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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS 
UNIDADE DE DIAMANTINA 
FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS FCJ 
 
 
 
ARIENNE GONÇALVES OLIVEIRA 
LARYSSA MAYNART SANTOS MELO 
SABRINA SILVA DE OLIVEIRA 
 
 
 
RESENHA CRÍTICA 
 
 
 
 
 
 
DIAMANTINA 
2023 
Tema 1: Escravidão Contemporânea “Documentário Escravos do Século XXI. Diretor: 
Bruno Barreto; E Prisioneiros Diretor: Alexandre Moratto” 
 A história do Brasil é marcada pela escravidão, quando os Portugueses aqui chegaram 
no período colonial encontraram muitas riquezas e se sentiam pertencentes desta terra. O 
período colonial deu início ao racismo, a ideia de que o branco é superior aos negros, fato este 
que fizeram com que os negros africanos fossem escravizados por 388 anos. 
 Durante este período não existiram direitos em favor dos escravos, eles viviam pela 
subsistência fornecida pelos senhores (as) da época, e por viverem como propriedade dos 
portugueses, podiam ser vendidos, castigados e punidos em caso descumprimento de regras. 
 A escravidão perdura até os dias atuais, mas de forma vedada, o trabalho escravo 
ainda faz parte da sociedade contemporânea e os filmes trazem esse apontamento. O 
documentário “Escravidão-século XXI” é sobre histórias reais de pessoas que foram submetidas 
a trabalhos em condições análogas à escravidão. O documentário traz os protagonistas dessas 
histórias, por meio de relatos pessoais e de terceiros que de forma indireta fizeram parte ou 
testemunharam o sofrimento dessas pessoas. É importante ressaltar que na maioria dos relatos 
as vítimas contam que recebiam propostas de uma vida melhor, que teriam vida digna, além de 
poder ajudar suas famílias com o trabalho, mas quando chegavam no destino final, a história 
mudava de contexto e eram submetidas a jornadas exaustivas de trabalho. Por serem pessoas 
de zona rural e com uma vida desfavorecida, era mais fácil manipular a mente dessas pessoas, 
o que fazia com que as vítimas acreditassem que existia uma dívida, o que os levava a tal 
situação de escravidão. 
 A obra nacional ‘’Os 7 prisioneiros’’ dirigido por Alexandre Moratto, retrata o quadro 
da escravidão nos tempos modernos. O protagonista Mateus, juntamente com quadro amigos 
recebem uma proposta para ir trabalhar na cidade de São Paulo, e todos aceitam a proposta por 
acreditarem na promessa de que teria condições melhores de vida, tanto para si próprios quanto 
para os familiares. Porém, ao chegarem na cidade grande, descobriram que o local de trabalho 
seria em um ferro velho e que nada do que fora prometido era verdadeiro. Os documentos foram 
confiscados, o trabalho era exaustivo, o acesso a comida e ao banho era limitado e a liberdade 
retirada e se tentassem fugir ou denunciar algum desses fatos para a polícia, sofriam castigo e 
ameaça, a família era o principal alvo dessas ameaças caso houvesse algum descumprimento 
de ordem. Além de relatar a escravidão, a obra expôs o tráfico humano, as vítimas eram 
vendidas ou trocadas para serem submetidos a condições análogas à escravidão e para fins de 
trabalho sexual. 
O documentário e filme possuem narrativas semelhantes, em ambos as vítimas 
acreditaram em uma falsa promessa o que as levava a situações precárias para subsistência, 
portanto, é possível concluir que a escravidão ainda se faz presente no Brasil, ainda existem 
pessoas que seguem as marcas deixadas pelo período colonial, desrespeitando os direitos 
humanos. 
 
