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Prévia do material em texto

CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU 
CURSO DE GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA CIVIL 
 
JENIFFER PEREIRA DA SILVA 
 
 
 
 
PROCESSO EXECUTIVO DE CERCA OPERACIONAL EM ESTIRÃO 
DO EQUADOR-AM 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BELÉM - PA 
OUT 2022 
 
 
 
 
 
 
JENIFFER PEREIRA DA SILVA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PROCESSO EXECUTIVO DE CERCA OPERACIONAL EM ESTIRÃO 
DO EQUADOR - AM 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU 
 
 
 
Relatório apresentado ao Curso de Graduação 
de Engenharia Civil do Centro Universitário 
Maurício de Nassau do estado de Pará, como 
requisito para obtenção de nota da disciplina 
Estágio Supervisionado I, sob orientação do 
Professor Andre Marques Cavalcanti filho 
 
 
 
 
BELÉM - PA 
OUT 2022 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Ao que lhe disse Jesus: Se podes!- Tudo 
é possivel ao que crê.” 
Marcos 9:23 
 
 
 
 
 
 
 
AGRADECIMENTOS 
À minha família, que contribuiu com o apoio moral, afetivo e psicológico. Sem a 
ajuda de vocês este trabalho teria sido muito mais árduo. Em especial, ao meu 
esposo Danilo, por todo suporte e paciência enquanto estava nas missões da Força 
Aérea e mesmo com a carência de internet, sem poder assistir as aulas, você ajudou 
dando todo o apoio no envio de materiais e o suporte necessário afetivo com o 
Felype. 
 
À Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (COMARA), pela sua nobre 
missão de projetar, construir e recuperar aeroportos em regiões inóspitas e de difícil 
acesso na Amazônia Legal, fazendo com que inúmeros militares e civis sirvam para 
esse bem maior: integrar a Amazônia. 
 
E ao 2° Tenente Engenheiro Aricles, por todo o conhecimento transmitido, pelas 
instruções e oportunidades geradas para meu aprendizado na formação em 
bacharel em Engenharia Civil. 
 
E acima de tudo, à Deus, por todos os benefícios e privilégios que tem me 
concedido. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESUMO 
O gradil é uma opção de cercamento muito utilizada atualmente em imóveis 
residenciais e empreendimentos comerciais devido a sua resistência e excelente 
custo-benefício. Conhecido por sua excelente resistência, as telas gradil são uma 
das opções mais procuradas quando o assunto é segurança da propriedade. No 
entanto, apesar de ser mais adequada ao fim a que se destina, a cerca em gradil é 
fortemente dependente de mão de obra para sua execução quando comparada ao 
cercamento com mourões e arame farpado, porém mais seguro do que vinha sendo 
adotado pela COMARA na Amazônia até então, este novo padrão em gradil impede 
o ingresso de animais menores à área operacional, como cães, que podem provocar 
sérios acidentes à aviação no momento do pouso e da decolagem. 
 
Palavras Chave: Gradil, COMARA, Amazônia, Resistência. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ABSTRACT 
Fencing is a widely used fencing option for residential properties and commercial 
developments today because of its strength and excellent cost-effectiveness. Known 
for their excellent strength, mesh screens are one of the most sought-after options 
when it comes to property security. However, despite being more suitable for its 
intended purpose, the fencing is highly labor intensive when compared to fencing 
with fence posts and barbed wire, but safer than what has been adopted by 
COMARA in the Amazon until now, this new standard in fencing prevents the 
entrance of smaller animals to the operational area, such as dogs, which can cause 
serious accidents to aviation at the time of landing and take-off. 
 
Keywords: Railing, COMARA, Amazon, Resistance. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LISTA DE FIGURAS 
 
FIGURA 1 – DIMENSIONAMENTO DA ARMADURA DO BALDRAME. .................... 15 
FIGURA 2 – DISTRIBUIÇÃO DE CARGA NO BALDRAME. ..................................... 16 
FIGURA 3 – AERÓDROMO DE ESTIRÃO DO EQUADOR – AM. ............................ 17 
FIGURA 4 – TERRAPLENAGEM. ............................................................................. 21 
FIGURA 5 – ESTAQUEAMENTO. ............................................................................. 21 
FIGURA 6 – NIVELAMENTO. ................................................................................... 22 
FIGURA 7 – DETALHES DAS VIGAS BALDRAMES. ............................................... 23 
FIGURA 8 – ESCAVAÇÃO DO BALDRAME. ............................................................ 23 
FIGURA 9 – DESNIVEL NO TERRENO. ................................................................... 24 
FIGURA 10 – VEDAÇÃO........................................................................................... 24 
FIGURA 11 – MONTAGEM DAS FORMAS E ARMAÇÃO. ....................................... 25 
FIGURA 12 – MONTAGEM DOS GRADIS. ............................................................... 26 
FIGURA 13 – ESCORAMENTO DOS GRADIS. ........................................................ 26 
FIGURA 14 – DESMOLDANTE PARA O CONCRETO. ............................................ 27 
FIGURA 15 – CONCRETAGEM. ............................................................................... 27 
FIGURA 16 – LIMPEZA. ............................................................................................ 28 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LISTA DE TABELAS 
 
