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E-book 3
LÍNGUA INGLESA: 
GRAMÁTICA DO 
TEXTO 
Mariana Eunice Alves de Almeida
Neste E-Book:
INTRODUÇÃO ���������������������������������������������� 3
REFERENCIAÇÃO PRONOMINAL ����������4
MARCADORES DISCURSIVOS ����������������11
DERIVAÇÃO: OS AFIXOS �������������������������17
ADJETIVOS E ADVÉRBIOS ��������������������� 22
TÓPICOS DE PONTUAÇÃO ��������������������27
CONSIDERAÇÕES FINAIS ���������������������� 35
SÍNTESE �������������������������������������������������������36
2
INTRODUÇÃO
Neste e-book, vamos abordar os elementos conside-
rados essenciais para que possamos tanto fazer uma 
boa leitura e análise do texto quanto para dar aquele 
“up” na escrita. Começamos o estudo falando sobre 
dois importantes elementos de coesão textual: a re-
ferenciação pronominal e os marcadores discursivos.
Levando o estudo mais para as características da 
língua inglesa, trataremos de um assunto importante 
que, com certeza, ajuda a melhorar o vocabulário – 
estamos falando da formação de palavras por meio 
da derivação (o uso de afixos). Continuamos com 
as especificidades da língua inglesa, ao falarmos de 
algumas características dos adjetivos e advérbios. 
Assim, finalizamos com alguns tópicos importantes 
sobre pontuação. Let’s get it started! 
3
REFERENCIAÇÃO 
PRONOMINAL
Sabemos que coesão e coerência são essenciais 
para que um texto seja bem entendido e faça sentido 
para o leitor, certo? Mas o que é mesmo a coesão? O 
que é a coerência? Vamos relembrar esses conceitos.
A coesão é garantida pelos elementos textuais que 
fazem com que um texto não seja aquele amonto-
ado de palavras sem sentido entre si; a coerência 
ocorre quando os elementos, sejam aqueles presen-
tes no texto ou fora dele, fazem com que as ideias 
façam sentido, isto é, tenham uma relação lógica 
(LAPKOSKI, 2012). A autora ainda argumenta que 
o leitor precisa ser capaz de identificar os elemen-
tos coesivos do texto que está lendo, como a ordem 
natural das frases, as mudanças dessa ordem, os 
verbos e seus funcionamentos, o uso dos adjetivos, 
advérbios e os diversos conectores, entre outros. 
Caso não haja identificação e entendimento desses 
elementos, “poderemos ter uma compreensão do 
texto deficitária e possivelmente errônea” (LAPKOSKI, 
2012, p. 125).
Um dos elementos que garantem coesão a um texto é 
o uso constante de referências, muitas vezes propor-
cionadas pelos pronomes, que podem ser pessoais, 
demonstrativos, relativos ou interrogativos. Isso é o 
que chamamos de referenciação pronominal, que é
4
[...] um dos recursos utilizados para dar coe-
rência à língua: esse recurso leva a uma inter-
ligação lógica das sentenças que compõem 
um texto. Ao invés de repetir algo mencionado 
anteriormente, pode-se utilizar elementos de 
referência tais como os pronomes pessoais: 
I, you, he, she, it, we, you, they (eu, você, ele, 
ela, nós, vocês, eles/elas); os pronomes de-
monstrativos: this (isto, este, esta), that (aqui-
lo, aquele/aquela), these (estes, estas), those 
(aqueles/ aquelas); os pronomes relativos: 
who, that, which (que); e os pronomes interro-
gativos: who, what, which (quem, o que, qual) 
(SOUZA; ABSY; COSTA; MELLO, 2005, p. 61).
A função dos elementos de referência é fazer com 
que o leitor volte sua leitura, ou seu pensamento du-
rante a leitura, a algo que já foi mencionado no texto, 
possibilitando a ligação de ideias e evitando que o 
texto se torne repetitivo. Vamos ler o texto abaixo:
The little girl has a cat. The cat is white and 
fat. The girl calls the cat Fifi. The cat sleeps 
with the girl. The girl loves the cat and takes 
the car to school every day. The girl’s brother 
doesn’t like the cat and fights the girl because 
of the cat all the time. When the cat sees the 
girl’s brother, the cat runs very fast (LAPKOSKI, 
2012, p. 135).
5
O que conseguimos observar nesse texto? Bem, o 
texto repete quase sempre as mesmas palavras, tor-
nando a leitura muito desagradável. Vamos ver agora 
como ele fica reescrito com o emprego de alguns 
elementos de referência.
The little girl has a cat, which is white and fat. 
She calls it Fifi. Fifi sleeps with the girl, who 
loves and takes it to school every day. The 
girl’s brother doesn’t like the cat and fights 
his sister because of it all the time. When the 
cat sees the boy, it runs very fast (LAPKOSKI, 
2012, p. 135).
Os itens destacados foram usados para evitar a re-
petição constante das mesmas palavras: the girl, 
the cat, the boy. A referenciação pronominal foi em-
pregada na reescrita do texto, pois foram usados os 
pronomes relativos, pessoais e adjetivos possessi-
vos. Vamos, então, relembrar o uso dos pronomes 
na língua inglesa?
Temos os pronomes pessoais, que servem para 
substituir os substantivos (nome de coisas, lugares, 
pessoas), fazendo referência direta às pessoas do 
discurso. Em inglês, os pronomes pessoais (chama-
dos de subject pronouns) são: I, you, he, she, it, we, 
you, they. Vamos analisar alguns exemplos de como 
ocorre a substituição na Tabela 1.
6
Mary is an intelligent girl: 
she always gets the best 
grades at school.
O pronome “she” foi usa-
do para substituir o nome 
próprio “Mary”.
The new neighbors seem 
to be friendly. I believe they 
want to be invited to the 
party. 
