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CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU CURSO DE GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA CIVIL JENIFFER PEREIRA DA SILVA PROCESSO EXECUTIVO DE CERCA OPERACIONAL EM ESTIRÃO DO EQUADOR-AM RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I BELÉM - PA OUT 2022 JENIFFER PEREIRA DA SILVA PROCESSO EXECUTIVO DE CERCA OPERACIONAL EM ESTIRÃO DO EQUADOR - AM CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU Relatório apresentado ao Curso de Graduação de Engenharia Civil do Centro Universitário Maurício de Nassau do estado de Pará, como requisito para obtenção de nota da disciplina Estágio Supervisionado I, sob orientação do Professor Andre Marques Cavalcanti filho BELÉM - PA OUT 2022 “Ao que lhe disse Jesus: Se podes!- Tudo é possivel ao que crê.” Marcos 9:23 AGRADECIMENTOS À minha família, que contribuiu com o apoio moral, afetivo e psicológico. Sem a ajuda de vocês este trabalho teria sido muito mais árduo. Em especial, ao meu esposo Danilo, por todo suporte e paciência enquanto estava nas missões da Força Aérea e mesmo com a carência de internet, sem poder assistir as aulas, você ajudou dando todo o apoio no envio de materiais e o suporte necessário afetivo com o Felype. À Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (COMARA), pela sua nobre missão de projetar, construir e recuperar aeroportos em regiões inóspitas e de difícil acesso na Amazônia Legal, fazendo com que inúmeros militares e civis sirvam para esse bem maior: integrar a Amazônia. E ao 2° Tenente Engenheiro Aricles, por todo o conhecimento transmitido, pelas instruções e oportunidades geradas para meu aprendizado na formação em bacharel em Engenharia Civil. E acima de tudo, à Deus, por todos os benefícios e privilégios que tem me concedido. RESUMO O gradil é uma opção de cercamento muito utilizada atualmente em imóveis residenciais e empreendimentos comerciais devido a sua resistência e excelente custo-benefício. Conhecido por sua excelente resistência, as telas gradil são uma das opções mais procuradas quando o assunto é segurança da propriedade. No entanto, apesar de ser mais adequada ao fim a que se destina, a cerca em gradil é fortemente dependente de mão de obra para sua execução quando comparada ao cercamento com mourões e arame farpado, porém mais seguro do que vinha sendo adotado pela COMARA na Amazônia até então, este novo padrão em gradil impede o ingresso de animais menores à área operacional, como cães, que podem provocar sérios acidentes à aviação no momento do pouso e da decolagem. Palavras Chave: Gradil, COMARA, Amazônia, Resistência. ABSTRACT Fencing is a widely used fencing option for residential properties and commercial developments today because of its strength and excellent cost-effectiveness. Known for their excellent strength, mesh screens are one of the most sought-after options when it comes to property security. However, despite being more suitable for its intended purpose, the fencing is highly labor intensive when compared to fencing with fence posts and barbed wire, but safer than what has been adopted by COMARA in the Amazon until now, this new standard in fencing prevents the entrance of smaller animals to the operational area, such as dogs, which can cause serious accidents to aviation at the time of landing and take-off. Keywords: Railing, COMARA, Amazon, Resistance. LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 – DIMENSIONAMENTO DA ARMADURA DO BALDRAME. .................... 15 FIGURA 2 – DISTRIBUIÇÃO DE CARGA NO BALDRAME. ..................................... 16 FIGURA 3 – AERÓDROMO DE ESTIRÃO DO EQUADOR – AM. ............................ 17 FIGURA 4 – TERRAPLENAGEM. ............................................................................. 21 FIGURA 5 – ESTAQUEAMENTO. ............................................................................. 21 FIGURA 6 – NIVELAMENTO. ................................................................................... 22 FIGURA 7 – DETALHES DAS VIGAS BALDRAMES. ............................................... 23 FIGURA 8 – ESCAVAÇÃO DO BALDRAME. ............................................................ 