TABELA 1 – EQUIPE MÍNIMA. .................................................................................................................. 19 
TABELA 2 – INSUMOS. ................................................................................................................................ 20 
TABELA 3 – FERRAMENTAS ..................................................................................................................... 20 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
 
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................ 12 
2. OBJETIVOS .................................................................................................... 13 
2.1 Objetivo Geral .................................................................................................. 13 
2.2 Objetivos Específicos ...................................................................................... 13 
3. REFERENCIAL TEÓRICO .............................................................................. 14 
4. METODOLOGIA .............................................................................................. 17 
4.1 Área de Estudo ................................................................................................ 17 
4.2 Coleta de Informações .................................................................................... 17 
4.3 Análise das Informações ................................................................................. 18 
5. RESULTADOS E DISCUSSÃO ....................................................................... 19 
5.1 Equipe Mínima ................................................................................................. 19 
5.2 Insumos e ferramentas .................................................................................... 19 
5.3 Preparação do terreno ..................................................................................... 20 
5.3.1 Terraplenagem ................................................................................................. 20 
5.3.2 Estaqueamento ............................................................................................... 21 
5.3.3 Nivelamento e alinhamento com gabaritos ...................................................... 225.4 Baldrame ......................................................................................................... 22 
5.5 Vedação .......................................................................................................... 24 
5.6 Montagem das formas e armação ................................................................... 25 
5.7 Gradis e montantes ......................................................................................... 25 
5.8 Concretagem ................................................................................................... 26 
5.9 Limpeza e desforma ........................................................................................ 28 
6. CONCLUSÃO .................................................................................................. 29 
7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................................................ 30 
ANEXOS ................................................................................................................... 31 
 
1 
 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
Este relatório trata do Processo Executivo de cerca operacional do Aeródromo de 
Estirão do Equador, Distrito de Atalaia do Norte, no estado do Amazonas. 
 
O Aeródromo de Estirão do Equador fica situada à margem direita do Rio Javari 
próximo a divisa do Brasil com o Peru, Estirão do Equador pertence a cidade 
amazonense de Atalaia do Norte e está localizada a cerca de 153 km em linha reta 
da sede do município. 
 
Nova pista foi ampliada para 1500m de pavimentação de concreto, além de receber 
pintura, novo pátio, taxiway, drenagem e cerca operacional. Passados um pouco 
mais que 20 anos, em 2003, deu-se início ao projeto de reforma do aeródromo, com 
prioridades sendo alternadas e até mesmo falta de recurso, a obra foi ficando 
paralisada, sendo realmente reativada em 2019. 
 
A logística do local faz toda a diferença. Localizada na fronteira com o Peru, o 
acesso ao local é feito somente de forma aérea ou fluvial. Levar insumos de 
materiais de construção, combustíveis e rancho exige tempo e recursos que muitas 
empresas não se proporiam a ter. Assim, a obra está sendo realizada pela Força 
Aérea Brasileira, através da Comissão de Aeroportos da Região Amazônica 
(COMARA), que tem mais de 60 anos de experiencia em projetar, construir e 
recuperar aeródromos na Amazônia Legal, bem como em outros lugares do país, 
com todos os óbices possíveis de serem encontrados. 
 
Este trabalho visa mostrar o processo executivo de cerca operacional, de 
acordo com as normas que lhe regem e com as características peculiares da 
execução de uma obra na Amazônia. 
 
 
13 
 
 
 
 
 
2. OBJETIVOS 
2.1 Objetivo Geral 
 
Apresentar todo o Processo Construtivo de uma cerca operacional com gradis. 
2.2 Objetivos Específicos 
 
Descrever as etapas de execução, desde a preparação do terreno até limpeza e 
desforma. 
 
Comparar a metodologia utilizada com as Normas em vigor. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
14 
 
 
 
 
 
3. REFERENCIAL TEÓRICO 
 
A concepção para a definição do modelo de cerca a ser adotado para o aeródromo 
de Estirão do Equador-AM baseou-se em premissas tanto do ponto de vista de 
materiais quanto do ponto de vista de execução e transporte. 
 
Trata-se de um modelo de cercamento utilizado atualmente em diversos tipos de 
empreendimentos, que possibilita uma execução rápida, por se tratar de painéis 
modulares, limpa, pois só gera resíduo na confecção das fundações, e de fácil 
transporte, quando comparado ao modelo anteriormente utilizado. 
 
O gradil, por ter uma malha bem fechada e com bitola de 4,3 mm, mostra-se 
bastante difícil de se romper. Do ponto de vista de transporte, um item 
extremamente sensível quando se trata da Amazônia, já que o modal mais utilizado 
é o fluvial, esse modelo se mostra muito mais viável que o convencional. Por ser 
mais leve, o custo do transporte ficará reduzido, tanto do ponto de vista de tempo, 
quanto do ponto de vista de quantidade de carga a ser transportada. Em relação ao 
tempo de execução, por ser um painel modular, os gradis são montados de maneira 
muito mais rápida que o modelo convencional. Isso faz com que se reduza o 
quantitativo de mão de obra necessária, e consequentemente o custo, e o tempo de 
execução. 
 
