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DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS NA GRAVIDEZ REVISÃO QUESTIONÁRIO ANTERIOR QUANDO FALO DE PERIMETRIO, MIOMÉTRIO E ENDOMETRIO, ESTOU RELACIONANDO A QUAL ORGÃO? ÚTERO COLO DO ÚTERO É FORMADO PELOS LIGAMENTOS: LIGAMENTOS REDONDOS UTEROSSACROS LARGOS CARDINAIS OVÁRIOS: SECRETAM OS ÓVULOS E OS HORMÔNIOS QUE CONTROLAM O DESENVOLVIMENTO DOS CARACTERES SEXUAIS FEMININOS E ATUAM SOBRE O ÚTERO, APÓS A FECUNDAÇÃO. NA FASE DO PERÍODO FÉRTIL QUAL O HORMÔNIO QUE ESTÁ AUMENTADO? PROGESTERONA REVISÃO QUESTIONÁRIO ANTERIOR ONDE ACONTECE A FECUNDAÇÃO (ÓRGÃO)? TUBAS UTERINAS As células do folículo rompido passam a apresentar uma coloração amarelada e, por isso recebem qual nome? CORPO LÚTEO OU AMARELO Como chamamos a primeira menstruação? MENARCA Como chamamos a última menstruação? MENOPAUSA Sobre o ciclo ovariano relacionem a origem dos hormônios da Hipotálamo que libera o GnRH – hormônio liberador de gonadotrofina e os que são liberados na Adeno-hipófise: FSH- ESTROGÊNIO LH- PROGESTERONA REVISÃO QUESTIONÁRIO ANTERIOR QUAIS SÃO AS ESTRUTURAS QUE MANTÉM A VAGINA NO LUGAR? SUSTENTADA PELOS LIGAMENTOS CERVICAIS TRANSVERSOS E O MÚSCULO ELEVADOR DO ÂNUS. CITE OS QUATRO MOVIMENTO BÁSICOS REALIZADOS PELA PELVE: ANTEVESÃO, RETROVERSÃO, NUTAÇÃO E CONTRANUTAÇÃO DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER COMO CALCULAR A DATA PROVÁVEL DO PARTO? Data da DUM + 276 dias Duração da gravidez: - Atermo: 38 a 42 semanas - 1º trimestre - 1 a 12 semanas - 2º trimestre – 13 a 24 semanas - 3º trimestre – 25 em diante OBS: Não existe alta do pré-natal ! . DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER EXAMES PARA DETECTAR A GRAVIDEZ: TIG : TESTE RÁPIDO DE GRAVIDEZ (URINA) BGCG: SANGUE ULTRASSOM TRANSVAGINAL (IDADE GESTACIONAL MAIS FIDEDIGNA) . DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER Rotina básica de exames no pré-natal: HC , glicose, ABO Rh, HIV, Toxoplasmose, Hepatite B, VDRL, EAS duas rotinas 1º ultrassom (transvaginal) inserção do feto, “mola”. 2º 12 semanas transluscência nucal 3 º 20 semanas – morfológica 4 º ultimas semanas- vitalidade e posição fetal . DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS E ANATÔMICAS HORMONAIS VASCULARES RESPIRATÓRIAS URINÁRIAS MUSCULARES CUTÂNEAS MAMA PSICOLÓGICAS . DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER PROGESTERONA DIGESTIVAS Náuseas, Azia e Prisão de Ventre URINÁRIAS Urina parada (Infecção Urinária) VASCULARES Lentidão no retorno do sangue (Dilatação das Veias) RESPIRATÓRIAS Respiração mais rápida (Cansaço) AUMENTO DA GORDURA CORPÓREA . PROGESTERONA tonicidade da musculatura lisa ; temperatura e gordura corporal; Estimula as células alveolares e glandulares que produzem leite; Estimula o centro respiratório : aumenta a frequência e amplitude respiratória); DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER ESTROGÊNIO RETENÇÃO DE LÍQUIDOS Edema (Inchaços níveis de prolactina; ARTICULAÇÕES MAIS FLEXÍVEIS Dores Articulares e Entorse PREPARAÇÃO PARA A PRODUÇÃO DE LEITE Dor e Aumento da Mama, crescimento do útero e ductos mamários; os níveis de prolactina; AUMENTO DO ÚTERO Adaptação ao Crescimento do Bebê Ajudam no metabolismo do cálcio materno- homeostasia Retenção hídrica – ação compensatória da retenção do sódio; . DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER . Crescimento do útero Flexibilidade das articulações pélvicas DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER . RELAXINA Substituição gradual de colágeno em tecidos alvos e articulações pélvicas, Cápsulas articulares e cérvix ; Inibição da atividade miometral na gravidez; Atua na distensão e crescimento das fibras musculares do útero; VASCULARES AUMENTO DO VOLUME DO SANGUE Para suprir as necessidades do bebê Aumento