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MAPAS MENTAIS
DIREITODIREITO
por @viciodeumaestudante
PENAL
Licensed to Wyvian Agny Ribeiro dos Anjos - wyvian.agny@gmail.com - 124.945.374-79
princípios do 
direito penal
PRINCÍPIO DA 
LEGALIDADE
PRINCÍPIO DA 
ANTERIORIDADE
PRINCÍPIO DA 
PERSONALIDADE
PRINCÍPIO DA 
INDIViduALIZAÇÃO 
DA PENA
PRINCÍPIO DA 
INTERVENÇÃO 
MÍNIMA
PRINCÍPIO DA 
ADEQUAÇÃO SOCIAL
PRINCÍPIO DA 
FRAGMENTARIEDADE
Nenhum crime ou pena podem ser 
criados senão em virtude de lei. 
Ninguém poderá ser criminalmente 
responsabilizado se a sua conduta não estiver 
expressa em lei anterior à prática do ato.
PRINCÍPIO DA 
retroatividade 
penal benéfica 
A lei anterior ao fato criminoso 
pode ser aplicada ao caso 
concreto se for mais 
benéfica ao réu. É uma 
exceção, pois a regra é que 
as leis que devem ser 
aplicada são as vigentes na 
época da ocorrência (tempus 
regir actum).
A punição jamais 
poderá passar da 
pessoa condenada.
Cada um responde 
na medida da sua 
culpabilidade.
O direito penal deve 
intervir no que for 
realmente necessário. 
É a ultima ratio.
O direito penal deve se importar 
apenas com os delitos mais 
graves, que caracterizam bens 
jurídicos relevantes para a 
sociedade.
decorre do princípio da 
intervenção mínima
O direito penal não deve se 
preocupar com condutas tidas 
como adequadas pela sociedade.
É uma causa supralegal de 
exclusão da tipicidade, pois 
não incide a tipicidade material 
(não há considerável lesão ou 
perigo ao bem jurídico)
O direito penal não deve se ocupar 
com o que é mínimo, com condutas 
incapazes de ofender o bem jurídico 
tutelado pelo direito penal
Só há crime quando 
há efetiva lesão ou 
perigo de lesão aos 
bens jurídicos.
REQUISITOS: 
- Mínima ofensividade da conduta
- Ausência de periculosidade social
- Reduzido grau de reprovabilidade 
do comportamento;
- Inexpressividade da lesão jurídica 
provocada
PRINCÍPIO DA 
LESIVIDADE
PRINCÍPIO DA 
INSIGNIFICÂNCIA
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princípio da 
consunção/absorção
CRIME PROGRESSIVO PROGRESSÃO CRIMINOSA
Aplicada no conflito aparente de normas: 
quando há duas ou mais leis penais que 
parecem incidir sobre o mesmo ato.
crime complexo
O agente, para alcançar um 
resultado de crime + grave, 
precisa necessariamente praticar 
um crime menos grave.
Ex: para praticar homicídio deve 
necessariamente praticar lesão 
corporal. Só responde pelo homicídio.
O agente inicialmente queria 
praticar um crime menos grave e 
o pratica, mas depois decide 
praticar um crime + grave.
Ex: decide praticar lesão corporal, mas, 
depois de praticado, muda de ideia e o 
mata. O resultado mais grave absorve o 
resultado inicial.
É composto de vários tipos penais 
autônomos. Prevale o fato 
complexo sobre os autônomos.
Ex: para roubar, o agente furta o bem e 
emprega violência ou grave ameaça, 
mas só responderá por roubo.
- Há unidade de desígnios;
- O crime meio é obrigatório 
para o crime fim.
- Há uma mudança de dolo (é 
chamado de dolo cumulativo)
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Classificação dos crimes
É aquilo que está estabelecido em lei, 
consistente em um comportamento humano 
causador de lesão ou perigo de lesão ao bem 
jurídico tutelado, passível de sanção penal. 
Crime é a infração penal que a lei comina pena de 
reclusão ou detenção, cumulativa ou 
alternativamente com pena de multa. 
Contravenção é espécie de infração penal que a lei 
comina prisão simples e/ou multa 
Conceito de 
crime 
Crime material , formal e de mera conduta 
Crimes em que o tipo penal prevê 
o resultado naturalístico, sendo 
indispensável para a 
consumação do delito. 
Ex: homicídio, roubo.
Crimes em que o resultado está 
previsto no tipo penal, mas não 
precisa acontecer para a consumação 
do delito. Ex: ameaça, extorsão. 
Crimes em que a consumação se 
dá com a mera ação ou 
omissão. Resultado naturalístico 
não está previsto no tipo. 
Ex: porte ilegal de arma de fogo. 
