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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS – UCPEL ENGENHARIA CIVIL ISADORA TERRA PASSEGGIO JANAÍNA CENTENO DE LIMA LOCK JODIEL RIBES PEREIRA LUISA OLIVEIRA CARRILHOS THAMIRES DA FONSECA BRANCO LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO ALTIMÉTRICO Pelotas Abril de 2023 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS – UCPEL ENGENHARIA CIVIL ISADORA TERRA PASSEGGIO JANAÍNA CENTENO DE LIMA LOCK JODIEL RIBES PEREIRA LUISA OLIVEIRA CARRILHOS THAMIRES DA FONSECA BRANCO RELATÓRIO TÉCNICO: LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO ALTIMÉTRICO DO TERRENO O presente relatório tem como objetivo descrever o levantamento topográfico realizado pelo grupo no dia 01 de abril de 2023 no Instituto de Menores Dom Antônio Zattera. Ele servirá de método avaliativo final da disciplina de Projeto Integrador III-A, ministrada pelos professores Marco Antônio e José Pedreira. Pelotas Abril de 2023 RESUMO Foi realizado um Levantamento Topográfico Altimétrico, a fim de se obter as alturas relativas do terreno em questão para construção do perfil topográfico. Esse estudo foi feito pelo método de nivelamento geométrico composto, o qual se faz necessário no levantamento altimétrico de áreas com diferença de nível superior a 4 metros ou extensão superior a aceitável pelo aparelho usado. O nivelameto geométrico composto consiste em “estacionar” o equipamento em mais de uma posição, possibilitando desta maneira o levantamento de toda a área de interesse. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ......................................................................................... 7 2 LEVANTAMENTO ................................................................................... 8 2.1 OBJETIVO ............................................................................................... 8 2.2 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS ............................................................ 8 2.3 PROCEDIMENTO ................................................................................... 8 3 RESULTADOS ...................................................................................... 10 4 CONCLUSÃO ........................................................................................ 11 REFERÊNCIAS .......................................................................................................... 11 INDICE DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 – Ilustração de parte dos materiais utilizados nos ensaios ............................. 8 Figura 2 – Croqui do levantamento ............................................................................... 9 INDICE DE TABELAS Tabela 1 – Caderneta de campo com dados e cálculos ............................................. 10 7 7 1 INTRODUÇÃO A altimetria é a parte da topografia que trata dos métodos e instrumentos empregados no estudo e representação do relevo da Terra. O estudo do relevo de um terreno conhecido, consiste na determinação das alturas de seus pontos caracteristicos e definidores da altimetria, relacionados com uma superficie de nível que se torna um elemento de comparação. Segundo a NBR 13133:2021, um levantamento altimétrico (nivelamento) tem como objetivo determinar as alturas dos pontos (apoio ou detalhe) relativas a uma superfície de referência. Um nivelamento realiza a medida da diferença de nível entre pontos do terreno, por intermédio de leituras correspondentes a visadas horizontais, obtidas com um nível, em miras colocadas verticalmente nos referidos pontos. A NBR 13133:2021 estabelece os procedimentos a serem aplicados na execução de levantamentos topográficos e os requisitos que compatibilizam medidas angulares, lineares, desníveis e respectivas tolerâncias em função de erros. Ela também estabelece, em função dos requisitos, os métodos, as técnicas e os instrumentos para a obtenção de resultados compatíveis com a destinação do levantamento, assegurando que a propagação devas não exceda os limites de segurança inerentes a esta destinação. 