Prévia do material em texto
GENÉTICA E EPIGENÉTICA DO AUTISMO Lannara Sofia - Liara Lyn 13 2 4 TÓPICOS 1 INTRODUÇÃO FATORES DE RISCO AMBIENTAIS FATORES DE RISCO GENÉTICOS EPIGENÉTICA DO AUTISMO 5 DIREÇÕES FUTURAS RESUMO6 1 2 INTRODUÇÃO O autismo é um transtorno de desenvolvimento que se inicia antes dos 3 anos de idade, e as crianças com autismo apresentam: Comprometimento: - na interação social; - na comunicação; Padrões de comportamento, interesses e atividades restritos, repetitivos e esteriotipados. Pais que têm um filho com TEA têm 2 a 18% de chance de ter um segundo filho com TEA. ESTADOS UNIDOS 1:68 recém nascidos apresentavam autismo em 2017 HONG KONG 229 casos em 1999 651 casos em 2005CHINA 11,8 e 26,6 por 10.000 indivíduos entre 1987 e 2011 FATORES DE RISCOS AMBIENTAIS IDADE PARENTAL AVANÇADA VACINAÇÃO POLUIÇÃOEXPOSIÇÃO AO VALPROATO Verificou-se que os filhos primogênitos de dois pais mais velhos eram 3x mais propensos a desenvolver autismo do que o terceiro filho ou o filho nascido mais tarde; Esse aumento mostrou-se independente de outros fatores, como: ordem de nascimento, escolaridade materna e outras covariáveis; A associação foi observada tanto para a idade materna ( [OR]: 1,3 para mães com idade ≥ 35 anos) quanto para a idade paterna ([OR]: 1,4 para pais com idade ≥ 40 anos). IDADE PARENTAL AVANÇADA VACINAÇÃO 1998: Walkefield e colegas publicaram um artigo em Lanceta alegando a relação entre autismo e vacinação; Estudo fraudulento cientificamente e eticamente; Outras descobertas de pesquisa também não mostraram ligação entre a vacina contra sarampo- rubéola e TEA. Foi postulada uma interação entre o sistema imunológico e a epigenética na etiologia do autismo : Ex: Ativação do sistema imunológico na mãe grávida e a desregulação epigenética subsequente do cérebro fetal. Diminuição na taxa de adesão à vacinação de crianças; Surtos de infecções evitáveis. VACINAÇÃO Foi estabelecido que o valproato, medicamento para epilepsia, pode causar anormalidades fetais e o risco de TEA em crianças; Um estudo de base populacional de 655.615 crianças mostrou que a exposição pré - natal de valproato (n= 508) teve uma razão de risco (HR) de 2,9 para autismo infantil; Isso pode ser devido a alterações nos marcadores epigenéticos após ao exposição de valproato de sódio. EXPOSIÇÃO AO VALPROATO POLUIÇÃO Um estudo epidemiológico mostrou que a poluição do ar relacionada ao tráfego pode estar relacionada ao autismo. O estudo CHARGE mostrou que os casos de autismo eram mais propensos a estar próximos (≤ 309 m) uma rodovia do que aqueles que moram longe de uma rodovia ([OR ]= 1,86) Além de salientar como os mecanismos de produtos químicos podem contribuir para distúrbios do neurodesenvolvimento devido à neurotoxicidade ou devido à uma alteração na metilação do DNA (ou epigenética). Tem sido relatado que muitas variantes comuns e raras podem contribuir de forma aditiva na hereditariedade do autismo e do TEA. Mutações truncadas herdadas são encontradas em excesso em indivíduos autistas, incluindo genes implicados na codificação de proteínas para a formação sináptica, regulação transcricional e vias de remodelação de cromatina. FATORES DE RISCOS GENÉTICOS Aproximadamente 10% das crianças com autismo ou TEA possuem algum outro distúrbio genético ou cromossômico; O TEA e a Síndrome do X frágil (FXS) são distúrbios do neurodesenvolvimento com deficiências neurobiológicas diferentes, mas potencialmente relacionadas, e apresentam sobreposições significativas em seus sintomas comportamentais; Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças recomendam testes genéticos , especificamente de cariótipo e análise de DNA