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Universidade de São Paulo Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto Departamento de Física Física Básica I Lei de Hooke e sistema massa-mola Docentes: Osame Kinouchi, Carlos Garrido Discentes: Bruna de Souza Matos nº USP: 12683231 Daianne Soares Silva nº USP: 13833744 Gabrielle Amanda Silvério Porfírio nº USP: 13719746 1. Introdução e Teoria A Lei de Hooke para molas ideais descreve a relação entre a força aplicada em uma mola e a deformação resultante. Segundo a lei, a força exercida por uma mola é diretamente proporcional ao deslocamento ou alongamento da mola a partir de sua posição de equilíbrio, desde que a deformação não seja muito grande. A dinâmica de oscilações em um sistema massa-mola vertical envolve a análise do movimento de um objeto suspenso por uma mola verticalmente. Quando uma força externa atua sobre um sólido, a deformação resultante do sólido depende da extensão do material e da direção e tipo de força aplicada. Quando o material retorna à sua forma original após a retirada da força externa, ele é chamado de elástico, portanto, devemos determinar a constante elástica da mola helicoidal pelo método estático; calcular a constante elástica da mola helicoidal pelo método dinâmico; linearizar a equação de trabalho e representar graficamente os dados experimentais e usar a regressão linear para determinar a magnitude do estudo. 2. Objetivos Neste relatório temos como principal estudar a Lei de Hooke e determinar a constante elástica para uma mola com um gráfico com escala linear através de experimentos realizados em laboratório e por fim comparar os dados experimentais para o período de oscilação de um sistema massa-mola com a curva teórica para o sistema massa-mola ideal usando métodos gráficos (escalas linear e di-log). para realizar tais objetivos 3. Métodos e materiais utilizados Neste experimento foram utilizados os seguintes materiais; ● cronômetro; ● régua; ● balança; ● um suporte com a mola; ● 5 pesos diferentes; ● Tabela para anotação dos resultados. Neste experimento o procedimento deve ser dividido em duas partes principais, a estimativa da constante elástica da mola K pelo método estático e método dinâmico: No método estático no qual deveríamos medir a deformação da mola após colocado um dos pesos com a mola parada, ao medir essa deformação deveríamos também estar considerando o gancho-suporte, essa etapa foi repetida para cada um dos pesos. Depois fizemos as estimativas da constante elástica da mola k pelo método dinâmico, na qual a partir da posição de equilíbrio (a mola estática como na parte anterior), nós damos um leve puxão na mola com um dos peso já acoplado assim ela se deslocará para baixo e ao soltar irá oscilar livremente para cima e para baixo é neste momento em que entra o cronômetro, devemos anotar o período de 10 oscilações da mola e assim que o concluirmos paramos a contagem do tempo dividimos por 10 o tempo obtido. Esse procedimento deve ser repetido 5 vezes com cada um dos pesos, e no caso m é a soma da massa do gancho mais a massa colocada sobre o gancho, isso é importante e deve ser levado em conta nos cálculos e resultados do experimento. 4. Resultados e Discussões finais a) Tabela de P=m*g em função de delta X Mola= 6,2cm m (kg) Peso (N) Deslocamento (m) Gancho 0,007 0,06867 Massa 1 0,002 0,01962 0,0065 Massa 2 0,005 0,04905 0,0135 Massa 3 0,01 0,0981 0,025 Massa 4 0,015 0,14715 0,034 Massa 5 0,02 0,1962 0,042 b) gráfico de P=m*g (eixo vertical) contra delta X (eixo horizontal) c) Tabela de valores de período medidos para cada uma das massas m (kg) Oscilaçã o 1 2 3 4 5 Média D. Padrão Incerte za (±) 0,002 massa 1 0,315 0,294 0,347 0,315 0,325 0,315 0,0192 0,0006 0,005 massa 2 0,35 0,374 0,384 0,402 0,362 0,374 0,0200 0,0224 0,01 massa 3 0,401 0,384 0,419 0,378 0,394 0,394 0,0160 0,0224 0,015 massa 4 0,428 0,446 0,425 0,434 0,441 0,434 0,0088 0,0224 0,02 massa 5 0,454 0,471 0,432 0,46 0,436 0,454 0,0164 0,0224 d) Gráfico com escala linear de <T(m)> versus m e) Lei de potência T = C * m^α Determine numericamente o expoente alfa e a constante C Primeiro, reescrevendo as equações para os valores de T, teremos: Equação 1: T1 = C * m1^α Equação 2: T2 = C * m2^α Equação 3: T3 = C * m3^α Equação 4: T4 = C * m4^α Equação 5: T5 = C * m5^α Assim, para determinar o valor de alfa na equação, deve-se usar as propriedades de logaritmo natural, reescrevendo: Equação 1: ln(T1) = ln(C) + α * ln(m1) Equação 2: ln(T2) = ln(C) + α * ln(m2) Equação 3: ln(T3) = ln(C) + α * ln(m3) Equação 4: ln(T4) = ln(C) + α * ln(m4) Equação 5: ln(T5) = ln(C) + α * ln(m5) Com isso, pode-se usar um sistema de equações lineares considerando y = ln(T) e x = ln(m), reescrevendo as equações com base nisso, teremos: y1 = ln(C) + α * x1 y2 = ln(C) + α * x2 y3 = ln(C) + α * x3 y4 = ln(C) + α * x4 y5 = ln(C) + α * x5 Passando essas funções para o Excel, é possível chegar a seguinte tabela: (VERIFICAR SE ESSE PASSO A PASSO ESTÁ CORRETO) f) A partir de C= 2pi /k^(½), é possível obter a constante elástica k da mola g) Curva teórica esperada T(m)= 2pi (m/k)^½ usando o valor de k estimado na primeira parte da experiência h) Gráfico usando a escala di-log de <T(m)> versus m i) Gráfico do item h) com ajuste linear afim de obter os coeficientes da melhor reta, sendo o coeficiente linear representa uma nova estimativa do expoente alfa Estou esperando o cálculo de alfa pra fazer a linearização bater o do item E? pq ele pelo que eu entendi se encontra através de uma tabela de linha de tendência Discussão: a) b) c) d) Conclusões: