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AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA PROF. MSC. ANNA MONALLYSA SILVA DE OLIVEIRA UNIVERSIDADE MAURÍCIO DE NASSAU CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA - V PERÍODO ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA ATRIBUIÇÃO E CONDUTAS NA ANESTESIA • Ordens para preparo pré-anestésico; • Executar a anestesia perfeita; • Preparar material indispensável à anestesia (aparelhos, máscaras, anestésicos, etc); • Informar o cirurgião do estado do paciente; • Avaliar frequência cardíaca e respiratória; • Elaborar ficha anestésica. CONDUTAS ANESTÉSICAS • Estado do paciente • Espécie animal • Duração da intervenção • Localização • Extensão • Escolha do agente anestésico • Custo operacional ESTADO DO PACIENTE • Pacientes portadores de afecções renais, hepáticas e/ou cardíacas: ✓ Evitar fármacos barbitúricos; ✓ Evitar fármacos como xilazina; • Pacientes hipovolêmicos: ✓ Evitar fenotiazínicos: vasodilatação periférica e aumento da hipotensão; • Pacientes Obesos: ✓ Evitar fármacos barbitúricos: ESPÉCIE ANIMAL • Cloridrato de Xilazina: Ineficiente em suínos; • Azaperona: Eficiente em suínos, duvidosa em cães e regular em equinos. DURAÇÃO DA INTERVENÇÃO • "Período Parasita": Período desnecessário de efeito anestésico; • Sincronização entre anestesia e período da cirurgia, exames e tricotomia; • Efeito Cumulativo: Desnecessária recuperação tardia; • Anestésico Ideal: Aquele aplicado imediatamente antes da intervenção e cujo efeito cessa logo após o término da mesma. LOCALIZAÇÃO E EXTENSÃO DA INTERVENÇÃO • Acesso ao local do procedimento; • Temperamento do animal; • Presença de cardiopatias ou nefropatias; • Pacientes idosos; • Pacientes de alto risco; • Bloqueios anestésicos; • Sobredoses e intoxicações; ESCOLHA DE AGENTES ANESTÉSICOS • Avaliação sobre a intervenção; • Optar por anestésicos que alterem menos os parâmetros fisiológicos e cujo efeitos colaterais sejam os mínimos possíveis; CUSTO OPERACIONAL • Anestesias de boa qualidade: Alto custo • Preço da hora / Anestesia • Menos onerosa: • Anestesia Local • Anestesia Inalatória • Anestesias Dissociativas PERÍODO PRÉ-ANESTÉSICO PROF. MSC. ANNA MONALLYSA SILVA DE OLIVEIRA UNIVERSIDADE MAURÍCIO DE NASSAU CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA - V PERÍODO ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA PERÍODO PRÉ-ANESTÉSICO • Período Destituído de Urgência: Pacientes cujas funções orgânicas estejam em ordem, apresentando, portanto, um quadro de bom estado de higidez; • Período de Extrema Urgência: Praticamente dispensa qualquer cuido pré-anestésico, exigindo do profissional conduta rápida, segura e eficiente, dentro das suas possibilidades (choque, cesariana, hemorragia abundante, convulsões); • Período de Relativa Urgência: Pacientes de alto risco, porém com condições melhores de exames, hidratação, controle de funções e demais cuidados. CUIDADOS NO PERÍODO PRÉ-ANESTÉSICO • Exames das Funções Principais • Jejum: ✓ Carnívoros: Alimentar - 12h e Hídrico - 3h • Acomodações: ✓ Adaptar o animal com antecedência aos ambientes • Contenção: ✓ Mecânica ✓ Química MEDICAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA PROF. MSC. ANNA MONALLYSA SILVA DE OLIVEIRA UNIVERSIDADE MAURÍCIO DE NASSAU CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA - V PERÍODO ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA DEFINIÇÃO • Antecede a anestesia; • Suprime a irritabilidade, a agressividade e reações indesejadas; • Reduz a dor e o desconforto: eleva o limiar da dor; • Viabilidade de indução direta; • Adjuvante da anestesia local; • Redução do ptialismo e sialorreia. PRINCIPAIS GRUPOS FARMACOLÓGICOS • Fármacos anticolinérgicos • Fármacos tranquilizantes • Fármacos ansiolíticos • Hipnoanalgésicos • Hipnóticos FÁRMACOS ANTICOLINÉRGICOS • Bloqueio de secreções, usufruto de ações parassipatolíticas; • Sinônimos: parassimpatolíticos, colinolíticos, antiparassimpáticos e atropínicos; • Finalidade: Apresentar um mecanismo