para X frágil, entre crianças com autismo se: X FRÁGIL Deficiência intelectual estiver presente, ou se deficiência intelectual não puder ser excluída; Histórico familiar de X frágil ou deficiência intelectual não diagnosticada; Características dismórficas estão presentes. Peptídeo: OT; Gene: OXT; A ocitocina é um hormônio neuropeptídeo hipofisário que pode modular uma ampla gama de atividades neurotransmissoras e neuromoduladoras; A variação genética no gene OXT está associada a características fenotípicas do TEA que ajudam a identificar subgrupos dentro do espectro. OCITOCINA OCITOCINA Um estudo de 108 trios europeus e outra amostra de 156 trios demonstratam uma associação significativa entre OXT rs6084258 e vários endofenótipos de TEA; Três polimorfismos de OXT ( rs6084258, rs11697250 e rs877172) foram associados aos níveis plasmáticos de Ocitocina; Usando neuroimagem de 26 crianças com TEA, foi relatada uma tentativa de associação entre o gene do receptor de oxicitosina (OXTR) e N-acetilaspartato do lobo temporal medial direito em TEA; Uma revisão destacou o papel da ocitocina e seu receptor, OXTR, em pacientes com TEA e como isso pode contribuir para o desenvolvimento de terapia mais eficazes. Estima-se que as mutações SH3 e múltiplos domínios de repetição de anquirina 3 (SHANK3) contribuam para aproximadamente 1% de todos os casos de TEA e os pacientes também apresentaram deficiência de zinco e baixa expressão do transportador de zinco e enterócitos. SH3 E MÚLTIPLOS DOMÍNIOS DE REPETIÇÃO DE ANQUIRINA 3 MUTAÇÕES SHANK Codifica uma proteína de andaime pós- sináptica, que é crucial para o desenvolvimento e função das sinapses, regulando a montagem do complexo de sinalização macromolecular de densidade pós- sináptica. ANTICORPO REATIVO SEMELHANTE A PROTEÍNA Caspr2 ASSOCIADO À CONTACTINA O anticorpo semelhante a proteína 2 (Caspr2) associado à contactina foi encontrado em mães de crianças com TEA, e um estudo mostrando o tratamento de camundongos com um anticorpo Caspr2 reativo ao cérebro monocional mediou um fenótipo semelhante ao TEA em camundongos. Anticorpo Caspr2 Diminuição da complexidade dendrítica dos neurônios excitatórios e redução do número de neurônios inibitórios no hipocampo. Uma deleção ou duplicação patogênica no cromossomo 15q13.3 (subunidade alfa 7 do receptor colinérgico nicotínico [CCHRNA7]), frequentemente reveladas pela análise clínica de microarranjos cromossômicos, também foi implicada como um locus para o autismo; Além dos genes que codificam proteínas neurais, a conformação cromossômica e os elementos reguladores não codificantes também podem ter efeito no desenvolvimento do cérebro humano e fornecer novos mecanismos subjacentes aos distúrbios neuropsiquiátricos. CROMOSSOMO 15q13.3 Acredita-se que o alelo de risco do gene TPH2 cause alguma disfunção no sistema serotoninérgico. GENE DA TRIPTOFANO HIDROXILASE 2 O alelo G de rs2129575 no gene da triptofano hidroxilase 2 (TPH2) foi associado a sintomas clínicos relativamente leves de indivíduos com TEA em populações japonesa e coreana; ... MUTAÇÕES ESPORÁDICAS Novamente mutações genéticas foram encontradas em uma coorte de pacientes chineses com TEA pelo sequenciamento de 189 genes de risco conhecidos em 1.543 probandos chineses; Houve um aumento de 11x nas chances de mutações de novo e prováveis do gene disruptivo nesses pacientes com TEA; Essas mutações incluem: - subunidade alfa 2 do canal dependente de voltagem de sódio (SCN2A; 1.1% dos pacientes); - proteína 8 de ligação ao DNA da helicase de - cromodomínio (CHD8) - molécula de adesão de células DS (DSCAM) - proteína 2 de ligação ao metil-CpG (MECP2) - genes de histona metil