Tema 2: Críticas à Modernidade Ocidental: Laranja Mecânica (1972) E 1984 (1956) E 
Admirável Mundo Novo (1998) 
 Ao estudarmos o período chamado de modernidade, ficamos diante de uma realidade 
social, cultural e econômica particulares do período em pauta. O governo político tinha uma 
organização diferente e os filmes Laranja Mecânica, 1984 e Admirável Mundo Novo são 
clássicos do cinema que retratam questões complexas relacionadas à violência humana em 
disparidade com governos considerados totalitários. 
Conforme o supracitado é necessário que haja uma compreensão no tangente ao teor 
distópico presente nas obras mencionadas, em concomitância com a modernidade e a avalanche 
de ideias oriunda deste período. É fato, que o conceito mais relevante deste momento, “está 
associado a transformações nas instituições políticas, econômicas e na vida cotidiana derivada 
de revoluções políticas e econômicas, como por exemplo a Revolução Francesa e a Revolução 
Industrial Inglesa que marcou o desenvolvimento do capitalismo” (MARTINS, 2021). Não é 
surpreendente que as mudanças em demasiado abriram margem para questionamentos 
preocupantes no tocante ao ser humano, e as possibilidades comportamentais resultantes dos 
novos recortes em que o mesmo estava inserido. 
Em Laranja Mecânica, o filme aborda a noção de controle social e manipulação de 
comportamentos representada pelo uso de técnicas psicológicas e científicas para modificar o 
comportamento de Alex, um jovem de 17 anos, e seus companheiros delinquentes. Essa parte 
do filme pode ser interpretada como uma crítica ao tratamento desumano dos empregadores aos 
seus empregados, onde a força dos trabalhadores é moldada e controlada para atender as 
expectativas dos empregadores, desconsiderando a individualidade e a autonomia dos 
trabalhadores. 
Já em 1984, um clássico de George Orwell, a sociedade é retratada em um cenário de 
supressão das liberdades individuais, com o controle das informações e a manipulação do 
pensamento pela figura de autoridade “Big Brother” . Essa opressão exercida pelo regime 
totalitário priva os cidadãos de seus direitos e os submete a condições desumanas de trabalho, 
com longas jornadas, falta de autonomia e exploração. O filme tem como foco Winston Smith, 
que presta serviços para o Ministério da Verdade e para criar um cenário em que a ideologia do 
partido receba apoio e seja inquestionável, Winston tem como função modificar notícias do 
passado. Dessa forma é abordada a manipulação de informações e a supressão do pensamento 
crítico, deixando evidente o impacto que ideais podem causar em uma sociedade. 
Em Admirável Mundo Novo, longa de 1998, é retratada uma sociedade futurista 
distópica, na qual as pessoas são criadas em laboratórios e são preparadas desde sua criação 
para desempenhar funções específicas. As pessoas são categorizadas em castas e atribuídas a 
trabalhos específicos sem a possibilidade de escolher ou mudar, o que faz com que os 
trabalhadores se tornem completamente controlados pelo sistema. O filme nos lembra da 
importância de proteger a dignidade, a liberdade e a autonomia dos trabalhadores, bem como 
promover um ambiente de trabalho justo, igualitário e inclusivo. 
Por fim, com base nas ideias contidas neste filme ao mesmo tempo que o movimento 
modernista, pode-se concluir que os conceitos presentes no modernismo permitem a exploração 
de várias facetas e estimulam a discussão instigante. Por se tratar de filmes em que a ação se 
passa em trechos distópicos, os espectadores são tocados por questões pessoais sobre o que está 
sendo apresentado no filme. É verdade que governos totalitários (retratados em dois dos três 
filmes) ampliaram o escopo de situações de conflito que hoje tendem a ignorar o que 
conhecemos como direitos humanos e, portanto, observa-se em todas as deliberações do ponto 
de vista do problema. As agendas envolvidas tratam de reconhecer o livre-arbítrio e, mais 
importante, reconhecer cenários nos quais não podemos desfrutar do livre-arbítrio 
 
