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• Diarréia • Aumento da freqüência cardíaca e respiratória • Diarréia súbita – emergência simultânea de larvas em hipobiose de ciatostomineos Patologia: • Arterite, trombose e espessamento da parede artéria mesentérica cranial • Êmbolos podem ser liberados e provocam isquemia, parcial ou completa • Vólvulo ou torção, intussuscepção • Lesões múltiplas nas artérias do ceco e colon • Lesões menores em artéria ilíaca, renal, esplênica, hepática e coronária • Ulceração em ceco e colon (emergência larval) • Enterite catarral hemorrágica. Muco – remoção das células inflamatórias. Maior carga parasitária no inverno em hipobiose. Verão ocorre maior translação. Fazer OPG. Ovos são iguais – coprocultura para ver anatomia da larva e diferenciar. SEMPRE FAZER TESTE DE EFIÁCIA ANTES DE ELEGER UMA TERAPIA. Epidemiologia: • Areas com invernos intensos - máxima deposição de ovos – primavera. • Regiões subtropicais – ovos eclodem o ano todo. Influenciada pela pluviosidade. • As éguas são as principais fontes de infecção para os animais jovens (excretam grande quantidade de ovos) • Animais muitos jovens são mais susceptíveis • Ampla utilização de anti-helmínticos reduz a população de S. vulgaris • Pequenos estrongilos - resistência múltipla aos anti-helmínticos • Machado et al, 2004 observaram resistência de Strongylus sp a doramectina • Almeida et al, 2004 estimaram a prevalência de 50% de Strongylus spp em cavalos do Jockey Club de Santa Maria – RS. Observaram cepas resistentes a uma ou mais drogas antiparasitárias • Martins et al, 2004 observaram a prevalência de 90% para nematodeos da superfamília Strongyloidea • Alta lotação animal favorece a infecção. Diagnóstico: • Sinais Clínicos • Ultra-sonografia transretal • Laboratorial • Coproparasitológico: Métodos quantitativos e qualitativos • Coprocultura • Necrópsia Pequenos estrongilos: resistente ivermectina/moxidectin, pyrantel salts, benzimidazois. Menos patogênicos, mais resistentes. Faz fase histiotrófica em hipobiose – só funciona os antiparasitários avançados (benzimidazois e lactonas). Grandes estrongilos: sensível. Mais patogênicos, mais sensíveis. ________________________________________________ Trichostrongylus axei Superfamília Strongyloidea Família Trichostrongylidae T. axei – eqüinos, suínos e ruminantes Nutrição – sangue e quimo Localização – estômago ou ID. Causa úlcera, gastrite. Ovos iguais – diferenciação pelas larvas. Consórcio de espécies equinos e ovinos: passagem diminui patogenicidade, dilui com os parasitas do ovino (saem pelas fezes). Pouco patogênico. Um pouco mais resistente ao inverno do que o anterior. Sinais clínicos: • Normalmente infecções mistas • Perda de peso, diarréia, apatia, anemia • Patogenia • Gastrite e enterite • Escarificação da mucosa