transferase (SH1L) - pogo transponível elemento derivado com domínio ZNF (POGZ). Essas mutações incluem: Mutações em NF1 têm forte comorbidades de sintomas de TEA. OUTRAS POSSÍVEIS INTERAÇÕES GENÉTICAS Em um estudo de pais com esquizofrenia e transtorno bipolar, houve um risco aumentado de TEA de seus filhos ( OR 2,6 em uma coorte sueca e OR 12,1 em uma coorte israelense). Um estudo de indivíduos com TDAH mostrou mutações em genes que foram relatados como candidatos para genes do autismo, incluindo o ativador da transcriçãoe regulador do desenvolvimento (AUTS2) e proteína semelhante à contactina 2 (CNTNAP2) POSSÍVEL ETIOLOGIA GENÉTICA Um estudo combinando 24 traços vascular- metabólicos, neuropsiquiátricos, fisiológicos-antropométricos e cognitivos em um Biobank do Reino Unido em pontuações de perfis poligênicos descobriu que havia correlações entre as pontuações de testes cognitivos e muitas pontuações de perfis poligênicos, incluindo autismo; Concluíram que existe um nível substancial de pleiotropia entre os traços cognitivos e muitos de saúde mental e física humana. Assim, estudos futuros sobre vários fenótipos em amostras revelariam os biomarcadores preditivos ou genes modificadores que levam à doença Um estudo recente usando sequenciamento direcionado de 208 genes candidatos de > 11.730 casos e > 2.867 controles identificou 91 genes que mostram viés para o autismo. EPIGENÉTICA DO AUTISMO O estudo da epigenética é mais complicado que o da genética porque a epigenética de qualquer tecido pode mudar ao longo do tempo e varia de acordo com os diferentes tecidos coletados para o estudo; Contudo, foram propostos mecanismos de mudanças epigenéticas que podem levar a problemas no desenvolvimento inicial do cérebro fetal. METILAÇÃO DO DNA Estudos realizados em um sistema modelo de camundongos demonstraram que toxinas ambientais ou outras substâncias tóxicas como as presentes em poluentes, fumaça de cigarro, metais pesados, drogas, pláticos, durante o desenvolvimento fetal e infantil podem levar a modificações anormais no DNA; A ativação do sistema imunológico materno também pode levar à remodelação de algumas regiões cromossômicas e levar a mudanças na expressão gênica do cérebro da prole; A desregulação do micro-RNA também pode levar à metilação anormal do gene e alteração na expressão de um gene relacionado ao autismo. A mutação MECP2 é uma das mutações recorrentes em aproximadamente 4% dos pacientes com TEA; Síndrome de Rett; É identificado como um dos 29 genes de risco de autismo estudados em uma coorte chinesa de TEA; A deleção desse gene em camundongos causa disfunção mecanosensorial e déficits de interação social; O MECP2 é um leitor de informações epigenéticas e um modelador da estrutura da cromatina; MUTAÇÃO MECP2 MUTAÇÃO MECP2 Estudos recentes descobriram que 17 das 37 proteínas de ligação de MECP2 eram fatores de splicing, e que o splicing de mRNA regulado pelo MECP2 através da interação com 5 hmc e alterações epigenéticas em marcadores de histonas, o que acarreta em efeitos nas funções sinápticas e no splicing de mRNA. Descorberta de desregulação do splicing dependente da matriz repetitiva de serina/arginina 4-nSR100 em mais de 1/3 dos cérebros de pacientes autistas. Alguns pacientes autistas têm aumento da ligação de MECP2 aos promotores de Reelin (RELN), glutamato descarboxilase 1 (GAD1) e glutamato descarboxilase 2 ( GAD2)-------> menor expressão desses genes. ENZIMAS DA VIA FOLATO-METIONINA Estudos foram realizados com a hipótese de que enzimas defeituosas da via folato-metionina podem desempenhar um papel importante na fisiopatologia do autismo O 5-metil-tetraidrofolato é o doador mais