O pronome “they” foi usado 
para substituir as pessoas 
de quem se fala “the new 
neighbors”.
Sahara desert is the war-
mest in the world. It is loca-
ted in the African continent. 
O pronome “it” foi usado 
para substituir o nome de 
uma localidade, “Sahara” 
(deserto do Saara).
Tabela 1: Exemplos do uso de pronomes pessoais. Fonte: Autoria 
própria.
Você sabia que um dos pronomes mais caracterís-
ticos do português do Brasil é justamente o “você”? 
É um dos pronomes que mais sofreram alterações 
ao longo do tempo, à medida que as pessoas adap-
tavam o uso da língua no dia a dia.
Podcast 1 
Os pronomes demonstrativos são utilizados para 
indicar o lugar em que uma coisa ou pessoa se en-
contra no momento da fala (ou escrita). Em inglês, 
os demonstrative pronouns são this e that (no sin-
gular, este/esta/isto ou esse/essa/isso e aquele/
aquela/aquilo), these e those (no plural, esses/essas 
e aqueles/aquelas). Eles podem ser usados para 
substituir elementos que já foram mencionados na 
frase. Analise alguns exemplos.
 ● These books are mine and those are yours (Esses/
Estes livros são meus e aqueles são seus).
7
https://famonline.instructure.com/files/168624/download?download_frd=1
 ● They decided to get divorced. This really made the 
kids sad (Eles decidiram se divorciar. Isso realmente 
deixou as crianças tristes).
Os pronomes relativos fazem referência a elemen-
tos já mencionados na frase. Em inglês, os relative 
pronouns são who, whom, whose, that (usados para 
referenciar pessoas), that, what, which (usados para 
referenciar coisas, animais), where (usado para re-
ferenciar lugares) e when (usado para referenciar o 
tempo em que algo acontece). Observe o seu uso 
na Tabela 2:
The woman who won the 
prize is from Argentina
A mulher que ganhou o 
prêmio é da Argentina.
The boy whom you are 
talking is my son.
O menino com quem você 
está falando é meu filho.
She is a teacher whose 
enthusiasm for education I 
admire a lot.
Ela é uma professora cujo 
entusiasmo pela educação 
eu admiro muito.
We know where the drugs-
tore is.
Nós sabemos onde é a 
farmácia. 
They were studying when it 
began to rain.
Eles estavam estudando 
quando começou a chover.
The project that I presented 
at work today was a total 
success.
O projeto que eu apresen-
tei no trabalho hoje foi um 
sucesso total.
Only the witness can tell 
what really happened.
Só a testemunha pode 
contar o que realmente 
aconteceu.
Tabela 2: Exemplos de pronomes relativos. Fonte: Autoria própria.
Voltemos aos pronomes pessoais. Além dos sub-
ject pronouns, que sempre se posicionam antes do 
8
verbo, pois indicam quem é o autor da ação, temos 
os pronomes que servem de objeto da oração – os 
object pronouns – posicionadosdepois do verbo na 
oração, que são me, you, him, her, it, us, you, them.
Na clássica frase “I love you”, temos um bom exem-
plo. Qual é o objeto de amor da pessoa? Você (you), 
elemento que aparece logo após o verbo. Quer mais 
exemplos para não restar dúvida sobre o uso dos 
object pronouns? Então, lá vai:
I have a beautiful daughter. 
She goes to work with me 
every Friday.
“me” foi usado pra subs-
tituir o pronome “I”, logo, 
“comigo”.
Tom has a very cute dog. He 
likes to walk it around the 
neighborhood every day.
“it” foi usado para substituir 
“cute dog”.
Did you invite Sue and Jerry 
for your birthday party? 
Please, don’t forget to invite 
them, ok?
“them” foi usado para subs-
tituir “they” (Sue e Jerry).
Tabela 3: Exemplos do uso dos object pronouns. Fonte: Autoria pró-
pria.
Da mesma forma, os pronomes possessivos (pos-
sessive pronouns) podem ser utilizados para fazer 
referência a coisas já mencionadas com o objetivo 
de evitar a repetição de termos. Eles são: mine, yours, 
his, hers, its, ours, yours, theirs. Vamos retomar um 
exemplo mencionado anteriormente para explicar o 
uso dos pronomes demonstrativos:
 ● These books are mine and those are yours (Esses 
livros são meus e aqueles são seus).
9
Veja que, nesse exemplo, usamos “mine” e “yours” 
para evitar repetir a frase toda como em “These are 
my books and those are your books”. Vale lembrar que 
os possessive pronouns são posicionados sempre 
depois dos verbos. 
Na breve explanação que tivemos aqui sobre a re-
ferenciação pronominal, vimos o quão importante é 
empregar corretamente os pronomes para que um 
texto seja bem escrito, para que ele tenha a correta 
ligação entre os elementos. Mas o uso de pronomes 
não é a única coisa que garante a coesão textual. 
Temos também o uso dos marcadores discursivos, 
sobre os quais vamos falar no próximo tópico.
10
MARCADORES 
DISCURSIVOS
Sabemos que um texto, para ser coeso, precisa ter 
suas palavras corretamente dispostas em frases, 
períodos e parágrafos. Os mecanismos que garantem 
essa correta ligação são os marcadores discursivos, 
ou seja, palavras (ou às vezes expressões) que ligam 
as partes de um texto e que permitem uma boa se-
quência de ideias.
Os marcadores discursivos são, frequentemente, re-
presentados pelas conjunções. Eles podem sinalizar 
adição de ideias, contraste entre o que foi dito antes 
e o que será dito depois no texto, relações de causa 
e consequência, sequência temporal dos aconteci-
mentos, entre outros. Observe um exemplo de como 
tais marcadores funcionam (Tabela 4):
11
I am sick man... I am a spi-
teful man. I am an unattrac-
tive man. I believe my liver 
is diseased. However (1), I 
know nothing at all about 
my disease, and (2) do not 
know for certain what ails 
me. I don’t consult a doc-
tor for it, and never have, 
though (3) I have a respect 
for medicine and doctors. 
