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Exame mais usado na ginecologia. Índice térmico < 1: não suficiente pra causar doença. Operador-dependente. Técnica 2D - vê um segmento de uma estrutura 3D/4D - vê vários segmentos da mesma estrutura - depende de um bom 2D - plano coronal é exclusivo da tecnologia 3D - importante no dx de anomalias mullerianas e estudo da cavidade uterina - 4D é o 3D em tempo real 3D OmniView permite uma visão tomográfica, inclusive com planos curvilíneos. Sonohisterografia - Infusão de solução salina Tipos de USG USG via transvaginal Proximidade dos órgãos. Mais nitidez. Exige bexiga vazia. USG via adbominal Indicado em caso de vaginismo, atrofia vaginal e quando pcte nega atividade sexual. Exige bexiga cheia. USG via transretal Indicado em caso de vaginismo, atrofia vaginal e quando pcte nega atividade sexual. US em ginecologia terça-feira, 16 de junho de 2020 16:52 Página 513 de Ginecologia e obstetrícia sexual. Exige bexiga vazia. USG via transperineal Paralelo à vulva da paciente. Usado em casos de incontinência. - USG do assoalho pélvico Visualização exclusiva dos músculos pélvicos. Avaliação de mulheres com incontinência fecal, sintomas urinários e sintomas relacionados ao parto. Exame ginecológico padrão Útero - Forma piriforme - Posição (AVF, RVF) - Colo/canal endocervical - Tamanho (influenciado por idade, paridade, etc) Grupo MUSA Padroniza a descrição ultrassonográfica do miométrio normal ou patológico (adenomiose e massas miometriais), permitindo estabelecer critérios diagnósticos. Página 514 de Ginecologia e obstetrícia Zona juncional (ZJ): - área de transição endomiometrial - imagem hipoecoica periendometrial (no USG 2D) - "linha preta discreta na junção do endométrio com miométrio) - descreve a ZJ como: - regular - irregular - interrompida - não definida Endométrio na USG Correlacionar a morfologia e espessura endometrial com a fase do ciclo menstrual e idade da paciente: - tem um aspecto na 1ª metade do ciclo - melhor pra estudar doenças do endométrio - 4-6º dia do ciclo no menacme - tem outro aspecto na 2ª metade Grupo IETA Descritores para lesões endometriais. Página 515 de Ginecologia e obstetrícia - Ecogenicidade - em relação ao miométrio - Em algumas patologias e linha média vai desaparecer. - Variações do endométrio desde o começo do ciclo menstrual até o final. Ovários e trompas de falópio Comportamento cíclico no menacme. Avaliação do fundo de saco: fluidos e massas livres Quantidade, aspecto, tamanho. Página 516 de Ginecologia e obstetrícia Aspecto ecográfico patológico de útero e anexos Patologias: - miometriais, - alterações endometriais e - patologias de colo uterino. MIOMÉTRIO Leiomiomas Classificados pela FIGO conforme profundidade miometrial -> planejamento terapêutico - histeroscopia é limitado a componente intramural e distância da serosa. Adenomiose difusa ou focal Migração do tecido endometrial para o miométrio. - perda do limite endomiometrial é sinal importante! Neoplasia maligna do corpo uterino Não existe imagem específica. Página 517 de Ginecologia e obstetrícia Não existe imagem específica. Massas com crescimento rápido, geralmente na pós-menopausa. Habitualmente são sarcomas, únicos e volumosos. Nódulos degenerados no interior que aumentam de tamanho. Doppler com fluxo de baixa resistência. Istmocele ou divertículo de cesárea Imagem anecoica no lugar da histerotomia. ENDOMÉTRIO Levar em conta espessura e morfologia, clínica e resposta terapêutica. *exceto sangramento persistente Patologia de endométrio normalmente sangra. - causa principal de sangramento é endométrio atrófico (fino) - mesmo assim, bx é necessária para descartar tumoração Tamoxifeno gera espessamento estromal do endométrio. Obesidade e resistência insulínica geralmente aumentam espessura do endométrio também. Hiperplasias Página 518 de Ginecologia e obstetrícia Patologia restrita à cavidade, não ultrapassa limites. Pólipo endometrial - Feito na 1ª fase do ciclo: pq na segunda fase o endométrio tb vai estar branco pela ação da progesterona Página 519 de Ginecologia e obstetrícia - 1ª fase do ciclo endometrial Mesma imagem acima agora em 3D: Adenocarcinoma Câncer de endométrio sangra. Não tem imagem patognomônica. - Perda da solução de continuidade da transição entre endométrio e miométrio. - Doppler mostrando vascularização de baixo fluxo DIU Página 520 de Ginecologia e obstetrícia COLO DO ÚTERO Pólipo endocervical Sempre procurar pólipo endometrial nesses casos - associação dos dois é muito comum. ALTERAÇÕES ANEXIAIS Página 521 de Ginecologia e obstetrícia Cisto folicular Imagem homogênea, paredes regulares, conteúdo anecoico. Desaparece em 90 dias, com ou sem tratamento. Cisto lúteo (pós-ovulação) Anel vascular característico no Doppler. Cistos funcionais - fenômenos hemorrágicos Grandes dimensões. Componente interno sólido ou septado. Necessário controle ecográfico da imagem + clínica da paciente. Página 522 de Ginecologia e obstetrícia Grupo IOTA Classificação das massas anexiais de acordo com o aspecto ecográfico em massas benignas ou malignas: - tumor provavelmente benigno - tumor provavelmente maligno - doença de origem não ovariana - inconclusivo 5 marcadores: 1. parede interna do cisto e externa do sólido 2. presença ou não de septos 3. componente sólido (projeção papilar) no interior (altura >= 3mm) 4. conteúdo 5. vascularização Página 523 de Ginecologia e obstetrícia - Ecos aparecem na alteração de ganho. - Teratoma tem componente sólido + componente líquido Como avaliar o risco de malignidade da massa anexial por IOTA? - Sólido em anexo já chama atenção. - Na malignidade: pelo menos 4 estruturas papilares >3mm Página 524 de Ginecologia e obstetrícia Teratoma Síndrome do ovário policístico Mulher precisa ter pelo menos 8 anos da menarca. - antes desse período, há alta incidência de ovário multifoliculares Página 525 de Ginecologia e obstetrícia Página 526 de Ginecologia e obstetrícia