23 FIGURA 9 – DESNIVEL NO TERRENO. ................................................................... 24 FIGURA 10 – VEDAÇÃO........................................................................................... 24 FIGURA 11 – MONTAGEM DAS FORMAS E ARMAÇÃO. ....................................... 25 FIGURA 12 – MONTAGEM DOS GRADIS. ............................................................... 26 FIGURA 13 – ESCORAMENTO DOS GRADIS. ........................................................ 26 FIGURA 14 – DESMOLDANTE PARA O CONCRETO. ............................................ 27 FIGURA 15 – CONCRETAGEM. ............................................................................... 27 FIGURA 16 – LIMPEZA. ............................................................................................ 28 LISTA DE TABELAS TABELA 1 – EQUIPE MÍNIMA. .................................................................................................................. 19 TABELA 2 – INSUMOS. ................................................................................................................................ 20 TABELA 3 – FERRAMENTAS ..................................................................................................................... 20 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO ................................................................................................ 12 2. OBJETIVOS .................................................................................................... 13 2.1 Objetivo Geral .................................................................................................. 13 2.2 Objetivos Específicos ...................................................................................... 13 3. REFERENCIAL TEÓRICO .............................................................................. 14 4. METODOLOGIA .............................................................................................. 17 4.1 Área de Estudo ................................................................................................ 17 4.2 Coleta de Informações .................................................................................... 17 4.3 Análise das Informações ................................................................................. 18 5. RESULTADOS E DISCUSSÃO ....................................................................... 19 5.1 Equipe Mínima ................................................................................................. 19 5.2 Insumos e ferramentas .................................................................................... 19 5.3 Preparação do terreno ..................................................................................... 20 5.3.1 Terraplenagem ................................................................................................. 20 5.3.2 Estaqueamento ............................................................................................... 21 5.3.3 Nivelamento e alinhamento com gabaritos ...................................................... 225.4 Baldrame ......................................................................................................... 22 5.5 Vedação .......................................................................................................... 24 5.6 Montagem das formas e armação ................................................................... 25 5.7 Gradis e montantes ......................................................................................... 25 5.8 Concretagem ................................................................................................... 26 5.9 Limpeza e desforma ........................................................................................ 28 6. CONCLUSÃO .................................................................................................. 29 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................................................ 30 ANEXOS ................................................................................................................... 