Besides (4), I am extremely 
superstitious, sufficiently so 
to respect medicine, anyway 
(I am well-educated enou-
gh not to be superstitious, 
but (5) I am superstitious). 
(Fonte: Fyodor Dostoevsky. 
Notes from the under-
ground. Epoch, 1864).
However (entretanto): 
estabelece contraste entre 
o que foi dito antes e o que 
se segue.
And (e): indica a adição 
de alguma informação à 
anterior.
Though (embora, apesar 
de): também indica um 
contraste entre duas ideias, 
a anterior e a posterior à 
palavra.
Besides (além disso): 
indica a adição de uma 
informação à que foi dada 
anteriormente.
But (mas): estabelece um 
contraste entre o que ele é e 
o que deveria ser.
Tabela 4: Exemplo do uso de marcadores discursivos. Fonte: Lapkoski 
(2012, p. 138-139).
As Tabelas (5 a 12) apresentam os principais mar-
cadores discursivos da língua inglesa, separados 
pela sua função.
Adição
and There’s still a tendency to see the 
issues in black and white.
furthermore, in 
addition, moreover, 
besides
The source of the information is 
irrelevant. Moreover, the information 
need not be confidential.
in addition to..., as 
well as...
John, Jack and Sam are coming as 
well as our friends from Boston.
12
Adição
also, too, as well Peter is a photographer and also 
writes books.
She is a valued colleague and a great 
friend too/as well.
both...and, not 
only...but also
Sometimes it is not only wise to 
listen to your parents but also 
interesting.
Tabela 5: Marcadores discursivos de adição. Fonte: SOUZA; ABSY; 
COSTA; MELLO (2005, p. 69-72).
Contraste
but I’d like to go but I’m too busy.
yet, still, nevertheless, 
despite, in spite of
He’s overweight and bald; 
yet somehow, he’s incredibly 
attractive.
Despite all our efforts to save 
the school, the authorities deci-
ded to close it.
although, though She walked home by herself, 
although she knew it was 
dangerous.
on the one hand, on the 
other hand
On the one hand I’d like a job 
which pays more, but on the 
other hand I enjoy the work I’m 
doing at the moment.
however Little by little, however, my diffi-
culties began to disappear.
rather than..., instead of Rather than go straight on to 
university, why not get some 
work experience first?
while, whereas He must be about sixty, where-
as his wife looks about thirty.
13
Contraste
in contrast (to), unlike, diffe-
rently from...
In contrast to Cuiabá, 
Curitiba has a cold winter.
Tabela 6: Marcadores discursivos de contraste. Fonte: SOUZA; ABSY; 
COSTA; MELLO (2005, p. 69-72).
Causa/Consequência
So I was feeling hungry, so I made myself 
a sandwich.
Therefore, thus, because 
of this/that, for this/that 
reason, consequently, as 
a result
Progress so far has been very good. 
Therefore, we are confident that the 
work will be completed on time.
Since, because, so that Since you are unable to answer, 
perhaps we should ask someone else.
We didn’t enjoy the day because the 
weather was so awful.
Tabela 7: Marcadores discursivos de causa e consequência. Fonte: 
SOUZA; ABSY; COSTA; MELLO (2005, p. 69-72).
14
Tempo / Sequência cronológica
firstly, to start with
secondly, third(ly)
then, next, after that, 
afterwards
finally
We had tea, and afterwards
we sat in the garden for a while.
formerly The European Union was formerly 
called the European Community.
nowadays, currently Most people nowadays are aware of 
the importance of a healthy diet.
before, prior to All the arrangements should be com-
pleted prior to your departure.
after Zimmerman changed his name after 
he left Germany.
the former Of the two suggestions,
I prefer the former.
the latter She offered me more money or a car 
and I chose the latter.
when I went there when I was a child.
while While I was in Italy, I went to see 
Alessandro.
Tabela 8: Marcadores discursivos temporais. Fonte: SOUZA; ABSY; 
COSTA; MELLO (2005, p. 69-72).
Exemplificação
for example, for instance,
e.g, i.e
That sum of money is to 
cover costs such as travel and 
accommodation.
such as
like
Tabela 9: Marcadores discursivos de exemplificação. Fonte: SOUZA; 
ABSY; COSTA; MELLO (2005, p. 69-72).
15
Conclusão
in short, in conclusion, 
in summary, finally, 
to sum up
To sum up, for a healthy heart you 
must take regular exercise and stop 
smoking.
Tabela 10: Marcadores discursivos de conclusão. Fonte: SOUZA; 
ABSY; COSTA; MELLO (2005, p. 69-72).
Ênfase
as a matter of fact, in 
fact, actually, indeed
I’ve known Barbara for years. Since we 
were babies, actually.
Tabela 11: Marcadores discursivos de ênfase. Fonte: SOUZA; ABSY; 
COSTA; MELLO (2005, p. 69-72).
Comparação
in the same way, 
likewise, similarly, 
correspondingly
The cost of living in the city is more ex-
pensive, but salaries are supposed to be 
correspondingly higher.
Tabela 12: Marcadores discursivos de comparação. Fonte: SOUZA; 
ABSY; COSTA; MELLO (2005, p. 69-72).
Neste tópico, estudamos os elementos que são fun-
damentais para uma boa “costura” do texto. Para 
fazer uso correto dos marcadores discursivos, é im-
portante conhecer a função e o momento adequados 
de empregá-lo no texto. Eles são importantesnão 
só para nos auxiliar no momento da escrita, mas 
também na leitura, pois, quando temos o conheci-
mento sobre os elementos de coesão, conseguimos 
entender melhor o texto. No tópico seguinte, vamos 
falar sobre outro ponto importante que nos auxilia na 
boa leitura (e escrita) em língua inglesa: a derivação 
das palavras.
