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9
PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIAS
Pró-Reitoria de Graduação
Escola de Direito e Relações Internacionais
Núcleo de Prática Jurídica
AO JUÍZO DA VARA DE FAMÍLIA COMARCA DE GOIÂNIA DO ESTADO DE GOIÁS
KAIO VICTOR DE OLIVEIRA DAVI, brasileiro, menor, estudante, inscrito no CPF sob o n. 104.262.621-90, neste ato representado por sua genitora, RUTHINÉIA BRAZ DE OLIVERIA, brasileira, solteira, diarista, inserida no RG sob o n. 4645323 DGPC/GO e CPF n. 014.897.861-47, telefone para contato (62) 99217-5177, residentes e domiciliados na Rua Anhanguera, Qd. 7, Lt. 22, Casa 1, Vila Concórdia, CEP 74.770-411, Goiânia-GO, com endereço eletrônico neiabraz00@gmail.com; por sua advogada devidamente constituída pelo instrumento de mandato em anexo, com escritório profissional situado na Avenida Fued José Sebba, nº 1.184, Jardim Goiás, Campus V da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, nos termos do artigo 287 do CPC/201, vem respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, propor a presente.
AÇÃO DE ALIMENTOS com PEDIDO DE ALIMENTOS PROVISÓRIOS
Em face de WESLEI CHARLES DOS SANTOS DAVI, brasileiro, solteiro, vendedor, inscrito sob RG n. 4935042 DGPC/GO, telefone para contato (62) 99153 1267, endereço comercial na Avenida Bernardo Sayão, n. 589, Qd. 26, Setor Centro Oeste, empresa: DI RAMOS JEANS, fone: 3291-9335, CEP 74.550-020 Goiânia-GO, pelos fatos e fundamentos a seguir expostos:
I. PRELIMINARMENTE
1. DA POSSIBILIDADE DE PARTICIPAR DA AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO POR VIDEOCONFERÊNCIA. 
Considerando a pandemia da Covid-19 e as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) para se evitar aglomerações, requer que a audiência de conciliação a ser designada seja por videoconferência, com fulcro no art. 236, §3º do CPC. 
A genitora como o menor manifestaram, desde já, que dispõem de meios para participar de audiência de conciliação por videoconferência. 
Os dados para realização da audiência, envio do link, são: 
DRA. OLGA DE JESUS GONÇALVES DE SOUZA BRITO 
- E-mail: olgajesus21@gmail.com
- Telefone E WhatsApp: (62) 99901-8872
II. DA JUSTIÇA GRATUITA
A genitora do autor não possui condições financeiras de arcar com as custas e despesas do processo sem prejuízo próprio ou de sua família, conforme declaração de hipossuficiência anexa, sob égide no Novo Código de Processo Civil, art. 98 e seguintes e pelo artigo 5º, LXXIV da Constituição Federal. 
Desse modo, a genitora dos autores faz jus à concessão da gratuidade de Justiça. Insta ressaltar que entender de outra forma seria impedir os mais humildes de ter acesso à Justiça, garantia maior dos cidadãos no Estado Democrático de Direito.
III. DOS FATOS
O autor é filho do requerido, que somente após dois testes de DNA foi comprovado sua paternidade, sendo registrado em 15/12/2021, portanto cabendo obrigações paternas.
Desde de o nascimento o menor está sob cuidados de sua genitora, sendo assim, as despesas básicas como: alimentação, vestuário, fraldas, leite, berçário, produtos de higiene e, esporadicamente, medicamentos são realizadas pela genitora do menor.
A genitora trabalha como diarista, percebe mensalmente a quantia de R$ 1.040,00 reais e também auxílio do governo, bolsa família no valor de R$ 193,00 reais.
A criação do mesmo não deve recair somente sobre a responsabilidade de sua genitora, que são muitas e notórias, como por exemplo: alimentação, vestuário, moradia, assistência médica e odontológica, educação, dentre outras.
A situação financeira do requerido é estável e privilegiada, segundo informações da genitora, o requerido exerce a função de vendedor na empresa mencionada, além de ser filho do dono da empresa, o requirido cursa faculdade de Direito em entidade particular, assim tendo uma situação no qual o permite custear as despesas junto com a autora os custeios do requerente.
Diante dos fatos expostos, surgiu a necessidade de se ingressar com a presente demanda para regularizar a guarda definitiva do menor, bem como regulamentar as visitas do genitor e fixar um valor mensal a título de pensão alimentícia em favor do mesmo.
