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DOENÇAS DO 
PERICÁRDIO 
CARDIOLOGIA 
UFCA 
• Pericardite 
• Derrame pericárdico
• Tamponamento cardíaco 
• Pericardite constrictiva
ANATOMIA
 Pericárdio
• Estrutura anatômica que reveste externamente o coracão
• Folheto externo fibroso (Pericárdio parietal)
• Folheto interno seroso (Pericárdio Visceral)
• Espaço entre as duas laminas 15 a 50ml de líquido claro
• Inervação parasimpática- vago e laringeo recorrente esquerdo
• Inervação simpática- Gânglio estrelado, primeiro dorsal, plexos 
cardíaco, aórtico, diafragmático
Funções do Pericárdio
• Estabilização do coração em sua posição anatômica
• Reduzir o atrito entre o coração e os orgãos torácicos adjacentes
• Barreira física contra infecção e disseminação de processos neoplasicos para o 
coração
• Restringe o enchimento excessivo do coração
PERICARDITE AGUDA
 Síndrome clínica na qual ocorre inflamação dos folhetos pericárdicos que se 
caracteriza por dor torácica, atrito pericárdico e alterações eletrocardiograficas 
seriadas. 
 Primário ( ex: infecçao viral) 
 Secundário (ex: lupus)
 - Com ou sem derrame pericardico
-
EPIDEMIOLOGIA 
• 5% dos pacientes com queixa de dor torácica nos quais foi afastada SCA 
• 1% daqueles com supradesnível de segmento ST tinham pericardite aguda 
• 27.7 casos por 100.000 hab / ano ( Estudo de coorte - Italia
Etiologia
1. IDIOPATICAS
• Muitas podem ser 
virais
2. INFECCIOSAS
2.1 Virus
• Coxsackie B
• ECHO tipo 8
• Outros
2.2 Bactérias
• Estafilococos
• Pneumococos
• Meningococos
• M. Tuberculosis
• Hemophylus 
Influenzae
• Outros
2.3 Fungos
• Histoplasma 
capsulatum
• Candida albicans
• Outros
2.4 Outros 
Microorganismos 
Vivos
• Toxoplasmose
• Amebiase
• Micoplasma
• Nocardia asteroides
3. LESAO 
MIOCARDICA
3.1 IAM
• Epistenocárdica
• Síndrome Dressler
3.2 ICC
4. TRAUMATISMO
4.1 Pericardite aguda
 precoce pós 
cirurgia cardíaca
4.2 Síndrome pós 
pericardiotomia
4.3 Pós traumática
Etiologia
5. METABÓLICO
5.1 Doenca Renal 
Cronica
• Uremia terminal
• Por diálise
5.2 Mixedema
5.3 Quilopericardio
5.4 Hipoalbuminemia
6. DOENCA 
AUTO-IMUNES
6.1 Febre
Reumática Aguda
6.2 Artrite
Reumatoide
6.3 Esclerose
Sistêmica
6.4 L E S
6.5 Drogas
• Procainamida
• Hidralazina
• Metildopa
6.6 Outros
 7. NEOPLASICAS
• No CA de pulmão
• No CA de mama
• Linfoma
• Mesotelioma
• Outros
8. CONGÊNITAS
8.1 Ausência do 
pericárdio
• Parcial
• Completa
8.2 Cistos 
8.3 Outros
9. IRRADIAÇÃO
10. ANEURISMA 
DIS-SECANTE DE 
AORTA
Quadro clínico
• Dor torácica é a principal manifestação
• Em pontada, perfurante, surda, opressiva
• Intensidade é variável
• Localização precordial ocasionalmente em epigástrio
• Irradiação frequente para braço esquerdo e crista do trapézio
• Duração de horas ou dias
• Piora com a inspiração profunda, tosse, deglutição, decubito dorsal
• Melhora com a posição sentada com tronco inclinado para frente
• Pode vir associado à dispnéia e a sintomas de viremia como febre, mialgia, artralgia
Exame Físico
• O atrito pericárdico é 
patognomônico
• Som áspero ou rude
• Localiza-se mais frequentemente em 
BEEB mas pode ser ouvido em todo 
