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Protese Parcial - 25/08 Aula 2 [tarde]
Introdução a protese parcial removível 
O que é uma PPR? 
Prótese que repor os dentes faltantes em uma arcada parcialmente 
edêntula, podendo ser retirada e recolocada pelo próprio paciente, 
sem causar danos aos dentes e estruturas de suporte.
Aparelho protético que substitui os dentes naturais que foram 
perdidos, em arcadas onde ainda permanecem alguns dentes naturais. 
Esses aparelhos podem ser removidos e realocados pelo próprio 
paciente.
A prótese removível é sempre de uma arcada total.
Sinônimos
É possível encontrar na literatura por outros nomes:
Ponte móvel
Ponte a grampo
Aparelho parcial removível
Aparelho parcial móvel
Dentadura móvel
Aparelho de Roach
Objetivos da PPR
Função mastigatória e fonética: as funções orais são prontamente 
restabelecidas, principalmente em função da estabilização da relação 
maxilomandibular.
Estética (dentes e tecidos moles): a reposição imediata dos dentes, 
especialmente em perdas extensas, possibilita alcançarmos estética, 
não só dos dentes, mas dos tecidos moles, o que resulta em conforto 
ao paciente, melhorando sua autoestima e permitindo o convívio 
social.
Indicações
Reabilitar pacientes edêntulos posteriores bilaterais e unilaterais: a 
ausência de dentes posteriores indica inicialmente a confecção de um 
trabalho removível, que pode ser utilizado como uma peça definitiva 
ou de transição. Eles não tem dente posterior para servir como base. É 
possível também realizar implantes, porem muitos não possuem 
estrutura óssea para isso, então são destinados a utilizar as próteses 
removíveis.
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1.
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2.
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Pacientes com espaços protéticos intercalares amplos: espaço 
extensos que não podem ser recuperados por próteses fixas ou sobre 
implantes, ou o trabalho removível esta sendo empregado como 
alternativa econômica ou de transição.
Espaços protéticos múltiplos: com essa opção de tratamento 
protético, espaços edêntulos múltiplos podem ser reabilitados 
simultaneamente.
Necessidade de recolocação imediata de dentes: comparado com 
outras modalidades protéticas, o tempo clinico para a execução de 
uma prótese parcial removível é menor.
Próteses temporárias e orientadas em reabilitações complexas: 
permite uma boa estabilidade e analise da relação maxilomandibular 
antes da confecção do trabalho definitivo, possibilitando que o 
paciente se mantenha em convívio social durante a fase de transição.
Questão econômica: é uma prótese que tem custo mais baixo, 
possibilitando mais acesso aos pacientes e, em função de preparos 
conservadores, não inviabiliza a confecção de prótese mais complexas 
e onerosas no futuro.
Contra-indicações
Hábitos de higiene deficientes
Pacientes com problemas motores: dificuldade de colocar e tirar a 
prótese removível.
Classificação dos arcos parcialmente desdentados.
A classificação tem objetivo didático e um impacto direto no planejamento 
e orientações dos casos clínicos. Há +60.000 combinações com 
diferentes tipos de perdas dentais para cada arco.
Classificação topográfica ou anatômica de Kennedy (1925)
Classe I: desdentado posterior bilateral. Perdeu os dentes posteriores 
bilateralmente, mas mantem os dentes anteriores.
Classe II: desdentado posterior unilateral. Perdeu os dentes 
posteriores de apenas um lado.
Classe III: desdentado intercalar. É aquele que teve uma perda 
intercalar grande, mas possui um “sobrevivente” no fundo. A perda é 
grande, mas não cruza a linha média.
Classe IV: desdentado anterior. Visagra anterior. Possui envolvimento 
de linha média.
Classificação de Applegate (1935)
As arcadas devem ser classificadas após as exodontia necessárias;
Os terceiros molares ausentes não devem ser considerados na 
classificação;
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3.
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Os terceiros molares, quando pilares, entram na classificação;
Os segundos molares ausentes, e que não serão repostos, não entram 
na classificação;
As áreas mais posteriores regem a classificação;
As demais áreas presentes dar origem as subclasses;
A classe IV não possui subclasses;
Para ser considerada uma classe IV, deve ocorrer o envolvimento da 
linha média.
Exemplo: Determinar a classe (I, II, III, ou IV) e depois determinar a 
subdivisão com a quantidade de espaços dentários extras. Ficando então, 
por exemplo, Classe II-I.
Classificação funcional Rumpel (1927)
Mucossuportada: transmissão de carga via mucosa
Dentosuportada: via dental
Mucodentossuportada: via mucosa/dental (removível)
Dentomucosuportada: via dental/mucosa (removível) 
Classe I: desdentado posterior bilateral: mucodentossuportada
Classe II: desdentado posterior unilateral: mucodentossuportada
Classe III: desdentado intercalar: dentomucossuportada
Classe IV: desdentado anterior: mucodentossuportada
Quanto maior a perda, quanto mais muco, maior a influencia da mucosa e 
pior o diagnostico da prótese, mais difícil será para realizar o trabalho e 
fazer ela ficar presa na boca.
Suporte Dental
Valor quantitativo: considerar a forma e tamanho das coroas dentais, 
numero e forma das raizes, e implantação alveolar dos dentes na 
arcada.
Suporte mucoso
Resiliência da mucosa: os retentores diretos se movem 
fisiologicamente cerca de 0,1mm. A mucosa que se encontra abaixo 
da sela pode se deformar de 1 a 3mm
Orientação 
Sentido médio-distal: horizontal, ascendente distal (favorável), 
descendente distal (não favorável).
Sentido vestíbulo-lingual: normal, alto, reabsorvido, estrangulado, 
lamina de faca. O rebordo ideal é aquele que apresente uma cortical 
óssea com uma crista plana e ampla, e com vertentes altas e verticais.
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Componentes da prótese parcial removível 
Prótese parcial removível provisória, é feita com fios ortodônticos e resina 
acrílica. Ela é muito importante para um paciente que vai extrair um dente.
Prótese que extrai dentes? 
Por conta da má higiene é possível que os dentes remanescentes podem 
vir a serem extraídos. Por conta disso, é importante informar e orientar a 
correta higiene bucal para o paciente, para evitar que isso ocorra. E 
também pode ser por conta do mal planejamento do dentista.
Biomecânica das PPRs
Como os esforços mastigatórios são transmitidos e recebidos pelos 
tecidos biológicos (dentes e fibra mucosa).
A prótese pode se locomover na direção sagital, horizontal e vertical
Deve atender a 4 principios biomecánicas básicos (Roach - 1930):
Retenção: é a resistência ao deslocamento da prótese no sentido 
cervico oclusão durante a mastigação. Deve ser bilateral. E o principal 
componente responsável por isso é o braço de retenção dos grampos.
Estabilidade: é resistência da PPR as forcas horizontais quando em 
função. E o componente responsável são os conectores maiores.
Reciprocidade: é a oposição as forcas horizontais exercidas sobre os 
dentes retentores da PPR. O componente responsável por isso é o 
braço de oposição ou reciprocidade do grampo.
Suporte: é a resistência ao deslocamento da PPR no sentido ocluso-
cervical durante a aplicação de forca. O principal responsável é o 
apoio do grampo.
Para isso, é preciso que os componentes da PPR estabelecem uma 
ligação!
Componentes da protese parcial removível:
Retentores (apoios e grampos)
Conectores maiores
Conectores menores
Sela
Dentes artificiais
Tipos de grampos
Extra-coronarios
Intra-coronarios
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Tipos de retentores diretos:
Responsáveis pela retenção propriamente dita, impedindo que a PPR 
se desloque no sentido contrário ao seu eixo de inserção;
Responsáveis pela transmissão da maior parte das forcas aos dentes 
pilares;
Contiguos ao espaço protético
Linha de fulcro: é uma linha imaginaria em torno da qual a prótese tende a 
sofrer os movimentos de rotação, quando esta sob ação de cargas.
Tipos de retentores indiretos:
Tentam diminuir a movimentação da prótese
Componentes que ajudam a evitar a rotação e/ou deslocamento da 
prótese;
Impede movimentos de rotação;
Perpendiculara linha de fulcro
Componentes do grampo:
Braço de retenção (por vestibular)
Braco de oposição ou reciprocidade
Conectores (maiores e menores)
Conector maior ou barra de união
Elementos metálicos rígidos que unem os elementos protéticos 
localizado de um lado ou outro da arcada.
Fatores de escolha:
Presença de tórus palatino ou mandibular
Rugas palatinas
Necessidade de estabilização de dentes com mobilidade
Necessidade de retenção indireta
Considerações fonéticas
Objetivos:
Fornecer solidez estrutural à prótese
Requisitos:
Rigidez suficiente
Localização favorável aos tecidos moles
Evitar traumatismo
Sinônimos:
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Barra palatina, conector maior maxilar, conector maior superior
As bordas da conexão maior devem estar situadas distantes da gengiva 
marginal - 4 a 6mm
Tem os conectores: simples, dupla, em U e total.
Barra palatina simples
Barra única que une os componentes de PPR d num lado ao outro.
Localização: anterior (fonação e forame incisivo, são áreas de 
atenção); media e mais para posterior.
Indicações: todas as classes de Kennedy; Espaços protéticos 
pequenos; Suporte palatino mínimo; Sua amplitude deve corresponder 
ao tamanho do espace protético e a quantidade de suporte 
necessário.
Barra palatina dupla
Possui duas secções: uma anterior e outra posterior.
Sinônimo: barra em anel ou circular
Indicações:
Espaço protético amplo
Quando os dentes remanescentes estão muito separados entre si
Quando existe estaco protético anterior (segmentado anterior unido a 
sela)
Tórus palatino
Barra palatina em forma de U
Possui formato final de U, para liberar o torus palatino
Indicações:
Ausencia de entes anteriores
Torus palatino
Profundidade muito acentuada do palato
Pode interferir com a fonetica
Contraindicações:
Extremos livres (flexibilidade)
Não é muito confortável para o paciente
Barra palatina total ou chapeado
Barra recobre totalmente o palato duro por meio de um chapeado 
metálico
Melhor distribuição das cargas mastigarias, pois haverá menor 
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movimentação da base quando em função.
Indicações:
Espaços edêntulos amplos
Extremos livres
Grandes perdas de dentes anteriores
Dentes com suporte osseo reduzido
Inferior conector maior
A barra lingual deve estar distante 3 a 4mm, tanto do assoalho quanto da 
gengiva marginal.
Pode ser: lingual, dupla ou chapeada
Barra lingual simples
Mais utilizada
Barra única unindo os componente da PPR de um lado a outro
Indicações:
Todas as classes de Kennedy em que ha espaço suficiente
Deve ser evitada nos casos de tórus lingual
Geralmente bem tolerado pelos pacientes
Barra lingual dupla
Barra composta pela barra lingual e pelo grampo continuo de kennedy.
Indicações:
Extremos livres
Rebordos muito reabsorvidos ou descendentes distais
Apoio nos cíngulos dos dentes anteriores inferiores
Contra-indicada quando os dentes são curtos, pois o espaço entre as 
2 barras torna-se pequeno -> impacção alimentar.
Placa lingual ou chapeado
Barra total em forma de chapeado, sendo formada pela união da parte 
superior da barra lingual com o grampo continuo de Kennedy.
Indicações:
Quando não existe espaço suficiente para a barra lingual
Presença de tórus
Presença de freio lingual alto
Dentes com abalamento periodontal, com necessidade de 
estabilização
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Conector menor
Unem os grampos à sala ou ao conector maior
Objetivos:
Transferencia dos esforços mastigatorios através das selas, 
conectores maiores e apoios
Junto com os conectores maiores estabilizam a prótese
Direcionam a entrada e a saída da prótese, quando funcionam como 
planos-guias
Selas
É a parte da PPR que contem os dentes artificiais
Preenchem os espaços protéticos
Remodelar os tecidos gengivais ausentes
Suportar e unir os dentes artificiais
Transmitir as forcas mastigarias ao rebordo residual
Composição
Metalicas: espaços protéticos pequenos e intercalados
Metaloplasticas: espaços protéticos medios intercalares
Plásticas: extremos livres e espaços protéticos extensos
Dentes artificiais
Elementos protéticos que substituem os dentes naturais
Repor estetica, função masticatoria e fonetica
Porcelana, acrílico ou com superficie de metal
Dentes de acrilico
Mais utilizados
Indicação geral
Pelo numero de prensagens é possível descobrir a resistência do 
dente. Quanto mais, melhor.
Variedade de forma, cores e valores
Dentes de porcelana
Mias resistente
Necessidade de grande eficiencia mastigatoria
Rebordos residuais espessos e sadios
Condição periodontal satisfatória dos remanescentes
Estetica
Obs: Observar antagonistas
26/08 Aula 3
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Componentes da protese parcial removível:
Retentores (apoios e grampos)
Conectores maiores
Conectores menores
Sela
Dentes artificiais
Retentores (apoios e grampos)
São elementos mecânicos responsáveis pela retenção de uma PPR.
Unidade ativa da PPR, que a mantém no lugar (Miller 1975)
Sinonimia: ganchos, garras, abraçadeiras, ou simplesmente retentores.
Delineamento: Utiliza-se um delineador para achar a área retentiva.