Após consulta a alguns manuais de fabricantes do modelo concebido para a cerca, 
definiu-se que haveria a necessidade de chumbar os montantes numa fundação de 
concreto com 70 cm de profundidade. Isso faz com que todo o conjunto tenha uma 
melhor sustentação. Além disso, como normalmente os solos da Amazônia 
apresentam uma baixa resistência de suporte, sejam do tipo arenoso ou argiloso (no 
caso de Estirão do Equador-AM), os manuais sugerem a construção de uma viga de 
cintamento, para que haja uma união mais integrada de toda a estrutura. 
 
Assim, seguiu-se essa recomendação e optou-se por construir um baldrame de 20 
cm de altura e 15 cm de largura, sendo toda ela abaixo do nível do terreno. O 
 
15 
 
 
 
 
 
baldrame e a fundação dos montantes deverão ser executados de maneira conjunta, 
formando um único elemento. Como a carga a que está submetido o baldrame é 
aparentemente pequena, fez-se o dimensionamento considerando a taxa mínima de 
aço e verificou-se a carga máxima suportada pela estrutura. Utilizou-se, para esse 
dimensionamento, aço CA-60, de bitola 5,00 mm e concreto de fck = 25 Mpa. Sendo 
assim, utilizando-se o software nFOCCA [12], obteve-se o momento máximo 
resistente no baldrame como sendo de 257 kN.cm, como pode ser visto na Figura 1. 
 
Figura 1 – Dimensionamento da armadura do baldrame. 
 
 Fonte: nFOCCA [12]. 
 
A partir do valor desse momento máximo, utilizando o fator de segurança de carga 
de 1,4, gravidade de 10 m/s², viga de 2,5 m de comprimento biapoiada nas 
extremidades (fundações dos montantes) e considerando a carga distribuída 
uniformemente por toda a viga, tem-se que a carga máxima de solicitação será de 
94 kg/m, como pode ser visto na Figura 2. 
 
 
 
 
16 
 
 
 
 
 
Figura 2 – Distribuição de carga no baldrame. 
 
 Fonte: COMARA (2022). 
 
Para a determinação das armaduras transversais (estribos), de acordo com a NBR 
6118, o diâmetro das barras t deve ser igual ou superior a 5,0 mm, não podendo 
ultrapassar um décimo do valor da largura da alma viga (0,1*150 mm = 15 mm). O 
espaçamento entre os estribos foi considerado como sendo 300 mm e o cobrimento 
utilizado foi de 3 cm. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
17 
 
 
 
 
 
4. METODOLOGIA 
4.1 Área de Estudo 
 
A área do estudo fica localizado em Estirão do Equador, distrito de Atalaia do Norte, 
estado do Amazonas. Fica localizado ao extremo oeste do País, fazendo fronteira 
com o Peru. As coordenadas do local são 4°31'30.91"S, 71°33'47.88"O. 
 
Figura 3 – Aeródromo de Estirão do Equador – AM. 
 
 Fonte: COMARA (2022). 
4.2 Coleta de Informações 
 
A coleta de informações foi realizada em campo, na qual a autora deste relatório 
atuou como encarregada de obras, responsável técnica de todas as etapas desde a 
fundação até a conclusão. 
 
O levantamento das informações também foi realizado por meio de teses, legislação 
e artigos científicos que envolveram a temática da cerca operacional no aeródromo 
de Estirão do Equador-AM. 
 
O período do estudo foi de 22 de agosto a 22 de outubro de 2022. 
 
18 
 
 
 
 
 
4.3 Análise das Informações 
 
As informações e dados são qualitativos, todos avaliados de maneira comparativa 
com as normas em vigor, que são elas a ABNT. Associação Brasileira de Normas 
Técnicas. NBR 6118 – Projetos de Estrutura de Concreto – Procedimento. Rio de 
Janeiro: ABNT, 2014 e ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 
15146-2 – Controle tecnológico de concreto – Requisitos e procedimentos. Rio de 
Janeiro:ABNT, 2011. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
19 
 
 
 
 
 
5. RESULTADOS E DISCUSSÃO 
5.1 Equipe Mínima 
 
Com profissionais mais bem preparados e engajados, os resultados de produção 
são cada vez melhores, ao longo do trabalho observamos e adequamos os 
profissionais em cada linha de frente, conseguindo assim alcançar as metas diárias 
de produção. 
 
A equipe mínima para a execução da cerca, na qual a autora deste relatório atuou 
como encarregada de obras, responsável técnica de todas as etapas desde a 
fundação até a conclusão. 
 
Tabela 1 – Equipe mínima. 
 
 Fonte: Autor (2022). 
 
5.2 Insumos e ferramentas 
 
para execução da cerca operacional, são necessários insumos e ferramentas que 
fazem parte das atividades de fundação, concretagem e montagem dos montantes. 
 
20 
 
 
 
 
 
Os Quadros abaixo mostra a relação dos insumos e ferramentas utilizados. 
 
Tabela 2 – Insumos. 
 
Fonte: Autor (2022). 
 
 
Tabela 3 – Ferramentas 
 
Fonte: Autor (2022). 
 
5.3 Preparação do terreno 
 
5.3.1 Terraplenagem 
 
A terraplenagem serve para regularizar e preparar o terreno do perímetro da cerca 
para a execução do projeto, reduzindo a declividade natural do terreno e preparando 
o solo para o trabalho. 
 