de peso da gestante DIMINUIÇÃO DOS GLÓBULOS VERMELHOS Fragilidade aos exercícios físicos Cansaço e mal estar Aumento dos batimentos cardíacos DILATAÇÃO DAS VEIAS + AUMENTO DO PESO + DIFICULDADE NO RETORNO DO SANGUE : VARIZES, VARICOSES E EDEMA DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER ALTERAÇÕES CARDÍACAS: FC 10 A 15 BPM CORAÇÃO DESVIADO PARA CIMA E PARA ESQUERDA, ELEVAÇÃO DO DIAFRAGMA RX: DESVIO PARA ESQUERDA ELETRO: INVERSÃO DA ONDA T E Q NO SEGMENTO ST DÉBITO CARDÍACO (AUMENTADO, 30%) E VASODILATAÇÃO PERIFÉRICA (DIMINUIÇÃO) ESTROGÊNIO AUMENTA A ANGIOTENSINA ALDESTERONA , RETENDO SÓDIO E ÁGUA. DL ESQUERDO AUMENTA O RETORNO VENOSO, DESCOMPRIME A VEIA CAVA INFERIOR A EXPANSÃO DO VOLUME PLASMÁTICO CHEGA A 40% DO VOLUME SISTÓLICO ELEVA DO DC EM 30%; VOLUME DAS HEMÁCIAS 30%; . DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER . Aumento da frequência respiratória, causando muitas vezes desconforto e cansaço. O útero empurra o diafragma para cima, acentuando esta sensação. A progesterona aumenta o Co2 , aumenta PaO2, reduz a PaCO2, causando uma hipocapnia e uma alcalose respiratória. Espirros frequentes. DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER . ESTROGÊNIIO: Congestão capilar Hiperplasia Hipertrofia da mucosa nasal Hipersecreção Edemas da mucosa Hipersensibilidade brônquica DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER ALTERAÇÕES RESPIRATÓRIAS: FISIOLOGICAMENTE O VOL. PULMONAR DA MULHER É MENOR DE 10 A 12% EM COMPARAÇÃO DO QUE DO HOMEM Caixa torácica aumentada: 2,0 cm até o final 15 cm Diafragma eleva: 4,0 cm ( terceiro trimestre) Expiração mais demorada: paO2 no sangue materno, paCO2 no sangue materno Dispnéia fisiológica: volume corrente, capacidade inspiratória, alcalose respiratória, capacidade residual funcional e pulmonar; . DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER . Crescimento do útero; Deslocamento do diafragma; Aumento do diâmetro transverso do tórax; Maior movimento do pulmão Apical e mesocostal; Junções costocondrais mais móveis; AULA 2 – MUDANÇAS FISIOLÓGICAS DA GRAVIDEZ . DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER ALTERAÇÃO DO CENTRO DE GRAVIDADE Modificações do equilíbrio do corpo e alterações da coluna MAIOR ELASTICIDADE DOS LIGAMENTOS Provoca desconforto, dores e propensão a entorses e distensões DISTANCIAMENTO DOS MÚSCULOS DO ABDOMEM Dores Lombares e Cervicais DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER . ADAPTAÇÕES OSTEOARTICULARES Hiperlordose e marcha anserina ; Alteração do centro de gravidade; Compressões radiculares; Lombalgia; Fadiga; Dormências MMSS; Melhor mobilidade pélvica; Sobrecarga sacro ilíaca, L5 e S1; Dor pela alteração da sínfise pública O AUMENTO DO PESO, A PRESENÇA DE RELAXINA (UM HORMÔNIO PRODUZIDO DURANTE A GRAVIDEZ) E A DEMANDA NUTRICIONAL DA GRAVIDEZ, PODEM CAUSAR DORES MUSCULARES, COMO DORES NAS COSTAS, ABDOMINAL E QUADRIL. DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER ALTERAÇÃO DA CINTURA PÉLVICA: Pélvis: carrega e protege o feto (que está no útero), é o canal de passagem para o nascimento. É uma estrutura estável que absorve muito impacto dos movimentos. Durante a gravidez há um relaxamento da cartilagem, que une os ossos púbicos e forma a sínfise púbica, para ocorrer um alargamento da cavidade pélvica. LIGAMENTOS: Devido aos hormônios relaxina e progesterona há um aumento na frouxidão ligamentar principalmente de região sacro-ilíaca, sínfise púbica e articulações do quadril. MÚSCULOS: Do assoalho pélvico que dão suporte a órgãos como útero, vagina, uretra e bexiga. ÚTERO: aumenta, e se torna de um órgão pélvico para um órgão abdominal. A capacidade total no final da gravidez é de 500 a 1000 vezes maior. VAGINA: as paredes da vagina tornam-se mais espessas, aumenta a viscosidade e