importante para a metilação do DNA; Alterações genéticas ou ambientais nos níveis de folato podem levar a alterações na metilação do DNA e podem contribuir para a causa do autismo; Acredita-se que uma interação multidirecional entre a ativação do sistema imunológico na mãe durante a gravidez e a regulação epigenética no cérebro do feto possa cooperar para produzir um fenótipo autista. Enzima metilenotetrahidrofolato redutase ENZIMAS DA VIA FOLATO-METIONINA Gene MTHFR 5- metil-tetrahidrofolato O polimorfismo no MTHFR foi considerado um fator de risco para o autismo. Um estudo de uma população coreana mostrou que 677CT/1298AC foi significativamente associado a um risco de TEA em 2,11 vezes em comparação com a combinação de 677CC/1298AA genótipo de MTHFR ( P= 0,0207). Uma meta-análise mostrou que o polimorfismo MTHFR C677T foi associado ao TEA apenas em crianças de países sem fortificação de alimentos. codifica produz Embora o MTHFR tenha sido postulado como um fator genético para o autismo, ainda é muito limitada indicações clínicas para testar os polimorfismos de MTHFR em um ambiente clínico diagnóstico. ENZIMAS DA VIA FOLATO-METIONINA O polimorfismo em MTHFR também foi objeto de estudo de uma meta- análise para 55 variantes genéticas e para 15 variantes nominalmente significativas para o tamanho médio do efeito. Complicações por outros genes modificadores da via do metabolismo do folato , inclusão de outros genes na via do metabolismo do folato e o nível de homocisteína ( HCy). Isso sugere que mesmo mutações raras e 'epi-mutações' podem convergir em vias comuns no TEA. Um mecanismo comum foi proposto para a desregulação do slicing de microexons em cérebros de camundongos mutantes por estudos sobre características autísticas em camundongos haploinsuficientes; ACETILAÇÃO DE HISTONAS Um estudo de associação ampla de acetilome de histonas (HAWAS) realizando sequenciamento de imunoprecipitação da cromatina H3K27ac (ChIP-seq) em 257 amostras post mortem de TEA e cérebros de controle combinados mostrou que ≥ 68% dos casos de TEA sindrômico e idiopático compartilharam uma assinatura de acetiloma comum, embora o TEA tenha etiologia heterogênea; Esses padrões desregulados também foram demonstrados em cérebros humanos autistas pelo mesmo grupo em Toronto. ACETILAÇÃO DE HISTONAS Proteína neuroprotetora dependente (ADNP) Alvo de drogas para casos com um gene mutado no autismo; Interage com o complexo de remodelação da cromatina (BAF155 Subunit- SWI/SNF) e também se associa ao splicing alternativo da proteína Microtubule Associated Protein- TAU. Proteína Simiate Se liga à Fragile X Mental Retardation Protein (FMRP); Pode ser importante para a transcrição de genes e/ou splicing de RNA. REMODELAÇÃO CROMOSSÔMICA É um dos mecanismos mais recentes de alterações epigenéticas relacionadas ao autismo; Mediada por enzimas dependentes de ATP ou complexos de remodelação da cromatina; A mutação no regulador independente associado à matriz SWI/SNF da subfamília de cromatina - um membro 4- ou complexo de fator associado Brg1/hBrm é um exemplo que poderia levar ao autismo com tais alterações cromossômicas. A estrutura da cromatina ou das proteínas que se ligam ao DNA é alterada de modo que a expressão do gene muda quando nucleossomos estão posicionados de forma diferente; DIREÇÕES FUTURAS Previsão de TEA Via Do Folato Polimorfismos genéticos: ✓ Folato hidrolase 1 (CPII C1561T); ✓ Serina hidroximetiltransferase 1 (C1420T); ✓ Metilenotransferase reductase (C677T); ✓ Metionina sintase A2756G; ✓ 5-metiltetraidrofolato (HCy); ✓ Metiltransferase redutase (A66G); ✓ Hiperhomocisteinemia. Fatores de risco DIREÇÕES FUTURAS Previsão de TEA