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Resumo sobre os Índices de Câncer de Mama e Colo Uterino em Santa Catarina O câncer de mama e o câncer de colo do útero são duas das neoplasias malignas mais relevantes que afetam a saúde das mulheres, especialmente no estado de Santa Catarina. De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), em abril de 2020, a taxa estimada de mulheres diagnosticadas com câncer de mama em Santa Catarina é alarmante, com 75,24 casos para cada 100 mil mulheres. Este número coloca o estado como o que possui a maior incidência de câncer de mama no Brasil, refletindo a necessidade urgente de estratégias de prevenção e diagnóstico precoce. Por outro lado, a taxa de câncer de colo do útero é significativamente menor, com uma estimativa de 12,60 casos para cada 100 mil mulheres. Embora essa taxa seja inferior à do câncer de mama, o câncer de colo do útero continua a ser uma preocupação de saúde pública, uma vez que pode ser prevenido através de medidas como a vacinação contra o HPV e a realização de exames de Papanicolau. A detecção precoce é crucial para aumentar as taxas de sobrevivência e reduzir a mortalidade associada a essas doenças. Esses dados ressaltam a importância de campanhas de conscientização e educação em saúde voltadas para a população feminina, enfatizando a necessidade de consultas regulares e exames preventivos. A promoção da saúde da mulher deve ser uma prioridade nas políticas públicas, visando não apenas a redução da incidência dessas neoplasias, mas também a melhoria da qualidade de vida das mulheres afetadas. A análise dos índices de câncer em Santa Catarina é um passo fundamental para entender a magnitude do problema e desenvolver intervenções eficazes. Destaques A taxa de câncer de mama em Santa Catarina é de 75,24 casos para cada 100 mil mulheres, a maior do Brasil. A taxa de câncer de colo do útero é de 12,60 casos para cada 100 mil mulheres. A prevenção do câncer de colo do útero pode ser feita através da vacinação contra o HPV e exames de Papanicolau. A conscientização e educação em saúde são essenciais para a detecção precoce e redução da mortalidade. A saúde da mulher deve ser uma prioridade nas políticas públicas de saúde.