 
 
21 
 
 
 
 
 
 
Figura 4 – Terraplenagem. 
 
 Fonte: Autor (2022). 
5.3.2 Estaqueamento 
 
A partir de coordenadas do projeto, o topógrafo marca o perímetro da cerca, 
implantando estacas com pregos nas pontas, a cada 25 m, que servirão de 
referência de alinhamento para a construção da cerca. 
 
Figura 5 – Estaqueamento. 
 
 Fonte: Autor (2022). 
 
22 
 
 
 
 
 
5.3.3 Nivelamento e alinhamento com gabaritos 
 
Usando gabaritos de madeira, o carpinteiro com seu auxiliar transfere o nível do 
gabarito anterior para marcação da altura do novo gabarito de referência do 
baldrame. Amarra-se uma linha de nylon nos pregos das estacas do eixo e usando 
um prumo de centro, transfere-se o alinhamento das estacas para o gabarito de 
madeira. 
 
Figura 6 – Nivelamento. 
 
 Fonte: Autor (2022). 
5.4 Baldrame 
 
Foi definido em projeto que haveria a necessidade de chumbar os montantes numa 
fundação de concreto com 70 cm de profundidade, isso faz com que todo o conjunto 
tenha uma melhor sustentação. Além disso, como normalmente os solos da 
Amazônia apresentam uma baixa resistência de suporte, sejam do tipo arenoso ou 
argiloso, os manuais sugerem a construção de uma viga de cintamento, para que 
haja uma união mais integrada de toda a estrutura. 
 
A partir do eixo marcado no gabarito, escava-se uma vala com 40 cm de largura, 
folga para montagem das formas da viga baldrame. A profundidade inicial da 
escavação das vigas baldrames será de 20 cm (forma), as figuras 7 e 8 mostram os 
detalhes de construção das vigas. 
 
23 
 
 
 
 
 
Figura 7 – Detalhes das vigas baldrames. 
 
 Fonte: COMARA (2022). 
 
 
Figura 8 – Escavação do baldrame. 
 
 Fonte: Autor (2022). 
 
Acompanhando o desnível do terreno, sempre que a escavação ultrapassar os 20 
cm, faz-se um dente de 25 cm, descontando-se os 25 cm da altura do gabarito 
inicial, exemplo dado através da figura 9. para colocação do montante da tela, faz a 
escavação da fundação do montante a cada 2,52 m com profundidade de 70 cm. 
 
24 
 
 
 
 
 
Figura 9 – Desnivel no terreno. 
 
 Fonte: COMARA (2022). 
 
5.5 Vedação 
 
Coloca-se a lona plática sobre a escavação nivelada com o objetivo de evitar o 
contato direto do concreto com o solo, além de evitar que o concreto sofra retração. 
 
Figura 10 – Vedação. 
 
 Fonte: Autor (2022). 
desnível 
 
25 
 
 
 
 
 
5.6 Montagem das formas e armação 
 
Utilizando-se um arame recozido e um prumo de centro, transfere-se o eixo da cerca 
para a forma de madeira do baldrame. Instala-se a forma com pregos e piquetes de 
madeira, coloca-se a ferragem da armação diretamente sobre a lona, após a 
instalação das formas. 
 
Figura 11 – Montagem das formas e armação. 
 
 Fonte: Autor (2022). 
5.7 Gradis e montantes 
 
Dentre as várias opções de mercado existentes, optou-se pela malha de 50 mm x 
200 mm, com altura de 2,43 m e comprimento de cada painel de 2,50 m. Os painéis 
são fixados nos montantes por um conjunto de kits (castanhas), que são 
parafusados de maneira que, ao ser aplicado o último torque, há o travamento da 
estrutura, dificultando a retirada das castanhas. 
 
O gradil é montado antes da instalação ao lado da vala do baldrame. Dependendo 
da declividade do terreno, monta-se uma sequência de 4 a 5 telas, sendo que a 
última tela permanece sem algumas castanhas para que possa receber a próxima 
sequência. 
 
 
 
26 
 
 
 
 
 
Figura 12 – Montagem dos gradis. 
 
 Fonte: Autor (2022). 
 
Instala-se o gradil colocando cada um dos montantes simultaneamente nas 
fundações já escavadas, o gradil recebe escoras de sarrafos fixados a tela com 
arame recozido e ao solo com piquetes. 
 
Figura 13 – Escoramento dos gradis. 
 
 Fonte: Autor (2022). 
5.8 Concretagem 
 
Antes de iniciar a concretagem passa-se uma camada oleosa entre as formas e o 
concreto para impedir qualquer aderência de outros materiais entre os dois e a sua 
 
27 
 
 
 
 
 
utilização ajuda a desenformar o concreto com facilidade. 
 
Figura 14 – Desmoldante para o concreto. 
 
 Fonte: Autor (2022). 
 
O betoneiro prepara o concreto com o traço conforme o projeto e baseando-se 
através das NBRs 6118 – Projetos de Estrutura de Concreto e 15146-2 – Controle 
tecnológico de concreto – Requisitos e procedimentos. 
 