CRIME COMUM, PRÓPRIO E DE MÃO PRÓPRIA 
É aquele que o tipo penal não 
prevê nenhuma qualidade 
especial para o sujeito ativo, 
podendo ser praticado por 
qualquer pessoa. Ex: homicídio, 
furto, crimes contra a honra. 
É aquele que o tipo penal prevê 
características especiais para 
o agente. Ex: crimes funcionais. 
É aquele que somente pode ser 
praticado pela pessoa 
expressamente indicada no tipo 
penal. Ex: falso testemunho. 
Obs: admitido apenas a 
participação. 
crime doloso, culposo e preterdoloso 
Quando o agente deseja 
praticar o crime (dolo direto) 
ou quando assume o risco 
de produzir o resultado 
criminoso (dolo eventual). 
O resultado, embora previsível, 
não é querido, nem aceito pelo 
agente, que acaba praticando 
por falta de cuidado objetivo 
(negligência, imprudência ou 
imperícia). 
O agente pratica a conduta a 
título doloso e o resultado 
mais grave que o esperado é 
alcançado por culpa. Ex: 
lesão corporal seguida de 
morte. 
CRIME CONSUMADO E TENTADO 
Quando o agente 
pratica todas as 
características do tipo 
penal. Art. 14, I, CP. 
Quando o crime não se 
consuma por circunstâncias 
alheias a vontade do agente. 
Art. 14, II, CP. 
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crime instantâneo, permanente e instantâneo de efeitos permanentes 
É aquele cuja consumação ocorre 
em um momento determinado, 
sem prolongação no tempo. 
Ex: roubo, furto. 
E aquele cujo momento consumativo se 
prolonga no tempo até quando queira o 
sujeito ativo. Ex: extorsão mediante sequestro. 
Obs: prescrição só começa a correr após cessar 
a atividade criminosa e a prisão em flagrante é 
possível enquanto perdurar a execução. 
Crime se consuma em determinado 
momento, mas os efeitos duram para 
sempre. Ex: homicídio consumado, 
lesão corporal irreversível. 
CRIME DE DANO E DE PERIGO 
Quando há efetiva lesão 
ao bem jurídico tutelado. 
Ex: furto, roubo. 
Crime se consuma quando o 
bem jurídico é colocado em 
risco, sem precisar que 
ocorra a efetiva lesão. 
De perigo concreto: exige-se a efetiva comprovação 
de perigo para o bem jurídico tutelado. Ex: exposição 
da vida ou saúde de outrem a perigo. 
De perigo abstrato: dispensa-se a comprovação de 
que houve efetivo perigo ao bem jurídico tutelado. 
Ex: tráfico de drogas. 
CRIME SIMPLES, COMPLEXO, QUALIFICADO E PRIVILEGIADO 
É aquele que possui um 
único tipo penal. Ex: furto. 
Aquele que resulta da união de dois 
ou mais tipos penais. Ex: extorsão 
mediante sequestro (extorsão + 
sequestro). 
Pode derivar do tipo penal básico ou 
complexo, cuja pena sofre um 
agravamento, com novos patamares de 
mínimo e máximo. Ex: extorsão mediante 
sequestro qualificada pela morte. 
Aquele em que são previstas determinadas 
situações que autorizam a diminuição da 
pena imposta ao agente. Ex: homicídio 
privilegiado quando cometido por motivo de 
relevante valor social. 
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CRIME UNISSUBJETIVO E PLURISSUBJETIVO 
Aquele que pode ser praticado 
por uma ou várias pessoas (de 
concurso eventual). 
Aquele em que o concurso de 
agentes é imprescindível para 
a sua consumação. 
Condutas paralelas: quando todos, pretendendo 
alcançar um fim único, auxiliam-se mutualmente na 
execução do tipo penal. Ex: associação criminosa. 
Condutas divergentes: quando os agentes 
dirigem suas ações uns contra os outros. Ex: rixa. 
Condutas bilaterais: quando o tipo pressupõe a atuação 
de dois agentes cujas condutas são propensas a se 
encontrar, pois partem de pontos opostos. Ex: bigamia. 
crime comissivo e omissivo 
São aqueles realizados por 
meio de uma ação, de um 
fazer, de uma conduta 
positiva. Ex: roubo. 
São aqueles realizados por 
meio de uma omissão, de um 
não fazer, de uma conduta 
negativa. 
Omissivo próprio ou puro: omissão está condita no 
próprio tipo penal, podendo ser praticada porqualquer 
pessoa que se encontre na posição indicada no tipo 
penal. Ex: omissão de socorro. 
Omissivo impróprio ou impuro: tipo penal descreve uma 
ação, mas a omissão do agente, que descumpre seu dever 
jurídico de agir, produz resultado naturalístico e sua 
responsabilização penal. Art. 13, §2º, CP. 
CRIME UNISSUBSISTENTE E PLURISSUBSISTENTE 
Aquele em que um só ato 
de execução é capaz de 
consumar o crime. Ex: 
crimes contra a honra. 