16
DERIVAÇÃO: OS AFIXOS
Vamos começar este tópico falando sobre algo que 
é recorrente em qualquer língua: a transformação 
de palavras. É muito comum uma palavra receber 
uma letra ou um grupo de letras em seu começo ou 
final, para que se transforme em outra palavra, com 
significado diferente (às vezes, até mesmo oposto). 
A essa letra ou grupo de letras, damos o nome de 
afixo (em inglês, affix).
Por exemplo: a palavra hope (esperança), quando 
acrescida da partícula –less, fica hopeless (sem es-
perança); quando acrescida da partícula –ful, fica 
hopeful (esperançoso). Tivemos, então, a transfor-
mação de um substantivo em dois adjetivos de signi-
ficados opostos. Quando temos o acréscimo de um 
afixo no início da palavra, ele é chamado de prefixo 
(prefix); quando o acréscimo é no fim da palavra, ele 
é chamado de sufixo (suffix). Há palavras que sofrem 
até mesmo o acréscimo de dois afixos ao mesmo 
tempo (do prefixo e do sufixo). É o caso da palavra 
comfort (conforto). Acrescentando o prefixo –un 
e o sufixo –able, torna-se a palavra uncomfortable 
(desconfortável).
Saber reconhecer e como usar os afixos é muito im-
portante, pois nos ajuda na identificação da forma-
ção de novas palavras e, com isso, aumentamos o 
nosso vocabulário, melhorando o exercício da leitura 
(SOUZA; ABSY; COSTA; MELLO, 2005). Cada afixo 
que acrescentamos apresenta uma função: pode 
transformar o sentido positivo de uma palavra em 
negativo, pode indicar algum excesso ou falta, erro, 
17
pode transformá-la em verbo, advérbio, substantivo 
e em adjetivo.
Leia o parágrafo a seguir e observe as palavras que 
sofreram derivação pelo acréscimo de sufixos e pre-
fixos (afixos):
Many people assume that having children is 
the pinnacle of one’s existence, perhaps es-
pecially among those who find tremendous 
fulfillment through parenthood. Accordingly, 
they might assume that the childless are mis-
sing out on the full experience of life. Chrastil 
herself has had friends or well-intentioned 
strangers imply that she is misdirecting her 
time and resources by foregoing children.
(Fonte: https://www.psychologytoday.com/us/blog/
think-act-be/201909/6-harmful-myths-about-people-
who-dont-have-kids. Acesso em: 06 set. 2019).
Apenas nesse trecho, temos cinco exemplos de pa-
lavras com afixos:
1. Especially: o adjetivo “special” recebeu o prefixo 
–e e o sufixo –ly para se transformar no advérbio 
“especialmente”.
2. Fulfillment: o verbo “fulfill” recebeu o sufixo –ment 
para se transformar no substantivo “preenchimento”.
3. Parenthood: o substantivo “parent” recebeu o sufi-
xo –hood para se transformar em outro substantivo, 
“paternidade”.
4. Childless: o substantivo “child” recebeu o sufixo 
–less para se transformar no adjetivo “sem filho”.
18
https://www.psychologytoday.com/us/blog/think-act-be/201909/6-harmful-myths-about-people-who-dont-have-kids
https://www.psychologytoday.com/us/blog/think-act-be/201909/6-harmful-myths-about-people-who-dont-have-kids
https://www.psychologytoday.com/us/blog/think-act-be/201909/6-harmful-myths-about-people-who-dont-have-kids
5. Misdirect: o verbo “direct” recebeu o prefixo –mis 
para se transformar em outro verbo, “desorientar, 
desencaminhar”.
Nas Tabelas 13 e 14, temos uma relação e alguns 
exemplos das funções dos afixos da língua inglesa 
e quais são os prefixos e sufixos mais comuns utili-
zados em cada caso.
PREFIXOS
Negação Demais, em excesso
dis-, il-, im-, ir-, un- over-
Do you disapprove of adverti-
sements for cigarettes?
Cocaine, LSD and heroin are 
all illegal drugs.
I had to leave the job because 
my boss was impossible.
She suffers from and irregular 
heartbeat, but there are drugs 
which help. 
Children often become tearful 
when they’re overtired.
He looks exhausted: they’re 
overworking him.
We all tend to overuse certain 
expressions.
I’m only a few kilos overweight.
If your luggage is overweight, 
you have to pay extra.
Menos que o necessário ou 
desejado
Erro
under- mis-
Never underestimate your 
enemy!
What’s that kid doing in the 
bar? He’s clearly underage.
They’re ridiculously underpaid, 
especially as the work is so 
dangerous.
Without a jacket or a tie, I felt 
rather underdressed at their 
wedding. 
I thought we had enough plates 
for the party, but perhaps I 
miscounted.
Unfortunately, your luggage has 
been misdirected to a different 
airport.
She was accused of professio-
nal misconduct when her love 
affair with a student became 
public. 
Tabela 13: Prefixos da língua inglesa. Fonte: SOUZA; ABSY; COSTA; 
MELLO (2005, p. 79-80).
19
SUFIXOS
Para formar verbos Para formar advérbios
-en; –ify; -ize/-ise -ly
My mum gives me so much 
food I think she wants to fatten 
me up. (fat – fatten)
Could you simplify what’ve you 
just said? (simple – simplify)
Let’s modernize the ki-
tchen, shall we? (modern 
– modernize)
Could you please speak more 
slowly? (slow – slowly)
He lived happily with his wife. 
(happy – happily)
Most of these people are paid 
monthly. (month – monthly)
* yearly, monthly, weekly, 
daily, hourly, nightly também 
podem ser classificados como 
adjetivos quando se referem a 
substantivos.