O concreto é transportado com um carro-de-mão até a cerca e é lançado na forma 
de madeira para formar o baldrame. O adensamento é feito com pedaços de 
sarrafos. 
 
Figura 15 – Concretagem. 
 
 Fonte: Autor (2022). 
 
28 
 
 
 
 
 
5.9 Limpeza e desforma 
 
A limpeza é executada logo após a concretagem, utilizando-se de uma esponja de 
pedreiro com água para remover eventuais resquícios de concreto da cerca. Após o 
endurecimento do concreto, remove-se as formas de madeira e aterra-se o baldrame 
utilizando material de solo escavado. 
 
Figura 16 – Limpeza. 
 
 Fonte: Autor (2022). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
29 
 
 
 
 
 
6. CONCLUSÃO 
 
Através da análise das informações mencionadas neste relatório, foi possível ter 
uma visão prática de todo o processo que envolve a execução de cerca operacional, 
desde a topografia até limpeza e desforma. 
 
As figuras mostrando cada etapa da execução facilita o entendimento e 
compreensão de toda a metodologia envolvida. Isso ainda permite uma clara 
comparação com as Normas em vigor utilizadas como parâmetro e orientação para 
os procedimentos em questão. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
30 
 
 
 
 
 
7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6118 – Projetos de 
Estrutura de Concreto – Procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, 2014. 
 
ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 7212 – Concreto dosado 
em central – Preparo, fornecimento e controle. Rio de Janeiro: ABNT, 2021. 
 
ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 16889 – Concreto – 
Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone. Rio de Janeiro: 
ABNT, 2020. 
 
ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 15146-2 – Controle 
tecnológico de concreto – Requisitos e procedimentos. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. 
 
COMARA. COMISSÃO DE AEROPORTOS DA REGIÃO AMAZÔNICA. Programade Qualidade de obras da COMARA. PE 01. Belém, 2020. 
 
COMARA. COMISSÃO DE AEROPORTOS DA REGIÃO AMAZÔNICA. Ampliação e 
reforma aeroporto Estirão do Equador. AM019.28-NC.CO001 – Memorial 
descritivo. Belém, 2020. 
 
BAUER, L.A.F. Materiais de construção. 5. ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1994. 
Vol. I. 
 
Yazigi, W. A técnica de Edificar. 10. Ed. São Paulo: PINI. 2009. 
 
Pesquisas. Disponível em: < https://dimatelas.com.br/quais-as-vantagens-de-usar-
um-gradil-no-seu-imovel/>. Acesso em: 21 de outubro de 2022. 
 
Pesquisas. Disponível em: < https://www.momentoagrodobrasil.com.br/lona-preta-
construcao-civil/>. Acesso em: 21 de outubro de 2022. 
 
