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Fluido terapia e desidratação Objetivo O objetivo da fluido terapia é saber qual a porcentagem de desidratação do paciente. Como calcula a fluido terapia do paciete E qual a vida de administração da fluido Aspectos fisiológicos: 60% do líquido corporal da nossa paciente é agua e se esse paciente tiver uma perda de volume grande não tem um funcionamento correto, e se tem uma perda importante precisa ser monitorada com alguns parâmetros Na geriatria tem menor porcentagem de água corporal. E os neonatos possuem maior porcentagem de agua corporal (70% - 80% total) Filhotes possuem 60 -80% e os adultos 60% do peso corporal adulto Líquido intracelular: 40% do peso corporal (2/3) Líquido extracelular: 20% do peso corporal (1/3), 15% é interstício e 5% plasma (intravascular) o O mais importante para entender disso é que 1 organismos tem 60% de agua o Se o animal está com vomito e diarreia, ele tem 5% de desidratação Quando tem o equilíbrio hídrico natural, se tem perdas involuntárias Os pacientes não fazem muita liberação de perda de calor através de glândulas, não se ver cachorro suando. As perdas insensíveis são muito pela respiração (22ml/kg/dia) Já as sensíveis são pela urina e fezes (40ml/kg/dia). É importante saber que o paciente já tem a perde naturalmente por perdas sensíveis ou insensíveis e sem vim a ficar doente a perda é maior O objetivo da hidratação é restaurar o volume e a composição de líquidos corporais, fazendo ajustes dos distúrbios eletrolíticos, equilíbrio ácido-base O tratamento de suporte ele não engloba so a hidratação. A hidratação corrigi os distúrbios eletrólito, e vai se iniciar fazendo um diagnóstico e tratando a doença de causa base EX: diarreia de origem bacteriana e precisa entrar usando um antibiótico, precisa além de restaurar o volume e composição do liquido corporal, entrar com antibioticoterapia Ter cuidado com o manejo do paciente doente, na cirurgia por ex o animal precisa se manter no transoperatório na hidratação e entra om fármacos e o paciente não tem volume e pode agravar o caso Categorias: Manutenção, Reposição e Emergencial Essas categorias são de quando se faz uma reposição de um cálculo, não se pega o volume inicial e coloca como 24h, precisa avaliar a reposição. Ex: pega um paciente hoje pra avaliar o nível de desidratação dele é preciso fazer um calculo de reposição, ai dar o volume que o paciente precisa chegar no nível de hidratação. Mais se o animal ta com vomito vai continuar vomitando e perdendo, e por isso calcula a manutenção Quando faz a reposição, as vezes o volume é muito grande e se continuar dando esse volume pro paciente durante 24 – 36h esse paciente encharca, ele acaba tendo excesso de volume, e por isso é calculado em categorias A categoria emergencial é a do paciente que chegou com um nível de desidratação que nem a pressão arterial dele tem. Ou seja, é feito um cálculo simples de manutenção desse paciente que está em choque que não tem nem a pressão arterial? Não é feito É indicado para hemorragias que são controladas Hipovolemia é o menor volume de fluidos no sistema vascular com ou sem depressão de fluido corporal total Quando tem uma perda de volume grande seja ela por desidratação ou até por hemorragias, é preciso repor esse volume Líquido corporal Equilíbrio hídrico na saúde Indicação para fluido terapia Fluidoterapia A desidratação é o que avaliamos sendo a perda de água no meio intravascular e intersticial A terapia de liquido é em 3 fases: reanimação. Reidratação e manutenção Quando for calcular sempre vai fazer a terapia em 3 fases A fase de distribuição ou reidratação é aquela em que o líquido se desloca para o meio intravascular e se equilibra no meio intracelular Gatos: 20 – 50 mL/kg/dia − Fórmula: 80 x peso corporal (kg) 0.75 − Regra geral: 2- 3 mL/kg/hr Cães: 20 – 60 mL/kg/dia − Fórmula: 132 x peso corporal (kg)0,72 − Regra geral: 2 – 6 mL/kg/hr O estado clínico do paciente É avaliado se o paciente tem um desequilíbrio hídrico e eletrolítico, e isso é avaliado dosando no exame de sangue Chega um paciente com exame físico não é possível afirmar que ele tem um desequilíbrio eletrolítico. A gente avalia o desequilíbrio hídrico avaliando exame físico na desidratação. Distúrbio eletrolítico so é avaliado fazendo exame de sangue So tem como saber se o paciente tem desequilíbrio eletrolítico se dosar Clinicamente é reconhecida por diminuição da elasticidade da pele (turgor da pele), mucosas ressecadas (TPC é avaliado) e sem brilho, posição mais aprofundada dos olhos nas órbitas (enoftalmia) e perda significante do peso corporal É importante pesar o animal 2x ao dia pra ajustar a fluidoterapia Classificada em função da osmolaridade do líquido corporal remanescente como hipotônico, isotônico e hipertônico Tipos de Desidratação HIPERTONICA: Paciente perde água com redução das perdas de eletrólitos. Exercícios intensos, diabetes, paciente poliúrico perde eletrólitos juntos. E só sabe se perdeu com exame de sangue ISOTONICA: Perda de água e sais na mesma proporção, que é o que encontramos na rotina como: vômitos, diarreias e anorexia HIPOTONICA: Perda superior de eletrólitos em relação à água. Excesso de diuréticos ou insuficiência adrenocortical Avaliação da Desidratação Anamnese: é quando a gente consegue tirar do tutor tudo que precisamos de informação, e isso cabe a gente conseguir porque os tutores não chegam falando tudo que queremos saber. Na conversa é importante perguntar sobre - Comportamento, vômito, diarreia, micção e ingestão de água Avaliação clínica: − Apatia − Turgor cutâneo, afundamento dos olhos, ressecamento das mucosas e o TPC, taquicardia − Obesos X Emaciados − Clinicamente perceptível acima de 5% o Essa porcentagem da desidratação é a base do nosso cálculo. Avaliação laboratorial: − VG e PT: O VG sobe quando o animal estar desidratado porque fica mais concentrado − Urinálise: é analisado coloração, odor o Se o animal chega com uma densidade urinaria de 1,010 (baixo) e ele ta desidratado, tem que desconfiar de doença. E se o animal chega com uma densidade urinaria muito alta ele está urinando pouco e concentrando muito o Se o paciente no consultório urina branco é pra desconfiar de algo, mas se ele urina bem concentrado e cheiro forte é pra repor − Confirmatório da avaliação clínica Fluidoterapia de manutenção Desidratação Ex: interna o paciente e faz o cálculo, so que o hematócrito caiu muito, ele entrou com 30 e agora esta em 20, será se errou? Não, o que acontece é que estar repondo volume do paciente e dilui o sangue dele Azotemia = aumento de ureia e creatinina na corrente sanguínea Paciente que tem sangue viscoso, ele tem aumento de ureia e creatinina porque ele está desidratado. Se internou o paciente e ele não melhorou a azotemia e se sabe que calculou certo, o que pode estar acontecendo é que esse paciente tem uma disfunção renal Qual tipo de fluido utilizar? Por qual via administrar esse fluido? Qual quantidade de fluido deve ser administrada? Quando interromper a fluidoterapia? 