31 1 1. INTRODUÇÃO Este relatório trata do Processo Executivo de cerca operacional do Aeródromo de Estirão do Equador, Distrito de Atalaia do Norte, no estado do Amazonas. O Aeródromo de Estirão do Equador fica situada à margem direita do Rio Javari próximo a divisa do Brasil com o Peru, Estirão do Equador pertence a cidade amazonense de Atalaia do Norte e está localizada a cerca de 153 km em linha reta da sede do município. Nova pista foi ampliada para 1500m de pavimentação de concreto, além de receber pintura, novo pátio, taxiway, drenagem e cerca operacional. Passados um pouco mais que 20 anos, em 2003, deu-se início ao projeto de reforma do aeródromo, com prioridades sendo alternadas e até mesmo falta de recurso, a obra foi ficando paralisada, sendo realmente reativada em 2019. A logística do local faz toda a diferença. Localizada na fronteira com o Peru, o acesso ao local é feito somente de forma aérea ou fluvial. Levar insumos de materiais de construção, combustíveis e rancho exige tempo e recursos que muitas empresas não se proporiam a ter. Assim, a obra está sendo realizada pela Força Aérea Brasileira, através da Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (COMARA), que tem mais de 60 anos de experiencia em projetar, construir e recuperar aeródromos na Amazônia Legal, bem como em outros lugares do país, com todos os óbices possíveis de serem encontrados. Este trabalho visa mostrar o processo executivo de cerca operacional, de acordo com as normas que lhe regem e com as características peculiares da execução de uma obra na Amazônia. 13 2. OBJETIVOS 2.1 Objetivo Geral Apresentar todo o Processo Construtivo de uma cerca operacional com gradis. 2.2 Objetivos Específicos Descrever as etapas de execução, desde a preparação do terreno até limpeza e desforma. Comparar a metodologia utilizada com as Normas em vigor. 14 3. REFERENCIAL TEÓRICO A concepção para a definição do modelo de cerca a ser adotado para o aeródromo de Estirão do Equador-AM baseou-se em premissas tanto do ponto de vista de materiais quanto do ponto de vista de execução e transporte. Trata-se de um modelo de cercamento utilizado atualmente em diversos tipos de empreendimentos, que possibilita uma execução rápida, por se tratar de painéis modulares, limpa, pois só gera resíduo na confecção das fundações, e de fácil transporte, quando comparado ao modelo anteriormente utilizado. O gradil, por ter uma malha bem fechada e com bitola de 4,3 mm, mostra-se bastante difícil de se romper. Do ponto de vista de transporte, um item extremamente sensível quando se trata da Amazônia, já que o modal mais utilizado é o fluvial, esse modelo se mostra muito mais viável que o convencional. Por ser mais leve, o custo do transporte ficará reduzido, tanto do ponto de vista de tempo, quanto do ponto de vista de quantidade de carga a ser transportada. Em relação ao tempo de execução, por ser um painel modular, os gradis são montados de maneira muito mais rápida que o modelo convencional. Isso faz com que se reduza o quantitativo de mão de obra necessária, e consequentemente o custo, e o tempo de execução. Após consulta a alguns manuais de fabricantes do modelo concebido para a cerca, definiu-se que haveria a necessidade de chumbar os montantes numa fundação de concreto com 70 cm de profundidade. Isso faz com que todo o conjunto tenha uma melhor sustentação. Além disso, como normalmente os solos da Amazônia apresentam uma baixa resistência de suporte, sejam do tipo arenoso ou argiloso (no caso de Estirão do Equador-AM), os manuais sugerem a construção de uma viga de cintamento, para que haja uma união mais integrada de toda a estrutura. Assim, seguiu-se essa recomendação e optou-se por construir um baldrame de 20 cm de altura e 15 cm de largura, sendo toda ela abaixo do nível do terreno. O 15 baldrame e a fundação dos montantes deverão ser executados de maneira conjunta, formando um único elemento. Como a carga a que está submetido o baldrame é aparentemente pequena, fez-se o dimensionamento considerando a taxa mínima de aço e verificou-se a carga máxima suportada pela estrutura. Utilizou-se, para esse dimensionamento, aço