Componentes do grampo:
Braço de retenção
Braco de oposição ou reciprocidade
Principios de funcionamento dos grampos
Retenção:
É dada pela ponta ativa do Braco de retenção, que se aloja em área 
retentiva.
Resiste as forcas que tendem a destaca-lo, na direção contraria ao 
eixo de inserção. 
Forcas atuantes: gravidade, acho muscular, mastigação de alimentos 
duros e pegajosos, deglutição e fonação. 
Fica na vestibular
Reciprocidade:
É dada pelo Braco de oposição. É o meio pelo qual o efeito lesivo da 
ponta ativa do Braco de retenção é neutralizado. Não é flexível.
Também proporciona estabilização das PPR, quando da ação de 
forcas horizontais.
Fica na lingual ou palatina
O Braco de oposição deve tocar a superfície dental, diametralmente 
oposta à ponta ativa do braço de retenção, antes que esta ultrapasse 
a linha de maior contorno no dente.
Suporte ou fixação:
Propriedade dada pelos apoios oclusas e incisais, que impedem o 
deslocamento da PPR no sentido de seu eixo de inserção (ocluso-
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1.
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gengival), ou sejam, que intrusa nos tecidos gengivais durante a 
mastigação.
Estabilidade:
Propriedade dada pelos braços de oposição, apoios, corpo do 
grampo, conectores menores e maiores.
Mantem a PPR em seu sitio, durante os atos fisiológicos do sistema 
estomatognatico, resistindo as forcas horizontais e verticais que 
tendem a desloca-la.
Circunscrição:
Os grampos circunferências devem ser planejados e desenhados para 
circunscrever uma área maior ou igual a 180º da coroa do elemento 
suporte, para que não se desloque quando da ação de forcas 
horizontais ou tangenciais.
Passividade
Os grampos devem ser passivos e não exercer esforços sobre o dente 
ate que seja solicitado durante os movimentos fisiológicos, ou nos 
atos de inserção e remoção da PPR.
Não deve causar dor ao paciente.
Tipos de grampos
Existem duas maneiras distintas para os grampos se alojarem na área 
retentiva dos elementos-suportes. 
O simples fato de se inverter a maneira de alcançar a área de retenção do 
elemento-suporte faz com que se modifique a ação dos grampos.
Grampos que se aproximam por gengival apresentam melhor ação 
retentiva do que aquele que se aproxima por oclusal.
Os grampos podem ser:
Circunferenciais ou circulares: 
O braço de retenção sai a partir do apoio oclusal em direção cervical. 
É menos retentivo pois a única área que esta em área retentiva é o 
terço final do grampo.
Tem como principio de funcionamento baseado na flexão que sofre o 
Braco de retenção no momento em que atinge a região de maior 
contorno do dente (equador protético). 
Circunferencial Simples
Características
Corpo e apoio estão próximos ao espaço protético
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Area retentiva deve estar diametralmente oposta ao espaço protético
Grampo mais utilizado em próteses dentomucossuportadasAplicações:
M e PM
Caninos sem limitações estéticas 
Circunferencial reverso
Características:
Corpo e apoio distantes do espaço protético
Braco de oposição e retenção voltados para o espaço protético
Aplicações:
Molares superiores e inferiores posteriores ao espaço protético com 
inclinação medial
É mais estético, pois o maior volume de metal fica para distal
Hair-pin ou grampo de circundado reversa
Características:
Similar ao circunferência, porem a ponta ativa do Braco de retenção 
localiza-se na região mesmo-cervical.
Dobramento para atingir esta area
Aplicações:
Molares posteriores ao espaço protético em posição “normal”.
Circunferencial gêmeo ou geminado
Características:
Fusão de dois grampo circunferenciais simples, unidos pelo apoio.
Retenção indireta
Podem ser unidos pelo apoio ou unidos pelo Braco de oposição
Aplicações:
PM e M em classe II e III, sem modificações, e em classe IV de 
Kennedy.
Anel
Características
Possui 2 conectores menores e apoios oclusas, interligados por um 
único Braco de oposição.
Proporciona mais estabilidade ao dente.
Exige o preparo de 2 nichos oclusas.
Aplicações:
PM e M isolados entre 2 espaços protéticos, em posições normais.
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M posteriores ao espaço protético, com inclinação mesiovestibular 
para os superiores e mesiolingual para os inferiores.
Continuo de Kennedy
Características:
Elemento de estabilização para extremidades livres.
Localiza-se preferencialmente sobre os cíngulos das fazes línguas dos 
dentes anteriores.
Aplicações:
Classe I de Kennedy, de canino a canino.