1) % de desidratação 2) Corrigir desidratação 3) Necessidade de manutenção 4) Perdas contínuas Grau de desidratação (%) x peso (kg) x 10 = quantidade (ml) Exemplo 1: Cão de 10kg e com 8% de desidratação Volume de reposição (mL): 8% x 10kg x 10 Volume de reposição (ml) = 800 dividi por 6hr = 133,33hr (REIDRATAÇÃO) 133,33 dividi por 10 (que é o peso) = 13 kg/hr Faz a divisão de 4 a 6 horas = normalmente fazer em 6horas porque não conhecemos o paciente Perdas contínuas: Esses valores acima (tabela 1) são adicionados no cálculo de manutenção. O cálculo de manutenção é feito na regra eai o paciente não para de vomitar, será se esse cálculo vai ser suficiente pra manter ele hidratado pro 24h? Provavelmente não porque o paciente está perdendo mais So que usar por episódio do muito trabalho e ai outros autores colocaram que podem ser usado os valores da tabela 2 1) Cálculo de fluidoterapia = Peso x % desidatraçaõ x 10 2) MANUTENÇÃO: 20 – 60 ml/kg/dia – cao MANUTENÇÃO: 20 – 50 ml/Kg/ dia – gato CÁLCULO DE FLUIDOTERAPIA O de manutenção já é pré-determinado e é amplo de 20 – 60 mL/Kg/dia. No segundo coloca na fórmula de 20 ou 60 e multiplica pelo peso do animal. Esse valor de 20 a 60 tem que ser avaliado como o animal estar pra escolher CÁLCULO DE GOTEJAMENTO Macrogotas 1 mL = 20 gotas Microgotas 60 gotas O equipo escolhido varia pelo paciente. Paciente com peso ate 10kg usa microgotas, pacientes com peso acima de 10kg usa o macrogotas. No cálculo abaixo já esta iniciando com o volume que precisa. Os 60 é = minuto Esse calculo é o volume que precisa de manutenção do paciente de 20kg, onde a velocidade vai ser 5 gotas em 15s Elaboração de um protocolo Reposição de Fluidoterapia Repor em de 4 – 6 horas Administrar nas horas restantes Vômito 2,5 mL/Kg/ episodio Diarreia 5mL/Kg/episodio Vômito 40 mL/Kg Diarreia 50mL/Kg Ambos: 60mL/Kg Aula 06/03/2023 O que se tem na bomba de infusão é o que tem por hora. Quando não tem a bomba o paciente precisa ser monitorado ORAL: − Mais fisiologica − Preparações calóricas − Contraindicados em pacientes inconscientes ou com võmito/intubação − A via oral é dada em paciente que urinou no consultório bem concentrado e não com vomito Precisamos ensinar o tutor a dar água: Limpeza da água = trocar a água dos potes pelo menos 1x ao dia. O gato beber água por oportunidade SUBCUTÂNEA: Paciente chega em choque e não consegue canular e nem a intravenosa, ai se faz subcutânea − Contraindicada em desidratações significativas ou no choque − Correções de desidratações leves − Manutenções em doenças crônicas − Volumes variados de acordo com o animal INTRAVENOSA Cânular é fazer o cateter na veia. So pode cânula se fizer a tricotomia (raspar o pelo) para não dar o abcesso, se o tutor não quiser tem que assinar um termo Precisão e velocidade Cuidados com o cateterismo do vaso – Antissepsia – Bandagens e limpeza diária Seleção do vaso – Calibre, trombose e estenoses, hemólise, etc Clara SRD - 30kg Desidratação = 8% e vomito - Precisa saber nesse cálculo o volume de cada etapa e a velocidade de infusão Regra geral: Gato: 2 – 3 ml/kg/hr Cão: 2 – 6 ml/kg/hr Bomba de infusão Vias de administração de líquidos Dissecção da veia – Condições de choque ou impossibilidade de canular o vaso INTRA – ÓSSEA pacientes muito jovens ou cujas veias colapsaram. Muito comum me jovens neonatos Fêmur, tíbia e úmero = ossos longos Mesmos líquidos da via intravenosa Qual vai utilizar? 