CA-60, de bitola 5,00 mm e concreto de fck = 25 Mpa. Sendo assim, utilizando-se o software nFOCCA [12], obteve-se o momento máximo resistente no baldrame como sendo de 257 kN.cm, como pode ser visto na Figura 1. Figura 1 – Dimensionamento da armadura do baldrame. Fonte: nFOCCA [12]. A partir do valor desse momento máximo, utilizando o fator de segurança de carga de 1,4, gravidade de 10 m/s², viga de 2,5 m de comprimento biapoiada nas extremidades (fundações dos montantes) e considerando a carga distribuída uniformemente por toda a viga, tem-se que a carga máxima de solicitação será de 94 kg/m, como pode ser visto na Figura 2. 16 Figura 2 – Distribuição de carga no baldrame. Fonte: COMARA (2022). Para a determinação das armaduras transversais (estribos), de acordo com a NBR 6118, o diâmetro das barras t deve ser igual ou superior a 5,0 mm, não podendo ultrapassar um décimo do valor da largura da alma viga (0,1*150 mm = 15 mm). O espaçamento entre os estribos foi considerado como sendo 300 mm e o cobrimento utilizado foi de 3 cm. 17 4. METODOLOGIA 4.1 Área de Estudo A área do estudo fica localizado em Estirão do Equador, distrito de Atalaia do Norte, estado do Amazonas. Fica localizado ao extremo oeste do País, fazendo fronteira com o Peru. As coordenadas do local são 4°31'30.91"S, 71°33'47.88"O. Figura 3 – Aeródromo de Estirão do Equador – AM. Fonte: COMARA (2022). 4.2 Coleta de Informações A coleta de informações foi realizada em campo, na qual a autora deste relatório atuou como encarregada de obras, responsável técnica de todas as etapas desde a fundação até a conclusão. O levantamento das informações também foi realizado por meio de teses, legislação e artigos científicos que envolveram a temática da cerca operacional no aeródromo de Estirão do Equador-AM. O período do estudo foi de 22 de agosto a 22 de outubro de 2022. 18 4.3 Análise das Informações As informações e dados são qualitativos, todos avaliados de maneira comparativa com as normas em vigor, que são elas a ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6118 – Projetos de Estrutura de Concreto – Procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, 2014 e ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 15146-2 – Controle tecnológico de concreto – Requisitos e procedimentos. Rio de Janeiro:ABNT, 2011. 19 5. RESULTADOS E DISCUSSÃO 5.1 Equipe Mínima Com profissionais mais bem preparados e engajados, os resultados de produção são cada vez melhores, ao longo do trabalho observamos e adequamos os profissionais em cada linha de frente, conseguindo assim alcançar as metas diárias de produção. A equipe mínima para a execução da cerca, na qual a autora deste relatório atuou como encarregada de obras, responsável técnica de todas as etapas desde a fundação até a conclusão. Tabela 1 – Equipe mínima. Fonte: Autor (2022). 5.2 Insumos e ferramentas para execução da cerca operacional, são necessários insumos e ferramentas que fazem parte das atividades de fundação, concretagem e montagem dos montantes. 20 Os Quadros abaixo mostra a relação dos insumos e ferramentas utilizados. Tabela 2 – Insumos. Fonte: Autor (2022). Tabela 3 – Ferramentas Fonte: Autor (2022). 5.3 Preparação do terreno 5.3.1 Terraplenagem A terraplenagem serve para regularizar e preparar o terreno do perímetro da cerca para a execução do projeto, reduzindo a declividade natural do terreno e preparando o solo para o trabalho. 21 Figura 4 – Terraplenagem. Fonte: Autor (2022). 5.3.2 Estaqueamento A partir de coordenadas do projeto, o topógrafo marca o perímetro da cerca, implantando estacas com pregos nas pontas, a cada 25 m, que servirão de referência de alinhamento para a construção da cerca. Figura 5 – Estaqueamento. Fonte: Autor (2022). 22 5.3.3 Nivelamento e alinhamento com gabaritos Usando gabaritos de madeira, o carpinteiro com seu auxiliar transfere o nível do gabarito anterior para marcação da altura do novo gabarito de referência do baldrame. Amarra-se uma linha de nylon nos pregos das estacas do eixo e usando um prumo de centro, transfere-se o alinhamento das estacas para o gabarito de madeira. Figura 6 – Nivelamento. Fonte: Autor (2022). 