Tema 3: Lutas Operárias: Germinal (1993) E Daens: um grito de justiça (1993) 
Nos filmes “Germinal” e “Daens: Um Grito de Justiça” a exploração do trabalho 
humano do século XVIII e XIX na Europa é retratada de diferentes espectros uma vez que os 
protagonistas estão em diferentes patamares da sociedade. 
Em “Germinal”, filme de 1993, é retratada a realidade de sofrimento e exploração dos 
mineiros durante a RevoluçãoIndustrial nas minas de carvão da França. O protagonista Étienne 
Lantier se junta aos mineiros e passa a ter uma visão de dentro do sistema, e assim passa a dar 
forças e incentivar a batalha por melhores condições de trabalho. O filme retrata de maneira 
dolorosa a exploração e as injustiças que os trabalhadores, inclusive crianças, eram submetidos, 
como as jornadas maçantes e os salários miseráveis que levavam as famílias à pobreza extrema 
e a total falta de esperança em ter uma vida digna. 
A principal temática de Germinal são as lutas e mobilização dos trabalhadores em busca 
dos seus direitos. O filme mostra a formação de sindicatos, as greves e as manifestações como 
forma de resistência e reivindicação. Deste ponto, surgem a luta de classes e as tensões sociais 
que emergem a partir da relação conflituosa entre os trabalhadores e os donos das minas. 
O filme pode ser interpretado por alguns até mesmo como algo difícil de se ver, uma 
vez que retrata de forma explicita cenas de estupro e mortes causadas pela precariedade das 
condições de vida das famílias. 
Já em “Daens: Um Grito de Justiça”, o protagonista é o padre belga Adolf Daens, que 
diferente de Lantier em “Germinal”, não está inserido nas fábricas, mas observa de fora e luta 
contra as injustiças sofridas pelos trabalhadores, criticando o sistema de trabalho e os abusos 
sofridos pelos operários. A história se passa na Bélgica do século XIX, também durante a 
revolução industrial, momento de profundas transformações sociais e econômicas no país. 
Adolf Daens, indignado pelo sofrimento das famílias de Aalst, passa a publicar 
manchetes no jornal de seu irmão defendendo mudanças na realidade da classe operária, que de 
imediato se simpatizam com o padre e apoiam seus ideais. Dessa forma, Daens se torna a voz 
dos oprimidos e enfrenta a elite da indústria e até mesmo da Igreja Católica para obter mudanças 
sociais. 
Um aspecto de relevância do filme é a forte representação da luta de classes entre os 
trabalhadores e a elite industrial. Daens expõe a densa desigualdade social e as injustiças que 
ela traz consigo, além de explorar os interesses econômicos que mantêm o status quo. 
O estudo de ambos os filmes se complementam vez que apresentam a realidade de quem 
vive a exploração e de quem a observa de fora. Ambos os filmes retratam as desigualdades 
sociais e econômicas da época e, considerando os interesses envolvidos nas relações de 
trabalho, é exposto como a falta de regulamentação e proteção dos direitos trabalhistas resulta 
em exploração e sofrimento para os trabalhadores. 
Embora atualmente os direitos trabalhistas existam, ainda é possível compreender que 
essa forma de poder em que o funcionário está submisso de seu cargo é algo enraizado no 
capitalismo. Entretanto, está evidente que a revolução e as lutas sociais são a premissa da 
evolução jurídica. Os movimentos sociais são os principais motivadores para que hoje as leis 
trabalhistas sejam regulamentadas e garantidas, trazendo mais dignidade e condições de vida 
para todos em geral e evidenciando a importância da solidariedade com a dor do outro, da 
mobilização e das lutas coletivas como forma de progredir sob as injustiças. 
 Tema 4: Racismo, trabalho e gênero Filmes: “ Histórias Cruzadas (2000) E Que Horas 
Ela Volta (2015)” 
O trabalho doméstico é uma indústria essencial, mas muitas vezes subestimada, que 
envolve cuidar de crianças, casas e idosos. No entanto, também é uma indústria repleta de 
exploração e abuso, principalmente contra as mulheres que constituem uma proporção 
significativa de trabalhadores domésticos. Esta resenha crítica examinará a natureza e a 
extensão da exploração do trabalhador doméstico, os impactos dessa exploração nas mulheres 
e na sociedade e as estratégias que podem ser usadas para lidar com esse problema. 
A exploração dos trabalhadores domésticos tem impactos significativos nos próprios 
trabalhadores e na sociedade em geral. Os trabalhadores domésticos muitas vezes sofrem danos 