IV. DO DIREITO
A Lei 5.478/68 em seu art. 4º e parágrafo único, dispõe sobre a prestação de alimentos, regulando está o seguinte: 
Art. 4º Ao despachar o pedido, o juiz fixará desde logo alimentos provisórios a serem pagos pelo devedor, salvo se o credor expressamente declarar que deles não necessita.
Parágrafo único. Se se tratar de alimentos provisórios pedidos pelo cônjuge, casado pelo regime da comunhão universal de bens, o juiz determinará igualmente que seja entregue ao credor, mensalmente, parte da renda líquida dos bens comuns, administrados pelo devedor.
O artigo 1.696 do diploma Civil diz que: “O direito à prestação de alimentos é recíproco entre pais e filhos, e extensivo a todos os ascendentes, recaindo a obrigação nos mais próximos em grau, uns em falta de outros.”
O requerente encontra amparo legal no artigo 1.695 do Código Civil que diz:
Art. 1.695. São devidos os alimentos quando quem os pretende não tem bens suficientes, nem pode prover, pelo seu trabalho, à própria mantença, e aquele, de quem se reclamam, pode fornecê-los, sem desfalque no necessário ao seu sustento. 
Ainda a Constituição Federal, em seu art. 229, traz o seguinte teor “os pais têm o dever de assistir, criar e educar os filhos menores, e os filhos maiores têm o dever de ajudar e amparar os pais na velhice, carência ou enfermidade”.
Neste mesmo raciocínio o art. 1.634, I, do Código Civil impõe responsabilidade a ambos os pais, qualquer que seja a situação conjugal quanto aos filhos. O Estatuto da Criança e do Adolescente Lei 8.096/90, em seu art. 22 traz a seguinte norma “aos pais incumbe o dever de sustento, guarda e educação dos filhos menores, cabendo-lhes ainda, no interesse destes, a obrigação de cumprir e fazer cumprir determinações judiciais”.
Vejamos jurisprudência do egrégio Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, in verbis:
EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE ALIMENTOS. FIXAÇÃO DE ALIMENTOS PROVISÓRIOS. MINORAÇÃO. VALOR EXCESSIVO. ALEGAÇÃO DE INCAPACIDADE DO ALIMENTANTE NÃO COMPROVADA. 1. À luz do que dispõe o art. 1.694, caput e § 1º do CC, os alimentos devem ser fixados na proporção das necessidades do reclamante e dos recursos da pessoa obrigada, podendo ser reduzida ou majorada a quantia originariamente arbitrada a esse título caso sobrevenha mudança na situação financeira de quem os supre ou de quem os recebe, sendo possível até mesmo a exoneração do encargo em determinadas circunstâncias (art. 1.699, CC); 2. Ausentes elementos capazes de demonstrar a invocada incapacidade financeira do alimentante ou a alteração em sua condição econômica, inviável a minoração do encargo alimentar que lhe é atribuído. AGRAVO CONHECIDO E DESPROVIDO.
(TJ-GO - AI: 00985415920208090000, Relator: SANDRA REGINA TEODORO REIS, Data de Julgamento: 02/07/2020, 6ª Câmara Cível, Data de Publicação: DJ de 02/07/2020)
O fundamento desta obrigação, conforme ensinamentos da Doutrinadora Maria Helena Diniz no seu Livro “Curso de Direito Civil Brasileiro, 5. São Paulo: Saraiva, 2003, p. 467, afirma que:
“O fundamento desta obrigação de prestar alimentos é o princípio da preservação da dignidade da pessoa humana (CF, art. 1º, III) e o da solidariedade familiar, pois vem a ser um dever personalíssimo, devido pelo alimentante, em razão do parentesco que o liga ao alimentado. ”
A ação de alimentos, disciplinada pela Lei 5.478/68 em seu art. 2º, diz que que o credor de alimentos exporá suas necessidades, provando apenas o parentesco ou então a obrigação de alimentar do devedor. Destarte, resta mais que provado que o requerido tem o dever de prestar alimentos não podendo se escusar do dever em nenhuma hipótese.
Assim, requer a V. Excelência a condenação do genitor em 50% das despesas médicas e escolares do filho (mediante receita e lista de materiais escolares), uma vez que possui melhores condições que a genitora.