5.4 Baldrame Foi definido em projeto que haveria a necessidade de chumbar os montantes numa fundação de concreto com 70 cm de profundidade, isso faz com que todo o conjunto tenha uma melhor sustentação. Além disso, como normalmente os solos da Amazônia apresentam uma baixa resistência de suporte, sejam do tipo arenoso ou argiloso, os manuais sugerem a construção de uma viga de cintamento, para que haja uma união mais integrada de toda a estrutura. A partir do eixo marcado no gabarito, escava-se uma vala com 40 cm de largura, folga para montagem das formas da viga baldrame. A profundidade inicial da escavação das vigas baldrames será de 20 cm (forma), as figuras 7 e 8 mostram os detalhes de construção das vigas. 23 Figura 7 – Detalhes das vigas baldrames. Fonte: COMARA (2022). Figura 8 – Escavação do baldrame. Fonte: Autor (2022). Acompanhando o desnível do terreno, sempre que a escavação ultrapassar os 20 cm, faz-se um dente de 25 cm, descontando-se os 25 cm da altura do gabarito inicial, exemplo dado através da figura 9. para colocação do montante da tela, faz a escavação da fundação do montante a cada 2,52 m com profundidade de 70 cm. 24 Figura 9 – Desnivel no terreno. Fonte: COMARA (2022). 5.5 Vedação Coloca-se a lona plática sobre a escavação nivelada com o objetivo de evitar o contato direto do concreto com o solo, além de evitar que o concreto sofra retração. Figura 10 – Vedação. Fonte: Autor (2022). desnível 25 5.6 Montagem das formas e armação Utilizando-se um arame recozido e um prumo de centro, transfere-se o eixo da cerca para a forma de madeira do baldrame. Instala-se a forma com pregos e piquetes de madeira, coloca-se a ferragem da armação diretamente sobre a lona, após a instalação das formas. Figura 11 – Montagem das formas e armação. Fonte: Autor (2022). 5.7 Gradis e montantes Dentre as várias opções de mercado existentes, optou-se pela malha de 50 mm x 200 mm, com altura de 2,43 m e comprimento de cada painel de 2,50 m. Os painéis são fixados nos montantes por um conjunto de kits (castanhas), que são parafusados de maneira que, ao ser aplicado o último torque, há o travamento da estrutura, dificultando a retirada das castanhas. O gradil é montado antes da instalação ao lado da vala do baldrame. Dependendo da declividade do terreno, monta-se uma sequência de 4 a 5 telas, sendo que a última tela permanece sem algumas castanhas para que possa receber a próxima sequência. 26 Figura 12 – Montagem dos gradis. Fonte: Autor (2022). Instala-se o gradil colocando cada um dos montantes simultaneamente nas fundações já escavadas, o gradil recebe escoras de sarrafos fixados a tela com arame recozido e ao solo com piquetes. Figura 13 – Escoramento dos gradis. Fonte: Autor (2022). 5.8 Concretagem Antes de iniciar a concretagem passa-se uma camada oleosa entre as formas e o concreto para impedir qualquer aderência de outros materiais entre os dois e a sua 27 utilização ajuda a desenformar o concreto com facilidade. Figura 14 – Desmoldante para o concreto. Fonte: Autor (2022). O betoneiro prepara o concreto com o traço conforme o projeto e baseando-se através das NBRs 6118 – Projetos de Estrutura de Concreto e 15146-2 – Controle tecnológico de concreto – Requisitos e procedimentos. O concreto é transportado com um carro-de-mão até a cerca e é lançado na forma de madeira para formar o baldrame. O adensamento é feito com pedaços de sarrafos. Figura 15 – Concretagem. Fonte: Autor (2022). 28 5.9 Limpeza e desforma A limpeza é executada logo após a concretagem, utilizando-se de uma esponja de pedreiro com água para remover eventuais resquícios de concreto da cerca. Após o endurecimento do concreto, remove-se as formas de madeira e aterra-se o baldrame utilizando material de solo escavado. Figura 16 – Limpeza. Fonte: Autor (2022). 29 6. CONCLUSÃO Através da análise das informações mencionadas neste relatório, foi possível ter uma visão prática de todo o processo que envolve a execução de cerca operacional, desde a topografia até limpeza e desforma. As figuras mostrando cada etapa da execução facilita o entendimento e compreensão de toda a metodologia envolvida. Isso ainda permite uma clara comparação com as Normas em vigor utilizadas como parâmetro e orientação para os procedimentos em questão. 