Pode ser indicado também para casos de mobilidade um pouco 
aumentada dos dentes anteriores, auxiliando como contenção.
Ação de ponta: 
O braco de retenção sai a partir diretamente da sela da prótese e 
aloja-se na área retentiva do dente.
A area de contato é uniforme, menor que nos grampos 
circunferenciais.
Principio de funcionamento baseia-se na ação por torção.
Possuem maior capacidade de retenção que os circunferenciais.
Grampo em “T”de Roach
Características:
É o grampo mais indicado dos grampos de ação de ponta
Bastante flexível
Proporciona ótima retenção
Aplicações
Incisivo, caninos e pré-molares.
Grampo em “L” de Roach
Características:
É o grampo mais flexível da categoria
Boa retenção, porem menor que o “T”
A ponta ativa do grampo atinge uma área de retenção oposta ao 
espaço protético.
Aplicações:
PM e M
Caninos inferiores em Classes I e II de Kennedy
Grampo em “I”
Características:
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É o grampo mais estético dos retentores extra-coronários.
Grande capacidade retentiva, por ser o mais curto (pouco flexível)
Ponta ativa deve localizar-se na região distovestibular, adjacente ao 
espaço protético.
Aplicações:
Caninos e PM superiores que apresentam suporte dentário na região 
posterior.
Como tem a ponta ativa muito retentiva, necessidade de um potente 
Braco de reciprocidade
Contraindicado para casos de extremos livres.
Grampo RPI
Características:
Apoio na medial com conector menor.
Placa proximal distal
Grampo em I na face vestibular
Aplicações:
Dentes contíguos ao espaço protético em casos de extremidade livre 
uni e bilateral
Apoios
Proporcionam o principio biomecânico de suporte ou fixação, enunciado 
por Roach (1930).
Função principal: transmissão adequada das cargas mastigarias aos 
elementos-suporte segundo seus longos eixos.
Impedem o deslocamento da prótese no sentido ocluso-gengival
Diretos e indiretos.
Geralmente encontram-se associados aos grampos e alojam-se sobre os 
nichos preparados nas superfícies dentais.
Tres tipos:
Oclusal: PM 1/3 sentido M-D e 1/3 V/L. Os nichos precisam ser 
retentivas, então precisam ter 45º em média, arredondado 
internamente e expulsivo para oclusal.
Cíngulo: O nicho segue o o formato anatômico do cingulo, de forma 
arredondada e expulsivo, direcionado para o longo eixo do cíngulos/
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dente. Em média 35º. Se o cíngulos do paciente é muito pequeno, é 
possível acrescentar resina composta, sem desgastar o dente, 
refazendo anatomicamente o cíngulos, e depois fazer o preparo.
Incisal (caiu em desuso) 
Preparo de boca para PPR
Planejamento: é a fase elaborava do tratamento, anterior as diversas 
etapas de confecção de PPR. É dividido em planejamento prévio e 
planejamento propriamente dito.
Muitos pacientes acreditam que a PPR é pouco eficiente; Causa danos aos 
dentes, periodonto e a mucosa; Pouco confortável; Antiestéticas; Altas 
taxas de falhas.
Porém não tem altas tachas de falha, tendo taxa de sucesso em 5 anos de 
96,4&%.
Principais falhas mecanicas (relacionadas a falhas de planejamento e 
execução da PPR)
Fratura de retentor
Fratura de conector maior
Fratura de conector menor
Principais falhas biológicas (ocorrem por ma manutenção do paciente e 
não acompanhamento do dentista)
Carie nos dentes pilares
Doença periodontal nos pilares 
Falhas em próteses parciais removíveis
Diagnostico incorreto
Planejamento falho, denstista delega o planejamento ao técnico (uso 
incorreto do delineador, falta de conhecimento - fatores biológicos e 
biomecanicos)
Preparo de boca inadequado - plano oclusas
Instruções incorretas ao técnico e falhas na confecção - extensão da 
base
Falhas nas instruçõess de higiene e/ou não colaboração do paciente.
Planejamento PPR
É uma das fases do tratamento protético, que inclui a anamnese, o 
exame radiografia, o exame clinico e a analise dos modelos de estudo.
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Objetivos do planejamento
Coletar dados: precisos e abrangentes, com finalidade de avaliar o 
paciente, assim como verificar o estado de sua saúde bucal.
Programar um roteiro ordenado e integrado de intervenções.
