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sbv pediátrico: 
Importante ressaltar que a população 
pediátrica possui várias “faixas etárias” e isso 
deve ser levado em consideração na hora de 
realizar o suporte básico de vida. 
» Bebê: <1 ano, excluindo RN; 
» Crianças: >1 ano até início da 
puberdade (meninas leva em 
consideração a TELARCA, já os 
meninos o surgimento de PELOS 
AXILARES); 
» Após a puberdade: adulto. 
Em crianças a maioria dos casos é devido a 
situações respiratórias. 
PASSO A PASSO: 
 Avalia a segurança da cena; 
 Avalia a responsividade: bebê bate no 
pé e os outros segura no ombro e 
chama -> se irresponsivo chama por 
ajuda; 
 Avalia pulso e respiração: <1ano é 
pulso braquial; >1ano é pulso 
carotídeo/femoral -> até 10segundos. 
Se a criança tem pulso, mas não respira: 
parada respiratória -> 20/30 ventilações/min, 
chega pulso a cada 2min. 
Se o paciente não tem pulso ou FC<60 e não 
respira: parada cardiorrespiratória -> C-A-B 
– 30compressões/2ventilações (1socorrista) 
ou 15compressões/2ventilações (2 
socorristas). 
Se você continua sozinho, só pode se afastar 
para pedir ajuda/DEA depois de 2min. 
» Se ritmo chocável: choque + RCP em 
seguida por 2min + avalia de novo o 
ritmo; 
» Se ritmo não chocável: RCP 2 min + 
checagem de ritmo. 
No DEA existe as pás pediátricas usadas para 
crianças com até 8 anos -> se não tiver pás 
pediátrica da para mexer na “chave” que ele 
muda para avaliação pediátrica. 
Sinais de má perfusão: extremidades frias, 
cianose, pulso fino e rápido, alteração de 
estado mental. 
TÉCNICA: 
» Para <1ano: técnica dos 2 dedos ou 2 
polegares (melhor). 
1/3 inferior do esterno -> profundidade de +/- 
4cm.

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