competitivo em que se verifica uma ligação reversível nos receptores muscarínicos no nível periférico. ANTICOLINÉRGICOS: ATROPINA • Destruída (hidrólise enzimática) pelo fígado e excretada (intacta) pelo rim; • Reduz a secreção mucosa no trato respiratório; • Ação broncodilatadora; • Provoca midríase; • Aumenta o espaço morto; • Reduz peristaltismo e secreção do TGI; ANTICOLINÉRGICOS: ESCOPOLAMINA • Ação midriática, antiespasmódica e antissecretora; • Efeito mais fugaz que a atropina; • Taquicardia mais discreta; • Causa depressão do sistema nervoso; • Doses altas causam êmese, alucinação e ataxia. FÁRMACOS TRANQUILIZANTES • Produtos que geram tranquilização, sedação e depressão do SNC; • Proporcionam discreta analgesia; • Grupos: ✓ Derivados da fenotiazina ✓ Derivados das butirofenonas DERIVADOS DA FENOTIAZINA • 1ª Série: Anti-histamínicos: ✓ Prometazina ✓ Tiazinamina • 2ª Série: Anticolinérgica: ✓ Dietazina ✓ Isotiazina ou Etopromazina • 3ª Série: Adrenolítica: ✓ Acepromazina ✓ Promazina ✓ Metopromazina • 4ª Série: Série Mista ✓ Levomepromazina DERIVADOS DA FENOTIAZINAS: EFEITOS • Apatia • Sonolência • Prostração • Deambulação • Protusão peniana DERIVADOS DAS BUTIROFENONAS • Droperidol: ✓ Boa sedação e tranquilização ✓ Redução da atividade motora ✓ Ampla margem de segurança ✓ Queda da pressão arterial ✓ Potencializa os barbitúricos • Azaperona: ✓ Suínos, via IV FARMÁCOS ANSIOLÍTICOS • Fármaco capaz de causar ação ansiolítica, anticonvulsiovante, miorrelaxante, hipnótica e amnésica, sem acentuada depressão do SNC; • Grupos: ✓ Hidroxizina ✓ Meprobanato ✓ Benzodiazepinas BENZODIAZEPINAS: DIAZEPAM E MIDAZOLAM • Reduz ações emocionais; • Causa miorrelaxamento; • Provoca discreta analgesia; HIPNOANALGÉSICOS • Discreta depressão ao SNC; • Elevam o limiar da dor; • Opiáceos: ✓ Morfina: ■ Causa excitações, depressão respiratória, vômito, náusea, defecação e salivação; ■ Difícil prescrição, por ser entorpecente. • Opióides: Derivados sintéticos da morfina. OPIÓIDES: MEPERIDINA • Ação hipnótica discreta; • Redução da pressão venosa e arterial (vasodilatação periférica); • Pouca depressão respiratória; • Metabolizada rapidamente pelo fígado; • Libera histamina; • Provoca miose; • Por Via IV: Taquicardia e hipotensão; • Reduz secreções salivares e brôquicas, bem como espasmos do TGI. OPIÓIDES: FENTANILA • Rápida ação IM; • Ação analgésica e hipnótica; • Discreta depressão respiratória; • Não causa vômito; • Provoca relaxamento de esfíncteres; • Antídoto: Nalorfina ALFENTANILA • 50 a 100 vezes mais potente que a morfina; • Doses baixas: Analgesia • Doses altas: Perda de consciência OPIÓIDES: BUTORFANOL • 5 a 7 vezes mais potente que a morfina; • Não aumenta o peristaltismo; • Extremamente eficiente em cólica equina; AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA, PERÍODO PRÉ-ANESTÉSICO E MEDICAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA PROF.ª MSC. ANNA MONALLYSA SILVA DE OLIVEIRA EMAIL: AMONALLYSA@GMAIL.COM INSTAGRAM: @DRAANNAVET CONCEITOS PRÉ-ANESTÉSICOS PROF. MSC. ANNA MONALLYSA SILVA DE OLIVEIRA UNIVERSIDADE MAURÍCIO DE NASSAU CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA - V PERÍODO ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA VOLUME DE AR • Volume Minuto: Volume de ar movimentado durante 1 minuto. • Vocule Corrente: Volume de ar movimentado a cada respiração. • Volume Residual Inspiratório: Sobrevolume que pode ser inspirado. • Volume Residual Expiratório: Expiração sob esforço. • Volume Residual Final: Volume de ar que permanece após a expiração. VOLUME DE AR • Imaginemos um cão de 10kg, que tem um volume corrente de 15ml/kg e frequência respiratória de 20 movimentos por minuto. O volume minuto deste paciente é de 15ml/kg x 10kg = 150ml/respiração x 20mpm = 3000ml/ar/minuto. Considerando 21% de oxigênio dissolvido no ar ambiente, esse paciente consome 630ml de oxigênio por minuto (21% de 3000ml). VOLUME DE AR - EXERCÍCIO • Imaginemos um cão de 5kg, que tem um volume corrente de 10ml/kg e frequência respiratória de 20 movimentos por