31 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXOS 
P1
P2
P7
P6
P3
P4
P5
P8 P9
P10
P11
P12
N
S
E
W
2
4
3
5
0
°
3
4
0
°
3
3
0
°
320°
3
1
0
°
3
0
0
°
2
9
0
°
2
8
0
°
2
7
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°
2
6
0
°
2
5
0
°
2
4
0
°
2
3
0
°
2
2
0
°
2
1
0
°
2
0
0
°
1
9
0
°
1
8
0
°
1
7
0
°
1
6
0
°
1
5
0
°
140°
1
3
0
°
1
2
0
°
1
1
0
°
1
0
0
°
9
0
°
8
0
°
7
0
°
6
0
°
5
0
°
4
0
°
3
0
°
2
0
°
1
0
°
0
°
0
6
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5
3
4
33
3
2
3
1
3
0
2
9
2
8
2
7
2
6
2
5
2
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2
3
2
2
2
1
2
0
1
9
1
8
1
7
1
6
15
1
4
1
3
1
2
1
1
1
0
0
9
0
8
0
7
0
6
0
5
0
4
0
3
0
2
0
1
3
6
N
M
P1
PONTOS LESTE (m)
P2
P3
P4
P5
P6
NORTE (m)
TABELA DE COORDENADAS
214911.134 9498918.193
215413.981 9499314.103
215352.343 9499392.390
215349.027 9499396.601
215318.096 9499435.836
215569.520 9499633.841
P7
P8
215665.405 9499512.058
216294.387 9500007.278
P9
P10
P11
P12
216298.598 9500010.594
216314.392 9500023.029
216431.928 9499873.746
215028.669 9498768.910
PONTOS LESTE (m) NORTE (m)
TABELA DE COORDENADAS
ESC.: 1/2500
1
PLANTA GERAL DA ÁREA DE INTERVENÇÃO
A PRESENTE APROVAÇÃO NÃO EXIME O(S) AUTOR(ES) DO PROJETO DAS
RESPONSABILIDADES DECORRENTES DO EXERCÍCIO DAS ATIVIDADES
DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA PELA LEI Nº 5.194, DE
24/12/1966 E PELAS RESOLUÇÕES DO CONFEA.
DATA: ___/___/___
COMISSÃO DE AEROPORTOS DA REGIÃO AMAZÔNICA
COMANDO DA AERONÁUTICA
DIRETORIA DE INFRAESTRUTURA DA AERONÁUTICA
ESCALAUNIDADE DATA 
Nº DO ARQUIVO TÉCNICO
SUBSTITUIDO POR:
AS INDICADAS
RESPONSABILIDADEMODIFICAÇÃO DATA
CREA:
CREA:
VISTO:
PROJETO:
CONFERIDO:
DESENHO:
SUBSTITUI A:
LUÍS GUSTAVO DE ALMEIDA SILVA 3º Sgt SDE
150644534-9 RNP
MAR/2020
AM019.28-NC.CO001
PROJETO DE CERCA OPERACIONAL
PLANTA GERAL E PERFIL DE INSTALAÇÃO DA CERCA 
ESTIRÃO DO EQUADOR - AM
206937/D - TO
ESC.: 1/50
2
PERFIL ESQUEMÁTICO DE INSTALAÇÃO DA CERCA AO LONGO DO PERÍMETRO
OBSERVAÇÕES:
1
2
VER DETALHE 1
VER DETALHE 2
DETALHE 1 - JUNTA DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E GRADIS NIVELADOS
DETALHE 2 - JUNTA DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E GRADIS DESNIVELADOS
DETALHE 3 - DESNÍVEIS SEM OCORRÊNCIAS DE JUNTA DE DILATAÇÃO
CONSIDERANDO A TOPOGRAFIA NATURAL DEVERÃO SER EFETUADAS
REGULARIZAÇÕES PARA CONFORMAÇÃO DO SOLO DE MANEIRA QUE, SE
NECESSÁRIO, CADA MÓDULO / GRADIL POSSUA DESLOCAMENTO VERTICAL DE
NO MÁXIMO 25 cm (10%).
A CADA 40 m (16 GRADIS) DEVERÁ SER INSTALADA A JUNTA DE DILATAÇÃO DE
APROXIMADAMENTE 2 cm DE ESPESSURA (PLACA DE POLIESTIRENO), QUANDO
DEVERÁ HAVER A DUPLICAÇÃO DOS MONTANTES E SUAS FUNDAÇÕES
APROVO
CREA: 5061882251 D SP
RENATO RESQUE TEIXEIRA Maj Eng IES 
ESC.: 1/25
PLANTA GERAL E PERFIL DE INSTALAÇÃO DA CERCA
LOCALIZAÇÃO
ESTIRÃO DO EQUADOR - AM
CERCA OPERACIONAL
LEGENDA
IGARAPÉ
VALA PROJETADA
MANILHA DE CONCRETO
TRECHOS PROJETADOS
DRENAGEM
FAIXA DE PISTA
TUBO ARMCO EXISTENTE
CERCA OPERACIONAL
IMPLANTAÇÃO DE CERCA OPERACIONAL 
SUBDIVISÃO DE PROJETOS
DIVISÃO DE ENGENHARIA
COMARA
COMAER
ANDERSON PEREIRA SANTOS 1º Ten Eng AGM
2016134551 D RJ
CREA:
PARA DRENAGEM
PORTÃO DE DUAS FOLHAS
P= 4.262,00 m
EXISTENTE
PROJETADA
PAULO ROGÉRIO SILVA JÚNIOR1º Ten Eng CIV
RICARDO SALGADO FADUL Cap Eng ELT
NOTAS
PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA DE MERCATOR - UTM
SISTEMA GEODÉSICO DE REFERÊNCIA: SIRGAS 2000
MERIDIANO CENTRAL (MC): 69º W FUSO: 19S
3
VER DETALHE 3
ESC.: 1/25
4
ESC.: 1/25
5
m
CAIXA DE PASSAGEM
AutoCAD SHX Text
FAIXA DE PISTA = FAIXA PREPARADA - 1.623,00 m x 150,00 m (CATEGORIA 3D-VFR)
AutoCAD SHX Text
PISTA DE POUSO (1503,00 m x 30,00 m)
AutoCAD SHX Text
TAXI (105,00 m x 18,00 m)
AutoCAD SHX Text
PÁTIO (100,00 m x 80,00 m)
AutoCAD SHX Text
VIA DE CONCRETO
AutoCAD SHX Text
CERCA OPERACIONAL (P=4.262,00 m)
AutoCAD SHX Text
JUNTA DE DILATAÇÃO (2 cm POLIESTIRENO)
AutoCAD SHX Text
JUNTA DE DILATAÇÃO
AutoCAD SHX Text
São Gabriel
AutoCAD SHX Text
Pauini
AutoCAD SHX Text
Carauari
AutoCAD SHX Text
Lábrea
AutoCAD SHX Text
Canutama
AutoCAD SHX Text
Humaitá
AutoCAD SHX Text
Tapauá
AutoCAD SHX Text
Fonte Boa
AutoCAD SHX Text
Maraã
AutoCAD SHX Text
Tefé
AutoCAD SHX Text
Coari
AutoCAD SHX Text
Santa Isabel
AutoCAD SHX Text
Barcelos
AutoCAD SHX Text
Manicoré
AutoCAD SHX Text
Apuí
AutoCAD SHX Text
Borba
AutoCAD SHX Text
Anori
AutoCAD SHX Text
Novo Airão
