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Filosofia Medieval - Mapa Mental

Material sobre filosofia medieval (patrística e escolástica). Aborda o conflito entre fé e razão, questões sobre a existência de Deus, Padres da Igreja (Santo Agostinho) e escolástica (São Tomás de Aquino), influências neoplatônicas e aristotélicas e conceitos tomistas como pecado original, livre‑arbítrio, predestinação, ato e potência, substância, causa eficiente, finalidade e princípio da não contradição.

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Nicole Reis

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Esse período se estabeleceu durante a 
Idade Média, tendo seu ápice no século 
XIII, época do feudalismo, das monarquias 
descentralizadas, da arte gótica, e do total 
domínio da Igreja Católica nas esferas 
culturais e políticas. 
O principal tema dessa filosofia era o 
conflito entre a razão e a fé, tendo que, os 
principais filósofos da época eram 
religiosos (católicos, ortodoxos, judeus ou 
muçulmanos), que estavam sempre 
analisando as diferenças entre os dogmas 
religiosos e as descobertas feitas pela 
razão. 
• É possível comprovar a existência 
de Deus? 
• Até que ponto os dogmas são 
passíveis de investigação racional? 
• Posso ser filósofo e religioso ao 
mesmo tempo? 
 
Época dos Padres da Igreja (século II a 
VIII), que usavam da filosofia para 
formular de maneira sólida o pensamento 
e a doutrina cristã, ou seja, buscavam 
racionalizar a fé cristã. Teve influência do 
neoplatonismo, ceticismo e maniqueísmo, 
sendo, Santo Agostinho, sua principal 
figura. 
A segunda fase dessa filosofia (século IX 
a XVII), foi o pleno desenvolvimento do 
pensamento cristão. Tinha influencia na 
filosofia platônica, e, principalmente na 
aristotélica. Sua principal figura foi São 
Tomás de Aquino, que buscava, 
sobretudo, refletir sobre a aproximação 
da fé e a razão.
Sua filosofia era focada na luta entre bem 
e mal. Desenvolveu conceitos como o 
“pecado original” e o “livre arbítrio”, e a 
“predestinação divina”, que seria a 
salvação dos homens pela graça divina. 
Além disso, ele acreditava na fusão entre 
fé e razão, onde, a fé só seria alcançada 
com o auxílio da razão. 
Sua filosofia, o Tomismo, tinha como 
principais: a realidade sensorial, a Não 
Contradição (ser ou não ser), a 
Substância (essência do ser), a Causa 
Eficiente, ou seja, a necessidade de 
existência em relação ao outro; a 
Finalidade (razão de existência de 
todos); e, o Ato (o que está sendo 
realizado) e a Potência (o que pode se 
realizar). 
Nicole Reis

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