minuto. Calculeo consumo de oxigênio do paciente por minuto. VOLUME DE AR - EXERCÍCIO • Imaginemos um cão de 5kg, que tem um volume corrente de 10ml/kg e frequência respiratória de 20 movimentos por minuto. O volume minuto deste paciente é de 10ml/kg x 5kg = 50ml/respiração x 20mpm = 1000ml/ar/minuto. Considerando 21% de oxigênio dissolvido no ar ambiente, esse paciente consome 210ml de oxigênio por minuto (21% de 1000ml). CLASSIFICAÇÃO DO PACIENTE PROF. MSC. ANNA MONALLYSA SILVA DE OLIVEIRA UNIVERSIDADE MAURÍCIO DE NASSAU CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA - V PERÍODO ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA ASA ANESTÉSICOS DISSOCIATIVOS PROF. MSC. ANNA MONALLYSA SILVA DE OLIVEIRA UNIVERSIDADE MAURÍCIO DE NASSAU CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA - V PERÍODO ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA ANESTÉSICOS DISSOCIATIVOS • Anestésicos Gerais: Depressores inespecíficos do sistema nervoso central (SNC) que, em função da dose, diminuem gradualmente a atividade cerebral. Eles podem induzir desde depressão superficial até profunda, caracterizadas, respectivamente, por sedação e hipnose. • Anestésicos Dissociativos: Atuam em regiões específicas do cérebro interrompendo a transmissão de reflexos conscientes e inconscientes. Animais anestesiados com dissociativos assumem um chamado estado de CATALEPSIA. CATALEPSIA • Incapacidade total para mover os membros, a cabeça e emitir sons. • Globo ocular centralizado com olhos abertos e nistagmo lento. • Grau variável de hipertonia muscular. • Movimentos musculares involuntários e hiperreflexia. • Analgesia somática de curta duração. Movimentos Involuntários Contração Constante Envolve Nociceptores Dor localizada Dor latejante Superficial (Pele) Profunda (Articulações Somátixa x Visceral FÁRMACOS DISSOCIATIVOS • 1937: Fenciclidina, apresentava efeitos paradoxais. • 1962: Cetamina, menos efeitos nocivos. • 1966, Corssen e Domino: Anestesia Dissociativa: ○ Desconexão com o ambiente; ○ Aumentava a atividade no córtex frontal; ○ Pouca interferência na atividade mesencefálica. Memória Visão Audição Movimentos dos Olhos SISTEMA NERVOSO CENTRAL • Promovem perda da consciência dose-dependente. • Depressão seletiva do eixo neocórtico-talâmico e núcleo central do tálamo. • Ativação seletiva de partes do sistema límbico. • Bloqueio de receptores NMDA, que produz analgesia. Funções Sensitivas Funções Motoras Plasticidade Sináptica: Capacidade das sinapses se alterarem conforme os estímulos. Neurotransmissor Excitatório Emoções ANESTÉSICOS DISSOCIATIVOS • Interrupção seletiva de estímulos aferentes: Dor • Características: Solubilidade lipídica elevada (10 vezes maior do que a do tiopental) e composição moderadamente ácida, produzindo dor e irritação no local da injeção. • Período de latência: 0,5 a 5 minutos. • Concentrações plasmáticas máximas: IV - 1 minuto e IM - 5 a 15 minutos. ANESTÉSICOS DISSOCIATIVOS • Farmacocinética: ○ Metabolização Hepática e Excreção Renal N-desmetilação pelo citocromo P450, formando a norcetamina, um composto com potência anestésica de até um terço em relação ao da cetamina, provavelmente, responsável pelo efeito anestésico prolongado. A norcetamina é hidroxilada (hidroxinorcetamina) e conjugada com ácido glicurônico sendo excretada na urina ( 90%) e na bile. ANESTÉSICOS DISSOCIATIVOS • Duração da Anestesia Dissociativa: 15 a 30 minutos • Manutenção do Tempo: Substâncias biotransformadas no fígado, geram competição enzimática. • Associação: Prolonga o tempo de recuperação em 30%. • Efeitos indesejáveis: Aumenta a pressão intracraniana, excitação pós- anestésica, atividade motora aumentada, elevação da pressão arterial e da frequência cardíaca. Efeito Simpaticomimético ANESTÉSICOS DISSOCIATIVOS • Efeitos respiratórios: ○ Depressão respiratória mínima; ○ Respiração apnêustica: respiração profunda com pausa inspiratória prolongada; ○ Casos extremos: apneia e parada respiratória. ○ Diminuição da FR e do Volume Minuto; ○ Pode induzir diminuição da FR em fetos; ASSOCIAÇÃOS A utilização de MPA com a administração de alfa-2-agonistas , fenotiazínicos ou de benzodiazepínicos diminui a incidência e/ou gravidade dessas reações adversas. • Recuperação mais calma • Diminui a ocorrência de convulsão • Causa relaxamento muscular • Confere analgesia ANESTÉSICOS DISSOCIATIVOS PROF.