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REVISÃO SOI III Júlia Morbeck - 2022.2 Assuntos abordados: 1 - Doença de Chagas 2 - Cardiomiopatia dilatada 3 - DAC 4 - Pericardite 5 - DAOP 6 - Asma e DPOC 7 - Câncer de pulmão 8 - Pneumonia 9 - Erisipela, impetigo e celulite 10 - Dermatite atópica 11 - Hanseníase 12 - Leishmaniose 13 - Câncer de pele Doença de Chagas IMPORTANTE Os protozoários são organismos unicelulares e eucariotas. Agente etiológico: Trypanosoma cruzi Vetor: triatomíneo - barbeiro, chupança Doença de Chagas 3 formas do parasito CICLO Doença de Chagas PERÍODO DE INCUBAÇÃO: varia de 1 a 3 semanas. VIA DE TRANSMISSÃO Vetorial; Transfusional; Vertical ou congênita; Acidentes laboratoriais; Via oral. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Doença de Chagas MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Doença de Chagas CHAGOMA DE INOCULAÇÃO ALTERAÇÕES NO CORAÇÃO AGUDA CRÔNICA ALTERAÇÕES NO SISTEMA DIGESTÓRIO Os parasitos são encontrados na musculatura lisa e nas células nervosas - predominam no esôfago, cólons e sigmoide. DIAGNÓSTICO Doença de Chagas DIAGNÓSTICO CLÍNICO DIAGNÓSTICO LABORATORIAL EXAMES PARASITOLÓGICOS - FASE AGUDA Procedência do paciente; Casas onde havia triatomíneos; Transfusão sanguínea. Exames parasitológicos; Exames sorológicos. Exame de sangue a fresco em gota espessa; Esfregaço sanguíneo; DIAGNÓSTICO Doença de Chagas EXAMES IMUNOLÓGICOS - FASE CRÔNICA Hemaglutinação Imunofluorescência Indireta DIAGNÓSTICO Doença de Chagas EXAMES IMUNOLÓGICOS - FASE CRÔNICA ELISA TRATAMENTO Doença de Chagas BENZNIDAZOL - fármaco de escolha Mecanismo de ação: Radicais livres nitrogenados que danificam o DNA do parasita. NIFURTIMOX - segunda opção Mecanismo de ação: Forma um metabólito que reage com ácidos nucleicos do parasita, causando a quebra do DNA. OBS.: Pouco eficientes contra estágios intracelulares do parasito. Cardiomiopatia Dilatada Os ventrículos aumentam de tamanho. A disfunção cardíaca não está associada com isquemia miocárdica ou com fatores que acarretam sobrecarga pressórica ou volumétrica. Cardiomiopatia Dilatada CAUSA IDIOPÁTICA - 30 A 50% DOS CASOS GENÉTICOS (FORMA FAMILIAR) PAPEL DA GENÉTICA - MAIS DE 40 GENES. MAIORIA AUTOSSÔMICA DOMINANTE GENES ENVOLVIDOS: CODIFICAÇÕES DO SARCÔMERO, CITOESQUELETO, SARCOLEMA OBS.: Cardiomiopatia de Takotsubo ou de estresse e Cardiomiopatia Alcoólica DILATAÇÃO DAS CÂMARAS CARDÍACAS PAREDE DO VE C/ ESPESSURA DIMINUÍDA - HIPERTROFIA EXCÊNTRICA DILATAÇÃO DOS TÚBULOS DO SISTEMA T E DO RS ALTERAÇÕES Cardiomiopatia Dilatada Insuficiência Cardíaca INSUFICIÊNCIA CARDÍACA SISTÓLICA -> CARDIOMIOPATIA DILATADA INSUFICIÊNCIA CARDÍACA DIASTÓLICA -> CARDIOMIOPATIA HIPERTRÓFICA Doença Arterial Coronariana - DAC Doença inflamatória crônica sistêmica. Aterosclerose ATEROSCLEROSE é a etiologia mais comum. ISQUEMIA CELULAR - AUMENTA A DEMANDA POR OXIGÊNIO E DIMINUI O SUPRIMENTO SANGUÍNEO. 