30 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6118 – Projetos de Estrutura de Concreto – Procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, 2014. ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 7212 – Concreto dosado em central – Preparo, fornecimento e controle. Rio de Janeiro: ABNT, 2021. ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 16889 – Concreto – Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone. Rio de Janeiro: ABNT, 2020. ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 15146-2 – Controle tecnológico de concreto – Requisitos e procedimentos. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. COMARA. COMISSÃO DE AEROPORTOS DA REGIÃO AMAZÔNICA. Programade Qualidade de obras da COMARA. PE 01. Belém, 2020. COMARA. COMISSÃO DE AEROPORTOS DA REGIÃO AMAZÔNICA. Ampliação e reforma aeroporto Estirão do Equador. AM019.28-NC.CO001 – Memorial descritivo. Belém, 2020. BAUER, L.A.F. Materiais de construção. 5. ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1994. Vol. I. Yazigi, W. A técnica de Edificar. 10. Ed. São Paulo: PINI. 2009. Pesquisas. Disponível em: < https://dimatelas.com.br/quais-as-vantagens-de-usar- um-gradil-no-seu-imovel/>. Acesso em: 21 de outubro de 2022. Pesquisas. Disponível em: < https://www.momentoagrodobrasil.com.br/lona-preta- construcao-civil/>. Acesso em: 21 de outubro de 2022. 31 ANEXOS P1 P2 P7 P6 P3 P4 P5 P8 P9 P10 P11 P12 N S E W 2 4 3 5 0 ° 3 4 0 ° 3 3 0 ° 320° 3 1 0 ° 3 0 0 ° 2 9 0 ° 2 8 0 ° 2 7 0 ° 2 6 0 ° 2 5 0 ° 2 4 0 ° 2 3 0 ° 2 2 0 ° 2 1 0 ° 2 0 0 ° 1 9 0 ° 1 8 0 ° 1 7 0 ° 1 6 0 ° 1 5 0 ° 140° 1 3 0 ° 1 2 0 ° 1 1 0 ° 1 0 0 ° 9 0 ° 8 0 ° 7 0 ° 6 0 ° 5 0 ° 4 0 ° 3 0 ° 2 0 ° 1 0 ° 0 ° 0 6 3 5 3 4 33 3 2 3 1 3 0 2 9 2 8 2 7 2 6 2 5 2 4 2 3 2 2 2 1 2 0 1 9 1 8 1 7 1 6 15 1 4 1 3 1 2 1 1 1 0 0 9 0 8 0 7 0 6 0 5 0 4 0 3 0 2 0 1 3 6 N M P1 PONTOS LESTE (m) P2 P3 P4 P5 P6 NORTE (m) TABELA DE COORDENADAS 214911.134 9498918.193 215413.981 9499314.103 215352.343 9499392.390 215349.027 9499396.601 215318.096 9499435.836 215569.520 9499633.841 P7 P8 215665.405 9499512.058 216294.387 9500007.278 P9 P10 P11 P12 216298.598 9500010.594 216314.392 9500023.029 216431.928 9499873.746 215028.669 9498768.910 PONTOS LESTE (m) NORTE (m) TABELA DE COORDENADAS ESC.: 1/2500 1 PLANTA GERAL DA ÁREA DE INTERVENÇÃO A PRESENTE APROVAÇÃO NÃO EXIME O(S) AUTOR(ES) DO PROJETO DAS RESPONSABILIDADES DECORRENTES DO EXERCÍCIO DAS ATIVIDADES DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA PELA LEI Nº 5.194, DE 24/12/1966 E PELAS RESOLUÇÕES DO CONFEA. DATA: ___/___/___ COMISSÃO DE AEROPORTOS DA REGIÃO AMAZÔNICA COMANDO DA AERONÁUTICA DIRETORIA DE INFRAESTRUTURA DA AERONÁUTICA ESCALAUNIDADE DATA Nº DO ARQUIVO TÉCNICO SUBSTITUIDO POR: AS INDICADAS RESPONSABILIDADEMODIFICAÇÃO DATA CREA: CREA: VISTO: PROJETO: CONFERIDO: DESENHO: SUBSTITUI A: LUÍS GUSTAVO DE ALMEIDA SILVA 3º Sgt SDE 150644534-9 RNP MAR/2020 AM019.28-NC.CO001 PROJETO DE CERCA OPERACIONAL PLANTA GERAL E PERFIL DE INSTALAÇÃO DA CERCA ESTIRÃO DO EQUADOR - AM 206937/D - TO ESC.: 1/50 2 PERFIL ESQUEMÁTICO DE INSTALAÇÃO DA CERCA AO LONGO DO PERÍMETRO OBSERVAÇÕES: 1 2 VER DETALHE 1 VER DETALHE 2 DETALHE 1 - JUNTA DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E GRADIS NIVELADOS DETALHE 2 - JUNTA DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E GRADIS DESNIVELADOS DETALHE 3 - DESNÍVEIS SEM OCORRÊNCIAS DE JUNTA DE DILATAÇÃO CONSIDERANDO A TOPOGRAFIA NATURAL DEVERÃO SER EFETUADAS REGULARIZAÇÕES PARA CONFORMAÇÃO DO SOLO DE MANEIRA QUE, SE NECESSÁRIO, CADA MÓDULO / GRADIL POSSUA DESLOCAMENTO VERTICAL DE NO MÁXIMO 25 cm (10%). A CADA 40 m (16 GRADIS) DEVERÁ SER INSTALADA A JUNTA DE DILATAÇÃO DE APROXIMADAMENTE 2 cm DE ESPESSURA (PLACA DE POLIESTIRENO), QUANDO DEVERÁ HAVER A DUPLICAÇÃO DOS MONTANTES E SUAS FUNDAÇÕES APROVO CREA: 5061882251 D SP RENATO RESQUE TEIXEIRA Maj Eng IES ESC.: 1/25 PLANTA GERAL E PERFIL DE INSTALAÇÃO DA CERCA LOCALIZAÇÃO ESTIRÃO DO EQUADOR - AM CERCA OPERACIONAL LEGENDA IGARAPÉ VALA PROJETADA MANILHA DE CONCRETO TRECHOS PROJETADOS DRENAGEM FAIXA DE PISTA TUBO ARMCO EXISTENTE CERCA OPERACIONAL IMPLANTAÇÃO