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14
	
UNIVERSIDADE LICUNGO
FACULDADE DE CIENCIAS E TECNOLOGIA
DEPARTAMENTO DE CIENCIAS NATURAIS
CURSO DE BIOLOGIA
2° Ano/Laboral
Gerônimo Mónimo Catruza 
Manuel Alberto Moda
Nélvio Sandra Muiocha 
Onildo Sérgio Chilaúle 
Patrício Marcos Américo 
DISGRAFIA 
Dondo
2022
	
UNIVERSIDADE LICUNGO
FACULADE DE CIENCIAS E TECNOLOGIA
DEPARTAMENTO DE CIENCIAS NATURAIS
CURSO DE BIOLOGIA
2° Ano/Laboral
Gerônimo Mónimo Catruza
Manuel Alberto Moda
Nélvio Sandra Muiocha
Onildo Sérgio Chilaúle
Patrício Marcos Américo
DISGRAFIA
	Trabalho cientifico da cadeira de Necessidades Educativas Especiais, a ser entregue no departamento de ciências naturais para fins avaliativos, no curso de Licenciatura em Ensino de Biologia. 
Docente: Dr. Celso Miambo.
Dondo
2022
Índice 
1.1.Introdução....................................................................................................................4
1.1.1.Objetivos...................................................................................................................4
 1.1.2.Objetivo geral..........................................................................................................4
1.1.3.Objetivos específicos................................................................................................4
1.1.4.Metodologia..............................................................................................................4 
2.0.Fundamentação teórica................................................................................................5 
2.1.Teorias Neurociência...................................................................................................5 
2.2.Disgrafia......................................................................................................................6 
2.2.1.0.1.Parte introdutória do conceito da disgrafia..........................................................6 
2.2.2.Conceito etimológico................................................................................................6 
2.3.Tipos de Disgrafia........................................................................................................7
2.4.Características da disgrafia..........................................................................................8
2.5.Etiologia da Disgrafia..................................................................................................9 
2.6.Intervenções e atendimento educacional......................................................................9
2.7.Possiveis soluções da disgrafia...................................................................................10 
2.8.Fatores fundamentais para a reeducação do grafismo.................................................11
Conclusão........................................................................................................................12
Referências bibliográficas................................................................................................13 
1.1.Introdução
Disgrafia é a perturbação da escrita no que diz respeito ao traçado das letras e à disposição dos conjuntos gráficos no espaço utilizado. Relaciona-se, portanto, está às dificuldades motoras e espaciais (CINEL, 2003).
Este estudo debruça em compreender a disgrafia. Para a compreensão desse conceito vale salientar a cerca relação existente entre a neurociência, psicologia e a pedagogia. E também ilustraremos as causas e suas possíveis soluções ou resoluções. Isto é, correções no processo ensino/aprendizagem, tendo o foco na identificação e no conhecimento de fatores que comprometem o benefício escolar dos alunos com este problema ou dificuldade. 
 
· 1.1.1.Objetivos 
· 1.1.2.Objetivo geral 
· Compreender o problema de disgrafia na aprendizagem. 
· 1.1.3.Objetivos específicos
· Descrever a relação entre a educação e a neurociência durante a aprendizagem.
· Descrever a o conceito da disgrafia. 
· Caracterizar o conceito da disgrafia. 
· Identificar os tipos da disgrafia. 
· Ilustrar as causas e possíveis soluções da disgrafia. 
· 1.1.4.Metodologia 
Para elaborar-se o presente trabalho requereu-se, a pesquisa à qual objetivou nos a aprofundar sobre o tema, Disgrafia, consultando alguns livros, artigos, pesquisas bibliográficas, e documentais. Na base à leitura dos mesmos, para a aquisição de uma informação sólida sobre o conteúdo acima. A parte final do trabalho sugeri uma bibliografia de ilustrações dos sites e obras usada para a produção do mesmo. Trata-se de uma pesquisa aplicada, qualitativa e exploratório na medida em que objetiva em gerar no conhecimento para aplicação prática e dirigidos à solução de problemas específicos onde as consultas foram as fontes de dados e o pesquisador como o instrumento-chave (SILVA e MENEZES, 2005). 