1 – Paciente ta em casa com uma leve diarreia e não esta vomitando, so que consegue estimular a via oral, e muitas vezes é usado agua de coco pra estimular essas via. A agua de coco é rica em glicose, eletrólitos 2 – não usar glicose via subcutâneo. EX: paciente ta recebendo reposição de glicose via Ive o cachorro mexe o braço e sai do acesso e você não ver e quando volta o braço estar edemaciado. O que aconteceu? Continuou descendo o soro, a veia estourou, extravasou pro SC todo liquido, e se fluido ta rica em glicose vai causar uma inflamação no subcutâneo podendo causar também necrose no membro. Se for usar glicose no IV tem que ficar monitorando porque tem chance de perde o acesso/veia estourar e ir parar no subcutâneo. Na via SC não é para suplementar, apenas fornecer soro isotônico 4 – A central é o cateter intravenoso central que é colocado na jugular. Geralmente são pacientes de UTI CRISTALOIDES X COLOIDES Capacidade de penetrar nos compartimentos orgânicos (20 a 30 minutos após a infusão = rápidos) Efetivos na expansão plasmática Baixo peso molecular contêm solutos eletrolíticos e não eletrolíticos soluções: manutenção, reposição, hipertônicas e de glicose em água É dividido em: 1) Soluções de manutenção 2) Soluções de reposição: a. NaCl 0,9% = Solução fisiológica. Aacidificadora e com ph de 5 b. Glicofisiologico (glicose a 5% e NaCl 0,9%) Acidificantes e com ph de 4 Ringer simples Levemente acidificante com pH de 5,5 e possui K e Ca (potássio e cálcio) Ringer com lactato Mais próximo do pH orgânico (6,5) e possui lactato, K e Ca É o tipo de fluido escolhido para pacientes que tende a fazer acidose metabólica, pois é o que mais chega ao PH fisiológico orgânico do paciente Doenças que podem causar acidose: diarreia porque perde eletrólitos, diabetes e doença renal que perde bicabornato 3) Outras soluções: Soluções que são utilizadas em momentos específicos, sem apresentarem características de manutenção ou reposição − Glicose a 5%/50% − Gluconato de Cálcio − Manitol a 20% = diurético − Cloreto de potássio − Bicabornato de sódio − Vitaminas do complexo B CLASSIFICAÇÃO QUANTO A OSMOLARIDADE: 290 mOsm/L Hipotônica: menor osmolalidade que o LEC à Nacl 0,45%; Dextrose Solução oral caseira (“Soro caseiro) – via oral Água de coco – via ora Tipos de fluidos Isotônica: osmolalidade igual ao LEC à Nacl 0,9%/RLS Hipertônica: osmolalidade maior que o LEC à NacL 7,5% DEXTROSE 5% 1g glicose à 0,6ml de água Não possui eletrólitos (hipotônica) Indicações: Manutenção quando suplementa potássio; Para pacientes com retenção de sódio (ICC/hepatopatia) Contra-indicação: terapia de reposição; aplicação subcutânea; animais desidratados RINGER LACTATO DE SÓDIO Isotônica Composição semelhante ao plasma indicação: Acidose metabólica; reposição volêmica Contra-indicação: Não administrar junto com hemoderivados – precipitação de cálcio com o anticoagulante – hipercalcemia SOLUÇOES SALINA ISOTÔNICA Contém cloro, sódio e água. Não é balanceada e é acidificante Indicações: hipoadrenocorticismo; alcalose metabólica; hipercalcemia Contraindicação: acidose metabólica SOLUÇOES SALINA HIPERTONICA EXPANSÃO VOLÊMICA RÁPIDA à 2/3 DE SALINA E 1/3 DE CLORETO DE SÓDIO 20% HIPOTENSOS: − Aumenta a contratilidade do miocárdio − débito cardíaco − débito urinário − perfusão mesentérica e coronária − efeitos em 15 a 60 minutos Não usar: desidratados; hemorragias não controladas; hipernatremia; hipotérmicos Indicado: hemorragia controlada; queimaduras; hipovolemia; choque Em animais com