o precórdio
• Melhor audível com o paciente 
sentado com o tórax inclinado para 
frente
• Pode aumentar com a inspiração
• Pode diminuir com o DLE
• Pode ser transitório ou evanescente
• Pode ser confundido com a respiração 
ou com o som da pele raspando o 
estetoscópio
Exames Laboratoriais
• Classe I 
• Dosagem de PCR para diagnóstico e seguimento de pericardite aguda (B) 
• Dosagem de hormônios tireoidianos, autoanticorpos e avaliação de função renal na 
investigação etiológica de pericardite aguda (C) 
• Classe IIa 
• Dosagem de troponina para diagnóstico de pericardite aguda (C)
Classe II b
Dosagem de BNP / NTproBNP para auxiliar no diagnóstico diferencial entre pericardite 
constritiva e cardiomiopatia restritiva (C) C
• I Diretriz Brasileira de Miocardites e Pericardites. Arq Bras Cardiol 2013
NOVOS BIOMARCADORES DE PERICARDITE AGUDA E 
RECORRENTE
• CEACAM1 and MICA as novel serum biomarkers in patients with acute and recurrent 
pericarditis .
• Gal Markel et al Oncotarget, 2017 Vol. 7, No. 14 
• (CEACAM1) : Carcinoembryonic antigen cell adhesion molecule 1 : is an 
immune-inhibitory protein MHC class I chain related protein 
• (MICA) and B (MICB) have an immune-stimulating function 
Eletrocardiograma
• Estágio 1 (Início do quadro)
 Supra ST em todas as derivações exceto AVR e V1
 Infra de segmento PR
• Estágio 2 (Após alguns dias)
 Retorno do ST a linha de base
 Achatamento de T
• Estágio 3 (Após 1 a 2 semanas)
 Inversão de T
 Sem perda de voltagem de R
 Sem ondas Q
• Estágio 4 (Após semanas ou meses)
 Volta ao padrão de normalidade
Eletrocardiograma
Radiografia de tórax
• Geralmente é normal
• Aumento de área cardíaca 
se derrame pericárdico
• Alterações do parênquima 
pulmonar podem sugerir 
etiologias específicas
Ecocardiograma
• Geralmente é normal
• Pode evidenciar derrame 
pericárdico quando presente
• Avalia se existe 
comprometimento da função 
ventricular pela miocardite
• Quando normal não exclui o 
diagnóstico de pericardite 
aguda 
Multimodalidades de imagem 
• Tomografia de coração: 
• Espessamento pericárdico não 
calcificado Realce das superfícies 
viscerais e parietais espessadas do 
saco pericárdico com contraste 
sendo que a TC pode ajudar a 
distinguir entre fluido exsudativo e 
transudativo
• RMN de coração: 
• Espessamento do pericárdio 
espessado
• Inflamação ativa Imagens de com 
edema, neovascularização e / ou 
tecido de granulação
• Alta intensidade de sinal T1 sugestiva 
de efusões exsudativas 
• Perda do deslizamento normal do 
pericárdio externo sobre o superfície 
epicárdica durante o ciclo cardíaco 
por marcação dinâmica é consistente 
com a presença de aderências 
pericárdicas entre o pericárdio 
visceral e parietal inflamado
Tratamento
• Sempre que possível voltado para a 
etiologia
• Recomenda-se internamento hospitalar
• Repouso no leito ajuda recuperação
• Os AINH constituem o pilar do 
tratamento
• Qualquer AINH eficiente pode ser utilizado:
 -AAS 1g VO 6/6h
 -Indometacina 50mg VO 6/6h
 -Ibuprofeno 300 a 600mg VO 6/6h ou 8/8h
• Colchicina 0,5mg 12/12h como monoterapia ou 