Para formar substantivos Para formar adjetivos
-ee; -er/ -or -ly
In our talk show, we try to 
make interviewees feel as 
relaxed as possible. (interview 
– interviewee)
*-ee indica a pessoa que sofre 
a ação.
I wish TV interviewers would 
make politicians answer their 
questions properly. (interview 
– interviewer)
*-er indica a pessoa que prati-
ca a ação do verbo.
Folha de Londrina is a daily 
newspaper. (day – daily)
At school, we now have mon-
thly tests. (month – monthly)
She has a friendly smile. 
(friend – friendly)
It was a good party and the 
food was heavenly (heaven 
– heavenly)
-ation; -ition; -ision -al; -able; - ible
It’s important for children to 
get a good education.
(educate – education)
A secretary would be a welco-
me addition to our staff (add 
– addition)
Two drivers were killed in 
a collision between a car 
and a taxi last night. (collide 
– collision)
Britain has more than ten 
national newspapers. (nation 
– national)
The house is in a very desi-
rable area of the city. (desire 
– desirable)
They made me an irresistible 
offer so we closed the deal.
(resist – irresistible)
20
-al; -ity; -ment; -ness; -ship -ful; -less
Alan is someone who always 
needs the approval of other 
people. (approve – approval)
Her friends take advantage 
of her generosity. (generous 
– generosity)
What this state needs is really 
strong government. (govern 
– government)
Everyone wants to find true 
happiness, right?
(happy – happiness)
Did you form any lasting 
friendships while you were at 
college?
(friend – friendship)
He is a very careless driver, 
that’s why I never ride with him.
(care – careless)
He had a painless death.
(pain – painless)
*-less sinaliza ausência: care-
less – sem cuidado, descuida-
do; painless – sem dor, indolor.
Be careful to look both ways 
when you cross the road. (care 
– careful)
Is your arm very painful?
(pain – painful)
*-ful sinaliza o oposto de –
less: careful – com cuidado, 
cuidadoso; painful – com dor, 
dolorido/doloroso.
Tabela 14: Sufixos da língua inglesa. Fonte: SOUZA; ABSY; COSTA; 
MELLO (2005, p. 79-80).
Muitos dos afixos que utilizamos na língua portugue-
sa e na inglesa são influenciados pelo grego e pelo 
latim. Não sabia?
Podcast 2 
Nesta seção, estudamos de que maneira o conheci-
mento da transformação das palavras é importante 
para que façamos uma boa leitura e uma boa cons-
trução textual. A seguir, vamos estudar um pouco 
sobre as características dos adjetivos e advérbios 
na língua inglesa.
21
https://famonline.instructure.com/files/168625/download?download_frd=1ADJETIVOS E 
ADVÉRBIOS
Estamos quase chegando ao fim deste módulo, que 
se dedica ao estudo dos elementos considerados 
essenciais para a boa produção e análise textual; 
neste tópico, nossa atenção se volta ao correto uso 
dos adjetivos e advérbios em língua inglesa.
Você já sabe que a função dos adjetivos é atribuir 
características a pessoas, coisas e lugares, não é 
mesmo? Na língua inglesa, os adjetivos são invariá-
veis, ou seja, eles não mudam de número (singular 
e plural) nem de gênero (feminino ou masculino). 
Isso quer dizer que, mesmo se na frase o adjetivo 
caracterizar mais de uma coisa, pessoa ou lugar, 
ficará sempre no singular. Outra característica do 
uso de adjetivos na língua inglesa é que eles sem-
pre são posicionados antes do substantivo que está 
especificando (SILVA, 2017).
Por exemplo: em português, dizemos “Ontem eu 
comprei uma camiseta vermelha”, mas, em inglês, 
dizemos “Yesterday I bought a red t-shirt”. Viu como 
primeiro dizemos a cor para depois informar o objeto 
comprado? Outro exemplo: “Ela sempre assiste a es-
ses filmes de terror”, em inglês: “She always watches 
these horror movies”. Neste último exemplo, não só 
tivemos a ordem adjetivo-substantivo, como também 
podemos observar que o substantivo está no plural, 
mas o adjetivo se manteve no singular, como manda 
a gramática da língua inglesa.
22
FIQUE ATENTO
Em inglês, quando usamos mais de um substan-
tivo para caracterizar uma pessoa, coisa ou lugar, 
precisamos atentar para a ordem em que esses 
adjetivos precisam estar dispostos na frase. A re-
gra a se seguir é:
1) opinion
2) size
3) shape
4) age
5) color
6) origin
7) material
8) purpose (adjetivos que demonstram opinião 
sobre o objeto descrito, tamanho, forma, idade 
– se é velho ou novo, por exemplo, cor, origem/
nacionalidade, material e propósito/objetivo).
Assim, temos como exemplo: 
They have a comfortable old chair in their back-
yard (comfortable representa a opinião e old des-
creve a idade do objeto, neste caso, uma cadeira).
She wore a strange old silk dress at the party last 
night (strange descreve a opinião sobre o objeto, 
old a idade e silk o material do vestido).
23
Podemos notar que os adjetivos podem apresentar 
até oito categorias de classificação. Os advérbios 
também podem ser classificados, mas em quatro 
tipos. Bem, não é demais lembrar que um advérbio 
acompanha um verbo (pode acompanhar também 
um adjetivo ou até mesmo outro advérbio) e sua fun-
ção é dar detalhes sobre como a ação ocorreu (ocor-
re ou ocorrerá), onde, quando e com que frequência. 
