Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Classificação das formas farmacêuticas 
sólidas
Relembrando: O que é Forma farmacêutica?
Classificação das formas farmacêuticas
Es
ta
d
o
 f
ís
ic
o • Sólido
• Semi-
sólido
• Líquido
• Gasoso
G
ra
u
 d
e 
d
is
p
er
sã
o • Solução
• Suspensão
• Emulsão
V
ia
 d
e 
ad
m
in
is
tr
aç
ão • Oral
• Bucal
• Nasal
• Parenteral
• Retal
• Vaginal
Fatores que influenciam na escolha da forma 
farmacêutica
Via de 
administração
• Enteral
• Parenteral
Velocidade de 
ação
• Imediata
• Retardada
• Prolongada
Tipo de 
paciente
• Adulto
• Pediátrico
Quanto à forma física:
Só
lid
a
• Cápsula
• Comprimidos,
• Drágeas, Pílulas
• Implantes,
• Óvulos, Supositórios
• Papéis, Pérolas, Hóstias,
• Pós.
Fatores que interferem na biodisponibilidade do fármaco –
Relação com a forma farmacêutica sólida
Desintegração da forma
Liberação do fármaco
Dissolução do fármaco
Absorção
Fase 
farmacêutica
Fase 
farmacocinética
Pós
• Mistura de fármacos e/ou
substâncias químicas finamente
divididas e na forma seca.
• Os pós para uso externo devem ter
partículas uniformes, não irritar a
pele e ser macios.
• Os pós de uso interno também
devem ter partículas uniformes,
para garantir a biodisponibilidade.
• Os pós também são utilizados na
produção de cápsulas e
comprimidos
Passos para 
manipulação 
de pós
Redução do tamanho da 
partícula
• Garante a biodisponibilidade do 
fármaco
Mistura
• Garante a obtenção de FF 
homogênea
Redução do 
tamanho da 
partícula
Trituração com auxílio 
de gral e pistilo
Tamisação
Mistura
Espatulação: método utilizado em substâncias que
não devem ser trituradas, em razão da
incompatibilidade física.
Trituração: utilizada tanto para diminuição de
partículas quanto para mistura. A trituração de várias
substâncias inicia-se pelas de menor quantidade.
Tombamento: mistura de pós em vidros, garrafas de
plástico ou sacos plásticos de polietileno limpos.
Tamisação: passagem dos pós pelo tamis.
Mistura em tambores giratórios: utilização de
misturadores de pós, como o misturador em V, ideais
para grande quantidade de pós.
Pó para reidratação oral
Grânulos
• Forma farmacêutica sólida 
contendo uma dose única de 
um ou mais princípios ativos, 
com ou sem excipientes.
• Consiste de agregados sólidos 
e secos de volumes uniformes 
de partículas de pó resistentes 
ao manuseio
• Obtidos por via úmida e via 
seca
Obtenção de grânulos por via úmida
• Molhar o pó ou a mistura de
pós
• Passar a massa úmida
resultante através de uma
malha para produzir grânulos
do tamanho desejado.
• Os grânulos devem ser
colocados sobre bandejas de
secagem e secos pelo ar ou sob
aquecimento
Obtenção de grânulos por via seca
• O pó seco passa por um rolo compactador e,
então, por um equipamento de granulação
• O rolo compressor processa um pó em lâminas
densas, por meio de passagem forçada entre dois
rolos metálicos rotatórios mecânicos
• A superfície dos rolos pode ser lisa ou apresentar
endentações - formas e texturas diferentes.
• O pó compactado é granulado em partículas de
tamanho uniforme
Razões para a 
granulação
• Para prevenir a
segregação dos
constituintes da mistura
de pós
• Para melhorar as
propriedades de fluxo da
mistura
• Para melhorar as
características de
compactação da mistura
Comprimidos
• Preparações sólidas, cada uma
contendo uma dose única de uma
ou mais substâncias ativas.
• Obtidos por compressão
• Os comprimidos são destinados à
administração oral, também são
destinados à administração
sublingual, bucal ou vaginal.
• São deglutidos inteiros, outros
após serem mastigados, outros
são dissolvidos ou dispersos em
água
Comprimidos
• Podem variar em tamanho, 
forma, peso, dureza, 
espessura, características de 
desintegração e em outros 
aspectos, dependendo do 
uso a que se destinam e do 
método de fabricação.
• Ação sistêmica e local
• Deve incluir a dose correta de fármaco
• A aparência deve ser elegante e sua massa, tamanho e aparência devem ser 
consistentes
• O fármaco deve ser liberado de forma controlada e reprodutível
• Deve ser biocompatível
• Deve ter força mecânica para suportar fratura e erosão
• Deve ser química, física e microbiologicamente estável 
• Deve ser formulado em um produto aceitável ao paciente
• Deve ser embalado de forma segura
A
tr
ib
u
to
s 
d
e 
q
u
al
id
ad
e 
p
ar
a 
co
m
p
ri
m
id
o
s
Produção de comprimidos
Problemas técnicos na compressão dos pós
• Alta variação de massa e dose dos 
comprimidos;
• Baixa força mecânica dos comprimidos;
• Capeamento e laminação dos 
comprimidos;
• Adesão ou apegamento do material em 
pó às pontas dos punções;
• Alta fricção durante a ejeção do 
comprimido.