associada aos AINH é droga efetiva na fase aguda e 
pode prevenir recorrências
Tratamento
• Corticosteróides devem ser evitados mas estão indicados na falha do tratamento 
com AINHe e para tratamento de doenças específicas (Prednisona 0,5 a 1mg/kg/dia)
• Anticoagulantes são contra indicados quando necessários dar preferência à 
heparina
• Após a recuperação os pctes precisam ser acompanhados indefinidamente 
Complicações
• Pericardite recorrente (20 a 30% dos casos)
• Tamponamento cardíaco (15% dos casos)
• Pericardite constrictiva (Rara)
Derrame Pericárdico
Introdução
• Todas as causas de pericardite pode causar derrame 
pericárdico
• Sem aumento da pressão intrapericárdica→ Clinicamente 
silencioso
• Com aumento da pressão intrapericárdica→ Sinais e sintomas 
de tamponamento cardíaco
• Aumento da pressão intrapericárdica:
 -Taxa de acúmulo de líquido
 -Volume absoluto do derrame
• Quando o aumento de volume é rápida 150 a 200ml já 
determinam sintomas compressivos
• Quando o aumento é gradual pode chegar a 2000ml sem 
sintomas compressivos
Quadro clínico
• A maioria dos DP, sem aumento da pressão intrapericárdica, são assintomáticos
• Dor precordial, surda, contínua de carater opressivo
• Grandes derrames podem produzir sintomas compressivos:
 -Nauseas e sensação de plenitude abdominal
 -Soluço -Dispnéia -Tosse seca
 -Disfagia -Rouquidão 
Exame Físico
• Pequenos derrames sem aumento da pressão intrapericárdica → Achados 
inespecíficos 
• Grandes derrames → Achados sugestivos
 -Hipofonese de bulhas
 -Crepitantes em bases pulmonares
 
 
Eletrocardiograma
•Diminuição da voltagem dos complexos QRS
• Achatamento de onda T
• Alternância elétrica (Grandes derrames)
Eletrocardiograma
Eletrocardiograma
Radiografia de tórax
• Normal em pequenos derrames
• São necessários no mínimo 250ml de liquido para aumentar a imagem cardíaca
• Rápido aumento da área cardíaca sem congestão pulmonar
• É dificil a diferenciação radiológica entre cardiomegalia e derrame pericárdico
 -Coração de forma globular em “moringa”
 -Linha radiotransparente dentro da área cardíaca 
Radiografia de tórax 
Ecocardiograma
• É o padrão ouro para diagnóstico de derrame pericárdico
• Derrames pequenos → Espaços livres de Ecos junto a parede 
posterior do VE
• Derrames moderados → Espaços livres de Ecos na parede 
posterior e anterior
• Derrames grandes → Movimento aleatório do coração dentro do 
saco pericárdico
Ecocardiograma
Ecocardiograma
LEVE – Lâmina diastólica 20mm 
(mais de 500ml) 
Investigação invasiva
• Pericardiocentese + Analise do liquido pericardico
• Biopsia pericárdica
• Videopericardioscopia
PERICARDIOCENTESE
ANALISE DO LIQUIDO PERICARDICO
• Densidade especifica, leucometria total e diferencial, hematocrito, conteudo 
proteico
• Coloraçao e cultura para bacterias, incluindo tuberculose
• Pesquisa de celulas malignas
• Adenosina deaminase
Tratamento
• Baseia-se no tratamento da doença de base
• Derrames pequenos em pctes assintomáticos não requerem tratamento específico
• Grandes derrames a pericardiocentese pode ser utilizada para alívio dos sintomas e 
investigação diagnóstica
• Anticoagulantes são contra indicados