Consolidando-se com esse entendimento, vejamos a jurisprudência do Egrégio Tribunal de Justiça(TJ-GO), in verbis:
EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA DE ALIMENTOS. RITO DA PRISÃO CIVIL. CARÁTER ALIMENTAR DAS PRESTAÇÕES. POSSIBILIDADE. DECISÃO REFORMADA. 1. As prestações referentes ao pagamento de despesas médicas, odontológicas e escolares, estabelecidas no acordo homologado em juízo, podem ser executadas pelo rito estabelecido no art. 528, caput e §§ 3º a 9º, do CPC, uma vez que, inobstante tenham sido fixadas sob rubrica diversa, revestem-se natureza evidentemente alimentar e se referem a débito atual, que compreende as três parcelas que antecederam o pedido de cumprimento de sentença e as que se vencerem no curso do processo. 2. AGRAVO DE INSTRUMENTO CONHECIDO E PROVIDO.
(TJ-GO - AI: 03916028720208090000 GOIÂNIA, Relator: Des(a). GUILHERME GUTEMBERG ISAC PINTO, Data de Julgamento: 01/03/2021, 5ª Câmara Cível, Data de Publicação: DJ de 01/03/2021)
Portanto, é evidente que o pedido de alimentos formulados pelo Requerente é juridicamente possível, uma vez que há relação de parentesco entre as partes, e foram expostos os requisitos necessários para que seja fixado os alimentos, tendo em vista a necessidade dos menores e a possibilidade do Requerido.
V. DOS ALIMENTOS PROVISÓRIOS
A criança deve ser atendida com absoluta prioridade na efetivação dos seus direitos, conforme estabelece o art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8.069/90. Entre essas prioridades está a efetivação prioritária nas suas demandas junto ao Poder Judiciário.
É sabido que nas ações de alimentos é cabível a fixação de alimentos provisórios, conforme ensinamentos do art. 4º da Lei 5.478/68: “ao despachar o pedido, o juiz fixará desde logo alimentos provisórios a serem pagos pelo devedor, salvo se o credor expressamente declarar que deles não necessita. ”
Corroborando com esse entendimento, vejamos a jurisprudência do Egrégio Tribunal de Justiça (TJ-GO), in verbis:
AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO SECUNDUM EVENTUM LITIS. AÇÃO DE ALIMENTOS PARA FILHO MENOR. ALIMENTOS PROVISÓRIOS. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DA INCAPACIDADE ECONÔMICA DO ALIMENTANTE. DECISÃO MANTIDA 1. Conf. entendimento doutrinário e jurisprudencial, a fixação de alimentos provisórios deve ser considerada a proporção das necessidades do menor, e recursos dos genitores, de modo que um não ultrapasse o limite do outro. O dever de prestar alimentos se impõe como efeito residual do poder familiar, onde contribuir para o sustento, criação e educação dos filhos compete a ambos os pais. 2. In casu, não evidenciada a incapacidade do Agravante em arcar com os alimentos, provisoriamente, fixados e demonstrada a necessidade do alimentando em atender às necessidades básicas, há que ser mantida a decisão agravada. AGRAVO DE INSTRUMENTO CONHECIDO E DESPROVIDO. DECISÃO MANTIDA.
(TJ-GO - AI: 02350656820178090000, Relator: DELINTRO BELO DE ALMEIDA FILHO, Data de Julgamento: 27/03/2018, 5ª Câmara Cível, Data de Publicação: DJ de 27/03/2018).
Assim, no caso em tela, em consequência das dificuldades financeiras da genitora dos menores, necessário se faz a fixação, como tutela de urgência, tendo em vista que o requerido possui situação econômica financeira estável.
À vista disso, requer a V. Excelência a fixação de alimentos provisórios, em caráter de urgência, no percentual de 40% do salário mínimo vigente, hoje na quantia de R$ 484,80 (quatrocentos e oitenta e quatro reais e oitenta centavos) devendo ser depositados até o dia 30 de cada mês, na conta bancária (Agência 1550, Operação 013, conta n. 00035969-1, Caixa Econômica Federal, em nome da genitora das menores, RUTHINÉIA BRAZ DE OLIVERIA, CPF n. 014.897.861-47, para satisfação das necessidades dos menores. 