8 8 2 LEVANTAMENTO 2.1 OBJETIVO Levantamento altimétrico da área escolhida no Instituto de Menores Dom Antonio Zattera, visando a representação do seu relevo por meio de uma caderneta de campo e do esboço do perfil do terreno. 2.2 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS • Nível óptico; • Tripé de alumínio; • Mira falante; • Trena fibra de vidro (50 metros); • Estacas de madeira. Figura 1 – Ilustração de parte dos materiais utilizados nos ensaios Fonte: https://cdn.awsli.com.br/600x700/556/556940/produto/33690392/2468db9930.jpg 2.3 PROCEDIMENTO O estudo de caso foi realizado em uma área situada no Instituto de Menores Dom Antonio Zattera, situado na Avenida Domingos de Almeida nº 3150, Areal. Estudamos a topografia da parte dos fundos do terreno do Instituto, a qual pretende- se construir residências para a comunidade. 9 9 Para iniciar o levantamento realizamos a definição de todos os pontos que seriam visados e marcamos os mesmos com uma estaca cravada em cada. Após essa etapa feita iniciamos o levantamento propriamente dito, estacionando o nível óptico no primeiro ponto de referência e foram analisados todos os possíveis pontos. Devido a extensão do terreno a ser estudado e da distancia permitida pelo aparelho, foi necessário posicionar o nível em 4 posições de referencia, para que todos os pontos pudessem ser visados. Nesse estudo foram necessário, além do RN definido, 9 pontos de estaca visados e mais 2 pontos de detalhe (conforme Figura 2). Figura 2 – Croqui do levantamento Fonte: Acervo pessoal 10 10 3 RESULTADOS Para o calculo utilizamos a referência de nível (RN), pois para que as leituras tenham significado é sempre necessário que elas sejam referenciadas a um plano. Nesse caso adotamos a altitude do RN como 100m. A partir dos dados coletados foi possível elaborar a planilha de levantamento altimétrico do terreno. Tabela 1 – Caderneta de campo com dados e cálculos P O N T O V IS A D O D IS T Â N C IA ( m ) D IS T Â N C IA A C U M U L A D A ( m ) E S T A D IA A E S T A D IA M E S T A D IA B M IR A R É M IR A V A N T E M IR A V A N T E D E M U D A N Ç A M IR A D E T A L H E D IF E R E N Ç A D E C O T A A L T IT U D E ( m ) RN 0 17,5 17,5 1,728 1,64 1,552 1,64 - - - 100 E1 2,92 20,42 1,501 1,488 1,475 - 1,488 - - 0,152 100,152 D1 15,27 35,69 0,96 0,91 0,86 - - - 0,96 0,68 100,832 E2 12,59 33,01 1,337 1,274 1,211 - 1,274 - - 0,366 100,518 E3 22,7 55,71 1,378 1,265 1,151 - 1,265 - - 0,375 100,893 E4 32,78 88,49 1,368 1,204 1,04 - - 1,204 - 0,436 101,329 E4 47,8 136,29 3,041 2,801 2,56 2,801 - - - D2 33,49 169,78 1,323 1,157 0,99 - - - 1,157 1,644 102,973 E5 37,8 174,09 2,9 2,712 2,524 - 2,712 - - 0,089 101,418 E6 18,07 192,16 2,145 2,053 1,961 - 2,053 - - 0,748 102,166 E7 12,57 204,73 0,816 0,753 0,689 - - 0,753 - 2,048 104,214 E7 29,4 234,13 3,6 3,45 3,3 3,45 - - - E8 5,52 239,65 - 0,495 - - - 0,495 - 2,955 107,169 E8 7,56 247,21 - 2,315 - 2,315 - - - E9 7,75 254,96 - 0,551 - - 0,551 - - 1,764 108,933 Fonte: Dados coletados pelo grupo 11 11 4 CONCLUSÃO As escalas horizontal e vertical são escolhidas em função do uso que se fará do perfil e da possibilidade de representá-lo. Para realizar a construção do perfil abaixo, utilizou-se uma escala vertical 10 vezes maior que a horizontal, para uma melhor representação. Portanto trata-se de um perfil elevado. A partir do perfil acima conclui-se tratar de um terreno plano, pouco acidentado, com uma inclinação no final do perfil, Portratar-se de um perfil elevado, a inclinação fica mais evidenciada, 12 12 REFERÊNCIAS ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 13133: Execução de levantamento topográfico - Procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, 2021 57p. BORGES, A.C. 1992. Topografia Aplicada à Engenharia Civil. Ed. Edgard Blücher Ltda. São Paulo. Volume 2. 232 p McCORMAC, J.; SARASUA, W. & DAVIS, W. 2016. Topografia. 6ª Ed. LTC, RJ. 414 p. (Tradução Silva, D.C.)