Propriedades desejadas no pó para garantir uma boa 
compressão
• Homogeneidade e 
tendência à 
segregação;
• Escoabilidade;
• Propriedades de 
compressão e 
compactabilidade;
• Propriedades de 
fricção e adesão
Tipos de 
comprimidos
• Não revestidos:
Camada única
Múltiplas camadas
• Revestidos:
Gastro-solúvel
Gastro-resistente ou entérico
Drágea (açúcar)
Cápsulas
• As substâncias ativas e/ou 
inertes são encerradas em um 
pequeno invólucro de 
gelatina.
• Esses invólucros podem ser 
duros ou moles, dependendo 
de sua composição
Cápsula dura
• As cápsulas duras são 
formadas por duas 
porções arredondadas 
nos extremos: corpo, 
porção longa e mais 
estreita; e tampa, 
porção curta e mais 
larga
• Geralmente é feita de 
gelatina
Cápsula mole
• Constituídas de gelatina à qual a 
glicerina ou um álcool como o 
sorbitol é adicionado. 
• Apresentam mais umidade do 
que as de gelatina dura
• Usadas para encapsular líquidos, 
suspensões, materiais pastosos, 
pós secos e até mesmo 
comprimidos pré-formados. 
• São bem apresentáveis do ponto 
de vista farmacêutico e 
facilmente engolidas.
Vantagens x Desvantagens
• Vantagens
oAdministração de fármacos nauseosos/ 
desagradáveis 
oLiberação rápida após da ingestão
oFácil deglutição do que os comprimidos
oPossibilidade de desenvolvimento de 
Liberação Controlada
• Desvantagens
oFácil abertura →adulteração; efeito seja 
alterado
oPossibilidade de aderência no esôfago
Sobre tamanho e capacidade das cápsulas
de gelatina
Pastilha
• Utilizadas para dissolução ou 
desintegração lenta na boca, com 
um ou mais princípios ativos, de 
sabor doce, preparadas por 
moldagem ou compressão
• Preparadas sob altas 
temperaturas, e, por isso, deve-
se ter atenção à estabilidade 
físico -química do fármaco a ser 
incorporado
Pastilha
• Dura: preparadas a partir de um 
xarope de sacarose com outros 
carboidratos e devem ter um 
teor de umidade de 0,5% a 1,5%. 
Sua preparação consiste na 
evaporação da água sob altas 
temperaturas, que devem ser 
controladas e seguir as 
especificações do xarope
• Mole: Chocolate, PEG e gelatina 
glicerinada
Supositório
• Utilizado nos orifícios: retal, 
vaginal ou uretral, com 
tamanho e formato 
variados. 
• Essas formas se dissolvem 
com a temperatura do corpo
Óvulo
• Formas farmacêuticas de 
dose única, na maioria das 
vezes, de forma ovoide, 
utilizadas para introdução 
no orifício vaginal
Bibliografia
Avaliação da aprendizagem
Avaliação da aprendizagem
Avaliação da aprendizagem
	Slide 1: Classificação das formas farmacêuticas sólidas
	Slide 2: Relembrando: O que é Forma farmacêutica?
	Slide 3: Classificação das formas farmacêuticas
	Slide 4: Fatores que influenciam na escolha da forma farmacêutica
	Slide 5: Quanto à forma física:
	Slide 6: Fatores que interferem na biodisponibilidade do fármaco – Relação com a forma farmacêutica sólida
	Slide 7: Pós
	Slide 8: Passos para manipulação de pós
	Slide 9: Redução do tamanho da partícula
	Slide 10: Mistura
	Slide 11: Pó para reidratação oral
	Slide 12: Grânulos
	Slide 13
	Slide 14: Obtenção de grânulos por via úmida
	Slide 15: Obtenção de grânulos por via seca
	Slide 16: Razões para a granulação
	Slide 17: Comprimidos
	Slide 18: Comprimidos
	Slide 19
	Slide 20: Produção de comprimidosSlide 21: Problemas técnicos na compressão dos pós
	Slide 22: Propriedades desejadas no pó para garantir uma boa compressão
	Slide 23: Tipos de comprimidos
	Slide 24: Cápsulas
	Slide 25: Cápsula dura
	Slide 26: Cápsula mole
	Slide 27: Vantagens x Desvantagens
	Slide 28: Sobre tamanho e capacidade das cápsulas de gelatina
	Slide 29: Pastilha
	Slide 30: Pastilha
	Slide 31: Supositório
	Slide 32: Óvulo
	Slide 33: Bibliografia
	Slide 34: Avaliação da aprendizagem
	Slide 35: Avaliação da aprendizagem
	Slide 36: Avaliação da aprendizagem

Mais conteúdos dessa disciplina