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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA CENTRO DE COMUNICAÇÃO, LETRAS E ARTES - CCLA PORTUGUÊS INSTRUMENTAL I/PRODUÇÃO TEXTUAL Nicolas Brandão Dias1 Profª: Socorro Maria L. dos Santos2 ROUSSEAU, Jean-Jacques. O contrato social. Vol. 1. São Paulo: Martins Fontes, 1999. P. 9-27. ▪ A obra é dividida em quatro partes. Na primeira parte, Rousseau apresenta a questão do homem em seu estado natural e discute as características da sociedade humana. Ele argumenta que o homem é naturalmente livre e bom, mas a sociedade corrompe sua natureza. ▪ O foco deste é na indagação de uma possível existência dentro da ordem civil, de uma regra de administração legítima e segura, a fim de a justiça e a utilidade não se dividem. ▪ Enquanto o povo é obrigado a a obedecer ordens, e o faz, esse age bem. Mas a ordem social é um direito sagrado, que serve de base para todos os outros. Porém, tal direito não é oriundo do natural, mas sim das convenções. ▪ A mais antiga sociedade e a única natural é a família, porém ainda sim, a relação só mantêm-se enquanto uns necessitarem dos outros, do contrário, cada um passa se transforma em um ser individual. ▪ Ver-se que ao entendimento do autor, que a espécie humana é dividida em rebanhos, cada qual com seu chefe que o alimenta e protege para devorá-lo quando precisar. ▪ Passagem importante onde se diz que não se pode discordar de que Adão tenha sido soberano do mundo como Robinson foi de sua ilha enquanto permaneceu como o seu único habitante; e o que havia de cômodo nesse império era que o monarca, garantido em seu trono, não tinha a temer nem rebeliões , nem guerras, nem conspiradores. 1 Aluno do primeiro período do curso de bacharel em direito na UFRR 2 Professora Substituta do CCL, Departamento de Letras/UFRR; Graduada em Letras Português e Espanhol – UERR; Mestre em Língua e Cultura Regional – UFRR. 2 ▪ Entende-se que Renunciar à liberdade é renunciar à qualidade de homem, aos direitos da humanidade e até aos próprios deveres. ▪ Por fim, Rousseau aborda a questão da soberania popular e defende que o povo deve ser o único detentor do poder político em um Estado legítimo. Ele argumenta que a soberania não pode ser transferida para um monarca ou governante, e sim deve residir exclusivamente na vontade geral do povo. MEDEIROS, J.B. Redação Científica: A Prática de Fichamentos, Resumos, Resenhas. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2008. MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português instrumental: de acordo com as atuais normas da ABNT. 28. Ed. São Paulo: Atlas, 2012. MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental. 8. Ed. São Paulo: Atlas, 2009. SEVERINO. Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez, 2002.