Requisitos para o sucesso da PPR
Diagnostico e planejamento
Preparo de boca adequado - correção do plano oclusal, confecção 
correta dos planos guias, nichos…
Instruções corretas ao técnico - extensão da base, modelos finais em 
ASA,…
Instruções higienização da PPR e manutenções regulares,…
Planejar: é o ato de projetar, estruturar e programar. É a elaboração 
mental da PPR sob bases cientificas.
Desenhar: é o ato de registrar graficamente o planejamento.
Fases do planejamento
Planejamento previo
Exame clinico, Rx e modelos de estudo (articulados)
Diagnostico
Plano de tratamento integrado
Elementos para o diagnostico
Anamnese
Exame clinico
Exame radiografico
Modelos de estudo
Exame clinico extraoral
Palpação da ATM
Palpação muscular
Avaliação da dimensão vertical - DV
Avaliação do suporte labial e comissuras
Assimetria facial
Linha do sorriso
Suporte labial
Dimensão vertical
Cor e textura da pele
Exame clinico
Relação centrica - RC
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MIH
Prematuridade
Interferencias oclusais
Movimentos mandibulares: abertura e fechamento, protusão, 
lateralidade
Dentes de suporte
Periodonto de suporte
Rebordo alveolar
Comprimento, forma e largura da raiz
Relação coroa/raiz
Lâmina dura
Espaços do ligamento periodontal
Áreas ósseas
Grau de higiene
Exame intra-bucal
Quantidade e disposição dos dentes no arco. Maior numero de dentes, 
espaços protéticos intercalares, gera melhor distribuição da carga em 
superfície e melhor prognostico. Menor numero de dentes. Enquanto, 
um numero menor de dentes, gera uma distribuição puntiforme ou 
linear
Coroa dentaria: dentes rígidos, dão mais suportes e maior retenção e 
dissipação das cargas, dando melhor prognostico. Enquanto, dentes 
cônicos, resutarações ou caries extensas, geram menor retenção.
Plano oclusal: extrusoes dentarias; Dentes em infra-oclusas; 
Migrações e inclinações; Diastemas; Vestibularização dos dentes 
anteriores.
Exame radiografico
Raizes múltiplas divergentes: melhor dissipação da carga, melhor 
prognostico
Raizes convergentes e dentes uniradiculares: menor suporte, pior 
prognostico.
Grau de implantação da raiz: Proporção coroa -raiz 1:2 (melhor 
dissioacao da carga, melhor prognostico), proporção coroa-raiz1:1 
(menor suporte, pior prognostico).
Aumento do espaço do ligamento periodontal
Espessamento ou perda da lamina dura
Reabsorção do osso alveolar
Planejamento pervio e diagnostico
Perda dos dentes posteriores (estabilidade oclusal)
Perda do principio da oclusas mutuamente protegida
Sobrecarga nos dentes anteriores
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Migração anteriores para vestibular
Diastemas
Possível recessão gengival
Modelos de estudo montados em ASA
Relação maxilo-mandibular
Distancia entre arcos
Relação maxila-mandibular
Grau de inclinação, extrusão e giroversão
Espaço interoclusal
Preparo de boca
Modelos de estudo delineados
Confirmação ou adequação do planejamento pré
Guia para o preparo de boca
“É uma das fases do tratamento protético, que inclui exame clinico, 
radiografia e obtenção dos modelos de estudo para realização do 
planejamento adequado. Para tal, uma serie de procedimentos 
reparadores deve ser realizada, com objetivo de adequação bucal previa a 
confecção do modelo” - Volpato et al., 2011.
Procedimentos que visam a adequação da cavidade bucal para que a PPR 
possa desempenhar melhor a sua função e contribuir para a saude geral 
do paciente.
Como se faz o preparo de boca?
Modelos de estudo devidamente “mapeados”e um roteiro escrito de 
todo o trabalho a ser realizado em boca servira de GUIA para o 
preparo de boca.
Deve ser realizado antes do tratamento:
Profilaxia
Introdução de higiene bucal
Periodontia: avaliação clinica e radiografia do periodonto de suporte 
dos pilares retentores (diretos e indiretos); 
Endodontia: Lesões periapicais; Perfuração radicular; Qualidade 
endodontia; Lesões endoperiodontais
Dentistica: Lesões cariosas; Restaurações deficientes; Contorno das 
restaurações; Acabamento das restaurações.
Ortodontia: 
Tudo isso deve ser realizado, mas principalmente nos dentes pilares, 
sejam os diretos ou indiretos.
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1.
