft) 
2 2,375 
5S 0,065 2,245 1,61 
10S 0,109 2,157 2,64 
40ST, 40S 0,154 2,067 3,65 
80XS, 80S 0,218 1,939 5,02 
160 0,344 1,687 7,46 
XX 0,436 1,503 9,03 
3 3,5 
5S 0,083 3,334 3,03 
10S 0,120 3,260 4,33 
40ST, 40S 0,216 3,068 7,58 
80XS, 80S 0,300 2,900 10,25 
160 0,438 2,624 14,31 
XX 0,600 2,300 18,58 
4 4,5 
5S 0,083 4,334 3,92 
10S 0,120 4,260 5,61 
40ST, 40S 0,237 4,026 10,79 
80XS, 80S 0,337 3,826 14,98 
120 0,438 3,624 18,98 
160 0,531 3,438 22,52 
XX 0,674 3,152 27,54 
6 6,625 
5S 0,109 6,407 7,60 
10S 0,134 6,357 9,29 
40ST, 40S 0,280 6,065 18,97 
80XS, 80S 0,432 5,761 28,57 
120 0,562 5,501 36,42 
160 0,719 5,187 45,34 
XX 0,864 4,897 53,16 
8 8,625 
5S 0,109 8,407 9,93 
10S 0,148 8,329 13,40 
20 0,250 8,125 22,36 
30 0,277 8,071 24,70 
40ST, 40S 0,322 7,981 28,55 
60 0,406 7,813 35,66 
80XS, 80S 0,500 7,625 43,39 
100 0,594 7,437 50,93 
120 0,719 7,187 60,69 
140 0,812 7,001 67,79 
XX 0,875 6,875 72,42 
160 0,906 6,813 74,71 
10 10,75 
5S 0,134 10,842 15,19 
10S 0,165 10,420 18,65 
20 0,250 10,250 28,04 
30 0,307 10,136 34,24 
40ST, 40S 0,365 10,020 40,48 
 (continua) 
194 
 
 
Tabela S.1 – Dados para dimensionamento de tubulações (continuação) 
Diâmetro 
Nominal (in) 
Diâmetro 
Externo (in) 
Schedule n° 
Espessura da 
Parede (in) 
Diâmetro 
Interno (in) 
Peso 
(lb/ft) 
10 10,75 
80S, 60XS 0,500 9,750 54,74 
80 0,594 9,562 64,40 
100 0,719 9,312 77,00 
120 0,844 9,062 89,27 
140, XX 1,000 8,750 104,13 
160 1,125 8,500 115,65 
12 12,75 
5S 0,156 12,438 20,98 
10S 0,180 12,390 24,17 
20 0,250 12,250 33,38 
30 0,330 12,090 43,77 
ST, 40S 0,375 12,000 49,56 
40 0,406 11,938 53,56 
XS, 80S 0,500 11,750 65,42 
60 0,562 11,626 73,22 
80 0,688 11,374 88,57 
100 0,844 11,062 107,29 
120, XX 1,000 10,750 125,49 
140 1,125 10,500 139,68 
14 14 
5S 0,156 13,688 23,07 
10S 0,188 13,624 27,73 
10 0,250 13,500 36,71 
20 0,312 13,376 45,68 
30, ST 0,375 13,250 54,57 
40 0,438 13,124 63,37 
XS 0,500 13,000 72,09 
60 0,594 12,812 85,01 
80 0,750 12,500 106,13 
100 0,938 12,124 130,79 
120 1,094 11,812 150,76 
140 1,250 11,500 170,22 
160 1,406 11,188 189,15 
16 16 
5S 0,165 15,670 27,90 
10S 0,188 15,624 31,75 
10 0,250 15,500 42,05 
20 0,312 15,376 52,36 
30, ST 0,375 15,250 62,58 
40, XS 0,500 15,000 82,77 
60 0,656 14,688 107,54 
80 0,844 14,312 136,58 
100 1,031 13,938 164,86 
120 1,219 13,562 192,40 
140 1,438 13,124 223,57 
160 1,594 12,812 245,22 
 (continua) 
195 
 
