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Questões resolvidas

Given the following parameters for dimensioning: hydraulic retention time, available head loss, water level above the weir crest, velocity gradient, flow rate, level, downstream level, width, and liquid phase temperature, calculate the dissipated head loss, the volume of energy dissipation, and the velocity gradient. Determine if the velocity gradient is satisfactory for rapid mixing. Consider the following data: hydraulic retention time is not significant; available head loss is above 0.1 m (not recommended to exceed 3.0); water level above the weir crest is less than 0.5; velocity gradient is between 300 and 1,000 s-1; flow rate is 7.5 m³/s; level is 119.250; downstream level is 119.200; width is 4.5 m; liquid phase temperature is 20°C. Use a Creager weir type to determine the water level above the weir crest.
Calculate the dissipated head loss
Calculate the volume of energy dissipation
Calculate the velocity gradient
Determine if the velocity gradient is satisfactory for rapid mixing

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Questões resolvidas

Given the following parameters for dimensioning: hydraulic retention time, available head loss, water level above the weir crest, velocity gradient, flow rate, level, downstream level, width, and liquid phase temperature, calculate the dissipated head loss, the volume of energy dissipation, and the velocity gradient. Determine if the velocity gradient is satisfactory for rapid mixing. Consider the following data: hydraulic retention time is not significant; available head loss is above 0.1 m (not recommended to exceed 3.0); water level above the weir crest is less than 0.5; velocity gradient is between 300 and 1,000 s-1; flow rate is 7.5 m³/s; level is 119.250; downstream level is 119.200; width is 4.5 m; liquid phase temperature is 20°C. Use a Creager weir type to determine the water level above the weir crest.
Calculate the dissipated head loss
Calculate the volume of energy dissipation
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Determine if the velocity gradient is satisfactory for rapid mixing

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Universidade Estadual da Paraíba –UEPB 
Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental –DESA 
Disciplina de Projetos de estações de tratamento de aguas e efluentes 
Prof. Whelton Brito 
Discentes: 
Amanda Ferreira Alves 
Lívia Chagas de Andrade Santos 
Marcos Vinicius Gonçalves da Silva 
 
 
Capitulo 2 – Coagulação 
 
Exercício 2.3- Ressalto hidráulico em canais de declividade variável 
São dados como parâmetros de cálculo para o dimensionamento 
- Tempo detenção hidráulica: não significativo 
- Desnível geométrico: 0,5 a 1,0 m 
-Gradiente de velocidade: entre 300 e 1.000s-1 
-Vazão :100 L/s 
-Cota: 200,000 
-Temperatura fase liquida 18°C 
 
 Determinação da cota de escoamento fluvial: 
Seleciona uma cota impondo-se diferença de nível em ambos os canais de agua 
bruta e canal de escoamento pluvial. Em seguida verifica-se as condições do ressalto 
hidráulico. Adota-se um desnível igual a 0,8 m, ou seja, o fundo canal deverá estar 
199,200. 
 Comprimento do canal com escoamento torrencial: 
Adota-se de maneira que seja possível estabelecer sua profundidade uniforme. 
Adoremos um canal com profundidade igual a 4,0 m 
 Seleção da largura do canal: 
Sua velocidade deve ser compatível com seu material de revestimento, recomenda-
se que o valor não seja maior que 5,0 m/s. Vamos adotar 0,6 m. 
 Determinação da profundida critica (Ycr) 
𝑌𝑐𝑟 = (
𝑄²
𝐵2. 𝑔
)
1
3 (1) 
𝑌𝑐𝑟 = (
𝑄²
𝐵2. 𝑔
)
1
3 = (
0,1²
0,6². 9,81
)
1
3 ≅ 0,141 𝑚 (2) 
hcr= profundidade critica em m 
B= largura de canal retangular em m 
Q= vazão em m³/s 
 Profundidade normal do canal de escoamento torrencial 
𝑄 =
1
𝑛
𝐴. 𝑅
ℎ
2
3. 𝑖
1
2 (3) 
𝐴 = 𝐵. 𝑦1 (4) 
𝑅ℎ =
𝐵. 𝑦1
(𝐵 + 2. 𝑦1)
 (5) 
y1=Profundidade da lâmina em m 
A= área de escoamento em m² 
Rh= raio hidráulico em m 
N= coeficiente de Manning 
I= declividade do canal 
A área de escoamento e raio hidráulico são função da profundidade y1, e 
substituindo nas equações pode-se efetuar seu cálculo por processos iterativos ou 
utilizando-se o Solver®. A solução da equação 2 permite a obtenção de um valor 
de y igual: 
𝑦1≅0,042 𝑚 
Como a profundidade y1 é menor que a profundidade critica ycr , tem-se que o 
escoamento é torrencial e , mediante o controle das condições de escoamento de 
jusante, pode-se garantir que o ressalto hidráulico formado ocorra entre a transição 
do canal de declividade forte e o canal de fundo plano . 
 Cálculo da velocidade e número de Froude associados e y1: 
𝑉1 =
𝑄
𝐴
=
𝑄
𝑦1. 𝐵
=
0,1
𝑚
𝑠
0,043 𝑚 . 0,6 𝑚
≅ 3,87
𝑚
𝑠
 (6) 
𝐹𝑟 =
𝑉1
√𝑔. 𝑦1
=
3,87
√9,81
𝑚
𝑠2
. 0,043 𝑚
≅ 5,95 (7) 
 Cálculo da profundidade conjugada y2 e velocidade V2: 
𝑦2 =
𝑦1
−2
. [√1 + 8 . 𝐹𝑟2, −1] =
0,043 𝑚
2
. [√1 + 8.5,952 − 1] ≅ 0,342𝑚 (8) 
Velocidade: 
∆𝐻 =
(𝑦2 − 𝑦3)
3
4. 𝑦2. 𝑦1
=
(0,342 − 0,043)3
4.0,342.0,043
≅ 0,452 𝑚 (9) 
y1 e y2 = profundidades conjugadas do ressalto hidráulico em m 
∆𝐻 = perda de carga no ressalto hidráulico em mca 
 Velocidade média e tempo de detenção do ressalto hidráulico 
Comprimento ressalto hidráulico: 
𝐿𝑟 = 6 (𝑦2. 𝑦1) = 6 (0,342 − 0,043) ≅ 1,79 𝑚 (10) 
Velocidade média do escoamento no ressalto hidráulico: 
𝑉𝑚 =
(𝑉1 − 𝑉2)
2
=
(3,87 + 0,49) 
2
≅ 2,18
𝑚
𝑠
 (11) 
 