Aquele em que são necessários 
dois ou mais atos para consumar o 
crime. Ex: homicidio praticado com 
diversos golpes de faca. 
Obs: tentativa é admitida. 
Crime habitual 
Aquele que somente se consuma com a 
prática reiterada e uniforme de vários atos 
que revelam um estilo de vida do agente. 
Ex: exercício irregular da medicina. 
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EFICÁCIA DA LEI 
PENAL NO TEMPO 
TEORIA DA 
ATIVIDADE 
Em regra, a lei aplicável a um 
crime é aquela vigente ao tempo 
da execução deste. Princípio 
tempus regit actum. 
CONFLITO DE LEI 
PENAL NO TEMPO 
Solucionado pelo princípio 
da retroatividade da lei 
mais benéfica. 
ABOLITIO CRIMINIS 
Quando uma conduta deixa de ser 
considerada crime, retroage para alcançar 
fatos pretéritos. É causa extintiva da 
punibilidade, fazendo cessar os efeitos 
penais da sentença condenatória, 
permanecendo os extrapenais. A condenação 
em relação ao crime abolido não pode ser 
considerada para fins de reincidência ou 
antecedentes criminais. Art. 2º, CP.
NOVATIO LEGIS IN 
MELLIUS 
A lei posterior, que, de qualquer modo 
favorecer o agente, aplica-se aos 
fatos anteriores, ainda que 
decididos por sentença transitada 
em julgado. Art. 2º, §único, CP. 
NOVATIO LEGIS 
INCRIMINADORA 
A lei nova incrimina fatos antes 
considerados lícitos. Não 
retroage, tendo eficácia somente 
em relação a fatos praticados a 
partir de sua vigência. 
NOVATIO LEGIS IN 
PEJUS 
Lei nova mais severa que a 
anterior. Ex: Lei nº 11.343/06 
aumentou a pena do crime de 
tráfico de drogas. Não retroage. 
CRIME 
PERMANENTE E 
CONTINUADO 
Se uma lei penal nova tiver vigência durante o 
crime permanente ou durante a continuidade 
delitiva, deverá ser aplicada ao caso, mesmo 
que prejudicial. Súm. 711, STF. 
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eficácia da lei penal no espaço 
PRINCÍPIO DA 
TERRITORIALIDADE 
Art. 5º, CP: aplica-se a lei brasileira, sem prejuízo de convenções, tratados e 
regras de direito internacinal, ao crime cometido no território nacional. 
(Regra geral). 
Exceções: brasileiro comete crime no exterior ou estrangeiro comete delito no 
Brasil: Código Penal adotou o princípio da territorialidade mitigada. 
território brasileiro 
por extensão 
Art. 5º, §1º, CP: consideram-se extensão do território brasileiro as 
embarcações e aeronaves brasileiras, de natureza pública ou a serviço do 
governo brasileiro onde quer que se encontrem, bem como aeronaves e as 
embarcações brasileiras mercantes ou de propriedade privada, que se achem 
respectivamente, no espaço aéreo correspondente ou em alto-mar. 
exceções ao princípio da 
territorial idade 
1) Princípio da nacionalidade ativa: art. 7º, I, alínea "d", II, alínea "b". Crime praticado por 
brasileiro fora do país. O agente será punido de acordo com a lei brasileira, independente da 
nacionalidade do sujeito passivo e do bem jurídico tutelado, dependendo, apenas, do cumprimento 
das condições previstas no art. 7º, §2º, CP. 
2) Princípio da nacionalidade passiva: art. 7º, §3º. CP. Crime praticado contra vítima 
brasileira. Deve obedecer também as condições do art. 7º, §2º, CP. 
3) Princípio da defesa real ou proteção: art. 7º, I, alíneas "a", "b", "c'. Aplicação da lei brasileira 
aos crimes praticados no exterior que ofendam bens jurídicos pertencentes ao Brasil, 
qualquer que seja a nacionalidade do agente ou lugar do crime. 
TIPOS DE EXTRATERRITORIALIDADE 
1) Incondicionada: aquela que não depende de nenhuma condição, a simples prática do 
delito no exterior já autoriza a aplicação da lei brasileira. Art. 7º, I, CP. 
Obs: mesmo que tenha sido absolvido no exterior, será julgado no Brasil. Caso tenha sido 
condenado, computa-se a pena cumprida. É exceção ao princípio do bis in idem. 
2) Condicionada: depende de condições cumulativas previstas no art. 7º, §2º, alíneas "a" - "e" e 
§3º, CP. 
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	2M - princ�pios dto penal (semana 01)
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	Página 2
	3M - classificação dos crimes (semana 01)
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	Página 2
	Página 3
	2M - da eficácia da lei penal no tempo e no espaço (semana 01)
	Página 1
	Página 2

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