2.0.Fundamentação teórica 
2.1.Teorias Neurociência 
Não há necessidade de se afastarmos do trilho da nossa investigação, que tem que ver com a visão das neurociências acerca das dificuldades especificas de aprendizagem (Disgrafia), é de elementar justiça referirmos Vygotsky, e seus colaboradores Leontiev e Luria (início do século XX), com o contributo das pesquisas de dados na área neuropsicológica e na educação no que concerne aos processos do pensamento, linguagem, comportamento e aprendizagem. (Um parêntesis, para referir que Vygotsky dedicou boa parte de sua vida à educação de crianças com necessidades educativas especiais. Defensor da tese de que se existem problemas, existem possibilidades).
Para o efeito muito contribuiu o trabalho do neurologista e educador americano Henry Donaldson Herbertn (1891-1938), vanguardista em neuroeducação. No livro publicado em 1895 “O crescimento do cérebro”: um estudo do sistema nervoso em relação à educação, fez a ponte entre a neurociência e a educação.com base a esse contributo inaugura-se a Neuroeducação. Pôs bem, a neuroeducação não é uma nova área do conhecimento, é sim, a intercessão de conhecimentos: Psicologia, Educação e Neurociência.
2.2.Disgrafia 	
2.2.1.0.1.Parte introdutória do conceito da disgrafia 
São crianças com disgrafia, as que apresenta uma escrita desviante em relação à norma/padrão, isto é, uma “caligrafia deficiente, com letras pouco distintas uma da outra, mal elaboradas e mal proporcionadas ou posicionadas” (A.P.P.D.A.E., 2011b); sendo designada “letra feia”.
No processo de aprendizagem a criança na primeira fase apresenta na escrita, cetras dificuldades no traçado de letras isso é por natureza da espécie humana. O professor tem o dever de revelar uma atenção especial, deste modo, a fornecendo orientações necessárias para que os alunos realizem adequadamente e frequentemente a escrita, evitando, a ausência de outras problemáticas associadas, a permanência de traçados incorretos que, por consequência, poderão evoluir para um quadro de disgrafia.
· 2.2.2.Conceito etimológico 
A palavra, disgrafia etimologicamente deriva dos dois conceitos “dis ou dys” que refere-se (desvio) e “grafia” (escrita), ou por outra, é “uma perturbação de tipo funcional que afeta a qualidade da escrita do sujeito, no que se refere ao seu traçado ou à grafia” (Torres & Fernández, 2001, p. 127), prende-se com a “codificação escrita, com problemas de execução gráfica e de escrita das palavras” (Cruz, 2009, p. 180). A disgrafia é uma dificuldade que afeta a qualidade da escrita, por não relembrar a grafia das letras ao escrever, o que não significa dizer que o disgráfico tem um comprometimento cognitivo, ao contrário, são crianças, em sua maioria, muito inteligentes.
2.3.Tipos de Disgrafia
O disgráfico é vítima de transtornos que provém ou do plano motor, ou do plano perceptivo. Isto é, os tipos da disgrafia são a disgrafia motor e perceptivo:
· A disgrafia motora essa não afeta a simbolização da escrita, mas sim o formato das letras e a qualidade da escrita (Leão, 2004). Isto é, o indivíduo consegue ler, mas tem dificuldades na coordenação motora fina para escrever, ou seja, vê a figura gráfica, mas não consegue fazer os movimentospara escrever. Para o Corso 2007, o ato de escrever envolve inúmeras funções psicomotoras, onde o disgrafia afetam a motricidade grossa ou ampla e o controle postural, bem como destrezas segmentadas, que afetam a motricidade fina e o controle óculo-manual ou viso-manual, estão diretamente ligadas à possibilidade de escrever de modo eficiente. 