Para fundamentar a alegação, reproduzimos entendimento jurisprudencial da lavra do Superior Tribunal de Jus (STJ), in verbis:
RECURSO ESPECIAL - AÇÃO DE EXECUÇÃO DE ALIMENTOS PELO RITO DO ART. 733 DO CPC/1973 - FILHAS MENORES REPRESENTADAS PELA GENITORA - TRANSFERÊNCIA DA GUARDA AO EXECUTADO NO CURSO DA EXECUÇÃO DE ALIMENTOS - ILEGITIMIDADE ATIVA PARA A CAUSA - INSURGÊNCIA DAS EXEQUENTES. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. Hipótese: Cinge-se a controvérsia a decidir se a genitora tem ou não legitimidade para prosseguir na execução de débitos alimentares proposta à época em que era guardiã das menores, ainda que depois disso a guarda tenha sido transferida ao executado. 1. A matéria constante dos artigos 8º, 9º e 794 do CPC/1973 não foi objeto de discussão no acórdão impugnado, tampouco foram opostos embargos de declaração com a finalidade de sanar eventual omissão, não se configurando o necessário prequestionamento, o que impossibilita a sua apreciação na via especial. Incidência da Súmula 282 do STF, por analogia. 2. A genitora possui legitimidade para prosseguir na execução de débitos alimentares proposta à época em que era guardiã das menores, visando a satisfação de prestações pretéritas, até o momento da transferência da guarda. 2.1. A mudança da guarda das alimentandas em favor do genitor no curso da execução de alimentos, não tem o condão de extinguir a ação de execução envolvendo débito alimentar referente ao período em que a guarda judicial era da genitora, vez que tal débito permanece inalterado. 2.2. Não há falar em ilegitimidade ativa para prosseguimento da execução, quando à época em que proposta, e do débito correspondente, era a genitora a representante legal das menores. Ação de execução que deve prosseguir até satisfação do débito pelo devedor, ora recorrido. 3. Recurso especial provido.
(STJ - REsp: 1410815 SC 2013/0339730-7, Relator: Ministro MARCO BUZZI, Data de Julgamento: 09/08/2016, T4 - QUARTA TURMA, Data de Publicação: DJe 23/09/2016 RSTJ vol. 243 p. 723)
Tendo em vista todas as tentativas para uma saída suasória, não restou ao requerente, outra alternativa senão a propositura da presente ação de alimento, para que seu genitor, ora requerido, seja compelido a contribuir com o necessário para que o menor sobreviva com o mínimo de dignidade. 
VI. DOS PEDIDOS
Ante o exposto, requer a Vossa Excelência:
1. O deferimento dos benefícios da Justiça Gratuita, conforme art. 98 e 99 do CPC/15; 
2. A fixação dos alimentos provisórios no percentual de 40% do salário mínimo vigente, hoje na quantia de R$ 484,80 (quatrocentos e oitenta e quatro reais e oitenta centavos) devendo ser depositados até o dia 30 de cada mês, na conta bancária (Agência 1550, Operação 013, conta n. 00035969-1, Caixa Econômica Federal, em nome da genitora das menores, RUTHINÉIA BRAZ DE OLIVERIA, CPF n. 014.897.861-47, para satisfação das necessidades do menor, até o trânsito em julgado desta ação; 
3. A designação de audiência de conciliação por videoconferência, com fulcro no art. 236, §3º do CPC; 
4. A citação do Requerido, acima descrito, para que compareça em audiência designada por V. Excelência, sob pena de confissão quanto a matéria de fato, podendo contestar dentro do prazo legal sob pena de sujeitar-se aos efeitos da revelia, nos moldes do art. 344 do CPC/15; 
5. A intimação do ilustre representante do Ministério Público para intervir no feito; 
6. A procedência dos pedidos condenando o requerido ao pagamento dos alimentos definitivos no percentual de 40% do salário mínimo vigente, hoje na quantia de R$ 484,80 (quatrocentos e oitenta e quatro reais e oitenta centavos) devendo ser depositados até o dia 30 de cada mês, na conta bancária (Agência 1550, Operação 013, conta n. 00035969-1, Caixa Econômica Federal, em nome da genitora das menores, RUTHINÉIA BRAZ DE OLIVERIA, CPF n. 014.897.861-47, para satisfação das necessidades das menores, até o trânsito em julgado desta ação;
7. Seja condenado o requerido ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios, nos moldes do art. 546 do CPC/15;
Provará o alegado por todos os meios permitidos em direito, em especial pela juntada de documentos, oitiva de testemunhas e depoimento pessoal do réu.
Atribui-se à causa o valor de R$5.817,60 (cinco mil e oitocentos e dezessete reais e sessenta centavos).
Nestes termos,
Pede deferimento.Goiânia, 01 de março de 2022.
OLGA DE JESUS GONÇALVES DE SOUZA BRITO
OAB/GO: 16.240
Aluno: Felipe Borba dos Santos Moreira C02
Avenida Fued José Sebba, Nº. 1.884, Qd. 16-A, Lt. 01, Jardim Goiás. CEP:74.805-100

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