Tempo detenção hidráulico médio no ressalto hidráulico: 
𝜃 =
𝐿𝑚
𝑉𝑚
=
1,79 𝑚
2,18 𝑚/𝑠
≅ 0,82 𝑠 (12) 
 Gradiente de velocidade no ressalto hidráulico: 
𝐺 = √
𝑦. ∆𝐻
𝜇 . 𝜃
= √
998,2
𝑘𝑔
𝑚3
. 9,81
𝑚
𝑠2
. 0,452𝑚
1,053. 10−3𝑁.
𝑠
𝑚2
. 0,82𝑠 
≅ 2.260𝑠−1 (13) 
 Verificação das condições de escoamento de jusante: 
Pode-se prever um vertedor com 0,6 m de largura situado a jusante do ressalto 
hidráulico, e, para uma vazão igual a 100 L/s , tem –se que lâmina d’água : 
ℎ = (
𝑄
1,838. 𝑏
)
2
3 (14) 
ℎ = (
0,10/2
1,838. 𝑏
)
2
3 ≅ 0,202 
 
 
Exercício 2.4- Vertedores Retangulares e variantes 
São dados como parâmetros de cálculo para o dimensionamento 
- Tempo detenção hidráulica: não significativo 
- Perda de carga disponível: acima de 0,1 m (recomendável não superior a 3,0) 
-Lâmina d’água acima da crista do vertedor: inferior a 0,5 
-Gradiente de velocidade: entre 300 e 1.000s-1 
-Vazão :7,5 m³/s 
-Cota: 119,250 
-Cota a jusante: 119,200 
-Largura :4,5 m 
-Temperatura fase liquida 20°C 
 Determinação da perda de carga dissipada pelo escoamento: 
 
 
𝐻𝑎 = 𝐻𝑏 + ∆𝐻𝑎,𝑏 
𝑧𝑎 +
𝑉𝑎
2
2. 𝑔
+
𝑃𝑎
𝜌. 𝑔
= 𝑧𝑏 +
𝑉𝑏
2
2. 𝑔
+
𝑃𝑏
𝜌. 𝑔
+ ∆𝐻𝑎,𝑏 
Desprezando os termos cinéticos: 
 
∆𝐻𝑎,𝑏 = 𝑧𝑎 − 𝑧𝑏 
Altura da lâmina d’água sobre a crista de um vertedor do tipo Creager: 
ℎ = (
𝑄
2,2 . 𝑏
)
2
3 
ℎ = (
7,5
2,2 .4,5
)
2
3 ≅ 0,831 𝑚 
Cota de nível d’água a montante do vertedor do tipo Creager deve ser igual a 199,250 
mais 0,831 m que totaliza 200,081. Logo a perda de carga: 
∆𝐻𝑎,𝑏 = 𝑧𝑎 − 𝑧𝑏=200,81 − 199,250 ≅ 0,881𝑚 
 Volume de dissipação de energia: 
Vamos adotar um fator de proporcionalidade β igual a 2. 
𝑉 = 𝐿𝑣 . ℎ𝑐.𝛽. ∆𝑧𝑚𝑗 = 4,5 . 0,831 .2.0,881 ≅ 6,59 𝑚³ 
 Gradiente de Velocidade: 
𝐺 = √
𝑦. 𝑄. ∆𝐻
𝜇 . 𝑉𝑜𝑙
= √
998,2. 9,81 .7,5 . 0,881
1,002. 10−3 . 6,59 
≅ 3.103 𝑠−1 
A mistura rápida deve ocorre de maneira satisfatório, uma vez que gradiente de 
velocidade estimado é maior que 1.000𝑠−1.

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