circulação. DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER LOMBALGIA NA GRAVIDEZ LOMBALGIA GESTACIONAL Multifatorial, deslocamento do centro de gravidade, aumento da relaxina (torna o quadril mais instável), aumento da lordose lombar (sobrecarregando os músculoslombares e posteriores de coxa); Causa desconforto e pode levar a quadro de incapacidade motora, insônia e depressão; Literaturas recentes mostram que 70% das gestantes apresentam este sintoma e cerca de 20% permanece durante semanas após o parto; É considerado um problema de saúde pública com causa frequente de absenteísmo de gestante. DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER A lombalgia se apresenta de 3 formas dor na coluna lombar dor no quadril e Dor combinada -DOR DE CARÁTER CONSTANTE; - POUCA DIFICULDADE DURANTE A MARCHA E EM POSTURA ESTÁTICA; - REDUÇÃO DA AMPLITUDE DE MOVIMENTO DA COLUNA LOMBAR; - DOR A PALPAÇÃO DA MUSCULATURA PARAVERTEBRAL; - TESTE PARA PROVOCAÇÃO DA DOR PÉLVICA POSTERIOR NEGATIVO. - ESPECÍFICA DO PERÍODO GESTACIONAL, DE CARÁTER INTERMITENTE; - IRRADIAÇÃO PARA UM OU AMBOS GLÚTEOS; - NÃO POSSUI ALTERAÇÕES NA MOBILIDADE DA REGIÃO LOMBAR; - DOR DURANTE A MARCHA, EM POSTURA ESTÁTICA E A PALPAÇÃO DA REGIÃO GLÚTEA; -TESTE PARA PROVOCAÇÃO DA DOR PÉLVICA POSTERIOR POSITIVO. DOR LOMBAR DOR NO QUADRIL FATORES ASSOCIADOS A LOMBALGIA - sobrecarga na coluna lombar - ganho de peso; - obesidade; - má postura; - fatores psicossociais - fraqueza muscular ( principalmente na região abdominal); - baixa flexibilidade articular no dorso e nos membros inferiores; - Idade; raça; - escolaridade; - classe econômica; - peso materno; - estatura da mãe; - número de gestações anteriores; - idade gestacional; - contraceptivos orais; - peso fetal; - fumo URINÁRIAS O útero empurra a bexiga causando vontades e urgências frequentes de urinar! URINA PARADA NA BEXIGA (Infecção Urinária) AUMENTO DA VONTADE DE IR AO BANHEIRO URGÊNCIA URINÁRIA INFECÇÃO URINÁRIA NA GRAVIDEZ Queixa frequente, dor referida. EAS, urinocultura e antibiograma. Risco de aborto, parto prematuro. Bacteriúria assintomática. PREVENÇÃO: Aumento da ingestão de líquidos. Necessidade frequente de ir ao banheiro Não usar roupas apertadas. A bexiga é também afetada pelos hormônios da gravidez, como a progesterona (afeta o tônus muscular, reduzindo a ação contrátil e o controle do esfíncter) e pela presença do feto (a pressão do útero sobre a bexiga pode reduzir a capacidade de retenção). O rim tem o seu tamanho e função alterada durante a gravidez. Ocorrendo um aumento na retenção de fluído intravascular do 3º trimestre de gestação. INCONTINÊNCIA URINÁRIA (IU) INCONTINÊNCIA URINÁRIA NA GESTAÇÃO Pode variar de 17 a 25% no começo da gestação e 36 a 67% no final; Alguns autores consideram a IU da gravidez como transitória, por suas alterações anatômicas, hipermobilidade do colo vesical e deficiência dos esfíncteres; A constipação intestinal cônica, pode lesar o nervo pudendo, contribuindo para a IU; Obesidade e cigarro; O parto a fórceps aumenta o risco de IU; Estudos mostraram que mulheres que realizaram episiotomia tiveram IU com mais frequência; Devido a neuroplasticidade 60% se recuperam até 2 meses pós parto. CUTÂNEAS ALTERAÇÕES CUTÂNEAS AUMENTO DA PIGMENTAÇÃO MANCHAS DE PELE DISTENÇÃO DA PELE Estrias em nádegas, abdome e seios. MAMAS Aumento de volume até 5 vezes. Usar um bom sutiã de suporte. Cuidado com os mamilos. Preparo das mamas para a amamentação. Não se usa buchas, esponjas ou toalhas. Postura para a amamentação. Boa pega! Massagem e ordenha manual. Benefícios da amamentação para a mãe e para o bebê. ALVÉOLO GLÂNDULA DE MONTGOMERY ARÉOLA MAMILO SEIO LACTÍFERO DUCTO LACTÍFERO CÉLULAS ALVEOLARES CÉLULAS MIOEPITELIAIS TECIDO DE SUSTENTAÇÃO Anatomia da Mama Fisiologia da Lactação O ÚTERO INVOLUI