Para explicar o como, usamos os advérbios de modo 
(adverbs of manner), que, em inglês, são caracteriza-
dos pelo sufixo –ly acrescido ao final de um adjetivo: 
immediately, slowly, peacefully, entre outros. Para 
explicar onde algo ocorre, utilizamos os advérbios de 
lugar – palavras, ou às vezes expressões adverbiais, 
que fazem referência a lugares, por exemplo: here, 
there, in the office, at the bus station etc. Para men-
cionar o tempo de alguma ação, usamos advérbios 
ou expressões adverbiais de tempo, como now, later, 
in the morning, last month, the day after today, entre 
outros. E, finalmente, para expressar a frequência 
dos acontecimentos, usamos advérbios ou expres-
sões adverbiais de frequência: always, usually, often, 
sometimes, hardly ever, seldom, almost never, never, 
once a day, twice a week, every day etc. (SILVA, 2017).
Outro ponto importante sobre os adjetivos e advér-
bios em inglês é conhecer como eles são usados 
para fazer comparações. Assim, “reconhecer com-
parativos e superlativos permite ao leitor perceber 
como o autor estabelece comparações (de igualdade, 
superioridade ou inferioridade) entre os elementos 
expressos no texto” (SOUZA; ABSY; COSTA; MELLO, 
2005, p. 96).
24
Na Tabela 15, temos os principais adjetivos e com-
parativos da língua inglesa e como são usados nas 
formas comparativa, superlativa e de inferioridade.
Adjetivos/advérbios curtos: 
acrescente os sufixos –er (comparativo) e –est (su-
perlativo)
Adjetivo/Advérbio: tall, 
early, hot.
Comparativo: taller, earlier, 
hotter.
Superlativo: (the) tallest, 
(the) earliest, (the) hottest.
Size really doesn’t matter: 
Analysis of theoretical phy-
sicist Albert Einstein’s brain 
revealed that it was slightly 
smaller than the average 
human brain.
The quickest solution to 
deforestation would be to 
simply stop cutting down 
trees.
Adjetivos/advérbios longo: 
use more + adj./adv. (comparativo) e most + adj./adv. 
(superlativo)
Adjetivo/Advérbio: interes-
ting, easily.
Comparativo: more interes-
ting, more easily.
Superlativo: (the) most inte-
resting, (the) most easily.
Healthy lifestyles are more 
influential than genetic fac-
tors in avoiding deterioration 
traditionally associated with 
aging.
Learning occurs most 
easily when learners feed 
comfortable.
Formas Irregulares
Adjetivo/Advérbio: good, 
bad, far, little, much/many.
Comparativo: better, worse, 
farther, less, more.
Superlativo: (the) best, (the) 
worst, (the) farthest, (the) 
least, (the) most.
Leading scientists warn that 
global warming is worse 
than predicted.
Vegetables and fruit are two 
of the best foods known to 
man.
25
Inferioridade: formada com less (comparativo) e 
least (superlativo)
Adjetivo: colorful, happy.
Comparativo: less colorful, 
less happy.
Superlativo: (the) least col-
orful, (the) least happy.
A fund was established to 
support a work program 
to assist less developed 
countries.
Lethal injection is the least 
cruel of five methods em-
ployed in US.
Tabela 15: Adjetivos e advérbios nas formas comparativa, superlativa 
e de inferioridade. Fonte: SOUZA; ABSY; COSTA; MELLO (2005, p. 97).
Um último ponto importante sobre o estudo dos ad-
jetivos se refere a situações em que queremos dizer 
que as coisas são iguais, ou seja, quando fazemos 
comparação de igualdade. Em inglês, quando isso 
acontece, o adjetivo não sofre nenhuma alteração, 
mas “são acompanhados de as...as para mostrar 
essa igualdade: ‘Your pair of shoes is as expensive 
as this purse!’” (SILVA, 2017, p. 77). Reparou como 
o adjetivo “expensive” se manteve sem alterações? 
Para comparar duas coisas (shoes e purse), só adi-
cionamos “as...as”.
Chegamos ao fim deste tópico em que estudamos os 
pontos considerados principais sobre os adjetivos e 
advérbios na língua inglesa. No próximo, vamos falar 
sobre outra questão muito importante para uma boa 
escrita e leitura: a pontuação.
26
TÓPICOS DE PONTUAÇÃO
Chegamos ao nosso último (porém, não menos 
importante) tópico sobre os elementos essenciais 
para a produção e análise textual na língua inglesa: 
a pontuação. Em inglês, temos 12 principais sinais 
de pontuação (Tabela 16):
’ apostrophe - hyphen
: colon ( ) parentheses
, comma . period
– dash ? question mark
... ellipsis “ ” quotation mark
! exclamation point ; semicolon
Tabela 16: sinais de pontuação da língua inglesa. Fonte: Cambridge 
Dictionary, 2019.
Não vamos abordar todos, pois oito desses sinais 
de pontuação apresentam o uso na língua inglesa 
idêntico ao uso na língua portuguesa: ellipsis (...), 
exclamation point (!), parentheses ( ), period (.), dash 
(–), colon (:), quotation mark (“ ”) e question mark (?). 
Vamos começar pela vírgula (comma), pois é no uso 
da vírgula que a maioria das pessoas comete erros na 
escrita. Há, ao menos, quatro situações que exigem 
o uso da vírgula.
A primeira é quando precisamos unir duas ora-
ções (orações compostas – compound sentences) 
ou mais. Essas orações geralmente são unidas 
27
por conjunções como: and, but, or, nor, for, so e yet 
(CLEVELAND, 2002, p. 20.):
 ● I am going to bed now, and I plan to read this book.
 ● She did not eat the cookies, nor did she eat the 
candy.
 ● Paul is going to the movie, but John is not going, 
so I will pick Paul up.
 ● Did Mom come to the ball game, or did Dad come 
alone?
 ● Deborah was upset, for she wanted to go on that 
trip, but she got sick.
 ● Melissa was tired, so she left theparty early, and 
Cathy left with her.
 ● It was midnight, yet it did not seem late, so we 
stayed out a little longer.
Atenção: não use a vírgula para separar orações 
coordenadas se elas formam frases maiores, mais 
complexas (quando elas se tornam subordinadas). 