AutoCAD SHX Text
do Norte
AutoCAD SHX Text
Maués
AutoCAD SHX Text
Itacoatiara
AutoCAD SHX Text
Parintins
AutoCAD SHX Text
Envira
AutoCAD SHX Text
Boca do Acre
AutoCAD SHX Text
Guajará
AutoCAD SHX Text
Eirunepé
AutoCAD SHX Text
Tabatinga
AutoCAD SHX Text
Itamarati
AutoCAD SHX Text
São Paulo
AutoCAD SHX Text
Manaus
AutoCAD SHX Text
de Olivença
AutoCAD SHX Text
do Rio Negro
AutoCAD SHX Text
da Cachoeira
AutoCAD SHX Text
Nova Olinda
AutoCAD SHX Text
Estirão do Equador
N1
N2
MONTANTE
FUNDAÇÃO DO MONTANTE
8N2f5.0 c/30 C=56
TRANSPASSE DE 20 CM DE
ARMADURAS DE VIGAS ADJACENTES
4N1f5.0 C=272
VIGA BALDRAME
FUNDAÇÃO DO MONTANTE
MONTANTE
N1
N2
B
B
'
TABELA DOS PRINCIPAIS QUANTITATIVOS
ITENS UNIDADE QUANTIDADE
CONCRETO ARMADO (fck = 25 MPa)
m³
42,00
170,00
AÇO CA60 (5,0 mm)
kg 5.239,00
GRADIL (2,50 x 2,43) m
2.216,00
UN
PORTÃO (5,02 x 2,55) m
UN 2,00
MONTANTES (3,20 x 0,04 x 0,06) m
UN
2.369,00
TAMPA DO MONTANTE
UN
2.369,00
KIT FIXADOR DO GRADIL
UN
16.583,00
LASTRO DE CONCRETO (fck = 8 MPa)
m³
FORMA DE COMPENSADO (10 mm) m² 740,00
CERCA OPERACIONAL
MONTANTES EM TUBO 60mm x 40mm x 1.7mm, ALTURA DE 3.20m, CHUMBADOS EM 
CONCRETO COM FUROS DE PROFUNDIDADE 0.70m.
PAINEL DO GRADIL EM AÇO ZINCADO REVESTIDO COM PVC, COMPRIMENTO 2.50m,
FIO DE 4.3mm DE DIÂMETRO, MALHA 5cm x 20cm, ALTURA 2,43m.
CONCRETO SIMPLES FCK=25Mpa PARA FUNDAÇÃO DOS MONTANTES.
KIT FIXADOR 100% NYLON DE ALTA RESISTÊNCIA, COM PARAFUSOS.
VIGA BALDRAME MOLDADA IN LOCO, SENDO 0.20m ABAIXO DO SOLO. 
 KIT FIXADOR 
PARAFUSO EM AÇO INOX
1
2
3
4
5
6
7
8
TAMPA DO FIXADOR EM NYLON 100% PURO COM ADITIVO CONTRA UV
FIXADOR EM NYLON 100% PURO COM ADITIVO CONTRA UV
7 KITS PARA CADA MONTANTE
PORTÃO
9
10
11
12
13
14
ESTRUTURA EM TUBO INDUSTRIAL 60mm x 40mm x 1.50mm
TIPOS DE MIOLO: GRADIL EM AÇO ZINCADO REVESTIDO COM PVC, COMPRIMENTO DE
TRINCO E FERROLHO COM FERRO Ø 5/8" CONFORME DET. 02 E 03 
DOBRADIÇA EM CHAPA 3/8 x 1" CONFORME DET. 01 
CONCRETO SIMPLES FCK=25Mpa, SEÇÃO (0.2m x 0.2m), PARA A FUNDAÇÃO DOS PILARES 
MONTANTES EM TUBO 100mm x 100mm x 2mm, ALTURA 3.20m, CHUMBADO EM CONCRETO
COM FUROS DE PROFUNDIDADE 0.70m.
FIO DE 4.3mm DE DIÂMETRO, MALHA 5 cm x 20 cm, ALTURA 2,43 m.
DOS PORTÕES.
2.50m PARA O PORTÃO DE DUAS FOLHAS.
15
BATEDOR EM CHAPA DE AÇO SOLDADA VERTICALMENTE EM UMA DAS BORDAS CENTRAIS
DO PORTÃO DE DUAS FOLHAS, E EM UM DOS PILARES DO PORTÃO DE UMA FOLHA.
ISO A1 - 1189X594
ESCALAUNIDADE DATA 
Nº DO ARQUIVO TÉCNICO
SUBSTITUIDO POR:
AS INDICADAS
m
RESPONSABILIDADEMODIFICAÇÃO DATA
SUBSTITUI A:
NOV/2019
A PRESENTE APROVAÇÃO NÃO EXIME O(S) AUTOR(ES) DO PROJETO DAS
RESPONSABILIDADES DECORRENTES DO EXERCÍCIO DAS ATIVIDADES
DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA PELA LEI Nº 5.194, DE
24/12/1966 E PELAS RESOLUÇÕES DO CONFEA.
APROVO
DATA: ___/___/___
COMISSÃO DE AEROPORTOS DA REGIÃO AMAZÔNICA
COMANDO DA AERONÁUTICA
DIRETORIA DE INFRAESTRUTURA DA AERONÁUTICACREA: 5061882251 D SP
RENATO RESQUE TEIXEIRA Maj Eng IES 
DETALHE 01
DETALHE 02
DETALHE 03
SEM ESCALA
DETALHES DO PORTÃO
SEM ESCALA
CERCA
TAMPA DO MONTANTE
DETALHE DO FIXADOR DOS GRADIS
CORTE AA'
ESCALA: 1/25
VISTA SUPERIOR
VISTA LATERAL
CORTE BB'
DETALHES DAS VIGAS BALDRAME
VISTA FRONTAL DO MONTANTE VISTA LATERAL DO MONTANTE
ESCALA: 1/25
PORTÂO
DETALHES CONSTRUTIVOS DA CERCA E PORTÕES
FIXADOR DOS GRADIS
SEM ESCALA
DETALHES DOS MONTANTES
VISTA FRONTAL - PORTÃO DE DUAS FOLHAS
LOCALIZAÇÃO
ESTIRÃO DO EQUADOR - AM
SEM ESCALA
AM019.28-NC.CO002
PROJETO DE CERCA OPERACIONAL
DETALHES CONSTRUTIVOS DA CERCA E PORTÕES
ESTIRÃO DO EQUADOR - AM
IMPLANTAÇÃO DE CERCA OPERACIONAL 
SUBDIVISÃO DE PROJETOS
DIVISÃO DE ENGENHARIA
COMARA
COMAER
CREA:
CREA:
VISTO:
PROJETO:
CONFERIDO:
DESENHO:
LUÍS GUSTAVO DE ALMEIDA SILVA 3º Sgt SDE
150644534-9 RNP
206937/D - TO
ANDERSON PEREIRA SANTOS 1º Ten Eng AGM
2016134551 D RJ
CREA:
PAULO ROGÉRIO SILVA JÚNIOR1º Ten Eng CIV
RICARDO SALGADO FADUL Cap Eng ELT
AutoCAD SHX Text
11
AutoCAD SHX Text
13
AutoCAD SHX Text
9
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10
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10
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10
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12
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10
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12
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11
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15