choque hipovolêmico hemorrágico como reanimação de baixo volume e ação rápida. As doses de choque de solução salinam hipertônica são 4–5 ml/kg (cães) e 2–4 ml/kg (gatos) Expansores plasmáticos Corrigir hipovolemia/choque Manutenção da pressão intravascular/pressão oncótica (hipoalbuminemia grave) Alto peso molecular: Elevação da pressão plasmática Maior quantidade de solução administrada permanece no plasma Menor risco de edema (em pacientes com endotélio íntegro) Exemplos: − Sangue total ou plasma − Dextranos − Polímeros de Gelatina − Hemoglobina livre = Oxyglobin® HIPOCALEMIA Potássio normal: 3,5 a 5,5 mEq/L (cães e gatos) Causas: − Perdas gastrointestinais (diarreia, vômito; enema) − Anorexia prolongada − Perdas renais (diuréticos, poliúria) − Hiperglicemia o Por que paciente com hiperglicemia pode fazer perda de potássio? Porque quando se tem muito potássio na corrente sanguínea faz suplementação de glicose por causa da troca, pois a glicose na corrente sanguínea transporta o potássio para as células − Glicose na fluidoterapia Sintomas: diminuição da motilidade gastrointestinal; fraqueza muscular generalizadas;arritmias cardíacas Desequilíbrios eletrolíticos Quando dosa o potássio e ele esta abaixo de 2 ao lado na tabela tem a orientação de quanto mEq/l de potássio pra adicionar em um frasco de 250ml. No mercado existe 2 concentração de ampola de potássio no mercado sendo de 10% e 19%, e a de 19% é a mais comum Aula 13/03/2023 HIPERCALEMIA Potássio normal: 3,5 a 5,5 mEq/L (cães e gatos) Causas: − Excesso de administração de potássio; (errar a quantidade e faz reposição inadequada) − Diminuição da excreção renal (oligúria) − Obstrução uretral* o As vezes tem paciente que tem suspeita que não ta produzindo urina, e quando dosa o potássio desse animal estar baixo. E a única forma que tem de perde potássio e ele estar baixo e precisar de repor, é ele perde pelas vias urinarias o Se tem uma diminuição da produção de urina e o animal estar obstruído, ai tem uma hipercalemia o Quando vem um animal com potássio aumentado, bradicardico que são sinais da hipercalemia, a primeira coisa a fazer é uma palpação abdominal pra ver se esse paciente não tem líquido livre, se não estar obstruído, se não tem dor, sensibilidade abdominal e histórico do tutor EX: o animal estar urinando? Ah não vi ele urinando no último dia. Com isso, tem que ser trato como urgência/emergência, tem que fazer US na hora, se o animal tiver obstruído tem que desobstruir Sinais clínicos: fraqueza muscular; anormalidade na condução cardíaca (bradicardia) o Histórico de atropelamento: O paciente pode romper a bexiga e com isso não elimina a urina, fazendo com que esse animal fique com o potássio auto Tratamento: o Paciente tem que estar internado e monitorado, não pode ir para casa monitorar a hipocalemia. Quando detecta que o animal é hipocalemia, faz o exame com o laboratório, interna, hidratada, e faz monitoramento e depois de 3/4h repete o exame pra ver se ta tudo certo Objetivo: transferir potássio do LEC para o LIC; aumentar a excreção renal de potássio o Esse objetivo é secundário a causa base, EX: tem um quadro de obstrução, o objetivo é ficar transloucando o potássio pra dentro da célula ou desobstruir o paciente? É desobstruir, so que enquanto isso o que posso fazer pro paciente não morrer de arritmia? Essa a ideia o O tratamento da hipocalemia é transitório ate você corrigir a causa base o EX: paciente rompe a bexiga e precisa entrar em procedimento cirúrgico so