O preparo de boca, de fato, acontece após todos estes problemas serem 
resolvidos. E ai, começa o delineamento, onde é utilizado um delineador, 
onde será estudada a trajetória de alinhamento, gerando um equador 
protético dos dentes, que é aquele relacionado com o eixo de inserção da 
prótese.
Tudo que tiver abaixo da linha vermelha é retentivo e o que estiver abaixo 
é expulsivo. 
Fazendo isso, é possível escolher os melhores grampos e etc.
Calibração
Ocorre por meio do delineamento
Localização da ponta ativa do grampo
Grau de retenção adequado a liga metálica
Com isso, é possível criar os nichos no dente, de forma correta, para o 
apoio do grampo.
Preparo dos dentes suporte
Preparo dos planos guias: áreas preparadas, de forma paralela 
verticalmente, com o objetivo de reduzir retenções que impossibilitam 
a trajetória de inserção e remoção da PPR
Direcionamento da protese
Ativação elástica do grampo de retenção
Estabilização do dente pilar
Proteção da papila interdental
Estabilização e retenção
Pequenos desgastes, não pode entrar com a broca inclinada
Dispositivo de transferencia: serve para mostrar a quantidade de 
desgaste necessária
Preparo das equalizações
Áreas preparadas pare remover regencies e impossibilitam a 
confecção de grampos.
Preparo dos nichos
29/08 Aula 4
Principios Biomecanicos
Preparo dentário: é um processo de desgaste estratégico de tecido 
dental em quantidade e áreas pre-determinadas que obedece passos 
operatórios pre-estabelecidos, com a finalidade de criar espaço para a 
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restauração indireta, respeitando os requisitos biomecânicos da futura 
prótese.
Preparo protético
Volume removido = volume material restaurador
Miniatura do dente original
Preservar as estruturas biológicas
Garantir qualidades mecânicas e estéticas 
Principios fundamentais
Mecânicos:
Retenção
Resistencia/estabilidade
rigides estrutural
Integridade marginal
Biológicos 
Vitalidade pulpar
Saude periodontal
Estéticos
Retenção: Qualidade do preparo em impedir o deslocamento da prótese 
no sentido contrario a sua via de inserção.
Fatores que influenciam na retenção:
Grau de inclinação ou conicidade das paredes: a retenção será maior 
em preparos não cônicos, quanto mais cônico o formato, menor a 
retenção.
Retenção friccional: resistência a remoção ou ao deslocamento conferida 
pela forca friccional entre as paredes internas da peca fundida e as 
externas do dente preparado. O formato do preparo influencia 
diretamente na retenção.
Dentes longos, podem ter a conicidade maior, enquanto dentes curtos 
possuem preparo mais paralelos e menos inclinados.
Area superficial preparada
Textura superficial do preparo: rugosidade auxilia na retenção (alisar 
para a moldagem e depois criar rugosidades com a broca)
Meios auxiliares de retenção: Sulcos, caixas e orifícios. Limitam o 
plano de retirada da prótese, aumentando a área superficial, e 
consequentemente, a retenção friccional da peça.
Resistência ou estabilidade: Qualidade que o preparo apresenta para 
impedir o deslocamento da prótese quando submetida a forcas obliquas 
ou horizontais. Não diz respeito a aguentar cargas e não fraturar, fala 
sobre estabilidade.
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Fatores que influenciam na estabilidade:
Magnitude e direção da forca: Forcas de grande intensidade e 
direcionadas lateralmente, como ocorre em pacientes com hábitos 
parafuncionais, podem causar o deslocamento da prótese. 
Altura do preparo: Paredes axiais devem ter altura suficiente para 
impedir a rotação da peca ao redor do fulcro ou centro de rotação do 
preparo. É fundamental para a peca não deslocar.
Grau de inclinação conicidade do preparo: Dentes longos possuem 
melhor resistência/estabilidade do que dentes curtos. 6º é o ideal.
Meios adicionais de retenção: Sulcos, caixas e orifícios. Limitam o 
movimento da prótese no sentido lateral, impedindo o seu 
deslocamento. Nos pré-molares, os sulcos devem ser feitos na 
proximal, pois a força é no sentido V/P então o sulco deve ser na M/D, 
para ser perpendicular a força.
Rigidez Estrutural: A peça final precisa ter resistência suficiente para 
resistir e não fraturar. É preciso ter algumas espessuras mínimas para 
isso. O preparo deve ser executado de tal forma que a restauração 
apresente espessura suficiente de material restaurador para resistir as 
forcas mastigatórias, sem comprometer a estética ao mesmo tempo que 
preserva os tecidos dentais. 