 
Tabela S.1 – Dados para dimensionamento de tubulações (continuação) 
Diâmetro 
Nominal (in) 
Diâmetro 
Externo (in) 
Schedule n° 
Espessura da 
Parede (in) 
Diâmetro 
Interno (in) 
Peso 
(lb/ft) 
18 18 
5S 0,165 17,670 31,43 
10S 0,188 17,624 35,76 
10 0,250 17,500 47,39 
20 0,312 17,376 59,03 
ST 0,375 17,250 70,59 
30 0,438 17,124 82,06 
XS 0,500 17,000 93,45 
40 0,562 16,876 104,76 
60 0,750 16,500 138,17 
80 0,938 16,124 170,84 
100 1,156 15,688 208,00 
120 1,375 15,250 244,14 
140 1,562 14,876 274,30 
160 1,781 14,438 308,55 
20 20 
5S 0,188 19,624 39,78 
10S 0,218 19,564 46,06 
10 0,250 19,500 52,73 
20, ST 0,375 19,250 78,60 
30, XS 0,500 19,000 104,13 
40 0,594 18,812 123,06 
60 0,812 18,376 166,50 
80 1,031 17,938 208,92 
100 1,281 17,438 256,15 
120 1,500 17,000 296,37 
140 1,750 16,500 341,10 
160 1,969 16,062 379,14 
24 24 
5S 0,218 23,564 55,37 
10, 10S 0,250 23,500 63,41 
20, ST 0,375 23,250 94,62 
XS 0,500 23,000 125,49 
30 0,562 22,876 140,80 
40 0,688 22,624 171,17 
60 0,969 22,062 238,29 
80 1,219 21,562 296,53 
100 1,531 20,938 367,45 
120 1,812 20,376 429,50 
140 2,062 19,876 483,24 
160 2,344 19,312 542,09 
30 30 
5S 0,250 29,500 79,43 
10, 10S 0,312 29,376 98,93 
ST 0,375 29,250 118,65 
20, XS 0,500 29,000 157,53 
30 0,625 28,750 196,08 
 
196 
 
ANEXO T – Fatores para o Método dos 2K (HOOPER, 1981) 
 
 Tabela T.1 – Fatores K para acessórios de tubulação 
Acessórios K1 K∞ 
Curvas 
90° 
Standard (R/D = 1), rosca 800 0,40 
Standard (R/D = 1), flange / soldado 800 0,25 
Raio longo (R/D = 1,5), todos os tipos 800 0,20 
Curva com gomos 
(R/D = 1,5) 
1 solda (90° ângulo) 1000 1,15 
2 soldas (45° ângulo) 800 0,35 
3 soldas (30° ângulo) 800 0,30 
4 soldas (22 ½° ângulo) 800 0,27 
5 soldas (18° ângulo) 800 0,25 
45° 
Standard (R/D = 1), todos os tipos 500 0,20 
Raio longo (R/D = 1,5), todos os tipos 500 0,15 
1 solda, 45° ângulo 500 0,25 
2 soldas, 22 ½° ângulo 500 0,15 
180° 
Standard (R/D =1), rosca 1000 0,60 
Standard (R/D = 1), flange / soldado 1000 0,35 
Raio longo (R/D = 1,5), todos os tipos 1000 0,30 
Tês 
Usado como curva 
Standard, rosca 500 0,70 
Raio longo, rosca 800 0,40 
Standard, flange ou rosca 800 0,80 
Stub-in-type branch 1000 1,00 
Passagem reta tê 
Rosca 200 0,10 
Flange ou solda 150 0,15 
Stub-in-type branch 100 0,00 
Válvulas 
Gaveta, Esfera, Plug 
Full line size, β = 1,0 300 0,10 
Reduced trim, β = 0,9 500 0,15 
Reduced trim, β = 0,8 1000 0,25 
Globo, standard 1500 4,00 
Globo, angular 1000 2,00 
Diafragma 1000 2,00 
Borboleta 800 0,25 
Retenção 
de portinhola 2000 10,00 
de mola 1500 1,50 
de disco 1000 0,50 
 
 
Tabela T.2 – Fatores K para entrada e saída de tubulação 
Acessórios K1 K∞ 
Entrada 
Normal 160 0,50 
Borda K = 1,00 
Saída 0 1,00 
A equação se torna  
 
 
 
197 
 
 
ANEXO U – Rugosidade de Tubulações (LUDWIG, 1999) 
 
Tabela U.1 – Rugosidade para diferentes tipos de tubulações 
Material 
Rugosidade 
ε (ft) ε (mm) 
Aço carbono ou comercial 0,00015 0,0457 
Ferro galvanizado 0,0005 0,1524 
Aço inox 0,00005 0,0152 
Ferro fundido 0,00085 0,259 
PVC 0,000015 0,0045 
Alumínio 0,000005 0,0015 
Hastelloy C 0,0001 0,03 
Inconell 600 0,0001 0,03 
Monel 0,0001 0,03 
Níquel 0,0001 0,03 
Tubing (cobre ou aço) 0,000005 0,0015 
Vidro 0,0000005 0,0001 
FRP 0,00005 0,0152

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