Analise as mesmas frases acima acrescidas de mais 
informações (CLEVELAND, 2002, p. 21):
 ● I am going to bed to read the book that Elizabeth 
wrote.
 ● She did not eat the cookies or the candy that 
Deborah made for her.
 ● Paul is going to the movie and may not come home 
until late.
 ● Did Mom come to the ball game along with Dad?
28
 ● Deborah was upset that she couldn’t take the trip 
to London.
 ● Melissa was tired and left the party early.
 ● It was midnight and very dark outside my window.
Uma segunda situação que exige o uso da vírgula 
é quando a usamos para separar a introdução de 
uma oração, é o que se chama em inglês de intro-
ductory elements. Essa introdução aparece quando 
a oração não começa com o sujeito da ação e te-
mos elementos que informam quando, onde, como 
ou porque algo acontece, aconteceu ou acontecerá 
(CLEVELAND, 2002, p. 23-24). Observe os exemplos 
a seguir (a vírgula vem logo em seguida do elemento 
introdutório):
 ● Discovering the book under the chair, she went to 
bed to read it.
 ● When I couldn’t find the cookies, I ate the candy.
 ● Driving home from the party, Paul lost his way.
 ● Feeling frustrated, Deborah complained about not 
getting to take the trip.
 ● Bored at the party, Melissa got tired and left.
 ● Before Mom’s cousin came from Chicago, Mom 
went to the ball game with Dad.
A terceira situação em que utilizamos a vírgula é com 
os apostos (appositives), que é uma explicação, uma 
informação extra que damos sobre algo que acaba-
mos de mencionar. Essa informação aparece entre 
29
vírgulas. Analisemos alguns exemplos (CLEVELAND, 
2002, p. 28):
 ● Michael, my very best friend, lied to me.
 ● Pride and Prejudice, a book by Jane Austen, is my 
favorite novel.
 ● Houston, the largest city in Texas, was named for 
Sam Houston.
O quarto uso que fazemos da vírgula, um dos mais 
comuns, acontece quando enumeramos itens em 
uma série, um conjunto (CLEVELAND, 2002, p. 31):
 ● The vendor sells hot dogs, pretzels, hamburgers, 
and soft drinks.
 ● For my birthday, I got a sweater, a pair of gloves, a 
hat, and several other items.
 ● It makes me wild, mad, crazy, and frustrated when 
teachers give contradictory instructions on where to 
place commas!
Essas são as quatro situações mais importantes a se 
considerar sobre o uso da vírgula (comma). Vamos 
treinar um pouco? Leia o texto abaixo, sem nenhuma 
pontuação, e faça o uso de vírgulas para corrigi-lo.
I will never again forget to use a comma before a con-
junction in compound sentences and I will forgo using 
commas to join a sentence and a sentence fragment 
or to join two sentences without a conjunction and by 
no means will I forget to use a comma after an intro-
ductory element in a sentence while I will of course 
remember to use pairs of commas to set off unneces-
30
sary and parenthetical elements and just to prove I am 
a master at using the almighty comma I will forever 
use one after every single item when I list words in a 
series such as period comma and semicolon. Amen.
(Fonte: CLEVELAND, 2002, p. 43).
Gostou do exercício? Confira como é a correta pontu-
ação do mesmo texto, ou melhor, o nosso guia para 
o uso da vírgula:
I will never again forget to use a comma before a 
conjunction in compound sentences, and I will forgo 
using commas to join a sentence and a sentence frag-
ment, or to join two sentences without a conjunction, 
and by no means will I forget to use a comma after 
an introductory element in a sentence, while I will, of 
course, remember to use pairs of commas to set off 
unnecessary and parenthetical elements, and just to 
prove I am a master at using the almighty comma, 
I will forever use one after every single item, when 
I list words in a series, such as period, comma, and 
semicolon. Amen.
FIQUE ATENTO
Quando falamos do uso da vírgula na língua inglesa, é 
comum ouvirmos sobre a “Oxford comma”. Não se trata 
de um tipo especial de vírgula, mas sim do nome dado à 
virgula que é usada quando listamos uma série de coi-
sas. Por exemplo, na frase “I love my parents, Michael 
Jackson, and Christina Aguilera”, entendemos que você 
ama os seus pais, o cantor Michael Jackson e a cantora 
31
Christina Aguilera, certo? Entretanto, se tirarmos a vírgula 
antes de “and”, teremos a seguinte frase: “I love my pa-
rents, Michael Jackson and Christina Aguilera”. Gente!!! 
Como assim? Você é filho(a) do Michael Jackson e da 
Christina Aguilera? Não sabia! Pode me dar um autógra-
fo? Engraçado, não é? Mas viu só como uma simples 
vírgula faz toda a diferença? Veja mais sobre a “Oxford 
comma” no portal Oxford Dictionary. Acesso em: 07 set. 
2019.
O uso do ponto-e-vírgula (;), semicolon, em inglês, 
acontece principalmente quando queremos juntar 
frases que apresentam sentido independente, mas 
que são próximas em seu significado. Observe os 
exemplos (CLEVELAND, 2002, p. 58):
 ● It’s not too hot in here; it’s not too cold either.
 ● Many philosophers have inspired; some have 
despaired.
 ● A semicolon is a complicated little mark; use it 
sparingly and with flair.
Usamos o semicolon (;) também para fazer transi-
ções entre elementos. Para isso, é comum usarmos 
advérbios e conjunções como furthermore, moreo-
ver, likewise, meanwhile, thus, however, therefore. O 
uso do ponto-e-vírgula nos ajuda a mudar de for-
ma mais rápida de uma ideia ou assunto para outro 
(CLEVELAND, 2002, p. 58):
 ● Cathy had a date; however, she would prefer having 
dinner with her women friends.
 ● Elizabeth is sick; otherwise, she would have come.