Integridade marginal: 
Especificação 8 ADA: 30um
Possível obter: 20um
Aceitável clinicamente: 60um
Sondas clinicas: 87um
Forma e contorno da protese
Perfil de emergência: Continuidade plana entre raiz e coroa. Ideal.
Sobrecontorno: contorno excessivo, que pode gerar placa. Precisa ser 
removido.
Subcontorno
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Vitalidade Pulpar: A vitalidade pulpar deve ser mantida sempre que 
possível, desde que não comprometa o contorno vital.
Potencial de irritação pulpar:
Calor gerado (pressão de refrigeração)
Qualidade das brocas
Quantidade de dentina remanescente
Permeabilidade destinaria
Limpeza, secagem e moldagem
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Reação extermina dos materiais
Grau de infiltração marginal
Saude periodontal
Preservação da saude periodontal:
Higiene oral
Material restaurador
Adaptação marginal
Localização do termino cervical
Contorno da protese
29/08 Aula 5
Preparos dentários
É um desgaste estratégico de esmalte e/ou dentina.
Obedece etapas pre-estabelecidas.
Objetivo: criar espaço para a restauração indireta, respeitando 
requisitos biomecânicos da futura prótese.
Classificação:
Totais: Envolve todas as faces do dente
Coroas metálicas
Coroas metaloceramicas
Coroas cerâmicas
Parciais: Alguma face não será preparada
Inlays: Não envolve cúspides
Onlays: Apenas uma das cúspides não será envolvida
Overlay: todas as cúspides serão envolvidas, mas nem todas as faces.
Facetas: Face palatal não é envolvida
Radiculares (intraradiculares)
Núcleos / R.I.R. (retentores intra radiculares)
Técnica de preparo
Um dos objetivos básicos de qualquer técnica de preparo com finalidadeprotética deve ser a simplificação dos procedimentos, baseada na 
racionalização da sequencia de preparo…
Técnica da silhueta: Permite ao operador uma noção real da quantidade 
de dente desgastado, pois executa-se inicialmente o preparo da metade 
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do dente, preservando-se a outra metade para observação. 
Broca: O conhecimento do diâmetro e formato das brocas utilizadas é 
primordial para o controle da quantidade do desgaste em função do 
preparo realizado. É um instrumento de corte e de medida. Saber como é 
feita, como são suas paredes e como é sua terminação.
Términos cervicais
Região terminal do preparo de uma coroa. O que muda em um preparo é a 
forma em que se termina ele. E quem termina esse preparo é a ponta da 
broca, por isso é importante conhecer as brocas e saber qual utilizar.
 Tipos de términos cervicais:
Lamina de faca (BOPT): preparo mais conservador, difícil de fazer.
Chanferete: preparo conservador, também difícil de fazer. Usado em 
facetas
Chanfro ou chanfrado (mais utilizado)
50º
Ombro ou degrau (90º)
Ombro biselado
Chanferete:
Segmento de circulo pequeno (0,5mm)
Corais totais - preparo minimamente invasivo
Facetas e micro laminados cerâmicos
+ adaptação marginal
+ Escoamento do cimento
+ Preservação da estrutura dentaria
Utiliza-se a metade da broca 3145, para criar o chanferete.
Chanfro:
Segmento de circulo (1,2 - 1,5mm)
Coroa metaloceramica
+ adaptação marginal
+ Escoamento do cimento
- preservação da estrutura dentaria
Utiliza-se a metade da broca 4138, para criar o chanfro
Chanfro profundo:
Utiliza-se a metade da broca 4137, para criar o chanfro
Localização do termino cervical
Supra gengival: Antes do sulco, mas não fica esteticamente bonito. 
Mas é o preparo mais fácil de fazer e manter, porém o menos aceito 
pelo paciente.
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Ao nivel gengival: Muito utilizado na colocação de lentes.
Intra sulcular: Não é subgengival, é pra ficar no sulco, em torno de 
0.5mm para dentro sulco. Utiliza-se o fio para proteger o epitélio 
funcional, respeitando a saude biológica. Muito utilizado quando ha 
raizes escurecidas. Mas, com o processo natural de retração gengival 
pode fazer com que se trabalho venha a ser exposto com o tempo. 
Problemas: adaptação do provisório, moldagem, adaptação da 
margem da prótese, higiene da área.
Estabelecido: termino supra gengival sempre que possível enfrentar os 
problemas inerentes ao termino intra-sulcular.
Cárie cervical, defeitos no esmalte, recessão gengival, coroas clinicas 
curtas, retenção e estética, levam ao preparo intra sulcular.

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