ª MSC. ANNA MONALLYSA SILVA DE OLIVEIRA EMAIL: AMONALLYSA@GMAIL.COM INSTAGRAM: @DRAANNAVET ESTÁGIOS E PLANOS ANESTÉSICOS PROF. MSC. ANNA MONALLYSA SILVA DE OLIVEIRA UNIVERSIDADE MAURÍCIO DE NASSAU CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA - V PERÍODO ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA INDUÇÃO ANESTÉSICA Produzir estado de inconsciência: • Analgesia • Miorrelaxamento • Hipnose Grau de Depressão SNC Estágios e Planos Anestésicos ANALGESIA • Dor: entidade de proteção ao tecido a partir de algum trauma ou lesão; • Inflamação: processo desencadeado por mediadores a partir de lesões; • Sensibilização das Fibras Sensitivas: função de proteção da lesão; • Dor: reação multissistêmica que gera desconforto. ANALGESIA • Transdução: Recepção do impulso doloroso pelos nociceptores; • Transmissão: Condução dos estímulos pelos nervos periféricos; • Modulação: Percepção dos estímulos nocivos como dor; • Percepção: Resposta comportamental a dor. ANALGESIA • ANESTÉSICOS LOCAIS: NOCICEPÇÃO, TRANSMISSÃO E MODULAÇÃO • ANALGÉSICOS OPIÓIDES: MODULAÇÃO E INTEGRAÇÃO • ANTI-INFLAMATÓRIOS: NOCICEPÇÃO E MODULAÇÃO • INIBIR A PERCEPÇÃO; • INIBIR A CONDUÇÃO; • ALTERAR A PERCEPÇÃO DO ENCÉFALO; INDUÇÃO X MANUTENÇÃO • Momento • Concentração • Intervalo de Tempo A manutenção é a continuação do estado obtido com a indução. DEPRESSÃO DO SISTEMA NERVOSO • Ponte e Bulbo: Respiração e Batimentos Cardíacos • Tálamo: Emoções • Comportamento: Córtex Cerebral Diferentes concentrações alteram diferentes regiões. 1º ESTÁGIO ANESTÉSICO • Excitação Voluntária • Incoordenação • Andar Compulsivo • Taquicardia • Sialorreia • Midríase Início da Administração dos Fármacos Reações Diferentes 2º ESTÁGIO ANESTÉSICO • Perda de Cap. Cognitiva • Reflexo Exagerado • Hiperventilação • Nistagmo • Vocalização MPA: Adrenolítica Desagradável para o paciente 3º ESTÁGIO ANESTÉSICO • Inativação da Atividade Cortical • Tendência ao Sono • Depressão do Córtex, Tálamo e Sistema Límbico • Tônus Mandibular • Reflexo Pupilar, Laringotraqueal e Palpebral 3º ESTÁGIO ANESTÉSICO: 1º PLANO • Resposta a estímulos externos; • Pode haver excitação; • Transição entre excitação e depressão do sistema cortical. 3º ESTÁGIO ANESTÉSICO: 2º PLANO • Animal sonolento; • Pulso e respiração estáveis mas pode haver taquicardia; • Tônus mandibular diminui, bem como reflexo laringotraqueal; • Reflexo palpebral presente. 3º ESTÁGIO: 3º PLANO • Plano Anestésico Cirúrgico; • Paciente inconsciente; • Reflexo laringotraquel apenas nos felinos e suínos; • Momento da intubação orotraqueal; • Midríase; 3º ESTÁGIO: 4º PLANO • Coma Anestésico; • Depressão dos centros vegetativos; • Respiração irregular ou ausente; • Pulso fraco e presença de bradicardia; • Mucosas pálidas e/ou cianóticas; 4º ESTÁGIO ANESTÉSICO • Inatividade do SNC • Cornea seca e sem brilho • Paralisia da musculatura intercostal • Paralisia da musculatura abdominal Mucosas Cianóticas Difícil Reversão INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL • Plano Anestésico • Bom Posicionamento • Boa Visualização INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL Função: • Desobstrução das Vias Aéreas • Fornecimento de Oxigênio • Fornecimento de Fármacos INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL Técnica: • Avaliação do Diâmetro da Traqueia do Paciente A B INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL Posição: • Decúbito Lateral INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL Posição: • Decúbito Dorsal INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL Posição: • Decúbito Ventral ESTÁGIOS E PLANOS ANESTÉSICOS PROF.ª MSC. ANNA MONALLYSA SILVA DE OLIVEIRA EMAIL: AMONALLYSA@GMAIL.COM INSTAGRAM: @DRAANNAVET