TAMPONAMENTO 
CARDÍACO
Aumento agudo/abrupto de líquido no pericárdio e elevação substancial 
DAS PRESSÕES INTRAPERICÁRDICAS e equalização das pressões do 
pericárdio e das câmaras cardíacas = QUEDA DO DÉBITO CARDÍACO
Fisiopatologia
• Acúmulo de líquido no espaço pericárdico
• Progressivo aumento da pressão intra-pericárdica
• Elevação da pressão diastólica de AD e VD
• Elevação da pressão diastólica de AE e VE
• Congestão pulmonar e sistêmica
• Redução do enchimento ventricular
Fisiopatologia
• Queda do volume sistólico
• Queda do débito cardíaco
• Queda da pressão arterial sistêmica
• Má perfusão tecidual periférica
• Bradicardia sinusal progressiva
• Parada cardíaca em: Atividade elétrica sem pulso
Quadro clínico
• Pode manifestar-se clinicamente de 3 formas:
 -Forma subaguda
 -Forma aguda
 -Tamponamento cardíaco de baixa pressão
Quadro clínico
• Forma subaguda
 -Dispnéia aos esforços e ortopnéia
 -Dor precordial opressiva 
 -Turgência de jugular
 -Pulso paradoxal : Queda na pressão sistólica durante a inspiração > 10 mmHg. Quando severo, o pulso 
paradoxal pode ser comprovado pela ausência do pulso radial durante a inspiração
 -Taquicardia
 -Taquipnéia
 -Menos frequentemente: Hipofonese de bulhas e atrito pericárdico 
Exacerbação do fenômeno da interdependência ventricular : Desvio significativo do SIV 
com a respiração (na insp = aumenta retorno venoso e fluxo pela tricúspide – SIV desvia 
para a esquerda, diminuindo o fluxo pela mitral ; na expiração SIV vai para a direita , 
ocorre uma diminui fluxo pela tricúspide e aumenta pela mitral )
Quadro clínico
• Forma Aguda (Tríade de Beck)
 -Turgência de jugular
 -Hipofonese de bulhas
 -Hipotensão arterial
 
Quadro clínico
• Tamponamento de baixa pressão
 -Ausência de turgência de jugular
 -Hipotensão arterial
 -Presença ou não de pulso paradoxal
 -A reposição volemica melhora a pressão e torna o quadro mais característico
 
Eletrocardiograma
• Pode ser normal
• Mais frequentemente apresenta alterações inespecíficas
• Pode apresentar as alterações de pericardite aguda e do derrame pericárdico
 - Estágios 1, 2, 3
 - Baixa voltagem dos complexos QRS
 - Alternância elétrica
Ecocardiograma
• Denuncia a presença e avalia a magnitude do derrame
• Mostra sinais indiretos de tamponamento
 -Desvio inspiratório do SIV para o VE
 -Aumento do fluxo tricuspídeo e redução do fluxo mitral durante a inspiração e 
alterações contrarias após inicio da expiração
 -Colapso sistólico do AD e protodiastólico do VD
 - Dilatação da veia cava inferior 
• A ausência de derrame pericárdico exclui o diagnóstico de tamponamento cardíaco
Tratamento clínico
• Pode parecer temporariamente efetivo mas é , em geral, ineficaz
• Utilizado como ponte para tratamento cirurgico
• Consiste em :
 -Reposição volêmica 
 -Suporte inotrópico
Tratamento cirúrgico
• Pericardiocentese
• Drenagem pericárdica
• Janela pleuro-pericárdica
Pericardite constritiva
Definição
 Doença pericárdica na qual um pericardio espessado, endurecido e 
aderente restringe o enchimento ventricular diastólico provocando uma 
síndrome congestiva.