Tratamento Potencial ou Estratégias Preventivas para o autismo Ocitocina como droga potencial Em um tipo de modelo animal, foi demonstrado que a ocitocina administrada exogenamente foi capaz de restaurar o comportamento social em um modelo de camundongo que não possuía o gene CNTNAP2. Um estudo randomizado, duplo-cego controlado por placebo envolvendo 28 mulheres mostrou que a ocitocina intranasal levou a respostas neurais mais positivas a ocitocina principalmente naqueles com menor processamento social na linha de base. Outro desenho cruzado randomizado, duplo-cego e controlado por placebo usando fMRI também mostrou que a administração intranasal de ocitocina poderia aumentar a atividade nas regiões cerebrais importantes para a percepção de informações socioemocionais e poderia melhorar a conectividade entre os nós de recompensas do cérebro e os sistemas de processamento socioemocionais. Os resultados são consistentes com um estudo em animais mostrando que a administração intranasal de OXT pode melhorar algumas das alterações comportamentais em camundongos que têm déficits de memória social induzidospor privação sensorial precoce. Usando um modelo de rato deficiente em Shank3 a ocitocina mostrou reverter alguns déficits desses ratos. Efeito da oxitocina em neurônios oxitocinérgicos (OXT) no circuito OXT. Regulação dos comportamentos sociais Evidência de imagem cerebral para OXTR; Evidência de associação de risco-alelo de OXTR; Evidência combinando aprendizado de máquina/OXTR SNP/intervenção de ocitocina; Evidência combinando testes de percepção de OXTR; Evidência de duas variantes adicionais de OXTR; Evidência compilada em uma meta-análise da associação genética OXTR com autismo; Evidências de parceiros de interação proteína- proteína ligados ao OXTR. ESTUDOS ENVOLVENDO O GENE OXTR NO AUTISMO Os nós dessa rede representam as proteínas; As bordas representam associações proteína-proteína; Vermelho indica o receptor de proteína-ocitocina de consulta; Grandes nós indicam proteínas de estrutura 3D conhecidas ou estruturas de proteínas previstas; Pequenos nós indicam proteínas de estruturas 3D desconhecidas; Borda roxa- interações proteína-proteína determinadas experimentalmente; Bordas vermelhas- fusões de genes; Bordas verdes- mineração de texto Bordas azuis- bancos de dados selecionados. MAPA DE INTERAÇÃO PROTEÍNA-PROTEÍNA DA OXITOCINA Estudo da interação proteína-proteína realizado pelo software web de bioinformática STRING; Alguns candidatos de drogas-alvo para o autismo foram revelados. Arginina Vasopressina (AVP); Receptor acoplado à proteína G quinase 5; SH3 e múltiplos domínios de repetição de anquirina 3 (SHANK3); Proteína Caspr2 ou CNTNAP2 associada a contactina; Genes ou metabólitos da via do metabolismo de um carbono. ALVOS DE DROGAS CANDIDATAS Apesar do progresso feito na descoberta de alguns genes que possuem uma importante associação com o autismo (como o X frágil, SHANK3, CASPR2), isso não explica a maioria dos casos de autismo ou TEA, há ainda muitos genes desconhecidos e muitos fatores a serem descobertos, o que dificulta o progresso de testes clínicos como um teste de diagnóstico para o autismo; RESUMO GERAL ESTRATÉGIAS A redução de poluentes ambientais pode ser uma estratégia importante na prevenção do autismo; A utilização de anticorpos contra CASPR2 e o receptor de folato alfa também podem ser explorados como alvos terapêuticos. RESUMO REFERÊNCIAS WAYE, M.M. Genética e a epigenética do autismo: uma revisão. The Nethersole School of Nursing; The croucher Laboratory for Human Genomics; The Chinese University of Hong Kong. Hong Kong SAR, China; 2017. INDICAÇÕES FILMES | SÉRIES | LIVROS