físicos, emocionais e psicológicos devido às suas condições de trabalho. Por exemplo, eles 
podem ser submetidos a abuso físico ou assédio sexual por parte de seus empregadores. Além 
disso, as longas jornadas de trabalho e a falta de descanso podem levar à exaustão e ao 
esgotamento. Os impactos da exploração do trabalhador doméstico também se estendem além 
dos próprios trabalhadores individuais. A exploração do trabalhador doméstico perpetua a 
desigualdade de gênero e a pobreza, já que muitos desses trabalhadores são mulheres e 
migrantes que não têm acesso à educação e oportunidades de emprego. Além disso, os custos 
econômicos da exploração do trabalhador doméstico são significativos, incluindo perda de 
produtividade e despesas com saúde. 
É interessante ressaltar a priori que os filmes em questão se passam em momentos 
distintos. Situado na América da era do apartheid, este longa-metragem norte-americano segue 
a vida cotidiana de mulheres negras que trabalham como empregadas domésticas em casas de 
brancos. Por outro lado, o filme brasileiro segue uma mulher nordestina que deixa sua cidade 
natal para o sudeste do Brasil, mas acaba em São Paulo, para trabalhar como empregada 
doméstica para uma família de classe média alta. 
No filme “Que horas ela volta”, dirigido por Anna Muylaert, e lançado em 2015, 
acompanhamos o cotidiano de Val, mulher pernambucana que sai do seu estado para trabalhar 
como empregada doméstica em São Paulo. No filme, a virada ocorre quando a filha do 
protagonista, Jéssica, chega a São Paulo para fazer o vestibular. Jessica está cheia de tristeza e 
questiona repetidamente como sua mãe levava sua vida e se a família realmente valorizava sua 
mãe tanto quanto afirmavam. Inicialmente, Val não dá ouvidos à filha até que, em um ponto do 
filme, a dona Bárbara a repreende por servir bebidas em um evento com moedas de prata que 
Val distribuiu. É nesse momento que a protagonista, representada por Regina Casé, percebe que 
sua filha pode estar certa. Ao longo da trama, situações complexas como o assédio sexual do 
patrão a Jéssica, a preferência do filho do casal privilegiado por Val em termos de apoio 
psicológico e o elitismo em torno da história como um todo são trazidas à tona de forma sensível 
e muito inteligente, retrata a realidade de dezenas de famílias envolvidas no trabalho que seus 
funcionários fazem e nos empregos que abrem mão para fazê-lo funcionar. 
Já no drama de 2011, “Histórias Cruzadas” dirigido por Tate Taylor, acompanhamos 
Skeeter, uma mulher branca da classe alta do Mississippi que aspira ser uma autora reconhecida, 
volta para sua casa para entrevistar mulheres que deixaram suas vidas para trás, cuidando de 
famílias brancas além de seus filhos. O filme aclamado pela crítica, com atuações incríveis de 
Octávia Spencer e Viola Davis, mostra diversas situações pelas quais os trabalhadores passam 
ao longo do filme. Conhecida e admirada por seus dotes culinários, a personagem de Octávia é 
vítima de violência doméstica e sofre ao ver a filha fazer o que ela fez. Por outro lado, a 
personagem de Davis era uma ex-empregada doméstica da família Skeeter, e além de toda a 
humilhação que sofreu na casa onde trabalhava, era atormentada pela lembrança de perder o 
filho e não poder usar o banheiro. Na casa mandarim, além do descaso com os filhos criados. 
Em suma, pode-se argumentar que esses filmes, ainda que retratam tempos diferentes, 
trazem mensagens preocupantemente semelhantes, ao mostrarem mulheres em situação de 
desvantagem desistindo de conviver com os filhos, enfrentando a jornada de trabalho e 
cumprindo suas responsabilidades em lares privilegiados e brancos, a fim de proteger o sustento 
de suas famílias. Além de mostrar que, para as mulheres, o estresse, o preconceito e a 
discriminação tendem a ser potencializados pelo gênero. 
Concluindo, a exploração de trabalhadoras domésticas é umproblema significativo que 
afeta milhões de trabalhadores em todo o mundo, especialmente mulheres e migrantes. A 
exploração dos trabalhadores domésticos tem impactos significativos tanto nos próprios 
trabalhadores como na sociedade em geral. No entanto, existem estratégias que podem ser 
usadas para resolver esse problema, incluindo soluções legais e políticas, esforços de base e de 
defesa e abordagens colaborativas. É essencial reconhecer o valor do trabalho doméstico e 
garantir que os trabalhadores domésticos tenham acesso a condições dignas de trabalho, 
proteção legal e benefícios da seguridade social. 
 