· A coordenação óculo-manual refere-se ao movimento coordenado com os membros superiores ou inferiores e o olho. Na área motora, aparecem a hiper ou a hipoatividade, as perturbações do ritmo, a incoordenação excessiva, prejudicando a postura, a locomoção, os movimentos dos braços, pernas, mãos, pés e a respiração” (Cinel,2003. p. 2). 
· Disgrafia perceptiva é onde o aluno não consegue fazer relação entre o sistema simbólico e as grafias que representam os sons, palavras e frases. Possuindo características da dislexia, à que se associa à leitura e a disgrafia associa-se à escrita.
2.4.Características da disgrafia
As principais características da disgrafia são: 
· Letra excessivamente grande ou excessivamente pequena, macrografia e micrografia, respectivamente.
· Forma das letras irreconhecível.
· Traçado exagerado e grosso ou demasiadamente suave.
· Grafismo trêmulo ou com irregularidade. 
· Escrita demasiadamente rápida ou lenta.
· Espaçamento irregular das letras ou palavras. 
· Erros e borrões que podem impossibilitar a leitura da escrita. 
· Desorganização geral no texto.
· Utilização incorreta do instrumento com que escrevem (AJURIAGUERRA et al, 1988; COELHO, 2012).
2.5.Etiologia da Disgrafia 
O estudo das causas da disgrafia é complexo, pois são muitos os fatores que podem levar a uma escrita alterada. Torres e Fernandes (2001) referem que a disgrafia pode dever-se a fatores maturacionais, carateriais /emocionais e pedagógicos. 
· As causas maturacionais são as que relacionam-se com perturbações de lateralidade e de eficiência psicomotora (motricidade, equilíbrio). No desenvolvimento da motricidade, a escrita exige certa habilidade e perfeito domínio do gesto, além da pressão do lápis, é necessário coordenar e frear os movimentos para que sejam suficientemente desenvolvidos, (Morais, 2006, p.137). 
· As causas carateriais as que associam-se aos fatores de personalidade e psicoafectivos. Isto é, conflitos e tensões psicológicas podem determinar o aspeto da grafia como imprecisão no traçado, estável/instável, lento/rápido. 
· Às causas pedagógicas, as que relacionam-se no desconhecimento desta problemática por parte do professor justificado por uma prática pedagógica inadequada, isto é, uma instrução rígida e inflexível nas primeiras etapas de aprendizagem e também definição de objetivos difíceis de alcançar. 
2.6.Intervenções e atendimento educacional
Os princípios básicos para realizar a intervenção com as crianças disgráficas são: A avaliação do desenvolvimento da linguagem em todos os seus níveis, orientação para a família e a escola, e a terapia, (Schirmer, Fontoura e Nunes, 2004).
· Estimular a descoberta e utilização da lógica do pensamento para a construção de palavras e textos, bem como para a representação de fonemas; 
· Proporcionar chances de desenvolver a escrita e a leitura espontâneas; 
· Explorar de maneira constante as diversas funções da escrita; e 
· Explicitar as diferenças entre língua falada e língua escrita.
2.7.Possiveis soluções da disgrafia 
Uso técnicas especializadas que permitam a recuperação de uma motricidade adaptada (supressão da rigidez ao nível da mão e do antebraço).
· Pincel, é o instrumento ideal na fase inicial, para que a criança perceba a pressão exercida sobre a folha de papel.
· Exercícios grafomotores, ideal para melhorar a coordenação motora e o domínio das mãos ao movimentar o lápis no papel.
· Caligrafia, ideal para reaprender a forma e o espaçamento das letras. 
· Posição ao escrever, o aprendendo precisa ser orientado sobre a forma mais adequada para escrever, sem causar fadiga ou dor.
Assim como a escola, a família é essencial na colaboração e incentivos dos apreendendo, em casa as crianças podem desenvolver algumas atividades que vão auxiliar o trabalho do educador como desenho, pinturas, modelagem escrita diversificada com lápis, pincel, giz de cera. É imprescindível que todas essas atividades, tanto na escola quanto em casa, sejam realizadas com a criança sentada.