DE CERCA OPERACIONAL SUBDIVISÃO DE PROJETOS DIVISÃO DE ENGENHARIA COMARA COMAER ANDERSON PEREIRA SANTOS 1º Ten Eng AGM 2016134551 D RJ CREA: PARA DRENAGEM PORTÃO DE DUAS FOLHAS P= 4.262,00 m EXISTENTE PROJETADA PAULO ROGÉRIO SILVA JÚNIOR1º Ten Eng CIV RICARDO SALGADO FADUL Cap Eng ELT NOTAS PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM SISTEMA GEODÉSICO DE REFERÊNCIA: SIRGAS 2000 MERIDIANO CENTRAL (MC): 69º W FUSO: 19S 3 VER DETALHE 3 ESC.: 1/25 4 ESC.: 1/25 5 m CAIXA DE PASSAGEM AutoCAD SHX Text FAIXA DE PISTA = FAIXA PREPARADA - 1.623,00 m x 150,00 m (CATEGORIA 3D-VFR) AutoCAD SHX Text PISTA DE POUSO (1503,00 m x 30,00 m) AutoCAD SHX Text TAXI (105,00 m x 18,00 m) AutoCAD SHX Text PÁTIO (100,00 m x 80,00 m) AutoCAD SHX Text VIA DE CONCRETO AutoCAD SHX Text CERCA OPERACIONAL (P=4.262,00 m) AutoCAD SHX Text JUNTA DE DILATAÇÃO (2 cm POLIESTIRENO) AutoCAD SHX Text JUNTA DE DILATAÇÃO AutoCAD SHX Text São Gabriel AutoCAD SHX Text Pauini AutoCAD SHX Text Carauari AutoCAD SHX Text Lábrea AutoCAD SHX Text Canutama AutoCAD SHX Text Humaitá AutoCAD SHX Text Tapauá AutoCAD SHX Text Fonte Boa AutoCAD SHX Text Maraã AutoCAD SHX Text Tefé AutoCAD SHX Text Coari AutoCAD SHX Text Santa Isabel AutoCAD SHX Text Barcelos AutoCAD SHX Text Manicoré AutoCAD SHX Text Apuí AutoCAD SHX Text Borba AutoCAD SHX Text Anori AutoCAD SHX Text Novo Airão AutoCAD SHX Text do Norte AutoCAD SHX Text Maués AutoCAD SHX Text Itacoatiara AutoCAD SHX Text Parintins AutoCAD SHX Text Envira AutoCAD SHX Text Boca do Acre AutoCAD SHX Text Guajará AutoCAD SHX Text Eirunepé AutoCAD SHX Text Tabatinga AutoCAD SHX Text Itamarati AutoCAD SHX Text São Paulo AutoCAD SHX Text Manaus AutoCAD SHX Text de Olivença AutoCAD SHX Text do Rio Negro AutoCAD SHX Text da Cachoeira AutoCAD SHX Text Nova Olinda AutoCAD SHX Text Estirão do Equador N1 N2 MONTANTE FUNDAÇÃO DO MONTANTE 8N2f5.0 c/30 C=56 TRANSPASSE DE 20 CM DE ARMADURAS DE VIGAS ADJACENTES 4N1f5.0 C=272 VIGA BALDRAME FUNDAÇÃO DO MONTANTE MONTANTE N1 N2 B B ' TABELA DOS PRINCIPAIS QUANTITATIVOS ITENS UNIDADE QUANTIDADE CONCRETO ARMADO (fck = 25 MPa) m³ 42,00 170,00 AÇO CA60 (5,0 mm) kg 5.239,00 GRADIL (2,50 x 2,43) m 2.216,00 UN PORTÃO (5,02 x 2,55) m UN 2,00 MONTANTES (3,20 x 0,04 x 0,06) m UN 2.369,00 TAMPA DO MONTANTE UN 2.369,00 KIT FIXADOR DO GRADIL UN 16.583,00 LASTRO DE CONCRETO (fck = 8 MPa) m³ FORMA DE COMPENSADO (10 mm) m² 740,00 CERCA OPERACIONAL MONTANTES EM TUBO 60mm x 40mm x 1.7mm, ALTURA DE 3.20m, CHUMBADOS EM CONCRETO COM FUROS DE PROFUNDIDADE 0.70m. PAINEL DO GRADIL EM AÇO ZINCADO REVESTIDO COM PVC, COMPRIMENTO 2.50m, FIO DE 4.3mm DE DIÂMETRO, MALHA 5cm x 20cm, ALTURA 2,43m. CONCRETO SIMPLES FCK=25Mpa PARA FUNDAÇÃO DOS MONTANTES. KIT FIXADOR 100% NYLON DE ALTA RESISTÊNCIA, COM PARAFUSOS. VIGA BALDRAME MOLDADA IN LOCO, SENDO 0.20m ABAIXO DO SOLO. KIT FIXADOR PARAFUSO EM AÇO INOX 1 2 3 4 5 6 7 8 TAMPA DO FIXADOR EM NYLON 100% PURO COM ADITIVO CONTRA UV FIXADOR EM NYLON 100% PURO COM ADITIVO CONTRA UV 7 KITS PARA CADA MONTANTE PORTÃO 9 10 11 12 13 14 ESTRUTURA EM TUBO INDUSTRIAL 60mm x 40mm x 1.50mm TIPOS DE MIOLO: GRADIL EM AÇO ZINCADO REVESTIDO COM PVC, COMPRIMENTO DE TRINCO E FERROLHO COM FERRO Ø 5/8" CONFORME DET. 02 E 03 DOBRADIÇA EM CHAPA 3/8 x 1" CONFORME DET. 01 CONCRETO SIMPLES FCK=25Mpa, SEÇÃO (0.2m x 0.2m), PARA A FUNDAÇÃO DOS PILARES MONTANTES EM TUBO 100mm x 100mm x 2mm, ALTURA 3.20m, CHUMBADO EM CONCRETO COM FUROS DE PROFUNDIDADE 0.70m. FIO DE 4.3mm DE DIÂMETRO, MALHA 5 cm x 20 cm, ALTURA 2,43 m. DOS PORTÕES. 2.50m PARA O PORTÃO DE DUAS FOLHAS. 15 BATEDOR EM CHAPA DE AÇO SOLDADA VERTICALMENTE EM UMA DAS BORDAS CENTRAIS DO PORTÃO DE DUAS FOLHAS, E EM UM DOS PILARES DO PORTÃO DE UMA FOLHA. ISO A1 - 1189X594 ESCALAUNIDADE DATA Nº DO ARQUIVO TÉCNICO SUBSTITUIDO POR: AS INDICADAS m RESPONSABILIDADEMODIFICAÇÃO DATA SUBSTITUI A: NOV/2019 A PRESENTE APROVAÇÃO NÃO EXIME O(S) AUTOR(ES) DO PROJETO DAS RESPONSABILIDADES DECORRENTES DO EXERCÍCIO DAS ATIVIDADES DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA PELA LEI Nº 5.194, DE 24/12/1966 E PELAS RESOLUÇÕES DO CONFEA. APROVO DATA: ___/___/___ COMISSÃO DE AEROPORTOS DA REGIÃO AMAZÔNICA COMANDO DA AERONÁUTICA DIRETORIA DE