Etiologia
■ Idiopática (+ frequente) 
■ Causas relativamente comuns
 -Infecciosa (virais, bacterianas, tuberculosa)
 -Irradiação terapêutica
 -cirurgias cardiopericárdicas 
Etiologia
■ Causas relativamente incomuns
 -Neoplasica
 -Uremicas
 -Vasculites
 -Infecciosas (fungica, parasitária)
 -Relacionadas ao infarto
 -Trauma
 -Drogas
 -Hemopericárdio 
Etiologia
■ Raras
 -Pericardite por colesterol
 -Quilopericárdio
 -Doença de Whipple
 -Granulomatose de Wegener
 -Transplante cardíaco
 -Sarcoidose
 -Amiloidose pericárdica
Patogênese
■ Inicia com episódio de pericardite aguda
 -Deposição de fibrina
 -Frequentemente derrame pericárdico
■ Estágio subagudo
 -Organização e reabsorção do derrame
■ Estágio crônico
 -Cicatrização fibrosa
 -Espessamento do pericárdio
 -Obstrução do espaço pericárdico 
Fisiopatologia
■ Restrição ao enchimento ventricular diastólico
■ Elevação e equilibrio das pressões diastólicas nas 4 câmaras cardíacas
■ Desenvolve-se inicialmente → Congestão sistêmica
■ Elevações maiores da pressão → Congestão pulmonar
■ A função sistólica é preservada
Quadro clínico
■ Os sinais e sintomas se assemelham à insuficiência cardíaca
■ Congestão sistêmica leva a estase de jugular, hepatomegalia, desconforto 
abdominal, ascite, edema de membros inferiores
■ Congestão pulmonar leva a dispnéia aos esforços, tosse, ortopnéia, fadiga fácil, 
perda de peso
Exame físico
■ Discreta taquicardia
■ Pulso arterial normal ou de amplitude diminuida
■ Pulso paradoxal pode estar ausente e quando presente é de menor intensidade
■ Pressão arterial normal ou relativamente baixa
■ Turgência de jugular
Exame físico
■ Hepatomegalia
■ Pulso hepático
■ Refluxo hepatojugular
■ Ascite
■ Edema de MMII 
Exame físico
■ Amplo desdobramento de B2 pode ocorrer
■ Batimento pericárdico (Knock pericárdico)
 -Som diastólico
 -Ocorre mais precocemente e apresenta frequência mais alta que B3
 -Pode ser confundido com estalido de abertura mitral
Eletrocardiograma
■ Ondas P com duração aumentada (P mitrale)
■ Complexos QRS de baixa amplitude
■ Achatamento/Inversão generalizada de onda T
■ Fibrilação atrial (50% dos casos)
■ BAV, disturbios de condução intraventricular, ondas Q profundas (pseudo infarto) → 
Extensão da calcificação ao miocardio
Inversão de onda T difusa 
Radiografia de tórax
■ Derrame pleural (usualmente bilateral)
■ Congestão pulmonar linhas B de Kerley
■ Redistribuição de fluxo sanguíneo pulmonar
■ Área cardíaca normal ou levemente aumentada
■ Dilatação das veias cavas superior e ázigos
■ Calcificações pericárdicas (50% dos casos)
Calcificação dos folhetos pericárdicos
Ecocardiograma
■ Hiperecogenicidade do pericardio
■ Deslocamento abrupto do SIV durante o enchimento diastólico inicial (batida septal)
■ Aumento do fluxo tricuspídeo e diminuição do fluxo mitral durante a inspiração
ETE- Pericardite constritiva
Tomografia computadorizada e Ressonância 
magnética nuclear
■ Descartam a necessidade de métodos invasivos
■ Espessamento pericárdico
■ Dilatação das veias cavas
■ Deformação ventriculardireita
TAC-Calcificações pericárdicas
RNM-Espessamento pericárdico
Cateterismo cardíaco
• Cateterizaçao dos coraçoes direito e esquerdo
• Registro das pressoes em AD, VD, AE e VE
• Restriçao ao enchimento ventricular esquerdo, com aumento das pressoes diastólicas do 
VD e VE e tendência a equalizacao
• Diagnostico diferencial: pericardite constritiva X cardiomiopatia restritiva
• Coronariografia 
• Pré-operatorio de pericardiocentese
Tratamento clínico
■ Pode controlar de forma eficaz os sintomas
■ O prognóstico a longo prazo é limitado
■ A maioria dos casos evolui com gravidade crescente
Tratamento cirúrgico
■ A pericardiectomia é o tratamento definitivo
■ A taxa de mortalidade varia entre 4 e 11%
■ A maioria dos pacientes exibem melhora acentuada
■ Alguns apresentam sintomas persistentes ou recorrentes
 -Disfunção miocárdica pela compressão prolongada grave
 -Pericardiectomia incompleta ou inadequada
 -Recorrência da constricção
DOENÇAS RARAS NO PERICÁRDIO
• Tumores metastáticos
• Cistos
• Divertículo
• Agenesia congênita do pericárdio total ou parcial

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