32
https://www.lexico.com/en/explore/what-is-the-oxford-comma
 ● Deborah looked in her closet and found nothing to 
wear; therefore, she decided to stay home.
Um sinal de pontuação muito comum da língua ingle-
sa é a apóstrofe (’). Ela é usada em duas situações. A 
primeira é quando fazemos contractions, ou seja, as 
contrações que indicam situações em que retiramos 
uma letra de uma palavra para abreviá-la. Neste caso, 
a apóstrofe indica o local em que a letra foi retirada 
(Tabela 17):
I’ll be around after you’re 
gone.
I’ll = I will; you’re = you are
Who’s going skating with 
me?
Who’s = who is
I won’t dance; don’t ask me. Won’t = will not; don’t = do 
not
Tabela 17: Tabela 17: exemplos de uso da apóstrofe I. Fonte: 
Cleveland (2002, p. 82).
Outro uso da apóstrofe é quando indicamos a posse 
de alguma coisa. Colocamos a apóstrofe e mais a 
letra “s” ao final do nome de quem ou do que tem a 
posse (Tabela 18):
John’s horse got away 
and ended up in Norman’s 
pasture.
Aqui, a apóstrofe indica 
que o cavalo é de John e o 
pasto é de Norman.
Rufu’s motor home was in 
the park ground.
Aqui, indica que o trailer 
pertence a Rufu.
33
The bus’s motor was noisy; 
but the car’s was not.
O uso da apóstrofe indica 
que o motor do ônibus é ba-
rulhento, mas que o (motor) 
do carro não é.
Tabela 18: Exemplos de uso da apóstrofe II. Fonte: Cleveland (2002, 
p. 83).
O último sinal de pontuação que vamos estudar aqui 
é o hífen (-), hyphen, em inglês. Deixamos o hífen por 
último, pois ele é um dos sinais de pontuação mais 
tranquilos de se usar.
Usamos o hífen para separar sílabas e para adicionar 
um prefixo a uma palavra, como em: anti-intellectual, 
pro-business, all-inclusive, ex-husband. Também usa-
mos o hífen para dividir palavras que contêm uma 
letra em sua composição, como T-shirt, X-ray, V-neck, 
entre outras.
O uso do hífen é necessário em palavras compostas, 
sejam elas com adjetivos, como in-house lawyer, hot-
-dog stand, baggage-claim area, first-class cabin, blue-
-green dress, sejam com outros substantivos, como 
mother-in-law, hide-and-seek, ship-shape (CLEVELAND, 
2002).
Chegamos ao fim deste módulo sobre pontuação. 
Parece muito,não é? Mas você perceberá que saber 
usar todos esses sinais corretamente é uma questão 
de prática. Leia bastante, observe as relações de 
ideias estabelecidas com o texto e consulte sempre 
uma boa gramática, este é o segredo!
34
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ufa! Foi bastante coisa, não é mesmo? Falamos do 
uso de pronomes para fazer referências aos termos 
da oração, sobre aquelas palavrinhas mágicas que 
auxiliam na coesão textual (os marcadores discur-
sivos), sobre a formação de palavras com o uso de 
afixos, também as características dos adjetivos e 
advérbios na língua inglesa, e finalizamos com alguns 
tópicos essenciais sobre pontuação.
Procuramos apresentar alguns pontos que são con-
siderados os mais importantes de cada um desses 
assuntos, pois são essenciais para não só melhorar-
mos nossa escrita, mas também para nos tornarmos 
leitores mais atentos, e por que não mais críticos? 
Não deixe de aprofundar os seus estudos e praticar 
a escrita e a leitura sempre que puder.
35
SÍNTESE
Língua Inglesa: 
Gramática do Texto
ELEMENTOS ESSENCIAIS PARA A 
PRODUÇÃO E ANÁLISE TEXTUAL
• Coesão textual e Coerência textual.
• Referenciação pronominal: uso dos pronomes para fazer 
referências ao longo do texto e garantir a coesão textual.
• Principais pronomes usados para a referenciação 
pronominal em língua inglesa: subject pronouns, 
demonstrative pronouns, relative pronouns, object pronouns, 
possessive pronouns.
• Marcadores discursivos: mecanismo que garante a ligação 
entre frases, períodos e parágrafos.
• Principais marcadores discursivos: conjunções que 
indicam adição de ideias, contraste, relações de causa e 
consequência, o tempo em que as ações ocorrem, exemplos, 
conclusão, ênfase e comparação.
• Derivação das palavras: uso de afixos (letra ou grupo de 
letras adicionadas a uma palavra). 
• Afixo adicionado antes da palavra recebe o nome prefixo.
• Afixo adicionado depois da palavra recebe o nome de 
sufixo.
• Adjetivos na língua inglesa: invariáveis em gênero e 
número; são posicionados antes do substantivo que 
caracterizam.
• Comparação: advérbios e adjetivos curtos recebem o 
acréscimo de “er” ao fim da palavra.
• Superlativo de advérbios e adjetivos curtos recebem o 
acréscimo de “est” ao fim da palavra.
• Adjetivos e advérbios longos recebem “more” antes da 
palavra para comparar e “most” para indicar a forma 
superlativa.
• Para indicar inferioridade, os adjetivos e advérbios 
recebem “less” em sua forma comparativa e “least” na forma 
superlativa.
• Sinais de pontuação que exigem atenção na língua 
inglesa: a vírgula (comma), o ponto-e-vírgula (semicolon), a 
apóstrofe (apostrophe), e o hífen (hyphen).
Referências Bibliográficas 
& Consultadas
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day. Career Press: New Jersey, USA, 2002.
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https://dictionary.cambridge.org/grammar/british-grammar/writing/punctuation
https://dictionary.cambridge.org/grammar/british-grammar/writing/punctuation
https://www.soportugues.com.br/secoes/morf/morf7.php
https://www.soportugues.com.br/secoes/morf/morf7.php
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