INFRAESTRUTURA DA AERONÁUTICACREA: 5061882251 D SP RENATO RESQUE TEIXEIRA Maj Eng IES DETALHE 01 DETALHE 02 DETALHE 03 SEM ESCALA DETALHES DO PORTÃO SEM ESCALA CERCA TAMPA DO MONTANTE DETALHE DO FIXADOR DOS GRADIS CORTE AA' ESCALA: 1/25 VISTA SUPERIOR VISTA LATERAL CORTE BB' DETALHES DAS VIGAS BALDRAME VISTA FRONTAL DO MONTANTE VISTA LATERAL DO MONTANTE ESCALA: 1/25 PORTÂO DETALHES CONSTRUTIVOS DA CERCA E PORTÕES FIXADOR DOS GRADIS SEM ESCALA DETALHES DOS MONTANTES VISTA FRONTAL - PORTÃO DE DUAS FOLHAS LOCALIZAÇÃO ESTIRÃO DO EQUADOR - AM SEM ESCALA AM019.28-NC.CO002 PROJETO DE CERCA OPERACIONAL DETALHES CONSTRUTIVOS DA CERCA E PORTÕES ESTIRÃO DO EQUADOR - AM IMPLANTAÇÃO DE CERCA OPERACIONAL SUBDIVISÃO DE PROJETOS DIVISÃO DE ENGENHARIA COMARA COMAER CREA: CREA: VISTO: PROJETO: CONFERIDO: DESENHO: LUÍS GUSTAVO DE ALMEIDA SILVA 3º Sgt SDE 150644534-9 RNP 206937/D - TO ANDERSON PEREIRA SANTOS 1º Ten Eng AGM 2016134551 D RJ CREA: PAULO ROGÉRIO SILVA JÚNIOR1º Ten Eng CIV RICARDO SALGADO FADUL Cap Eng ELT AutoCAD SHX Text 11 AutoCAD SHX Text 13 AutoCAD SHX Text 9 AutoCAD SHX Text 10 AutoCAD SHX Text 10 AutoCAD SHX Text 10 AutoCAD SHX Text 12 AutoCAD SHX Text 15 AutoCAD SHX Text 10 AutoCAD SHX Text 12 AutoCAD SHX Text 11 AutoCAD SHX Text 15 AutoCAD SHX Text 2.46 AutoCAD SHX Text 3.20 AutoCAD SHX Text 0.04 AutoCAD SHX Text 5 AutoCAD SHX Text 2 AutoCAD SHX Text 1 AutoCAD SHX Text 1 AutoCAD SHX Text 2 AutoCAD SHX Text 4 AutoCAD SHX Text 3 AutoCAD SHX Text 2.43 AutoCAD SHX Text 0.20 AutoCAD SHX Text 2.50 AutoCAD SHX Text NÍVEL DO TERRENO AutoCAD SHX Text 2.46 AutoCAD SHX Text 2.52 AutoCAD SHX Text .31 AutoCAD SHX Text 2 AutoCAD SHX Text 1 AutoCAD SHX Text 1 AutoCAD SHX Text 2 AutoCAD SHX Text 4 AutoCAD SHX Text 1 AutoCAD SHX Text 6 AutoCAD SHX Text 8 AutoCAD SHX Text 7 AutoCAD SHX Text 1 AutoCAD SHX Text 4 AutoCAD SHX Text 3 AutoCAD SHX Text A AutoCAD SHX Text A' AutoCAD SHX Text 12 AutoCAD SHX Text (SOLO) PISO ACABADO AutoCAD SHX Text VER DETALHE 03 AutoCAD SHX Text VER DETALHE 02 AutoCAD SHX Text 13 AutoCAD SHX Text VER DETALHE 01 AutoCAD SHX Text 5 AutoCAD SHX Text 9 AutoCAD SHX Text 15 AutoCAD SHX Text 14 AutoCAD SHX Text 3 AutoCAD SHX Text 5 AutoCAD SHX Text 1 AutoCAD SHX Text 2 AutoCAD SHX Text 4 AutoCAD SHX Text OBS: A CADA 40,00 m (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER A CADA 40,00 m (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER CADA 40,00 m (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER CADA 40,00 m (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER 40,00 m (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER 40,00 m (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER m (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER m (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER PAINÉIS) DEVERÁ SER PAINÉIS) DEVERÁ SER DEVERÁ SER DEVERÁ SER SER SER CONFECCIONADA A JUNTA DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E A JUNTA DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E A JUNTA DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E JUNTA DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E JUNTA DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E COM FUNDAÇÕES E COM FUNDAÇÕES E FUNDAÇÕES E FUNDAÇÕES E E E OS MONTANTES DUPLOS. AutoCAD SHX Text São Gabriel AutoCAD SHX Text Pauini AutoCAD SHX Text Carauari AutoCAD SHX Text Lábrea AutoCAD SHX Text Canutama AutoCAD SHX Text Humaitá AutoCAD SHX Text Tapauá AutoCAD SHX Text Fonte Boa AutoCAD SHX Text Maraã AutoCAD SHX Text Tefé AutoCAD SHX Text Coari AutoCAD SHX Text Santa Isabel AutoCAD SHX Text Barcelos AutoCAD SHX Text Manicoré AutoCAD SHX Text Apuí AutoCAD SHX Text Borba AutoCAD SHX Text Anori AutoCAD SHX Text Novo Airão AutoCAD SHX Text do Norte AutoCAD SHX Text Maués AutoCAD SHX Text Itacoatiara AutoCAD SHX Text Parintins AutoCAD SHX Text Envira AutoCAD SHX Text Boca do Acre AutoCAD SHX Text Guajará AutoCAD SHX Text Eirunepé AutoCAD SHX Text Tabatinga AutoCAD SHX Text Itamarati AutoCAD SHX Text São Paulo AutoCAD SHX Text Manaus AutoCAD SHX Text de Olivença AutoCAD SHX Text do Rio Negro AutoCAD SHX Text da Cachoeira AutoCAD SHX Text Nova Olinda AutoCAD SHX Text Estirão do Equador