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2.46
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3.20
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0.04
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5
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2
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1
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2
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4
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3
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2.43
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0.20
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2.50
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NÍVEL DO TERRENO
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2.46
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2.52
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.31
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2
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1
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1
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2
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4
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1
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6
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8
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7
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1
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4
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3
AutoCAD SHX Text
A
AutoCAD SHX Text
A'
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12
AutoCAD SHX Text
(SOLO) PISO ACABADO
AutoCAD SHX Text
VER DETALHE 03
AutoCAD SHX Text
VER DETALHE 02
AutoCAD SHX Text
13
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VER DETALHE 01
AutoCAD SHX Text
5
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9
AutoCAD SHX Text
15
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14
AutoCAD SHX Text
3
AutoCAD SHX Text
5
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1
AutoCAD SHX Text
2
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4
AutoCAD SHX Text
OBS:	A CADA 40,00 m (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER A CADA 40,00 m (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER CADA 40,00 m (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER CADA 40,00 m (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER 40,00 m (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER 40,00 m (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER m (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER m (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER (16 PAINÉIS) DEVERÁ SER PAINÉIS) DEVERÁ SER PAINÉIS) DEVERÁ SER DEVERÁ SER DEVERÁ SER SER SER CONFECCIONADA A JUNTA DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E A JUNTA DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E A JUNTA DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E JUNTA DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E JUNTA DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E DE DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E DILATAÇÃO COM FUNDAÇÕES E COM FUNDAÇÕES E COM FUNDAÇÕES E FUNDAÇÕES E FUNDAÇÕES E E E OS MONTANTES DUPLOS.
AutoCAD SHX Text
São Gabriel
AutoCAD SHX Text
Pauini
AutoCAD SHX Text
Carauari
AutoCAD SHX Text
Lábrea
AutoCAD SHX Text
Canutama
AutoCAD SHX Text
Humaitá
AutoCAD SHX Text
Tapauá
AutoCAD SHX Text
Fonte Boa
AutoCAD SHX Text
Maraã
AutoCAD SHX Text
Tefé
AutoCAD SHX Text
Coari
AutoCAD SHX Text
Santa Isabel
AutoCAD SHX Text
Barcelos
AutoCAD SHX Text
Manicoré
AutoCAD SHX Text
Apuí
AutoCAD SHX Text
Borba
AutoCAD SHX Text
Anori
AutoCAD SHX Text
Novo Airão
AutoCAD SHX Text
do Norte
AutoCAD SHX Text
Maués
AutoCAD SHX Text
Itacoatiara
AutoCAD SHX Text
Parintins
AutoCAD SHX Text
Envira
AutoCAD SHX Text
Boca do Acre
AutoCAD SHX Text
Guajará
AutoCAD SHX Text
Eirunepé
AutoCAD SHX Text
Tabatinga
AutoCAD SHX Text
Itamarati
AutoCAD SHX Text
São Paulo
AutoCAD SHX Text
Manaus
AutoCAD SHX Text
de Olivença
AutoCAD SHX Text
do Rio Negro
AutoCAD SHX Text
da Cachoeira
AutoCAD SHX Text
Nova Olinda
AutoCAD SHX Text
Estirão do Equador

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