 
 
 REFERÊNCIAS 
 
-ADMIRÁVEL Mundo Novo. Direção: Larry Williams, Leslie Libman. NBC (USA) 1998. 
Mídia. 
 
-DAENS: Um Grito de Justiça. Direção: Stijn Coninx. Mundial, 1992. Mídia. 
 
- GARAEIS, Victor Hugo. A História da Escravidão Negra no Brasil. Portal Geledés, 2012. 
Disponível em: NASCIMENTO, Heverton. Por que os africanos foram escravizados no Brasil. 
Nova Escola, 2011. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/203/por-que-os-
africanos-foram-escravizados-no-brasil 
-GERMINAL. Direção: Claudi Berri. Mundial, 29 de setembro de 1993 (França). Mídia. 
 
- G1. Mais da Metade dos Profissionais Pratica ou Tolera Assédio no Ambiente de Trabalho, 
Aponta Pesquisa. 16 de junho de 2020. Disponível em: 
https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2020/06/16/mais-da-metade-
dos-profissionais-pratica-ou-tolera-assedio-no-ambiente-de-trabalho-aponta-pesquisa.ghtml 
 
- HISTÓRIAS cruzadas. Direção: Tate Taylor. Walt Disney Studios; (2011) Mídia. 
 
 
- JIN, Hyunjoo; POTKIN, Fanny. Musk diz à Equipe do Twitter para Optar entre Jornada 
Intensa ou Demissão. Folha de São Paulo. 16 de novembro de 2022. Disponível em: 
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/11/musk-diz-a-equipe-do-twitter-para-optar-
entre-jornada-intensa-ou-demissao.shtml 
 
- LARANJA Mecânica. Direção: Stanley Kubrick. Warner Bros. (EUA) Columbia-Warner 
Distributors (RUN). 1972. Mídia. 
 
- MARTINS, Ana Lucia. O que é Modernidade? In: BODART, Cristiano das Neves. (Org.). 
Conceitos e Categorias Fundamentais do ensino de Sociologia, vol. 2. Maceió: Editora Café 
com Sociologia. pp. 59-64. 
https://novaescola.org.br/conteudo/203/por-que-os-africanos-foram-escravizados-no-brasil
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https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2020/06/16/mais-da-metade-dos-profissionais-pratica-ou-tolera-assedio-no-ambiente-de-trabalho-aponta-pesquisa.ghtml
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https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/11/musk-diz-a-equipe-do-twitter-para-optar-entre-jornada-intensa-ou-demissao.shtml
 
-MINHA Alma (A Paz que Eu Não Quero). Intérprete: O Rappa. Composição: Marcelo Yuka. 
Single de Lado B Lado A. Warner Music, Rio de Janeiro, 1999. 
 
 
- NASCIMENTO, Heverton. Por que os africanos foram escravizados no Brasil. Nova Escola, 
2011. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/203/por-que-os-africanos-foram-
escravizados-no-brasil 
 
- O TRABALHO ESCRAVO NO BRASIL (1500-1888). Justiça do Trabalho, Tribunal 
Superior do Brasil. Disponível em: https://www.tst.jus.br/memoriaviva/-
/asset_publisher/LGQDwoJD0LV2/content/ev-jt-80-02 
 
- O TRABALHO ESCRAVO NO BRASIL. Escravo, Nem Pensar! Disponível em: 
https://escravonempensar.org.br/o-trabalho-escravo-no-brasil/ 
 
- QUE horas ela volta. Direção: Anna Muylaert. Pandora Filmes (2015) Mídia 
 
-1984. Direção: Michael Radford. Atlantic Releasing (1984) (USA) (theatrical) ; Mídia. 
 
 
 
 
 
 
 
https://novaescola.org.br/conteudo/203/por-que-os-africanos-foram-escravizados-no-brasil
https://novaescola.org.br/conteudo/203/por-que-os-africanos-foram-escravizados-no-brasil
https://www.tst.jus.br/memoriaviva/-/asset_publisher/LGQDwoJD0LV2/content/ev-jt-80-02
https://www.tst.jus.br/memoriaviva/-/asset_publisher/LGQDwoJD0LV2/content/ev-jt-80-02
https://escravonempensar.org.br/o-trabalho-escravo-no-brasil/

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