60s após oclusão --> Metabolismo ANAERÓBICO Disfunção do relaxamento e contração do miocárdio Se a perfusão não for estabelecida (40- 60min.) inicia-se um estágio IRREVERSÍVEL de dano Comprometimento do fluxo coronariano. Doença Arterial Coronariana DOR TORÁCICA DISPNEIA BRADICARDIA NÁUSEA E VÔMITOS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Doença Arterial Coronariana DOR TÍPICA DOR ATÍPICAX Constrição Compressão Queimação Dor surda Facada, agulhada Pontada ANGINA ESTÁVEL ANGINA INSTÁVELX Aumento súbito do trabalho cardíaco; Quadro doloroso desaparece com repouso ou pelo uso de vasodilatadores. Desencadeada por pequenos esforços ou em REPOUSO; Geralmente precede o IAM. INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO Doença Arterial Coronariana Presença de biomarcadores cardíacos - NECROSE MIOCÁRDICA. DIAGNÓSTICO - ELETROCARDIOGRAMA Doença Arterial Coronariana SEGMENTO S-T: Momento em que as fibras contráteis ventriculares são despolarizadas durante a fase de platô. TRATAMENTO MEDICAMENTOSO Doença Arterial Coronariana TROMBOLÍTICOS ESTATINAS BETABLOQUEADORES TRATAMENTO MEDICAMENTOSO Doença Arterial Coronariana NITRATOS ANTIAGREGANTE PLAQUETÁRIO Doenças Pericárdicas MECANISMOS EFETORES QUE SÃO RESPONSÁVEIS PELA LESÃO TECIDUAL: IMUNOCOMPLEXOS, AUTOANTICORPOS CIRCULANTES E LINFÓCITOS T AUTORREATIVOS. DOENÇAS AUTOIMUNES FATORES QUE CONTRIBUEM PARA DOENÇAS AUTOIMUNES Suscetibilidade genética; Desencadeadores ambientais. ANORMALIDADES IMUNOLÓGICAS Autotolerância defeituosa; Exibição anormal de autoantígenos; Microrganimos infecciosos podem conter antígenos que reagem de maneira cruzada com os autoantígenos. MIMETISMO MOLECULAR. IMPORTANTE: Doenças Pericárdicas ETIOLOGIA INFECCIOSAS NÃO INFECCIOSAS Pericardite PROCESSO INFLAMATÓRIO NO PERICÁRDIO X Vírus - mais comum/IDIOPÁTICOS - 85% dos casos; Bactéria (tuberculose); Fúngica; Parasitária. Autoimune - mais comum; Neoplásica; Metabólica; Traumática. AUMENTO DA PERMEABILIDADE CAPILAR PROTEÍNAS PLASMÁTICAS SAEM DOS CAPILARES RESULTA EM EXSUDATO - VARIA C/ O AGENTE CAUSAL Pericardite FISIOPATOLOGIA Aspecto em "pão com manteiga" DOR TORÁCICA ATRITO PERICÁRDICO Pericardite MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Ventilatório -dependente; Melhora em pé ou reclinada para frente. Prece maometana Derrame Pericárdico e Tamponamento Cardíaco ACÚMULO DE LÍQUIDO NA CAVIDADE PERICÁRDICA OBS.: 200ml de líquido pode levar a pressão intracardíaca a níveis que limitam o retorno venoso para o coração. COMPRESSÃO DO CORAÇÃO EM CONSEQUÊNCIA DO ACÚMULO DE LÍQUIDO O desenvolvimento do Tamponamento Cardíaco depende da velocidade de instalação e do fator causal. Hipotensão; Pressão venosa jugular elevada; Bulhas cardíacas hipofonéticas. TRÍADE DE BECK Sinais físicos que surgem devido ao enchimento limitado do ventrículo. PULSO PARADOXAL: declínio >10mmHg na PAS durante a inspiração. ECG Doenças Pericárdicas DIAGNÓSTICO ARRITMIAS CARDÍACAS; COMPLEXO QRS DE BAIXA AMPLITUDE SUGERE DP. ECO RAIO-X Doenças Pericárdicas DIAGNÓSTICO Calcificação do pericárdio Tamponamento Cardíaco - Coração em Moringa RAIO-X: Necessário 200ml de líquido para detectar o DP. HORA DE REVISAR COM QUESTÕES Gratidão