que vai demorar 2h, e o que faço? Ai faz esse tratamento abaixo: Fluido com baixa concentração de K (RL) ou sem K (Nacl 0,9% e Nacl 0,45%) Glicose 5%; 10% ou 1-2ml de glicose 50%/kg - expansão de volemia e insulina R: 0,55U – 1,1 UI/kg o a glicose ajuda na transferencia do potássio do liquido extracelular pro liquido intracelular, so que é pouco e as vezes não consegue o suficiente e entra com a insulina e faz a mesma coisa e transcola o potássio HIPERNATREMIA Clinicamente silenciosa o É quando tem o paciente super desidratado. Os pacientes chegam com 10% de desidratação e é feito o perfil eletrolítico e pega o sódio aumentado, e quando faz a reposição de volume, se tem a normalidade do sódio Causas: − perda de água livre (privação de água) Elaboração de um protocolo − iatrogênica (por meio do uso de longo prazo) − toxicidade do sal (por meio da ingestão oral de materiais com alto teor de sal) A causa e a duração da hipernatremia clínica ditarão a taxa na qual os níveis de não podem ser reduzidos sem causar edema cerebral. Não exceda as alterações nos níveis de Na de 1 mmol / h em casos agudos ou 0,5 mmol / h em casos crônicos devido ao risco de edema cerebral HIPONATREMIA Causas: cetoacidose diabética e intoxicação por água As alterações nos níveis séricos de Na devem ocorrer lentamente, como ocorre com a hipernatremia. Monitore os níveis de eletrólitos com frequência e use um fluido com teor de Na semelhante ao Na plasmático medido para manter a taxa de variação em um nível apropriado Qual tipo de fluido utilizar? Por qual via administrar esse fluido? Qual quantidade de fluido deve ser administrada? Quando interromper a fluidoterapia? Avaliações seriadas ao longo do dia: Minimiza erros nos cálculos Avaliação errôneas da desidratação: − Normalização do turgor cutâneo − Umedecimento das mucosas − Fortalecimento do pulso − Redução do TPC − Estado de alerta e consciência − Monitoramento dos eletrólitos − Tempo de recarga capilar − Cor da membrana mucosa − Frequência respiratória e esforço − Sons pulmonares − Taxa de pulso e qualidade − Temperatura de extremidade − Turgor cutâneo − Peso corporal (fazer antes e depois da reidratação) 2x ao dia fazer a pesagem − Estado mental − Pressão arterial − Produção de urina/débito − VG = paciente quando desidratado o vg sobe por conta de hemoconcentração − Proteína total − Ureia sérica − Creatinina − Saturação de O2 − Lactato sérico − Eletrólitos − Gasometria venosa ou arterial A fluido tem que ser monitorada e ter cuidado por conta da Hiper – hidratação pressão hidrostática e pode ter extravasamento de líquido para o interstício se não fizer uma fluiidoterapia calculada Edema: Mais comum pelas vias parenterais ou associado à doenças renais oligúricas (IRA = injuria renal aguda) Sinais clínicos: − Edema de subcutâneo em partes específicas do corpo − Secreção nasal e ocular serosa − Quemose − Efusões (efusão pleural) e ascite − Taquipnéia e edema (sons pulmonares) TRATAMENTO Monitoração da eficácia da fluidoterapia Avaliação do paciente em fluidoterapia Fluidoterapia → Cuidado Suspender toda infusão intravenosa Diuréticos: entrar com furosemida (2 a 4mg/kg) Efeito esperado em 15 minutos repetir a dose caso necessário MONITORAÇÃO CONSTANTE Monitoração hora a hora: Cardiopatas: − Retém sódio e maior risco de edema − Menor velocidade de infusão − 30 a 40 ml/kg/dia (menor taxa de infusão) o Se for usar a taxa de 2 a 6 ml/kg/h não ultrapassa 4ml/kg/h nos cardiopatas PACIENTES EM INJÚRIA RENAL AGUDA (IRA)