2.8.Fatores fundamentais para a reeducação do grafismo
· Desenvolvimento psicomotor, visando treinar os aspetos relacionados à postura, controle corporal, dissociação de movimentos, representação mental do gesto necessário para o traço, percepção espaço-temporal, lateralizarão e coordenação visão motora. 
· Especificidade do grafismo da criança, o educador preocupa-se com o aperfeiçoamento das habilidades relacionadas à escrita, desenvolvendo atividades pictográficas (pintura, desenho, modelagem) e escriptográficas (utilização do lápis e papel visando melhorar os movimentos e posição gráfica) e também corrigir erros característicos do grafismo, como a forma, tamanho e inclinação das letras, o aspeto do texto, a inclinação da folha e a manutenção das margens e linhas (CAMARGO, 2008; COELHO, 2012).
Posições ao escrever 
· A maneira como a criança segura o lápis é determinante para a escrita.
· O aluno deve ser orientado para desenvolver a escrita sem prejudicar seus membros.
· A posição do papel também reflete a maneira que o pequeno escreve.
Conclusão
Durante a análise de estudo do conteúdo da acima, da Disgrafia, percebeu-se que, ela resulta da incapacidade da comunicação entre a neuroeducação e psicologia educacional. Isto é, perturbação no ritmo, incoordenação excessiva, o que leva a prejudicar a postura, locomoção, movimentos dos braços, pernas, mãos, pés e a respiração” também até o ponto de uma desqualificação na escrita, (Cinel,2003. p. 2). Apresentando o seguinte, letras irreconhecível, traçado exagerado e grosso, grafia irregularidade, lentidão ao escrever, espaço irregular das letras, com isso impossibilitando a leitura da escrita, desordem geral no texto e entre outros, até o ponto de ser uma dificuldade no processo de ensino-aprendizagem. E é assim que considera-se um disgráfico e ela apresenta uma letra feia ou caligrafia. 
Referências bibliográficas 
1. Cinel, N. C. B. (2003). Disgrafia – Prováveis causas dos distúrbios e estratégias para a correção da escrita. Porto Alegre: Revista do Professor, 19 (74), 19-25. Recuperado de: https://docplayer.com.br/6689497-Disgrafia-provaveis-causas-dos-disturbios-e-estrategias-para-a-correcao-da-escrita.html. 
2. Coelho, D. T. (2013). Dificuldades de aprendizagem específicas – Dislexia, Disgrafia, Disortográfica e Discalculia. Porto: Areal Editores.
3. Houzel, S. H.(2008) - Uma breve história da relação entre o cérebro e a mente. In LENT, Roberto (coord.) - Neurociência da mente e do comportamento, Rio de Janeiro.
4. Belinda Talarico FRANCESCHINI; Gabriela ANICETO; Sabrina David de OLIVEIRA; Rosimeire Maria Orlando - Distúrbios de aprendizagem: disgrafia, dislexia e discalculia-Disponível em claretianobt.com.br, Acesso em 14 de Setembro de 2022).
5. SILVA, Selma Maria Neri da, Estratégias Pedagógicas para alunos com TDAH, 2016, Disponível em https://neurosaber.com.br/estrategias-pedagogicas-para-alunos-com-tdah acesso em 11 de Setembro de 2022).
6. PANISSET, Lucília, Distúrbio, Transtorno ou Dificuldade? – 2009. (Disponível em http://lumiar-psicopedagogia.blogspot.com/2009/06/disturbio-transtorno-ou-dificuldade.html#more, acesso em 11 de Setembro de 2022.
7. ALMEIDA, Amanda. Maria Almeida, Maykonn Almeida. Manual para Tratamento de Disgrafia, Disortografia e Troca de Letras. 1 edição, São Paulo - abril de 2010. Pesquisa realizada no E-book Google Livros: (http://books.google.com.br/books?id-m JoyMX-3uyMC&printsec-00frontcover&hl-pt-BR&source-gbs_ge_summary_r&cad-0# v-onepage&q&f-false).

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