Psico-Fisiologia da Lactação 38 Protruso Plano Invertido MAMAS Aumento de volume até 5 vezes. Usar um bom sutiã de suporte. Cuidado com os mamilos. Preparo das mamas para a amamentação. Não se usa buchas, esponjas ou toalhas. Postura para a amamentação. Boa pega! Massagem e ordenha manual. Benefícios da amamentação para a mãe e para o bebê. Afecções da Mama INGURGITAMENTO MAMÁRIO Congestão vascular + quantidade de leite retido na mama Clínica: mamas quentes, dolorosas, brilhantes e pode ocorrer febre 43 Afecções da Mama FISSURAS MAMILARES Fatores Causais: má posição; higiene desnecessária e principalmente da técnica incorreta de sucção. O QUE FAZER? 44 MAMAS CANJICA ORDENHA MANUAL X BOMBINHA POSSO AMAMENTAR O BEBE DE OUTRA PESSOA? Contra-indicações da amamentação HIV Drogas: antineoplásicas e imunossupressoras; substâncias radioativas; derivados da ergotamina; lítio Mães com Limitações Temporárias Galactosemia 56 LEITE HUMANO LEITE DE VACA Energia Kcal/100ml 71 69 PTN g/100ml 1,1 3,3 Caseína %PTN 36 82 PTN do soro %PTN 64 18 Gordura g/100ml 4,5 3,8 Lactose g/100ml 7,0 4,8 Sódio mEq/L 41 150 Ferro mg/L 0,5 0,5 Cálcio mg/L 340 1370 PSICOLÓGICAS As mulheres ficam mais sensíveis durante a gravidez ! PSICOLÓGICAS As mulheres ficam mais sensíveis durante a gravidez ! PSICOLÓGICAS SÍNDROMES MAIS COMUNS NA GRAVIDEZ X ATIVIDADE MOTORA PSICOLÓGICAS ANEMIA Deficiência de ferro, que é freqüentemente acompanhada da deficiência de ácido fólico, é uma condição que leva a mulher se cansar mais facilmente, devido à diminuição da capacidade de carregar oxigênio pelo sangue. O ácido fólico é um membro da vitamina do complexo b. Uma mulher anêmica pode não tolerar bem o exercício, especialmente quando a demanda extra é feita sobre seu próprio consumo de oxigênio. PSICOLÓGICAS DIABETES MELLITUS É uma desordem endócrina do metabolismo de carboidratos e diminuição da produção de insulina (pode ser afetada pelo aumento dos níveis de estrógeno e progesterona no sistema materno). Segundo McARDLE (1998) a atividade motora neste caso pode trazer um benefício muito grande, a partir do momento em que ela faz um controle glicêmico, aumentando a tolerância à glicose e a sensibilidade à insulina. PSICOLÓGICAS HIPERTENSÃO Durante a gravidez é uma doença potencialmente letal, podendo ser de uma condição crônica ou ser desenvolvida na primeira gravidez, freqüentemente na segunda metade da gestação. É causada pelo desenvolvimento de uma vasoconstrição. Isso pode prejudicar a circulação para o feto através da placenta, aumentando o risco de ataque ao coração e falência do rim. PSICOLÓGICAS HIPOTENSÃO Isso pode ocorrer como resultado do acúmulo de sangue nas extremidades baixas depois de um longo período sentada ou de pé ou quando a grávida abaixa. PSICOLÓGICAS SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO Ocorre devido à pressão do nervo mediano na passagem do túnel do carpo no pulso. A pressão é provavelmente devido à retenção de fluídos. Outra causa pode ser a postura alterada, devido ao aumento do útero, que aumenta a lordose lombar e flexão anterior da parte superior da coluna. A pressão deste incorreto alinhamento pode causar a fraqueza e entorpecimento dos braços, mãos e punhos. DISCIPLINA DE SAÚDE DA MULHER Referências: BALASKAS, J. Gravidez Natural. São Paulo: Manole, 1999. BARACHO, E. Fisioterapia Aplicada à obstetrícia, uroginecológica e aspectos de mastologia. 4 ed. Rio de Janeiro: Guaranabara Koogan, 2007. GROSSE, D. & SENGLER, J. Reeducação Perineal. São Paulo: Manole, 2002. STEPHENSON, R. G. & O´CONNOR, L. Fisioterapia Aplicada a ginecologia e obstetrícia. 2 ed. São Paulo: Manole, 2000. POLDEN, M. & MANTLE, J. Fisioterapia em obstetrícia e ginecologia. 2 ed. São Paulo: Santos, 2000. MORENO, A. L. Fisioterapia em Uroginecologia.São Paulo : Manole, 2004. .